O. Meu amigo. Olá, minha amiga, como é que vocês estão bem vindos a mais um episódio onde estudamos a obra fundamental, o céu e o inferno ou OA justiça divina. Segundo o espiritismo, nós estamos na segunda parte, no capítulo quinto que trás nós estamos estudando nessa segunda parte em todos os capítulos, muitas mensagens. É psicografadas de espíritos em diversos, em diversas situações que desencarnaram. Para conhecer um pouquinho da história deles ou como eles
estão no mundo espiritual. Como que foi a passagem? O regresso para a vida espiritual? Como se deu a sua morte, etc e tal. No caso, nós estamos vendo, é estudando. É relatos de espíritos de pessoas que se suicidaram. Portanto, hoje nós vamos ver Luís e a pesponta deira de botina. Então vamos lá, vamos conhecer, havia 7 para 8 meses que o Luiz g, oficial sapateiro, namorava uma jovem victorine, rua com a qual em breve deveria casar-se,
já tendo o mesmo ocorrido. Os proclamas do casamento neste pé as coisas consideravam se quase definitivamente ligados e como medida econômica diariamente, vinho, sapateiro, almoçar e jantar em casa da noiva um dia, ao jantar, sobreveio uma controvérsia, a propósito de qualquer futilidade e obstinando, se os 2 nas opiniões. Foram as coisas ao ponto de Luiza abandonar a mesa, protestando não mais voltar bom, por enquanto a gente está vendo o que se trata. De uma briga de casal?
Normal, não é que estava para. Para se casar, e tiveram uma discussão, porque já antecipar o casamento, não é? Já começou almoçar e jantar junto antes de casar, lógico. E já vem a primeira discussão, porque é natural. Claro que é natural. Nós vamos continuar a história. Apesar disso, no dia seguinte, veio pedir perdão. À noite é boa conselheira, como se sabe, mas a moça prejulgando, talvez pela cena da véspera o que poderia acontecer quando não
mais a tempo de remediar. O mal recusou, se a reconciliação nem protestos. Nem lágrimas, nem disse hesperus puderam demove lá muitos dias. Ainda se passaram esperando Luiz que a sua amada fosse mais razoável, até que resolveu fazer uma última tentativa, chegando à casa da moça, bateu de modo a ser reconhecido, mas a porta permaneceu fechada. Recusaram a abrir-lhe a novas súplicas do repelido novos protestos não ecoaram no coração da sua pretendida a Deus.
Pois cruel, exclamou o pobre moço. Adeus para sempre, trata de procurar um marido que te estime tanto como eu. Ao mesmo tempo, a moça ouvia um gemido abafado e, logo após o baque, como que de um corpo escorregando pela porta, pelo silêncio que se seguiu à moça, julgou que Luís se assentar à soleira da porta e protestou a si mesma não sair por quanto ele, ali se conservasse?
Decorrido um quarto de hora é que um locatário passando pela calçada e levando luz soltou um grito de espanto e pediu Socorro, depressa, corre a vizinhança e victorine abrindo, então a porta deu um grito de horror, reconhecendo estendido sobre o Lajedo. Pálido, inanimado, o seu noivo, cada qual se apressou em socorrê-lo, mas para logo se percebeu que tudo seria inútil, visto como ele deixara de existir o desgraçado moço, enterrar uma faca na região do
coração e o ferro ficar ali cravado na ferida. Meu Deus do céu. Esses são casos, são casos reais, tá? E a gente vai agora é. Vieira, e a evocação do espírito ir para saber porque que ele fez isso? Porque, aparentemente, há uma coisa simples que eu sei lá, passa 12 dias, as pessoas voltam a se falar e tudo mais. Isso é aconteceu na sociedade espírita de Paris, em agosto de 1858. Que são as evocações, então, ao espírito de São Luís, começando a perguntar para o espírito guia, é?
A moça causador involuntária do suicídio tem responsabilidade? Sim, porque eu não amava. Então, para prevenir, a desgraça deveria desposá-lo a despeito da repugnância que lhe causava. Ela procurava uma ocasião de descartar-se e assim fez em começo da ligação, o que viria a fazer mais tarde. Então o método ninguém é obrigado a absolutamente nada de ninguém. Só que não pode tratar o sentimento dos outros assim, com o descaso, né?
Mas continuando, neste caso, a sua responsabilidade da moça deve decorre de haver alimentado os sentimentos dos quais não participavam e que deram em resultado suicídio do moço? Sim, exatamente. Mas então essa responsabilidade e tá. Deve ser proporcional a falta e não tão grande como se consciente e voluntariamente houvesse provocado o suicídio, é evidente, é Claro, né, gente, vamos, vamos combinar que? OK, ela teve responsabilidade, mas não é. É?
Teve. É, errou no, mas não tem a responsabilidade do do, do, do sujeito ter se matado e o suicídio de Luiz tem desculpa pelo desvario que lhe acarretou a obstinação de victorine. Sim, pois o suicídio oriundo do amor é menos criminoso aos olhos de Deus do que o suicídio de quem procura libertar-se da vida por motivos de covardia. Lembrando que na nossa lei comum nós temos os crimes passionais, porque a pessoa, quando está, pelo sabor da paix.
Ham. Que é uma coisa, a gente está em estado alterado da consciência, faz besteira, faz e é daí que vem, especialmente os os inúmeros. Feminicídio que acontecem, né? Não estou falando para justificar porque é um crime bárbaro e tem que ser punido e tem que se é lutar para que cada vez menos isso aconteça. É que se tenha, é direito que as pessoas não tenham direito de Posse uma da outra, né? E a paix?
Ham faz muito disso, há o meu amado, você é meu, se não for meu, não vai ser mais de. De mais ninguém. Isso é Claro que piora tudo, a índole da pessoa não é boa também e acaba cometendo crime. Então até mesmo é. Os espíritos dizem que tudo o que é movido à paix. Ham pode ser até atenuado, porque quando a gente está apaixonado. Não é uma coisa boa, você está totalmente enlouquecido, ai eu, apaixonado, deixa de comer. Emagrece dar diarréia da vômito, dá um Monte de como é que pode
ser bom, isso não é bom, né? Então vamos continuar. Protesto aqui ao espírito de Luiz GO que se se matou, evocado mais tarde, foram feitas as seguintes perguntas que julgais da ação que praticastes victorine era uma ingrata, e eu fiz mal em suicidar-me por sua causa, pois ela não merecia. Pois é, então não vos amava, não.
A princípio ilude a si, mas a desavença que tivemos abriu lhe os olhos e ela até se deu por feliz, achando um pretexto para se desembaraçar de mim e o vosso amor Por Ela era sincero. Baixam, somente creia, pois se o amor fosse por um, eu me teria poupado de ele causar um desgosto. Aí, tá vendo a diferença entre amor e paixão, amor, jamais se faria. Isso é que é tá apaixonado, você tá meio, é doidão, né? E se acaso ela adivinhasse a vossa intenção persistiria na sua.
Na recusa, na sua recusa, não sei, penso mesmo que não, porque ela não é má, mas ainda assim não seria feliz. E melhor foi para ela que as coisas se passassem de tal forma. Pois é, batendo lhe a porta, tinha já a ideia de de se matar, caso ela se recusasse a te receber. Não? Então não pensava porque também não contava com a sua obstinação. Foi somente à vista desta que perdi a razão. Um parece que não deploráveis, o suicídio, se não pelo fato de Vitorino não merecer, é
realmente o vosso único pesar. Neste momento, sim, estou ainda perturbado. A figura acima estar ainda à porta com quanto também experimente outra sensação que não posso definir, chegarei a compreendê-la mais tarde. Sim, quando estiver livre desta perturbação, fiz mal, deveria resignar-me. Fui fraco e sofreu as consequências da minha fraqueza. A paixão sega, o homem a ponto de praticar loucuras e infelizmente ele só o compreendi bastante tarde. Você disse que tem um desgosto.
Qual é? Fiz mal em abreviar a vida, não deveria fazê-lo. Era preferível tudo, suportar a morrer antes do tempo. Sou, portanto, infeliz. Sofro e é sempre ela que me faz sofrer. A ingrata parece-me estar sempre à sua porta, mas não falemos, nem pensemos mais nisso, que me incomoda muito a Deus, então o espírito está arrependido, a pessoa está arrependida por ter feito um ato deste tamanho que nem. Amava tanto a mulher assim e praticou este ato, não é?
Então, quando a gente está sob paixões intensas, o risco da gente fazer besteira enorme, gente precisa prestar muita atenção e se centralizar e buscar o mínimo do racional junto, né? Num ser movido só pela paix, Ham? E aí é. Eu fico me perguntando, não é com o dia hoje em dia que todo mundo, todo mundo, não. 11 pequena parcela da sociedade se acha no direito de viver armado. Nós estamos vendo a violência se
multiplicar. Crimes sendo cometidos, suicídio sendo cometidos, inclusive de crianças dentro de casa que acha arma do pai ou da mãe. O armar traz a violência implícita, não traz defesa de absolutamente nada. Este sujeito estava com alguma coisa, uma faca, uma pesponto. Cadeira é uma faquinha que se usa na nossa pataria. Se ela não tivesse com esse instrumento da mão, ele não teria se matado. Ele cravou no próprio coração.
Imagine hoje em dia que esses louco maluco que chamam kaks desculpa, gente, Caçador, atirador e colecionador? Não, desculpe, são malucos. São pessoas que é violentas, egoístas e que se acham mais poderosas com uma arma na cintura. Imagine essas pessoas. O estrago que já estão fazendo. Acabei de tomar notícia que hoje, especificamente hoje, mas acho que 14 ou 20 alunos e um professor de uma escola dos Estados Unidos foi brutalmente
assassinado por um atirador. Isso semana passada teve uns 23 semanas retrasado, teve uns 23 desses casos e o tempo todo num país que diz que a arma, todo mundo tem o direito de ter arma e não mudam essa situação. Nós somos movidos por baixam. I. Na melhor das hipóteses, você não é uma pessoa má, até uma boa índole, et cetera e tal. Mas no momento de paixão, se tiver 11 arma na mão, você pode se matar facilmente ou pode matar outra pessoa, né?
Então isso não é legal, não é? E os motivos podem ser fúteis. Se acontecer como esse espírito depois se arrepender e diz assim, olha, não valeu a pena este ato. Olha que curioso, né? Kardeck é faz uma observação, por isso se vê ainda uma nova confirmação da justiça, que preside a distribuição das penas. Conforme o grau de responsabilidade dos culpados, é a moça, neste caso, que cabe a maior responsabilidade por haver entretido em Luís por brincadeira, um amor que não
sentia quanto almoço. Este já é de sobejo, punido pelo sofrimento que lhe perdura mais a sua pena e leve, porquanto apenas cedeu a um movimento irrefletido em um momento de exaltação que não há fria premeditação dos suicidas que buscam subtrair. Se as provações da vida. Mais um caso que aprendemos aí no próximo episódio, nós vamos. É. Ter um caso de um ateu é só assim o título eu vou te esperar como sempre, já te agradeço. Valeu por estar aqui comigo até este momento.
Até o próximo episódio do céu e o inferno. Tchau.
