O céu e o inferno [Ep59] Espíritos sofredores: Claire (2ª Parte, Cap IV) - podcast episode cover

O céu e o inferno [Ep59] Espíritos sofredores: Claire (2ª Parte, Cap IV)

May 05, 202227 minSeason 5Ep. 58
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Transcript

O olá, meu amigo, olá, minha amiga, sejam bem-vindos a mais um episódio onde estudamos o céu e o inferno ou a justiça divina. Segundo o espiritismo, obra fundamental da doutrina espírita, estamos na segunda parte, capítulo, quarto espíritos sofredores e tem muito em vichten bastante. Hoje nós vamos conhecer mais uma história dramática de mais um espírito que resolveu se comunicar chamado clear. Isso foi dado, essa comunicação na sociedade de Paris em 1861,

então vamos à leitura. O espírito que forneceu os ditadores seguintes pertenceu a uma senhora que o médium conhecera quando na Terra, a sua conduta, como seu caráter justificam plenamente os tormentos que lhe sobrevieram. Além do mais, ela era dominada por um sentimento Exagerado de orgulho e egoísmo pessoais, sentimento que se patenteia na terceira das mensagens, quando pretende que o médium apenas se

culpe com ela. As comunicações foram obtidas em diferentes épocas, sendo que as 3 últimas já denotam sensível Progresso nas disposições do espírito, graças ao cuidado do médium que empreender a sua educação moral. Então, a gente começa antes das comunicações. Eu já vou te dizer, sabe o que acontece quando você desencarnar. Você perde o corpo físico continua sendo a mesma pessoa, acreditando na mesma coisa. Tem muita gente está morrendo de covide, morre de covide e não

acha que covide existe? É mole, você quer mais. E se tem, tem muita gente assim, não é? Então assim a gente morre, só perde o corpo físico, gente, isso não muda, está como fica bonzinho, não vira anjo, não muda de opinião. Então esse é um exemplo de uma pessoa que era conhecida do médio e que o médium teve esse cuidado de evocar e até conversar para ver se mudava a ideia dela depois de morta, né? Pelo menos se de viva, num prestou de de mudar de opinião, quem sabe de morte.

Então isso que a gente vai. Analisar a partir de agora, então vamos lá, eis me aqui eu, a desgraça da claro que queres tu que te diga a resignação. A Esperança não passam de palavras para os que sabem que inumeráveis como as pedras da Saraiva da os sofrimentos ali perdurarão na sucessão

interminável dos séculos. Posso avisá Los desisto que vaga, palavra onde encontrar coragem e Esperança para tanto procura, pois inteligência obtusa, compreender o que seja um dia eterno, um dia, um ano, um século que sei eu, se as horas o não dividem as estações não variam eterno e lento como a água que do Rochedo. Roreja este dia, execrando

maldito pesa sobre mim. Como avalancha de chumbo, eu sofro em torno de mim apenas sombras silenciosas, indiferenças, eu sofro, contudo, sei que acima desta miséria reina o Deus pai, para o qual tudo se encaminha. Quer pensar nele? Quero implorar ali, misericórdia, debato me vivo de Rojo como estropiado, que rastejar ao longo do caminho. Não sei que poder me atrai para ti, talvez seja a salvação. Eu te deixo mais calma, mais

reanimada. Qual Ancião enregelada que se esquecesse, é um raio de sol gélida, minha alma se reanima a tua aproximação. Então perceba que na primeira mensagem. Ela primeiro sente muito pena de si mesmo, não é? Se coloca de coitada. E diz assim que chegando perto do médio. A alma se reanima. Então, assim sente alguma coisa de boa. Vamos para a segunda mensagem, a minha desgraça aumenta dia a dia proporcionalmente ao conhecimento da eternidade, a miséria.

Malditas sejam as horas de egoísmo ou inércia nas quais, esquecida de toda a Caridade de todo o afeto. Eu só pensava no meu bem-estar, malditos interesses humanos, preocupações materiais que me cegaram e perderam. Agora o remorso do Tempo Perdido que te direi a ti que me ouves. Olha vela constantemente ama os outros mais que a ti. Mesmo não retardar a marcha nem Igor desde o corpo em detrimento da alma vela conforme pregava o Salvador aos seus discípulos.

Não me agradeças estes conselhos, porque se o meu espíritos concebi o coração, nunca ouviu qual o cão escorraçado, rastejando de medo, assim me humilho sem conhecer ainda o voluntário amor muito tarda a sua divina Aurora a despontar, ora por minha alma dissecada e tão miserável, percebe a diferença dessa mensagem e da primeira? Não é? A primeira, ela está meio irritada, se sentia coitada de tudo e fala assim, ó, é, eu sinto só 11 calorzinho no coração.

Quando eu chego perto de você. Nessa segunda, ela já diz assim, quanto mais eu tenho consciência da eternidade, né? Mas eu fico em sofrimento e aí já começa a dar conselhos, ó. Não perca seu tempo, porque se remorso do tempo, é difícil. Depois de consertar, não é? Então já começa a dar conselhos. Vamos ver na terceira mensagem que ela nos diz porque me

esquece. Até aqui venho procurar-te acreditas que preciso isoladas, e a simples pronúncia do meu nome bastaram ao apaziguamento das minhas penas, não 100 vezes não. Eu durmo de dor errante, sem repouso, sem asilo, sem Esperança, sentindo o aguilhão eterno do castigo a enterrar-se me na alma revoltada, quando aos os vossos lamentos filme assim como quando vos vejo abatido as vossas efêmeras misérias as lágrimas, tormentos que o sono susta. Que são, dormiu aqui?

Quero, ouviste? Quero que deixando as suas lucubrações filosóficas, te ocupes de mim, além de fazer isso com que outros mais também se ocupem. Não tenho expressões para definir esse tempo que se escoa sem que as horas, aliás, sinalem períodos vejo apenas um tênue raio de Esperança. Foste tu que uma deste não me abandone? Pois, gente, eu juro que eu tava esperando. É um. É reencaminhou que ela não é desse um a acordei. Na piorou, percebeu? Piorou, aí vai ficar brava.

Não é porque não esqueces. Se eu venho aqui te procurar, você me procurou e agora você me esquece. Acho que basta só rezar 11 prece e me basta, não? Não é? E está querendo ainda que as pessoas rezem mais Por Ela, fazem mais Por Ela. Ela não está querendo fazer, ela tá querendo que os outros tirem ela da enrascada. Há meu pai. Vamos ver o que que São Luís diz espírito. Este quadro é de todo verdadeiro e nada Exagerado. Perguntar se há, talvez o que fez essa mulher para ser assim

tão miserável? Cometeu ela algum crime horrível? Roubou, assassinou, não ela nada fez que afronta se a justiça dos homens, ao contrário, divertisse com que chamais Felicidade terrena? Beleza, Fortuna, gozos, adulações, tudo lhe sorria, nada lhe faltava a ponto de dizerem os que haviam, que mulher feliz invejavam minha sorte. A nós de novo, voltando no mesmo lugar, no mesmo relato do mesmo, a vida de um espírito que, para o mundo físico, é o que todo mundo busca.

Mulher feliz com dinheiro, com fama, com poder, com likes. Olhe só o tamanho do egoísmo dessa mulher que não aprendeu nada nem depois de morrer. Quer dizer, agora já deve ter aprendido, não é? Mas querei saber continua, quem foi essa mulher e nos narra aqui São Luís, lá volta aqui e vai São Luís foi egoísta, possuía tudo, exceto um bom coração.

Não violou a lei dos homens, mas há de Deus visto como esqueceu a primeira das virtudes, a Caridade, não tendo amado senão a si mesma, agora não encontra ninguém que a ame, vê-se insulada, abandonada ao desamparo, no espaço onde ninguém pensa nela, nem dela se ocupa, eis o que constitui o seu tormento, tendo apenas procurado os gozos mundanos, que hoje não mais existem o vácuo se ele fez em torno e como vê apenas o nada. Este ele aparece eterno.

Ela não sofre torturas físicas, não vem atormentar lá os demônios, o que é, aliás, desnecessário, uma vez que se atormenta a si mesma e isso lhe é mais doloroso, porquanto se tal acontecesse, os demônios seriam seres a ocuparem se dela o egoísmo foi a sua Alegria na Terra. Pois bem, é ainda ele que a persegue, ver-me a correr ali, coração, seu verdadeiro demônio, preciso falar nem nada, né?

Eu acho que está. Está muito claro aqui, do egoísmo que ela está incomodada, que ninguém mais anote, ou seja, uma baita de uma mimada, né? E ela quer ser notada e quer ser servida no mundo espiritual do mesmo jeito. Não cometeu crime punível da justiça, mas viveu egoisticamente. E agora o tormento dela é ser esquecida. Falar-vos, ei, da importante diferença existente entre a moral divina e a moral humana. A primeira assiste a mulher adúltera no seu abandono e diz

aos pecadores, arrependei-vos? E aberto. Voo será o Reino dos céus, finalmente a moral divina aceita todo o arrependimento. Todas as faltas confessadas ao passo que a moral humana rejeita, aquele sorria aos pecados ocultos que. Diz, são em parte perdoados. Cabe a uma graça do perdão e a outra a hipocrisia escolher

espíritos ávidos da verdade. Escolher entre os céus abertos ao arrependimento e a tolerância que admite o mal, repelindo os soluços do arrependimento francamente patenteado, só para não ferir o seu egoísmo e preconceitos. Arrependei-vos? Todos vós, que pecais renunciar ao mal e, principalmente, a hipocrisia, véu que é de torpezas, mas cara risonha, de recíprocas conveniências. E aí eu acho que isso foi 11, fala, não é? Até para ela ouvir. Estou mais calma e resignada a

expiação das minhas fotos. O mal não está Fora de Mim, reside em mim, devendo ser eu a mesma, devendo ser eu a me transformar e não as coisas Exteriores. E aí continua mais um pouquinho aqui em nós e conosco. Trazemos o céu e o inferno as nossas faltas gravadas na consciência são lidas correntemente no dia da ressurreição e uma vez que o estado da alma nos abate ou eleva, somos nós os juízes de nós mesmos.

Explico, me um espírito impuro e sobrecarregado de culpa não pode conceber nem anelar uma elevação que lhe seria insuportável, assim como as diferentes espécies de seres vivem, cada qual na esfera que lhes é própria.

Assim, os espíritos segundo o grau de adiantamento, movem-se no meio adequado às suas faculdades e não conceber em outro, ou senão, quando o Progresso, instrumento da lenta transformação das Almas dos subtrai as baixas tendências despojando os da crisálida do pecado, a fim de que possam adejar antes de se lançarem rápidos. Quais flechas? Para o fim único e almejado Deus, a rastejo ainda, mas não odeio mais e concebo a indizível. Felicidade do amor Divino.

Orai, pois sempre por mim, que espero e aguardo. Bem interessante, né? Na comunicação a seguir, clé fala de seu marido que muito a martirizava e da posição em que ele se encontra no mundo espiritual. Esse quadro que ela por si não pôde completar, foi concluído pelo guia espiritual da médium. Venha procurar te a ti, que por tanto tempo me deixas no esquecimento. Tenho, porém, adquirido paciência e não mais me dizia.

Espirrou quer saber qual a situação do pobre Félix erra nas trevas entregue à profunda nudez de sua alma superficial e leviano, aviltado pelo sensualismo nunca soube o que era o amor e a amizade. Nem mesmo a paixão esclareceu suas sombrias luzes. Seu estado presente é comparável ao da criança inapta para as funções de vida e privada de todo o Amparo. Félix, vaga aterrorizado nesse mundo estranho e onde tudo fulgurar o brilho desse Deus por ele negado. Interessante Félix, né?

Oo esposo dela é o Guido do médium, diz assim, vou falar pro clé, visto que ela não pôde continuar a análise dos sofrimentos do marido, sem compartilhá-las. Félix superficial nas Ideas como nos sentimentos violento por fraqueza devasso por frivolidade, entrou no mundo espiritual tão nu quanto ao moral. Como quanto ao físico. Ao reencarnar, nada adquiriu e, consequentemente, têm de recomeçar toda obra. Qual o homem ao despertar de prolongado sono?

Reconhecendo a profunda agitação de seus nervos, esse pobre ser saindo da perturbação reconhecerá que viveu de quimeras, que lhe desvirtuaram a existência, então, maldirá do materialismo que lidera o vácuo pela realidade apostrofo fará o positivismo que lhe fizera ter por desvario suas Ideas sobre a vida, Fortuna, como por loucura, suas piração, como por fraqueza, crença em Deus, o desgraçado ao despertar, verá que esses nomes por ele escarnecidos são a fórmula da verdade.

Que, ao contrário da fábula, a caça da presa foi menos proveitosa que assombra aí o espírito não é o guia do médio. Os jorges é que fala essa comunicação e aí nós temos dando um adendo assim que aconteceu com o. O esposo dessa comunicação, e agora nós temos aí a conclusão da comunicação. De hoje, de claro, vamos ouvir.

Estas comunicações são instrutivas por nos mostrarem, principalmente uma das feições mais comuns da vida do egoísmo delas não resultam esses grandes crimes que atordoa, mesmo os mais perversos, mais a condição de uma turma enorme que vive neste mundo honrada e venerada somente por ter um certo vernize isentar-se do próprio da repressão das leis sociais.

Essa gente não vai encontrar castigos excepcionais no mundo espiritual, mas uma situação simples, natural e consentânea com o estado de sua alma e maneira de viver o insulamento, o abandono, o desamparo e a punição daquele que só viveu para si. Clara era.

Como vimos, um espírito a sase, inteligente, mas diário do coração, a posição social, a Fortuna, os dotes físicos que na Terra possuirão, atraíam lhe homenagens gratas à sua vaidade, o que lhe bastava hoje, onde se encontra, só vem diferença e vacuidade em torno de si. Essa punição é não somente mais mortificante do que a dor que inspira Piedade e compaixão, mas é também um meio de obrigá-la a despertar o interesse de outrem

a seu respeito pela sua morte. A sexta mensagem encerra uma ideia perfeitamente verdadeira, concernente a obstinação de certos espíritos na prática do mal. Admiramos nos de ver como alguns deles são insensíveis a ideia e mesmo ao espetáculo da Felicidade, dos bons espíritos. É exatamente a situação dos homens degradados que se deleita na depravação como nas práticas grosseiramente sensuais. Esses aumentos estão, por assim dizer, no seu elemento.

Não concebemos prazeres delicados, preferindo farrapos, andrajosa, vestes limpas e brilhantes, por se acharem naqueles mais à vontade, daí a preterição de boas companhias por orgias, baque, case de buchas e de tal modo, esses espíritos se identificam com esse modo de vida que ela chega a constituir lhes uma segunda natureza, acreditando se incapazes mesmo de se elevarem acima da sua esfera olic

preocupante. E assim se conservou, até que radical transformação do ser ali reaviva a inteligência. Eles desenvolvam o senso moral Storm, acessíveis às mais sutis sensações, esses espíritos, quando desencarnados não podem prontamente adquirir a delicadeza dos sentimentos e durante um tempo, mais ou menos longo, ocuparam as camadas inferiores do mundo espiritual, tal como acontece na Terra.

Assim, permaneceram rebeldes ao Progresso, mas com o tempo, a experiência, as tribulações e misérias das sucessivas encarnações chegará um momento de conceberem algo de melhor do que até então possuíam elevamos eles. Por fim, as aspirações começam a compreender o que lhes falta e princípio, os esforços da Regeneração.

Uma vez nesse caminho, a marcha desses espíritos é rápida, visto como experimentaram de uma satisfação que lhes parece bem superior e perto da qual as outras não passam, de grosseiras sensações que acabam por inspirar, lhes repugnância. Perceba que a. AA. Nossa evolução não dá saltos, né? E a pergunta são, Luís, assim que devemos entender, por trevas, em que se acham mergulhados, certas Almas sofredoras serão as referidas tantas vezes.

Na escritura, a resposta, sim, efetivamente, as designadas por Jesus, pelos profetas, em referência aos castigos do mal, dos maus. A treva falada. Isso não é no sentido figurado de escuridão, não é? Essas pessoas, não é porque morreu, vira Anjinho ou tem consciência da sua vida? Vamos bater cabeça ainda por isso que a gente precisa agora mudar o nosso pensamento para

não ficar mais difícil depois. Mas São Luís é, continua aqui, ó. Mas isso não passava de alegoria destinada a aferir os sentidos materializados dos seus contemporâneos, os quais jamais poderiam compreender a punição de maneira espiritual. Certos espíritos estão imersos em trevas, mas deve-se depreender daí uma verdadeira noite da alma, comparável à obscuridade intelectual do

idiota. Não é uma loucura da alma, porém uma inconsciência daquele do que o rodeia, a qual se produz, quer, na presença, quer na ausência da luz material é principalmente a punição dos que duvidaram do seu destino. Depois que acreditaram no nada, as aparências deste nada um suplício até que a alma caindo em si quebra as malhas de enervamento que a prostrava envolvia tal qual homem oprimido por penosos sonhar. Luta em dado momento, com todo o vigor das suas faculdades contra os terroristas.

Que começo do minahan esta momentânea redução da alma, um nada fictício e consciente de sua existência. É sentimento mais cruel do que se pode imaginar em razão da aparência de repouso que acomete. É esse repouso forçado essa nulidade de ser essa incerteza que lhe fazem o suplício, o aborrecimento que invade é o mais terrível dos castigos, visto como coisa alguma, percebe. Em torno, nem coisas, nem seres, todas essas coisas lhe são trevas, verdadeiras trevas.

Olha só. É uma linguagem figurada que Jesus ouvia, né? Não tem jeito de. De ser diferente na época dele, mas é disso que se refere. Aí nós estamos mais uma comunicação da Claire.

Eis-me aqui também. Eu posso responder à pergunta relativa às trevas, pois vaguei, sofri por muito tempo nesses limbos onde tudo é soluço e misérias sim, existem as trevas visíveis de que fala a escritura e os desgraçados que deixam a vida ignorantes ou culpados depois das provações terrenas, são impelidos na fria região, inconscientes de si mesmos e do seu destino, acreditando na perenidade dessa situação.

A sua linguagem é ainda da vida que os reduziu e admiram, se espantam se da profunda solidão treva são, pois esses lugares povoados e ao mesmo tempo desertor. Espaços em que rampa lidos, espíritos lastimoso sem consolo, sem afeições, sem Socorro de espécie alguma. A quem se dirigirem se sentem a eternidade esmagadora sobre eles, tremem e lamentam os interesses mesquinhos que eles mediam as horas deploramos, a ausência das noites que muitas vezes lhes traziam num sonho feliz.

O esquecimento dos pesares, as trevas para o espírito são a ignorância, o vácuo, o horror ao desconhecido. Não posso continuar aí você percebe uma própria. Um entendimento mais claro da própria claro, não é? Mas ainda sobre esse assunto, ainda sobre este ponto, obtivemos a seguinte explicação, por sua natureza, possui o espírito, uma propriedade luminosa que se desenvolve sob o influxo da atividade das qualidades da alma.

Poder-se-ia dizer que essas qualidades estão para o fluido perispiritual como fraccionamento para o fósforo, a intensidade da luz está na razão da pureza do espírito, as menores imperfeições Morais atenuam na e enfraqueci, na luz irradiada por um espírito. Será tanto mais viva quanto maior o seu adiantamento. Assim sendo, o espírito de alguma sorte, o seu próprio Farol.

Haverá, proporcionalmente, a intensidade da luz que produz, do que resulta que os espíritos que não a produzem acham-se na obscuridade. Aí nós chegamos num ponto, né, que a gente estuda aqui também no perispírito que o próprio. Corpo espiritual, né? Do perispírito emitia sua luminosidade, então ele pode ser o Farol, pode ser a sua própria

escuridão. Essa teoria é perfeitamente exata quanto aí da irradiação de fluidos luminosos pelos espíritos superiores e é confirmada pela observação com quanto se não possa inferir seja aquela verdade da causa ou pelo menos a única causa do fenômeno. Primeiro, porque nem todos os espíritos inferiores estão em trevas. Segundo, porque o mesmo espírito pode achar se, alternadamente,

na luz e na obscuridade. E terceiro, finalmente, porque a luz também é castigo para os espíritos muito imperfeitos. Se a obscuridade em que, já assim certos espíritos fosse inerente à sua personalidade, essa obscuridade seria permanente, em geral, para todos os maus espíritos, o que, aliás, não acontece. Às vezes, os perversos, mais requintados, vêem perfeitamente após que outros que assim não podem ser qualificados, jazem temporariamente em trevas

profundas. Assim, tudo indica que independente da luz que lhes é própria, os espíritos recebem uma luz exterior que lhes falta segundo as circunstâncias, da onde força é concluir que a obscuridade depende de uma causa ou de uma vontade estranha, constituindo punição especial da superando a justiça. Para. Casos determinados e ainda se continua falando sobre esse negócio de luz e trevas. Se faz a pergunta para o espírito São Luís, qual a causa de educação moral dos

desencarnados? Ser mais fácil que a dos encarnados, as relações pelo espiritismo estabelecidas entre homens e espíritos dão azo a que estes últimos se corrijam mais rapidamente sob a influência dos conselhos salutares.

Mais do que acontece em relação aos encarnados, como se vê na cura das obsessões e vamos aí a resposta de São Luís, que foi dado na sociedade espírita de Paris, o encarnado em virtude da própria natureza, está numa luta incessante devido aos elementos contrários de que se componha, que devem conduzi-lo ao seu fim. Providencial e agindo um sobre o outro.

A matéria facilmente sofre o predomínio de um fluido exterior se alma com todo o poder moral de que é capaz não reagir, deixar-se dominar pelo intermediário do seu corpo, seguindo um impulso das influências perversas que o rodeiam. E isso com facilidade tanto maior quanto Os Invisíveis que a subjugavam atacam, de preferência os pontos mais vulneráveis às tendências para a

paixão dominante. Outro tanto, se não dá com desencarnado que posto sob a influência semi material, não se compara por seu estado ao encarnado o respeito humano, tão preponderante no homem. Não existe para aquele e só este pensamento é bastante para compeli-lo anão resistir longamente as razões que o próprio interesse, ele aponta como boas. Você entendeu do que que se trata disso, né? Por que que é mais fácil? É fazer a educação de um espírito. Por que que a gente percebe nas nas?

Nas reuniões espíritas, muitos espíritos, até que com uma certa facilidade. Cyr. Educam. E é a gente enquanto encarnado, bate uma vida inteira de cabeça, não é bate cabeça a vida inteira. Pela razão do corpo físico, né? Nós temos algo a mais. Tem que cuidar do corpo físico, tem que alimentar, tem que ir. Somos todos tentados nessas.

Paixões materiais o tempo todo. Mas ele conclui que o texto ele pode lutar e o faz mesmo, geralmente com mais violência do que o encarnado, visto ser mais livre, nenhuma cogitação de interesse material de posição social. Se ele antepõem ao raciocínio, luta por amor do mal. Porém cedo adquiri a convicção da sua impotência em face da superioridade moral que o domina. A perspectiva de melhor futuro lhe é mais acessível por se reconhecer na mesma vida em que se deve completar esse futuro.

E essa visão não se turva no Turbilhão dos prazos reso humanos. Em uma palavra, a Independência da carne e que facilita a conversão, principalmente quando se tem adquirido um tal ou qual desenvolvimento pelas provações cumpridas. O espírito inteiramente primitivo seria pouco acessível ao raciocínio, o que, aliás, não se dá com o que já tem experiência da vida. Ademais, no encarnado como desencarnado, é sobre a alma. É sobre o sentimento que se faz mister atuar.

Toda ação material pode sustar momentaneamente os sofrimentos do homem vicioso. Mas o que ela não pode é destruir o princípio mórbido residente na alma. Todo e qualquer ato que não vise aperfeiçoar a alma não poderá desvia lado mau, sempre esclarecedor, São Luís. Lindo, né? O estudo foi grande hoje, mas eu acho que muito salutar que a gente aprendeu aí sobre até essa condição da. É da pessoa ter luz própria ao ser iluminado, ou viver nas trevas. O que significa isso? Não é?

Espero que tenha sido legal para você, assim como foi muito instrutivo para mim. E assim a gente fecha o quarto capítulo. No próximo estudo, nós vamos para o quinto para a segunda parte. Vamos falar de suicidas. Nós temos 1234-5678 e 9 relatos, então serão 9 programas de relatos de suicidas por todas as razões possíveis, né? A gente percebe aqui. E eu te espero para que a gente possa crescer junto com mais esse estudo. Beijo até mais, tchau.

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