O avanço do conhecimento espírita e a Inteligência Artificial [Ep69] - podcast episode cover

O avanço do conhecimento espírita e a Inteligência Artificial [Ep69]

Mar 23, 20251 hr 57 minSeason 69Ep. 17
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E chegou a quarta Live de 2025 do coletivo "Espiritismo COM Kardec - ECK"! Neste 22 de março estaremos abordando "O avanço do conhecimento espírita e a inteligência artificial", com a presença do convidado Marco Milani (SP), tendo, nos debates, Manoel Fernandes Neto (SC) e a moderação de Marcelo Henrique (SC).Nesta edição dos "Embalos de Sábado à Noite", será possível enquadrar:•⁠ ⁠Como é composto o chamado "conhecimento espírita"? E, por extensão, no pós-Kardec, o que pode ser encarado como "continuidade dos ensinos espíritas"?•⁠ ⁠Qual deve ser a conduta dos espíritas estudiosos diante de novos conhecimentos científicos?•⁠ ⁠As ferramentas tecnológicas e cibernéticas impactam no conhecimento, estudo e divulgação do Espiritismo?•⁠ ⁠O que é a Inteligência Artificial (IA) e para que ela serve ou se destina?•⁠ ⁠Que atividades espíritas, na atualidade, já utilizam a IA? Que resultados positivos já foram alcançados? •⁠ ⁠O que fazer para que a IA não signifique, para o espírita de "senso comum", mais um "canto de sereia"?•⁠ ⁠Quais as perspectivas futuras para a disseminação do conhecimento espírita no planeta?São "starts" ou sugestões, na forma de "provocações" para a abordagem nesta oportunidade de debates que o ECK disponibiliza ao meio espírita. E, como você que já nos acompanha já sabe, é possível e desejável a sua participação na forma de perguntas e comentários em tempo real.É sábado, 22/03, a partir das 18h30. Acesse as nossas plataformas (abaixo) e vem com a gente!Até lá, gente!*A transmissão é simultânea, no Facebook e no YouTube, nos canais:https://www.facebook.com/EspiritismoComKardechttps://www.youtube.com/@EspiritismoComKardechttps://www.youtube.com/@TVespacoEspiritahttps://www.youtube.com/@EspiritismoCasthttps://www.twitch.tv/espiritismocomkardecApós a live o vídeo fica disponível nos mesmos canais acima.E, também, em TODAS as plataformas de áudio (como Spotfy, Deezer, Amazon Music, Google Podcast, Apple Podcast, YouTube Music) para você ouvir em qualquer lugar! Não é fantástico?Acesse, Siga-nos, Compartilhe, Ajude-nos a divulgar!

Transcript

Alô, você, tudo bem? Espero que sim. Seja muito bem-vindo, seja muito bem-vinda a mais um embalos de sábado à noite aqui no ECK, no espiritismo, com Kardec a nossa programação de Lives que dura o ano inteiro e que traz a perspectiva espírita para os temas da atualidade.

Hoje estaremos tratando de um tema muito novo que apareceu, que surgiu na realidade planetária poucos anos para cá, que é a inteligência artificial AIA ou, como Os Americanos dizem, AAIE, nós vamos trabalhar nessa live as correlações entre a inteligência artificial e o conhecimento espírita. Ela tem então o título o avanço do conhecimento espírita e a

inteligência artificial. Desde já vamos pedindo a você que se inscreva no canal do eck e deixe o seu like o seu joinha para ajudar na distribuição deste conteúdo. Portanto, a você que está conosco ao vivo, muito boa noite. E você que vai assistir a live em qualquer outro horário, bom dia, boa tarde. E boa noite e que você esteja conosco e fique na nossa

companhia sempre. Lembrando também que aqueles que assistem a live ao vivo tem o privilégio de comentar e de fazer questionamentos para os nossos convidados nesta noite, para que possam ser brindados com a resposta aos seus questionamentos ou. Comentários outros acerca de suas intervenções, tornando a live algo mais dinâmico, mais próximo de você e ao mesmo tempo próximo de nós.

Com a direção de TV de Evandro liva, com a direção geral de Manoel Fernandes neto, agradecendo a quem está no backstage, lá na técnica, a Cláudia, a Júlia e o sardinha. Vamos dar início então a mais esta live do eccar, os embalos de sábado à noite. Para a primeira participação na noite, vamos chamar o nosso convidado especial, Marco Milani, que toquem os tambores. Tocaram os tambores, mas eu não vejo Marco Milani. Aí tá chegando ele. E aí, Marcão? Olá Marcelo, tudo bom?

Grande satisfação de estar aqui. Meu abraço. A você, a todo mundo, do eck, aos amigos que estão nos bastidores, ao maró. Daqui a pouco chega aí a quem já está nos assistindo. Marco Milani já é uma figurinha carimbada aqui no espiritismo com Kardec, tem participado com brilhantismo, com a sua simpatia em várias Lives e também tem escrito textos, artigos, colaborando com o nosso portal.

WWW com kardec.net.br, o portal do eck Marco conta um pouquinho pra gente, quem é Marco Milani profissionalmente e no meio espírita? Bom, profissionalmente é hoje eu atuo como professor universitário na Unicamp. É, atuo na área de economia e finanças. Tenho já uma vivência, né? No mundo empresarial, vamos chamar assim também, sempre na área financeira, na área voltada aí para negócios e no meio espírita também. A atuando a algum tempo. É sempre na linha de doutrina.

Também atuei em diferentes áreas dentro de uma instituição espírita, né? Eu posso dizer que eu, como um trainee, eu passei por várias áreas dentro da da, da casa espírita e também de entidades federativas. Mas é, hoje eu me dedico mais. É na use, né?

União das sociedades espiritas do estado de São Paulo, aonde eu atuo como diretor de doutrina, e também é como presidente da regional de Campinas, que é a região onde eu moro aqui, eu moro em Holambra, mas é a grande região aqui de de Campinas, né? Então eu tenho já essa atuação, escrevo alguns artigos, participo de de, de palestras, de eventos voltados aí para disseminação do conhecimento espírita e hoje trazendo aí um tema que eu tenho certeza. A mesa vai despertar aí a

curiosidade de muita gente. É isso mesmo, é? Nós nos conhecemos há muito tempo, né? Milani nos conhecíamos virtualmente, inclusive por vídeo e, no ano passado, por ocasião do encontro nacional. Das escolas de administração de graduação e pós graduação. Aqui em Florianópolis eu tive a gratíssima surpresa de encontrar o nosso Marco Milani, que acompanhava uma comitiva da Unicamp e estava participando do enampad, onde nós tivemos a oportunidade de apresentar 2 trabalhos.

Então foi uma gratíssima surpresa e uma satisfação muito grande. Abraçá lo pessoalmente, né? Aí o Marco pode ver o quanto eu sou grande, né Marco? E a gente então trocou algumas ideias, alguns abraços e sempre aquelas palavras muito calorosas que são comuns ao movimento espírita. Muito bem. Vamos chamar então o nosso debatedor, que é Estrela, é prata da casa, que toquem os tambores para Manoel Fernandes neto. Cadê os tambores? Ah, Ah, pensei que não iam tocar os tambores.

Olha, teve até clarins também é o pessoal da técnica. Aí isso é coisa do sardinha, essa brincadeira. Você já trocou meu nome velho do Rio. Uma satisfação, tá aqui. Passei até perfume, viu, Marco? Passei até perfume, Marcelo. Já prevendo que no futuro vocês sentiriam Oo aroma do meu perfume pela inteligência artificial, eu já passei perfume também, mas não é hoje que isso vai acontecer, viu, Marcelo? Não tenha dúvidas, semana passada a gente recebeu aqui a Julia Schutz, que é a minha

consorte, né, a minha esposa. E ela falou sobre numerologia, ela também é astróloga. E ela tem dito que estão previstas grandes transformações tecnológicas, grandes revoluções e que neste ano mesmo de 2025 já nós já vamos ter acesso a essas novas tecnologias e se disseminando, né? E a rapidez com que isso tenha acontecido é realmente algo a se destacar, não é com. Certeza. Muito bem. Então chega de conversa fiada, né? Chega de de entretenimento, de

propaganda, de merchandising. E vamos então ao que interessa. Eu, como sempre, eu procuro trazer algum trecho. Queria falar Manuel. Eu posso me apresentar, fazer o merchan. Ah, sim, é que eu tô pulando. Quem é Manuel Fernando? Ensaiei. Marcelo. Eu lembrei porque eu ensaiei, cara, eu IA perder essa. Então, o que? Que acontece, Marco, quando é de casa, vai embora, vai, ele fala no meio do caminho, lá posso falar, posso fazer um merchan.

O meu nome é Manoel, todo mundo sabe, sou jornalista, jornalista. A tudo é secar na área espírita e também no mercado. Tenho uma empresa de conteúdo e trabalho com internet, vou fazer um merchan cmm.arte.br. Também aqui em Blumenau eu atuo no colaboro com uma casa espírita. A casa espírita Nova Era há mais de 20 anos no ECK. Faço parte do conselho, conselho de gestão e atuo também como um dos editores do nosso portal com kardec.net.br todo mundo já conhece e também faço a minha.

Faço pequenas experiências na área literária. Pra quem quiser experimentar alguns contos, Manoel Fernandes neto.com.br pronto, Marcelo, já dei o meu recado. Olha aí, né? E nós não cobramos royalties, nós não fazemos nenhuma. É contribuição através de caixinhas tal. Todo mundo pode vir aqui. O próprio é o próprio Marco também possui um blog na área espírita. Marco, fala um pouquinho aí o endereço do seu blog pra que o pessoal possa acessar.

Bom, Oo nome do blog é educador espírita, é um. Eu também tenho um canal no YouTube, né? Então eu tenho um blog e um canal com o mesmo nome educador espírita, e achei legal o Manoel colocar isso como referência, porque hoje em dia a gente tem é buscado fazer isso, né, trabalhar em diferentes frentes. E não.

E é mais uma maneira de nós registrarmos aquilo que nós estamos fazendo e gostaríamos de é divulgar, de disseminar e ficar lá registrado para quem quiser é ver posteriormente, sem ter receio de que é, Ah, aquilo que nós estamos fazendo é só para alguns, não é? É para qualquer um que tem interesse e gostaria de divulgar. Então, obrigado aí pela divulgação também educador e espírita. Maravilha, bom, agora sim, né

Cláudia? Então todo mundo está apresentado e nós vamos então partir para o tema principal da live. Eu IA dizendo que nós costumamos no início, no final das nossas Lives, sempre que possível, sempre que há essa sintonia, essa consonância do tema com alguma informação contida. Nos, na obra espírita, nos livros de Allan Kardec, nas 32 obras, como nós costumamos dizer, é que no e secar a gente traz um trecho para ilustrar. Aqui é e dar um pontapé inicial para o nosso debate.

Então escolhemos hoje não um texto não 11, produção de Allan Kardec assinada por ele, mas um texto de um espírito, assinado por Jaguar. Jaguar, o francês. E essa comunicação está inserida na revista espírita review espírito de março de 1864, na parte relativa às instruções dos espíritos. Então, o espírito assim se manifestou a semelhança dos inventores de verdades religiosas, políticas ou Morais, os inventores de máquinas revolucionam a matéria precursores.

Futuro, abrem violentamente o seu caminho através dos interesses, calcando o passado com os seus pés. Assim, esperando a recompensa remota, eles são amaldiçoados pelos seus concidadãos. Veja que interessante essa comunicação que fala do progresso. Que fala das máquinas. E hoje nós vamos falar de máquinas, né? Porque a inteligência artificial está associada diretamente às máquinas, à tecnologia.

E fala de uma questão que é muito pontual em qualquer área do conhecimento humano, que geralmente os revolucionários, os transformadores, os progressistas, eles não são reconhecidos pelas pelos homens e mulheres de seu tempo.

Eles são às vezes amaldiçoados por trazerem mudanças, por provocarem a saída da zona de conforto dos indivíduos e, portanto, muitos deles só são reconhecidos após a morte, anos, décadas, às vezes e séculos depois da grande transformação que, pelas suas mãos, foi disponibilizada pra humanidade. Dito isso, vamos entrar então no tema? A nossa live tem como o título o avanço do conhecimento espírita

e a inteligência artificial. Assim entendemos nós, Marco Milani, que a primeira pergunta a ser feita nessa live, homenageando todos aqueles que estão conosco ao vivo e que se interessam pela temática a partir do título, é, o conhecimento espírita avançou de 1869. Data do desencarne de Allan Kardec para cá e se avançou no que o conhecimento espírita avançou. É 11 pergunta bastante relevante, né? E que exige cuidado pra gente responder, pra não ser muito

simplista, né? Quando a gente fala conhecimento espírita, obviamente é entendendo qual é o quais são os princípios, qual é a essência. É do ensino dos espíritos. E aí a gente vai caracterizar o que seria esse conhecimento decorrente do método que Kardec se serviu para apresentá lo. Então, quando a gente fala conhecimento espírita, nós

estamos nos restringindo. Aquilo que metodologicamente foi validado foi legitimado pelo critério que Kardec chamou de controle universal do ensino dos espíritos e apresentou nas

chamadas obras fundamentais. Claro que em todas as obras de Kardec a gente vai se deparar necessariamente com essa é questão e também faz parte, é com todas as obras dele, do conhecimento espírita, mas entendendo que aqueles que foram legitimados pelo critério da universalidade são os que estruturam é os princípios e os valores. O conhecimento espírita ele está apresentado e está sendo compreendido. Então eu não diria que nós tivemos é uma diferença ou alguma é situação de mudança,

né? Da do nós estamos é buscando nos aprofundar, compreender isso, que os espíritos é, nos colocaram, porque 170, 180 anos, 2 séculos não é nada em termos de avanço das ideias. O que nós temos hoje são interpretações mais aprimoradas que obviamente contribuem para entender. É melhor, né? A as questões que os espíritos nos colocam, as as questões que os espíritos trataram, é. E nesse ponto nós tivemos, SIM, 1 avanço interpretativo. Entretanto, o conhecimento

espírita permanece centralizado. É nos pilares, nos princípios que estruturam a doutrina espírita. É isso. É importante deixar de diferenciado, porque tem gente que acha que a ciência traz hoje. A gente vai falar disso hoje também. A ciência traz novidades e devem ser incorporadas no espiritismo, como o próprio Kardec previu. Que que era uma que é uma doutrina dinâmica, mas pra você incorporar alguma coisa no conhecimento espírita também tem que ser validado, tem que ser legitimado.

E não é só porque nós gostamos desse ou daquele autor, é científico, né? Ou voltado aí pra pesquisa que a gente vai naturalmente chamar de novo conhecimento espírita. Então é muito sutil essa questão, mas os pilares do espiritismo são os mesmos. Nós não tivermos mudança à alteração. É de princípios e valores espíritas que que estruturam o conhecimento, espírito. O que muda é a interpretação que nós temos, com mais recursos, mais elementos sobre esses pilares.

E para finalizar, como diria, é o nosso saudoso Herculano pires, que eu sei que o Marcelo também aprecia bastante. Kardec disse que aqueles que querem atualizar o espiritismo antes de tentar fazer isso, eles deveriam ser atualizado em Kardec. E é isso que nós estamos tentando fazer. E, na minha modesta opinião, vamos demorar ainda alguns. É, eu não sei se séculos é a palavra, mas muito tempo para entendermos com mais propriedade. É o que nós temos em mãos, que é

a doutrina espírita. Muito bem, bastante argumento para essa ideia aí do, do, do progresso das ideias espíritas é dos fundamentos. Né? E de visualização dos possíveis avanços. Vamos chamar o Manuel pra conversa, né? E vou fazer a mesma pergunta que fiz pro Marco, porque eu sei que o teu viés vai ser um pouco diferente, vai vai agregar algumas ideias, né? Então eu pergunto a você, néco, o conhecimento espírita avançou de 1869 pra cá?

E se avançou em que situações, em que pontos, em que cenários? Eu vou completar o que o Marco falou, né? Porque são alguns aspectos quando você fala de avanço. E o Marco colocou muito bem a compreensão espírita hoje é um avanço muito grande. Eu acho que todos nós começamos em casas espíritas e todos nós tivemos contato com o espiritivo em algum momento em casas espíritas. E o que eu posso estar destacando hoje?

É que todos esses muitas pessoas que começaram em casas espíritas, eles estão superaram a religiosidade das casas espíritas e estão hoje em vários fóruns colocando outros aspectos do espiritismo, como filosofia, como ciência, né? Essa interpretação que o Marco colocou tão bem e já que nós estamos falando em em, vamos falar também sobre inteligência

artificial, é o que? Quando eu tava pensando na quando eu tava pensando em no espiritismo, inteligência artificial, eu lembrei, me veio em um insight que é justamente sobre a engenharia de prompt. Engenharia de prompt na inteligência artificial é quando é aquilo que você pergunta para inteligência artificial? É uma questão, é uma pergunta, é uma orientação. Hoje você tem. Aulas pós graduação e engenharia de prompt.

Porque conforme você pergunta para inteligência artificial, mais a inteligência artificial vai ser mais criteriosa com você. Se você falar alguma coisa com ela de uma forma, de uma forma simplória, ela vai te responder de forma simplória. É. Então eu fiquei pensando no Kardec, nas 1019 questões, que ele foi um grande engenheiro de prompt naquela oportunidade. Porque a forma como ele, Marcelo e Marco fez as questões para os espíritos não é inteligência artificial.

Os espíritos é a força da criação, é a inteligência da criação, conforme ele foi fazendo as questões que dá garantia, hoje em dia, do espiritismo. Até hoje a gente está discutindo da gente, está conversando dele ter toda essa vida que mesmo mesmo não sendo, é grande. Como o Marcos falou, é a que se sustenta por si mesmo. Então é bem interessante isso quando você fala, né?

Da construção da obra espírita. E o Kardec fez isso muito bem, de como é importante esse, essa, essa, essa forma de construção da da obra espírita. Então eu coloco 2 aspectos pra gente estar. Pra gente, tá avançando. É claro que você tem hoje em dia outros aspectos, mas eu vou deixar pra falar em outras questões.

Então seria isso, seria a superação da religiosidade e a gente estar conversando sobre outros pilares do espiritismo nessa compreensão e a capacidade do Kardec de conversar com a inteligência da criação, que são os espíritos, e construir essa doutrina. Muito boas as intervenções, primeiro a do Marco, depois a do Neco, com tópicos realmente

complementares. E o que nós queríamos apenas acrescentar a todo esse meni que foi apresentado pelos nossos convidados debatedores, é que aquilo que é principiológico no espiritismo permanece imutável. E permanece prospectivo para o futuro. É ao mesmo tempo retrospectivo e prospectivo. Ele é atemporal, ele é imemorial. Ele permanece porque são os princípios do próprio universo, princípios da própria criação.

E o espiritismo apenas pontua aqueles que são estritamente necessários e por isso vão permanecer conosco. E a segunda questão, que eu gosto sempre de chamar a atenção, sobretudo para quem está começando a se aprofundar no ensino espírita, é que não será acidental você verificar, em qualquer trecho das 32 obras de Kardec, trechos que se tornaram obsoletos, informações que jazem superadas pelo

progresso natural da humanidade. E isso não irá desqualificar em nada um homem que praticamente sozinho edificou 32 obras de conteúdos diversos e estabeleceu parâmetros claro circunstanciados, a ciência ao tempo, a conjuntura, a cultura e a sociedade da segunda metade do século 19. Mas cujas informações que são transcendentais permanecem legítimas e apropriadas ao nosso tempo.

E aquelas que se tornaram, como eu disse, superadas ou obsoletas, também decorrem da própria lei universal do progresso, onde os indivíduos que veem sucedem os anteriores e onde a base que foi construída na edificação. Aquela parte do solo, aquela parte da estrutura das colunas sobre os quais se ergue qualquer edificação, elas permanecem como base para que tudo que venha depois possa ser sucessivamente, é construído, reconstruído e ampliado.

Essa leitura é essencial para que não aconteça conosco qualquer tipo de decepção. Ah, mas Kardec pensava isso? Sim, ele pensava isso. Porque cultural, conjunturalmente, societariamente, tecnologicamente, cientificamente, filosoficamente era o que estava disponível aquele homem e aquele contexto. Posto isso e agradecendo a possibilidade que vocês deram de. De vou fazer esse aporte aí, que é homenagem àqueles que acreditam na filosofia espírita como algo em construção permanente.

Nós vamos fazer a segunda pergunta, vou começar de novo pelo Marco. É uma decorrência da questão anterior, né? Se esse conhecimento espírita avançou em alguns aspectos, se manteve. É estruturado sobre os mesmos princípios ou fundamentos? Como é composto hoje, século 21, 2025, essa expressão, esse conceito, conhecimento espírita e, por extensão, Marco nesse pós Kardec, o que é que nós estamos fazendo?

De positivo, de concorde com Kardec, dentro do princípio que ele mesmo expressou nas suas obras de continuidade dos ensinos e espíritas ou de continuidade dos ensinos dos espíritos, entendendo esses espíritos como inteligências invisíveis num patamar superior ao nosso. Excelente é. Eu diria que nós começamos a nossa live aqui em altíssimo nível. É para nós trabalharmos questões que dificilmente elas são

debatidas, são trocadas, né? No No meio comum, pela simplificação que as pessoas geralmente fazem, né, quando trabalham com questões voltadas para o conhecimento. Até é e foi dito muito bem por por por ambos, né? Tanto Marcelo, eu gostei muito da fala do Manuel. É, a ideia que nós temos é de é trabalhar os princípios espíritas, na sua essência, são perenes.

Os princípios são perenes. O que muda, como nós estamos conversando, é justamente a interpretação com os recursos e com os elementos teóricos e práticos que nós temos hoje e a aplicação também no dia a dia das pessoas, para efeito de melhoria. Aí é individual, né? Então tem um aspecto. Que é o corpo teórico do espiritismo, na sua compreensão. E aí você traz 111. É quase um desafio, né? Como é que nós é tratamos do

conhecimento hoje? É com tantos recursos, tantos elementos que muita gente gostaria de incluir como se fosse um conhecimento, é, é legítimo e como se fosse quase um princípio espírita, mas que deve ser tratado como hipótese. Esse é o grande ponto. Hoje nós temos muitas informações, muitas abordagens, até dentro de um aspecto

interpretativo. É alguns métodos que podem surgir também, mas para colocar elementos hipotéticos, que não é só o tempo, é a nossa capacidade de validar isso com fatos, com evidências, e não simplesmente com é noções ou ideias ou pré julgamentos ou narrativas. Quando a gente trabalha a questão científica e não filosófica pura e simplesmente o método científico, ele é baseado literalmente dentro de um

processo de comprovação. E é, você não pode é trazer elementos é que possam caracterizar uma conclusão ou uma afirmação. Você não fundamenta isso. Filosoficamente, você tem Correntes, linhas, pensamentos que poderiam justificar a abordagem, mas você tem que explicitar o que você tá fazendo pra poder concluir alguma coisa. No caso do conhecimento, espírito é a mesmíssima coisa.

Dependendo de como a pessoa tá partindo das premissas e a base que ela que ela é adota, ela vai chegar a algumas conclusões, ela vai chegar alguns tipos de é, é considerações, mas não necessariamente. O seu interlocutor partiu do mesmo princípio, partiu da mesma base. E aí nós vamos ter é divergências de que isso faz ou não parte do conhecimento espírita, tá? É por quê? Porque AA base que a gente vai servir o método e os princípios. Eles variam.

Eles variam conforme a capacidade e a característica da pessoa de interpretar. Aquilo que seja perene e não muda dentro do do aspecto é doutrinário e aquilo que pode ser caracterizado como hipotese, mas a pessoa supõe que aquilo já seja uma verdade e ela incorpora isso. Como se fosse 11, conhecimento novo ou alguma coisa espírita.

Então, o nosso desafio, e isso dificilmente você vai encontrar, a gente vai é ouvir pessoas dizendo, como Kardec dizia com toda naturalidade, isso daqui cabe ao tempo resolver, ou então quando fatos novos surgirem, para poder validar. Hoje não tem essa, essa, essa, esse discurso não. Hoje as pessoas, isso É Ou Não É? Elas não entram, não entram no processo de que pode ser. Dinâmica do espiritismo e a prudência e a maturidade que nós devemos ter para conseguir trabalharmos hipóteses

diferentes. Hipóteses, algumas delas conflitantes entre si, mas respeitando é a possibilidade de que elas possam possam ser verdadeiras ou falsa dentro da ideia de hipótese. Por isso que eu digo que é um que é uma discussão de altíssimo nível, que exige para as pessoas um conhecimento. É anterior, vamos chamar assim. Que foge do conhecimento popular, do conhecimento comum, que é onde você simplifica as coisas. Isso aí nós fazemos geralmente, né?

Nós simplificamos as coisas pra podermos construir. É 11111 maneira de nos expressarmos mais fácil, mais facilmente. E não é isso que acontece no espiritismo. É um tema muito delicado, você começou, Marcelo, com um tema que vai exigir uma reflexão filosófica, e agora eu vou entrar no outro. Não é o tema de hoje em si, mas já que tocou no assunto. É a palavra ortodoxia. Pra muita gente é quase um palavrão nossa. É a ortodoxia espírita.

É porque não entendeu o que Kardec chamou de ortodoxia, que o próprio dinamismo do espiritismo de é abandonar o antigo diante de fatos novos. Isso faz parte da da ortodoxia, está dentro da estrutura espírita, só que de maneira simplificada as pessoas, é quase que de maneira preconceituosa. Acho que tudo que é ortodoxo está vinculada ao imobilismo, está engessado ou que não quer progredir. É o contrário. Kardec, ele inova quando ele traz o dinamismo doutrinário para dentro da ortodoxia

espírita. Ao contrário das religiões, ditas tradicionais, institucionalizadas da fé cega, que não admite questionamento dos próprios dogmas, o espiritismo não. Por isso que ele nem se compara com religião nenhuma. É nesse sentido. Então, é muito sutil essa ideia de questionamento do que faz parte do conhecimento espírita. As premissas que são perenes, elas fazem parte as hipóteses. Elas podem também ser trabalhadas como integrantes de um conjunto de pensamento.

Do espírita, do movimento espírita e da do do quase de uma noção de de reflexão espírita, mas não que elas possam ser aceitas como verdades ou como integrantes dos princípios espíritas. É sutil, mas o conhecimento espírita exige essa diferença. E eu paro. Aqui só é destacando essa questão da hipótese da da possível verdade. Que pode ser falsa. Ela deveria ser mais é é tratada mais trabalhada com olhos científicos e não com olhos apaixonados.

E que o que eu penso está certo, o que eu não concordo, o que eu não acho está errado. E essa questão da ortodoxia e heterodoxia, isso é para qualquer ciência, qualquer tipo de corrente, qualquer filosofia. Só que o espiritismo, a ortodoxia espírita, admite o dinamismo e só por falar nisso já derruba um Monte de gente que tem preconceito com a palavra e acha que ortodoxia é engessamento do pensamento. Muito bom, muito. Bom é esse ponto.

Inclusive é introdutório pra pergunta que eu vou dirigir ao Manoel agora. Só queria fazer um pequeno adendo. Né? Quando a gente fala em ortodoxia e vocês vão encontrar 11 texto meu que eu acho que até tá no portal CK, né? A ortodoxia nada amena dos espiritas, né? É um texto que eu escrevi. É que ele estabelece essa dicotomia que você acabou de fazer. É Milani. Quando a gente fala em fundamentos ou princípios do espiritismo, são verdades irrefutáveis, porque são verdades universais.

Nós falamos na ortodoxia de Kardec. Quando nós falamos no comportamento de aceitar o lei se fere espírita, aceitar tudo aquilo que vem da boca das personalidades ilustres que nós elegemos como autoridades, seja um dirigente, um médium ou mesmo um espírito que assina uma obra psicografada, nós estamos dentro da ortodoxia nadamena dos espiritas, que é fazer daquilo um Pilar. Erigir aquilo como uma verdade fundamental.

Quando. Se trata de uma mera opinião de um espírito, seja ele encarnado ou desencarnado. E não é que nós estejamos depreciando as opiniões, muito pelo contrário, porque onde existe indivíduo, onde existe espírito, existe opinião. O problema é tomar a opinião individual. De um ser de um espírito como regra geral e querer que todos sigam feito cavalinho de padeiro essa ideia que é apenas uma opinião e não se trata de uma

verdade, de algo fundamental. Então, dito isso, vou puxar o Manoel pra pra conversa, pra prosa, dizendo o seguinte, você, Manoel, assim como o Milani, assim como eu, assim como praticamente todos que devem estar assistindo a nossa live agora. São pessoas que foram forjadas, talhadas nas casas espíritas, nas instituições espíritas. Nós somos espíritas de participação e instituições espíritas. Então, nesses ambientes, chamados centros espíritas, nós encontramos algo que.

É dissonante em relação ao tema principal dessa live, que se chama conhecimento espírita e que nós aqui no e secar cognominamos de conhecimento espírita à moda da casa, que é a opinião. Do dono do centro, a opinião da diretoria do centro, a opinião do principal expoente do centro espírita, que acaba virando lei e todo mundo diz amém. Todo mundo acredita naquilo porque foi vindo. Foi provindo de uma chamada personalidade reconhecida.

Então, dentro dessa conversa, dentro dessas relações que nós estamos fazendo, Manuel. Como lidar com esse conhecimento espírita, que não é aquele essencial, fundamental, principiológico, kardeciano e é apenas o conhecimento espírita, a moda da casa ou a moda do freguês? A. Resposta do Marco foi fantástica. Suas colocações também foram muito boas. Eu acho que é refletindo. Kardec falou, perdão. O Marcelo é refletindo. Chamando Marcelo de Kardec é é tendo uma reflexão profunda em

relação ao espiritismo. Quando eu faço palestra na casa espírita, algumas vezes eu pergunto para as pessoas, por que que a gente estuda o espiritismo? Será que é para saber o que acontece depois da morte? Aí eu já corrijo. Não é para a gente usar agora o espiritismo, para a gente usar nesse momento, a partir de agora, no nosso dia a dia. Dito isso, a gente tem que pensar que a forma da gente honrar o Kardec também, além de honrarmos os seus pilares, é também a gente debatermos os

nossos problemas atuais. É debater meio. Ambiente é debater a fome, é debater as guerras, é debater a política, é debater a democracia, e isso como nós estamos fazendo com. O grupo é secar profundamente com o grupo é secar. Porque quando você coloca um texto, um artigo em que você discute um tema, discute um tema que se baseia no espiritismo, mas dialoga com os problemas da atualidade, você tá colocando ali a prova para os seus pares, que são os leitores e são. Faz parte do grupo.

Quando o Marcos escreve para. Para o eck, ele está escrevendo para um grupo de leitores, mas também a todo mundo que está lendo para concordar ou discordar do Marcos. É então eu acho que a grande AAAAO grande aspecto nesse sentido, Marcelo, da gente estar usando o espiritismo aqui, agora é a gente ter esse, esse debate, essa reflexão em relação aos problemas atuais. Claro que a gente tem que utilizar sempre. É também discutir os problemas,

os pilares do espiritismo. Hoje, por exemplo, nós temos um problema muito grande Na Na, na ambiência espírita, vamos chamar assim, que são as pessoas, os novos espiritas que chegaram agora, chegaram agora na, conheceram agora o espiritismo e criaram sites, criaram, criaram. É canais No No YouTube. E aproveitam aquilo de mais sensacional, para não dizer sensacionalista, que tem o espiritismo, que é a reencarnação, que é a imortalidade do espírito, que é

a mediunidade. E muitas vezes esses grupos, eles fazem uma pergunta para o ChatGPT, vem uma resposta, grava um áudio, que é o locutor que é também. Da inteligência artificial é uma voz de locução da inteligência. Faz um videozinho falando de reencarnação, uma coisa superficial, e todo mundo vai lá e curte, né?

É a sede de engajamento. Então, ao mesmo tempo que nós discutimos temas profundos da atualidade, nós temos que ter um outro olho aberto que nós temos, uma outra frente de Batalha, que é esse tipo de. Posicionamento espírita que não tem nada a ver com Kardec. Acho que eu respondi. Mais ou menos Marcelo. Nada de mais ou menos.

Aqui não tem mais ou menos, aqui não tem claro, escuro, aqui não tem dia à noite, aqui é uma sucessão de Pedrinhas ou de pecinhas, do quebra cabeça que vão ajudando não somente a nós que estamos aqui fazendo a live ao vivo, mas a todos aqueles que nos acompanham provocando, né? Eu gosto muito. É de um programa com nosso querido e saudoso Antônio Abujamra, na TV educativa, que se chamava provocações, né?

E essas provocações é o que a gente sempre faz aqui No No no espaço democrático dialético, é dialógico das Lives do eck, eu coloquei é o. Link pedir. Pro sardinha, colocar o link aqui. É do artigo que eu mencionei que não está no ECK, não está no Nova Era, que é o nosso parceiro. A instituição onde o Manoel faz parte EE também do portal é já vamos fazer subir. E o Marco colocou também. É o artigo dele. Depois, se o sardinha poder colocar também aí esse era Oo que eu mencionei.

E o Marco faz menção então, ao artigo no educador espírita sobre ortodoxia e heterodoxia muito bem. Então aí a gente troca essas figurinhas e permite que cada um. Faça as ilações. E tome as consequências para aprimorar o seu próprio conhecimento e para é diversificar essa ideia. De algumas palavras que se tornam estáticas dentro da nossa compreensão coletiva e esse estatismo.

Essa condição estática não combina com a expressão que a maioria utiliza para identificar aqueles que são espíritas. O movimento espírita, né? O Herculano gostava do termo meio espírita, mas o pessoal aí prefere movimento espírita. E aqui, a boca pequena, a gente sempre comenta, jocosamente no e secar, que esse movimento muitas das vezes parece parado, não está em movimento. Não poderia ser o paradismo

espírita. E a gente tem que fazer ele movimentar, porque nenhuma ideia parada produz frutos, produz efeitos. Agora, depois de toda essa introdução sobre o que é o conhecimento espírita, como que ele se forma e qual é a nossa relação enquanto espiritas com esse conhecimento espírita, seja o originário de Kardec, seja o derivado que está entre nós em 2025, vamos entrar na questão da inteligência artificial. Então a pergunta a você, Milani.

Na qualidade de cientista, de pesquisador acadêmico que você é, qual é o seu entendimento para inteligência artificial? E complementando, para que serve ou a que se destina? AIA. Perfeito. É você disse muito bem, Marcelo, que só recentemente se popularizou o termo, né? É, entretanto, AO é a palavra, a expressão, a inteligência artificial.

Ela já é um pouco mais antiga. Ela é desde a década de 1950, em particular 1956, quando nós tivermos a primeira formalização do termo inteligência artificial nos Estados Unidos. Foi uma reunião que foi feita numa numa faculdade ali Oo Darth mout College e é e aonde se reuniu é um grupo de pesquisadores, eram físicos, matemáticos, eram programadores, eram pessoas. É é voltadas à área do conhecimento. É e da área de exatas em particular, aonde se é apareceu, né?

Aonde teve essa primeira abordagem, já pensando na possibilidade de máquinas é atuarem, trabalharem junto com o ser humano em diversas rotinas tarefas, é com a possibilidade de superar, é o ser humano em diferentes é contextos. Os pais dessa da inteligência oficial também é, eram

americanos. É o John McCartney, é, esse foi o primeiro, é, é o nome mais é conhecido, tá na é ele participou dessa reunião de 1956, mas nós temos alguns outros nomes aí. Mas o pai da inteligência artificial é basicamente o John McCartney, ele sempre é lembrado, também tem OOO. Marvin linski também é, é é um dos nomes aí e tem alguns outros, né, voltados aí o Claude. É Channel e por aí vai. É, mas aí o que acontece com a definição de inteligência

artificial? Ela é antiga, a década, desde a década de 50, mas é essa proposta é basicamente é a capacidade que uma máquina tem ou teria, né? Ou um sistema de computador que seja, para executar tarefas que normalmente requerem a inteligência humana. Tá, e claro que isso vai envolver é a criação de algoritmos. É e sistemas que permitem as máquinas é processar informações. Ou seja, quanto mais você amplia a capacidade das máquinas para

reunir é EEE programas máquinas. Com algoritmos específicos, você vai ter uma maior capacidade de de, de, de, de. É ação, né? Daquilo que nós chamamos de inteligência artificial, que basicamente são esses sistemas, esse conjunto, né, de, de, de programação para tomada de ação, de de decisão, de ação. Só que a diferença é que as máquinas a gente chama de aprender, elas podem se aprimorar em termos de conhecimento, dada a rotina, dada o tipo de programação que elas têm.

Elas eu vou usar a palavra aprender, tá? Mas não, não, não levem isso como se fosse um aprendizado de um ser humano. É um outro processo cognitivo, mas elas podem aprender conforme a realidade, conforme aquilo que é. Elas estão processando aquilo que elas estão é fazendo. Tem 2 tipos de inteligência artificial que foi proposto desde aquela época, mas que hoje também permanece. Uma é chamada inteligência artificial fraca. É que são sistemas dedicados.

Qualquer um hoje entra na internet ou tem algum tipo de é equipamento ou qualquer outra coisa dedicado. Por exemplo, um jogo de xadrez eletrônico, tá que você é, pode mover as peças lá e o e o computador ou Oo sistema interno ali vai responder com a melhor jogada. Isso faz parte daquilo que nós poderíamos é chamar de inteligência artificial. É hoje muito mais é desenvolvido, né? É o deep blue, aquele que ganhou é do do kasparov, né? Que ficou famoso, né?

Na década de de acho que foi 90, né? Que nós tivemos AAAO homem contra a máquina todo 11 questão envolvendo aí é, é até ideias, né? Que o homem sempre teve de mundos distópicos que a que as máquinas tomariam conta do planeta e tal. Então tudo isso ajuda a disseminar essa ideia. Mas é o programa de de tradução de o tradutor no Google. Ele tem lá na no seu sistema. É algo dedicado, ele só faz a tradução, mas que a gente pode também considerar.

Inteligência artificial e tem uma outra, um outro tipo, que é a inteligência artificial, dita forte. Essa a gente não chegou ainda, né? Que ela seria uma. Ela teria tamanha capacidade que ela se aproximaria. É não só para desenvolver as tarefas humanas, mas também para é quase que que suplantar, né? A nossa capacidade. Isso se discute se pode se chegar um dia ou não. E aí a gente até pode entrar num aspecto é, e aí sim, espiritual ou espiritualista.

Então a máquina não sabe, a máquina não tem como transcender, a máquina não tem ideia de transcendência, né? Isso ela nunca vai chegar, é. Então, existem várias limitações que o materialista com certeza deve pensar isso, mas quem é espiritualista sabe que não dá pra uma máquina reproduzir o que nós é, fazemos, mas de forma geral é isso, tá? Então são sistemas, são algoritmos que são programados.

E é alguns dedicados, né? Pra resolução de tarefas ou pra geração de de respostas, como o ChatGPT e outros que tem por aí, mas que sempre vão envolver a participação da do ser humano Na Na programação e no treinamento. Depois a gente pode falar mais tarde. Tem alguns mitos é que as pessoas colocam, né? Que AA como se fosse um grande sistema integrado. Mas não é, tá? É as ferramentas de inteligência artificial. Elas vão se aprimorando, mas dependendo dos treinamentos, que

na verdade, quem faz é um grupo. É específico de programadores, de pessoas envolvidas diretamente, mas não o usuário comum. Para quem é o usuário do do de psique ou do ChatGPT ou de qualquer outro sistema, é hoje muito em moda. É, as pessoas acham que corrigindo a máquina, você tá corrigindo todos os o as

respostas do planeta, não tá? É AAO cada conta, cada usuário do do da ferramenta tem a possibilidade de aperfeiçoar a sua relação com com a ferramenta, mas é uma preferência que ela guarda para o usuário, para conta. Então, se você corrigir 11 informação no ChatGPT que seja. Muita gente acha que isso vai para o mundo inteiro, não vai. Isso fica para sua preferência, a máquina. Próxima vez ela vai é apresentar uma resposta conforme você

manifestou de preferência. E os treinamentos são outra coisa. O treinamento é a equipe lá de programadores autorizada, que vai inserir uma massa de dados muito grande para treinar a máquina. É, por exemplo, a open in a, né, que cuida do ChatGPT e de outras ferramentas. Tem uma equipe ali, tem um grupo de pessoas, é autorizadas para fazer esse treinamento e tem uma série de questões éticas e filosóficas que a gente pode

discutir depois. Mas é isso, resumidamente, inteligência artificial é esse tipo é, são esses sistemas e algoritmos. 2 pontos a. Salientar nessa tua excelente fala, Milani. A primeira é de que parece que o ser humano tem um fetiche em relação à revolução das máquinas, né? Vários livros do passado do século 20. Vários filmes e seriados de ficção científica. Em determinado momento, tem lá uma revolta dos robôs, revolta das máquinas, e o ser humano se

torna refém. Até que vem um super homem, vem um indivíduo dotado de uma faculdade, uma capacidade intelectual acima da média, e aí resolve o problema da humanidade, né? Então esse fantasma, esse esqueleto, está sempre no armário e volta e meia ele vem para sala. E as pessoas ficam assim, abismadas, preocupadas de olhos esbugalhados, diante da perspectiva de nós, seres humanos, sermos governados pelas máquinas. Como se nós já não fossemos governados por essa pequena máquina aqui, né?

Que é o celular ou a própria telinha, seja do computador, seja da televisão, como se fala há muito tempo, a questão da autonomia e da heteronomia, que também tá tangenciando a questão espírita. E a segunda é exatamente esse

ponto que você colocou, né? A ferramenta ela não é como a Wikipédia, onde você se tem uma opinião divergente, se tem um conhecimento, seja ele filosófico, científico, ético, você tem a oportunidade de editar aquilo que foi dito a respeito de um fato histórico, de um conceito, é de uma personalidade. E fica lá o material para análise coletiva da humanidade. Né? A wikipedia, como é disponível em todos os idiomas, praticamente é desse nosso planeta essa informação.

Ela vai estar lá, disponível. Então tem a versão de fulano, a versão de sicrano, a do outro. E quanto mais se for é incorporando ideias, mais a pessoa tem oportunidade de maturar essas ideias e tomar a decisão. É o que a gente defende para o espiritismo, eu, o Manuel, o Milani, que nós tenhamos. Essa perspectiva da dialética que aqueles que tem ideias contraditórias não tem ontem impor a sua ideia sobre outros demais.

Trabalhamos com a lógica, com a racionalidade e, sobretudo, como disse Jesus, que os seus discípulos seriam reconhecidos por muitos chamarem e, como disse Allan Kardec, que o laço que une as criaturas é um laço de afeição. E não de oposição, mas. Vamos colocar? O jornalista Manoel Fernandes neto nessa questão, né? Para o Neco é qual é o entendimento do que seria a inteligência artificial dentro da experiência que você tem, que é um pouquinho diferente da experiência do do Milani, né?

E para que serve ou a que se destina a chamada inteligência artificial? O Marcelo, a explicação do Milani foi perfeita. Não tenho muito a que acrescentar, eu tenho que acrescentar que todos nós nós amamos os robôs. Desde quando a gente era? Pequeno, tinha perdido nos espaços. Eles tinha o robô e a gente conversava com ele de uma maneira, de uma maneira coloquial, e era muito bacana. A gente, o robô tava sempre salvando o will, né?

E toda cultura pop Americana. Ela trouxe o robô de uma forma. De uma forma avassaladora. Não sei se já preparando, né? Desde dos tempos imemoriais que eles buscam esse tipo de Conquista. Recentemente eu sou um admirador daquele filme interestelar. Recentemente ele voltou para o cinema e eu fui com as minhas 2 filhas no cinema e quando apareceu o robô do interestelar as pessoas aplaudiram.

Isso é extraordinário. Eu acho que a inteligência artificial ela é. Ela é 11 Conquista da inteligência humana é claro que podemos começar a conversar sobre sobre os termos, que não é inteligência, não é artificial. É claro que ela é construída em cima de uma rede leural, né? Aonde você é, é identifica, identifica selos, né? Em algo muito complexo pra gente estar explicando numa live. É claro que você tem esse aprendizado.

É esse aprendizado de máquina que falou, OOO Marcos, em que você é um aprendizado que eles chamam é que eles falam. É um termo em inglês, mas eu vou falar em português, de baixo para cima, que eles começam a alimentar essa máquina com uma diferença. Não é programação, é treinamento. Programação é quando você define tudo aquilo que a máquina vai fazer. Então você coloca a programação certinho, tudo aquilo que a máquina a fazer, a máquina a fazer, você vai fechando todas

as as hipóteses. Quem lembra, por exemplo, em 2009, mais ou menos quando você conversava com com com um robô que já era uma experiência, um robô de uma loja, qualquer pergunta que você fazia fora do traçado, ele já se atrapalhava. Aí eles eles criaram essa rede neural. Em que começaram a aperfeiçoar essa rede neural, em que a própria máquina escolhe o caminho, uma coisa mecânica, uma coisa é algo de, de, de, de sistematização.

Eles escolhem o caminho e em alguns casos, ele também faz aquilo que a gente fala de aprendizado profundo, né? Então é algo que é o é o eu vejo como o ápice da inteligência, da inteligência humana. Em termos científicos, é claro, Marcelo, que nós estamos só no começo. Não sou uma pessoa que, por causa disso tudo, fico cego em relação a isso, muito pelo contrário. Eu sei o que está acontecendo hoje em termos de deep fake, em termos de fake news, nós, pelo eck, a gente monitora.

Vamos falar isso, daqui a pouco a gente monitora esse tipo de coisa. Só que. Conforme a máquina, a conforme a inteligência artificial, ela vai se desenvolvendo, ela vai mudando de de patamar, né? Já estão pensando, já estão falando da inteligência artificial geral para 2030, por exemplo, né? E essa inteligência artificial geral pode levar mais rapidez para a superinteligência, né? Então eu acho que a gente tem que fazer uma reflexão global, né, em relação a tudo que tá

acontecendo. Primeiro no varejo, né? É primeiro no nosso dia a dia, depois no atacado. Eu lembro sempre de um existe uma história, todo mundo gosta de história. Vou contar uma bem curtinha, né? Existe uma história que os professores de inteligência artificial, talvez o Marco conheça os professores de inteligência artificial. Contam que era um grupo de pardais que pegavam um gravetinho para colocar no ninho, para construir o seu ninho. A um por um os pardazinhos, um por 11 por um.

Aí um pardal muito esperto falou, pô, se a gente pedisse pra coruja. A gente pedisse pra coruja a? Gente, IA pegar um Monte lá de uma vez, IA colocar no pardalzinho. É uma boa, vou pedir pra coruja. Aí o outro, mais esperto, ainda falou assim, mas pera aí, você não sabe o que a coruja vai fazer, né? Por que que a gente não pega uma corujinha e cria ela? Que seja nossa amiguinha e ela faça isso por nós.

AI, pô, bacana isso aí. O Ancião, o Marcelo Henrique, lá da da tribo dos quadás, falou, pera aê, pera aê. Por mais que vocês criem essa corujinha pequena e ela se torne grande, vocês nunca vão saber o que ela pode fazer com vocês. Então fica essa história de reflexão em relação a analogia com a inteligência artificial. Nós temos que acompanhar, nós temos que criar critérios éticos.

Os governos precisam estar acompanhando isso de uma maneira firme, porque você, conforme, conforme vai indo, vai se desenvolver da inteligência artificial. Mais saltos elas vão dar, né? Cada vez mais rápido. E a inteligência artificial não é somente o textinho ou a legenda que eu vou fazer no ChatGPT é uma questão geopolítica? É uma questão geopolítica. Né? Inteligência artificial em Taiwan tem a maior fábrica de processadores do mundo.

Se a China invadir Taiwan, os Estados Unidos explodem essa fábrica. Só para vocês verem a importância de você ter processadores para você processar toda essa inteligência artificial. Na Holanda existem, existe uma fábrica que ela ela fabrica 11 nano espelho para esses processadores. Tem lá um documento que diz anão pode ser vendido para China, porque se for vendido para China, vai dar problema Internacional, né? Aí o que acontece? A China também quer nessa corrida de inteligência

artificial. Ela também quer buscar a sua inteligência artificial, como ela não tinha acesso. Algumas coisas que o ocidente tem, Ela Foi lá e criou inteligência artificial dela 20 vezes mais barato. Olha só que espetáculo de código aberto, né? Que fez as ações das empresas Americanas uma única semana caírem e despencarem. Então são que nem diz a minha filha que ela fala toda hora para mim. São muitas camadas, muitas camadas.

Não é só entrar e a gente fazer um prompt ali no ChatGPT, ele dá a resposta e a gente estar acompanhando. É, é não é a gente pensar que a que a inteligência artificial vai dominar o mundo vai dominar o homem, não. A gente tem que ter consciência que a gente não sabe, não sabe o que vai acontecer. Não adianta falar que sabe, que não, a gente não sabe, né? Então eu acho que a gente deve acompanhar, acompanhar, se posicionar, refletir.

A inteligência artificial está em todos, em todos os lugares. Eu destaco 22 ou 3 lugares. E ela é sensacional. Seria na medicina, né? Na busca por remédios, por doenças graves e também na nas emergências climáticas dela construir cenários que podem salvar vidas. Então, são 22. No meio de no trânsito, na, na, na área de finanças, também na bolsa de valores, na inteligência artificial. Está entre nós. Então a gente tem que monitorar, a gente tem que olhar, se

posicionar e estar refletindo. Qual era, o que eu tinha para acrescentar agora nesse momento? Ufa. Tanta coisa para falar, tanta coisa para. Movimentar. E os nossos neurônios? Claro. Todas essas questões novas, elas provocam em em nós aquele sentimento de perplexidade, aquele sentimento de um pouco de temor, temor diante do novo. Mas não devem ser jamais empecilho para que nós coloquemos essas informações a serviço.

Da mensagem espírita, utilizando essas ferramentas para a divulgação e para a construção do pensamento, espírito e, sobretudo, pensemos eticamente, né? Acreditemos que a grande maioria da humanidade é formada por espíritos do bem. Espíritos que estão diante das suas próprias imperfeições e esforçando se para superá las. Porque senão a vida social, a vida coletiva no planeta, já teria sido extinta há muitas décadas, há muitos séculos.

O Milani queria fazer uma observação acerca da confiabilidade ou não dos das ferramentas de IA. Não é isso isso? Isso é existe até como você disse que é uma novidade quando quando popularizou, né? Apesar da não ser novidade, mas é uma novidade o acesso gratuito, inclusive a várias ferramentas que maravilham muitas pessoas, porque produz textos, imagem, uma série de coisas. Muita gente, de maneira quase que ingênua, acha que as respostas das ferramentas.

É de inteligência artificial. Elas são como se fossem oráculos, né? Que você pode acreditar e seguir cegamente o que está sendo dito que seriam revelações da realidade, né? Algo muito mais confiável do que pessoas. Esse tipo de postura ingênua faz com que nós tenhamos até no movimento espírita. É uma situação de pessoas que se deslumbraram, né?

Com a possibilidade de escrever livros pela inteligência artificial, ou alguns que querem reformular o livro dos espíritos pelas respostas da inteligência artificial e outras coisas dessa natureza que sem o caráter humano. Analisando, monitorando, criticando as respostas. Você? Perde e vai comprar um Monte de é é. Qual é a expressão de gato por lebre, né? Você pode ter vários gatos por lebre nas respostas pelo seguinte, como é que funciona o treinamento da inteligência artificial?

É reúne se uma massa de dados enorme, enorme, uma massa de dados aonde você é, vai treinar AAA ferramenta. Para que ela tenha maleabilidade, trabalhando e processando aquelas informações e vai se verificando se as respostas estão adequadas ou não. E vai se afinando essas respostas. Enfim, genericamente, de maneira simplista, é isso.

Só que a massa de dados que alimenta AAO treinamento da das ferramentas de a quem que produz o homem, mas produz como é aquilo que está disponível na internet. Disponível na internet. A gente tem coisas sérias, coisas válidas, e você tem lixo, né? Você tem um Monte de coisa completamente é, é irreal, é incorreta, é voltada aí para elementos, é de superstição e por aí vai. Então, o que que a gente tem na massa de dados? É uma série.

De elementos que deveriam ser filtrados pra você separar o que que é válido e legítimo e o que que é é questionável ou incorreto. No treinamento, isso não, não passa tudo isso. Isso deve ser feito, né? Também com com monitoramento, mas não é tão simples. Que é inteligência artificial. Ela pega aquela massa de dados, ela treina em cima daquela massa de dados e muitas vezes ela usa

um conhecimento. Ou é informações disponíveis Na Na Na rede ou Na Na internet que não são corretas como se fossem é verdadeiras. E coloca isso na resposta. E aí quem recebe a resposta, se não tiver uma análise crítica, vai tomar aquilo como verdadeiro. E isso é muito, muito é ruim porque no caso do espiritismo, se você colocar lá uma questão é como o espiritismo é? É interpreta tal situação. Ela vai pegar o que ela tem de

de, de, de dados e informações. Tem uma diferença de dados e informações, mas não é o caso aqui. Mas ela tem. Ela pega 11 massa lá de de dados para processar e virar informação, e ela vai fazer com que nós tenhamos uma resposta de de acordo com o que ela tem na sua, na sua massa. E lá dentro a gente sabe que o conhecimento popular que as pessoas têm de quem não é espírita sobre o espiritismo é completamente distorcido,

supersticioso e tem muito texto. É disponível sobre espiritismo, escrito por não espíritas, contendo elementos ali, os mais absurdos possíveis. A máquina pega aquilo, processa e dá como resposta. É no meio da da, da da resposta que pode ter elementos válidos. Tem muita coisa que nós deveríamos tomar cuidado. Quando a gente vai é fazer isso de pegar simplesmente uma resposta de uma ferramenta, o ChatGPT ou qualquer outra, e achar que aquilo é 100% correto.

Pode não ser. Pode ter elementos ali completamente distorcidos e que não podem ser aceitos sem uma análise crítica prévia, tá? Isso é importante. Eu, muito bem. Vamos lá, Manoel? Só para acrescentar. Espetacular a colocação do do Marcos Milani, né? Só para a gente estar acrescentando que quando a na maioria das vezes, muitas vezes não, na maioria das vezes, dependendo da colocação, a máquina tem o que o cientista chama de alucinação, ela tem uma

alucinação. Às vezes você pergunta lá quem é o Marcos Milani, ela começa a dar certo. De repente vai falar que o Marcos Milani viveu no Vietnã na época da guerra do Vietnã. Ele tirou Do Nada, era alucina, né? E tem também um outro termo que é muito usado, que é o slope, né, que é a quantidade de alucinação que tem a máquina que é é similar ao nosso spam. Então é claro que quando você trata do espiritismo, você tem que tomar o dobro de cuidado. Eu queria só que o Marcelo me

deixasse, né? O nosso amigo Marco Milani, ele publicou um texto no nosso, no eck, né? Muito bacana. Né, que chama inteligência artificial não é o um oráculo moderno. E eu queria ler um trecho desse, desse, desse artigo, Marcelo, só pra dar uma fechada naquele no que ele disse que ele diz assim, o Marco Milani, que está aqui com a gente.

É essencial reconhecer que a tecnologia desempenha um papel relevante e positivo no apoio ao estudo do espiritismo, desde que desde que utilizada como discernimento. Ferramentas EOA de a facilitam o acesso às obras espíritas organizam estudos e podem responder dúvidas comuns, mas são apenas instrumentos e não substitutos do conhecimento

doutrinário. Cabe aos espiritas acompanharem e usarem com bom senso que Kardec tanto prezava as as potencialidades, que o bom senso, que Kardec prezava as potencialidades dessa ferramenta. Então eu fiz questão de trazer isso que tava no artigo do mar pra dar uma fechada, porque cabe a nós, espíritas, cabe a nós, como grupo de estudiosos, estarmos atentos, estarmos atentos, né? Eu, por exemplo, quando a pessoa

Ah, como é que eu uso AIA? Eu falei, nunca use AIA naquilo que você sabe muito, naquilo que você é especialista, porque senão vai. Estragar o seu conhecimento e ela não vai saber mais que você, né? Então tem muitas coisas que a gente pode estar falando, eu vou deixar prosseguir, a gente vai fazendo essas intervenções. E obrigado pelo artigo, viu Marcos, quero agradecer você,

obrigado pelo artigo. Se vocês entrarem no eck, ali nos especiais você pode ver um canal que nós abrimos e a em pauta, nós já estamos publicando artigos, tem um artigo nosso também, meu, do Marcelo e do Nelson. Que chama a inteligência ao perdão, que chama materialidade e artificialidade. Porque a inteligência artificial deve ser adequadamente utilizada a serviço do espiritismo, que é o outro artigo que tá lá nesse canal, né? Que faz também esses alertas. Todos esses alertas.

A gente valoriza a ferramenta, mas a gente alerta como ela pode ser. É deletéria pro aprendizado do espiritismo. Eu pedi para o sardinha colocar o artigo do a referência do artigo do Milani. Ele colocou há pouco. E esse outro que está sendo é tratado por você agora que nós escrevemos a 6 mãos também eu pedi para ele colocar no banner para que quem está nos acompanhando possa ter facilidade de verificar a partir do link está aí. Materialidade e artificialidade

são 2 contribuições importantes. É tratando com seriedade tanto a questão da IA quanto a questão do conhecimento espírita. Fazendo essa linkagem necessária. Nós temos a uma pergunta, uma contribuição da nossa querida graça graça Pavão lá de Portugal? Ela pergunta. Então, Milani e Manuel, que visão Allan Kardec, se encarnado estivesse, teria sobre a inteligência artificial? Fica à vontade melandy o Kardec era. Um cientista, ele era pesquisador, então, como qualquer pesquisador prudente,

ele olharia com bons olhos. Em termos de é utilização, desde que mantidas os devidos cuidados que o Manoel e Marcelo colocaram muito bem aqui. É claro que a gente está especulando, né? Eu, eu, particularmente, não gosto muito de fazer. É esse tipo de de exercício, né? O que Kardec diria ou não? Mas eu suponho que ele, como cientista, como pesquisador, ele teria todo esse cuidado, porque ele sempre demonstrou, né? A prudência, o bom senso em termos de utilização. E você, Emanuel, o que?

Que acha que o Kardec faria? É difícil a gente dizer o que o Kardec fala que faria, mas. Dado histórico dele de investigação, ele investigar como todos nós estamos investigando, como todos nós estamos olhando, como nós estamos escrevendo sobre isso, como nós estamos conversando sobre isso, sempre com com atenção, com critério, sem ficar muito entusiasmado em relação a isso. Veja que. Assim como na live de semana passada, eu trouxe um texto da revista espírita oni Kardec.

Hoje tava da ciência, dos números. Hoje eu trouxe uma transcrição da revista espírita em que Kardec fala das máquinas. Então, espelhando esse comportamento de Kardec na metade do século 19, com a realidade atual, é isso que o Manoel e o Milani acabaram de dizer. Transpondo o que Kardec era, o que Kardec fez, qual era a sua postura, o seu comportamento,

nós diríamos que ele hoje. Com a Acessibilidade dessas ferramentas que nós temos hoje, não há dúvidas de que ele estaria utilizando essas ferramentas, de que ele estaria atento para todo o progresso da ciência. Lembremos que Kardec fazia parte de, pelo menos, 7 associações diferentes que trabalhavam a questão científica, a questão filosófica e a questão cultural no seu tempo. Ou seja, ele estava diante do progresso.

Diante do cenário de transformação e imaginemos que a França na Europa, no século 19, era o coração do mundo em termos. De produção de conhecimento, nada a ver com aquela outra expressão, coração do mundo, no sentido piegas, muitas das vezes de ser o único lugar, A Terra Prometida, a tábua de salvação, a última barca que vai é albergar os espíritos, depois das catástrofes das hecatombis que o mundo pode presenciar, né? No sentido de coração.

Porque ali estava pulsando toda AA circunstância cultural, intelectual, científica e filosófica do planeta naquele momento. Vamos seguir e eu vou fazer no meu script aqui a questão número 5, que vai trazer tanto o Milani quanto o Neco para a ideia de aplicarmos conhecimento espírita. AEA as ferramentas disponíveis e o impacto que isso causa na nossa convivência cotidiana.

Então, eu perguntaria para você, Milani, essas ferramentas tecnológicas e cibernéticas que nós estamos mencionando e reduzindo de alguma forma a inteligência artificial, elas impactam de que maneira? No conhecimento, no estudo e na divulgação do espiritismo, na sua opinião? Questão. Questão importante. Marcelo, eu acho que esse assunto ele não é só espírita, na verdade, ele trabalha com todo o aspecto de conhecimento

humano. E na parte de educação é acho que todo mundo envolvido também com com essa questão há alguns anos. É todo mundo da área de educação já se debruçou sobre essa questão, até pelos métodos que são utilizados, pelas pelos objetivos que se espera, né? Da relação professor aluno é ou até da da do incentivo ao conhecimento em si, da formação de alguém. E é um dos tópicos que mais têm surgido.

É como nós usarmos bem a ferramenta, é como vocês colocaram também de maneira muito pertinente. Ninguém tem que ter medo, ninguém tem que ficar com receio. A gente tem que é saber usar, saber usar bem AA ferramenta. E para saber usar bem, nós temos que nos antecipar e não ficar é passivamente vendo o que acontece. Nós temos que buscar aprimorar conforme aquilo que nós gostaríamos também de participar

desse processo. Então, no caso de um professor, por exemplo, quando ele vai trabalhar a uma questão pra verificar se o aluno de fato apresenta, é conhecimento ou dá sinais, né, de que ele é, é desenvolveu algo pertinente a disciplina que está sendo dada? Já se ultrapassou há muito tempo a simples ideia de passar algumas questões para ele trazer isso, responde. Isso não existe mais há muito tempo, né? O que nós temos hoje é uma.

É uma necessidade de exercício crítico das respostas ou dos elementos disponíveis que ele pode ter acesso, inclusive de ferramentas generativas. É no caso da da, da, da Iara generativa. Um tópico? Essencial. E o Manoel comentou logo na

primeira fala dele, né? Do prompt é, infelizmente as pessoas que não querem ou não é, identificam a relevância de você entender um assunto na sua essência, na sua complexidade, para saber o que perguntar, você não vai conseguir perguntar nada, porque você não tem elementos para formar nenhuma ideia de questão. É. Então quando você consegue perguntar algo, é porque você de alguma maneira, você de fato está, é, é, é fazendo o exercício, né, crítico racional da daquele elemento.

Então, as perguntas bem feitas, estas sim, essas devem ser, é, é, valorizadas. É como construir perguntas bem feitas, porque a resposta em si, ela vai decorrer da da maneira que você fizer e esse é o grande mérito. E aí eu incentivo mesmo, né? Eu trabalho com alunos universitários. A gente pode transferir isso para alunos de qualquer grau que hoje tem acesso ao celular, né?

A trabalhar com com ferramentas, é tem que tirar a primeira ideia de que, Ah, eu não preciso aprender ou estudar ou me dedicar a isso, porque se eu precisar algum dia, eu vou recorrer. A inteligência artificial eu vou ter. A resposta é, é pronta. Esse é o pior erro que alguém pode fazer em termos de conhecimento. É você se desprezar, é você não se valorizar. Enquanto é pessoa que busca o saber, nós temos que ir atrás do saber. E o comodismo? Ele é o grande inimigo do

exercício intelectual. E aí a gente pode fazer uma analogia com alguém que vai treinar fisicamente pra uma competição. É algum tipo de de, de de prova, seja corrida, qualquer coisa. A pessoa tem que se preparar fisicamente, mas não é só fisicamente. Mentalmente tem que ter uma alimentação equilibrada, tem que ter uma série de recursos pra você ter um bom resultado no na prova é a mesma coisa, Oo cérebro, a inteligência que nós vamos trabalhar. Você tem que exercitar a

inteligência. Se você não exercita, você fica como aquela pessoa, é passiva, inativa, que não tem nenhum tipo de exercício capaz de fortalecer seus músculos. E você, quando precisar deles, você não vai conseguir ter um desempenho adequado. Nós temos que exercitar é o conhecimento no sentido de é buscar respostas, ir atrás, questionar, saber questionar e principalmente, entender um método para fazer isso. E é isso que falta no Brasil, em

particular a nossa cultura. Ela é muito distante da cultura científica esperada, né? Minimamente para para os nossos jovens. Nós temos que saber pensar cientificamente, colocar lá, identificar um contexto, fazer um diagnóstico, identificar o problema, elaborar uma questão para identificar o método para responder aquela questão.

As pessoas não pensam assim, elas simplesmente acham que alguém vai responder Por Ela. Seja uma máquina, seja alguém é mais experiente e isso é o que vai literalmente prejudicar. E no espiritismo é a mesma coisa. Nós temos que ler e entender Kardec nas diferentes associações. Que são feitas pra termos uma

compreensão dos princípios. Porque se esperar alguém falar ou é a máquina responder, você está muito distante desses princípios perenes e não vai conseguir aplicar e muito menos interpretar com as ferramentas que a gente tem hoje. É o conhecimento doutrinário. Muito boas as. Colocações é você salientou que a ferramenta precisa. De um aperfeiçoamento individual, de um cuidado individual, de um zelo, de um interesse, né?

No sentido do aprofundamento, de fazer as perguntas é adequadas para obter o melhor resultado possível. Isso me faz lembrar. Eu já repeti várias vezes aqui nas nossas Lives e também já escrevi em artigos. É eu como o Manoel, somos jornalistas e lá na universidade, No No curso de de jornalismo, um professor, muito. É experiente, né? Um dos decanos da da minha época é certa frente. Estava ensinando pra gente o valor da entrevista dentro do contexto jornalístico e ele nos

dizia, não é? É a melhor resposta que faz a melhor entrevista. É a melhor pergunta. É o que perguntar para que você extraia do melhor entrevistado que está na sua frente. Pode ser uma pessoa simples, um transeunte, uma pessoa comum na sua cidade. Pode ser o presidente de uma das maiores potências. É ou nações do mundo. Você vai ter que fazer uma pergunta inteligente para valorizar todo o conteúdo que esta pessoa que está sendo. Entrevistada, né?

Me parece que é esse o caminho também em relação a inteligência artificial. Nós vamos puxar a mesma pergunta que eu fiz o Milani para o Neco, ele que é o nosso principal editor do portal. Com Kardec, www.espiritismo com kardec.net.br. Pergunto ao Neco essas ferramentas tecnológicas cibernéticas, como a inteligência artificial tem impactado no nos trabalhos do portal e nas demais mídias do eck? E se sim, de que maneira tem sido esse impacto o. Marcelo. O portal EC.

K é 11 ponto fora da curva. O portal ECK, ele publica artigos profundos sobre espiritismo e a gente. São artigos que não passam por inteligência artificial, passam pela nossa revisão e pelo nosso crime, né? Em termos de inteligência artificial no portal, ele serve para as nossas pesquisas. No momento, é claro que pode surgir outras coisas. Né? Mas para as nossas pesquisas no momento, por que que a gente pensa assim? Talvez eu devo repetir as coisas

que o que o Marcos falou. Só pra você ter uma ideia, o Ronaldo Lemos, que é um pensador de tecnologia brasileiro, ele trouxe um dado que é alarmante, que nós colocamos naquele nosso artigo, 50% do conteúdo gerado hoje na internet é feito por inteligência artificial. É de assustar isso aí. Daqui a 5 anos, 99% do conteúdo gerado na internet será de inteligência artificial. Isso é assustador, Marcelo.

É por isso que iniciativas como o do portal eccar iniciativas como os professores das universidades, em que eles valorizem uma outra forma de abordagem da inteligência artificial. Como disse o Marco, eles são muito importantes. A inteligência artificial, hoje ela ela traz esse assombro em relação a esses dados, você imagina, você imagina você ter 50%?

Do conteúdo gerado. Ser de inteligência artificial se a inteligência artificial se alimenta na própria internet, ela se retroalimenta, retroalimenta. É claro que não é só o Manoel, o Marcos e o Marcelo. Que tá pensando nisso? Os cientistas de dados também estão pensando nisso, né? E eles querem fazer um bom

trabalho, né? Então o Ronaldo lemas ainda traz ainda traz 11 ironia que ele diz assim, a nossa geração ela tem que ser isolada no mosteiro, porque vai ser a última geração que viu a internet feita por pessoas. É assustador. A nossa geração tem que ser isolada no mosteiro, a visitação pública, que vai ser a última geração que viu a internet feita para as pessoas, porque se 50% e isso é vai aumentando a cada ano e daqui a 5 anos será 100%. É realmente assustador, então assustador.

Que o Wikipédia hoje o Wikipédia veio alguma saiu, tinha um banner e eu vi 11 banner lá no Wikipédia e ele disse assim na frase não somos alimentados por inteligência artificial, todos os textos passam por checagem Wikipédia e eu aplaudi porque a necessidade hoje que nós temos que ter de discernimento é muito grande, né? Atrás de mim tem livro na estante do Marcelo, tem livro, no Marco, tem livro, é ali que está o conhecimento. Livro. Manda ler aqui em casa das minhas filhas, é volta aos

livros. Você tem que voltar aos livros, porque a prática da leitura, a prática da busca do conhecimento nos livros, não na internet, vai te enriquecer cada vez mais. Você vai ficar uma pessoa mais feliz. E o eck e nós estamos nesse projeto com essa convicção. Ele tem essa convicção que ele tem uma grande Batalha pela frente. A Batalha nossa ainda não começou. Não é somente no espiritismo.

A Batalha nossa é a gente desafiar e enfrentar todas essas, essas, essa desinformação que em parte me trazendo pela inteligência artificial. Da gente colocar o. Dedo na ferida da gente criar ações editoriais para isso. A gente provocar os nossos leitores e provocar aquelas pessoas que nos seguem, né? Com Lives, com com ferramentas, então? Vocês querem o?

Copo cheio ou o copo vazio? Eu tenho os 2. Às vezes eu olho o copo cheio e às vezes eu olho o copo vazio, porque ainda é tudo muito confuso. Nós ainda estamos começando, né? Né? Por mais histórico que seja a luta para chegar à inteligência artificial, agora que ela se popularizou, né? E aí você pega, por exemplo, 2010. Eu comecei a internet mais ou menos em 1995, uma novidade. Quando chegou em 2005, 10 anos depois, as pessoas perguntavam pra mim, o que que é esse negócio de internet?

10 anos depois, ela só foi popularizada em 2010 e virou o que virou com a chegada das redes sociais, que ninguém teve mais controle de tanta desinformação, de tanta fake news, de tanta mentira, de tanto sensacionalismo. Então, Marcelo, o desafio é grande e eu acho que nós temos que estar preparados. E nós estamos preparados, alguns pequenos. Aportes o primeiro é que quando. É, eu estive pela primeira vez diante da ciência. Isso era na quinta série do ensino fundamental.

Eu fui. Apresentado a uma frase célebre, que até hoje é entuada, é nos bancos escolares a frase de lavoisier, né? A natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. Transformar. Significa aperfeiçoar uma ideia. Não repeti la. Então nós temos exatamente essa preocupação técnica educacional que vocês 2 tocaram, com argumentos diferentes. Se nós passarmos a ter, como disse o Lemos, 99% do conteúdo de internet produzido por inteligência artificial, nós não

estaremos sendo transformadores. Nós estaremos apenas repetindo as mesmas ideias de sempre e que, como tudo pode ser ideológico. E a ideologia? Ela tem diversas faces, tem diversas cores, diversas motivações ou fundamentações. Nós podemos produzir conteúdos que direcionem o pensamento para cá ou para lá. Para uma. Ideia realmente transformadora ou para uma ideia de manutenção do status quo? Então, nós estamos diante desse dilema, desse desafio a.

Segunda observação. Que eu faço é diz respeito a própria ciência no seu locus, no seu laboratório mais comum, que é a academia científica Milani, como eu, somos professores universitários. E na maioria do tempo em que nós lidamos com trabalhos acadêmicos científicos, sobretudo para alunos de graduação, o grande fantasma, o grande ponto de ebulição ou de cuidado, de zelo do professor em relação ao trabalho do aluno, era o chamado plágio daquela ideia não ter

sido construída pelo aluno. No 99% de transpiração e no 1% de inspiração que move a espécie humana no planeta. É isso mesmo que você ouviu? É 99% de trabalho, de suor, de esforço e 1% de inspiração que se combinam para que se produza algo novo ou pelo menos algo autoral. Não precisa nem do ineditismo no nível. Da da formação universitária, ele só vai aparecer o ineditismo

lá na frente, não é mesmo? Então, a nossa preocupação com o professor sempre foi o plágio, ou seja, o humano repetindo o humano, o humano plagiando o humano. E diante da inteligência artificial, nós podemos estar e estamos, porque já tem Aparecido trabalhos. Na minha área, e. Talvez na do Milani, também de alunos pertinho de graduação ou de ensino médio, colocar lá no chapgpt ou qualquer outro instrumento, o deep, para buscar quase todo o trabalho, né? Ou mesmo todo e entregar para o

professor como se fosse autoral. E aí nós temos também, além de um dilema ético, um dilema técnico. Um dilema científico, que tipo de profissionais nós estamos formando e qual é a sociedade que nós desejamos prospectivamente lá na frente. Então, essas questões, elas vão estar na pauta. E elas banham o meio espírita, o conhecimento espírita, porque nós também foi colocado por alguém, é no chat. A pouco temos a circunstância de

termos. Produtos espíritas sendo realizados por inteligência artificial. Exemplo, livros doutrinários, livros filosóficos, livros mediúnicos e, inclusive, as chamadas de hoje temidas e contestadas, cartas consoladoras. Não é o espírito que está produzindo. É alguém, inteligentemente, que coloca lá as referências de uma personalidade desencarnada, por mais anônima que ela seja.

E o senhor dito médio está produzindo algo artificial, algo imaginário, algo prestididitador, enganatório em relação a algo que deveria ser sublime. E natural, como é a comunicabilidade entre os espíritos, pedir para o sardinha colocar um comentário ou uma pergunta do nosso querido Wilson Custódio para a gente também encaixar na nossa conversa de hoje.

O. Custódio coloca assim, AA inteligência artificial é um reflexo da inteligência humana, uma ferramenta concebida pelo homem que expressa a sua vocação de interagir e transformar o mundo material. Aí, Custódio, a gente não entendeu se isso era uma afirmação ou uma pergunta. Então como eu coloquei na lousa? Aí fica para o Milani e para o Manuel encararem. É uma pergunta ou é uma afirmação do nosso querido Custódio. Um abraço a você, Custódio.

E obrigado pela sua participação na nossa live, assim como todos os outros que já desfilaram seus comentários ou perguntas aqui. Que que vocês acham, Manuel? É uma pergunta ou uma afirmação? Olha. Pode ser pergunta, pode ser informação. Eu não. Eu fico pensando. Ainda estou na fase da reflexão, se vai transformar o mundo material, né? Por aquele velho Ancião dar o Ancião que não sabe o que vai se transformar. Tudo isso, né?

Ainda tô nesse pensamento, né? Qual é a abrangência dessa transformação, essa inteligência artificial? Elas parassem as pesquisas hoje e não existissem mais pesquisas. Ela já tinha transformado o mundo em muitas áreas, tinha ajudado o mundo com muitas ferramentas que estão, né? É claro que todo dia você tem uma surpresa, todo dia você é surpreendido, tem todo esse caso das pessoas. Deixarem de lado a busca por conhecimento e se basear Na Na

inteligência artificial, né? Então, as reflexões ainda precisam ser aprofundadas em relação a isso, Marcelo? Milani, a gente pode falar que é? Uma pergunta retórica. Porque o que o? O que o Wilson é, traz o homem sempre vai procurar ter maior conforto, ter maior facilidade, ter uma série de benefícios. E ele trabalha constantemente para enfrentar os desafios, hora que a natureza o obrigou a superar e hora aquilo que a vida cotidiana também nos faz é também buscar progredir.

Então, no caso, eu entendo que nós sempre vamos buscar um aperfeiçoamento conforme os nossos interesses. E aí nós temos interesses legítimos e bons e nós temos escusos. Né é qual é o sonho? Oo Manoel falou né? Da das aplicações que a gente tem hoje, da IA não só hoje, né? Já começou algumas décadas, mas é na bolsa de valores já, já existe, já existem ferramentas que trabalham com grandes computadores. É porque cada milissegundo você pode é.

Deu um ganho, né? De de compra e venda, muito importante, mas você só consegue perceber e atuar se você tiver ferramentas para isso. Então o sonho de qualquer é, é home broker, né? Que que é aquele que compra e vende é ações para fazer day trade, né? No No mesmo dia é você comprar na baixa e vender na alta. O problema é que a pessoa física que hoje qualquer um acessa corretoras EEE entra lá para comprar e vender. É, é títulos, é no mesmo dia, né?

Enfim, a pessoa ela acha que vai fazer isso, vai comprar na baixa, vai vender na alta e vai ganhar dinheiro, vai ficar rica. É um sonho, é uma ilusão. Primeiro porque ela tá concorrendo com grandes investidores, é muito grandes mesmo, que trabalham com essas ferramentas e dificilmente você vai ter lucro. Tem até estudos, é, é pesquisas mesmo na área de finanças que mostram que qualquer pessoa comum, civil aí de home broker vai é ter. Na média, ele vai perder dinheiro.

Na média ele vai perder dinheiro comprando e tentando comprar e vender. Ação é no mesmo dia, é. Mas por quê? Porque tá concorrendo com investidores que tem ferramentas muito melhores. Para comprar e vender é com milissegundos, tá de diferença? Isso a pessoa física não consegue, não consegue fazer. Mas eu queria só reforçar. É na pergunta do do Wilson, se tudo é para melhorar, se tudo é para nos beneficiar.

Olhando o lado positivo, a gente vai ter uma série de equações meteorológicas, por exemplo, que exigem uma capacidade de processamento de dados brutal. Você aprimorando as ferramentas e aprimorando o conhecimento que a gente tem, a gente vai ter muitos benefícios pra agricultura, por exemplo, aonde você vai ter previsões muito mais realistas e com tempo muito maior, porque hoje elas ainda estão muito curtas. Mas você vai conseguir prever a as condições meteorológicas com

mais antecedência. Pra agricultura é ótimo, pra produção é ótimo, pra situação econômica é ótimo. Você consegue se planejar melhor, então tem o lado bom e tem as aplicações. Que todo é oportunista, vai querer fazer aí é uma questão moral, tá, mas na parte de de desenvolvimento sempre AIA, Ela Foi. Ela é sim, reflexo do desejo que nós temos natural, do impulso natural, do aperfeiçoamento das condições de vida. É necessárias, né, pra gente sobreviver.

Isso é do ser humano, é instintivo, quase a gente buscar uma condição melhor de sobrevivência. Eu tinha até preparado 11 pergunta que IA tocar nessa questão aí, né? É de que as coisas, os objetos, as situações, elas são na sua essência neutras. E nós é que fazemos delas coisas positivas ou negativas, né? Pegue aí o exemplo do avião, né? Avião construído para ser o mais leve que o ar, transportar, pessoas, transportar.

Bens, né? Foi utilizado maciçamente nas 2 guerras como um instrumento bélico, de destruição em massa. Qualquer outra situação que você possa é explicitar, uma faca de cozinha, né? Que é feita para cortar alimentos e pode ser um objeto perfuro cortante. Que impinja ferimentos ou até mesmo leve a morte uma pessoa. Assim deve ser a nossa reação em relação AEA ou qualquer outra ferramenta tecnológica, importando o uso, o uso ético.

Como falamos grande parte nessa live, nós estamos partindo para o encerramento da nossa live. Tem uma pergunta da Júlia que eu vou pedir para o sardinha colocar na lousa. Começo com o Manoel e termino com o Milani, o nosso convidado.

Mediante tudo isso que a gente ouviu aqui hoje sobre o uso da IA, sabemos que é essencial desmascarar essas produções mediúnicas ou essas produções literárias espíritas feitas exclusivamente para é enrolar, mentir, mascarar a realidade, muitas delas produzidas com o uso da tecnologia da

inteligência artificial. A Júlia pergunta, então, diante disso, que é um dilema ético, e nós aqui no e secar nos nos pautamos sempre pela ética espírita ou ética aplicada ao espiritismo, como pode ser feito esse trabalho de desmascarar o que é mentira e fazer sobressair a verdade? Qual seria a sugestão de vocês nesse contexto? Manuel Marcelo. Marcelo. Eu acho que é o que vem sendo feito pelo e secar Kardec.

O alarge Kardec, trazer as obras AO livro dos médiuns, trazer as AAO que que é uma mediunidade com responsabilidade. O eccar vem fazendo isso, né? Mostrar o as arapucas que trazem a inteligência artificial, né? Falar das coisas boas que elas trazem só para você também. Oo Marcos citou várias coisas. Eu lembrei de de uma coisa que sobre os papiros, papiros de Herculano. Não sei se vocês chegaram a ler

sobre isso, né? Herculano não é o Herculano pires, é o Herculano. Herculano, cidade que foi soterrada pelo Vesúvio, tinha um papiro enrolado lá que eles tiraram que não podia nem tocar, que eles manchavam por meio da inteligência artificial e de outras tecnologias. Eles fotografaram esse papiro. E desenrolaram esse papiro inteirinho sem danificar o papiro.

Olha só que espetacular. Olha só o que pode ser usado na documentação, documentação espírita que nós temos acesso nas cartas espíritas que nós temos acesso. É claro que você precisa de dinheiro para investimento. E o movimento espírita não tem. Mas olha as possibilidades que tem a inteligência artificial. E agora eles estão traduzindo

esses papilos. Então é trazer essas conquistas da inteligência artificial, trazer o livro dos médiuns, trazer Kardec. É o que eu vejo, Júlia, o que a gente vem fazendo já no e secar há algum tempo, falar o que tem que dizer com bons artigos, bons textos, boas Lives. Muito bem, e você? Marco, que que diz? Nesse trabalho, sempre eu chamo de diuturno permanente, de nós estarmos atentos a tudo isso, que é produzido de forma artificial e muitas das vezes a ética e que está no nosso

entorno enquanto meio espírita. Eu concordo plenamente. Com o que o Manuel acabou de colocar, tem que estudar Kardec, né? Já próprio Kardec já colocava a situação de fraudes existentes ali. É, ou seja, o fraudador. Ele só aperfeiçoa também o meio que ele vai se servir para atingir seus interesses escusos.

É, e como tinha naquela época, tem hoje fraudador tem os Montes. O que o que infelizmente continua ainda é tendo, mas poderia ser evitado, é a falta de estudo e a quase que a ingenuidade de pessoas que estão com uma cultura ou quase um condicionamento, né? De é é de acreditar em algo porque deseja, porque tem algo dentro de si que faz com que ela é. Alimente a fé cega e outras coisas. Que é o oposto que o espiritismo prega. O espiritismo prega a fé raciocinada.

Enquanto nós estivermos dando margem aí a aceitar o que é opiniões ou fonte únicas, né? E outras coisas, sem passar pelo critério da da razão e da de fatos e evidências, as pessoas se deixam ludibriar se então, é muito triste, né? Mas é um fato, muita gente procura essas produções mediúnicas. É mesmo que elas não sejam espíritas com o desejo, né? Porque emocionalmente elas podem estar abaladas ou querer ter alguma resposta.

E o oportunista? Ele tem lá todas o seu esquema já para se aproveitar da fragilidade emocional das pessoas, principalmente cartas. Consoladoras como o Marcelo é levanta é recentemente, mas sempre tivemos isso, né? Só que hoje a tecnologia para você capturar a informação é muito mais fácil, então eu recomendaria para qualquer pessoa. Tome cuidado com qualquer tipo de mensagem dita mediúnica. Não importa o médium, não importa quem assina a mensagem, tudo tem que ser analisado.

E quem disse isso não sou eu. Foi Kardec, desde aquela é. Então cabe é o estudo pra gente desmistificar essas situações. Mas isso é muito Sério. Eu acho que tem que ser mesmo relembrado sempre. Obrigado, Júlio. Muito bem. Então, agora nós vamos partir para o para as considerações finais, né? Dessa nossa experiência muito rica de trazer, pela primeira vez na bancada do eck esse tema, as conexões entre a inteligência artificial e o conhecimento espírita.

E nós vamos. Programar, com certeza, para o segundo semestre. Marcos já lhe convidamos em alto e bom tom para fazermos um revival, fazer uma segunda edição, porque as minhas questões aqui de algibeira ficaram ainda descoberta. Eu sempre é. Procuro é trabalhar com um número maior de perguntas justamente para a gente poder abordar. É essas questões. Vou. Vou passar a palavra primeiro pro Manoel, para as considerações finais e depois pro Milani.

Aí a gente faz o encerramento aqui e depois continua lá na sala do chá. Manoel, tuas palavras finais. Agradecer aqui o. Marcelo Milani, pessoal que tá aí firme e forte, participando com as questões. Nossa, foi muito bacana, foi muito legal. Marcelo sabe que dificilmente eu participo. Eu gosto de ficar nos bastidores. Nossa, aqui foi uma negociação que você nem imagina. Melanie, né? Mas eu gosto de estar nos bastidores, eu estou sempre, nós estamos sempre pensando sobre

isso, né? A inteligência artificial, ela é uma realidade, mas nós continuamos humanos, né? Eu gosto de uma frase do youval harari que ele diz o seguinte, a Batalha do século 21 é contra a irrelevância, né? Né? As pessoas ficam pensando, AI, a inteligência artificial vai tirar o meu emprego? A inteligência artificial vai me prejudicar nessa área. Basta você buscar a sua humanidade e buscar fazer aquilo que nós fazemos faz séculos, estudar, ter critério, ter bom

senso. Isso serve na vida profissional, como serve também no espiritismo. E essa mensagem? E sempre AA mensagem completando, e que sempre procure grupos como o eck e outros grupos também parecidos com o eck. Leiam autores que tenham essa responsabilidade, como Marcos Marcelo e tantos outros, né? Pra gente enfrentar, né? A quantidade de de fake news, a quantidade de. Textos gerados pela inteligência artificial, né?

Que a princípio pode colocar medo, mas nós temos que ter confiança na nossa humanidade, na inteligência do espírito, e eu tenho certeza que a gente vai superar isso, essa mensagem, Marcela, mensagem otimista. Muito bacana, muito. Bom, o pensamento que você trouxe pra gente, porque o eck também é isso, essa multiculturalidade. Nós estamos atentos. A tudo que é dito e produzido, claro, dentro das nossas limitações, nós não somos onipresentes como o criador, mas a gente sempre está atento ao

que tem surgido de positivo. De eficaz, de efetivo que possa ter o tangenciamento, possa ter a correlação com conhecimento espiritual e espírita que patrocinamos aqui no eck. Realmente é uma negociação muito difícil, sabe Milani fazer com que o nosso querido Neco, nosso editora adjunto, coordenador geral adjunto do eck. É, venha pra frente das telas. Ele está sempre do lado de trás, lá nos bastidores, trabalhando na organização, coordenando como diretor geral dessa nossa

atividade. É as Lives, os embalos de sábado à noite. Mas vez por outra nos dá essa, essa Alegria, essa satisfação de ter toda a sua genialidade, toda a sua simpatia, aqui disponível ao vivo. Olho no olho aqui nas nossas Lives. Então agradecemos aí o Manuel pela sua participação mais uma vez muito positiva e esperamos você daqui a pouco pra fazer o encerramento lá na sala do chá Milani. As suas palavras finais, por gentileza.

Naturalmente, quero agradecer o convite, né, do Marcelo, de toda a equipe do eck. Quero também dizer que é ter aqui o Manoel como companheiro de debate, companheiro de troca de ideias. Aqui foi uma enorme satisfação para mim foi muito bom mesmo. Achei que foi uma live leve, tranquila, rica, de altíssimo nível, porque nós tivemos a satisfação de trocar ideias. É, posso até dizer, entre amigos, né, no sentido de trabalharmos essas questões.

E sendo bem Franco, Marcelo, eu venho fazendo nos últimos meses, é não só escrevendo, né? Eu venho fazendo palestras e seminários, é sobre a inteligência artificial e o conhecimento espírita é, e eu tenho já preparado toda uma estrutura e eu quero dizer que hoje é, eu não usei, acho que nem 10% do que é, porque a gente foi para um caminho que eu achei extremamente gratificante, de discussão que eu não tive. É, é, não era o foco. Que eu que eu é dava né?

Pra pra pra esse tema. Então mais eu quero agradecer né, a esse direcionamento na sua pessoa, pelo tipo de de de questões, né, que nós que nós tivemos é mandar um abraço a todos que nos ajudaram, que estão aí nos bastidores, né? Sempre nos é auxiliando e aos amigos. E no chat também contribuíram bastante aí com reflexões, com ponderações e aqueles que eventualmente é, poderão nos assistir, né? Porque ficará gravada a live também. Já deixo aí o meu abraço, grande

satisfação de ter você aqui. Muito bem, Milani. Nós é que ficamos agradecidos. É mais uma vez, pela gentil aceitação sua ao nosso convite, pela sua disponibilidade de estar conosco. Pelas ideias que você externou, assim como o Manuel, nessa noite de estudo, de debate acima de tudo, de companheirismo, de fraternidade, que é uma marca que o movimento ou o meio espírita não pode perder de

vista, né? Que nós tenhamos ideias às vezes divergentes, posicionamentos que possam ser, inclusive, complementares, mas que nós não percamos, jamais, essa capacidade de nos relacionarmos afetivamente. Nós temos, infelizmente, exemplos no meio espírito é que são o oposto disso, onde as pessoas, no afã de fazer as suas ideias prosperarem sobre as demais, acabam agindo com truculência, agindo com é de uma forma abrupta e afugenta a boa. Prática da dialógica e da dialética.

É claro que alguns princípios essenciais nós não podemos renunciar, pois assim não seríamos espíritas, mas tudo aquilo que for é. Satélite. Em torno das ideias principais, nós temos a obrigação de propiciar o bom debate, como foi feito aqui. Você é um gentleman, a gente sabe disso em todas as atividades que você está envolvido, seja na academia,

seja no meio espírita. E mais uma vez nós ficamos muito felizes de ter essa oportunidade de traduzir o nosso pensamento de uma forma harmônica, propiciando a quem nos assiste ao vivo e aqueles que vão depois acessar o canal na gravação possam utilizar esse conhecimento como ponto de partida. Nós jamais vamos dizer a última palavra, então nosso obrigado em nome do eck, pedimos a você também que aguarde um pouquinho que nós já vamos fazer o encerramento. É isso?

Gente, nós estamos aqui, então, partindo para os finalmentes dessa live. Nós, como sempre fazemos, vamos trazer agora não a ideia de um espírito que se manifestou e teve a sua expressão. Contida na. Chamada obra espírita, obra de Kardec, mas a voz do próprio codificador pedir para a Júlia colocar o banner onde encontramos essa manifestação? Para que você possa conferir depois o conhecimento espírita contido na obra de Allan Kardec. É um trecho. Eu fiz algumas supressões.

Mas a ideia principal está expressa na revista espírita abril de 1864, na parte das instruções dos espíritos, onde Kardec trata da imprensa. Porque logo anterior a essa fala de Kardec, ouve uma mensagem psicografada assinada por gutenberg, que foi o inventor, o criador da imprensa.

Então, Kardec diz o seguinte. Para nossa reflexão pela difusão das ideias que a imprensa tornou imperecíveis e que espalhe aos 4 cantos do mundo, ela produziu uma revelação intelectual que ninguém pode ignorar porque tal resultado era imprevisto. Ela Foi então qualificada inicialmente por alguns.

De uma invenção diabólica, o mesmo que acontece hoje em relação à inteligência artificial, Kardec prossegue dizendo, não Há um só progresso da ciência que não tenha por efeito a ruína do seu Império, simbolizando que os inventos, as descobertas, as novas tecnologias, elas provocam a ruína de tudo aquilo que se torna defasado, demodê e. Um artigo do passado, o codificador então finaliza a sua dissertação com a seguinte expressão, se tal foi o poder

desse meio de propagação, de propagação absolutamente material, quão maior não será o ensino dos espíritos que se comunicam por toda parte, penetrando onde é defeso o acesso aos livros, fazendo se ouvir até pelos que não querem escutar? Que poder humano poderia resistir a tal força? Que poder humano pode resistir a inteligência artificial e a aplicação ética da ferramenta da

IA para os conceitos espíritas? Com isso, nós nos despedimos afetuosamente, agradecendo a você que esteve conosco ao vivo quase 2 horas de live para trabalharmos juntos essa questão. O mês que vem estaremos de volta com outras Lives. Muito obrigado pela sua audiência, pela sua participação na forma de comentários e questionamentos. Esperamos vocês num próximo embalos de sábado à noite do ECK. Um abraço, um beijo, até a próxima. Tchau.

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