Mundos Transitórios, Colônias, Umbrais e Vales [Ep17] - podcast episode cover

Mundos Transitórios, Colônias, Umbrais e Vales [Ep17]

Mar 01, 20232 hr 2 minSeason 17Ep. 17
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Episode description

Escolhemos para esta edição um tema que provoca acalorados debates, porque permite estabelecer paralelos entre o conteúdo contido na Codificação e a literatura mediúnica brasileira.  Estamos debatendo o tema "Mundos Transitórios, Colônias, Umbrais e Vales", com o objetivo de ambientar o pós-morte e as realidades espirituais.  Temos como convidado Marco Milani (SP), com, na bancada, Claudia Jerônimo (SP) e Nelson Santos (SP), sob a mediação de Marcelo Henrique (SC).  O que seriam os "Mundos Transitórios" na obra kardeciana? Como eles são constituídos? Como são as ações e as relações nestes "ambientes"?  Por outro lado, o que simbolizam as Colônias, os Umbrais e os Vales, presentes, pela primeira vez, na obra chicoxavieriana?  É possível traçar um paralelo entre estes dois "desenhos" a respeito da realidade após a morte?  Como lidar, assim, com um conjunto de obras declaradamente mediúnicas, psicografadas por médiuns brasileiros, que apresentam "conteúdos" e "orientações" bastante díspares em relação aos conceitos e práticas estabelecidas por Kardec?

Transcript

Salve, salve esse que Ana cc, que anos, tudo bem? Conosco, tudo bem, estamos aqui para mais uma live dos embalos de sábado à noite do ECK. Este horário e este canal que você já está acostumado a seguir, nos acompanhar e contribuir efetivamente qualificando os nossos debates sobre os temas mais pertinentes, mais atuais segundo a concepção filosófica da doutrina dos espíritos.

Nós temos feito. O maior esforço para captar as intenções, as sugestões, os desejos daqueles que nos acompanham por diversas plataformas, seja no grupo espiritismo, com Kardec no Facebook, nosso grupo que se aproxima dos 14000 membros, seja no nosso canal no YouTube, assim como outras formas de interação em que você nos dá sugestões importantes para que nós programemos os debates, trazendo convidados e também trazendo aquela que é a nossa prata da

casa. O pessoal que faz parte da estrutura central do projeto com Kardec e do grupo espiritismo com Kardec seja muito bem-vindo e espero que possamos fazer juntos mais uma sessão importante de estudo, de dialética, de debate construtivo, trazendo as informações necessárias para que todos nós compreendamos melhor o mundo físico, o mundo espiritual e as relações que se travam entre os espíritos, os encarnados.

E os desencarnados? Na noite de hoje, teremos a oportunidade de trabalhar um dos temas mais. É pontuais, mas polêmicos da chamada ambiência espírita, justamente porque contrapõe lado a lado o conteúdo original da doutrina dos espíritos. Está aqui o nosso professor francês nos acompanhando nesse projeto.

Com a chamada literatura mediúnica Brasileira, aqueles escritos que foram produzidos desde a década de 20 do século passado, ou seja, em torno aí de 100 anos, sobre as questões que envolvem as relações entre o mundo material e o mundo espiritual, o mundo dos espíritos encarnados e o mundo dos desencarnados. Temos aí algumas figurinhas já conhecidas, né carimbadas, que estão sempre aqui em valorizando

o nosso trabalho, assim como. Pessoas que estão, seja pelo Facebook, seja pelo YouTube, dando o ar da sua graça pela primeira vez aqui no palco do espiritismo com Kardec. O tema então, é mundos transitórios, colônia umbrais e vales. E aí, o que você pensa a respeito? Será que o espiritismo, de Allan Kardec, previu as situações que estão descritas nas obras mediúnicas brasileiras? Em outras palavras, será que ao

desencarnarmos cada um de nós? Vamos habitar essas zonas, esses mundos, esses lugares que são quase célebres dentro do chamado meio espírita, as pessoas, inclusive dialogando nas instituições espíritas ou nos grupos virtuais das mídias eletrônicas dizendo há, eu acho que quando eu desencarnar eu vou para a colônia x eu vou para a colônia y ou então a não eu ainda não estou muito bem aí espiritualmente, então eu vou passar um tempo aí num umbrais do plano espiritual.

Ou posso até andar por algum vale, é isso que nós vamos tratar hoje, sempre com aquele tom de seriedade, de conteúdo doutrinário, mas também permitindo. Toda uma. É condição de sermos francos, sermos leves. E por que não dizer, muito alegres na nossa dialética demais, essa live do ECK. Vamos chamar então os nossos participantes da live, começando por ele o nosso convidado especial, Marco Milani. Que rufem os tambores para entrar o palmeirense favorito do ECK. Olá, Marcelo.

Boa noite a todos, grande Alegria de estar aqui e já saudando também todo o público aí que está nos acompanhando. Legal Milani Milani já tem feito várias levels conosco. É um pensador importante da contemporaneidade espírita, sempre tem a característica de discutir em alto nível, de divergir em alguns pontos. Como todos nós divergimos, mas manter sempre a coerência e a elegância no trato com aqueles que podem ser até opositores em termos de algumas idéias.

O Milani é economista, é mestre e doutor em Controladoria, é pós doutor. Pelas universidades de salamanca, na Espanha, e carleton, no Canadá, e livre docente da Unicamp. No meio espírita, atua como diretor de doutrina da união das sociedades espíritas do estado de São Paulo. A use nossa parceira em vários projetos. Também é presidente da use regional de Campinas, no interior Paulista, e é membro da comissão coordenadora da liga de pesquisadores do espiritismo.

Lipe, outra parceira do SEK. O que faz um importante trabalho de resgate da história do pensamento espírita e, sobretudo, da pesquisa bem fundamentada nos pressupostos de Kardec, mas avançando com a progressividade das Ideas. Como o próprio codificador. Assim elencou como premissa fundamental da doutrina dos espíritas. Finalmente, o Milani também é palestrante e articulista

espírita. Vamos então chamar os nossos 2 debatedores no primeiro ladies first, Cláudia Jerônimo, bem-vinda, Claudinha, bem-vinda, obrigada, boa noite, boa noite. Milani. Que pena. 11 apresentação tão linda, tem que começar falando que palmeirense já começou no umbral, o negócio aqui é isso, poxa, obnubilou aí essa situação já ficou meio meio turva, né? É ficou meio, foi legal, foi legal, mas vamos ver aí, se a gente consegue dar uma. Uma melhorada, né? Porque agora a gente trouxe uma

Corinthiana, né? Milani, a Cláudia Jerônimo. O Corinthians, que, aliás, acabou de levar uma sapecada lá no Maracanã, tomou de 4 do Fluminense. Dancei, dancei, no rolão, dancei no bolão, boa noite, gente feliz de estar, pensa a gente ficar falando aqui muito de futebol, né? As os ânimos podem se acirrar e tal, bom, a Cláudia é formada em secretariado, atuou na área e atualmente é da área administrativa de uma auto

mecânica. Da oradora, expositora e orientadora de grupos de estudos espíritas, é membro do grupo de teatro do centro espírita irmão x, importante essa conexão entre a filosofia espírita e a arte pela arte. E aí está a diretora Débora, né? Do grupo de arte da Cláudia, que faz essa importante conexão trazendo pela SES PRE.

Ações da arte o conhecimento do espiritismo por fim, Claudinha também é membro do conselho de gestão do grupo espiritismo com Kardec, e do conselho editorial da revista espírita eletrônica Harmonia, que por sinal, na semana que vem, tem edição nova. Estaremos trabalhando aí com 7 artigos de qualidade, muito destacada e mais um editorial tratando sobre uma das leis Morais, que é a lei do Progresso. Muito bem. Vamos chamar então o nosso terceiro componente, Nelson Santos.

O ouvido, Nelson. Temos que abrir o seu microfone porque a nossa mediunidade ainda não capta. Desculpe-me. Boa noite, Marcelo. Boa noite mirani. Boa noite, Cláudia. Muito bom, tem de estar aqui para discutirmos. Sobre? Os alguns devaneios, algumas certezas, muitas incertezas a respeito do. Vida pós morte. Muito bem. Bem-vindo, Nelson. O Nelson, que é torcedor da associação atlética portuguesa de Desportos, né? Então agora nós completamos, aí eu sou santista.

A Cláudia Corinthiana, uma ilani, é palmeirense e o Nelson é da portuguesa, da lusa, então estamos todos nós aqui na pluralidade e na diversidade para fazer uma live bacana com vocês. Bom, vamos começar como já é de praxe, meus amigos, com uma citação, é da codificação. De Allan Kardec, né? Vamos lembrar a questão 234 de um livro dos espíritos, você tem o exemplar aí na mão. Ou então em edição eletrônica, pode dar uma olhadinha lá onde?

Kardec pergunta a respeito da existência de pontos de repouso ou estações de repouso destinadas aos espíritos errantes, Claro, depois da morte, né? Não faria sentido ele perguntar isso para uma condição de encarnados, onde nós aqui só temos Descanso e repouso quando temos aí a oportunidade do sono. Né? Ou então, quando estamos de férias, então para o mundo espiritual, os espíritos responderam a Kardec.

Há mundos particularmente destinados aos seres errantes, a mim, a vocês que estão aqui na live a todos nós que estamos trabalhando hoje neste evento. Mundos, aliás, que podem servir de habitação temporária espécies de bivaques. Depois eu vou perguntar para o Milani, que é o nosso universitário de plantão, né? O que que seriam esses bivaques Campos, onde descansem de uma demasiado longa erraticidade, estando este sempre um tanto penoso, são entre mundos,

posições intermédias graduadas. De acordo com a natureza dos espíritos. Olha aí e elas podem ter acesso e onde eles gozam de maior. Ou menor bem-estar, então, a partir dessa colocação de Kardec, já entrando no nosso tema, Marco Milani. Será que nós podemos conceituar esses mundos transitórios como sendo aqueles que figuram na literatura mediúnica Brasileira, sobretudo nas obras psicografadas pelo querido e inesquecível Francisco Cândido Xavier? Já é uma questão intrigante, né,

Marcelo? O santista eu diria que nós temos, é um ponto central aí Na Na questão que o Marcelo leu, que é a questão. Primeiro, a gente vai falar dessa, da, da, da, da ideia de literatura que a gente tem, tá, mas antes disso, só reforçar Marcelo leão, um ponto fundamental que é, qual é a finalidade, né? Desses mundos transitórios que serve pra gente ter uma base exata, que vai nos ajudar a responder depois outras questões, primeiro é quando, quando o espírito está na

chamada. Erraticidade, o que que é esse período de erraticidade, né? Eu sei que o público do e secar todo mundo aqui já tem mais familiaridade, mas sempre partindo do básico, né? A gente vai chamar de erraticidade é esse período é essa condição do espírito entre encarnações, ou seja, é o período que ele se encontra antes da próxima encarnação. Ele precisa reencarnar. Ele ainda não atingiu um estágio é é evolutivo chamado puro, né,

da pureza espiritual. Aonde ele não precisaria mais reencarnar precisando, ele encontra-se nessa condição errática, né? De e erraticidade é nesse período, é um. É uma questão chave, é o tempo, porque nós estamos acostumados a entender tempo com a nossa perspectiva de encarnados, mas aí eu vou, eu vou trazer a questão 224 e 224 a que diz lá que esse período da da na erraticidade esse estado errante, ele pode.

Variar de algumas horas, ou seja, o espírito desencarnado e poucas horas depois ele pode já ter uma outra experiência, reencarnatório ou alguns milhares de séculos. Vejam só AA proporção que nós estamos falando, isso pode durar algumas horas ou milhares de séculos. Segundo a resposta 224. Eu não vou entrar aqui no mérito de novo, né? Da da simbologia por trás ou se tem algum tipo de referência diferenciado. Mas vejam que a gente tem aí a oportunidade de descobrir.

E A Terra é apenas um daqueles vários da das várias oportunidades que nós temos de reencarnação e até a própria condição é é geológica, né? Se a gente for contar o tempo de existência da vida na Terra, quando a gente fala de milhares de séculos, tem gente que pode ser a primeira encarnação na Terra, mas não quer dizer que seja a primeira dele enquanto vivência espírita. Então vamos lá aí, esses mundos transitórios, eles estão situados justamente nesse período aonde a gente vai entender.

Que o espírito necessita de uma de da daquilo que é, foi colocado, né? De uma de quase com uma comparação de repouso, né? Mas é que repouso a esse, não é um repouso corporal nessa questão que o Marcelo leu há 234, diz lá que são lugares que aonde o espírito possa.

De alguma maneira, repousada erraticidade muito longas, que são sempre um pouco penosas, então é essa esse repouso que que esse esses mundos propiciam é para aqueles espíritos que estão no período de erraticidade, mas que estão sentindo algum tipo de. É, é desconforto algum tipo de é situação mais. É é que exija uma. É um certo, vou usar a palavra de novo repouso, mas distante do repouso físico que nós estamos. É acostumados, até porque é

sempre é bom. É reforçar o espírito e quando a gente desencarna é nós vamos sempre permanecer mais ou menos ligados à matéria, ao mundo que nós é. É, pertencemos, estará questão 232 e isso vai refletir na nas próprias condições que ele é, compreende sobre é a própria realidade, onde eles se encontram, então, é quanto mais evoluído é o espírito, menos é é vamos chamar assim, preso ou apegado a matéria? Ele vai estar. E ele não vai ter esse tipo de reflexo de fadiga, então como

ele não tem fadiga corporal? A fadiga que lhe que ele possui é um outro tipo, é uma fase, essa ideia mais penosa na iha de cidade é muito mais psíquica do que corporal e só pra pra é fechar indo lá para a questão da literatura, na questão 253, está claríssimo lá o espírito não tem necessidade de Descanso porque não tem órgãos, não tem corpo como nós temos aqui. Então esse Descanso do mundo transitório não tem nada a ver com o cansaço que nós temos pela fadiga.

Corporal, eventualmente que a gente possa ter. E no mundo espiritual a gente não tem órgãos. Então não adianta achar que no mundo espiritual a gente vai ficar cansado, né? Em termos de algum exercício, algum tipo de atividade e essa questão do mundo transitório não é tratada na literatura que nós temos, né? O Marcelo, ele faz uma questão muito pertinente, porque todo mundo fala de mundo de Regeneração, o mundo de

transição e tudo mais. Só que essa transição não tem nada a ver com esses mundos transitórios que nós estamos comentando aqui. Então nós estamos vivenciando um processo evolutivo natural do ser. Aonde necessariamente nós estamos buscando é o nosso aperfeiçoamento moral intelectual, participando da do mundo físico e da realidade espiritual, enquanto espíritos.

Estamos na erraticidade, mas esse tipo de mundo transitório é que nós estamos falando agora, não está relatado nos mundos, é é de da na. Na literatura romanceada e outras coisas, porque são características diferentes. O que nós temos, portanto, é no mundo encarnado agora. A palavra, né? E muito frequente.

Mundos de transição, mundo em transição, nova geração e outras coisas, dando a ideia de Progresso, mas que não é essa questão do mundo transitório que nós encontramos do repouso para espírito, está muito tempo na erraticidade, tá? Então fica aqui caracterizado que não existe na literatura romanceada, esse trabalho e só pra fechar é nós não entender. Nós é os próprios espíritos dizem esses mundos transitórios não têm vida orgânica, são estéreis, ou seja, eles estão em

um processo de formação. Aonde nós não temos como ter encarnação, não existe encarnação em mundos transitórios, porque são estéreis e essa essa questão também está lá, relatada pelo livro dos do do livro dos espíritos. É na questão 236, por exemplo, está muito explicitado, não tem ser corpóreo em mundo transitório. Então afasta se qualquer ideia de mundo transitório, né, participando aí de alguma literatura romanceada no processo evolutivo do ser.

Marcelo, não sei se tu fez aí uma boa introdução para a sua questão. Som. Fez sim. Creio que nas próximas questões parece que eu fiquei sozinho aí na tela, não é? É, nós vamos é acabar descortinando outros detalhes importantes. Então vou chamar a Cláudia

também para essa pergunta, né? Dando um enfoque um pouco mais específico, já que o Milani festou dessa introdução necessária para situar o que seriam os tais mundos transitórios e colocar aí um ponto de dissonância entre a literatura de Kardec. O primeiro ponto deles, e a chamada é literatura mediúnica Brasileira.

Cláudia se dentro dessa premissa os mundos transitórios, aqui fala o livro dos espíritos e que agora reforçou Milani, não seriam os mundos relatados pelas obras mediúnicas brasileiras? Como enquadrar, então, sobretudo na literatura? Assinada por André Luiz? Esses locais é citados por ele como sendo um Brás vales ou colônia. Você me pegou, né? Mas olha, um sardinha. Quer deixar a gente sozinho, né? É, não é entra, né? Não encaixa, simplesmente não encaixa.

É, eu sempre falo que é uma visão de André Luiz. É um romance, algo que ele sentiu que ele quer da cabeça dele, como diz lá na questão 1010, lá por por São Luís, né? Então os mundos, nossa transitório, está bem, bem colocado. Aqui é um lugar de Descanso, é um lugar de de onde você vai se recuperar, onde você precisa estar, para poder vir para uma próxima encarnação, não é? É e cadê que fala? Claramente não, não existe um lá naquele mundo, algo parecido com o nosso.

E ele quer colocar nas obras dele exatamente algo parecido e outra, essa coisa de você sofreu na Terra, você vai sofrer mais ainda do outro lado. Isso não. Você vai para o umbral ou para um vale? Nós DCK, vamos pro vale do e secar, né? Porque nós causamos muito aqui na internet, é um povo briguento, então provavelmente vai ter o válido e secar lá. Mas imagine vocês, você. Nós estamos aqui para para as provas, para as inspirações, e nós vamos desencarnar e vamos

para um lugar sofrer. Quer dizer, a não é um eterno sofrimento onde está e a justiça divina, então esses lugares realmente são estações, são acampamentos. Imagina a pessoa que tá lá, o pessoal nômade que tá num deserto, tem aquele oásis onde você para descansa pra continuar. Eu vejo assim. Não vejo como na obra mediúnica, não. Certo, mais umas pitadinhas aí importantes. Vou chamar o Nelson então para contribuir também nessa primeira questão, aproveitando que o meio espírita está assim, é

sacudindo, né está? Alves aru, está é na expectativa de assistir. Né? Com inclusive a participação do ator global Edson Celulari da filmografia dita espírita da segunda parte do nosso lar, que é o que consta do livro é os mensageiros. Uma parte não é? Então pergunta para o Nelson, é, já que o movimento espiritual meio espírita, tem como crença a existência destes locais retratados na literatura mediúnica, sobretudo por André Luiz.

É, é natural. É imaginar que os espíritas acreditem que realmente existe o nosso lar. Existem colônias espirituais, tem? Tem gente que diz que existem um sem número de colônias sobre o Brasil, imagina sobre os demais países, até mais populoso do que a Terra, né? Então, o espírita fica nessa expectativa de que vá para o nosso lar ou vá para uma outra colônia. Dizem até que nosso lar não tem mais vagas, né? Já está aí com todas as vagas

ocupadas. Louvar pro umbral, para um vale vale dos tenebroso vale dos suicidas, vale dos homossexuais? Vale de, sei lá mais o quê que essa gente inventa pra dar ibope é isso aí, Nelson, nós não temos 11 distância muito grande entre isso, EEO trabalho de Kardec. Tem? Toda a distância que nós podemos nem imaginar. A quando Kardec deixa bem Claro qual seja, espírito alidade. Que quando? Desencarna mozi. Nós passamos por perdidos de perturbação. Esse é o primeiro ponto. I.

O espírito. Nessa perturbação? Ele pode imaginar o que ele quiser, porque ele realmente é livre. Ela está livre da matéria. Se ele for muito ligado. A materialidade, ele vai criar a revista espírita ou é? Está cheia de exemplos de. Espírito que plasmaram. Materializaram. É objetos, et cetera. Isso. É um fenômeno que é aceitável, plausível. É o grande problema é que nós temos é assim. As cidades espirituais não são uma exclusividade. De André Luiz. Isso já vê, já se vem.

Das raízes judaicas? Do cristianismo? Ao decorrer dos tempos, vários outros autores. Que eu sou vistas? Espiritualistas? Até mesmo. De ex pastores como vale o homem. Que, falando das Jerusalém celestes das cidades espirituais? Mas nenhum dessas obras. Nenhuma delas. Passou por um critério. De análise? Nunca estéreo de. Estudo.

A ao uma parte do dos espíritas que ficam usando o argumento, há, mas a obra x bate cobra ípsilon que bate cobra z que descrevem um. Um ambiente impróprias, Aparecido igual do é mais ou menos. Porque veja só, o 15 do nosso lar nos traz. E várias outras obras no mesmo, na mesma direção. Eles trazem a materialidade para do mundo espiritual, sendo que não existe materialidade. Nunes pior exemplo no mundo espiritual. Então? Alguma coisa está errada. Eu estou falando assim, em

termos mais simples. Paguei desenvolver resumos. Sobre o tema? Mas. O que nós podemos dizer de efetivo? Que todos esses vales cidades espirituais um Brás. E outras? Nosso lar. Essas 2 colônias que estão espalhadas ao longo do nosso Brasil ao longo do nosso país ao longo do mundo. Elas vão criações mentais. Elas vão parte da ilusão da perturbação do espírito que se ainda se acha ligado à matéria. Kardec disse muito bem sobre a série o Milani.

Colocou logo no princípio sobre a erraticidade nos mundos transitórios. Está bem explícito Na Na doutrina. O que tiver, em contraponto, tem que ser estudado e analisado. Muito bem, olha só o Nelson, já com um efeito de mediunidade premonitória, já introduziu o assunto da segunda questão, que eu vou trazer a lume, começando pelo Milani, né? É justamente este o ponto,

existem alguns pesquisadores. Milani, alguns até com estofo, ou seja, que fazem pesquisas muito boas sobre determinadas temáticas, gozam de relativo reconhecimento da comunidade espírita. Alguns estão também no meio acadêmico ou então, mesmo sem estar no meio acadêmico, procuram dotar de metodologia científica às suas pesquisas que afirmam exatamente o que o Nelson introduziu, ou seja, citam autores como swedenborg, Jackson Davis e Dale Owen.

Como sendo uma espécie de correspondência ou de confirmação daquilo que a literatura mediúnica por meio de Chico Xavier e por assinatura de André Luiz, veio detalhar, veio ampliar no conjunto das 16 obras que esse autor assinou. É por meio de Chico Xavier, ou seja, a uma espécie de.

É relação entre essa associação de escritos, a muitos deles até anteriores, de Allan Kardec, anteriores à codificação com a literatura mediúnica Brasileira, como se isso fosse atestada, tório do princípio adotado por Kardec, do consenso universal dos ensinos dos espíritos. O que podemos dizer acerca disso? Milani, a apresentação.

Destas Ideas ou de Ideas parecidas sobre uma materialidade, como disse o Nelson de vida espiritual seria, poderia comprovar é ainda que sem AAAO rigor metodológico de Kardec, o controle universal dos ensinos dos espíritos. Perfeito é a questão. Acho que é central agora aqui também, aqui na nossa conversa não é?

Primeiro a gente já diferenciou que o mundo transitório que a gente estava comentando antes não tem nada a ver com a situação do espírito dentro da da dessa realidade que muitas delas podem ser capturadas na aí, na literatura, nas mensagens mediúnicas, né? São coisas diferentes. A própria Terra já foi o mundo transitório, segundo o próprio, os próprios espíritos afirmam, né? Quando ela estava nos processos de formação, ou seja, muito

transitórias, são orbes. Né, que não tem vida orgânica. No caso da da situação do espírito no mundo espiritual, aí a coisa já muda de figura porque a gente está falando e aí eu vou citar uma das questões do livro dos espíritos. Só pra se ter a dimensão da da, da, da, da, da diferença de perspectiva que nós temos na questão. 278 diz que esta realidade do espírito, na sua condição errática, né?

No mundo espiritual, que é o verdadeiro mundo, é esse mundo, ele é o aquele que é efetivamente, nós habitamos. E o mundo encarnado segundo a questão 278, é um reflexo obscuro do que nós temos na realidade espiritual. Então, quando a gente está querendo saber o que o como é a realidade espiritual, da nossa perspectiva de encarnados, a gente vai ter limitações. É extremamente críticas que impedem essa percepção de maneira efetiva. É a mesma coisa da parte querer entender o todo não dá.

A gente está limitado, né? Pela nossa compreensão pequena. Né? Dessa realidade, o que nós temos, aquilo que os espíritos nos informaram sobre esta realidade? Então nós temos a as chamadas revelações, que passaram por um critério como os 3 mencionaram muito bem que Kardec se serviu da universalidade para validar essas informações e gerar daí aquilo que chamamos de ensino dos espíritos, que nos permitem saber o quê? Primeiro, que não existem regiões circunscritas

localizadas, né? No espaço. Os espíritos estão em todos os lugares, nós não estamos presos ou predestinados a esta ou àquela região como nós entendemos aqui é, enquanto da realidade material. Segundo ponto é que nós podemos, nesta realidade espiritual, criar fluidicamente pelo pensamento e pela vontade. É, é o que nós chamaríamos de formas, pensamento né? Ou de é é criações fluídicas. Nós damos essa característica conforme as nossas. Vivências como nós estamos ainda

presos, né? Como já Lemos aqui numa das questões que nós estamos ainda trazendo a os reflexos é da nossa vida encarnada no mundo espiritual. Levamos ainda essa materialidade, entre aspas, na condição psíquica. Nós criamos objetos, criamos situações, criamos elementos próximos ao que nós estávamos habituados e aí eu vou trazer o livro AA gênese, a gênese na no seu capítulo 14. Item 14. Quando nós podemos criar pelo pensamento e vontade

fluidicamente, né? É objetos, construções, inclusive, e isso está lá muito Claro, quando o agricultor né tá descrito lá na genes, ele cria os seus objetos que ele estava acostumado a trabalhar enquanto encarnado e ainda cria os bois, ou seja, fluidicamente. Nós podemos criar animais no mundo espiritual, então veja que é quando a pessoa relata é, olha, tem animal no mundo espiritual. Cuidado, os espíritos não estão dizendo que tem animal.

É é ou princípio inteligente? No caso é no mundo espiritual porque segundo os próprios espíritos, está na questão 600, por exemplo, o princípio inteligente que habitou o corpo de um animal. Ele é aproveitado quase que instantaneamente. Não tem tempo de entrar em relação com outras criaturas, né? Então não tem animal segundo os espíritos, né? É lá, é no mundo espiritual, da maneira que nós estamos imaginando aqui como muita gente acha que tem, né?

Bosque, cachorrinho, essas coisas, entretanto. Mas nós não podemos. É por uma questão, é óbvia, de prudência é refutar absolutamente nada que a gente não conheça. A gente tem que deixar de lado, que é o que Kardec sempre fez, com toda a precaução, nós estamos avançando no conhecimento.

Então quando alguém relata que existem construções que existem, é é situações próximas ao que nós entendemos aqui como cidades, nós temos que olhar isso com a cautela necessária para entender que é, nós podemos criar isso. Fluidicamente podemos. Ou seja, nós temos essa capacidade de criar, entretanto, é como é essa relação? É como acontece aqui enquanto encarnados.

Aí é outro ponto que a gente tem que tomar cuidado e não assinar ou firmar algum compromisso de veracidade, porque nós precisamos ter outros elementos do que simples relatos romanceados. E aí vem essa questão, é, é possível? Por afinidade? Nós é nos reunirmos com as mesmas pretensões e ideais. É interesses. E criarmos fluidicamente aquilo que nos. Atrai aquilo que efetivamente pode é refletir a nossa vivência, inclusive na matéria, né? Quando estávamos encarnados,

podemos. Podemos, podemos criar prédio, casa, podemos fazer isso, podemos? Como isso se processa e qual é o grau de relação entre os espíritos? Aí é um passo diferente que a gente tem que tomar cuidado para não transportar a nossa vida aqui para o mundo espiritual e só pra pra deixar OA questão também mais interessante é na segunda parte do livro céu

inferno. Lá tem relatos de espíritos em diferentes condições, espíritos felizes, espíritos medianos, espíritos sofredores, suicidas e Kardec perguntava, né, como é que eles se encontravam? Nessa condição, eu vou citar um deles, 11 das classes ali que foram. É discutido, suicidas. Tem 9 relatos. Nenhum dos 9 deu o mesmo depoimento onde ele se encontrava. Cada um estava de uma maneira e ninguém falava, ó, eu estou No No vale dos suicidas.

Não existe. É cada um fala, olha, eu estou do lado do meu corpo, eu estou reproduzindo a cena que eu vivenciei. Eu estou acompanhando, é determinada situação aqui na Terra mesmo. Então quando a gente vai trabalhar essas questões? Nós temos que buscar elementos que nos permitam refletir, sem depositar a confiança de que um relato romanceado expresse plenamente a verdade. Pode ter pontos de contato, pode

mesmo. Por isso que a gente não pode desmerecer a obra, mas também a gente não pode abraçar a obra como um atestado de realidade que funciona daquela maneira. Então o grau de prudência que nós temos é essa, pelo pensamento, podemos criar, podemos criar, sim, entretanto. As relações que nós temos, os espíritos, a trazem aí no livro dos espíritos, né? Que nós estamos em todos os lugares e não circunscritos em alguma situação.

Sensacional. Acho que essa é a ideia que muitas pessoas devem ter acerca da chamada literatura mediúnica, sabe? Milani, Nelson e Cláudia, quando nós, cotidianamente, dentro do grupo espiritismo com Kardec colocamos ressalvas, colocamos sub judice, colocamos sob análise toda e qualquer. Psicografia, nós não estamos procedendo. Diferente daquilo que Kardec fez durante o tempo, os 12 anos em que esteve à frente do chamado

movimento espírita originário. Agora as pessoas confundem em geral a criticidade, o exame lógico, racional, a colocação de dúvidas. Ninguém está negando peremptoriamente nenhuma obra ou nenhum autor. Fique isso bem Claro, mas as pessoas confundem essa nossa mais ou menos entre aspas. Rigidez ao tratar da literatura mediúnica, sobretudo a Brasileira, que é aquela com a qual temos mais contato, como um desmerecimento. É tudo médio, do encarnado, do devotado e abnegado trabalhador

do bem. Abre e fecha aspas, como é conceituado dentro do meio espírita, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa completamente diferente. Se nós nos afastamos do buril de Kardec, nós ficamos sujeitos a aceitar alhos e bugalhos e nós queremos apenas aceitar alhos. Nelson, essa remissão que o Milani acaba de fazer do céu, inferno. Nós que.

Participamos, eu e você, assim como Milani e outros companheiros do ECK recentemente, de um estudo denso que levou quase um ano de comparação entre a edição tida como original de Kardec, aquela edição póstuma, publicada postumamente, que contém alterações e adulterações. Milani está lembrando, então, que o livro céu e inferno já é, por si só, um raio x, muito importante para o espírita sensato. Estudioso entender o que se

passa depois da morte? Então, Nelson, como então encarar aquela aquelas historinhas que vez por outra aparecem? É dizendo que. É, por exemplo, o que o Chico Xavier é, se encontrou com a cachorrinha dele, que já havia morrido alguns anos, né? Então já havia, se desprendeu do corpo físico num um evento de natureza espiritual mediúnica e encontrou lá a sua cachorrinha que dizer a respeito disso? Bem, eu vou. Parafrasear aí o Milani. Agora, nesse instante. O problema é o Chico me de sismo.

Z gave. Pessoal, pega 11, médium maravilhoso. Eu acho que é pra mim o mais completo médium que nós tivemos até hoje. E fica criando historinhas e que Chico me disse que fez isso. Chico me disse que fez aquilo e Chico me confidenciou. E Chico me, se me se me citou que tal coisa no mundo espiritual funciona desse jeito. Quando Chico nada disse. O que ele disse, está está. Escrito está em fim de envio antes, em filme, está nos livros. Segura, faço por ele. O conhecimento dele está ali.

E o pessoal fica inventando historinha aqui, historinha ali. Para justificar? Para criar? Uma certa expectativa sobre determinado assunto que essa pessoa está trazendo. Ou como que se querendo se apoiar numa bengala, justificar. É uma coisa totalmente errônea, errada. Utilizar-se quem está presente. Basta ver aí um, os últimos livros que saíram aí, que No No estilo Chico me de sismo. Que, pelo amor de Deus, é um arrepio. Não será em 2012 e por aí

afora. Umas coisas horríveis de a de pessoas que se dizem amigas do Chico, imagina se fosse inimigas? A coisa seria realmente pior que um tapa na cara. Um pessoal cria fantasias absurdas. Para tentar se manter? A sua linha de raciocínio, que não tem, vai embasamento. Tenta se apoiar. Na figura? Popular? Na figura forte, a presença. Séria, de Chico Xavier. Embora não creia, não concorde com todas as obras dele. Desigual, gravados por ele já

veja bem. Existem certas coisas ali que realmente necessitavam passar pelo controle universal por uma análise crítica. E o pessoal também da esquerda para, aproveitando esse ensejo, o pessoal se esquece que. Os espíritos que se comunicam conosco. Eles nos vão estão acima de nós, não? Eles estão mais ou menos ali onde nós estamos. Talvez um pouco mais de conhecimento. Ainda muito ligados a materialidade. Ligado a raízes. Educacionais, culturais.

E se for, é forem. Obrigados, foram a maioria deles ligados à igreja e trazem a embocadura da igreja nas suas mensagens. Claramente. Então nós temos que tudo, tudo temos que seguir Kardec. Na ausência, o bom senso manda. Certo, Cláudia, nossa que nos secar, né? Um pouco, jocosamente, temos um bordão que de vez em quando a gente repete, né? Consolou. Não consolou isso, consolou.

Aquilo, não, consolou, fazendo aí, Claro, uma relação direta com a proposta, de ser o espiritismo, um consolo. Um dos consolos possíveis para a humanidade e não ou único consolador prometido por Jesus como nós temos. É repetido nos trabalhos, nos textos e nas líquido e ceca. Tirar essa ideia aí de Terra prometida, de única mensagem para a humanidade, de verdade espiritual, que muitos espíritas acham que só existe na proposta espírita, né?

Quando o próprio Magrão teria dito que o vento só pra onde quer e as informações espirituais vão chegando por diversos meios e mecanismos a todos os povos. Então, Claudinha, se eu digo como Nelson acabou de dizer em um Milani também que não tem cachorrinho, não tem gatinho, não tem papagaio. Não tem Periquito, não tem, é Sabiá, não tem elefante, não tem animal nenhum no mundo

espiritual. Eu não estou consolando porque as pessoas afeiçoadas aos seus animaizinhos de estimação, querem chegar do outro lado da vida e encontrar, abraçar, rolar pelo chão, pelo Gramado espiritual de nosso lar, com cachorrinho lambendo e fazendo todas aquelas mizan. Sennes lá. Não consola mozi, Claudinha. Eu quero fazer isso quando eu for para lá, não pode? Eu posso plasmar o meu cachorro, eu não posso, eu posso, né Milani? Exatamente, esse é o grande problema. Marcelo.

É falar que nós estamos é ligados o tempo todo, que os espíritos estão o tempo todo interagindo com a gente, não consola. Imagine uma pessoa que viveu 50 anos com o marido, o marido batia? Não sei o que ela achava que ela ia viver com ele ali, sofrendo. Aí ele ia desencarnar, ia lá para um vale horroroso e ela ia para nosso lar. Você acha que ela quer acreditar que vão ter uma interação? Não consola? Não é verdade? Então, cria-se fantasias.

Né? Queria ser fantasias exatamente para consolar, sendo que o maior consolo que nós temos é o que é a verdade? Que é a nossa melhora, é o nosso conhecimento é, né? É aprender a ser melhor em todos os sentidos, né? É o que Jesus quis falar exatamente, não é? Vá e não peques mais quer dizer, aprende com o teu erro e segue. Não é isso? É Oo. Nelson falou uma coisa do Chico, me disse é, tem uma coisa engraçada que aconteceu um tempo atrás. Uma médium é de um grupo, né?

De de mediunidade, res começou a receber algumas psicografias e algumas mensagens de alguns cantores tidos da nossa geração do rock. Uma senhora que nem sabia quem eram eles, depois outros membros do grupo A Gabão acabaram recebendo e eles não descreveram que estavam no inferno e voltaram. Eles não descreveram que eles iam voltar numa num mundo que eles é, iam sofrer demais, não simplesmente estavam passando mensagens de apoio.

É falando sobre música, sobre jovens, sobre pessoas, sobre amor, de muito parecido com o que trouxeram. E aí essas pessoas foram tidos como gente que estava perturbados perturba 12, não, não, não imaginaram que eu, ao nosso ver, estudando hoje, a gente sabe que o que eles trouxeram realmente tem a ver com o que eles viveram, não esses livros que tratam deles, que também são romance a dona. Ele estava, por quê? Porque usou droga porque foi homossexual. Porque é, lutou por algo, e aí?

O que consola as pessoas a, há eles não eram bons, eles foram. E é exatamente isso que acontece, né? E eles acabam distorcendo, inclusive, que Jesus fala, não é verdade, é não, espera aí é só. Só nós temos a ver se você não é cristão, se você não é espírita, cristão, você não presta. Não consola, não é? O consolo está no evangelho. Se eu não uso o evangelho, eu não estou consolando.

Assim a gente vê algumas coisas no evangelho, é, na realidade, eu não consola nada no livro dos espíritos, consola mais. Isso é ouvido um aluno uma vez, então são questões pra gente também. Analisar Eller friamente eu penso isso, mas eu queria ver minha cachorrinha lá, sim, tá. É Claro, né? Nós mantemos relações de afetividade, de afeição, não só entre os homens, né? Entre os seres humanos, mas também com os nossos animais.

Mas o Milani destacou logo na sua primeira fala, de que não é possível que os animais permaneçam à nossa disposição, atrasando o seu curso progressivo. Só porque nós precisamos vê-lo. Então eu, se eu entendi muito bem, senhor Milani, senhor Nelson, senhora Cláudia, vocês estão atestando que essa conver sarada aí de bichinhos e de construções e de situações no mundo espiritual são plasma 12, né? Pela imaginação, pela força mental, pela manipulação dos fluidos et cetera, et cetera, et

cetera. Como regra geral, então vou pedir pra produção colocar na lousa. AO questionamento muito bacana da nossa Telma lá do Rio de Janeiro, em que ela pergunta mais ou menos assim para vocês 3, e agora eu vou começar pela Cláudia? Se é grande parte dessas situações relatadas em psicografias, em obras mediúnicas, aquelas romanceadas sobretudo né ou continuações daquelas, né? É retratam situações, são plasmadas? Como é que elas permanecem durante muito tempo?

Ou seja? Como é que elas são relatadas como sendo vivências Claro também o tempo na espiritualidade é diferente da contagem no mundo físico, ou Milani também frisou na sua primeira fala. Mas como é que essas construções mentais se perpetua, ficando um longo tempo? Ou vou até completar a pergunta da Telma, como é que várias pessoas pensam ao mesmo tempo, sonham com isso? Plasmam essas situações, como é que nós temos vários médios de uma reunião mediúnica?

Repetindo esse relato, e aí também é mais um ponto para a gente jogar mais pimenta na conversa, dizendo que a tenho 5810 médiuns falando a mesma coisa, tá aí o controle universal dos ensinos dos espíritos. Só porque existe um número significativo de pessoas repetindo determinadas afirmações que eu não vou chamar de verdade? Então, Cláudia, como é que essa

situação? Do relato ser longo, ou seja, completar dentro da contagem do tempo da Terra um período grande ou então ser reproduzido por várias pessoas mais ou menos nas mesmas circunstâncias. Isso é porque a gente plasma também essa quantidade, essa temporalidade e essa frequência. A gente plasma ou influenciado? Só tenho falar isso. É influência quanto a plasmando, eu acho que a influência. É, então está dizendo aí que as pessoas acabam dizendo aquilo que os outros querem ouvir. Aham.

Muito interessante isso e tô Nelson, que que coloca aí de tempero nessa conversa. A respeito das materializações? Eu concordo com a Cláudia. Porque vejamos. AO espírito? Ele plasma. A objetos, mas existe uma coisa também chamada afinidades. Os espíritos como nós. Nos reunimos por afinidades. Perfeito. AE, pode ser que a minha. Ilusão porque como dizemos lá atrás, o espírito passa por um período de perturbação de ilusão. Pode ser que a minha ilusão ligada. Aos meus princípios? Tenha.

Reverberação na criação de outro? E aí, o que a Claudinha falou? Cabe. Que podemos ver basicamente a mesma coisa por influência. Se AA. Minha mente é menos poderosa. Fatalmente eu vou ser influenciado em algum ponto. Isso se dá aqui e se dá na espiritualidade. Então, para mim. E eu concordo com ela. Então, é. Se bem entendi. A questão de plasmar ela pode ter justamente essa afinidade, essa familiaridade entre muitas pessoas que cultuam determinados temas, determinadas preferências.

Isso então gera uma espécie de reverberação, é isso mesmo, Milani? Está aí a pergunta da Telma. É a Cláudia começa muito bem, né? Dessa influência, a gente pode chamar até de condicionamento, né? É nós, nós, seres humanos, precisamos psicologicamente de explicações. Então nós sempre vamos recorrer a algum tipo de situação. É pra justificar determinado fenômeno, fato ou aquilo que nós nos depararmos, esse processo ele se dá desde da da dos

primórdios, né? E a gente recorria à superstição, lendas, mitologia, em outras coisas para justificar determinada situação. Presenciada, né? No caso do espiritismo, como é uma ruptura com essa questão é, é uma ruptura cultural com relação as tradições. É lastreadas na superstição e na fé cega. É muito difícil. Você é deixar isso de 1/01/1

momento para outro, né? Para as pessoas se habituarem nesse processo de é é reflexão, as pessoas tendem a abraçar aquilo que vai é é caracterizar Oo que elas conheciam. Para, efetivamente é é justificar aquilo que elas podem passar a conhecer. Kardec dizia isso, né? Não adianta querer tornar a pessoa espírita primeiro. Ela tem que ser espiritualista, né? Tem que sair do materialismo e pro espiritualismo.

E aí vai aperfeiçoando. Nós estamos nesse momento, nós estamos é num processo de transição em termos de conhecimento, é respeitando as diferenças de cada um. A gente sabe que não tem como é é julgar, né? O movimento espírita como um corpo homogêneo, não é mesmo? Nós temos uma heterogeneidade enorme de, ou seja, a maturidade doutrinária. Ela varia de quem está chegando agora, em conhece nada até o que eles já tem um pouco mais.

Mesmo assim, limitado, né? No processo que nós estamos nos encontrando, ninguém aqui é suficientemente é, é conhecedor dessas e nós estamos. Nós estamos engatinhando na verdade, né? O saudoso Herculano Pires já dizia isso, né? Nós temos que nos atualizar primeiro em Kardec, vai demorar ainda muitos séculos para isso. Do que a gente achar que está esgotando o assunto, mas nós podemos sim, e devemos sempre valorizar a fé raciocinada, que

é o que vai secar, por exemplo. Procura fazer para não abraçar o lugar comum, sem a devida reflexão. Então, quando a gente trabalha essa questão da da, do do livre pensar e das questões que que fazem com que nós saiamos, né? Da da caixa, como alguém comentou, é no começo. Nós precisamos entender que essa forma de entender a realidade espiritual são com as limitações que nós temos. Nós não podemos definir como é o mundo espiritual olhando pela

ótica de encarnados. E aí a própria questão do tempo, né? Que o Marcelo destacou é milhares de milhares de séculos, milhares de séculos, né? Na Na, na, na erraticidade. Para nós é um absurdo pensarmos nisso, mas pro espírito não é nada. Então a gente vai entender que OOAA questão temporal ainda faz parte, então essa duração que foi colocada aí Na Na questão ela é proporcional à capacidade do espírito que plasmou.

Vou usar essa palavra. O que criou o fluidicamente em manter determinada forma em manter determinada? É, é, é determinado elemento fluídico. Mas aí entramos na questão, a forma é uma coisa aí, essência é outra e não nós não podemos criar animais fluidicamente. E sair por aí dizendo que o princípio inteligente está ali, né? Esse é o cuidado e só para para também fechar a minha fala outro.

Um erro muito grave e que prejudica a compreensão desse fenômeno dos animais, em particular, é achar que toda a todo o processo evolutivo se dá na Terra, né? Desde a da do princípio inteligente até a sua individualização como humano não se dá na Terra. Nós temos um universo, A Terra é nada perto de um processo maior, evolutivo. Aonde nós temos relatos que está lá no livro dos espíritos que em mundos mais avançados, os

animais têm tarefas? Eles, eles auxiliam o homem de maneira mais efetiva, ou seja, essa cadeia evolutiva não para na Terra. Então é quando a gente pergunta, aonde está o princípio inteligente está no universo. Ele está continuando a sua sua sua jornada evolutiva e não está preso na Terra. Esse é o ponto central que a gente tem que tomar cuidado para não achar que é o ELO perdido.

Né? Está na Terra, não tem ELO perdido na Terra. Tudo, todos os mundos são solidários, nós somos solidários uns com os outros. O princípio inteligente até a sua individualização, ele vai se realizar plenamente. Só que em estados que nós estamos muito longe de conhecer. Então quem somos nós para

definir aonde termine? Onde começa a esse processo, essa etapa de individualização do princípio inteligente sabe que ele está vivenciando isso, mas não sabe como, nem quando, porque aí entra a ideia temporal também. Isso vai ocorrer, é isso. Muito bom é, ainda há pouco foi citado por um de vocês. Acho que o próprio Milani, a questão das formas, pensamento, né, que dão a ideia, a dão a matriz para essas chamadas criações fluídicas que nós estávamos trabalhando até agora, né?

Curioso é que as pessoas leem é é André Luiz e fazem fracionamento. Mas o pensamento de André Luiz, né? Quem não conhece o conjunto da obra acaba embarcando em determinadas situações. Ora, são vários trechos da obra em que os chamados orientadores espirituais com os quais André Luiz de dialogar no mundo espiritual falam para ele da importância e do papel das formas. Pensamento, né?

Ou seja, aquilo que está na obra de Kardec, vocês muito bem, colocaram também está presente na literatura mediúnica. Só que as pessoas esquecem isso. Que passam a plasmar uma identidade uma realidade, como se o mundo espiritual fosse uma correspondência, uma xerox, uma fotocópia do mundo físico, mas com algumas gradações, algumas, alguns qualificativos de superioridade. Em razão da condição

desencarnada, né? Essa semana mesmo eu estava conversando com um companheiro que fazia algumas perguntas muito interessantes e também você tocou nisso. No início, Milani, acho que é uma sinergia nesse nesse

aspecto. A respeito da de um dos lugares comuns, ou um dos jargões favoritos do meio espírita atual, quer dizer, não, nós estamos no tempo de transição, nós estamos Na Na era da mudança, da transformação da Terra de prova, expiação para mundo, Regeneração e Bla Bla Bla Bla Bla Bla. Olha, meu companheiro, minha companheira, você que está pela primeira vez aqui no ECK, devemos dizer para você que a tal transição ela já está acontecendo desde o momento em que Deus, ó clin.

Apontou e criou a Terra a partir daquele momento. Lá como o mundo primitivo, lá Na Na época do homem das cavernas na época dos dinossauros para cá. De lá para cá, sempre se fala em transição. Então não tem transição. Agora, não tem nenhuma bola última bolachinha do pacote para o momento existencial da Terra e dos dos espíritos. Estão aqui. Quem já foi, já passou A Fila, andou, o ônibus mudou, já estamos em outro, daqui a pouco não tem mais ônibus rodando.

Aquela Terra está só voando. Daqui a pouco os meios de transporte serão outros. Isso tudo é transição. E aí? Milani, Cláudia e Nelson. Eu estava conversando com o nosso querido amigo Elias Moraes e ele encaminhou para a gente uma pergunta, para dar um pouco mais de recheio para essa nossa lasanha do sábado à noite, eu sei que você já deve estar começando a ficar com fome, aí

está quase na hora da janta, né? Então, a lasanha do e secar vai ter um recheio que o Elias Morais nos ajudou a compor, ele diz assim no livro dos médiuns, Milani Kardec fala da modelagem de objetos. E até mesmo de vestis na dimensão espiritual, tem até uma historinha que a gente relembrou lá no grupo de estudo do céu inferno, que é a caixa de rapé,

né? A caixa de fumo, que foi materializada, que foi composta, que foi plasmada que foi idealizada por determinados espíritos e aparece lá na literatura, é dita eckhard esse ano, né? E isso explica Kardec, em o livro dos médios, é exatamente a decorrência da ação mental. Dos espíritos nessa criação, entre aspas, fluídica, né? Não seria?

Pergunta ao nosso Elias Morais essa afirmação de Kardec, essa identidade de modelagem de objetos investes suficiente para validar a existência e também a modelagem de ambientes coletivos. Como foi a pergunta da Telma? Hospitais, departamentos, ministérios, escolas, universidades, é plantações e et cetera. É por meio de uma ação mental coletiva dos espíritos. Milani é, é o ponto central é esse, não é quando a gente pode criar fluidicamente, criar o que a gente conseguir, né?

É o ponto. O que é importante nessa questão e que foi muito bem levantada, não é o fato de nós termos a capacidade de é o fato de nós literalmente transportarmos é a nossa realidade aqui, para o mundo espiritual. Esse é o grande problema que nós não podemos simplesmente fazer. Nós falamos no começo, Marcelo agora reproduz. É reforça ainda de novo é. Tem gente achando que essa palavra cópia é muito séria. O mundo espiritual não é cópia e nem aqui é cópia. Aqui é um reflexo obscuro.

É essa palavra que o que os espíritos usaram é lá Na Na, na, no livro dos espíritos. Quando a gente está é tentando entender Na Na questão é 278, é o que representa a nossa vivência aqui e as nossas necessidades corporais não existem Na Na realidade espiritual. Não adianta alguém falar assim que precisa de médico para cuidar de alguma situação. É orgânica, é no mundo espiritual. Nós criamos isso psiquicamente e a pessoa, se ela achar isso, ela vai sentir essa necessidade.

Aí depende de quem está relatando, né? Você foi um espírito com essa característica de sofrimento e dor, ainda muito calcado com a parte física. Ele vai relatar que ele vivenciou isso no mundo espiritual, mas não quer dizer que seja assim em termos de realidade ou necessidade. É é do mundo dos espíritos e já que a gente falou de romance, a gente citou aqui é Oo médium mais famoso, que é Chico, que é boníssimo.

O próprio André Luiz, ele fala que ele não tinha palavras para descrever o que ele é. Encontrava lá no. No prefácio de várias obras, ele tentaria descrever com aquilo que nós conseguiríamos compreender. Ou seja, não adianta a gente querer fazer 11. É. É situação de similaridade. Não existe. Existem pontos que nós conseguiríamos compreender de relação, mas muito distante daquilo que nós é. É, poderíamos bater o martelo e falar nossa, no mundo espiritual tem dinheiro, pessoal?

É, vamos convenhamos, né? É é, a gente tem que ter Oo processo. De novo, né? De aceitar a história de aceitar o fundo moral, que é belíssimo, existente nas histórias, resguardando nos para não passar vergonha em termos de fé raciocinada nós temos que respeitar de novo, podem ser elementos que estejam contidos ali, que já apontem o antecipem até descobertas, que a gente

possa fazer no futuro. Claro que pode ter, não tem problema nenhum isso, mas não é pelo fato de talvez ter uma outra coisa que tudo deve ser aceito. Esse é o grande ponto, não é 8 ou 80, ou abraçar como uma verdade indiscutível ou rejeita como um quase como 1111. Bizarrice é? É doutrinária? Não, a gente tem que aceitar com óleos de Kardec olhos da razão, olhos de fé, raciocinada, sem querer decretar a verdade, mas acompanhando nós temos tempo. Nós não precisamos decretar

verdade. Agora, vamos a amadurecer, vamos aproveitar o que tem de bom. E, acima de tudo, não querermos impor a nossa vontade pro. Para aqueles que pensam diferente também, porque tem gente que fica magoada com isso, né? Só porque a gente emite a nossa opinião. Marcelo citou bem a Marcelo, já vivenciou isso várias vezes, que eu sei ele. Ele evidencia a opinião dele, as pessoas, numa absurdo absurdo, julgando como se ele não tivesse direito, como eu, a Cláudia ou

Nelson, de opinar, opinar. Todos podem o que nós deveríamos zelar é pela prudência. E pela coerência daquilo que estamos falando e não desrespeitar quem pensa diferente, é isso. Anátema, anátema, ruins. Haja nata, aca. São expressões muito vivas da época do Magrão, que ainda estão por aqui, porque as pessoas, os personagens são os mesmos, minha gente, né? Nós estamos indo e vindo e pouco ainda conseguimos progredir no sentido de equacionar mosias dúvida, Cine melhorarmos o nosso

entendimento em nós. O Milani também é um defensor da ideia genuinamente kr desse ano. Nós que nos comportamos assim, veja o nome do nosso grupo, espiritismo. Com Kardec, não é sem Kardec, não é? Apesar de Kardec, não é, ao lado de Kardec, é com Kardec, aí nós somos chamados de ortodoxos porque queremos que haja um

mínimo respeito e coerência, né? A fidelidade aos princípios trazidos não só por ele como pelo conjunto das espiritualidades, é que ele questionou que ele conversou, que ele compôs coletivamente a muitas mãos. Na mão material dele a mão material dos médios e a mão fluídica dos espíritos que estiveram trabalhando neste processo. Somos chamados então de ortodoxo, porque queremos que haja esse respeito, essa fidelidade. Cláudia, eu sei que você está com o dedinho. É levantado aí, né?

Então pode seguir que depois eu faço a pergunta que eu ia fazer pra ti, não tá? É? Levando em consideração a fala do Milani, a sua, o que acontece é um fenômeno muito ruim, porque o que acontece quando nós fazemos a comparação das obras mediúnicas com Kardec? Para ir para o lado da razão, não da emoção do bonito, do Belo, do do consolar. As pessoas começam a falar, ele não está em cadê aqui e falam de forma com raiva.

Eu falo, gente, vocês precisam ter raiva de Kardec, muito pelo contrário, por que que nós não vamos estudar? Por que que a gente não faz essa comparação, porque não conversa a respeito? Então as pessoas acabam achando que o ruim é Kardec, não os romances, não presta atenção por quê? Porque exatamente é tudo o que nós colocamos até agora. Não consola, não é bonito, não é o Belo, não vou encontrar o meu cachorrinho, não vou encontrar o

amor do passado, não. Esse é o grande problema que que existe e infelizmente acaba caindo nos ombros de Kardec. Então aí entra, no que você falou, nós somos ortodoxos e esse Kardec está ultrapassado. Já não dá mais, né? É, vieram a complementar o que Kardec disse, né? Agora estamos vendo a verdade, não na época dele, e isso que eu acho muito triste é exatamente as pessoas, é falarem e é esse mal de de Kardec não está certo e ter essa raiva eu acho muito,

muito chata e muito triste. Isso gera um problema muito comum na nossa ambiência espírita. Aqui já tocamos nessa live, que é o fato de que há não. Então você não acredita em Chico Xavier? Então você não acredita na literatura? Não acredita na mediunidade, no que que é isso? Só o que vocês dizem é que vale, né? Quando a pouco milano, inclusive, falou da Riqueza que é a heterogeneidade, né? Onde você tem vários pensamentos, várias teorias que estão ali postas umas aos lá ao

lado das outras. Que há um. Cuidado, há uma cautela. Há um procedimento metodológico de aferir se essas teorias e essas Ideas, já que a opinião é livre e já que os espíritos são dotados de livre pensamento. Embora muitos espíritas não gostem dessa expressão livre, pensar livre pensamento. Acham que tem que ter um engessamento, uma hierarquização, uma verticalização do saber, como se alguns dissessem. O que é para seguido e os outros fossem todos atrás, feito uma

nada feito boiada? Esse é um problema muito Sério. Cláudia pergunta que eu ia te fazer é uma que veio da nossa produção, né? É justamente sobre essa questão da materialização da fluidificação, do plasmar situações quando nós temos é relatos em diversas páginas mediúnicas de pessoas que se encontram presas numa casa, num porão, num carro, no fundo do Rio do oceano. E dizem que não conseguem sair, que não conseguem se

desvencilhar disso. Como encarar essas situações diante das premissas azúcar the Sea nas? Boa pergunta. Ela tá presa exatamente no pensamento dela como nós estamos até agora, né? É? É a questão de quando você se conhece, quando você se melhora, quando você trabalha, quando você estuda, quando você adquire o conhecimento, você não fica preso num momento desse né? Então isso tem muito a ver com a

consciência, né? É de você achar que você tem que ir e ficar penalizando eu errei, eu fiz EEO que nós temos que fazer. Nós fazemos, é um esclarecimento, é uma ajuda para esse espírito para que esse pensamento não exista mais. Pelo menos é o trabalho que nós costumamos fazer. É isso que eu estou perguntando isso. Isso exatamente isso, né? É essa ideia que nós temos de que é no próprio céu e inferno. Há relatos sobre o pós morte e alguns relatos mais tocantes,

né? De situações é que eram bastante dolorosas em razão da do tipo da morte em razão. Da forma pela qual o indivíduo conviveu ou encarou a existência, né? Que são muito similares a essas situações, não só em páginas psicografadas em romances, mas também daqueles que participam de reuniões mediúnicas. E que, vez por outra, é são visitados, né? Aparecem espíritos que têm é essas essas previsões que você bem externou como sendo prisões mentais e não prisões físicas.

Já que, via de regra, os espíritos se movimentam no espaço, se movimentam na condição espiritual livremente. É Claro que é o acesso deles a determinados mundos. Mais adiantado também está explicitado na obra de Kardec. É vedado. O Nelson parece que está psicografando ali, né? Mas não, ele está concentrado no na próxima pergunta que eu vou fazer Pra Ele, né Nelson, já que é, inclusive, nós utilizamos para o banner dessa nossa.

É live de hoje, uma imagem que reproduz em parte aquilo que é descrito na literatura mediúnica, sobretudo na obra. André, louisiana, né? É? Ou como é, professor Herculano Pires gostava de dizer, meio até jocosamente a revelação luisina, né? Dizendo que André Luiz teria, né? Na Na visão dos espíritas, em geral dos espíritas, que não estudam muito, que não comparam muito André Luiz teria.

Sido complementar a Kardec teria tido uma revelação da revelação para lembrar um outro adjetivo aí, de um certo senhor contemporâneo de Kardec, que também fez bastante estrago na ou tentou fazer estrago no chamado edifício espírita. Não sei o que dizer, então, aproveitando essas figuras e aproveitando que muitas pessoas assistiram o nosso lar um e agora estão ansiosas para assistir o nosso lar 2 e vão ver uma figura que aparece no filme. Que é o tal do aeróbios?

Como? Explicar a existência de veículos de locomoção ou de transporte como aeróbios no mundo espiritual, onde os espíritos entram ali e vão ser levados para um outro lugar dentro da erraticidade, dentro do mundo espiritual, dentro da colônia eu sei aonde, né? Com a princípio logia ou a fundamentação doutrinária kardecista. Bem. Além do aerobus, tão famoso. Tem a volitação se esquecendo dela também. Vamos vomitar por aí, vai verificar novas paragens. A carrega?

Ele é bem explícito no livro dos espíritos. Sobre isso? Nós nos comunicamos e nos movemos pelo pensamento. Que é tão rápido quanto a luz? Não necessitamos de veículos, nós não somos matéria. Nós temos uma matéria quinta essência da. Que é o perispírito? E depende da evolução do espírito. Não tenho a pele, estamos bem longe disso. Quanto mais evoluído, mais quintessência do fica. A ponto de se confundir? Então? Com a necessidade de holy tarde de ter ônibus, beber água, política da.

Começou pinha. Tudo isso são criações mentais. Está mais do que explicitado. Leão Kardec. Kardec entrevistou centenas de espíritos, analisou centenas de mensagens. Coisa muito distante da realidade. Utilizada na minha, Na Na ambiência espírita. No nosso país? Influenciada? Por dogmas? Visões deturpadas, místicas. Kardec, Kardec, ele, se ele se esforçou tanto. Tanto? Para afastar. O misticismo. Para usar ciência de observação. Trazendo essa doutrina maravilhosa. Para chegar aqui?

Meus discípulos e saiam a produzir isso que nós vimos hoje. O bem e praças do amado Bezerra de Menezes. Não é? Então é tudo porque são. É tudo o que é, são, é, é, quer são fluídica. Entendo. Nada disso existe. Nosso decano morde e assopra. É isso aí. Nós não estamos aqui para atender a determinados interesses ou então para falar aquela voz doce de veludo que vem apenas para. Ir de encontro ao que determinadas pessoas pensam, plasma ou desejam que seja. O mundo espiritual.

É Claro que nós não temos, na condição de encarnado, condições de verificar in loco o que é o tal mundo espiritual, onde nós iremos ou estaremos na condição de desencarnado. Por isso, nos valemos da segurança. Da codificação espírita, naquilo que foi possível alinhavar a 165 anos atrás, né? Agora, a ideia principal que devemos também agregar a esse conhecimento.

Milani, Cláudia e Nelson é o retorno ao método, realizando, se for o caso, novas evocações questionando do os espíritos, acerca inclusive dessas figuras mentais, alegóricas, plasmáticas, que fazem parte do cotidiano do meio espírita. Para que se confirme ou não, mas não com o intuito de produzir, como a gente vê, é vez por outra, no próprio meio espírita.

O novo livro dos espíritos, a releitura da questão espiritual, segundo os espíritos, mas sim estabelecendo premissas similares àquelas que Kardec utilizou para que, através da comunicabilidade pela evocação, nós tenhamos condições de a por mais alguns tijolinhos. Nessa construção acerca das realidades espirituais. Meus amigos, vamos ainda continuando nessa ideia, é de construções mentais de realidades pós mortem para enfocar aqui.

A pergunta que foi feita também pela nossa produção e que eu gostaria que vocês enfocassem é com esse espírito do livre pensar e com essa amabilidade. De de considerar que nem todos estão nas mesmas condições de interpretação e de conhecimento acerca das realidades espirituais para perguntar-lhe, começando pelo nosso Milani convidado. Existem alguns espíritas que, durante o sono, realizam alguns

experimentos interessantes, né? Pelo chamado desdobramento ou pela dupla vista ou pelo próprio fenômeno da viagem astral, como dizem algumas, é crenças ou filosofias, é irmãs, né? Ou primas do espiritismo chegam a visitar essas colônia e também o decantado. E deplorável vale dos suicidas. Nós já fizemos live aqui em Milani sobre o suicídio.

Trouxemos alguns especialistas e naquela oportunidade dissemos que não é nada pedagógico nem consolador estabelecer a premissa de que uma pessoa que não suportou as provas da existência seja ainda apenado, condenado a viver numa condição deplorável, numa condição precaríssima. Do ponto de vista espiritual, após uma morte dolorosa, como teve quem inventou isso não tem absoluta noção da misericórdia divina. Não tem nenhum sentimento de

empatia com a dor do próximo. Então a pergunta que é feita é, o que dizer desses espíritos? Alguns, inclusive, que se intitulam progressivos, progressistas ou outras adjetivações que afirmam de pé juntos?

Mas não é o pé junto de morrer ao pé, junto de ter aquela certeza, aquela convicção do que está dizendo e do não, eu vi com esses olhos que a Terra há de comer, não são esses são os olhos espirituais, porque esses vão morrer, realmente vão ser comidos pelos germes da Terra. Eu acho que afirmam que existem, então esses vales dos suicidas, onde as pessoas passarão um tempo relativamente longo de esclarecimento, de provação, de expiação, que dizer disso? Milani?

É bom de novo, né? A gente retoma aí aquela questão do que a gente tem efetivamente relatado pelos espíritos que foram validados por Kardec, né? Vide o céu, inferno. Segunda parte que é eu acho que por ser um dos livros menos lidos, infelizmente, das obras fundamentais, é ele é pouco conhecido de forma genérica, estudado, de forma genérica e gera essa confusão. As pessoas se entendessem que a tríade. Que nós encontramos lá no céu.

Inferno é arrependimento, espiar, expiação e reparação essa tríade, ela é, permeia todo o processo nosso, né? De de vivência e convivência. Com os problemas conscienciais que nós trazemos para nós mesmos, nós vamos entender que céu e inferno nada mais são do que situações conscienciais e nós mesmos vamos fazer esse processo de reparação quando nós efetivamente. É. É entrarmos numa num processo de. Né? Autoconhecimento e de ação

direta ao próximo. É uma vez que a gente tenha isso muito Claro. É essa ideia de culpa de é, é punição ou de algum tipo de situação mais próxima ao inferno católico, ela é derrubada completamente no livro céu inferno, não? Nas outras também, mas no livro o céu inferno, ela, Kardec e os espíritos derrubam essa ideia de purgatório e inferno. Qualquer coisa semelhante a isso estaria muito próxima ainda. Aquelas tradições que nós estamos muitos, né, tentando se livrar.

Mas ainda não conseguiram na sua plenitude. É essa? Essa visão é de pessoas que alegam ter e é muito normal, né? No processo de emancipação nós temos contato com a realidade espiritual, afinal de contas, toda vez que nós estamos com um corpo em repouso o espírito, ele continua ativo. Nós estamos interagindo com a realidade espiritual e vamos ter as nossas vivências, que são únicas, são nossas. Não quero dizer porque alguém se

deparou com alguma situação. E ela vai expressar é com com a sua literalidade aquilo que ela poderia dizer que o mundo espiritual é desta maneira, ela é conforme aquilo que ela percebeu, mas não aquilo que efetivamente possa se ter. Como é com consenso é de todos. Eu mesmo já é uma vez determinado autor, não vou citar o nome aqui é de histórias de livros infantis bastante conhecido. Ele. Ele escreveu um livrinho, é com como nós estávamos falando no início, né?

Todo mundo bonitinho lá no mundo espiritual com um cachorrinho com passarinho, com bosque e tal. Aí eu falei, fulano, é isso que você escreveu? Tem que ter um pouco mais de cuidado porque segundo a doutrina, não existe esse tipo de relato. É em Kardec, tem que ter uma precaução que nós aí nós podemos aprofundar, deixe de lado enquanto novas informações né surgirem validadas, mas não colocar.

Na realidade espiritual, se dessa maneira e ele disse o seguinte, não, não é assim porque eu vi eu num processo de emancipação. À noite eu vi animais no mundo espiritual, então tem animais no mundo espiritual, OK? É é a percepção dele. A gente respeita, mas daí pra entender que a percepção dele é daquilo que nós já discutimos aqui é isso pode estar é distante da realidade que os espíritos disseram. Isso faz parte também do

processo de crescimento. E de entendimento da imaturidade doutrinária que muita gente tem é para abraçar percepções pessoais como se fossem verdades a serem per sua, persuadir outras pessoas. Nós temos que ter bom senso nesse sentido. Então fica aqui nessa reflexão tudo aquilo que nós podemos é nos deparar emancipados? Isso é, para nossa percepção, não quer dizer que a gente vai efetivamente entender que isso seja uma realidade. É, é como é pura e simples, porque a nossa percepção.

Ela também é limitada, né? Fica como hipótese, Kardec sempre lançava hipóteses e é esse o caminho que a gente tem que fazer. Deixa a hipótese lá para ser validada e não aprovar e não validar alguma coisa. Só porque você acha. Mas nós temos que ter o consenso para validar isso. Eu gosto muito de saber. Milani de utilizar um exemplo, as é da mesma maneira como você. Eu também sou professor universitário e durante muito tempo a gente também utiliza essas figuras de linguagem, né?

Eu dizia para os meus alunos, bom, estamos todos nós aqui na rua, é cada um fazendo as suas atividades cotidianas, não está rindo da casa para o trabalho e o outro vai almoçar ou outro encontrou um amigo tá conversando, o outro tá numa banca de revistas, o outro está Na Na frente de uma loja, olhando uma vitrine, de repente escuta uma freada.

Olhamos ter um carro batendo no outro e girando toda aquela confusão e aí as pessoas vão, vão, vão se aproximando, vão ver o que aconteceu e vão tentar socorrer e ajudar e tal, e vamos ficar conversando sobre as causas do acidente. É na época estourou um pneu a não porque aquele cruzou a preferencial, a não é porque ele não deu sinal. Ou seja, várias pessoas vão ter percepções diferentes, né Claudinha? A respeito daquela situação e cada uma delas tem o seu quinhão de verdade.

E aí vão sair dali, vão para as suas outras atividades cotidianas e vão comentar aí já com o processo de criação, o processo de elaboração mental já vão criar uma historinha, já vão botar mais tempero, mais cores, mais sangue no negócio e aquela história que vai chegar lá no final à noite, que o indivíduo vai contar para a esposa e para o filho que ficaram em casa, já é tipo telefone sem fio completamente diferente. Que daquilo que aconteceu. E aí tem aquela situação

desagradável, né? O indivíduo chegou cheio de si, contou. A sua historinha, sua versão dos fatos e de repente, no jornal das 8, aparece. O acidente de trânsito e a autoridade de trânsito, com aquela técnica, com o conhecimento, as câmeras tal mostram uma realidade completamente diferente.

E do causo da historinha da carochinha que o Zequinha contou para esposa e para o filho, então, Cláudia, essa ideia que nós estamos trazendo aqui hoje não é no sentido de desmerecer as experiências pessoais, espirituais e físicas de quem quer que seja. É apenas para trazer essas experiências e colocar um elemento de verossimilhança, um elemento de verdade, um elemento de comparação com o edifício

espírita. Para termos como disse OOO Milani há pouco, a cautela de não validar tudo aquilo que vem de informação espiritual, porque o grande mote da nossa relação entre espíritos encarnados e desencarnados é a sintonia mental é a sintonia, a vibração do pensamento, né? E nós podemos sintonizar e sintonizamos com criaturas tão imperfeitas quanto nós e aquelas que Kardec bem definiu na obra

espírita. Os espíritos zombeteiros que fazem com que nós tenhamos uma realidade, acreditemos em determinadas situações para dar largas risadas e se divertirem às nossas custas. Tu tens algum causo aí do irmão x pra contar pra gente? Sobre esses relatos sobre a impressão que que isso causou Na Na comunidade espírita e como trazer dessa Riqueza de detalhes que é pessoal e que nós não vamos afastar nunca por ser uma experiência espiritual?

Individual para trazê-la para a chamada realidade da doutrina dos espíritos. Há, são. São muitos casos, né? 20 anos de trabalho com o grupo mediúnico, que, aliás, foi extinto pela casa, fica aqui minha. Indignação? É, pois é, é. Nós somos tidos como um grupo místico. É, eles acham que nós não temos capacidade de fazer uma evocação, mas tudo bem.

É vários casos sim, e é alguns relatos interessantes, assim, de pessoas que perceberam a mesma coisa, mas estavam dentro da doutrina e outra de algumas pessoas que realmente viram coisas extraordinárias, né? Eu até brinquei no chat, eu prefiro em vez do aerobus. Eu prefiro a Millennium Falcon, né, que eu acho que eu vou muito mais longe com ela, né? Creio eu. Do filme Star Wars, né? Mas isso é. Estava me perguntando, eu levar não tava sem som, não é? Eu estava aqui trabalhando com a

tua mediunidade. Eu sei que tu ler lábios, né? Então tu entendeu o que eu estava dizendo, eu tava pedindo pra te esclarecer para o nosso querido público fiel nas nossas livre, o que que é esse Millennium Falcon Millennium, que Falcon Falcon é a nave do Hans solo, a nave mais famosa do filme Star Wars? Ela viaja para todo lado do universo, não é melhor do que o aerobus eu prefiro estar numa nave dessa vamos, vamos, vamos. Eu acho que a imaginação do cinema ela é muito mais bacana, né?

Bom do Star Wars, eu só tenho dart Vader aqui que me acompanha sempre aqui que é o meu pendrive favorito, né? Então, mas já que tem esse milênio aí, vamos tirar com milenar? Aí eu já vi o baby Yoda, mas tá bom, começou a bagunça. Mas é verdade, é, não tenho. Eu não tenho uma coisa, é o que eu tinha para falar

especificamente. É aquele caso da pessoa que realmente tinha esse contato, que foi, eu acho mais pontual com cantores desencarnados e que é falaram que realmente estava tendo um misticismo, mas que o que essa pessoa falava eu trazia. Relacionado a isso, tinha muito mais a ver com eles do que essa obra de que eles estavam em lugares horrorosos, né? Mas você falou de uma história, do do acidente de carro, isso aconteceu comigo.

Eu sofri um acidente, eu cai num córrego, estava dando minha mãe, minha avó e meu primo. Só que nós conseguimos sair do carro e fomos para casa. Um taxista nos levou para casa, o meu pai chamou meu tio e foi de caminhão até o córrego para tirar o carro de lá. Quando chegou, estava uma bagunça, gente, corpo de bombeiros, as pessoas e o meu pai, o meu tio, esse meu tio até faleceu.

Essa semana. Entraram no meio das pessoas, tinha gente sem perna, sem cabeça, morto é que o córrego levou embora o meu pai foi ouvindo aquilo e se assustando e falou meu Deus, aí chegou para falar com bombeiros, bombeiros, procurando vasculhando a gente. Aí ele falou, olha, era a minha família que estava aí, está na minha casa sem problema nenhum. O bombeiro não acreditou pelas histórias das pessoas. Então é a influência das pessoas que vão.

É realmente criando. Então, se eu estou aqui, eu, a pessoa do meu lado, ela descreve algumas coisas, mas eu não, não tive nenhuma. Percepção mediúnica, mas eu ouvi o que ela falou, ai eu acho que eu fui nessa toada também. Isso aconteceu comigo para não ficar por baixo. Isso aconteceu algumas vezes e é muito triste porque acaba afirmando que a outra falou e seguindo para um lado errôneo.

Em vez de falar não, eu não senti nada, não foi essa a minha percepção porque porque quando a pessoa descreve o maravilhoso, todo mundo fica, ó nossa, que Maravilha, que lindo nossa, isso é muito bonito, mas não percebe o erro que está naquilo ali. Não faz a comparação, né? Não lê as obras como milano e falou que está lá no céu, inferno, que está indo no nos livros dos médios, como você citou o senhor?

Saída em saldenburg? É assim que fala assim, o nome dele, swedenborg swedenborg que ele mesmo afirmou que foi um espírito que passou toda aquela é essa coisa das colunas que Kardec nem colocou na obra, porque ele viu que na realidade era um erro. Quantas vezes os espíritos não, não se ponha ao erro exatamente para quê? Para rir da nossa cara como você falou, não é isso.

Muito bem, Nelson, e tu aí? Com a experiência do grupo espírita Manoel Bento, de muitos anos, aí de atividade mediúnica, também tem algum causo interessante para contar dessa de sintonia, dessa dissociação entre aquilo que é relatado como experiência do médium ou como experiência do espírito. E a chamada codificação espírita. Bem, é, eu trabalhei muito tempo na nos ou não só no Manoel Bento, mas é foi onde eu fiquei. Grande parte da minha vida. E nas vezes mediúnicas e de desobsessão.

Nos trabalhos de obsessão? Então você escuta inúmeros relatos. Dos espíritos? E todos eles. São carregados? Da mesma? Base temática. Que é? A vingança, a busca de esclarecimento. AA busca de auxílio. E eles se sentem poderosos. Aí são, aí tem aqueles que se partem para a Mística. São, tem chip, são licantropo e. A ei. Isso, dentão. Na verdade, você você vê na maioria desses trabalhos mediúnicos. Vocês vê uma seguida tentativa da espiritualidade de mistificar?

Os espíritos mistificar. Se precisar, é só um espírito zombeteiro. E o grande problema? É que os dirigentes. Não tomam cuidado? Com esses relatos? E ficam dando azo. As interpretações que os médicos fazem. E assimilações dessas ilusões, que eles repassam. Isso é um. É um problema que eu encontrei em várias casas espíritas. Porque, por exemplo. Han. Eu particularmente, eu tenho uma vantagem. É, eu consigo ver. Então não importa o que o espírito está falando, estou

vendo que ele está fazendo. Então, às vezes eu chegava, abrir, falei, meu amigo assim, grosso modo. Meu amigo, não adianta você falar que você tá, que você é um Encanto, você está e o que você não é. Você tá querendo enganar quem? Por que que você está fazendo isso? O médium o do Oo esclarecedor. Ele não questiona o espírito, ele aceita o que o espírito diz. É a mesma para a mesma coisa? Das mensagens psicografadas? Você acaba aceitando aquilo como uma verdade absoluta.

Não há um critério analítico. A de estudar muito Kardec, coisa que as casas espíritas não fazem. Os causos que eu tenho para para falar justamente são isso. O que falta em todas as casas espíritas é, pelo menos nas maiorias de das que eu conheço. É estudo de Kardec. Se faz muita mistificação. Entendem o espíritos. Como verdade, e nem sempre eu sou. Não, muito bem. Muito bem, é, deu algum clareamento? O nosso Elias apareceu, não é?

Materializou se já foi citado aqui hoje na live, viu Elias e fez uma colocação muito interessante no sentido de que não devemos. Nós. É negarmos peremptoriamente a existência de situações que estão descritas em determinadas comunicações mediúnicas, mas sim efetuar uma pesquisa séria que é exatamente toda a tônica dessa live. E nós estabelecemos a

necessidade de basilar. Pelos princípios, pelos fundamentos espíritas e permitir que eventuais revelações, eventuais comunicações mediúnicas possam ser aferidas pela pesquisa séria. O Nelson acabou de agregar 11 tijolo importante para o nosso edifício, que é uma das mediunidades mais interessantes do ponto de vista da fenomenologia mediúnica, mas que também carece de seriedade, de lisura, de efetividade. E de a destruição ao chamado fenômeno espírito originário para validar por meio da

vidência, as comunicações. Nós temos dito isso comumente no e secar, né? Milani, que é possível haver a. O controle da fenomenologia mediúnica, utilizando-se das várias instrumentaliza ções da própria mediunidade. Então, nós temos OOO médium orientador.

Nós temos um médium psicógrafo. Nós temos um médium PSI, cômico psicofônico, nós temos um médium vidente, nós temos os médiuns sensitivos, nós temos os médios magnetizadores em todo esse processo, esse conjunto, esse Arsenal de médios deve ser colocado à prova e deve fazer o princípio da dupla correspondência. Para que nós possamos ter a aferição da natureza da legitimidade e, principalmente, do objetivo da finalidade, ao que o fenômeno se destina.

Minha gente, nós estamos aí com 1 hora e 40 de live e nós temos uma última pergunta para fazer para o nosso convidado e para os nossos debatedores que é, digamos assim, o resumo desse processo. Só vamos ver o que que o nosso manager, nosso operador técnico de hoje, o Ricardo sardinha, está dizendo. Vale lembrar que, segundo Kardec, o primeiro controle é o da razão.

Assim sendo, determinados absurdos que observamos nessas obras, nas obras mediúnicas já deveriam ser descartados, independentemente de haver concordância. É isso mesmo, né? Kardec fala da racionalidade, cara Kardec, fala da lógica Kardec, fala do bom senso para depois falar da concordância entre os ensinos. Outros relatos dos espíritos muito bem lembrado, sardinha. O sardinha está jogando nas 2, né? Tá cruzando, cabeceando para o gol.

Ao mesmo tempo, nesse nosso bate bola futebolístico espírita deste embalos de sábado à noite, aqui no dia 2/07/2022, com a sua qualificada presença, meus amigos. Então dentro disso tudo, o que nós costura mozi, essa coxinha de retalhos que foi cuidadosamente tecida por nós nessa noite, podemos dizer Milani, Cláudia.

E Nelson? Que grande parte das dos relatos das comunicações, das psicografias, dos depoimentos, das vivências, seja no momento do sono, seja no momento de desprendimento de parte dos encarnados e também da leitura das comunicações dadas pelos espíritos, os desencarnados.

Temos uma tentativa ou um caminho, um processo de aproximação da chamada visão espírita dominante, com a teologia cristã, que foi decantada por séculos, que apregoou a, por exemplo, a existência de lugares especiais na erraticidade que seriam o céu, o inferno e o purgatório. Tinha o tal de limbo também, né? Mas um dos papas aí, últimos papas. Andou rebaixando o limbo. Foi dizendo assim, não, não tem essa história de limbo aí,

criança. Quando morre na condição de de Infante, não vai para limbo nenhum. Ou vai pro céu ou vai pro inferno. Purgatório acabou com a com a teoria quádrupla, então ficou só a teoria trina, né? E aí, os esperi tinhas como a gente costuma dizer aqui no ECK Milani gostam então de aproximar essas verdades, essas realidades, essas crenças, essas teorias, essas doutrinas, essas seitas, essas religiões. Seja lá o que for, é por aí o processo. Na verdade, isso é uma pergunta, né?

É o tema da próxima live, né? Que você quer passar? Porque é bastante amplo, mas para efeito, é prático, né? O espiritismo, como nossa é, destacamos ele é é um processo libertador de consciências, né, dos grilhões da ignorância e da superstição de todas as tradições que nós tínhamos que faziam com que nós tivéssemos uma cosmovisão, é bastante específica calcada aí nas tradições mais católicas, em

particular. Eu acho que nós nos estamos, né, nos libertando disso pela razão, pela é ideia de que nós temos a capacidade de interpretar os fatos lastreados também por é. É questões metodológicas. E aí a gente traz a ciência pra pra nos embasar nisso. E de fato é um processo é, é revolucionário no sentido de não seguirmos. Essa é é proposta, é, é teológica que você coloca em termos é de concepção. É tradicional da dos pais da igreja, mas não quer dizer que nós não tenhamos uma visão

deísta é do processo. É por isso que é outro tema também, mas a nós saímos da visão teísta daquele Deus antropomórfico, intervencionista que fazia é, é concessões que reagia como humano praticamente perante a realidade. E aí a gente vai pra que é Deus na questão número 1 já tem essa ruptura. Deísta. Muito mais próxima da ideia de um criador, é é mais é condizente com aquilo que a gente entende.

No espiritismo, só esse aspecto já rompe essa tradição católica que você destaca é e das igrejas em geral? No caso da da da visão, é racional o nosso grande desafio é exercitar a fé, raciocinada. Primeiro, o espiritismo entra no Brasil com uma característica que não é a valorização da fé, raciocinada por definição. É um processo muito dependente, inclusive de comunicações e mensagens atreladas a quase que ídolos, né? Ou AA um processo de de é, é, é. É falacioso, né? De autoridade.

E se de um espírito ou pelo nome de um espírito ou pelo nome de um médium, é esse argumento é falacioso de autoridade. Eles se estruturou no Brasil desde a da época do final do século 19. Quando a gente tem ainda é resquício disso e passou-se a valorizar médiuns e espíritos como se fossem oráculos, detentores da verdade, e perdeu-se um pouco a questão da do método da fé raciocinada, e isso faz com que nós tenhamos, esse é esse direcionamento para

é hoje, né? De maneira mais pragmática para palestrantes para médios e para outras coisas, como se eles fossem Fontes de verdade. É, é inatacáveis ou que não ou inquestionáveis? E aí vem o exercício da razão, que é o que a gente busca fazer, que é o que grupos como este, por exemplo, procuram. É sempre incentivar para nós, não nos deixarmos levar por estas. É por, por essa, por esse método ainda é calcado na fé cega. Então esse é o maior desafio que nós temos.

Esse é o processo de libertação que vai fazer com que o espírito entenda o seu papel. É, é, nós, nós, também compreendemos. O porquê do espiritismo no Brasil? Ter esta característica? Não, não temos como negar isso. E o Brasil só tem esse tamanho de quantidade de espíritos. Por causa disso também.

Se fosse algo muito mais, é é científico, dentro de uma cultura não familiarizada com a com, com aspecto científico, nós quase não teríamos é é espiritismo, Na Na sua predominância enquanto conceito, mas faz parte, a gente entende isso. E a gente pode aprimorar esse processo, então fica aí o desafio de nós entendermos que Oo mais importante é a razão, é, é aplicada no nosso dia a dia.

E o que Kardec disse não basta conhecer o fenômeno, saber que ele existe, nós temos que aplicar em nosso, em nosso é melhoramento. Temos sempre pessoas melhores, mas é, é justas cordatas pessoas que respeitam ao pensamento do próximo e aí vem outro desafio no movimento espírita atual, que

é essa Liberdade de consciência. Se nós não tivermos respeito à pluralidade de Ideas e a Liberdade de consciência, nós vamos, aí sim, dogmatizar que é o que o Marcelo comentou do pensamento, querer ser imposto de maneira única. Nós temos que valorizar o exercício da razão e do respeito. E para isso, não tem outro jeito. Nós temos que ter tolerância com Ideas diferentes para trabalhar essas questões no campo das

Ideas e não na personificação. Não é porque é. Cláudia, Marcelo e Nelson dizem uma coisa que eu concordo ou não concordo que eu vou julgar a pessoa, não. A gente tem que discutir as Ideas e vice-versa. Se o Marco diz alguma coisa que é, é um ou mais não concordem, ótimo, vamos colocar isso para refletir nas Ideas. E não é, é bizarra a pessoa como se fosse uma fonte do mal ou um pária, né? Um pulha, né, que não merece ter

nenhum respeito, não é? E aí a gente faz com todo mundo que já é, é vivencia isso e mesmo que nós tenhamos pessoas que não entendam assim, a gente tem que fazer a nossa parte e buscar discutir sempre com serenidade, com ponderação, sem respeito, né? Sem querer impor as nossas idéias, estamos abertos para isso e tudo que falamos aqui. É nesse sentido, então quem é defende, né? Acha que estamos atacando o Chico Xavier? Pessoal, nós amamos Chico Xavier.

Nós estamos é não confundindo a mensagem com o mensageiro, tá?

A gente está discutindo a mensagem, o mensageiro é ótimo, mas a mensagem ela tem uma origem e a gente discute isso, e aí com todos os outros que a gente esteja falando, mas respeitosamente, o movimento espírita precisa dessas reflexões, então deixo aqui minhas palavras finais agradecendo ao Marcelo. A Cláudia e ao Nelson já estou olhando o tempo aqui pela oportunidade e fico à disposição para novas conversas e um abraço para os amigos internautas.

Bacana, Milani, pedir pra te aguardar um pouquinho lá na nossa sala do chá pra gente fazer depois do nosso costumeiro encerramento. Muito obrigado pela sua qualificada, sempre alegre, o nosso bonachão Milani, sempre bem-vindo nos embalos de sábado à noite, 2 CK até depois.

Nelson, há quem diga, inclusive, que essa visão católica já estava presente nas obras da chamada codificação espírita, uma vez que da quantidade de espíritos que receberam identificação por assinaturas, por é dados de suas personalidades, grande parte desses espíritos possuíam vinculação com o pensamento cristão, sobretudo na igreja católica e. Em algumas facções da igreja protestante, será então que essa.

Familiaridade com a definição, a descrição de lugares espirituais, lugares após a morte, lugares no plano espiritual ou na erraticidade. Tem uma √(1) pezinho como a moçada costuma dizer lá mesmo na codificação espírita. Visual pode até entender que sim. A, mas temos que ver analisar da seguinte maneira. Grande parte dos espíritas, como você bem disse. Que se manifestaram na codificação. Eles são de origem. Cristã, católica e protestante,

grande parte. Mas Kardec. Com a sua métrica sobre diferenciar várias situações. Então, se você, se você realmente conhecer. As obras de Kardec, você vai ver. Indubitavelmente, OA análise crítica, o bom senso de Kardec. Em todas as mensagens que foram realizadas. É, é a mesma coisa que quando nós falamos do evangelho segundo o espiritismo. O pessoal entende o evangelho como se fosse uma bíblia. Por causa dessa raiz cristã judaico cristã. E não é Oo. Com? O evangelho segundo o

espiritismo, ele foi. Ele é um contraponto. A teologia é um contraponto ao dogmatismo. Ele explica os Milagres conforme. O ensino dos espíritos e o pessoal acaba utilizando ele como se fosse uma bíblia. Um apêndice da bíblia católica. Então, o que acontece? Existiu? A raiz judaico cristã no espírito, diz no sim, porque Jesus é nosso modelo e guia, como bem disse espiritualidade, mas é modelo e guia. Está bem Claro lá na resposta. Ele é o é melhor modelo para nós.

Não significa que não existissem outros. Ele é um Avatar, dizem vários avatares. Né, ocidentais e orientais. Então, cabe nos. Sermos como Kardec nos ensinou analíticos. É a fer assinada, como diz o Milani. Temos que exercitá-la. Para que nós possamos chegar a um bom tempo, há um bom senso. Em toda a produção mediúnica.

Muito bem, bacana contribuição do Nelson também comumente presente nas nossas, li vezes o nosso agradecimento pelas colocações, pelas possibilidades de pensarmos e discutirmos fora da caixinha, como a gente costuma dizer, pedir ao Nelson que nos aguarde lá na sala do chá que daqui a pouco a gente volta a conversar. Muito obrigado por tua presença, Nelson. Claudinha, é dentro dessa construção que nós fizemos a teologia cristã.

Como falamos, está muito presente ainda na ambiência espírita, fruto de quase 2000 anos da presença é dos ideais da cristandade e, sobretudo, da visão sistêmica que essa teologia, que essa religião dominante provoca em todos nós. A verdade. Muitos de nós é, se não nessa existência. Nas anteriores, provavelmente fomos participantes das liturgias das organizações religiosas. Isso ainda está muito forte em nós, assim como fica patente flagrante em espíritos que se

comunicam. E como a gente costuma dizer, no e secar ainda com a embocadura da fala religiosa, parecem pastores parecem padres ainda não se libertaram. Dessa forma, sacerdotal, clerical, impositiva de tratar dos temas relativos à espiritualidade. Então, a pergunta é simples, o que fazer para nos libertarmos dessa embocadura, desta ênfase, a teoria teologia cristã, e partirmos então para uma concepção mais ampla e universalista das questões espirituais.

Estudar, estudar e estudar. Eu acho que é isso. Conhecer primeiro, se libertar dessa coisa de. Eu tenho que sofrer, eu tenho que é se eu não sofrer, eu não vou conseguir evoluir, eu não vou conseguir ser melhor se eu não passar por isso por aquilo. Primeiro, se libertar de tudo isso, né? Olhar criticamente para as obras sim da codificação e para tudo o que nós Lemos, o que nós vemos e que nós ouvimos, as pessoas ainda precisam de ídolos e nós não precisamos exatamente de ídolos.

Nós precisamos é ouvir, entender. Né? A é e trazer isso para a nossa vida, para que, como Liberdade, não com prisão. Né, exatamente isso é. Eu ouvi de 11 espírito esses dias. Assim que as casas espíritas precisavam estudar muito mais, né? Ter. Grupos de estudo com a cabeça

aberta. E que as casas espíritas estão mais preocupadas em consolar ou no trabalho mediúnico, ajudando os espíritos que estavam sofrendo, que estavam ali que que estavam é presos, mas não estavam preocupados em informar e esclarecer, orientar e ajudar os médicos que os médicos estavam esquecidos, que aqueles que se destacavam por algum trabalho Maravilha, mas aqueles que estavam ali.

Precisando entender o que acontecia com eles, como era esse intercâmbio, estavam sendo deixados de lado, então, nós eu acho que essa união de estudo, de entendimento, de ajuda para um para o outro, é o que vai nos libertar dessa coisa da culpa, né? Que é o que mais traz essa teologia cristã e vai fazer com que a gente cresça ainda mais. Exatamente é conhecendo a obra, como disse o Milani, poucos conhecem a fundo, principalmente a obras como o céu inferno.

Eu creio que é isso. Muito bom, é isso mesmo. Esse é o processo de maturação, de desenvolvimento de educação. Como você acabou de frisar, e nós estamos aqui para contribuir com o nosso próprio melhoramento, com o nosso próprio esclarecimento e todos aqueles que estiverem é próximos no acesso a essas informações, a esse conteúdo e essas explicações que são dadas todos os dias dentro do nosso grupo espiritismo com Kardec, sem nenhuma pretensão de dizer

verdades absolutas. Mas trabalhando a ideia da progressividade tanto da concepção individual de cada um como da própria doutrina, como um conjunto. Obrigado. Mais uma vez, Cláudia, de estar conosco nessa live e daqui a pouco a gente então volta a conversar. Então, minha gente, estamos chegando ao final quase 2 horas de mais uma live, mais um embalo de sábado à noite do ICKE você já está vendo aí no rodapé da sua tela o nosso convite para que esteja conosco no dia 30 de

julho. Vamos fazer aí um intervalo, hoje é dia 2, vamos ficar aí 3 semanas sem nos vermos, porque também nós precisamos tirar algumas férias, né, fazermos alguma reciclagem. Prepararmos as nossas novos projetos e atividades com esse ECA sempre vem desenvolvendo, mas fica o convite aí para a live do dia 30 de julho, que terá como tema o pensamento kr desse ano e o mundo contemporâneo, que terá pela primeira vez na.

Tela e no palco e na bancada do Ecko, nosso querido pensador, livre pensador espírita, Jon aizpurua, venezuelano de nascimento, que hoje reside na Europa. Se na Espanha e que estará conosco, com o seu espanhol, com o seu portunhol, tratando da necessária a conjugação entre a origem do pensamento kr desse ano e as relações do nosso mundo

atual, fica então aí o convite. E o agradecimento, como sempre fazemos pela sua presença, pelas contribuições na forma de comentários e de perguntas, pela sua disposição de estar conosco aos sábados, abrindo mão aí da convivência com familiares, abrindo mão do seu Descanso, abrindo mão de outras atividades para investir de forma efetiva no seu melhoramento espiritual e no conhecimento cada vez mais progressivo.

Que progressista da doutrina dos espíritos, foi um prazer inenarrável, como diz aquele velho locutor esportivo, tê-lo conosco. Então fecham-se as cortinas e termina o espetáculo até dia 30. Tchau.

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