Alô, você, tudo bem, conosco está tudo azul. Estamos aqui para a primeira live do ano de 2023 do grupo espiritismo com Kardec. Ficamos muito felizes com a sua presença, a sua audiência e com a sua participação nesse nosso primeiro encontro de estudo de debate do livre pensar espírita aqui nos canais do ECK. Espero que você tenha aproveitado o recesso, as férias, a passagem de ano e que esteja motivado ou motivada para as nossas atividades, que serão
muitas. Você já tem acompanhado a dinâmica das nossas atividades no grupo espiritismo, com Kardec no Facebook, e também pelo nosso portal com kardec.net.br, onde já percebeu a existência? Que novidades e muitas outras virão no curso deste 2023 para alcançar. Várias das preferências dos desejos das necessidades. Dos participantes desse nosso movimento com Kardec. Antes de iniciarmos a nossa live, gostaríamos de fazer um
registro. Da passagem do nosso amigo Joelson Queiroz, músico espírita do estado do Rio de Janeiro que conhecemos há muitos anos, há quase 40 anos e que foi muito responsável, muito importante na disseminação do conhecimento espírita através da música. Nosso querido irmão fez a sua passagem no dia de ontem. E nós estamos aqui abrindo,
então. Essa nossa primeira live homenageando o nosso querido Joelson, onde quer que ele se encontre, que ele esteja em paz, em Harmonia e que ele possa realizar a sua passagem com serenidade. Re? Alcançando no plano espiritual a sua consciência e a continuidade da lei do Progresso, Joelson. Aquele abraço, querido, fique com a gente espiritualmente. Pois bem, vamos então trabalhar hoje com o pessoal prata da casa? Vamos iniciar com 2 conselheiros do grupo espiritismo, com Kardec.
Nesta que é a temática mediunidade no cotidiano. Olhos de ver. Vamos trabalhar então alguns aspectos relacionados à mediunidade a partir da diretriz trazida pelo professor Allan Kardec, sem deixar de lado também a questão prática do mediunismo ou da mediunidade a Brasileira. Para apresentar algumas diferenças, algumas convergências e, é claro, exercer como você já sabe, acompanha o nosso trabalho. A crítica construtiva que leva o movimento, o meio espírita ao
seu aperfeiçoamento constante. Vamos então iniciar a nossa live com um pequeno trecho que está no capítulo 14 de o livro dos médios, considerado por nós do ECK, como o manual de mediunidade, o guia dos médiuns e dos evocadores, como colocou Kardec. Na? No preâmbulo da obra. No subtítulo de o livro dos médios, Kardec, então, diz o seguinte. Todo aquele que sente num grau qualquer, a influência dos espíritos é por esse fato médium.
Essa faculdade é inerente ao homem, não constitui, portanto, um privilégio exclusivo. Por isso mesmo, raras são as pessoas que dela não possuem alguns rudimentos. Pode-se, pois, dizer que todos todos são mais ou menos médios. Você sabia disso? Eu, você, todos nós que estamos aqui, ao vivo, nos embalos de sábado à noite, do ECK. Todas aquelas pessoas que você conhece, com vive nas ambiências espiritas e também aqueles que sequer são espíritas.
Também são médios. Porque a minha de unidade é essa faculdade natural, humana da condição de encarnados que estamos neste momento de intercâmbio, de comunicabilidade entre nós, os vivos e eles os mortos. Então, sem mais delongas, vamos chamar os 2 convidados que integram o conselho de gestão do grupo espiritismo com Kardec Vem Pra Cá, Antônio Carlos Amorim, a banksia. Olá, Marcelo. Uma Alegria a gente retomar essas atividades, retomar esses essas conversas, esses debates.
E, afinal de contas, como você disse, todos somos médiuns. Se você falou a pouco do Joelson. E como compositor, é um dos nossos exemplos, não é isso? É isso mesmo. Eu conheci Joelson quando eu tinha lá os meus 14 anos de idade, na época que também conhecia o nosso Ricardo sardinha, um dos responsáveis pela parte artística do ECK. Você que não sabe? Nós temos 4 pessoas na área artística do Ecko, Ricardo sardinha, o Evandro oliva, esses 2 na área musical.
E a Débora Nogueira e a Cláudia Jerônimo? Na parte de artes cênica de teatro? Porque OE ceca também faz arte. Arte, no bom sentido da palavra. O Antônio Carlos Amorim é baixa, é técnico eletrônico, tendo atuado na área proprietário de uma empresa de montagem de equipamentos e manutenção industrial até 2005. Hoje está aposentado. Mas quem pensa que o aposentado não trabalha tá enganado redondamente. Ele é então secretário do centro espírita.
Louise, Ismael e da use união das sociedades espíritas do estado de São Paulo, distrital do Ibirapuera é membro também de conselhos da use, todos em São Paulo. Participa também do programa momento espírita, na rede Boa Nova de rádio e televisão, que recentemente completou 50 anos de Transmissão ininterrupta. Então, nosso amor em também é nosso colega, colega, radialista, porque participa do grupo de de estudos AA, partir da comunicação midiática do rádio e, portanto, estamos também.
Nessa área há muito tempo. Vamos chamar agora nosso outro convidado, Nelson Santos, a bancs e. Boa noite a todos. É um prazer imenso estar de volta. Nessas livres que realizamos. Com o intuito de? Trocarmos impressões Ideas, aprofundarmos nos estudos doutrinários no pensamento kr desse ano. Em toda relação Inter existencial que há. Para que nós possamos fazer? Da nossa vida, da vida social, da vida do povo. E da vida espírita, um ideal a ser seguido.
Muito bem, Nelson, seja bem-vindo ao Nelson. É bacharel em economia estruturadora imobiliário, é estudioso, espírita, livre pensador e apaixonado pela área de Humanidades. É membro do conselho de gestão e do conselho editorial da revista espírita eletrônica Harmonia que são mantidos, então, no pelo grupo espiritismo, com Kardec.
Muito bem, vamos começar a conversar sobre a nossa temática de hoje, a registrando também que o nosso querido Amorim faz parte da direção e da revisão de textos do ECKE também da nossa recente editora, criada para divulgar as mensagens espíritas através dos livros. AEDCK é a primeira novidade que você já conheceu esse ano nos nossos portal e também no grupo espírita. E secar no Facebook.
Meus queridos amigos, vamos colocar um pouquinho de sal no nosso cozido, vamos colocar um pouquinho de lenha na nossa fogueira e vamos começar com a primeira pergunta, que eu inicio com o Amorim Amorim, a mediunidade nas atividades espíritas, nas instituições espíritas, por vezes é sacralizada. Como se fosse um elemento destinado a pessoas especiais a pessoas iluminadas, que tem uma missão espiritual específica e exclusiva. O que dizer dos que pensam disso?
Bem, a gente pode começar dizendo que as pessoas que pensam assim estão enganadas, né? Mas é. É importante salientar que esse engano decorre, inclusive, da forma como muitas vezes as pessoas são introduzidas no conhecimento espírita. Como a maioria da população, é católica.
E é principalmente desse grupo social que vem os novos espíritas, ou seja, aqueles que tomam conhecimento com o espiritismo, elas estão acostumadas a considerar aquelas pessoas que são diferentes como meio santificadas. Os sacerdotes, eles são considerados alguém que está acima da humanidade geral, como se o fato dele de uma pessoa usar uma batina lhe desse alguma imunidade contra fazer bobagem. Se a gente sabe que não é assim, né?
Aliás, no próprio meio espírita, as pessoas acabam achando que os dirigentes, de uma forma geral, são pessoas especiais. Elas esquecem que todos nós temos tarefas a cumprir e todos nós estamos em aprendizado e, portanto, todos nós ainda erramos e por vezes erramos muito. Então, quando a gente fala em mediunidade? É preciso realmente um cuidado muito grande.
Para que a gente esclareça as pessoas a respeito da naturalidade da mediunidade, como você disse no texto inicial, Marcelo. A mediunidade é algo que está presente em todos nós todos, praticamente sem exceção. Mesmo que muito ligeiramente, a gente vai ter oportunidade ao longo do do nosso encontro de conversar mais a respeito desses
detalhes. E, portanto, se ela está presente em todos nós, o médio não é alguém especial, pode ser especial, no máximo no sentido de que ele se dedicou a prestar atenção a esse fenômeno. Tão especial quanto um pintor que qualquer um de nós pode pegar um pincel e lambuzar de tinta uma tela, mas o pintor é aquele que se dedicou a prestar atenção nos detalhes, a aprender a misturar as tintas de forma adequada, a combinar as formas de maneira a obter uma imagem
agradável. Mas nem por isso ele é alguém santificado. Então um médium, um pintor, um músico, eles só são especiais no sentido de que se especializaram em algo que desenvolveram a sua capacidade, mas isso não os torna acima da humanidade. Essa questão é muito importante para a gente salientar logo de início. Não é Nelson, porque muitos é companheiros nossos. Eles têm aquela visão como bem frisou Amorim. Ainda é um pouco contaminada, né?
Vamos usar essa expressão. Com os atavismos é das religiões que costumavam frequentar a própria organização do salão principal de uma instituição espírita. Induz a essa ideia transversa de uma autoridade ou de uma superioridade do dirigente, do palestrante, do médio em relação às demais pessoas comuns, né? Então, por exemplo, nós temos. É não raro em muitas instituições espíritas, um pouco
pito, né? Um lugar especial, onde vai ficar Oo organizador, o coordenador da reunião e o palestrante como se fosse o púlpito de uma igreja protestante, como se fosse o púlpito ou altar de uma igreja católica, né? Nós acabamos, é repetindo esses condicionamentos, esses atavismos e com isso mesmo,
inocentemente. Nós fazemos com que aquelas pessoas ambientadas com aquela estrutura durante muito tempo enxerguem no centro espírita, na atividade espírita, na mediunidade, essas questões que ainda santificam o exercício das atividades que deverão ser o mais simples e comuns possíveis. Nelson então, o que dizer dessa situação das pessoas que pensam em muito dirigente espírita, alimenta essa ideia? Né? Considerando o médium como alguém destinado, especialmente para uma atividade.
É um médium que vai receber o mentor da casa. É o médium que vai receber. Bezerra de Menezes é o médium que vai receber André Luiz. É o médium que vai receber o espírita famoso da sua região, que desencarnou alguns anos e que continua iluminando a atividade espírita. Como trabalhar? No meio espírita, nas organizações ou instituições espíritas, a desmistificação desses conselhos. É, esse é um problema seríssimo. E é. E se encontra aí na 90% ou mais das casas espíritas? É, há um excesso.
De sacralização do medo, do medo, espírito que se manifesta pelo médio e. Santificação do médium. Que dá a comunicabilidade. É isso é um problema. Que ele está presente? No mês espírita. É, desde. De Bezerra de Menezes. Desde. O início praticamente do espiritismo. A com ausência de grandes pensadores. No início do século 20. A federação espírita Brasileira. Utilizou-se imensamente. Do argumento de autoridade? Para dar? Credibilidade. Aos espíritos que se
manifestavam? Ou seja, isso já vem lá de trás. É com pacto Áureo. Que até o. Herculano pires e deolindo Amorim e outros. E com se? Não concordaram? E chamaram, até mesmo Herculano chamou de bula para Paulina. Piorou? Tivemos uma. Na suposta? Perspectiva de melhora quando a febre reformou os seus estatutos. Pensamos que abandonei a Mística de de Mustang, mas porém, está lá claramente nos seus estatutos. O terrível. Coração do mundo, pátria do evangelho. Então?
O que que acontece AA? A ação tutelar da FEB. Sobre as casas espíritas? Com raras exceções, como a use. Desvirtua totalmente o ambiente. O pensamento kr desse ano está relegado a um segundo plano na quiçá um terceiro. Como Herculano pires dizia, o espiritismo é um grande desconhecido. Então como falarmos? De mediunidade, sem dogmas, sem misticismo, sem mitos. Se não, não conhecemos em si a própria doutrina. A própria manifestação, primeira.
Torna-se muito difícil. Porque o misticismo está, como eu disse no princípio. No seio do espiritismo desde o princípio. O grupo de saião, através de bit como Sampaio, fazer Frederico Júnior já tem lá suas mensagens extremamente. Religiosas? Totalmente contrárias ao senso crítico e analítico de Kardec. Isso se arrasta, não é? Praticamente é uma centena de anos. Torna-se impossível mudar se isso em poucos tempo. As. Amares, como dizem que vem para o bem.
A covide in essa em a pandemia que aconteceu. Deu abertura há vários grupos de estudo. Das obras? Na internet? E isso está melhorando, está. Aquilatando está? Aprimorando. Os nossos entendimentos. Esperemos que esforços, como os nossos. Vem, ó, se traduzir. Em diálogos que possam mudar o atual cenário. Espírita brasileiro? O que é? Redigido? Pela FEB? E é. Tremendamente. Enaltecedor. De certos palestrantes? Que falam um absurdo. Como se fossem. Pastores, padres.
Kardec negou que o espiritismo fosse religião, mas a religião conseguiu estar presentes no espiritismo. Através. No meio espírita brasileiro. Pois bem, é, nós vamos aproveitar o ensejo que nós estamos trabalhando a mediunidade com a contextualização na sua realidade. Você que está presente conosco nessa live ao vivo. Para que você possa, através dos comentários ou dos
questionamentos. Passar as suas impressões a respeito da mediunidade da vivência mediúnica, que enriquecem sobremaneira o nosso debate. O Nelson fez uma remissão histórica muito importante que nem todas as pessoas conhecem que nem todas as pessoas estão a par, né? O Nelson falou da do pacto Áureo, né? Que foi um movimento das federações espíritas de vários estados do Brasil, ocorrido em 1949, e que buscou uma unicidade.
Tá de de procedimentos? Ao que deu-se o nome de unificação, unificar aquilo que estava espaço separado, dicotômica. E essa unificação simbolizou durante décadas, desde a década de 50 para cá, uma uniformização de procedimentos, como se existisse uma única forma de pensar. De entender e de praticar o espiritismo. Houve então. Uma restrição a determinados pensamentos a determinadas. É análises e, sobretudo, algumas práticas que passaram a ser.
Padronizadas dentro de um pensamento definido por uma minoria ou uma cúpula deste movimento espírita. Muitas pessoas, inclusive, não é Amorim, justificam esse processo de unificação, né? Nelson, dizendo que isso era a ideia original de Kardec quando falava do comitê central do espiritismo. Então, muitas pessoas justificaram ao longo do curso do século 20 a existência do conselho federativo nacional do Pactual e da estrutura das
federações espíritas. No Brasil como sendo a reprodução do comitê central do espiritismo, que foi sugerido por Allan Kardec ao movimento espírita francês daquela época para analisar as novas comunicações, veja bem, analisar as novas comunicações mediúnicas. Estabelecer um comparativo entre as novas comunicações e os elementos principiológicas ou fundamentais da doutrina
espírita. E para permitir que novas Ideas sejam as Ideas concebidas a partir do exercício mediúnico, sejam aquelas desenvolvidas pelas ciências humanas, pudessem tomar corpo, pudessem ser alcançadas ou incorporadas dentro do espiritismo. Então, feito esse esse. Essa análise ou essa contextualização daquele momento
citado. Pelo Nelson, vamos partir para mais uma pergunta e essa pergunta eu vou direcionar inicialmente ao próprio Nelson Nelson, falamos há pouco sobre a questão da naturalidade e da simplicidade da mediunidade. Que é o oposto da sacralização que estava contida na nossa primeira questão. OE secar enquanto coletivo espírita tem trabalhado nas suas lê vezes nos seus editoriais, na revista Harmonia, nos textos, nos artigos. A ideia de que a mediunidade realmente é algo natural e
simples. Isso não estaria em contraste, isso não seria um contrassenso em relação ao rigor metodológico utilizado por Allan Kardec em relação à mediunidade? No período de 1857 a 1869? Não, eu não acredito que seja. Como não encarou como um contrassenso aí, né, né? Porque? Kardec bem, vamos, vamos voltar a unidade. A mediunidade é um dom natural do ser humano. Todas as temos, como foi falado e é sabido, em menor ou maior intensidade.
Mas a mediunidade ela tem que ser educada, ela tem que ter um critério. Para que possa ter análise das mensagens mediúnicas. Porque? Oo médium tem que saber identificar. Qual isso espírito que está se manifestando? Por enquanto, faço ao saber identificar. É o naquilo que Kardec diz. A elevação moral do espírito, não importa o nome que ele usa, o nome menos é o menos importante, e sim o conteúdo da mensagem. Educado, medido inca, Men te, o médio não tem condições.
De fazer uma análise prévia e durante a comunicação, anão ser que ele seja um médium inconsciente. Que são raríssimos casos, sendo Chico um deles, raríssimo, ter um médico totalmente inconsciente. Então, o quando Kardec? Lança em primeiramente, as instituições práticas sobre as manifestações espíritas. Ele está começou a traçar um guia. Um modelo. Para que o médio tome a. Conhecimento pleno e aprofunde se no assunto e no estudo. Para que ele possa melhor desempenhar e aproveitar o seu.
Digamos. A sua mediunidade. Essa é minha opinião. Tá bom? Vamos ver então o que que o Amorim acrescenta nessa ideia do Nelson? O Nelson falou muito bem oferecer ao médium ou aquele que pretende desenvolver. A sua capacidade. É especializar-se no trato com a mediunidade, desenvolver o seu potencial, aproveitar ao máximo esse potencial. Mas aí nós estamos falando sobre aqueles médicos que tem a chamada mediunidade ostensiva.
Essa mediunidade, que frequentemente é empregada nos centros espíritas e que acaba criando em torno de si essa tal sacralização que nós estamos falando desde o começo da da reunião desde o começo do nosso encontro aqui. Acontece que a mediunidade, ela não está presente só no centro espírita e só nas reuniões mediúnicas. O que nós estamos falando hoje como foco é justamente a mediunidade no nosso cotidiano. E essa mediunidade? Ela não precisa de situações especiais.
Aliás. Ela se mostra justamente nas situações mais comuns do nosso cotidiano. Eu vou dar alguns exemplos. Muito simples, muito é. Cotidianos? Dessa mediunidade? Todos nós sofremos de vez em quando alguns esquecimentos. A gente chega em casa e. Ou a chave do carro, ou a própria chave de casa, ou algum documento que a gente carregava
na mão. E nós temos, todos nós temos o nosso lugar de guardar a chave ou guardar os documentos, mas algum dia a gente chega muito esbaforido, precisa correr até o banheiro ou está com muita sede, vai correr na cozinha, tomar um copo dágua? Não importa. A gente chega com foco em fazer alguma coisa diferente, daquela rotina de guardar a chave. Os documentos, é a roupa, seja lá o que for. E a gente deixa esse objeto num lugar diferente. Um lugar que a gente normalmente
não faria. No dia seguinte, quando a gente vai sair de casa? Bate a mão nos bolsos, cadê a chave? O documento ou a? Cadê aquela blusa? Cadê o óculos? A gente revira a casa. Quase ponha a casa abaixo. E desesperado, porque nós estamos no horário. Nós vamos nos atrasar. E quanto mais a gente fica preocupado, mais a gente em busca insistentemente no lugar onde as coisas deveriam estar. Quando, depois de alguns minutos, às vezes muitos. A gente resolve relaxar.
A gente pega um copo dágua, senta numa cadeira, numa poltrona. Ponha a mão na cabeça, puxa vida. Onde será que eu enchi esse documento ou essa chave? Na hora que a gente senta, relaxa. E de repente, um passarinho canta 11 carro passa na rua, faz um barulho diferente e a gente dá aquela desligada do problema. Ou seja, nós nós pensando. Deixamos de focar de maneira fechada naquela questão, naquele local onde a gente costuma deixar o documento.
E a gente por um instante, deixa o nosso pensamento meio livre. I. Parece que instala uma ideia na nossa cabeça. Hora. Essa ideia, aquele lugar que a gente nunca deixaria o documento ou a chave, ou seja lá o que for, a gente levanta de onde está e vai lá e o documento está ali, às vezes muito perto de onde nós passamos vários várias vezes naqueles minutos. E a questão é que eu coloco, é a seguinte. Se nós estávamos tão preocupados em encontrar o documento e
raciocinamos. Como foi que eu esqueci esse documento ou perdi eu, sei lá, enfiei em algum lugar. E a gente segue uma linha de raciocínio e tenta refazer o caminho que a gente fez quando entrou em casa. Nós passamos por aqui, nós fomos tomar água e tal. E verifica todos aqueles lugares? E com toda essa lógica, nós não encontramos o objeto. Como é que nossa cabeça ia magicamente encontrar a resposta justamente quando a gente para de pensar no assunto?
Então esses são os momentos em que nós abrimos a nossa mente para recepção de idéias dos amigos que estão à nossa volta. Porque a grande questão é compreender que nós não estamos sozinhos, mesmo quando na não há outros encarnados em torno de nós. Tem vários espíritos. Tem espíritos que querem nos ajudar e tem espíritos que querem nos atrapalhar. E vai depender de nossa disposição íntima com quem que nós vamos nos ligar mais.
E naquele momento em que nós relaxamos aquele espírito que quer nos ajudar, ele consegue plantar a ideia em nossa mente. E nós captamos e vamos lá, está lá, a chave está lá o documento, ou seja lá o que for. Então, a mediunidade está no nosso cotidiano e esse exemplo que eu dei. Isso se repete ao longo dos nossos dias.
Uma quantidade inimaginável. Quantas vezes nós precisamos de uma resposta para um problema e a gente fica batendo a cabeça naquele problema e não encontra solução em nosso, em nossa escola e em nosso trabalho, em nosso relacionamento social? E quando a gente relaxa? Parece que a resposta vem de uma maneira mágica, mas não tem mágica nenhuma. Tem o nosso contato com os espíritos que estão junto a nós. Nós vivemos imersos no ambiente espiritual.
As pessoas, inclusive, costumam dizer quando eu durmo, o meu espírito. Alto lá. Não é o meu espírito, eu. Saio do corpo, o que é meu é o corpo, porque eu sou o espírito. E como nós vivemos imersos nesse ambiente espiritual? Sem perceber, nós estamos em contato permanente com eles. Então, quando a gente fala em mediunidade, no cotidiano. Nós estamos falando. Também nesse. Contato aparente. Mente sutil que existe o tempo todo. Não é isso, Marcelo? Brilhante, brilhante.
Eu queria fazer 11 costura entre o que você disse, o que o Nelson disse não é, mas antes eu quero é lembrar o nosso querido Magrão. Para quem não sabe para que está chegando e secar hoje, Magrão é o jeito como eu chamo Jesus de Nazaré, o Magrão Magrão, aquele amigo querido está sempre próximo de nós e que foi responsável na história da humanidade por nos dar tantas diretrizes oportunas. Certa feita, dizem ele teria dito pedir e obter ei e batei e
abrir, se vozar. Essa ideia tem tudo a ver com o que o Amorim acabou de dizer. Você está ali, absorto, acabrunhado, preocupado, envolto na situação, esqueceu? Não sabe onde deixou? E você, de repente, entra em sintonia com as companhias espirituais através do que, através da tua mediunidade. E assim você consegue captar aquilo que eles estão ali tentando a todo o custo lhe dizer. Mas eles não podem entrar dentro da sua cabeça se você não der oportunidade, eles não podem ser
receptivos à sua súplica. Se você também não for receptivo. A ideia que eles querem transmitir, tudo obedecendo. Segundo Allan Kardec, há uma lei espiritual que é a lei da sintonia ou da afinidade entre vivos, entre vivos e mortos, entre mortos e mortos. Enfim, porque a mediunidade é sempre essa dinâmica de relação.
Entre os espíritos e o Nelson tinha falado há pouco que o primeiro analisar um fenômeno, uma ocorrência, uma intercorrência, uma comunicação, uma intuição, que foi isso que o Amorim acabou de tratar para mim. Marcelo Henrique a intuição é a primeira da mediunidade das mediunidades que o indivíduo possui ou que ela é exatamente a forma natural de comunicação, de interação. Com os desencarnados? Essa ideia que o Nelson passou é
o médium. Ele não deve se furtar jamais ao exame daquilo que recebeu, recebeu por escrito e recebeu por intuição. Recebeu porque ouviu, recebeu porque teve sintonia. Nós não podemos nos furtar de fazer essa análise, e aí tem um comentário do Ricardo sardinha, o Ricardo sardinha está aí com o bi, cuida dele, né? Porque ele tá controlando a live tá lá no YouTube comentando, olha só o que que ele diz, rapazes rapazes da do Simba, louça do sábado à noite. Esse é k Kardec falava sobre o
uso responsa. Flávio, da mediunidade, utilizando, por vezes termos Fortes, porém, isso não pode ser confundido jamais como uma prática destinada a poucos iniciados. É exatamente esse o tom da questão que nós fizemos, né? Na Na, na abertura nessa questão anterior, e o Neco vai emendar uma questão em relação a essa. É muito importante que aí eu passo para vocês.
Amorim, como tornar a mediunidade isso mais simples e natural que a gente está dizendo, na ambiência espírita, em casas e núcleos, sem o endeusamento dos médios e tornando então a atividade mediúnica algo acessível às pessoas? Bom, antes de mais nada com estudo, né? Porque sem estudar, sem conhecer o que é a mediunidade? O que essa nossa relação entre nós que estamos encarnados, nós somos espíritos e os outros espíritos que estão neste momento sem o corpo?
Sem compreender isso é difícil nós tornarmos natural esse contato entre os 2. As 2 ambiências nos 2 ambientes. É o capítulo 9 do livro da segunda parte do livro dos espíritos, que fala sobre intervenção dos espíritos no mundo corpóreo. Tem vários itens interessantes. O primeiro deles, penetração do nosso pensamento pelos espíritos. Como as pessoas costumam muitas vezes aprender espiritismo lendo romance? Aí fica realmente essa ideia Mística de que o médium é um
sujeito especial. E é por isso que nós defendemos que o estudo espírita deve ser feito sobre as obras fundamentais. Porque dessa forma nós tratamos das questões de uma maneira objetiva. Nós não estamos dizendo que não se deve ler livros de outros autores, inclusive romances. Qualquer um pode ler o que quiser. Aliás, não apenas espíritas. Nós devemos ler de tudo, de tudo.
Mas quando nós falamos sobre espiritismo, se nós primeiro compreendermos as obras fundamentais, ou seja, aquelas obras deixadas por Kardec. E pelo menos numa sequência racional proposta por ele mesmo, né? A gente fala em o que é o espiritismo, o livro dos livros, livro dos médiuns, revista espírita o evangelho segundo o espiritismo, o céu e inferno. Céu, inferno, gênese. Se nós seguimos pelo menos essa sequência, a mínima.
Nós teremos condição, como diz o nosso amigo Fla Disney aqui de São Paulo, de estar vacinados para ler qualquer outra coisa, inclusive compreender quando nos romances estão sendo usadas figuras de linguagem, né? As tais licenças poéticas, porque o autor precisa dar uma encaixada na naquelas, naquela sua descrição, para fazer 11 historinha palatável para as pessoas. O grande problema é quando as pessoas pensam que aquela descrição romanceada. É a ver, é a realidade, é o absoluto.
Então? A minha visão é que, para que nós tenhamos de uma maneira tranquila essa relação com a mediunidade. É essencial o estudo, a partir das obras fundamentais. As pessoas muitas vezes falam há, mas isso é chato, né? É desagradável? Fica lendo aquelas perguntas e respostas.
Olha, se você ficar simplesmente lendo perguntas e respostas, pode mesmo ficar muito desagradável, mas participe de um grupo de estudo onde nós apresentamos as nossas dúvidas, as nossas interpretações, e provocamos o debate. Às vezes a gente gasta uma reunião sobre uma questão. E às vezes, essa questão ultrapassa para a próxima reunião. Então, nós conseguimos aprender melhor. Qual é o sentido das perguntas? É preciso pensar em como as perguntas foram feitas e por que
foram feitas daquela forma. Naquela sequência, há 160 anos atrás, o Nelson já falou a respeito disso, da da, da importância de nós estudarmos adequadamente. Para podermos desenvolver a nossa potencialidade. Então? Numa primeira, é a abordagem. Eu creio que já falei até demais, não é, Nelson? Pois é, Nelson entra aí na conversa e nos diz aí, o que que você pensa a respeito da, do questionamento do sardinha? Estamos sem som. Aliás, o questionamento do Neco,
né? Sardinha fez um comentário. Bom, Nelson está com problemas técnicos, é ainda há pouco, ele estava com o bico. Idade, não é? Entrou 2 vezes na nossa Transmissão. Isso aí é característica de médio. Portentoso, né? Fica dando 2 vezes aí. Bom, Oswaldo tá fazendo um comentário aí uma pergunta. Conheço uma casa espírita onde o treinamento para o atendimento fraterno, treinamento para o atendimento fraterno é exclusivo para médios desenvolvidos. Curioso, Hein? Isso é razoável? Amorim?
Absolutamente, eu entendo que é exatamente o contrário. Porque quando a gente faz OOA recepção das pessoas na casa e o nome atendimento fraterno foi adotado. Apenas para que nós tivéssemos um nome para essa, para essa função. Mas não é um atendimento. É profissionalizado. Na Na é muito complicado nós pensarmos em atendimento fraterno como um local onde a pessoa vai para ser encaminhada para fun ções na casa espírita. A recepção no centro espírita tem que ser a recepção.
Como nós faríamos em nossa casa, abraçar as pessoas, receber as pessoas de maneira fraterna. De tal forma que ela se sinta bem com a nossa casa espírita. Se nós falamos que são médicos que vão fazer esse atendimento, presume-se que esse médium no atendimento vai receber uma comunicação que através dos espíritos, vai dizer o que aquela pessoa sofre e como ela tem que resolver. Mas nós não vamos resolver o problema de ninguém. Cada um é que tem que aprender e
vai resolver o seu problema. Todas as soluções colocadas por fora. Foram artificiais. E, portanto, serão soluções apenas paliativas e que podem resultar mais na frente em problemas ainda maiores. Essa é a visão que eu tenho que nós temos. Desenvolvido na casa em que nós participamos no Marcelo. Parece que nós estamos tendo aí é um problema de interpretação
ou de terminologia, não é? Se eu destinou médiuns a fazer qualquer tipo de atendimento inicial, as pessoas que estão chegando na casa espírita, eu não estou tendo atendimento fraterno, nem recepção nem nada, né? Eu estou tendo é um atendimento mediúnico. Eu estou tendo uma consulta, estou tendo 11 triagem, né? Estou tentando verificar se aquela pessoa possui algum distúrbio relacionado à mediunidade.
Se aquela pessoa está sob a influência de algum espírito específico, se aquela pessoa está envolvida numa relação, é de ódio ou de inimizade, é em relação a encarnados ou desencarnados. Tudo isso não é atendimento fraterno. São trabalhos específicos que ocorrem nas casas espíritas Brasil afora, mas que tem uma dinâmica bem diferente, o atendimento fraterno, como bem ilustrou Amorim. É um nome, é de fantasia, é um
nome. Até bonitinho para fazer aquele aquela ambientação de quem está chegando pela vez primeira ou pelas primeiras vezes para que ele se sinta em família para que ele se sinta. É envolvido pela comunidade que atua naquela instituição, para que se se sinta gente de casa, né? E nada tem a ver, portanto, com qualquer trabalho de natureza mediúnica. Tudo bem aí, Nelson? Estamos tentando, está certo, agora ficou assim, com 11. Dimensão é empírica, não é de
baixo para cima. Assim ficou interessante. Eu estou tentando arrumar aqui, vamos ver como é que nós vamos tratar essa questão. Queres entrar nessa nessa observação que foi feita? Eu não escutei. Observação, estava fora do ar até agora, então tá, então vamos passando adiante, depois do tu entra na próxima. Olha só, parece que teve um comentário da Telma que passou muito rapidamente e pode colocar na lousa novamente. Sou de uma época em que as reuniões mediúnicas eram feitas
em casa. Mas Telma, essa tua questão, essa tua colocação, vai vai vir exatamente naquela que eu ia fazer com os meninos em seguida. Então as reuniões eram feitas em casa, apesar da família frequentar a casa espírita e ainda nova, vi coisas admiráveis através de médiuns simples, porém muitos sérios que relatam rico esse, né? E aí, meus amiguinhos, eu quero é contextualizar, quero relembrar vocês um período muito próximo de nós, que foi o
período da pandemia, né? Que nós atravessamos com bastante dificuldade com o distanciamento social. Com a restrição das atividades públicas, com o fechamento das instituições espíritas em geral e também com a questão de nós termos interrupção de muitos trabalhos nas casas escritas, eu quero lembrar Nelson e Amorim e o departamento de mediunidade da federação espírita Brasileira expediu uma orientação, uma nota dizendo que era não recomendável a realização de atividades
mediúnicas. Nas casas das pessoas em função da de não poderem mais atuar nas casas espíritas, pelas restrições sanitárias, é impostas pela pandemia. Esse. Essa nota, eu quero ouvir vocês AA esse respeito e contextualizando a nota em relação ao comentário muito oportuno da Telma. O que dizer disso de uma entidade que representa o espiritismo? É no Brasil, se não representa
para todos, né? Representa oficialmente, já que não existe, como a Cúria da igreja católica 111, congregação nacional de bispos ou uma congregação nacional de espíritas. É, é, nós temos essa circunstância é de ser alguém que é ouvido, alguém que tem uma relativa respeitabilidade. Então, comparando a colocação muito sensata e muito oportuna da Telma com a nota do departamento de mediunidade da federação espírita Brasileira. Como ficamos? Começa com quem?
Pode começar com você? Essa. Manifestação da FEB, se eu estiver bem lembrado era, inclusive, não foi nem sequer. É uma manifestação de direção, foi de uma pessoa que utilizou os recursos da febre para difundir essa. Essa declaração, digamos assim. É muito interessante a gente discutir esse assunto porque existem 2 fatores, 2 vetores para serem analisados, a meu ver. O primeiro é quando nós temos
grupos que se reúnem em casa. De uma maneira, é orgânica, fraterna e realizam uma reunião mediúnica. Como pode ser uma reunião de estudo, como pode ser qualquer outra atividade feita de uma forma muito fraternal? E isso acontece em 11 manifestação mediúnica. E se esse grupo está preparado, já está acostumado. É a mesma coisa que se tivesse acontecendo numa casa espírita. Por outro lado, o que nós tivemos durante a pandemia? Eram médiuns isolados. Algumas vezes, sozinhos em casa.
E que se tivesse qualquer tipo de intercorrência, qualquer necessidade de apoio. Ele não teria nenhum tipo de de Socorro, nenhum tipo de Amparo. Então a nossa preocupação que nós expedimos essas informações na use. Era que essas pessoas realmente ficassem, é desamparadas. Essas pessoas ficassem envoltas em uma perturbação que elas provocaram e que não saberiam como resolver. Nós não vemos como ruim as reuniões mediúnicas em casa, desde que feitas de uma maneira organizada.
Eu vou dizer o que seria uma maneira desorganizada. Nós conhecemos um casal. Isso é apenas um exemplo. Esse casal participava de um grupo espírita. E o rapaz começou a receber algumas comunicações que era um. Digamos, um pouquinho estranhas para ser bem gentil. E certamente algumas pessoas do grupo em que eles participavam devem ter falado qualquer coisa. Devem ter sugerido que ele avaliasse melhor aquelas comunicações.
O fato é que ele recebeu uma comunicação entre as tantas, dizendo que ele tinha algo muito importante para realizar e que ele devia se afastar daquele grupo espírita e fazer as suas atividades mediúnicas em casa. E ele fez isso. Ele deixou o grupo, foi para casa e passou a receber as comunicações e os os tais espíritos disseram que eram sacerdotes e que tinham uma informação muito importante a passar para ele que ele deveria receber as comunicações.
Deveria fazer um livro, publicar o livro. Foi o que ele fez. Olha, é uma tristeza. Uma tristeza, para dizer o mínimo. O que aconteceu porque ele empregou recursos dele para escrever esse livro, para publicar esse livro. E é simplesmente. Descartável? Não se trata nem sequer de um romance que você poderia justificar a licenças poéticas. Não é um livro que se pretende doutrinário. E só tem bobagem. Para dizer bem. Abertamente? Então, a questão das atividades mediúnicas fora de grupos
espíritas tem esse cuidado? Precisa ser tomado porque no grupo espírita? Quando bem orientado, nós conversamos a respeito das comunicações. 111, reunião mediúnica, ela deve para ser bem organizada, ter uma parte reservada no final para discutir as manifestações que aconteceram. Não é simplesmente terminou. A última comunicação encerra, vai todo mundo para casa, não. Porque se nós não fizermos essa mínima avaliação. Como é que nós vamos ajudar a análise crítica?
Como é que nós vamos desenvolver a nossa percepção sobre as possíveis distorções que acontecem durante as comunicações? E se nós tivermos grupos familiares? Que não, que não sejam bem estruturados, isso pode acontecer. Eu já participei de reuniões mediúnicas em casa de família. Centros que se formaram dentro de casas de família. E é diferente. Eu Acredito que é importante o grupo, porque as diversas pessoas tendo visões um pouco diferentes, elas podem colaborar.
Na análise desse resultado das comunicações, Marcelo, sem que a gente tenha a intenção de proibir. Qualquer tipo de atividade, porque as atividades devem ser assumidas responsavelmente pelas pessoas envolvidas. Então não nos cabe proibir. Mas orientar. Muito boa essa tua fala, inclusive porque a gente precisa ambientar aquilo que ocorre norte a sul do país em relação às atividades, as instituições e os grupos espíritos. É existe há mais de 70 anos. Uma.
Recomendação. Do espiritismo organizado no Brasil, que faça que se faça o chamado evangelho no lar, que durante muito tempo também foi chamado de culto do evangelho no lar, quando a própria federação espírita Brasileira criou. É, e expediu. Panfletos é cartazes, é um pequeno opúsculo orientando como deveria ser feito. Aí nós nos perguntamos, vamos fazer o evangelho no lar? Que que consistia na orientação federativa de abrir o evangelho?
Segundo o espiritismo, ler uma passagem e todos os presentes comentaremos. Antes fazer uma. Uma harmonização do ambiente 11 prece e no encerramento dos trabalhos, a mesma coisa. Tudo isso Amorim e amigos envolve mediunidade. Tudo isso é suscetível de mediunidade ativa. Que pode ou não ser ostensiva. Claro que a finalidade não é. O desenvolvimento das aptidões, a chamada educação mediúnica. Mas somos médios em todos os
lugares. Evidentemente que uma reunião que ocorre num grupo espírita, que pode ser num centro espírita, ou pode ser um grupo familiar de espiritismo, como a Cláudia comentou há pouco, como a própria colocação da Telma e como nós já temos mais tempo de espiritismo. Tivemos a oportunidade de participar, vez por outra. São coisas bem diferentes. A mediunidade, ela está. Disponível. A qualquer momento?
E quando nós, entre aspas, demoniza a mediunidade para dizer que a realização de esta ou aquela atividade? No lar ou fora de um centro espírita, pode ser suscetível ao desenvolvimento de uma influência? São negativa de um desencarnado sobre um encarnado. Nós não entendemos nada da mediunidade, segundo Allan Kardec. Então é importante dizer que. Embora. A limitação que tivemos em função da pandemia obstaculizou completamente as reuniões
mediúnicas nas casas espíritas. Nada obstava nem obsta que nós continuemos sendo médiuns em qualquer lugar onde nos encontremos. E aquela fab? Olá, aquele romance Amorim que você falou há pouco, de que a estrutura da casa espírita, a redoma espiritual de uma instituição espírita, faz com que tudo esteja protegido, tudo esteja organizado. Na prática, não é bem assim. Se não, nós não teríamos, por exemplo, aquilo que no linguajar comum e popular se diz incorporação.
De pessoas em ambientes espíritas e, não raro até derrubando cadeiras, derrubando mesas ou tendo uma força que a pessoa fisicamente seria incapaz de ter, não é? O ambiente é sempre aquilo que você disse há pouco. A educação, a educação mediúnica, a educação dos nossos sentimentos e, sobretudo, o desejo sincero, íntimo. De fazer o bem a quem quer que seja, vamos chamar para recompor a nossa mesa, já que o Nelson está com problemas técnicos. O nosso querido Ricardo sardinha.
Bem-vindo Ricardo sardinha. A técnica vai dizendo para mim esperar um pouco da tua vó hoje está hoje está sensacional, mas o nosso público sabe que a gente. Faz ao vivo e por fazer ao vivo, estamos sujeitos aí. As dificuldades da internet. Vamos seguir então Amorim nosso bate-papo tu querias fazer uma intervenção?
É. É que aqui em São Paulo, nesse momento está chovendo aqui na zona norte, chovendo bastante, então isso deve estar prejudicando ainda mais a situação do nosso querido Nelson. Mas certamente nós teremos outras oportunidades de de ouvi-lo. Se me permite, é. Você falou a respeito da da redoma que algumas pessoas fantasiam que protege o centro espírita, como se na porta do centro espírita ficar sem espíritos, impedindo algum espírito de entrar, o que, evidentemente, não é uma
realidade, né? Os espíritos se aproximam de nós pelo que nós somos, não pelo que nós fazemos de conta que somos. EE efetivamente os grupos espíritas no centro espírita se a partir de um estudo bem feito, terão mais equilíbrio, terão mais. É apoio uns aos outros. Porque o grupo se estrutura para isso? É, mas. Como você disse, a mediunidade está o tempo todo em nós. O que nós somos, os médiuns, porque nós somos espíritos e nos comunicando uns com os outros.
E isso aparece até quando é ao longo da semana eu pensava em várias possibilidades de tratar o assunto aqui nesse nosso encontro, me preparando para isso. E a gente faz uma porção de cálculos e imagina o que que a gente pode apresentar. Mas na hora. Conforme as questões vão surgindo, nós temos que usar dos nossos recursos. Mas esses recursos são limitados e frequentemente os espíritos nos sugerem.
De uma maneira quase imperceptível, determinadas abordagens e a gente entra por aquela abordagem, acaba tratando do assunto de uma forma bem diferente daquilo que nós tínhamos calculado, a mediunidade está o tempo todo em nós. Isso acontece em nossas aulas acontecem em nossas conversas sociais, nossas conversas profissionais. É só. Nós temos essa abertura sempre presente em nós. E principalmente, quando a gente fala em música e composição nessa linha. Muito bem, vamos chamar então
Ricardo sardinha para nossa. Roda de debates, mas antes vou apresentar o Ricardo sardinha. Não é que é analista de sistemas. Atualmente aposentado, coordena o grupo espírita casa do caminho, a área musical do ECKE é membro do conselho de gestão do grupo espiritismo. Com Kardec esteve muito tempo na nossa Terra Natal, o Rio de Janeiro, mas agora está radicado Na Na paradisíaca Juiz de Fora, em Minas Gerais. Seja bem-vindo então Ricardo sardinha, a bancada mais quente do esse.
Do do, do movimento espírita brasileiro. Boa noite a todos é agora. Eu sou um min heroica, não é? O melhor. É Caio de paraquedas aqui, né? Aí, mas muito feliz de estar aqui participando dessa, dessa conversa tão importante, né? Pra todos nós, né? E um dos pontos que me chama atenção é quando a gente fala nessa questão do das. E os estudos, né, do espiritismo no lar. Que, equivocadamente, o movimento espírita chama de culto do evangelho no lar, não
é? Então, assim, eu tenho uma experiência pessoal muito importante com isso, não é? Os meus filhos foram, vamos dizer assim, iniciados no espiritismo. Dos nossos estudos em casa não é descobrir a obra de Allan Kardec se interessavam por estudar, não é o livro dos espíritos. A gente debatia os temas, tanto o evangelho, segundo o espiritismo. E é uma coisa muito natural em casa e o grande equívoco que eu vejo muitas vezes é por isso que eu vejo essas campanhas pelo
culto do evangelho no ar e tal. Não é que a gente tenha que ser contra isso. O grande problema muitas vezes é um desvio de finalidade. Uma vez eu estava num grupo desses grupos do WhatsApp, né? De arte espírita. Alguém postou uma tirinha, não é? É uma tirinha chamado inspire. Tinha um pessoal metido, engraçado e tal, e aí aparece a nessa nessas. Nessa tira 2 espíritos obsessores, né?
Com carinha de mal ali, um dizendo para o outro é, olha, não consigo mais perturbar o fulano porque é o nome do fulano lá. Mas o outro fala, mas porque aí aparece assim porque ele está fazendo o culto do evangelho no lar, aí aparece aquela luz saindo da casa, os peito fazendo assim, e aí eu quebrei maior pau lá no grupo na época, por conta disso, né? Eu falei, gente, isso é péssimo, sabe? Isso é totalmente, presta um
desserviço. Como eu já pessoal estava acostumado comigo, normalmente arrumava confusão mesmo, né? É, eu expliquei para eles, olha, se ele dissesse que ele não consegue mais se aproximar do fulano, porque ele está mais paciente, né? Porque ele tem estado com melhores pensamentos, com melhores atitudes, com mais compaixão pelo próximo estaria Jóia. Mas o problema é o pessoal fazer o culto do evangelho no lar, achando que isso é um amuleto para espantar o obsessor.
Não é? Então, como a gente transfere algumas coisas, né? Inclusive num debate que estava rolando no nosso grupo hoje, lá na secar, né, das nossas. É essa questão das da do sincretismo. A gente muitas vezes traz um Monte de coisa para dentro da doutrina espírita. É mudando o nome. Então há, não, espiritismo, não tem amuletos, né? Não tem nada disso, mas a gente cria um amuleto, precisa de uma muleta, então vamos orar, né? Vamos botar uma música bonita
aqui, está. Isso tudo é ótimo, não tem mal nenhum. O problema é você achar que você durante a semana inteira mora em aqui, você está ali, você acha que isso resolve todo o resto da semana em que você está destratando o porteiro, né, humilhando a pessoa que trabalha na sua casa falando mal de todo mundo o tempo inteiro isso não resolve, né? Mas é isso que eu estou chegando, falando demais já. Beleza excelente é contextualização. Eu também não. Nunca gostei muito daquela tirinha.
Não é? A gente lembra dela desde a época de Mocidade espírita, não é? E representa exatamente o oposto, antítese daquilo que a gente costuma entender do espiritismo, né? Não é o exterior, não é a convenção, não é a estrutura material que fazem diferença, né? Se não nós vamos estabelecer aí uma egrégora, como gostam de dizer os espíritas religiosos. De proteção dos indivíduos dos
grupos. Quando você grego lá não existe ou se existe alguma egrégora, é a sua condição íntima, é a sua saúde interior, é aquilo que você pensa, fala e age. Esse é o melhor advogado para você diante das circunstâncias, sobretudo as mais difíceis. Ou pensas do existir? E todos nós temos a tensão de viver, porque não viemos aqui para passeio e porque a nossa mediunidade nos coloca.
Tão bem, bem, disseram OA Mourinho Nelson há pouco, em contato com as individualidades que podem ser boas ou ruins, podem ser evoluídas ou ou não evoluídas. Estão em contato conosco. Pela nossa atração. Pela lei da atração da sintonia mental, minha gente, eu vou fazer uma pergunta mais capciosa, né? A pergunta mais nível haard, que é também uma característica aqui do ECK, eu vou começar pelo Ricardo sardinha aqui, já entrou
de para queda de ultraleve, né? E já vai aí surfar na nossa live com toda tranquilidade, com a experiência e com a bagagem que ele tem demonstrado nas nossas atividades do ECK. Aguardem. Que o Ricardo sardinha vai fazer bagunça nesse secar esse ano. Aguardem, só não vou dizer o que é para não perder aquele élan da surpresa, não é? Sardinha durante praticamente todo o século 20, a mediunidade nas instituições espíritas brasileiras foi elitizada.
E tratada como algo destinado ao intercâmbio com espíritos brancos. Cultos e com relativo nível intelectual, social e económico. As famosas, abre aspas, mesas brancas. Isso não seria contrastante com a ideia? Que ideia que está presente inclusive na codificação de que, independentemente do formato com que o espírito desencarnado se apresente. Ele tem uma bagagem, tem uma lição de vida.
Tem Ideas que podem e devem ser compartilhadas e que ao serem compartilhadas, precisam do nosso exame lógico racional, como asseverou Allan Kardec, para separar o joio do trigo. Para dar é ressonância às informações úteis e deixar de lado aquelas que sejam mera opinião pessoal do espírito. Como alterar essa realidade que vigorou por todo o século 20? Para termos uma mídia, unidade inclusiva nesse século 21. É, acho que já entrou muito pelo 21.
Também não é bom. Eu, na minha experiência, em diversas, em diversas casas, eu pude conviver. É para essa questão da mediunidade diversas formas em alguns grupos que eu trabalhei, você tinha assim, é, diversos pretos velhos, né? Que se que se comunicavam e que traziam sempre assim 11 carinho não é muito bonito, não é 1111 envolvimento que muitas vezes sem usar palavras. Palavras muito elaboradas e tal traziam com muita simplicidade, recados muito importantes, não é?
Agora tem um detalhe, não é o Marcelo, nós seres humanos como eu, brinco aqui é espíritos de terceira ordem, raiz, não é como nós somos aqui, encarna Dinho. Nesse planeta de provas e expiações. Mesmo em ambientes como ambiente espírita, no qual a gente tenta de alguma forma, né? Agir de uma forma diferente como as no mundo. A gente sempre tem algumas tendências e uma delas é uma
tendência por poder, né? A gente gosta muito dessa coisa de ter poder e é no ambiente de um centro espírita você ser o médium, não é? O médium, é uma forma de exercer poder. Então eu já convivi, por exemplo, em situações de conflitos, em grupos, espíritos, não é? Às vezes 2. 2 grupos assim, em que a coisa acaba aumentando o tom de uma forma, e aí você começa a perceber como a mediunidade é utilizada para
reforçar o seu ponto de vista. Então, uma vez eu comentei lá, eu acho estranho que nunca vi nenhum de vocês aqui é trazer a presença de um espírito e essa presença do espírito dizia que você está errado. Não é o espírito sempre vem reforçar o meu ponto de vista. Olha, eu estou vendo aqui um espírito. Ele está dizendo que eu estou fazendo é o certo? Há, mas eu também estou vendo o espírito aqui. Aí começa essa. Essa. Essa confusão não é se a gente
realmente trouxesse. O estudo do livro dos médios, um detalhe muito importante que ele traz que a mediunidade é uma coisa que pode ser trabalhada não é para qualquer um de nós. Inclusive, você tem um comentário que tem 11 artigo na revista espírita muito interessante chamado espiritismo nas previsões. Eu não lembro se é exatamente nas prisões ou nos presídios alguma coisa assim. Eu não sei se vocês lembram, não é que é um relato de um presidiário. E aquelas prisões da França lá
atrás, não é? Que começou a estudar a obra do Kardec, começou a ter psicografias ali de São Luís, dentro da prisão, né? Ele tocava correspondências com com o Kardec, demonstrando que isso é uma coisa para para acesso de todos. Então o esse sacralizar da coisa do médium, olha o médio é aquela pessoa que entra no centro que vai dar consulta para todo mundo, acaba virando muitas vezes até de forma inconsciente, um instrumento de poder. É um instrumento de de a pessoa se sentir.
É, é importante. E às vezes, é. A é por. Por ter essa necessidade, a pessoa às vezes fica preocupado que as suas comunicações também sejam muito, né? Rebuscadas, às vezes não é EE, pode ficar, por exemplo, não se o. Se eu der aqui 11 comunicação, por exemplo, de um preto velho, eu posso ficar mal visto, porque tem gente que tem preconceito com isso, não é gente boa, inclusive, que eu tenho até muito respeito. Tem esse tipo de preconceito.
Mas assim, Marcelo, eu já já tive experiência também em casa espírita, que não tinha esse preconceito, não é? E a coisa fluía muito bem, também. Então é uma. É uma questão que tem que ser realizada com muita, com muita tranquilidade, né? Em qualquer grupo espírita, a primeira coisa é você passar para as pessoas com mediunidade. É uma coisa natural e você não é melhor nem pior por ser médio, né? E aí a Mourinho tem condições de nós? É estabelecermos aí uma mediunidade, pé no chão.
Ou vamos continuar? É com a mediunidade de Salto alto. É o problema do Salto alto. É que quem não está bem muito acostumado acaba caindo, né? Então precisa saber andar de Salto alto. É OOO. Ricardo falou a respeito das pessoas que inconscientemente acabam virando foco da atenção. Eu não sei quanto que isso é inconsciente, sabe, porque eu. Nós já presenciamos como a gente participa do movimento espírita há muito tempo, a gente já participou de muita reunião, já
visitou muita casa espírita. E o que a gente percebe é que quando a pessoa é se sente superior. Ela faz questão de reforçar isso. É do tipo. Assim a presidente do centro, ela espera, todo mundo está sentado Na Na reunião, já sentado nos seus lugares. Aí ela entra com uma postura meio altiva, senta numa cadeira diferenciada, numa mesa especial. Não dá para dizer que isso é inconsciente. A pessoa pode até achar que isso é natural, porque ela se sente mesmo muito melhor.
Mas inconsciente é difícil. E a gente volta. Aquela questão é só o estudo que pode resolver isso? OA nossa participação ativa na casa espírita não pode ficar restrita à reunião mediúnica para começar. Antigamente era muito comum. Antigamente eu digo, há 2030 anos atrás, era muito comum pessoas que iam na reunião é iam ao centro espírita só para participar da reunião mediúnica. E qualquer tipo de solicitação para que ela participasse de de alguma palestra, de algum estudo?
Tá, mas eu já sou um médium formado, sou médium, pronto, não preciso nada disso. O que significa que a pessoa realmente não entendeu. Que todos nós, em aprendizado constante, precisamos permanentemente continuar aprendendo. É na casa em que nós participamos. Nós enfrentamos problemas desse tipo, pessoas que só iam na reunião porque era a reunião mediúnica. E como as pessoas não iam em outra reunião? O que a gente fez? Nós transformamos a reunião em reunião de estudo.
E dá para adivinhar o que aconteceu, né? Sumiu um Monte de gente. Porque eles não estavam interessados. Em participar de estudo para se aperfeiçoar. Eles estavam apenas querendo se valer daquele ambiente para se projetar. Embora não recebesse nada especial das outras pessoas, mas as pessoas, aquelas pessoas não estavam, é capacitada. Se ainda posso dizer a compreender qual é o objetivo do espiritismo, porque muitas vezes faz pessoas falam em espiritismo
como se fosse para os outros. A eu sou médium, eu recebo comunicação que resolve o problema dos outros. A primeira pessoa. Que precisa prestar atenção na comunicação. É o médium? Porque muitas vezes é para ele a comunicação. É para ele a chamada de atenção. E se nós não tivermos isso muito claro? Inevitavelmente, a gente vai cair nesse processo de sacralização do médium. O médium vai se achar uma pessoa especial, vai começar a exigir
uma situação especial no centro. Então, efetivamente, OA mediunidade, ela precisa ser encarada como o desenvolvimento de mais uma das nossas faculdades. Tem 5 que todo mundo conhece, visão, audição, tato, né? Mas essa é mais uma. Nós poderíamos dizer que é uma o tal sexto sentido. Todos nós temos, e isso precisa
ser encarado com naturalidade. E, assim como as outras, ninguém consegue escrever um livro, se não de de se não se dedicar ao estudo de processos de redação ao vocabulário, às regras de gramática. Apesar de todos serem capazes de escrever, de ler. Mediunidade é a mesma coisa. Nós precisamos nos dedicar a compreender como é a mediunidade, quais são os processos e que, no que nós estamos envolvidos. Talvez pareça um pouco fora, mas quando nós estudávamos o céu e o inferno em nosso grupo.
Um dos nossos companheiros? Ele fez um alerta. Porque naquela segunda parte tem muitas muitos relatos de espíritos que estavam em sofrimento. E apesar disso, eles deram as comunicações. A gente muitas vezes ler aquilo como se fosse apenas uma história. Nós precisamos ser gratos àqueles espíritos que, apesar do seu sofrimento. Deram a sua manifestação e essa manifestação serve para nos esclarecer. Então, quando a gente fala em
reunião de desobsessão. Que muitas vezes a reunião de obsessão é colocada como píncaro das atividades mediúnicas da casa. E as pessoas que participam lá são as aqueles médiuns escolhidos como se fossem os superiores. Na reunião, desobsessão muitas vezes. Nós estamos enfrentando o nosso espelho. E é preciso ser muito equilibrado. Para não partir em discussão com esses espíritos que por vezes. Colocam em nossa frente as nossas falhas. Então, a mediunidade, a meu ver.
É algo natural. Mas como foi colocado logo no começo pelo próprio Ricardo? É algo muito Sério. E quando nós tomamos conhecimento e consciência da seriedade da mediunidade, nós precisamos ter uma outra postura. Perante esse processo, Marcelo. Muito bem, Oo. Nosso Ricardo terini fez inclusive uma intervenção aí e quando os dirigentes acham que as expressões dos preto velhos são sinais de inferioridade e pedem para o médium controlar a fala. Né? É exatamente.
É isso que o Amorim acabou de colocar, exemplificando. A segunda parte do céu e inferno, o espírito, ele não raro. Ele acaba se manifestando. Da sua formatação última, é claro que na teoria de mediunidade de Allan Kardec. Disse que o espírito pode escolher a forma como vai se apresentar. E a linguagem que vai utilizar não é? Nós devemos enaltecer exatamente no curso da fala do Amorim.
A Riqueza de detalhes que ele vai nos trazer, então, aparentemente, AO linguajar truncado de alguns espíritos. Com algumas imperfeições no vocabulário. Não devem jamais desmerecer. A intenção e o conteúdo da mensagem. É claro que quando se trata de uma psicofonia, nós vamos ter uma expressão o mais autêntica possível. Agora, quando se trata de uma psicografia. Toda página psicografada passa por revisões, e não apenas uma única revisão deveria começar
pela revisão do médio. Depois do grupo ao qual ele está submetido. E se essa psicografia for submetida ao grande público, seja pela forma escrita de um livro, de um jornal, de uma revista espírita, ou seja, através de material que é colocado à disposição de grupos espíritas como esse é k? Devemos sim, fazer as retificações no vocabulário para melhorar sem alterar o conteúdo
da mensagem. Então, Ricardo, essa realidade que você projeta no seu comentário, na sua pergunta é exatamente aquilo que nós colocamos, como o grande contexto da mediunidade de Salto alto do século 20 nas instituições espíritas brasileiras, em que determinados espíritos eram escorraçados em que determinados médiuns eram censurados ou eram repreendidos por dar vazão a entidades que ainda estão na formatação. Da sua última encarnação, que desejam ser reconhecidos como tal.
E nós não aprendemos com essa pluralidade. Nós não aprendemos com essa miscigenação, com essa multiculturalidade muito necessária para que nós aprendamos que a mediunidade não é jamais patrimônio do espiritismo, patrimônio da filosofia espírita, patrimônio das instituições espíritas. Portanto, que tenhamos agora, nesse século 21, um século mais aberto, à discussão e ao debate, justamente porque muitos coletivos espíritas estão.
Se posicionando sobre as questões que eram tidas como tabula rasa dentro da prática espírita. Que nós tenhamos oportunidade de discutir, de debater seriamente com equilíbrio, como fazemos no SKE de apresentar novos paradigmas para os grupos e instituições espíritas nesse milênio que deve nos conduzir para o período intermediário. Como disse Allan Kardec, que seria sucessor. No período religioso, onde nós ainda nos encontramos.
Minha gente, não. Perdão, não, Ricardo, o último último é. Essa fala do do do Ricardo, essa colocação, ela bate um pouco também com a nossa arrogância, né? Nós, espíritas kardecistas, nos achamos como outro dia nós fizemos aqui, não é o último lápis da psicografia. Né? Ou seja, o então quando a gente morre de medo de ser confundido com umbandista, não é anão preto velho, não, não sou macumbeiro, não sei o que, mas não é com o católico.
Tudo bem. Tem uma pergunta da Marta para mim aí. É, estava aparecendo aí apareceu ali sardinha da consulta. É a, posso explicar rapidinho? O Marta eu já convivi em centros que tinha essa coisa da médio, né? Aquela média tal que depois da reunião pública tinha uma fila. Para para conversar com ela, sabe? E aí é porque ela tinha acesso. Aí os bons espíritos é uma pessoa maravilhosa que eu tenho um carinho imenso. Nada contra ela, né?
Mas existia em torno dela essa, essa coisa Mística e mágica. Então ela, como se fosse aquela grande pitonisa e que não podia nunca ser questionada, não é? EE nunca reagia com agressão e tal, mas é. Era aquela coisa em volta, não se permitia falar, então isso é muito mais comum.
Do que se pensa, não é? O sardinha, vamos falar OOOECQS aquilo que todo mundo entende, o Marta, essa médium que o sardinha acabou de dizer que dava consulta, tinha o espirit card, tinha o cartão de acesso à espiritualidade superior e, portanto, ela dava a consulta assim. Pô, tu não acredita nisso? Pois é, isso é realidade na maioria dos centros espíritas, né, de pessoas que têm uma carta branca, uma porta aberta. E conseguem se comunicar com a alta espiritualidade? Né?
E aí, meus amigos, eu queria aproveitar toda essa nossa conversa bacana. Para dizer que nós somos um movimento de muitas contrariedades. Nada disso. Porque dessa maneira como nós, estruturamos o espiritismo durante todo o século 20, sacralizando a mediunidade e deixando a mediunidade como algo inalcançável para o cidadão médium comum para o cidadão, pé no chão, simples. E estabelecendo às vezes a ideia
de que não. A mediunidade é uma coisa muito séria e Kardec já dizia isso quando tratou lado das mesas girantes que estavam nos grandes salões da Europa ao seu tempo e por ser uma coisa séria, deve ser realizada em ambientes mais seletos, em lugares mais reclusos. E aí nós temos. Durante pelo menos uns 60 anos, um pouquinho mais, talvez 70. Um personagem muito conhecido do nosso movimento espírita, um personagem muito cultuado da nossa é realidade espírita federativa.
Que faz grandes conferências ou fazia. Não sei se ainda continua fazendo. Públicas, reunindo 2000-3000 5000 pessoas, às vezes até em ginásios ou em grandes teatros e grandes auditórios. E no final das suas atividades de exposição doutrinária. Ele, entre aspas, incorporava uma entidade espiritual, geralmente uma entidade espiritual que continuou envelhecendo no tempo, ou seja, quando morreu, tinha em torno de 80 anos de idade e no plano espiritual, parece que tem 160
porque continua envelhecendo. Foi se tornando cada vez mais. Cansado? Caduco, se bem me entendem, e aí as pessoas aplaudem essa manifestação mediúnica como sendo uma forma de demonstração da comunicabilidade entre os espíritos. Então, esse aparente paradoxo é a realidade do nosso movimento espírita em mais de 100 anos, em que ele se encontra estruturado aqui no Brasil. Vamos ser mais pontuais, 125 anos.
E nós precisamos romper com essas contradições, com essas antinomias que existem no movimento espírita. A mediunidade não é para ser sacralizada, a mediunidade não é para ser colocada num altar santificada ou numa redoma de vidro. A mediunidade é algo natural e se expressa nas vivências do ser humano em todos os ambientes onde ele se encontra. Querer que a mediunidade seja divinizada ou restrita a determinados rituais não faz parte da estrutura e da proposta de Kardec.
É claro que determinadas atividades devem ser realizadas com muita seriedade em grupos pequenos como Kardec recomendou. E nós não precisamos mais da fenomenologia mediúnica para atrair adeptos nem atrair a atenção daqueles encarnados que desejam saber um pouco mais sobre o espiritismo. Essas questões precisam ser revisadas.
Essas questões precisam ser enaltecidas, porque esse contraditório entre a nossa teoria e a nossa prática tem transformado o espiritismo numa seita cristã, onde a lógica, o raciocínio e o bom senso. Às vezes estão na porta da fora da instituição espírita que nós frequentamos ou participamos em a gente. Nós estamos alcançando aí 1 hora e meia de live dessa primeira live da nossa programação de 2023, que vai se estender até o mês de dezembro.
Aguardem, porque nós estaremos temas muito interessantes, temas novos. Estaremos trazendo para a bancada do ECK convidados especiais, alguns que já estiveram por aqui. Outros que vão aparecer pela primeira vez, então fique atento através dos nossos canais e vocês estarão sabendo da nossa programação.
Temos mais 3 livres programadas para o mês de fevereiro e pergunta para o mês de março e vamos contar com a sua audiência com a sua participação, meninos, meninos de luminosidade exacerbada de luminosidade presente nessa nossa primeira live. Vamos abrir espaço para as nossas considerações finais, começando pelo nosso Antônio Carlos Amorim. Bem, nós estamos encerrando o nosso encontro de hoje, não é? I. Teve uma manifestação agora do Juan, se não me engano, que a
mediunidade é uma prova difícil. Pode ser uma prova, mas pode ser uma grande ajuda para o nosso cotidiano, para a nossa, para o nosso desempenho humano. É, depende de como nós tratamos desse fenômeno, assim como a visão. Tem pessoas que usam a visão. E, com isso, conseguem aprender muito e tem pessoas que usam a visão só para encontrar problemas na sua vida. Assim as mãos, as pernas, nosso corpo todo nossa mente, nós podemos transformar tudo o que
está em nós. Para o bem ou para o mal, depende de nós, e esse é Oo grande ensinamento que o espiritismo nos dá. Que nós somos responsáveis pela nossa Felicidade ou infelicidade? Mesmo quando nós sofremos injunções da vida. Nós podemos ser felizes dentro da nossa capacidade, se nós soubermos trabalhar todas essas dificuldades para aprender. E tem muita gente que tem todas as benesses da vida e vive infeliz. Porque não se encontrou ainda? Então, já que nós falamos sobre mediunidade.
Lembrar que, como nós estamos imersos, como eu já disse no ambiente espiritual, nós estamos. É o tempo todo, é envolvidos por espíritos. Façamos que esses espíritos sejam nossos amigos através de uma postura adequada, de um comportamento mental adequado. E assim, certamente nós seremos menos infelizes e quiçá mais felizes. I.
Como nós falamos de inspiração. E uma pequena observação, Marcelo, eu entendo que existe um problema pequeno problema de linguagem, porque a intuição, no meu entendimento, é quando nós lembramos de algo que já faz parte de nós e a inspiração é quando nós recebemos essas idéias que vêm de outros apenas para diferenciar. E nós vivemos sempre sendo inspirados. E uma das coisas agradáveis da nossa vida que nós temos e que depende da inspiração, é a arte.
Não apenas o teatro na poesia. Mas a música também. Então, agradeço a companhia aqui do nosso querido Ricardo. Nosso prezadíssimo Ricardo Gomes da Costa. E que a gente possa sempre estar trocando experiências aí pela vida, abraços a todos. Sempre essa simpatia, sempre essa palavra de incentivo de conforto. Amorim traz para nós, não só nas livres. Vocês conhecem o amor em pelas livres, mas o Amorim está no dia a dia do e secar, nos ajudando a construir esse projeto sempre
com essa. Essa pitada de bom senso de equilíbrio alguns, como eu, são mais abruptos, né? O alemão, que mora em mim é bem, é. Movimentado, mas o Amorim sempre traz essa dose aí de serenidade, muito importante para nossa caminhada. Obrigado Amorim, por ter aceito o nosso convite por ter estado conosco. Nesse bate-papo tão natural, tão harmônico, tão simples e ao mesmo tempo tão. Contextual? E que nós possamos ter outras oportunidades de tê-lo aqui conosco, vai lá para a salinha
do chá, um grande abraço. Ricardo sardinha, as suas considerações finais e depois a gente tem a surpresa, não é aquela coisa e tal e coisa que a gente combinou está isso aí. Rapaz, eu tô me sentindo aquele jogador que entra porque o outro se machucou, né? Por um lado, a gente lamenta. Aí o Nelson não ter continuado com a gente aqui. Por outro eu fiquei muito feliz em ter a oportunidade de estar aqui conversando com vocês sobre esse tema que me fala fundo ao
coração, né? Então, muito obrigada por essa oportunidade. É um tema, realmente. Muito bonito, muito importante que a gente precisa estar atento e só completando um pouquinho da fala do meu querido Amorim. Está é uma vez eu ouvi uma fala do do do nosso querido Raul Teixeira. Que eu realmente posso não estar compreendendo por conta do contexto. Quando ele diz que o espiritismo não é para quem quer, mas para quem aguenta. Já ouviu isso, Marcelo?
Né? E essa fala confesso que me incomodou porque parece que ser espírita traz um peso, não é? Há uma responsabilidade, cara, você espírito é muito bom, é muito bom. A gente precisa levar isso com leveza, né? Hoje mesmo a gente teve essa notícia, né, do nosso querido Joelson é um amigo muito próximo, muito querido, a gente fica triste, sente a falta, mas saber não é que ele está continua do nosso lado, vai estar, talvez até mais próximo do que estava antes aqui, nos
inspirando com a gente. É muito bom a gente saber isso tudo, então a gente precisa tirar um pouquinho, sabe? Nesse piso, com relação a mediunidade com relação ao próprio espiritismo, entender que isso é uma não vou dizer privilégio, mas é, sabe, é uma coisa muito boa e que a gente precisa lidar com isso, com esse pensamento positivo.
Muito bem. É, eu também essa essa, essa fala do do Raul que eu conheci durante muito tempo cicerone e ele em algumas atividades aqui em Florianópolis, estivemos juntos em algumas atividades federativas. Ela também me incomoda, Ricardo, porque ela, ela remete a ideia do sofrimento, não é que remete a ideia de uma Cruz que temos que carregar. E o espiritismo, não é isso, o espiritismo, pelo contrário, abre o nosso olhar, diz.
Cortina outros horizontes e permite que a gente tenha um pouco mais de humanidade, de humanização no trato interpessoal, porque ele fala das coisas do espírito. Ele esclarece muitas questões que, antes de sermos espíritas, é o meu caso. Até os 11 anos de idade eu não era espírita. Eram muito difíceis de compreender, é traziam, sim, muita perplexidade. Não é acreditar que era um mistérios da fé acreditar que eram questões sobrenaturais para mim e para muitos aqui no ICK
foi. E é muito difícil. Então, o espiritismo simplifica esse tudo e não pode ser. É dito que o espiritismo é para quem aguenta, porque o espiritismo também é um aprendizado de todos os dias, de todos os momentos. Também não gosto de uma outra fala, diz assim, eu não sou espírita, eu estou espírita, então não vestiu a camisa, amiguinha não, vestiu a camisa.
Eu sou espírita, eu estou tentando ser uma pessoa melhor, mas a minha ideologia, a minha filosofia de vida, a forma como eu encarou o mundo e as pessoas é a espírita, porque eu entendo que ela é a mais próxima do conhecimento espiritual, não menosprezando nenhuma das outras.
É vivências, né? É, é importante a gente entender também que estamos nós participando de um processo de Progresso e o Progresso existe em qualquer ideologia, em qualquer filosofia, em qualquer religião, em qualquer ciência. Basta que a gente esteja preparado para ouvir e ver aquilo que está ao nosso derredor, minha gente.
Vamos encerrar a nossa live. Fazendo uma homenagem especial ao nosso querido músico espírita amigo de Mocidade, de trabalho, de educação espírita, Joelson Queiroz, que nos deixou, deixou o mundo físico no dia de ontem. Ricardo é com você. A Marta já está ali. Sim, gente, é muita emoção minha poder aqui nesse momento. Trazer para vocês é 2 canções do nosso querido Joelson, né? Cantar música do Joelson é um desafio grande. É muito difícil, não é?
Mas uma que fala sobre vida. Está em nome da música exatamente, é esse vida. Vida. Vida. Se eu pudesse o tempo. Voltar. E então? E para a dor? Que eu causei ao despertar? Do querer, sem amar. Por não saber o que é viver? E agora? Tenta. Dizer? Chorar, confessar, já não é o bastante hoje. É recriar o amor. Retirar a mágoa e a dor. Limpar seu coração. Com uma mensagem de irmão? Ao seu lado? Vida. Vida. Se eu pudesse o tempo. Voltar na EE. E parar a dor? Que é o causei ao despertar?
Do querer, sem amar o. Por não saber o que é viver? E agora? Tentar. Dizer? Chorar, confessar. Já não é o bastante, e hoje? É recriar o amor. Retirar a mágoa e a dor. Limpa seu coração. Com uma mensagem de. Ao seu lado? Sim, sempre, sempre. Seu irmã. Desculpe, pessoal, como levei um pouquinho para a emoção e uma canção que é um hino, né pra todo mundo que lida com a arte espírita? Quando eu falo no Joelson? Que se chama bons caminhos, né? Que é tudo o que nós queremos
trilhar, né? É um companheiro que eu tive oportunidade de acompanhar muitas vezes ao piano. Não é de dividir o palco com ele. E que ele receba, então essa canção do que todos nós que somos os herdeiros das constelações. Somos nós. Sou herdeiro das constei. Pela Sony? Eterno ex companheiro. Nos nós, estradas e imortais que nos levam aos confiem em si, mes. Por lá, eu encontro você. Estamos em todo os caminho bom, bons gore e sonho novo viver. Bobo, cantar. Nosso.
De des? Me dá ânsia de se. Da busca sem Descanso de um. Tivo pra viver e encontrar. Carente, enfim, a razão para crescer. E eu encontro você. Estamos em todo os caminho, os bons sonhos, somos irmãos novo, cantar. Novo viver. Nosso cu. Somos nós. Grande abraço, companheiro querido. Te espero aqui em casa em. Bravo, bravíssimo cantar aqui, Marcelo há, imagina eu, eu do lado de cá, estava me derramando aqui também. Muitas lembranças boas do nosso querido amigo.
Repetimos que ele vá em paz e que volte para nos visitar. Volte para nos inspirar nas nossas construções artísticas aqui do projeto com Kardec, do grupo espiritismo com Kardec. Obrigado, sardinha pela entrada aí no segundo tempo é para marcar alguns gols aí pelo nosso time e pela participação sempre muito brilhante, muito autêntica, muito emotiva. É nessa apresentação musical em homenagem ao nosso querido Joelson. Até uma próxima, meu querido.
Um abração. Muito bem, nós vamos, então encerrando essa nossa primeira live dos embalos de sábado à noite do ECK já colocando aí no banner na nossa lousa o convite para você estar conosco no próximo dia 25 de fevereiro, onde estaremos trabalhando com este tema. A ciência investiga as experiências de quase morte. E que m. Por que então, os espíritas só
validam o que vem dos mortos? Daí a provocação e nós vamos ter a Felicidade de receber pela primeira vez o professor doutor Carlos Antonio Fragoso Guimarães, lá da Bela João Pessoa, que vai estar na bancada do ECK trabalhando conosco. Essa questão da progressividade do conhecimento espírita, essa necessidade de nós estarmos atentos ao que se produz em termos de pesquisa séria nas ciências acadêmicas, buscando a conciliação entre os progressos científicos.
E os progressos da própria filosofia espírita, como foi recomendação de Allan Kardec, um pouquinho antes de desencarnar e de encerrar o seu trabalho hercúleo e originário de codificação da filosofia espírita, agradecemos a você pela audiência qualificada que nos deu hoje pela participação na forma de questionamentos e comentários pelos debates que acontecem no próprio e secar durante a live. Com comentários, réplica e tréplica.
Isso tudo enriquece sobremaneira ao nosso trabalho, lembrando sempre que essa live, assim como as outras, é transmitida simultaneamente pelo Facebook e pelo YouTube em 3 canais e depois as livres ficam gravadas no canal do ECK no YouTube, para que você possa assistir novamente, para que você possa
recomendar aos seus amigos. E companheiros de grupos espíritas e para que você possa continuar conosco, estudando seriamente, com Alegria, com descontração, com o espírito que anima o nosso trabalho nesse EK. E possa também contribuir com esse ECA, trazendo outros pessoas, convide seus amigos, traga essas pessoas que você convive e que estão buscando uma forma mais. Contemporânea mais adequada de entender os princípios espíritas, as informações espíritas. Para a nossa realidade desse
século 21, para OSK. Vem Pra Cá. Muito obrigado, e até dia 25 de fevereiro. Tchau.
