Leis Morais: o mundo pede ação [Ep42] - podcast episode cover

Leis Morais: o mundo pede ação [Ep42]

Oct 29, 20231 hr 48 minSeason 17Ep. 42
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Episode description

A décima sexta live de 2023 do "Espiritismo com Kardec - ECK" está no ar! E continuamos inovando com uma releitura sobre as "Leis Morais", conforme a terceira parte de "O livro dos Espíritos". Com a presença de Cláudia Jerônimo (SP), na exposição, e Nelson Santos (SP) como debatedor, trabalhando a temática: "Leis Morais: o mundo pede ação", sempre com a Moderação de Marcelo Henrique (SC). Neste sentido, é de se perguntar: - Que leitura contemporâneas, neste milênio, podem ser feitas em relação às sugestões dadas pelas Inteligências Invisíveis, na segunda metade do século XIX? - Que estratégias de ação competem aos espíritas para a renovação social e a transformação planetária? - A regeneração da Humanidade, considerados os estágios progressivos dos mundos habitados é realmente possível e viável? Como? - Que ensinamentos gnósticos podem ser utilizados amplamente no cotidiano das nossas relações? - A progressividade do Espiritismo, como proposto por Allan Kardec, deve nortear as análises e debates e permitir o "arejamento" e a atualização de muitas informações. Então, por que muitos espíritas acabam dogmatizando os conceitos espíritas? Assista, participe, compartilhe! Contamos com você!

Transcript

Alô? Oi se canasas e secanos boa noite. Bom dia, boa tarde. Dependendo da hora em que você vai acessar este nosso vídeo, essa nossa live, cumprimentamos a você que está ao vivo. São pontualmente 18 e 30, horário brasileiro de verão, estamos aqui é de verão de inverno, de primavera, de outono, né? Estamos quase no verão, vamos dizer assim, estamos aqui para a 16ª live do.

Grupo espiritismo, com o Kardec. Já o compromisso quinzenal de estarmos juntos e trabalharmos as principais questões afetas a relação entre o espiritismo e a atualidade planetária. Você está vendo aí na nossa lousa, a nossa tela? Os canais que transmitem ao mesmo tempo simultaneamente. Esta iniciativa, este evento, esperamos que você com cada uma dessas plataformas, possa colaborar na forma de

questionamentos e comentários. Para que essa nossa live seja cada vez mais interativa nesta live de hoje, vamos estar trabalhando com o tema leis Morais, o mundo perde ação, então, inicialmente, é de se perguntar qual é a leitura contemporânea atualizada que se pode fazer em relação às sugestões que foram dadas pelas inteligências superiores à Allan Kardec? A segunda metade do século 19 e que constituíram a terceira parte de.

O livro dos espíritos. Escrito como a primeira das 32 obras do professor francês sobre a filosofia espírita ou doutrina dos espíritos. Em paralelo, quais são as estratégias de ação que competem aos espíritas para promover a renovação social e a transformação planetária?

O compromisso de cada um, individual e coletivamente, com o processo de progresso da. Individualidades e das sociedades por extensão e. Os entender o processo de Regeneração da humanidade a partir da ideia de que todos nós participamos de um processo e esse processo precisa ser viável. Como é que cada um se insere, então, nesta prerrogativa, nesse projeto, neste processo de transformação? Saudamos aos amigos que estão aí aparecendo na nossa tela, cumprimentando, saudando.

E marcando a sua presença, hoje é uma live, como costumamos dizer aqui no conselho de gestão do ECK das internas. Ou seja, são 2 participantes. Além de mim, que fazem parte da diretiva do ECKE, que, portanto, vão descortinar o tema trazendo a contribuição do grupo espreitismo com o Kardec para a análise desta questão principal. Vamos então e ter para colocar os clarins para receber a nossa convidada especial que é. A palestrante que é aquela que vai nos levar o tema de maneira

principal. Cláudia Jerónimo vem para cá. Nem deu pra gente guardar a musiquinha. Entrou um violão no lugar dos clarinhos. Eu já. A bagunça tá feita, né? É. Oi. Claudinha, tudo bem? Seja bem-vinda. Mais uma vez, a bancada mais alegre e mais festiva da internet, vida mundial. Boa noite. Obrigada, obrigada, Marcelo. Obrigada pelo elogio. Obrigada por trazer o tema realmente. Hoje está uma bagunça, porque eu não estou lá, né?

Nos bastidores, então, vou precisar analisar, ver, vocês vão fazer direitinho, ó lá, tá indo uma coisa de louco, mas eu estou feliz por estar aqui. Espero que a gente faça aí um debate bem gostoso. Que bom. A Cláudia é formada em secretariado, atuou, autuou algum tempo na área e atualmente trabalha na área administrativa de uma automecânica. É oradora, expositora e orientadora de grupos de estudos espíritas e é membro do grupo de teatro do centro espírita irmão x bem.

Do conselho de gestão do grupo espiritismo com Kardec, e do conselho editorial da nossa revista espírita eletrônica, Harmonia feita. Então essa apresentação vamos chamar e pedir para que toque os clarins e não violão e não a cachorrada latindo e não outras coisas. Vamos chamar o decano do ESK, Nelson Santos Vem Pra Cá. Está multado? Está mutado, Nelson. Aí? Desculpe-me.

Eu quase dei um cano, né? Mas vamos lá, estamos felizes aqui de estar presentes para nós, discutirmos mais uma numa live os ensinos do nosso mestre Kardec. Muito bem. O Nelson é bacharel em economia, estruturador imobiliário, é estudioso, espírita, livre pensador e apaixonado pela área de Humanidades. Também é membro do conselho de gestão do ECKE, do conselho editorial, da revista eletrónica Harmonia. Feitas em cana, as Apresentações vamos, sem mais delongas entrar.

Com os 2 pés, com as 2 mãos na temática de hoje. Claudinha. O que significam o que simbolizam as leis Morais No No atual momento que nós estamos vivendo, ou seja, na atualidade planetária. Bom, primeiramente, é quem conhece as leis Morais. Muitos dentro do movimento espírita, não sabem nem quem elas são, né? Na realidade, elas são aí 11 norte para nós podermos analisar. Primeiramente nós mesmos a nossa influência no mundo, trazer. Trazer essas questões para o nosso dia a dia.

Eu acho que entender um pouco das leis Morais é exatamente parar e prestar atenção na nossa transformação. O problema é, as pessoas preferem a ilusão do que propriamente dito entrar num tema tão importante e procurar ler cada uma delas e trazer para o nosso dia a dia que acho que é o que nós vamos fazer hoje, né? Certo, muito bem. E aí, Nelson, como como? Enquadrar como é? Tornar viável o entendimento das leis Morais na nossa atualidade

planetária. Bem. Como a Cláudia mencionou agora há pouco, infelizmente, grande parte. Dos espíritas não conhecem a terceira parte do livro dos espíritos, referente às leis Morais? As leis Morais, elas também são éticas? E ultimamente, na nossa época, o que falta? AA humanidade como um todo. É ética e moral. Kardec bem de lineau isso. É na metade do século 19, até. Mesmo baseado. Nos ensinos? O homem Jesus de Nazaré e das leis mosaicas, né? E bem como.

Os filósofos gregos, as diretivas das leis que seriam necessárias ao avanço, a evolução, ao aperfeiçoamento do ser no mundo e não na espiritualidade que a nossa evolução se dá aqui, embora também se dê lá. Mas aqui é o principal. Então as leis Morais, elas são a inter-relação. Da do nosso, da nossa presença, do ser no mundo perante toda a comunidade. Na máxima. Da Liberdade? Fraternidade e equidade agora hoje, né? E nós temos que ter. Um enfoque moral e ético, para

que nós possamos conviver. Mesmo em tempos estão assim. Chocando se, digamos assim, né? A humanidade nada aprendeu. Até hoje. Muito bem, eu vou aproveitar Nelson esse recorte que tu estás fazendo e direcionar a pergunta primeiro para ti. Depois a Cláudia, já que você tocou nessas 2 Vertentes, moral e ética são a mesma coisa? Não. Mas inter-relacionam. Qual seria então a diferença entre moral e ética nesse contexto das leis Morais? A ética, ela é determinada.

Pelo posicionamento do homem perante o próximo. Em respeito às leis Morais. Que são as leis naturais. As leis do mundo. Essa é a minha opinião. E você, Claudinha, qual é a diferença? Ou se existe diferença entre ética e moral? Olha, sinceramente, eu não vejo diferença entre ética e moral. Eu acho que uma coisa é correlacionar a outra, né? É, é muito difícil você falar de moral sem ética ou se falar de ética. Sem moral. É? Acho que as 2 andam juntos.

Nós temos que pensar muito bem. Em olhar para nós mesmos, ver a nossa moral, o que é que nós precisamos nos melhorar para poder passar para frente a ética, ser ético? Eu vejo assim. Legal, esse contorno. É? Acho que as suas ponderações, a tua e a do Nelson, elas são complementares. E aí eu queria jogar um pouquinho de tempero nessa conversa pra ver se vocês concordam com essa analogia, essa construção filosófica que eu vou fazer agora. É? Pode-se dizer.

Que a moral seja um atributo individual e a ética seja um atributo coletivo. Cláudia. Vamos lá, é. Sendo ético, sendo moral, tem começado individual para poder partir para o coletivo. Eu acho que as 2 coisas tem que ser individuais e coletivas. Não vejo diferença. E para ti, Nelson. É como você, expôs Marcelo. E a Claudia também a ética, disse. A moral se inter-relacionam. Mas a moral ela é intrínseca ao ser ao indivíduo. Ela é individual, é o entendimento do ser e a ética é

a relação. A correlação da moral com. Os próximos, os outros perante a sociedade, comunidade, et cetera. Alguns estudiosos dessa área e nós estamos trabalhando sobre as leis Morais, é sob a ótica espírita, né? Mas alguns estudiosos na área costumam comparar esses 2 conceitos exatamente, é na forma de círculos concêntricos, a moral, como um elemento menor. E que, portanto, pode ser variável. Vou dar um exemplo pueril, determinadas pessoas praticam o

nudismo, né? Têm o hábito de andar sem roupas e não a qualquer escândalo nisso. Obviamente, o indivíduo não vai andar sem roupa para ir para o trabalho, não vai andar sem roupa para ir para a escola, não vai andar sem roupa para ir ao centro, espírito. Para ir a uma agremiação de natureza religiosa ou filosófica, vai estar circunscrito esse nudismo a determinados ambientes privados particulares, né? No Brasil, por exemplo, temos várias praias que são locais de

nudismo coletivo. Para algumas pessoas, o nudismo é tolerável, é aceitável, é uma prática comum para outras é motivo de escândalo. Já a esfera da ética é algo maior, é aquilo que, por exemplo, no caso do nudismo, impede que as pessoas saiam de casa nuas. Justamente porque a regra social, a ética coletiva, é a que impõem o uso das vestimentas em ambientes públicos, em ambientes externos. Vocês acreditam que esse paradigma que essa acciologia é adequada? Nelson? Continua multado?

Perdoe-me. Eu Acredito que possa haver uma correlação nisso. São? Além de ética e moral, entra muito também na região, na no conservadorismo. Nos hábitos e costumes. Isso é um leque muito grande de interpretações. Depende muito de quem veio, de quem sente. E você, Cláudia? É, eu concordo com o Nelson, é. Depende muito do momento de vida do como que você vê como que você é, vai se modernizando à medida que o mundo está se

modernizando, né? As coisas estão se ampliando e, por exemplo, infelizmente na. Dentro da doutrina, dentro das pessoas, né? Dos espíritas, há um concerto, conservadorismo muito grande e as pessoas não querem enxergar o novo, não querem se modernizar? Então é, acaba se confundindo e virando uma coisa pequena, uma coisa grande, sendo que na realidade os 2 se relacionam num. Num precisa ser um mundo pequeno. Ah, eu tenho que ter uma moral dentro de casa.

EEE ser ético fora não é? As 2 coisas é o tempo todo. Muito bem. Bom, vamos avançar um pouquinho, é o Gerson e a minki também é do conselho de gestão da CK encaminhou um questionamento para a gente poder dialogar um pouco a respeito dessa aceção dentro da da questão maior das leis Morais, diz ele. As leis Morais, segundo a doutrina espírita, podem ser resumidas, elas são 10, né? Como 10 também são os mandamentos da igreja cristã.

Né? Então, é a filosofia espírita diz que as 10 leis Morais podem ser resumidas em uma delas, a lei de justiça, amor e Caridade. Essa, segundo os espíritos, é a lei mais importante porque resume todas as demais e ela ensina que todos os homens, todos os espíritos, são iguais perante Deus e devem ser tratados todos com amor, com respeito. E com solidariedade.

Diz também a doutrina espírita Cláudia Nelson que as leis Morais ou as leis de Deus estão escritas na consciência do espírito, mas necessitam ser postas em prática, entendidas praticadas nesse sentido, desse entendimento das leis. Qual seria a ferramenta essencial para o nosso progresso individual e coletivo? Que acha, Cláudia? Primeiro? É ler? Às vezes, Morais, estudar, entender. E começar a aplicar a nós mesmos.

Aliás, antes de aplicar em nós, trazer para os nossos tempos, entender o que os espíritos de Kardec quiseram dizer ali, trazer para o hoje, poxa, o que? Como que eu posso? É, vamos falar da lei de justiça, Caridade e amor, inclusive, lá tem aquela questão 886, que é incrível, que fala exatamente do entendimento da Caridade. Como Jesus é, falava ou entendia.

Mas antes de mais nada, se eu não ler, se eu não conhecesse, se eu não entendesse, se eu não estudar, se eu não trazer para o nosso dia a dia, como que eu vou? Vou trabalhar e vou passar para a frente e vou. Fazer algo ou como uma palestra não é. Como é que eu vou falar disso? Se eu não vivencio, se eu não entendo e é o que nós falamos agora no começo, muitos espíritas nem sabem que elas existem ou se sabe, existe, é, falam só de uma ou de outra, onde coloca a moral que eles

entendem. Só isso, né? Então, sem fazer tudo isso, não, não tem como. E aí, Nelson, como é que nós vamos é descobrir qual a ferramenta essencial para o nosso progresso. A partir dessa informação dos espíritos sobre as leis Morais. Bem. Primeiramente. O ser humano tem que se conhecer. A estudar-te sim, vai dizer que tem que se conhecer. Ele tem que ter empatia, ele tem que ter amor.

Ele tem que ter compreensão, sendo mau humor mais importante, porque se o amor não há Caridade, sem o amor, não há fraternidade. Sem amor, não há justiça. Não há igualdade. Então, o homem, ao longo do seu. Só caminhar. Moralmente, ele vai. Evoluindo por força até mesmo da inter-relação. Com o próximo, com a sociedade, com a coletividade, com os grupos. E ele acaba se apercebendo ao ao modo que ele vai evoluindo moralmente.

Que ele precisa praticar justamente a ética, colocar em funcionamento, colocar em aplicação. Porque se ele quer se melhorar. E se ele quer melhorar AO seu círculo, o seu grupo? Onde se insere a sua se insere na sociedade? Ele tem que se aperfeiçoar. Mas ele precisa sentir isso. Precisa compreender a extensão de uma palavrinha pequenininha chamada amor. Muito bom, muito bom esse, esse, essa Troca de Passes.

Aí que nós estamos fazendo e penso eu que a principal ferramenta, como disseram os próprios espíritos, amparados em conhecimentos ancestrais, é como acabou de dizer ao Nelson o conhecimento de si mesmo, né? Quando no oráculo de delfos, estão inscritas algumas informações. E Sócrates aproveita-nos para a sua pedagogia para a sua

Cátedra. Ele informa que o conhece-te a ti mesmo é a primeira das grandes tarefas do indivíduo, porque sem se conhecer, nós não podemos saber os nossos limites, sabemos aquilo que estamos em busca e como realizar esse processo de aperfeiçoamento muito, muito boas, muito complementares. As colocações de vocês. Temos uma pergunta da plateia do Filipe Paco. Podemos colocar na lousa? Ele pergunta, Nelson, por que havendo tanta informação espiritual na atualidade?

A humanidade se encontra numa condição pior. Veja. Qual o maior? É Paco, né? Isso, Felipe. Isso, Felipão, então Paco. Qual que é o pior? Inimigo. Do ser humano? Que é o que atravanca a evolução que o prende. A Correntes? Que desequilibram? Se é justamente. Desculpem-me. Então, continuando. Se é justamente o quê? Orgulho é vaidade. Esses são os 2 grandes inimigos. Da evolução do homem, do ser humano. E nesse nosso planeta que nós estamos. Ele ainda. É um planeta de Regeneração.

E a evolução, como nós sabemos, não é idêntica em todos nós, alguns mais, outros menos. Embora haja prevalência. Do déficit moral e ético no ser humano. Então é isso que causa. Os grandes embates, como estamos vendo recentemente nessas 2 guerras que nós estamos enfrentando. Aí o pessoal diz tá, mas a guerra da Ucrânia com a, com a Rússia e a guerra do Hamas com Israel. Mas não precisamos ir longe, é só atravessarmos a esquina. A guerra está no nosso quintal.

E você, Cláudia, consegue dar uma resposta satisfatória ao nosso Paco a respeito da ideia de, apesar de tanto conhecimento, apesar de tanta informação, sobretudo aquela de natureza espiritual, como é o caso da filosofia espírita e outras Correntes filosóficas ideológicas, no nosso tempo a humanidade está pior. Não, não está pior. Não vejo a maneira como fila está dando um eco, né?

É, eu não vejo como o pior, não. Marcelo, eu eu entendo que é. Nós somos orgulhosos, vaidosos, egoístas muitas vezes, mas é, eu percebo, principalmente Na Na Juventude que eles querem, eles trazem eles. Eles estão quebrando preconceitos, conceitos, eles estão trazendo. Mais de si, eles estão se impondo, coisa que nós não não fazíamos tanto assim, né? E então eu não vejo como pior

não. No caso das guerras, sim, é é complicado, porque entra muito do egoísmo, mas eu percebo também que que lá é espiritualmente falando, eles acham que são os melhores ou que eles foram os primeiros. São os os herdeiros de Deus e na realidade não são, né? Trazem todo esse egoísmo. Porém. É, foi o que o Nelson falou dentro do quintal.

É engraçado que logo que estourou a guerra eu estava passando com o meu irmão perto da casa da minha mãe, na zona leste de São Paulo, nós paramos numa esquina e jovens estavam discutindo quando de repente, começou uma briga generalizada entre eles. Eu me assustei e eles batiam na cabeça de 2 rapazes. Eles queriam realmente machucar de uma forma muito era para machucar de verdade, porque na cabeça eu fiquei muito assustada.

Eu falei, poxa vida, nós estamos tão preocupados com isso, está acontecendo do outro lado do mundo e nós não vemos o que está acontecendo no nosso quintal. Como disse o Nelson, mas ao mesmo tempo que esses faziam isso, outros estavam ali para retirar, para ajudar, para então foi um eu senti um misto assim de de que alguns estão nesse egoísmo, nesse orgulho, nessa

vaidade, nessa briga todo. Mas tem aqueles que querem apartar, que querem fazer o bem, que estão tentando fazer a diferença, então não, não no mesmo momento, eu. Vi as 2 coisas. E esses que queriam que realmente não acontecesse a violência eram em maior número ali naquele momento. Então isso dá muita Esperança para nós. Eu vejo a humanidade melhor,

sim. Está desligado, Marcelo. Obrigado, além da da excelente informação que vocês trouxeram ao responder a pergunta do Paco, é necessário também fazer uma outra contextualização, que é nos dá uma ideia um pouco diferente do mundo hoje em relação ao mundo. 30 anos atrás, 20 anos atrás, 50 anos atrás, 100 anos atrás. Que é justamente a era cibernética, a era da informática. A era da comunicação dinâmica e

instantânea, né? E isso nos dá às vezes, uma noção imperfeita, precária, de que, em razão de termos a informação disponível e quando falamos de informação, falamos das questões que chegam instantaneamente até nós e o conhecimento das coisas e dos factos negativos acaba sendo mais reverberado do que os fatos positivos. Nos dá uma noção um pouco precária de que hoje estamos

pior do que ontem. Se os nossos meios mediáticos divulgassem na mesma proporção, ou pelo menos, em uma grande quantidade os feitos positivos da humanidade, as obras do bem, como esse exemplo que a Cláudia acabou de demonstrar no cotidiano simples das nossas relações de convivências, nós poderíamos ter uma ideia mais apurada do atual estágio da humanidade, em que, como em tempos anteriores.

Ou existem espíritos de diversos níveis, de diversas classificações éticas, de diversos graus na chamada escala espírita, dos itens 100 e seguintes de um livro dos espíritos? Vamos avançar um pouquinho mais é exatamente Oo tema que o Nelson já introduziu quando falou do dos conflitos, né? Sobretudo, os 2 maiores que estão ocorrendo atualmente. Que seria a guerra entre Ucrânia e Rússia e a guerra entre Palestina e Israel, ou entre grupos separatistas e grupos, é extremistas.

É nesta última quadrância. Então, parece que as questões Morais elas ficam mais em evidência. Entre os debates dos espíritas, quando nós estamos nessa ambiência de grandes eventos. Ou de eventos catastróficos ou de eventos de dificuldade, de convivência e de entendimento

entre pessoas e povos? Então, Nelson e Cláudia nesses momentos, como o atual, é muito comum que os debates acirrados em ambientes espírita, sejam eles presenciais ou virtuais, acabam sendo acabem sendo permeados por ideias de retrocesso. E isso é muito perigoso. Como conviver então com isso e promover nas ambiências espíritas? Cláudia, tanto as virtuais quanto as presenciais, debates mais equilibrados e que saiam desse lugar, comum do achismo, não o culpado é a Rússia.

O culpado é a Ucrânia. O culpado é o Hamas, o culpado é Israel ou é a Palestina ou é a ONU ou é o imperialismo americano. Como sair desse lugar comum para promover na ambiência espírita em temas como esse, tratando de leis Morais, um debate mais equilibrado e mais concórdico

com os ensinamentos espirituais? Bom, primeiro é o conhecimento, como eu já falei, e entender que, infelizmente, a humanidade está a Terra está em transformação e a humanidade em transformação, como você citou, nós temos espíritos de todas as ordens, né? De de, de de várias ordens aqui que são em aprendizado. Nós estamos todos em aprendizado. Entender que na realidade todos eles estão errados, todos porque agem por egoísmo.

Né? Agem porque querem alguma coisa, porque não entendem que se se se ajudassem mutuamente, AA Terra estaria num patamar muito melhor do que está hoje, né? Então, o que é que a gente procura? Trazer positividade, né? Fala. Não vamos fazer o seguinte, não temos a lei de adoração, não podemos pedir. Vamos pedir que se amenize tudo isso, ficar parando de ver tanto o sofrimento, só ver em sofrimento as pessoas tem pessoas dentro do espiritismo

que ficam vindo. 4 horas, vendo o que está acontecendo nessas guerras para poder trazer dentro para cá. Ou então ficam vendo vídeos na internet porque fulano falou que essa guerra quer dizer isso. Sicrano falou que coisas absurdas estão sendo ditas aí na internet e a gente fala a primeira coisa, parem de ver essas coisas. A mídia imediata, como disse o Marcelo, traz coisas horrorosas. Não vamos ver exatamente o que quer dizer.

Vamos entender o que está acontecendo de verdade, vamos, vamos parar e analisar, espera aí, está todo mundo errado. Que deveria prevalecer o quê? A palavrinha que o Nelson falou, o amor, então vamos falar de amor? Vamos parar para analisar o que está acontecendo, mas pensar assim, não vamos enviar amor. O Nosso Sentimento e vamos transferir isso para o nosso ambiente, primeiramente, transformar ali de uma forma positiva, falar de coisas positivas. Ah, está está lá dentro do.

A destruição está dentro do livro, dos espíritos. Está, mas vamos falar em transformar em destruição ou transformação. Vamos transformar. Vamos parar de falar tanto. Destruir, destruir. Ah, precisa destruir tudo, gente para poder virar geração, o planeta. Mas você se transformou por dentro, então vamos sentar na ambiente espírita e falar, vamos, vamos nos transformar em cada um, nos transformar. Eu acho que começando por aí, a gente consegue melhorar bastante

o ambiente. Legal Cláudia. Boas ponderações e Nelson que que podemos dizer aí é em relação a essa ideia de que os debates espíritas precisam ser qualificados nesses momentos mais tensos da humanidade. Não. E tem que ser realmente qualificados mesmo, porque é um tal de mensagens mediúnicas. Da alta espiritualidade falando sobre a guerra sobre Ah, é o destino, ó é pra Regeneração, ó para aperfeiçoamento.

Resumindo. O movimento espírito sofre, só se faz pela dor impressionante e eles não veem outra coisa anão ser dor de sofrimento. Apesar que o sofrimento também ajuda. AO homem a melhorar, porque leva ele a raciocinar sobre os seus atos. Porém, ninguém precisa sofrer. Para evoluir. É só precisa compreender e conhecer e se conhecer também. Agora, o que podemos fazer? Se o meu espírito é um reflexo. Da sociedade? Que, apesar dos ensinos. Dos espíritos? E da grande obra de Kardec, o

pessoal não consegue entender. Eles lêem a lei da destruição, não entendem? Ó, a transição planetária, a transição planetária, o planeta desde que fui criado em transição, isso há milhões de anos atrás. E vai continuar até o planeta se apagar até o planeta morrer. Então, o que que acontece? Aonde está o erro? No meio espírita? Aonde está a falta de compreensão? Todos adoram. Amo. Uma notícia ruim? Dá para se ver? O Sol a abrir o canal de

televisão. O que que se, a quais são os programas de maior sucesso são aqueles que exploram a miséria humana. Enquanto o homem não se conscientizar. Que lhe é? Um espírito em evolução. É uma parte de um universo. E que ele deu preponderante para que esse mundo? Evolua. Isso acontecerá fatalmente. Esses 2 tópicos que você acabou de de tratar Nelson, estavam aqui anotados para que eu é também trouxesse para o debate. O primeiro deles é essa questão relacionada à mídia que nós

tratamos. No comentário anterior, não é quando eu estava estudando jornalismo, em 1987, aqui na Universidade Federal de Santa Catarina, um dos nossos professores de redação jornalística justamente ponderou essa situação. E aqui nós iríamos trabalhar em órgãos de imprensa, jornais, revistas, rádios, televisão. Na época, praticamente era o que existia na década de 80, No No Brasil e no mundo. Não tínhamos ainda a imprensa virtual digital, que depois passou a tomar conta no final da

década seguinte. Ele nos alertava sobre a nossas as nossas escolhas éticas. Se nós quiséssemos trabalhar com o ruim. O violento, o pesado. Nós teríamos campo de trabalho se nós quiséssemos trabalhar com um equilíbrio entre o ruim e o bom, também teríamos um. Certo? Número de veículos interessados nessa nesse contrabalanceamento mas se nós quiséssemos trabalhar apenas com o lado bom da humanidade, só se nós nos dedicássemos a periódicos órgãos de imprensa.

Localizados em determinadas esferas da sociedade, como por exemplo as igrejas, como por exemplo, é grupos filosóficos, não teríamos mercado na chamada imprensa em geral. E o segundo tópico que você acabou de colocar é exatamente esse bordão que reverbera indevidamente no meio espírito, dizendo, ó não, mas agora o planeta está em transição. Estamos em momento de transição para a era de Regeneração.

Olha só, cara pálida, o momento de Regeneração para o momento de transição para a era de Regeneração começou na. Exata situação no exato momento em que o planeta deixou de ser mundo primitivo e passou a ser provas de inspirações no primeiro dia das nossas existências na Terra como o planeta de prova e expiação, começou a transição para a etapa

posterior, que ainda não chegou. E que parece bastante distante, que é o terceiro do degrau dos mundos habitados, que é o mundo regenerativo ou de Regeneração. Então não é agora que a transição está se processando. Quando o Nelson bem colocou, ela já vem há séculos. Ela já vem atravessando desde que a humanidade superou aquela. No caso da da do planeta Terra, aquela fase antiga, a fase do homem das cavernas.

E se tornou um ser civilizado. Aí já estamos caminhando a passos largos no futuro regenerativo de todos nós. Bom, vamos seguir um pouquinho. Vocês falaram aí de conservação e destruição, né? Eu preparei 11 questãozinha que eu acho que já foi mais ou menos é tratada principalmente pela Cláudia, né? Eu perguntaria a vocês para que respondam. Exatamente, sem rodeios. É real, é realidade que as leis de destruição e de conservação caminham mesmo lado a lado, Nelson.

Sim, no meu entendimento, sim. Agora precisa ver como é que o. O enfoque geral, o meio encara isso. Como é que o meio encara a destruição como como instrumento de aperfeiçoamento? Ou o pessoal entende que a lei de destruição refere-se a apenas a aniquilação? Não. A destruição não se refere só a material. AA lei diz estranho, refere-se ao a parte de. Destruição dos instintos primitivos também. Dos instintos que prejudicam a evolução do homem? A compreensão dele.

E a conservação, obviamente. Você tem que ter. Um certo grau de cuidado de conservação, se você quer prosseguir na sua missão. Voo na sua vivência. Depende do grau da encarnação. E aí, então você tem que ter um certo cuidado. Essa essa ideia, então, da destruição e da conservação, posso dizer que são 2 faces de uma mesma moeda. Sim, eu encaro como é como são causa e efeito. Está, está montado. Olha como eu vejo a destruição como transformação.

Eu acho que andam junto assim e. Quando nós estamos transformando, por exemplo, na conservação, eu vou fazer uma pergunta para a galera aí da internet, quem aqui recicla o seu lixo? Quem vai responder que sim? Não existe jogar fora, então quando eu faço isso, eu estou fazendo o quê? Quando eu não estou fazendo isso? Eu não estou destruindo, não existe jogar fora. Você joga fora de dentro da sua casa, mas você não joga fora do planeta.

Aliás, o planeta Terra está um grande lixão em torno dela. Vocês sabem disso, né? Por causa de satélites e restos de de Naves e escambau, estamos num grande bichão, então, para eu poder transformar? Eu tenho que conservar. Então elas estão totalmente relacionadas. Não digo nem reciclar, que aí já é 11, estágio um pouco mais adiantado, né? Cláudia é, existem grupos, existem ONGs, existe a própria participação do poder público

para o processo da reciclagem. A dissertação de mestrado da da nossa Júlia shuz, trabalhou essa ideia da reciclagem com os catadores de material reciclável aqui em Florianópolis, lembrando. Mas pelo menos separaram o lixo, né? O orgânico do inorgânico é o mínimo que nós podemos fazer para contribuir com a preservação do meio ambiente, né? Temos aí a ideia de pequenas ações que são muito úteis para a. Nossa espiritualização primeiro individual e depois. Coletivo.

Consegui um pouquinho debate, está bom, vamos trabalhar com a lei de adoração que foi citada por vocês também, né? Eu. Particularmente, acredito, Cláudia e Nelson que a lei de adoração seja uma das mais difíceis, não de entender, mas de vivenciar.

Parece simples, né? Já que, em geral, as religiões ou os religiosos praticam a adoração genoflexória a Deus no sentido de Deus ser um ente quase sempre em formato humanóide antropomórfico, um. Um ser que nos julga permanentemente, que aplica a sua justiça pelas próprias mãos. E que estaria nos observando, nos mínimos cantos da nossa casa, em qualquer lugar onde nós estivéssemos, e que, portanto, esse temor a Deus iria nos impor uma condição de subserviência.

De humilhação até não confundir com humildade, né? Humildade é uma virtude que deve ser cultivada por todo e qualquer espírito no seu processo de aperfeiçoamento espiritual, no seu processo de progresso. Então, e aí vem a pergunta, Cláudia? A adoração entre os espíritas parece repetir a adoração vigente nas outras igrejas e religiões, todas elas respeitáveis. Nós estamos aqui fazendo crítica

a nenhuma delas. Estamos apenas dizendo que a adoração dos religiosos é diferente da adoração que abre a terceira parte do livro dos espíritos, quando Kardec. Enuncia cada uma das 10 leis Morais. Então, o que é que nós temos no movimento espírita? A mesma. Sensação de temor em relação a Deus quando Jesus já havia eliminado por completo essa ideia de temor, substituindo o Deus Jesus pelo Deus pai. E aí, na nossa situação cotidiana.

Nós não devemos Temer os nossos pais, nós devemos amálos. Essa é uma condição que nos aproxima a ideia verdadeira de Deus e, por extensão, passamos também a venerar personalidades, veneramos espíritos tidos como guias. Veneramos personalidades espirituais de renome na

humanidade. Veneramos médiuns, dirigentes espíritas, grandes expositores, oradores, palestrantes como então, Cláudia, o espírita, conseguirá se desvincular desta ideia, tanto em relação a Deus quanto em relação aos veneráveis personagens, para efetivamente entender qual é o sentido da lei de adoração do ponto de vista espírito? Espírita? Ah, depois que ele desencarnar e foi lá para um brava, ele entende o que que é isto?

Brincadeiras à parte, gente, está escrito lá, o que que é a lei de adoração é a conexão com o criador. Ponto é a nossa conexão, é a forma que nós acreditamos que nós entendemos que nós participamos da vida, que nós participamos de de ler, de entender, de da Caridade, da justiça, do amor, de tudo isso aqui. Mas as pessoas preferem ainda ter aquilo de que Deus é ali, algo alguém, né? E, dentro do espiritismo tem isso. E aí? Vem Jesus e fala Deus pai, né? Que ele tá ali também como

aprendiz. Aí vem Kardec, os espíritos falam que Ah, não conexão com o criador. Aí vem as obras mediúnicas e fala tudo ao contrário, traz tudo lá para a igreja, né? E aí vem essa adoração ao médium, que, aliás, no caso do Chico, por exemplo, ele nunca quis isso, mas tem outros que a gente conhece aí, que adoram ser venerados. A gente vê em casas espíritas, às vezes os oradores, ele vem, ele fala uma palavra bacana, fala coisas até bacanas, mas ele se envaidece todo.

Se ele não é a Estrela, ele vai embora, mas se ele é a Estrela e está ali da autógrafo e faz show, né? Então, enquanto o espírita não entender. Que é uma conexão, e que você tenha, é um bate-papo com Deus, é uma coisa gostosa, não uma cobrança. Não, ali é uma veneração ao outro. A gente tem que parar de venerar as pessoas e a gente tem que parar com isso e começar AA. Prestar atenção nas ideias, nos exemplos e, principalmente, se olhar para dentro.

Jesus não falava que nós somos deuses também, então vamos se olhar, nós somos capazes de muita coisa, é parar, se acalmar, analisar e fazer essa conexão. Simples assim, ponto. Quer pontuar alguma coisa sobre a lei de adoração Nelson? É praticamente pouco, posso? Acrescentar, anão ser apenas reforçar o que foi dito. O que é adorar é que ele está em referência. Mas, acima de tudo, adorar é amar. Se eu não me amo e não amo e não amo os outros. Que somos, criatura, como vamos amar o criador?

E Deus é. O princípio. A causa primeira está lá. Primeira perguntinha dos espíritos. Ela é o motor que gerou. O resto, perfeito. Então? Não importa se vai, se a pessoa vai agachar, se ela vai ser afixar, se ela vai deitar, encolher, lamentar, injuriar Deus. O primeiro motor. A causa primária. Ele não é uma entidade. Que a gente pode como? Equiparar, como fazem a grande parte das denominações religiosas. Ele é algo maior que isso. Falta-nos compreensão para te

entender. A verdade é essa. E qual o nosso canal de ligação? Um deles. O amor é a prece, feita com amor. A gente não precisa nem ser preci realmente é uma. É uma conversa. Alinhada à espiritualidade, com muito amor, com muito carinho. Com a duração, até.

Basta isso. Muito bem, vou pedir pra produção colocar na lousa OA pergunta do nosso José Cláudio bauertillen, como conviver com as profecias do Chico, que são reverberadas nas casas espíritas, onde não têm base científica e se baseia na doutrina oracular. Olha, Cláudio, é claro que os nossos convidados vão vão também tratar disso, mas a princípio podemos dizer que não existe profecias de Chico Xavier, Chico Xavier jamais profetizou algo.

Chico Xavier, aliás, se negava a assumir qualquer posição que fosse exclusivamente dele. Ele sempre buscava a referência nos espíritos que com ele e por ele se comunicavam. Então, essa ideia aí de profecias, do Chico. Se tornou uma marca do movimento espírita ou do meio espírita, como chama Herculano pires. Após a desencarnação em em, em 2010, do do em 2002, do mestre do do médium e mestre, né? Nesse sentido da palavra, Francisco Cândido Xavier.

A partir daí, muita gente coloca na boca do Chico as suas próprias ideias e dificulta de maneira evidente a compreensão da maioria das pessoas acerca dos princípios espíritos, porque molda o espiritismo, as suas próprias ideias. É isso, Cláudia. Eu é o pessoal tem muito. O Chico me disse, né? O Chico me disse. Primeiro que você foi o que você falou. Ele sempre usava na no plural, né?

Nós, os espíritos, né? É, é. Eles me disseram eles falaram, mas ele realmente não fez previsão alguma e aí estão usando a figura de Chico. Como vão usar outras que que vão aí desencarnando para poder falar besteiras, né? Eu acho que eles deviam trocar o Chico me disse. Pelo exemplo de ser humano que foi o Chico. Quando as pessoas trocarem, o Chico me disse, pelo exemplo, que ele foi como médium, como pessoa séria e de amor. Não falamos de amor lá no

começo. Nelson não falou da palavrinha amor Chico foi simplesmente amor, porque é que nós não vemos esse exemplo? Ah, porque o sensacionalismo, né, é muito melhor. Então vamos trocar o Chico me disse. O Chico previu previsões de Chico, o que o Chico me encenou de amor pronto, resolve tudo isso. Eu vou pedir para colocar na lousa também 2 questões é que são do mesmo tema.

Nós já falamos da lei de destruição, mas há é 2 ponderações que eu penso que são muito importantes para para o enquadramento dessa questão da lei de destruição. É uma observação do nosso Wilson Custódio e outro da Maria Rosário, relvas que também integram o conselho de gestão. Do ECK, Wilson Custódio pergunta o seguinte, Nelson, a lei de destruição, é óbvio, faz parte das leis naturais e o destruidor. Bem, está lá. O motivo dos escândalos para explicar bem isso, né?

Aí de quem o fizer. Você tem livre-arbítrio se você está causando destruição. Você tem que assumir o ônus do que você fez. Porque vai haver ônus. Que não seja no plano material. Na verdade, vai sêlo no espiritual e vai se voltar a ser no material. Porque, veja só. Ao você causar a destruição? Você pode estar contribuindo para o aperfeiçoamento. Essa é outra pergunta que a gente tem que fazer. Sim. Mas e a causa da destruição? Ela afetou o quê? Afetou quem?

Ela corrompeu o quê? Por isso você é. É responsável. Você tem de arbítrio, você ofereça o que quis. Voz uma. Perfeito, Cláudio, eu vou para você. A outra pergunta que é a pergunta da Rosário, não é? Ela diz assim. A destruição feita pelo ser humano com fins lucrativos também conta. Foi o que o Nelson falou agora e o livre arbítrio. Né? Qual a intenção? Né? Qual a intenção se a destruição é feita? Por fim, de educativo, a

intenção é péssima. Então essa responsabilidade aqui e depois, No No desencarne, é enorme. Infelizmente, conta, né? Porque aí ele não. Ele não está querendo transformar, ele quer destruir mesmo. Para fins lucrativos, para ele, está olhando só para si, né? Então, a intenção é horrorosa. Esses 2 pontos são muito complementares, né? Esse que você acaba de colocar e o que o Nelson antes pontuou. Né? Essa ideia?

Da intenção? É o móvel, é o moque que coordena todas as situações da nossa existência. E o segundo a ideia de que, em ocorrendo em se materializando a destruição, ela vai ser, entre aspas, aproveitada pelo contexto planetário. Alguém destruiu alguém, foi responsável pela destruição que pode ter como fundo essa busca incessante pelo lucro, que é uma ferramenta é importante para o progresso e ao mesmo tempo, como se fosse o outro lado da moeda.

É a causa daquilo que o Nelson colocou lá atrás. As 2 Chagas da humanidade, o orgulho e o egoísmo. Então, saber o nível limite. A zona de separação entre 1 e outra coisa é fruto da nossa Liberdade de ação, do nosso livre-arbítrio e na medida em que nós vamos progredindo, quanto mais conhecimento temos, mais obrigações surgem em relação à prática e ao entendimento das coisas. Vamos seguir um pouquinho mais. Agradecemos aí as contribuições

do nosso público. Sempre muito importante, vocês estão vendo os comentários sendo colocados, nem todos a gente. Referencia? Mas servem para complementar aquilo que nós estamos trabalhando a nível de debate. Claudinha, vamos trabalhar de um tema que nos é muito particular para quem não sabe, o. Projeto com o Kardec, o grupo espiritismo, com o Kardec, mantém há vários anos, há 5 anos, pelo menos uma fanpage no Facebook, onde nós somos promotores da compreensão. Da, do respeito à diversidade

sexual. OECK mantém a fanpage rede espírita contra ALGBT fobia. Convidamos você a acessar a nossa página e a conhecer um pouco do nosso trabalho. Que? Se difere das grandes manifestações conhecidas nesse nosso mundo de intolerância em relação a quem pensa e age diferente de uma pretensa maioria. Respeito é fundamental. Então, Cláudio perguntaria a você para que nos brindasse com

essa visão peculiar do SEK. Essa visão laica, progressista, progressiva, livre pensadora e humanista do espiritismo, como o Kardec, assim concebeu, como fica a lei de reprodução diante da homoafetividade? Vamos lá. Primeira coisa, vamos lembrar lá na pergunta, quando o Kardec pergunta para os espírito, a união de 2 seres, a união permanente entre 2 seres, né? É uma marcha para evolução da humanidade. Ele não perguntou uma união

entre um homem e uma mulher. Olha OA lição que Kardec dá para os aí falam assim, Kardec está ultrapassado. Olha a pergunta, gente, a pergunta já é maior do que a resposta? EE então e essa união é uma união solidária, é uma união de amor, é uma união de compreensão. Eu me inflamo, né? Quando eu falo desse assunto, só que para a gente entender essa união entre 2 seres, primeiro os espiritas precisam parar e

entender o que é género. Diferenciar gênero entre sexualidade, porque eles não entendem e acabam fazendo o quê? Fazendo coisas, falando coisas, ideologia de gênero, meu Deus. Que é uma coisa que foi inventada lá pra ir pela igreja católica, não sei quantos anos atrás vamos parar pra analisar. Vamos entender por que que as pessoas se veem de um jeito ou se vêem do outro. Vamos parar gente fazer a terapia do espelho. Pegar um espelho e se colocar

como eu me vejo? Eu sou feliz do jeito que eu sou como homem, como mulher, como trans, como binário, não binário. E aí? Ah, mas. E a pessoa a outra pessoa que se diz ser outra coisa, como será que ela se vê? Vamos parar pra pensar, vamos nos colocar do lugar do outro. Respeitar a união homoafetiva. Lembrar do amor. Vamos voltar lá No No começo, né? Nelson falar do amor, o amor simples, eu tenho o direito de amar quem eu quiser. Por que que o outro não tem esse

direito? Quem somos nós para dizer quem que o outro pode ou não pode amar? E aí? Quer falar mais alguma coisa? Senão eu vou continuar até o final aqui. Ela já deu uma pontuação bem interessante, Nelson, e aí, como encarar? Já que muitos espíritas utilizam equivocadamente. As expressões contidas na lei de reprodução para julgar e condenar aqueles nossos irmãos que estão. Na homoafetividade? Marcelo Henrique é, olha, isso é uma coisa que. Ela dói, ela dói no ouvido. Ela não me cai bem.

Porque se nós somos todos iguais. Sendo homem, mulher binário, não binário, homossexual, LGBTQIA+ não importa. O que. O que move o ser humano que falei lá no princípio, acho que a Claudinha perto de mão agora, o que nos move, o amor? O amor vê gênero? Eu Acredito que não, se não o pai não. Maria e o filho. Por exemplo, OA filha. O amor. Ele. Ele não tem limites, não tem Barreiras. Nem físicas. Nem ideológicas. O amor é amplo, ele é restrito.

Tudo isso é fruto do que? De um conservadorismo, de um atraso intelectual brutal. É de um media visual. É uma coisa tão medieval. Tão préhistórica. Que? Me me me custa a comentar. Família que usa comentei esse tipo de colocação. Quando eu sou abordado a me manifestar sobre esse assunto em círculos até familiares. E não há nada agora, não há razão. Para se debater isso, você é o que você é. E eu sou o que eu sou.

O meu modo de agir, o meu modo de pensar, a minha moral, a minha ética, o meu ID, meu super ID, meu ego vai determinar. Não é minha condição física ou minha condição corporal e o nem de gênero, Hein, sexual? O que importa é o que eu sinto como eu interpreto os meus sentimentos. Como eu me interpreto como eu me vejo. Vamos voltar àquela máxima, conhece a ti mesmo. Essa questão é muito importante e tem.

Nós temos a Liberdade aqui no ECK, você já sabe, você que nos acompanha há mais tempo e você que está chegando pela primeira vez. Nós não nos furtamos a comentar nenhum tema que tenha amplitude, que tenha ressonância com o espiritismo e as informações espirituais, não há. Não há uma linha sequer na obra de Allan Kardec nas 32 obras que ele escreveu que seja. Preconceituosa ou condenatória?

Em relação à expressão da sexualidade como uma das Vertentes do espírito encarnado como uma das características da sua essência espiritual? Para aquelas pessoas que fazem os seus comentários enviesados a respeito do não cumprimento da lei de reprodução no caso de casais homoafetivos. Nós damos sempre aquela outra. Ideia em contraponto. E as centenas de milhares de pessoas que tendo.

Escolhido que tendo assumido uma condição de casamento heterossexual e que decidem não procriar, decidem não ter filhos. Como ficaria perante a lei de reprodução? Né? Esse é o paradigma inicial. Para que nós possamos trabalhar com a ideia inclusiva. De compreensão? De acolhimento presente na filosofia espírita. Diferentemente de grande parte das religiões que convivem connosco neste quadrante evolutivo do nosso planeta. Vamos avançar um pouquinho, gente.

Não, espera aí. Espera aí, espera aí. Deixa eu falar um pouco mais sobre isso, pode? No Brasil, gente. Nós temos 5000 crianças aptas a serem adotadas aptas a serem adotadas e mais de 30000 inscrições para a adoção. E aí? Sabe porquê? A maioria dos casais héteros querem meninas bebês branquinhas. Agora vocês vão e analisem pela internet as adoções por casais homoafetivos. Eles adotam irmãos, eles adotam crianças que tenham problemas de saúde.

Eles geralmente não vêm por gênero, raça e nada a. Está aí na tela essa pergunta da Val. Aliás, a Val é é uma querida. Ela dá aula junto com o meu querido Francisco, meu maridão, e ela entende muito de leis Morais. Viu? Muito mesmo avó, uma pessoa incrível e essa coisa do castigo realmente existe. O pessoal fala que é abusou muito da sexualidade na outra vida. Aí veio com AA. É veio com essa sexualidade agora para aprender a dar valor? Pois é, são doentes, precisam da

cura gay, gente. Pois é, alguns espíritas acreditam nisso. Infelizmente nós ouvimos por isso no curso preparatório, nós temos uma aula exatamente sobre sexualidade e aí que nós abordamos sexualidade, gênero para que as pessoas entendam, respeitem e passem a ter outra visão sobre isso. E é o que ela falou, tantas crianças precisando de adoção e quem que realmente mandou para

adoção. A gente sabe a sexualidade das pessoas que deram à luz a essas crianças ou que abandonaram porque falam do abandono que é da mulher. Mas essa mulher provavelmente foi abandonada antes. Então nós temos que parar para pensar isso e quebrar, não é? Não tem nada de doença. Aliás, volta lá na questão 200, o livro dos espíritos. Eu adoro falar dela, né? O espírito tem sexo e a resposta é não. Como entendeis e nós não entendeis nada? Ponto. Muito bem.

Feitos esses comentários muito oportunos acerca da relação entre. A homofetividade e a lei de reprodução e a perspectiva sempre aberta e livre pensadora, do respeito às opções, as escolhas e aos posicionamentos de cada um. Vamos trabalhar com um outro tema também bem polémico, vamos trabalhar sobre a lei do trabalho. Meus queridos Nelson e Cláudia, pela lei do trabalho, conforme está na terceira parte dos livros dos espíritos, todos devem ter ao mesmo tempo.

O direito e o dever ao trabalho, não. Entanto, no Brasil e no conjunto das demais nações civilizadas ou ditas civilizadas. O imperialismo econômico, a globalização e outras mazelas econômico-sociais levam milhões. Vou repetir milhões de pessoas ao subemprego. Quando não ao desemprego. Mas falemos especificamente do subemprego, onde o indivíduo não tem nem dignidade nem garantia de direitos, nem respeito e muito menos uma remuneração justa. Elementos que formam o conjunto,

o conceito de trabalho. Como encarar, então? Nelson, tudo isso? E como deve ser o posicionamento dos verdadeiros espíritas, interpretando a lei do trabalho em relação ao desemprego, ao subemprego e ao desrespeito aos direitos trabalhistas presentes, sobretudo no Brasil, onde nós nos encontramos? Palmeiras de azul. Perdão. Eu cliquei, mas não abriu. Além do trabalho, é um dos desafios constantes. Presentes em nossa sociedade. Sendo que o trabalhador. Em geral, ele é vilipendiado. Pelo?

Universo, empregador. Que só pensa em uma coisa? Lucro, lucro e lucro. O Deus lucro não pode faltar para eles. Não são todos assim, dona não palmatória. Mas a sua grande maioria. Temos. Da sociedade? Um sócio cruel. E? O atual presidente está tentando mudar, né? O Lula? Que é o governo? Que também não auxilia. Então existem vários pontos. Eu não sou advogado especialista em direito, eu sou. Economista. Há vários pontos que são prejudiciais. Ao empregado?

O surgimento dos sindicatos. Isso deu-se primeiramente lá no estrangeiro, depois aqui, com a industrialização no Brasil. Foi onde se conseguiram grandes conquistas trabalhistas para o povo. Agora, espiritualmente dizendo. E falando? O nosso trabalho tem que ser constante. Inclusive para voltemos AA pauta o nosso aperfeiçoamento. Que nós trabalhamos? Não só fisicamente ou mentalmente, mas, sobretudo espiritualmente, em prol dos próximos do próximo.

Em prol do próximo não tão próximo também. Porque tem que se haver. Vou voltar aquela tua história uma. A mala propulsora é o amor. Se você não tiver amor, você não abre o que doar. O que fazer? Você vai se recusar a fazer isso? Você não tem amor, você vai se recusar. Isso cabe também, né? Do trabalho? Se não houver uma assim, um universo amparado pelo amor. Como eu vou, como nós vamos? Trabalhar as relações empregador empregado. Se não houver ética moral, fraternidade, igualdade.

Então está tudo injustiça. Tudo está intrinsecamente amarrado. Cláudio, você atua numa instituição é bem conhecida aí da grande São Paulo, que é o centro espírita irmão x, né? Nas atividades de educação, de exposição doutrinária, de estudos de teatro. Como é a posição dos espíritas do irmão x? Para representar uma unidade espírita, uma instituição espírita, um centro espírita, como milhares que existem Brasil afora em relação a essa questão do desemprego e do subemprego?

Conceito comum é o de que? Todos estão aqui recebendo aquilo que lhe é direito. De direito espiritual, ou seja, todos os que padecem do desemprego e do subemprego é porque, entre aspas, pediram para passar por isso. Vamos lá, é o centro espírita mão x ele tem um órgão assistencial chamado vale dos lírios.

Ele fica numa região de Diadema. E é muito interessante porque vamos começar pelas crianças existem, existe a creche, né, que traz as crianças, que foi inclusive algo que o Chico falou para o presidente da casa na época. Tragam as crianças porque as crianças além de se alimentarem de terem o estudo, eles vão ter a moral e vão levar para os seus lares e isso é muito interessante, né? E além disso, existem, claro, trabalho de alimentação, de cesta básica, né? De?

De conversa, mas também tem voluntários que ensinam. Informática, artesanato, línguas que também ajudam jovens e até pessoas mais velhas e crianças. Para poder conseguir um emprego melhor. Um trabalho além desse exemplo moral também tem essa parte de ajuda ao trabalho. De vez em quando. Algumas palestras, inclusive essa parte de artesanato, informática, muitos idosos estão aprendendo e ajudando na sua renda.

Então esse é um trabalho importante, porque não só ajuda no alimento, mas também a sair desse subemprego. Então é. É muito interessante ver, é esse trabalho lá. Existe também o bazar, né, que as pessoas acabam, tem gente que trabalha e que tem gente que também consegue comprar para se alimentar também consegue comprar para se vestir e aí vai girando todo esse esse trabalho, todo, esse aprendizado um com os outros é bem interessante, é bem bacana. Muito bem.

Um exemplo aí da de uma situação vivenciada pelo centro, que tem tudo a ver com a nossa questão. O importante é nós não perdermos de norte a ideia de que, mais do que as expiações. A nossa contingência, o nosso contexto encarnatório se forma de provas. As provas são em número muito maior do que as expiações e mesmo nas expiações, estão embutidas as provas, como disseram os espíritos. A Allan Kardec e aí creditar a erros pretéritos.

As dificuldades de agora e limitar-se anão fazer nada em favor daqueles que estão em condição de infortúnio em condição de Extrema dificuldade de penúria, não parece estar nem um pouco adequado à leitura espiritual das leis Morais, conforme a doutrina dos espíritos. Vamos avançar um pouquinho mais para trabalhar com a ideia da lei de igualdade. Cláudia, há a palavra igualdade. Ela faz parte de um contexto maior. Que veio a lume, no mundo, no nosso mundo, no nosso planeta.

Com a revolução francesa, onde os ideais foram igualdade, Liberdade e fraternidade. A partir daí, e nessa atmosfera. O nome igualdade, a expressão igualdade estava muito em evidência. Todavia. A partir do próprio progresso da humanidade, este conceito igualdade parece um pouco. Atrasado, um pouco descontextualizado, um pouco superado, não quer dizer que as informações relacionadas à lei de igualdade em um livro dos

espíritos estejam ultrapassadas. Mas a palavra igualdade hoje já merece uma releitura, já merece uma nova tradução e essa releitura, essa nova tradução. É equidade? Podemos dizer então, que numa leitura atualizada da ideia de igualdade? Devemos nós, espíritas, estarmos muito comprometidos, não com a igualdade, mas com a equidade. Você falou que não teria pergunta. Difícil, você me enganou. Olha só, você não está se fazendo isso comigo, você não está agindo de igual.

Olha só. Eu acho que nós somos comprometidos com todas as leis, nós somos comprometidos com com tudo isso. Você vê vocês falaram, agora nós falamos, né? Sobre o trabalho. E aí entra aqui na igualdade, e fala-se sobre a escravidão. Então esse subemprego não deixa de ser escravidão, né? Então, nós não estamos sendo iguais, né?

Não temos, não. Não estamos tendo equidade com o outro, não estamos tratando de igual para igual, compreendendo porque cada um de nós somos iguais, mas cada um está aonde num processo de evolução, num processo de conhecimento. Né? Então, acho que a igualdade, a equidade, entra aí. Não sei se é isso que eu. Vamos ver, vamos ver Nelson, e aí como? Como traduzir, então, mais contemporaneamente, a igualdade como equidade? Bem, é partindo-se do princípio. Da? Mencionado, a revolução

francesa. Liberdade, igualdade e fraternidade. Nós partimos do princípio que AA fragilidade ela é de é possível. A Liberdade também, mas vai cuidar de desculpe-me. A igualdade é um é um tanto complicado, porque. Não somos iguais, não pensamos iguais, somos seres únicos, diferentes. Com métodos com pontos de vista. Com com ambos. Com enfoques de vida. Diferenciados? Com tantos paradigmas, a igualdade. Não seria possível. Então, uma melhor definição é a

é a equidade. Ai, ai e lembrar-se os direitos e os deveres de cada indivíduo, de cada ser. Dando as mesmas oportunidades a todos eles. Muito bem. Esse conceito é complementar ao que a Cláudia colocou, né? A equidade significa conceder. Oportunidades aos demais. Dar é, em algumas situações, um ponto de equilíbrio para um ponto de aproximação de quem não se encontra em mesma situação em situação isonómica com o semelhante. Daí, políticas públicas serem direcionadas. A superação.

Das necessidades, das dificuldades, das diferenças, sejam elas sociais, sejam elas corporais, sejam elas de origem. Ou mesmo de Acessibilidade aos direitos e às situações que são para todos na nossa sociedade? Então, a palavra igualdade na lei de igualdade. Ela pode até permanecer. Como foi grafada por Kardec e os espíritos superiores naquele contexto da segunda metade do século 19?

Mas não se trata mais da igualdade, que era uma necessidade das civilizações daquele tempo de distribuírem de forma igual. À questão dos direitos em termos de que todos são iguais perante a lei, como está na nossa Constituição da República, mas. Dar-lhe uma nova comentação conotação no sentido de equidade, ou seja, nivelar, fazer acender aquele que não se encontra numa condição de Acessibilidade. Naquele momento, meus queridos, nós vamos partindo para o encerramento da nossa live.

E para esse encerramento, eu deixei uma questão que merece ficar reverberando quando nos encerrarmos mais essa qualificada live na noite de hoje é a que diz respeito da lei de sociedade. A sociedade Nelson e depois, Cláudia. Ela tem como raiz, tem como origem. O núcleo social mais básico que todos nós integramos a. Família.

A partir desta noção desse núcleo básico, nós chegamos ao ponto máximo da organização social humana, que é o conceito para nós, que estamos na Terra de sociedade planetária, a sociedade dos encarnados no planeta Terra no século 21, no ano 2023. Este é então. Identificador do conceito milenar e também, portanto, de fraternidade universal. Todavia, os últimos tempos aqui no Brasil, principalmente nós. É, tivemos momentos muito

graves, muito difíceis. A nossa história político-social brasileira amplificou os preconceitos. Na forma de racismo, de homofobia. De transfobia, de xenofobia, de intolerância religiosa. De intolerância política, et cetera. Inclusive, no ano de 2022, todos nós somos testemunhas vivas dessa história. Nós tivemos um meio espírita dividido em disputas de ódio entre partidários de determinados grupos. Nelson, que sociedade é essa? Acho que o Nelson congelou. Quer começar, Cláudia?

Enquanto o Nelson está com problemas técnicos, que sociedade é essa em que vige esse tipo de prática? Vamos lá. Qual é o nosso grande obstáculo? É o orgulho. É egoísmo, né? Então, cada um quer impor aquilo que acredita, aquilo que sabe aquilo que quer. O né é, eu falo que a nossa sociedade, né, é a Terra, é um grande condomínio. Então se nós trazermos o planeta Terra para o Condor de quem vive em condomínio, para o nosso condomínio, começa a ver as

diferenças, né? Você não pode, inclusive, em grupos. Você não pode falar de política, viu? Nenhum grupo. Nada. Vocês para mim estão congelados. Está tudo bem? Ah, agora sim, o Marcelo se mexeu, tá, desculpem, acabei me me perdendo aqui. Então é uma OA sociedade, é uma ajuda mútua, né? Mas eu só vou ajudar aquele que pensa igual a mim. Só vou ajudar aquele que trabalha como eu, aquele que tem a mesma linha religiosa ou não do que eu.

Então, isso daí adoece AAA sociedade, então como que nós vamos conseguir viver a equidade ou a igualdade e a Liberdade? AA reprodução a é acreditar num Deus, se eu tenho que impor na sociedade aquilo que Eu Acredito? E aí vive como nós vivemos nesses últimos anos aí exatamente né? Intolerância religiosa? Intolerância de de como eu quero viver, como eu sou, e eles estão

trazendo isso para hoje em dia. Infelizmente nós vemos aí que estão querendo voltar, votar em leis absurdas para tirar direitos que já foram aí é conseguidos, né? Então, o que é que nós queremos, né? Qual é o preço disso tudo? Nelson agora voltou, né? Abre teu microfone aí pra poder responder essa questão, que sociedade é essa, principalmente, considerando aí a ambiência espírita que viveu esses tempos de intolerância e ainda vive porque nós encontramos essas manifestações

de preconceitos diversos. Infelizmente, nas casas espíritas dos grupos espíritas, que sociedade é essa? Olha. Vamos colocar assim. O espírita não entendeu até agora o que seria ser espírita. O espírita não conhece o espiritismo? Tu falava o professor Herculano, ele é desconhecido. Esse é o primeiro ponto. O segundo ponto. É? O atraso espiritual do centro. Porque o que é política? O que é sempre Oo ser humano é um ser político. O que que é política?

A política é a manifestação da pólis da. Sociedade da cidade. Ou seja, nós fazemos política a cada instante da nossa existência. Nossos pais, com os nossos amigos, o nosso trabalho. No centro espírita, a sociedade como um todo na comunidade. A cada instantes, estamos fazendo política. Então, qual que é a dificuldade de se compreender isso? Agora nós vamos então entrar na parte do conservadorismo do movimento. O movimento espírito em si. As bases? Ele é herdeiro.

Do crescimento medieval que já existia já por aqui. As dificuldades que o espiritismo teve. Para se estabelecer no país. Ele foi obrigado a, digamos assim, a fazer um determinado sincretismo com a igreja. Para tomar bases? Sólidas e se firmar. Mas isso foi um erro. Um erro. Crasso? Destruiu toda. A doutrina, na verdade. Ele eliminou o cerne, o âmago do pensamento cardiciano. Resultado, é isso que nós vemos.

Na nossa casa espírita, na sua casa espírita, no meio espírito em si, como diz Herculano, é o que podemos assistir. Uma falta de compressão generalizada. Eu vou citar uma coisa no outro bloco. Mas eu vou colocar nele. Esse aqui é sobre a igualdade. Vocês devem conhecer. Existe uma obra cinematográfica que chama trilogia das cores. Que eles fazem a ligação entre. Os ideais regulos da revolução. A fraternidade é guaba de e a Liberdade com as cores da Bandeira da França.

E é muito interessante, porque eles colocam assim que a fraternidade é vermelha. A Liberdade é azul. A igualdade é branca. Porque elas têm essas cores. Para refletir. Filosófica essa última ponderação, Hein? Vamos analisála depois com, com acuidade, com carinho, né? Cada um com a sua. Possibilidade de ter. A lembrança dessa live e a meditação sobre os pontos que foram levantados não só nessa questão sobre a lei de sociedade, mas em todas as demais que você nos ajudou a fazer.

Em mais uma live, a 16ª ordinária desse ano de 2023 do grupo espiritismo com Kardec. Vamos deixar então aí o espaço para a despedida, para a manifestação derradeira dos nossos. Debatedor e convidada nessa noite. Nelson, as suas considerações finais. Eu agradeço a todos por terem acompanhado a nossa live. Esperemos, esperamos, aliás, desculpem. Que tenhamos sido de auxílio. À compreensão e entendimento e, inclusive, ampliação dos

horizontes. Nós consideramos que estamos realizando o nosso papel como espírito de que somos. Esperemos poder contribuir. Para. Um espiritismo laico, de livre pensamento humanista. Que nós possamos difundir essas ideias. Na sociedade? Nós possamos criar instrumentos necessários. Para que sejamos? 11 sociedade feliz, boa noite. Muito bem, Nelson, agradecemos mais uma vez a sua qualificada presença na nossa bancada e lembrando sempre que OECK é um grupo de estudos aberto 24 horas

por dia. Lá, todos os dias nós colocamos temas, textos, ponderações, perguntas, para que os interessados possam debater à luz da doutrina espírita, com equilíbrio, com respeito, com fraternidade. Como se fosse um centro espírita presencial. Fica aí o nosso convite, você que está nos canais do YouTube, ainda não conhece o nosso grupo no Facebook, www.facebook.com barra grups barra, espiritismo com Kardec e para você conhecer um pouquinho mais sobre o nosso trabalho, está aí passando.

O nosso endereço com kardec.net.br, onde estão todos os trabalhos que OECK desenvolve desde 2017 a serviço de um espiritismo, o Nelson laico. Livre pensador, humanista, progressivo, progressista. Um abraço. Nelson fica lá na sala do chá, para nós podemos, daqui a pouco fazer o encerramento. Claudinha, é com você as tuas considerações finais. A nossa, minha querida amiga debinha, UI, UI, UI, falou. Citou Renato Russo aqui no que país é este? E eu tinha preparado aqui para

falar sobre ele. Quando o Sol bater na janela do seu quarto e ele fala um trecho assim, a humanidade é desumana, mas ainda temos chance. o Sol nasce para todos e só não sabe quem não quer. Depois ele fala uma coisa que eu vou deixar 2 perguntas, 2 questões. A primeira ele fala assim, ó, até pouco. Pouco tempo atrás poderíamos mudar o mundo, quem roubou nossa

coragem? E aí eu também queria deixar para que as pessoas lessem a questão que eu já tinha citado antes, 886 do livro dos espíritos. Que ele pergunta qual o verdadeiro sentido da palavra Caridade, como entendia Jesus? Mas faça essa reflexão, não de você parar com os outros. Faça essa reflexão de você pra você mesmo. Qual o verdadeiro sentido da Caridade quando nós nos olhamos para depois? Nós olhamos para o outro beijo, para todo mundo.

Muito bem, Claudinha. Com certeza essas 2 mensagens finais vão ecoar também nas nossas consciências e nos nossos corações. Agradeço uma vez mais pela tua luminosa presença, pelos comentários, pelas respostas, pelos enquadramentos que tu nos trouxesse nessa tarde e noite e que nós possamos ter outras oportunidades aqui na bancada do ECK, de convivência e de estudo. À luz do pensamento. De Allan Kardec, fica um pouquinho lá na sala do chá para que nós possamos fazer o encerramento.

É isso aí, minha gente, nós trouxemos hoje. Uma visão mais contemporânea acerca das necessárias leis Morais que continuam sendo o Farol a Baliza para nortear os nossos passos, as nossas atitudes, as nossas convivências, os nossos relacionamentos, que você tenha entendido muito bem a nossa proposta e que longe de darmos as últimas palavras. E a resposta para todas as dúvidas que afligem. A humanidade, em especial o meio

espírita. Que elas sirvam de ponto de partida para novos entendimentos. Outras Lives, outros debates, seja aqui no espiritismo com Kardec, seja na instituição, no grupo espírita presencial e que você faz parte. Ficamos muito felizes com a sua presença, que engrandeceu através de comentários ou de questionamentos o nosso trabalho em mais um embalos de sábado à

noite do ECK. Esse. Já consagrado espaço de fraternidade, de entendimento, de estudo, de respeito e de atualização dos conceitos espíritas para que eles fiquem sempre em permanência, como bem recomendou Allan Kardec, que nós continuássemos consultando os espíritos que nós continuássemos utilizando o nosso raciocínio aplicado para o entendimento. Das informações que vem através dos médiuns e daquelas que fazem parte da nossa natureza humana, corporal, da nossa natureza planetária.

Exercer esse. Trabalho de crítica, de exame de racionalidade e de bom senso e, sobretudo, que nós continuássemos acompanhando também o progresso das ciências para que o espiritismo não se tornasse desatualizado ou obsoleto à medida em que os próprios homens os espritos encarnados com os seus talentos. Como disse o Magrão Jesus de Nazaré. Empregassem esses talentos a

serviço da própria humanidade. E aí a pergunta final, que vai ficar para que você medite nesse início e final de noite do dia 28/10/2023 é se para as leis Morais o mundo pede ação, qual é a sua ação? O que é que você está fazendo ou pode fazer nesse contexto? No mês de novembro, teremos novamente 2 Lives ordinárias, que estão sendo preparadas com muito carinho. E não se esqueça. No mês de dezembro, estaremos aí.

Mais um lip o quinto fórum do livre pensar espírita, que é um encontro de personalidades do meio espírita para debater aqueles temas mais pungentes, aqueles temas especiais que fogem da nossa programação ordinária e que merecem uma atenção, um cuidado, um zelo, um interesse ainda mais específico. Muito bom estar com você, muito bom brincar com você, muito bom falar Sério com você, o esse k vai se despedindo dessa noite de sábado. Para nos encontrarmos de novo no

mês de novembro, um abraço. Tchau.

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