Kardec teria problemas com certos espíritas [Ep44] - podcast episode cover

Kardec teria problemas com certos espíritas [Ep44]

Nov 26, 20231 hr 49 minSeason 15Ep. 43
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Seguimos discutindo, parametrizadamente, as orientações de Kardec e as situações da prática espírita, comparando-as entre si, sobretudo considerando as diferenças e as semelhanças entre o movimento espírita originário (segunda metade do século XIX) e o da atualidade. Na bancada, dois integrantes do Conselho de Gestão do ECK, Martha Novis (RJ) e Pedro Maravelli (SP), sob a costumeira Moderação de Marcelo Henrique (SC). O tema é provocativo: "Kardec teria problemas com certos espíritas". Trata-se, não de um questionamento, mas de uma afirmação. Então, antevendo os debates, podemos perguntar: - Como seria o convívio do professor francês com os espíritas de hoje? - Se ele visitasse as instituições espíritas da atualidade, Kardec ficaria satisfeito com o que iria ver e constatar? - Estariam, dirigentes, médiuns, expositores e membros assíduos destas instituições zelando pela métrica doutrinária e atentando para suas recomendações? - Que atitudes seriam passíveis de serem consideradas "problemas" (de conduta, de comportamento, de prática espíritas) por parte de Kardec? - Kardec seria respeitado, em suas orientações, ou seria tratado como alguém que ficou preso ao século XIX? E, por consequência, seria tratado como ultrapassado ou demodê? Você pode ver, desde já, o colorido que permeia mais um momento de livre expressão e debate, na bancada do ECK, sobretudo em relação às premissas que caracterizam o nosso trabalho (e as nossas propostas para o meio espírita brasileiro e internacional) do livre pensar, da laicidade, do humanismo e do progressismo e da progressividade dos conceitos espíritas.

Transcript

Alô, você, tudo bem? Olá EC qanas e equianas estamos aqui para a 18ª e última live ordinária desse ano de 2023, mas espera aí, não precisa ficar nervosa ou nervoso porque nós teremos no mês de dezembro, conforme já anunciamos o quinto fórum do livre pensar espírita ulipe, com uma programação especialíssima com 4 Lives sequenciais em dias seguidos. Que. Você vai poder acompanhar aqui nos nossos canais, nas nossas plataformas. Do grupo espiritismo com Kardec e natos parceiros que estão

conosco já há bastante tempo. Caso do espaço espírita, caso do geo. Que vão fazendo com que a nossa mensagem do espiritismo cast também, que vão fazendo com que a nossa mensagem alcance um número maior de consciências e decorações nessa nossa jornada rumo ao aperfeiçoamento individual e coletivo, a partir da proposta filosófica da doutrina dos espelhos. As pessoas já estão chegando, já estão se abancando que vocês possam ter como nós uma live

especialíssima para. Tratar do tema Kardec teria problemas com certos espíritas? É se o nosso barbudinho marrento tivesse por aí, seguramente ele não IA gostar de muita coisa. Que graça no movimento espírita, como se fosse muito natural, muito condizente com a proposta renovadora transformadora, trazida no período entre 1857 e 1869, pelo professor rivario, na França, da segunda metade do século 19.

Nós Na Na. Na divulgação desta live, fizemos alguns questionamentos, como seria o convívio do professor francês com os espíritas de hoje se ele visitasse as instituições espíritas da atualidade ficaria satisfeito com o que iria ver e constatar, estariam os dirigentes, os médicos, os expositores e os membros frequentadores assíduos das instituições espíritas, zelando pela chamada métrica doutrinária e atentando para as suas

recomendações? Que atitudes, então no meio espírita, nós encontramos hoje que seriam consideradas problemas de conduta, de comportamento, de prática espírita por parte de Kardec e, por último, Kardec seria respeitado em suas orientações ou seria tratado como alguém que ficou preso ao século 19, meio demodé ou ultrapassado? É isso que nós vamos debater com a sua qualificada presença e

participação nos comentários. Coloque a sua intervenção, o seu questionamento que a nossa produção vai trazer para que a gente possa colocar também na pauta na mesa para os debates da noite de hoje, vamos fazer então uma pequena introdução ao tema, relembrando um trecho que está na revista espírita de março de 1863. Numa dissertação escrita por Allan Kardec, em que é intitulado falsos irmãos e

amigos desajeitados. Então nós pensamos alguns trechos dessa comunicação que você pode encontrar no fascículo do mês de março de 1863 da revista espírita. Publicada por Allan Kardec. Então, o Kardec diz o seguinte, passemos a um assunto mais Sério ainda, os falsos irmãos, os adversários do espiritismo, alguns pelo menos, porque pode e deve haver os adversários de boa fé não são, como se sabe, muito escrupulosos sobre a escolha dos meios.

E aí Kardec faz um contraponto em relação a esses falsos amigos, falsos irmãos, adversários do espiritismo, que podem estar inclusive dentro do meio espírito. Quais suas ideias, paixões pessoais? E ele, então, enaltece, ao contrário, um tipo de espíritas, que ele chama de espíritas sensatos ou diligentes.

Mas ele volta a tratar desses falsos amigos ou desses que ainda não estão muito acostumados com a principal biologia espírita dizendo o seguinte, o que caracteriza, principalmente esses pretensos adeptos é a tendência de fazer o espiritismo sair dos seus caminhos de prudência. E de moderação pelo seu ardente desejo do triunfo da verdade. E então eles impelem publicações excêntricas que se extasiam de admiração diante de comunicações apócrifas das mais ridículas.

Olha aí a advertência do mestre lionês, a natureza, a qualidade da produção mediúnica, a advertência, essa que não foi seguida pelos espíritos brasileiros desde que o espiritismo aqui se instalou em terras brasileiras. E aí, então ele finaliza dizendo que há uma multidão de pessoas exaltadas diante de ideias obtusas ou que já deram sinais de aberração, então se ocupam do espiritismo mais.

Na maioria das vezes, não compreenderam nem a primeira palavra sobre o espiritismo e uma advertência final aos livros espíritas que esses apóstolos zelosos. Distribuem generosamente, frequentemente, acrescentam pontos de imperícia, inclusive assuntos relacionados à magia, a feitiçaria ou escritos de natureza política, que seriam

pouco ortodoxos. Vamos, enfim, tratar então dessa advertência de Kardec, dessa condição da ambiência espírita, com a presença de 2 membros do conselho de gestão do ECK, pessoas que já. Um Lastro de muita experiência no movimento espírita para que nós possamos, com a sua ajuda, com a sua participação, debatermos esse tema. Vamos então, que rufem os tambores para chamarmos a nossa primeira participante da noite Vem Pra Cá Marta Novis. Bem-vinda. Obrigada, Marcelo.

É sempre uma honra estar aqui. Legal, vamos tentar. Aí é nivelar um pouquinho o som da Marta, pessoal da produção está um pouquinho baixo, tá bom? Obrigado.

A Marta Novis é então formada em letras pela Universidade Federal Fluminense e em administração de empresas pela unesa, tendo também pós-graduação em gestão estratégica de pessoas pela fundação Getúlio Vargas. Atualmente, Marta está aposentada, mas atuou no setor financeiro de uma empresa de transporte de cargas e foi funcionária durante mais de 30 anos da nossa viações, viação aérea, Rio Grande a Varig coordena também o núcleo de estudos da revista espírita do

grupo espírita Francisco de Assis ogefa, em Niterói, na grande Rio de Janeiro. E é membro, como eu disse, do conselho de gestão do grupo espiritismo com Kardec. Vamos então chamar também com wolfhards, tambores característico desse nosso programa, o noutro participante, Pedro maraveli, vem para cá, Pedrinho. Estamos lutados. Boa noite. Marcelo Marta, muito obrigado pelo convite. Muito bom estar aqui com vocês. Bacana, Pedro.

O Pedro é formado em comércio exterior, é jornalista por vocação, concurso inacabado e sem exercer plenamente a atividade. Trabalhou em bancos e software houses especializadas em câmbio e atualmente atua como consultor de negócios, como ele mesmo diz sobre si mesmo é uma colcha de

retalhos de atividades. Imerso na doutrina espírita desde 1987, teve passagem pelo grupo pela casa espírita grupo Noel até 2003 e depois tornou-se trabalhador voluntário do centro espírita irmão x desde 2004. Ambos centros sediados na cidade de São Paulo, capital Paulista, é também membro do conselho de

gestão do ECK. Apresentados os nossos ilustres debatedores da noite de hoje, nos embalos de sábado à noite do ECK, vamos ao primeiro questionamento, Marta, imaginemos nós que Kardec chegasse hoje numa casa espírita. Disfarçado e sem se identificar? Alê, com um Capote, Léo. Com óculos escuros e chega na casa espírita. Como chegam em números interessados diariamente nas instituições espíritas do Brasil? E de outras partes do mundo onde

o espiritismo tem atividades. Ele, Kardec, ao adentrar em uma casa espírita, ele é recebido pela sorridente recepcionista e é convidado para fazer um atendimento fraterno. Para receber orientações e também para que lhe seja determinado qual o passe mais adequado que ele vai submeter. Então ele é direcionado a sentar num ambiente para ouvir o evangelho. E aí, ao lado da cadeira que ele ocupa, ele olha para a parede e tem um cartaz. O silêncio é uma prece. O que ele.

Sentiria o que Kardec sentiria ao se deparar com esse quadro. Suponhamos então que ele passou por todas as etapas sem falar ou questionar a rotina dos trabalhos da casa. Será que ele, se perguntaria, Marta, o que fizeram do espiritismo? Alguém neste ambiente sabe verdadeiramente o que é a doutrina espírita? Olha, Marcelo, é. Eu queria até já de antemão, né? Agradecer. Por? Ter podido, né? Estudar, né? Olhar mais esse tema, esse tema, né?

Que você apresentou com carinho e revisitar algumas coisas que nos foram ditas por Kardec, né? Isso aí foi muito bom, mas ao mesmo tempo também traz para a gente um teso, não é? Quando a gente percebe. Que ainda em nossas casas espíritas, né? É, certas coisas acontecem e também em outras casas espíritas, onde temos pessoas, né? Que são, que nos são tão caras? É? Também, né? Continuam acontecendo coisas que, com certeza, Kardec é, não falou, né? Ou ele falou o inverso daquilo

ali, eu acho que karback, né? E ele nos dá prova disso, né? Ao longo de suas obras. Né? É ao longo da revista espírita quando responde a algumas pessoas, né? No que é o espiritismo, né? Logo no início, naqueles debates, naquelas conversas, aqueles diálogos que ele tem, né? Lá com o cético, com crítico, com padre. A gente observa que Kardec era muito elegante, mas ele não deixava de se posicionar. E aí eu. Acho que. Ele sentiria, né?

Sem dúvida nenhuma tristeza, né? Por ver no que a gente, né, no que nós e aí eu me coloco também, né? No que nós transformamos é a doutrina espírita e aí é na nessa obra, né? Na viagem espírita de 62 que eu reli e encontrei coisas preciosas, né? São coisas que a gente passa rapidamente, mas eu vejo uma afirmação de Kardec quando ele diz assim. Por mais que faça. Jamais conseguirão fazer-me sair da moderação e da regra que eu tenho por conduta.

Então é, eu acho que ele se sentiria triste, né? Com certeza ele IA ver que houve toda uma transformação, né? A gente trouxe é para o Brasil um conceito completamente distorcido, mas eu acho que ele IA se posicionar, né? Dentro da moderação e da prudência. Que lhe era peculiar? Muito bem. E aí, Pedro? Como seria a resposta de Kardec a essa situação é hipoteticamente visitada por ele. Olha, Marcelo, é quando você propôs esse tema, Kardec teria problema com certos espíritas?

Num primeiro instante, eu elenquei uns 12 espíritas que eu conheço que provavelmente ele teria problemas, mas aí eu voltei para para eu mesmo e vi que em alguma coisa como a Marta, acabou de dizer com muita propriedade. Ele também se espantaria com alguns procedimentos ou com alguns entendimentos que eu tenho em relação à doutrina. E que colocam em prática também por causa desta formação que você citou na abertura, de como que se.

Como funciona uma casa espírita? Agora, pegando uma figura de linguagem que você usou aí, se ele chegasse todo camuflado, tentando. Esconder Como Ele É realmente em algumas casas de espíritas, sequer ele passaria pelo portão. Ele seria barrado porque hoje as pessoas ficam assustadas. Não hoje, né? Já há algum tempo e não são aquele papel que a doutrina coloca como de uma doutrina

evidentemente consoladora. Mas, apesar de tudo, a gente percebe em muitos do movimento espírita uma necessidade de realmente revisitar as obras de Kardec, de revisitar tudo aquilo que lhe deixou para que nós pudéssemos aprender, para que nós pudéssemos entender e colocar em prática. E eu acho que essa busca de uma boa parte, daqueles que fazem parte do movimento espírito é que ainda mantêm.

O movimento. Ainda que respirando por aparelhos em algumas situações em voga, fazendo com que as pessoas ainda busquem essa casa espírita, mesmo com este atendimento que nós no Brasil, entendemos de uma forma diferente, mas aproveitando este fluxo de pessoas que ainda veem a casa espírita, a gente tem que mudar muita coisa e eu tenho certeza que se conseguisse passar por aquela porta primeira, ele iria perceber estes problemas.

Ele não iria gostar. Mas como educador e como moderado, como a Marta, citou a pouco. Seguindo os preceitos de pestalose, ele saberia chamar as pessoas, conversar, iria dentro de todo o seu entendimento, fazer uma remodelação, fazer um esclarecimento e, quem sabe, colocar as coisas nos trilhos da prosperidade e do progressivo e da doutrina progressiva que é a doutrina espírita. Muito bem quando nós fazemos essas observações em relação ao

que nós estamos vendo. Nós nos lembramos é das próprias recomendações de Allan Kardec ao movimento espírita nascente. No sentido de nós tentarmos observar os pontos positivos e mantêlos e observar as falhas que são inerentes à condição de espírito encarnado. E buscar corrigi-las. Sem assombros, sem assodamento e sobretudo. Sem argumentos AD hominem, nós não temos que nos tratar como inimigos, as nossas visões, as nossas atitudes diferentes.

Nos permitem dialogar. Usar a dialética a dialogicidade e tentar compor com aqueles que fazem parte dos ambientes espíritas, onde nós estamos inseridos, obviamente, dependendo da estatura do indivíduo, ele vai aceitar ou não as críticas. Da mesma forma como nós aceitamos ou não as críticas que nos são dirigidas e é comum, então, que tenhamos dissensões, pessoas que deixam instituições espíritas? Onde trabalharam muito tempo ou

saem. Da responsabilidade por determinadas atividades, justamente por não conduzir com. É não concordar com os meios, as formas de condução. Das instituições, isso é muito natural, é na relação interpessoal, dentro e fora da doutrina espírita. Então que fique isso bem claro. Nesse primeiro momento, vamos fazer uma segunda pergunta ainda sobre essa visão panorâmica

sobre. A atualidade do meio espírito Pedro, você acha que Kardec, se estivesse entre nós, e aí nós temos que fazer esse exercício hipotético de um retorno do rival, ou então temos que tratar daquelas pessoas? Você disse bem. Há pouco, na sua primeira intervenção e que consegue identificar algumas pessoas que estão bem fora, né? Ou conseguiriam, ou conseguiu identificar algumas pessoas bem fora, mas olhando para si mesmo também percebe que aqui ou ali nós também estamos sujeitos a

deslizes. Em contrapartida, encontramos pessoas que poderiam representar o bom senso de Allan Kardec, né, que tem uma conduta dentro do meio, espírito, até onde nós conhecemos que é condizente com a as orientações e as práticas recomendadas por Alan Kardec, mas, em contraponto, conseguir conseguiríamos nós conviver bem pacificamente, com pessoas que se afirmam como espíritas até ou crachazinho não é? O adesivo espírita colado no peito muitas das vezes.

Mas cujo comportamento dentro e fora das instituições, destoa completamente da proposta espírita. É missão nossa, conviver. É, é missão nossa conviver com essas diferenças e com os diferentes. Isso é, não temos como fugir disso. EEA gente faz aqueles espíritas que se preocupam realmente em estudar a doutrina em estudar Kardec, seja nas obras básicas, seja na revista espírita, seja compreendendo tudo aquilo que

ele nos trouxe. Tem sempre Kardec presente, então ele não precisa estar encarnado aqui ou disfarçado ali no público que está visitando uma casa espírita para que a gente tenha que se adequar ao que realmente ele colocou para a gente lá em 1800. E como você falou, então. Aqueles espíritas conscientes, eles têm Kardec sempre do lado. Ele está sempre aqui, buzinando em nossos ouvidos. Como é que nós devemos praticar a doutrina?

Como é que nós devemos exemplificar a doutrina e estas pessoas que a gente que nós veja bem é a nossa visão, que nós identificamos como não seguindo os preceitos, não seguindo aquilo que a gente julga certo daquele entendimento que nós tivemos lá da. Da doutrina e que continuamos tendo, porque a medida em que nós. A Marta acabou de dizer também. Ela agradece o fato de ter tido o tema para ela ir revisitar coisas que já viu e tentar verificar coisas novas, entendimentos novos.

E é isso que acontece sempre com a gente. Quando a gente vai buscar essas informações, então ele está sempre presente conosco e cabe a nós no nosso traquejo. De convívio pessoal, saber lidar com essas pessoas que pensam de forma diferente, porque inclusive para uma casa espírita funcionar, a gente precisa de Harmonia. A gente precisa que as pessoas se respeitem.

É claro que a gente passou por um período aí e que ficaram latentes muitas diferenças de pensamentos, muitas atitudes, muitos julgamentos diferentes, mas ainda assim, dentro daqueles preceitos básicos de Kardec, principalmente aquele que a gente tem que se instruir. O tempo inteiro? Buscar o entendimento de tudo o que nos acontece. A gente tem que sim, que conseguir um convívio com todos, de uma forma harmoniosa, sem brigas. Eu vou citar de novo a Marta, a Marta foi muito feliz quando

disse Kardec, era moderado. Se todos os ensinamentos que Kardec trouxe, quando teve que conversar com o sacerdote, com alguma das pessoas que pensavam diferente dele, se nós conseguirmos. Moderação a gente consegue mudar aquilo que ainda não está adequado a ao ao que a doutrina pede para que a gente exerça, para que a gente passe para frente. Muito bem pontuado, Marta. E aí, como é a convivência com esses?

É lobos em pele de ovelha que nós acabamos recepcionando na casa espírita e que, por vezes, também se comportam assim nas próprias atividades. É com afirmações ou com condutas que são eticamente reprováveis? Marcelo, sobre esse tema, eu. Recordo de novo, né? A ao. Ao discurso de Kardec, né? Aquilo que ele falou. E tá registrado, né nessa viagem espírita em 62, num determinado ponto, quando ele fala né, pra pro pessoal que os espíritas de lylon e Bordeaux, ele faz afirmação, né?

De que ele tem adversários entre os adeptos do espiritismo. E aí ele elenta 3 tipos de espíritas. O primeiro, ele diz que é aqueles que creem pura e simplesmente nos fenômenos, né? Nas manifestações, mas que não tiram dali nenhuma consequência moral. Depois tem aqueles que percebem até o alcance moral, mas aplicam aos outros e não a si mesmos. E por fim, ele fala dos que aceitam pessoalmente todas as consequências da doutrina.

E que praticam ou se esforçam por praticar sua moral, e aí ele continua dizendo, né, que é o espírita, ele deve, né? Ter realmente por desvisa, né? Por Bandeira aquela frase, né? Fora da Caridade não há salvação, é? Não há salvação. Porque ele diz Que Fora da Caridade, não há verdadeiros espíritas, mas aí Marcelo é. Eu me permito, né? Lembrar o que é, né? Na visão de Kardec, a gente fala muito isso que lembro do SRK,

né? Essa questão da Caridade que nada tem a ver com a assistencialismo, né? Caridade é no sentido da gente tentar se desvincular de. Quer é personalismo, né? Que a gente possa tirar de nós qualquer interesse, né? Frente a uma situação, né? Que a gente não não se aproveite do espiritismo, né? Como ele diz, mais adiante, também em nosso pavor, né? Não é isso que deve ser feito. Então é ele fala, né? Dessa da importância da gente colocar isso, né?

Em prática, e aí, mais uma vez eu lembro, né, da dificuldade que mesmo nós, né, que estamos aqui resgatando Kardec, né? Como ainda para nós, é difícil e como ainda estamos também dentre esses adepto entre esses espíritas, né? Que até percebem. O alcance moral da doutrina, mas que aplicam isso aos outros e não a si mesmos, né? Vez por outra, eu, Marta, ainda me pego fazendo isso é, é bem verdade, né? Que a gente também procura é

mudar, né? A gente também procura aproveitar isso que a doutrina nos traz, né? Mas eu não me sinto. Em condições, né? De dizer é e nem de apontar, né? Dizer que o outro é faz isso ou faz aquilo, ou então, como bem pontuou o Pedro, né? É sem nenhuma moderação, né? Ou prudência? Me arvorar, né, em falar que é só Kardec, assim que tem que ser, né? Se vez por outra, eu me pego ainda, né? Sendo uma adversária do

espiritismo, né? Porque, por vezes, em determinadas situações, eu me acho aqui dentre esses espíritas, né? Que conhecem até pelo pelo, pela gama de estudo, né? A gente vai estudando, estudando e a gente sabe muito e eu nunca me esqueço, né, da minha amiga. Borboleta, né? Que ela sempre teve esse cuidado e sempre falou muito comigo, né? Marta é até que ponto, né? A as ideias, né? Porque a gente que gosta muito de estudar, que é muito voltado pra isso, e eu sempre fui muito

questionadora, né? Eu sempre queria e aprender e saber, mas isso não pode ficar só em nível intelectual, né? Na verdade, a gente tem que trazer isso para a prática, então tudo bem, eu defendo Kardec, defendo com unhas e dentes, estou revisitando com certeza. Mostro isso nos grupos sempre que eu tenho oportunidade, né?

Eu falo, eu digo, mas espera aí. EE aí o fato de eu simplesmente estar mostrando aquilo que eu estudo nos livros, aquilo que eu aprendo com Kardec, faz de mim uma verdadeira espírita como Kardec está aqui dizendo. É, continuamos nós naquela Encruzilhada entre teoria e prática, né? Mas tanto na chamada pedagogia espírita ou na filosofia espírita pura, se assim podemos dizer quanto em qualquer outro

domínio. De conhecimento científico, filosófico, ético, moral, é social, et cetera, nós temos esse percurso, né? Havia um professor muito, muito experiente meu lá no curso de jornalismo, que dizia quando você fala e nós usávamos muito e usamos e a comunicação, se válida, expressão oral como uma das suas armas mais prodigiosas, né? Considerando, inclusive, que apesar de. Tudo.

O rádio ainda continua sendo o meio de comunicação mais eficiente, mais eficaz e mais penetrador No No ponto de vista da entrada na casa das pessoas e no convívio mais próximo. Então ele dizia assim, um comunicador. Ele fala inclusive para si mesmo, fala em primeiro lugar para si mesmo e de tanto falar, de tanto ouvir a sua própria voz falando aquilo, ele vai acabando, entronizando.

Algumas dessas ideias e com isso vai progredindo, vai conhecendo melhor, vai se adaptando melhor a essas ideias e vai colocando-as em prática. Mas esse processo mesmo nós vamos dar um pequeno Salto de de de temática. Para tratar de questões que falam do espiritismo histórico

do espiritismo originário. Então, fazer um bate-pronto aqui, vou fazer uma pergunta para um e fazer uma pergunta diferente para o outro, mas se vocês quiserem depois comentar uma resposta do outro, fiquem à vontade também. Mas são temas conexos. Vocês já falaram dos 3 livros que eu preparei junto com o meu pessoal de retaguarda. Os colaboradores das Lives do ECK de obras escritas por Allan Kardec né? Nós falamos da revista espírita, vocês também tocaram na revista espírita.

Nós falamos de viagem espírita em 1862, vocês tocaram nesse livro. E também tocaram no livro o que é o espiritismo? E nós temos uma tradição, uma característica essencial aqui no esse k de dizer Kardec não escreveu nem 3, nem 5, nem 10 livros. Kardec escreveu 32 obras e, portanto, todas elas são relevantes. Todas elas são importantes para você que queira conhecer o conjunto da filosofia espírita,

o conjunto do espiritismo. Então, nós vamos pinçar algumas situações, alguns contextos desses livros, e eu. E então queremos todos ouvir a opinião de vocês. Pedro, começo por você no livro o que é o espiritismo? Kardec chega a acusar os líderes católicos romanos de espalharem o boato ali pelas certanias de Paris de que o espiritismo seria uma nova religião, uma aceita protestante. E Kardec ficou evidentemente furioso com isso, né? E aí, no livro que é o espiritismo, ele repete para o

padre. Que o espiritismo não tinha nenhum objetivo de disputar adeptos com religião alguma, porque a sua missão era outra, mais filosófica e experimental. Ideia se científica, sem qualquer tipo de exclusivismo religioso. Como é que nós vamos entender esse contexto originário, essa clarividência de Kardec, em duplo sentido, e primeiro estabelecer um parâmetro não religioso para. Diz o nascente e segundo.

Praticamente antevendo mediunicamente, se assim podemos dizer que estaríamos hoje nessa Encruzilhada. Aliás, uma dissertação chamada o período de luta, em que ele lista os períodos do espiritismo. Ele disse que nós viveríamos o chamado período religioso, que parece não ter fim para chegar no intermediário e depois alcançar o tempo de Regeneração social. Diante disso, como podemos entender a transformação do

espiritismo no Brasil? Em alguns outros países por consequência disso, nesse hibridismo religioso que nós vemos nos meio, no meio espírito. Olha, é uma pergunta que você faz para derrubar a gente, né? Para dar no meio das pernas. Mas veja bem.

Uma das brigas que a gente pode chamar, não vamos chamar de briga um chamado bom combate, que os espíritas têm daqueles que procuram entender o espiritismo, estudar o espiritismo é tirar da cabeça das pessoas que visitam e que frequentam as casas espíritas e que trabalham nas casas espíritas. Esse conceito de que o espiritismo é uma religião. E nós, que buscamos esse entendimento e que falamos categoricamente, não é uma religião, não foi pensada. Desenvolvida com este sentido.

Enfrentamos problemas. Porque as pessoas buscam quando vão a uma casa espírita, quando vão a um templo, quando vão a uma igreja, quando vão a qualquer outro lugar, buscam um assistencialismo e uma forma de resolverem seus problemas pelos esforços dos outros, os outros vão rezar, os outros vão orar. Os outros farão um trabalho. Os outros farão uma oferenda. Os outros farão isso, os outros farão aquilo por mim. E isso a doutrina em momento nenhum.

Coloca que fará alguma coisa por alguém, ela entrega para cada um de nós a ferramenta de fazermos por nós mesmos o que precisamos. E para isso, nós não precisamos de religião. A gente precisa, a gente não vai entrar aqui agora para explicar o que é religião, o que é religiosidade. Mas a gente precisa de uma conexão de nós com algo maior de nós, com algo que realmente nos dê motivação para que possamos fazê-lo, para que possamos alcançar então, religião.

Hoje ela procura fazer com que as pessoas não pensem para com que as pessoas simplesmente sigam modelos, sigam formas de viver. E, como eu disse Na Na, na minha primeira fala, a doutrina espírita, ela é progressista, ela faz com que a gente se desenvolva. Ela não nos deixa parados no tempo, ela faz com que nós busquemos algos que nós busquemos movimento e a religião. Ficando só na palavra religião, sem citar religião, a ou b faz com que a gente fique.

Parado, esperando que as coisas aconteçam e nesse sentido. O espiritismo não serve para estas pessoas porque o espiritismo cutuca o espiritismo. É aquela unha encravada, é o espiritismo, é uma Pedra no sapato daqueles que procuram entendimento dele, que procuram saber o que que ele representa e o que que ele veio trazer para

cada um de nós. E olha, veja para cada um de nós, porque nós vamos ler, nós vamos ver e cada um vai ter o seu entendimento e. É nesse instante que o espiritismo faz o seu papel, o de despertar. A consciência moral e intelectual de cada um de nós, sem apelar para ritos sem apelar para alguns, sacerdote ou alguém que vá nos conduzir a esse entendimento. Quem conduz ao entendimento somos nós, quando verdadeiramente nos entendemos e nos compreendemos como seres.

Individuais? Muito boa essa ponderação, inclusive para nós situarmos que em alguns momentos da obra de Kardec ele. Inclusive, sugere, observa. Novamente, com essa sua antevisão e percebendo o comportamento das pessoas com com as quais ele convivia. É na França, naquele tempo. Que haveriam, diz ele. Budistas, espíritas, protestantes, espíritas, católicos, espíritas, quem sabe até muçulmanos espíritas?

Porque essas pessoas. Conservariam a sua fé originária durante muito tempo, conservariam os seus valores, muitos deles herdados da família. Com essa ideia de que iriam se aprofundando nos conhecimentos espirituais patrocinados pela filosofia espírita. E aos poucos, iam se desligar das amarras religiosas, das amarras dogmáticas daqueles pontos que estão presentes. Em todas. Vou repetir em todas as religiões, porque se tratam de construções humanas.

Quando se fala da bíblia, quando se fala dos evangelhos do novo testamento, quando se fala das próprias obras espíritas, sejam as de Kardec, sejam as supervenientes as que vieram. Após? Sobretudo, inclusive, por essa dinâmica mediunidade brasileira. Nós devemos entender que tudo isso se trata de opinião, opinião dos espíritos desencarnados e de opinião dos espíritos encarnados.

Logo, é muito comum darmos aço, darmos oportunidade para as idiossincrasias, os valores individuais para as crenças, para as experiência espiritual de cada um de nós, que acabam suplantando aquela ideia de princípios ou. Como Kardec gostava de chamar, dos ensinos concordantes, entre os espíritos. E são se, se 10. Se 20 espíritos se manifestarem no sentido de uma ideia. Não quer dizer de antemão que essa ideia seja correta, porque

aqueles 20 podem estar errados. Então eles sempre fazia o cotejo de todo e qualquer mensagem, sabemos nós com a principiologia espírita, coisa que numa é formatação religiosa. Como o Pedro acabou de bem dissertar, nós estaríamos alijados desse processo de análise racional e de seletividade. Então, sujeitos a essa esse defeito da religião que é produzido, o dogmatismo. Marta, tenho uma pergunta para você também sobre essa questão

das obras, né? É em viagem espírita de 1862 e também Na Na revista espírita em muitos artigos. O transpassa a ideia. Para quem tem olhos de ver e ouvidos, de ouvir que Kardec estava. Rodeado daquilo que nós chamamos de fogo, amigo. Muita gente querendo. Puxar o pé de Kardec. Muita gente querendo que o espiritismo caminhasse para atender determinados personalismos, determinadas

convicções de um ou de alguns. E essa ideia só veio à tona a partir do momento em que a gente se debruça, com mais efetividade. Sobre AO estudo comparativo entre as obras e, principalmente, com os vários projetos hoje em andamento, de recuperação dos factos históricos do tempo de Allan Kardec. Quem assistiu, por exemplo, o filme Kardec, a história por detrás do nome, percebe a dificuldade de Kardec em discutir com os seus pares, seja.

Várias espíritas, sejam os pares da sociedade de ciência que ele participava no sentido de apresentar a teoria espírita e de não sofrer as alterações desejadas por muitos que gostavam. De estabelecer caminhos que o espiritismo deveria seguir, inclusive para se popularizar. Dentro desse contexto, Marta, nós temos um fato que precisa ser sempre destacado. O alijamento de Madame rivail a

Meli Gabrielle bode. Do processo de condução, de coordenação e do espólio do legado de Allan Kardec após a sua morte, em 31/03/1869. Amélie, que era o braço direito de Kardec, que era a pessoa que atuava como conselheira principal da chamada obra espírita, quando Kardec desencarna. Começa a ser escanteada. Colocado de lado, porque ela seria.

A voz de Kardec na ausência dele porque partilhavam eles, claro, com as diferenças naturais que podem existir de intelectualidade, de compreensão dos fatos, mas partilhavam de uma sinergia pouco vista na história da humanidade, num casal. Isso sem nenhum romantismo, sem nenhuma poesia. Diante disso e das adulterações que hoje sabemos que ocorreram nas 2 últimas obras, de Allan Kardec, sobretudo em um céu inferno e a gênese com várias

mãos? Leves, trabalhando os textos para inserir conceitos alienígenas e adulterar o conteúdo originário principiológico do espiritismo. Você acha? Marta, que Kardec teria tido condições, ou o que ele deveria ter feito para coibir as ações desses falsos amigos? Primeiro, eu queria voltar lá na questão do do Pedro, né? Só para fazer um. Acho que ele foi perfeito nas respostas, mas eu queria só fazer assim, uma lembrar alguma coisa, né?

E Kardec sempre falou pra gente que o espiritismo não é uma seita política nem religiosa. É uma doutrina filosófica com consequências Morais. Aí o que é que acontece? A gente não entende direito o que, o que que são essas consequências Morais e aí a gente o que é que a gente faz, a gente pega o evangelho. Né?

Que na verdade, quando a gente estuda esse contexto histórico, a gente sabe que Kardec, quando escreveu o evangelho, na verdade ele estava respondendo, né, querendo dar uma resposta a rusten, né? Na Na naquela época. Então, mas o que que a gente faz? A gente pega aquilo que está ali, né? E a gente traz para dentro do espiritismo, achando que a gente deve seguir tudo aquilo que está ali, que a moral é isso que é moral, né? Quando se fala essas consequências, a gente não pensa nisso.

Nessa questão das consequências, né? É o que o Pedro falou, né, da importância disso estar nas nossas mãos. Então, o que é que Kardec esperava? Na verdade, né, porque é que ele fala que uma doutrina filosófica com consequências Morais? Por que ele esperava que, a partir daqueles diálogos, né, que ele tinha e que ele achava, né, que a gente o movimento espírita IA continuar tendo, né? Fazendo essas evocações, a gente saberia então a realidade do espírito desencarnado, né?

A gente vê que ele fazia trabalho muitas vezes o mesmo espírito, né? Acompanhando a sua evolução, vendo desfecho progressivo, né? Daquele espírito, então, que a partir daquilo que a gente estava. Observando. Nós, então. É, mudaríamos. Nós nos transformaríamos. A partir desse estudo e dessa observação do mundo espiritual, foi aquilo que o Pedro falou, a responsabilidade está nas nossas

mãos. Então eu queria só relembrar disso aí, porque dentro do movimento espírita institucionalizado, a gente percebe muito essa confusão, essa consequência moral a gente não percebe direito o que é que é, não é o que é que o André esperava, o que é que ele estava dizendo? Né? Com doutrina filosófica, com consequências Morais, né? Bom, agora partindo aí pra isso que você falou, né? A gente vê, né, que realmente é, e a gente quando a gente lembra, né? Por exemplo, do danbel, né?

Danbel era o vice-presidente, né, da sociedade de estudos espírita de Paris e quando o Kardec precisou se afastar porque ele ficou muito doente, o dandel assumiu, e aí? Que que dandeu fez é ele começou. Ele lançou um periódico combatendo as ideias de Kardec, né? Estou falando e estou lembrando isso aí pra gente ver essas amizades, né, que você falou? De que forma? Kardec poderia de repente né? Ter evitado esse tipo de coisa, né?

Se eu bem entendi a sua pergunta, então a gente vê, no caso do da ambel, por exemplo, né, que era um médio e a gente até se a gente trouxer para hoje, né? Porque? Danbel era. Era. Era através do danbel, o danbel era um instrumento de Horácio, né? Que a gente sabe que erasto, né? Era Oo espírito superior, né? Ele está presente em grande parte da do livro dos médiuns e então eu. Eu fico até pensando, né hoje, né? O que é que a gente não

pensaria? A gente IA usar o Manguel, nossa, o danbel recebe esse espírito erafico, né, que é uma coisa muito comum dentro do movimento, espírito institucionalizado. Mas aí o que que acontece é quando Kardec volta da ambel já saiu, né? E aí, tudo bem, porque depois ele, né, a gente vê que ele não era esse médium tão espetacular, tão né protegido que a gente chega a pensar nisso, né não? Ele é um protegido dos

espíritos, né? Ele é fantástico, isso que eu tô trazendo para os dias de hoje, né? Mas da ambel algum tempo depois, Kardec publica que ele se suicidou, né? Então é isso que você falou sobre AA mulher de de Allan Kardec. Realmente Ela Foi deixada de lado, né? E a gente sabe que le Marie foi graças ao lé Marie, que hoje, quando a gente chega na França e fala de espiritismo, eles não querem nem saber porque eles dizem que isso é coisa de charlatão, né? É todo o trabalho que Kardec

teve, né? De EE ele tinha esse cuidado, né, de deixar para nós essa ideia de não querer auferir dinheiro, né, de não querer ganhar. É com a mediunidade de tudo isso, né? Aquele esse cuidado que ele advertia, né? Que ele nos advertia, né, enquanto espíritas, né, que a gente não quisesse, para que a gente não manchasse o espiritismo, né? Para que a gente pudesse estar de cabeça erguida. É o le Marie, estraçalhou com isso, né? Quando ele começa AA. Publicar, né? Fotografias, né?

Ele começa a fotografar, é espíritos, né? E a publicar então? Nessa revista, então a gente e aí, né? Viram que aquilo ali era tudo charlatanismo, né? E aí, o espiritismo, então, é, é aquela decadência total? Eu não sei, é Marcelo, se Kardec é, teria como, né? Se prevenir? Porque eu acho assim, eu acho que A Vida da Gente e a gente vê pra gente mesmo, né? A Vida da Gente é tão imprevisível, né? Ela me surpreende tanto.

Eu não sei se haveria um meio, né de ele ter blindado o espiritismo dele, ter blindado, né? As ideias espíritas, né, de maneira que. É outras pessoas, né? Não acabassem por colocar por Terra todo o trabalho dele. Eu não sei. Eu não sei se haveria uma forma, né? Até porque eu acho que é a gente que tá nós em torno de nós é o entorno de nós mesmos, né? A gente acaba por muitas vezes através do nosso livre-arbítrio, você acaba interferindo, né?

Na escolha que alguém tenha feito Na Na prova de alguém, né? E que a quem a gente está muito vinculado, então. Eu não sei. Eu não sei se haveria uma forma, né dele ter blindado isso aí, porque eu acho que isso é do ser humano. Eu acho que isso é uma coisa, é natural, né? De cada um de nós, né? A gente faz alguma coisa. Se alguma coisa pode adiante ou

se alguma coisa pode não ir, né? E eu acho que o trabalho, né, que a gente faz nesse momento e aqui dentro da SEK é, a gente vê muito isso, né, dessa reconstrução? É da gente tentar, né? Eu, eu não sei, às vezes eu fico me perguntando, né, como é que a gente vai derrubar esse edifício, né? Religioso né, que foi fundado lá por Bezerra, né? Quando Bezerra e o grupo saião quando. Fundaram, né?

A federação espírita brasileira. Não sei como a gente vai conseguir tirar esse religiosismo, porque, como disse o Pedro, aquele que entra na casa espírita, ele tá esperando aqui. Em conta dentro de qualquer templo, né? Ele, não, não ele. Ele não entende isso aí que a gente vai falando, não é? Então, realmente, só com muita prudência, com muita calma, né? Para que a gente consiga mudar isso aí. Mas eu acho que tu vai levar tempo. Pedro, você quer fazer algum comentário em relação a essa

resposta? E a pergunta que eu fiz para Marta? Não, Marcelo, a Marta foi precisa, foi cirúrgica. É. Mas é. Eu acho até que Kardec fez bem em não ter tido talvez ferramentas da época para blindar toda a sua obra, para que a gente hoje, tanto tempo depois, pudesse verificar que teve quem atuasse com outras intenções e, principalmente, dar a oportunidade a muitos de buscar e resgatar lá atrás a verdade, até para fazer com que nós pensemos e repensemos novamente sobre toda a obra.

Para que a gente revisite a obra e verifique aonde ela efetivamente foi adulterada, eu acho que acabou sendo, se é que a gente pode chamar assim, acabou sendo uma boa ter acontecido isso. Eu quero chamar atenção para um ponto que tanto está no discurso da Marta, como na tua resposta é Pedro, que é a característica pessoal do homem do espírito rival. Kardec, veja que nós estamos mergulhados na ebulição da França como capital cultural e intelectual do mundo daquele tempo, mas.

Submetida a um Império. Ditatorial de Napoleão. Nesse contexto, apesar da. Expansão. Promovido a partir da revolução francesa e os ideais de Liberdade, igualdade e fraternidade, Kardec era um democrata por excelência. Você não vai encontrar na. Nos chamados registros das reuniões espíritas em Paris, em Lyon, em bordéus, EE muitas outras cidades em que ele esteve participando de eventos e desenvolvendo a metodologia espital, ao mesmo tempo em que divulgava as obras fundamentais.

As obras essenciais do pensamento espírita. Você não vê Allan Kardec combatendo ninguém. Você não vê Allan Kardec silenciando ninguém? Você não vê Allan Kardec depreciando, quem quer que seja, e é isso que nós traçarmos um paralelo entre isso e o modus operandi da grande maioria das instituições espíritas de menor ou de maior escalão que nós conhecemos. O que é que nós encontramos? O Império da verdade absoluta. O silenciamento dos que pensam diferente?

As disputas naturais em qualquer associação humana. Resultando é numa manifestação de vontade, numa disputa entre chapas, numa disputa entre irmãos e espíritas que desejam conduzir uma determinada agremiação. Embora em grande parte das instituições espíritas não haja disputa, porque são poucos os que querem ocupar. Ocupar funções EE desenvolver atividades que vão ainda acrescentar mais uma tarefa nas suas.

Vidas pessoais, mas daquelas onde existe disputa, o que que acontece depois da eleição, ganha o alijamento de determinadas pessoas de posições de de, de porta-vozes, de condições de influenciar o. Público que frequenta aquela instituição. Então hoje nós não temos a democracia pregada e vivida por Allan Kardec, então nesse.eu, concordo com vocês dizer que Kardec sabia muito bem onde estava pisando, sabia que existiam Minas, né?

Para usar aí 111 terminologia muito contemporânea, porque estamos diante de 2 guerras sangrentas, novamente na face da Terra, o Kardec sabia onde é que estavam as Minas e caminhava entre elas muito. Tranquilamente, com uma visão. Que a sua condição espiritual permitia.

Então isso pra mostrar pra gente que como o Pedro acabou de pontuar, é bom revisitar o espiritismo com olhos críticos e, sobretudo, sair daquela ideia romântica de que, Ah, não, os espíritos superiores é que coordenaram a obra de Kardec e fizeram com que ela funcionasse. E eles estão aqui hoje no Brasil para fazer com que o mundo seja melhor. A partir do exemplo dos espíritas brasileiros. Porque esse é um romance, essa é a fantasia.

Que graça nas instituições espíritas que primeiro o Brasil tem uma posição de protagonismo perante o cenário Internacional. Segundo sejam os espíritas, os que vão apascentar ao rebanho vão conduzir com os seus casados, as pessoas ao mundo de Regeneração. Nada disso faz parte do projeto espírito. O projeto espírita, aliás, ele é meramente uma questão de convicção individual. Quem está convencido de que precisa se.

Transformar. Progredir espiritualmente faz os esforços para domar as suas bases, inclinações e quem não está vai continuar aplaudindo os pseudomédium vai continuar aplaudindo os pseudo espíritos e concordando com tudo, sem debater. Vamos voltar então para o modo brasileiro de fazer espiritismo. Vou começar por você, Pedro. Foi citado há pouco o espírito de erasto, né? Que é uma das principais envergaduras, uma das principais couraças de sustentação ética e príncipeiológica da doutrina dos

espíritos. É curioso fazer só um parênteses. É curioso que o movimento espírita brasileiro prefira Paulo de Tarso, e não erasto o seu discípulo e aquele que viveu mais. Intensamente os princípios do evangelho, não é? É, é como se nós estivéssemos é retornando a uma forma mais antiga e depreciando uma forma mais nova, mais atualizada, mais progressiva de entendimento fechado esse parênteses, Pedro, que eu gosto sempre de de de parametrizar em relação ao

espiritismo, tem. Aquela frase pontual de herás que é preferível rejeitar 9 verdades do que aceitar uma única mentira. Por aí, dizem que é 10 por um, que é 99 por um, mas não a frase que consta nas obras de Kardec. É, é preferível rejeitar 9 verdades do que aceitar uma única mentira, porque a mentira tem o seu poder de corrosão das ideias. Então? Dentro desse pressuposto. Porque as comunicações mediúnicas advindas de um único médium. Prolatadas ou proferidas por um único espírito?

Tem essa? Afirmação de verdade de validade doutrinária, espírita, espiritual. Se Kardec recomendou que apreciasse, nos toda e qualquer mensagem com muita cautela, para que, no contexto, outras mensagens produzidas no mesmo tempo ou posteriormente, naquele lugar ou em outros lugares, viessem a validar ou não as afirmações de opiniões. Lembremos aqui que um espírito desencarnado continua a ser o que foi na Terra, o fato de estar no mundo espiritual não lhe dá uma estatura espiritual

diferenciada, né? Então. Dentro dessa ideia, como reagiria Mercy Kardec ao perceber que nas casas espíritas se considera como complementares ao edifício espírita ao ponto de venerar as obras e os autores, sejam eles os desencarnados ou os encarnados? Egressas apenas de um espírito, por exemplo? André Luís, como Kardec reagiria a isto? De novo, ô Marcelo. A gente que estuda a doutrina, que compreende a doutrina, que tem um crivo de ser.

De discernimento? Independente da obra que vier, independente da do comunicante que for, através do comunicador que for, nós vamos criar um critério de avaliação e buscar ali extrair aquilo que realmente serve para nós. Como entendimento pode ser, André Luís pode ser Manuel pode ser pafuncio pode ser sicrano, pode ser quem for a nossa capacidade de discernimento. De sempre estarmos centrados

naquilo que nós. Temos como entendimento é que vai fazer o filtro é que vai extrair da daquele livro, daquela página, daquela palavra, daquele conceito, aquilo que realmente se aplica como doutrinário. Você bem, disse. Agora a gente vai desencarnar. Nós vamos ser exatamente como nós somos. Não há um pó de perlim pim lá ou um estalar de dedos ou uma varinha de condão que vá nos transformar em alguém diferente.

Daquilo que nós somos. A Marta citou o evangelho segundo o espiritismo, que muitas mensagens são te quem estava encarnado como religioso e muitas críticas em relação ao evangelho. Segundo o espiritismo, é de que a ação mensagens de religiosos arraigados em determinadas ideias, arraigados em determinados rituais. Mas. Isso para. Quem está buscando um entendimento para quem está buscando esclarecimento pouco. Importa, porque nós temos que

buscar. A essência da mensagem, a essência do que está sendo falado e compreender se aquilo se aplica ao que nós estamos vivendo no momento em que estamos lendo e no momento que estamos escutando ou não. Então pode ser de vários médiuns. Podem ser vários livros de vários.

É, é. De de pessoas que psicografam, não importa que nós tenhamos o crivo da razão para extrair daquela informação daquele conteúdo aquilo que realmente se aplica a doutrina, o que tem ali de conteúdo doutrinário, levando em consideração que são pessoas que, como o nosso, viveu por aqui. Passou por aqui e também levando em consideração a época em que viveram. A gente tem muito tomar muito cuidado com isso.

A gente precisa se situar ou buscar informações de como era a época em que aquelas pessoas viveram você bem, disse. Agora há pouco de como era a França na época de Kardec, de onde vinha a França. O que é que estava caminhando ali na a França e aonde chegaria a França logo depois? Então a gente tem que saber, por exemplo, um espírito de André Luís à época em que ele viveu, o que que ele levou daqui para lá?

O que que ele, a entre aspas, apanhou lá para chegar até ao momento de titar, as obras que ele ditou? E compreendemos que ele é como nós. Também um ser humano com todas as suas vicissitudes, com todas as suas boas e más tendências, mas que teve um entendimento. A gente não pode desprezar o trabalho ou, entre aspas, a propaganda que toda essa obra fez para o movimento espírito no Brasil, que trouxe as pessoas para o movimento.

Porque até hoje é tão difícil a gente trazer as pessoas para o movimento, que qualquer coisa que possibilite elas virem conhecer, nem que seja uma casa espírita, com todos os problemas estruturais que a gente verifica, que a gente tem palpáveis, a gente não pode desprezar, mas também a gente não pode perder a oportunidade de efetivamente passar o entendimento correto da doutrina. E também explicar que é todas essas obras. Posteriores esses, entre aspas, romances podem ser lidos sim, e

podem ser extraído dali. Muito ensinamento, muita coisa importante para o nosso entendimento, para a nossa conduta pessoal. Não usar como exemplo para dizer para fulano ou sicrano. Haja desse jeito, faça desse jeito. Oh, lembre-se o que André Luís falou, não, não é por aí, mas mostrar que situações vividas por ele e relatadas por ele nos livros. Podem servir de exemplo para que a gente faça aquilo que tem que

ser feito. Eu não sei se eu fugi um pouco da tua pergunta, mas é esse o entendimento que a gente tem que ter de qualquer obra, seja ela de uma única fonte. Se é essa obra que a gente está tendo contato, vamos procurar verificar aonde tem conteúdo doutrinário ali. O que é que, efetivamente, é um conteúdo doutrinário? E fazer bom uso dele. Não, não fugiu da resposta, não. Bento foi exatamente esse o ponto, né? O que fazemos com aquilo que nos chega como informação?

Você, meu amigo, minha amiga que está ao vivo conosco nesse momento e a quem agradecemos a qualificada audiência. Não faz, não faz isso diariamente. Quando acessa, por exemplo, um site de notícias ou quando chega por WhatsApp, qualquer tipo de informação, você não vai atrás da fonte. Você não vai ver se aquela informação foi reproduzida por outros veículos, o que lhe dá uma autenticidade dá lhe um caráter de verdade, ainda que não exista nenhuma verdade absoluta.

E ainda que os fatos possam ser desmentidos a qualquer momento. Pois é, é isso que nós estamos. Eu e o Pedro, dizendo da necessidade de aplicarmos essa métrica, essa. Metodologia. Para as situações que envolvem o espiritismo, deixarmos de ser um. Aquelas pessoas que são conduzidas por outros, lembrando o Haddad diascho ao Magrão, cegos conduzindo cegos ao Penhasco, ao desfiladeiro, né? Temos que exercitar então essa capacidade crítica e verificar, com olhos espirituais e

espíritos. Ou seja, tendo ali a principiologia espírita como base para qualquer análise crítica e a partir daí, se separar. Como diz a parábola evangélica. O joio do trigo, porque há muito trigo, muito mesmo, tanto no passado como atualmente. Existem muitas. É mensagens mediúnicas hoje em dia que podem ser consideradas boas, que podem ser consideradas compatíveis com o espírito espírita, mas tem muito joio também. E separar isso é uma tarefa

inadiável e individual. Acima de tudo, Marta, vamos a uma perguntinha para você. Kardec teria dito certa feita se algum dia, a ciência demonstrar que o espiritismo está errado em algum ponto, que o que nós deveríamos abandonar esse ponto e seguir com a ciência. Está lá na obra espírita não sou eu que estou dizendo e é palavra de Kardec dizendo, olha, eu estou dizendo isso aqui, mas a doutrina é progressiva e

progressista. Se algum dia a ciência avançar na medicina, na biologia, na física, na matemática, no direito, na psicologia, na sociologia, enfim, qualquer área do conhecimento humano que tenha conexão com o espiritismo, se a ciência demonstrar uma nova verdade, comprovada por fatos e experimentos científicos em laboratório, por exemplo.

Desdizendo alguma informação que está nas obras espíritas, nós deveríamos, de pronto, repelir, rejeitar a informação que se tornou obsoleta e seguirmos com a ciência.

Qual? Podemos fazer isso, Marta, se muitos espíritas permanecem engessados, literalmente aos textos produzidos por Kardec no século 19 e deixam de se atualizar em relação à dinâmica do espiritismo, 2 séculos quase depois da produção, estamos aí, com mais de 160 anos de existência do espiritismo enquanto proposta filosófica e ética para a nossa sociedade. Não deveríamos nós estar mais

atentos? Enquanto o movimento enquanto meio espírita, individual e coletivamente ao desenvolvimento científico e filosóficos, em todas as áreas do conhecimento humano? Me lembrou agora, quando você estava falando sobre isso, né? Das religiões que? Ficam lá na presas, lá no antigo testamento, né? E lendo aquilo tudo ao pé da letra, né? E achando que tem que ser tudo é, tem que ser tudo daquela forma. Olha, Marcelo, eu acho que cai, né? Na mesma, a mesma coisa que você

perguntou pro Pedro, né? É estudo, Marcelo sem estudo sem a gente levar essas pessoas. A estudarem sem a gente priorizar sem a gente, a gente precisa fazer. Né? Com que o outro entenda a importância do estudo, né? Porque se a gente não tem consciência, né? Se a gente não sabe aquilo que está dentro das obras de Kardec. Como é que a gente vai, né? Ir adiante, como é que a gente segue, né? Então, eu acho muito importante a gente levar esse público, né? A gente levar as pessoas ao estudo.

Agora concordo com o Pedro também, quando ele fala que quando alguém entra na casa espírita, né, ele nem imagine você olha hoje, Marcelo, eu estava aqui procurando um texto, né? E já que eu estava que eu reli, né, estava relendo esse essa viagem espírita. Fica um texto desse para fazer, porque você sabe que tem, que tem todo um ritual dentro da casa espírita, né? Por mais que a gente diga que não tem, tem. Tem um ritual, né? E amanhã eu vou ser dirigente de

uma reunião pública, né? E a gente sempre lê 11 texto para harmonizar o ambiente, né? Assim que se fala, eu falei, não vou levar alguma coisa daqui de dentro. Aí comecei a ler, né? Li, vi, aí mudava aí, peguei o que é o espiritismo, peguei aí, depois eu falei assim, meu Deus. Mas como é que eu vou, né? Entrar, né? Fazer uma coisa de harmonização com alguma dessas citações de Kardec, né? É, as pessoas não vão entender porque elas não estão lá, elas não estão ali com essa proposta,

né? Oo que elas? Isso é uma coisa até que a gente tem conversado muito. Eu converso muito com a com a van e com a Telma, né, que são minhas amigas que estão mais ali, às vezes com determinados temas que as casas espritas me pedem para desenvolver. E eu digo assim, gente, mas o que é que eu vou fazer? Eu não, eu não. Eu não. Eu não tenho o que falar sobre, eu vou. E dizer tudo isso aí, né? E elas sempre, né? É colocam para mim, né? Dá quando eu quero falar alguma

coisa, Ah, espera aí, não. Você sabe que não é isso que eles estão esperando, né? Que você diga então, na verdade, é como se fosse uma colcha de retalhos, né? Isso que eu sinto, né? Você tem que ir, né? Colocando, né? Com muita calma e muita tranquilidade, né? Trazendo foi Oo. Pedro falou, então, agora das obras de André Luís, né? Quer dizer. Quantos de nós de repente não entramos na casa espírita por conhecer?

Não vou nem falar de André Luiz, mas Violetas na janela gente, eu escuto tanta gente dizer que vem pro espiritismo porque leu Violetas na janela, né? Agora eu não sei porque aí a pessoa entra, né? Com uma ideia completamente distorcida daquilo que a gente sabe que é. É como é que se diz? A gente sabe que essa obra, né? Na verdade, ela não tem nada a ver com o espiritismo, mas o que é que a gente, como é que a gente age, como é que a gente faz? Eu acho que realmente captando

essas pessoas, né? Num primeiro momento acolhendo, né? Porque é isso que elas esperam. Muitas chegam lá. Ah, perdi meu pai, perdi minha mãe, né? E enfim, e já entra até pensando que eu vou se comunicar com o pai, com a mãe, né? A gente vê essas coisas acontecerem, a gente acolhe, mas depois trás no estudo, né? A minha amiga, a Telma, Na Na outra live, ela falou sobre isso, nós temos feito isso no jeffa, né, trazido essas pessoas, né?

E muitas delas estão ingressando no estudo porque eu acho Marcelo que se a gente não estudar. Se a gente não, como é que a gente vai, né? Entender? Que a gente precisa ficar atento, o que que a ciência está falando, né? É o que o que que está, o que que está diferente, o que que a gente pode mudar? De que forma, se a gente não entende a base, se a gente não entende o fundamento da doutrina espírita fica muito complicado. Kardec é bem pontual em relação a isso, né?

Marta e Pedro. Ele diz que o espiritismo se destina ao estudo. Que não é assunto frívolo, não é para preencher o nosso tempo. Ah, eu vou ali no centro espírita para conversar alguma coisinha de sobre o que que eu estou sentindo. O que que os espíritos têm a me dizer sobre o que vai acontecer na minha vida? O espíritos não se propõe a responder questionamentos íntimos, pessoais, de natureza individual. O espiritismo é uma proposta de transformação.

Ele nos mostra alguns caminhos e, portanto, esses caminhos é devem ser objeto das nossas próprias escolhas. Diga Marta. Eu queria só agora. Ver agora, né? Eu vi um comentário é da Telma, né? E eu acho isso aí extremamente importante. O que ela falou, porque o que se vê também é que a gente quando entra, né?

Dentro de uma casa espírita, a gente acaba ficando ali, né, com aquela mesmas pessoas e a gente acaba só falando de espiritismo, mas a gente acaba só estudando, só lendo, é sobre espiritismo, mas a gente só vê filmes. Selma falou uma coisa aí, super importante, né? A gente acaba ficando alienado, né? É preciso que a gente se abra para outras coisas também. É preciso que a gente entenda o

que que está acontecendo, né? No nosso país, é preciso que a gente veja o que que está acontecendo em termos de ciência. É preciso que a gente alargue os nossos horizontes, né? E isso é uma coisa interessante que acontece que eu observo também, né? É aquele afunilamento, né? E as pessoas parece que vivem. Em função daquilo ali, né? Esquecem das múltiplas coisas que estão acontecendo à nossa volta. Era isso que eu queria colocar. Posso fazer um adendo?

Mas claro. Isso. É isso que o comentário pontua e o que a Marta chamou para si para comentar é a coisa mais evidente e isso aumenta a responsabilidade da gente, que se coloca como orador ou como expositor espírita, numa das classificações que tem por aí, que também tem AAA, figura do educador espírita, enfim, uma série de coisas. A gente tem que trazer.

Seja qual for o capítulo do evangelho segundo o espiritismo, ou seja, num curso de de escola de doutrina espírita, um tema como a formação do mundo, por exemplo, trazer para a atualidade, saber pontuar e trazer exemplos do que estamos vivendo agora para para que as pessoas possam compreender dentro do seu contexto, o que é que a doutrina está falando ou o que é que a doutrina está explicando?

Ou a. É pontuamento moral de o evangelho segundo o espiritismo, seja do tema que for trazer para o nosso dia a dia, porque se a gente deixar lá no 2 séculos atrás ou querer situar a França lá de 2 séculos atrás, torna-se desinteressante para muitas das pessoas e fica fácil também para muita gente que quer orador e que é expositor espírita, a ficar repetindo aquilo que ouviu quando estava sentado no banco

da escola, da doutrina espírita. Só vira um papagaio, só vira repeteco, traz frases feitas, traz conceitos feitos, traz pensamentos feitos. Traz exemplos de 1020-3040 anos atrás, que nada mais tem a ver com a nossa sociedade, que nada mais tem a ver com o momento que estamos vivendo. Então, é de muita responsabilidade de nós que estamos nesse papel de de expositor. De fazer com que as coisas se tornem atuais, e. Principalmente. Atraentes a quem está escutando?

A quem está desfrutando daquele momento? Porque pra muita gente o espiritismo é chato. Porque o espiritismo, em determinadas situações, fica com essas figuras que já vem de anos atrás, de modelos que vêm de anos atrás que se tornam repetitivos. As pessoas têm sempre a impressão de que já ouviram

aquilo antes, nunca. Nunca têm 11 tinta diferente, um contorno diferente é sempre a mesma coisa, é sempre a mesma toada, então a responsabilidade nossa, sem se afastar dos preceitos, é trazer isso para o momento atual. É pontuar. Como as coisas acontecem agora, a pessoa precisa estar se sentindo inserida naquilo. Ela não precisa fazer. É vidas pregressas, terapias para voltar atrás para saber exatamente como é que era a as coisas com as. Como que as coisas aconteciam,

não precisa. As coisas estão acontecendo agora e elas precisam se sentir inseridas no agora. Muito bem, é esse comentário do Pedro. Ele pode ser ilustrado por você que está aí na Seara espírita e que percebe muitas das vezes que, dependendo do que aconteça

no mundo material. Os espíritos ficam esperando o. Que o médium da vez ou que o expositor, cultuado ou que a personalidade espírita desencarnada venha explicar para nós, porque é que aquilo está acontecendo e, não raro, venha buscar causas hipotéticas no passado que justificam as situações do presente. Vocês ouvem, vocês leem, vocês escutam? Nas casas espíritas, nas reuniões doutrinárias e nas reuniões de estudo, até.

Explicações estapafúrdias, como aquelas que foram dadas, por exemplo, em relação à pandemia da COVID para justificar os milhões de mortos mundo afora. Ou então agora, para explicar a razão da luta da guerra é entre Rússia e Ucrânia, ou entre Israel e a Palestina, como se nós tivéssemos espiritualmente falando, explicações únicas para as situações que fazem parte do nosso viver, da nossa existência e como se tudo o que acontecesse na nossa existência atual, tivesse uma causa localizada no

passado. Ou seja, somente um espectro ou um reflexo de expiações, esquecendo que na Cátedra dos espíritos, a nossa existência, constituída majoritariamente de

provas. E que mesmo nas inspirações, disse Kardec, as provas estão envolvidas estão associadas, então, ao invés de você ficar seguindo a toada normal, a toada corriqueira das mensagens ou das comunicações mediúnicas ou das cantilenas que são repetidas nas casas espíritas, como se verdade fossem, seria muito melhor observar na nossa existência aquilo que pode ser mudado pelos nossos próprios esforços.

E não ficarmos imaginando que tudo o que acontece na nossa vida é planejado espiritualmente e que as grandes revoluções, as grandes tragédias ou as grandes situações e comoção pública sejam ou estejam associadas a fatos do pretérito. Nós temos 2 perguntas da plateia que nos dá a honra da sua presença, vou pedir para o pessoal da técnica colocar a pergunta e direcioná-la ao nosso Pedro maraville a pergunta do Wilson Custódio. Vamos já. Não, não é nenhuma dessas, é uma.

É uma que diz assim, hoje vejo um espiritismo distorcido, não pelo intelecto, mas pelo por personalismo. Aí, obrigado até quando? E até que ponto Pedro, seremos coniventes diante dessas distorções derivadas desse personalismo? Marcelo, Marta, Wilson. Quando você fala assim, até quando seremos os coniventes? Eu posso te garantir que tem muita gente que não é conivente

com isso, não. Muita gente e uma das coisas que nos faz ter interesse por Lives aqui do ECK é justamente isso, não sermos coniventes com isso e estarmos o tempo todo. Querendo tirar este personalismo de determinadas oratórias de determinadas atitudes de determinadas práticas em casas espíritas. O mundo. O mundo mudou de 2 séculos para cá, não precisaria nem falar isso. O mundo mudou da pandemia para cá? Embora muita gente tenha retomado coisas que fazia antes da pandemia.

E tocado sua vida da mesma maneira, as coisas mudaram e nós e tem gente. Tem muita gente no movimento, espírito que não é conivente e que está percebendo esses personalismos e já percebe esses personalismos há muito tempo. E essas pessoas, que são personalistas, têm seus discursos esvaziados por causa das repetições que nós citamos há pouco, elas tornam-se enfadonhas. Elas não conseguem mais reter a atenção ou cativar as pessoas que estão ali esperando um conforto, esperando um

entendimento. Hoje em dia, com a quantidade de informações que nós temos, principalmente pela internet. Muitos, mas muitos não conseguem mais entre aspas, enganar, não conseguem mais se colocar acima. Da própria doutrina ou acima da própria casa espírita, porque hoje está havendo mais discernimento das pessoas que buscam atendimento na casa espírita ou que buscam estudar numa casa espírita.

Não raro somos surpreendidos por pessoas que chegam para estudar numa casa espírita e que tem conceitos já prontos, já acabados em relação a temas que muitos espíritas fogem deles. Que muitos espíritas não conseguem sequer debater. E olha que são muitos deles personalistas, como o Wilson citou. Então, se existem os coniventes, pode ter certeza, o Wilson, que tem muitos que não são coniventes. Muito boa resposta, boa

resposta. Pena realmente o esse k se caracteriza desde o início por essa não conivência, por essa não concordância surda com essa não conformação à ideias que mesmo sendo seguidas por milhares ou milhões de espíritas, estão completamente distantes do padrão de filosofia que o espiritismo. Nos recomenda? Né? Voltando um pouquinho ao teu comentário anterior, que foi muito feliz na outra questão, eu quero lembrar, resgatar, como sempre fazemos, mais uma vez um

dos. Responsáveis pela própria existência do ECK, que é o espírito de José Herculano pires, professor Herculano pires. Em que 2 expressões dele em relação ao meio espírita ou aos espíritas são tômica nos dias de hoje? A primeira, você falou que é os papagaios de tribuna que não produzem, não criam, apenas repetem máximas como se fosse

uma colcha de retalhos. Juntando trechos de respostas do livro dos espíritos com trechos do evangelho com trechos de obras mediúnicas, como se isso representasse produção de conhecimento. E a outra é a advertência fraternal de Herculano em relação aos adeptos muito entusiasmados. Que veem espiritismo em tudo. Por exemplo, aparece. É uma descoberta científica e vão eles já repetindo, não. O espiritismo já dizia isso,

não, não dizia isso não. Muitas das vezes é totalmente distante do que está em qualquer obra de Allan Kardec. Não desmerecendo a produção de Kardec, mas querer enxergar o espiritismo onde ele não existe, sobretudo associado a questões puramente materiais, da biologia, da própria ciência humana. É descaracterizar EE tornar-se apenas um cidadão, uma cidadã entusiasmada em querer enxergar o espiritismo. Onde não há.

Esse é um processo ainda de aperfeiçoamento e de amadurecimento que muitos desses haverão de passar. Como passamos, nós não significando que somos eticamente superiores a ninguém, porque uma coisa é o conhecimento é a intelectualidade e a outra é a moral a ele associada, mas de qualquer maneira, um preside e o outro um direciona o progresso do outro. A moralidade influencia no intelecto. É que tu influencia na moralidade como um processo de

concomitância de associação. Marta, vamos fazer uma pergunta para você que foi direcionada pelo nosso colega Henry, também do conselho de gestão do ECK. Assim como Wilson Custódio, o Henry diz o seguinte, Kardec, em sua época escrevia para mais de 6000000 de espíritas que Liam a sua obra. Um dado histórico muito relevante esse, né? É considerando aí a quantidade de publicações e a multiplicação dessas publicações em pequenos núcleos.

Espíritas 1012 pessoas, como eram as agremiações espíritas daquele tempo hoje hoje, dados da atualidade que o Henri está nos dando, nem 5% dos espíritos estudam as obras de Kardec. E aí o Henry então pergunta pra você, Marta, quem iria ouvir Kardec hoje em dia, se já não lê nem o que ele escreveu, Kardec teria ibope? Gente, é, é uma honra receber uma pergunta do Henry, né? Nós temos estudado juntos, né? Eu tenho aprendido muito com o grupo dele, né?

Sou muito grata a. Esse grupo também, e. Eu não sei. Henry, porque eu acho que aquele contexto, né? Era era outro, né? Como? Como o Marcelo trouxe para nós, né? A gente estava numa época, né? Em que a França, né? Tinha todo. Tinha todo um contexto. Eu acho muito complicado, realmente que hoje as pessoas descem. Ibope a Kardec, sabe? Eu acho que não. Eu me lembro até numa foi 11 coisa, Henrique, você colocou num do num dos encontros lá, né é? Você colocou da. Felicidade de Kardec, né?

Quando ele descobriu que havia operários, né? Numa fábrica que não falavam. É que não sabiam ler e que o que eles faziam, eles aqueles que sabiam ler Liam, né? Oo livro espírita para aqueles que não sabiam, né? E que coisa bonita. Então olha aquele contexto, né? Não sei. Eu acho que Kardec não IA ter ibope, não. Henry, eu acho que não, acho que não IA fazer sucesso nesse, apesar da gente ver, né? Como tem igreja surgindo? Como tem, né?

Como tem coisas surgindo, mas ainda mais, né, que a gente sabe que o espiritismo não é uma religião, né? Então eu acho que não sei se as pessoas se interessariam por por aquilo que que ele teria a dizer, não acho que não. É um ponto importante aí para debater, né? É, sabe que nós, do espiritismo, com o Kardec, Henry, Marta, Pedro. Já fomos acusados de sermos

ortodoxos, né? Porque é dificilmente aceitamos alguma coisa que esteja fora de Kardec, o que é uma falácia porque, por exemplo, nós estudamos também nós já nos valemos de informações trazidas. Por pensadores espíritas da atualidade e do passado. Para complementar, as informações contidas é em Allan Kardec.

Podemos citar, aqui é só exemplificativamente 2 espiritas encarnados os quais o espiritismo, se, se o espiritismo com Kardec, se afilia, que é o professor John mais puro, a venezuelano, hoje radicado na Espanha. E o pensador jurista espírita que mora no Rio Grande do Sul, Milton Rubens medran Moreira são 2 intelectualidades espíritas que acrescentam informações ao conteúdo espírita originário, sem se afastar da principiologia espírita.

E podemos citar pensadores espíritas póstumas posteriores, Allan Kardec, os quais o esse k também se afilia. Já se Regis, daí de São Paulo. Manuel porteiro e Cosme Marinho, da Argentina, professor. O professor Henrique Guimarães Andrade, desculpa. Desculpe o professor Hermínio de Miranda, o professor Henrique Rodrigues, professor Ernani Guimarães Andrade, obrigado aos espíritos por me corrigir.

E? Tantos outros espíritas, Herculano pires, também, que é realizaram acréscimos significativos à obra espírita sem desnaturaliza-la, que compreenderam a fundamentação, a metodologia, a principiologia de Kardec e se aventuraram por produzir, enquanto encarnados, têm mediunidade ostensiva. As atividades complementares ao edifício ou ao conteúdo espírito, então pra você que acha que OECK é ortodoxo? Não, não somos, não.

Nós permitimos, inclusive, criticar Allan Kardec naqueles pontos em que nós julgamos que o homem, com as suas limitações, como todos nós, acabou produzindo uma informação que não era segura, que não era permanente e que representava apenas o viés de opinião do homem rival, Kardec. Naquele quadrante de tempo, quem faz isso no meio espírita?

Quem critica Kardec? Que está disposto a sair de Kardec, do casulo da doutrina codificada por Kardec, para permitir, através da produção individual e coletiva, que novas ideias sejam vicejantes. Nesse meio gente, nós estamos caminhando para o final da nossa live. Claro que não vencemos a nossa pauta, mas eu vou deixar uma pergunta final para ambos, e aí cada um de vocês, ao terminar a sua manifestação em relação à pergunta. Pode fazer a sua despedida, a sua saudação final, Combinado?

Vou começar por você, Pedro. Temos uma pergunta que foi dirigida pelos nossos colaboradores e que tem a ver com o momento atual, com os últimos anos de vivência no nosso Brasil e no nosso mundo. Justamente a partir da ideia de proposta progressista e progressiva que contém a filosofia espírita, a pergunta é. Por que, Pedro? Apesar da doutrina ser tão progressista, existem tantos espíritas, conservadores e

reacionários no meio espírito. Pela mais completa falta de entendimento do que é a doutrina espírita. Do que preconiza a doutrina espírita e até mesmo como nós citamos lá no começo você citou lá no começo com essa forma que muita gente enxerga como errada de funcionamento de uma casa espírita, de recepcionar uma pessoa de encaminhá la para uma orientação. De encaminhá-la para um salão de evangelho para encaminhá-la ao passe. Até neste momento, há uma forma errônea de entendimento da

doutrina por muitos. Daqueles que trabalham numa casa espírita, nós passamos um momento. Um momento longo. Por mais contraditório que possa parecer um momento longo da pandemia. E que as casas espíritas tiveram que fechar suas portas? E muita gente deixou de frequentar a casa espírita. Aí a gente foi pra internet, a gente foi pra Lives. A gente foi inclusive pra assistir esse espiritual virtual, pra poder suprir a falta física das casas

espíritas. A partir do momento que AA pandemia foi se arrefecendo que as coisas foram tentando voltar à normalidade e as casas foram voltando, as casas tiveram que se adaptar à nova modalidade da forma como nós estávamos vivendo, que nós ainda tínhamos que ter cuidado, que nós ainda tínhamos que manter um afastamento entre as pessoas e as casas não trabalhavam mais com salas fechadas, com passes individuais, passaram a trabalhar com passe chamado

coletivo. E muitos trabalhadores de uma casa espírita deixaram de voltar ao seu trabalho. Porque, Ah, não é como era antigamente. Ah, não trabalhamos como deveríamos trabalhar. O que vocês estão fazendo, seja numa live, seja presencial, não é o espiritismo, muito pelo contrário, nós continuávamos fazendo o que preconiza a doutrina, o entendimento deles, do que é a doutrina do, do que de como deve funcionar uma casa é que estava deturpado, é que não tinha sido compreendido.

Então? Estas pessoas precisam dentro de. Da moderação da forma como a gente tem que conduzir as coisas. Serem reintegradas, serem reconduzidas. E como a gente brinca lá, a gente tem 7 anos de escola, de doutrina espírita, fazer com que essas pessoas voltem ao primeiro

ano. Sentem no banco escolar e a gente tente fazer tudo novamente, mas da forma correta, da forma como tem que ser, trazendo como disse a Marta, pouco fazendo com que as pessoas estudem, que as pessoas busquem por elas mesmas o entendimento, porque não é numa hora e meia de uma exposição ou numa meia hora de um evangelho, que as pessoas vão prender sobre a doutrina. Não. É estudando o tempo todo e tem muita gente que tem uma ojeriza

ao verbo estudar, né? Dá uma preguiça, meu Deus do céu, mas não tem outro jeito, não tem outra forma. Isso vale para o espiritismo. Isso vale para qualquer atividade que a gente vá fazer. A gente tem que estudar, a gente tem que entender, a gente tem que compreender. Muita gente sabe o que que é o espiritismo, mas pouquíssimos sabem o que que é ser espírita. Muito bom, Pedro, muito bom contar contigo e pelo na forma das suas contribuições na forma

de você ver. O espiritismo, a partir do estudo, a partir da vivência e mais essa live, possamos contar com você em outras oportunidades também. É só você que aguarde lá na salinha do chá para depois a gente fazer o encerramento. Muito obrigado. Obrigado, obrigado a você e a Marta. Martinha, e aí, como? Nos tratar como no como, como. Como conviver, né? É considerando que a doutrina é tão progressista e nós temos no nosso meio tanto os espíritas,

reacionários e conservadores. É o que o Pedro falou, né? É estudo agora, olha que coisa interessante, que eu que eu achei, né? Também dentro desse dessa viagem espírita de 62, a gente lê, não presta atenção. Depois, quando você reler Kardec, fala, né? Nos chamados grupos de ensino, ele não fala grupos de estudo, ele usa grupos de ensino. Ele fala que era um grupo que estavam, se ele estava muito feliz com isso, não é porque estavam se formando grupos que estavam estudando, mas olha o

que é que eles estudavam. Livro dos espíritos, livro dos médiuns, e a revista espírita né? E aí ele fala que havia ouvintes, né? Esses grupos se reuniam, né? E falavam, né, debatiam ali, né, com outras pessoas, quer dizer, não necessariamente espiritas. E aí ele dá, né? Ele fala assim, olha, não é uma regra, né? Mas seria bom se vocês sempre, se o dirigente, né daquele dia, escolhesse algum trecho do livro dos médiuns, né? Ou do livro dos espíritos pra.

Ah, olha só, harmonizar essa. Olha as circunstâncias, né? Então não está se falando aqui, ele não está falando de harmonizar o ambiente, né? Como a gente tem? Em palestra pública de ter aquele cuidado, né? Enfim, são coisas, né interessantes que a gente vai vendo que ao longo da obra ele vai mostrando, né? A importância de não ter essa do do estudo realmente, né? O que ele esperava era exatamente esse estudo para encerrar, eu queria muito agradecer, né?

Essa oportunidade que realmente me levou a reler. Erro, né? Foi uma coisa assim muito interessante ouvir coisas que eu não tinha visto e eu queria só deixar Kardec no final desse livro. Ele faz um projeto de regulamento, né? Pra pro uso de grupos e pequenas sociedades espíritas, eu recomendo, né? Que as pessoas leiam, mas eu queria destacar o item número 8, onde ele coloca, né? A missão a nossa missão, né? E ele diz assim, tendo em vista que o espiritismo Visa a união fraternal de.

Todas as seitas. Sob a Bandeira da verdade e considerando que a sociedade admitirá membros ou assistentes, sem distinção de crença, ficam proibidas nas reuniões de. Fórmulas de preces ou sinais litúrgicos quaisquer? Próprios a um culto especial, cabendo a cada pessoa fazer em particular aquilo que a consciência lhes prescrever. E aí ele coloca uma notinha tudo nas sessões. Deve ser feito religiosamente, porém nada deverá dar-lhe o caráter de reuniões de seitas religiosas.

Assim, então, eu encerro a minha participação de hoje, agradecendo mais uma vez. Por essa oportunidade, né? Que Marcelo me deu de de reler esse livro, né? E de achar tantas coisas interessantes, um beijo no coração de todo mundo. Tudo bem, Marta? Agradecemos nós também a sua participação com a tua

experiência, tua vivência. Creia-me que também nós, eu e o Pedro é, fizemos aí a revisitação das obras de Kardec, justamente para trazermos ao nosso público fiel tanto o que está ao vivo, quanto aquele que irá nos assistir ou nos ouvir nas plataformas de áudio e de vídeo, do possam refletir acerca dessas informações. E utilizá-las na convivência, nos meios espíritos. Agradecemos o aquiescência sua.

O nosso convite. Esperamos também, assim como eu disse ao Pedro contar com você em outras reuniões dos embalos de sábado à noite, do ECK aguarda lá no, na sala de chá, que nós já vamos lá aí fazer um encerramento. Obrigado. Pois bem, gente, nós mais uma vez tivemos a oportunidade aqui de tratar um tema da nossa. Rotina de atividades da nossa ambiência espírita, seja em instituições de caráter presencial ou instituições virtuais que todos nós participamos é com.

Convivência social e espírita. Queria agradecer em especial à Débora Nogueira, ao Gerson e à minha Jacira Silva, Leopoldina Xavier, ao Marcelo Teixeira, ao Márcio Saraiva, Maria Cristina Ribeiro, ao Nelson Santos e ao cidine Batista, que debateram comigo durante essa semana, na sugestão de pauta, para que nós pudéssemos. Propor as questões que foram feitas hoje, obviamente, ficaram muitas outras no nosso.

Escaninho e que numa revisão desse tema, numa revisitação dessa proposta de live, essas questões irão aparecer. Tem sido sempre assim? Nós nos planejamos com um número maior de questões e conforme o andamento e a participação, porque também privilegiamos as perguntas que vocês nos endereçam, seja pelo Facebook, seja pelo YouTube, fazendo com que você nos ajude a construir esta. Atividade esta live já apareceu aí no banner. Eu peço para colocarem novamente a nossa próxima atração, que é o

quinto. Lipe o fórum do livre pensar espírita, do esse k de 13 a 16 de dezembro 1314-1516, 4 dias sequenciais, sempre no nosso bate-horário, 18 e 30, onde nós vamos estar trabalhando os temas associados ao espiritismo e à atualidade. Esse é o tema central do quinto. Lip fica atento nas nossas redes sociais. Nós estaremos divulgando a partir da próxima semana os temas que vão estar presentes nessa edição. A quinta do fórum do livre pensar espírito do ECK.

Você que esteve conosco ao vivo mais de 1 hora e 48 minutos de apresentação desse tema, o nosso agradecimento, pedimos a você que divulgue as nossas plataformas, que multiplique o acesso das pessoas que estão procurando algo novo que estão procurando. Uma forma crítica do próprio espiritismo e do meio espírita, respeitando as individualidades, respeitando cada pessoa que faz parte desse movimento, mas apresentando ideias que têm por objetivo.

Melhorar a nossa convivência nas instituições espíritas e sequencialmente, a nossa transformação moral. Ética individual e coletiva. Muito bom estar com você até a próxima oportunidade. Tchau.

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