Kardec, por onde andas? [Ep34] - podcast episode cover

Kardec, por onde andas? [Ep34]

May 27, 20232 hr 2 minSeason 17Ep. 34
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Estamos recebendo o professor e historiador Jerri Almeida (RS), com a temática: "Kardec, por onde andas?", tendo Nelson Santos (SP) nos debates e Marcelo Henrique (SC), na moderação. Então, é possível que você esteja pensando: - Será que o ECK tem alguma informação sobre o "paradeiro" de Rivail-Kardec? Onde estaria o Codificador do Espiritismo, atualmente, passados pouco mais de 150 anos da sua desencarnação? Será que ele está "interessado" naquilo que os espíritas "fizeram da Doutrina"? Em paralelo, talvez você também esteja interessado, como frequentador de atividades presenciais ou virtuais TIDAS como espíritas, o QUANTO de Kardec existe nas reuniões, palestras e atividades? Ou seja, Kardec está PRÓXIMO ou DISTANTE da realidade efetiva das instituições e eventos? E, ainda, como fazer com que Kardec "se aproxime" das nossas rotinas, ao mesmo tempo de como proceder para valorizar o seu LEGADO? É o ECK na sua toada provocativa, fazendo com que os espíritas possam sair de suas zonas de conforto, refletindo prospectivamente para realizar, no presente, as transformações progressivas do Espiritismo, dos indivíduos e das coletividades.

Transcript

Alô, anões e cana cc canos, tudo bem? Bom estar com vocês mais uma vez na nossa sempre lembrada oportunidade do Simba lose de sábado à noite aqui no grupo espiritismo. Com Kardec seja bem-vindo seja bem-vinda que você possa ter uma ótima noite de debate, de estudos, de troca de informações e com isso você possa levar para o seu ambiente de trabalho, de atividade de estudo espírita. Um pouquinho daquilo que iremos tratar na noite de hoje.

Polvilhando, assim com Ideas novas, progressistas, livres pensadoras, a ambiência da instituição ou do grupo que você frequenta. Estamos muito felizes com a sua presença. Você, que nos assiste ao vivo, tem a oportunidade de estar na lousa e se identificar para que nós possamos, ao ver o seu comentário, a sua pergunta na tela, identificar quem está fazendo e contribuir ainda mais para esse nosso inter-relacionamento, essa nossa atividade tão fraterna que movimenta.

As nossas energias, que alcança os nossos corações e as nossas consciências. Muito bom, então ter a sua presença e você que está acompanhando depois da depois da

atividade ao vivo, a gravação. Nós também ficamos felizes com a sua audiência e que você possa multiplicar o nosso conteúdo nos grupos, nas reuniões dos, nas listas de WhatsApp ou de e-mail que você participa a fim de disseminar esse conhecimento, há muito mais pessoas que estão interessadas em saber aquilo que o espiritismo tem a nos dizer na atualidade, diante da nossa conjuntura espiritual, humano, planetária.

Na qual todos nós estamos inseridos no sistema de hoje, é bem alvissareiro, é bem provocativo como provocativas, são as atividades em regra que nós temos desenvolvido no ECK desde a sua criação. O título é Kardec, onde andas? E essa pergunta provocativa, ela tem? 2. Escopos, né? Ele não instiga a ideia de que estamos tratando do paradeiro é do ilustre codificador do espiritismo. O insigne, educador e filósofo e poeta, e léon denizard rivel.

Allan Kardec. Ou. Também avaliar se nos estudos nas práticas espíritas no Brasil e no mundo nessa terceira década do século 21, se existe Kardec, se Kardec está presente nesse trabalho, então esse o nosso objetivo, a nossa proposta nessa live de hoje e esperamos que você possa estar satisfeito ao final dos trabalhos, com todas as digressões, com todos os raciocínios, com todas as respostas que vão ser dadas pelo nosso convidado.

E pelo nosso debatedor escalado para esta reunião, agradecemos também àqueles que estão atrás da telinha, essa gente que você não vê faz a live do ECK que você vê. Que estão então cuidando da parte técnica e dando condições para que nós estejamos assim, livres, leves e soltos para produzir mais uma live aqui no espiritismo com Kardec, boa noite a todos e que todos possam ter muito proveito nessa nossa

reunião. Vamos chamar então, que rufem os tabores para receber o nosso convidado especial da noite guerra ltda. Boa noite. Boa noite, Marcelo Nelson. Boa noite a todos e todas. É uma Alegria, uma Alegria a gente ainda mais agora ser recebido com vários tambores, né? Isso é isso é um diferencial desse caso, sem dúvida nenhuma, né? A gente já sente bem mais acolhido agora, né? É isso aí. É uma Alegria, uma satisfação. Nós queremos agradecer muito.

Pelo convite de poder estar aqui com os amigos, trocando ideia, se partilhando nessas reflexões que certamente serão muito oportunas para nós fazemos nessa noite. Seja bem-vindo, GR. É mais uma vez uma honra, uma Alegria muito grande para secar, recebê-lo. Você é um pesquisador, um livre pensador, um escritor espírita reconhecido pela nossa comunidade e vinculado. Eu costumo dizer, né, quando estávamos conversando ali nos bastidores, você já é membro honorário do CK da da.

A sua contribuição na forma de participação em Lives, na forma de artigos que sempre enriquecem o nosso conteúdo, que é um conteúdo diferente, é uma proposta. Realmente genuinamente car desse Ana na linha do humanismo de Kardec, do livro pensamento de Kardec, do laicismo, de Kardec e, sobretudo, com uma ideia progressiva e progressista necessária para essa nova fase da humanidade neste século 21.

Neste terceiro milênio, o GR. Então, é professor historiador, é um pesquisador livre, pensador espírita e colabora na sociedade espírita amor e Caridade no Rio Grande do Sul. É escritor e articulador. E articulista espírita desculpe, autor de muitas obras é que estão na nossa pauta que merecem a nossa atenção. Vamos então chamar o debatedor da noite, que é o nosso querido Nelson Santos. Bem-vindo, Nelson. Nós vamos, tambores. Boa noite a todos. É um prazer estar com você,

Marcelo, com gehe. Para tocarmos nesse assunto tão amplo, tão vasto. Então, instigante. Aonde manda? Aonde anda Kardec. Em espírito, em essência. Eu acho que vai ser proveitoso a nossa live hoje. Com certeza vamos ter que buscar aí mediunicamente energeticamente, espiritualmente, fisicamente, doutrinariamente. A presença de Allan Kardec é direcionando os nossos debates.

Nessa noite. Quero agradecer inicialmente também as pessoas que estão conosco contribuindo na forma de questionamentos que vão ser utilizados hoje por nós. É ao perguntarmos ao GRE, ao Nelson sobre o tema da noite, quero agradecer o Alexandre Júnior, a Cláudia, jerônima, Débora Nogueira, a Leopoldina Xavier, o Márcio Cardoso, o Márcio Saraiva, o Marco Milani, a Maria Cristina, revê o Pedro, Mara Veloso, Saulo Alba que. E o Sidney Batista, que nos enviaram. Olha aí, Hein, olha a

responsabilidade de vocês. Nos enviaram questões muito intrigantes, muito provocativas, muito instigantes, para que a gente possa fazer essa live tão produtiva na nossa noite de hoje. Vamos começar então? GR vou fazer uma pergunta a você, vou estender a pergunta ao Nelson, como é de costume, a gente vai trocando bola aqui no meio de campo, vamos lançando pro pro atacante fazer o gol e vamos tricotando aí dentro da mensagem do conteúdo, espi.

GR levando em consideração que grande parte dos expositores espíritas, conforme os mesmos afirmam, não conhecem todas as obras da chamada codificação espírita e que alguns deles afirmam surpreendentemente que Kardec estaria até ultrapassado em muitos pontos, assim como existe uma destacada preferência destes pela literatura mediúnica Brasileira. Eu perguntaria, onde anda Allan Kardec? Nas reuniões de estudo? Dos grupos e das instituições espíritas. Pois é uma excelente colocação.

Questionamento. Muito oportuno e absolutamente atual, não é para a gente pensar nesse contexto dos movimentos espíritas que existem no Brasil, não só no Brasil. Não é de uma forma geral, aonde o espiritismo está presente é em outros países também. A gente, pelo menos aqueles que a gente conhece a gente também percebe que há uma ausência, né muito significativa daquele que é o fundador ou o codificador da doutrina espírita ou da filosofia espírita.

Como eu pessoalmente, gosto mais de de considerar. É, é bom, é, eu veja bem, é quando Kardec desencarnou, né? É. Já havia a partir do desencargo de Kardec, o essa ausência física. De Kardec, na França, já deixa certa forma 11 espaço não é uma lacuna, uma ausência, uma ausência de uma presença que agora não está mais? É, e essa ausência ela vai ser sentida no movimento espírita francês pós Kardec. Já com as mudanças ocorridas na própria sociedade parisiense.

É depois, nos textos, na configuração da própria revista espírita, sobretudo a partir do momento que lê, barria assume o comando, né? Desse órgão tão importante que

Kardec cuidou tanto? É tanto da da sociedade parisiense quanto da revista espírita e me parece, salvo engano, que nesse contexto, já aí na França, né pós Kardec a gente vai perceber que os próprios integrantes, né, aquele, aquelas pessoas que estavam mais próximas de Kardec, estavam mais compromissadas com o pensamento Kardec ano ali, inserido no contexto das obras fundamentais a vão vão sentir essa essa ausência, né? Essa ausência no sentido não

apenas uma ausência física. É mais uma ausência intelectual, uma ausência é teórica, não é de resguardo dos princípios, da própria teoria espírita EE, da prática espírita, também como um todo, né? A gente vai vai perceber isso na própria forma, né? Como OA, os espíritas franceses vai chegados como delane, como, como Leon, deni, como a própria amelie boudet. É como Beth froh po EE. Outros espíritas que estavam. De certa forma, mais próximos é de Kardec. Eles começam a perceber os

rumos, né? Desse movimento e dessa ausência é que que representava, na verdade, um distanciamento ou até mesmo se a gente quiser usar um termo mais um pouco mais forte, uma certa corrupção no pensamento é de Kardec, né? E isso começa com roustang e talvez não, não necessariamente comece com ele, mas sobretudo com ele. É um, porque Kardec já havia é deixado. Textos na revista espírita das dificuldades, que ele havia enfrentado, é de poder manter essa linha de reflexão de

trabalho. Então, seja com os Tam gol ou depois que levar? E não é quando Kardec, já antes se encarga, isso leva a própria formação da união espírita francesa. Depois é nos no sentido de tentar resgatar esse pensamento de Kardec. Essa presença de Kardec, o movimento espírita francês. Bom, quando isso é transladado para o Brasil, né? Ainda Na Na segunda metade do século 19. A gente vai ter aqui todo um processo de transmutação cultural, de um pensamento de uma doutrina européia, né?

De. Uma influência muito forte no pensamento do ministro do século 18, mas também do positivismo no século 19 e que é é? É transladada, né? É transmutada culturalmente com um país é de formação católica, de formação fortemente religiosa, né? É, a gente vai ver toda essa, essa, essa chegada do espiritismo no Brasil, com todos os os desencontros que a gente vai ter aí na formação dos grupos aqui, até até propriamente a Constituição da FEB.

Da federação espírita Brasileira e a partir daí, essa ausência, de fato, nessa mistura de um pensamento de um pensamento católico, com um pensamento espírita, né? Essa essa mestra aí é isso é se a gente pensar assim, Herculano, né? Há Herculano pires havia alertado muito sobre esse os rumos dessa ausência, né? De Kardec o movimento espírita brasileiro, da falta de estudo, das obras fundamentais de Kardec.

Mas não é qualquer estudo, né? Porque se a gente pensar a questão do estudo, por exemplo, nós vamos encontrar ali nos anos é 50 por aí, né? Os cadernos doutrinários publicados por deolindo Amorim. Que eram fruto das das conferências que ele fazia dos estudos, não é? É que ele, que ele realizava depois do do instituto de cultura espírita do Brasil. É, e tudo isso tentava. Pegar resgatar o espiritismo originário, né? Aquele espiritismo fortemente fundamento.

Lado do pensamento do Kardec ano e que no Brasil havia se perdido. De certa forma, havia se distanciado. Kardec continuavam ausente. É em grande parte dos estudos. EE na verdade nem existiam estudos, né? Os estudos eles é deolindo Amorim, foi um dos grandes incentivadores do estudo e depois isso vai acontecer. Nos anos 70, só na final, aqui no governo do sul 78 é em São Paulo.

Um pouco antes, né? 75 me parece Rio Grande do Sul 78 depois a febre em 83 que vai lançar isso a nível nacional. Estuda apostilar. É enrijecido dentro de uma ideologia fortemente religiosa. Aonde Kardec continuava de certa forma, muito ainda ausente, não é? É, então eu. Eu quero dizer que a partir desse dessa configuração, não é que a gente tem do espiritismo no Brasil institucionalizado, hegemônico federativo.

É, a gente vai observar que que Kardec na verdade, eu eu posso inclusive falar porque eu militei dentro do movimento federativo. É desde os anos, desde 85 até 2002, 1007 2008 por aí. Então eu conheço o movimento federativo de dentro, né? É, então é o espiritismo? Na verdade, Kardec, nunca, nunca foi, é dentro do movimento espírita brasileiro. Uma figura absolutamente fundamental, né? É os os médios tomaram esse papel, os espíritos tomaram esse papel de critério, de

autoridade. É, e Kardec ele foi sendo falado foi sendo citado, não é? É em palestras, mas não foi sendo estudado, não foi sendo refletido, não foi sendo aprofundado. É quase como um descargo de consciência. Vamos citar Kardec, porque é assim e tal, mas na verdade, a prática, o estudo, o estudo, aquele estudo, apostilar sentar em volta de uma mesa, de ler questões do livro dos espíritos, todo mundo diz sim, sim, e aí

encerra. Se o estudo, a semana que vem tem mais, aquilo absolutamente indigesto, inoperante é improfícuo, né? É. Ou seja, tudo isso faz com que, de fato, o Kardec permaneça um sujeito ausente, né? É pra pra gente concluir também essa essa abordagem aqui. Nesse primeiro momento, o Marcelo só queria. Lembrar? É que Herculano pires e todos nós já já Lemos isso, né? No livro curso dinâmico de espiritismo. O Herculano, ele é muito interessante essa obra, né?

Porque assim, Herculano, ele inicia o livro no na introdução do livro, ele vai citar, não é a questão do espiritismo, grandes conhecidos tá? E na conclusão do livro é uma coisa, uma conclusão paradigmática, né? Porque a conclusão do livro é extremamente interessante, né, né? A conclusão do livro é o seguinte, como combater o espiritismo, né? Olha, é, é e seria inimaginável, né você? Se escreveu uma conclusão do livro falando isso, né? Como combater o espiritismo, né? O espírita, né?

É dinheiro pulando. Ele se reporta muito ali ao. Ao texto, a calma, a crítica roustang não é, mas, mas, mas as as considerações que Herculano faz, elas podem ser estendidas para o movimento espírita contemporâneo, né? AE Herculano, ele vai destacar aqui eu peguei. É 5 pontos que ele destaca. É de de por que que se o que, o que que é esquecer Kardec, né? O que que é quando a gente está falando assim, onde é que está a Kardec essa ausência? Porquê dessa ausência, então, ele pulando?

Ele nos mostra. É 5 pontos dessa ausência de Kardec, então a primeira que ele diz o seguinte, a falta de critério científico. Toda vez que nós estamos em movimento espírita, estudando, refletindo, não há um, e há uma os uma falta de critério científico na produção é escrita, falada, abordada. Enfim, né? De visto dos dos estudos? É Kardec está ausente. Segundo ponto, toda vez que nós, o que se agrega? Crendice no movimento espírita de Herculano Kardec está

ausente. Toda vez que há um desprezo. Pelos dados históricos e pelo contexto histórico na análise das questões, é pertinentes ao espiritismo. Kardec está ausente. Diz mais, Herculano, toda vez que se traz para o para o espiritismo uma mitologia arcaica. Na tentativa de formatar um pensamento espírita. Kardec está ausente. E ele diz, finalmente é toda vez que é se aceita passivamente. Olhem só vou repetir, inclusive porque esse ponto ele é, ele é bem importante, né? É dizer.

Herculano diz o seguinte, toda vez que se aceita passivamente teses clericais dentro do espiritismo, Kardec está absolutamente ausente. E é isso que nós estamos vendo hoje no movimento espírita. É o não apenas hoje, não é isso. Aí já é um processo histórico, né? Então, diz dizer, colando eu eu vou concluir essa parte 111 a de uma forma bem literal aqui na no que ele fala, né? Então ele diz o seguinte, ó, abre aspas aí e é por isso que que é, por causa dessa negligência.

E ele é muito enfático aqui, né Herculano, de? Só por causa dessa negligência imperdoável. Num estudo da doutrina? Que os próprios adeptos se transformarão em eficientes instrumentos de combate do espiritismo, fecha aspas. Palavras duras em voz de veludo, como diria o nosso querido Herbert Vianna numa das músicas do Paralamas do Sucesso. E aí, Nelson? Diante desse diagnóstico trazido pelo nosso GR?

Encetado neste livro essa obra fundamental aí do pensamento espírita genuíno, dentro da ideia da filosofia e da ciência como balizas necessárias. Como responder de forma diversa a essa diagnose que o Herculano fez isso a praticamente quase 45 anos atrás, né, então? A possibilidade de sair mos dessa ideia de recuperarmos o gosto real pelo estudo de Kardec nas instituições espíritas. Eu Acredito que sim, porque existem vários indicativos. Apesar do GR ter sido.

Fenomenal na sua e na sua explanação, não deixou muita margem para manobra e para a discussão. É, nós temos o seguinte. Desde. O malfadado. Impacto, áudio. Lá atrás. Já existe. Começou a existir um. Movimento de resgate do pensamento kr desse ano. Tentando trazer? A filosofia espírita. Para. O debate. A ciência espírita para análise crítica das mensagens. Isso foi desenvolvendo, se aos poucos. É, mas eu na minha opinião, aonde se. Tomou um rumo mais positivo.

Embora ainda desconhecido. Foi a turma de Santos. EOC, sepa. Esses 2, eles deram um novo vigor. Essas 2 linhas deram novo vigor ao pensamento espírita legitimamente cara desse ano. Somando-se a isso. E virão outros. Pensadores espíritas fluem terrivelmente influentes, fortemente influentes. Além de deolindo Amorim e Herculano pires, que são. Mais conhecidos? Teve mariotti. Teve Marinho. Teve grosso a ter. Embora não brasileiros. E agora, recentemente. Com o?

Com a ampliação dos vários coletivos espíritas. Pelo nosso país. Houve um movimento. Pró pensamento de Kardec. Em combate a essa hegemonia, a igreja ista. Presente porque a grande parte do a grande parte do desconhecimento de Kardec. Em si, o desconhecimento da própria doutrina espírita. Os espíritas não conhecem Herculano, mesmo falaram isso espiritas. Essas não conhecem o espírito, ele é um desconhecido. As, ão a 5. Obras básicas básicas, nada. São zimba.

Obras fundamentais são os fundamentos. E a sua demais, sua revista de bis, pirita. Na é. Sobre a Regência de Kardec, um dos volumes. E o pessoal espírita? Que é formado nas casas espíritas, não conhece isso? Não conhece Herculano? Não conhece deolindo, muito menos esses que eu citei como Marinho, como grass, vá ter como. Mariotti. Mais atuais como? O medrano, como as fúria e outros tantos que. É é revigoram o pensamento de o pensamento filosófico espírita. Eu creio positivamente.

Embora muito tímido, ainda. Que nós consigamos? Mudar. O aspecto hoje. Igrejeiro e a crise, as Tico do espiritismo? É, eu não tenho muita Esperança como vocês 2, numa mudança qualitativa. Tiva substantiva nesse quadrante atual do movimento, por uma razão muito simples. Aquela questão que o GR colocou na primeira resposta. De os espíritas não conhecerem sequer os fundamentos do espiritismo não conhecerem o conteúdo. Fundamental princípio lógico da doutrina é um obstáculo

gigantesco a ser superado. E nós, como o próprio Herculano, repetiu diversas vezes. Somos pigmeus num mundo de gigantes. Expressão herculane, sta. Representando com isso que nós até fazemos algum barulho. Nós até provocamos algumas discussões importantes, mas nós ainda estamos limitados a alcançar as grandes massas, aquelas massas que procuram o espiritismo como um produto de consumo. E um produto de consumo que é adequado às necessidades de quem procura este produto de consumo.

Então, na fala do GR, eu costumo enquadrar. Tá, e aí? Eu vou partir para a segunda

pergunta. A ideia de que nas instituições espíritas, sobretudo nas atividades que nós chamamos atividades públicas que são geralmente as exposições doutrinárias e os grupos de estudo que não sejam mediúnico, abertos a participação geral, sejam aqueles que se faz inscrição, todo início de ano, sejam aqueles que apenas disponibilizam o horário, o local, o dia e franquia, a entrada e a saída de quaisquer interessados. Os estudos se limitam em grande parte a repetições.

Como Jair falou de perguntas e respostas, consideradas as mais importantes, as mais significativas daquele contexto de 1018 ou 1019. Perguntas do livro dos espíritos. E as máximas Morais contidas nos capítulos do evangelho segundo o espiritismo. Então, tirando isso, a grande massa espírita não conhece o livro dos médiuns, exceto os médiuns ostensivos, os médicos que trabalham em atividades mediúnicas. É a gênese, não conhecem o céu, inferno, não conhecem, ou então

conhecem recortes que não dão. Essa ideia. É contextual, essa ideia principiológicas e até mesmo metodológica do espiritismo. E essa é a segunda pergunta. GR. Levando em condições, levando em consideração que Kardec estabeleceu uma filosofia própria. Que foi ancorada numa experimentação prática. E aí se criou a ciência espírita

decorrente da filosofia, né? E essa filosofia emprestou da ciência a fenomenologia para explicar a relação entre vivos e mortos, entre encarnados e desencarnados. A pergunta que eu faço a você é. Por onde anda o método de Allan Kardec? Pois é, Marcelo, o método de Allan Kardec, está tão sumido quanto ele, não é? É. Eu vejo que é no praticamente não existe metro não ser. Para os pesquisadores, os estudiosos a aqueles que estão mais voltados de fato.

AP para pesquisa. É, mas a metodologia, na verdade, ela, se nós falarmos de movimento, de de instituições espíritas, é praticamente petrologia. Não existe, né, que o que existe é uma rotina, uma rotina. É uma quase algo assim. Quase algo condicionado já, né? Pelas normas, Phoebe, Ana e alguma coisa assim. Que define, olha, você tem que começar 8 horas da noite às 20:00 você. Você faz uma prece e depois tem a palestra, depois tem a prece de encerramento.

Depois tem pasta ou quer dizer isso? Virou uma rotina, é o estudo. Começa assim, você tem. Depois você olha OA oração, é o silêncio, é uma prece. Quer dizer, se não pode conversar, é EE, você tem que na verdade não sei se você questionar Oo facilitador que eu acho que eu acho horrível esse nome facilitador, eu eu prefiro um dificulta dor. Eu acho o coordenador, ele deveria ser um dificulta dor e não facilitador, dificulta donos e dificulta donos e de problematizar.

As reflexões. É nos estudos. E inclusive palestras, né? Então, é eu, eu, Oo. Nelson citou, eu, eu concordo plenamente com ele, né? Quando ele traz essa, essa visão é mais otimista do do movimento espírita, sobretudo do movimento de Santos e aqui do Rio Grande do Sul, né? Com o centro cultural espírita. E eu, eu concordo muito também com ele, né? Nesse sentido, de que é foram movimentos que e até hoje né? Aqui no centro cultural espírita de Porto Alegre, é as palestras.

Elas têm uma dinâmica, É Ela. Elas têm uma metodologia, aí sim, de de participação do público, não é? Não é uma coisa dogmática no sentido de que o público, ele apenas ouve EE sai com aquele conhecimento ali, o palestrante é aquele sujeito iluminado que tem um Oo sumo conhecimento. E ele chega ali e faz aquela hora, aquela oratória, né? Empolgado, fascinado, cita um Monte de questões do livro dos espíritos e público sai arrebatado em êxtase, né?

É sabe-se lá de que forma, mas na verdade nada disso. Se nem nem nem quem fala e nem quem recebe de no geral, né? De forma bem ampla, né? É, muitas vezes estão sabendo que que é espiritismo. Então, falta uma metodologia. Sem dúvida, né? Falta uma metodologia de estudo, de pesquisa nos trabalhos mediúnicos, né? As coisas são muito assim, é boa vontade, né? Eu ouvia isso quando eu entrei no movimento espírita. Nem 85, né? 1000-9000 985 eu ouvia isso.

A frase marcou muito, né? Boa vontade, boa vontade, boa vontade basta, então assim não precisa ter critério, que boa vontade basta, que quer dizer é essa lógica, né, da da simplificação. É por, não, não vamos criar uma doutrina de intelectuais, então nós temos que simplificar a coisa para todo mundo, não é? Quer dizer, é sim. Não é uma doutrina de intelectuais, não é isso, não é

essa perspectiva, né? Mas é o que a gente tem que entender, que o espiritismo, Mano trino filosófica, Kardec chamava de uma ciência filosófica, né? Ou é, na verdade, como mencionasse Marcelo, é uma, é uma a ciência. A filosofia surge da ciência, né? É. É um precedente epistemológico, quer dizer, No No, no, no ponto de vista ocidental, ao contrário, não é? As ciências veio da filosofia, não é? É no espiritismo, não. Espiritismo é filosofia, é resultado da ciência, então é Oo.

Isso tem 11 metodologia que Kardec apresenta, inclusive lá no livro dos médiuns. Ele vai falar sobre o método, né? Vários textos da revista espírita, a forma como ele examinava como ele, ele analisava as comunicações, né aquilo que ia ser publicado na revista espírita é os critérios para analisar uma. Comunicação mediúnica quer dizer, tudo isso? Kardec deixou muito bem claro, muito explicitamente definido.

O problema é que, é claro, existe um método de Kardec, que é um método do século 19. Se a gente olhar for algo assim mais exigente do ponto de vistas, de método, né, de ciência, nós vamos ver que o método hoje mudou. Você não pode hoje. Hoje, por exemplo, é muito difícil se os se usar o se usar, por exemplo, aquele critério, o metodológico, né? Do consenso universal dos espíritos a partir. De grupos que não se relacionam, não não entram em contato hoje, na época de Kardec, sim, isso

era possível. Hoje com internet, com comunicações simultâneas, hoje é praticamente hoje não. Não tem mais como ter esse critério de confiabilidade, né? Então assim é, mas você pode adaptar, claro, você pode adaptar a outras metodologias que vem suprir AA dinâmica do contexto atual, né? O os, os, os. As questões atuais que envolvem é o saber científico. Então é por isso a gente precisa entender que o estudo da doutrina espírita, ele é um estudo que se faz assim.

De qualquer forma, não é? É há, vamos lá, reunir em torno de mês. Ele tem que ter uma. O próprio sul tem que ter uma metodologia e a metodologia não é programa, né? OOA muitas vezes, confunde programa com metodologia, né? O programa ele está inserido dentro da metodologia, mas ele não é por si só a metodologia, né? Então, assim, a vamos pegar o livro, vamos pegar uma apostila, a gente senta ler. Um ler o outro, responde, o outro dá exemplo lá do supermercado. E pronto, né?

E cerrou ali na semana que vem tem mais, tem mais o quê, né? Isto daqui não é e muito menos estudo da obra de Kardec. Então é eu pessoalmente tenho defendido algo que. Que na verdade, aqui no centro cultural espírita, é que de Porto Alegre, com desde a época do maurici dos já com um Salomão, um medran, né? O Milton é. O Salomão já propunha que que era um estudo problematizado. Não é não, isto dogmatizado, mas um estudo problematizado, aonde você? Você?

Questiona as as questões, né? Você tem Liberdade para apresentar o contraditório, né? Então vejam, é lá no catálogo racional, né? O em alguns outros momentos, inclusive de texto da revista espírita Kardec, dizia, o que que o espírita deveria ler deveria ler, inclusive, livros contrários ao espiritismo. Pode ter uma relação dialética, né, de construir uma convicção? Então você tem que ter um contraponto da coisa, não é apenas assim, não é.

Então os estudos não fazem isso. Isso é isso é perturbação, entendeu? Se você discutir de de divergindo do coordenador, do facilitador ou de quem seja, é você está perturbado? Então essa lógica religiosa não é. É essa lógica dogmática religiosa, mete. O religiosa que se entranhou no movimento espírita lá desde o começo. Ela, ela, ela. Ela dificulta isso. É a religião, ela não é uma AAA estrutura do pensamento religioso. Ela não é 11 relação dialética.

Não é de dúvida. Ela. Ela. Ela é uma questão de crença e a crença ela fecha o espaço para incerteza, né? Para insegurança, enquanto que a filosofia abre para isso. Filosofia não tem medo da dúvida, ela dizia, o espiritismo. A filosofia espírita dialoga, né? É dialoga de forma altamente. Dinâmica mesmo, né? Filosoficamente, com a dúvida, então a dúvida fez parte da estrutura da construção do

conhecimento, não é? Então, é só essas coisas que terminam dificultando o próprio entendimento da obra de Kardec. Ou você sacraliza a obra, né? Você sabe tudo que está ali é 100% verdade e verdade. Foram os espíritos superiores, a gente, quase que angelicais enviados por Deus, né? Para revelar os homens. A verdade, a verdade, né? Então você não questiona isso? Isso? Isso já está posto. Isso já está dado, né?

É, é a mesma lógica da religião. A religião não é. É uma lógica religiosa, na verdade, né? Então, o que que acontece, não questiona. Você tem que apenas aceitar aquilo e pronto, então é Oo falta uma metodologia é total, né? E a mesma coisa a gente poderia falar, claro, não vou aqui me estender, mas poderíamos falar também pro pro. Para a dinâmica mediúnica das reuniões mediúnicas, né?

Mesma lógica com espírito de está dito o que o médium lá fala, qualquer coisa é mediúnico, você não tem critérios para avaliar até que ponto aquilo é animismo ou ou aquilo é um fenômeno. É inconsciente, do médio ou ou psíquico, do médio ou ou é o fenômeno. De fato é que você tem a evidência da ali, do processo de comunicabilidade ou não. Então, virou uma crença, qualquer coisa que o médium. Vale lá é um processo mediúnico. Você não tem como dizer que não é porque não há metodologia.

Esse me parece ser o ponto fundamental, não é? É a ideia é de argumento de autoridade que se instalou no movimento espírita. O Nelson falou há pouco, a partir de 1949, com o pacto Áureo, onde se legitimou algumas práticas ou ou GR acabou de dimensionar várias delas, né? Estabelecendo um. Um novo rito para o espiritismo é a moda tupiniquim. Então, néo, senhor, vou complementar essa primeira pergunta com outra aqui também. Fala do método é diante disso. Porque, na prática, o método de

Kardec foi afastado, né? Mas há os que defendem o retorno ao método e aí, daqui a pouco vou fazer um aporte na fala do GR é que é complementar a essa ideia dita por ele de que nós não teríamos a mesma condição material, né? A mesma condição planetária, a mesma condição de isenção entre os grupos para estabelecer AO reúso. Do consenso ou do controle universal dos ensinos dos

espíritos? Daqui a pouco vou fazer um aporte 11. Observação a respeito dessa excelente fala do GR. Mas eu perguntaria, Nelson é se o método é de Kardec, não está sendo utilizado, né? É, nós superamos Kardec nesse aspecto e de certa maneira é não precisamos retornar ao método proposto para Allan Kardec. Bem, vejamos a seguinte maneira. A Kardec. Ele não está desatualizado. Ele. Ele precisa ser atualizado. Isso é um ponto.

Agora os fundamentos do espiritismo, não, eles são estão lá. O espiritismo, ele é progressivo. Ele. Kardec deixou nas obras. Bem, claro. Que iria se atualizar junto com a ciência? Só que. O espiritismo tupiniquim, como citado. Ele tava parado no século 18. Um Teles de Menezes Bezerra de Menezes, lá estás. Sobre os hospícios, dizer Ismael. Naquele grê gizmo, que se instalou no seu espírita quando o estado no Brasil. O argumento de autoridade?

Ele já é um velho conhecido. Dos movimentos do movimento Phoebe ano. Ele já utilizado. Desde a derrocada? De torteroli? E só foi se solidificando cada vez mais. Se você pega as apostilas, vamos falar sobre o os métodos. Hoje, o controle universal do ensino dos espíritos. Ele precisa de uma revisão de uma atualização. Mas os fundamentos estão ali. Os fundamentos não foram alterados. A análise crítica de Kardec, ela está presente até hoje. O método analítico está

presente. Faz parte da ciência, faz parte da filosofia. Agora, quem? Hoje no meio espírita, utiliza? Ciência e filosofia para falar sobre a doutrina espírita. Neos, lol. Como você mesmo disse, Marcelo e uma gere também, disse. Ele está restrito a meia dúzia de grupos. Que não, se não, se não, não corroboram com a ideia igrejeira. Que presente nas casas espíritas. Hoje não se estuda espiritismo. Este estudasse, na verdade. A religião espírita.

Que foi criado aqui? Está tudo bem que tem algumas raízes, já na França. Mas Ela Foi instalada no Brasil. E é mesmo assim estuda-se mal e porcamente. Como é feita? Através da grande maioria das religiões. E se rende ao dogmatismo. Porque na religião católica tem quem entende da religião católica e não são pessoas doutas. São pessoas que se interessam pelo estudo da da religião em si. Tem visão diferente do simples frequentador, digamos assim. Da igreja?

Eu, espiritismo, que deveria ser. Um caráter, como consta lá. Revelador. Deslizador de dúvidas. De zelador de. Processos, não, ele está engessado. Mas é engessado na terceira revelação tão. Esplanada pelo movimento espírita. É alguma coisa dogmática, igrejeira. Agora, o que podemos fazer isso? É como você mesmo disse, retomarmos os critérios, car desse anos. Os fundamentos do espiritismo, que está lá nas obras fundamentais. Se não as condições de

utilizarmos. O cu é como na época de Kardec, nada nos impede de avançarmos. A ideia? O espiritismo é dinâmico, ele não é estático. Isso cabe a nós. Muito bom é, nós temos 11 pergunta da Marta, que é complementar esse tema que nós estamos trabalhando, né? Como seria essa adaptação da

metodologia, né? Como substituir o com senso ou controle universal dos ensinos dos espíritos, por exemplo, é exatamente esse o ponto que eu guardei como observação GR Nelson. Nós temos que diferenciar método e metodologia. Não é isso é fundamental ou método e sistemática. O método de Kardec é o quê? Aferir toda e qualquer comunicação mediúnica, comparando-a com os princípios fundamentais do espiritismo.

Penso que quanto a isso, nós não temos dúvida, porque isso faz parte da fundamentação da filosofia espírita, né? Quando Kardec, na introdução do evangelho, faz uma série de considerações e estabelece que, a partir daí, se ti se teria. Um cons and o 11 espinha dorsal, formada pelos princípios e nada que fosse objeto de comunicação entre vivos e mortos, comunicação mediúnica poderia se afastar daquilo que fosse princípio lógico, mas ele deixou espaço para que novos princípios

pudessem ser aclamados. Pela comissão central do espiritismo nos congressos e agregados ao edifício originário, não é? É como se nós tivéssemos assim uma grande universidade. O prédio da reitoria, aos princípios fundamentais do espiritismo e outros prédios viriam a ser colocados lado a lado, agregando nova, é contribuição principiológicas. Quando eu falo na diferença. GR Nelson entre método e metodologia, é porque a metodologia de Kardec foi o que recepcionar.

Mensagens mediúnicas vindas de várias partes do mundo, especialmente de vários centros espíritas na França e países próximos. E aquelas produzidas em reuniões sequenciais na sociedade parisiense de estudos espíritas, o primeiro centro espírita do mundo. Comparando as entre si para dar sustentação à publicação das chamadas obras fundamentais. Essa foi a metodologia. Essa metodologia nos parece dificultosa, primeiro porque existe um complexo de vira-latas nos espiritas.

Em um jogo de empurra decorrente desse complexo de vira-latas se diz assim, ninguém tem o estofo moral de Allan Kardec. Certo? Ninguém tem o preparo filosófico e científico de Allan Kardec, ou pelo menos não apareceu ninguém que fosse próximo disso, OK? Não temos o que o Jerry comentou, não temos uma. Uma Independência entre as reuniões mediúnicas e. A facilidade dos meios de comunicação na era da internet dificulta.

Um certo sigilo que haveria de existir entre uma comunicação recepcionada hoje em Florianópolis e uma amanhã em Osório, onde está o nosso GR ou em São Paulo, daqui amanhã, daqui depois de amanhã? Onde está o Nelson, correto? E mesmo não haveria. Uma fidedignidade. Que não haveria uma confiança para que aquele grupo mediúnico que, reunido, obtivesse uma mensagem psicografada ou psicofônica depois transcrita na forma, é escrita.

Pudesse ser guardada em sigilo para não contaminar outras mensagens recepcionadas em outros centros espíritas confere estão de acordo com essas premissas, então, a metodologia de Kardec, digo eu, está ultrapassada porque não é possível repeti-la nas condições normais. Mas de temperatura e pressão na cntp do método científico do século 19 do século, parte do século 20.

Então, dito isto. A proposta que se faz ao movimento espírita é exatamente o contrário daqui, está vij, indo hoje e vocês 2 tocaram nesse ponto. O que que acontece hoje? Você produz mensagens nos centros espíritas? Essas mensagens atendem a um determinado público, elas são lidas no grupo mediúnico, ou, às vezes elas são publicitadas dentro da casa espírita, elas são divulgadas nas reuniões doutrinárias e reuniões de

estudo. Como orientações gerais, aquela comunidade e passam a ser verdade absoluta, passam a ser verdade irretocável, passam a constituir complementos ao trabalho ao edifício filosófico originário, que é o trabalho de Kardec, entre 57 e 69, no século 19. Aí a proposta que os cerca tem feito de maneira repetida nos seus textos, nos seus eventos, é. Utilizar o método de Kardec, mas não a metodologia.

Repetir o critério de comparação de toda e qualquer mensagem mediúnica obtida sob qualquer circunstância, obtida inclusive em ambientes não espíritas necessariamente. Pode ser num tempo, pode ser numa igreja, pode ser num terreiro, pode ser num tabernáculo. Pode ser numa reunião de universidade. Em que haja um médium presente, em que haja uma. Fenomenologia de natureza espiritual ou mediúnico.

Pegar estas mensagens e submetê-las ao critério estabelecido por Kardec e comparação com a filosofia, com os princípios filosóficos sem isso. Não há como falar em. Encontrar Kardec no meio espírita. Não seria isso para vocês, Nelson. Estamos sem áudio. Perdão. Fizeram perfeitamente, Marcelo, seria isso sim. É uma questão de revisitarmos você, vencedor. Não metodologias e o método. Mas nós temos que. Disseminar essas é as Ideas à medida das nossas possibilidades, né?

Sendo que, como já citado, e é sabido por todos nós. Nós somos uma minoria no meio espírita, infelizmente. É uma espírita, ele. Simplesmente não segue. Os fundamentos do espiritismo? E nós temos que nesse e-mail? E isso quando eu falo que eu estou sendo otimista, que você citou, é a internet transformou-se. Um grande instrumento para nós e para os pensadores espíritas de uma maneira geral, há muita. Há muita coisa que não presta, sim, a. Mas também é um canal.

Que está resgatando um pouco a pouco. O pensamento originário a meta fundamento do espiritismo em vários grupos e vários coletivos. Certamente nós não vamos viver. Ainda encarnados? Alguma reação nesse sentido do movimento espírita? Mas veremos a podemos ver alguma frutificação. Porque é uma coisa certa, Marcelo, e é uma coisa certa. GR. Se o movimento espírita em si. Não se redescobrir. Ele está fadado à extinção. Ele vai se transformar. É. Aliás, ele já era. É uma sub seita cristã.

O rum. Tudo bem e vocês verem o que que é, tem como como digressão a respeito dessa minha colocação. Olha, eu concordo, concordo, sim, acho que a questão penso que a questão. É de se se utilizar, né? O 11, proposta que esteja compatível, né? Com com a realidade do século 21. É um. Penso também que que isso exige, né? Para se estabelecer toda uma sistemática de análise. É de comunicações, de se chegar

a de fato, AAA. Então, a saída da crendice da crença e transitar nessa ida da da gnosis para a epistemologia, né? Saída da dox a pra pra ir pros teologia quer dizer isso aí. É, nós temos que ter um caminho, né? Nesse caminho é esses processos. Que se que que inclusive os meios acadêmicos podem nos ajudar, né? É o, por exemplo, o método de Kardec. Virou dissertação de mestrado já. Então, é. É Oo que falta? Na verdade, sem uma consciência.

Eu acho que não é um aparato de de de instrumentos para se para se utilizar, né? Acho que os instrumentos, eles estão aí, eles existem e são passíveis de serem utilizados. Eu acho que a questão não é não é esse, essa não é o problema. Acho que AA questão maior é a consciência mesmo, né? A percepção, o conhecimento, a. AA visão, que o que os espíritas tradicionais têm a respeito do espiritismo, então eu eu acho que dentro desse processo, né? AA caminhada é lenta, eu

concordo com o Nelson, né? A caminhada é muito lenta, acho que já estamos melhor do que estávamos. Eu também penso assim é se a gente pense pegar, por exemplo, ali nos anos 80 anos, 8090, né? AA gente falar de espiritismo laico é era. Nossa era era uma heresia, é uma infâmia. É você entrava para um index proibitório, não é? Quer dizer, hoje também não é. Também entra, mas hoje não se tem uma Liberdade muito maior de falar sobre essas questões, de analisar o espiritismo dentro

dessa perspectiva. Do que nós tínhamos lá atrás, o porquê, porque houve um florescimento, não é? Há muitas pessoas que militavam e aí eu, eu próprio posso dizer, né? Que havia muitas pessoas que militavam desse movimento hegemônico. É. Dogmático, et cetera, que dá em dado momento, descansaram, descansarão disso, não se cansaram? Se religiosi muda essa essa visão igrejeira tem quem estava no espiritismo? Normalmente já já estava porque não se encaixava com as

religiões, né? E aí, você vem com aquela mesma lógica, chega um momento que você cansa daquilo, né? É per, pessoalmente, foi que aconteceu comigo. Então assim você Oo, que que. O que que nós observamos, né? Aqui é, e aí o Nelson muito bem se reportou, né? A questão da internet ela abriu, ela abriu janelas de possibilidades para a gente poder hoje estar aqui refletindo, né? 3 estados diferentes aqui é que que seria muito difícil fazer isso presencialmente, né?

Então é, nós estamos aqui hoje com pessoas nos assistindo de vários de vários partes do Brasil, não é? Quer dizer, a internet abriu, ela agregou. Ela permitiu uma oxigenação muito maior de Ideas através dos coletivos, né, que estão se multiplicando coletivos progressistas, né, que estão fazendo 11 contraponto a esse movimento é de crença qrendi de mítico religioso, né? Então, quer dizer, é, acho que esse já é um. Assim, bom começo, né? Uma boa perspectiva.

E eu segunda, eu acho que. Penso eu, que seria, é cada vez a gente investir mais, né? Hoje nós, nós temos é, nós temos aí uma consciência de estudante dentro das da da das casas espíritas, né? Sujeito é um estudante, o que que é um estudante? Eu sou professor, então eu sei bem essa realidade. No geral, a educação no Brasil é uma questão problemática. Caramba, se a gente pensar, é 50 anos. Após a Independência do Brasil, em 872, 84% da população Brasileira era alfabeto.

Não é, se eu quiser, a educação é uma coisa tardia no Brasil. OA revista espírita foi publicado tardiamente no Brasil. Não é? A gente é foi traduzida para tardiamente no Brasil. Ele chegou muito tempo depois, né? A poder ler os textos da revista espírita, porque porque ela não existia aqui traduzir, né? Então quer dizer, tudo isso faz com que AA gente ainda esteja mergulhado dentro de uma cultura, né? É que não há uma cultura de estudo que não que.

E eu via muitas pessoas. A Kardec é muito difícil de ler, é um livro muito bem, so muito complicado. É então é preferível te ler romance, né? Então, quer dizer, é o que? Não? Eu não sou contra romance, né? Aliás, não sou contra nada, mas

eu não estou contra o romance. A questão é o romance tem os é é um gênero literário que tem o seu espaço, mas você não aprende espiritismo lendo o romance, né dizer se não aprende uma filosofia é complexa no sentido de que ela não é. Ela é simples, mas não é simplista, não é você, não aprendi isso lendo o romance. Então é. Eu penso que há que se ter uma proposta de mudar a sistemática dos estudos na nas instituições. Aham.

EE essa proposta de de de mudança dessa sistemática dos estudos, que eu acho que deve começar por aí, é uma. É uma proposta a gente pensar mais que o estudante, aquela pessoa que está estudando, ele tem que ser o protagonista do seu processo de aprendizagem, de conhecimento. Ele não pode ficar simplesmente sentado lendo respostas, EE aquilo você é uma coisa automática, ele tem que pesquisar. Ele tem que discutir, ele tem que enfrentar um contraponto à então.

EEEE, olha e fazendo isso já tem os seus seus desafios também, né? Porque é eu, eu imagino o seguinte, o estudo é uma coisa que eu tenho. É, tenho escrito também em alguns momentos, que é o seguinte, Oo estudo. De uma doutrina de uma filosofia como espiritismo. Ele. Ele precisa seguir alguns pontos, então eu considero no mínimo 3 aspectos, não é? Primeiro, ele tem que ser e ele tem que ser integrado. Ou seja, a obra de Kardec, quando você está estudando um determinado tema, você tem que

integrar os textos. Você não pode ficar apenas lendo 11. Tema Deus apenas numa obra você tem que buscar vasculhar todo o contexto da revista espírita. Você tem que vasculhar o conjunto da obra para ver aquele tema no conjunto da teoria e não no fragmento do texto, né? Porque se você olhar no fragmento do texto de uma obra, o senhor vai conseguir entender também? E, como qualquer autor, como qualquer pensador, você tem que fazer isso, né? Você vai estudar.

Foucault vai estudar Platão vai estudar, cante, vai estudar, você não vai entender. Cante lendo um fragmento do Kant, né? Você tem que entender a obra no conjunto da obra, né? Então, um estudo integrado para mim é um primeiro aspecto. O segundo aspecto, ele tem que ser contextualizado com a época. Então você tem que pensar que o que o século 19 é diferente do século 21, o Kardec está escrevendo numa cidade do século XIX com Ideas do século XIX.

Em alguns momentos não é? Então, existe a contextos que são textos, né? Que são atemporais, porque eles se encaixam em qualquer época. E existem textos que são datados daquele momento. Daquele contexto histórico, não é isso? Não, não, não menospreza a obra de jeito nenhum, hã, é? É isso, é importante pra gente poder entender o pensamento do autor. E o terceiro ponto que eu considero é que tem que problematizar isso. Quer dizer, isso não pode ler.

Bruce ensina ou não é, você tem que, ou melhor, nem nem, nem, não, não é só sim, sim mesmo, né? Você só vai ali e tal e tal. Então é criss Kardec é critério absoluto de verdade, você sacraliza a obra, né? Você também não é assim, né? Então é, eu vejo que esses aspectos Marcelo desculpe também alongado, mas assim é são. São esses aspectos que talvez a gente possa caminhar aí com um pouco mais de. De rapidez?

Muito boas. Essas ponderações, essas 3 sugestões que vem confirmar aquilo que a gente tem proposto todos os dias, todas as semanas aqui no ECK, né? A ideia de nós termos 11 pluralidade, né? Uma interdisciplinaridade. É onde Kardec fala sobre determinados temas, em contextos que se associam nas diversas

obras. Onde Kardec tem um timing, como você disse, ligado ao momento cultural, histórico, sociológico, político, literário, filosófico, científico do século 19 e, portanto, qualquer leitura aos olhos do século 21 não pode é descontextualiza. Dará aquela circunstância, ou seja, se Kardec vivo fosse hoje vivo ele estar, né? Mas digamos, vivo no ponto de vista de encarnado, ele reescreveria muitas daquelas.

É observações daqueles conteúdos com a leitura de um homem, de antevisão do século onde ele estivesse inserido, como ele foi no século 19 e o terceiro é me parece um ponto que é distancia os chamados núcleos progressistas, os núcleos laicos, os núcleos humanistas, os núcleos. Livre pensadores do núcleo hegemônico do mainstream espírita porque justamente aqui nós fomentamos a crítica, mas uma crítica ponderada, não a crítica pela crítica, nem a

crítica sem controle, né? Porque a crítica sem controle vai produzir o que? Dissensões? Não que alguém controle, né? Vamos deixar isso bem claro, o controle no sentido da urbanidade, da educação, da ponderação, de se ater as Ideas, de não discutir pessoas, discutir contextos, histórias, relatos.

Até mesmo romances, mas dentro daquele patamar, gente, eu vou reunir 2 questões numa até pela, pela circunstância do nosso tempo, porque as 2 tratam de uma obra que tem esse caráter de sacralização dentro do chamado meio espírita, majoritário, federativo religioso vigente no Brasil e maging exportação para muitos outros lugares no mundo, né? A febre o conselho espírita Internacional produziram a repetição do modelo brasileiro em inúmeros países, né?

E esse essa reproduzam reprodução, melhor dizendo. Ela também se tornou hegemônica, de modo que em alguns países você tem instituições independentes que fazem o espiritismo mais próximo do do originário de Kardec, ou fazem um espiritismo mais próximo desse espiritismo progressista é realizado por algumas instituições aqui no Brasil, mas a grande maioria reproduz aquela ideia, é organizacional, administrativa e doutrinária. A partir das orientações Phoebe

e sei. A pergunta que eu vou fazer, ou as perguntas tratam do evangelho são as seguintes, vou perguntar pro ger e depois a outra, vou perguntar ao Nelson, e aí, dá pra gente fazer a junção dos 2 é temas ou tópicos? GR é. Qual a relevância no contexto da filosofia espírita, no contexto da proposta de Kardec, no contexto integral do espiritismo ou da doutrina dos espíritos da

obra? O evangelho segundo o espiritismo e como buscar de que maneira buscar uma atitude de sacralização dogmática desta obra? Olha, mamã, excelente questão, fica me daria até uma tese de doutorado aí, né? Mas olha, é. É, é uma. É uma. É uma obra que até hoje não é. É alguns pensadores discutem, né? Se. Se de fato, Kardec deveria, não é, a gente não tem como avaliar isso. Kardec deveria ou não ter ter produzido, não é? A gente não sabia exatamente.

Qual é a parece? Que a ideia de Kardec, ao produzir o evangelho, é. Aquela visão inicial, né? De o título até, inclusive bastante complexo, né? É o inicial imitação do evangelho, né? É depois o evangelho segundo o espiritismo. É, me parece que Kardec tinha uma. Ele percebeu através do do do conjunto dos espíritos, daquilo que os espíritos falavam que ele considerava que era coerente, enfim, que vai formatar a estrutura teórica da doutrina, o os os ensinamentos Morais de Jesus.

É EE. Daí é Kardec avança, né? Para uma análise desses ensinamentos Morais que ele deixa claro aos ensinamentos Morais, é a luz à luz da filosofia espírita, ou seja, não é o espiritismo a luz do evangelho, é o evangelho à luz do espiritismo, né? O espiritismo, colocando claridade é de informação, de de reflexão sobre aqueles ensinamentos Morais e

contextualizando. Dentro de uma perspectiva filosófica, então, é, parece que nesse sentido, não é. É a obra, ela, ela tem a sua, ela tem a sua importância no sentido de que ele traz para um aspecto moral, né? Diria assim, que o espiritismo. É. Não, não é isso que eu estou. Vou falar aqui, não é? Não é nada, é nem uma verdade insofismável, né? Uma hipótese de reflexão apenas, tá?

Que o espiritismo ele tem. Ele pode se dividir em 33 pontos fundamentais, não é tríplice aspecto não é nada disso, né? Mas assim, se a gente pegar uma parte da da da filosofia espírita. É, nós vamos ir, nós vamos encontrar toda a dinâmica da imortalidade, da alma, da comunicabilidade, dos espíritos, da reencarnação de Deus. E aí nós podemos encaixar isso dentro daquilo que a gente chama de metafísica na filosofia, né? Então, num conjunto de temas

relacionados à metafísica. Então esse é um grande é. É o fundamento da doutrina e a base do espiritismo? Espiritismo não existiria sem isso, a. Mas isso é um dos aspectos importantes. É o segundo aspecto que que eu percebo é a teoria social espírita. Então Kardec desenvolve toda uma teoria social, está lá na terceira parte do livro dos espíritos, está em vários outros fragmentos da revista espírita e de outras obras. Também.

Não é a questão discutindo a questão de sociedade, de justiça discutindo questões políticas também, né? Discutindo a questão do trabalho. Discutindo a questão da Liberdade, enfim, tem todo um contexto que a gente pode denominar de teoria social espírita. E existe uma outra área que é a área moral. Que ela toca mais diretamente ao indivíduo, mas é claro que essas 3 áreas no espiritismo elas não estão estanques, elas não estão é separadas, ela, ela, elas,

elas se comunicam. Dinamicamente, não é por isso que a gente discute tanto aquela visão individualista equivocado, de reforma íntima. Não é porque ela, ela centraliza apenas dentro de uma perspectiva do individual, ela não percebe a teoria social. Então, é. Eu vejo que Oo evangelho é segundo o espiritismo, então. Né? Ele ficou muito nesse aspecto da da moral, não é? E ele e esse aspecto ele linkou com a parte metafísica muito mais pro lado da religião do que

pro lado da filosofia. Tá embora? Kardec tem iniciado o livro dos espíritos falando Sócrates e Platão eram os precursores das das pistas. Veja bem, Kardec, de certa forma, insere o espiritismo no contexto da filosofia ocidental. É o socrático platônica. Quer dizer, Kardec está inserindo ali no momento que eles coloca isso, faz a referência. Sócrates e Platão não é uma coisa aleatória, tá? Então, quer dizer, é então, o que que nós temos aí?

Então, Oo que AA lógica talvez não tenha sido essa proposta de Kardec, né? A ideia inicial de Kardec mas o que que acontece quando Kardec faz a ponte dizer assim, o espiritismo é a terceira revelação da lei de Deus. Bom, aí complicou o negócio. Quando ele diz, olha o espiritismo é o consolador prometido por Jesus. Então, critério de autoridade muito forte para o espiritismo, não é? É um critério Divino praticamente, né? Para o espiritismo, eu acho que

esses pontos. É quando ele faz uma série de coloca aquela questão das preces lá no final, né, ó espíritos do senhor Papá é aquela história toda. É, eu acho que isso tudo é se distanciou, distanciou livro. Daquela proposta mais mais, digamos assim, mais original ou mais filosófica mesmo, né? De de de trazer os ensinamentos Morais de Jesus de Nazaré, não Jesus Cristo, que já é uma outra discussão, né? Mas Jesus de Nazaré de fato, né que são. É questões que o próprio Kardec

diz aqui, não para dúvida, né? A gente não pode aqui, não há, não há dúvida, há um consenso, né? Sobre a importância desses princípios é no século 19, no século 20, no século 21, século 22, enfim. Enquanto eles não forem superados, há uma importância desses princípios, mas me parece Marcelo e Nelson. É, e as pessoas que estão nos assistindo aqui, que que Kardec nesse aspecto, né? Kardec deu uma resvalada. Desculpem, eu sei que muita gente vai dizer aqui quieto pra

dizer isso, né? Sei bem uma análise minha, ninguém é obrigado a concordar com isso, né? Mas me parece que Kardec deu uma resvalar, uma resvalada aí nessa, nessa parte de fazer essa essa ponte do espiritismo, terceira revelação o consolador prometido, né OEE aí é muito mais fácil de encarar isso com uma questão religiosa mesmo, eu. Nesse sentido, eu se, se é, para que falar de questão moral, de questão ética? Eu prefiro mais a terceira parte

do livro dos espíritos. Acho que ali a coisa está mais filosófica, está mais sabe do que Oo próprio evangelho. Não que eu acho que o evangelho segundo espiritismo não seja só que ele virou um livro sagrado, né? Essa é a verdade. Ele virou uma bíblia dos espíritas, tem gente que fala isso é a bíblia dos espíritos, porque os próprios espíritos transformaram numa bíblia. Aham, Kardec começou lá, deu aquela quedinha e os espiritas

bom ali foi ponto fundamental. É importante esse conjunto de colocações livre pensadoras que o GR nos faz nessa resposta. A questão envolvendo o evangelho e aí, o significado do evangelho para o contexto espírita. Justamente para que a gente possa também de sacralizar Kardec, que a gente possa contextualizar a posição dele como homem. Como ser humano igual a nós, claro, com algum estofo de natureza científica, cultural, intelectual.

Ética é que o diferenciam da média dos espíritas brasileiros e espalhados pelo mundo. Não há dúvida disso, né? É, se tivéssemos que procurar na história personagens que pudessem se aproximar a esse arcabouço cultural, intelectual e ético, não sei se nós encheríamos é uma mão inteira de pessoas que transitaram dentro da proposta espírita e que

tiveram. É uma condição parecida com a do homem rivail, depois Kardec. Vejo GR nessa questão do de Kardec ter escolhido um livro para falar objetivamente do novo testamento para falar objetivamente de Jesus, sua palavra, suas ações, seus Milagres, seus feitos. Uma espécie de como a gente diz no jargão futebolístico. Jogou para a torcida, jogou para galera, objetivava alcançar um público específico, alegrou este público. Quando confeccionou e produziu o ainda imitação do evangelho

depois. Reformulado no seu título para evangelho segundo o espiritismo e aí eu vou emendar a pergunta para o Nelson, que tem relação com essa primeira, porque também trata do evangelho. Diante disso? Do que Kardec fez com o evangelho ao incluir essas 2 expressões, Nelson. É que estão no texto do livro e que devem ser lidas com cautela para não transformar isto em argumento de autoridade, para não transformar isto na ideia de única revelação de único consolo para a humanidade.

Quando ele trata justamente do consolador prometido e da terceira revelação unindo o espiritismo, a mensagem de Jesus e como bem dito pelo nosso professor de filosofia. GR aos filósofos da Grécia antiga fazendo essa linkagem que é uma linkagem, né? GR muito natural em termos de Ideas. As Ideas realmente vão se complementando, vão se ampliando, seriam círculos concêntricos, né? Imaginando que os filósofos

lançaram uma base importante. Jesus ampliou essa base para tratar como você pontual e magistralmente colocou da teoria social espírita, porque ou da teoria social espiritual? Porque Jesus revolucionou a sociedade do seu tempo e ainda revolucionar a nossa. Se assim podemos dizer. E a proposta espírita ou espiritualista, ou espiritual, como quisermos chamar como sendo 11 círculo maior contendo os outros 2 no seu bojo. E aí, Nelson?

A pergunta é. Qual seria, hipoteticamente falando, não é uma questão de projeção, uma questão de hipótese, uma questão de é. Imaginação de nossa parte. O impacto para o meio espírita se nós não tivéssemos ou se não tivesse sido escrita a obra, o evangelho segundo o espiritismo. Bem, e o Rogério fez uma exposição brilhante sobre o evangelho segundo espiritismo, incontestavelmente. É, e você complementou muito bem ao aos aspectos. Da proposta do é do evangelho segundo o espiritismo.

A têm-se por. Por PM, por. O opção por? Pensarmos que, como você citou. Kardec tentou com um evangelho segundo espiritismo, ampliar a. O público? Para o espiritismo, ampliar o público, angariar mais adeptos, tornar mais popular. Pois que diz um perante. Uma sociedade. Católica cristã. E protestante? Da época? Fundamentalmente religiosa. E veja por passagem extremamente influente, inclusive. Nos meios sociais e governamentais. Então era uma visão que ele dizia à stica.

Que Kardec quem ele tomar muito cuidado. Devido até mesmo as restrições legais impostos pelo governo francês. E pela igreja francesa. Principalmente a católica. Que influa influência, vai? Sabidamente. Os os rumos e os. Cursos de educação na França. Como obra? Concordo com o germe. A terceira parte do livro dos espíritos é incontestavelmente mais filosófica. Mas centrando nos no evangelho segundo o espiritismo. E retomando a parte, que que, que, que, que Kardec ao meu ver.

Queria ampliar a divulgação. Perante os meios? Mas igrejeiros. Mas dogmáticos. Ele se valeu dos ensinos. De Jesus de Nazaré. Dos disponíveis à época. Para. Lançar. Às ótica espírita? A filosofia e o pensamento espírita. Sobre? As obras Morais de Jesus. Com isso? Eu tenho a falar que. Depende de quem leu o evangelho. Na minha opinião. Ele não é tão relevante. Sinceramente. Anão ser que você tinha que ler um numa análise. Criteriosa, numa análise crítica.

Sobre o que Kardec expôs em caba da uma das passagens. E que a espiritualidade auxiliou. Porque se você for tomar. Somente os ensinos Morais. Constantes no evangelhos canônicos? Ele disse se transformar em um objeto inócuo para os espíritos. Na de ensino nada acrescenta ainda na soma. Essa é minha opinião. Muito bem, polêmica, polêmica e aqui não é secar. Você sabe que sempre tem

polêmica. Mas a polêmica de bom senso, a polêmica que suscita o debate, a crítica, a autocrítica, a necessidade de nós revermos posições, porque todos nós somos seres progressivos e, portanto, como diz um filósofo, é aquele que não revê as próprias opiniões, não avança. Não é, isso gera. Então, por exemplo, uma questão muito interessante para ser posta, porque ela está associada agora a uma das. É Ideas. Resultantes do título da nossa live de hoje, Kardec, por onde

andas? E ela vai englobar GR necessariamente, eu vou te colocar numa saia justíssima porque o pessoal que que é convidado para as nossas livres é costuma reclamar disso. Há de vez em quando, o Marcelo faz umas perguntas que olha, é difícil de responder a uma Saia Justa mesmo para mostrar assim que nós não estamos é desvencilhando nos das questões que são as mais pontuais, as mais provocantes e até mesmo as questões mais difíceis.

Dentro do contexto espírita, vamos a ela, sem mais delongas. Parte do movimento espírita GR se valendo inclusive, de uma afirmação. É contida na obra de Kardec. Onde ele questiona os espíritos que, com ele conviviam mais proximamente, né, erasto São Luís o espírito verdade. Sobre a continuidade? De da obra depois que ele desencarna 6. Disseram. Que provavelmente não afirmaram cabalmente isso precisa ficar é bem claro, né? Provavelmente.

No início do século seguinte, que aí seria o século 20, ele estava no século 19. Ele retornaria a Terra na forma encarnada como homem ou como mulher. Para continuar o seu trabalho é de espiritualização da humanidade, lembra desses trechos? É. Sim, sim, lembro desse trecho. Lembra também, não é, Nelson? Isso me parece estar em obras póstumas, não é? Isso seria uma das previsões,

não é? E aí eu faço um pequeno recorte dentro da própria estrutura do trabalho e secar, de que nós e secar, não afirmamos peremptoriamente que o livro obras póstumas. Seria totalmente Allan Kardec. Afinal de contas, já havia um decorrido 31 anos do seu desencarne, quando a obra foi lançada e ela representa naquele momento, segundo os editores, a reunião de manuscritos encontrados na mesa de Kardec, na escrivaninha de Kardec. Que foram reunidos num livro póstumo?

E assinado então por ele, embora não tenha sido. Publicado em vida, naturalmente. Então essa essas informações precisam ser colocadas sempre sob reserva. Porque elas podem não representar efetivamente o pensamento de Kardec dos espíritos com os quais Kardec dialogou. Esse é o primeiro ponto. Segundo ponto, é. Parte do movimento espírita aceita uma tese esdrúxula. Uma tese é de difícil racionalidade. De que Allan Kardec teria retornado e cumprido a previsão contida em obras póstumas.

Na figura? De um personagem do movimento espírita brasileiro do século passado. Todos nós sabemos quem é, não é movimento espírita acredita que Chico Xavier Francisco Cândido Xavier é a reencarnação de Allan Kardec? Não obstante as inúmeras diferenças personalística entre os 2 indivíduos entre as 2 figuras culturais entre as 2 figuras humanas. Pergunta você, GR. Haveria motivos para Kardec retornar a Terra? Em paralelo?

Onde estaria Kardec hoje, hipoteticamente no sentido de uma contribuição efetiva deste homem, desse espírito? Para a ideia e para os feitos do chamado Progresso universal. Poxa, que questão é assim? Eu tenho que consultar meus guias aqui, mas. É haja intuição agora para para conseguir dar conta de uma questão, é de uma metafísica

assombrosa. Mas. Mas, enfim, é, vamos lá, bom, primeira primeira coisa, eu, eu, assim como você, como você mencionou, é, acho uma tese absolutamente true chula mesmo, né? Acho que a palavra é essa mesmo. Essa história de que se levantou no movimento espírita brasileiro e que Kardec é, inclusive, foi defendida, né? Pô, por mera uma médica muito famosa, enfim, que enfim, não vou citar o nome, mas é que, já

que já desencarnou também, né? Uma coisa assim, alguém que deveria ter um pouquinho de mais de percepção, né? De análise, enfim, é e se defendeu isso. Kardec era Chico. Enfim, né? Eu eu parto do princípio, é. Que a leitura que se faz é uma leitura emocional, não é completamente emocional. São. Tem uma leitura racional aí nesse processo, porque qualquer leitura racional ela vai, vai mostrar que isso aí é algo inviável, né? Não fecha a conta não fecha no final do mês, né?

A contabilidade não dá conta disso. É do ponto de vista psicológico, de de, de formação cultural de. De enfim, né? De tudo, tudo. Não há nada que ligasse, nada. Eu não vejo nada, absolutamente nada, nem texto, nem critério nem AAA, xícara um homem obediente. Não é de uma obediência nata, sujeito que tinha 11 visão de obediência completa, né? O espírito fala tal coisa, ele faz o tal coisa, você é. Ele era era um homem de uma pureza, não é?

Eu não estou dizendo que não estou colocando esse qualificativo como algo negativo, né? Estou dizendo que ele tinha uma pureza assim, 11111, algo que é é uma ingenuidade até sobre alguns aspectos, né? O próprio Herculano vai dizer isso na hora do testemunho. Lá quando tentam, né, tem aquele problema lá da da, da fidelidade fesp, né? Lá em São Paulo, com o sli, com os livros do. De Kardec, né? Entra na naquela mudança lá dos livros, que que Herculano se

levar. Enfim, é. Enfim, acho que não tem nada a ver com com Chico, só isso é uma. É uma coisa completamente louca, assim da cabeça de alguém que que que seu. E aí eu acho que quem constrói isso não é tão ingênuo assim, tá? Também acho que também não é tão ingênuo assim, porque a construção desse imaginário é, ele tenta respaldar uma lógica de autoridade também de poder, né? De autoridade, em cima das obras do Chico, né, seja, essas obras são complementares, porque é o

próprio Kardec que está ali. Reescrevi escrevendo e tal, então eu acho que tem uma lógica de poder. Não é que que tenta dar poder de autoridade de verdade. AA essas obras no sentido de colocá-las é como obras efetivamente complementares, dentro do contexto doutrinário. Espiritismo tá, e aí vamos, vamos entender aí que vai entrar. Obviamente Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho, essas coisas todas que a gente essas absurdidades na verdade, né?

É tudo isso, entra dentro do mesmo pacote, né? É, então, esse é um ponto, o segundo ponto, e aí eu acho que é o mais complexo também, Marcelo. Que aí eu acho que nem o meu, nem os meus guias, eu gostaria muito de ter essa informação, mas eu infelizmente a minha, a minha mundana idade, não, não, não deixa eu ter esse nível de percepção, de saber aonde Kardec está e como uma ilação. Assim, hipótese muito. Muito de divagação mesmo, não é? Imagino que Kardec. Esteja é dentro de uma de uma

experiência, né? Que talvez em alguns momentos, e aí é essa modalidade é por minha conta mesmo, não é claro que, por certamente ele não vai ter isso, né? Mas talvez que ele olhe para a gente assim e diga sim, puxa esse movimento espírita, sobretudo naquele lugarzinho lá, naquele, naquela entre aspas, né? Aquela pátria do evangelho lá. Que que ele deve se retorcer

porque ele era francês, não é? Nós sabemos, enfim, é aquele pessoal lá, o que que está fazendo com isso que eu escrevi, poxa, primeiro eles, eles simplesmente abandonaram, né? Eles simplesmente abandonaram as obras, não EE olha só, eu tinha até separado aqui rapidamente só para mostrar. Tem um texto de Kardec. Que ele na revista espírita. Que ele que ele fala a importância de estudar as obras dele não é, hã? Que é um texto que é um texto da revista espírita de fevereiro de 1861.

Que ele diz que diz, é um texto grande, mas ele diz assim, esperamos que não vou ler todo que nos desculpem por citar aqui as nossas próprias obras e é e é muito natural, já que para isso foram escritas. Ou seja, elas foram escritas para serem estudadas. Kardec mencionar isso tem um texto longo aqui dele falando sobre isso. E talvez ele esteja num lugar, né? Que talvez essas preocupações terráqueas nossas aqui já não, não implicam mais, né? Para ele, ele já tem uma visão

mais mais ampla e tal. É, mas do todo, né? E não da parte. Mas se. Se ele, se ele, se. Se ele fosse assim, uns mais humano, mais humano, no sentido de mais vinculado à Terra, ele provavelmente estaria se preocupe, não preocupado, mas perguntando, talvez até um pouco chateado mesmo. Puxado filho. Desde que a minha vida é isso, né? Não que ele quisesse receber honras, não é isso. Mas eu me refiro ao à importância da obra propriamente dita. Não é da informação que está ali.

É que termina sendo. Que terminou sendo. É. É. Assim não, não perdida, né? Mas assim se distanciou da preocupação dos dos espíritas, né? No estudo Sério, né? E mais ainda. É, me parece que se distanciou assim deixou a ode, deixamos a obra de Kardec, deixamos do estou generalizando, claro. Deixamos a obra de Kardec presas ao século 19, o que pra mim é um erro grave. AA Kardec tem que ser trazido para dialogar para o século 21. Se não, a obra dele perde o

sentido. Hã? Então, talvez Kardec esteja um pouco decepcionado. É, eu estava até procurando aqui nos meus, nas minhas anotações, na minha colinha. Como eu costumo dizer, tem uma pergunta exatamente sobre isso que você acabou de responder, né? É quando se faz referência Alan Kardec a maioria dos espíritas pensam naquele Kardec, o do século 19, daquele contexto, sem luz elétrica, sem é máquina de escrever, sem televisor, sem rádio, andando de carruagem ou de cavalo, né? É a luz de velas.

É tendo que fazer tudo. Manuscrito a imprensa recém é inventa daí produzindo os primeiros livros tipográficos. Como deveríamos, do contrário, entender Kardec aplicado como você bem pontuou, a ambiência ao cenário, ao contexto do século 21, para ver o que daquilo que ele escreveu a 160 e poucos anos atrás, remanesce prossegue como orientação segura, prossegue como fundamentação. Principiológicas prossegue como estrutura de entendimento das leis espirituais e aquilo que

era circunstancial. Ao cenário? A sociologia, a filosofia, a ciência, a pedagogia ao direito do século 19. Ficou lá atrás, não pode ser transmutado para cá. O exemplo mais clássico me parece ser aquela questão que é que consta no livro dos espíritos, onde Kardec pergunta sobre a validade do duelo. Né? E o duelo naquele formato? Deixou de existir há pelo −120 anos.

Já ficou totalmente descontextualizado e nós continuamos estudando a letra daquela questão, não entendendo que o duelo hoje é um duelo ideológico, é um duelo sensorial. É um duelo religioso, é um. É um duelo entre a dogmática e a racionalidade. Presente inclusive na nossa ambiência. Então, complementando essa pergunta, eu faço para o Nelson a seguinte. Já que.

OGR. Descontextualizou a fábula não é, esclareceu a fábula de não poder vincular 2 personalidades tão diferentes mais importantes para o chamado fenômeno espírita, que são Allan Kardec, Chico Xavier não ficaria mais próximo, Nelson. Admitir associar. Kardec há um outro personagem do espiritismo brasileiro com uma desenvoltura, com uma produção literária, com uma intelectualidade com uma ética de Independência. Como foi José Herculano pires, essa é a minha pergunta.

Não ficaria mais lógica. Não estou afirmando que Kardec poderia ter voltado como Herculano, mas se fôssemos cogitar. Não ficaria mais próximo em termos personalística os ideológicos, filosóficos, científicos, culturais. Associar Kardec Herculano. Antes de responder pra ativa Marcelo. É lógico, é sabida a nossa posição sobre obras póstumas, mas nunca acabe. Nunca é demais reforçar. Não foi Kardec. É um compêndio de anotações? É essa parte? Aonde se prevê?

A breve encarnação de Kardec. Não me não me satisfaz como tivesse sido a intenção de Kardec, infelizmente. Não sei se ele. Colocaria isso em uma obra? Provavelmente não. Mas já existia na época de Kardec, uma mistificação sobre isso. Quer uma prova maior? Do que o livro de leão Diniz? O gênio céltico e o mundo invisível. É duro de ler meu amigo e do gênio Leon Diniz. É duro de ler esse livro? Para quem quiser, TC. Parâmetros. Agora, candidatos, ainda a. Aonde andar? Kardec há vários.

Não tem só o Chico não. Vamos relembrar aqui? Tem ao vírus azul? Osvaldo Polidoro. Não sei se é. Vocês devem conhecer que são. Resumi antiga, eu lembro. Os elisão azul todo mundo sabe a obra dele. Quando o Dória caminha, mais desconhecido. É 11 segmentação do espírito chamado divinismo. Tá? Então tem mais 2 candidatos aí. Tem um terceiro que eu não lembro o nome agora que aí do nordeste.

Porque até o Paulo neto falou com ele, André falou dele um tempo atrás, acho que é. Jean, volta alguma coisa que diz que é o Kardec também, não é? Mas AA tua história é o seguinte. Quando o espírito? Marcelo, EGR. Sabemos que ele não retrógrada. Me desculpe. Chico era um médio maravilhoso, sim. Chico era um homem letrado, não? Tanto que ele não fazia as revisões da obra dele. Seria impossível, no meu ponto de vista. Que carné que fosse, Chico. Até mesmo que Kardec era um

cético. Ano, principalmente, e Chico era um místico. Nome crucificado que eu falei isso, mas. Fiquei, fico. Era místico. O rum e como os seguidores também deles também, muitos deles também o eram. Tanto é que criaram essa fama de Santo do Chico até. Que persiste no movimento espírita. O médium era maravilhoso, o personagem. Foi criado? Muito bem. Essa. Essa minha provocação sobre. Por que não ser Herculano? É apenas para contextualizar.

A ideia de que existiria um outro personagem com mais estofo intelectual. Imoral. Para assumir, caso fôssemos tratar da hipótese de Allan Kardec reencarnar. No próprio movimento espírita, no próprio conteúdo espírita, na própria proposta espírita para o mundo. Não é? Vamos aqui trazer a informação de que. Herculano mediunicamente. Recebeu a informação de que ele seria a reencarnação de um poeta português, de um escritor português chamado Alexandre Herculano.

Que viveu? Na Europa, um período parecido com. O de Allan Kardec, viveu em Portugal, né? Nasceu e viveu em Portugal. Então, só para cogitar e jogar aquele tempero Zinho de provocação, na ideia de que não precisamos nós? Provar demonstrar a reencarnação a partir de materializações ou a partir de envolvimentos é entre personagens, né? Há um ditado, né? GR muito popularizado. De que disse que o que é verdadeiro não precisa se mostrar? Vamos então partindo para.

Para o encerramento de mais essa produtiva live, já deixo aqui, claro. GR e Nelson que muitas questões não puderam ser feitas, né? Ficaram aí na algibeira, ficaram, é? Na gaveta para uma próxima oportunidade e tratarmos aqui no ressecada mesmo matemática com os mesmos participantes ou com outros, fazendo uma outra dobradinha, justamente para termos um manancial de opiniões, de informações, livre pensadoras a respeito deste e de muitos outros temas que você só vê aqui no SK?

Porque nós estamos justamente procurando contextualizar a proposta espírita para os temas que interessam, que são objetos de perscrutação objetos de questionamento, objetos de investigação dos espíritas do século 21, o abrir para as considerações finais, iniciando pelo Nelson. Fazendo uma pequena provocação para que o Nelson possa então responder brevemente, se possível e se despedir do nosso público que hoje mais uma vez é nos honrou com a sua presença e

com a sua participação. Como é possível a nós, espíritas, dialogarmos de uma forma Franca ou horizontalmente democrática? Fica com a realidade social do nosso tempo, mas não se apartando filosoficamente de Kardec, ou seja, como nós podemos participar das discussões democráticas do nosso tempo? Em vários contextos, em vários quadrantes, em várias áreas, mas sem esquecer. Aquilo que fundamenta o nosso pensar e que vem corroborar a ideia de que nós não somos

espíritas. Apenas no grupo espírita, na página espírita, na instituição espírita, no trabalho espírita, e precisamos levar para as demais ambiência do nosso viver. Essa fundamentação, essa ideologia, essa proposta Clara de entendimento de si mesmo, do outro, do mundo da realidade em que vivemos, ou seja, como fazer isso? Na sua opinião, Nelson. Bem, pessoal é assim. Anão podemos nos esquecer. Que a doutrina espírita isso, essência. Ela é uma doutrina social.

O social está na obra, na nas obras fundamentais. Por estar na obra fundamental, tem tudo a ver com a melhor representatividade que temos. No ideal. Que é a democracia. Então Kardec tem tudo a ver com a democracia. Por mais que alguns entendem que não. Era isso. A resposta, então? Nelson, sim, e agora? Me despeço dos amigos. Agradeço. E vamos. Nos encontraram, oportunamente. Claro, muito bem. Agradecemos também sempre a tua contribuição importante para esses nossos colóquios.

Para esses nossos, essas nossas tertúlias, né? GR como a gente diz aqui no sul do país, a nossa tertúlia foi animada hoje, com a presença sempre bem humorada, bem concentrada do nosso Nelson. Pedir pro Nelson aguardar lá na nossa salinha do chá para depois nós fazemos o nosso encerramento dessa atividade. E devolvo para você gere a mesma pergunta, né? Levando em consideração essa ambiência democrática, essa circunstância de estarmos envolvidos com a realidade social que nos cerca.

Como produzir e manter? Essa posição de diálogo Franco e horizontal com as questões do nosso tempo, sem se apartar filosoficamente de Kardec. Pois é, é o espiritismo, uma doutrina humanista. I. É ter, tem uma essência, sua essência é uma essência humanista. O Nelson mencionou muito bem, não é? O espiritismo doutrina que. E Kardec não é, seria, sem dúvida nenhuma, não é? Estaria diretamente. É vinculado a uma perspectiva

democrática, né? A filosofia espírita ela caminha nesse sentido, não é dentro de uma linha. É dentro da sua teoria, não é social. Se a gente pegar toda a terceira parte do livro dos espíritos EE mesmo fragmentos de outros textos de Kardec, nós vamos encontrar enfaticamente essa ideia, embora algumas questões, né, sejam levantadas hoje. Atualmente o movimento espírita né? E Kardec era racista, é isso, é

aquele outro, enfim. O compacto muito com essa visão, porque a penso que é preciso a gente entender um contexto mais amplo. E perceber AA visão é de profundidade da doutrina, não é? Então, é o espiritismo. É uma doutrina humanista de pegar o conjunto, né, não? Fragmento de um outro texto, mas o conjunto da teoria vai nos levar para isso, né? Vai nos estimular isso. Então 11 doutrina humanista, que é uma doutrina que respeita a Liberdade de pensamento, não impõe verdades.

Ela apresenta reflexões Ideas. É traz um escopo de humanismo, né? De valorização do ser humano. Embora muitos estejam valorizando apenas o espírito e a vida depois da morte, é então o espírito. Isso, esqueçam da teoria social espírita, que é olhar para o outro também. Perceber. O outro é é perceber que nós estamos dentro de um processo dinâmico. É de de Progresso e o Progresso não é apenas algo individual, ele é social também.

Então eu eu interfiro no grupo. O grupo interfere sobre mim. Quer dizer, é isso, é uma relação social, somos seres sociais, políticos. Enfim, né? Então eu penso que há 11 necessidade de de se trazer essas reflexões. É para discutir, não é, hã? Aspectos sociais, né, que estão aí presentes na nossa sociedade, desconfortos até a desconfortos sociais. É para a gente poder de desmistificar coisas, né? Um tipo pobreza é resultado da da reencarnação, tá?

Ou seja, é é esses argumentos falaciosos, simplório. Dos ciclistas que se usam, né? Que terminam justificando as injustiças sociais. Eu acho que o ser espírita não é alguém que pega uma ideia fragmentada e tenta de uma forma simplista, justificar a desigualdade, justificar a injustiça, justifica a pobreza justificar o autoritarismo. Hã, é justificar a morte não é morte, é da da das, das crianças

aí constantemente, né? Sobretudo crianças negras nas nas nas nas periferias das cidades, simplesmente como um argumento reencarnatório. E acho que é o que falta. Aí é a gente pensar nessa teoria social espírita, né? É, e trazer isso para a gente enquanto indivíduo também, para a gente poder olhar essas questões, né? É não no sentido, assim da gente é pensar muito. É naquela visão, não é de que. Pô, então eu não posso fazer nada, et cetera, ou então eu só posso fazer por mim.

É, não é isso, não é espiritismo, ele é uma doutrina muito abrangente e ele é uma doutrina de Esperança também, tá? É uma doutrina de Esperança, é. Não é uma doutrina ingenua, não é. Não é uma teoria social ingenua. Mas é uma doutrina social de Esperança também, que é que é importante que a gente tenha, não é esperançar, Esperança num sentido de cruzar os braços e esperar, não é? Não é isso, mas no sentido de esperançar, no sentido de Paulo Freire, né?

No sentido de de enfrentar de. Tem uma atitude dinâmica pró ativa na sociedade que a gente tá vivendo há, eu acho que é mais ou menos por aí. Eu quero agradecer muito Marcelo. Convite generoso que mais uma vez não me fez, né? Agradecer muito a parceria de ti do Nelson, né? Eu sempre aprendo muito, é quando estou no contato com vocês EE participando esse KE, lendo os artigos e assistindo quando posso as livres ou quando não assistindo o aquelas que estão gravadas, então.

Quero agradecer muito a oportunidade de poder estar aqui com vocês, agradecer as pessoas que nos assistiram, tá? Por estarem aí conosco também. E até uma próxima oportunidade. Muito obrigado a todos. Com certeza. GR nós é que agradecemos, é sempre a tua disposição de colaborar conosco, seja na forma da participação ao vivo como nas nossas. Li vezes nos fóruns do livre pensar espírita, que nós já promovemos, como também na forma de artigos que nós publicamos na nossa página www ponto com

kardec.net. EE edições também da nossa revista espírita eletrônica Harmonia. Agradecemos a tua simpatia, o conhecimento, a vivência. I. Temos certeza que outras oportunidades teremos para estarmos juntos mais uma vez, numa programação de live aqui no ICK, é só você pra aguardar um pouquinho lá na sala do chá que nós já vamos encerrar e concluir essa atividade. Muito obrigado.

É isso, gente, mais uma vez foi possível trazer de uma forma equilibrada e Serena. Questões como atuais que motivam o nosso pensar e o nosso agir. Provocações como estamos dizendo sempre dentro da órbita do ECK, porque nos fazem sair das zonas de conforto. Nos fazem estruturar o nosso pensamento dentro da do padrão. Trazido por Allan Kardec, de lógica racional de fé raciocinada.

De discussão, sempre ponderada de todas as questões que estão afetas não só ao espiritismo quanto a ambiência planetária. Espiritismo sem ação social não existe, não tem eficácia, não tem. Alcance, não tem interesse. Se na transformação individual e social que é o grande objetivo do espiritismo neste quadrante da humanidade. Ficamos muito felizes com a sua presença.

Batemos aí a marca de 2 horas nessa nossa live e esperamos você em breve em outras levels nesse Ka programação do próximo mês de junho está sendo confeccionada e nós estaremos divulgando oportunamente nos nossos canais, nas nossas plataformas, para que você possa estar conosco numa próxima oportunidade. Obrigado, obrigado pelos comentários, pelos questionamentos, pelo debate que

sempre ocorre em paralelo. Nas redes sociais, no YouTube, no Facebook, promovendo e divulgando essa nossa atividade e que você esteja conosco sempre. Acompanhe o nosso trabalho no nosso portal e no grupo espiritismo. Com Kardec no Facebook, um grande abraço, um excelente domingo. Tchau.

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