Salve, salve, cca, nasce e CK anos, tudo bem, estamos nós aqui em clima de Carnaval, no sábado de Carnaval para o encerramento do quarto fórum do livre pensar espírita, o Lipe. Pois é, estamos nós aqui fantasia 12 com a companhia do senhor Pokémon, com a companhia do senhor, Homem-Aranha e com a companhia de monsieur rivail para a nossa. Décima live no quarto lip. Legal, né?
Muito bom estar com a sua presença aí do outro lado da telinha acompanhando a nossa programação, fazendo comentários, questionamentos e deixando a sua sugestão lá no nosso canal do YouTube para que nós possamos sempre aperfeiçoar esse nosso trabalho, lembrando que as nossas livres são transmitidas simultaneamente pelo Facebook no grupo espiritismo, com Kardec, pelo canal do YouTube. Do espiritismo com Kardec, e secar, e também pelo canal
espiritismo caste. É OECK, ampliando as redes, ampliando a sua abrangência para alcançar ainda mais corações e consciências. Em busca dessa interpretação laica, livre, pensadora, progressista, humanista e genuinamente kardecista. Nós tivemos. É uma pequena substituição nesta nossa décima live. O nosso companheiro, rozildo Brito, que estava escalado para participar. Da nossa live teve um
probleminha de saúde nada grave. E estará conosco oportunamente e hoje com muito carinho, com muita atenção. Atendendo ao nosso convite, simpaticamente. O nosso ura Ary Barroso estará conosco para substituir a altura o nosso rozildo para tratar da temática de hoje. Quero lembrar você também, que não saia antes desta live terminar. Porque nós hoje preparamos uma surpresa com muito carinho. Outra surpresa de cunho artístico, porque OECK valoriza a arte arte espírita.
Vocês sabem disso porque acompanham e secar todos os dias nós publicarmos músicas poesias justamente para esse lado cultural e artístico. Estar sempre em voga, sempre em evidência. Nesse caso, portanto. Não perca por esperar o final desta live, teremos uma participação especialista na nossa equipe. Para abrilhantar ainda mais este quarto fórum do livre pensar espírita, o Lipe hoje, então, estaremos trabalhando com o tema justiça social, segundo o espírito.
Esta parece ser. A matéria, a temática mais em evidência neste início do ser mineiro. Diante de todas as contingências humanos, sociais, político, econômicas. É necessário que o espírito tá se posicionando claramente acerca dos temas mais Agudos de sua existência, contribuindo assim efetivamente para que a lei do Progresso possa alcançar individual e coletivamente todos os que se encontram encarnados neste orbe. Vamos receber então com muito carinho. O rua E Barroso. Bem-vindo, uri.
Olá, Marcelo, que honra poder estar aqui participando desse evento juntamente com você. Não estou aqui para é ensinar alguma coisa. Estou aqui para aprender com vocês e muito menos para substituir. Para substituir o rozildo não é apenas aqui, para compartilhar um pouquinho da da nossa, da nossa vida, da nossa experiência, da nossa caminhada. E como você falou de forma brilhante, não é. É um tema, é? Vital de necessidade urgente para esse momento que nós
estamos vivendo. A questão da justiça social. Então vamos conversar um pouco sobre isso, com certeza. Muito bom, é isso aí mesmo. Aqui não é secar ninguém é insubstituível e ninguém substitui ninguém. Nós todos fazemos aquela. Aquela força coletiva, né? Ficamos muito contentes que você pode estar hoje secundando a ausência do Rosilda, que nós desde já já enviamos a nossa energia, nossas vibrações para que ele possa se recuperar o quanto antes e voltar à sua atividade profissional e
espírito puro. Aí Barroso é médico, psiquiatra e psicoterapeuta, nasceu em família espírita, possui ideologia política, progressista, esquerdista. E ecossocialista é fundador e vice-presidente do grupo espírita orvalho de luz, o geol, onde se estuda Kardec, com visão progressista voltada para a Felicidade. Ele está sediado na cidade de São José do Rio Preto, simpática cidade do interior Paulista. Muito bem, vamos chamar então os nossos debatedores para já colocar o feijão para ferver
tipo de Ferreira seja bem-vindo. Olá, boa noite a todos é mais uma vez uma grande satisfação fazer parte da de uma live ativamente no CK. Espero não, eu tenho a certeza que a conversa vai ser muito boa. Muito bom, Alexandre, estou vendo aí que tu estás bem ambientado com 2 violas, o que significa que vamos ter muito som de qualidade nessa nossa live. O Alexandre Ferreira é engenheiro eletricista, atua atualmente na área de aplicações de internet na nuvem.
É nascido e crescido em família espírita, atuando ativamente na educação espírita. É membro atualmente da diretoria da use união das sociedades espíritas de São Paulo, regional de Campinas e também da use intermunicipal de Indaiatuba, 2 cidades então do interior Paulista, é palestrante, orientador de seções mediúnicas e membro do conselho deliberativo do centro espírita apóstolo do bem.
E é também membro do conselho de gestão do ECK, apresentado, então Alexandre, vamos chamar o nosso terceiro componente. Aqui, estou recebendo uma mensagem do além das técnicas do além, dizendo que o nosso convidado debatedor está com alguns problemas técnicos, mas vamos aí enviar aquela energia positiva para ver se ele entra Alê de Paula. Alô, a lei. Alô, alô, OA lei não entrou ainda. Pois bem, vamos esperar então, que o Alê entre e aí nós apresentamos o Alê.
Enquanto isso a gente vai começar aquele bate-papo, aquele pinga fogo, aquela conversa de botequim animada do ECK. Meus amigos, especialmente em nosso convidado guru Ari. O que é justiça? Pois é, né? A justiça é é o que é a base de tudo, né? Num relacionamento humano não é porque quando nós, como espíritas, nós que temos em Jesus, o nosso modelo e guia, quando ele vem com. O projeto de transformação da humanidade, amar ao próximo como a si mesmo.
Então a gente necessita entender o seguinte, espera aí, então é por aí. A história quer dizer amar ao outro, amar ao próximo e sem excepção, obviamente, né? Da mesma forma como eu me amo, sim, esse é o projeto de transformação pessoal e de transformação da humanidade. Mas aí a gente começa a entender a questão do do amor, não é porque. Jesus fala em amar, amar é verbo, é ação e. E amor já é um substantivo, não é? Então, o amor não é comigo.
O amor é com a inteligência Suprema do universo. Agora o amar é comigo. Então é nesse ponto que eu vou fazer a minha parte ou não? Se nós queremos ganhar a existência, a gente quer contribuir para um mundo melhor e mais feliz. É através do amar. E aí a gente começa a entender o seguinte, que a base do amor é a justiça, não é não existe amor. Se não existe justiça, né? A base do amor é a justiça e quando a gente fala em justiça, né? Tem aí vários conceitos e tudo
mais. É desde de de Sócrates, de Platão, né? Na lá na República, quando ele fala lá, quando ele estabelece lá uma série de de. Conversa, aliás, lembrando que Platão com certeza deve ter contribuído para as respostas que a gente tem no livro dos espíritos sobre justiça, porque ele foi um dos espíritos aí, organizadores das informações, né? E aí quando a gente começa a entender, segundo o espiritismo. O que a justiça é querer para o outro?
O que é de direito dele? Assim como eu quero para mim o que é de direito para mim, e não é o contrário, né? Não é querer para mim o que eu quero para o outro não é querer para o outro. O que é de direito dele? O que. O que eu quero para mim também como direito bom, e aí está feita a confusão, né? Marcela? Aí está feita a confusão, no bom sentido, mas ele nesse ponto que a gente vai se transformar, né?
Não, não, não tem outra forma. Eu vejo, por exemplo, moro aqui em São José do Rio Preto, uma cidade com 500000 habitantes aqui no interior de São Paulo, um PIB alto é uma cidade, uma renda per capita é considerável. Mas nós temos 10000 famílias em Extrema pobreza. Não é para ser mais preciso. 12000 e poucas famílias em Extrema pobreza significa que quase 100000 pessoas das 500000 pessoas estão em estado de insegurança alimentar. Muito bem.
Então, se eu penso assim, puxa, é, eu quero para essas famílias. Que elas não tem o que pensar se elas vão ter comida amanhã ou não, porque Eu Acredito que todos nós aqui estamos num estado de, num estágio de segurança alimentar, ninguém aqui está pensando hoje se vai ter comida para comer ou não amanhã, então. Eu. Se eu não pensar. Dessa forma ampla e se eu não fizer algo por isso? Começando pela minha
mentalidade, né? Começando pelas pelo meu sistema de crenças mentais e não agirem em função disso. Eu não vou estar praticando o amar ao próximo como a si mesmo. E aí eu não vou estar em sintonia com o nosso modelo e guia Jesus. Lógico que eu que eu citei. Que eu citei um exemplo com relação ao alimento, mas é a justiça envolve tudo, né? Envolve tudo. Eu citei porque é o que mais dói em função da desigualdade social, é que a gente vive. Se a gente tivesse na Dinamarca,
né, o país mais feliz do mundo. Eu como psiquiatra, eu pesquiso sobre Felicidade e a gente pesquisou. Não, não sou um pesquisador, né? Estudo, né? Eu sou um curioso sobre o assunto. Na Dinamarca esse assunto sobre alimentação, lá num num no ele já não é necessário, né? Lá isso está resolvido, apesar que a gente poderia, né? Entrar aí, como é que eles resolveram isso? Mas não é o propósito aqui. Mas qualquer atitude. Que envolva um outro?
Se eu quero praticar o amar ao próximo, e se eu quero para o outro que eu quero para mim? Eu devo começar avaliando se eu estou sendo justo, né? Se eu não estou sendo justo, eu não estou amando ao próximo. Eu tenho uma funcionária em casa. Eu estou sendo justo com ela, né? Vamos supor, uma funcionária, para que colabore ali com as tarefas de casa. Oo salário é justo, né? A minha forma de lidar com ela é justa, a minha forma de se relacionar com ela é justa, é a
minha forma de ser. Com ela é justa, porque se não for justa. Não estou amando se não estou amando, é aí, quebrou a sintonia. Aí é hipocrisia, não é só para gente começando. Muito bem, já tem bastante material aí pra gente tocar a bola para os nossos meio campistas aqui do SK. Antes de passar a palavra para os debatedores, apresentar o nosso. A lei de Paula, que é fisioterapeuta, diretor técnico da corpus, academia e fisioterapia, autodenomina se um aprendiz espírita Excel da
página Alê de Paula espiritismo. E é parceiro do s ê cá. Lembremos que em 2021 realizamos a semana Allan Kardec, que foi um sucesso com Lives parecidas com essas que trouxeram de volta, resgataram a importância do legado de Kardec para o movimento espírita. Eu sei porque você acompanhou e se não acompanhou ao vivo, ou se não pôde ver algumas das lições que nós fizemos na semana, Kardec a semana inteirinha estão lá no canal do ICK, todos os vídeos no YouTube para você.
Assistir e assistir, divulgar, enviar para os amigos e aí o WhatsApp via Messenger via redes sociais, ajude nos a multiplicar a difusão da doutrina dos espíritos através do viés que vai secar, nos coloca. Também é diretor do departamento de doutrina na união das sociedades espíritas de São Paulo. Na seccional São José do Rio Preto e naturalmente também, assim como Uraí, está na belíssima. Cidade de São José do Rio Preto, a lei você já está? Sua saudação inicial já sai com
a bola na direção do ataque. Olha o Alexandre está lá na frente esperando paz e me diz aí, o que que você entende? Na dicotomia entre a justiça teórica e a justiça, prática que o RU acabou enfocando na sua primeira intervenção. Marcelo, tudo bem? Você me ouve bem? Eu tive um probleminha na conexão, vou improvisar aqui com o celular mesmo. É quero agradecer primeiro pela oportunidade, né? Sempre estar é sempre de grande Alegria estar com vocês todos os secando, secando e ser parceiro.
Já primeira de muitas aí que tiveram. É uma Felicidade também, né? Ele que gosta da Felicidade, está com o doutor ururaí, que é um parceiro nosso aqui da cidade. Uma pessoa boníssima é, eu acho que ele foi o escolhido. Mais que certo que quem conhece o pessoalmente, quem vê o trabalho que ele executa, ele não é só teórico, ele é prático também. Então eu quero agradecer a oportunidade de falar. É para não ser muito repetitivo, né? Como Uraí já já colocou aí, acho que não vale a pena ficar
repetindo. Mas é esse tema, ele é muito rico. Se você começar a ter uma dimensão do que significa essa justiça social, essa ou até mesmo uma ação social, que é um. É um caminho, não sei, mas eu acho que o nosso prisma, a de estudo do espiritismo, a gente vai notar que Kardec era um cara de vanguarda na sua época, porque ele já tratava desses temas com muita propriedade, tá? Isso você vê em toda a obra, tá? É nas obras fundamentais é e ao mesmo tempo é ele é muito interessante.
Por que que é muito interessante, porque uma multidão é ouro aí falou, do do amar a Deus, né? Amar ao próximo né? Quando você, quando Jesus recomendou, né, vestir os luz? E dar pão a quem tem fome? Não é? Implicitamente, ele está tentando nos ensinar um tipo de ação social. É o que a gente faz todo sábado pela manhã. Ela no erasto, tá? É um tipo de ação social.
Nós vamos até as comunidades carentes da cidade, muito carentes, por sinal e aonde a gente sair em visitação de lar em lar faz visitas, levamos Oo conhecimento, levamos o esclarecimento também não só o pão material, então ele de maneira assim, simplória, ele está nos ensinando. Algo relacionado à ação social, mas a proposta do espiritismo para quem estuda Kardec, ela é muito mais abrangente, muito, muito mais porque no seu alicerce. Ação social não é como estou me referir, ela.
Ela é um meio necessário, sim, correto, tá, a gente tem que dar pão para quem tem fome, porque às vezes você não adianta você querer, esclarecer, consolar, instruir o cara se ele está morrendo de fome, você tem que dar o de imediato, mas isso é uma coisa imediata, tá? Não se melhora o homem. Apenas por dar pão, investis. Não, isso não não acontece. O espiritismo, para quem tem um entendimento mais amplo, ele vai muito além disso. Isso eu vivo na prática também,
tá? Nós temos que estar sim de prontidões, todos nós armados ali, né, armados no bom sentido, tá para poder auxiliar. Tá, quem nos bate à porta? Quem está de fato precisando de uma necessidade é ura. E falou da nossa cidade aqui e eu vivo isso na periferia, tá? Eu sou um eu, eu estou lá, todo sábado eu frequentei, né? A os os bairros mais carentes, né?
Da cidade, então a gente vê isso na prática, é, muitos podem pensar que não tem mais como dura e colocou, tem pessoas que você e elas fazem questão de abrir, a geladeira não tem nem água ou tem uma garrafa pet com água. Entendeu? E aí, como é que é? Você vai levar o evangelho, vai levar meu, ela não está pensando disso aqui. Ela está precisando de comida para dar para os filhos do leite, só que o espiritismo nós
temos que estar prontos, sim. Só que o espiritismo, eles, isso também tem um valor muito legal No No momento, mas nós não podemos relegar a segundo plano as necessidades de ordem espiritual. Precisamos, sim, urgente.
Mento também, instruir, esclarecer, consolar, porque em nós, figuradamente, nós temos a fome do corpo, mas também temos a fome do espírito, o espiritismo, por ser uma ciência que explica uma filosofia que indaga, né, uma moral que transforma ele tem por finalidade o que é a melhora do homem, né? A reforma moral do homem, servindo como base para todos os outros tipos de reforma. Porque quem está moralmente reformado, com certeza a justiça, como ele falou, vem em primeiro lugar.
Vai ter um bom alicerce para poder ter justiça. O amor e a Caridade. Então é uma coisa puxando a outra. Então é essa visão é espírita, tem que abranger o homem na sua totalidade, além das necessidades básicas, fisiológicas, o homem, ele precisa progredir e isso é. Então eu sempre falo na prática. Que para você falar de justiça social, eu vou vou usar até um termo que os filósofos anteriores a Kardec utilizaram para poder denominar matéria. Eles usam 11 definição, né?
Nominativa negativa, dizendo que matéria é tudo que não é espírito com ele minúscula, né? Ou seja, pensamento, então eu vou partir dessa definição nominativa negativa que, para você entender a justiça social, você tem que saber o que é e vivenciar a justiça. Injustiça social, aí sim, você vai ter um amplo conhecimento, 11 espectro de visão mais ampliado para poder lidar com isso e criar mecanismos para amenizar pelo menos um pouco. Essa é minha opinião.
Marcelo demais amigas, parece ser essa, ao a pedagogia utilizada por Kardec. Oh No No No curso das suas 32 obras, eles sempre compara o que é com o que não é. Para poder fazer o Balanço entre o que é esperado da humanidade, o que é esperado individualmente de cada um, no sentido da correção dos erros que, no nosso caso, são erros sociais, erros materiais, mas que tem um fundo espiritual muito forte, então, Alexandre. É, nem parece que muitos
espíritas ultimamente, em termos de justiça, adotam um conceito, um conteúdo, uma expressão, um pouco perigosa. Relacionada, por exemplo, aos nossos irmãos delinquentes, né? Quem são os delinquentes usando a expressão do Alê? Os que não praticam a justiça, os que estão a par da justiça fora da justiça, né? Então os nossos irmãos, em geral nas instituições espíritas, temem aqueles que estão sendo procurados pela justiça. Os criminosos, os malfeitores e
et cetera, né? Lato sensu, considerado. E essa, esse temor, essa desconfiança, acaba afastando. Não sei se essa é a sua opinião. O foco de atuação do espírita enquanto promotor da justiça social, em afastando esse foco? Nós também nos distanciamos tanto da expressão de Jesus de Nazaré, lembrada pelo Uru e reforçada pelo Alê, de que para ele, o senso de justiça seria amar ao próximo e fazer ao outro o que queria que você fizesse. E para Kardec, a noção exata de
justiça. Está na expressão que não é dele, é dele associada com os espíritas de que o forte deve prover as necessidades do fraco. Então eu te pergunto, o que dizer do espírita que deveria estar lá na ponta para atender aqueles que estão sendo? Como é a lei colocou vítimas de injustiça social para trazê-los para o outro ponto, que é o da ponto da justiça social. Se o sentimento é o sentimento de distanciamento de terror, de medo. Quando não de ojeriza em relação a essas pessoas.
Bom, vamos lá, Marcelo, primeira coisa que eu preciso dizer que, como espíritas, nós temos que ter a consciência que nós não temos o direito de julgar ninguém, a própria justiça divina é que vai fazer isso, né? A agora a analisando eu vou fazer o contrário, eu vou, vou analisar o meu comportamento. Como tentar ser espírita é? E. EE seguir exatamente essa linha sua de medo, pavor de quem está
é perante a injustiça social. Bom, vamos lá, qual, qual é OOO guia que nós temos Jesus e qual foi o comportamento que ele teve perante as vezes que ele esteve com bandidos delinquentes ou quem, como quer que a gente queira nominar, foi o mesmo? Comportamento que ele teve diante dos juízes, dos homens da lei dos homens. AA do templo e tudo mais. Ele não mudou de comportamento. É essa que é a grande diferença. Nós ainda, como espíritos imperfeitos, temos máscaras.
Temos comportamentos de acordo com a necessidade e não deve ser assim. A gente tem que se assumir, egoísta, orgulhoso, mas como espíritas, temos que reconhecer que estamos na tentativa de melhoria de comportamento. E qual é essa tentativa? Manter o mesmo comportamento tanto diante dos injustiça. 12 como daqueles que na não são injustiça. 12, teoricamente tá a é, eu acho que OOOO seguir essa linha de de de de Jesus, de ter o mesmo.
Nós estamos sem som, Alexandre. Agora sim, pode seguir, é não sei o que aconteceu. Bom, mas seguir a linha de Jesus, ou seja, eu ainda sou imperfeito.
Eu ainda sou orgulhoso, então eu não vou conseguir ter o comportamento de Jesus perante os injustiçados sociais, tudo bem, mas vou tentar seguir esse comportamento e é isso que a gente não vê. Não, não, não encontra na casa espírita, ou seja, esse se eu estou diante de uma pessoa bem vestida, de banho tomado, eu tenho um comportamento, se eu estou diante de uma pessoa. Que não tem condições de vestir, vestir bem, eu tenho outro comportamento e não deve ser
assim. Eu acho que é essa linha que a gente tem que seguir, então é o que eu posso dizer das pessoas é que têm comportamentos diferentes, como eu tenho, porque eu ainda sou orgulhoso. Ainda sou imperfeito. Por mais que eu tente, às vezes eu não consigo ter o mesmo comportamento. O que eu posso dizer dessas
pessoas? Tem 2 tipos, aquelas que têm consciência de que não conseguem ter o mesmo comportamento e estão em empreitada para melhorar esse comportamento e as outras pessoas que fingem que estão tendo o mesmo comportamento. Isso é muito triste. Que é a grande maioria do ser humano ou do espírito imperfeito encarnado no planeta Terra. Esse é o ponto. Esse é o ponto, e eu gosto muito de uma expressão atribuída à
irmã side for espírito. Que é a mesma irmãs e de fogo que trabalhou com Allan Kardec no processo de codificação do espiritismo. Que meio de unicamente. Conceito a qualifica. Essa. Esse contingente de espiritas, que assume uma roupagem, é como se eu colocasse uma túnica, um jaleco guarda-pó e vou para atividade na casa espírita. Só que não é o jaleco, o paletó, o guarda-pó, né? É físico, material. É o espiritual, é o da aparência ou da conduta. Ela chama isso de santidade de Adorno.
É como se eu estivesse, não eu. Agora eu vou para a atividade espírita e eu agora sou o Marcelo Henrique. Espírita diferente do Marcelo Henrique, que dá aula do Marcelo Henrique, joga futebol do Marcelo Henrique, conta piada et cetera, et cetera. Então isso ele chama, ela chama de santidade de a dor. Nesse aspecto? Nós precisamos fazer um enquadramento para dizer que o espírita não pode se considerar amiúde superior a quem, a
ninguém, a quem quer que seja. Numa outra live nós trabalhamos essas questões, dizer que o espiritismo é o é o consolador, o único consolador prometido nos dá um ar de soberba. Desnecessário dizer que o Brasil é o coração do mundo e a pátria do evangelho significa que nós estamos aqui meritoriamente numa condição superior aos demais da humanidade. Inclusive aqueles que estão lá padecendo, como colocou a Célia aldegalega do pavor da guerra neste momento, né?
A partir dessa última semana, então, o rari. Eu quero fazer uma pergunta sobre meritocracia, já que nós falamos há pouco da ideia, né? Do espírito achar que tem mérito. Não estou nascido no Brasil, eu estou no centro espírita. Eu sou um divulgador da doutrina, desistido, portanto, eu estou naquele patamar. Superior a muitos da humanidade. Então, a pergunta que vem das nossas é, é assessorias, é a seguinte, justiça social esse
conceito. É ser todo mundo igual ou está relacionada com uma meritocracia espiritual. Não estamos ouvindo do Ari microfone, perdão, perdão. Então, veja só, é meritocracia. Esse conceito não é? É um, é um. É um conceito que, para um mundo material desigual. Ele. Ele é disfuncional, né? Ele é disfuncional. Porque então vamos lá, eu, homem. Se eu. Se eu tiver ao meu lado uma mulher, eu já estou na frente dela só por ser homem. Segundo branco, se eu estou ao lado de uma mulher.
Negra, eu já estou mais um passo à frente Por Ela ser negra. É ele, eu sou um heterossexual. Se ela for 1111, homo, uma homossexual ou trans, eu já estou mais ainda lá na frente. Por Ela ter essa orientação sexual. Se eu for se gênero, né? Se eu me identifico com a minha mentalidade sexual, de colação ao gênero, eu me identifico com meu corpo e ela for transgénero. Aí eu já estou muito lá na frente. Aí nós vamos começar uma corrida, né? Uma corrida de 100 km.
Quer dizer, nós não vamos correr 100 km, uma corrida de de 5 km, eu já vou começar no quilômetro 2, no quilômetro 3. E eu vou ganhar, supondo que eu ganhe, pode ser que eu perca, mas supondo que eu ganhe. E vou dizer que foi mérito meu. Cara, isso é no mínimo falta de. De entendimento não é do que seja justiça, então não existe meritocracia onde no ponto de partida existe uma desigualdade. Que a gente fala na igualdade. Hoje, o termo mais específico seria equidade.
Pode, não é? Mas não vamos entrar nessa questão. Vamos manter a questão da meritocracia. Então eu sou médico é e eu sou repleto de privilégios. Por mais que eu tenha nascido numa família, é. Com uma certa dificuldade financeira, mas não pobres. Classe média não é classe média, é? Eu tive que trabalhar para fazer a faculdade. Eu sou formado a 39 anos e trabalha 42 anos. Quer dizer, no primeiro ano de faculdade eu tive que trabalhar, né?
Para ajudar a faculdade. Na época era particular e eu me formei aqui na famerp, que depois Ela Foi estadualizada. Mas eu já comecei lá na frente, entendi. Eu posso ter feito meu esforço, tal legal, aliás, diria até que não fiz nada mais do que a minha obrigação, porque eu tive. Recebi tudo de bandeja. Então, resumindo, não existe meritocracia onde o ponto de partida é desigual. É simples assim. É simples assim e a justiça social, o que que a gente quer, né?
A gente quer com a justiça social. A gente quer diminuir essa desigualdade no ponto de partida. Para que o governo possa, de uma certa forma. Atender de forma imediata que eles, que que que estão desiguais nesse ponto de partida e para que as pessoas e nós como espíritas, né? E aí vem essa questão da mentalidade Oo. Acho que foi o Alê que falou agora há pouco dessa questão de ir em direção ao outro. Eu tenho dificuldade para entender o espírita que não vai em direção ao outro, sabe?
O Marcelo, porque a gente repleto de de de, de privilégios. A gente vê pessoas lá no centro espírita, dentro de uma bolha, né? Dentro de uma bolha e achando que aquilo que ele está fazendo ali já está certinho. Já está a minha esposa, né Márcia? Ela é psique, ela é psicóloga e psicoterapeuta. Eu brinquei ela, minha terapeuta, ela tem uma expressão que eu acho magnífica, ela diz assim, não entendeu nada, sabe? Acho que isso aí resume. Não entendeu nada. Tem de com.
Com espírita lá no homem de bem, né? Ir em defesa do fraco, né? Ir em direção ao que passa a necessidade quando? Quando a gente estuda um pouquinho sobre Felicidade e isso foi, é algo que eu, eu e minha esposa a gente faz já alguns anos a gente vai lá na lá. Quando Kardec fala sobre Felicidade e a partir da 920, 900 e alguma coisa, se não me engano, é 922 do livro dos espíritos espíritos. Fala assim, espera aí. Cadê? Aqui? Pergunta. É possível a Felicidade completa.
Espera aí. E os espíritos citam 3 coisas, tem gente está passando fome, tem gente que não tem onde morar e tá passando frio, né? Lógico, a resposta não é lá na Europa, né? É, imagina o frio, né, que o espírito tava se referindo ao frio por ser ali um ambiente deles. É, tem alguma coisa que a gente faz em função do nosso trabalho, que agora não por causa da pandemia, mas antes eu eu tive algumas pessoas que eu abordei em situação de rua. Na verdade não são pessoas, né?
Marcelo, são espíritos. Não é princípios inteligentes do universo que, por essa desigualdade horrorosa, que o nosso egoísmo alimenta, né? Quando Kardec pergunta lá. Sobre as desigualdades sociais, os espíritos são claros, olha a desigualdade social, não é lei da natureza, né? A desigualdade social existe pelo seu egoísmo ou pelo seu orgulho? Kardec pergunta sobre a desigualdade das riquezas. Aí sim, inclusive os espíritos chegam a dizer que é existiria o mérito da do mérito do da
capacidade, né? Se você der 10000 BRL para. Para 100 pessoas e depois, com o tempo, vai ter mais outro, vai ter menos. De acordo com a capacidade em lidar com aquilo. Mas desigualdade social é fruta do nosso egoísmo. O nosso orgulho não. Não faz parte da programação da lei da natureza ou a pessoa nasceu num estado de pobreza. Entendi aí e eu e eu. Eu refuto isso porque aí aí então a é é legar. Que os espíritos estão nos provocando. Quer dizer, é o nosso orgulho, nosso egoísmo.
Eu tenho algumas pessoas que eu abordei em situação de rua. EE é uma abordagem que a gente tem que fazer com toda a. Com todo o tato, profissionalismo e compaixão, né? Eu fiz isso antes da pandemia, alguns filhos. Eu tenho 3 filhos chegaram até a participar. E eu tenho hoje, são meus amigos, entende? São pessoas que eu fui abordando com muito tato, sentava ali ao lado deles. Na sarjeta, conversava, não falava que eu era médico, nada
disso. E começava ali a puxar um assunto, começava a dar um valor a ele, mostrar o potencial dele, né? Como espírito lógico, mas cara, aí não tem onde morar, ele tá na dependência química, isso aí já. Geraria uma série de discussões, mas, enfim, a maioria eu convenci para, para para ler, para fazerem tratamentos em comunidades terapêuticas, né? Que eu sou voluntário em comunidades EE eu fiz o tratamento. Hoje eu tenho, por exemplo, tem um que se casou e eu sou
padrinho dele. Ele é minha esposa, quer dizer, uma pessoa que estava um dia numa sarjeta de rua tem jogado, é sem perspectiva nenhuma. Tá é, eu fui ele, eu fui eu, fui padrinho, cara de casamento dele. Achei isso assim, maravilhoso. Mas, enfim, o que que é importante? Então, voltando a essa questão da meritocracia? Ela existe no mundo espiritual, lógico, no mundo espiritual, sim, em função do que você faz. Aliás, adoro. Encontre ela, chega a dizer do
anarquismo, né? OA anarquia existe no mundo espiritual porque não tem hierarquia, né? Lá não existe hierarquia, agora meritocracia. Aqui, então é lamentável. A gente vê espíritas fechados no seu egoísmo, no seu orgulho. É, não olham para o lado o. AA pessoa que me antecedeu antes, esqueci o nome dele. Agora é. Ele citou a respeito e você citou também, né? Do do dos dos delinquent e Marcelo, isso aí é um assunto também é. É complexo, mas é muito simples. Quando a gente avalia.
Quando a gente aborda na visão espírita. Eu sou convidado de vez em quando para fazer palestras em presídios, né? Lá dentro do raio, lá dentro, lá dentro do raio, lá dentro, raio os raios, né? Da das celas. Então é lá lá no meio. E quando eu chego para para fazer palestra lá dentro, eu vou voluntariamente a convite deles. Ele falou uma coisa interessante é o, é o Cláudio, não é? Não, acho que é o Cláudio. E? Da igualdade?
De cara, isso é fundamental. Isso é fundamental porque, se não há igualdade, não há amor, né? A porque se eu for, se eu for assim, como é que eu vou amar então, na igualdade? Então eu vou fazendo ali uma abordagem junto a eles, na igualdade, num estado de muita empatia e compaixão. Veja, eu estou lidando com homicidas. Eu estou lidando com os chefes do tráfico, eu estou lidando com estelionatários.
Eu estou lidando com pedófilos. Eu estou lidando com feminices e das entendi, mas nessa igualdade a gente vai se igualando. Né? E como somos seres espirituais, aí eu começo a falar da questão do amor e tudo mais, da Felicidade a bordo. E aí chega um momento que de repente você sente assim que parece que são amigos, parece que são conhecidos e veja, eu estou numa sala com o. Presídio, por exemplo, esse que eu costumo ir tem. Ele é para 850, é detentos, ele está com mais de 1100, já começa
por aí, né? Mas vamos deixar essa discussão para depois. EEE quando eu vou essa palestra, geralmente é para 70, então eu estou numa sala, eles estão todos sentados, eles não podem se levantar da sala, os seguranças estão ao redor. I. E ali a gente estabelece uma questão de de amor por causa da igualdade. Entendi. EE dou a eles o potencial que eles têm de se transformarem em termos emocionais para que o índice de de recaída, né?
De recorrência, diminua. Porque o trabalho ali é fazer com que eles não voltem para a cadeia, não é? Então você tem que trabalhar, é a as emoções, principalmente os valores, principalmente. Para que eles possam fazer escolhas mais felizes. Eu me lembro, viu Marcelo EOO Alec aqui de Rio Preto? Uma vez eu fui fazer uma palestra. Aqui em Rio Preto, num na, num, num, num lugar. E eu cheguei lá. A pessoa me disse assim, foi um sábado à tarde.
O dirigente me recebeu tal, né? Aí eu vi que tinha um grupo de pessoas assim, aí um salão tal, ele falou assim, aí eu comecei a cumprimentar ali, né? Aí ele falou, não, doutor, aquele ali são os nossos assistidos. Arve Lari. Eu falei, mas espera aí, o que que aconteceu, não, o senhor vai fazer palestra para os nossos colaboradores? Eu parei, pensei e falei, cara, não vai dar certo isso. Eu vou fazer palestra, então para os assistidos? Ou então se reúne todo mundo,
por que que isso? Que que isso não faz sentido, né? Divisão de castas dentro do do movimento espírita dentro do centro espírita. Não, mas porque não sei quê e tal, eu teria que conversar com fulano, falei, conversa ela com ele. Tenho aqui, amasse o tempo não fica o tempo que for necessário. Estou aguardando ali, foi lá, conversou com não sei quem foi,
todo mundo pro salão. E olhe, foi maravilhoso, então é esse tipo de coisa que é. É ignorância de princípios básicos do espiritismo que está na nossa cartilha, né? Eu desculpa falar isso, mas eu é. Nós temos as 32 obras, mas o livro dos espíritos é a cartilha, o livro dos espíritos é a única obra que tem princípios de todas as outras, não é, né?
Ele não é. É apenas o início ali, lógico, mas no meu entendimento é a cartilha, tanto que é um livro que a gente distribui por aí e tudo mais, mas falta falta princípios básicos, né? EE cabe a nós, espíritas, eu, quando eu estou andando na rua ou quando eu estou num lugar. Quando eu vejo 11 preto. Já fico pronto para poder, é para poder estar ali apoiando aquela pessoa, está entendendo?
Para dar um suporte, porque como a gente vive numa sociedade racista, eu sei que pode acontecer alguma coisa. Se é um preto pobre, mas ainda eu vou lá, me aproximo, me apresento EE para que ele se sinta, é, é a ali, né? Se for então dos excluídos, né? Se é um preto ou uma preta pobre e um transgénero ou. O é um. Enfim, seja lá o que for que dê que a gente, né? É identifique por alguma forma, tal seja lá como for, eu já dou um jeito de me aproximar, porque eu sei que poderá acontecer
alguma coisa. Eu quero ser útil porque cabe a mim com as informações e com essa inundação de privilégios que eu tenho. Estar ao lado do fraco estar ao lado daquela pessoa que, pela nossa sociedade injusta, pode a qualquer momento agir ali com o racismo, né? Com classismo, com. Machismo, seja lá o que for, é isso muito bom. Exemplos muito bons, exemplos para nós continuarmos, é entendendo qual é a diferença. Entre teoria e prática alicerçada na teoria, né?
Dentro do que você falou aí no final as pessoas não conhecem a teoria espírita, elas vão para casa e vão fazer o que todo mundo faz há muito tempo. Exatamente dá certo. O que acha que está? É a alcançando o coração e a consciência das pessoas. Então fica aquilo aquela mesmice, né? Sem a fundamentação necessária, nós não estamos dizendo como já fomos acusados diversas vezes.
De elitizar o movimento ó não, porque o livro dos espíritos tem uma linguagem muito difícil, muito difícil, mas é como você disse, é a nossa cartilha. Se eu não entender o que os espíritos disseram, basilarmente no livro dos espíritos, como é que eu vou me dizer? Espírita, como é que eu vou me comportar como um espírita na sociedade, né? Então, esses são elementos fundamentais da nossa prosa
costumeira dentro do ICKE. Por que tantas pessoas que entram nos secar acabam saindo, achando que nós estamos reinventando a roda? O que nós estamos praticando? O espiritismo, diferente daquele que ele vê na casinha ou na casona espírita, onde ele está acostumado a ir porque, porque tá todo mundo se baseando apenas numa práxis que está totalmente descolada da teoria. E aí, hã, eu vou fazer Caridade? Que Caridade, cara, se você não não te coloca no lugar do outro.
Se você não compreende o outro, se você não sente o que o outro está sentindo, como é que você vai fazer Caridade? Você vai dar esmola e aí nós vamos nos comparar. A todos os outros religiosos que usam a mesma frase de Jesus do óbulo da viúva, o óbulo da viúva. Qual é o espírita que faz, fez ou fará? Muito poucos, muito poucos tiram a camisa que estão vestindo para entregar para o outro que não tem nada e vão embora sem camisa para casa. Há, mas aí já é o excesso.
Aí eu não estou nesse nível ainda. Aí eu vou precisar de 285642 e nada prospera nesse nível. Poxa gente, qual é, qual é? Nós vamos nos enganar. Até quando? Bom, vamos jogar bola para os nossos convidados também, Alexandre. É, até quando nós vamos ficar criando justificativas porque essa da meritocracia espiritual, para as situações da convivência cotidiana do planeta Terra de prova inspiração que está lá em ó, só o segundo degrau da linha evolutiva.
Nós não formos. Não passamos muito e os caras ficam dizer assim, não, eu tô chegando. A data limite e aí nós vamos tornar-nos uma Terra regenerada, que Terra regenerada, cara pálida. Nós estamos a anos luz. A milhares de anos luz dessa condição não fica acreditando em fábula, em historinha da
carochinha. Então, Alexandre, como eu perguntei, até quando vamos ficar criando justificativas para justificar já sendo redundante essa situação completamente desigual dentro e fora do movimento inspire. Marcelo, até quando a gente achar que isso é o correto, até quando a gente achar que nós, que estamos na parte privilegiada da sociedade, é quisermos manter esse status
quo? Isso vai continuar assim até é nós, é. Até cair a nossa ficha de que quem não, quem não tem idade, não lembro que cair a ficha não é, mas até que a gente consiga entender. Que somos espíritos, somos eternos. Essa nossa situação é passageira. Se hoje estamos aqui privilegiados, amanhã estaremos encarnados na injustiça social. Se hoje estamos aqui encarnados como espíritas ou como tentativa de espíritas, participantes de casa espírita é que fazemos parte de uma casta.
Como disse o rari é que fazemos parte de uma casta que não nos misturamos com os outros ou que nós fazemos a Caridade mediante certas condições, isso vai continuar. O que acontece é que a gente precisa ter a consciência. Voltando ao meu raciocínio de que? Fomos criados para sermos perfeitos e enquanto a gente continuar insistindo em passar pela porta larga de que? Somos egoístas, somos orgulhosos, mas é bom ser egoísta enquanto o meu egoísmo me privilegia e.
Prejudica outras pessoas. Enquanto o meu orgulho. Me privilegia entre aspas, porque. Perante a lei de reação de ação e reação. Nós estamos semeando e estamos colhendo ao mesmo tempo. Estamos colhendo hoje o que semeamos no passado e estamos semeando hoje o que colheremos no futuro. Então a gente não tem a consciência ou a gente só pensa quando nos é interessante. Só analisamos só quando nos é interessante. Só damos essa desculpa quando
nos é interessante. Mas a colheita tá lá, tá aguardando o que nós estamos semeando hoje? Enquanto a gente não tiver consciência de que agora é a hora da mudança da semeadura, agora é a hora da mudança de comportamento. EE, ligando tudo isso que você falou agora da mudança do planeta. Não tem data. Não começou em 1900 e alguma coisa não vai terminar em 2000 e alguma coisa. A mudança do planeta tem que acontecer dentro de nós. Uma Montanha é feita de grãos de Areia, de grãos, de Terra.
Nós somos os grãos da Areia, os grãos da Terra que movemos a Montanha do planeta Terra, enquanto nós não modificarmos o nosso comportamento individual quando caímos, tivemos a consciência de que. Essa semeadura só vai nos trazer tristeza, sofrimento. Eu costumo a quando eu converso sobre esse assunto e dizer assim, você está contente com a sua vida, com a vida que você leva hoje? Você está contente com a sogra que você tem? Você está contente com os pais que você tem?
Você está contente com o cunhado que abra a sua geladeira sem perguntar, você está contente com o seu vizinho que faz barulho? Você está contente com o cachorro do outro vizinho que não deixa você dormir à noite? Então comece a mudar sua vida agora, para que a partir de agora você consiga lá no futuro, mudar a sua colheita. Só que aí tem mais uma coisa que eu comento. Eu também sou o vizinho que faz barulho. Eu também sou a sogra impertinente. Eu também sou o cunhado que abre a geladeira.
A gente se esquece de tudo isso. A gente sempre olha o outro, mas a gente se esquece que nós somos, usou, somos o outro para as outras pessoas. Então isso só vai mudar AAA frase no começo de fazer ao próximo que você gostaria que fosse feito a você. Que ura aí falou de justiça. Ela é assim quando nós pararmos de ver o outro como outro e vemos o outro como nós mesmos. Aí as coisas vão mudar. Fantástico, agora eu vou jogar a. Granada na mão do Alê, né? Que é a minha especialidade
nessas livres, né? Eu pego lá e jogo exatamente aquela perguntinha capciosa. Granada olha só ler. É a muitos espíritas e isso também teve na fala do muro. Que ficam justificando a chamada meritocracia espiritual, com a alegação de que cada um recebe uma quantidade de provas e expiações de missões para desempenhar na Terra.
Então, isso seria, aos olhos dessa desse povaréu espírita que segue a mentalidade de rebanho, um ideário de meritocracia, ou seja, é como se dissesse assim, o indivíduo perdeu o emprego, o indivíduo teve a casa incendiada. O indivíduo foi traído pela mulher. Ou a mulher foi traída pelo marido? Para nós não fazemos misoginia aqui, né? Euro? Ou então, o indivíduo tem um filho drogado ou uma filha drogada, e aí vai no centro espírita e recebe aquele tradicional e costumeira o
tapinha nas costas. Assim, há meu irmão, minha irmã. Isso aí é o que você precisava para evoluir. Então esse é o conceito lato sensu, raso da meritocracia, segundo o. Como eu costumo dizer, dentro do e secar os esperi tinhas. Os esperi tinhas pensam assim, né? Já os espíritas vão entender como? Uma interpretação mais aberta da doutrina dos espíritos, que a meritocracia só existe no ponto
inicial. E o Ponto Final da trajetória no Ponto Final, quando Kardec diz assim, todos os espíritos são criados iguais, simples e ignorantes. OPA aí estamos diante de uma meritocracia, o ato da criação é como Oo Ari falou a pouco isonômico. Equitativo, equânime. Todos temos o mesmo início
igual. E vamos ter um final, que é quando nos tornarmos os arcanjos, os espíritos de luz, os espíritos perfeitos, os espíritos no seio de Deus, et cetera, et cetera, et cetera, que são as expressões favoritas aí dos espíritos. Pois bem, agora vê a Granada. Como fica então? A parábola dos talentos diante da justiça social? Olha, ela é simples você observar isso. Marcelo, AA parábola dos talentos. É, é como você lida. Com essa injustiça social, tá o se.
Eu não tenho essa percepção do que ela é, do que ela pode causar, como que eu vou querer ajudar? Eu não posso. Eu não tenho elementos para poder ajudar, então eu preciso conhecer. Então o talento, né? Ele tem que ser bem aplicado no lugar certo para as pessoas que estão de fato necessitando, tá e não dá por dar, mas ela precisa ter uma empatia. Ela precisa ter o como ura, falou. Não é o amor, ele, ele. Você tem que se colocar no lugar
da pessoa. Como o próprio Alexandre nos falou, de que nós também somos o outro, né? E a gente tem que olhar para nós, é esse mesmo projeto, não sei se é o mesmo, mas temos um projeto no presídio aqui também. No qual eu faço parte, é. O que que difere eu? Às vezes ou muitos de nós daqueles que estão lá, é que aqueles que estão lá foram pego. Tem muitos que não foram pego. Isso é que difere porque todos nós erramos. Mas e como que eu vou utilizar esse talento?
Primeiramente, quando eu chego lá, eu tenho que me ir quali, tar, eu tenho que ser um deles, eu tenho que estar ali para vivenciar o que eles eu sempre falo, Marcelo e demais amigos. Não sei se vocês vão concordar, é fácil eu ocupar o púlpito para uma palestra, falar sobre a fome, quando eu acabei de jantar, eu é simples, amigo, fico uma semana sem comer amigo e vai falar sobre a fome pra você ver como que é a coisa. Tá, hã, mas é aí vem, né? Aquela coisa, o espiritismo, ele
não é fatalismo, né? Ele não tem meritocracia. Tá só espiritual, mas como você disse agora, porque se você analisar, olha só aí você começa a ter uma leitura de Kardec um pouco diferenciada. Quando você mergulha nessas injustiças sociais. Tá? É um exemplo. Se você pegar lá a questão 132 de o livro dos espíritos, Kardec vai falar para nós, né? Qual é o objetivo da encarnação? Você está mesmo falou alguma coisa a respeito na introdução, então ele vai na primeira parte
tranquilo, né? Para uns, é expiação para outros, missão entrará aquela coisa. Só que o que o gostaria de? Trazer a parte final dela, que muitas pessoas não se atentam ou poucas pessoas, citam ela. Porque é ele vai falar assim. Na segunda parte Visa ainda vai dizer, Kardec é mais ou menos assim, um outro fim, a encarnação depor o espírito. Nós somos espíritos dados em condições de suportar a parte que toca na obra da criação, só que para executá-la, né? Eu tenho que tomar, né?
Um instrumento em Harmonia com o Globo lá e vai. A fim de cumprir o ponto de vista, é assim aí que vem o legal, acho que é e se resume toda a questão. É assim que concorrendo para a obra geral, ele próprio se adianta, então eu não tenho, não posso ficar alheio às dificuldades. Eu não. Eu tenho que me terem empatia e de poder tentar ajudar. É, aí entra os talentos, porque porque é deste modo que a gente vai, é a entender a lei da providência, tudo se encadeia,
tudo é solidário na natureza. Então, e é, é assim esse talento? Ele vai do adutor. Convivência porque eu não estudei, eu não sou um doutor ouro aí que tem aquela pica tri, aquela não, mas eu tenho a vivência, a gente vê em loco quais são as dificuldades que que levou o indivíduo fazer aquilo e, et cetera, et cetera, et cetera, e o porquê, talvez não justifique os meios. Mas meu, eu me coloco às vezes no lugar dele.
Que. Que, que o que eu faria num lugar desse que tem gente se depara com tantas situações, Marcelo e demais. Que às vezes eu eu vou embora, assim eu entro no carro nas minhas visitações, meu eu fico, como que pode, né? Pode. Pode, a partir do momento que você entender que cada um. É um ser único, cada um tem as suas experiências, cada um tem todo 11 estrutura, né? O homem é meio também do é produto do seu meio e, et cetera, et cetera, et cetera.
Então, o espiritismo, ele não pode viver dessa maneira. Então os nossos talentos tem que ser colocado com muita empatia, com muito amor, assim que você possa de fato atender ou minimizar essa desigualdade que assola, principalmente nós aqui no Brasil e todo mundo aí afora. Essa é minha opinião. Marcelo, não sei dos amigos aí. Penso que há uma sinergia, né?
Nós estamos montando um quebra-cabeças, as pecinhas vão se encaixando com Ideas aparentemente distintas, algumas talvez antagônicas, mas daqui a pouco a gente vai ver o resultado final, que é o quebra-cabeça montado, que não é definitivo, porque nós não estamos aqui para dizer a verdade, nem a última palavra, nem a verdadeira mensagem espiritual, como muitos espíritas acham que podem fazer,
porque tudo está. Em constante e crescente construção, quero pedir aos nossos convidados de hoje que para que a gente possa equacionar um grande número de questionamentos, não só os que a gente preparou com a nossa equipe técnica, quanto aqueles que estão surgindo no chat, que a gente possa ser, se possível, um pouquinho mais econômico nas
respostas. Eu sei que vocês 3 têm experiências de vida muito ricas, têm vivências muito qualificadas, mas a gente gostaria de alcançar um pouco mais alguns conceitos que precisam ficar claros. Tá motivar ainda mais a continuidade desses debates no dia a dia do ECKE, principalmente no lugar onde você está, no seu lócus, que é a instituição espírita que você frequenta, a sua participação nos meios, nos cenários sociais para fazer reverberar todo esse conteúdo rico da nossa live.
Tá bom, gente, pode ser assim, nossos convidados, valeu, legal, olha só, tem uma pergunta aqui, que também é capciosa, e agora? A Granada, eu vou jogar na mão do Alexandre, olha isso daqui, vai começar. Conversando com a gente sobre essa Granada especial. Veja, será que existe Alexandre ou existem Fronteiras? Entre o conceito que a gente está trabalhando até agora de justiça social e as lutas cotidianas, e aí eu não vou falar apenas das lutas dos espíritas, eu vou falar das lutas.
É, é de determinados segmentos sociais, como já foi citado aqui, as minorias, as minorias sexuais, as minorias, minorias étnicas, as minorias religiosas. Ei, meu amigo, minha amiga, você sabia que, como espírita, você faz parte de uma minoria
religiosa? Aquilo que disseram pra você assim, Oh, o Brasil é o maior país espírita do mundo, também é o maior país evangélico e também é o maior país católico em termos de membros de simpatizantes de frequentadores de pessoas que vestem a camisa ou crachá, nós, espíritas, representamos pelo censo, mais ou menos 3% da população, apenas. Então nós não somos maioria, nós somos minoria nesse país. Falar de espiritismo, fola.
Fora das ambiências espíritas é um desafio, é uma dificuldade e não raro, nós também sofremos vários tipos de bullying sim ou de preconceitos? Então, Alexandre, esse conceito que a gente está trabalhando com as pecinhas, se encaixando de justiça social. E as lutas de diversos movimentos? Sim, eu vou citar aqui o movimento dos trabalhadores sem Terra. Eu vou falar aqui do movimento dos ecologistas.
Eu vou falar aqui do movimento daqueles que defendem o direito dos índios, os primeiros habitantes da Terra do Pau Brasil. Da Terra de Santa Cruz, da Terra e da ilha de Vera Cruz. Como é a nossa República federativa do Brasil então? Este conceito de justiça está dissociado dessas lutas sociais, de inclusão social pela ótica do espiritismo. Isso está dissociado. Quais seriam as Fronteiras a serem dissipadas? Resolvidas? É eliminada. Marcelo, pra te responder isso, eu vou me ater AA.
AA, minha última colocação. De que? Eu tenho que me colocar no lugar do outro e perceber que para o outro eu sou o outro. Para todas essas minorias, inclusive nós, espíritas, não é como você mesmo disse, é interessante. É esse ponto que você colocou que é a grande maioria das pessoas. Nunca percebe isso, não é? Esse eu tenho, é uma Telha em cima da minha casa. Eu acho que todo mundo tem esse, eu tô andando a pé, é pelo parque, eu acho que tá todo mundo também andando a pé pelo parque.
A gente é infere que as outras pessoas fazem o que a gente faz, pensam que a gente está pensando naquele instante, estão fazendo o que a gente está fazendo? É, mas Oo ponto todo é, é o espiritismo. Ele naquele está dissociado de todas essas lutas, essas campanhas. O ponto todo é que as pessoas não se colocam no lugar do
outro. É, foi, foi vou interessante o que o que o Alê falou de quando eu for falar sobre fome, eu fico, tem que ficar um tempo sem comer para aí eu consegui falar daquilo, porque aí eu senti aquilo, então é, é muito fácil para o espírita, é. Privilegiado poder falar, hã, eu fui em tal lugar. Eu ajudei aquela comunidade que está precisando e tal, não conviva. Com o viva, é é essa é AO Alê, falou outra.
Coisa interessante que é o seguinte, quando eu chego num lugar eu tento me igualar com as pessoas que estão naquele lugar, para eu poder é entender a situação. Então, quando você falar de movimento sem Terra, primeiro você tem que entender o seguinte. Como vivem essas pessoas? Qual é a luta delas?
Quando você fala do do movimento é, é, é, é 100 casas na cidade ou do movimento de qualquer que seja o movimento, qualquer comunidade, qualquer grupo de pessoas que reivindicam algum direito, você não pode dizer não, elas não merecem ou não tem esse direito. Primeiro, você tem que entender e sentir o que elas sentem e viver o que elas vivem.
E o espírita não faz isso. O espírito ele é espírita, da porta do centro para dentro e é bem assim como você falou, hoje é dia de ir na palestra, então eu escolho. Olha a roupa da palestra, assim como AA se dizia há um tempo atrás, roupa de ir na missa a roupa de ir na palestra e eu vou pelo é pelo caminho reclamando que o ônibus está cheio ou se eu tiver carro eu vou xingando quem está no trânsito e tudo mais, mas a hora que eu entro no centro.
Tem uma aura em cima de mim, eu tenho asinhas e tudo mais. Então é. Está dissociado? Sim. E quem dissocia são os próprios espíritas? Bingo, né? Bingo, porque disso? Tudo o que você falou grandiosamente nessa exemplificação da minha pergunta. Também em Quadra, a ideia de que os espíritas, em geral, têm a noção de que não.
Eu também sou espírita fora, porque hoje, inclusive, eu fui no centro e lá tem uma caixa de papelão, grande, coletora e eu deixei vários agasalhos, deixei Travesseiro, deixei sapatos e então eu sei que esse material, essas roupas, esses donativos vão chegar, ou então eu contribuo para as cestas básicas que a minha instituição. Todos os meses destina-se aos
mais carentes. Isso tudo é válido, sem dúvida, mas tem que passar dessa Fronteira como se nós tivéssemos uma corrida de Barreiras. Nós temos que pular a próxima Barreira no problema de ficar pulando sempre a mesma Barreira, porque se não, a gente vai estagnar. EOO que os espíritos disseram a Kardec era exatamente isso. A evolução é contínua, mas dependendo da vontade do espírito nós vamos estagnar. Vamos ficar estagnados e aí ficando estagnados, vamos repetir?
As provas que deveríamos ter satisfeito dessa vez, então a lei olha só essas Fronteiras que eu listei há pouco que o Alexandre e numerou. Como viabilizar na prática? Esse rompimento, essa mudança de paradigma, essa mudança é qualificada para tornar o espírita alguém mais empático? É alguém que está diante do sofrimento do outro e vai experimentar esse sofrimento, vai passar por aquela situação, mesmo que não seja uma situação real, porque ele não tem casa,
aí eu tenho. Ele precisa pegar 23 condições para chegar no trabalho e ainda chega atrasado. Eu tenho meu veículo próprio, então não estou dizendo que nós vamos em todas as situações. Conseguir nos enquadrarmos. Mas a empatia derivada da compreensão verdadeira do que o outro é e do que o outro está sentindo essa me parece inafastável. Quais seria então, a ler essas Fronteiras, a superar? Olha, Marcelo, acho que o
primeiro é do conhecimento. Não é porque quando, quando o João no evangelho atribuído a João, né. Lá no capítulo 8, quando ele fala no verso 32, conhecereis, né a verdade, ela vos libertará. Então, a partir do momento que você de fato se pegar um estudo mais aprofundado das obras fundamentais de Kardec, isso automaticamente vai brotar, porque falo por mim também, com a mente dilatada pelo conhecimento, ela jamais retroage.
Na sua visão de mundo de Globo, ela muda, é. Aquele ente querido meu, que eu tanto amei, que se foi, eu não, não, não vou me desesperar. É um até logo. Daqui a pouco eu vou estar com ele ou ele está comigo todas as noites durante o meu período de emancipação da alma. Então se eu entendo, se eu tenho esse conhecimento, eu lido de uma maneira diferente aquele filho problema que está no seio da minha família. Se eu tenho conhecimento? Ele, vou. Vejo que ele não é tão problema,
é que ele é uma pessoa que está. Ali num processo, eu sou, de alguma maneira, está é colaborador dele. Isso também vai me ajudar. Mas se eu tenho essa visão, eu vejo ele que não tanto problema. Então eu acho que o conhecimento real de fato do espiritismo tá. Vou ser redundante, cair desse ano. Está deveria estar em primeira mão em todos os centros espíritas. Eu vou concordar com o gruda e já aconteceu comigo também. Olha, é hoje a palestra para os assistidos, né não?
Hoje é pro pessoal que é público. Meu, como é que você, dentro de um centro espírita? Você dirigente, como que você ali já faz a distinção entre 1 e outro? Você já começa errando, você começa errado já. Primeiramente, que nós temos que acolher, mas sem julgar. Nós não podemos ter isso com a gente. Não, não, isso não, não cabe, não é vantagem você desaprovar onde todos desaprovavam.
Nós temos que auxiliar nós temos que trazer uma boa palavra, uma boa, uma boa leitura, alguma coisa que, como ura também disse, né, que ele senta e conversa com as pessoas. Então nós podemos é partir desse pressuposto de se eu tenho o conhecimento, de fato, do espiritismo, eu começo a lidar melhor com essas outras Vertentes. Daí que que na verdade, tudo concorre para a obra divina. Nós somos co criadores do universo.
Então é isso, é, é Claro, porque a marcha do universo vai depender de nós e não eu só a ler um espírito único, tá uma individualidade pensante, mas. Eu não consigo pensar eu a ler. Só para mim, eu tenho que estar pensado no ali, coletivamente. Então é esse essa visão de coletivo é que vai fazer impulsionar essa marcha do universo. Aí como você disse, né? De data limite, essas coisas
não. Isso vai acontecer porque Eu Acredito que todos nós somos uma célula e essa célula ela tem que colaborar para a engrenagem fisiológica de todo o organismo, então cada um tem o seu papel, isso fica muito Claro dentro das obras de Kardec. Se você pegar lá a missão, ela tem a missão no sentido é lato, amplo e tem a missão no sentido restrito, lato é aquele que leciona aquele que lá que trabalha na lavoura, aquele que era Terra, aquele que é isso.
Mas aquele mais restrito é aquele que traz grandes revoluções em termos de pensamento, de contribuição. Então, se você tem essas premissas e essa básica desse Ana fica muito mais fácil você lidar com isso. E aí você passa a entender. Tá, mas que que tem a ver a Amazônia comigo? Tem tudo a ver. Tá, o que que tem a ver a fome comigo? Tem tudo a ver. O que que tem a ver a criminalidade, o feminicídio, que está em alta, aí comigo, tudo a ver. Como que eu contribuo para isso?
Como que eu levo? Esclarecimento? Claro que nem tudo a gente vai abarcar, mas nós temos que nos colocar a disposição com empatia, com acolhimento, para poder instruir, esclarecer e consolar. Essa é a minha opinião, Marcelo. Muito bem, muito bem, eu queria. Eu estava até escrevendo aqui pra técnica para colocar o comentário da cara. Metade do muro a 2 doutora Márcia Barroso sobre o ativismo social espírita, que é um ponto importante aí ó, o espírita deve ser está ouvindo?
Dona Maria está lendo o seu garibaldo. O espírita deve ser um ativista da justiça social hoje. Porque o espiritismo é progressista e Kardec nos provoca o tempo todo a fazer. Então, uro, dentro dessa ideia, queria dizer para você que nós estamos aqui na grande Florianópolis e nós aqui na grande Florianópolis são 4 municípios. Nós estamos em torno de 700000 habitantes. Então essa posição entre São José do Rio Preto, a simpática SJRPE Floripa, né?
A região metropolitana de Florianópolis são muito parecidas, né? Antes da pandemia, nós já tínhamos uma situação muito complicada e desagradável na minha ótica. Nas instituições espíritas em geral, aqui, tanto as federadas quanto as não federadas, isso é um traço em comum. Muitas delas adotavam o seguinte procedimento. Dia de distribuição da cesta básica, dia de distribuição de remédios, dia de distribuição de donativos, dia de distribuição da campanha do agasalho.
Naturalmente, se forma aquela fila dos mais necessitados dos socialmente carentes entram no centro espírita. Vocês pensam que eles vão receber o donativo? O remédio, o agasalho, a cesta básica. Primeiro, tem que ouvir a palestra. Depois, tem que tomar o passe. E ao final, elas serão encaminhadas para a salinha dos fundos, onde aquelas que estão na triagem irão receber os donativos. Essa triste realidade se caracteriza, na nossa opinião,
como proselitismo. O religioso, eu estou tentando converter as pessoas que não são espíritas, mas que precisam do pão material distribuído pela casa espírita para que elas sejam espíritas um dia. Isso é covarde. Isso é completamente desprovido de sentido de justiça social. Isso é opressivo. É obra da opressão. Nesse aspecto, temos que colocar ainda mais um temperinho em um salzinho, uma pimentinha. Nessa conversa, ouro para dizer que. O de governo vigente nesse país.
E a pandemia multiplicaram-se a 100 por um. Essa necessidade, essa condição de indigência social. Mas os centros espíritas continuam quase em regra, com a mesma força tarefa. Com as mesmas condições de sempre e achando que estão acendendo uma pon boca. Se sabe o que que é uma ponte boca é aquela lâmpada, as é
antiga de querosene. Eles acham que estão com um holofote, um sistema de iluminação do Maracanã, quando estão carregando na mão a pon boca e achando que estão trazendo a luz para a humanidade. Então, nesse aspecto, como fazer Uru na prática, para encurtar? Essa distância entre justiça social e inclusão social, por meio das lutas sociais que não são necessariamente espíritas.
Tem muitos grupos por aí, não? Espíritas, não religiosos, não cristãos, que fazem muito mais do que nós e nós não nos espelhamos deles. Então, como reduzir essa Fronteira existente entre os 2 conceitos? Você. Você foi. A laser, né? Quando você falou aí do sistema opressor e. E é uma, e é muito triste, não é? Para dizer uma tragédia quando um centro espírita replica essa opressão, né? Uma tragédia. Eu costumo dizer que é Kardec.
Hoje dificilmente frequentaria um centro espírita, porque eu acho que eles entra, sentaria lá e falar não, mas é o que que é que eu não estou entendendo? Mas que livro que vocês estão vocês. Você já ouviram falar do livro dos espíritos porque virou um movimento de auto ajuda o movimento. Né? É de direita, né? Virou um movimento de direita
porque, é Claro, tem. A gente vê aqui em Rio Preto, é pessoas que se posicionou de é contrárias, assim é de uma forma opressiva e fala da do ô moça da homossexualidade, né? De com uma certa. Eles nem falam homossexualidade, né? Eles falam homossexualismo e fala assim com aquela coisa, eu costumo dizer o seguinte, poucas casas espíritas. AA do Alê.
Com certeza. EEA nossa também aceitaria uma palestrante é 11 drag Queen. Imagina uma drag Queen chegando para fazer um debate sobre espiritismo, né? Eu acho que dificilmente aqui em Rio Preto, pouquíssimas casas. Fiz aceitariam isso. Mas, enfim, então é trazer para dentro do centro espírita. EOO Alexandre falou disso, Alê falou disso e você falou aí agora dessa questão da opressão trazer o amar ao próximo como a si mesmo.
O próximo não tem exceção. Não tem exceção, não é No No estudo que a gente fazia presencial agora nós ainda não retornamos que a gente está fazendo umas reformas lá no centro e fazendo Acessibilidade. Você viu? Nós não tínhamos a Acessibilidade e a Márcia, né? Que é a presidente, mas falou pera aí, não é amar ao próximo e então, quem? Quem necessita de Acessibilidade? Nós estamos fechando pra eles, vamos resolver a questão da Acessibilidade, né? Enfim. É traz é vivenciar esse amar ao
próximo. Oo Marcelo. Só o espírito só não, não é, mas vamos dizer assim, nós, através do espiritismo, nós estamos num momento assim, especial. Eu Acredito que nós nunca tivemos tanta oportunidade de ganharmos essa existência como agora, com tudo isso que está acontecendo, por que que está acontecendo essa guerra na Ucrânia? Espera aí, você já li ou você já se informou? Você já ouviu falar da o thrown da cia? Você, você não é sem querer achar é? É bonzinho e mauzinho.
Nada disso, nada de uma visão maniqueísta, mas procure se informar. Você não assistiu tanto filme sobre a cia e você não entendeu por que que é o Thunder? Existe que que significa OTAN e será que não está na quebra do imperialismo? Será que não é isso que nós estamos vivendo? Nós estamos iniciando uma nova ordem mundial com toda a tragédia horrível que é uma guerra. Não é horrível, horrível, horrível, horrível é, é, enfim, mas é um momento de
oportunidades pra gente, né? De oportunidade. Você vê, você falou aí do MST, a Márcia, nós tivemos numa feira do MST aqui em Rio Preto e a Márcia, assim que OG Ol voltar, ela vai oferecer uma vez por mês o MST vai vender porque eles não tem lugares assim para expor os produtos. Às vezes ponho numa praça. É numa garagem EEUG, ó o que é o centro espírita que a gente participa, vai ter uma vez por mês aberto lá. A Márcia É Ela tomou algumas
iniciativas e a gente, né? Junto com a gente, o Evandro também, tudo mais. Nós vamos especificar. Estou respondendo à sua pergunta, nós vamos especificar o propósito do go, o grupo espírito, orvalho de luz. Nós vamos especificar que lá é um lugar onde nós vamos. Primeiro espiritismo o fator espiritual está acima de tudo, com certeza. Com certeza. Segundo ecossocialismo, porque porque moramos num país, numa
cidade desigual. Terceiro feliz, it ismo feliz, it ismo é a ciência que estuda sobre a Felicidade, já que o nosso destino, lá para os mundos, né felizes, né? Então a gente tem lá alguns estudos sobre a Felicidade, então a pessoa já vai saber que lá no geral é assim, nós não vamos nem querer perder tempo, viu Marcelo? Para convencer alguém, porque não dá mais tempo, cara, eu estou com 61 anos de idade, ou a minha chance de morrer e ficar cada vez mais próximo. Eu não quero perder tempo.
Eu sou. Eu sou psiquiatra, espírita e socialista. Não vou falar comunista porque eu falo, não é porque as pessoas acham que já existiu comunismo No No Brasil, Na Na Terra. Quer dizer, nem sabem o que é comunismo, né? Nunca existiu, porque. Primeira coisa, quando você tem um país comunista, não tem governo, mas nem vamos entrar nisso aí, mas as pessoas me chamam de médico, de louco, macumbeiro e comunista, né?
E não acho isso maravilhoso, porque macumbeiro, cara, você sabe que é macumba, é uma dança, é maravilhoso médico de louco, cara, é, é a minha Alegria de viver, né? Eu sou eu sou médico há 39 anos, eu faz muito tempo que eu não trabalho, por que que eu não trabalho porque eu vou com com Alegria, com paixão. Aliás, eu estou falando nesse momento aqui do. Do consultório, né? Então tudo isso é porque ignorância?
Então a informação de novo respondendo a sua pergunta a informação, nós temos que difundir informação, informação, informação, assim que nós voltarmos pro go, um dos projetos é é, nós vamos fazer um levantamento? Nós moramos no o centro fica num lugar de classe média, num fica o lugar que já foi favela um dia, mas hoje é classe média. Nós vamos fazer um levantamento ali da região.
Nós vamos visitar casa por casa. Eu, a gente quer fazer uma estatística ali da região EE nos apresentar junto às pessoas. Entendi porque exatamente para quebrar, para quebrar esses tabus e estigmas, é mito a palavra mita, né? Que esse desgoverno, né? Criou Oo? Marcelo, nós tivemos dentro do go. Uma divisão entre um grupo de espíritas que quando começou a surgir AA campanha eleitoral a favor de armamento, entendi aí dizendo, bandido bom é bandido morto.
Eu virava para algumas pessoas, falavam, fulano. Mas não foi você que nós somos aquele dia visitar Oo beltrano que ficou preso e agora a gente vai ver o que faz. Você teria coragem de falar isso Pra Ele? É isso que a gente aprende aqui, Caridade para com os criminosos. É isso que a gente aprende. Somos todos espíritos. Enfim, tivemos uma limpeza étnica, não, não ética, uma limpeza ética, né? Porque?
Não dá Oo go. Nós não temos nenhum vínculo com nenhum partido e nenhum vínculo com nenhum político. Nós temos lá do nosso lado, é progressista, nosso lado esquerdista, nosso lado é socialista, EE cada vez isso que a Márcia falou ali, agora, cada vez que eu releio o livro dos espíritos, eu encontro mais e mais e mais informações, porque Kardec não poderia falar às claras, né? Estava ali na cabeça dele, Napoleão terceiro, EEA gente
sabia que qualquer deslize ali. Não, ele teve que assinar lá o é quando ele preenche, quando ele mostra para nós lá o contrato da da sociedade de estudos parisienses está lá, proibição de assuntos irritantes está lá, né? Quer dizer, ele tinha que falar, ele não poderia ficar sem falar, porque seria negar a identidade dele. O propósito do espiritismo, mas ele tinha que falar, né? De forma subliminar e cada vez mais é muito Claro isso.
EEA gente está muito convicto disso, então, exatamente para entender o seguinte, olha, você sabe? É Marcelo, eu. Eu acabo. Teve um dia que nós estávamos estudando a questão 932, se não me engano, porque às vezes Kardec questionando, né, porque às vezes estamos a impressão que o mal se sobrepõem ao bem. E os espíritos responderam por tibieza desses, os maus são ousados quando os bons quiserem se sobrepor, se se irão se
sobrepor. Isso foi em 2. É esse estudo que nós fizemos dessa questão foi em 2014, se não me engano, sabe que que nós fizemos. Nós criamos o movimento feliz tracinho cidade e passamos a frequentar a Câmara municipal aqui de Rio Preto. Cara, foi uma experiência mágica porque falou, vamos lá. Marcelo, a Márcia. Ela quase foi linchada fisicamente numa das seções lá da Câmara municipal. Saiu até aqui na TV local. Entendi e resultado, mexemos na ferida. Saímos da postura passiva, da
postura omissa, alienada. Queremos agora sim fazer uma mudança pelos nossos irmãos, excluídos e desfavorecidos. Levamos a mensagem espiritual, que é o núcleo. Lógico, o fator espiritual. Enquanto isso, também estamos socorrendo igual você falou agora há pouco essa questão. Da da de de da Caridade e tudo mais. Isso é uma emergência. É uma emergência, né? A gente pratica EE direto isso, mas temos que resolver isso e
tem solução, né? A gente sabe que tem solução em 1980, Marcelo. É que eu encerro nós é, é eu e a Márcia. Eu tinha 81, se não me engano, eu tinha 21 anos. A Márcia tinha 18 anos, nós dirigimos uma Mocidade espírita e era um estava pujante, um movimento tal para, né? E aí nós somos chamados pelo diretor, pelo presidente do centro. E ele se incomodou, OOA vaidade dele, não suportou. É AO que nós estamos fazendo, que a Mocidade estava muito pujante e ele. Ele ficou tão mexido.
Não, não é a palavra correta, é ele não teve humildade para lidar com aquilo a ponto de expulsar eu e a Márcia do centro em ata. Isso foi marcado em ata, tá? Ele fez uma reunião com a diretoria do centro. Que fez isso em ata e foi a melhor coisa do mundo que ele fez, né? Eu sou muito grato a ele porque graças a isso, um ano depois a gente fundou o go, mas só pra dizer o seguinte, por que isso aconteceu?
Porque nós questionávamos, né? Aí o questionamento é a base, o livro dos espíritos, 1019 questionamentos, questionamento é a base da da proposta de Jesus, da proposta de Kardec? Então, para encerrar, respondendo a sua pergunta. Primeiro informação, nós temos que divulgar mais informação, que é que é espiritismo. O que que é ecossocialismo, o
que é feliz? It ismo inclusive eu digo que no livro dos espíritos, dá para separar ali a primeira e a segunda parte para, como se fosse um foco principal no fator espiritual. A terceira parte que as leis naturais e que vai falar de lei de sociedade, lei de igualdade, Liberdade, lei de justiça, amor e qualidade. Ali nós vamos focar o ecossocialismo naquela terceira
parte. Na quarta parte, esperanças e consolações nós vamos focar a questão da Felicidade, que é o que deve estar, ou que a gente deve se mobilizar nesse sentido. Você sabe que. Que nós tivemos as um grande amigo aqui em Rio Preto, chamado Osvaldo cordeiro, 11, boa boníssima, boníssima. Não sei se o Alê conheceu boníssima, boníssima, aprendi muito com ele.
Já, já fez a passagem, já desencarnou EOEOEO cordeiro graças a ele, de 1982 a 1986, eu tinha 22 anos, até 26 nós tivemos acesso ao Chico Xavier graças ao cordeiro. Né? E a gente participou ali de algumas coisas junto ao Chico, a casa do Chico, a algumas obras, aquela obra cidade no além. Não sei se você já ouviu falar, nós estamos na casa do Chico quando aí, guri, na uma pessoa enviada pela high orina levou os mapas e eu. Eu fui uma das pessoas porque segurando ali o mapa porque era
11 coisa imensa, né? Pro Chico veio de escrever, por que que eu estou falando isso? Porque tem muita gente que às vezes não entende muito bem o Chico. Mas o Chico, ele tinha essa compaixão pelo ser humano e ele se incomodava pela pobreza. Entendi é que, né, cada um fazendo a sua parte. Na época, o que ele tinha para oferecer e fez de uma forma esplendorosa. E agora com tudo aquilo que ele fez. E, principalmente Kardec, que é a nossa base, né?
A gente pode muito bem, Marcelo, muito bem mudar o mundo, ao menos o mundo que nos rodeia. Do nosso mundo íntimo? Trazendo para dentro do centro espírita, expandindo para fora essas informações que nós sabemos que elas existem, mas que muitas vezes são distorcidas ou não são passadas ou são ignoradas aí afora. Estou extasiado, uro Alexandre.
E Eu Acredito que os nossos internautas que nos acompanham ao vivo e depois aqueles que vão acessar o vídeo gravado no nosso canal, também estão pela quantidade de informações que são diferentes daquilo que costumeiramente os espíritas têm ouvido, lido e tratado. Essa ideia de nós conseguirmos mudar alguns paradigmas do movimento espírita não pode ser similar ao dirigente que expulsou você e Márcia do centro. Alô Júlia Schultz.
Alguma semelhança com fatos e acontecimentos reais na grande Florianópolis da década de 90 e depois da década de 2000? É, parece que os jovens que estavam lá em São José do Rio Preto também andaram por aqui em Floripa, principalmente os jovens espirituais, porque os fatos se repetem, ouro, nós também sofremos com isso, né? Eu era vice-presidente de uma instituição e o presidente da federação e mais 3 diretores visitaram a instituição. Na minha ausência pra dizer.
Pode fazer et cetera, et cetera, et cetera, o movimento espírita meus amigos. Década de 2002, 1010. Nós saímos da instituição e fundamos outra em 2003, fizemos o mesmo percurso que você, ouro. Estamos felizes, estamos fazendo o nosso trabalho. O vento só pra onde quer desse Jesus. Mas eu tenho 2 perguntas finais e nós já estamos caminhando aí para 1 hora e 40 da nossa live e eu queria pedir para que vocês fossem sucintos. Nas 2 respostas para a gente poder enquadrá-las, porque?
Elas estão dentro da ideia do fechamento dessa live. Eu quero dizer para vocês, tem +15 perguntas aqui. É que eu não vou poder fazer porque é impossível, não estão aqui anotada e tal. É impossível que a Riqueza de conteúdo e uma coisa puxa outra e esse nó vai ser aí. Desfeita aos pouquinhos, até o Marcos Braga, que é do conselho de gestão, sugeriu aí que o secar pense em resgatar aquele conceito do programa roda viva, da TV Cultura, da TV educativa.
Para fazermos alguma coisa parecida, né? Então eu vou evocar esse sentimento para fazer um pinga-fogo com vocês das 2 últimas questões para premiar aqueles que estão conosco até agora, vou começar pelo a lei, a lei. O porque o movimento espírita ainda se configura? E aí, tu tens que ser sintético, é uma frase, 2 frases, no máximo para responder por que que o movimento espírita se configura ainda como algo feito por e para uma elite social, com os seus privilégios?
Simplesmente porque não entendeu a doutrina espírita. Para ser sucinto, seria isso? Usei uma frase, só tá, passa agora para os demais, aí mesa Alexandre, porque o movimento espírita ainda se configura como algo feito por e para uma elite social. Porque nós nos julgamos privilegiados. Então a gente quer manter, se manter a gente no mesmo grupo E não e fingir que o mundo real não existe. É o Reino de Canaã? Que é o Brasil. É.
É a mesma historinha. É a mesma conversa fiada, é o mesmo trololó que os judeus escutaram. Que os católicos escutaram para justificar a instalação do Vaticano como um estado nação. E que nós queremos fazer, como o Bolsonaro ismo no Brasil, A Terra Prometida. Os escolhidos, a RA sariana. Dos espíritas e dos espíritos que se julgam melhores do que outros. Uro, porque o movimento espírita faz? Se se afigura como algo feito por e para uma elite privilegiada. É isso que já foi dito, né?
Jesus era para todos. Jesus andava na rua, era para todos, era pro leproso, para o cobrador de impostos, para prostituta, para o sacerdote, era para todos e é isso que a gente necessita, explicar. Espiritismo é para todos, para todas. Todos e todos, sem exceção, sem discriminação, sem preconceito para todos, para todos serem felizes desde agora, desde agora.
Muito bem. E Uru? O muro é perspicaz, minha gente, porque ele trouxe um conceito que tem incomodado muitos espíritas de carteirinha, que é o uso dessas expressões novas. O todos, o todos. Por todos e todas. Porque tem uma gente por aí que acha que o todos. Maiúsculo, masculino. Engloba? Todas as categorias da humanidade e não engloba ele só justifica os preconceitos e a posição de supremacia daqueles que estão no ápice da pirâmide,
em detrimento dos detalhes. Vamos a derradeira pergunta, a pergunta de 1000000 de dólares espirituais. O então senador Cristovam Buarque, do PDT do Distrito Federal, reitor da universidade federal de Brasília, a UnB. Propôs uma emenda constitucional recentemente que naturalmente não foi aprovada pelos seus pares. OPA. Que colocasse no rol dos direitos fundamentais da nossa carta constitucional da Constituição federal de 1988 a Constituição cidadã.
Palavras de Ulysses Guimarães, o guerreiro. O velho guerreiro. Colocasse nesse rol de direitos. Pelo menos em tese, no ordenamento jurídico brasileiro. O direito a Felicidade. Então, lá nós temos direito à saúde, à educação, à moradia, ao trabalho, à cultura, ao esporte, ao lazer, et cetera, et cetera. Cristovam Buarque, ousadamente, fez um projeto de emenda constitucional para colocar o direito à Felicidade. Pergunto a Alexandre Ferreira. Existe justiça social sem Felicidade.
Não existe justiça social sem amor sincero. A lei de Paula. Há condições de ter no Brasil de 2022, ano eleitoral, minha gente? Escolha bem, é a sua oportunidade de fazer o futuro melhor para todos nós. Existe condições de justiça social sem Felicidade? A lei do Paulo. Não consigo ver porque. Não teria como eu lidar com uma coisa que eu não conheço, então acho que essa Felicidade aí nessa felicito dia e de momento depende de nós. Tem que ter empatia. Uro.
Como conceber? Uma sociedade democrática de direito. Um país verdadeiramente Unido, próspero. Batalhador, porque essa é a
característica da nossa gente. Desde os índios, desde os negros, e desde os degredados, Florianópolis se chamava nossa senhora do Desterro. Porque, porque aqui existia uma penitenciária originariamente na ilha de Santa Catarina e ficamos Desterro por muito tempo e hoje nós batemos no peito para dizer nós somos Desterro. Porque Jesus andava com os desterrados e os espiritas tem que estar do lado dos
desterrados. Daqueles que são perseguidos em nome da justiça e como Jesus disse, eles seriam. Bem aventurados. Existe justiça social sem Felicidade. Ouro. Marcelo, aqui em Rio Preto, tem 850 pessoas em situação de rua. A maioria deles não tem atendimento nenhum. E existe uma situação que chama-se dor de dente. É uma coisa muito comum entre eles, por motivos óbvios, e uma das coisas que faz anestesiar essa dor de dente é o álcool, é o coró e o corote. Então eles tomam um corot.
Tinho e a dor passa e eles vão dormir, enquanto que a pessoa lá do condomínio ela tem um série. Falar não precisa ser nem condomínio, né? Nós nós temos, né? Prevenção. Temos assistência odontológica, aqueles que precisam, tem até um remedinho para tomar a noite, né? Tomara que não precise. Não precisa fazer uso de um corot. Tinho toda a noite muito bem. Se você tem uma dor, você não
produz dopamina. A dopamina é o neurotransmissor do prazer à endorfina, o neurotransmissor da Alegria, juntamente com a dopamina, a serotonina é o neurotransmissor da Felicidade ao citocina. É o neurotransmissor do amor. Eu necessito. Um dos princípios da Felicidade é eu praticar o auto amor. Eu pratico o auto amor, vou gerar o citocina e essa citocina vai facilitar, inclusive a produção de serotonina e vem a sensação de Felicidade.
Meu amigo, se você está com dor, seja uma dor da fome, seja uma dor por não ter onde morar, seja uma dor, porque você está ali com seus filhos e amanhã você não sabe se você vai comer. Entendi essa dor vai bloquear. Não é a produção da ocitocina? Vai bloquear a produção do da serotonina, porque essa dor é uma dor que, agindo no Saeb, tem ali as regiões para isso, se mesmo que seja uma dor ali naquele, na uma dor do que vai ser o dia de amanhã, o dia de amanhã é amanhã, né?
Amanhã não tenho comida amanhã. Não tem justiça, não tem Felicidade. Sem justiça social, entendi se a pessoa, se elas têm um, se ela tem um lugarzinho para morar, se ela tem a comida garantida, se ela tem uma renda garantida e básico garantido, sim, ela vai pensar muito mais facilmente em Felicidade. E para encerrar mesmo a China em eu recomendo o professor Elias Jabour. Ele é da da uerj e ele tem. Ele faz umas pesquisas sobre socialismo e o socialismo chinês, inclusive ele.
Ele publicou até um livro. Ele traz uma informação que está deixando os Estados Unidos de. Cabelo em pé, né? Se já não está deixando agora, imagina a China está lá só assistindo. Tudo porque a China está pronta para, em 2030, ser o país com maior PIB do mundo em 2050. Marcelo, respondendo a isso aí, inclusive, AA proposta do do, do, do, do deputado, do senador Cristovam Buarque é em 2050, vai ser um país. O país do bem-estar, Marcelo, um bilhão e 400000000 de pessoas hoje.
Hoje, imagina o. AAAO, choque. De realidade não é No No no ambiente político que vai ser quando isso acontecer. Então, meu amigo, não existe Felicidade, quer dizer. Né? Não existe, é óbvio, não é? Não existe Felicidade sem justiça social. Pois é, minha gente, vocês ouviram dos nossos 3 qualificados interlocutores? Que a justiça social é absolutamente imprescindível para que os espíritos se tornem efetivamente felizes. E quem de nós não persegue a Felicidade como uma fórmula para
todos os dias? Ela pode estar traduzida apenas na Alegria, no bem-estar como rua. Acabou de colocar. Ela pode estar associada alguns contornos de materialidade, porque nós estamos no mundo sem sermos do mundo, como disse Jesus, e porque as contingências materiais, como disse Kardec, são necessárias ao nosso aperfeiçoamento e por isso nós encarnamos e na condição de encarnados, é a única condição possível de experimentarmos a
verdadeira expiação. Que se processa, também dizem uns espíritos pelo conjunto de provas que nós mesmos escolhemos e aquelas que nós reforçamos a cada ato da nossa trajetória. Nós estamos muito felizes. Nós 2 secar, nós que somos da estrutura central do ECK, todos os convidados que estiveram nessas 10 livres e tenho certeza absoluta aqueles que puderam nos acompanhar, seja ao vivo, seja depois nas gravações.
Com o contributo, com a contribuição efetiva para desconstruir muitas pseudo verdades. E reconstruí-las através da aplicação do conhecimento espírita originário, mas que é progressivo e progressista. Nas palavras de Allan Kardec, não há espiritismo sem Progresso e não há continuidade do espiritismo. Se nós ficarmos tanto a aferrados, aquele conhecimento que veio naqueles 12 anos. No século 19? Nem aquele que aceita todo e qualquer informação mediúnica
como sendo velocia. OE, secar e os nossos amigos que nos propiciaram essas livres estão no ponto equidistante. Nem o fanatismo em cima de Alan Kardec nem aceitação rasa de tudo aquilo que venha pela produção mediúnica, sobretudo neste que é o maior país mediúnico do mundo, o nosso Brasil. Espaço para as considerações finais dos nossos participantes ou os nossos agradecimentos lembrando a você que logo em seguida da fala dos nossos convidados teremos aquela surpresa que eu?
Previ que eu anunciei nos primeiros momentos dessa live, Alexandre Ferreira. Qual é o seu? Ponto Final dessa live. Não tem Ponto Final, esse é um assunto que não tem fim. Enquanto nós, espíritos imperfeitos. Na verdade, a minha fala final é de agradecimento. É. Por estar aqui hoje é ativamente e podendo aprender muito. AA as trocas de idéias de pensamentos foi muito rica.
A troca de experiências foi muito rica e a única coisa que eu tenho agora que eu falei que não é um Ponto Final, é, é, é, na verdade. O ponto inicial é, é mais vontade ainda não de debater, mas como um dos nossos, 2 companheiros ururaí e o Alê, disseram. É a vontade de trabalhar, é vontade de me colocar no lugar do outro e sentir a necessidade e promover a justiça social, não
com debate, mas com ação. Então, na verdade, a nossa conversa aqui, em vez de Ponto Final, é um ponto inicial de convocação a todos os que estão assistindo espíritas ou não.
De trabalho em prol do próximo, porque enquanto nós estamos trabalhando em prol do próximo, nós esquecemos das nossas mazelas e das nossas dificuldades do dia a dia e aí sim vem a Felicidade, como diz, dizem os espíritos superiores a Kardec. A verdadeira Felicidade está em fazer aqueles que estão ao nosso redor felizes. Muito obrigado a todos. É fazer alguém feliz. Desinteressadamente. Por. Pelo prazer. De ver o outro feliz? Isso aí. Lembra aquele rapaz cabeludo e
barbudo, o Magrão? Magrão falava isso, como é que eu posso ficar em paz? Se alguém ao meu derredor, não está. Grande Alexandre. Carinho imenso em tê-lo na bancada. Da roda viva, do ECK. E até uma próxima oportunidade, fica ali na salinha do chá, inclusive para ver a surpresa que nós preparamos. Valeu, obrigado. O Alê está sob forças espirituais nesse momento, né? Produção está dando um probleminha técnico aí. Vamos ver se a gente consegue retomá-lo em seguida, Uru.
As suas considerações finais. Bom, inicialmente gratidão. Que experiência maravilhosa, sabe? É poder, é poder estar num grupo E poder falar o que quiser. O que né? Sem sem travas, sem censura, sem, olha só não toca nesse assunto. Às vezes a gente é convidado, fala, só não toca em tal assunto, né? Parabéns, viu Marcelo? Parabéns, cara, olha o que você está fazendo. Não é? Que Maravilha, isso é espiritismo, isso é isso é sem querer ser redundante, isso é
espiritismo. Com Kardec, Kardec estaria aqui nos ouvindo, sem nenhuma pretensão, mas a gente a gente estaria no mesmo nível de discussão, perguntando porque é isso que nos motiva, né? EE é isso que o Alexandre falou, partir para a ação. Sabe, é diminuir o sofrimento do próximo, seja qual sofrimento for, onde você estiver, seja dentro da sua casa, seja seja onde estiver, diminuir o sofrimento do próximo Prince, começando principalmente por aqueles que não tem o básico, né, cara?
É muito triste, isso é muito triste saber, por exemplo, eu, né? Com nós todos, né? Nós fazemos parte dos privilegiados e nesse exato momento tem gente que não tem comida, cara. Que não tem comida, né? Que não, que que vai dormir igual. A gente ouve muito, né? O pai mãe, dizendo para o filho tomar água, toma água, que a fome passa. O sono vem. É muito triste. A gente não pode aceitar, a gente não pode concordar com isso. Marcelo, a gente necessita fazer fazer igual a Márcia.
A Márcia é uma pessoa de ação, ação, ação. É é aprender, fazer e mudar, né? Aprender e fazer, aprender e fazer, aprender e fazer. Porque Marcelo é, eu costumo brincar com v VM que que é OVVM você vai morrer, né? Eu sempre falo isso pra pessoa. Fala cara, você vai morrer daqui a pouco você vai estar do lado de lá onde eu olho.
Tudo que nós tivemos aqui e você ficou aí nessa polha não faça isso, quer dizer, eu não posso aceitar isso comigo, então que fique aí essa proposta, que que você está fazendo de forma brilhante para que a gente faça. Não é porque a gente que Alegria nossa seja Alegria. Essa que a nossa Alegria esteja no fazerem ir em direção ao sofrimento do outro.
A condessa Paula, né? Que naquelas 18 mensagens dos espíritos felizes, ela com todos os privilégios, apesar da doença que ela tinha, ela acordava de manhã de manhã querendo saber quem está sofrendo, né? Quem está passando fome? Quem está com dificuldade, quem tá passando frio, me fala e ela ia lá com todos os privilégios, com toda a Riqueza que ela tinha. Com toda a beleza que ela tinha, EEA gente lê, como é que ela está hoje no mundo espiritual da Marcelo? Então vamos fazer a gente já
sabe muito, viu? A gente já sabe muito, vamos fazer, vamos fazer gratidão, Marcelo. Gratidão por essa oportunidade, cara, eu estou saindo daqui assim no estado de êxtase, gratidão mesmo, sinta-se abraçado junto a todos e. Excepcional, excepcional. Houve uma tua participação, o teu carinho, a tua energia, né? A gente sente daqui. E aparece o espiritismo, um pouco mais palpável, né? Daquela teoria mágica que Kardec
nos trouxe. Nós passamos por um tempo muito obscuro de aparentarmos ser espíritas de aparentarmos, sermos espíritos que estão na caminhada de Progresso e parece que a gente começa com vários grupos fazendo a mesma coisa ao mesmo tempo no país. Vou citar aqui os diversos coletivos espíritas que surgiram nos últimos 58 anos. Tem feito um trabalho fundamental.
Para desmistificar, para tirar essa aura, a Igrejinha estaquia solou que tomou de assalto o movimento espírita, distanciando o do próximo e distanciarmos do próximo. É distanciarmos de nós mesmos, é ficarmos no vazio. A gratidão é nossa, pela sua participação, pelo convite aceito hoje mesmo para participar da nossa live, esperamos contar contigo não só em outras livres, como em projetos coletivos. Esperamos que OG Ol esteja com SK em várias realizações. Muito obrigado.
Aguarda prego e a nossa conversa final. Parece que o Alê teve um probleminha técnico no final, mas está tudo sob controle, né? O ali é de casa. Se ele puder voltar ainda, a gente coloca. Depois da surpresa, se não der, fica aqui a mensagem que coa nos nossos corações da participação do querido a lei de Paulo, assim como Alexandre Ferreira e Uraí Barroso, nessa live grandiosa que fizemos agora. Surpresa.
Saio de cena e vem aí o encerramento oficial da live e do quarto fórum do livre pensar inspire. Então ele subiu no Monte, se ajeitou ali na ponta da Pedra, os discípulos foram se aproximando, a multidão chegando. E ele disse. Bem aventurados os pobres de espírito. Pois eles herdarão o Reino do céu. Tenho certeza que nessa hora salta um e fala, quem? Nós? Nós é. Como é que é, irmão é nós é que vamos herdar tudo aqui, Jesus, vamos nós. Olha que tem pobre pra caramba,
Hein? Todos nós aqui, até meu cunhado, até meu cunhado. Até meu cunhado. Ó aí salta o cunhado dele, fala, ô, cara, eu estou aqui, você não está me vendo, sabe que que é que tu é chato pra caramba. Meus irmãos, todos herdarão o Reino do céu. Bem aventurados os pobres de espírito. Mas espera aí, será que no céu vai caber tanta gente? Olha que tem pobre em. Escuta aqui, ô Jesus, será que não dava pra eu vender a minha parte?
Sabe como é que é, né? Já que eu vou ter um terreninho lá no céu, eu vou garantir o meu, preciso fazer meus corre. A vida aqui tá difícil, viu? É, tem certeza que vai caber todo mundo? Jesus é saltar um e falo é porque tem pobre pra caramba, né? Não vai ser que nem aquelas festas de final de ano que nem minha tia que me convidou pra ir pra praia no final do ano chegou um Monte de gente lá e não tinha onde dormir, né? Será que vai caber todo mundo aí?
Salta Jesus e fala, meus filhos, calma, vai caber todo mundo vai caber todo mundo aí a multidão. Posso continuar? Pode, pode, pode, pode, pode. Bem aventurados os pobres de espírito. Mas pera aí, Jesus, será que não dá nem para alugar? Sabe como é que é, né? Fazer um dinheirinho. A gente está precisando. Salta, Jesus e fala, meus filhos, a vida na Terra é uma passagem curta, efêmera. O que é que vocês preferem agora? Dinheiro na conta. Ou a eternidade? No Reino dos céus?
A gente quer dinheiro na conta, né? Jesus, ai fica difícil gente. Aí fica difícil. Posso continuar, pode, pode, pode. Bem aventurados os pobres de espírito. Pois eles herdarão o Reino. Escuta aqui, não dá pra pelo menos eu colocar no nome do meu irmão, sabe que que é Jesus. Eu estou separando da da minha mulher, aí fica difícil. Ai. A mestre. Ainda não compreendemos muitos dos teus ensinos. Como ser pobre de espírito? Na verdade, a pobreza é Riqueza, porque a pobreza não é a escassez.
A mendicância, a precariedade. Mas a sabedoria que vem da experiência. Sem sober. Sem vaidade, sem orgulho, sem egoísmo. Que possamos. Estendemos. E aí? Gostaram da surpresa? Performance teatral da nossa diretora de arte e diretora de teatro Débora Nogueira, que preparou esse Sketch com muito carinho. Para falar das coisas que fazem bem ao coração. Podemos ser pobres. Pop. Mas um dia seremos ricos despir.
Quando já tivermos cumprido. Todas as nossas trajetórias aqui na Terra. Hoje, OICK. Cumpriu mais uma tarefa? Entre as quelas que me são reservadas. Para o hoje? Para o aqui? Felizes com a sua presença entre nós, que você possa voltar outras vezes que você possa nos ajudar. A construir? Um outro movimentos. Mas só até. Mais efetivo? Mais materializador da justiça social para todos, para todas, para todas, para todos. Valeu, muito obrigado. Fiquemos em paz.
E até a próxima live, ou você pensa que acabou? Voltaremos aí em março com as levels ordinárias do ICK. Muito obrigado. Grande abraço, afetuoso. Beijo. Até a próxima. Tchau.
