Boa noite, bom dia, boa tarde. Olá, você, bem-vindos e secanas EE se canos para mais um embalos de sábado à noite, aqui no grupo espiritismo, com Kardec as nossas Lives, que já há 4 anos. Enchem de Alegria, de entusiasmo e de conhecimento genuinamente
espírita e espiritual. A sua noite de sábado, lembrando que nós estamos ao vivo neste momento em 5 plataformas no canal do Facebook do escritismo, com o Kardec nos canais do YouTube do espiritismo com Kardec, da TV, espaço espírita do espiritismo, cast e do geo Rio Preto, a quem saudamos especialmente nessa noite pelas parcerias que nos fazem. Amplificar? E multiplicar o conhecimento que disseminamos aqui no projeto com Kardec seja muito bem-vindo,
seja muita bem-vinda. Sinta-se à vontade em casa para mais um evento que vai permitir à Inter e à multidisciplinaridade dos conceitos. Vamos trabalhar hoje. Com conceitos de uma filosofia agnosis e conceitos da filosofia espírita que você já acompanha aqui nos nossos canais. É onde ficar com o seu compromisso de dialogar com outras Correntes do pensamento humano, sejam elas científicas, filosóficas e até religiosas, buscando a aproximação dos conceitos, a ampliação do
conhecimento humano espiritual. Ficamos muito felizes com a sua presença e você pode se identificar através da linkagem do esttre de Facebook. Oi, isso para que nós possamos identificar a sua participação e colocar na tela o seu nome e a sua contribuição na forma de comentário ou de pergunta.
Introdutoriamente, vamos buscar um texto de uma pensadora chamada Eliane pageus, que escreveu o livro os evangelhos gnósticos, e num dos capítulos deste livro publicado no Brasil pela editora objetiva do Rio de Janeiro, em 2006. Nós temos o capítulo gnosis autoconhecimento como conhecimento de Deus. Então a autora diz o seguinte.
As Fontes gnósticas quase sempre mostram Jesus respondendo perguntas, respondendo aos questionamentos daquele povo, daqueles que o seguiam naquele tempo, assumindo então o papel de professor de revelador e de mestre espiritual. Mas nesse caso, o modelo gnóstico de Jesus ou do evangelho de Jesus se aproxima de um padrão psicoterápicoterápico, ou seja, instruindo as pessoas. Para a melhoria individual, para a melhoria consciencial e, a partir daí, a busca de uma saúde integral.
Estes conceitos reconhecem a necessidade de uma diretriz, mas apenas como um recurso provisório. O objetivo de aceitar a autoridade é o de aprender a superála. Por isso que Jesus falava que O Mestre. Ele se apresenta aos discípulos e um dia os discípulos hão-de superar os mestres.
Finaliza. Então a Eliane pageus dizendo assim, e esse é o grande convite na nossa live de hoje, quando alguém se torna Maduro, não mais precisa de uma autoridade externa, autoridade está dentro de cada um, de cada individualidade e cada ser de cada espírito. Vamos então, dar o pontapé inicial dessa nossa conversa amigável, bem-humorada. Bem estruturada nas.
E nas projeções do nosso eu no outro, do outro em nós, para trabalharmos agnoses e o espiritismo, que toquem os clarins, porque vamos receber José Alba Silveira, bem-vinda, Jô. Oi, Marcelo, boa noite. Os pés 47, fiquei até vermelho. Agora bem, muito bem, muito bem-vinda, Jô. Fique à vontade. É fazer uma grande live de autoconhecimento e de partilha
de conhecimento. Pois é, vamos é apresentar então a nossa, Jô, José Elba Silveira é administradora e empresária do ramo de decoração e é membro da segunda Câmara da gnosis da cidade de Palhoça, na grande Florianópolis, em Santa Catarina. Estamos aqui a menos de 1 km. Eu e você, anjo, eu estou sim Palhoça e a jogo está na Palhoça muito bem, bem. Próximos? Vamos então chamar. A nossa debatedora da noite, que é top quem? Os clarins, Leopoldina Xavier.
Bem-vindo ao Leo. Estamos sem som, léu. Leo, estamos sem som. Não. Continuamos sem som. É, vamos pedir para você sair e voltar novamente, que deve ser um probleminha técnico muito bem, enquanto a Leo resolve esse probleminha técnico, vamos lembrar que OECK tem tido esse compromisso de trazer outras filosofias, outras ciências, outros ramos do conhecimento, para dialogarem. Não é para fazer essa dialética e essa dialógica com os princípios espíritas, haja visto
que muitas dessas informações. Elas são como o próprio mestre Jesus dizia, o vento sopra onde quer, simbolizando que o conhecimento se dissemina em várias partes da humanidade e recebe traduções, recebe roupagens de acordo com a formulação dada por ciências, por filosofias, por crenças e até mesmo por religiões. Então vamos ver se a nossa Leopoldina voltou com som, e aí, Leo? Voltei com som. Assim.
Bom. Boa noite a todos, mais uma vez quero cumprimentá-lo, Marcelo. Quero deixar aqui meus votos de Felicidade a todos aqueles que estão ali atrás dos bastidores, a Júlia, ao Evandro, ao Ricardo sardinha, a Cláudia. E está nos possibilitando estar aqui nesse momento e a você, Joelma, muito bem-vinda. Obrigada, e. Que seja muito iluminada esta noite.
Obrigada. A Leopoldina fez a questão de destacar, aí é aquele gordão que eu sempre uso essa gente que você não vê, faz a live que você vê, tem muita gente nos bastidores. A nossa equipe é relativamente numerosa, muito qualificada e é por isso que a gente procura levar a você que é a razão principal da nossa existência, o melhor que nós podemos dar em conhecimento, em conteúdo e
também no formato. Tornando a live assim mais agradável de ser vista e depois de ser discriminado, é o pedido que nós fazemos que você depois divulgue os nossos canais, onde, principalmente, estão. É albergadas, estão guardadas todas as nossas atividades, todas as Lives feitas desde a primeira estão no canalyoutube.com, barra c, barra, espiritismo. Pon Kardec, há uma passadinha lá, dá uma olhadinha no que nós já temos de acervo lá.
E recomende o nosso canal? Aos seus amigos, aos seus companheiros de jornada espírita, aos não espíritas, que estão se interessando pelas questões espirituais, nos ajude a multiplicar o alcance do nosso conteúdo. Muito obrigado. A Leopoldina Xavier é a advogada com especialização em direito previdenciário. O foco em medicina, higiene e segurança no trabalho atua na área da educação espírita, no PIS em Arujá, São Paulo.
Pisc é o posto de estudo e acolhimento espiritual e é membro do conselho de gestão do ECK. E também do conselho editorial da nossa revista, a revista espírita eletrônica Harmonia, apresentadas a nossa convidada e a nossa debatedora ilustres da nossa noite. Vamos então iniciar com a joselba Jô a primeira questão que eu creio ser o ponto de partida, a primeira indagação que qualquer pessoa, ao ver o nosso banner ao ver o anúncio da nossa live, se faria e gostaria de ser respondida hoje.
Né? Essa primeira fala da Jô, então, deve ser, acreditamos nós, apresentação da gnosis para um público que, inicialmente, ainda não a conhece. No que consiste, então, Jô agnosis, e qual é a proposta da agnosis para a humanidade? Bom, Marcelo, assim gnosis é. Já é um termo que muito, muito anterior, né? À época de Cristo, ele já era utilizado para identificar o autoconhecimento. Então, é como se fosse a primeira experiência que o humano deseja.
É se auto conhecer, mas o que eu falo aqui não é um conhecimento que a gente aprende e passa, não é um não, é um conhecimento falado, não é um conhecimento escrito, digamos assim, é o autoconhecimento. Ele é vivido, ele é o autoconhecimento que o ser humano vive para se modificar para se melhorar. Com base nisso é a doutrina é
gnótica, ela tem. Princípios é, por exemplo, a gente é tenta viver mais próximo do dos princípios como Hermes, 3 magistro que tudo que, adentro afora, tudo que acima há abaixo. Então O Mestre Samuel. É ele nasceu em 1917, no México, e trabalhou em Bogotá, Colômbia, até 1977. É O Mestre Samuel anveoro. Ele reorganizou novamente. É todas essas técnicas, esse conhecimento gnóstico é para trazer para a gente de uma forma entendível, não é?
Se é que essa palavra existe, mas de uma forma que nós, leigos, pudéssemos usar esses conhecimentos para seguir o nosso caminho cristão para seguir o nosso caminho espiritual. Usando princípios universais e princípios críticos, é e por quê? Qual proposta disso nos melhorar a nossa essência como ser humano é com o princípio de ser 11 mais humano, depois um super humano, enfim, para que a gente possa fazer aqui o nosso Trabalho Interno. Para quê?
Para ter uma proposta de Felicidade para o ser humano EAA nossa. O nosso princípio básico. É que todos os seres sejam felizes e possam se auto realizar. É, eu acho que tentando resumir, né? Milhões de conceitos eu consigo trazer dentro desse mais ou menos dessas palavras. 3 pontos muito importantes nessa primeira fala da juda Leopoldina o autoconhecimento, a autorrealização e a Felicidade.
Penso que há uma conexão muito grande da proposta filosófica da gnosis com a proposta filosófica do espiritismo. Você também pensa assim? Sim, sim, sim, Marcelo, na verdade. O espiritismo é é a evolução, é o autoconhecimento. É a ciência, inclusive para o desenvolvimento. Tomando sempre como base a Felicidade, a realização pessoal, a realização intelectual. Mas Eu Acredito que nesse tipo de de de realização existe alguma.
Pincelada de diferença entre nós, espíritas e. E eu não sei se a se a Jô inclusive, vai concordar comigo e agnose suposto que nós temos um tripé para essa evolução, para esse autoconhecimento, para absorver inclusive. Dentro do nosso espírito, esta este crescimento. É a ciência. É a filosofia. E dentro disto, inclusive, é que nós fazemos todo um trajeto. Eu vejo e posso até estar errada, Jô e eu quero levar isto
ao debate. Essa diferença que há na gnose, porque esse autoconhecimento na gnose ele é quase que intuitivo. Bom, não sei se queres complementar a pergunta ou se eu já posso falar. Sim, pode falar. É o. Assim. Desculpe, Marcelo, não estou pulando nada não. Não, não, vamos em frente. Tá bom? O que é que acontece? De certa forma, Leopoldina, ele sim. Uma boa parte desse conhecimento é intuitivo, porém, cada um de nós, como gnósticos, temos um nível interior. Vamos dizer assim, do do seu
próprio conhecimento. De limitações, enfim, então o que que acontece as os princípios, né? Críticos os princípios religiosos, os básicos, eles são muito parecidos, são muito antigos, então, da mesma forma que o espiritismo, eu também acho que dentro dele existe esse objetivo da Felicidade do despertar, o gnóstico, como gnoses, também é muito parecido. Existem alguns conceitos, algumas coisas que sim que diferenciam. Talvez a forma com que se passe os conteúdos.
Talvez algumas técnicas mais. Na verdade, todas as formas, todos os modos com que é o espírita, o gnóstico ou qualquer outra doutrina, usa para ajudar a gente a fazer essa melhoria. Na verdade, eles conduzem para o mesmo objetivo, então tem diferenças, sim. Existem algumas diferenças, não é? Algumas crenças, algumas coisas, mas eu, Oo. Cerne principal. Os conceitos básicos, os conceitos primordiais e mais
importantes. Eles são muito próximos, o que é muito bom, porque isso torna as religiões em si. No caso, principalmente o espiritismo e agnos coisas. De certa forma próxima, embora com suas diferenças, né? Existem algumas diferenças básicas ali, né? Que eu acho que não, não comprometem nem a nossa doutrina, nem OOO espiritismo são são diferenças. Por exemplo, não sei. Se eu posso dar um exemplo assim mais prático no. Espiritismo. Há esse conceito, pelo meu pouco entendimento, né?
De que as pessoas que né partiram, elas conseguem de alguma forma se comunicar com a gente? O gnóstico isso já é um pouco diferente. Já não funciona dessa forma. Pra pra pro gnóstico quando a pessoa, ela desencarna. Ela vai para a quinta dimensão, e ela não se comunica mais com aqui, a menos que ela volte numa recorrência. Aí ela vai reencarnar e vai
continuar, né? O trabalho dela, então esse é uma, é uma diferença, mas Eu Acredito que não muda o nosso trabalho aqui na Terra para melhorar a nossa existência. São diferenças, vamos dizer assim, conceituais, mas o trabalho em si, de melhoria interna é o mesmo. Muito bom essa questão intuitiva que a Leopoldina acabou de de levantar a partir da tua primeira fala, Leo é é Jô. Ela também está presente de alguma forma na prática espírita? Sim, Eu Acredito que sim, sim.
Nós acreditamos que, como disse Alain Kardec e os espíritos superiores, a primeira, a primeira intuição é a de um espírito do bem, né? É uma indição verdadeira, né? E aí nós podemos ampliar um pouquinho o espectro dessa noção de intuição. Para entrar também num processo relacionado ao autoconhecimento, onde nós intuitivamente podemos recordar de experiências anteriores. E? A vida ou em vidas anteriores? Quem acredita Na Na pluralidade das existências na pala, em
genes ou na reencarnação, né? Então esse ponto é muito conexo, né? Aproveitar a ideia intuitiva que pode vir fossas externas. Como você colocou. De forças internas em que se manifestam em totalidade nas experiências que nós vamos tendo. Aliás, quando você trouxe esse pequeno exemplo, né? Ele consegue situar para o nosso público o nosso videospectador, que há uma possibilidade de comprovação de demonstração, seja da teoria espírita, seja da teoria de nós, porque.
É assim que nós conseguimos efetivamente entender os processos. Ao que os espíritos ou os homens estão submetindo, se você ao vivo, aquela experiência fica muito difícil tratar do metafísico, do imponderável, do etéreo, né? Então, quanto mais nós aproximamos esses conceitos das nossas vivências. Mais facilidade nós temos para perceber o quanto esta teoria esta doutrina, esta filosofia, essa ciência, essa religião se
aplica ao nosso viver cotidiano. Sim, está muito boa essa primeira intervenção e a partir de ela, a partir dela, nós vamos fazer a segunda, que tem correlação com a primeira, a palavra gnosis. Ela vem do termo grego gnose. Né? Que pode ser traduzido em, em linguagem mais simples, mais popular, como conhecimento ou como consciência. As 2 coisas em conexão, né? Na doutrina espírita, Jô e a Leopoldina também é. É signatária desse pensamento. Nós acreditamos na.
Numa das informações trazidas pelas inteligências superiores, Allan Kardec dizendo, quando Kardec pergunta onde é que está, é o conhecimento acerca das leis divinas, das leis espirituais, como é que o homem, como é que o espírito pode conhecer essas leis, de que vocês estão nos falando e aí o espírito responde na consciência, né? O conhecimento espiritual está na consciência. A consciência do espírito da
individualidade do homem. SIM, 1 ponto chama a questão para nós espíritas e acredito, chame também para vocês que nós tínhamos, né? Que é a diversidade de consciências, né? Nós temos 11 infinidade de inteligências. Hoje vivendo na Terra, né? Existe uma diversidade de entendimentos que pode ser correlacionada diretamente ao nível de progresso. Espiritual, progresso da alma, progresso humano que é diferente entre as pessoas, né? E isso se manifesta, é em
pessoas que têm QIS, né? É uma inteligência acentuada e outros uma inteligência rudimentar. E, por outro lado, algumas têm uma ética super desenvolvida, uma ética humanista, uma ética de fraternidade, de consciência de coletivo e outros que têm uma ética que é aquela mais reprovável possível. Né? Então não ficas difícil. Jô é na linha da gnosis explicar as pessoas é esse conhecimento em razão dos diferentes níveis de consciência ou de conhecimento que as pessoas têm.
Como é que vocês trabalham essa diversidade ou como é que é feito o nivelamento para que as diferentes pessoas que aparecem nos grupos de estudo, que passam a conviver com a filosofia gnóstica, possam efetivamente compreender o os conhecimentos ou os ensinos da gnosis? É essa pergunta é muito, muito boa. Marcelo e ela vai responder muitas questões que muita gente às vezes né que não é da doutrina ou é de outras doutrinas, realmente pergunta, o que que acontece, né? AO agnoses, né?
A instituição, ela faz as suas divulgações, inclusive esse aqui é o nosso símbolo, né, que é usado nas nossas divulgações e as pessoas que sentem esse anelo, esse impulso, vão para as primeiras câmaras. Que são básicos, são turmas com o encontro, 2 encontros semanais duram 3 meses, a fim de dar uma pincelada muito básica, muito, vamos dizer assim, superficial, não No No assunto, mas na forma, né?
De transferir essa esse conhecimento de apresentar como se as primeiras câmaras são como se fosse um índice de agnos, porquê nesses 3 meses o aluno que frequenta vamos? Dizer assim? Essas aulas, ele vai ali sentindo se aquilo tem a ver com ele ou não. Se ele quer aquele conhecimento ou não, se ele quer aquela melhoria, se ele quer participar, bom. Dito isso, as turmas começam com um certo número e isso vai se afunilando durante esses 3 meses. Bom, que é que acontece o espírito, né?
Ele não está, não está fora, está bem. Então, o que que acontece? O conhecimento gnóstico e as técnicas específicas elas fazem com que com que nós, estudantes gnósticos, acessemos esses conhecimentos. O que acontece nas câmaras é que as pessoas. Para continuar, elas têm que primeiro entender que temos limitações, entender que temos problemas Na Na nossa existência. Ela, se as pessoas, elas têm que ter muita vontade para poder seguir, elas têm que ter muita
vontade de melhorar. É um trabalho. Árduo é um sacrifício porque impõe disciplina, estudo como todas as doutrinas, não existe melhoria dentro de uma doutrina sem disciplinas, sem estudo. Então o que acontece é que a seleção, ela é uma autoseleção, ela acaba acontecendo de uma forma natural de uma forma espontânea, pelas próprias pessoas, conforme os níveis de consciências que estão dentro de
cada um de nós. Então, tudo o que tem dentro da gente, de conhecimento ou até da recorrência anterior. Ou do Carmo ou de de tudo isso dentro de nós mesmos, já vai dizendo, já vai nos nivelando, inclusive dentro da doutrina gnóstica, não é raro a gente ouvir é do tipo assim. Bom, existem algumas pessoas é que entram para a segunda Câmara muito rapidamente e têm uma facilidade para o entendimento e
o desenvolvimento das técnicas. Acredita que sim, porque na recorrência anterior ela já era gnóstica. Então ela traz inconscientemente aquele conhecimento e aqui ela só continua e assim vai acontecendo.
Então esse nivelamento ele não é difícil, porque não são os instrutores gnósticos que o fazem, são os as próprias pessoas que vê a nossa divulgação de alguma forma acabam indo para as para as primeiras câmaras e vai funilando e no final dessas primeiras dessa primeira Câmara, no final dos 3 meses, a pessoa que se identifica, nossa, eu quero melhorar. Eu quero. Realmente fazer esse Trabalho Interno?
Eu quero realmente. É seguir isso aqui, o próprio coração dela, diz o própria consciência dela. O nível de confiança dela se equalizou com aquilo e ela, né, tem um. Tem uma parte ali que faz a consagração e ela entra para segunda Câmera, que é onde eu estou hoje. Então, respondendo à pergunta, o nivelamento não é difícil porque ele acontece automaticamente pelo próprio nível de consciência de cada um que, né, está nas primeiras câmaras. Espero que tenha, né?
Respondido, enfim. Marcelo, eu acho que você está sem som. OPA, voltou. É verdade, eu estava sem som, então vou fazer uma ponte com o que você acabou de dizer sim para colocar a Leopoldina nessa toada, que é justamente a questão que nós vemos hoje, né? Leopoldina nas casas espíritas, num privilegiamento cada vez mais crescente para as atividades de divulgação. Doutrinária, né? As palestras, vamos dizer assim,
elas ocupam. O carro chefe da atividade espírita, distanciando-se muito do modelo de Allan Kardec. Qual era o modelo de Allan Kardec? As palestras eram pontuais. Eram eventos de congraçamento, eram eventos de inter-relacionamento entre pessoas e grupos e o quente, o essencial eram os grupos de estudo, grupos de estudo, inclusive formados por pequena pequeno número de pessoas para que essas pessoas se autoconhecessem se conhecessem reciprocamente.
E formassem uma sinergia, a comunhão dos pensamentos como Allan Kardec coloca em várias das dissertações na sua obra. Então, Leopoldina, esse modelo da gnosis parece repetir. A proposta de Kardec de estudar, de fazer com que o indivíduo buscasse dentro de si o conhecimento externalizasse. Esse conhecimento compartilhasse com o outro e fosse resolvendo.
Entre os presentes encarnados e na comunicação com os desencarnados, o. AA fonte de descoberta daquilo que ele ainda não alcançava em termos de noções de conhecimento de sabedoria, não é isso, não é essa a ideia. É agnose, não parece se aproximar da da proposta originária de Kardec. Sim, Marcelo, nesse aspecto, sim, posto que, como agnose é o conhecimento, é o desenvolvimento do conhecimento. Para nós também.
Espíritas, temos esta finalidade, o desenvolvimento do conhecimento para a evolução do espírito. Mas. Nós temos. Temos. Uma. Uma semelhança pequena. Pequena, que é na questão do estudo hoje. O conhecimento não é mais tão prioritário. Marcelo e desculpa eu estar falando isto, mas AA verdade, não é? As pessoas vão ao centro espírita para conseguirem momentaneamente as suas necessidades. E não querem se dedicar mais ao estudo. É muito, muito, muito raro. Verdade?
As pessoas estudando as pessoas terem se conhecer, as pessoas querendo evoluir nesse no conhecimento, no ser mais universal, maior, melhor. Esta é uma grande. É um grande desvirtuamento que está havendo. Sim. Porque ser espírita não é você ir para o. Centro. Espírita, sem tomar uma chuveirada de paz e descumprir o termo é muito maior. Não adianta você tomar uma chuveirada de paz se você não consegue ter uma leitura interior e uma evolução interior dentro da filosofia.
Sim. Eu. Eu, olha, eu quase faço minhas as palavras da Leopoldina, porque eu vejo isso que ela está falando dentro da instituição gnóstica as por isso que ela falou, é muito real. As pessoas, apesar de gnose ser um autoconhecimento, a gente precisa estudar as ferramentas para isso. A gente precisa estudar a doutrina e os princípios, porque quando a gente está sem consciência para a gente despertar desencapsular essa consciência, a gente precisa.
O quê? Das ferramentas da doutrina EEA gente está muito longe, então a gente precisa estudar. Ler? EE isso que a Leopoldina falou se encaixa muito no que eu vejo hoje dentro da instituição, eu mesmo como aluna, eu estudo muito pouco, eu estudo muito menos do que eu deveria, claro, pelos é centenas de rotinas que a gente tem, mas isso que ela falou é, é assim, é perfeito, se encaixa muito. As pessoas não querem.
Às vezes eu sei que algumas não podem, mas a grande maioria às vezes não quer ter esse sacrifício, esse esforço, e é um benefício próprio, né? Porque é para o seu trabalho interior. Isso acontece com certeza. Complementando, inclusive, e dentro do nosso é do nosso conteúdo espírita, dentro dentro da nossa doutrina. Você me fala que nós nós estávamos começando a ter ritual, né? É tudo igual, não é?
É a oração, é a palestra, é o passo e. A questão da palestra eu vejo também a questão da palestra muito super fiado. Muito superjudicial é? Ela perde nos conteúdos, ela não consegue. Doutrinar e passar princípios. Às vezes fica muito no vazio. E haveria que ter uma outra forma? De fazermos com que os espíritas eles se dedicassem mais à leitura, mais ao conhecimento mais à ciência, mais à
filosofia. Sim. Essa eu acho que seria 11 necessidade quase que é dentro da nossa, da nossa, da nossa filosofia espírita e, mais grave ainda, Jô, talvez vocês não tenham, mas nós temos os os romances, então as pessoas por facilidade, elas ficam nessa ficção, romancista. Ah, sim, verdade, nós não temos realmente. É, e o que é muito difícil. Porque pouco ou quase nada, e eu já li alguns, até por curiosidade, a gente consegue, entendeu?
Trazer para dentro de si como um processo de evolução e de crescimento. Sim. Esses 2 pontos que dá esses 2 pontos que a Leopoldina está colocando, ela nos aproxima a seguinte situação, com o conhecimento gnóstico, Jô é OOO Zygmunt Bauman fala que nós estamos vivendo tempos líquidos, né? Onde as coisas se dissolvem com muita facilidade, né? Onde as coisas são fugidias, sim. Então o que acontece na pessoa que? Está procurando, está em busca. Ela quer o prato feito, uhum,
que é o prato pronto. É Batalha, né? Tadinho. Tá o atalho exatamente, é, é onde ela possa se alimentar com facilidade. Daí ela já partir para a vida. Para exemplificar, para colocar isso em prática, para ter o melhor proveito possível desta ou daquela filosofia que ela esteja professando. E se se aplica ao espiritismo e se aplica agnoses nós já tivemos oportunidade aqui de fazer as pontes com o cabalá. Então qualquer filosofia que esteja hoje disponível.
É para Oo acesso, para o interesse das pessoas. Grande parte dos interessados quer a coisa simples, a coisa é mais rápida possível para que ele possa lograr os benefícios. O os melhores, os mais rapidamente posicionais, é, e a segunda questão, ela está relacionada a isso também é a ideia de você ter uma preocupação com o aqui e o agora, né? Ninguém está preocupado com o plantiu. Todo mundo está preocupado com a
colheita. E aí essa instantaneidade que o Bauman também fala, nos dá a dimensão de que tudo tem que ser pra hora e tudo tem que estar disponível para o deleite para o proveito é dos indivíduos. Isso dificulta. É, dificulta você ter, é. É grupos de pessoas realmente interessados em se aprofundar. Isso dificulta a organização do tempo no dia, na semana, no mês, no ano, para que a pessoa possa desenvolver as suas várias potencialidades, né?
Então, volta e meia a gente conversa isso No No nível do espiritismo, na filosofia espírita, vocês devem conversar também no nível é dagnosi. Se você está numa roda de conversa entre amigos, e aí surge um determinado tema. Você gnóstica da posição que vocês têm estudado na gnosis e as pessoas ficam te olhando assim como se fosse um ser de outro planeta. Sim, a mesma coisa em relação à filosofia espírita estão discutindo lá. Ah, agora, a questão aí da da guerra, né?
No Golfo? Ah, e aí, de repente, alguém traz um conhecimento espiritual traduzido pelo espiritismo, e as pessoas ficam olhando assim como se aquilo fosse o conhecimento de outro planeta. Sim, não. É, está aqui disponível. Basta como você disse. O aprofundamento, o interesse em estudar, o interesse em não perder, ganhar tempo a crescendo. Algumas informações a esse arcabouço de conhecimento de cada um, individualmente, é portador.
Né? É, você tocou é muito, é rapidamente numa palavra e nós vamos aproveitála, já que você tocou, você falou em carma, né? E o carma é um conceito espiritual que é disseminado hoje por diversas filosofias. O próprio espiritismo tem a sua visão do carma. Como é o carma das religiões orientais, não é o carma da filosofia grega, não é o karma da gnosis, mas é o karma no sentido, assim você traz uma herança, você é herança de si mesmo e você vai aproveitar nessa existência para.
Trabalhar com essa herança e uma herança pressupõe para AA Leopoldina é advogada que nem eu, né? A herança é um instituto jurídico muito interessante. Uhum, porque os herdeiros, eles herdam o bônus e o ônus. Eles herdam os valores e as dívidas, os bens, os direitos e as obrigações. EE às vezes, a pessoa, o senso comum é da da civilização planetária. Acha não, a herança só vem coisas boas, não vai vim coisas ruins e nós somos também esses ser portador de uma herança com
coisas boas e coisas ruins. Eu tenho certeza que agnoses também trabalha essa ideia de que olha. Você está trazendo coisas do passado do seu passado instantâneo ou mais distante são boas, mas você também está trazendo coisas que precisa. Superar em si mesmo, é isso mesmo. É isso mesmo, Marcelo? Nós também temos essa, esse, esse ensinamento, né? Ou essa linha de pensamento que temos darmas e temos carmas que eles são já advindos, porque não?
O que é que acontece? Somos um espírito, a gente não é uma pessoa e um corpo. Somos um espírito que, ao longo da da existência espiritual, vai assim, vulgarmente falando, trocando de corpo, vamos dizer assim, para eu resumir, né? Então, cada vez que estamos encarnados, cada vez que estamos na recorrência. É humana nesse planeta. Isso vai acumulando o que vocês e nós chamamos de carma, seja bom ou seja ruim, ou seja, a herança coisas boas e coisas
ruins. E nessa nessa existência terrena, cada vez que temos uma recorrência terrena, chamamos de recorrência. Temos a chance de poder trabalhar e. Vamos dizer assim, ter créditos para diminuir o nosso carro, mas diminuir o nosso sofrimento, mas aí entra toda aquele assunto do livre-arbítrio, se a gente consegue ou não consegue, eu acho que é tempo. Para dar mais uma live, né? Mas realmente, o conceito é esse. Pensamos nisso aí praticamente da mesma forma. Muito bom.
É, tenho uma pergunta para ti do do internauta Jô é justamente em cima da tua fala, né? Pedir para a Júlia colocar aí no na lousa. Manuel Fernandes está perguntando, quando você falou em Câmara? Primeira Câmara, segunda Câmara, você está na segunda Câmara e está perguntando, câmaras são níveis, são estádios? Sim, é, e são estágios que não interdepende do outro, é
qualquer pessoa, por exemplo. Assim você, Marcelo, pode abrir lá. O site do gnosius Brasil lê todos os 100 livros que tem lá e você vai ter todo o conhecimento gnóstico tal, você não vai pular direto para a terceira Câmara, você tem que entrar na primeira passar ali pela creche, né? O jardinzinho aí depois. Você, Marcelo mesmo. Você saiba tudo bonitinho ali decorado, o Marcelo vai sair lá da creche, do jardinzinho vai pro pré, né?
É consagrado, vai para a segunda Câmara e ali dentro da segunda Câmara, há subdivisão para as terceiras câmeras que são realmente níveis que daí já é. São pessoas que acabam se tornando isis ou acabam se tornando os os bispos, as as subdivisões dentro, né, da do gnóstico do da gnosis. Então, sim, são níveis. Primeiro, segundo exatamente conforme o número são níveis. Muito bom, é isso aí. É compatível também, né? Leopoldina? Com com o centro espírita, com a estrutura da do espiritismo
organizado, né? As instituições físicas, os centros espíritas, porque o indivíduo lá entra como tarefeiro, que é uma palavra que eu acho horrorosa. Tarifio, né, que faz tarefas, né? A ideia trabalhadora é o que faz 11 ofício, um trabalho desempenha um papel dentro da casa espírita. De qualquer maneira, ele não IA entrar lá, participa de uma determinada. São menor de um de um grupo de um departamento, vai galgando alguns postos, pode chegar a ser
pela democracia do voto. Presidente da instituição espírita. Essa é uma questão organizacional e a outra questão que é que a Jô acabou de colocar, né? É que o indivíduo começa a estudar, começa a ter acesso ao conhecimento, ele vai recebendo algumas tarefas. Mais adiante, ele vai coordenar um grupo, ele vai fazer a exposição doutrinária, ele vai fazer, é cursos de treinamento dos outros. Conhecimento, então é muito similar, né?
Sim, é isso mesmo que acontece, quanto mais conhecimento depois que ele passa da primeira para a segunda Câmara é Oo. É aquela entra lá naquela questão do nivelamento, né? A pessoa, ela vai estudando, estudando e ela vai se destacando e daqui a pouco ela vai fazer um curso de instrutor. Ela vai começar, né? Dar instruções.
Existem também algumas qualificações e formas de escolhas também ligado um pouco à Mística, que isso é uma coisa particular gnóstica, não é para que tal pessoa, seja para que tal mulher seja isis, para que tal? Aluno, vire um sacerdote. Existe um nível de conhecimento, um nível de frequência junto com essa seleção, que é uma forma, né, particular, dentro da da da doutrina. Mas é assim mesmo que funciona. É bem bem similar.
Jô, você também falou há pouco da gnosis Brasil, eu estou entendendo que gnosis Brasil deve ser um órgão diretivo nacional. Que organiza as instituições, os estados, pelas cidades e tudo isso é possui. É, é ramificações. Ligações, né? A um, entre aspas, bem, entre aspas, há um poder central, é isso mesmo. Isso mesmo, está. Guinnós está presente em. Praticamente todos os países. Agora a gente está. Eu acho que até uma pergunta lá do final, mas vou aproveitar o gancho.
A gente está está com 40 sedes no Brasil. E estamos na iminência de já a inaugurar a sede, de consagrar, né? A sede na Suíça. Então estamos também com frente de estudos, inclusive no Japão. No Brasil, o nosso templo de mistérios maiores é o templo binar, que fica em Minas Gerais. Então esse tempo chamamos de mistérios maiores, porque todas as é subcongregações do Brasil se dirigem lá para fazer as formações para fazer os, vamos dizer, retiros para fazer as as os estudos mais longos para
fazer convivência para. Aprendizados para o próprio curso de instrutor curso de isis então os cursos maiores. São todos no monastério binar, e aqui em Palhoça, nós temos o lumizeal xed, que seria o templo é ao qual eu pertenço, e em São Pedro de Alcântara, nós temos um templo de nível maior do que o nosso, que é a academia tenéia. Então é existem cursos de nível de mistérios muito maiores que são em Minas e de ministérios
menores. São na academia tenéia, em São Pedro de Alcântara. Certo, aí é, vem uma pergunta que me parece ser natural, pra gente entender a correlação entre a organização da gnosis e a organização espírita, né? No caso do espiritismo, Jô. AAAA Leopoldina vai vai confirmar isso que eu estou dizendo, é, você não precisa de autorização da federação espírita brasileira, que é o órgão, entre aspas, superior do espiritismo organizado no Brasil, nem autorização das federações.
Existe uma federação em cada um dos estados dos 27 estados. É, não seja mais o Distrito Federal, né? É para que um centro espírito abra suas portas, vamos dizer assim, eu, Marcelo, a Leopoldina, qualquer ou o outro espírita pode botar uma salinha num edifício comercial e dizer ali é um grupo centro espírita, uma associação espírita, né? É. Não pedindo então autorização nem dependendo da da chancela de que não exista, né? A minha pergunta, então, é se nagnos.
Por exemplo, você está estudando agnoses? Se você quiser, você pode abrir um grupo de estudos e chamar aquilo como um núcleo de gnosis ou você está sujeita a chancela. A autorização é de desse equinoses Brasil. Respondendo a outra pergunta, Marcelo, não, nós não podemos abrir sem autorização do monastério binar porquê? Primeiramente é pra entrar pra vamos dizer assim, consagrar EEEE coordenar um. Do?
Um dos nossos lumisiais, vamos dizer assim, falar numzial é como falar assim, paróquia pra tentar, né? Mais ou menos trazer aqui pra um conhecimento mais comum é primeira pessoa já tem que ter passado pela primeira Câmara, tem que ter um número suficiente de pessoas naquela cidade que necessita, por exemplo, nós. Temos gnósticos que já são de muitos anos, que frequentam aqui.
É Oo Luiz alchezé de aqui em Palhoça, fizemos uma frente em Santo Amaro da Imperatriz. Divulgamos tal durante um tempo, mas não houveram pessoas suficientes naquela localidade. Que justificasse o aluguel e todo o empenho e, posteriormente, a consagração de um tempo para aquela cidade. Então, tudo isso realmente parte de uma autorização superior. Que é do templo de Ministério maior, o monastério binar, as ordens vêm de lá tanto para a consagração de monastéreo de um
perdão de um de um templo. Para alguém se torne um país, né? E alguém que se torne um sacerdote. Isso tudo vem com uma autorização, por exemplo. Assim, se eu quiser é estou viajando, estou como já me aconteceu, estou na Espanha, quero frequentar o lumiziar, o gnóstico na Espanha eu pergunto aqui para minha diocese, onde é que tem?
Eles me dão endereço ou entre em contato, mas eu tenho que levar uma carta que a gente chama de um salve, que a gente chama, que eu tenho que apresentar aquela carta provando que eu sou agnóstica, que eu já fui consagrada, que eu estou na instituição que eu estou frequente, porque se você deixa, se você, se nós como gnósticos, se passarmos 3 meses.
Sem ir na nas, nos rituais e, enfim, nas atividades gnósticas é, nós somos descadastrados e aí tem que passar por toda a primeira Câmera de novo, então eu levo uma carta se eu quiser. Ah, se ele é ator em qualquer país ou em qualquer lugar, eu preciso dessa carta para poder entrar naquele ilumidial, participar daquele rito de grau daquela, né? Aquela celebração eu preciso dessa autorização, então tem uma certa burocracia, tem um certo controle.
Até para que, no nosso caso, a pessoa que for ministrar isso, ela tenha o conhecimento é e o respeito para poder levar isso de uma forma educativa e não especulativa, né? Então é, é porque o agnos tem muita coisa Mística, então às vezes pessoas que não são bem intencionadas podem usar isso para o lado, para um lado que não é o lado certo, não é. Sabemos muito bem que existem pessoas e pessoas, então sim, há esse controle, sim, estamos abaixo desse controle, dessa
autorização para poder abrir. E consagrar um nomeziel? Marcelo, eu poderia fazer um parênteses? Sim. Aliás, eu estava curiosa desde o início sobre isso, Jô é realmente, se é, se você usa muita palavra consagrar, né? E eu gostaria até que você me definisse melhor. O que é o que é? A consagração para gnose e outra coisa, agnose é realmente ela tem o seu ritual e ela é Mística e pelo que você terminou de falar. Diferente de nós, espíritas, o centro ele é aberto. Uhum.
Qualquer um pode entrar. Pode assistir, pode participar, lógico que tem. 11 parte que também é interna quando você prepara para o para a mediunidade, aquela coisa, entendeu? Mas, no fundo, no fundo, é como qualquer outra religião, evangélica, católica. Sim, ela é aberta. Vocês, pelo que eu estou entendendo, ela é sempre totalmente é fechada. Sim, pergunta da questão Mística. Sim, Leopoldina. Ela é fechada, é isso.
É é uma coisa, né? Que é bem curiosa, mas ela é fechada e só participa quem realmente já passou pela é primeira Câmera e ele passou, foi consagrado para a segunda. Por exemplo, no catolicismo e até no próprio espiritismo. Qualquer pessoa realmente tem acesso e pode o nosso, não. O nosso é fechado, por exemplo, assim. Vou abrir um parênteses aqui para falar uma experiência pessoal, eu me casei novamente agora em junho, por. Exemplo, eu não poderia. É muito obrigada.
Eu não poderia levar o meu marido para o casamento gnóstico porque ele não é gnóstico. Então eu estou casada é sob as leis, né brasileiras? Isso é considerado pela gnosis correto? Mas vamos dizer assim, Oo mais correto seria que eu me casasse com outro gnóstico para que nós pudéssemos fazer? Eu não vou chamar de comemoração, mas para que a gente pudesse fazer o ritual religioso dentro do templo gnóstico, ele também teria que ser gnóstico. Então é por exemplo.
Vamos supor que ele fossegnóstico e eu e ele fôssemos fazer o ritual de matrimónio. É religioso, dentro é de um lumizia agnóstico. Minha mãe, meu pai, minha família, não poderiam ir porque não são gnósticos. Então isso é uma coisa que, né? Às vezes a gente olha assim, mas é essas regras existem por algum motivo, né, que já antecede muito aqui a nossa existência e elas é, com certeza têm a sua razão de ser, mas é realmente respondendo à tua pergunta. É fechado?
Vou aproveitar, então vamos emendar aí a pergunta da Júlia. Se é essa questão da gnose, é fechada. Os tempos são fechados. Né? Como é feita então a divulgação da gnose no sentido de que novas pessoas possam se filiar agnóstico, possam participar desses eventos ou dessas reuniões fechadas. Como é que é feito isso? Bom, é. Que que acontece, Marcelo? Eu vou. Eu vou dar, começar por um exemplo mais simples.
Eu entrei na gnosis com uma divulgação que eu vi no Facebook, porque o que que acontece, agnossi para que ela seja difundida como qualquer outra doutrina, ela precisa chegar aos olhos das pessoas, porque é por indicação, é complicado, não se indica uma religião para ninguém, então o que é que acontece? Existe frentes missionárias, existem, divulgações, antigamente se colava panfletos, tipo com essa, com esse símbolo nos postes.
Existem divulgações hoje, né? Modernizando e trazendo para o entendimento do ser humano atual. Existem divulgações digitais, Instagram, Facebook? Participação em eventos de Caridade, várias coisas, mas quando a gente vai num evento, a gente só vai com a camiseta. A pessoa vê o símbolo e muitas já sente aquele anelo de OPA, deixa eu descobrir o que é aquilo. Então a nossa divulgação é uma coisa. É muito sutil, muito singela, né?
Não querendo desmerecer nenhuma religião, não, não é o meu objetivo, mas é usando como exemplo. A gente não bate na porta de ninguém para levar a palavra e dizer, ó, você quer me ouvir? A gente não pratica isso. Então, geralmente as pessoas me perguntam, Ah, tu égnóstica, ficam sabendo essa coisa por uma camiseta ou por qualquer? As pessoas me perguntam, qual a tua religião, sognóstica ai, o que que é? Então? Eu tenho a primeira oportunidade de falar pra pessoa.
Então a divulgação ela acontece de n maneiras, só que sutilmente é sempre como se fosse uma demonstração de estou aqui, mas eu não passo dessa Barreira para impor ou para falar para pessoas qualquer coisa. Que seja além do que elas me perguntarem. Então existem vários tipos de divulgação. Todas elas têm essa regra. Elas vão até aqui daqui para frente. É só se a pessoa perguntar e buscar. Certo, vamos emendar mais 2 perguntas do nosso público que são bem dentro do que tu estás falando?
Primeira delas já apareceu aí na lousa. A Marta está perguntando, quem é que mantém financeiramente o tempo? E aí a segunda é que é a pergunta do Rodolfo Ferreira. Qual é o material de estudo que vocês utilizam? Na Na. Na seccional, se se posso dizer No No tempo da gnosis, aqui na Palhoça. Sim, bom, como que nós nos mantemos financeiramente agnosis é uma doutrina, né? Uma instituição totalmente sem fins lucrativos nenhum, né? Isso também, eu acho que deu uma pergunta lá do final, já vou
antecipar. É, não temos nem um fim lucrativo, nos mantemos com doações tanto de externos, a quem não é gnóstico. Nós chamamos de externos. Por exemplo, você, Marcelo, se quiser fazer uma doação, inclusive, será muito bem-vinda. Essa doação é aceita e vai financiar os estudos das pessoas que vêm para a primeira Câmera, porque nós precisamos pagar o aluguel.
Nós precisamos pagar a luz, os materiais que são impressos para essas pessoas, os o próprio, a própria divulgação, seja do Instagram ou do Facebook. Então existem doações de externos e dentro é trazendo para a segunda pergunta dentro do nosso tempo. Nós que somos pertencentes àquele. Lide entre a gente, a gente mesmo faz doações, é fazemos trabalhos, fente para arrecadar fundos para poder unicamente manter e comprar as coisas que
né? O nosso tempo precisa, então é todas as pessoas que trabalham nas frentes gnósticas, sejam como instrutores. Qualquer trabalho lá dentro é tudo voluntário. Ai deu uma enchente, quebrou alguma coisa. Nós como voluntários as pessoas que têm esse conhecimento técnico de concerto vão lá e fazem o concerto, ai precisa fazer uma cortina, uma de nós que tem esse conhecimento vai lá e voluntariamente faz então. Tudo é voluntariado e tudo é sem fins lucrativos com doações de
nós que somos, né? O gnósticos e doações externas também. Ó Marta, tem que passar a sacolinha para poder. Agnoses, assim como o centro espírita se manterem, né? Tem que passar sacolinha, né? As pessoas às vezes assim, Ah, tem, tem, tem donativos aí na nas igrejas de. Centro, espírito, espírito no centro vinorte. O templo gnóstico vai ter também porque é, não tem almoço grátis, alguém vai custear o almoço no sentido assim, alguém vai vai manter aquela estrutura, vai.
Vou colocar aquela estrutura à disposição dos interessados, dos parceiros. Sim, sim, exatamente. Vamos seguir um pouquinho. Temos uma pergunta que foi encaminhada pela nossa produção, Jô, nosso querido Gerson iamin, e ele faz uma analogia bastante interessante, né? Nós temos um princípio de. Tido como cristão, não é? Eu particularmente não gosto muito do adjetivo cristão, porque ele acaba. É misturando tudo, né? Mas digamos assim, tem uma frase atribuída, é, é a Sócrates, né?
E aos aos gregos e é o conhece-se a ti mesmo, né? E esse é esse elemento, já que a filosofia grega inspira o cristianismo, inspira o espiritismo, inspira gnoses, né? Ele é citado como um ponto fundamental para que o espírito, o homem, a individualidade, se torne uma pessoa do bem, um homem de bem. É essa tese é defendida também pelos gnósticos. Sobre uma não necessidade ou uma desnecessidade da existência de intermediários entre os humanos e o Divino. Bom, o que que acontece, né?
É o primeiro, assim, contextualizando. A gente precisa fazer uma reflexão, é assim, uma reflexão da mais simples para mais complexa, né? A gente tem que considerar assim, será que a gente realmente se conhece? Será que muitas das vezes a gente acha que é uma coisa e não é e muitas vezes achamos que não somos uma coisa que somos? Então a gente tem que começar bem lá do comecinho, né? O que é que realmente move os
nossos impulsos? Da onde vêm esses impulsos, os nossos pensamentos, as nossas emoções? Nos nossos sentimentos que geram as nossas ações, então isso são todas questões que vão levar, né? Dentro desse contexto do autoconhecimento. Então, o que é que acontece? A gente sai do crer porque nós temos que experimentar e vivenciar, porque é só isso que vai fazer a gente ter, né? Uma melhor? Nada disso é possível. Sem Deus essa força, nada dessa evolução é possível sem a força de Deus.
É não. Assim a gente dá forma, né? Deus? Como dar forma? Mas ele não tem uma forma. Então o que que acontece? É só vivendo Deus que a gente vai conseguir ser feliz, então agnoses. É para quem quer viver esse Deus. É então a ferramenta, vou eu vou usar essa palavra, né? Meio rudimentar, mas é o que eu tenho agora. A ferramenta entre nós, esse Divino que a gente precisa ter dentro da gente, é o conhecimento. Gnóstico.
É a doutrina que não não tem, não tem como eu eu chegar nessa melhoria da minha essência, do meu ser, sem sem saber viver esse Deus. Através de como que eu vou viver com as técnicas e o conhecimento gnóstico? Então, é mais ou menos isso o que que está entre a gente Divino primeiro sem Deus. É impossível fazer esse trabalho e segundo agnosis, é que está entre no sentido de ligar, não de separar, né? Então não sei se eu, se eu conseguir responder a tua pergunta, mas é mais ou menos
isso. É, posso. Posso completar? Posso, vamos lá. Porque acho muito interessante essa questão é que a juiz está colocando. E que nos diferencia inclusive, enquanto espiritas. Jô. Ou seja, a ligação. Dos dos gnósticos diretamente, a evolução para atingir a Deus, os que nessa vocês não têm seres ou têm seres intermediários. Mas esses seres intermediários não se comunicam como nós, espíritas, nos comunicamos com
com os espíritos desencarnados. O que é que acontece a nossa, vamos dizer assim, à comunicação seria a ajuda. Não sei se é nesse a linha de pensamento é, a gente não se comunica é com seres, é desencarnados. Assim tipo nós, mas nós temos os mestres que estão em outros planos como Jesus Cristo, mestre Samuel, choc pilly, Hermes trimegistro, que é da medicina. Então, esses seres que são despertos, né? Que são evoluídos, eles que podem reencarnar e vir para tentar, né?
Salvar a gente aqui do negócio. Esses mestres, sim, nós é quando temos alguma coisa e precisamos de uma certa ajuda, sempre pedindo. De acordo com a lei divina. A gente sim pede uma ajuda para eles. É não tem 11. Nós não temos uma comunicação
direta, mas nós temos. Esse, vamos dizer em subterfúgio de pedir sim, uma ajuda para eles, para que eles possam nos auxiliar no trabalho para que eles possam, por exemplo, antes mesmo de eu começar a live, eu fiz uma oração para a minha mãe divina e eu pensei assim, minha mãe divina, me ajuda e me orienta para que eu consiga fazer o meu melhor. E para que eu consiga trazer a verdade da nossa doutrina, né? Para que as pessoas conheçam independente, aqui não é 11
coisa de a gente aceitar ou não. Julgar ou não. É só para dizer como é, para que as pessoas saibam como é, então eu mesma pedi uma ajuda, né? Para eu não para, eu não gaguejar, para eu falar coisa errada, então sim, para os seres que foram despertos, mas não para se fossem parentes ou pessoas, assim como nós. Só para completar a pergunta, esses meses? Mestres que vocês fazem oração a quem vocês se dirigem e já foram encarnados? Sim. Tal qual Cristo, sim, eles já
foram encarnados. Só que o Cristo para você, não tinha corpo. Sim, teve corpo. Esse é um ponto interessante, né? Poder, eu estava até conversando com o meu amigo Márcio Saraiva, lá do Rio de Janeiro, e a gente sempre conversa antes das Lives. Ele sempre dá algumas sugestões, faz alguns questionamentos, né? Existe, é, existem alguns pensadores que se afiliaram a conhecimentos gnósticos aqui no Brasil.
Jô, só porque o conhecimento e eu acho que a Leopoldina fez essa pergunta baseado nisso, que participaram da formação da federação espírita brasileira. Uhum. E essas pessoas é vinculavam a sua ideia de Jesus a um ser a gênero, a um ser que não teve corpo físico e disseram nas reuniões originárias lá do início do século 20 aqui no Brasil, né? Grupo dos místicos que acabou ganhando dos do grupo dos científicos na formação da federação espírita brasileira, disseram que alguns de nósticos
acreditavam nisto. Que Jesus era um ceragenere, que Jesus não tinha corpo físico e que, portanto, era a encarnação divina na Terra. Então por isso que a Leopoldina fez esse apoio? Nesta direção. Ah, entendi. Nesse sentido e a gente sabe que que, pela filosofia gnóstica, o pensamento é similar ao do espiritismo. É, é Jesus, foi um homem que encarnou na Terra que teve um pouco físico igual ao nosso, que estava num estado ascensional muito elevado.
Que veio para dar uma mensagem 11 lição de vida, uma exentificação das virtudes, e morreu como qualquer outro ser humano morre. Então essa ponte que a Leopoldina fechou é muito interessante e tem a ver. Alô, Márcio, aquele abraço ao ao conceito, né? Que às vezes é travesti é tão. Acaba tomando algum atalho para justificar aqui ou ali um conhecimento que, na verdade, não é a realidade dos princípios de ignor. Né? E que tem muito a ver com o
nosso início, né? É, tem a ver com o nosso início. Quando você falou aí desta na pergunta do Gerson e a mim muito boa, por sinal da da ideia de não precisarmos de intermediários, né? Vamos lembrar que Gilberto Gil, né? Se eu quiser falar com Deus. E ficaram, né? Com essa ideia, é realmente a essência. Da natureza espírita é a extensa, na natureza gnóstica e que nós estamos em comunicação com a nossa essência, com a nossa origem, com a divindade e
com o universo, com as energias. E não precisamos nesse estágio de comunicação de nenhum interminável, né? Mostrando muito interessante. Bom, é o Francisco Gonçalves Alves é fez uma pergunta, João. E é bem simples para ti lhe responder e eu já sei a resposta. Ele está perguntando assim. Você precisou de autorização da cúpula para participar desta live aqui no nesse caso? Eu precisei mais de ajuda do que autorização, né? Para. Mais para a gente da comunidade
gnóstica. A gente está muito contente de poder estar aqui hoje, né? As pessoas é que estão dentro da congregação, né? O Filipe, nosso irmão, né? Lá da da gnosis, ele que tem um que tem um conhecimento muitos anos a mais que eu, ele que ajudou a elaborar algumas das questões aqui que eu precisava responder para vocês. Então não, eu não precisei de uma autorização. Até porque, né? Eu como gnóstica, sei o que eu
posso falar aqui. O que é que é particular da nossa doutrina e o que eu posso trazer para vocês? Mas eu precisei foi de ajuda para poder trazer a coisa correta, né? Porque a doutrina é muito vasta. Então, assim é muitos livros, é muita coisa e a gente nasce e morre tentando aprender, né? Então eu eu queria que o pouquinho que eu sei fosse transmitido para vocês da forma mais mais real, mais certa possível, né? Porque poderiam ser a surgir questões, as a quais eu não
tenho conhecimento. Então eu, né? Tentei me preparar na medida do possível, mas não, não precisei de autorização, precisei de ajuda mesmo. Ótimo, legal. É, tenho uma pergunta também da nossa Maria Rosário relvas que está lá em Portugal esse ano, ó pá é da cozinha. Ela faz parte do meio do conselho de gestão do SH. Ó pá, então ela está perguntando qual é a definição de Deus na gnosis? A definição de Deus está ligada a uma força que a gente não quer
dar forma. A gente não pode dar forma, né? Mas e nem conceito, eu acho que seria muito assim muito petulante da gente. Como gnóstico é um conceito para Deus, é. É uma força assim de eu não sei nem palavras assim pra conceituar, mas Deus é uma coisa tão superior, tão absoluta. É o começo de um tudo que tipo assim fico literalmente sem palavras. Eu hoje estou bem sonoro, bem canoro, mais do que o costume,
né? Eu vou evocar, vou evocar porque ele já desencarnou, você que está do outro lado aí do aparelho e é espírita, sabe o que é evocação? Então, eu vou evocar o raulzito, o Raul Seixas, para dizer que Deus é o início, o fim. Do e-mail? Muito bom, muito bom, constante musical. Não precisa trabalhar em nós, né? Sair desse, desse convencionalismo, admitir.
Como a Jô acabou, de admitir a nossa precariedade de vocabulário e de entendimento para definir aquilo que é o mais sublime que a nossa natureza humana e espiritual pode conceber. Não isso a gente faz tentativas agnoses, dá algumas noções a respeito de Deus e. Dina, vai dizer para nós aqui o conceito que está na questão número 1 de um livro dos espíritos. Quando Kardec pergunta não, quem mais, o que é ou que é Deus? Deus é inteligência e a causa primeira. De todas as coisas? Exatamente.
Então essa é a noção que nós, limitadamente dentro da visão espírita de ou conseguimos, com o auxílio daqueles que estão mais à frente dos dos assencionados dos espíritos superiores, como Kardec, assim definiu no preâmbulo do livro dos espíritos, a sua primeira obra. Sim. Podemos conceituar acerca de algo que está muito distante ainda da nossa compreensão. Temos mais. É da da daqui, do improviso, né? Porque quem sabe, faz ao vivo. Desfalques do Silva?
Alô, Faustão, aquele abraço comunicador. Comunicador é a mídia de mão cheia, né? É a Marta, 9 está fazendo 2 perguntas, eu vou fazer 12 em um aí, né? Você respondeu a Leo que Jesus teve corpo, que corpo carnal ou fruídico para a sua doutrina ou Marta, eu acho que a Jô já respondeu dizendo, né, que Jesus o jesusinho? Ou como eu chamo o Macron, teve. Um corpinho parecido, parecido com o da Leopoldina, parecido com o da Jô, né? Mas se a Jô quiser complementar
alguma? Questão sim, sim, é se foi Karnal, sim. Canal, né? Corpo, sangue, músculos, nervos, ossos, cabelo, dente e tudo mais que você encontra em qualquer espécie me da nossa humanidade. Há outra pergunta da Marta. Para completar, posso completar? Em relação ao ao Magrão, vamos lá. A concepção do Magrão. Para nós, na concepção, ela. É a concepção da vida comum. Para vocês, como foi a concepção do madrão? De Jesus? É essa pergunta. Eu não vou saber te responder
essa, eu vou pular. Está bom no sentido da da pergunta da Leopoldina, eu acho que já está diretamente associado, penso eu, né? É muito humildemente na ideia que eles têm a respeito de Jesus, né? Leopoldina, se ele é 11 homem que teve a mesma Constituição física, orgânica, biológica que nós. Ele, como disseram os profetas da antiguidade, é o mais sublime dos nascidos de mulheres, né? Todos nós nascemos de mulher, nós tivemos uma gestação natural, não foi o Espírito
Santo que. Foi, exatamente. A? Barriga da Maria e gerou um ser diferente de todos nós, né? Essa ideia precisa ser realmente. Revista, porque ela não faz sentido algum, é um mito. É uma Mística que não ajuda a nos aproximarmos desse Jesus que está próximo. De nós? Irmão mais velho nesse sentido. É de irmandade espiritual, né? Vamos seguir, é. A parte, né? É, nós temos a uma pergunta aqui, né? Existe um termo Jô, muito popular atualmente, que é a fulano é agnóstico, não, eu sou
agnóstico, né? Sim, de de ter um posicionamento em relação a alguns conceitos que tem a ver com religião ou religiões, né? Então, existe esse antagonismo entre quem é gnóstico ou agnóstico. Ou, de certa forma, podemos dizer que agnosis é a oposta aos agnósticos. Assim, Marcelo é primeiramente, né, contextualizando. Nós não somos, é opostos a
nenhuma doutrina, né? No sentido assim que tu me entende que a gente não, não, não afronta né nenhuma para a gente, respeita todas as formas de de doutrina de religião para a gente não existe 11 oposição no sentido negativo, né? Mas o que é que acontece? É pelo dicionário os agnósticos, né? Pelo conhecimento que eu tenho, eles acreditam que é tudo só matéria. Eles não acreditam na existência divina, No No que vem depois. Então para eles, é tudo matéria. Então para eles começa aqui e
acaba aqui e né? Não estou julgando eles, estou só falando o que eu conheço dos agnósticos nesse ponto, nesse nesse conceito, nós, como gnósticos, pensamos, sim, Oo, vamos dizer, não, o povo é o contrário, porque para nós não funciona, não é, é o contrário, nada é matéria para nós. A matéria não tem importância nenhuma para nós é o contrário, nesse sentido de que para nós é tudo essência.
Para nós, é a essência que vai passando por fases materiais, mas as fases materiais para a gente é descartável, no sentido de que vamos passando, mas são muito úteis para que a gente possa fazer o nosso trabalho de melhoria da nossa essência. São úteis, mas nós não somos a matéria. Nós somos essa essência, então, sim, neste neste conceito objetivo de matéria versus essência ou espírito, a gente pensa o oposto do que eles pensam, né?
Então, nisso sim. Muito bem, eu acho que esclareceu bastante essa questão aí e também ter tomar cuidado, né? Para não. Terggiversar para a ideia do materialismo do materialismo científico do materialismo dialético que são Correntes do pensamento, todas elas respeitáveis, e são a filosofia que fazem parte da nossa história e que retratam um modo de entendimento. Não é o modo de entendimento do espiritismo, mas também o espiritismo. Respeita, né? E o único inimigo, né?
Leopoldina, é que Kardec sentenciou de uma forma cabal, de uma forma definitiva, é o materialismo, enquanto a ideia de que tudo parece com a morte física, esse é o inimigo do espiritismo, porquê? Porque o espiritismo, estruturalmente, é uma filosofia. Espiritualista? Logo ela se opõem, não no sentido de se digladiar de de entrar em texto. Isso mesmo, foi o que eu falei. Né?
EAAA? Jô acabou de pontuar também que é agnosis é espiritualista e se opõe ao materialismo, que é aquela crença de que nada importa além da matéria. Então, nesse sentido, há uma oposição de conceitos que não significa que eu vou sair por aí. Entrando em conflito com quem é materialista. Respeito, né? Sim, sim, é um dia. As pessoas vão perceber pelo próprio processo de amadurecimento pessoal. Sim. Mais ainda, como a gente costuma jocosamente dizer nos grupos
espíritas. Nela, Leopoldina, do outro lado da vida, quando a pessoa despertar, dá morte, que é o final da vida física. Mas não é o final da vida espiritual. Do outro lado, às vezes. Assim. Ah. Então, existia aquilo que eu negava. Fundamento? Uma realidade, o. Marcelo é icônico, né? Ó, mas é essa a ideia? Acho que ir pro Jerusalém. É de espírito. Começam AA conversar comigo, Ah, mas a gente pensa diferente disso, não tem problema, tem problema algum aqui e agora.
Pensar diferente, essa dialética, essa diversidade é fantástica para a natureza da humanidade. São vários caminhos, né? Agora, do outro lado da vida, você vai ver que muitas das coisas que eu estou dizendo são realidade e não é porque eu sou melhor do que ninguém ou porque o espiritismo seja uma concepção filosófica superior às outras, é porque em alguns pontos a informação espiritual chegou de uma forma. É compreensível e demonstra que
existe uma realidade. É maior do que essa que é formada aqui, desses elementos materiais e por onde, por exemplo, está saindo a minha voz. Né? No mundo espiritual não precisa vozes, né? Nós estamos aí com audiência qualificada, muito boa, temos gente da Espanha, temos gente de Portugal e várias partes do Brasil também, de alguns países da América do sul. Quero agradecer a todos pela pelo acolhimento que vocês dão na nossa proposta do ECK.
Por essa perspectiva de nós trazermos, sim, conhecimentos que a princípio não tem nada a ver entre aspas com o espiritismo. Mas tem. Vocês estão vendo pelas respostas à Jô, pelas convergências entre o pensamento bnóstico e o pensamento espírito. É confirmando aquilo que os grandes sábios da humanidade já disseram, o conhecimento, ele é particularizado, mas o conhecimento vem de uma mesma fonte, a mesma fonte universal, né?
Temos uma pergunta do Wilson Custódio para você aproveitar para fazer a sua merchandising, a Índia. Ó, quais são os canais que a joselva nos indicaria para melhor nos aprofundarmos na gnosis? Bom. Hoje, o site da agnosis Brasilis Brasil. Depois eu posso mandar se alguém precisar, né? Digitado é o site que é o oficial, o gnosius Brasil. Lá dentro tem os livros que O
Mestre que O Mestre deixou. Reorganizando toda a doutrina pra gente e tudo o que está lá dentro do site da gnosis Brasil é confiável, é de fonte, é o material que nós estudamos. Claro que o que está lá é o que vocês externos podem acessar. Existem outros conteúdos que são para nós, alunos de segunda Câmara, para frente, que é particular, de dentro da da da da instituição, né? Que são os rituais. São coisas particulares, né? De cada doutrina, mas para um
externo que quer hoje entender. Né? Agnosis vê como que é? O site gnosi Brasil é a melhor fonte. Muito bem, eu já pedi para colocar no banner aí para que as pessoas possam acessar. Guinoisesbrasil.com é o endereço que a Jô acabou de divulgar. Bom, Jô, vamos para uma pergunta polêmica, uma pergunta, porque o esse cara é polêmico por natureza? Polêmica. Sempre aqui para fazer faz de conta, né? Nós vemos aqui para colocar lenha na fogueira e trazer informações que possam ser
interessantes para todos. Jo, muitas pessoas dizem que a Maçonaria se utiliza dos mesmos princípios da gnosses. Essa é uma pergunta que vem lá das pragas do Rio Grande do Sul. Chega lá. E a nossa querida Maria Cristina rive, que também faz parte do conselho de gestão do ECK. Até que ponto dizer que a Maçonaria se utiliza de princípios dagnosis é verdadeiro, gente? Bom, vamos lá, é os princípios religiosos.
Como a gente estava falando, tu estavas falando aí alguns momentos antes, todos eles partem lá do começo do princípio do início, não é do do génese. Eles são princípios, então, ao longo do ao longo, nas divisões de doutrinas e religiões, eles vão sendo modificados. A forma com que são passados. A forma com que são estampados ou exercícios, mas o objetivo é sempre o mesmo, partir de um princípio, muda um pouco a forma de transmitir, mas o objetivo é sempre o mesmo.
Bom dito isto sim, a Maçonaria e agnosis. É similares, mas como também agnoses tem princípios similares ao é kardecismo ao espiritismo ou ao catolicismo. São é similaridades no princípio. Mas o que que O Mestre Samuel fala? O Mestre Samuel não frequentou AA Maçonaria e Nenhum de Nós, gnósticos também frequenta, né? A menos que algum frequente e eu não conheça. Mas a gente não frequenta. Eu não conheço os rituais deles, eu não, eu não sei como funciona. Eu sei que existem.
A gente sabe que existe algumas similaridades de princípios. E talvez de o tempo ser fechado ou alguma coisa de Ah, existem pessoas que organizam pessoas mais superiores, então, mas isso tem em todas as doutrinas, né? Então, sim, existe algum princípio? Embora a gente não conheça as formas ritualísticas da Maçonaria. Muito bem, muito bem colocado. Algum, algum ponto a destacar? Leopoldina, algum comentário? Não, Marcelo, pra. Mas essa questão é daquinoses ela.
Ela é muito, muito, muito antiga, né? Ela é então. Eu acho que várias. Várias religiões, inclusive a Maçonaria, é esteve dentro de agnosis e de dentro da agnosis, tirou seus princípios e foi se adequando, foi se adaptando, mas. Que tem realmente esse fundo de princípio de busca, né? Fosse a Maçonaria, não, inclusive o cristianismo pregativo nós tivemos inclusive agnose sempre como um referencial filosófico para várias doutrinas, para várias religiões. Muito bem colocado é dá para
fazer também uma ponte, né? Importante, com com o próprio espiritismo, né? É há muitas pessoas que afirmam é de pé juntos, né? Afirmam de mão juntas, de mãos postas que Kardec teria sido o maçon. Embora não há. Não haja nenhuma documentação oficial que comprove isso, não há nenhum, nenhuma informação que Kardec tenha se referido a isso, embora sempre foi respeitoso na sua. É condição de de livre pensador
e de filósofo. É por natureza é identificar alguns princípios que estão na Maçonaria e são condizentes com a chamada. É fundamentação espírita, né? A Maçonaria, como a gente conhece hoje, embora ela tenha origens ancestrais, como você, já disseram, ela surgiu da na forma como se conhece hoje na Inglaterra, né? E a primeira loja maçónica na França foi fundada em 1688.
Né? Aí, praticamente 200 anos antes do surgimento do espiritismo, então, logicamente, pela ebulição e pela importância da França no conceito daquele momento aí da idade é é Moderna. Passando pra idade contemporânea e também pela questão da da revolução francesa ter sido inspirada em muitos princípios também vivenciados pelos maçons. Há essa essa ideia ou essa associação, né?
Então, daqui a pouco todo mundo é maçom porque pensa com os mesmos princípios ou tem alguma similitude de entendimento em algumas áreas. Pagar com andor. Aí, minha gente, devagar com a dor. Mas não, nós vamos quebrar o Santo. Bom, uma outra pergunta, Jô é muito importante, embora você já tenha falado há pouco da história da matéria, né? A importância olha a importância da matéria. Enquanto é ponto essencial para a filosofia gnóstica, né? É no espiritismo nós temos uma tríade, né?
11 tripé. E não é meu amiguinho ciência, filosofia e religião, isso aí você pode esquecer, está no conhecimento de Allan Kardec, né? É ciência, filosofia e moral. As consequências culturais da ciência e da filosofia. Mas o tripé é formado, né?
Como elementos ou como componentes do universo, Deus, espírito e matéria agnós reconhece essa Trindade, esse tripé ou não reconhece, uns, reconhece outros, ou existiriam alguns outros princípios que poderiam complementar esses 3 que eu citei, Deus, espírito e matéria também? A pergunta da Cris GV. Bom, veja bem, é, temos uma infinidade de princípios como a gente estava falando ali no outro e dentro disso, uma doutrina completa. É, ela precisa de todos esses princípios?
Ela precisa sim, do espírito. Ela precisa da matéria, ela precisa de tudo isso, a doutrina, se ela não estiver completa, não vai ter como executar o trabalho, então. Muda a forma de levar o mesmo princípio, mas veja bem, por exemplo. Uma coisa que a gente fala muito dentro da gnosis, né? É a energia do eterno feminino. Por exemplo, é um dos dos princípios que nós temos.
Tu imagina, por exemplo, um homem que ele não tem esse princípio do do eterno feminino dentro dele, mesmo que proporcional, porque o homem vai ter lá, sei lá, vamos dizer 5% do eterno feminino e a mulher vai ter 95. Vamos dizer se esse homem no trabalho dele, que ele precisa do espírito de Deus, de, da matéria, da doutrina, ele precisa disso tudo para fazer o trabalho dele. Se ele não tiver esse princípio, eu. Eu estou só dando um exemplo entre milhões, né?
Mas se ele não tiver esse princípio do eterno feminino, como que ele vai manifestar carinho com a sua esposa? Como que ele vai manifestar afeto, acolhimento para os para os seus filhos e para as suas filhas. Ele precisa dessa pequena proporção do feminino dentro dele. Assim é com todos os outros princípios. Eu dei aqui um exemplo, só para vocês entenderem, precisamos sim, é considerar sim.
Precisamos da matéria. Precisamos do espírito, precisamos de tudo isso, porque senão, não existe como fazer o nosso trabalho. Não, não tem como. Então, sim, sim é considerado. Muito bem, é, vocês já viram aí que tem mais um efeito especial nas nossas Lives, né? Quando a Leopoldina estava participando, nós temos a presença do cuco, Oo item a hora certa, olha a hora, 8 horas. Você, 8 horas. Horário brasileiro. Televisão. Não. É profissional. É? Só não gosto de jornal, não vou dizer.
Que é horário brasileiro de verão, porque isso aí não, para mim não vinga, né? O horário tem que ser um só, não tem lá que mexer aí no horário para dizer que vai economizar energia, mas, enfim, não é essa a nossa conversa. Ô, Jô, essa história do do do sagrado feminino é muito, muito bacana, né? Na verdade, não poderíamos dizer que é um sagrado feminino, um sagrado masculino, que ele se completa, né? E o nosso querido artista contemporâneo, Pepeu Gomes, dizia, né?
Primeiro, um homem feminino não fede meu lado masculino, então essa ideia aí da completude é essencial para que a gente compreenda a essência da natureza humana, natureza espiritual e aproveite, né? Esses esses valores, essas virtudes, esses elementos que fazem parte de cada uma dessas polaridades espirituais? Bom, eu tinha preparado uma pergunta, João, mas você já tocou nela, né? Falou. Diversas vezes nessa live em reencarnação. Né?
Você até usou uma expressão interessante, como é que você disse? Recorrência. Recorrência. É que tem uma diferença pra gente. Uhum, é posso. Explicar, então, qual é a diferença? Tá, essa é. Estão seguindo aqui AO negócio, tá? Enfim, o que é que acontece? Diferença, né? Reencarnação para nós, gnósticos, ela acontece para os mestres que são despertos para O Mestre laxo, o Samuel. Vamos lá, shiva é Jesus Cristo,
eles têm. Eu não sei se eu posso usar essa palavra, mas assim o dom da reencarnação, o todos os outros, né? Nós aqui pobres, né, pobres aprendizes, nós temos recorrências, então nós retornamos para ter uma recorrência. Eu acho que é o que vocês chamam de reencarnação, é a mesma. É, vamos supor, é a mesma coisa, só que com um nome diferente, né? Então o que é que acontece? A gente se tiver a chance de ter essa recorrência, se tiver tempo
ainda, né? Porque temos uma quantidade de recorrências que a gente pode fazer. A gente é acaba retornando e depende. Depende. Como foi o nosso trabalho espiritual? Na última recorrência para saber como que a gente vai voltar. Mas é, é uma pequena diferença na recorrência e reencarnação está diferenciando os mestres despertos de nós, que não somos despertos.
Uma questão de mera nomenclatura, Leopoldina podia nos ajudar aí dizer que quando nós temos esses, esses seres acensos esses seres mais adiantados, como você citou vários aí, né? Eu poderia citar também o. O Christian desse a sidarta gautenma podia citar é Gandhi podia citar zoroastro Buda. Né? Esse pessoalzinho aí que faz parte desse pet comitê mais. Esse pet comitê. Né? É teria uma definição como? O que tipo de espírito é Leopoldina? Eu acho que para nós, seria o
espírito superior, né? Oo Marcelo, é agora essa eu acho que é 11, diferença que há, entendeu? E profunda, entre AO os, os gnósticos agnose e o espiritismo é em relação realmente à reencarnação, nós temos, talvez possamos dizer o seguinte, uma visão mais ampla da da nós. Estamos em permanente reencarnações. Nós vamos e voltamos, vamos e voltamos até conseguir um
processo de de evolução maior. Maior, melhor, mas nós vamos tendo que ter essa experiência entre o corpo carnal, o. Espírito. Para a evolução vocês já são mais contidos nessa questão vocês. Quando desencarna. É não volta mais, né? Tem que ter mais ou se se voltar nessa recorrência que você fala a palavra re-vice é não são todos, são quase que há um selecionamento para essa recorrência.
Que não tem uma diferença. Eu EE essa questão também da comunicação que nós podemos nos comunicar com os espíritos. Com superiores? Nós não. Só nos comunicamos, mas com os espíritos, a que mais intermediários estão mais próximos a nós aqui na Terra, nós nos comunicamos. Vocês já não se comunicam também? Isso é o que que acontece para. Para gnosis é nós temos cerca de, vamos dizer, uma chance de 108 recorrências humanas carnais nesse planeta.
Vamos dizer que a pessoa voltou 108 vezes e ela não conseguiu. É lapidar a sua essência. Ela não conseguiu melhorar. Ela não. Não deu certo. O negócio ela volta para o que a gente chama de mineraloid. Então ela volta, é que isso aí é tema para quase uma live inteira, mas eu vou tentar reduzir. É, é que é muito complexo, eu também não saberia explicar. Exato, mas é mais mais ou menos assim.
Resumindo ela. Estou numa recorrência mineral, depois ela, ela, ela progride, vamos dizer assim, é para uma recorrência é vegetal. Depois ela vem numa recorrência animal e para depois ela vim como 11 recorrência humana novamente. Então, sim, acontece que a Leopoldina falou, existe uma seleção que é feita No No julgamento após a morte, então a gente morre e pela nossa doutrina, né, o senhor anúbis vai anúbis. E os 42? Senhores, né? Vão fazer o julgamento do peso do coração e da pena.
Eu estou resumindo milhões de coisas aqui bem rápido, só para não se estender muito. E, conforme esse julgamento a pessoa ou vem no próprio corpo, ou ela escolhe onde ela vai retornar aqui na dentro do conceito espírita, onde ela vai reencarnar, não é, ou se essa pessoa foi 11 elucidade um iluminado, não dela já vai direto para os mundos nirvânicos, enfim. Então, existe SIM 1 julgamento e que é um tempo que não tem nada a ver com nosso tempo aqui, né?
É tipo milhões para 1 hora, é tudo diferente, mas existe, SIM, 1 julgamento, uma separação antes da pessoa retornar ou não. Então é. Essa, esses, essas informações, elas estão ligadas ao livro do bar do todo OA divina comédia, de Dante. O livro do egípcio dos mortos são são 3 livros que dá para para se orientar, né? Podemos fazer uma outra live e falar sobre eles. Para resumir, porque senão a gente, né? Vai se estender muito e é um tema bem bem vasto mesmo essa questão. Muito legal.
Eu gostei muito da da, da, da, da indicação numérica aí, né? 108 recorrência, né? A nossa numeróloga oficial do ECK, Júlia Schultz, é, poderia dizer que com mais 8, é 99, é o número de encerramentos, logo chegando a 108 recorrências, tchau, tchau Bye Bye Bye low twed, né? Então vai indo-se embora porque é hora de de deixar de e voltar. Ao plano da carne, né? Já alcançou ou não, né? Conforme a Jô colocou o seu estado ascencionado.
Bom, vamos a última questão, né? Nós já estamos aí com 1 hora e 40 de live praticamente, né? Vamos partir para os encerramentos daqui a pouco, mas temos uma pergunta do nosso Wilson Custódio que diz assim, você concorda que os primeiros cristãos foram gnósticos? Sim para nós, Jesus de Nazaré foi o maior gnóstico daquela era, então sim. Os escritos gnósticos foram encontrados naquela época, né?
No No Rio né Nilo, aquela coisa toda dentro de um eu acho que é ânfora o nome daquilo estavam junto com os livros da bíblia e tal. E o que que aconteceu, Roma? Para fazer o que era comercialmente bom para eles, tacar o fogo. Nos livro gnóstico, tiraram e fizeram. Se ele é o quê? E botaram só o que eles queriam, vamos dizer assim, né?
Comercialmente e que não, isso aqui o povo pode ler, não vai causar muito, então, sim, os cristãos foram foram gnósticos, então, né, contextualizando assim, só para saber mais ou menos como começou, mas também dá um tema para uma próxima live livre, 2. Foi, foi. Foi mais ou menos assim. Então? Interessante, né? Existe aí a Leopoldina conhece também a gente procura estudar é o evangelho gnóstico de Tomé, né, que é um evangelho não reconhecido pelo cristianismo
oficial, né? Há mais de 70 evangelhos produzidos naquele tempo EE tempos depois da morte de Jesus, dos quais 4 apenas foram referenciados pelo cristianismo ou pela igreja romana. EOO evangelho de Tomé recebe, inclusive, essa essa conceituação, né?
O evangelho gnóstico de Tomé e nós temos também é um colaborador, um companheiro, nosso parceiro aqui do ECK, que é o professor José Lázaro, bobegui bobeg, que tem se dedicado com afinco a descortinar essas questões, entre elas as que tangenciam agnos, né? Resgatando aí conceitos importantes, é desse momento do cristianismo nascente e aproveitando todas essas
experiências, né? Aqueles que dizem né Leopoldina, que Jesus teria estado com o Zé senions, que era um povo altamente desenvolvido para a época, né? Muito mais que os gregos, muito mais que os romanos em determinados conceitos de espiritualidade e que naquele período que os evangelhos canônicos dizem que. Jesus teve uma espécie de momento sabático dos 30. É? É até os 33 anos, tá? É a sua peregrinação dos 30 até os 33 anos, Jesus teria tido uma
iniciação ou teria tido? É um contacto com os excênios para compartilhar conhecimentos e espiritualidade muito interessante. O pessoal dos bastidores aqui está dizendo, joa, que você se autoconvidou para uma próxima life. Não, eu sugeri. Você tem que passar pela aceitação do Marcelo. Eu só sugeri porque o tema realmente é muito vasto, né? E aí eu eu me forço a ficar resumindo e aí perde muita coisa em resumos, né? Enfim, mas é o que é, o que
temos para hoje, né? É, é, inclusive a gente não. Não vai nem vencer a metade das questões que. A gente pois é, tô vendo aqui. Não quer dar uma passada rapidinho em todas elas assim? É assim, Jô, é, nós temos essa essa cultura. A gente acaba se preparando. Com 11. Um certo estofo, uma certa quantidade é de de itens ou de conhecimento, justamente para não ficar aqui é, né? E agora, o que que nós vamos
conversar? Vamos perguntar, o que faz 1 dia, um roteiro, mas é muito comum nós termos um revival, né? Temos uma segunda edição do mesmo tema para permitir que a gente possa ir aos poucos, aprofundando e aproximando. Que bom. Leopoldina, estamos chegando aí para a finalização da nossa live antes da nossa convidada. Eu gostaria de deixar o espaço para as suas considerações finais e a tua despedida de mais uma live muito rica que nós
tivemos aqui no ECK. Eu acho que não são considerações finais, porque tanto se quer saber que ficou em aberto, então o que eu tenho a dizer é agradecer profundamente Jô. Você enriqueceu muito muito essa noite a que nós assistimos. Você foi muito bom, foi muito interessante. Você foi muito linda a menina. Tudo. Meu Deus, eu é que tenho agradecer, não sei nem como agradecer assim, sabe? Eu sei, né, que estou aqui com, vamos dizer assim, com os
monstros do negócio, né? Você já tem um caminho de experiência muito maior do que o meu Na Na doutrina de vocês eu, né, sou uma iniciante aqui na minha doutrina, né? Na Na minha jornada, então é uma oportunidade, assim maravilhosa é eu aqui tenho que agradecer a oportunidade de estar aqui hoje. Que bom, gente, ficamos muito felizes. Eu eu tenho. Tenho a impressão de que o nosso público também agradeceu. É essa oportunidade é bebeu desses conhecimentos. Nós não temos nenhuma pretensão
de dizer nenhuma verdade. Absoluta, nenhum polícia. Que fique aí como verdade e inquestionável, tudo pelo contrário, nós somos caminhantes caminheiros e vamos procurando trazer. Essas informações para que cada um, dentro do princípio da gnosis e dentro do princípio espírita, tire as suas próprias conclusões, aproveite a melhor parte, vivencie os ensinamentos no seu cotidiano, se torne uma pessoa mais equilibrada, mais saudável e, sobretudo, mais feliz. E mais feliz.
Sempre é sempre Oo maior de todos nós. Vou pedir para Leopoldina e para Jô aguardarem lá na nossa salinha do chá para daqui a pouco a gente fazer o nosso encerramento, esperando que possamos ter outras oportunidades como essa de trabalhar esses conhecimentos que engrandecem no nosso estudo. Marcelo, muito obrigado pelo convite, fiquei muito feliz, tentei me preparar o máximo que eu podia, porque eu considero um momento muito importante, né?
É trazer os os conhecimentos, os conceitos da minha doutrina, para as pessoas saberem que existe. Não é até dia gnosis é um grupo pequeno, então fiquei muito contente com o convite e fico à disposição se quiserem fazer a live 2 ou enfim, se for preciso que ficaram algumas questões aqui que eu considero super importantes, que nós não tivemos tempo hábil, então eu fico à disposição e mais uma vez muito obrigado, assim, de coração pelo convite. Fiquei muito feliz. Com certeza.
Com certeza, João, vamos, vamos aproveitar aí o teu conhecimento, a tua desenvoltura no tema, as tuas orientações dadas pelo teu preceptor, né? Para que a gente possa ampliar esse ELO de ligação entre as filosofias para aproveitar, como eu disse, a melhor parte, o nosso agradecimento em nome o conselho de gestão do SK, pela tua disponibilidade e pelo carinho pela tua simpatia, o público viu e presenciou isso, né? Eu e a Júlia já conhecemos que
somos amigos de longa data. Mas muito importante você aparecer na nossa live com esse conhecimento, essa simpatia e que nós vamos ter, com certeza uma. Segunda edição desta live de nozes e espírito, muito obrigado. Com muita Alegria. Vamos encerrar a nossa live de hoje.
Sim, muito obrigada. É isso, gente, nós vamos chegando aí. Ao encerramento desta live do CPL mais uma que tivemos a oportunidade de fazer neste ano de 2023 é a nossa 15ª live ordinária, lembrando a você para ficar atento à nossa programação no final do ano, vamos ter a quinta edição do nosso fórum do livre pensar espírita aqui nesse o nosso livre onde? Vamos aí, é a oportunidade. De escortinar temas tão importantes quanto de hoje,
trazendo convidados. Você já conhece outros que vão aparecer pela primeira vez na bancada, marcando aí a nossa trajetória de realizar pelo menos uma vez por ano um fórum de livre debates de caráter sequencial. Serão 4 dias seguidos em que nós vamos ter Lives e você vai acessando as nossas plataformas conhecer em breve a nossa.
Programação ficamos muito felizes de termos você conosco e se puder, faça a divulgação dos nossos canais para que as pessoas possam conhecer também o pensamento diferente, mas muito carinhoso com que a gente trabalha. O espiritismo, com Kardec. Vamos então agradecer e deixar o espaço para que outras oportunidades possam ser concedidas a nós outros. Para estarmos juntos, foi bom estar com você, foi bom brincar com você, mas agora é hora de dizer tchau.
