Salve, salve, cca nas icq. Anos tudo bem, estamos nós aqui mais uma vez na. Bate hora, bate local. Para mais uma live no nosso quarto fórum do livre pensar espírita, o Lipe, que acontece às terças e sábados, a partir das 18 e 30, nesse intervalo dos meses de janeiro e fevereiro.
O Lipe é o evento principal do grupo espiritismo com Kardec, onde diversos pensadores das mais diversas áreas trazem o resultado de suas pesquisas e seus estudos na presença de debatedores, membros do ICK ou convidados especiais para que
nós possamos então manter. Oxigenada atualizada a proposta e o pensamento de Allan Kardec. Hoje temos uma novidade, estaremos transmitindo também pelo canal espiritismo caste do nosso amigo Evandro oliva, que a partir de agora passa a fazer parte também da grande família do ICK. Seja bem-vindo ao Evandro e que nós possamos, a partir de agora, estabelecer uma parceria profícua, exitosa, que possa.
Desembocar em mais conhecimento, mais fraternidade, mais bem-estar, mais Alegria para o nosso público, que já está acostumado com as iniciativas do ECK espiritismo com Kardec. Está gostando das nossas li vezes, pois bem, queremos ouvir você, queremos ler você, deixe o seu depoimento do nosso canal do YouTube em cada uma das lições que ficam lá.
Depois que nós encerramos aqui a Transmissão ao vivo, a sua crítica, o seu incentivo, seus comentários, o seu feedback são importantes porque nos ajudam a aperfeiçoar cada vez mais este trabalho. Pois bem, hoje teremos um tema bastante filosófico. Esse científico, lembrando que Allan Kardec estabeleceu as bases científicas e filosóficas e as consequências Morais da doutrina dos espíritos.
Então, hoje teremos a oportunidade de discutir um tema filosófico e científico dentro da premissa de Allan Kardec e a atualização. Dos tempos atuais, os tempos momentâneo nos tempos que atravessamos. Nesse instante vamos, então, convidar o nosso. Principal artista da nossa noite, que é o Jorge Medeiros, bem-vindo ao Jorge. Boa noite. Que a paz do mestre, as luzes presentes em nossos corações.
É isso aí, Jesus é uma figura muito importante para todos nós que nos alinhamos ao pensamento de Allan Kardec e a tradução que ele faz de muitas das questões relacionadas ao homem de Nazaré. O Jorge Medeiros é graduado em física e em pedagogia e é mestrando no ensino de ciências. É palestrante e apresentador do programa, estudando as páginas de ouro da revista espírita, e é também diretor de programação de conteúdo do canal.
Estudos avançados do espiritismo é muito bom tê lo pela primeira vez na bancada do ICK Jorge e esperamos que essa seja a primeira de muitas outras oportunidades, porque acompanhamos o teu trabalho. Eu e os demais membros do conselho de gestão do ICKE temos visto a contribuição importante que você dá justamente para essa oxigenação, esse rejuvenescimento das ideias espíritas. Vamos então chamar os nossos debatedores da noite. Que rufem os tambores para Sidney Batista.
Envie boa tarde, amigo. Boa tarde, com muita Alegria, muito prazer. Estamos aí mais uma vez os o ressecar EE, sempre tendo por lema e também por Bandeira, o estandarte, o espiritismo, a doutrina, né? A doutrina com Kardec sendo nossa bússola, nosso orientador. Então vamos lá, meus amigos, é isso aí, Sidney. Essa é a referência padrão de todos nós. Para que nós tenhamos Claro sempre a ideia de que não há
espiritismo. Sem Allan Kardec, vamos chamar então o nosso segundo debatedor, Nelson Santos. Bem-vindo, Nelson. Bem-vindo, gente, me desculpem, mas o meu notebook. Ele deve estar sofrendo de uma posição grave e aguda, Mônica e alguma coisa a mais, porque eu não consigo colocar a imagem. É, apesar que é bem. As vibrações da live de hoje, né? Deve ser influência. É impossível isso em. Vai ver que o imponderável está acontecendo comigo, mas vamos lá, vamos AA. Bem-vindo, Jorge Medeiros.
Bem-vindo, Siri, bem-vindo à selva. Henrique, obrigado a nossa live de hoje seja profícua e que possamos esclarecer muitos pontos. Sobre o tema? Obrigado, boa, bacana. O nosso Nelson vai estar então, apenas em espírito e verdade, não vai estar imagem nesse momento. Mas é espírito sim, até que não sei espiritualizada de é me faltou fazer apresentação do do Sidney e do Nelson, né?
O Sidney é bacharel em economia. Desculpe, é passarel em economia, trabalhou na área de comércio exterior e está neste momento aposentado. Ou seja, está full timing a serviço da doutrina e do movimento espírita, né? Se de. É membro da união das sociedades espíritas do estado de São Paulo.
A use e é presidente da distrital Pinheiros, o braço da use regional de São Paulo. Já o Nelson Santos também é bacharel em economia, é estruturador imobiliário, é estudioso, espírita, livre, pensador, apaixonado pela área de Humanidades, é membro do conselho de gestão do ECK, assim como Sidney, e é também membro do conselho editorial da revista eletrônica Harmonia, vinculada ao grupo espiritismo com Kardec. Aliás, você já leu os nossos artigos?
Estamos nesse ano de 2022 abordando cada uma. Das leis Morais estabelecidas por Allan Kardec na terceira parte e o livro dos espíritos já trabalhamos com a lei de adoração, a lei do trabalho e agora a próxima será a lei de reprodução. Contamos com a sua audiência, a sua leitura dos nossos artigos e a divulgação do nosso trabalho. Sem mais delongas, vamos para a apreciação do tema de hoje que é. Fluido, vital, trocas, fluídica e vampirismo. Muito bem, é Jorge.
Qual seria o conceito de Allan Kardec para fluido e a ciência da sua época? E esse conceito dado por Kardec, que era compatível com aquele momento histórico. Ele permanece atual. Ele está adequado aos dias de hoje. Perfeita, perfeita. A pergunta é. Engraçado, porque assim a gente vê muitos espíritas quando pegam os conceitos das palavras.
Utilizada por Kardec, às vezes faz uma transposição para o tempo atual e faz uma busca definição do tempo do nosso tempo, não entendendo do que se trata e como se falava naquela época. Por exemplo, quando Kardec fala de magnetismo, as pessoas acham que ele está falando da física como nós entendemos. E é um conceito completamente diferente, assim também a palavra fluido. Para Kardec, fluido era algo que existe. Diz que se transmite por um certo meio material.
Cuja natureza é desconhecida. Então, desde que aquela aquele fenômeno físico. Que está acontecendo? Nós estamos vendo os seus efeitos, mas nós não sabemos qual causa a natureza daquele fenômeno. Kardec chamava esse fenômeno de. Foi do então, a partir daí. Desde que a ciência consegue? É descobrir a causa e a natureza de certos fenômenos. Aquilo deixa de ser fluido, que é uma palavra genérica para se tornar 11, algo característico. Por exemplo, Kardec usava o fluido magnético.
Fluido Eletro. Hoje ele já não usaria fluido magnético, fluido elétrico, porque porque a ciência estudou esse fenômeno e sabe exatamente qual é a natureza, quais são as causas que geram o chamado eletromagnetismo. Então foi Descoberto que a eletricidade e o magnetismo tem a mesma origem, essa origem, e são indissociáveis. Então, hoje se usa a palavra eletromagnetismo como Kardec usava também um folho do calórico, porque as pessoas não sabia. O que era o calor?
Como ele se propagava, se pega, então tudo o que era desconhecido era um fenômeno. O nome de assim é sensível, né? Que era perceptível pelas pessoas, mas não se sabia a causa. Então ele usava o termo genérico. Os cientistas da época usavam o termo genérico, fluido, mas não é fluido como se entende hoje, que é uma pessoa. Abre lá Oo livro de física do ensino médio da física básica, aquela deposição de de fluido ali ali, AAA, está falando ali da.
Da da, vamos dizer assim. Da dinâmica dos fluidos, mas não é esse conceito de fluido, então, para entender como Kardec fala, flui na doutrina espírita. É um fenômeno, OK físico que ocorre que ocorre. Cuja natureza é desconhecida, se ele não sabe, não consegue distinguir e dar, vamos dizer assim, especificidade. Aquele que non meno ele chamava genericamente de flui. Okay?
Muito bom, Jorge já deu uma diretriz importante para os nossos debatedores, Sidney. Nesse aspecto, Kardec tinha a limitação do contexto e do cenário do século XIX, obviamente, onde a ciência ainda engatinhava em muitos pontos. Como bem explicitou o nosso Jorge.
Essa condição de termos de livros que apontam esses conceitos que hoje seriam conceitos já inadequados, talvez até superados em razão da explicação bem colocada pelo Jorge. Isso não leva ao leigo ou mesmo ao estudioso das ciências materiais considerar as explicações de Kardec como místicas? Meus amigos, Marcelo. Eu, a gente. Nós temos escutado muitas vezes no meio espírita não falar que Kardec estaria superado e que precisa ser atualizado.
Atualizar como esse Kardec tivesse a obrigação de voltar aqui reencarnar e se reencarnasse não seria aceito, porque falarei que não queriam expor impostor, então eu tinha que aparecer. É materializar como ele era antes e fazer e fazer tudo de novo assim.
Nós é Kardec, tem que atualizar. Ele falava coisas no contexto da época dele e agora que nós, no século 21 ou 2021, não importa, somos nós que temos que atualizar, nos atualizar nos conceitos de Kardec, em fruto da observação das coisas que no mundo atual atual, verificando o mundo atual. Puta, o que acontece? As transformações EE sempre. Está sempre Kardec como parâmetro de de de comparação e verificar que Kardec tem tem uma.
Círculo nia também cresce coerência em tudo que ele fala, mas, considerando a atualização da época que nós estamos vivendo agora, agora, se for pensar em Kardec, é ficar defendendo Kardec 157, 69, aí não dá. Então muita coisa aqui que está no livro de espírito, você vê, é todo esse.
Essa observação você acompanha o que está no mundo, o que acontece no mundo as. O os avanços científicos e os cientistas estão trazendo em toda sim, e você está vendo que ali está sim, é, confirmando tudo o que o espírito diz. Não vão esperar que venha uma propagação, 11 comunicação, uma promulgação de 1/01/1 ordem da Silva está comprovado. O espiritismo, quem está comprovado, espíritos, somos nós dentro do nosso, quando, dentro do nosso entendimento, a nossa
capacidade de raciocínio. O Sidney coloca uma questão importante, né? Nós vemos no meio espírita até sábado. Eu estava usando muita expressão movimento espírita brasileiro meb, né? Aí na nossa live sobre política no sábado, resgatou se o pensamento de Herculano Pires, onde ele prefere, ao invés de usar meb usar meio espírita, são sinonímia, né? Estamos falando da mesma coisa, mas um melee ou meio espírita gosta muito daquelas manchetes de periódicos espíritas dizendo.
A ciência está comprovando o que o espiritismo disse há 160 anos, né? Nelson, então como é que nós vamos encarar o capítulo 14 de a gênese, que é justamente o tema da primeira parte da nossa conversa na live de hoje? Os fluidos este capítulo está atual para o pensamento espiritualista espírita do século 21. É como o Jorge Medeiros disse como Síria e também. Nós temos que pensar que os termos são de 1850. É do século passado. AEO, espiritismo. Guardadas as proporções. Ele.
Permanece estagnado. Desculpe minha palavra nos conceitos do século 19. O que acontece muito no meio espírita, como você bem disse. Como é que Herculano gostava de dizer é que tentam trazer os conceitos do século 19 para o século 21? Não são possíveis. Se é Kardec, estava certo e a espiritualidade também. Na nas origens da codificação, os termos mudam. A ciência é dinâmica, o mundo é dinâmico.
Os termos vão se atualizando? O que era verdade, cientificamente, no século 19, hoje não é mais bordado de. A gente não pode esquecer que mesmo é que a espiritualidade através dos ensinos de Kardec disse muito bem que a nossa é a nossa verdade. Ela é relativa. Ela não é absoluta, é a verdade. Que é reservada ao nosso nível evolutivo. O que acontece muito é a maneira e o método e o modo de encarar. Os palestrantes, até mesmo médiuns. É espíritos. Que tentam? Colocar ciência.
Em Kardec. A ciência do século 21. Não é possível exemplo. As quant, cidade do. O que que acontece aí no meio espírita, os quânticos da vida. Sim, sim, no termo. Original, prima meus. O próprio Jorge disse que AO fluído era uma matéria desconhecida. É que no queria ser bem explicada. A similitude é que. Amarrar o quantum também não pode nem o bolso de higgs. Não pode e vai por aí afora. São enigmas da ciência. Cabe nos ainda dando dinheiro nossa evolução entender isso.
Agora é um erro tremendo. Do meio espírita querer usar conceitos científicos. No século 21, no século 19. Muito bom, traz apenas uma. Vamos dizer assim. É é imponderável. Vamos usar a palavra de Kardec. É imponderável isso. Não dá nem para mensurar. O tamanho. Daí eu disse perdão.
É, esse é o grande pulo do gato de nós entendermos que há conceitos que permanecem porque eles são realmente é relacionados às leis espirituais e outros são sazonais, são temporários porque dependerão da interpretação dos homens conforme o contexto sociocultural científico de cada época. Mas Jorge, vamos voltar ao capítulo 14 da gênese que eu perguntei pro? Nelson. E para que você possa nos dar elementos importantes, associados, inclusive a física.
E, Claro, a transcendência, como é que se explica o fenômeno, o processo das curas espirituais que Kardec estabeleceu é no capítulo 14 de agendas. Aí é um é mais complexo, né? Porque a as curas. É Kardec. Ele fala, olha de trocas, fluido. Então, o que seria isso? Nós somos seres. Pensar antes e temos um corpo espiritual, e esse corpo espiritual se liga ao corpo fi. Aí o Kardec explica que. É o corpo físico, transmite certas sensações a certos clubes
para o perispírito. E esse caminho também inverso acontece. Então tem o desorganizações que partem do perispírito, item de organizações que. Estão dentro da estrutura do próprio corpo, como a genética, como mau uso, como várias questões, então. O Kardec fala sobre o que os espíritos podem, vamos assim derramar fluido. Por que que ele usa a palavra fluido, né? Fluidos espirituais, porque é uma matéria que nós não conhecemos. Portanto, ainda se faz necessário usar a palavra.
Fui OKO fluido dos espíritos, ou o fluido também chamado animalizado. Como é? É uma emanação material, essa emanação material. O estado numa condição mais, vamos dizer assim, de equilíbrio, vai ajudar a reorganização tanto da da como de assim, da economia do perispírito, quanto do do corpo físico. Essa re Harmonia pode levar a cura, vai depender da capacidade do médio, da evolução do espírito que centuplica ali essa irradiação e também das
condições de quem recebe. Então vai depender do estado em que aquela aquele encarnado está. Posições Morais relativas também AAA ocasião, né? Muitas vezes o problema é puramente fluídico psicológico. E às vezes não tem, né? É mais psicossomático do que realmente uma doença, então é uma infinidade de patologias e de de dificuldades que nós podemos é estar envolvido que essa doação indica, né? Do médio como todo espírito,
para que? Vai ajudar ele a se reorganizar, então esses fluidos que nós não sabemos quais são, OK? Por isso que eu ainda uso a palavra fui, né? Porque se nós soubéssemos, já dizia, não é isso que acontece. Como a gente não sabe, a gente ainda usa o termo genérico, fluido, nos genérico, fluido, no sentido que Kardec usava OKE aí a cura se estabelece, né possível? Possivelmente se estabelecerá. Muito bacana essa tua ideia aí,
né? Essa interpretação genuinamente kr desse ano e normalmente, nós quando tratamos do tema dentro do e secar, nós criamos até 111 silogismo. Criamos até 11 fórmula, né, pra pra pra lembrar a matemática e a física, que é a fórmula da cura, a fórmula da cura depende de 3 fatores básicos, depende da ação do intermediário do médio, depende do chamado merecimento. Né? Da da do paciente e depende das estruturas ou das energias, ou
do chumbo. E 12 como quisermos chamar, de espirituais que podem ser é de entidades superiores e quase sempre não são desse processo. Ou pode ser também do animismo do médium, caso ele tenha o chamado dom ou a mediunidade de cura, né? Então esse fator? A conjugação desses fatores me parece ser fundamental para nós entendermos que nem é algo é Sobrenatural, transcendente que
dependa. É de dons, é que sejam, é de algumas pessoas, em especial quando se pensou durante muito tempo nas religiões espiritualizadas, né? Ou das revisões espiritualistas e tampouco é algo que dependa daquele potencial magnânimo de um médium como sendo uma grande usina de energia. Sou de fluidos. Para é alcançar seja AA reestruturação, é psíquica ou a reestruturação física ou mesmo o equilíbrio do espírito comum
todo, né, Nelson? Essa explicação do Jorge me parece ser bem consentânea com aquilo que nós temos dito é seguidamente aquilo, ECK, mas fica ainda alguma dúvida quanto a ideia de que é esse merecimento do paciente? Tenha que ser algo relacionado a algum arrependimento íntimo? É isso mesmo. Não necessariamente. Não necessariamente me, pelo menos, minha ótica é essa, porque veja. É como diz, nós temos bons e maus instintos. Perfeito. É então a bondade é uma coisa relativa.
O que é bom para mim pode não ser bom para o Jorge, não pode ser bom para o Marcelo. A minha bondade é diferente da bondade do Marcelo. Mas tanto é que a espiritualidade não vê essa parte humana do nosso convívio dia a dia. Ela busca em nós. A aquela bondade que ela é uma bondade fraternal, uma bondade caritativa, uma bondade intelectual, moral, principalmente. Então não tem nada a ver se há. É alguns casos. Tem alguma coisa a ver com o
passado. Com outras encarnações, mas isso é uma escolha do espírito ou encarnar é uma. É aquela história. Ele veio passar por uma prova. Então isso não tem exatamente a ver com o que ele fez numa encarnação passada. Porque pode ser a algo psicossomático, como o Jorge Medeiros, disse. Pode ser uma alguma coisa genética. Não tem a ver exatamente com a encarnação anterior, pode ser alguma coisa dessa encarnação mesmo.
EAAAO, merecimento de cura. Ele. Ele se abrange num momento atual do espírito encarnado. Essa é minha opinião. Da do seu entendimento do mundo, o seu entendimento de si mesmo. A sua compreensão do seu ego, do seu superego, sua identidade. O seu modo de ser. Muito bom, ou seja, coloca na mão da pessoa, AO do espírito encarnado AA dimensão do seu próprio futuro, né? Nossa vida devia 20. Aí não fica vinculado a forças sobrenaturais ou AA determinados.
É dons que quis que são transmitidos em função da da vivência religiosa, da vivência cultural ou é de algumas regrinhas que fazem parte das convenções humanas, né? Sidney, esse papo todo me parece muito parecido com uma conversa que um certo Galileu algumas vezes disse, né? Ele lá conversava com as pessoas, fazia suas explanações, é volta e meia, impunha as mãos, usava do seu magnetismo. Animal, né Jorge? E, portanto, é prodigalizou. Segundo os evangelhos. Algumas curas.
Esse rapaz, esse Galileu, esse Nazareno que aqui no ECK tem alguém que chama de Magrão. Ele mais ou menos, repetia uma frase muito interessante quando ele terminava de fazer lá o seu trabalhinho, a sua imposição de mãos, ele dizia assim, vá a tua fé te curou. Isso tem a ver com o magnetismo. Nós estamos conversando hoje com o fluido vital, com as trocas. Rui dica. Sem dúvida, meu amigo, sem dúvida, sem dúvida, esse Magrão realmente é o Magrão. Incomparável, né? É ele.
Eu até vou voltar assim. 11 processo de de de Cida, do ensinamento que provém dele é. E sobre as chamadas patologias a patogênese, né? Porque porque? Porque tudo todas nossas condições assim, de doença ou de saúde, provém da mente, é da da nossa. Da da, da, da, da mente, da alma, nós estamos ao nós somos um espírito, né? Provém da mente, é criação da mente. Então quando Oo mestre ele, eu vou até evocar aqui 11 palavra dele, um ensinamento dele.
Quando ele fala aqui até resolver aqui, ó, e quando o espírito imundo tem saído do homem? Tem ver que aí é saúde, tudo metafórico, né? Metafórico tem saído do homem, anda por millares áridos, buscando repouso e não encontra. Então diz, voltarei para minha casa de onde sair? E voltando a achar desocupa. Nada, varrida e adornada. Mas sem colocar nada, nem nem nem nada para para, para ocupar aquela casa. Ela está bonita assim, mas vazia, vazia.
Então vai e leva consigo outros 7 espíritos piores que ele e entrando habitam ali e são os últimos atos desse homem piores do que os primeiros. Então esse é do né? Mateus? E aí, Mateus? Então, o que que é isso? É Jesus está falando, está falando da, da nossa mudança de vibração. Através da auto educação pra pra, pra, pra pra atuar sem, sem forças grandes e então até entre no caso vou entrar um pouquinho No No, na área científica, mas muito de leve, porque também
não. A gente não vai pro banco pra isso, mas também não é coisa muito, muito profunda. A chamada antimatéria antimatéria AA patologia está lá com a matéria, é default, é doentia, doentia, é que é que é de de maléfica? Maléfica. Eu tenho que tem tem, tem que ser substituído para combater aquela toda aquela patologia, tem que botar vídeo. É? Fui. É elementos, é magnéticos políticos.
De polaridade inversa inversa, na ali para combater aqui lá, então 2 Dudu, 2 corpos de vulgaridades é iguais, mas por um inversa, quando eles entram em combinação um com o outro, então a tendência é, ele cedia, ele se auto destruírem, mas isso na mesma, na mesma, na mesma quantidade.
Agora, se um deles tem o é, tem quantidade maior, então para ocupar aquele espaço, aí aí AA. Saúde, ciência, coisa boa a saúde rede continua, EEA pessoa recupera agora, se não se não, volta a ficar doente novamente, porque é o processo mental. Então usei a antimatéria, porque é uma questão muito que que eu acho muito relevante. Tá certo? Muito bom. É Jorge, é nosso pessoal da tech. Aliás, Jorge Nelson, incidem nosso pessoal da técnica, tá me lembrando?
É para a gente ter um resultado melhor em termos de é desenvolvimento da live, que quem não estiver falando, por favor, mantenha o seu microfone mutado para que a gente possa ter o mínimo de interferência. É magnética, técnica. Nesse nosso é isso, vira a bom. É, então vamos AA pergunta No No movimento espírita brasileiro nos últimos anos ou no meio espírita surgiu um conceito bastante estranho que tem sido repetido a exaustão por autores de livros e por expositores.
Essas é esses expoentes do espiritismo ou do dito espiritismo? Brasileiro tem falado na existência de chips que seriam implantados espiritualmente nos encarnados, favorecendo assim os chamados processos obsessivos, que foram estudados e muito bem estudados por Allan Kardec, principalmente em o livro dos médiuns. Quais seriam os aspectos controversos dessa teoria? É na tua opinião, e que prejuízos o espiritismo tem adotando tais conceitos, os conceitos dos chips?
Para mim, para. Para ti, Jorge, há tem que. Ele tá assim. Esse é o grande problema, é um grande problema que acontece no espiritismo brasileiro. É que. Os pensadores ou os criadores de conteúdo dos críticos brasileiro, esses espíritos, em sua esmagadora maioria, são espíritos de terceira ordem. Vídeo, escala espírita, espírito de terceira hora. Isso aí é facilmente comprovável que eles são do espírito de terceira ordem. E o que acontece?
Esses espíritos, por serem espíritos cuja matéria sobrepõem o espírito, eles estão sempre querendo dar explicações materiais para questões Morais. É essa confusão de ordem. Ela é muito Clara, um exemplo. Uma pessoa que vai caminhando e ela caiu no buraco, quebrou a perna. Esses espíritos vão dizer que teve um magnetismo. Magnetismo da física não tem nada a ver com o que Kardec fala, atraindo a pessoa para o buraco. É sempre algo material, então presta atenção na contradição
dessa ideia de chip. Um chip. Não é algo material que vai modular o comportamento moral das p. Ora, se ela nesse era só isso que precisava para modular o pensamento das pessoas, bastava os bons espíritos criar um chip do bem. Implantava no perispírito de todo o mundo e o mundo mudava. Só que, né, esqueceram, né? Aí como dia, a linguagem de hoje em dia. Falar assim, a lei de Liberdade
saiu do grupo. A lei de Progresso saiu do grupo também porque há algum material que vai influenciar no moral? Onde está a justiça? Não é onde está a Liberdade? Então é, é assim, são, é, são interpretações equivocadas, mas é porque as pessoas são ávidas por novidades. Então, ora, se existe, por que que elas? Por que que esses espíritos só fala, passaram a falar de cheap agora porque eles só conheceram cheap agora? Então eles usam, eles fazem, né? Pegam o conceito atual para
tentar explicar, né? Então é, é senhor, é aí, é, entra essa questão, a cura quântica. Se a cura quântica hoje, antigamente era molecular. Né? É porque não tinha quântica. Então, se a gente for voltando, voltando, voltando, Jesus curava lenha porque né, se a gente vai usar a tecnologia de cada época, então assim, essas contradições que as pessoas não não param para perceber que é você tá usando conceitos de material, matéria. Para ter efeitos Morais. Isso. Que é uma fatalidade.
Isso cria determinismo dos conceitos que o espiritismo trata de eliminar a fatalidade material. Aí determinismo, não, nós somos livre. Não existe arrastamento. Irresistível. A carne não é fraca, o perispírito também não é fraco. O perispírito é reflexo do espírito. Então esse papo de de de chip tem outros que falam até de bomba atômica no mundo espiritual, porque a criatividade, o povo quer. Não é novidade, então, mas conceitualmente, não faz o menor sentido.
É pra isso tudo. Existe a definição do professor Herculano Pires. Os espíritas novidadeiros já estão sempre atrás de novidades. Eles querem cativar, querem trazer para si a atenção e daqui a pouco vai ter uma pergunta associada a essa expressão do professor Herculano, justamente no livro vampirismo, que a terceira parte da nossa conversa é da noite de hoje, o Nelson. Como é que fica então essa
ideia? Até o Ricardo Perini observou ali que o chip é a revivescência do galho de Arruda, do passado, né? E vindo, botava o galho de Arruda na orelha e achava que estava com boa sorte. Ou então era o trevo de 4 folhas, era OOO pé de coelho. Enfim, situações para dar boa sorte e evitar maus presságios, né? Como é que fica então esse povo todo que admite a ideia da influência espiritual?
Mas precisa de pontos de elementos materiais para fundamentar as suas teses e nas naquilo em que ele efetivamente crê. Então, é, ou o que acontece? Marcelo, é, é, é o que mais se vê no meio espírita, inclusive através das obras mediúnicas, né? Existe aí um cabedal. De colocações? Que são puramente materialistas, is, querendo explicar o espiritual, como Medeiros disse. Como é que é o chip? Sim, eu. Eu adoro o chip batata apreensiva. Chips é uma delícia, né?
Agora, sinceramente, né? Como é que você vai, espiritualmente? Implantar um algo, algo material no perispírito, no espírito da pessoa, pelo amor de Deus, não tem lógica. Não tem lógica ou perispírito é quinta essência do o espírito é energia. E aí, como é que você vai colocar alguma coisa material em o que não é material? Não tem lógica, é a mesma coisa desse bendito misticismo quântico que abriga aí nas casas espíritas e na entre palestrantes e expositores.
Há não uma, mas porque ai que é isso é colt co quântico é palestrante quântico. É, é, é, é. Constelação familiar é o é crianças índigo. Mas o que que é isso? Os novidadeiros são inventam com as novidades. Aí a colocam até que o que o perispírito, o espírito retrogrado avô void. O é o vovô e o que que é ovóide? Que está na Inês, obras mediúnicas que, que o que que é o ovóide? Você é uma ré, não é um retrocesso. E espiritual de fala de que ninguém retrocedeu.
Então, usam são colocações, é explicações materialistas para o espiritual, são espíritos. Pseudo sábios, ou então, como Medeiros disse, terceira categoria de terceira categoria, que tem só um pouco evoluídos, são pouco há um pouco acima do nosso conhecimento apenas e às vezes nem isso. Se passam por sábios com pseudo sábios. Isso tem muito medo no movimento espírita. Basta ver o que está nas obras. Eu tenho amor, o casamento vai
vai por aí afora. É uma, é uma Maravilha, é uma tem alcoviteiro espiritual, tem uma coleção de livros que tem alcoviteiros espirituais, traçando relacionamentos amorosos. Até sexo.
Negocinho não, pois é. Então, nós temos também um fenômeno interessante nesse contexto que o Nelson está nos trazendo, que é a existência, como de George disse, de espíritos de terceira ordem, alguns espíritos pseudo sábios, inclusive que ganham notoriedade justamente pela lei de afinidade, porque as Ideas que eles professavam só aquelas que agradam os que estão por aqui, que procuram esse, essa tensão, esse tema, essa explicação fantasmagórica Sobrenatural que
essas pessoas tentam impingir dentro do da doutrina dos espíritos. Mas Sidney, nesse papo, nessa prosa que nós estamos tratando aqui com essa ideia de chip aí que você já deve ter ouvido e lido uma centena de vezes.
Não se trata de uma explicação fácil e de terceirização de responsabilidade, porque aí você vai dizer para individuar isso que está acontecendo contigo, essas tuas dificuldades é porque um espírito teu inimigo do passado implantou no teu perispírito um chip e enquanto tu não fores num centro forte para tirar esse chip, tu vais continuar sofrendo. Aí a influência desses espíritos malévolos que estão querendo se
vingar de você. Não é um a terceirização de responsabilidade bem estruturada, dinha. É uma espécie de teoria conspiratória. Marcelo Henrique. Teoria conspiratória aqui que as pessoas querem jogar, a responsabilidade que cabe a ele, dos seus atos, da sua atividade, da sua vida, jogar para outro tanto, tanto da responsabilidade do do dos, dos atos errados, como também esperar que o outro resolva o problema dele.
Não é o seu, é aquele espécie de sebastianismo de esperar Oo rei chegando na praia é depois da Batalha que, até hoje, para salvar a pátria e nós, então, aí nós nós terceirizamos, sim, jogamos isso para o outro, para o outro. E sempre. E quando acontece alguma coisa errada, depois, aí o outro que vai arcar com a com a responsabilidade. Aí você vê com com a culpa, com
o, com o prejuízo. É é moral, é da até da justiça, porque as pessoas são muito, muito fáceis de de ser enganadas, porque são ignorantes. Nós, nós são espíritos da mesma quase que da mesma ordem, tanto vítima como como, como como algozes, são espíritos ligados assim, pelo lado da infinidade, e também pela. É quase que é pau a pau em termos de evolução. Assim é é tampa, EEAEA, caçamba, a corda, caçamba, tudo iguais.
Semelhante com semelhante. Semelhante atrai semelhante, sim, são iguais, é a escala espírita. Meu amigo, nós, nós não podemos ou não, ninguém entende o espiritismo. Sem sem conhecer a escala espírita. Não entendi, então. EE também sem conhecer também AAOO papel do do perispírito. Porque aí tudo é o perispírito que entra aqui, entra aqui.
Quem que entra também assim, né? É então ninguém entra aí, então sempre tem essa essa coisa assim, dessas, dessas toca de de, de, de, de, de, de obrigações, é de. E a de a de eu. Eu me sentar da minha responsabilidade jogando para o outro. Somos assim sempre, só isso. É uma espécie, é, vamos depois de entrar Na Na, Na Na, na, nessa pauta do vampirismo de de também de de sugar também. AA força dos outros.
Bom, muito bom, muito bom. Jorge é. Tem uma pergunta aqui que foi feita pela produção, quer dizer, o nosso conselho de gestão, que é uma oportunidade para a gente dissecar um pouquinho a atuação daquilo que Kardec chamou um de fluidos em relação às chamadas comunicações mediúnicas. A pergunta, então, é a seguinte, como que os fluidos atuam ou são responsáveis no caso das comunicações mediúnicas? Ai, isso é uma questão muito importante. É. A comunicação, ela se
estabelece. Dada uma certa afinidade fluida. Quanto mais afinidade tem o comunicante? Com Oo médio. Mais fácil fica a comunicação, e isso nós temos inúmeros, é exemplos. Na revista espírita de às vezes, o espírito que é o anjo da guarda de um médium não pode estar e outro espírito uso, ele diz, olha, eu dei a comunicação e essa comunicação não foi da melhor forma, porque é que eu não estou tão acostumado com os fluidos daquele encarnado, então é isso.
É uma questão muito importante da ciência. Espírita porque tem médicos que tem facilidade de chamados médiuns maleáveis de receber uma quantidade muito diversa de espírito. Mas mesmo esses médios, maleáveis afinidade. Fluídica ela, se ela não for a melhor possível, a comunicação nunca será a melhor possível. É para ficar bem Claro. Esse exemplo.
Tem um exemplo que eu gosto sempre de usar o exemplo da comunicação coletiva que está lá na revista espírita, um médium recebeu uma mensagem de 50 espíritos, ela assinada por 50 espírito diferente. A maioria esmagadora, espírito superior. E aí? Eu acho as pessoas, mas como é que o médico consegue receber, né? Cada um dava uma frase, assinava, dava uma frase, assinava. Como é que isso acontece? Aconteceria então, aí os espíritos explicavam, explicaram o que aconteceu.
Primeiro, esses espíritos, eles saturaram o ambiente? Onde estava aquele médio com o fluido deles? Para facilitar a comunicação depois, aí aí ele era o médium, ia receber não, também não ia dar. Então, o que que aconteceu? O anjo da guarda do médium se posicionou para captar da melhor forma possível o pensamento desses espíritos. Era Sócrates, Platão, Newton d krt, só Pascal, só na aná. Então ele é o anjo da guarda
espírito de segunda ordem. Isso é muito importante para a gente entender que o conhecimento não é simplesmente você transmitir, né? Então ele, aí os espíritos vinham, comunica, vai pro anjo da guarda, frase o anjo da guarda, comunicava com o médio uma frase. Uma frase, cada um dava uma frase. E aí, o médio transmitiu o pensamento da melhor forma possível. Agora imagina. Uma frase assim imagina um livro inteiro.
Né? Então o espírito tem que ter afinidades ou um grande tempo de ligação com aquele médium para poder estabelecer o pensamento é a comunicação que as pessoas, aquelas pessoas que são muito íntimas, né? Elas conseguem se comunicar pelo pensamento, olha pro outro, não precisa falar, porque são afinidades que vão se estabelecendo, então a. A troca fluídica na comunicação, ela é um. É um aspecto fundamental. A lei tem uma tem os materiais cerebrais do médio, tem as
trocas fluídicas, né? E o conteúdo que é o cabedal do espírito que vai se comunicar todas essas, esses 3 elementos juntando ambientes, porque tem um fluido dos encarnados, tem AA motivação dos encarnados, têm os obsessores, estão ali. Tudo isso interfere na comunicação. Então a influência do meio do médium, do espírito e os fluidos que estão envolvendo todos e todos que estão naquele momento
ali interferem. Fluidicamente nessa ligação pode ser o espírito que está muito ligado para aquele médio, mas um ambiente refratário atrapalha. Veja como é complexo o processo da comunicação mediúnica porque envolve vários fatores, como Jorge Ben explicitou isso, é teoria espírita genuína, né? Onde não há uma explicação plausível, um elemento que sobreponha aos demais para que a comunicação mediúnica s efetue,
né, Sidney? Essa, esse processo que o Jorge acabou de explicar para nós, onde há vários fatores. Veja ele falou da inclusive das ondas cerebrais, né? Falou inclusive de aspectos que. Pertencem ao contingente ou ao universo físico corporal, porque a mente também tem que estar aberta, tem que estar acessível para que o fenômeno possa ocorrer. Ela é ou deve ser sempre uma
relação horizontalizada, né? Mesmo que se trate de um espírito de maior envergadura, como no exemplo que o Jorge nos trouxe de espíritos de segunda OT se comunicando em regra com um médium que estava na terceira ordem, porque não vamos admitir que aqueles médicos que trabalharam com Kardec?
Ou os médicos de hoje? No meio espírita brasileiro, sejam, é sumida desses sejam espíritos, é em em categorias superiores, AA média do brasileiro ou do habitante do planeta Terra tem que ser relações horizontais. Como se explica, então, Sidney, que grande parte do medio nato de Francisco Cândido Xavier, o nosso principal expoente em termos de mediunidade Brasileira, tivesse sido estabelecida por uma relação verticalizada?
Onde o padre Manoel da Nóbrega disse para ele, você tem que fazer, você vai fazer desse jeito, porque você tem que ter disciplina, disciplina, disciplina. Isso não contrasta com essa explicação? Ciêntifica espiritual que o Jorge acabou de fazer para as questões das comunicações mediúnicas. Olha uma coisa que me chamou a atenção que me é no caso do Chico. É que esse que relatou foi a Marlene nobre no livro dela, não é?
Não me lembro do nome, é um livro que ela escreveu que Oo Emanuel. Permitia tinha uma equipe de espíritos que era permitido, que tinha permissão de comunicar-se pelo chip. Existia, entre outros, não de modo que a mediunidade do Chico, então, não era isso, não era espontânea. Ela tinha que ser. É o que é enquadrada dentro do parâmetro do Emanuel Emanuel até surgiu aqui e que contou que Monteiro Lobato. Estava lá? Pedindo para dar também uma comunicação e não foi permitido isso.
Quem está no livro de de de de, de de me ocorreu agora de campo de pedido, de lembrar do isso antes pra depois falar, pra pra falar agora né? Pra pra falar pra todo mundo e é Monteiro Lobato. Não, porque o Monteiro Lobato, porque o Monteiro Lobato é como nós estamos agora Na Na época da semana de arte Moderna. Ou então voltei. Debate foi um dos expoentes da semana de arte Moderna. Ele tinha 11 pensamento mais assim, socialista. 11 pensamento
voltado para o socialismo. E então ele trabalhava assim na, na sociedade Brasileira, porque, né? O homem do campo EE fazer 11 conexão com o nome da cidade, então ele era um homem híbrido, indo trabalhando nos 2, nos 2 Campos, então é é ao passo que, antes de da da semana de moda de Moderna é assim, mas terá uma da cidade, Oo Machado de Assis, então mudando então Monteiro Lobato não foi e não permitiu.
Não, não permitiu isso aí de uma certa forma é horizontally é horizontally horizontalidade de que que que, que que é, Manuel impôs artigo. E sendo que a medida, a medida então, ele era como se fosse quase que um escravo de Manoel. Certo, essa ideia que nós temos também e que havia uma. Uma escravista pimentão. Né? Uma subscrição. É a as Ideas do espírito e, portanto, a submissão era algo inafastável e inadiável, né? Ele esteve sempre submetido a isso, Nelson.
Entrando nessa Seara de que o Jorge nos coloca muito pontualmente de que é necessária uma sinergia necessária, uma afinidade vibratória fluídica a tal comunhão de pensamentos que Allan Kardec reforça em várias vezes na no conteúdo das suas 32 obras. Como dizer então, que haja Na Na literatura espírita, manifestações de um mesmo
espírito? Vamos citar, por exemplo, Bezerra de Menezes, por vários médiuns, e a gente perceba, nesse contexto, que o mesmo Bezerra daqui não é o mesmo Bezerra de lá. Faltou afinidade vibratória aí no processo. Bem, é essa história do Bezerra é um problema Sério, né? Vai ver, precisa ver qual Bezerra que nós estamos falando, não é? Porque é o haja Bezerra, né? No movimento, né? Aí já Bezerra Bezerra. Não fala a mesma coisa para através de outros médiuns, não tem nem similitude.
Por mais que tenha interferência anímica na comunicação, porque nenhum médium é perfeito. Haveria de se haver similitudes. No ta mensagem e no trato da Palácio das palavras que foram transmitidas através da vem da psicografia ou da psicofonia. Porque nenhum espírito muda da água pro vinho. Em 100 anos? Perfeito. Então, por exemplo, se não mude 100 anos, como é que vai mudar em 1 minuto? Porque a é aquela tal história, se nós vermos. Vamos pegar AA própria.
Obra Kardec, cadê siana? É, vamos colocar erasto, que é o mais famoso de todos. Você vê que erasto, independentemente de qualquer coisa. Ele tinha uma linha de raciocínio, não interessa se grevista ou não. Ele tinha uma linha de raciocínio e aquela linha de raciocínio dele era seguida, arriscar nas comunicações. Se você pegar as mensagens zerados, tu elas variam pouquíssimo de 11 outra. Porque? Erasto. Tudo bem, onde espírito superior.
Mas eh, Mano, eu também achei esse baixa como sendo, né? Um espírito superior, pelo menos é eu meio espírita, entende? Como né? E na verdade, me desculpe. Quem for Emanuele sta. Emanuel não é espírito de segunda ordem, nem aqui nem nunca foi. Era um espírito de terceira ordem e das inferiores. Porque a quantidade de erros que tem na obra de Manuel. É, é eu não que eu não gosto de Mano, vamos lá. No aspecto religioso? No aspecto evangélico, Mano é
fenomenal, ele é cativante. Ele é cativante. Só que quando ele sai. Do metier dele, que é a área religiosa, ele comete erros grosseiros, enormes e gigantescos. Porque. Porque. Porque ele não é tão superior a nós, ele está é, vamos lá, uma faxina acima, quando muito em. Não podemos esquecer que a tão propalada encarnação anterior de Emanuel, o digníssimo padre Manoel da Nóbrega. Foi tudo, menos bonzinho. Escravagista, racista e algumas coisinhas a mais. Uns estação mais também, viu?
É. É problemático falar desse personagem que é cultuado aí pelo movimento espírita. Mas que. É possui, assim, algumas incoerências em relação a obra fundamental. Jorge, vamos entrar um pouquinho no terceiro tópico da nossa live, que é justamente o vampirismo. Tem aqui em minhas mãos a obra escrita por Herculano Pires, que tem esse título, né? E a pergunta que não quer calar é, o que é o vampirismo? E se esse termo vampirismo está,
né? Pode ser encontrado nas obras de Allan Kardec. Na sem som, Jorge. É, vou começar pelo final. É não, com certeza não tem esse termo. Na época de Kardec, Kardec, primeiro, ele evita esses termos místicos, né? Vampire Claro que na época de Kardec, acho que nenhum romance sobre vampiros lá, o romance da do Brás Stoke, depois a que misturou Lapa, lenda, vaga, moleque, devia que tomar banho de sangue tal nem existia, mas é. É. A gente tem que entender, é o
fenômeno. Essa é a questão, porque na ideia desses espíritos de terceira ordem. Eles. Eles acham que um espírito tem o poder de sugar. OK, os o fluido vital das pessoas. Aí é que entra, o aí é que a top porca torce o rabo. Porque primeiro é a é. A gente poderia até falar sobre o termo, não é fluido vital que é um termo genérico. É, é, tá na mesma ordem. Ela quando está falando da palavra fluido. Fluido vital é um termo genérico.
OK, que hoje a gente poderia usar outras palavras, é que que podem sugerir. Eu não estou aqui dizendo que é. Acho que podem sugerir. OK? É. Uma aproximação é, e a ideia de que os espíritos poderiam sugar e ao sugar o fluido vital das pessoas, as pessoas ficariam, vamos dizer assim, é. Para baixo, né, sorumbáticas, et cetera, mas na verdade. Estudando a ciência espírita, mas sabemos sim, primeiro que o perispírito ele é capaz de absorver. Nos dias de terceira ordem, né? Há semanas, 11.
Alguma, uma fração da semana, sono das coisas materiais. Mas é a ideia de vampirismo, da ideia de que você suga, porque você tem uma necessidade. Primeiro que a palavra necessidade não se aplica aos espíritos, porque o espírito não morre, então ele não tem necessidade de nada material, OK? Espírito não morre se ele comer não comer, não beber, ele não morre. Então uma rede pode se impregnar desses fluidos. Das emanações da comida da bebida pode, mas é uma fração.
Essa fração apenas o prejudica, OK? Mas é essa semana sono que ele é capaz de absorver não são suficientes para estabelecer um desequilíbrio na economia dos encarnados. Há, então, por que que algumas relações? É mediúnica, Oo obsidiado, ou o médio, ou se sente num num estágio de é, vamos dizer assim. Para baixo é porque é o que ocorre, ou contrário também.
As emanações fluídicas do desencarnado passa para o perispírito do encarnado e passando para o perispírito do encarnado pode causar uma de 11, desordem física. Essa desordem, se for persistente, chega até a causar lesões no corpo fi. Então essa ideia de que o espírito tem a capacidade de sugar fluido vital são espíritos da terceira ordem que estão pegando o efeito pela causa. Ele está vendo certos efeitos nocivos da ação de espíritos sobre encarnado e acha que o espírito está sugando.
Quem quiser entender um pouquinho melhor esse processo de como os encarnados podem perturbar a organização física dos encarnados, tem um relato lá da pequena careta, na revista espírita de 1864. Quando ela estuda lá, o cabo da obsedada de marmande. Ela fala isso, ó obsessão acabou, mas os fluidos do obsessor ainda está sobre a média. Então as é a patologia. Ali vai continuar um pouco até se dissipar esse fluido. Então essa ideia de que suga isso é uma ideia equivocada.
O nosso amigo Herculano, não sei em que fase da vida dele ele escreveu esse livro, né? Que ele fala até esse vampirismo de planeta para planeta, eu acho que é uma extrapolação. Um pouco demais, não é? E assim eu não. Eu. Eu não consigo conceber a ideia de vampirismo no movimento, no dentro da doutrina espírita por causa dos fenômenos do espírito. Que trazem uma relação bem específica de como se dá a obsessão.
Quais são os efeitos da obsessão sobre encarnado e quais são os efeitos das emanações dos encarnados no desencarnado, OK? Não sei se. Rápido, o ruim é tem a questão da licença poética do professor Herculano nessa obra, né? EE uma analogia que ele faz, mas realmente em alguns tópicos, como o Jorge colocou, eu também concordo com ele.
Há uma figuração excessiva, né? E aí, para Oo neófito ou para o iniciante na doutrina espírita que não estudou, por exemplo, a teoria da obsessão de Allan Kardec, né, que também sofreu mudanças no curso da obra, né? Kardec foi evoluindo. Com as suas pesquisas é realmente vai é apresentar essas figurações como se se existissem vampiros espirituais e como muito bem lembrou agora, vampiros planetárias, né? De de constelações de espíritos que pudessem interferir.
Mas é dentro da tua fala. É, eu acho que o nosso internauta gostaria de saber, na opinião do Jorge, que palavras hoje é, seriam utilizadas como substitutivas ou como análogas à expressão fluido vital de Kardec. Então a porque assim, na época de Kardec, as pessoas queriam saber quais são as hipóteses possíveis para para que haja vida. Existe uma corrente, Kardec coloca isso no livro dos espíritos.
Existe uma corrente que acreditava que a vida existe porque um fluido olha aí uma matéria que ele não sabe qual é, um fluido seria capaz de impregnar a matéria e essa matéria? Que é? Vamos nessa e clo diria a vida nesta matéria, OK? Essa é uma corrente, existe uma outra corrente que a vida existe porque existem características dentro de certos organismos ou é que ele chama de essas características?
Ele chama de princípio, então esse, essas características que vão fazer com que possibilitar ter a vida, então, seria o princípio vital, então o princípio vital é que gera a vida. Então essas 2 Correntes, o Kardec, ele vai tratando dessas 2 Correntes lá. Na Na gênese, ele vai, olha, se eu tivesse que me inclinar, eu me inclinaria para a teoria do. Princípio, mas observando hoje a gente seria cairia num axioma, né?
Qual é o segredo de torci? Netto vende mais porque está sempre fresquinho, está sempre fresquinho, convém demais. Isto é. A vida ela existe porque as características dos surgiram, organismos com características para que gerasse a vida ou esse essa matéria, né? Que a gente poderia até poeticamente usar a palavra de energia que entrou ali na, naquela, naquela, naquela molécula orgânica que fez com que ela gerasse a vida.
Eu acho que as 2 coisas estão ligadas, OK, então ai e eu os é para mim, o que mais simboliza essa questão da vida é atividade celular. Atividades celular que ali você tem o princípio, que são as organelas que fazem com que a célula. Vamos dizer assim possa se manifestar, né? Se multiplicar et cetera. Mas essa, essas mesmas organelas.
Ela só existem porque AA célula se nutre de matéria e essa matéria faz com que ela possa se transmitir quando ela se divide uma quantidade desse nutriente e passa, então, mas. Eu não tenho a pretensão de chegar aqui e dizer olha, é isso porque a chance de eu estar errado é grande, porque eu estou falando do ponto de vista material, mas o conceito de fluido vital e princípio vital que essas espírito de terceira
ordem falam por aí, né? Que o cara morreu é. Os espíritos vieram para dissipar o fluido vital dele. Isso aí é muita fantasia, na minha opinião, entendeu? Então, mas eu acho que a atividade celular ali. Junta um pouquinho a ideia do princípio de cal com fluido vital, mas isso é uma opinião pessoal minha. Fique bem Claro. Muito bom, obrigado Jorge, pela pelo esclarecimento. Vamos chamar OOO Sidney e o Nelson para essa questão do vampirismo.
O Sidney é tu já ouviu falar da expressão seca pimenteira? Então a dona Maria tem uma planta Viçosa em casa, um Xaxim, né? Tem 11 Roseira que ela cultiva todos os dias. Ela trata bem e a planta reage, né? Aquelas energias, aqueles fluidos que a dona da planta está empregando e de repente ela recebe. Uma amiga que faz tempo que ela não vê, ou então um parente vem visitá-la, né? E entra e aí diz assim, nossa, que planta, que Roseira linda e
faz elogios e tal, continuam conversando. 1 hora depois, a mulher vai embora, ou cidadão vai embora e ela volta para a rotina daqui a pouco ela olha para a planta, ela está começando, a seca está começando a esvair-se isso tem a ver com o tal vampirismo. É o seu, é o chamado mau olhado. Não é que falam, é mau olhado no seguinte, tem, olha o meus amigos. É não esquecer do que somos
espíritos. E a mente nossa trabalha como nós, nós trabalhamos com a mente como espíritos que são encarnado ou desencarnado, e nós emitimos a nossas na nossa vibração, nossa vibração benéfica ou maléfica, conforme o caso. Ou vamos gás? Então quando nós. Fazemos a chamada ética. O Marcelo falou de de dissecar 111 planta qualquer é é a pessoa. Talvez jogou ali, naquela, naquela, naquela, naquela coisa, assim ela jogou. É? E uma é partículas magnéticas negativas.
Negativas doentias, para, para, para, para aquela, aquela planta. Ou qual para até com uma pessoa? Porque nós vemos aí, dão por puxa a energia, então carrega de ti, retira a energia da da planta, a energia da planta é uma espécie de sucção e a planta perece, assim como acontece com as pessoas. Aquela imagem clássica do de 2 seres é juiz ligados, jungidos um ao outro e então e mandado uma outra é o hóspede USP hospedeiro. É, então é uma forma de vampirismo.
Não é que a margem do Drácula perfurando a carótida, né? A jugular da vítima é uma mais, mas não é todo porque é ali tem muito mais coisa assim que nós podemos ver assim, em termos de de vampirismo que acontece na nossa sociedade, ou nós somos espíritos da terceira ordem, praticamente o que está aqui na Terra? Então, são espíritos de é de de quase, que idênticos, assim então, em forma de de de, hã, de moral. De de valores Morais e de e de
evolução. Então nós temos aqui, por exemplo, AA na no vampirismo, o vários tipos de de de van de vampirismo assim e no que muitas vezes escapam ao nosso entendimento, o chantagistas que deixam a pessoa, imagina uma pessoa chantageada. Assim é, portanto, por dinheiro, como por outra razão qualquer. Como que ela, se ela decai, ela decai ela, ela perde AA, parece que perde a vitalidade, a vitalidade, ela. Ela fica doente AO os agiotas.
É uma espécie de vampirismo, né? Os até predadores sexuais. Pedi, é, nós fazemos aqui, nós todos numa sociedade, né? A os crimes chamados cibernéticos. Aí AA internet e mobilizando toda todo todo, toda uma série de informações EE assassinato de reputações. No tudo isso faz parte da da, da, do do século de meteoro, meus amigos, né? A, por exemplo, esses dias não foi muito comentado a esse caso da of short, né? Roxa. No nós sabemos que com essa, com
a nossa pandemia a enquanto a população 70. 100% da população está abaixo da linha de pobreza muito pobre, 6 ou 76 ou 7 famílias, então ficaram mais ricas, duplicado, triplicado. Trippier quase duplicaram a sua Fortuna. Isso também é uma forma de vampirismo, vampirismo as of of senhor, então o que que é? É o é o que é que é?
O short é uma coisa que vai para um Paraíso fiscal, é legal, mas mas é muitas vezes é imoral e que muitas vezes as pessoas para não pagar imposto, eu não para manter o dólar alto para ganhar, para ganhar ela manter o dinheiro lá. Tudo isso meu amigo, faz parte do vampirismo, então voltando AA condição é todo produto da mente, mente doentia, ela é
impregna. AOO, caso é aquele que Jesus falou, arrumar a casa, mantém a casa limpa, mas ocupada por coisa benéfica e não tem problema, mas quando a gente está aqui, ó, em vigilante, nós caímos Na Na muita vez na rede e muitas vezes nós somos os problemas e também não é. Nós não somos tão vítimas, também não somos vampiros, aí é na forma de de de tanta coisa. Aqui nós podemos ver aqui nós, nossa cidade, então é olhar a sociedade como é para verificar como que nós somos espiritualmente.
Perfeito. Nelson é tem uma outra situação que também é muito comum nas conversas de casas espíritas, né? Vem um determinado trabalhador e diz assim, a. E hoje teve lá em casa uma pessoa que eu não ouvia há muito tempo, né? E aí dá aquela saudade e tal, eu pá, aquele abraço que eu pensei que ia ser um abraço gostoso, reconfortante.
Que eu sentia assim, parece que as minhas energias todas estavam indo embora quando aquela pessoa foi embora, eu fui me deitar, me deu uma dor de cabeça, me deu um cansar, cheguei até a dormir. Essa situação aí também é uma exemplificação. É uma situação explícita do chamado vampirismo. Bem, a vamos tirar o fato, dar o licença poética do vampirismo que eu não gosto muito do termo, mas digamos assim. O trabalhador espírita que passou por este.
Caso em sua casa ou até mesmo na casa espírita, acontece na casa espírita também, viu? É, é simplesmente, ele está com essas defesas baixas. Ele estava um pouco autoestima. Ele está com a moral. A baixa é porque é assim essa história de de vítima e Verdugo. Ela é meio relativa. Eu é essa vitimização, ela é é vítima, Verdugo é relativa porque o obsessor? Só encontra guarida se você abre suas defesas. Então vamos lá, eu ia.
Eu ia, me abracei com um amigo meu dentro da minha casa e minhas minhas defesas abaixaram porque? Porque simplesmente eu estava predisposto a receber uma carga de energia negativa. Eu estava aberto a isso. Foi uma escolha minha, meu ligar o vítreo. Hã, pode ser inconsciente, meu amigo, nada é inconsciente. Nada, nada inconsciente por não ter o pessoal adora seguinte mizar aí eu a pessoa fala, ai, meu dia não foi bom? Ai, meus negócios não deram certo.
Ai, minha esposa me encheu o saco, meu marido me encheu o saco é meu tio me perturbou minha filha, me enchi, me me me tirou do Sério. Não é? Você quer o quê? Você está abrindo os canais. Você coloca a culpa, você terceiriza todas as suas culpas. E você quer que sua vida seja maravilhosa? Quem mandou você abrir Win abrir? Muito bem, tem tudo assim. É isso aí. Temos que parar de nos vitimização.
Login, o pneu deve ser deixa eu pergunta uma, permite, eu vou fazer uma observação, o que nós falando é exatamente AA casa mental da pessoa e assim não, não, não se educou pra pra pra fazer coisa é é pensar em coisa boa, então não tá ali junto de da ao ao, ao, ao vampiro também. Então. Então essa alta de alta do racial é tão ela, ela realmente, ela, elas médico cura te a ti mesmo cada um de nós é médico em si mesmo. O Jorge queria conversar um pouquinho. Ainda sobre Freud, vital nessa
questão, né, Jorge? Microfone. O som. O som. Desculpa, usa. Tudo aquilo que o Nelson falou, vamos usar um pouquinho a ciência espírita para analisar esse termo Vampire. O vampirismo ou seria o quê, alguma um c? Suga a energia do outro, certo? Essa ideia. Então imagina o seguinte, eu estou aqui. Não estou bem aí eu encontro o Marcelo, o Marcelo está super bem aí. O abraço. Marcelo.
Ora, se fosse vampirismo, o Marcelo ia se sentir mal, mas eu ia ter que me sentir bem porque eu sou gay, energia dele. Percebe a? AA incoerência da questão. Na verdade, o que aconteceu aí não foi ninguém sugar nada. Eu não estou bem. O Marcelo sendo um espírito de terceira ordem como eu, por por se por afinidade política. Os meus fluidos impregnarão ele e a economia dele que baixou, então eu não sou gay nada, porque eu sugasse Oo fluido benéfico dele. Eu tinha que ficar bem.
Olha, olha a gente parar pra pensar sobre essas coisas, não é? Se os uau espíritos, fuga, mas o que que, o que que vai acrescentar na vida do espírito fluido vital? Nada. Não? Então, AA gente, em vez da gente parar, pensar de forma mágica, vamos tentar estudar O Mecanismo. Uma outra questão que eu queria falar sobre essa questão do fluido vital e que isso é muito comum no meu espírita. Quem já ouviu a frase assim, quando a gente encarna, a gente encarna com uma carga de fluido
vital para viver 80 anos. Isso não faz sentido. Por que que não faz sentido? Olha só o que eu tenho uma carga de fluido vital faz 80 anos, tá? Então eu não vou comer. O fluido vital vai ter que me manter por 80 anos. Eu estou, eu estou igual uma pia, que pecado. Eu que não coma, não pra ver. Então não é carga de fluido vital mesmo. Você tem uma estrutura física para manter a vida orgânica por 80 anos, OK, mas isso não é carga de fluido de trouxe, né? Bateria.
Esse, esse organismo, ele pode ter uma capacidade mais eficiente de absorver os nutrientes e transformar isso em movimento, et cetera. Mas isso é uma característica do corpo. Isso não é carga de fluido vital. Então a gente usa frases, mas a gente não para. Para pensar sobre os mecanismos da ciência espírita, sobre a frase de efeito que a gente é mesmo estar repetindo. Então não tem carga de fluido vital para à fulano de tal. É uma carga para 20 anos.
Isso não faz sentido nenhum. OK, era isso que eu queria falar. É, e como a gente ouviu isso, né? Eu me lembro na década de 80, vários palestrantes de renome vinham aqui em Florianópolis e plantarão essa ideia. Assim não é porque você tem que cuidar bem da sua estrutura, mas você tem que se lembrar que a espiritualidade te preparou para viver 80 anos. Então recebeu antes de encarnar uma bolsinha, né? 11 o reservatório de lá, né? É um fluido vital para 80.
Então isso é bem complicado, porque isso isso carece completamente de lógica, não é como se nós tivéssemos pré dispostos para viver e não precisar precisássemos ter nenhum cuidado, nenhuma atenção com o vaso físico para prorrogar ou não a nossa existência. Esse ponto é muito importante, Jorge, bom. É, nós teremos que fazer uma live um pouco mais curta. Hoje, o Jorge tem uma questão familiar pendente que precisa ser resolvido.
É verdade. Nós vamos é já de antemão convidar o Jorge para um revival, né? Para 1 segundo momento, porque há muita coisa para explorar nesse tema. É hoje. Nós não podemos, inclusive colocar muitas, é contribuições dos internautas. Em razão disso. Do nosso esquete, está um pouco apertado, mas de qualquer maneira já fica aqui o Jorge Assad. Vejo positivo lá fluidicamente, né? Já concordou com o seu regresso à bancada do icecap vamos então começar com ele. Para as considerações finais
desta nossa live. É, e eu, primeiramente, eu gostaria de agradecer a oportunidade, o convite, como eu gosto sempre de repetir que eu roubei do professor me laptop, né? O professor paga bem, paga em dia e eu não posso perder esse emprego, então pode me chamar que tendo a possibilidade de disponibilidade, eu venho sim. E a minha, a minha, o meu recado é toda vez que nós nos depararmos com o fenômeno espírita ou com a conceituação espírita, não importa se ela veio de não sei quantos anos,
não importa quem, disse. Vamos parar para intentar entender O Mecanismo que está envolvendo aquilo, se faz sentido dentro das leis Morais que são as leis Morais que regem todo mundo espírita, toda a ciência espírita, toda a filosofia espírita. Se está dentro dessas leis Morais, OK, pode ser que é que seja verdade. Se já fere essas leis Morais, já pode abandonar sem ao menor é. Poodle e os fenômenos da que a ciência espírita vem nos trazer.
Vamos aplicá-lo, né? Os peitinhos não é a ciência, não adianta. Você é se uma pessoa que vai doar sangue, se o sangue está contaminado, quem recebe vai ficar contaminado. Isso é uma ciência, isso é lógica. Se você dou fluido, vai dar o passo, você não está bem, a pessoa que recebe o fluido vai ficar mal, porque isso aí é um fenômeno natural, então não tem mágica. É entender O Mecanismo e aplicar o conhecimento espírita em qualquer mecanismo, em qualquer
conhecimento. Assim, vamos eliminar muito das fantasias que regam o mundo. Do movimento espírita, em especial no Brasil. Muito bom, muito bom. Esse recado final para nós afastarmos aí aquele componente de místico, de misticismo, de Sobrenatural que ainda paira sobre nós em razão de toda a nossa herança cultural e tecnológica. Estrutural, social. Espiritual, religiosa que procurarmos entender melhor os conceitos espíritas e, sobretudo, a aplicabilidade
deles na nossa vida. Jorge, muito obrigado pela sua presença, pela sua participação nessa live, o seu conhecimento e até uma próxima. Se pudermos novamente estarmos juntos, grande abraço, querida. Sidney, suas considerações finais. Foi muito, foi muito legal estar com vocês. Conheceram o nosso amigo Jorge. A gente bebeu do das palavras dele e do conhecimento dele. O nosso amigo Marcelo Henrique, do Nelson, né? Muito importante, né? É muito bacana.
Eu agradeço a atenção de vocês também a oportunidade EEE, essa presença aparece a presença do Jorge aqui vai ter deixa um gostinho de quero mais, né? Quem sabe futuramente, né? Um gostinho de quero mais para a gente a gente continuar esse trabalho. Muito obrigado. Muito bom, é exatamente isso que a gente objetiva com as nossas
livre. Trazer pessoas que pensam, espiritismo, que apresentam propostas que não falam, uma verdade indiscutível, indissolúvel, permanente, mas estão dispostas a raciocinar conjuntamente para que nós tenhamos condições de entender um pouco melhor o nosso processo ou os nossos processos dentro da existência. Aqueles que são de natureza material, com os olhos da matéria. Aqueles que são.
É processos espirituais, com os olhos dos espíritos e aqueles que estão convergindo entre as 2 realidades com o conhecimento espírita, que nos ajuda a informar melhor as situações da nossa existência. Vai lá para a salinha dos chás e nem que a gente já conversa. Nelson, suas considerações finais sem imagem, mas em espírito e verdade. É em espírito, é verdade, a gente tenta. Esperança. Procura-se, né? É uma vez que a verdade é relativa, é não absoluta. Mas é. É bem aquilo que você disse,
porque se nós. O que nós consideramos espíritas? É estudarmos Kardec. O mínimo que nós vamos ter. Esse compêndio de ensinamentos é um senso crítico e analítico. Kardec em toda a extensão de suas obras. Insistiu e ensinou também porque ele era um professor e muito bom, por sinal. Que é o espiritismo, ele é progressismo e progressista? Que aquilo que ele estava colocando naquele determinado momento. Poderia não ser a verdade? Humana de amanhã? Que o espiritismo caminha lado a
lado com a ciência. Então, onde está o erro de tudo isso? Na interpretação dos espíritas? Como aquilo? Bem, o Jorge disse do fluído. Que nós começamos, colega com isso. E olha que nós não entramos, né? Não entramos nem no fundo do código da universal, né, que já é. Que é a ó, teoricamente, a origem de tudo, né? Teoricamente, porque também é uma teoria. Não se sabe se ela é ou não real. Como a agora volto a falar, eu até citei.
Da, da teoria quântica. A teoria quântica, ela é sim, te é materialidade e o pessoal novidade. Pelo nas palavras, Herculano, lembrando, Herculano tenta levar. A teoria quântica para explicar nosso lar para explicar. É, é AA. Os fenômenos militas. As é as manifestações e não tem isso. AAA física quântica, ela é. Matemática, ela é material. Se o próprios, os próprios cientistas. Que estudam?
A teoria quântica ainda não chegaram num denominador comum, como é que um palestrante espírita quer determinar o que é, o que não é, quanto? Cria-se a aura de misticismo, de mítica em cima de uma coisa que não deveria ser o que o espiritismo é racional. O espinho, é lógico. O que torna ele? E lógico, é querer mistificar halo. Falta Kardec na mente dos espíritas. E esperemos que nós possamos retomar esse assunto que falta muita coisa, viu? Vamos, sim. Vamos passear nos no livro que
você mostrou. Do nosso querido professor Herculano. Isso a coisa vai longe. Porque a obsessão? Tem obsessão, tem fascinação, subjugação e tem possessão como Kardec colocou. E aí tem os vários encarnado para encarnado, encarnado para desencarnado, encarnado, para encarnado. Aí tinha as variantes. Tem muita coisa a se discutir nisso. Muito bem.
Boa noite, deixar o gostinho de quero mais, agradecendo a presença do Nelson também para que nós façamos uma segunda edição dessa live com essa temática. Vai lá para a salinha do chá. Nelson e a gente já conversa. Muito bem, nós encerramos mais uma live, a sétima live nesse quarto fórum do livre pensar espírita, com um agradecimento especial para você que esteve conosco ao vivo e a você, que depois vai acessar o conteúdo no canal do CK no YouTube.
Queremos dizer a todos aqueles que estão aí um pouco. Tristes, lamentando que a nossa live foi um pouco mais curta e que havia, haveria muitos temas ainda a serem explicitados. Na verdade, foi um pedido do Jorge em razão de que a esposa dele também tem que utilizar o equipamento para uma outra live, que será agora exatamente às 8:00. Então, diante disso, nós tivemos que abreviar um pouco os questionamentos e as temáticas. Mas fica aí, sim.
Já o compromisso do Jorge de estarmos juntos é, numa próxima oportunidade, ainda neste ano de 2022. Dentro da programação das levels ordinárias dos seca, vamos encerrar essa live trazendo um pensamento do professor Herculano Pires nesta obra. No livro vampirismo. Herculano diz assim a ação vampiresca dos ovóides, como diz André Luiz, é aceita por muitos espíritas, amantes de novidades, mas essa novidade não tem condições científicas.
Nem respaldo metodológico para ser integrado na doutrina não passa de uma informação isolada de um espírito. Nenhuma pesquisa séria por pesquisadores competentes comprovou a realidade dessa teoria. Não basta o conceito isolado do médium para validar qualquer teoria, as exigências doutrinárias são muito mais rigorosas no tocante a aceitação de novidades. André Luiz olhe isso, se manifesta como um neófito empolgado pela doutrina, empregando às vezes termos que
destoam. Da terminologia espírita e conceitos que nem sempre se ajustam aos princípios espíritos. Prossigamos. Assim, estudando a doutrina dos espíritos justamente para não sermos iludidos, atraídos por novidades de médios expositores ou dirigentes que nada tem a ver com a princípio logia espírita. Fica o convite para você acompanhar a nossa oitava live, que será no sábado. Dia 19 de fevereiro, a partir das 8 e 30. Com esse tema filosofia
espírita, ela existe? Realmente vamos receber com muito carinho o nosso pesquisador, estudioso da filosofia espírita, gehe Almeida, com a presença de como debatedores do Beto Sousa e da nossa Débora Nogueira. Esperamos você para fazer mais uma live nos embalos de sábado à noite do ICK. Até lá, um grande abraço. Tchau.
