Salve, salve, sequia, nasce icq. Anos, tudo bem, bom ver você aí do outro lado da telinha nos prestigiando em mais uma live do quarto fórum do livre pensar espírita, o Lipe do ressecado? Sim, você já está ficando acostumado às nossas siglas. A sopa de letrinhas do movimento espírita também chegou ao ICK, aliás, ECK já é sopa de letrinhas, né? Não tem novidade nenhuma. Hoje estaremos fazendo então. Da nossa oitava live. Que maratona, Hein?
Pois é. Pra acompanhar tem que ter, ó preparo físico, folego, tem que estar correndo atrás da máquina, como diz a moçada. Vamos hoje receber um convidado especialíssimo lá das plagas do Rio Grande, chefe. Que é o nosso querido, já é realmente para tratar de um tema? Alves Araujo, de um tema mais do que necessário, justamente porque.
Parte do movimento espírita nem sabe o que é isso e nós hoje vamos tratar com muita seriedade, mas também com leveza, porque ar que endurecer sem perder a ternura. Este tema tão importante para a atualidade espírita e para a atualidade planetária. Você está gostando das nossas
livres? Esperamos que sim, mas se você tiver qualquer crítica construtiva, qualquer observação para nos trazer, utilize o campo específico dos comentários do nosso canal no YouTube para que nós possamos continuar fazendo da melhor forma possível este nosso tão carinhoso trabalho que é dedicado a você, que está no ECK, que acompanha o nosso trabalho e que deseja se aprofundar. Nos temas de indizível necessidade para o momento contemporâneo do espiritismo e do nosso mundo.
Pois bem. Também queremos ressaltar que desde a live passada, a sétima, na última terça-feira, nós ganhamos um novo parceiro, nosso querido élan, Evandro oliva do canal espiritismo caste, que está transmitindo a partir daquela terça. Hoje, novamente ao vivo, simultaneamente com ECK, ê CK face IEC, caiu Tube a nossa live deste embalo de sábado à noite. Pois bem, vamos chamar então o nosso convidado especial, GR Almeida, a bancs e. La Marcelo. Uma satisfação estar aqui com
vocês. Do do espiritismo, com Kardec uma Alegria muito grande a gente poder estar participando, a gente que já já participa há muito tempo também do grupo, não é de dos debates também. E para mim é uma satisfação hoje poder estar participando desse desse encontro dentro dessa programação. Tão importante e tão fundamental, então uma Alegria. A gente pode estar aqui discutindo com os nossos amigos, sim. Legal. GR.
Fique à vontade, a casa é sua. Nós já acompanhamos o teu trabalho já há algum tempo, já fizemos algumas trocas de passe aí no meio de campo espírita e é uma satisfação renovada pelo agora, pela vez. Primeira na bancada do ICK para tratarmos então dessa temática tão importante que é filosofia espírita, ela existe atualmente. Um que pergunta, Hein? Vamos ver. Como é que a gente consegue sair
desta bola dividida. O já é realmente é professor e historiador, é pesquisador e livre, pensador espírita como nós, é colaborador da sociedade espírita amor e Caridade, na linda cidade de Osório. No Rio Grande do Sul. Muito bem apresentado, o nosso convidado especial. Vamos chamar para a bancada do ECK os nossos debatedores. Débora Nogueira, chegue se. Alô, Débora. Tem alguém aí do outro lado do aparelho? Vamos ver. A Débora está com algum problema
técnico? Nós aqui vamos se virar nos 30. Vamos ver como é que a gente consegue compensar esses problemas técnicos que são, né? Da nossa atualidade, são da informática, são das redes de comunicação, que nem sempre funcionam a contento como a gente deseja chamar o outro debatedor. Então, nosso Beto Souza, bem-vindo, Beto. Boa tarde. Tudo bom, pessoal? Marcelo GR. Obrigado pelo convite de estar aqui na nessa live, participando do fórum desse carro que está de parabéns.
Não é assistir a todas as linhas até agora uma melhor que a outra. Grandes debatedores, grandes assuntos que estão a honra de novamente, muito obrigado. A honra é nossa, Beto Souza Beto Souza já é um colaborador assíduo do ECK, esteve presente nas 2 primeiras os 2 primeiros 2 primeiras edições do Lipe, que foram presenciais na cidade de São Paulo, também esteve no nosso terceiro Lipe, que foi virtual como este o quarto e é uma figurinha carimbada, né,
minha gente? O Beto sujo já é patrimônio do ex secar patrimônio da nossa iniciativa e livre pensador. Beto é bacharel em teologia, está concluindo licenciatura em filosofia. Pela universo Universidade Estácio de Sá núcleo no Rio Grande do Sul, é vice-presidente e diretor de estudos do centro cultural espírita de Porto Alegre. O nosso CCPIA, membro do conselho de gestão do ECK, apresentado então o nosso companheiro. A Débora está tentando entrar. Vamos ver. Que rufem os tambores.
Débora Nogueira está aí. Aquilo ali, o roda é roda, roda e avisa um minuto de comercial. Vamos ver. Galinha da dinha. Pois é. Então tá. Vamos tentar. Ainda que a Débora possa entrar na eventualidade da Débora não poder não puder participar, nós temos o nosso Coringa, o nosso decano Nelson Santos. Boa noite, Nelson. Com o microfone, é mais fácil. Boa noite, pessoal. Ainda está faltando uma certa quantidade de ectoplasma para mim materializar nessa live, mas nós vamos aí na psicofonia.
Muito bem. O Nelson é economista, eu vou tentar aqui buscar Na Na memória, né? É consultor na área imobiliária estruturadora imobiliário. É colaborador do ECK na área de editoração, é do membro do conselho editorial da revista eletrônica espírita Harmonia do CKE. É também membro do conselho de gestão do ECK, é expositor, é pesquisador, é articulista e tem aí uma vasta experiência na área de grupos e instituições espíritas. Bom, vamos começar, né?
Vamos imaginar aí que. Estamos com a bancada. Composta, né? Daqui a pouco, se a Débora conseguir entrar, ela também participará desses nossos debates. Pois bem, eu preparei aqui junto com a nossa equipe GR 20 questões Jesus amado, salve, salve, erasto. Mas é Claro, a gente já sabe que não vamos conseguir é extinguir todas as questões, né? Realizar todas as questões. Então a gente vai selecionar algumas e já vai ficar o gostinho de quero mais para nós
fazermos um revival. Fazemos uma segunda edição desse tema tão alvissareiro, tão necessário para as nossas atividades. Já é Almeida. O que é filosofia e o que é a filosofia espírita? Olha, é. Eu vou partir do pensamento do Jean VR, de João, o Jean vernant, né? Jé, Jean Pierre vernant foi um helenista, um pesquisador sobre a cultura grega, sobre o pensamento grego. E escreveu um ao vários livros, entre eles as origens do
pensamento grego. E o Jean Pierre vernant ele parte da ideia de que a filosofia é filha da ágora, é filha da praça, é filha do diálogo, é filha do pensamento livre. Porque é sem essa perspectiva de pensamento livre, de reflexão, não de uma unidade, mas de uma pluralidade de perspectivas, de idéias, de argumentos. Já que a filosofia ou talvez a gente pudesse falar em
filosofias, né? No plural, já que não existe uma unidade do pensamento filosófico, existem escolas, existem pensadores, filósofos, enfim. E a partir dessa ideia do vernant. De que a filosofia é filha da água da praça pública. É do pensamento livre. A gente vai encontrar aí nos no século 2, século 31. Filósofo grego também era médico e filósofo e filósofo. Que era um cara chamado sexto empírico. E ele a faz 11 reflexão
interessante, né? Em alguns dos seus textos, aonde ele diz o seguinte, olha, quando a gente está buscando o conhecimento. É buscando investigando, é o saber. A gente tem 3 perspectivas básicas. A primeira delas é, eu já consigo. É. Dominar eu consigo conquistar, saber. Isso é uma delas. Já tem todo o saber, tá? É a segunda. Possibilidade é impossível eu chegar a verdade. Eu não tenho como chegar a verdade. Ia ter e a terceira possibilidade é, nós estamos continuamente buscando.
Já que os saberão processo. E é um processo que vai ao longo do tempo se complementando. É, então, dentro dessa perspectiva, a filosofia É Ela. Se a filosofia de uma forma geral e particularmente filosofia espírita. Sim, filosofia espírita, porque se a gente for olhar vários textos de Kardec, nós vamos ver ao longo da sua vasta obra. É, nós vamos encontrar várias considerações, várias afirmações de catequese. A respeito da filosofia
espírita. Que eu acho interessante 11 proposta do do Augusto Araújo, que apresenta a ideia de que o no espiritismo, né? A filosofia, há um precedente epistemológico, ou seja, o espiritismo. A filosofia vem da ciência espírita, ao contrário daquilo que aconteceu na história do pensamento ocidental, ou seja, AA ciência. Ela veio da filosofia, tá no espiritismo, mal me parece um caminho contrário.
Ou seja, AA pesquisa de Kardec. A parte da pesquisa da investigação sobre os fenômenos psíquicos e a partir daí, depois disso, vem todo um conjunto de explicações. Kardec vai chamar de filosofia, então a filosofia espírita, essa possibilidade de reflexão, de análise. Dentro de uma abertura? Não é? É como o Kardec apresentou, não é? Ou seja, Oo espírita é um livre pensador, deveria ser um livre pensador. E a filosofia espírita não é uma, é uma macro teoria fechada, né?
Uma escola fechada, ela abre possibilidades para inúmeras reflexões, inúmeros diálogos, né? E já que o próprio plano Pires, quando ele vai fazer a, é por ocasião dos 150 anos de o livro dos espíritos. O Herculano escreve um texto, vai ser introdução dessa, esse vai terminar, não é? Introdução, mas é 11 espécie de apresentação nesse texto. Nesse no livro dos espíritos é que é editado nesse período, quando esse comemora 150 anos da publicação dessa obra. E nesse texto, Herculano, ele
vai desenvolver isso, né? É vai situar o livro dos espíritos dentro da estrutura do pensamento filosófico, né? Mostrar que o livro dos espíritos da filosofia e aqui ele vai dizer mais ou menos o seguinte, que o diálogo é um dos pontos fundamentais da filosofia. E o do livro dos espíritos é todo ele constituído de diálogos, assim como Platão escreveu seus livros, todos eles constituídos de diálogos, porque é uma relação dialética, de
reflexão. Então, Marcelo, fazendo essa introdução assim no nosso debate, eu diria que é isso OA filosofia espírita, essa possibilidade dialética de reflexão sobre um conhecimento. Que é sistematizado é por Kardec. Não é, mas que não é algo fechado. Não é um pensamento fechado, é um pensamento aberto para a gente poder refletir sobre ele
também. Muito bom, ponderações muito importantes nesse nosso início de conversa, nessa nossa oitava live do quarto lip, vamos colocar o Beto nessa conversa, certo que está estudando ainda a filosofia, né? E tem todo esse, esses elementos que o GR acabou de acentuar, sobretudo, à influência prodigiosa da filosofia grega, da filosofia helênica. Na composição? Da chamada filosofia espiritualista.
Que é. Aquilo que Allan Kardec propõe logo na primeira obra, que é o livro dos espíritos, o que dizer disso, Beto? Olha, eu concordo com com o Jair, falou, principalmente na questão de muitas filosofias, né? Então, quando a gente tenta responder a um questionamento do do que é, o que é filosofia? Eu não vou ter a pretensão de querer fechar uma resposta, tentar contribuir. Acho que todos nós, na nossa medida, nós a possibilidade de contribuir um pouquinho mais com
com a resposta. A, eu vou me apoiar em 2 autores. Eu gosto muito das definições deles, que acho que estão em muita sintonia. O primeiro dele é o Will Durant. Em 1926, escreve uma história da filosofia. Então ele coloca a filosofia como a trincheira avançada no cerco, a verdade, lembrando, contextualizando o dano é que ele estava saindo da de um período de primeira guerra mundial. Então, o território conquistado que está atrás da trincheira
fica para ciências, né? E aí eu vou fazer um link com o que foi falado na última live do alternativo tomati todas as ciências, ciências humanas, ciências exatas, et cetera. Então, o que já foi conquistado? Oo conhecimento determinado? Ele está atrás, né? Das Fronteiras, a filosofia não
está na linha de frente. Aí o segundo autor que eu vou me apoiar já em 1945, final da Segunda Guerra Mundial, que é o Bertrand Russel. Então, também numa história da filosofia, livro dele, na verdade, história da filosofia ocidental, ele coloca a filosofia como entre a ciência e a religião. Em que sentido?
Entre as 2 verdades? A filosofia, então Ela É Aquela, aquela Terra de ninguém, em palavras dele, disputada por ambos, tanto pelas verdades transitórias passageiras da ciência como das verdades dogmáticas, paradas imóveis, da da religião. Fazendo um link como eu, despeço com a filosofia grega. Sim, eu acho que é um é um. É um início e sempre que tiver começar a falar de filosofia, né? Da tua pergunta inicial, a gente tem que partir do do início até o próprio origem do termo, né?
Filosofia que é o amor, a sabedoria, né? Então o dizem que o criador da do termo seria Pitágoras. Teria sido perguntar Pra Ele, não, eu sou um amante do saber, então eu sou um filosófico, eu sou um filósofo, então aí vem AAA, questão da da filosofia. Muito bom, muito bom esse. Esse recorte que o Beto faz, né? Penso que deve ser compromisso do espírita estar atento aos pensadores, sejam eles os pensadores da filosofia, os da ciência. E por que não, também os da religião?
Para verificar como Kardec o fazia. Quais são as conexões? Quais os links para usar um termo da moda que existe entre o pensamento espírita? E aí nós vamos chamar de pensamento espírita aquele situado no quadrante 1857 1869, porque ali está toda a teoria espírita, toda teoria filosófica, espírita. E porque depois desse período, muito pouco que se conseguiu acrescentar ao edifício espírita é justamente pelo descumprimento das premissas metodológicas fundamenta lógicas.
É logística, se logísticas, dialéticas, dialógicas e se concebeu aí um conjunto de teorias muito mais personalistas do que aquelas que foram marcadas pelo trabalho de Kardec com o chamado. Princípio da universalidade dos ensinos espíritas nós vamos botar o Nelson aí nessa fofoca, nessa conversa. Justamente aproveitando o gancho
que o egr fez de puxar. A belíssima introdução, que kulanu Pires como principal tradutor das obras de Kardec, fez em 1957, quando se comemorava o primeiro Centenário. Da obra espírita da primeira obra espírita ou da do nascimento, da da filosofia espírita, da doutrina dos espíritos, onde Nelson, no final desta magnífica introdução, ele diz assim, o espiritismo tende a fundir numa síntese grandiosa todas as formas do pensamento e
da ciência. Levando em consideração que o GR apresentou e a complementação que o Beto fez, o espiritismo está fadado, está talhado, está direcionado a fazer essa síntese como professora, Herculano apresenta. Eu Acredito. Que era kulanu, foi, digamos. O tópico no ponto. Ele é realmente um dos últimos grandes pensadores espíritas que estiveram os aqui nas nossas terras. É o problema filosófico, como o
GR disse, o Beto também. Que existem várias filosofias, mas também existem vários espiritismos. Então, o que. O que se fundirá em verdade? Qual das teorias espíritas que estão em voga dentro do meio espírita, em, no mundo, em nosso país? É o espiritismo? Teológico? É o espiritismo racional. É o espiritismo filosófico com base. Nas obras fundamentais e toda, no todo, o compêndio de 32 obras de Kardec. Porque o primeiro livro, o livro dos espíritos, ele é um
compêndio filosófico. Ele tem toda a dialética. Do espiritismo, ele é a. Com, como o gere disse a filosofia espírita, Ela Foi derivada da essência de investigação espírita. Tudo não é metodologia científica que Kardec utilizou. Para ponderar, e. Esquematizar os conceitos espíritas no primeiro livro. Então temos que perguntar, como eu disse Ana, logo no princípio, qual dos espiritismos irão entrar na síntese? Porque a síntese que aí está. Largamente utilizada pelo meu
espiritual hoje. Ela é uma síntese teológica, não filosófica plenamente. Ela é uma síntese ligada às religiões, ao conceito de Deus. Embora Kardec também fosse. O rum muito bom, Nelson, muito boa intervenção. Vamos ver se a gente consegue, que a Débora também é. Participe dessa nossa Troca de Passes aqui no meio de campo do ECK. Débora, está me ouvindo? Ainda não. Vamos ver se ela consegue estabilizar. Enquanto isso a gente vai
tocando a bola. GR dentro desse primeiro recorte que nós fizemos a tua excelente apresentação. Primeiro do conceito geral de filosofia e depois da especialização, já que você, acertadamente, é EE. Bem, pontualmente colocou a ideia de que são muitas as filosofias. E elas estão alinhadas dentro de cada uma das ciências e de cada uma das formas de expressão do pensamento humano. E depois falou da filosofia
espírita como sendo. É aquela proposta originária de Kardec, ao estabelecer uma teoria fincada inicialmente na observação dos fatos, né? Que elementos, então, GR, caracterizam o espiritismo ou poderiam caracterizar o espiritismo? Nosso situação ideal ou na situação projetada por Kardec, como uma filosofia? Quais seriam esses elementos? Olha, Marcelo, é Eu Acredito que dentro dessa perspectiva, né? Oo, Herculano? Ele, ponto ou vários vários pontos, né?
É no seu texto que, inclusive me parece que eu me referia a 150 anos, né? Itu, você, você sabe, a mente apresentou ali um Centenário óbvio, né, do livro dos espíritos, é. Bom, mas a assim é Oo, que que. O que que a gente poderia apresentar não é do espiritismo? Como dentro dessa perspectiva bom, alguns pontos me parecem que justamente pelo que o Nelson também destacou, né? Movimento espírita os movimentos espíritas que existem no Brasil?
É que abandonaram, né? Ou nunca, se se vincularão de certa forma, a ao espiritismo na sua essência kardequiana, né? E, portanto, abandonar essa perspectiva filosófica. Porque a ideia de filosofia, né? E aí, está na essência do pensamento filosófico, independente de que corrente for e, portanto, também está na essência da filosofia espírita. É que a dentro dessa estrutura se trabalha com questões abertas. É o espiritismo a filosofia
espírita. Ela, sobre muitos pontos, não colocou sobre muitos aspectos, né? Não colocou pontos finais. Então, a ainda há muitas possibilidades de reflexão, de análise, não é? É o espiritismo tem uma dialética, a gente pegar, por exemplo, o livro dos espíritos. Nós vamos ver Kardec formulando questões. Né? Ao aos seus é interlocutores espirituais, ele formulava questionamentos, os espíritos respondiam muitas dessas
questões. A partir da resposta, ele formulava num outro questionamento, muitas vezes, porque a resposta não estava Clara, né? Ou suficientemente inteligível. Para ele, ou talvez para o próprio leitor e ele retoma questionamento, os espíritos dão uma outra resposta, às vezes a claramente mais e muitas outras questões. Termina com 111. Comentário de Kardec quer dizer, essa, essa dinâmica, né? De construir o livro dessa forma. É através do diálogo, através da dialética, né?
Ou seja, não aceite se nada sem antes passar pelo crivo da razão. Então tem uma perspectiva dialética aí. Então o pensamento espírita não é um pensamento fechado? Kardec nos apresentou e sua própria formulação da doutrina já mostra isso é se nós temos um pensamento, um pensamento de uma filosofia espiritualista, como você pontuou na instalar. Colocada na segunda edição um frontispício lá da segunda edição do livro dos espíritos,
filosofia, espiritualismo. Na primeira edição, de 57, não havia ainda a essa denominação, mas Kardec na segunda edição. Que é a definitiva de 1860, já coloca, não é? E justamente por todas essas questões, né? De ser um pensamento dialógico de trabalhar com questões abertas de é de trazer informações é que vão sendo é completadas ao longo da obra, né? Ao longo das suas outras obras, ele vai agregando elementos também. E vai buscar banco sempre para a gente poder construir uma reflexão.
Nós, enquanto leitores de sua obra, construirmos uma reflexão é a partir da daquela estrutura de pensamento, daquela teoria que é colocada, né? Para que a gente vá construindo também o nosso próprio caminho. Né? Nesta, nesta transitória não é de reflexão, de estudos, de compreensão. E me parece que exatamente é por aí que atemoriza um pouco, né? Ou muito OOO. 11 boa parte do dos espíritas do Brasil. Porque, como mencionou o Nelson, há 11 movimento espírita teológico, né?
E justamente que é se vincula mais numa perspectiva de fechar. Não é fechar o espiritismo dentro de uma teoria totalizante. É que que tá? Tem todas as respostas. Você não precisa de mais nada, não precisa dialogar com com as ciências humanas. Isso não precisa dialogar com as ciências biológicas, não precisa dialogar com uma área nenhuma do conhecimento, porque os espíritos basta. Se a si mesmo. Então você fecha, né? Dentro de uma macro teoria.
EAA partir daí você tem uma verdade é total, não é? Eu diria que a filosofia também não trabalha com a questão ou boa parte de de filósofos. Eles não trabalhavam com a questão de verdade. É, mas com a ideia de um conhecimento. Que se vai é produzindo, o que que se vai renovando, né? Com argumentos e com que teorias que vão sendo aperfeiçoadas ao longo do tempo. E eu acho que isso assusta. O movimento espírita é hegemônico, né? De poder é ter uma doutrina que
dialoga o contraditório, né? É como faz a filosofia. Então você tem que argumentar, não é você, não basta impor uma ideia, você tem que argumentar, você tem que defender. Eu tenho que comparar se ter conhecimento para fazer isso, e eu acho que nesse sentido, então, a que é uma essência do espiritismo? Isso assusta. 11 bom segmento aí dos espíritas no Brasil. Muito bom.
Eu anotei aqui 3577 pontos ou 7 elementos que o GR é pontua que são característicos da chamada filosofia espírita ou que caracterizam o espiritismo como filosofia. Nelson, vou repetir. OOGR falou que o espiritismo trabalha com questões abertas, ou seja, é o que o espiritismo chama de progressividade dos ensinos dos espíritos ou dos próprios conceitos espíritas. O Jair falou da dialética.
Né? Calcada na forma como Kardec estrutura, a primeira obra, de certa maneira, também, ele volta a usar essa dialética nas obras complementares, nas obras que se seguiram ao livro dos espíritos. O GR fala dos crivos que é importante que cada um de nós exerça a nossa é tarefa de examinar aquilo que chega aos nossos olhos, ouvidos e sentimentos acerca das questões espirituais.
O Jair falou da correspondência que Kardec faz em relação ao a base filosófica que está em o livro dos espíritos, com as demais obras, fala da autonomia que a reflexão pessoal que devemos ter em relação a tudo que é trazido. Em termos espirituais, transcendentais espiritualistas. A dialógica que é o espiritismo, poder dialogar com outras escolas, outras Correntes do pensamento humano, sejam elas científicas, filosóficas ou religiosas.
E, por último, a necessidade de termos o contraditório, porque filosofia alguma, nas palavras do GR, diz a verdade, Nelson, faltou alguma? Faltou algum elemento aí para ponderar? Eu Acredito que não. Acho que o zero foi perfeito nas colocações que ele fez. Os pontos é pertinentes. A filosofia espírita é eu enquanto estava. Então vou trazer um ponto aqui. Que todos falam, não falamos de filósofos, tem uma frase que eu gosto muito. Eu também fui buscar ela agora
há pouco, na internet. Que é do White Ritz? Porque ele tem uma obra chamada o conceito da natureza, ela não é espiritualista, muito pelo contrário. Então ele diz, nessa obra que a percepção do mundo incorpora aspectos do objeto que percebemos. O mundo é uma rede de processos interdependentes. Aí aqui que aqui cabe muito a reflexão de Herculano Pires, que nós somos seres Inter existenciais.
Então aí ele cita também que as nossas escolhas têm suas consequências, seja no ramo abstração, ou seja, concretas no tempo e no espaço. Tem algumas, tem algumas correr atividades interessantes nisso. Então você vê, em suma a filosofia espírita, ela dialoga com todas as demais, com as ciências, sejam elas. Humanas ou exatas? EOO, grande cerne. Da filosofia é o amor ao saber, acho que é. Essa é AA principal explanação que foi feita a respeito da filosofia.
A sede de saber que nós temos como seres no mundo. E como você desenvolve? Que o raciocínio, seja ele filosófico, seja ele de queima. De que maneira for sem poder dialogar. Com os vários aspectos que envolvem o mundo em que vivemos. É, por exemplo, dentro do próprio espiritismo. Kardec tratou da fenologia ou da filosofia? Qual gerou uma e qual gerou outra, como OGR disse. O conceito científico gerou filosófico porque não tem como fechar a questão.
Nosso conhecimento é parco, ele é limitado, a nossa verdade é relativa. Se nós não dialogarmos, como é que nós podemos desenvolver o conceito? Porque a filosofia é um conceito e a nossa vida é conceitual. Principalmente. Nós vivemos. Fazendo? Pontos abstratos da nossa existência. E sobre esse ponto, dialogamos. Certo? Muito bom, é Beto, dentro desse conjunto aí formado pelas colocações do GR.
E esse acréscimo que o Nelson coloca a respeito da relação entre a filosofia e a fenomenologia que sabemos nós e dizemos isso todos os dias no ECK. A fenomenologia espírita, leia-se mediunidade, jamais foi. É, ou será, patrimônio do espiritismo? Mediunidade é da humanidade. O que acontece com o fenômeno espírita é tratar a mediunidade com uma forma filosófico científica, distinta das religiões metafísicas.
Isso você estudou com bastante profundidade na sua faculdade de teologia e com a experiência e vivência no espiritismo, também consegue divisar isso com certeza. Agora, aproveitando em homenageando que você acabou de sair. De uma monografia como eu, né? E a gente sabe como é o parto de uma monografia, né? Como é a ideia? Maiêutica, de uma Monte de uma monografia, homenagear aí Sócrates, Platão e Kardec ao mesmo tempo, e homenagear o nosso GR, que é o convidado da
da noite? O trabalho de Kardec nesse, nessa esteira, a igr Nelson, ele foi dedutivo ou indutivo? Os 2. Não dá para fechar, não é porque em momentos Kardec vai ser indutivo e outros que vai ser dedutivo. Tanto pega na parte de metafísica, por exemplo, quando ele vai lá perguntar o que é Deus, né, que é Deus? Ele sai da dedução do do máximo pro menor agora na ciência espírita, ele vai ser totalmente
indutivo. Ele vai a partir das experiências, completando o que o que o Nelson falou, me lembrei do do prólogo e 8 tire tisno, né? Então que ele dá uma definição perfeita ali do espiritismo, que ele é uma. Tem uma do ciêntífico por tratar da relação entre os, entre os planos encarnados e desencarnados e pelas consequências Morais dessas dessas trocas. Ele é uma doutrina filosófica, Claro. Paráfrase, Hein, é não mesmo de cabeça, da da situação exato, mas é nesse sentido.
Então, nos nos 2 caminhos. Outra? Aí, completando um pouco essa questão do do GR, da do, da filosofia espírita, né? Kardec, quando olha toda obra de Kardec, com uma atitude filosófica, né? Para identificar uma atitude filosófica, nós pergunta. A vai explicando o que seria essa atitude filosófica.
Não está o que é? Como é para que é não é aquelas as questões básicas que a gente faz sobre qualquer coisa, aquele espírito crítico que sempre teve presente em Kardec, tanto que ele, se a gente pegar a árvore da filosofia, os inúmeros ramos de pesquisa, dentro da filosofia, Kardec acaba trabalhando com diversos. Professor Villa depilando Pires mesmo na obra dele, a introdução à filosofia espírita.
Ele trabalha com 2. Ele trabalha com ontologia e com a gnosiologia gnosiologia estudo da teoria do conhecimento e a ontologia, estudo do set exato isso aí. Mas a gente pode pra gente ficar a metafísica na gênese, está presente a parte ética, né? Tanto Na Na terceira parte do livro dos espíritos como como no evangelho segundo o espiritismo, um pouco no céu, inferno a essa questão das finalidades, para
que serve alguma coisa? Isso é um ramo que é me chamado teleologia que as causas finais das suas finalidades, presente ele também muito, muito presente No No céu, inferno, então toda a obra de Kardec, todos os trabalhos dele, é um trabalho filosófico. AA visão que ele tem de ciência para a época dele. A gente pode já colocar, eu já coloco cara daqui à frente do seu tempo, né? Porque já entra esse bava. Há questões. É porque toda obra de Kardec trabalha este trabalho
filosófico. Débora desliga o teu som, por favor. Vamos lá aberto. A então. Me desculpa aí que eu tava, me perdi ele. Você falava alguma coisa do do, do do Kardec ter sido antecipado assim, sim, antecipado a ciência na questão das, principalmente, da falseabilidade, das verdades transitórias. Então, ele e ele coloca isso na genes, né? Se a ciência progrediu, o espiritismo vai progredir com ela, porque ele já admite que a verdade ela não é definitiva. Né?
Hoje mesmo nós noção de cliente é o que que é a verdade? Existe sim. A gente pode ter uma verdade relativa a, em determinadas condições, vamos colocar aquela da aulinhas de física, se ele tp, né? Que as condições normais de temperatura e pressão então estabelecidas, essas condições ou esse plano de existência, podemos mais ou menos dizer o estatisticamente as probabilidades, a criança seja verdade, mas é uma verdade fechada. Né?
Já porteira da filosofia pessoa postura, eternamente inquietação, sempre perguntando, sempre questionando, sempre buscando o novo, né? Por isso, fala definição que o que o Durant deu dela ser a trincheira de frente, porque ela abandona. Triste, conquistou a Vitória. Ela segue avante sempre. Na dúvida deixa a Vitória para
trás, para, para ciências, né? Pra vai ser pra avançando e é uma posição desconfortável de algum.eu digo que sim, porque está sempre em dúvida, é desconfortável, então é normal a as pessoas buscarem a segurança de uma verdade. Não é? Então é. É, eu entendo o lado teológico do espiritismo. Nesse ponto a não senta. Que ponto ele consegue se manter esses? O dogma da espírita da teologia espírita não é porque ele não consegue dialogar com a
progressividade. Se é um problema, acho que OA teologia espírita começando a enfrentar agora, porque os espíritas estão se dando conta disso. Não é que é verdade. Pronto, eu espera aí a revelação, essa revelação que está vindo do do médium ali a. Eu. Eu tenho que criticar, eu tenho que perguntar por que eu não posso perguntar?
Então, essa impossibilidade de tu avançar o conhecimento de ter que receber um conhecimento mastigado, pronto, como é da revelação teológica, já não está servindo porque ele não casa justamente com a filosofia, expire. Essa conversa sobre a revelação teológica é muito interessante, Beto, né? E aí eu vou botar um pouquinho de pimenta nessas colocações que tu fizesse antes de jogar o caldeirão, porque pra quem aí é é do sudeste pra cima, não está
muito acostumado com lareira. Nós aqui no sul, Santa Catarina e Rio Grande do Sul e temos aqui 3 sulistas na área, nós estamos acostumados com lareira, né? Agora não, mas daqui a pouco a gente já vai começar a colocar lenha na fogueira e a lenha na fogueira vai vim na próxima questão que eu já vi. Vai jogar para Débora, ouvir pra pedir pra Débora abrir o microfone dela só quando eu terminar de falar, para não dar AA microfonia do eco, né, que a Débora está tentando resolver
ali? A questão é técnica. Mas a teologia espírita Beto jr, r Nelson e Débora, ela tem uma continuidade, sim, porque a revelação que eles tanto gostam de dizer, né? A parte do movimento majoritário do espiritismo, que chama o espiritismo de terceira revelação, se apegando na letra do que Kardec teria dito quando apresenta o espiritismo para a humanidade, né?
É exatamente esse conceito de a terceira revelação, que é contra tamente contraproducente se Kardec tivesse dito que o espiritismo é. Uma terceira revelação, já que adotamos nosso princípio da generalidade espiritual utilizando a própria palavra de Jesus Nazaré, de que o vento
sopra onde quer. Este movimento teológico religioso, dogmático espírita utiliza o seu próprio crível de continuidade ou de progressividade, dentro da ideia da revelação quando ele elenca médiuns e espíritos oficiais, então a obra de André Luiz, via Chico Xavier, por exemplo, ela é considerada uma revelação na mesma proporção, nos mesmos moldes. No trabalho de Allan Kardec, mesmo ela não tendo obedecido os parâmetros, os critérios, etc. Então a pergunta, inclusive. No Milton, nosso nosso.
O pai tá on, ó, o pai tá on Milton medran tá na área, rapaziada, vamos prestar muita atenção aí na história. Olha só o Milton pergunta o seguinte. Cadê minha cola? Assumiu minha cola aqui. Acho que barbaridade. O Milton pergunta assim, a religião espírita desnaturou o espiritismo como filosofia. E aí pegou a pergunta que eu tinha preparado, o senhor Milton medran, eu tinha preparado assim, por que é mais conveniente ao movimento espírita?
Débora o campo seguro, que vem poderia ser representado pelas águas paradas da religião dogmática espírita. Do que a filosofia espírita, ou seja, por que é mais conveniente para os espíritas em geral ficarem na dogmática, religiosa do que enveredarem pelo campo da filosofia espírita, Débora? Você me ouve bem, Marcelo? Perfeitamente, finalmente. Então é, olha 11 ponto, o Beto já respondeu. É na fala dele anterior, principalmente porque fala dessa
que a busca. E a incerteza de verdades fechadas e absoluta nos trazem uma angústia, e as pessoas querem uma resposta, é? Matemática, sabe, elas querem aquilo que que lhes traga o consolo que resolva os seus problemas, entendeu? Acredita que vai na casa espírita, vai tomar o passe e tudo vai se resolver pelo fato de trabalhar em uma casa espírita. Tudo vai se resolver na vida delas. Então, é essa busca incessante que é OOO grande mote do.
E da doutrina espírita que essa vontade de saber, de buscar, de refletir, não eu vi agora, mas será que é isso mesmo? É, as pessoas não querem isso e foram buscar essa resposta, né? Na religiosidade. Então isso trouxe uma, vamos dizer assim, 11 fuga, uma saída para um lado que as coisas começaram a se confundir. Então, de repente, por exemplo, o pensamento. A reflexão, até mesmo a incerteza, porque vivemos de incerteza o tempo todo. Vivemos num paradoxo, o tempo todo.
Nós, para podermos caminhar, nós precisamos de um certo desequilíbrio pra poder dar o primeiro passo. Então é, as pessoas não lidam muito bem com isso e, principalmente, se você pegar esse mote religioso, então é, elas querem respostas, era que elas querem buscas, é, elas querem busca. Não, elas querem respostas, elas querem um consolo, elas querem aquilo que elas querem ouvir. Agora, manter isso aceso é fez com que AO pensamento filosófico
dentro da casa espírita. E eu estou falando daquela vida mais rotineira. Ele simplesmente se tornam uma quase que uma ilustração, sabe? Porque foi alimentando o que? O místico? É maravilhoso, exatamente o contrário do que é colocado na gênese. Quando você abre a gêmeas é assim, não é para desfazer coisas e contra isso, aquilo não, mas para mostrar que existe uma opção racional e científica. Mas as pessoas não querem isso.
Então o que que elas fazem? A primeira coisa que faz é não ler Gênesis há não é muito complicado e tal, então fogem daquilo que seria a base maior com a própria doutrina espírita. Muito bom, é isso mesmo, é esse o caminho da nossa discussão. Hoje trouxemos aí, além é quente porque não vamos ficar aqui
dourando pílula alguma. O GR dentro desse dessa pergunta bem colocada pelo medran, né, que também complementa o que estava no nosso script acerca daquilo que nós somos espíritas, fizemos do espiritismo, não existe aí uma aparente contradição entre a proposta de Kardec. Em trabalhar temas religiosos, temas transcendentais, temas espirituais e uma tendência material humana de transformar o espiritismo como um puxadinho das religiões que já existiam. Olha, Marcelo, eu. Eu acho que sim.
AA questão, por exemplo, né? De que? A eu eu estava houve. Valeu a Débora, mencionando fazendo sua colocação. Eu estava me lembrando, já vou entrar nessa nessa questão que coloca Marcelo, mas eu estava lembrando que é muito comum aqui no sul, a gente contracena numa plaquinha nas casas espíritas, que é o seguinte, né? O silêncio é uma prece, quer dizer, o silêncio é o contrário do diálogo, né? Vocês vão você, você tem que ficar em silêncio, é fazendo uma pré fazendo prece, né?
É. E, portanto, você não pode entrar numa relação de diálogo, de reflexão, não é? É, acho que isso é muito emblemático. Assim dessa postura que o que o movimento espírita assumiu aqui, né? É, olha, eu. Eu penso o seguinte, que Kardec ele deixou algum alguns problemas, né? A eu eu penso que Kardec, como você havia colocado antes na questão, por exemplo, de de situar o espiritismo, né, como consolador prometido.
Como a terceira revelação da lei de Deus não é a terceira revelação divina, quer dizer, quando Kardec faz essas colocações, é no evangelho. Ele, ele, de certa forma, ele abriu essas essas lacunas. Para que o movimento se posterior, e eu acho que até na época não é porque a essa discussão, por exemplo, de espiritismo virar religião já é uma discussão, é da época de Kardec e logo em seguida, após a sua desencarnação, né? Inclusive em outra, em outros
países, né? É. Então, assim, é. Acho que Kardec abriu essas lacunas, né? Mas é, mas também não é. Não é importante a gente olhar Oo contexto da teoria, não é? E olhar o fragmento do texto, né? Eu eu, eu vejo que é muito complicado. Às vezes o pessoal pega na se pega, se na literalidade de algumas colocações que Kardec faz tem contextualizar o conjunto da teoria, né? Essa relação entre a parte e o todo você fica na parte do olho todo, né?
E olhando todo você vai ver e o todo que eu me referi ao todo. Mesmo, né? No sentido da obra de kardequiana, no conjunto da sua obra, né? É aí nas suas 32 publicações. Enfim, né? Se você pegar o conjunto dessa obra, analisar, ler, discutir, você vai ver que o conjunto da obra leva, né, pra uma perspectiva diferente daquela que se assumiu no Brasil, né? Desse espiritismo é que é o espiritismo ortodoxo, no sentido de que é você não abre espaço para para a relação dialética.
É isso, de fato eu concordo com aquilo que o Beto colocou também, né? É, e com o que a Débora também havia colocado na anteriormente, é que isso de fato isso assusta, né? Porque as pessoas é, querem certeza, as pessoas querem mitos, elas constroem representações imaginárias e terminam levando uma suposta segurança num mundo de incertezas, né? Então, se nós já vivemos num mundo de tantas incertezas.
Como nós vamos nos nos vincular? Uma doutrina que também apresenta incertezas, que trabalha com a dúvida, não é que a dúvida, dialogar filosoficamente com a fé de uma forma relativamente harmônica, né? AA como então, para que que serve essa essa filosofia, essa doutrina, se nós já vivemos permeados num contexto de de incerteza, de impermanência, tá? Nós queremos o contrário, nós queremos segurança, nós queremos verdades prontas. Daquilo que já foi mencionado aqui.
Então eu acho que no espiritismo é no Brasil. Eles se constrói dentro da do seu, do seu início, né? A ainda No No século 19, quando chega no Brasil, na segunda final do século 19, é nas, nas poucas décadas finais do século 19, quando ele começa, né? É aqui no Brasil, ele vai se enraizar. É, e vai, vai nesse sentido, né? De terem aqueles que vão é encontrar, né? No espiritismo, uma nova religião.
Tá? É que Kardec já havia combatido lá atrás, já na primeiro momento que aparece em discussão, né? É lá no, naquele texto lá de 63, né? Se não me falha a memória, 5963 ali, quando, quando o padre né é. Escreve lá No No. Em universo sobre uma nova religião em Paris, né? Esse, quando o espiritismo, nesse contexto e Kardec, vai escrever, é contrapondo, ele vai. Vai dizer que ele não entendeu nada, né?
Se ele está criando a ideia de que o espiritismo é religião, você não é, não é o espiritismo, não é? E ele Kardec, está falando nisso. EEE, eu acho que o movimento então se vinculou a essa perspectiva, né? E o espiritismo se tornou a partir daí, dentro desse movimento. Teológico religioso, né? Que no Brasil é se tornou 11 movimento hegemônico? O espiritismo. Ele, de certa forma, reprimiu. É espiritismo? Enquanto o movimento não é não encontro doutrina.
Mas, assim, o espiritismo reprimiu, né? É todo um potencial cultural de reflexão, não é de contribuição cultural philosophy. Fica sociológica, né? Porque isso é apenas fazendo assim rápida para observação. Eu estava olhando aqui no texto lá do do Herculano Pires, lá na introdução do livro dos espíritos que ele traduz, né? É, ele vai colocar lá, vai dividir o livro dos espíritos, né? Vai dizer que olha a primeira
parte das causas primárias. Ele coloca lá como é os ramos da filosofia que com ali ele coloca a metafísica tá ali. A cosmologia está ali, né? É a segunda parte do livro dos espíritos, né? Do mundo, espírito dos espíritos. A gente coloca ali a ontologia, né? Análise do ser enquanto ser da sua essencialidade, né? É a terceira parte das leis Morais. Ali ele citou a ética, sociologia espírita, filosofia moral, né? Quer dizer, a quarta parte, aí ele entra um pouco na questão da
teologia espírita, né? Nessa quarta parte aí das causas, né? Das esperanças e consolações, né? A gente pode também situar aí a psicologia, porque trata-se também sobre essas temáticas, né? Da Felicidade, do desgosto, da vida, enfim. É, então eu acho que OOO movimento espírita perdeu muito, né? AO que o espiritismo, enquanto o movimento e o próprio Herculano, vai lembrar isso depois, no curso dinâmico de espiritismo,
né? É que ele diz que os próprios espíritas não conheciam o espiritismo e se o conhecessem, né? Também vai se referir isso no centro espírita, né? No livro que ele é o, ele diz. O próprio centro espírita seria um grande movimento cultural, né? Se os espíritas conseguissem perceber. Nessa perspectiva, mais mais ampla, né? Apesar que o Herculano também tinha o seu lado mais ufanista, né? Em relação à religião espírita. Sim, é o professor Herculano.
Ele adota em parte, né? A teoria do triângulo de Emanuel, né? Deixa para Emanuel. O espiritismo seria um triângulo equilátero, né? 3 lados iguais, formado por 3 vértices principais, onde estariam na base. Por um lado, a ciência do outro lado da filosofia e no VT superior, apontando para cima, onde seria o suposto céu dos cristãos, a parte religiosa, né? Então ele é como você disse, com todas as letras, e nós
concordamos. Quem estuda a obra do professor econômico consegue perceber isso, né? Ele também é ufanista e ele também apresenta uma concepção de que o espiritismo é a síntese de todo o conhecimento humano. E aí nós corremos um Sério risco. Não é por estarmos centraliza. Quando há Marcelo, mas o espiritismo não é só o que está lá compreendido. Naqueles 12 anos de trabalho de Kardec, o espiritismo é progressivo. Né? Esse é um discurso que a gente vê o movimento majoritário, né?
Beto Souza também dizer não. O conhecimento do espírito é permanente e progressivo, porque quando os espíritos superiores quiserem, novas revelações virão e nós ficamos aqui com o Pires na mão esperando essas tais revelações. Ou seja, não há um esforço conjugado do movimento espírita, não é Nelson e nós trabalharmos com essa ideia prospectiva, progestacional. E de muito suor, né?
De muitas lágrimas do trabalho efetivo que os espíritas podem fazer, vou pegar um pequeno gancho do GR, Beto e jogar a batata quente na tua mão, né? É, nós falamos aí da questão do silêncio, né? Já representa aí a ideia de que o movimento majoritário, que preferiu a religião dogmática à filosofia, que é pensar, repensar, ensinar a pensar, voltar a pensar dialeticamente, contraditoriamente, abrindo
perspectiva do nas. Estarmos sempre em busca de novas perguntas e não respostas e soluções prontas. Ele apresenta para nós uma ideia que está aí patente no meb, patente no meio espiritual, no movimento espírita brasileiro, que é o da verticalização. Alguns sabem, outros não. Alguns estão sujeitos a uma ordem superior. Ele é um critério de conveniência, ou seja, essas verdades podem trabalhar aquelas lá.
Nós não aceitamos, né? E ela se baseia claramente num argumento de autoridade, onde né? De uns espíritos e dirigentes, né? Pra não dizer também, alguns palestrantes selecionados é que podem complementar o pensamento. Do espírito é que podem fazer a tal da filosofia espírita. É por aí. Não é o contrário, né? Mas é um problema agora mesmo. Eu tava vendo um, vi um comentário passar ali, né?
Da da questão dos espíritos superiores, que se comunicaram com Kardec, a não está no comentário, mas me lembrou isso, que o pessoal vê. OOO tinha lá a noção de olhar os espíritos que se comunicaram ao longo de toda a codificação, como se fosse um ditado, não foi um ditado. Não é? Foi um diálogo, uma conversa para ter que perguntava outra que for ler uma revista espírita? O bem que ele conversava mais de
uma vez. Ele não entendia ou se o espírito tinha, se a não tinha esclarecido muito bem no que ele chamava de novo, ele perguntava, ele aprofundava, então tinha toda 11 reflexão crítica. Então, sim, nós aceitamos princípios no espiritismo, que são a base segura. Ele, existe uma base segura, mas ela passa por todo um processo de revisão anti processo critico, processo racional. Né? Então, isso fica um pouco que
que se perdeu, né? Marcelo quente tem assim, ó. A grande maioria a gente enxerga a revelação mediúnica. Olha o termo que eu usei. Revelação mediúnica, não é eu não como um diálogo com os espíritos, mas com uma revelação. Espera que o espírito venha se comunicar ou. Ou então a gente espera que os espíritos superiores venham e trabalham. Espiritismo como um Kardec, não era isso. Ele colocava Oo duplo caráter da da da do espiritismo, né?
Vamos pegar o primeiro capítulo da da gênese dele, então era 2 bases, era um era uma, como medran mesmo quando o senhor falar. É uma noção ampliada de humanidade. A gente não tem mais só a humanidade encarnada. A gente tem a humanidade desencarnada também no diálogo entre as 2. Então, o que que, o que que diferencia a filosofia espírita da filosofia tradicional? É justamente isso que a gente tem a as. Os 2 planos de existência. Cessa a Inter existence alidade. A gente tem os 2 planos
dialogando, né? É a mesma bandidagem encarnadas desencarnadas a conversando, não quer dizer que quem não tem um corpo físico, quem esteja desencarnado nesse diálogo, seja superior, né? Simplesmente no momento não está encarnado está, né? Já é a cidade está participando, está com está muito comunicando, não quer dizer que ele seja um espírito superior ou puro, enfim. Com o Santo, um anjo que veio ali, me transmitiu uma mensagem que eu tenho que cair de joelhos, né?
Frustrado e aceitar o que está, o que está sendo dito. Não vou ter um diálogo, aquele espírito, alguns espíritos que se manifestam na realidade, nas reuniões mediúnicas, a gente vai acabar criando um vínculo maior de confiança. Com o tempo, a. Mas isso acabou, né? Então tem mais os grupos familiares, pequenos grupos. Então isso tornou ele não tem mais a evocação. Isso de imagina questionar o espírito.
Mas, para Kardec, até chegar a um nível de ele ter a confiança dos dos espíritos na época da sociedade parisiense era assim. Era com base em perguntas, né? E até ver, não, eu posso confiar em determinado espírito, o que é? Tem um determinado grau de confiança, ele está sempre na nossa reunião, eu fazer um grupo já parte encarnado e parte encarnado. Eles conversavam em tecido. E ou vejo isso muito hoje nas obras. Falta esse link que existia em Kardec entre as 2.
Ou a gente tem muita psicografia, né? Ou a gente não tem psicografia nenhuma ou entendeu? É? É 8 ou 80 esse que é o problema.
Não tem meio termo. É muito difícil a gente encontrar esse meio termo da conversa com os espíritos do diálogo, como existia em Kardec. Muito bem, você viu o Beto que o nosso GR Almeida, dotado da sua mediunidade fantástica, ele captou o nosso diálogo hoje de manhã, onde nós tínhamos preparado o senhor Jerry, uma pergunta pro senhor, pra deixar o senhor aí de calça justa, como diz aí, bombas ajusta, cê não, não uso, bombacha é. Nós tínhamos uma pergunta que
dizia assim, onde é que estão os aspectos filosóficos da doutrina espírita, a relativos a gnosiologia? Você falou? A metafísica, você falou a ontologia, você falou e a ética também. Você falou, né? Então você captou a nossa mensagem e neste Herculano. Né? E trabalhou esses pontos. Nós estamos profundamente satisfeitos com isso, mas vamos chamar o Nelson, né? Eu gosto também que o Nelson fale a respeito dessa
indignação. É positiva, proativa, que temos no esse carro, respeito dessa questão. Nelson, essa dogmatiza são do espiritismo, né? Essa ideia de uma religião que será religião do futuro ou futuro das religiões de blablablá e blablablá e blablablá dentro aí desse tripé já trazido pelo GR, complementado em relação a outra questão que é Jesus, como o espírito puro, o espírito guia da humanidade, o espiritismo, como terceira revelação, a terceira. E única revelação da lei de Deus.
O espiritismo, como o consolador prometido por Jesus, porque as outras religiões não são capazes de consolar? E, por fim, para colocar cerejinha no bolo. O Brasil é o país do futuro, é o coração do mundo, é a pátria do evangelho, ou seja, você está do outro lado da trincheira. Você que está do outro lado da Fronteira, que não é espírita, que nós está no Brasil, que não pratica a religião espírita, que não acredita nas verdades fundamentais e dogmáticas da
religião espírita. O que será de você, Nelson Santos? Pois vão todos arder no Geena, ou então vão para 1°. A veja só é. É aquela tua questão a podemos falar. Que Kardec foi muito permissivo com a religiosidade. Sim, ele foi permissivo. É, mas infeliz, até mesmo em algumas colocações. Me desculpe a minha ótica. Por exemplo, a história da revelação. Isso EE fugiu na cabeça dos. Igreja vistas de uma maneira como se fosse. O milagre de Fátima para os
católicos. É a revelação da vontade divina e o homem apenas cabe. Concordar e aceitar? As revelações divinas. O aí entramos logo em seguida no consolador prometido. Olá, consolador prometido, mas é muito reducionista. Para o termo consolador. O consolador abrange o quê? É aquela tal história nesse.eu. Até concordo com os primeiros teólogos. Que seguiam? AA tradução, como para atleta ou paráclito. Que é muito mais ampla, muito
melhor a colocação, porque. Ele não traz apenas a Consolação, ele traz, acima de tudo o esclarecimento. Pinto. O ensino é AA, é a Consolação pela livre. Consciência pelo livre exercício, pelo livre pensamento e ele que liberta é ele que consola. Não existe nada. Divino? Ou miraculoso na Consolação? Que, infelizmente, o espiritismo abraçou o dogmatismo da igreja. Esse é um ponto grave. Em outra, o eurocentrismo. Não podemos esquecer Kardec era francês, ele era eurocentrista.
E o que dizemos da do restante do mundo? Do restante das religiões? Ou só o espiritismo? É a religião do futuro. E eu podemos falar do hinduísmo? Do budismo? O islamismo. Os católicos não são a totalidade das religiões do mundo, nunca foram os cristãos, não são a totalidade. É uma vertente de conhecimento. É uma. Desculpa, a palavra é uma corruptela do judaísmo. Judeu. Jesus não era cristão, que é o cristianismo foi criado de é através de Paulo.
Que não existia cristianismo, existia judaísmo. E se nós vamos formos investigar isso, Beto é até melhor do que eu para expor. E devido à formação teológica dele. É as raízes do judaísmo estão no zoroastrismo. Então, ou seja. Cada vez. Um homem interpreta da maneira que lhe é conveniente. E aí é onde entra a filosofia para entender e compreender. Essas várias Vertentes ideológicas. Essas várias opiniões. Que a questão no mundo em que vivemos.
Como todos nós falamos, a nossa verdade é uma verdade relativa. Como nós podemos discutir as verdades e não dialogamos? O Mauro do. Das religiões tradicionais? Foram ter fechado questão, ou seja, elas se engessaram é dogmática, não, aquilo é a verdade absoluta. Se você não é a favor, você é contra. E não pode ser assim porque não existem verdades absolutas. Nossas verdades são relativas pelo menos não deveriam existir, né? Nós, na verdade, são relativos.
Muito bom nesse ponto, desenvolveu Zinho que nós aí chamamos o movimento espírita. De religião? Chegando até onde você disse, o do triângulo d. Manuel. Apesar de Chico ter sido um médio maravilhoso. Eu acho que, na minha opinião, o mais profícuo que nós conhecia tivemos a oportunidade de conhecer. Não foram feitas as análises devidas na sua obra mediúnica. Não foram feitas. Aonde está o critério analítico e o? Da das exposições de Emanoel, André Luiz Humberto de Campos.
Todas elas têm lacunas enormes. Tem? Muito bom nas enormes, então. A nós? Dogmatiza mozi. Criamos aí uma coisa horrorosa que o movimento espírita cita. Que é o Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho. Agora o pessoal fala, fala, alguém já leu esse livro? Esses espíritos que Oh, mãe, almejam tanto lerem estudar esse livro, não, eles são tudo. Ovelhinha de presépio, me desculpe. É o Nelson, é morde e assopra, não é?
Está aí o amor de dinha. E depois ele assoprou pra coisa ficar um pouquinho menos dura, né? Como todos nós, que fazemos uma crítica construtiva ao movimento espírita para que esse movimento espírita seja sacudido com a oxigenação das ideias, seus pensaram que a polêmica terminava aqui com esse contexto aí de religião dogmática. Aqui o nome é CK. Quer dizer, polêmica, então GR vamos a próxima polêmica. Atualmente? É, nós temos uma polarização. É político social no nosso país,
né? Assim como em outras partes do mundo, não é um episódio isolado, nem é. Uma prerrogativa. Da única e exclusiva. Do Brasil? Mas nós estamos no Brasil e vamos falar mais da nossa realidade. Então, nós temos notadamente segmentos de direita e de esquerda. E esses segmentos quando? Envoltos na ambiência espírita, querem utilizar a base filosófica do espiritismo para dizer, o espiritismo é de esquerda. Ou o espiritismo é de direita?
De modo flagrante de modo pontual, o espiritismo é de direita, o espiritismo é de esquerda. O que pensar então, Jerry? Dessas tentativas de enquadrar ou de restringir a visão espírita do mundo e um determinado espectro político ideológico? Olha, Marcelo, eu, eu diria o seguinte, que o espiritismo, ele não é, é de esquerda ou de direita. O espiritismo é uma doutrina humanista. É, e dentro dessa perspectiva humanista, não é?
Porque, situa o homem, se a gente for, por exemplo, pegar na introdução da revista espírita, a primeira edição de janeiro de 58, quando Kardec vai explicar por que que ele colocou lá o subtítulo do jornal distúrbios psicológicos, ele vai dizer porque nós estamos estudando os espíritos que estão na, na verdade, nada mais, nada menos do que os seres humanos são seres, são os são os homens homens, no sentido lato, né? O ser humano. Então o espiritismo é, é, tem
toda 11 teoria social. Que está colocada lá na terceira parte, principalmente entre outros textos, está colocado lá na, na terceira parte do livro dos espíritos, não é? Vai discutir com todos? Nós sabemos as questões pertinentes, a igualdade, a Liberdade, a sociabilidade, né? As relações de trabalho você vai discutir tudo isso, né? É, então, é o espiritismo, tem toda uma discussão sociológica, né? Sobre essas questões, daí a facilidade com que a gente pode ou que alguns segmentos é
direcional mais, né? O espiritismo já é, alguns usam, inclusive Leon. Deni, né? Quando escreveu o seu socialismo e espiritismo é. Ou é, ou outros textos de Danny, por exemplo, né? Embora ele não tenha, é. Eu estou dizendo aqui que o texto da n não não faz essa perspectiva, né? De de situar o espiritismo na condição é de uma doutrina socialista, no sentido do socialismo, daquela perspectiva
filosófica, né? É, mas também há uma aproximação, daí eu diria que é muito mais difícil é aproximar o espiritismo de de doutrinas ou de pensamentos. É autocráticos de pensamentos. É que que justamente vão é comprar por, né? Há toda uma ideia de direitos humanos. Que é anterior ao espiritismo, né? É e que, portanto, terminam se situando dentro de uma linha. Mas como tu disse mais à direita, né? Eu pessoalmente?
É, é, não, não, não, acho que a gente tenha que usar essas esses qualificativos para o espiritismo, assim como eu não acho que tem que usar o espiritismo cristão, né? É, não acho que o espiritismo tem aqui qualificar o espiritismo, não é? É de cristão, espiritismo, de esquerda, espiritismo, de direita, né? Eu acho que o espiritismo tem que se, se a gente quiser qualificá-lo dentro de uma perspectiva mais, é mais condizente com a sua natureza, né? É progressista, livre pensadora, né?
Eu acho sim, né? É que a gente poderia tranquilamente a considerá-lo, né? Qualificá-lo como uma filosofia humanista. A em tá defendendo os os direitos fundamentais do ser humano, não é? Dentro da sua vivência Inter existencial. Então, a. Eu acho que isso essa questão de situar o espiritismo, mais um polo mais no outro, não é. Eu não sei, eu eu tenho mais cautela, né? Nesse sentido, assim, acho que isso termina criando uma outra cisão, né?
Que o movimento espírita brasileiro já tem inúmeras visões, né? E eu acho que essa ainda agrega outras, né? É? Então eu não sei, eu acho que a gente tem que ter um de cautela nessas análises também sociológicas de aproximação do pensamento espírita, necessariamente com uma ou outra. A vinculação direta, né? Há escolas filosóficas e econômicas ou sociais. Eu acho que a gente tem que ter cautela nisso. Muito bom. Olha só, é Claro que o ger está
falando idealmente, né? Tá, tá mencionando a proposta humanista do espiritismo? Está fazendo o link importante de vinculação do pensamento espiritual espírita com grandes movimentos históricos que a humanidade conheceu, né? Como por exemplo, é o iluminismo, como por exemplo, a revolução francesa, como por exemplo, a própria Independência dos estados americanos. Né?
Com a própria declaração dos direitos fundamentais do homem e do cidadão, enfim, é um conjunto de fatores que direcionarão o espiritismo a se alinhar dentro da ideia progressista humanista, laica, livre, pensadora. Como nós não cansamos de repetir dentro do ECK toda via Beto Souza, nós somos humanos. O movimento espírita, como também nos secar, costumamos
repetir ele não é amor Fu, né? A filosofia espírita pode ser amorfa, pode ser circunstancial, pode ter uma sede histórica, pode ter uma localização no tempo e no espaço. Segunda metade do século XIX, na no coração da Europa. Aquela que seria a principal nação daquele momento em termos de ebulição político, social, ideológica, econômica e social,
né? Mas o espiritismo é feito de homens e aí lembramos o célebre continuador de Kardec léon deni, que afirmou que faríamos do espiritismo aquilo que quisesse, né? O espiritismo será? O que os homens dele fizeram? Então como é que nós conseguimos, Beto Sousa, conviver na ambiência espírita? É, de uma maneira. Não digo imparcial porque não existe imparcialidade, não digo neutra porque não existe
neutralidade absoluta. Somos cidadãos do mundo, como disse o professor Herculano Pires, estamos no mundo sem ser do mundo, como disse Jesus. Como conviver então, com essas facetas? Nós temos no Facebook, por exemplo, encontramos, né? As redes sociais em geral, mas no Facebook, muito notadamente espíritas, movimento espíritas à direita, o movimento de espiritas de direita e temos o grupo, o movimento dos espíritas à esquerda.
Como então conciliar todos esses interesses, todos esses movimentos, todas essas facetas no chamado meio espírita atual? Não conseguia. É assumir que não existe. Como conciliar é exatamente a resposta. Não tem como é eu vou, eu vou pensar diferente do GR nesse sentido. Eu apoio essas ativações que o pessoal usa, sabe? Acho que é a faz parte e hoje em dia já é uma realidade desses movimentos.
Com eles a gente tem tantas facetas do movimento que acabam adjetivação, ajuda, et cetera, na hora de categorizar a. Marcelo, assim ó. Kardec colocava que o espiritismo era 11 doutrina, sem prejuízo da do sistema, não é? A utiliza o sistema fechado. Isso espiritismo é um sistema aberto, então é óbvio que o de, de acordo com a minha lei pessoal, eu vou acabar puxando coisas ou lendo interpretando. De acordo com com as minhas a. Noções com a minha bagagem, com
a minha lei, né? A lente eu tenho para ver o mundo. Agora, conciliar com muito, falou eu, na minha opinião, acho que não, não se conseguia. No máximo, pode-se ter algum tipo de. É como a gente já tinha falado Na Na live anterior que eu participei, né? Algum tipo de debate para terno ou respeitoso entre as diferenças, mas.
O próprio Sócrates neto falou que o tempo da maiêutica eu estou falando numa numa live só criticando, não chegava no eu não tinha possibilidade de síntese do final, ele parava Na Na chamada foria, né? Não tem? Não tem consenso. Tudo bem, não, né? Não chegamos num aporia naquele ponto, mas não precisamos por isso, pegar em armas também. Não precisamos do consenso. Mas o consenso é quase como uma cláusula pétrea do chamado movimento espírita organizado, né?
Precisamos conversar. O que é que o espiritismo, enquanto movimento no Brasil, chama de consenso? Unificação? Pacto Áureo? Então, aí nós temos uma noção Clara de consensualidade daqueles atores e dos que lhes seguiram e que concordam com as mesmas premissas. Quem não concorda? Fica de fora. Né? Então essa proposta que tu estás nos trazendo de um debate respeitoso, de uma convivência respeitosa, ela já existe como premissa para as outras questões de adjetivação esperi.
Né? O próprio Kardec é responsável por isso, não é Nelson quando ele diz que nós devemos levantar bem alto a Bandeira de um espiritismo cristão e humanitário? Então, Kardec, lá atrás já adjetiva, né? Em outras partes da sua obra, ele diz, somos espíritas cristão z. Então ele trata de adjetivar para alcançar, sabemos, nós, hoje um público bastante. Destinado bastante conhecido,
que é o público. Inicialmente eurocêntrico, cristão derivado das chamadas igrejas cristãs das igrejas tradicionais, das igrejas reformadas. E hoje nós temos derivações, né? Por exemplo, temos um espiritismo religioso e o espiritismo laico. E agora surgem o espiritismo de centro, que não é o centro centro espírita, né? Mas o centro de estar mais alinhado num liberalismo econômico, numa ideia de
contraposição das forças, né? Uma ideia de conciliação, talvez impossível, assim como adjetivações mais, A direita mais à esquerda. É isso mesmo, Nelson. SIM, 1 é bem o que ocorre, infelizmente. A é toda a questão de. A falta do estudo das obras fundamentais e. E as demais? Porque, embora Kardec adjetivou o espiritismo cristão. Espiritismo humanista. Toda obra cartesiana. Ela é filha dileta do iluminismo. Não tem como negar isso. E sendo.
A filha dileta do iluminismo, ela aproxima se muito do socialismo top. Porque? Por causa que AO espiritismo é, acima de tudo, uma doutrina social. E o pessoal não consegue compreender? Ela não a ideologia. Aí o pessoal fala, aí o pessoal fala, hã, mas o espiritismo não é ideológico, é? Ele é ideológico, sim. Ele é ideológico, sim. Porque se nós partirmos do princípio, até outro dia, coloquei numa postagem. Se a gente. Partir do princípio de 3, e. O que que é o. A ideologia.
O que que ela é o que compõe uma ideologia? São as percepções do homem perante o mundo. Como é que você vai aplicar? A sociedade, as benesses. Sociais? Se você não praticar uma política social, veja política. Não partidarismo. Porque um homem não muda o mundo que muda o mundo, é o conjunto. E se você vai utilizar o conjunto, você está fazendo o quê? Vocês estão. Vocês está utilizando de forças políticas para mudar a realidade vigente? A realidade atual.
Em momento nenhum, Kardec se solidariza e nem nós um partidarismo. Partidarismo? O nome já diz a divisão. Nós não queremos divisão. Quando falo divisão de ideais. Não em de divisões políticas como a nossa casa, máter usa muito, não é? É nós contra eles? Desde desde antes, o pacto Áureo e formado com o pacto Áureo. Então é uma questão, não tem espiritismo de esquerda, não tem espíritos, não diz ter de direita. Ou pelo menos, não deveria ter.
Mas o que que acontece como Kardec, já desativou lá atrás? Se nós queremos hoje. À esclarecer determinados pontos. Que aba a filosofia espírita aborda? A gente tem que colocar, olha aquele spiritism a ele é laico e livre-pensador. Porque se não é mesmo balaio de gato, me desculpe falar assim, mas é um balaio de gato. Os momentos que tem um balaio de gato. Então você tem que adjetivar se nós fazemos de decisão, se não você não consegue se diferenciar dos demais. Legal Débora, será que.
A gente precisa mesmo dessa adjetivação. Eu sou espírita, verde, o outro é o espírita azul, o outro é espírita, amarelo, mas tem também um espírita, vermelho e talvez tenha o espírito incolor. Por que esta necessidade de estabelecer alguns guetos no movimento inspire? Olha, Marcelo, tem várias coisas aí que que acontecem.
Ao mesmo tempo. Nós estamos vivendo um momento em que muitas palavras acabaram tomando um outro sentido daquilo que elas são realmente, de repente você entra na casa espírita, numa aula ou numa palestra, você fala em socialismo. Tem gente que já arrepia todos os cabelos. Porque associa isso com uma determinada vertente, com uma determinada coisa ou com uma determinada cor. Enfim, então existe 11 perda do significado das palavras. Sabe o que eu lembro?
Como um dos primeiros exemplos, é uma coisa, bem é bem corriqueira, é o que era o Diamond lá atrás, sabe que o Diamond se tornou um demônio, então é. Existem muitos problemas em relação a isso e, infelizmente, quando se fala da questão social, é do espiritismo, é da questão humanística. E, principalmente, a dialética, as pessoas não ouvem com bons ouvidos, então isso acaba criando 11 obstáculo muito grande, sabe? Porque se não adianta, as pessoas querem dividir o que nós
estamos vivendo. Essa situação horrorosa, principalmente aqui no Brasil, é e. Fazendo uma cisão com aquilo que é o movimento espírita, sabe agora como que eu posso falar que eu penso no ser humano, no coletivo, se eu não falar de sociedade então? Oo espírita, quando ele busca nesses mitos, nesses grandes médiuns, como são ditos por aí, até os grandes oradores e tudo,
eles buscam o quê é? Aquele líder sabe aquela ideia antiga de Moisés de dizer para o seu povo que somos os escolhidos, a pátria do evangelho? Sabe aqueles que sabem um pouco mais do que os outros, eu tenho um horror quando eu ouço isso em alguma palestra, nós que sabemos um pouco mais do que os outros, nós que temos uma visão mais dilatada do que o outro, que somos nós.
Se nós estamos na mesma busca, sabe, na é na mesma situação, como é que eu posso dividir, por exemplo, o que está acontecendo agora em Petrópolis é, eu vou chegar lá e falar assim, não, eu não vou fazer isso porque não é da minha igreja. Sabe, é. É as questões humanitárias, elas não podem ser rotuladas. Nós vivemos num momento no mundo, no nosso país em que tudo tem um rótulo, tudo é taxado de qualquer coisa e as pessoas não sabem absolutamente o que aquilo
significa. Quando você fala, por exemplo, em aula sobre o Karl Marx é e da relação é com a filosofia espírita. Tem gente que fica espantado. Que horror. Eu vou ouvir falar sobre isso. Pelo amor de Deus, vamos nos informar. Sabe aquele que ainda não se formou vai atrás. Então essa vinculação de mitos, de de é de Milagres, gente, a gente lê na gênese, os Milagres não existem como nós concebemos,
tá isso no senso comum. Aí você fala pra pessoa, não falou assim não, mas tudo bem, é o que está na génese mais. Aí acontece alguma coisa. Ela espera por um milagre. Ela vai atrás do médio. Ela quer a psicografia, ela quer fala, então é não dá para desvincular uma coisa da outra.
Sabe, então AOO movimento espírita, ele tem que é seguir em frente com essa busca humanitária, existencialista, sabe que mesmo que se que se diga cristão, como é que a pessoa pode falar em cristão, se é contra a ciência, se é contra AO ensino? Se é contra o conhecimento, se é contra a filosofia dentro da escola. Eis. Se é contra a Liberdade de expressão da sexualidade, como cada um quiser expor nossa viver, eu ia falar sobre. Então esse é o nosso caminho.
GR nós estamos partindo para o final, mas cabe uma pergunta aqui da minha. Da minha cola, né? Como eu disse que nós preparamos 20, né? E o senhor vai ficar nos devendo aí uma nova estada aqui na bancada do ICK pra gente poder, né? Atingir essa essa meta que a gente fixou antes de preparar essa live, né? Sejamos bem claros.
Mas tem uma pergunta muito interessante para a gente poder fazer a linkagem do que diz a filosofia espírita, com a nossa ambiência, com o nosso viver cotidiano, sobretudo em relação aos mais jovens, né? Mais jovens do que nós que estão
aí na esteira. Do entendimento do que é viver nesse planeta, do que é estar diante das chamadas revelações espirituais e como construir um Panorama melhor do que este que nós estamos vivendo hoje, tanto em termos de vivência social quanto em termos de vivência espírita, de meio inspire. Então a pergunta está associada à questão 695 do livro dos espíritos, Jeff, onde? Diante de um questionamento de Allan Kardec, os espíritos superiores ou ditos superiores,
né? Apresentaram para ele o casamento como sendo, abre aspas um Progresso na marcha da humanidade. Então, Kardec perguntou no contexto social, histórico convivial da metade do século XIX, segunda metade do século 19, o que que representaria aos olhos dos espíritos, o tal do casamento, né?
Aquela união mais ou menos definitiva entre 2 seres independentes dos sexos que eles tivessem, sabemos nós hoje, pela realidade vigente no nosso planeta, no século 21, 160 e poucos anos depois de Kardec. Como enquadrar isso na mentalidade de jovens e até de adultos que optam? Por uma vida de solteiro? Não querem casar, não estão procurando o casamento. Isso seria, do ponto de vista
filosófico. A esses a exacerbação do interesse pessoal, egoísmo, orgulho e assemelhados, caracterizando assim uma pretensa inferioridade dos que habitam a Terra. Como conciliar, então? Essa definição patente dos espíritos a Kardec na questão 695, com o que fazemos da nossa vida hoje, no século 21 GR.
Olha, Marcelo, eu, eu pessoalmente, assim, fazendo uma leitura dessas questões, eu. Em primeiro lugar, eu acho que existem questões colocadas no livro dos espíritos que estão dentro de um contexto muito da época, né? São questões de época. É, eu penso que AA questão hoje a gente precisa entender que não, não no sentido de de achar que o casamento não é OA questão, não é o casamento do seu Progresso não, né? Porque é preciso respeitar a
autonomia de cada sujeito, né? Cada sujeito no mundo, cada pessoa é tem essa autonomia, está sua autonomia moral de fazer escolhas, se responsáveis por ele. Para essas escolhas que faz, não é? Então, pela trajetória de vida que tem, não é pelas vivências e constroem ou por aquelas que deixa de construir. Quer dizer, tudo isso são aprendizagem. Eu acho que situar de uma forma assim é dogma, te zante também, né? Essa perspectiva do casamento como é, é o casamento ou Progresso?
Não, não é o casamento ou Progresso, né? O Progresso é a real, é como nós lidamos com as relações. Então, é. Porque às vezes o sujeito tá casado, as pessoas estão casadas, mas aquele que aquele casamento não significa absolutamente nada, né? Aquilo não traz Progresso nenhum, não traz movimento nenhum, não traz é nada de, de, de algo substancial, mesmo na vivência daquelas pessoas, né, de afetividade, enfim. Então existem muitos interesses envolvendo isso.
A questão de situar definir, né? Olha, o sujeito não casou porque ele é egoísta a ou então se pegar, o que é muito comum também, né? OA vida de insulamento, né? Pelas pessoas, assim que fazem votos para viverem de uma forma mais e isoladas, né? É o sujeito é, é, é egoísta. Eu eu não sei, eu não gosto mesmo, não gosto dessas, é dessas adjetivações, dessas qualificações. Porque a gente não tem como avaliar isso. Como é que eu vou dizer que a pessoa é egoísta?
Eu não tenho elementos para conseguir definir isso, não é? Então eu, eu não. Eu não gosto pessoalmente, não faço essa perspectiva de usar esses termos de qualificar, de ver isso assim, de uma forma tão, tão determinante assim, né? Eu eu acho que é essa é uma das questões que a gente tem que ter um olhar crítico também sobre as respostas que os espíritos dão. Né? Uma eu. Eu quero uma vez eu gostaria de falar aqui também. O Marcelo é, se o Milton tiver assistindo, é e talvez ele
lembre. Mais uma vez, eu estava lá no centro cultural escola, primeiro contato que eu tive com o Maurício Herbert Jones e a gente estava, fui, fui eu, fui convidado para fazer uma palestra lá pelo salomao. E o e o Maurício estava Na Na Na minha frente. Assim é assistindo a palestra. Eu, Claro, conhecia o Maurício e tal. É EE. Fiz uma palestra sobre tudo. G saldo, né?
Porque imagina eu fazendo uma palestra na frente do Maurício, do do Milton, do salomao lá eu já vi que o olhar deles é é na época eu Era Eu não, eu não tinha a visão que eu tenho hoje, né? Mas aí depois nós vamos conversar et cetera, et cetera e tal, né? E o e o Jones me larga uma que ele diz assim, olha. É o cê sabe que. No livro dos espíritos, as perguntas de Kardec são muito mais interessantes do que as respostas dos espíritos. Né? Então essa essa questão ela ficou, né?
Quer dizer, a gente não pode levar aquela resposta dos espíritos assim é, né? De uma forma radical, dogmática, né? É radical que eu digo não no sentido radical de raiz mais radical de fundamentalismo, né? É, então eu acho que a gente tem que ter também 111. Posicionamento crítico em relação à resposta que os espíritos dão e contextualizar isso para a nossa época, né? Sempre ficar enrijecido dentro de uma resposta que às vezes a gente olha e vê que uma resposta de época no século 19, né?
Até porque às vezes, uma resposta bem moralista também, né? Você vai pegar aqueles espíritos que responderam a Kardec. Grande parte deles eram religiosos, eram católicos que ainda traziam. Provavelmente não é muitos elementos culturais, da vivência que eles tiveram na Terra, então é aquela perspectiva que a gente colocava aqui. Não é? Os espíritos são seres humanos, emitem suas opiniões.
Agora a gente tem que analisar. E para finalizar, Marcelo, eu, eu só pra pra tocar também naquela resposta anterior que eu tinha feito, não é que. Que o pessoal comentou, eu queria dizer o seguinte, aqui é é a questão do do, da, da aproximação do espiritismo. Nessas é ou da esquerda da direita, né? É, eu penso o seguinte, que é a questão, por exemplo, né? De autores fundamentais que trouxeram essa essa visão, resgatar um pouco essa visão, mas mais social do espiritismo, né?
Vou citar Humberto mariotti, né? É pensador francês a argentino Humberto mariotti. Manuel porteiro, né? OOO próprio deolindo Amorim, o Ney lobo, Oo hercúleo próprio Herculano Pires também e tudo certo, toda uma reflexão social, eu acho que é fundamental, inclusive em sim. Agrega sobre essa questão do do casamento, porque está aí dentro também. Porque às vezes a gente tem uma perspectiva que o movimento espírita oficial construiu. Que é um discurso, uma narrativa da reforma íntima.
Não é a reforma íntima, uma perspectiva extremamente individualista, basta eu fazer a minha reforma íntima e acabou, e você delega um argumento que o porteiro vai contrapor, né? Nos seus textos, especialmente do espiritismo dialético, que é aquele argumento de determinismo reencarnatório, ou seja, a pobreza é porque eu é em função da reencarnação, não é? É, é um resgate, é uma dívida, né, do sujeito, et cetera.
EE esses pensadores, né? Então então você, você coloca você justificar o que é injustificável, né? Do ponto de vista da filosofia espírita, nesse sentido, né? Trazer a reencarnação para justificar isso? Os males humanos. Hã, e, por outro lado, centraliza a discussão da reforma íntima. C Bastos e melhorar então mamente até uma é um esconde aí a questão do individualismo do sujeito, né?
E afasta, de certa forma, o indivíduo à sociedade das suas responsabilidades políticas de cidadão, um sujeito no mundo, né? De vivência social, et cetera. Então, esses pensadores resgatamos um pouco isso, por isso ficaram esquecidos também, tá? Então eu acho que a gente precisa resgatar um pouco mais esses pensadores e esses textos, né? Que na minha opinião deveriam ser editados aí por alguma editora. Enfim, né?
Trazer de novo esses textos, né? Pra gente poder ter 11, olhar mais reflexivo e crítico sobre essas questões. Muito bom, eu fiquei aqui imaginando o senhor GR Almeida, lá para trás alguns anos atrás sendo jogado ali no povo dos Lions, né? Salomao Jones, medran, né? E aí, depois da tua palestra, aquele jeitinho ali, aquela foca formatação do do do Jones, né? Tão querido, tão saudoso, espiritualmente, está conosco, embora fisicamente não esteja
mais. É ter dito mais ou menos assim, mas é GRO que eu acho mesmo é que é, não é tão importante as respostas dos espíritos, não. O bom mesmo era as perguntas que Kardec fez. Não é aquele aquela, aquele risadinha que ele dava no final, era a característica daquele. Formato assim, pedagógico, dialógico, que o Jones nos ensinou durante esses anos todos de convivência, é uma grata lembrança. Posso? Vamos voltar para para a questão fundamental, né? Débora, essa ideia aí então de que?
É o casamento é mais ou menos uma coisa do tipo, quem está fora quer entrar, quem está dentro quer sair. Os jovens não estão pensando nessa fase. Angular, né? Nessa, nesse mito apresentado pelos espíritos, a Kardec que com a de que o casamento seria um Progresso na marcha da humanidade, ou seja, todos têm que se casar, porque se não, não serão espíritos de luz. É por aí. É, ainda tem a questão do
crescer e multiplicai-vos, né? Também isso eu não sei se eu posso muito responder sobre isso, porque eu sou divorciada, mas de qualquer forma. Brincadeira, gente. Mas assim é. Como é que eu posso atrelar a questão do casamento? Sabe porque o casamento em si é mais um conceito. Que a sociedade trouxe para quê? Para preservar as propriedades. O dinheiro poder, sabe, eu vou juntar a minha Terra com a do outro, que vai ser muito maior.
É então esse tipo de esse tipo de pensamento já está muito longe, é do que nós vivenciamos nesse século agora, porque assim as pessoas estão buscando. Não é só contentar a sociedade ou fazer parte de um de um acordo como é o casamento, sabe? Mas muitos estão buscando o que é o sentimento. O amor. E ele independe de como será feito isso. Então aquela ideia do casamento para se formar uma família e tal, só que isso daí tá muito
esvaziado. O que precisa ser mais preenchido é a ideia do amor, seja lá como for. Porque quando nós amamos, nós respeitamos o outro, sabe que que adianta eu casar e estar lá? Se nadinho no papel, a sociedade acha bonito, eu tiro foto, eu faço isso, eu faço aquilo. Mas se as relações continuam vazias. Se as pessoas não crescem juntas. Sabe se elas não agregam uma coisa a outra? Então, é a gente atrelar isso ao casamento. É mais ou menos fazer o discurso das pessoas de bem, sabe?
Eu não sou uma pessoa de baby desse. De demente, então é, e nem quero ser. Eu quero ser aquela que incomoda, sabe, porque eu quero o melhor sempre para todas as pessoas e isso independe desse tipo de acordo, porque essa ideia do casamento ela vem com um pacote muito fechado e que a sociedade nos traz. Essa é esse pensamento judaico cristão. Enfim, é antigo, vem muito junto com isso daí e acaba. É. Tirando o principal, que são as nossas relações, sabe, enquanto seres sociais.
Como que nós nos amamos, nos respeitamos, convivemos, né? Uns com os outros, né? Que, como diria o maiakovski, difícil. Não é a morte difícil, é a vida. Olha só, Hein? Até maiakovski tivemos nessa live de hoje, senhor, GR olha só, o Conde é que nós fomos parar, né? Porque o espiritismo precisa ter
essa dinâmica, né? Essa perspectiva de dialogar com todos os saberes e filosofia é isso sistematicamente estruturalmente, né senhor Nelson, o que dizer então a essa Juventude que não é a Juventude transviada do nosso inesquecível Pérola negra? Mas é uma Juventude que está aí.
Com a missão de transformar realmente não reformar, sabe, Jerry, nós aqui não é secar, não usamos a expressão e manuelina de reforma íntima, jamais aqui não tem lugar, reforma íntima, porque reforma pressupõe a ideia de destruição e nada nos dos se destrói, tudo se transforma dentro da lei do Progresso. Então, Nelson, essa Juventude que não quer casar, tá tudo muito bem, tá tudo muito bom, mas realmente, mas realmente. Eu gostaria que você estivesse, vocês sabem o final da música do
blitz, como é que fica, Nelson? É, eu acho que fica tudo muito bem. Eu acho que fica lá, é muito bom. Porque o que que é? O amor, vamos lá, é um conceito edifício de gente que vai abordar, mas. O que que é o amor? Casamento seguro, amor. Amor, segura o casamento. O que digo Oo grazon entre as pessoas, o que importa é o fator amar. É o ator se relacionar. Compreender. Cumplicidade, amizade. Nada disso. O casamento traz, o casamento é apenas uma formalização, mas nada.
É uma formalização. Tem pessoas se sentem mais confortáveis, tem eu mesmo sou casado. Bem casado, já. Há 39 anos, quase 40. Jesus, é. A esposa é uma heroína. É pergunta Pra Ela, só. Então, e como eu dava voltando, é o casamento, é uma formalização, é um quesito social. Tá? Agora sim, pergunta. Sobre a Juventude, o que que a Juventude vai fazer? Bem, se a gente for entrar no aspecto espírita. Isso é uma pergunta que eu não sei responder. Porque? O espírito não compreende a Juventude.
O espírita não compreende. As casas espíritas não compreendem a Juventude. Por que que a você vai numa casa espírita só encontra velhos? Tem um motivo? Qual será ele? Será que a estrutura, o pensamento dos dirigentes? Ele não está cai com ultrapassado. Afinal, o jeans é uma que é o de é uma calça azul desbotada, né? Acho que desbotou demais. Rasgou? Acabou. Se nós queremos dar suporte a Juventude, temos que rever os nossos próprios conceitos. Como é que você quer incentivar?
Uma Juventude espírita castrando. Não pode, isso não pode aqui não vai. Oh, faz silêncio, ó não pode cantar, não pode rir. Não pode pensar? Então tem que ser refeito. Oo que falta é aquilo que Herculano bateu diversas diversas vezes. Volta, educação espírita. Não é evangelização não, não é doutrinação. Criaram um guia de rebanhos EOE as ovelhas, tudo atrás do guia. Tem que ter educação, tem que ter conceito.
E aí na educação, o que que AO principal fator de evolução da educação, a filosofia tão abandonada nas escolas? Inclusive espíritos e. Voltamos pro início, voltamos pro início, a falta da filosofia. Vamos botar Oo Beto nessa. Nesse nosso hacking hoje aqui da da nossa live. E lembrar ao nosso gaudério aí. Porto alegrense? Que um autor contemporâneo nosso, uma figura. Queridíssima figura.
Afetuosa. Para nós, que curtimos tanto a música Brasileira. Que é o Humberto Gessinger, teria dito em uma de suas canções. Que a Juventude é uma banda numa propaganda de refrigerantes. Talvez essa expressão crítica do Gessinger. Salve, Engenheiros do Hawaii. Seja o retrato colocado pelo Nelson e pela Débora. Da consideração do movimento espírita brasileiro dogmático vetusto. Carcomido, envelhecido em relação aos jovens.
Que não podem pensar, diferentemente da questão 695, da resposta dada pelos espíritos, a questão 695 que te parece Beto Souza? Vou eu. Vou complementar ali o que o Nelson falou. Eu também. A na questão do casamento, eu também sabia. Eu e a minha esposa, quando a gente casou com minha, decidiu oficializar o casamento e nossos 3 filhos estavam juntos no casamento, né? Então, orou anos depois só por questão formal mesmo documental, et cetera. Então a gente já tinha tido os
preços. Quando a gente foi casar. A ainda o reforçando nessa nesse tópico, né? Antes de entrar Na Na Juventude, eu lembro também que o nosso espírito do tempo mudou do século 19, século 20 para hoje. Então a gente vem de uma realidade lá na época de Kardec, começo do século 20, que era o casamento, ele era praticamente uma formação social. Está falando uma sociedade ali. Né? Se a gente for por retroceder mais ainda, era quase como se eu tivesse passando a Posse da
mulher para o marido. Não é porque ela deixava de ter toda a autonomia dela. E quanto o homem ainda continuava relativamente livre para buscar outros relacionamentos fora do casamento, né? Que acontecia. A mulher ficava naquela, naquela prisão doméstica, não era a senhora do lar, et cetera. Então a gente tem todo um século, 20 de emancipação, de empoderamento feminino, é que é uma realidade.
Hoje, não é isso. Acabou mudando a própria natureza do do casamento, que não tem mais aquela a aquela relação vertical do homem como sendo o provedor, o dono da família, né? Tu tem uma relação equilibrada entre os 2? Os 2 buscando o sucesso pro profissional, o crescimento, um ajudando o outro. Então o casamento também tem essa essa dupla face, né? Ele mudou. Né? Ao longo do tempo, hoje tem 11, outra realidade. Com relação a Juventude, sim, a Juventude por natureza, ela é
yona dôra, né? A gente sabe que a gente tem aquela fase de adolescência, a começo da vida adulta que a pessoa tá contestando, né? OA as realidades e é o natural, né? É um processo, é um processo de amadurecimento daquela, da daquelas personalidade. E o movimento espírita por um bom tempo, ele colheu as iniciativas, né? E não permite a mu movimentos universitários físicas dos anos 70. Eu vou fazer um outro é qual que o Nelson falou no final da fala
dele, da falta da filosofia? Há, então, tem como de não deixar de contextualizar no Brasil. Kardec quando fez a codificação, quando você codifica o grupo dele, era um grupo preparado. Grupo estudava que estavam acostumados com com os conceitos espíritas, né? Nós em 1971 tivemos uma reforma educacional no Brasil, tirou a filosofia das escolas, então a gente passou, era o período duro, né? O período da ditadura.
O que acontece? A gente pode imaginar assim a filosofia Por Ela despertar uma atitude, essa atitude filosófica quem chama nessa feito de crítica e despertar OOO pensamento e a autonomia do indivíduo, ela não é interessante, não é interessante para nenhuma estrutura dominante. Seja essa estrutura dominante, um governo. É uma instituição religiosa que seus dogmas puxados também. Então pra que que eu vou
incentivar o pensamento livre? O político que o país desafiar AO meu poder, a minha dominação sobre sobre aqueles indivíduos. Então você tem um serse, né? O atividade? Dizer que a filosofia só foi voltar para os bancos escolares depois da redemocratização, depois de 1986. E agora, no momento que a que o país está vivendo atualmente, não é. É voltasse novamente o debate da retirada das humanas dos bancos escolares, notadamente a
filosofia, né? Também Geografia, história que essas cargas, principalmente aqui no Rio Grande sul, tiveram suas cargas horárias reduzidas em prol da das exatas, né? No ensino voltado para um ensino mais profissionalizante, do para despertar 111, indivíduo pensante autônomo, né? Para que não é do interesse da da sociedade no momento, esse. Esse despertar autônomo. Isso, Claro, com esse refletido
no movimento espírita. Porque a gente vai ter 11 pessoa chegando ao centro espírita sem aquela base conceitual, né, cara? Para Kardec, era mais simples naquele momento porque o as pessoas que se aproximavam dele já tinham a base, né? Lembrando que na época AO paradigma era espiritualista. Notadamente naquela época de Kardec, não faz meados do século 19. Então, era uma filosofia espiritualista que já existia nas nos no pensamento, a faculdade das escolas. Aqui a gente não tem isso. Né?
Então a gente tem que apresentar a pessoa para os conceitos, isso é filosóficos, é difícil. É uma pessoa como a Débora, muito bem, falou. A pessoa chega no centro espírita, busca por uma necessidade. Ela está com a dor. Ela precisou. A solução para nós? A certeza é preciso uma resposta. Eu vou devolver para ela uma dúvida filosófica. Né? Então eu tenho que ter 11 tempo, não é certo, eu tenho é. É bem complicado. Muito legal, muito legal.
Esse bate-papo lembrar, Beto, que aqui em Santa Catarina, aqui em Florianópolis, onde eu estudei, fiz meu primeiro segundo grau no instituto estadual de educação, o maior colégio público do estado. Eu tive filosofia e felizmente, em 84 8586, que foi o meu segundo grau e aqui é uma na homenageia a minha professora querida Rosangela Morais da rosa, a minha diretora do instituto estadual de educação, porque o espírito Oo instituto naquele momento era visionário.
Ele tinha essa perspectiva EOO. Estudo formal em Santa Catarina apesar dos anos de chumbo, resistia bravamente. Como eu sei que aí no Rio Grande do Sul também tivemos focos de resistência importante. Dentro dessa última pergunta, não é demais dizer que hoje nós temos uma conformação social, uma conformação estrutural muito distinta daquela do do tempo de Kardec, né? Hoje nós temos conceitos de formações plurifamiliares. Hoje nós temos famílias com
construções múltiplas. Hoje nós temos distintas formações em termos de opção sexual, né? Diversa da formação tradicional, que era comum na época de Kardec e hoje temos uma Liberdade para homo afetividade, que permite casamentos ou outros tipos de relações conviviais que ampliam o nosso foco de discussão. Felizmente, o espiritismo não pode ficar de fora dessa. Muito bom, gente.
Vamos partir, então, agora sim, para as considerações finais e eu peço ao nosso ger e Almeida que faça a sua despedida dessa nossa tão produtiva live. Olha, Marcelo, eu quero agradecer AA você pelo convite ao e secar pela oportunidade. A gente poder estar aqui debatendo. Participando desse ambiente tão agradável, né? De diálogo, de reflexão. É um ambiente democrático, né? E que nos permite, sem dúvida. A oxigenação das Ideas, né? O que é fundamental dentro do movimento espírita?
Então essa parceria, essa troca, né? Debater aqui com perto, com o Nelson, com a Débora. É, foi extremamente prazeroso e enriqueceu bastante também minhas reflexões. Quero agradecer aos demais assistentes e que estiveram conosco também, né? E parabenizar ao ECK pelo evento aí extremamente fecundo, né? Que é um esse ali π, não. E sem dúvida, para contribuindo muito. Para que a gente possa ampliar. Tá, não é outro nível de reflexão, de abordagem. No movimento espírita, não é? É no Brasil.
Eu acho que isso é fundamental. Para a gente poder de fato, é ter um movimento livre. Pensador, né? Progressista, laico. Que não que a gente imagine que vá é se tornar um também, um movimento dominante, mas que a gente possa criar os espaços naturais para ventilar as Ideas, abrir a reflexão. É de uma forma mais ampla, não é muito obrigado aí pela oportunidade. Valeu, GR. Agradecemos também a tua disponibilidade. Era um sonho antigo que se
materializou hoje. A tua presença na nossa bancada, com a tua simpatia, com o teu conhecimento, com a tua visão de mundo e de movimento espírita, tão importante para nós. Peço a você pra aguardar lá na nossa salinha do chá que daqui a pouco a gente bate aquele papo final. Muito obrigado. Valeu. Beto Souza que dizer então de todas essas conversas amenas e nem e nem tanto que tivemos aqui hoje? Parabéns, né Marcelo? Pra ti pela condição, sabe?
Adorei participar de mais essa essa live rico, poder ouvir OGRK. Não é a calma didática do PR, não é? Eu tenho aquela inveja positiva da da capacidade didática do PR. Débora o Nelson, sempre profundos a agradecer essa oportunidade de estar participando dessa. Desse, desse movimento que é o elitismo com Kardec. É respondendo a pergunta que ama não é? Já para para minha finalização, eu diria que AA filosofia espírita ela existe e ela
resiste. É a prova disso, é justamente essa a realização desse fórum do livre pensar espírita. Então, muito obrigado. Valeu, Beto. Sempre bom estar com você, sempre bom dividir a bancada contigo, né? E trazer aí essa também serenidade que você tem. Na Na condução do teu pensamento e no envolvimento que já é característico a praticamente 4 anos na nossa programação, nos nossos trabalhos e atividades aqui não é CK. Daqui a pouco a gente conversa um pouquinho mais. Nelson, a bancada é sua.
Bem, o que eu posso falar é apaixonante, falarmos de filosofia, ainda mais da filosofia espírita. Porque é nossa função durante a nossa existência corpórea, guiar a relação, a inter-relação entendimento. Foi muito bom. Fico a live de hoje. Eu. Eu realmente estou gratificado. Agradeço ao Verri. Alberto a Débora. Para você, pela oportunidade de estar aqui presente. Nesse debate tão apaixonante. Dizer, tomamos algum em alguns pontinhos aqui, ali fugimos um pouco do assunto.
Mas tudo. É variante do saber. E o sobre philosophy? Boa noite a todos. Valeu, Nelson. Valeu. Se não for variante, pode ser Brasília também, né? As 2 peruas foxi vai sim, falar em perua. Deixa pra lá, vai, vamos lá, boa noite. Valeu, vai lá para a salinha do chá pra gente terminar daqui a pouco. Debinha, UI, UI.
Vamos lá no encerramento. Olha, primeiro, eu gostaria de agradecer a paciência por causa dos problemas tecnológicos, pela sua brilhante condução Marcelo, de de toda a live, agradeço ao GR, ao Beto, ao Nelson, quem sou eu pra conversar com eles? Tá? E assim, uma coisa que eu queria lembrar que eu fiquei pensando muito nisso durante todos esses
dias, assim o Sócrates. Tinha aquele método da maiêutica para fazer com que as Ideas viessem à luz através de uma conversa e de um debate, e eu fico me perguntando, o que que o movimento espírita está fazendo vir a luz neste momento? Que nós fizemos com o movimento espírita. Por que afastamos tanto os jovens? Porque essa coisa chata, caica, é silenciosa, enfim. O que nós estamos fazendo? Neste momento, e que juntos. Nós possamos virar essa página. Muito obrigada.
Bacana, debinha. É isso aí, vamos construindo juntos esse novo paradigma para o espiritismo, sem o. A tentativa ou compromisso de sermos melhores do que ninguém, mas apresentando uma alternativa viável, construída justamente por aqueles que participam. Obrigado pela tua. Presença iluminada e já já a gente volta a conversar. Pois é, gente, 2 horas e 10 de live não é para fracos, é para os Fortes, né? Mas nós estamos aqui.
Queremos também consignar um agradecimento especial a quem está nos bastidores desta nossa oitava live do quarto lip. Cláudia, Júlia e Neco Manoel, que fizeram aí toda a parte operacional e sustentarão a nossa live, neste nosso projeto de levar o conhecimento espírita com descontração, com entretenimento, com educação, com conteúdo e acima de tudo, com amor, porque o que fazemos é com muito amor.
Derivado da nossa experiência pessoal e destinado a todos aqueles que estão conosco nessa empreitada, aqueles que já estão dentro do grupo espiritismo, com Kardec no Facebook aqueles que acompanham nosso site com kardec.net, aqueles que estão agora nos seguindo por outras plataformas, especialmente pelo nosso parceiro mais novo, que é o espiritismo, Castro, o nosso muito obrigado e que você continue conosco, pois nós estaremos aqui. No dia 22? De fevereiro? Próximo?
Na próxima terça-feira, com o tema polêmicas sociais de gênero e raciais, esperamos a sua participação, a sua energia, o seu carinho, o seu amor e mais uma live do ECK. Na terça, dia 22, a partir das 18 e 30. Obrigado pela sua presença, obrigado pela sua audiência e até uma próxima. Tchau.
