Alô, você bem-vindos e secando EEEC cana para mais um embalos de sábado à noite aqui no grupo espiritismo, com Kardec OE secar. Bom dia, boa tarde, boa noite. Porque afinal de contas, depois este vídeo estará disponível nas plataformas de vídeo e áudio do grupo E secar para que você possa ouvir ouvir novamente. Pausar, fazer anotações, fazer questionamentos e continuar permanentemente estudando.
A doutrina dos espíritos e esse tema de hoje que é Alves aru, que provoca muitas reações, às vezes urticárias em relação à muitos e muitos espíritas. No Brasil e em outras partes do mundo. Porque OE secar. Já há bastante tempo exorbita as Fronteiras do Brasil para alcançar a América do norte, Europa, África, Ásia, Oceania, todos os continentes. Então, a você que está sintonizado conosco no canal ECK.
As nossas boas vindas e a Alegria, a satisfação de tê-lo como parceiro como companheiro, como colega de trabalho, como diria aquele comunicador? Muito famoso aqui no Brasil, o Silvio Santos, nos nossos colegas de trabalho nesta noite de sábado, dia 11/03/2023. O nosso tema de hoje é excelência na atividade mediúnica e aí apresentamos a obra fundamental da doutrina dos espíritos. Você conhece, não é mesmo? O livro dos médiuns, com todo um
manancial? Para. Introduzir a questão da prática, da vivência da educação das nossas faculdades mediúnicas o guia dos médiuns e dos doutrinadores como está, aliás, no subtítulo da obra, inaugurada pelo professor rivail, Allan Kardec há quase 160 anos, trazendo nos uma nova dimensão da atividade de intercâmbio entre nós, vivos. E eles os entre aspas, mortos, os espíritos que continuam mais vivos do que nunca.
Abrimos a nossa live de hoje. Aliás, com o conceito que está no último capítulo do livro dos médios, essa aqui é a edição lá que, com a tradução de José Herculano pires, o metro que melhor mediu Allan Kardec. E assim, então Kardec conceitua médio. Pessoa que pode servir de Medianeira. Entre os espíritos e os homens, o que é então, a Medianeira? É o que nós vamos ver hoje e como essa Medianeira pode atuar no sentido. De proporcionar? Aos encarnados e aos
desencarnados. Os melhores resultados. Em favor. Da própria humanidade. Muito bem. Estamos aí com o nosso pessoal da técnica. É me dizendo que seria dos evocadores. É a divergências da tradução. Esta edição aqui da lá que. Vou aproximar da Câmara, você pode ver aqui guia dos médios e dos doutrinadores sobre a tradução do professor Herculano pires. Dito isto, vamos chamar as simpáticas que vão fazer parte
dessa nossa bancada. A bancada mais alegre, mais envolvente da internet espírita mundial. Antes disso, antes de chamar as nossas queridas convidados da noite, eu quero registrar. Que a nossa Leopoldina Xavier, que estava Escalada para a nossa conversação, para o nosso trabalho de hoje. Ela novamente contraiu a COVID-19, está em atendimento em tratamento. E não pôde, então se fazer presente, mas em outra oportunidade, a sua simpatia estará conosco.
Então daqui nós levamos. É toda a nossa vibração, todas as nossas energias positivas no sentido do pronto restabelecimento da nossa querida rainha Léo. É assim que ela é conhecida na intimidade do conselho de gestão do grupo espiritismo com Kardec. Vamos então chamar a nossa convidada convidada especial, que pela primeira vez, trará a sua Alegria, a sua simpatia, o seu conhecimento para a bancada dos secar vem para cá a Telma Barros Lopes. Bem-vinda. Olá, Marcelo.
Boa noite, amigos. Boa noite, companheiros que já se encontram aqui no chat é com muita Alegria que participou de mais um evento do s ê cá, dessa vez com aquele friozinho na barriga de quem está estreando, né? Porque normalmente procura assistir as le vezes EE participar dos encontros, mas sempre do lado de Carl, que é muito mais confortável, diga-se de passagem. Mas esperamos que esse encontro seja um bate-papo, a papo amigo fraterno, que possamos nesse processo de troca, todos nós
saímos ganhando. É isso, é esse o meu desejo é a minha expectativa para esse nosso momento. Um grande abraço a todos. Então essa é a grande ideia, não é? Até 11, grande amigo meu professor universitário foi meu professor no mestrado, dizia que o frio na barriga, diante de uma responsabilidade. Diante de uma aula de uma palestra, de uma participação ao vivo, só tem quem efetivamente está preparado.
Quem tem a responsabilidade de tratar o tema com seriedade, mas também com muita leveza e que vai ser o caso seu e da nossa outra convidada surpresa. Ninguém sabe ainda quem é que vai substituir a nossa Léo. Mas antes eu quero apresentar até uma que é formada em letras e em direito.
Exerceu o magistério por 27 anos, sendo apaixonada pela sala de aula, nasceu em berço espírita, em família espírita e é membro do grupo espírita Francisco de Assis, o Jeff a. Parceiro do ECK em várias atividades na cidade de Niterói, no Rio de Janeiro, cidade, aliás, onde até uma reside a cerca de 30 anos, feita então a apresentação da nossa querida Telma, vamos chamar que rufem os tambores.
Ainda não temos o áudio, né? Evandro dos tambores, nós vamos proporcionar, vamos providenciar para uma próxima ocasião. Vem Pra Cá, Maria Cristina Rivera. Bem-vinda. Boa noite a todas as pessoas que nos escutam que nos assistem. É com muita Alegria e Extrema responsabilidade. É substituir a nossa colega, Leo. Mas vamos fazer o possível para que a gente possa ter uma boa. Um bom trabalho, um bom debate. Com muita Alegria e com bastante aprendizado.
É muito bom estar aqui. Muito bem, vocês estão vendo aí, né? No canto esquerdo de quem está olhando para a tela. Quem está vendo a imagem estão no canto direito da imagem original. A quantidade de livros que está ali, né? Permeando aí a participação da nossa querida Cris, Maria Cristina RV que é. Da cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, é professora de línguas e de literatura. É orientadora educacional, trabalha no magistério há quase 40 anos no estado do Rio Grande do Sul.
É pós-graduada em língua portuguesa e vinculada à sociedade espírita, estudo e Caridade CE que lar de Joaquina, na Cidade Gaúcha de Santa Maria. Sempre vinculada a área de divulgação doutrinária, e trabalhou até 2019 na área de educação espírita. A Cris também é membro do conselho de gestão do grupo espiritismo com Kardec. Feita, então. A apresentação das nossas queridas colegas de trabalho dessa noite. Vamos à primeira pergunta. Nossa, Telma.
A mediunidade, em geral, aqui no Brasil, em especial. Ela por vezes é sacralizada. O que queremos dizer com isso? Ela parece ser conceituada como um elemento. Destinado a pessoas especiais. A pessoas iluminadas e que tem uma missão espiritual específica e exclusiva. O que dizer desse conceito, dessa definição de mediunidade sacralizada? Marcelo, eu eu entendo que é um conceito equivocado, não é? A mediunidade é simplesmente, a meu ver, uma ferramenta que nos é dada para aprender, para
servir para nos educarmos então. Então, realmente. É de forma muito equivocada as pessoas que são médias, elas são distinguidas na casa espírita, nos ambientes espíritas, como se fossem pessoas muito especiais. O que eu acaba ao final de contas, causando um grande das contas, causando um grande prejuízo para elas mesmas, porque no momento em que alguém no exercício de uma tarefa, né, tão de tanta responsabilidade. De como é a tarefa mediúnica. Se sente distinguido isso daí.
Eu acho que é um pulo, é um passo para aquele grande. Escolho da mediunidade, que é a vaidade, né? Eu penso que que não cabe, que me, que tarefa mediúnica, que trabalho na Seara mediúnica, não comporta? Me é nenhuma distinção que o trabalhador da Seara mediúnica é simplesmente mais um trabalhador, a quem foi dado a oportunidade de aprender e de servir.
E que, por isso mesmo, é distinção alguma merece, a menos que se distinga também aquele que está na casa espírita é limpando o ambiente para que quando a gente chegue, esteja tudo em ordem. É colocando os livros sobre a mesa, né? É qualquer trabalhador que é que é realize a sua tarefa com responsabilidade. Com amor, com dedicação, merece ser distinguido como um bom trabalhador. Não vejo em que o trabalhador da área mediúnica, o médium, é mereça essa essa distinção.
Muito bem colocado, Cris entrando aí nessa Seara da ideia de termos médios como criaturas com dons especiais, com faculdades, é quase que únicas, né? Dependendo do tipo do médio, nós já tivemos, por exemplo, na história da mediunidade, sobretudo no Brasil, médiuns poderosíssimos. Do ponto de vista da mediunidade de efeitos físicos. Nós tivemos, por exemplo, os médiuns. É que faziam cirurgias espirituais ou sem incisão na carne.
Nós tivemos médiuns que faziam materializações de espíritos. Nós tivemos médios que deslocavam com a força do pensamento e da mediunidade objetos de um lugar para o outro, provocando aqui tecnologia, nos rápidos, etc. Todo esse tempo parece ter ficado no passado, mas uma herança forte disso é a resposta da Telma. Já evidenciou em parte esse. Modus operandi em relação à mediunidade Brasileira, acabou nos deixando como herança uma supervalorização dos médios, sobretudo aqueles médios que.
É realizam a uma das mediunidades mais divulgadas, mais difundidas ou mais importantes do ponto de vista do meio espírita brasileiro, que é a mediunidade da psicografia, como se o fato de poder ouvir e transcrever o que os espíritos encarnados estão pensando fosse algo assim é impar fosse algo acima de qualquer situação de normalidade. O que dizer disso? Bom, Marcelo, eu. Eu Acredito. Que nós vivemos ainda? Tempos muito futuros, e muito passado.
Porque? Porque nós é. É como se nós tivéssemos ainda um espírito d. Matilha, nós precisamos. Agradar alguém, nós precisamos ainda seguir alguém. Dentro desses processos que nós temos, né? AA mediunidade ela é e não é uma missão conforme a gente entenda essa palavra. Todos nós encarnamos ou reencarnamos. Com propostas devida. A mediunidade pode ser uma delas, e esse esse pode ser o nosso trabalho junto a outros, porque não temos só um. O problema maior é que nós
procuramos endeusar pessoas. Inclusive porque talvez a gente coloque nos outros aquilo que a gente gostaria de ter conosco, né? Isso é uma curiosidade que que eu coloco? Então é dentro da de um pequeno centro espírita dentro de uma pequena sociedade espírita. Eu tenho um médio. E esse médium, ele é tido como ao alguma pessoa valorosa. E que dentro dessa, dessa, dessa sociedade, ele tenha papel primordial. E aí eu lembro do que a Telma falou.
E digo, e os outros, como se comporta se dentro de uma sociedade pequena nós colocamos alguém como um ídolo, alguém para ser louvado, EEEE. Seguido. E nunca questionado que dirá nas sociedades maiores. Né, que dirá daquele médium que se projeta por um trabalho a ou b? Dentro de da do espiritismo, dentro da da do movimento espírita. Dentro das sociedades espíritas. A gente vê que muitas pessoas
são endeusadas. São colocadas num patamar maior porque tem uma mediunidade a ou b. Infelizmente, isso é um erro, um erro muito grande, porque facilita com que as nossas imperfeições. Sejam. Mas fortalecidas. Uma delas é a vaidade. A outra seria a sensação de infalibilidade, que muitas vezes nós temos. É, é muito complicado a gente ser aplaudida. Quando a gente é aplaudido por um grupo pequeno. É muito difícil. Quando a gente é para aplaudido por várias pessoas, por um grupo muito maior.
A nossa sensação de fracasso pode ser muito maior. Eu fico muito pesarosa. Porque a gente ainda tem esse pensamento e a gente ainda precisa seguir. E não de usar pessoas. Até quando nós vamos deixar de ouvir? Entender. E questionar? Toda e qualquer comunicação que venha de quem quer que seja. Os espíritos, então estão em todos os lugares, e nós estamos em constante contato com eles.
Resta a nós o nosso livre arbítrio, pra saber onde que nós temos que parar para ter um pensamento mais racional e não colocar alguém dentro em cima, num degrau mais elevado, porque essa pessoa tem uma mediunidade a ou b. É assim que eu penso. Muito bem, então nós estamos convergindo tanto. A resposta da Telma quanto a resposta da Cris. Elas nos levam a sistemática de atuação das instituições espíritas de qualquer tamanho, de qualquer envergadura, de qualquer localidade. Né? Isso.
É decorrente dessa tradição. Extremamente religiosa, que o espiritismo assume no Brasil, sobretudo a partir da década de 50 do século passado. Onde nós temos é uma estruturação similar às igrejas similar. As outras religiões, porque há sempre alguém que tem. Uma prerrogativa, uma superioridade. Na condução do trabalho, na condução da instituição, e este talvez me parece ser o ponto mais importante dessa nossa análise. A condição de ser o intérprete dos chamados espíritos superiores.
Esse, então, é o contexto, é o caldo cultural, onde o espiritismo se insere e todas aquelas idiossincrasias, todos aqueles comportamentos que nós tivemos nesta vida. Eu, por exemplo, fui católico até 11 anos de idade, até uma teve a Felicidade de nascer em lar espírita. A crise eu não sei se passou por um processo de conversão de uma para outra religião, mas não importa, não vamos focar apenas
na atual existência. Nas existências anteriores, muito provavelmente Nenhum de Nós foi espírita. Salvo aqueles que às vezes se apresentam como personalidades que estiveram lá junto com o Kardec, naquele meio de produção e de criação do espiritismo originário. Tirante esses todos, nós desfilamos a nossa participação em outras religiões. E aí a nossa formação cultural acaba contribuindo e essa foi a pergunta que a Patrícia fez foi
colocada há pouco na lousa, né? Dizendo que a tarefa da reunião mediúnica é considerada a mais importante. Tá aí, ó, e os seus trabalhadores são especiais. É como se houvesse um elenco como se houvesse uma
classificação. Ó na casa espírita, o que que é mais importante primeiro lugar, mediunidade segundo lugar palestra terceiro lugar, atendimento aos necessitados, quarto lugar é recepção das pessoas que chegam quinto lugar é atividade de é. Informação dos médios das dos trabalhadores em geral da casa sexto lugar, venda de livros ou de outros produtos lá no fim, vai aparecer um estudo. Vai aparecer a educação espírita de crianças e adolescentes, de
jovens, de adultos, et cetera. Daí não é a essa gradação influir tanto. Patrícia nessa catalogação dos médios como criaturas acima de qualquer suspeita que já estão espiritualmente mais à frente do que nós? Então, Telma, dentro desse contexto, não é aproveitando que nós estamos trabalhando? É com essa ideia das diferenças entre a proposta de Kardec, a vivência espírita.
É no Brasil, em outras partes do mundo, levando em consideração também que o modelo espírita brasileiro foi exportado para muitos países. Para quem não sabe, a maioria dos países onde tem espiritismo hoje não foram os canadenses, o os holandeses, os alemães que resolveram fundar uma casa espírita e começaram a estudar. de norte a sul do Brasil, nós temos as figuras dos donos de centro. Né? E geralmente, esses donos de
centro. São médicos, ou aparentemente, dizem possuir algum tipo de mediunidade. Então, essas personagens, esses guias, disse. Esses é donos de centro. Eles se expressam com a formatação mediúnica. Entre aspas e incorporados, mudando a voz, mudando as feições, é é da face. A estabelecer ritus para escrever conduta, impor padrões de comportamento na casa espírita. Que eu fiquei durante 23 anos, pasmem, fazia essa reunião mediúnica toda terça-feira. E aí existia uma médium que
recebia o mentor da casa. E aí um dos participantes que era na parte administrativa da casa, perguntou o seguinte. É pergunta para a nossa dirigente espiritual se nós devemos continuar pintando a parede da casa de branco, se poder pintar de azul clarinho, de amarelinho, de Rosinha, de ver ele beber. E assim, então. É o modus operandi de muitas instituições.
Então tenha uma. Minha pergunta é se isso é quase que um lugar comum em grande parte das instituições e se a sua instituição espírita não faz isso, se a sua instituição espírita não tem um médium dono de centro, parabéns, porque você está mudando o paradigma vigente. Repito, desde a década de 50 e que se proliferaram pelas instituições Brasil afora. A minha pergunta, então por que isso acontece? Existe alguma forma de alterar para melhor esse contexto, essa situação?
Marcelo, eu é eu fico até meio constrangida de dizer. Que as minhas experiências, né? São no sentido de não ter convivido com esse padrão que eu sei que existe em momento algum eu duvido. Eu questionei, o que você esteja falando, né? Porque é muito lá no passado, a minha instituição espírita de origem. A na minha instituição espírita de origem, havia aquela luta pelo poder, né? Então, onde gente é um dirigente espírita? Ficava no cargo durante muito tempo. E depois, quando havia eleição
em que se queria, né? Alterar aquele modelo em que havia uma outra pessoa com proposta diferente, tentando dinamizar mais aquilo que estava cristalizado há muito tempo. Aí havia uma cisão, né? Houve eu vivi isso enquanto criança. Até havia uma cisão, porque quem estava com o poder não queria transferir, né? Esse poder muito entre aspas, obviamente, né? Não queria transferir esse poder para o outro. O dono de centro que eu conheço sempre foi nesse nesse sentido,
né? Da pessoa ficar muito tempo na gestão da casa espírita, se achar dono EE depois não querer partilhar o poder. Mas isso eu vivi uma experiência ou 2 dessa Na Na minha mais tenra idade. A partir de então nas casas espíritas por onde eu passei EAA que eu estou atualmente, realmente. Que não há essa vivência, mas sabendo que existe, eu acho que não há outra conduta se não. Massificar o estudo, priorizar o estudo, ter como como proposta, né?
Para o trabalho mediúnico, o manual que você mostrou ainda pouco e que eu mostro aqui também de uma outra edição. Não é porque só com estudo só com a pessoa compreendendo efetivamente qual foi a proposta de Kardec é que nós vamos conseguir mudar esse tipo de coisas, né? Alterar esse padrão de conduta que só faz. É atravancar o trabalho, que só compromete o trabalho, não é? Na casa espírita que eu estou, nós tínhamos até bem pouco
tempo. Uma das fundadoras da casa era uma médium, psicógrafo, com uma produção mediúnica, né? Muito boa embora, né? É não houvesse a divulgação da produção mediúnica dela, mas em momento algum ela se colocava como a médium principal da casa e a casa também não estimulou isso. Ela era apenas mais uma trabalhadora, se afastou da casa. Agora há tempos atrás, mas mantemos um laço de afeto muito grande, um respeito mútuo recíproco, então é como experiência pessoal. Eu não tenho, né?
Essa, essa vivência, mas sei que existe e não vejo outro caminho se não é o estudo das obras, da codificação, para que se compreenda efetivamente. O seu é qual é o valor da mediunidade? O que que se pode fazer com a mediunidade? O que que se, de que forma nós devemos conduzi-la, né? E que ninguém e ninguém é dono de nada efetivamente, né? Porque tudo fica quando nós deixarmos esse corpo aqui. Muito bem.
E você, Cris? É tem percebido esse modus operandi aí em Santa Maria, nas instituições que você conhece, participa ou como a Telma já ouviu falar de muitas instituições em que esse é o padrão de comportamento? Essa dependência do médio e do guia espiritual da casa, né? E o que fazer para melhorar essa realidade? Bom, há 2 perguntas, Marcelo, que tu fizeste a primeira, se a gente conhece esse tipo de instituição, esse tipo de sociedade em que há um médium? Né?
E esse médium tem seus seguidores. Isso é um fato. A maioria das instituições das sociedades dos centros espíritas, eles têm esse perfil. Né? Na eles, a há uma necessidade de que o médium. Esteja em contato com a espiritualidade. Né? E para que nos diga o que fazer? E isso é fruto, né? Dentro da nossa ignorância e a ignorância, no sentido de ignorar. As obras fundamentais.
Do Kardec. Quando a Telma falou na massificação dos do estudo, eu concordo totalmente, Telma, nós precisamos aprender Kardec. E entender o que que ele fez? E qual é a proposta que ele nos deixa? Ele. Ele, ele trabalha ele. Ele sistematiza uma filosofia que trabalha o pensamento livre, pensamento, a capacidade de as pessoas utilizarem a razão. Para aprender. Como viver e como se desenvolver? E nós não conseguimos nos desenvolver. Se nós tivermos um guia na
nossa, dando a mão para nós. Ou seja, nós tivermos junto a nós uma pessoa que nos carregue. Porque é muito simples a educação e eu fiquei sabendo que está professora, minha colega, professora de letras, né? A educação é algo. Que sai da criatura, é algo que é? Que criatura vai promover em si? Ninguém aprende. Se não for através do suor. Da dedicação de horas de estudo. Quando eu tenho um médium que faz para mim esse meio de campo e eu simplesmente sigo as instruções que um.
O seu guia traz para para ele, para nós. Eu estou tirando de mim a capacidade que eu tenho de eu mesma ser agente do meu processo evolutivo. E aí a gente se perde em sociedades maiores, nós temos uma coisa muito. Muito engraçada, porque são vários grupos. E vários médiuns VDT, me desculpa dizer essa palavra, acho que ela não acho que até nem cabe, mas o médium que. É o dono daquele espaço? Né? E nós, trabalhadores, somos os
seguidores dele. E no momento em que a gente questiona determinados trabalho, vem a grande resposta. A obsessão. Nós estamos num processo obsessivo, medonho. E isso é complicado, porque a gente acaba pensando assim, mas eu estudo uma coisa e de repente a gente está vivendo outra. É bem bem, bem complicado, Marcelo. Velho é uma coisa bem complicada. Qual era a outra pergunta da que também fizeste que eu esqueço, não é como a gente poderia mudar essa realidade, né? Porque já está falando.
Puxou a brasa pra sua sardinha, como dizemos aqui no sul, né? É aham educacional e professora. Telma também regou essa plantinha, mas no fundo, no fundo, aqui nós estamos 3 professores nessa live eu também exerci o magistério desde 89 é não há outro caminho se não instrução e prática. Conjuga. Não adianta você ser muito bem instruído, e aí nós vamos partir da base fundamental, né?
E não ter como colocar em prática, porque o dono do centro não permite não ter, porque tem que ter autorização do mentor espiritual para fazer uma alteração no organograma das atividades da casa. Então essas eram as 2 perguntas, se você tinha, né? Assim como a Thelma, conhecimento desse modus operandi e o que fazer para começar a colocar uma gotinha, né? 11, plantinha, uma sementinha aqui ou ali para mudar essa realidade. A mudança nessa realidade?
Marcelo, ela mais uma vez passa pela educação, né? Passa pelo trabalho que a gente precisa fazer. Dentro do dos nossos grupos, e às vezes a gente não consegue. Não é? Às vezes AOO é muito hermético. E as pessoas não aceitam uma visão diferente. Aí eu digo, ou a gente trabalha um outro grupo, né? Dentro da mesma casa também, para que a gente desenvolva uma forma diferente. A outra grande saída está na Juventude. Né? Na educação espírita, para a Juventude e para as crianças,
né? O digi trabalhar dessa forma pra que a gente forme novos colaboradores, novos trabalhadores da casa espírita, eu gostaria de dizer também, Marcelo, que se a gente e médio e é expositor, a gente tá. Mais do que acima de todos os outros, porque aí a gente é top. Né? Isso é bem complicado. A doutrina não. Na doutrina, na filosofia espírita, isso não cabe. Não é isso? O triunvirato, então, é ser médio. Ser expositor palestrante no treinador, como quiserem chamar.
E ser dirigente? Aí se juntam 3 mesmo. Aí pode preparar o quadro. Com a sua fotografia para deixar para a posteridade, né? Porque aquela criatura vai fazer parte do panteão de notáveis. Mas essa questão que falasse aí do hermetismo, o nosso jacir Barros fez um comentário, né? E pergunta para nós, o que fazer na casa ou nas casas onde os grupos mediúnicos são extremamente herméticos. Olha, jacir, eu já vou me antecipar as nossas convidadas para dizer assim, ó. Conheces pé de cabra?
Pé de cabra, aquele objeto de ferro utilizado para abrir, arrombar uma janela, uma porta vai numa loja de departamentos, numa loja de material de construção e comprou o pé de cabra, porque para abrir só a base de muita força, obviamente estou fazendo uma brincadeira, estou sendo jocoso, mas nós temos que ser incisivos. Temos que repetir e aqui eu quero contar um pequeno causo que é a próxima pergunta é sobre
causos, né? Há mais ou menos uns 10 anos, eu estava no na reunião do conselho federativo nacional da FEB. Federação espírita Brasileira em Brasília. E houve um espaço lá onde AA comissão de estudos mediúnicos da febre. Porque tem comissão para tudo, tem comitê para tudo. AA institucionalização do movimento espírita é muito parecida com o movimento universitário para alguma coisa acontecer, tem que criar uma comissão, tem que criar um comitê, esse tem que apresentar
um relatório. Esse relatório tem que ser votado para que as coisas andem AO centro espírita. É universidade, são muito parecidas nesse quesito, enfim, apresentaram tal documento e no documento a gente via Manoel philomeno de Miranda. Emanuel Joanna de angelis, André Luiz. Jacob Melo. E outros autores aí encarnados ou desencarnados. E eu fiquei olhando para as pessoas estavam no meu lado.
Outros representantes das federativas, ou então do movimento das especializadas, as instituições especializadas de âmbito nacional. Eu fiquei olhando a pessoa me olhou, eu lembro, outra pessoa me olhou se aí eu, eu, eu virei pra um companheiro do lado da federação aqui. De Santa Catarina e perguntei assim. Não tem, não tem nenhuma situação do rapaz e lá o francesinho lá nenhuma, é só desse outro povo aí. Então isso é a realidade que nós enfrentamos, né?
É na década de 8070 e 80, muitos aqui não faziam parte ainda do movimento espírita, não eram dinossauros como eu, a Cris e a Telma. Já estamos nessa estrada há um bom tempo, começou apostila mento que que é o apostila mento, não o livro de Kardec. É muito difícil essa linguagem. As pessoas não entendem, então fazer uma apostila e aí na apostila meus amigos é tipo esponja de lavar louça. Suga tudo. Incorporadora tudo e vira aquela
salada de frutas. Nós nos distanciamos da base e todas as vezes que nós nos distanciamos da base, nós damos oportunidade para o surgimento dessas figuras e bruxos. E aí então vem a pergunta, né? Eu sei que os espíritas, em geral, adoram contar os seus causos. Eu acabei de contar um, né? E é muito raro alguém que não esteja na atividade espírita não ter uma experiência mediúnica para contar, seja própria, seja vista ali no lado, né?
Então eu queria perguntar para a crise para Telma, vou inverter a ordem, começar com a Cris. Vocês conseguiriam privilegiar agora a nossa audiência, que está grande e depois a audiência que vai ver Oo vídeo gravado e o áudio disponível nas plataformas de áudio do ECK. Que causa o mediúnico interessante, vocês teriam para contar para nossa qualificada audiência, nem Chris. Olha, eu tenho um causo muito triste para contar. E eu espero que as pessoas.
Entendam, mas é algo que me chocou sobremaneira. Dentro de uma reunião espírita? Uma reunião mediúnica. Uma colega chegou muito preocupada. E pediu para que colocasse o nome do esposo. Que estava gripado, época da covide. E essa? E veio uma comunicação. Pela. Uma média. Muito séria, por sinal. Mas AO Kardec vai dizer, eu acho que é o erasto que diz no livro dos médiuns.
Que o médio, o melhor médio, o médio, médio perfeito não existe e que o melhor médio seria aquele que é menos enganado. Isso é uma verdade para todos nós, porque nós estamos num num mundo de provas e de expiações, e nós não temos a perfeição em nossos nós resvalamos muitas vezes durante o dia, imagina durante uma existência. E a médio? Deu uma comunicação? E ela disse que isso acontecia quando? A pessoa estava prestes a desencarnar. Gente, e ela, o espírito, a
médium falando. E a pessoa que estava dialogando, não cortou. A comunicação. Porque a médium era uma médium. Muito dedicada, muito séria, já idosa. E vocês imaginam isso? Aconteceu gente, e eu estava na reunião. Vocês imaginam como ficou a esposa? Quando ouviu isso? E infelizmente, a nossa de alongadora não teve. A coragem ou. A condição na hora de cortar comunicação. E aí a gente lembra da citação anterior. O melhor médio é aquele que é menos enganado.
Será que foi uma mistificação? Eu acho que foi uma grande lição. Porque a gente? A gente pergunta. Coisas que a gente precisa aprender. Não coisas do nosso dia a dia, como pintar a parede, ou o que que aconteceu com o esposo que está gripado. Isso são problemas materiais que nós precisamos resolver. Foi algo bastante desgastante. Eu me senti bastante incomodada. E a vida que segue, as coisas continuam iguais. Esse é um. É um dos causos que eu posso contar para vocês nessa noite, e
eu acho muito triste. Mas ele vai mostrar. Como que nós trabalhamos com a mediunidade? Brincando? Porque isso é uma brincadeira. E o espírito que veio se comunicar. Ele mostrou que ele estava ali para brincar, porque as perguntas não eram séries ou, pelo menos no momento, não eram relevantes. Isso me lembra uma fala de Kardec, né? Contida na estruturação do seu pensamento, em que ele diz exatamente isso, os espíritos realmente superiores, eles não se destinam a atividades
frívola. O Rui falava Kardec em relação às mesas girantes que foram uma forma de chamar a atenção da sociedade da época por fenômeno mediúnico, mas que depois se tornaram atrações, inclusive. E está bem relatado no filme a história por trás do nome é que ressalta a biografia de Allan Kardec. E em que muitos já começaram a fazer, é espetáculos falsos, não é? É para provocar a atenção e vender ingressos, enriquecer a
custa da curiosidade alheia. E você, a Telma, algum causo aí de mediunidade para contar para a gente?
Com toda certeza, mas antes eu queria resgatar aquela sua fala Marcelo, daquela sua experiência lamentável no conselho federativo e falar do quanto eu me sinto preocupado entristece da ao ver até em palestras, as pessoas citarem obras, espíritos, múltiplos variados e não fazerem uma referência ao texto de Kardec. É muito triste a gente, né, que sabe que a base está ali, que o fundamento está ali.
Embora haja outras contribuições a gente perceber que a nossa base está ficando, está ficando para muitos relegada. Ela se tornou obsoleta porque o espírito, AB ou c, falou isso, aquilo, aquilo outro e as palestras estão sendo conduzidas. Lamentavelmente, dessa forma, né? Eu, eu, eu me senti No No dever de reafirmar, né? E essa sua fala agora, casos a gente que tem mais tempo realmente tem alguns, né?
Mas um deles que me me me abalou bastante foi eu como participante de um grupo mediúnico de uma de uma casa, né? Em que eu estive por 10 anos. Em que uma dirigente não tinha muito preparo, não era afeiçoada ao estudo. Permitir no momento em que a reunião estava para começar, um ingresso de 2 pessoas estranhas, porque aquelas pessoas estavam, uma delas estava assistindo, ajudando muito materialmente a casa. Isso foi de um desacerto para a equipe.
Foi uma noite tão é constrangedora, uma noite tão difícil. Que a partir daquele momento, né? Eu, que havia ficado por 10 anos na casa, eu resolvi me afastar da reunião porque não havia condições, porque né é a pessoa estava, tinha adquirido. A casa com a proposta de transferir a propriedade para a casa espírita, adquiriu em nome próprio uma casa com a proposta de transferir a propriedade futuramente para casa espírita.
Então, em função disso, a dirigente do do do grupo mediúnico ficou constrangida de dizer aquela pessoa e ao amigo que a acompanhava que aquele aquele espaço era um espaço restrito, que aquela reunião era uma reunião séria e que não poderia, né? O grupo ser surpreendido pela. Chegada de 2 pessoas estranhas. Foi uma noite dificílima depois, né, que terminou a reunião? Nós tivemos assim um embate, né?
Grande, com a dirigente mostrando que aquilo ali foi um desastre, foi uma atitude desastrosa, porque pegou a todos nós de surpresa. E o que causou o afastamento de algumas pessoas é do grupo, né? Então esse é um dos casos, agora tem o casos também, né é que acompanhei, né? É lá bem antigamente. De grupos mediúnicos domiciliares, né? Em que é tinham, né? Eram constituídos de pessoas muito simples, muito humildes, mas muito sérias. Em que é?
O trabalho fluía de uma, de uma forma muito tranquila, porque havia aquela relação de confiança, né? E aquela homogeneidade de que a que Kardec se referia, né? Os grupos eram grupos tão homogêneo? Que estão harmônicos de pessoas tão afins. Que, embora fosse constituído de pessoas com pouco estudo, muitas coisas até mesmo notáveis, né? Aconteciam. Olha só. Bom. É, nós vamos mudar um pouquinho o foco para encampar.
Inclusive, houve uma pergunta que depois eu vou chamar, vou acabar fazendo uma pergunta para a crise, outra para Telma e as 2 vão se encontrar no meio do caminho. Que é relacionada à psicografia, não é? Vamos, é consensos à a ideia de que, se existe uma forma característica da mídia, unidade na atualidade, essa. É característica da mediunidade, é a psicografia, é a forma mais popular. E aí nós vamos é render.
A nossa homenagem ao médium mais prodigioso nessa faculdade que foi Francisco Cândido Xavier. Que produziu é uma quantidade muito grande de livros, então de 500 livros, sendo esse instrumento de popularização da doutrina dos espíritos no Brasil e no mundo, podemos dizer assim. E aí, ao falarmos disso, meio de popularização. Meio de tornar conhecida mediunidade a partir da psicografia, meio de tornar conhecido o espiritismo a partir da psicografia.
Nós Por Ela, pela psicografia, acabamos tendo contato com informações, com conhecimentos, com opiniões e muitos espiã. Espíritos que, inclusive, não tiveram qualquer ligação com o espiritismo na sua existência anterior e outros que tiveram algum tipo de ligação. Se nós é estabelecermos, então essa premissa de que a psicografia é muito importante para a mediunidade de Kardec, para mediunidade, que é praticado no Brasil. Por que que nós adotamos?
Na mediunidade à Brasileira. Uma postura, uma metodologia, uma sistemática, uma rotina totalmente diferente daquela que foi nos apresentada por Allan Kardec em relação aos que cobraria. E qual é essa diferença? É que Kardec fazia. O uso da sua racionalidade, da sua lógica. E filtra, vai. Né? Ele chegou a dizer que numa quantidade de, digamos, 1000 comunicações. Sem poderiam ser utilizadas, teriam informações úteis.
Mas somente 10 subsistiam. A sintonia entre o que o espírito estava dizendo por meio do médio. E os chamados princípios fundamentais, as estruturas básicas do espiritismo. Do contrário, a mediunidade Brasileira. Telma. Ela acaba adotando. A manifestação pela psicografia como uma verdade pré-estabelecida, como se aquilo fosse a continuidade do trabalho de Allan Kardec, das informações contidas nas 32 obras do professor francês.
Sim, não se faz então essa análise lógico e racional e não se compara com os fundamentos do espiritismo. O que é possível fazer? Na nossa realidade de centros espíritas do Brasil afora do século 21 para retornar aquele sistema. Que foi adotado por Allan Kardec. É, eu acho que essa é a grande questão, né? É atrás dessa resposta que todos estamos, porque as reuniões mediúnicas de hoje, elas, sem dúvida nenhuma, elas ganharam uma outra feição.
Não é por mais sérias que que sejam, por mais ajustadores que sejam os grupos. O espaço destinado à psicografia é nenhum ou quase nenhum. Essa é a verdade, atendesse aos desencarnados, que estão em condição de sofrimento. Aqueles né chamados obsessores. Esse tem sido o perfil das reuniões, é realizadas na maioria das casas espíritas, inclusive na que é aquela da qual eu faço parte, né? Então é me parece que ao abandonar o método de Kardec,
né? O método Kardec, né, que era a evocação, era é a comparação, né? Da das respostas a análise crítica nós estamos é. Impedindo. Não é que essa prática é que é tão necessária a volte a acontecer? Porque eu fico pensando assim, Marcelo, os espíritos não disseram tudo? A doutrina não está completa, né? Outras coisas seriam acrescentadas a ela. Como é que esses esses conhecimentos poderiam ser agregados ao corpo doutrinário que já existe? Se as reuniões ganharam uma
outra feição. Por outro lado, eu vejo que é muitas obras. De caráter, né? É pelo que vem pela, pela psicografia. E muitas obras até, né? De entrevistas de mel com médiuns, elas são é tidas como manuais de orientação para as casas espíritas. Então, privilegiasse uma literatura. Como fonte de conhecimento para os grupos que não é aquela, né, que é a nossa base? Então nós temos aí várias publicações em que a mediunidade ela é colocada com muitas amarras, né?
Ela deixa de ser uma coisa espontânea, é uma coisa natural e passa a ser controlada de tal forma que, após a produção mediúnica, o médium, né, acaba se inibindo na sua produção mediúnica, tamanhas são as amarras, as balizas. Que são colocadas? Para quem participa do trabalho, então eu entendo que seja uma proposta de educar o médium, mas que me parece que em algum momento acaba. Por é se afastar da proposta de Kardec.
Essa glamurização ou essa pasteurização da psicografia, ela leva esse resultado que você tem visto, o que você acabou de apresentar, né? Porque é necessário que os espíritos é, digam a sua opinião sobre tudo. Esse é o primeiro ponto, né? E aí, inclusive em todos nós já caímos nessa armadilha, né? De escrever textos, fazer palestras ou até mesmo livres para dizer assim, a visão espírita sobre tal ou qual tema, né?
Como se o espiritismo tivesse a obrigação de dar a resposta sobre todas as situações da vida. A espíritas, que acreditam piamente nisso, né? E aí, quando se diz o espiritismo, vai dar resposta para todas as questões existenciais? Nós vamos fazer um corporativo lógico entre OA realidade da conjuntura de 160 anos atrás, que foi a época de Kardec e a realidade atual. Quantos temas surgiram, quantas realidades surgiram que não estavam nem em cogitação a 160
anos atrás? E eu não estou falando apenas em tecnologia. Posso falar em novas ferramentas da educação? Posso falar de novos direitos, novas organizações sociais, participação das pessoas na vida pública, et cetera, et cetera, et cetera, além, é claro, dos problemas. Muitos dos problemas de hoje não existiam na época do senhor Allan Kardec.
Então, o que que acontece esse problema que a Marta que é a Telma, acabou de colocar, tocar a Marta na cabeça, que é a próxima pergunta, que eu vou fazer para a crise ou da má? Essa questão que a Telma colocou, ela parece ser é ao mesmo tempo, causa e efeito, ou seja, precisamos que o espiritismo de resposta sobre todas as situações, precisamos que o espiritismo acompanhe o Progresso, porque Kardec disse isso. É engraçado que às vezes eles citam Kardec para alguma coisa, né?
Pra validar algum tipo de comportamento e depois esquecem completamente do barrigudo francês do marrento. Professor francês é marrento no sentido, assim de que raramente
ele era visto sorrindo, né? Pega em todas as fotos, todos os desenhos que existe de Kardec. Tirando um que o alamar Régis, nosso colega comunicador social que já desencarnou, mandou, pediu para um amigo desenhado e o Kardec com AA boca cheia de dentes escancarada, rindo todas as outras feições de Kardec são aquele, né, cidadão, é como está aqui, né? Marrento, sisudo, sem dar um único lampejo de Sorriso. Então, às vezes, o Kardec serve. Às vezes, Kardec não serve, é
muito sazonal essa utilização. Da base de Kardec. Mas então, o que que acontece? É uma e Cris, nós temos que ter médios psicografando mensagens para atender esse público que quer saber o que os espíritos pensam sobre. Transfobia. Sobre misoginia? Sob preconceito racial? Sob viagens interplanetárias, todos os temas que não estão de forma patente de forma explícita nas 32 horas de Allan Kardec. Aí, o que que acontece? A propaganda do biscoito vende mais porque é fresquinho ou é
fresquinho porque vende mais. Como o povo espírita quer informações sobre isso? Cara, alguns médiuns aparecem psicografando mensagens falando disso. E aí, ao locupletamento, a inter-relação fecha o ciclo? O que eu quero vem o que vem eu quero e assim sucessivamente. Então, Cris, a pergunta da Marta Novis, que é da mesma casa espírita da Telma, o Jeff, a. Ela indaga o seguinte, o que devemos fazer quando alguém chega na casa espírita dizendo ver? Ouvir.
Ou ter uma vontade irresistível de escrever nas horas mais diversas do dia e da noite? Eu conheço até pessoas que eu convivi na casa espírita Cris, que acordava sobressaltada de madrugada, está aí a pergunta, e pegava um bloco de anotações, uma caneta, um lápis, escreviam, escreviam, escreviam e acabaram tendo essa rotina. Então, várias vezes por dia, por semana faziam isso como se fosse. Uma obrigação. Uma pergunta está aí, o que fazer? Que pergunta aí, Marta.
Puxa Vita. Seria bom numa aula de redação, né? Marcelo, escrever, escrever, escrever e a gente corrigir isso aí seria excelente. Eu penso que. A gente volta ao ponto. É estudar, né? Toda vez que alguém me diz assim, ó, hã? Eu. Eu vejo alguém contigo. Né? É a 1111, espírito me falou. Eu sempre digo a mesma coisa. Né? Para que tu não sejas tão enganadas. É bom estudar o livro dos
médios, em especial para isso. Porque na realidade a gente precisa estudar Kardec. E quando as pessoas chegam nas nossas casas e a gente diz isso, elas procuram outra pessoa. Que dentro do atendimento fraterno vai dizer vai fazer uma análise psicológica da pessoa? E vai dizer que ela está com a mediunidade aflorada. Isso é bem complicado. Existem pessoas que apresentam determinados comportamentos e esses comportamentos não caracterizam a mediunidade, eles
caracterizam. Talvez uma doença biológica. E as pessoas dizem dentro de um centro espírita, ao receber essas pessoas, elas dizem que elas tem uma mediunidade aflorada ou a mediunidade aflorando. Eu tenho uma amiga muito querida. Que ela tem um problema, e diziam para ela que ela precisava ir para uma mesa mediúnica. Porque aquilo era mediunidade e ela não tinha, ela fazia tratamento. Bem, bem Sério em relação a isso. E esse é o problema, a nossa incapaz. Cidade de.
Separar as coisas. Tudo para nós é mediunidade porque a mediunidade nos encanta. Só que a mediunidade, aquela que um espírito chega e diz alguma coisa de fundamento, essa mediunidade a gente não quer agora aquela mediunidade ou aquele animismo. Eu não sei das pessoas que dizem que o João da Silva, que desencarnou num acidente x ele veio e falou, essa sai na internet, todo mundo fica vendo, todo mundo fica sabendo e todo mundo quer compartilhar. O que que demonstra isso?
A nossa total incapacidade de, em pleno século 21, não conseguir entender o nosso Allan Kardec de não pegar as obras dele, que, como Marcelo diz, a gente pega 11 apostila. Porque ele é muito difícil. É difícil porque a gente não começa. É difícil porque a gente não está acostumada a ler. A estudar dentro do do dos parâmetros espíritas, é preciso que a gente modifique a nossa maneira de pensar. Né?
E que a gente leve para os nossos companheiros e é muito difícil dentro de uma de uma sociedade, a gente dizer para uma pessoa que nós não estamos num espaço de autoajuda. A doutrina espírita, a filosofia espírita, ela é essencialmente consoladora e isso eu falei nesta semana numa reunião. Ela é consoladora, não porque ela ponha a mão na sua cabeça, mas ela é consoladora porque ela traz princípios, ela nos explica ou tenta nos colocar o que é Deus?
Ela vai falar das múltiplas existências, da imortalidade da alma, e este é o consolo, mas a gente quer ainda o fantástico, o maravilhoso, o Sobrenatural. Que não existem? Porque. Porque falta nós o embasamento à educação e neste aspecto, eu chamo de novo a educação total do ser humano. A educação formal dentro das nossas escolas, para que a gente aprenda a interpretar, para que a gente aprenda a dizer, mas para aí isso aí não é bem assim. Não é? Então, o que que nos falta nos
falta? Espírito crítico a capacidade de dizer Marcelo, eu acho que não é assim. E tu entenderes que eu não estou te atacando, mas nós estamos numa disputa de Ideas. Infelizmente, eu acho que a gente ainda é muito infantil. E não aprendemos, e também não gostamos de pensar, estudar nos cansa. Né? E mandar as pessoas estudarem. Também não é legal? Acho que é por aí. Em mais uma, é? Encruzilhada, né? Mandaram as pessoas estudar. Não pode porque acaba sendo
ofensivo. E dizer que as pessoas estão afirmando coisas que em que falta embasamento, também ofensivo, porque você está. Sujeitando-se a ideia do melindre. Aliás, essa é a próxima pergunta que eu vou fazer para as 2, porque ela é uma pergunta essencial e ela resgata a primeira fala de vocês 2 na nossa live de hoje. Segundo as pessoas que. Costumam debruçar, se sobre. A atuação do movimento espírita
e aí inclui-se a mediunidade, que é o tema de hoje. 3 seriam os maiores escolhos as maiores dificuldades, os maiores obstáculos para o exercício também de unidade para atuação espírita. Não só dentro das instituições. Porque também o espírita tem a questão do compromisso social, né? Ser espírita também da porta para fora da casa da instituição do trabalho espírita. Então, os especialistas, os estudiosos e nós secar.
Nós temos muitas pessoas que se dedicam a isso, diga-se de passagem, e observar fazer do movimento espírita um grande Observatório, um grande laboratório, como Kardec fez, né? Cadê que se valeu disso? Tanto que a revista espírita jornal de estudos psicológicos se converte no principal laboratório, onde ele vai decantar? As Ideas dos encarnados desencarnados, dos trabalhos dos discursos, das viagens para poder aperfeiçoar o processo espírita. Esses 3 escolhas seriam o orgulho.
A vaidade. E os melindres? Como é que nós vamos superar? Esses 3 obstáculos, Telma, qual é o caminho? Qual é a proposta? Qual é a alternativa para sermos menos orgulhosos, menos vaidosos e deixarmos de nos melindrar tanto. E aí, quando eu falo melindre, não é só um melindre pessoal de alguém chegar pra você e apontar uma falha sua e você ficar melindrado, né? Você romper relações, se deixar de falar com aquela pessoa é o melindre.
Em relação aos guias, né? O guia da casa, o guia do médio, próprio médium dirigente, o presidente da FEB e o presidente sempre espírita. O palestrante, muitos até já desencarnados, não. O indivíduo fica ali melindrado, na não pode falar isso de Kardec, não pode falar isso do Chico. Quem é você pra falar do Chico? Como a gente vê nos debates, seja os virtuais, seja os presenciais, das instituições descritas? Tem um passe de mágica, até uma tem uma fórmula para enfrentar
isso. Olha só, eu acho que a primeira fórmula, né? A primeira, a primeira conduta é o autoconhecimento, né? A gente se identificar, portador de Melim, estou falando em relação a nós mesmos, né? A gente fazer aquela autoanálise e saber que todos nós somos espíritos em processo e que somos ainda muito imperfeitos e que, por maior que seja a nossa estrada, caminhada há muito a caminhar ainda e que essas mazelas existem em todos nós. Todos temos uma carga de orgulho, todos temos uma carga
de vaidade. Todos ainda nos melindra mozi e a partir desse reconhecimento, a gente partir para a ação, né? Ir trabalhando isso agora, em se tratando de grupo, né? Do trabalho em si, em um grupo, em uma casa ou num grupo mediúnico. Eu tenho que. Eu, eu. Eu tenho quase que certeza de que. É a conduta Franca, né? A conversa olho no olho, aquela Liberdade que a gente tem para falar com o outro. Para conversar, para trocar Ideas e para mostrar para o outro que uma divergência, né?
Que a gente pode divergir, mas não entrar em contendas. Deve ser a prática, né? Deve ser AAO caminho. É, eu dirijo um grupo em que é primeira coisa na formação, ele já tem 10 anos. Na formação desse grupo, eu elenquei umas uma série de. De coisas a ser conversadas, pessoas foram escolhidas ali para para começar um trabalho e uma das coisas que eu é priorizei nesse. Nessa conversa inicial foi saber se naquele grupo havia alguém com problemas em relação a outros ali.
E falei, olha, caso haja e vocês não queiram colocar aqui se sintam constrangidos, eu peço que me procurem depois para conversar, porque se houver uma animosidade, uma dificuldade com a outra pessoa, com quem se vai trabalhar, com quem se vai partilhar um espaço de convivência, que seja uma dificuldade intransponível. Então, né? Pelo menos no momento, a sua presença é, é não vai ser possível porque é um trabalho que é exige, né?
É espírito de equipe. Existe confiança, exige confiança, existe, existe espírito de equipe. Então essa é a partir daí a gente foi construindo um relacionamento de muita franqueza. Ao final da reunião, há aquele momento que nós destinamos a avaliação, né? Então, esse espaço de avaliação é um espaço em que todos nós ouvimos o que o companheiro tem a dizer acerca da nossa conduta. Ou como médios, né psicofônico?
Ou como alguém que tenha recebido uma mensagem um médio psicógrafo ou como um esclarecedor, onde alongador todas estamos submetidos ao crivo ali. Do que da, da, da opinião daqueles irmãos que compõem aquele grupo. E não é a até então, não tenho tido retorno. Ou de alguém que tenha se sentido melindrado por qualquer coisa? O que seria até natural, né? Porque o melindre ainda é, é
próprio da condição humana. Mas eu penso, Marcelo, que o caminho seja esse de muita franqueza, de muita sinceridade. Isso em qualquer espaço de partilha, na casa espírita, eu não consigo compreender uma casa espírita em que as conversas né são travadas no corredor da casa e não se ao pé de ouvido e não se chame o companheiro para falar francamente e falar francamente, é usar do amor. Né?
A franqueza não, não precisa, não deve prescindir do amor, da cordialidade, da compreensão para com o companheiro. Nós podemos dizer tudo aquilo que entendemos como necessário para certos momentos que são realmente momentos desafiadores, né? Na convivência da casa Na Na tarefa em que estamos inseridos, mas que a nossa fala seja aquela fala cordial, amorosa e que estejamos também preparados para ouvir o que o outro tem a dizer. Porque na verdade, né, não somos
nós os donos da verdade. Então esse processo de permanente diálogo, de permanente troca fraternas, eu entendo que seja muito produtivo. Levou para para resolver essas questões. E tu, Cris, é alguma contribuição nesse sentido? AA até uma é levantou algumas possibilidades para a gente evitar. Essas situações mais penosas, mais duras, mais aguda da convivência no trabalho espírita, teria mais alguns tijolinhos para colocar nessa
nossa edificação. Eu Acredito que a. O melindre, ele é diretamente proporcional a nossa vaidade, né? E nós estamos e nós estamos num. Num, num. Num patamar evolutivo ainda de muita vaidade. E é, acho sim, Telma, que que é uma proposta excelente. A tua. Todavia, nem todas as pessoas aceitam isso. Eu aceito. Dizer alguma coisa para alguém, mas quando eu recebo. Nem sempre a gente recebe pacificamente. Né? É. É importante que a gente se conheça. Eu concordo totalmente contigo
não existe, né? É muito mais difícil, talvez impossível a gente entrar num processo de de, de, de um processo evolutivo, uma melhoria das nossas condições, intelecto, Morais. Se a gente não se conhecer e não souber as nossas dificuldades. Mas eu vejo também que a dificuldade está exatamente aí. Em parar e se ouvir? E deixar que a voz do outro e entre em nós. É preciso, sim, que a gente aprenda a falar com afetividade, que a gente entenda onde está o outro e onde nós estamos.
Mas eu sei também que é uma caminhada ainda bem difícil da gente colocar. Às vezes a gente está dentro de uma atividade. EEA gente diz alguma coisa e a pessoa nos entende de forma totalmente diferente, porque ainda somos muito personalistas. Nós acreditamos que dentro desse desse, as conversas que deveriam ser fraterna. A pessoa às vezes quer nos atacar ou a gente quer atacar alguém. É um processo ainda muito difícil, acredito eu. De conhecimento, de maturidade
para que a gente possa. Aceitar e ser aceita nesses processos de troca e de melhoria na qualidade das nossas vidas, das nossas relações humanas também. Acho que é isso, Marcelo. Veja aqui, tanto a fala da Telma quanto a fala da Cris. Que trataram dos 3 principais escolhidos. E nós não estamos sendo exaustivos, existem outros. Escolho os ou outras dificuldades ou outros obstáculos em relação à
praticamente única. Mas apenas selecionamos desse leque de dificuldades que são inerentes a condição materializada, a condição humana, onde nós temos as nossas faculdades espirituais diminuídas pela condição da existência ou da do formato, da formatação do corpo orgânico que nos limita muitas percepções, muitas funções sensoriais. Podem existir e existem muitos outros e a fala das 2 leva ao cerne a razão de todos os problemas existenciais.
Os espíritas e os não espíritas. A dificuldade de comunicação, porque o que o outro fala é diferente do que o que eu entendo, o que eu escuto que eu processo e que eu entendo o que ele falou. E aí nós vamos criar sempre os atritos e eu estou me lembrando aqui, de um calço vivenciado lá no final da década de 80, início da década de 90, naquela instituição que eu falei que eu fiquei 23 anos e que consultava seu guia espiritual para saber a cor que vai pintar a parede.
De repente estávamos nós lá, tratando de uma questão administrativa da reunião mediúnica, né? Quanto tempo destinar ao atendimento dos espíritos? Quanto tempo discriminar a questão das perguntas e respostas, quantos tempo destinar a consulta aos espíritos por meio da evocação ou da manifestação espontânea?
Não importa. E aí por uma dissensão por um pensar de uma maneira e outro, pensar de outra, nós já estávamos na fase posterior a atividade mediúnica propriamente dita, ou seja, já estávamos com as luzes acesas, já que a tendência ao comportamento usual das reuniões mediúnicas é fazer uma parte com as luzes acesas. Outra parte para facilitar a concentração, entre aspas, bem. Aspas, porque a concentração não está ligada diretamente a percepção física.
Nós sabemos, e sim ao ato de dedicar-se ao evento. A reunião, a atividade mediúnica. Claro que algumas pessoas são mais suscetíveis que outras, a luminosidade, ou, enfim, as distrações que a visão física proporciona. Então já estávamos nós de novo com as luzes acesas, debatendo essa questão da organização da reunião e única e 2 companheiros.
Debateram tanto que, num determinado momento os 2 se levantaram e se não fosse a turma do gente de do deixa disso, eles teriam ido às vias de fato dentro da casa espírita dentro, porque a reunião não havia sido ainda encerrada dentro do contexto da reunião mediúnica. E, é claro, o clima que se criou foi desagradar. Vai-se criando um clima terrível e o clima foi continuando. Só que na semana seguinte, na terça-feira, onde a reunião mediúnica sempre acontecia ninguém.
Procurou antes da reunião aproximar aquelas criaturas. E as criaturas ficaram aquela reunião e muitas outras depois, sem sequer trocarem olhares. E Kardec fala de um elemento essencial para a realização das reuniões mediúnicas para a organização das reuniões espíritas. Afinidade de propósitos, como é que eu posso ter afinidade de propósito se eu estou querendo ver o meu irmão, meu companheiro, meu colega de grupo mediúnico pelas costas?
Se eu já estou mentalmente preparado da seguinte maneira, se ele disser alguma coisa, eu vou dizer isso, eu vou dizer aquilo e blá, blá, blá. Não é? Eu estou armado. Eu estou preparado para a Contenda e poucos poucos mesmo são os que se dedicam a apaziguar. Não é, não significa passar por cima da personalidade de ninguém. Não significa diminuir as pessoas pelos seus pensamentos, pelas suas informações, pelas suas convicções.
É buscar aquele clima realmente, de fraternidade, de congraçamento, que deve presidir qualquer reunião, seja ela espírita ou de qualquer outra aglomeração cultural, filosófica, religiosa e social no planeta. Então nós temos que dar, como disseram as nossas convidadas, esse exemplo, essa disponibilidade, para estarmos efetivamente mais próximos de uma fraternidade verdadeira. E imagine, né? Aí eu eu lanço 11 provocação para vocês 2. Se nós, humanos, encarnados,
agimos assim uns com os outros. O que vão pensar de nós, os desencarnados, aqueles que você se destina, a doutrinar? E acha que tem muita coisa a ensinar a oferecer para ele? O que nós vamos oferecer para os dias espirituais? Se Kardec, inclusive, disse que, se os objetivos forem outros, as inteligências realmente superiores, ó. E com a mula vão embora, vão cantar em outra freguesia.
Vamos procurar um outro ambiente mais favorável ao desenvolvimento daquela tarefa daqueles assuntos daquelas temáticas. A promoção do bem, porque a mediunidade tem como finalidade precípua a promoção do bem. E nós às vezes nos afastamos tanto dessa promoção. Bom, vamos em frente. Tem uma pergunta, é o pessoal da técnica tem mais alguma contribuição, algum comentário aí se tiver só lançar para a gente colocar na lousa? Dentro dessa ideia, ainda dos escolho NS e da forma pela qual
nós nos melindra. Mozi em relação aos outros, falei há pouco, né, né? Linda por causa do médium Melinda, por causa do autor do palestrante, do dirigente do guia espiritual. Já quer brigar por causa disso? Nós temos uma conduta muito preocupante. Telma, no movimento espírita atual, que é a do espírita, que busca justificar as atitudes humanas dos nossos representantes. Espírita.
Porque eles têm, ó, fulano, tem uma grande obra assistencial à beltrano, tem 200 obras psicografadas à sicrano. Tem uma grande. É. É condição de reconhecimento público, porque é uma pessoa pública e todo mundo gosta dele e blá, blá, blá. Então nós temos essa preocupante situação em que envolve a mediunidade, porque grande parte dessas personalidades se apresentam como médios, em que a opinião individual, do médio ou do dirigente ou do expositor, podemos até abrir o leque.
Ela é Mimi. Usada. Ela é ressalvada porque o indivíduo é um grande escritor, é um grande palestrante. É um médium de renome, é um embaixador da paz ou coisas do gênero? Dá para continuar separando o José, né? De um na atividade mediúnica e o José, cidadão comum, eleitor participante do mundo físico, ser do mundo. Ou ser no mundo, como dizia Jesus? Quem responde primeiro? Marcelo, você eu mesma tá bom, Marcelo, eu acho que é difícil você separar, né? Eu acho muito difícil, porque nós.
Somos pessoas que têm desempenhamos múltiplos papéis, mas é onde quer que nós estejamos. É principalmente essas pessoas, né? Que tem grande expressão nos segmentos em que atuam, tem uma responsabilidade muito grande, exatamente pelo fato de arrastar em consigo muitas outras pessoas. Então é a questão do vou usar uma expressão bem popular, né? Do passar pano para certas atitudes, eu acho que não contribui muito para a melhoria, né?
Do quadro em que a gente vive atualmente, das situações que a gente tem experimentado, tem vivido. Né? É? Mas também penso que a crítica tem que ser sempre. Aquela é cordial, né? Fraternais porque Jesus já nos pediu os ensina ou não, não é? Nós precisamos tomar posições e tomar posição. É realmente alguma coisa que um para para, para o que muitos ainda não estão preparados, né? Há muitas pessoas que ainda são mornas na sua maneira de atuar,
que em nome de preservar, né? De preservar amizades de é não se expor, acabam vendo o erro. Ícone vindo com o erro por acomodação por, por não quererem se expor, arranjar problema com um amigo que pensa diferente. Mas eu acho que, à medida em que nós vamos estudando, amadurecendo e tendo compromisso com as nossas crenças, né? Com aquilo em que, verdadeiramente a gente acredita, nós somos convocados. Sem dúvida nenhuma, a manifestar a nossa posição, a nossa
discordância. Seja lá quem esteja, né? No papel de uma fala infeliz, de uma atitude equivocada que a gente não se deixe intimidar pelo fato da da pessoa ostentar essa ou aquela ou aquela posição, mas que a gente é de uma forma, né? Muito. Muito, é sensata possa defender aquilo que realmente merece defesa, trazer as coisas à ordem não é para que o equívoco não continue sendo disseminado. E eu fico assim, muito preocupada. Quando eu vejo algumas algumas
aberrações acontecendo. E ainda o séquito de pessoas que aplaudem e que se manifestam, né? De é em acordo aquilo que está sendo dito ou aquilo que está sendo feito? Realmente é, é preocupante, mas eu na minha prática, eu não. Não procuro me omitir diante das situações em que. Com as quais realmente eu não concordo, porque estejam em desacordo com o que eu penso ou com o que está contido na doutrina, né? Eu procuro me me posicionar, às vezes até a custa de um certo
preço, né? Mas eu acho que vale a pena. Essa fidelidade a nós mesmos primeiramente, né? Esse preço sabe ter uma OECK tem, tem, tem pago desde 2017, abril de 2017, quando nós começamos a atuar ainda como um simples grupo. De mensagens, de debates, de textos, é no Facebook. Nós temos pago esse preço. O preço de nos posicionarmos. Procuramos na grande maioria das vezes, evitar a agressividade. Mas adotamos a contundência.
Adotamos isso que você se referiu ao Magrão, ao Jesus de Nazaré, que o nosso falar tem que ser sim, quando for sim e não quando for não. Não posso falar, talvez. Né? O Mestre nos deixou diversos exemplos no sentido do posicionamento e do posicionamento de forma definitiva de nova decisiva dentro do contexto da existência. E aí, você traz uma expressão que vulgarizou no Brasil dos últimos anos, que é o passar pano. No sentido assim, de ilustrar anão, ele é muito importante.
Então vamos lustrar ou então assim há vamos, vamos dar 11 passadinha de pano pra dizer assim à ele fez isso, mas ele faz tantas outras coisas que são tão relevantes, tão importantes, né? Esquecendo nos de que nós, seres humanos, nós, espíritos, não podemos separar o bom e o mau. O ponto positivo e o ponto negativo, nós somos essa. Dualidade tud nessa totalidade, né? E temos que ser reconhecidos pelas nossas virtudes, mas
também pelos nossos defeitos. Quando Agostinho, no livro dos espíritos, nos ensina a forma pela qual qualquer indivíduo, qualquer espírito, pode evoluir. É a partir do debruça se sobre si mesmo. É a partir do conhecimento de si mesmo, da quantidade de virtudes que nós já alcançamos. E dos defeitos que nós precisamos superar, não todos de uma vez, claro, mas paulatinamente. Então, Cris, dentro desse contexto? Em que nós temos muitos espíritas?
Que confundem? 2 verbos e para passar esse pano que até uma nos falou há pouco ou para? Secundár para diminuir a amplitude do problema criado. Essas pessoas vêm inclusive, em debates dentro do esse carro ou na instituição espírita você participa e tem aquela frase. Chavão, aquela frase que eu costumo dizer que a frase carimbo, em que você carimba nas circunstâncias conforme as conveniências. Não julgueis. Até que ponto, Cris? Criticar é julgar.
Nesses casos, dos médicos figurões, o nosso querido GR Almeida, inclusive, produziu um texto recentemente e nós levamos com preparação para essa live com e secar nessa semana, dizendo que o período dos grandes médios já passou, eu diria, sabe, Jerry está passando, não passou ainda por completo porque essa semana, mesmo um médium que não é daquela prateleira de cima, mas é da prateleira número 2, ele andou dizendo muitas bobagens e razão do Dia Internacional da
Mulher. E seria muito melhor que a gente tivesse dito para ele, fulano, porque no tk las. Foi muito agradável ler. A manifestação dele, preconceituosa, transfóbicas em relação a uma data que é tão singular para a espécie humana e que envolve o ser mulher em essência e não apenas na formatação corporal, física,
biológica. Enfim, Cris. Até que ponto e o que nós devemos dizer para as pessoas que apontam o dedo para nós e dizem vocês estão julgando, quando na verdade nós estamos criticando como Kardec? Criticou. Bom, eu penso assim AO que a Telma falou. A cena em baixo porque o Marcelo disse também, nós não podemos separar uma coisa da outra e eu também não entendo obra. E com uma fala que não vai ao encontro dos princípios da doutrina. Marcelo, acredito que a gente precise.
Precisa, é? Entender o que? Que é julgamento e o que que é análise ou crítica, como tu falaste? Né? Eu preciso. Quando eu eu recebo uma comunicação, eu não vou. Nós falamos aqui o tempo todo, eu não vou simplesmente absorver. Eu vou analisar porque aquilo está sendo passado para mim e se ela está, ela é consoante aquilo que eu penso, aquilo que Eu Acredito. Então, quando existe uma figura,
seja ela quem for. Que tem alguma coisa que faz, mas que o seu de discurso é extremamente excludente. Eu não posso deixar aquilo passar sem colocar o meu posicionamento. Sem observar seu, sem analisar a fala dessa criatura. Quando uma pessoa diz que determinada figura é tal personalidade que passou do do, da nossa história e que ela vem com todo um trabalho magnífico. Só que as atitudes dessa pessoa não. Estão AA, não são as que a gente pensa e que e que e ela, ela
mostra. A gente tem que ter cuidado com a palavra. Ela mostra que não é bem aquilo ali e que ela, ela tem ideais, princípios que vão que batem com aquilo que é a doutrina. A filosofia espírita trabalha e tem como princípios fundamentais. Se eu me calo, se eu não analiso, eu estou sendo conivente com essa pessoa. E eu não posso ser?
Porque dentro do mundo em que eu estou, eu também estou fazendo uma transformação na sociedade, mesmo que essa sociedade em que eu esteja, seja bem p. Se 11 grande, uma grande personalidade fala alguma coisa. Que e a gente deixa que isso se espraia. A culpa é nossa, que nós não colocamos o outro lado e é preciso colocar. Não, é porque alguém. Tem 111, certo, uma certa elevação social, se é que a gente pode dizer isso, que essa pessoa está sempre certa. Ou que suas atitudes, as suas
palavras sejam. Normais sejam consoantes, aquilo que se estuda e que você busca. Nunca calar. Nunca deixar as coisas passar em nome de uma pretensa Caridade, que é uma palavra que eu tenho. Muito problema com ela é até que.eu, sou caridosa, tá? Deixando a maldade passar. Deixando aquilo que não é aqui, é excludente que é preconceituoso, que se espalhe e que se coloque em nome da nossa filosofia, que não trabalha isso.
Eu acho que é a nossa obrigação. Tá em primeiro lugar, deixar bem claro qual a nossa posição e parar. Determinados comportamentos e determinadas atitudes que não são as mais agradáveis ou as mais pertinentes relacionadas à nossa filosofia espírita. Diga a Telma. Eu só queria fazendo uma brincadeira aqui que já que a pessoa saca uma passagem do evangelho que a gente rebata com outra, né? Se diz para não julgar, que a gente resgate o espírito São Luís quando diz que há momentos
em que a gente precisa sim, né? É desvendar o mal para que as coisas se modifiquem. É, e às vezes a pessoa fala mesmo, isso não é? É. Estava eu sem som aqui, falando pros espíritos apenas, né? Então eu tava dizendo o seguinte, essa situação de você é responder. Com uma situação a que o outro está fazendo, uma citação é de uma passagem evangélica, de um trecho de algum dos evangelhos é, não pode parecer o toma lá da
cá do crente. É quando eu falo crente, eu não estou fazendo julgamento, eu estou fazendo uma crítica, tá certo, minha gente? Estou dizendo assim, quando você conversa com um crente, um adepto de uma determinada religião, geralmente religião neopentecostal, ele já vem, né? Ou o trecho sublinhado do evangelho, ó aqui ó, e Mateus e Marcos em Lucas, em João. Jesus disse isso quando não vale do antigo testamento. O que é outro problema Sério,
né? Mas, enfim, nós não podemos é ficar nesse vai e volta do bumerangue, né? Dizendo à ele está dizendo isso. Então vou dizer vou rebater, conta. A gente sabe porque?
Porque se não nós caímos Na Na afeição é, eu sei que você não disse isso, eu não quis fazer uma brincadeira, muitas pessoas podem pensar assim, anão, então temos que decorar aí 16 dúzia de respostas do livro, dos espíritos, temos que decorar uns 2 ou 3 itens do evangelho, da gênese do céu, inferno, porque quando alguém vier dizer tal coisa, a gente já tem a resposta na ponta da língua, não. Pelo contrário, é dar a ideia,
sim, da espontaneidade. Não é que nos leva a perspectiva de entendermos também o dinamismo que as situações nos endereça. E aí, como estamos? Falando de meio de unidade, tem também essa meio de unidade da intuição, né? Quando nós recebemos dos nossos espíritos familiares, os espíritos mais próximos, muito boas sacadas para trabalharmos. A questão é desse. Envolvimento e dessa importância da mediunidade nos nossos dias,
quero resgatar. É nessa parte final da nossa live um comentário que o nosso Nelson Santos fez, o nosso decano do esse é cap. Para que as nossas convidadas pudessem trabalhar um pouquinho sobre as diferenças e as proximidades de 2 Vertentes da mediunidade, a Brasileira, mas que também já estavam presentes na mediunidade, a francesa, né? Do nosso querido rivail Kardec. Ela fala das proximidades, das interferências e das diferenças entre o mediunismo e o animismo
ou entre a faculdade mediúnica. E a faculdade anímica. Aí o comentário, a pergunta do Nelson, nosso decano, que está nos nossos bastidores, também está com o bi? Cuidarei, está nos bastidores e agora está lá comentando, né? Em toda manifestação mediúnica, a animismo. Vocês concordam com essa expressão? Nelson esteve Ana. Como evitarmos, então, a exacerbação desse animismo? Chris, que que você me diz?
Depois vai brigar com o Nelson sobre a pergunta, tá, tá, não é, estou realmente AA. Nós. Nós temos AA, somos, temos alma, né? Então as nossas manifestações tem muito de nós. Né? Muitos de nós. O que a gente precisa, segundo Kardec, é o conhecer-se. Quando eu me conheço, eu sei exatamente o que é meu e o que não é. E é isso um fato, querido Nelson, que eu observo e eu posso estar é equivocada em determinadas comunicações de de espíritos, né?
É principalmente o os grandes baluartes da mediunidade, se é que a gente pode dizer isso quando eles é trazem alguma comunicação. Em geral, a comunicação está, vai estar de acordo com aquilo que eles pensam, né? Eles não, nunca vem 11 comunicação distinta, né? Se nós temos um médio. Que tem determinada posição, ele vai trazer sempre as comunicações naquela posição. Nunca é o contrário. Né? E quanto daquilo é anime? Isso para os grandes médios, os os médiuns superiores. Né?
Que isso não existe, mas e aquela criaturinha que está naquele naquela sociedade pequenininha? Né? Será que o trabalho dela é isento de de animismo? Não, não é. Em geral, não é agora, se ela se conhece, ela sabe exatamente e as pessoas que vão receber aquela comunicação sabem exatamente o que é dela e que o que ela recebeu. É porque. Porque ela se conhece.
É, não há problema no animismo. O problema é quando é só animismo que a gente traz uma comunicação para envolver as outras pessoas que vão receber aquela comunicação e isso existe, infelizmente, bastante. E aí, Telma? Agora o abacaxi é pra te descascar. É, eu acho que sobrou pouca coisa a falar que a Maria Cristina foi No No no ponto nevrálgico da questão, que é
esse mesmo, né? Toda a comunicação tem um pouco do médium e a proposta de qualquer trabalho é que essa interferência do médio, ou seja, o menor possível para que a voz do espírito sobressaia, né que o médium se apague um bastante para que o pensamento do espírito se revele na sua maior pureza e na medida em que ela estava falando.
Eu me antecipei em pensamento ao exemplo que ela trouxe também essa questão que está sendo muito grave hoje em dia, da gente perceber em determinados textos, em obras, né? É mais do médium do que propriamente do espírito, porque as posições, né? Que o médium defende, defende. Como pessoas estão ali, literalmente, expressas. Com a assinatura do espírito, o que é mais grave, né?
EE eu, o que é mais triste que eu vejo é grupos espíritas se debruçando no estudo dessas obras é como se fossem realmente algo que acrescentasse muito a sua formação ao ao trabalho que desenvolvem, né? Sem fazer essa triagem, né? De pelo menos identificar nossa, isso aqui é questionável. Isso aqui não deve ser do espírito x ou do espírito y, isso é uma interferência do médium. Né? No corpo dessa mensagem, então, isso eu acho bastante grave, né? Mas do uma ou mais, não há o que
acrescentar. O que a Cristina colocou, porque eu concordo inteiramente com tudo o que ela falou. Penso que a resposta de vocês 2 ela converge para a própria definição da participação do médium ou do animismo no processo de comunicação mediúnica, né? Kardec jamais demonizou o animismo. Mas as instituições espíritas brasileiras? Eles giram a sabedoria e a infalibilidade do espírito e a
depreciação do médio em geral. Para que ele não pudesse interferir, então criaram OOO mito de que a comunicação sem a participação do médium, ou seja, quase de forma mecânica, como era Chico Xavier, que ficava totalmente em transe, não tinha conhecimento do processo em si, da produção da psicografia, fosse o estágio ideal e fosse a única forma de composição da psicografia ou da mediunidade por meio da escrita. Na maioria das vezes, isso acontece comigo também.
A minha mediunidade é assim, é. Há muita participação minha no fenômeno da produção psicográfica, né? Eu não fico em transe, eu não fico inconsciente durante todo o processo, eu fico consciente e é como se eu estivesse escutando, sem palavras, o que o espírito pretende dizer através de mim.
Isso é. A maioria das situações que os médicos que eu conheço também perpassam também é é realizam, embora existam outros que através de entrevistas demonstrem declarem que escutam uma voz como se fosse uma voz idêntica à nossa, né? O que aí já parte para uma ideia de. É lembrança do que é o espírito.
Poderia estar é sentindo, né? Já que ele não possui naquele momento, a faculdade do sistema fundador para é fazer com que a sua voz aparenta, ele vai fazer a sua voz é aparentar ser expressão é vivida quando ele estiver num fenômeno de
psicofonia. Não na psicografia, mas de qualquer maneira, vocês encararam bem essa Saia Justa da relação entre mediunidade e animismo, no sentido que o próprio ressecado tem feito durante as análises das produções mediúnicas, porque justamente pelo aquele cacoete que nós falamos, numa das perguntas iniciais, ninguém faz análise crítica, ninguém filtra o que produziu em termos de psicografia. E quando eu falo análise crítica e filtro, é também no meu caso. E no caso de muitos médicos que
eu conheço. Colocar a pontuação no lugar correto, né? Professora de letras, colocar a lógica, evitar a repetição de palavras, tornar a comunicação mais fluida, sem interferir, é claro na essência da mensagem. Se nós tivéssemos feito isso de maneira sistemática, nós já teríamos evitado uma série de problemas decorrentes da idolatria aos médios, da idolatria aos espíritos e da. Condição de erigir essas psicografias no mesmo patamar de validade do chamado conteúdo da codificação espiã.
Meus queridos amigos, nós estamos próximos de completar 2 horas de live. Esse é o nosso limite. E aí, então, nós vamos partir para as considerações finais. Mas, é claro, as considerações finais das nossas convidadas parte de uma pergunta que é, a pergunta que vale 1000000 de cruzeiros, 1000000 de cruzeiros, vou dar aqui 1000000 de reais, né? Nem 1000000 de dólares, nem 1000000 de euros para valer aquela moeda velha, aquela moeda da infância de vocês, de muitos vocês, né?
A pergunta que vale então 1000000 de cruzeiros para a nossa Telma Lopes é? Todos são médiuns. Bem, você está querendo uma resposta que é, né? Eu não sei o que que você. Qual é a sua expectativa, né? Mas, no sentido ostensivo não, não é, mas no sentido de, em determinado momento, é sermos receber. Vamos, né? A inspiração de um espírito. Todos somos médios porque cada um de nós é capaz de relatar algumas situações de vida em que já pôde perceber essa
interferência, né? De uma inteligência à parte, junto a atuando junto à sua ou para evitar um perigo ou para sugerir uma atitude com a qual você não não. 11 atitude que você não tinha pensado ainda uma ação que você não tinha pensado ainda em em realizar. Enfim, nesse sentido, sim, não é, mas no sentido ostensivo a gente sabe que não. Não é que algumas pessoas e que são dotadas dessa faculdade porque tem alguma tarefa realizar aqui, assumiram
compromissos, né? Na Na, na, é antes de reencarnar, de desenvolver algum trabalho. Mas creio que se nós acolhêssemos, né, se nós tivesse é procurássemos estar atentos, né? A essa possibilidade e apurar se a nossa sensibilidade para perceber, né? Esses momentos em que os espíritos, né, ou o espírito familiar ou o espírito amigo nos sugere determinadas condutas? A nossa caminhada seria muito mais tranquila aqui na Terra, né?
Porque não raras vezes eles é. É, os nossos amigos estão junto de nós dizendo não faça isso, procure, né? Não, não fale isso nesse momento e a? A gente é ainda assim, por teimosia, né? É reluta em em acolher, né? Aquela sugestão e acaba, muitas vezes entrando numa situação que poderia ter sido evitada, né? É, é isso, Marcelo. Eu não sei se a sua expectativa era essa, mas é, é o que eu posso oferecer nesse momento. A sua resposta está sendo julgada pelos universitários.
Daqui a pouco nós vamos ter a confirmação que você ganhou ou não 1000000 de cruzeiros. Cris, todos são médiuns. Co, concordo com a colega, né? AA todos somos médiuns. Alguns são médios, ostensivos, né? Outros têm determinado momento porque nós estamos sempre em contato com a espiritualidade. Tem alguma inspiração, algum? Alguma aproximação, alguma percepção, outros têm algumas faculdades mediúnicas mais desenvolvidas, como a
psicofonia. Psicografia, a médium desfeitos físicos que eu não conheço, não conheço ninguém assim, mas sabemos que tem, entre outras coisas, né? Agora, AA influência ela existe, mas nós é que vamos trabalhar essa influência, né? É. É dito que, que que os os espíritos estão conosco sempre e que muitas vezes eles nos dirigem, mas eles nos dirigem. Se eu deixo isso, porque eu tenho meu livre arbítrio. Não é? Então é. É mais ou menos isso. O Marcelo tá comportando com AA.
A resposta da da pel? A minha produção está dizendo aqui, no meu ponto eletrônico, que o prêmio terá que ser dividido por 2, então cada uma vai ganhar 500000 cruzeiros velhos, né? Para fazer o que quiser com essa população PIS. É usando o Pixel aí, né? É nós recorrendo ao nosso mestre Allan Kardec, ele diz o seguinte no livro dos médiuns, capítulo 14. Todo aquele que sente num grau qualquer, a influência dos
espíritos é por este fato médio. Essa faculdade é inerente ao homem, não constitui, portanto, um privilégio exclusivo. É de notar se que além disso? Essa faculdade não se revela da mesma maneira em todos, geralmente os médiuns ostensivos têm uma aptidão especial para os fenômenos desta ou daquela ordem, donde resulta que formam tantas variedades quanto às
espécies de manifestações. Daí o professor nos dando a informação de que você que nos vê agora você que nos ouve neste momento também é médium porque sente a presença, a influência dos espíritos. De maneira totalmente diferente, totalmente peculiar. Esteja atento com olhos de ver e ouvidos de ouvir. Como disse Jesus, o nosso Magrão a situações que podem de favorecer a partir do intercâmbio positivo e saudável com os espíritos que estão na
mesma faixa de sinfonia. Quanto mais elevado for os seus pensamentos. Melhores serão as relações construídas com os espíritos. Ao nosso derredor. Vamos chegando ao final e aí vamos deixar o espaço para? O recado final, a despedida das nossas participantes, começando por você, Cris. Então uma boa noite para todos, eu agradeço. Muito por estar aqui, por ter conhecido a Telma, né? Por ter aprendido, né?
E sempre com aquela aquele medo que o Marcelo nos coloca quando ele nos convida para uma live, porque a gente nunca sabe o que ele vai perguntar. E as perguntas deles são bem complexas. Obrigada, Marcelo, pelo companheirismo. Obrigada, Telma, teu sotaque é lindo, adorei te ouvir, tá muito, muito obrigada, um abraço a todas as pessoas que nos escutam e nos veio até a próxima. Muito bem, Chris fica lá nessa linha do saco pra gente fazer um encerramento daqui a pouco.
E vamos então ouvir a nossa Telma com esse sotaque maravilhoso do estado do Rio de Janeiro. Discute papa goiaba é de papa goiaba esse sotaque Fluminense. Para minha tristeza, poderia ser um sotaque rubro-negro.
Nós vamos, enfim. Eu queria agradecer a oportunidade também dizer que em princípio, não me senti capaz de estar aqui, porque eu sei da do nível de excelência que existe na realização desse trabalho, do quanto as pessoas que ocupam esses espaços são qualificadas para estarem aqui falando com muita propriedade sobre a doutrina espírita, EE dizer que a medida que o trabalho foi fluindo eu fui me sentindo mais à vontade e a coisa foi acontecendo.
É óbvio que depois a gente sempre lembra de alguma coisa que merecia ter sido destacada. E que não aconteceu, não é? Mas isso isso faz parte, né? Da da, da nossa caminhada mesmo, né? Quando nós estamos em em situações de trabalho também, em quaisquer situações, sobretudo nós, né? Que temos espírito crítico que aprendemos, né? A avaliar o nosso trabalho ia ia pensar sempre em melhorar a nossa produção, que é no campo material, quer no campo é imaterial intelectual, né?
Quer no quer, no campo da das atividades é é espirituais. Nós temos essa preocupação e sempre avaliamos que. Poderia ter sido melhor, então agradeço muito ter partilhado esse momento com a Cristina, que tem um sotaque para mim, é delicioso. E se tu vai, se tu vens, né? É muito gostoso também. EE é o Marcelo, que generosamente, esteve aí nos conduzindo, né? Com a sabedoria que ele sempre demonstra, né? Com o conhecimento que ele esbanjou.
Veja e me desculpa. Qualquer eventual equívoco que tenha cometido e deixa aqui o meu abraço, meu bom fim de semana a todos. Sempre simpática, nossa Telma é deu pra ver que a nossa bancada não tem nenhum escorpião escondido, não tem nenhuma cobra, né? A gente prepara algumas questões com o auxílio da nossa equipe, da nossa técnica. São muitas pessoas que colaboram para fornecer material para que a gente possa construir coletivamente democraticamente esse processo.
Nosso agradecimento é a você tem uma, o Jeff anão é que você representa nessa noite e que possamos estar juntos em muitas outras livres, já que agora. Acabou a emoção da primeira vez e a primeira vez a gente nunca esquece. Obrigado. Daqui a pouco a gente conversa mais um bocadinho. É isso, minha gente. Estamos chegando ao final de mais um embalo de sábado à noite do ECK, que hoje trabalhou a questão da excelência na atividade mediúnica e esperamos que.
É tenhamos atendido às expectativas de você OECK existe por causa de vocês, né? Por isso, os comentários os questionamentos, as sugestões no dia a dia do nosso grupo no Facebook, também no nosso portal com kardec.net.br são essenciais. São combustível que nos faz continuar produzindo material de qualidade crítico para que nós possamos, cada um avaliar o seu comportamento, seu posicionamento, as suas atitudes e como poderemos melhorar.
Tanto o movimento espírita quanto o mundo em que nós estamos atualmente residindo, fica aí o nosso convite para o dia 25 de março, onde estaremos trabalhando um tema também muito bacana, muito importante, que é saúde e equilíbrio. Bio psico psico desculpe, saúde, equilíbrio biofísico, psíquico, espiritual, para nós entendermos toda essa essência que é a alma, o espírito encarnado e as contingências que são úteis para o nosso desenvolvimento, o nosso Progresso.
Esperamos você no dia 25, daqui a 2 semanas, nesse que é o espaço mais democrático, mais agradável, mais jocoso da comunicação pelas líderes do movimento espírita brasileiro e Internacional. Sem falsa modéstia, Alegria de tê-lo conosco e poder ter dividido a bancada também com você, que comentou que perguntou e que esteve conosco até dia 25. Tchau.
