Olá, meu amigo. Olá, minha amiga, como é que vocês estão sejam bem-vindos a mais um evangelho no lar hoje, de número 68. É, continuamos estudando aí o capítulo décimo que diz da bem aventurança para os misericordiosos. E hoje nós vamos falar sobre a indulgência que que esse negócio de indulgência. Mas para quem está online e sejam muito bem vindos e bem vindas meu boa noite, meu beijo vai pro para Lourdes rebels quine boa noite queria te dão de Americana, São Paulo.
Bem-vinda, querida. A Beth rios de Goiânia. Beijo querida, obrigada que você está aqui, o Márcio forçado também. Boa noite, meu amigo. Que bom que você está aqui. Estamos juntos, preparados e vamos começar o nosso evangelho, Claro, com a nossa prece inicial. Vamos lá. Mestre amado. Mais uma vez, estamos reunidos em teu nome para aprendermos um pouquinho mais. Do teu evangelho? Neste momento, queremos colocar em teu coração amoroso nossas intenções particulares.
Também, Jesus. Como comunidade mundial e Brasileira. Colocamos em tuas mãos todos os nossos irmãos irmãos que passam neste momento. Pela enfermidade, em especial pela co, vid e, mais especificamente, aqui no Brasil, colocamos em tuas mãos amorosas Jesus todos, todos os nossos irmãos e irmãs que estão
passando pela aprovação. De perder a sua casa, perder o seu lar ou perder um parente, um amigo, devido às mudanças climáticas, há muita chuva, especialmente que está acontecendo na região da Bahia, mas também é em Minas, em Tocantins e em todos os lugares. Conserva Jesus no coração destes nossos irmãos irmãos. A Esperança de dias melhores. E toma conta, especialmente dos nossos governantes, para que possam acudir, socorrer o quanto antes.
Estes, nossos irmãos irmãos, assim como toda a sociedade, está fazendo também. Que os ensinamentos dessa noite, deste momento. Possam recuar em nossa memória durante toda a próxima semana. Fica conosco. Jesus gratidão. Muito bem, olha quem chegou, Kenny, querido, boa noite, amigos, cheguei. Que bom que você está aqui, seja muito bem-vindo.
Vamos estudar hoje, então a indulgência, então sem mais demora, vamos ao texto de hoje, espíritas, queremos falar, vos hoje da indulgência, sentimento doce, fraternal, que todo homem deve alimentar para com seus irmãos, mas do qual bem poucos fazem os. A indulgência não vê os defeitos de outrem ou se os vê, evita falar deles. Divulgá-los, ao contrário, oculta os a fim de que, se não tornem conhecidos, senão dela unicamente.
E se a mala e Valência os descobre, tem sempre pronta uma escusa para eles escusa, plausível, séria, não das que com aparência de atenuar a falta mais a evidenciam com pérfida intenção. Indulgência jamais se ocupa com os maus atos de outros. Não é? A menos que seja para prestar um serviço. Mas mesmo nesse caso, tem o cuidado de os atenuar tanto quanto possível. Não faz observações chocantes, não tem nos lábios censuras apenas conselhos. E as mais das vezes velados quando criticais.
Que consequências se há de tirar das vossas palavras a de que não tereis feito o que reprovais, visto que estais a censurar? Que valeis mais do que ocupado. Ó homens, quando será que julgareis os vossos próprios Cora? Ações, os vossos próprios pensamentos, os vossos próprios atos, sem vos ocupantes, com o que fazem os vossos irmãos, quando só tereis olhares severos sobre vós mesmos? Sede pois severos para convosco, indulgentes para com os outros.
Lembrai-vos daquele que julga em última instância, que vê os pensamentos íntimos de cada coração e que. Por conseguinte, desculpa muitas vezes as faltas que censurais ou condenar elevais porque conhece o móvel de todos os atos, lembrai-vos de que vós, que clamais em altas vozes, Anathema tereis quiçá cometido faltas mais graves, sede indulgentes, meus amigos, porquanto a indulgência atrai, acalma, ergue ao passo que o rigor desanima, afasta e irrita.
José espírito protetor essa mensagem foi dada em Bordeaux, 1863, em cima do ensinamento. De Jesus sobre a indulgência ou palavrinha complicada que a gente tem, não é? Mas significa uma coisa muito simples, não julgamento ou. Relevar o erro dos outros e quando for preciso. A censurar, não censurar não é a palavra mais corrigir que seja no particular, nunca em público, porque Oo corrigir em público
significa que você. É, passa a imagem que você não erraria assim que você é melhor do que essa pessoa que corrigiu, não é? Como ele falou, não é conselhos e das mais vezes velados, se não. O que que significa se você julgar em público que você não teria feito o que reprova é que você vale mais do que o próprio culpado, e o erro e tudo mais, e que isso traz somente. É raiva, não é? Ainda, urgência atrai a calma e
ergue. Só que o rigor, ou seja, Oo julgar o contrário da indulgência desanima, afasta e irrita. Então é 11 conselho bem interessante até para os nossos filhos e filhas. Não é que tem pai, tem mãe que adora ficar chamando a atenção de filho de filha na frente dos outros e a gente até com os nossos pares, né? Os nossos amigos ou é? Nosso marido, nosso esposa, a gente, nosso pai, nossa mãe,
nossos filhos, a gente acaba. É repreendendo ou julgando ou corrigindo na frente dos outros e. É este este evangelho, ele nos traz justamente ao contrário, que é para fazer em particular, não é? Que na frente dos outros, não porque isso só vai humilhar a pessoa, pode ser que você não tenha. É este esta intenção. Mas, no frigir dos ovos, é isso que acaba acontecendo com as pessoas de tem que abrir o olho e indulgência. Sempre que para mim, é o
exercício que mais me desafia. Um dos que mais me desafiam nessa vida que é não olhar para tudo e para todos com a de julgar. Não é julgamento. AA gente é meio que empurrado. Agora não é? Nas redes sociais a ter opinião e fazer julgamento de valor de tudo o que acontecer. Então, nós estamos num momento muito chato, muito triste, de muito embate, justamente por isso. Coisas públicas. De políticos que são funcionários públicos é o nosso
dever, não é? É observar, alertar, reclamar, enfim, para que as coisas melhorem. Mas não com todo mundo, não é? Parece que acontece uma coisa a fulano que é influência, é social, fez tal coisa. Todo mundo parece que é obrigado a emitir um julgamento sobre isso. Não, né gente? Menos, muito menos que isso. Diferente é de olha, o nosso governo não quer vacinar as crianças, vamos botar a boca no Trombone porque isso é o correto a se fazer.
Toda a ciência, todo todo mundo já aprovou a nossa Anvisa, et cetera e tal. Então a gente vai cobrar das autoridades, não é um julgamento de valor de uma pessoa e sim de uma atitude que é esperada para o bem coletivo. Então, o que a gente saiba discernir uma coisa da outra não é e evitar ficar julgando as pessoas, não é? Eu percebo assim, a gente vê, por exemplo, 11 pessoa em situação de rua que tá na nóia, tá noi ado?
Ou seja, tá no momento que formou o craque, está, doe, dão vai cometer pequenos delitos, roubos, pequenas, violências e tudo mais. A gente já julga se há porquê que não está preso? E a gente trata uma pessoa em condição de rua, como um bandido, quando na verdade, aquele que está no meio de uma crise é provocada por drogas muito poderosas. É uma vítima, antes de mais nada, é um doente que precisa de auxílio. Foi para na rua por alguma situação de injustiça social.
Não é porque ele é vagabundo que não quer nada com nada. Alguma coisa aconteceu. Perdeu o emprego num não teve como pagar a casa, foi expulso de casa por ser gay, por exemplo. Tem muito disso, não é? Onde vai parar na rua E acaba experimentando uma droga que é viciante? No primeiro momento, como o craque é. E vira um doente, um dependente químico que, quando está noi ado, faz qualquer coisa, porque não tem nenhum poder sobre ele mesmo.
E a gente já automaticamente julga como bandido, não é? Ou aquele julgamento popular desse governo esquisito que a gente tem bandido bom é bandido morto. Ei, meu povo bandido bom é bandido recuperado porque são todos os nossos irmãos, irmãos, todos nós. Erramos e recomeçamos o tempo todo. Talvez AA vida nos deu oportunidade de não precisar passar fome. Não é de não precisar, é pedir esmola na rua. Porque nossos pais, de algum
modo, nos deram uma vida. Não precisa ser uma vida super luxuosa, não uma vida simples, mas que tinha lá o pratinho de arroz, feijão é todo Santo dia e a gente estudou em escola pública, mas é conseguiu ter uma vida. É minimamente aceitável com com saúde, não é? Mas tem pessoas que não. E aí a gente olha para essas pessoas que teve uma vida. Boa, como no meu caso, que sou um privilegiado nesse sentido não rico, privilegiado. Meu pai é mecânico, minha mãe é a dona de casa.
Nós tivemos sempre uma vida muito simples, mas nunca faltou absolutamente nada, né? Nem para os meus estudos. Há agora tem gente que nasce em berço de ouro. É com isso, consegue bons empregos, bons salários e aí vem com esse papinho de meritocracia para cima de quem não conseguiu. Meritocracia não existe, porque é como se fosse uma corrida que, em vez de todo mundo largar na linha.
Inicial a linha de largada, uns já estão lá na frente porque tem médico que tem, que saúde, tem educação, tem comida na mesa e outros largam lá atrás porque não tem nenhum prato de comida pela frente. Como é que você vai exigir que essa pessoa estude, se forme, conquiste por meritocracia, se ele está preocupado primeiro com o básico que é não passa fome, entende que esse papo de meritocracia é conversinha de idiota, né? Não faz menor sentido.
Mas vamos continuar que a gente tá falando sobre indulgência e quando a gente olha para o outro com um olhar de amor, o olhar de Jesus. Vai tudo para o Brejo. Esse, essa, essa família tradicional, esse cidadão de bem, bandido bom é bandido morto, esse povo todo que julga está fazendo exatamente ao contrário do que Jesus nos pede, né? E aí eles continuam ainda mais uma mensagem, sede indulgentes com as faltas alheias, quaisquer que elas sejam, não julgueis com severidade, senão as vossas
próprias ações. E o senhor usará de indulgência para convosco, como de indulgência, houverdes usado para com os outros. Sustentai os Fortes animais, a perseverança, fortalecer os fracos, mostrando-lhes a bondade de Deus, que leva em conta o menor arrependimento. Mostrar todos o anjo da penitência, estendendo suas brancas asas sobre as faltas dos humanos e velando as. Assim aos olhares daquele que não pode tolerar o que é impuro.
Compreender todos a misericórdia infinita de vosso pai não esqueçais nunca de lhe dizer pelos pensamentos, mas sobretudo pelos atos. Perdoai as nossas ofensas, como perdoamos aos que nos são ofendido. Compreender bem o valor destas sublimes palavras nas quais não somente a letra é admirável, mas principalmente o ensino que ela
veste. Que é o que pedes ao senhor quando implorais para a voz o seu perdão será unicamente o esquecimento das vossas ofensas, esquecimento que vos deixaria no nada, porquanto se Deus, se me limitasse a esquecer as nossas faltas, ele não puniria, é exato, mas tampouco recompensaria a recompensa. Não pode constituir prêmio do bem que não foi feito nem ainda menos do mal que se haja praticado, embora esse mal fosse esquecido.
Pedindo lhe que perdoe os vossos desvios, o que lhe pedis é o favor de suas graças para não rescindir, diz. Nele é a força de que necessitais para enveredar por outras sendas, as da sub missão e do amor, nas quais poderei poder juntar ao arrependimento. A reparação. Olha que interessante, não é? Sempre que a gente pede perdão a Deus e isso é uma coisa bem antiga, especialmente religiosa, não é porque assim Deus não perdoa, porque ele não se ofende. A gente não está ofendendo Deus.
A gente está errando. Pecado é uma palavra má, traduzida de propósito. Original significava erro, como diz o nosso querido professor, doutor Severino Celestino, tradução foi errada, proposital para gerar sentimento de culpa que quem erra. Recomeça, corrigir os erros e recomeça. Quem peca? Fica com um débito, fica pesado e parece que parece não e vira refém, não é das reli gion, yc ou de quem quer que que faça você se sentir culpado. Então é, a gente precisa ter
isso em mente. Se a gente quer que Deus nos. Perdoe, Deus não perdoa, porque Deus não se ofende, mas que Deus nos favoreça ou que Deus nos dê prosperidade, saúde etc e tal. Obviamente que a gente tem que desejar isso para os outros também, porque Deus não recompensaria o mal com o bem. Significa que o que a gente planta a gente colhe. Se a gente quer colher coisas boas, temos que plantar coisas boas. Não dá para plantar um pé de Tiririca e colher. É, sei lá, uma saca de café não
vai rolar. Então a gente precisa saber direitinho o que é que a gente está fazendo e sempre olhar para os outros com olhos de amor, com os olhos de Jesus, lembra. No caso lá da tal adúltera, né? Que todo mundo estava condenando, aí Jesus olha e fala assim mais, poxa. Quem não tiver erro, que atire a primeira Pedra. Todo mundo foi embora. Isso é se sentir realmente humano. Estamos todos à mas olha a pessoa que é um assassino. Ele matou alguém da minha família. Eu não perdoo.
Eu não, ora. Se você olhar para uma vida só, talvez isso faça sentido, mas se você se souber um ser imortal que teve outras vezes outras vidas e talvez fez coisa pior e talvez com aquela própria pessoa. Você começa a olhar com um olhar mais. É, mas mais calmo, mais tranquilo e lembrar que a gente pode errar também. Há, mas é imperdoável. A gente nada é imperdoável, nada é imperdoável. Estamos todos aprendendo o que a gente tem que entender é o seguinte, se a gente errar, nós vamos.
Ter as consequências desse erro não é Deus que vai passar a mão na cabeça e vai limpar o nosso erro. Não é Jesus que vai nos lavar com o seu sangue. Jesus não é o Salvador do mundo. Jesus não veio para salvar ninguém, veio para ensinar o que a gente fizer com as nossas casquinhas. A gente tem que limpar, a gente tem que reparar o mal que causamos. Via de regra, é sempre assim. Quando perdoardes aos avós, os irmãos não vos contenteis com estender o véu do esquecimento
sobre suas faltas. Por quanto as mais das vezes, muito transparente é esse véu para os olhares a vossos levar eles simultaneamente, com o perdão, o amor fazer por eles o que pedirias fizesse o vosso pai celestial por vós substituí a cólera que conspurca pelo amor que purifica, pregai, exemplificando, essa Caridade ativa, infatigável que Jesus você ensinou pregai a como ele o fez durante todo o tempo em que esteve, na Terra, visível aos olhos corporais.
E como ainda, a prega incessantemente. Desde que se tornou visível, tão somente aos olhos do espírito, seguisse modelo Divino, caminhar em suas pegadas. Elas vos conduzirão ao refúgio, onde encontrareis o repouso após a luta. Como ele carregar todos vós às vossas cruzes e subi penosamente mais com coragem o vosso calvário em cujo cimo está a glorificação João bispo de Bordeaux. Essa comunicação de João é de 1862. Olha que interessante. O que que é carregar as nossas cruzes, não é?
É seguir adiante com os nossos erros, reparando os nossos erros. Porque só são cruzes, porque nós as criamos, ninguém colocou nas nossas costas. Não há inocente no planeta. Ai, mais uma criança está sofrendo. Tem 2 anos de idade, então se a gente achasse que essa criança estivesse sofrendo como vítima. Só a vítima não daria para acreditar num Deus. Justiça. Num Deus bondade não deu justiça, mas quando a gente começa a entender que temos outras vidas, aí faz sentido a justiça divina.
Há. Quer dizer então que eu tenho que deixar aquela criança? Sofria uma criança, está passando fome aqui na minha rua? Então quer dizer que ela está pagando pelos seus erros do passado? Então eu vou deixar ela se danar com isso que tem que sofrer mesmo. Não, não distorça os ensinamentos de Jesus, não é nada disso. Cada um tem responsabilidade com os seus próprios atos. Então, se eu ver uma criança passando fome, resolver ignorar isso e seguir adiante. Eu estou.
Abrindo aí um erro meu, não dela. Entendi. Se eu podendo aliviar, mesmo que momentaneamente aquele sofrimento não o fizer. Eu estou errando. E aí o problema passa a ser meu. Entendi como que essa esse, esse maquinário que nos é. Encaixa um no outro, é tão Divino, é tão precioso que ele não deixa. É proliferar o mal. Nem o ódio, somente o amor. E se você, que teve erros
grosseiros? Amar bastante, tão com atos, não é amando o outro com uma palavra, com o ensinamento, com uma visita, com um prato de comida, com uma oportunidade de trabalho, seja lá o que for, amar bastante, você vai apagando os seus débitos como que se fosse uma calculadorinha sabe de crédito e débito que necessariamente você não vai enfrentar uma punição, não. Uma consequência tão grave quanto o erro que você praticou porque você já. É. Está quitando essa dívida, não é
aos pouquinhos, com o amor. O apóstolo Paulo já dizia, o amor cobre uma multidão de pecados. Se a gente entender pecado como o erro cobre uma multidão de erros, ou seja, você vai corrigindo, vai reparando os erros que teve e isso que é legal pra caramba, mas continua ainda, olha, caros amigos, sede severos convosco, indulgentes para as fraquezas dos outros. Esta é uma prática da Santa Caridade. Que bem poucas pessoas observam, todos vós tendes maus pendores a vencer, defeitos, a corrigir
hábitos, a modificar. Todos tendes são fardo mais ou menos pesado a alijar para poderdes, galgar o cume da Montanha do Progresso. Porque então, a vez de mostrar-vos tão clarividentes com relação ao próximo e tão cegos com relação a vós mesmos, quando deixareis de perceber nos olhos de vossos irmãos pequenino, argueiro que os incomoda sem atentardes na trave que nos vossos olhos.
Vivo cega, fazendo vos ir de queda em queda cred nos vossos irmãos, os espíritos, todo homem bastante orgulhoso para se julgar superior em virtude e mérito aos seus irmãos encarnados, insensato e culpado, Deus o castigará no dia da sua justiça, o verdadeiro caráter da Caridade é a modéstia e a humildade que consistem em ver cada um, apenas superficialmente, os defeitos de outrem, esforçar-se por fazer que prevaleçam que há nele de bom e virtuoso, porquanto embo
ao coração humano, seja um abismo de corrupção. Sempre há, em algumas de suas dobras mais ocultas, o gérmen de bons sentimentos sem tele aviva as da essência espiritual. Olha que interessante é justamente o que a gente vem é falar a esse respeito e nessa comunicação aqui, ó de de fé. Tri, um bispo de nevers e percebe a força da igreja. Que ensinavam Deus é? Castigador perceba nas palavras, não é pecado castigo. E a gente sabe que pelo espiritismo, não é. Não há castigo de Deus porque
Deus não castiga ninguém. Deus não se ofende. O castigo que ele está se referindo é a consequência do seu erro, que você pode pagar em suaves prestações em muitas encarnações. Você quer paga tudo no, na primeira mesmo, e está tudo certo. Mas percebo a linguagem, já que aqui são cartas do tema, né? Que estamos tratando que Jesus nos revelou. São cartas de espíritos com os olhares dos espíritos. Lembra que eu sempre falo para vocês?
Não é porque a gente morre, que a gente vira Anjinho a para um ficou mágico. Agora eu sou um Anjinho. Eu sou sabedor de tudo, eu sou um anjo de candura, não, eu morro, eu só perco o corpo físico, devolvo ele, para onde ele veio, de onde ele veio e continuo sendo eu mesmo, o Evandro, assim que fechar os olhos para essa vida, vai acordar o Evandro da outra vida, não sabendo nem a mais. Que nem a menos não sendo nem melhor e nem pior. Então aí você ver nesta comunicação que tem muita coisa
boa para a gente ver ainda. Vícios de um costume de um bispo católico naquela época de falar de um Deus que castiga, que evidentemente sabemos que não, mas vamos entender, Oo. O cerne da mensagem, o mais importante da mensagem, olha só, espiritismo, doutrina consoladora e bendita. Felizes dos que te conhecem e tiram proveito dos salutares ensinamentos, dos espíritos do senhor.
Para esses iluminados estão caminho ao longo do qual podem ler estas palavras que lhes indicam meio de chegarem ao termo da jorna da Caridade prática, Caridade do coração, Caridade para com o próximo, como para si mesmo, numa palavra Caridade para com todos e amor a Deus, acima de todas as coisas. Porque o amor a Deus resume todos os deveres. E por que é impossível é amar realmente a Deus sem praticar a Caridade da qual fez ele uma lei para todas as criaturas.
Vendo fé, tri bispo de neve, níveis, sei lá como é que fala isso? Em francês, engordou. Então a gente tem aí uma baita de uma aula sobre a indulgência que os espíritos nos trazem, não é? É que vem aí nos nos dizer bonito para caramba, não é? Eu fico apaixonada porque assim, quanto mais a gente estuda, mais a gente se provoca e traz para a realidade. A minha tarefa aqui não é ensinar ninguém e sim trazer para a nossa realidade, para o nosso dia a dia, eu me colocando
junto. Eu não estou dando lição em ninguém. Eu estou. Aprendendo com essas lições porque muito, né? Do que é falado nessas lições? Ou tudo o que é falado? Eu vou pensando é para mim mesmo? Não estou pensando em ninguém. Quando eu falo as coisas, tô pensando de mim, não se engane, estou pensando de mim, tenho muito o que aprender, muito caminho para trilhar e o maravilhoso é que em tão poucas palavras, a gente tenha tantas
reflexões a serem feitas, né? Bom, deixa eu ver aqui é. O Márcio tá dizendo as letras do Zezinho, eu acho que estão embaçadas, mesmo enchendo a tela toda. Isso só dá pra ouvir. Tá embaçado. A letra do Zezinho, gente. Há. Vocês estão enxergando aqui? Embaçado para mim aqui no meu show, maximizar para mim aqui está normal, mas enfim, digam lá. Há quem não excelente, Temer Evandro. Muito importante é, e ainda o que ele diz. Já vi de perto o que está
dizendo a Beth disse. Acho muito legal a explicação do Evandro. Não posso ver a palavra escrita, o pecado que já leio. O erro é isso aí é, mas procure Severino Celestino, vocês vão se apaixonar, né? Um amigo querido e assim, de uma inteligência absurda e de um trabalho, ele é doutor, acho que pós doutor em traduções, em vivências, e ele é um apaixonado pela. Pela Terra Santa e por tudo o que de lá vem, então procurem Severino Celestino nem que se for palestra, um dos sinho de
coco, vocês vão amar. Bem, vamos a nossa prece final de hoje. Mestre amado. Gratidão por mais uma semana na experiência terrena na experiência da carne. Gratidão por cada dificuldade, cada Alegria e cada desentendimento. Obrigado por cada acerto, mas também por cada erro. Gratidão por todas as oportunidades de estarmos juntos. Gratidão por mais esse momento.
Em refletirmos juntos? Os teus sábios ensinamentos, em específico hoje sobre a indulgência que possamos Jesus ter sempre olhos de amor e não de julgador. É um baita desafio no mundo que vivemos hoje. Mas que possamos sempre nos lembrar das tuas palavras luminosas. E que o nosso coração fique mais leve. Mais tranquilo? Menos amargo que possamos olhar para todos, assim como olhamos para nós mesmos. Que possamos ter indulgência, que temos a nós mesmos. Por todos os nossos irmãos e
irmãs. Gratidão, Jesus. Por todos os desafios dessa última semana, inclusive pela doença. Pelos desentendimentos? Gratidão, Jesus. Por todo o momento? Em que estamos juntos? Juntos dos nossos? Professores desta vida. Que são toda a humanidade que nos ensinam a cada instante, a sermos pessoas melhores, que possamos sempre enxergá-los com óleos de amor. Fica conosco, Jesus. Durante essa próxima semana, até
o nosso próximo encontro. Que possamos ter responsabilidade, cuidado, auto cuidado com nossa saúde e também com a saúde dos nossos irmãos. Ainda um pouco mais? Usando máscara, evitando aglomerações e não disseminando doenças respiratórias como. A co, vid. A sua nova variante omicron. E também a gripe, que já está afetando tanta gente. Influência H3N2. Fica conosco, mestre. Que possamos fazer de cada dia uma nova. Imperdível oportunidade. De evolução, de aprendizado. Moral?
Espiritual? Gratidão, mestre. Bom, meus amores, muito obrigado pela presença de vocês todos que ficaram comigo aqui no chat para vocês que estão assistindo ou ouvindo no podcast. A este evangelho fica o meu. Carinhoso convite para você é participar conosco no canal do YouTube espiritismo CAS, toda terça-feira 20 horas, pontualmente. Estamos aqui e aí me dê seu oi, Zinho, pelo chat. Como faz tão bem os nossos queridos amigos aqui que estão presentes, tá bom?
Um beijo gigante é temporariamente, agora nós estamos começando um novo ano, então que estejamos cada vez mais juntos e felizes e firmes aí no propósito de seguir os ensinamentos do nosso mestre Jesus, tá bom? Beijo grande até mais. Tchau.
