Evangelho no Lar [Ep61] A cólera (cap IX, 9-10) - podcast episode cover

Evangelho no Lar [Ep61] A cólera (cap IX, 9-10)

May 17, 202220 minSeason 3Ep. 61
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Transcript

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Olá, meus amigos, minhas amigas, como é que vocês estão sejam bem-vindos a mais um evangelho no lar onde estudamos o evangelho segundo o espiritismo hoje é continuo viajando, portanto, o evangelho não é ao vivo, mas o chat. Está aberto aí para quem está participando na estreia do programa, podem conversar à vontade, que é sempre uma grande

honra ler os seus comentários. Depois eu vou ler pra quem tiver ouvindo no podcast também fica o convite todas as terças-feiras, 20 horas ao vivo horário de Brasília. A gente transmite no YouTube. Hoje nós vamos encerrar o último capítulo. Bem aventurados os que são brandos e pacíficos, tá é? Vamos falar sobre. A cólera mais antes de mais nada. Fique num lugar confortável, vamos nos acomodar. Feche os olhos, vamos falar com Jesus.

Amado mestre. Que bom que mais uma semana nos reunimos em torno do estudo das tuas sábias palavras. Queremos colocar em tuas mãos, amigo. As nossas necessidades e intenções particulares. Que agora, mentalmente. Te oferecemos. Toma conta mestre em especial de todos os que passam pelo desafio da doença neste momento. Especialmente os nossos irmãos no mundo inteiro. Que estão adoentados pela covide, ou. Que desencarnaram nessa semana acolhe os Jesus. No teu coração amoroso?

Que não fiquem com nenhuma revolta. Que aceitem com tranquilidade. O regresso à pátria espiritual e também console Jesus. Com a tua vastíssima? A equipe de trabalhadores do bem. A todas essas famílias em luta das. Fica conosco, Jesus. Abra os nossos corações e mentes para a tua mensagem. Vamos lá, meus amigos, então sem demora para o estudo de hoje, a cólera. Olá. A cólera, que é o último item deste capítulo, vamos botar o Zezinho pali aqui, tá? Esqueci os botão que é perto, vamos lá.

O orgulho vos induz a julgar-vos mais do que sois anão suportardes uma comparação que vos possa rebaixar a vos considerardes ao contrário, tão acima dos vossos irmãos, querem espírito, querem posição social, quer mesmo em vantagens pessoais que o menor paralelo vos irrita e aborrece que sucede então entregai vos a cólera. Então a primeira coisa que acontece. Olha que legal o orgulho, né? O orgulho nos coloca acima de tudo e de todos e qualquer coisa

que fazem por nós. A gente se encoleriza. Vamos continuar aqui, pesquisar e a origem desses acessos de demência passageira que vos assemelham ao bruto, fazendo vos perder o sangue frio e a razão pesquisar e quase sempre, deparareis com o orgulho ferido que é o que vos faz repelir coléricos os mais ponderados conselhos, senão, orgulho. Ferido por uma contradição, até mesmo as impaciências. Que se originam de contrariedades muitas vezes.

Para eles, decorrem da importância que cada um liga a sua personalidade, diante da qual entende que todos se devem dobrar em seu frenesi, o homem colérico a tudo se atira à natureza bruta, aos objetos inanimados, quebrando os porque ele não obedecem a se nesses momentos, pudesse, ele observar-se a sangue frio ou teria medo de si próprio ou bem ridículo. Se acharia. Imagine ele por aí. Que impressão produzirá nos outros quando não fosse pelo respeito que deve a si mesmo?

Cumpria lhe esforçar-se por vencer um pendor que o torna objeto de Piedade. Meu Deus, parece que o evangelho está lendo a minha vida hoje, porque ele está falando da cólera. I. Com essa cara de homem impaciente, hoje eu sou muito mais paciente. Mas, além de ter uma depressão que eu trato, é. Medicamentos com terapia é essa a minha depressão é colérica, digamos assim. Uma depressão é que. Me deixa enfurecido quando eu

era mais jovem. Dos 20 aos 30 ou dos 20 aos 40 eu tinha acessos violentos de cólera. Eu quebrava tudo quanto é coisa, atacava com os meus. Cora listas, tadinho, tudo Anjinho. Não era Anjinho não. Mas, enfim, eu não tinha, não podia ficar raivoso do jeito que eu ficava. Eu arremessava meus celulares e eu deles quebrei um Monte de celular na época que era te Jô roll a você tem uma ideia do tamanho do perigo, negócio, um tijolão assim na cabeça.

É, fazia tanta coisa que hoje eu olho para trás, a gente Quem É Aquele moço, parece que é uma outra encarnação. Que bom que a gente muda, né? Hoje em dia é muito, muito, muito difícil. Não é ter algum, algum sentimento de cólera, a gente fica com uma raivinha, mas rapidamente você tem alguns truques para passar, porque se você não controlar, aí vinha, vem uma crise de pânico e aí a coisa fica um pouco pior. Então a gente vai levando o guasca da lambada, geralmente nas crises de cólera.

Depois que passava, eu ficava imprestável por 23 dias, parecia que eu tinha levado uma surra, né? E bem, como o espírito diz, né? Se vocês pudesse se observar a sangue frio no neste ataque de cólera. Ou você teria medo, ou você morria de rir se acharia ridículo, então eu estou com a segunda. Eu nunca pus medo em ninguém, nunca fui de ameaçar, mas eu, eu

me acho hoje ridículo, então. Esta mensagem é para mim, mas ele está continuando aqui, ó, se ponderasse que acolhe lá nada remedeia, que altera a saúde e compromete até a vida, reconheceria ser ele próprio a sua primeira vítima? Outra consideração, sobretudo, deveria contê-lo, a de que torna

infelizes todos os que o cercam. Se tem coração, não lhe será motivo de remorso fazer que sofreu os entes a quem mais ama e que pesar mortal se num acesso de fúria praticasse um ato que houvesse de deplorar toda a sua vida. Em suma, a cólera não exclui certas qualidades do coração. Mas impede, se faça muito bem e pode levar a prática de muito mal. Isto deve bastar para induzir o homem a esforçar-se pela dominar o espírita.

A demais é concitado a isso por outro motivo, o de que a cólera é contrária à Caridade e à humildade cristãs. Exatamente um espírito protetor se vê que é um espírito feliz. Essa comunicação foi dada em Bordeaux, em 1863. Tem tá co, Bert, se mude. Razão nesse sentido, porque quando a gente está em cólera e eu sei o que é isso. Os motivos que te levam a se irritar profundamente até entrar num estado alterado de consciência em ficar

enlouquecido. Podem ser banais, podem ser bobagem sem importância nenhuma, geralmente são sem importância nenhuma. É que você vem num estresse, vai, sabe aquela história vai colocando água, vai colocando água 1 hora o copo transborda, né? Ou parece uma bomba que o pavio vai acendendo e de repente

explode. Que a gente possa nos observar antes desse copo encher antes desse negócio explodir, porque quando explode, parece que é uma outra pessoa e eu tenho certeza que a gente sofre influência espiritual nesse momento, porque a gente fica fora de controle, fora de si e nesse momento eu nunca pratiquei absolutamente. Eu sou absolutamente contra o armamento justamente por isso. Nesse momento, eu tenho certeza que se eu tivesse uma arma, eu faria besteira.

Ou contra outrem ou contra mim mesmo. Entendi, porque se a gente faz besteira, a gente bate cabeça na parede, a gente bate na parede, é. Nunca bati em ninguém, mas é me punir, é taco, coisa quebra coisa que depois eu me arrependo ou falo coisas, né? Você solta umas ofensas assim que depois você não consegue, você quebrou você num só consegue Catar os cavacos, não consegue Catar os cacos e montar de novo. Então, o ideal eu estou aprendendo a.

É quando começar a encher, né? Este negócio de contrariedade, de irritação, eu já vou e falo com a pessoa, eu desabafo com alguém. Eu trato de esvaziar rapidinho. Não vou aceitando, ficando quieto, aceitando, ficando quieto, aceitando, ficando quieto, porque quando a gente explode, inclusive podia dar até um AVC cerebral. É da horta, pode ter um infarto, pode dar um pire paque, porque a pressão necessariamente sobre o cortisol.

Porque o nosso hormônio do estresse explode loucamente pelo corpo, como se a gente tivesse fugindo de alguma coisa ou precisando de muita energia e você fica muito forte. Você pode atacar até uma cama longe, tem que tomar cuidado com isso, né? Tem que tomar muito cuidado com isso, mas um outro espírito também da comunicação sobre a

cólera. Olha só, segundo a ideia falsíssima de que lhe não é possível reformar a sua própria natureza, o homem se julga dispensado de empregar esforços para se corrigir dos defeitos em que de boa vontade se comprasse. Ou que exigiriam muita perseverança para serem extirpados. É assim por este implorou que o indivíduo propenso a encolerizar-se quase sempre se desculpa com o seu temperamento, em vez de se confessar culpado, lança a culpa ao seu organismo, acusando a Deus dessa forma de

suas próprias faltas. É ainda uma consequência do orgulho que se encontra de permeio a todas as suas imperfeições. Sem dúvida, temperamento zac se prestam mais que outros atos violentos, como a músculos mais flexíveis que se prestam melhor aos atos da de força.

Não acreditei. Porém, que aí resida a causa primordial da cólera, e persuadi vos de que um espírito pacífico, ainda que num corpo bilioso, seja raivoso, sempre será pacífico e que um espírito violento, mesmo num corpo linfático bem fraco, não ser abrandou, somente a violência tomará outro caráter, não dispondo de um organismo próprio ali secundária. Violência a cólera tornar-se-á concentrada, enquanto no outro caso será expansivo. Olha só, eu não sabia que ia falar disso.

Mas é exatamente isso, não é mesmo que você, por isso que está nesse capítulo maravilhoso, não é bem aventurados os os mansos bran 12 pacíficos? E com? Como esse espírito que chamas hanneman hanneman, hanneman, que a comunicação foi em Paris também em 1863, ele está dizendo aí que se engana quem acha que não se pode mudar a natureza.

Eu sou um exemplo vivo. Eu era um menino, uma criança muito tímida, que tinha vergonha de levantar os olhos para encontrar alguém na rua ou morria de vergonha para tudo, virei um adolescente expansivo e com muita turma que cantava, tocava, fazia. De um, tudo na comunidade. Depois eu virei um adulto. A raivoso? No sentido de. Sabe aquela história? Ai eu sou muito bonzinho até que pisa no meu pé, então. Mas gente? A gente não leva desaforo na

vida. Quem, que quem que não leva quem que fica feliz com a situação do país que a gente está vivendo hoje, quem que fica? Quem não fica com raiva ou se indigna? Daí a pular para uma falta de paciência, agressividade com o outro, a se encolerizar, descontar no outro ou descontar em si mesmo já é uma outra história. Então, sim, a gente pode mudar é fácil, não. Nenhum pingo continuo nessa missão, mas vai diminuindo até que 1 hora desaparecesse. E olha que interessante é o hahnemann.

Fala assim que. Um espírito pacífico, se tiver num corpo bilioso, é isso bilioso de bílis de de um corpo enfezado forte. Sempre será uma pessoa pacífica, um espírito belicoso, um espírito, tem outro nome aqui. A no espírito violento, num corpo linfático, num corpo frágil, sempre será violento, mesmo que não fisicamente, mas com palavras, agressões. Então cabe a nós a modificarmos isso que o corpo ele vem. A concentrar essa cólera e faz

mal para a gente mesmo. Vamos ver como é que ele termina o corpo não dá cólera àquele que não na tem. Do mesmo modo que não dá os outros vícios, todas as virtudes e todos os vícios são inerentes ao espírito, anão ser assim, onde estariam o mérito e a responsabilidade? Homem deformado não pode tornar-se direito, porque o espírito nisso não pode atuar, mas pode modificar o que é do espírito quando quer com vontade firme, não vos mostra a

experiência, a voz espiritas. Até onde é capaz de ir o poder da vontade pelas transformações verdadeiramente miraculosas que superamos sobre as vossas vistas com penetrável, pois de que o homem não se conserva vicioso, se não porque quer permanecer vicioso de que aquele que queira corrigir-se sempre pode de outro modo não existiria para o homem. A lei do Progresso. Olha que interessante. Nós, como seres humanos, não podemos corrigir um corpo. Especial, né?

Que falta um braço, falta uma perna ainda. Logo, isso muda. Mas por nossa vontade, a gente não consegue corrigir, mas a gente consegue corrigir. O nosso caráter, nossa emoção, nosso comportamento, ou seja, o nós quem somos de verdade, o nosso espírito. É do mesmo jeito, ele nos diz, não é que o corpo, mesmo que seja um corpo de um fortão, não significa que ele é colérico, que ele é bravo, que ele é agressivo, pode ser um doce de coco. Que está num corpo fortão, um

corpo frágil, mirradinho. Pode ser muito violento a pessoa, menino menina, pode ser muito violento nesse corpo frágil, então que o corpo ele não. Faz nada. É o espírito que habita este corpo é que tem as decisões de. Provocar as emoções e prejudicar aos outros e nós mesmos. Lição foi para mim um põem na cabeça. Mas enfim, que bom, né? Gostei muito do aprendizado. E você gostou? Vamos fazer a nossa prece final agora em agradecimento a Jesus. Amado amigo. Mas como você é danado de nos

trazer. As informações mais precisas e de que mais precisamos. Para evoluirmos moral e espiritualmente neste e nos outros mundos. A Jesus, gratidão. Gratidão por mais uma semana de vida. Gratidão também, mestre. Pelos nossos problemas, dificuldades. Pelas nossas conquistas, pelos nossos amores. Gratidão, Jesus pela solidão. E pela companhia? Gratidão pela fome. Gratidão. Pela bonança? Gratidão, Jesus.

Se nos incomodamos ao enxergarmos nossos irmãos passando a necessidade, nos lembre sempre, Jesus. Do imenso trabalho que nos aguarda ainda. A fim de construirmos um Mundo Novo, regenerado. Obrigado, Jesus pelos ensinamentos sobre a cólera. E com tua ajuda? Com a ajuda do nosso mentor espiritual, nossos espíritos familiares dos trabalhadores, no bem. Na vida verdadeira ou da vida física? Queremos sempre lembrarmos dessa

preciosa lição. A partir do momento que começamos a nos encolerizar no momento em que começamos. Até mágoas ou raiva. As que possamos nos esvaziar rapidamente. Da maneira mais pacífica possível? Gratidão, Jesus pelos ensinamentos. Fica conosco. Mas esta semana, mestre. Muito obrigado. A muito bem, meus amores, obrigado mais uma vez pela presença carinhosa de vocês aqui no evangelho, no lar.

Convide um amigo, uma amiga, para se inscrever aqui no canal e também estar presente com a gente. É sempre um grande prazer, uma grande Felicidade. Beijo, fiquem bem, se cuidem e até a próxima.

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