Olá, meu amigo. Olá, meu amigo, como é que vocês estão bem-vindos a mais um episódio onde estudamos o evangelho segundo o espiritismo. Ó, estamos chegando no final do estudo do livro. Na verdade, este capítulo 27º é o último de estudos na. O próximo capítulo é depresses espiritas e caso você já tenha, é navegado aqui pelo canal, pelo podcast. Você já percebeu que essas preces espíritas estão já prontinhas aí?
11 vídeo um áudio por cada prece que você pode já ouvir e utilizar aqui nos canais, no podcast tá bom? Então o último é o último capítulo de estudos hoje no. Temos, é. Compreender o texto da prece pelos mortos e pelos espíritos sofredores. Então, sem enrolação, vamos lá. Os espíritos sofredores reclamam prestes e estas lhes são proveitosas porque verificando que há quem neles pense, menos abandonado, se sentem menos
infelizes. Entretanto, a prece tem sobre eles ação mais direta, reanima-os em que utiliza o desejo de se elevarem pelo arrependimento e pela reparação e possivelmente desvia-lhes do mau pensamento. É nesse. Sentido que lhes pode não só aliviar como abreviar os sofrimentos e aí pede pra ver o seu inferno. Segunda parte, os exemplos que são exemplos de todo o grau de espírito em comunicações é, eu acho que é a parte mais legal do céu.
Inferno tem um estudo completo aqui no canal aqui no podcast. Então, para os espíritos sofredores, a Presse é um bálsamo. Né, então. É quando recebem essa prece. É uma oportunidade até de se renovarem, de se energizar e de sair das da condição que se encontra de sair das regiões inferiores, né? E serem muito, muito ajudados. Auxiliados, né? Isso é muito legal, que a gente possa fazer por eles.
Pessoas aqui não admitem a prece pelos mortos porque, segundo acreditam, a alma só tem 2 alternativas, ser salva ao ser condenada às penas eternas, resultando, pois, em ambos os casos, inútil a prece sem discutir o valor dessa crença. Admitamos, por instantes, a realidade das penas eternas irremissíveis e que as nossas preces sejam impotentes para lhes pôr termo, perguntamos se, nessa hipótese, será lógico, será caridoso, será cristão recusar a prece pelos répronos?
Tais prestes por mais impotentes que fossem para os liberar, não lhe seriam uma demonstração de Piedade capaz de abrandar-lhes o
sofrimento. Na Terra, quando um homem é condenado à galés perpétuas, quando mesmo não age a mínima Esperança de obter-se para ele perdão, será defesa uma pessoa caridosa ir carregar-lhe os grilhões para aliviálo do peso destes, sendo alguém atacado de mal incurável, dever-se-á por não haver para o doente Esperança, nenhuma de cura, abandoná-lo sem lhe proporcionar qualquer Alívio.
Lembrai-vos de que entre os réprobos, pode achar se uma pessoa que vos foi cara, um amigo, talvez um pai, uma mãe ou um filho e dizer, se não a vendo segundo chrides possibilidade de ser perdoado esse ente e lhe recusaria. Eis um copo de água para mitigar um bálsamo que lhe seque as changas não fariais por ele, o que faria is por um Galé não lhe darias uma prova de amor. Uma Consolação, não, isso cristão não seria uma crença que petrifica o coração.
É incompatível com a crença em um Deus que põe na primeira categoria dos deveres o amor ao próximo. Anão eternidade das penas não implica a negação de uma penalidade temporária, dado não ser possível que Deus, em sua justiça, confunda o bem e o mal, ora negar, neste caso, a eficácia da prece fora negar a eficácia da Consolação, dos encorajamentos dos bons conselhos, fora negar a força que auurimos dá assistência moral dos que nos querem bem.
Então não dá para chamar de cristão aqueles que dizem que as preces por outros e até especialmente para aqueles nossos irmãos e irmãs que erraram. Muito, né? Seja uma perda de tempo ou algo do gênero, né? Lembrando que, mesmo que você esteja magoado, que uma pessoa se essa pessoa está passando sede, pede um copo dágua, você pega e dá. É como se você negar a pressa, é como se você não desse esse copo dágua, entende? Então, é muito simples de
compreender e sim, apresse, né? Algumas religiões, especialmente protestantes, tem umas que dizem assim, Ah, tá no seio de Deus, morreu, acabou. Então não faz Presse pelo nem. Se for mãe, pai, nada. Não, não tá, tá com Deus. Então não precisa mais de pressa. É uma, na minha opinião, 11 visão equivocada, mas OK, respeitemos que nos cabe a respeitar. Tá tudo certo, mas. Fora isso pra nós, espírita,
sabemos que. É essa prece para um, para um, para uma pessoa que desencarnou em condições horríveis e que que que tenha praticado muita maldade, aquela pessoa pode ter sido pessoas muito queridas em encarnações anteriores, então, quem que somos nós para julgarmos ou para conhecermos,
né? Todo mundo a fundo, até espiritualmente, não conhecemos absolutamente nada, a gente nem se conhece direito, tem muitas vezes que eu falo assim, poxa, Evandro, se é isso aí, Hum, achei que você fosse um sujeitinho um pouquinho melhor, Hein? Mas. Outros, né?
Tá difícil de de, de julgar e de não acessar aí e outra fazer uma prece por uma pessoa que a gente ama é tão agradável, tão gostoso, que tal a gente fazer uma prece também para aqueles que a gente não ama muito por aqueles que nos irritam profundamente por aqueles que estão equivocados no caminho,
né? Mal não vai fazer, pelo contrário, vai fazer bem, vai poder até mudar o direcionamento desta pessoa ou pelo menos altará a chance, né, de compreender que está fazendo alguma coisa equivocada. Mas. Continuar aqui? Outros se fundam numa razão mais especiosa a imutabilidade dos
decretos divinos. Deus dizem-se, não pode mudar as suas decisões a pedido das criaturas, anão ser assim careceria de estabilidade o mundo, o homem, pois nada tem de pedir a Deus, só lhe cabendo submeter-se e adorá-lo. A nesse modo de raciocinar, uma aplicação falsa do princípio da imutabilidade da lei divina, ou melhor, ignorância da lei no que concerne a penalidade Futura. Essa lei revelam-na hoje os
espíritos do senhor. Quando o homem se transformou suficientemente Maduro para compreender o que na fé é conforme ou contrário aos atributos divinos. Então, se a gente conhece, né? As leis divinas. A gente sabe que realmente não é inútil. Ah, se não a gente fica sem livre arbítrio, então se Deus fez a gente só pra gente agir e não tem jeito de mudar, nós estamos destinados àquilo. Lembra que eu sempre aviso, né, que o espiritismo não é deterministas?
Se eu vi alguma pataquada a esse respeito, não é espírita, você pode falar assim, não, mas isso não é espiritismo, né? Ah, você está passando por isso porque na sua encanação interior e aí vem a bordoada de idiotice, que as pessoas falam, né? Foge disso, Bino? Isso aí tá completamente equivocado. Lembre-se mais de 90%, muito mais do que a gente passa na vida, são de decisões nossas. Né? Não é de outras vidas não?
Então lamento te decepcionar aí. Vamos encarar, acorda menina, vamos encarar aí a nossa vida com responsabilidade e entender onde é que a gente está errando. Ah, eu sou sempre vítima em relacionamento amoroso. Então, onde é que eu estou errando para ser essa sempre vítima, né? A gente tem esperto sobre. Sobre isso e não se colocar como um coitado, uma coitada no mundo, porque Deus não fez ninguém. Coitado, né?
Então a gente tem que é. Aprender aí com os nossos erros, com as situações e não repeti-las. Mas vamos continuar aqui o texto. Segundo o dogma da eternidade absoluta das penas, não se levam em conta a culpados remorsos, nem o arrependimento. Ela é inútil. Todo desejo de melhorar-se está condenado a conservar se perpetuamente no mal. Se a sua condenação foi por determinado tempo, a pena cessará. Uma vez expirado esse tempo. Mas quem poderá afirmar que ele, então, possua melhores
sentimentos? Quem poderá dizer que, a exemplo de muitos condenados da Terra, ao sair da prisão, ele não seja tão mau quanto antes? No primeiro caso, seria manter na dor do castigo um homem que volveu ao bem, no segundo seria agraciar a um que continua culpado a lei de Deus é mais previdente, sempre justa, equitativa e misericordiosa. Não estabelece para pena qualquer que esta seja duração alguma. Ela se resume assim. O homem sofre sempre a consequência de suas faltas.
Não há uma só infração, a lei de Deus que fique sem a correspondente punição. A severidade do castigo é proporcionada à gravidade da falta. Indeterminada é a duração do castigo para qualquer falta. Fica subordinada ao arrependimento do culpado e ao seu retorno. Acenda do bem. A pena dura tanto quanto a obstinação do mal. Seria perpétua se perpétua fosse a obstinação dura pouco.
Se é pronto o arrependimento, desde que o culpado clame por misericórdia, Deus o ouve e lhe concede a Esperança. Mas não basta o simples pesado mal causado. É necessária a reparação pelo que o culpado se vê submetido a novas provas, em que pode, sempre por sua livre vontade, praticar o bem, reparando mal que haja feito.
O homem é assim constantemente. O árbitro de sua própria sorte pertence-lhe abreviar ou prolongar indefinidamente seu suplício, a sua Felicidade ou a sua desgraça, dependem da vontade que tenha de praticar o bem.
Tal a lei lei imutável e em conformidade com a bondade e a justiça de Deus, assim, o espírito culpado e infeliz pode sempre salvar se a si mesmo, além de Deus, estabelece a condição em que se lhe torna possível fazê lo o que as mais das vezes lhe faltam é a vontade, a força, a coragem.
Se por nossas preces lhe inspiramos essa vontade, se o amparamos e animamos se, pelos nossos conselhos lidamos as luzes de que carece em. Lugar de pedirmos a Deus que derrogue a sua lei, tornamo nos instrumentos da execução de outra lei, também sua, a de amor e de Caridade. Execução em que, desse modo, ele nos permite participar dando nós mesmos. Com isso, uma prova de Caridade e aí pede pra ler o céu, inferno. Primeira parte, capítulos 4. 7 e 8 bonito demais, né?
Lembra AA história de que eu sempre falo Jesus não veio para salvar ninguém? Cada um salva a si mesmo porque a nossa punição é. As consequências dos nossos atos, então não adianta só. Primeiro, você tem que reconhecer, depois você tem que se arrepender depois você tem que reparar muita gente para no arrepender e não faz nada para reparar, né? Então, Ah, Jesus me salvou. Agora sou uma nova pessoa e não faz absolutamente nada para reparar. A vida vai fazer não.
Se não for nessa vida, mas em outras vidas que haja essa reparação, caso de, por exemplo. Pastores que foram assassinos mataram 2030 pessoas, OK beleza começou Oo caminho. Bem, então deixou Oo mundo do crime. Se converteu, enfim, segue a Jesus. Eu estou falando que que seja uma coisa real, não aqueles que se tornam pastor pra ganhar dinheiro, enfim, enganar os outros, né? Então, partindo do princípio que essa pessoa se tornou pastor e realmente com fé está fazendo,
se ele. Além disso, ajudar as pessoas da sua comunidade, né? A ponto de trabalhar muito para o outro pelo bem coletivo. Et cetera, et cetera. Vai aquela história, né? O amor cobre uma multidão de erros ou multidão de pecados. Isso vai cobrindo todos os erros do passado, porque a pena primeiro não é eterna. E aí não cabe aqui falar, mas espiritismo não compactua, não acredita. E explica detalhadamente porque sai o inferno. Purgatório é uma aberração, né?
Esta pena ela dura, né? Esta punição para o espírito, para a pessoa dura o tanto de tempo que demorar para ele resolver tomar o caminho do bem, um caminho melhor se. Essa decisão foi rápida, então rapidinho acaba, né? E aí vem a consequência. Vem o pagamento destas dívidas, que é muito simples de entender, então, com o amor se paga essas dívidas, né? E, obviamente, quando a gente ora pra estes espíritos já estão no mundo espiritual, a gente os incentiva a retomar essa caminhada do amor.
Bonito demais, né? Esses últimos textos estão sendo aí, sensacionais e que pena que está acabando. Mas que bom, se eu tiver saudade. De alguma coisa dessa? Assista um dos nossos 100 e tralalá 160, quase 170 episódios, tá bom? Eu te encontro no próximo programa que nós vamos estudar. O último texto é de fato, assim, texto de estudo sobre este capítulo deste capítulo. Né? Pedido tereis e também do evangelho todinho, dessa obra
maravilhosa. O texto é uma instrução dos espíritos, maneira de orar que a gente fecha aí com chave de ouro. O nosso estudo desta obra linda. Eu te espero como sempre, obrigado pela sua companhia e até o próximo programa. Tchau.
