Olá, meu amigo. Olá, meu amigo, como é que vocês estão bem-vindos a mais um episódio onde estudamos o evangelho segundo o espiritismo? Estamos no capítulo 27º, tá terminando o estudo deste livro magnífico, que nos traz uma compreensão melhor aí da mensagem de Jesus nos evangelhos, mesmo que foram distorcidos pelo tempo, né? Pelas traduções, pelas religiões é hoje estamos. No capítulo que fala, pediu, tereis e vamos falar sobre
preces inteligíveis. Eita, eu acho que tem polêmica no ar. Apesar de ser uma coisinha rápida, nós vamos entender de um negocinho que daqui a pouquinho eu falo mais para você, então vamos lá. Tá na primeira carta de Paulo aos Coríntios, se eu não entender o que significam as palavras, serei um bárbaro para aquele a quem falo e aquele que me fala será para mim um
bárbaro. Se Oreo, numa língua que não entendo meu coração, ora, mas a minha inteligência não colhe fruto se louvares a Deus apenas de coração, como é que um homem do número daqueles que só entendem a sua própria língua responderá amém no fim da vossa Ação de Graças, uma vez que. Ele não entende o que dizeis, não é que a vossa ação não seja boa, mas os outros não se edificam com ela. Ai, ai, ai. Será que ele está falando de
dessa modinha que tem? Eu conheci na renovação carismática que a tal oração e línguas vamos entender, mas será que nessa época existia já isso? Vamos lá. A prece só tem valor pelo pensamento que lhe está
conjugado. Ora, é impossível conjugar um pensamento qualquer ao que se não compreende, por quanto que não se compreende não pode tocar o coração para a imensa maioria das criaturas, às preces feitas numa língua que elas não entendem, não passam de amálgama de palavras que nada dizem ao espírito para que a prece toque, preciso se torna que cada palavra desperte uma ideia e desde que não seja entendida, nenhuma ideia poderá despertar, será dita como simples fórmula
cuja virtude dependerá do maior ou menor número de vezes que a repitam. Muitos oram por dever alguns, mesmo por obediência aos usos, pelo que se julgam kits, desde que tenham dito uma oração determinado. O número de vezes em tal ou tal ordem. Deus vê o que se passa no fundo dos corações, lê o pensamento e percebe a sinceridade julgá lo, pois mais sensível à forma do que ao fundo, é rebaixá. Lo, acabaram de me soprar aqui. Eu acho que a gente estuda junto, né?
Mas o mundo espiritual está sempre. Não sei se o se o meu mentor no espírito protetor ou a turminha que está estudando aqui dizendo assim, ó. O burro não, ninguém falou isso, mas eu estou dizendo para mim mesmo o burro levanto burro. Você esqueceu que nessa época as missas, por exemplo, eram em latim? Pois é, ninguém entendia a bulhufa do que estava acontecendo. Vou te lembrar que isso foi eliminado, né? Mudou aí as missas passaram a ser na língua de cada país. Só em 1970 e tralalá, né?
Um desses conselhos vaticanos, que eu não sei dizer qual que é. Até então, o padre ficava discos para a plateia, porque era a plateia mesmo, porque a pessoa não entendia nada que estava acontecendo. As pessoas participavam e até repetiam as orações, sem entender o que estavam falando. Olha que curioso, né? Isso aconteceu assim porque quando o cristianismo virou religião oficial do Império
Romano, é que desandou tudo, né? Então, antes, Jesus ensina orar de uma maneira simples, tranquila, direta aí. Quando vira religião, tem que ir pela igreja, tem que ser pela igreja e aí enche de pompa e circunstância, bota numa língua. Latim, enfim, é o que o Império Romano Romano falava, mas e o resto e o resto é obrigado, né? E isso que aconteceu.
Mas eu acho que o que eu falei também tem muito, faz muito eco, né nesse momento porque nós vemos aí os nossos irmãos, muitos da renovação carismática católica que eu já fui católica e já participei, mas também muitos irmãos evangélicos pentecostais, né o pentecostais, que tem a tal oração em línguas que, na verdade, não é língua nenhuma, né? Eu sou um conjunto. Onomatopéico é que eles louvam, né? A Deus sem usar palavras, mas eu acho que esse texto me fala o que é que você acha?
Eu acho que esse texto diz respeito a isso também porque a prece. É o que é você falando com alguém, com Deus, enfim, organizando suas ideias. Se você fica repetindo xerebecando tá lá e a xalabú e a bala lá é a sua. Por mais boa intenção, como diz o texto que você tem, você está perdendo seu tempo, né? Você está desperdiçando energia e desperdiçando inteligência para conversar realmente com Deus. Não é para expor ou para louvar, seja lá o que for, para
agradecer, né? Que é um tipo de prece magnífica que a gente agradecer tudo que a gente passa, inclusive as coisas boas e as não tão boas assim, né, que é difícil ficar. Agradecendo neste momento, mas é algo que me pegou assim, a princípio, eu tinha esquecido da coisa do latim, mas na época que foi escrita essa obra, a missa, né? A igreja católica fazia as. Em latim está do mesmo modo, as bíblias. Antes da da reforma protestante, eram também em latim, seja no país que fosse, né?
E é uma das coisas maravilhosas que a reforma trouxe. Foi que cada bíblia foi escrita aí no seu país e as pessoas começaram a entender o que que estava escrito que, se não antes era só a panelinha que sabia latim que podia saber do que se tratava. Tá bom? Legal o programa de hoje, né? Bem interessante. No próximo nós vamos estudar. Continuando nesse assunto da prece, pelos mortos e pelos espíritos sofredores, ó, você vê
que a coisa só melhor. Eu te espero como sempre, obrigado pela sua presença e até o próximo. Tchau.
