Evangelho no Lar [Ep158] Eficácia da prece (cap XXVII, 5-8) - podcast episode cover

Evangelho no Lar [Ep158] Eficácia da prece (cap XXVII, 5-8)

Feb 27, 202412 minSeason 3Ep. 158
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Transcript

Olá, minha amiga. Olá, meu amigo, como é que vocês estão? Vocês estão bonzinho? Bem-vindos a mais um episódio onde estudamos o evangelho segundo o espiritismo. Estamos no capítulo 27º e que tem o título. Pedi e obterei-se. Eu estou gaguejando hoje, né? Vai saber o que está acontecendo e hoje nós vamos estudar o texto.

Eficácia da prece então sem demora, vamos pra lá, está em Marcos. Seja o que for que pensar na prece, crede que obtereis e concedido vos será o que pedir-tes olha muito estimulante isso, né? Vamos ver o que que os espíritos têm para nos dizer sobre isso.

A quem contexto a eficácia da prece, com fundamento no princípio de que conhecendo Deus, as nossas necessidades, inútil se torna escolhiás e acrescentam os que assim pensam, que achando-se tudo no universo encadeado, por leis eternas, não podem as nossas súplicas mudar os decretos de Deus, sem dúvida alguma, lei naturais e imutáveis, que não podem ser aborgadas ao capricho de cada um. Mas dái a cresce que todas as circunstâncias da vida estão

submetidas à fatalidade. Vai grande desta em si. Olha. Que interessante. E este? Estimulante, esse tipo de coisa, porque. Realmente, o espiritismo nunca foi fatalista. Olha, tem que ser assim, ó, você está passando por esse problema porque você fez alguma coisa na outra vida. Quem fala isso não sabe nem do que está falando. É qualquer coisa, menos espiritismo. Mas vamos continuar o texto.

Se assim fosse, nada mais seria o homem do que instrumento passivo, sem livre arbítrio e sem iniciativa. Nessa hipótese, só lhe caberia curvar a cabeça ao jugo dos acontecimentos. Sem cogitar de evitá Los, não deverá ter procurado desviar o raio. Deus não lhe outorgou a razão e a inteligência para que ele as deixasse sem serventia à vontade para não querer a atividade para

ficar inativo. Sendo livre e o homem de agir num sentido ou no outro, seus atos lia carretão e aos demais consequências subordinadas ao que ele vazou, não a pois devidos a sua iniciativa. Sucessos que forçosamente escapam. A fatalidade é que não quebram a Harmonia das leis universais, do mesmo modo que o avanço ou o atraso do ponteiro de um relógio não anula a lei do movimento sobre a qual se Funda O Mecanismo possível.

É, portanto, que Deus aceda a certos pedidos sem perturbar a imutabilidade das leis que regem o conjunto subordinadas. Entre essa anuência da sua vontade. Não é estimulante, isso é porque a gente às vezes pensa, né? Ah, Deus já sabe que eu quero que eu preciso, né? Eu não vou ficar pedindo para ele, et cetera e tal. E os espíritos vêm nos dizer assim, não, olha, você tem a atividade, você tem o livre arbítrio, você tem a escolha para você escolher pedir as coisas para Deus, se vai

acontecer, já é com Deus, não é? Se tem permissão para isso, se está na nossa. Programação, programação não significa fatalidade, ou seja, olha a gente mesmo pode ter programado, vamos passar por isso, por isso, por aquilo, vamos aprender isso, aquilo aquilo outro, se tiver dentro desse programa que não nos prejudique, certamente nós seremos atendidos, já que Jesus dizia. Pedi e obtereis, então eficácia da prece é algo assustadoramente real, não é fantasia da nossa cabeça.

Desta máxima concedido, você será o que quer que pedir, diz pela prece, fora e lógico, deduzir que basta pedir para obter e fora injusto, acusar a providência se não acede a toda súplica que se lhe faça, uma vez que ela sabe melhor do que nós. O que é, para nosso bem, é como é de um pai criterioso, que recusa ao filho que seja contrário aos seus interesses. Em geral, o homem apenas vê O Presente.

Ora, se o sofrimento é de utilidade para a sua Felicidade Futura, Deus o deixará sofrer como o cirurgião deixa que o doente sofra as dores de uma operação que lhe trará a cura? O que Deus lhe concederá sempre se ele o pedir com confiança, é a coragem, a paciência, a resignação. Também ele concederá os meios de se tirar por si mesmo, das dificuldades, mediante ideias que fará. Ali surgiram os bons espíritos deixando-lhe.

Dessa forma, o mérito da ação. Ele assiste os que ajudam a si mesmos de conformidade com esta máxima ajuda-te que o céu te ajudará. Não assiste, porém, os que tudo esperam de um Socorro estranho, sem fazer uso das faculdades que possui. Entretanto, as mais das vezes, o que o homem quer é ser socorrido por milagre, sem despender o mínimo esforço. Então é muito claro, né? Faz parte daquilo que eu falei anteriormente.

Tomemos um exemplo, um homem se acha perdido no deserto, a sede o martiriza horrivelmente desfalecido, cai por Terra, pede a Deus que o assista e espera. Nenhum anjo lhe virá dar de beber. Contudo, um bom espírito lhe sugere a ideia de levantar se e tomar um dos caminhos que tem diante de si por um movimento maquinal, reunindo todas as forças que lhe restam, eles se ergue, caminha e descobre ao longe, um regato ao divisá-lo ganha coragem. Se tem fé, exclamará, obrigado meu Deus.

Pela ideia que me inspiraste pela força que me deste. Se lhe falta. Fé exclamará, que boa ideia tive. Que sorte a minha de tomar o caminho da direita, em vez do da esquerda. Acaso às vezes nos serve admiravelmente quanto me felicito pela minha coragem e não por me ter deixado abater. Entende? O que que é a questão da fé, né? Deste exemplo assim, muito simples, muito legal, é sobre Oo, que é que a gente pode ser ajudado pelo mundo espiritual,

mas tem mais. Mas dirão, porque o bom espírito não lhe disse claramente, segue este caminho que encontrar azo de que necessitas. Por que não se lhe mostrou para o guiar e sustentar no seu desfalecimento dessa maneira, tê lo IA convencido da intervenção da providência primeiramente participar. De ensinar que cada um deve ajudar a si mesmo e fazer uso das suas forças depois pela incerteza, Deus põe a prova, confiança que nele deposita a criatura e a submissão desta sua vontade.

Aquele homem estava na setua CC de l maiúsculo, o de uma criança que cai, que cai, que dando com alguém se ponha a gritar e fica a espera de que aveião levando o levantar. Pessoa alguma faz esforços e se ergui sozinha. Se o anjo que acompanha o Tobias lhe houvera dito, sou enviado por Deus para te guiar na tua viagem e te preservar de todo o perigo, nenhum mérito teria tido tombás, fiando.

Se no seu companheiro nem sequer de pensar teria precisado essa a razão, porque o anjo só se deu a conhecer ao regressarem. Eu estou vestindo desculpa, gente, mas assim. Oo leitor, aqui. Na Apple? Tubás, não. É IA tirar o que chama Tobias, não sou Tobias, meu pai a mata, mas enfim. Fica muito claro, aí vai ser difícil parar de rir agora fica muito claro aí, né? Sobre a questão da nossa sintonia, como nós estamos sintonizados e.

Não é uma coisa fácil, tá? Estou falando aqui de experiência própria, que é muito difícil ter uma sintonia, um otimismo diante dos problemas da vida, das situações que a gente vive, do país, do mundo, et cetera e tal, né? Então a gente se desequilibra e baixa a nossa vibração. O que que significa a gente fica. Em sintonia com espíritos inferiores que reforçam essas coisas negativas e a gente se abaixa cada vez mais.

Se a gente tiver em sintonia mínima possível com a alta espiritualidade, com Deus, né, com os espíritos amigos, com nosso espírito protetor, né? Nosso anjo de guarda, entre aspas, é muito mais fácil que as suas sugestões sejam ouvidas por nós, porque quando a gente está numa sitonia muito baixa também, a gente ouve o tempo todo. Sugestão de quem lá não está muito preocupado com a gente não gosta de nós no mundo espiritual

e. 2 a fazer bobagem, né? Então, assim, esse exemplo do homem que estava num deserto e que um espírito amigo disse para seguir tal caminho e aí ele encontra um oásis, ou seja, não vai aparecer um anjo para dar de beber para ele, mas pode inspirar para que ele consiga aí a sua direção. Quantas vezes a gente não está nessa Encruzilhada sem saber o que fazer? Qual caminho não é tomar? Que decisão importante, se eu faço isso, se eu faço aquilo?

Referente a nós, a nossa saúde, a nossa família, quem amamos, quantas vezes não tem isso? Que tal nesse momento a gente se aconchegar no sossego do nosso quarto, da nossa casa ou no meio da natureza, sozinhos? E elevarmos uma prece, pedindo aconselhamento que a gente possa ter a melhor decisão possível. Inspiração divina, né? É assim que acontece e você, naturalmente, o pedir, obterei serve pra esses casos naturalmente. Vai ter aí as suas respostas.

Uma intuição, uma vontade de tomar a melhor decisão. Não é que isso seja assim uma regra de que há quer dizer então que toda vez que eu fizer isso eu vou ter uma resposta? Não, você tem uma intuição, mas a decisão é sua, né? Só nos compete a nós, a nossa vivência, porque para o mundo espiritual eles não estão lá muito preocupados. Por exemplo, o que é que a gente vai fazer ou deixar de fazer?

Claro. Se interfere no bem coletivo, é outra história, mas nas nossas ações do dia a dia também não vai ficar indo muito ficar enchendo muito o saco o saco do seu. O espírito protetor de seu anjo de guarda falava ai, que que eu devo comprar este vestidinho? E essa blusinha vermelha, ou essa blusinha azul?

Não, né, você entendeu o que que é pra fazer e hoje eu estou muito brincalhão, ó, quer coisa horrorosa, tá bom, gente, olha, é e por hoje é só. No próximo episódio continuamos estudando, este é este tema é contextuação da prece, Transmissão do pensamento, que legal, a gente vai ver. Expert impresse neste capítulo, para variar, eu te espero, você vai estar aqui, né? Até o próximo programa. Tchau.

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