Evangelho no Lar [Ep141] O divórcio (cap XXII, 5) - podcast episode cover

Evangelho no Lar [Ep141] O divórcio (cap XXII, 5)

Dec 05, 20238 minSeason 3Ep. 141
--:--
--:--
Download Metacast podcast app
Listen to this episode in Metacast mobile app
Don't just listen to podcasts. Learn from them with transcripts, summaries, and chapters for every episode. Skim, search, and bookmark insights. Learn more

Episode description

#OEvangelhoNoLar #Espiritismo #EvangelhoSegundoOEspiritismo | Assista aos outros episódios deste estudo: https://youtube.com/playlist?list=PLhtIzed427rPab2WIfm9Vc1xB5Y2GrdeT | Seja membro de nosso canal no Youtube e colabore para que o trabalho voluntário sobre a nossa rica Doutrina Espírita continue! Clique no link: https://www.youtube.com/channel/UC-lS7C1q8BuPt3gx9ND6fKw/join  | Produzido por Evandro Oliva. Se você quiser e puder, nos apoie para manter este canal em atividade: https://www.evandrooliva.com/apoio

Transcript

Olá, minha amiga. Olá, meu amigo, como é que vocês estão bem-vindos a mais um episódio onde estudamos o evangelho segundo o espiritismo? Nós estamos no capítulo 22 e hoje é, estudaremos o único item chamado, o divórcio. Esse capítulo ele vem dizer sobre é tem o título, não separeis o que Deus juntou e vem falar justamente o contrário sobre isso, né? Hoje nós vamos falar sobre o divórcio, então, sem demora, vamos para o texto.

O divórcio é lei humana que tem por objetos separar legalmente o que já de fato está separado não é contrário à lei de Deus, pois que apenas reforma o que os homens dão feito e só é aplicável nos casos em que não se levou em conta a lei divina.

Se fosse contrário a essa lei, a própria igreja seria obrigada a considerar prevaricadores aqueles de seus chefes que, por autoridade própria e em nome da religião, imposto um divórcio em mais de uma ocasião e dupla seria aí a prevaricação, porque nesses casos o divórcio é objetivado unicamente interesses materiais e não há satisfação da lei de amor. Nem mesmo Jesus consagrou a indissolubilidade absoluta do

casamento. Não, disse ele, foi por causa da dureza dos vossos corações que Moisés permitiu despedir-se a vossas mulheres. Isso significa que já o tempo de Moisés não sendo a afeição mútua, a única determinante do casamento, a separação podia tornar-se necessária,

acrescenta. Porém, no princípio não foi assim, isto é na origem da humanidade, quando os homens ainda não estavam pervertidos pelo egoísmo e pelo orgulho e viviam segundo a lei de Deus. As uniões, derivando da simpatia e não da vaidade ou da ambição, nenhum ensejo, davam ao repúdio. Olha que interessante, nós temos, aí é mais uma vez dizendo sobre o divórcio, quando já não há mais afinidade entre o casal. Para quê ficar junto, né? Isso já acontece de fato, a lei

só vem corroborar lembrando. Já falei no episódio passado que a lei do divórcio aqui no Brasil só foi aprovada em 1977, tinha separação de desquitos de divórcio. Eu não tenho a menor ideia. O que é que era uma coisa e outra, mas assim havia muito preconceito com mulheres, olha, esta mulher é desquitada e aí, lógico, todo mundo, a sociedade ex exercia. O machismo é conveniente da época que até hoje vem, né? Mas hoje está em menor grau, né?

Parece que pelo menos. Pelo menos isso foi superado. Então, é é das leis humanas, né? A questão de se casar ou se separar e a gente que cuida disso e conforme a coisa vai evoluindo, a gente vai tendo 1° maior de Liberdade de democracia e que não obriga, como em certos países até hoje, por exemplo, tem país que o homem pode se casar com muitas esposas desde que sustente todas elas. Mas as esposas não podem se libertar desse cara. Olha que horrível.

Isso porque não tem uma lei que a mulher pode se casar com muitos maridos, sabe? Pelo menos eu não conheço nenhuma lei nesse sentido, ou seja, machismo de controle. E aí é se eu não me engano, nesses países não tem a lei de separação, que é um negócio meio que religioso. Eu lembrei de uma coisa hoje. Antes de ver o texto final, agora há pouco sobre alguns casamentos, são inclusive anulados pela igreja católica. Olha que interessante, né?

Quando se prova algumas coisas, tipo que não houve relação sexual, enfim, umas coisas mais antigonas aí. É que não é nem da sua, do seu tempo, nem do meu, mas. É hoje em dia, por exemplo, países como o Brasil, democracia, você não precisa de uma religião dizer que você está casado ou não está. Você precisa é de um juiz de paz. Tanto que todos os casamentos que você deve participar, mesmo que tenha o evento religioso ou antes ou depois, tem um evento civil.

O que interessa mesmo é o evento civil, entendeu? O religioso é uma coisa mais espiritualizado, uma coisa mais pra família e tal. Mas se você casar, só não se viu, tá tudo certo. Ah, existe casamento espírita? Não? Óbvio que não, porque casamento espírita, o que você pode ter uma pessoa espírita que vá lá falar algumas palavras, fazer um. Uma celebração. Olha só, eu sou. Eu já fiz celebração de um casal. É amigos, né? De amigos, é filhos de.

É 2 dirigentes de casa espírita e que me chamaram e eu fiz uma celebração completamente neutra. Não foi uma celebração espírita, foi neutra, mas antes houve o casamento no civil, né? Então, o que que eu fiz foi dar alguns significado naquele momento, né? Um pouco mais espiritualizado, um pouco mais romantizado, né? Poético, já que o casamento civil é aquele negócio, ler um negócio, pá, pá, pá, pá, pá, pá, pumba, emoção assim, zero. À esquerda, né?

Como tem que ser. Então as pessoas optam por ter algumas cerimônias, então você pode ter aí uma cerimônia católica, uma evangélica, é uma espírita. Na verdade, não existe. Você vai ter uma pessoa espírita falando algumas palavras? Ponto. Então não tem um casamento, você nunca viu um casamento no centro espírita? Espero que não estejam fazendo isso, né? Porque isso não existe, não existe porque espiritismo, não sendo religião, não tem Sacramento, não tem um Monte de coisa.

Então, muito menos o casamento, ó, entendido, vamos terminar o texto de hoje vai mais longe, específica o caso em que pode dar-se o repúdio de adultério. Ora, não existe adultério. Onde reina a sincera afeição recíproca, é verdade que ele proíbe ao homem disposar, a mulher repudiada, mas cumpre-se, tenham em vista os costumes e o caráter dos homens daquela

época. Tá falando de Jesus, a lei mosaica, nesse caso, prescrevia a lapidação, ou seja, tacar Pedra na Geni. Querendo abolir o uso bárbaro, precisou de uma penalidade que o substituísse e a encontrou no opróbio que adveria da proibição de 1 segundo casamento. Era, de certo modo, uma lei civil substituída por outra lei civil, mas que, como todas as leis dessa natureza, tinha de

passar pela prova do tempo. Então, mesmo na época de Jesus, o que ele falou é referente ao tempo em que vivia, portanto. Quem falou diferente do tempo em que vivia foram os espíritos. Na doutrina espírita 1857. Já estava dizendo que ninguém era obrigado a ficar com ninguém, mesmo que não tinha nenhuma lei de divórcio ainda existente no planeta.

Daí eu não sei se tinha ou se não tinha, tá, mas o espiritismo é, desde essa época, então de novo aqui no Brasil, a lei civil foi de 1977. Do divórcio, então pense 100 anos antes. O espiritismo já estava falando disso, está bem? E com isso, encerramos esse capítulo. No próximo vamos começar o 23. Estranha moral com o tema odiar os pais, você vê que as coisas estão esquentando cada vez mais, né? É muito gostoso. Eu te espero como sempre, até o próximo episódio. Tchau.

Transcript source: Provided by creator in RSS feed: download file
For the best experience, listen in Metacast app for iOS or Android