Evangelho no Lar [Ep131] Os trabalhadores da última hora (cap XX, 1-3) - podcast episode cover

Evangelho no Lar [Ep131] Os trabalhadores da última hora (cap XX, 1-3)

Sep 26, 202314 minSeason 3Ep. 131
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Transcript

Olá, minha amiga. Olá, meu amigo, como é que vocês estão bem vindos a mais um episódio onde estudamos o evangelho segundo o espiritismo, orquestrado pelo nosso querido Kardec. Ó, faz tempo que eu não mostro aqui o nosso Kardec. Quinho, escultura do querido amigo Kleber Gomes e que eu dei uma Pintadinha OK é, mas enfim, é que eu gosto de tudo, prato aqui em casa dá uma olhadinha nele olá, olá, eu sou o Kardec, ô e parece que é Papai Noel não,

não é Papai Noel, enfim. Vamos começar hoje o capítulo 20 do evangelho, que tem um título. Os trabalhadores da última hora e hoje nós praticamente vamos ler um trecho do do evangelho, então, sem demora, vamos para lá, olha aí os trabalhadores da última hora. O Reino dos céus é semelhante a um pai de família que saiu de madrugada a fim de assalariar trabalhadores para a sua vinha, tendo convencionado com os trabalhadores, que pagaria um denário a cada um por dia.

Mandou os para a vinha, saiu de novo à terceira hora do dia e vendo outros que se conservavam na praça sem fazer coisa alguma. Disse-lhes, IDE também vós outros, para a minha vinha e vos pagarei o que for razoável. Eles foram, saiu novamente a hora sexta e a hora nona do dia ele fez. No mesmo, saindo mais uma vez, a hora 11ª. Encontrou ainda outros que estavam desocupados, aos quais disse por que permaneceis aí o dia inteiro sem trabalhar, é? Disseram eles que ninguém nos assalariou.

Ele então lhes disse, IDE, vós também para a minha vinha. Ao cair da tarde, disse o dono da vinha. Aquele que cuidava dos seus negócios chama os trabalhadores e paga, lhes começando pelos últimos, indo até os primeiros,

aproximando-se. Então, os que sobram, décima hora haviam chegado, receberam um denário, cada um vindo à seu turnos que tinham sido encontrados em primeiro lugar, julgaram que iam receber mais, porém receberam apenas um denário, cada um recebendo o queixaram-se ao pai de família, dizendo, estes últimos trabalharam apenas 1 hora e lhes dás tanto quanto a nós, que suportamos o peso do dia e do calor. Mas respondendo, disse o dono da

vinha. Um deles, meu amigo, não te caso não te causo dano algum, não convencionais te comigo.

Receber um denário pelo teu dia toma o que te pertence e vai te a pra me a mim dar a este último tanto quanto a ti não me a lícito fazer o que quero tens mau olho porque sou bom assim os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos porque muitos são chamados e poucos os escolhidos e aí pede pra gente ver a parábola do festim de bodas também este trecho está em Mateus 20 e aí nós temos aí OA instrução. Dos espíritos, né? Sobre do que se trata essa

parábola que você fala assim? Bom, OK, então a pessoa é. Pediu, por exemplo. A gente entendeu, né? Que tinha 11 patrão, digamos assim, que foi contratando pessoas ao longo do dia e resolveu pagar igual para todos, né? Mesmo para aqueles que foram contratados no final na última hora. E que os primeiros acharam muito ruim, porque eles estavam lá, deixa, se assemelha muito à questão do filho pródigo, não é? Pensa aí na, na, no jeito da coisa.

Me parece o frio, filho pródigo. Não te parece também que é exatamente aquela história? Poxa, eu não saí daqui, pai. Fiz tudo que você queria. Aí Oo, meu irmão que saiu, gastou tudo, torrou e se esbaldou merece o mesmo tanto que eu me parece muito, muito parecido, aí vamos ver nas instruções dos espíritos sobre essa questão do os últimos serão os primeiros para ver a explicação que os espíritos nos vão dar é sobre este trecho, né? Esta parábola então?

Vamos lá. O obreiro da última hora tem direito ao salário, mas é preciso que a sua boa vontade, o haja conservado à disposição daquele que o tinha de empregar e que o seu retardamento não seja fruto da preguiça ou da má vontade. Tem ele direito ao salário, porque desde a Alvorada esperava com impaciência aquele que por fim o chamaria para o trabalho laborioso, apenas lhe faltava o labor. Se, porém, se houvesse negado ao trabalho a qualquer hora do dia, se houvesse dito, tenhamos

paciência. O repouso me agradável quando suar a última hora, que será tempo de pensar no salário do dia. Que necessidade tenho de me incomodar por um patrão a quem não conheço e não estimo, quanto mais tarde, melhor. Esse tal meus amigos não teria tido o salário do obreiro, mas o da preguiça que dizer então daquele que, em vez de apenas se conservar?

Inativo, haja empregado as horas destinadas ao labor do dia em praticar atos culposos que haja blasfemado de Deus derramado sangue de seus irmãos, lançado a perturbação nas famílias arruinados que nele confiaram, abusado da Inocência, que enfim, se haja cevado em todas as ignomínias da humanidade que será desse bastar-lhe-á dizer a última hora, senhor, empreguei mal o meu tempo toma-me até o fim do dia para que eu execute um pouco embora bem pouco da minha tarefa e da meu salário do

trabalhador de boa vontade. Não, não. O senhor lhe dirá, não tenho. Presentemente trabalho para te dar mal, barata still teu tempo, esqueceste o que havias aprendido, já não sabes trabalhar na minha vinha recomeça, portanto, a aprenderem quando te achares mais, bem disposto. Vem ter comigo e eu te franquia Areia, o meu vasto campo, onde poderá se trabalhar a qualquer hora do dia. Começa a fazer um pouco mais de

sentido sobre isso, né? Do dos trabalhadores de última hora, mas vamos ver se é final dessa mensagem. Bons espíritas, meus bem amados, sois todos os obreiros da última hora. Bem orgulhoso seria aquele que descesse? Comecei o trabalho ao alvorecer do dia e só terminar e ao anoitecer todos. Viestes quando fostes chamados um pouco mais cedo, um pouco mais tarde para a encarnação, cujos grilhões arrastais?

Mas há quantos séculos e séculos o senhor vos chamava para a sua vinha sem que quisesses penetrar nela e no momento de embolsar o salário, empregar e bem a hora que vos resta e não esqueças nunca que a vossa existência por longa que vos pareça, mas não é do que um instante. Objetivo na imensidade dos tempos que formam para vossa eternidade. Aí essa mensagem de Constantino, espírito protetor dada em Bordeaux também, e aí faz um pouco mais de sentido sobre esses trabalhadores da última hora.

Ou seja. Cada um de nós vem sendo chamado, né? De acordo com as nossas possibilidades, e não é. E não é porque a gente foi chamado na última hora, né? Ou a gente? É, talvez tenha compreendido, não é o nosso papel no mundo, mesmo que tardiamente a gente não estava fazendo corpo mole antes, né? Entendo que. Por isso que os trabalhadores de última hora tiveram a mesma paga

do que os da primeira, né? Porque os da primeira estavam lá trabalhando, mas eles, se a gente parar pra pensar, eles podem ter trabalhado, meio tranquilão e tudo mais. Só que AO egoísmo deles é o problema, né? Não é nem a questão de a beleza. Foram chamados na primeira hora e receberam a mesma coisa, só que o egoísmo deles que se incomodou com pagar. Aqueles que trabalharam numa

última hora, o mesmo salário. Para eles, que trabalharam o dia inteiro, não é ué, mas o patrão não combinou isso? O chefe, os sei lá como é que chama? Quem contratou não combinou isso, não, por que você tem que reclamar? O patrão pode fazer o que ele quiser com com o dinheiro dele, o contratante pode fazer o que ele quiser com o dinheiro dele. Entendi aí que mostra este egoísmo do mesmo jeito daquele daquele lance do filho pródigo.

Lembra que eu falei que o irmão que ficou se incomodou demais porque o pai amou o filho que bateu cabeça e voltou, né? Que é aquela? Houve ali que sai do aprisco e que o pastor deixa todo mundo para buscar uma única ovelha e fica muito feliz quando essa retorna. É como se as outras ovelhas que não saíram ficasse muito brava por causa disso. Então é, está se exaltando aí a questão do amor sempre mais do amor do que qualquer outra coisa, que cada um tem o seu momento de ser chamado.

Que a gente pode aceitar ou não, né? A compreender mais não é sobre a algumas. O sentido da vida, a verdade do mundo espiritual, etc e tal. Vamos ver se tem mais um 11 mensagem aqui agora de Henri reiner. Não sei se é assim que fala sobre esta passagem. Vamos ver.

Jesus gostava da simplicidade dos símbolos e na sua linguagem máscula, os obreiros que chegaram na primeira hora são os profetas, Moisés e todos os iniciadores que marcaram as etapas do progresso, as quais continuaram a ser assinaladas através dos séculos pelos apóstolos e pelos mártires, pelos pais da igreja, pelos sábios, pelos filósofos e,

finalmente pelos espíritas. Estes que por último vieram foram anunciados e preditos desde a Aurora do advento do Messias e receberão a mesma recompensa que digo recompensa maior últimos chegados. Eles aproveitam dos labores intelectuais dos seus predecessores porque o homem tem de herdar do homem e porque coletivos são os trabalhos humanos. Deus abençoe a solidariedade.

Aliás, muitos dentre aqueles revivem hoje ou reviverão amanhã para terminarem a obra que começaram outrora mais de um patriarca, mais de um profeta, mais de um discípulo do Cristo, mais de um propagador da fé cristã se encontram no meio deles, porém mais esclarecidos, mais adiantados, os trabalhando não já na base e sim na cumeeira do edifício. Receberão, pois, salário proporcionado ao valor da obra o

Belo dogma da reencarnação. Eterniza e precisa a filiação espiritual, chamado a prestar contas do seu mandato terreno, o espírito se apercebe da continuidade da tarefa interrompida, mas sempre retomada. Ele vê, sente que apanhou de passagem, o pensamento dos que o precederam entra de novo na liça, amadurecido pela experiência para avançar mais e todos os trabalhadores da primeira e da última hora, com os olhos bem abertos sobre a profunda justiça de Deus. Não mais murmuram, adoram.

Então um dos verdadeiros sentidos desta parábola, que encerra como todas as de Jesus, as de que Jesus se utilizou falando ao povo o gérmen do futuro e também sob todas as formas, sob todas as imagens, a revelação da magnífica unidade, que harmoniza todas as coisas no universo da solidariedade que liga todos os seres presentes ao passado e ao futuro. Como eu disse em re, Rene. Que vem nos trazer, aí fica mais

fácil de entender, não é? Então, os trabalhadores de primeira hora, os profetas e todo mundo que vem trabalhando nessa questão da da, da fé, da. Do descortinar o mundo espiritual da nossa imortalidade, né, do mundo espiritual. E aí nós mesmos já trabalhamos muito, nós já fomos os trabalhadores lá da primeira hora da segunda hora da décima hora e a gente está agora na

última hora. Não significa que seremos os últimos mais, que é. Que bom que se a gente recebe o chamado para compreender qual o nosso papel do mundo, para compreender como é que funciona o mundo espiritual, como a doutrina espírita nos chama, que a gente possa realmente agir para é melhorar o mundo em que vivemos que vivemos, né?

OOO nosso dia a dia, mesmo que as outras pessoas não vão acreditar naquilo que a gente acredita naquilo que a gente tem fé, afinal de contas, nós estamos estávamos falando sobre fé. No No. No episódio nos episódios anteriores, não é? Que a gente possa realmente é se aplicar para merecer este salário muito entre aspas, é pago aí para os trabalhadores da última hora e que possamos realmente juntos é.

Nos melhorarmos e melhorarmos. O mundo todo para que a gente possa, porque é como diz aqui, né? É Deus gosta da. É, agora eu perdi. Onde é que está? Ele gosta do do coletivo, não é de todo mundo, é coletivamente porque entende o amor, então, que a gente possa, não é? Ficar preocupado com quem? Se a gente está desde pequenininho aí na lida trabalhando, não fique preocupado com alguém que acabou de chegar e vai ter a mesma paga, porque o que importa é o

amor de verdade. No próximo episódio, nós vamos falar sobre um tema bem legal que tá ainda no mesmo capítulo, missão dos espiritas. Como sempre eu te espero até o próximo. Tchau.

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