Olá, minha amiga. Olá, meu amigo, como é que vocês estão bem-vindos a mais um episódio onde estudamos o evangelho segundo o espiritismo? Nós estamos no capítulo 19º, que traz como título a fé transporta Montanhas e vamos estudar hoje a parábola da Figueira que secou, né? Então vamos sem demora para o texto. Quando saíram de Betânia, ele teve fome.
Jesus, né? E vendo ao longe uma Figueira para ela, encaminhou-se a ver se acharia alguma coisa, tendo-se, porém, aproximado, só achou folhas, visto não ser tempo de
figos. Então, disse Jesus. A Figueira que ninguém coma de ti fruto algum o que seus discípulos ouviram no dia seguinte, ao passarem pela Figueira, viram que secar a Terra is Pedro, lembrando-se do que dissera, Jesus disse, mestre, olha como secou a Figueira, que tu amaldiçoaste você esquisito, negócio Jesus amaldiçoar alguma coisa, então as coisas no evangelho é meio
estranho. Jesus tomando a palavra, lhe disse, tende fé em Deus. Digo-vos, em verdade que aquele que disser a esta Montanha tira te daí e lança te ao mar, mas sem hesitar no seu coração crente ao contrário firmemente de que tudo o que houver dito acontecerá, verá que, com efeito, acontece. Esse trecho está em Marcos e aí eu fico me perguntando, que passagem esquisitinha, que Jesus está amaldiçoando? Não, não, não, não, cola uma coisa com outra, concorda? Não é Jesus amaldiçoar alguma
coisa. Enfim, vamos ver se os espíritos tem alguma explicação para. Isso. A Figueira que secou é um símbolo dos que apenas aparentam propensão para o bem, mas que em realidade nada de bom produzem. Dos oradores que mais brilho têm do que solidez, cujas palavras trazem superficial verniz de sorte que agradam aos ouvidos, sem que, entretanto, revelem quando perscrutadas algo de substancial para os corações, é de perguntar-se que proveito tiraram delas os que as escutaram?
Simboliza também todos aqueles que, tendo meios de ser úteis, não são todas as utopias em todos os sistemas ocos, todas as doutrinas carentes de base sólida, o que as mais das vezes. Falta é a verdadeira fé, a fé produtiva, a fé que abala as fibras do coração, a fé numa palavra que transporta Montanhas, são árvores cobertas de folhas, porém baldas de frutos. Por isso é que Jesus as condena à esterilidade, porquanto dia virá em que se acharam secas até
a raiz. Quer dizer que todos os sistemas, todas as doutrinas que nenhum bem para a humanidade, overeem, produzido caíram reduzidas a nada que todos os homens deliberadamente inúteis, por não terem posto em ação os recursos que traziam consigo, serão tratados como a Figueira que secou. Tá, é, é, eu consigo compreender essa explicação. Só não acho que a palavra amaldiçoou, seria dito. Quem sabe isso foi trocado, né? Nas traduções, porque continuo sem achar que não.
Mas OKA Figueira, que secou, são aqueles que só tem palavras, mas não tem frutos. E aí concatena com um estudo que a gente viu. Alguns episódios atrás sobre a questão de dar frutos, não é? Não é aquele só que finge que que é inteligente, que finge que é, tem a palavra de Deus que finge ser bom, mas sim aquele que dá frutos. Então, é uma Figueira que não tinha frutos. É nesse sentido que está se falando? Okay, vamos continuar. Os médiuns são os intérpretes
dos espíritos suprem. Nestes últimos, a falta de órgãos materiais pelos quais transmitam suas instruções. Daí vem o serem dotados de faculdades para esse efeito nos tempos atuais, de renovação social, cabe eles uma missão especialíssima são árvores destinadas a fornecer alimento espiritual a seus irmãos multiplicam-se em número, para
que abunde o alimento. Nós, por toda a parte, em todos os países, em todas as classes da sociedade, entre os ricos e os pobres, entre os grandes e os pequenos, a fim de que nenhum ponto faltem afim de ficar demonstrado aos homens que todos
são chamados. Se, porém, eles desviam do objetivo providencial, a preciosa faculdade que lhes foi concedida, se a empregam em coisas fúteis ou prejudiciais, se a ponha a serviço dos interesses mundanos, se, em vez de frutos sazonados dão maus frutos, se se recusam a utilizá-la em benefício dos outros. Se nenhum proveito tiram dela para si mesmo, melhorando, se são quais a Figueira estéril, Deus lhes retirará um dom que se
tornou inútil neles. A semente que não sabem fazer, que frutifique e consentirá, que se torna empresas dos espíritos maus. Nossa aí. É, caiu meu queixo, porque parece que eles estão falando do que está acontecendo atualmente. Muitos médicos, especialmente muitos médiuns famosos e que tem muitos seguidores e veneradores, e que que não estudaram o livro dos médios e não entende que médio nenhum deve ser venerado, né?
Respeitado, sim, venerado, não e que são pessoas humanas, é sujeitos a falhas como todos nós. Fazendo um Monte de besteira, parece realmente um Figueiras que deram muitos frutos mais que secaram e que, ultimamente, só nos trazem folhas secas, bobagens defendem. É coisas indefensáveis, né? Falam besteira pra caramba, se meteram, misturaram de um tudo aí no caminho e que realmente foram Figueiras, que acabaram secando. Talvez você saiba do que esteja falando, talvez não.
Não vem ao caso citar nomes aqui, procure aí, médiuns, nós temos de todos os tipos, tamanhos, jeito, cidades, em todos os lugares e que bom que é assim, porque são aqueles que nos permitem conhecer o mundo espiritual, mas são pessoas como todos nós. E que podem e devem errar, né? Só não podem errar em nome do espiritismo, que aí a coisa fica feia, mas isso é uma outra conversa. Beleza, entendi, só não entendi a questão de Jesus amaldiçoou,
foi Pedro que falou isso? Talvez essa tradução esteja mal feita. Eu não acredito que Jesus poderia amaldiçoar o que quer que fosse. É meio um contrassenso, entendi, mas ok, é o Evandro aqui que tá questionando isso porque eu sou questionador, por isso que eu estou no espiritismo, porque se eu não fosse questionador, estava em qualquer religião que não deixa a questionar, beleza?
No próximo capítulo, nós vamos continuar falando sobre fé, a fé, mãe da Esperança e da Caridade, iniciando aí as instruções dos espíritos. Eu te espero como sempre, obrigado pela sua presença e até o próximo programa. Tchau.
