Olá, minha amiga. Olá, meu amigo, como é que vocês estão sejam bem-vindos a mais um episódio onde estudamos o evangelho segundo o espiritismo, obra fundamental da doutrina espírita, de autoria do nosso querido Allan Kardec, que não foi codificador. Ele foi autor da doutrina espírita. Ele e todos os espíritos, mas não foi um negócio que foi dado de presente para ele, exigiu muito trabalho, muito senso crítico, milhares de médiuns,
milhares de espíritos, né? Então foi 11 trabalho a muitas mãos e o Kardec é o centralizador de. E tudo isso nós estamos no capítulo 17º, que fala sobre o tema sedes, sedes, sedes perfeitos. Hoje eu tô encalacrado e vamos estudar algumas instruções dos espíritos nessas partes do capítulo. Os espíritos vêm nos dizer, com referência ao tema abordado e aos trechos de evangélico que foram estudados. Aí eles vêm trazer algumas instruções referentes a esse
assunto, né? E nós vamos falar sobre o dever hoje, então, sem demora, vamos pro texto. O dever é a obrigação moral da criatura para consigo mesma primeiro e, em seguida, para com os outros. O dever é a lei da vida. Com ele, deparamos nas mais ínfimas. Particularidades como nos atos mais elevados, quero aqui falar apenas do dever moral e não do dever que as profissões imponho na ordem dos sentimentos.
O dever é muito difícil de cumprir-se por se achar em antagonismo com as atrações do interesse e do coração. Não tem testemunhas as suas vitórias e não estão sujeitas a repressão, suas derrotas, o dever íntimo do homem fica entregue ao seu livre arbítrio, o aguilhão da consciência guardião da probidade interior o adverte e sustenta, mas muitas vezes mostra-se impotente diante dos sofismas da paixão fielmente observado, o dever do coração eleva o homem como determina lo,
porém com exatidão. Onde começa ele? Onde termina o dever, principia para cada um de vós exatamente no ponto em que ameaçais a Felicidade ou a tranquilidade do vosso próximo. Vai, acaba no limite que não desejais ninguém. Transponha com relação à voz. Bom, vamos começar então falando sobre isso, né? Que que é o dever obrigação moral da criatura para consigo mesma antes do que os outros. A primeira coisa, dever lei da vida não é e na ordem dos sentimentos, diz que o dever é
muito difícil de ser cumprido. É especialmente né se se tem a. Paixões envolvidas e o dever íntimo é do homem, ele é é entregue ao seu livre arbítrio, né? A consciência é que determina e como é que a gente determina, né? Com precisão, onde começa?
Onde termina o dever? O dever começa para cada um de nós, exatamente no ponto em que ameaça a Felicidade ou a tranquilidade do próximo e acaba no limite que não deseja ninguém transponha com relação à voz, é sempre aquele negócio do a maior, os outros como a si mesmo, ou seja, primeiro a gente se ama e depois? A gente ama o outro, assim como a gente se ama, então o dever está inserido aí, né?
Ele começa quando ele é. É quando a gente ameaça a Felicidade de alguém até a nossa própria Felicidade, e termina quando alguém está entrando nos nossos limites, né? A gente é tem Liberdade até o limite do outro. Tem que sempre ter isso em mente. Deus criou todos os homens iguais para a dor.
Pequenos ou grandes, ignorantes ou instruídos sofrem todos pelas mesmas causas a fim de cada um julga, em sã consciência, o mal que pode fazer com relação ao bem, infinitamente vário, nas suas expressões não é o mesmo critério. A igualdade em face da dor é uma sublime providência de Deus que quer que todos os seus filhos, instruídos pela experiência comum, não praticam o mal, alegando ignorância dos seus efeitos. Então, assim, na dor, todos
somos iguais, né? Ao bem, é infinitamente diferente, depende da aplicação de cada um de nós. Click. Temos o dever. É um resumo prático de todas as especulações Morais. É uma bravura da alma que enfrenta as angústias da luta. É austero e brando, pronto a dobrar-se às mais diversas complicações. Considera-se inflexível diante das suas tentações? O homem que cumpre o seu dever ama a Deus mais do que as criaturas e ama as criaturas mais que a si mesmo. É um tempo, juiz, escravo em
causa própria. O dever é o mais Belo Laurel da razão, descende desta como de sua mãe e o filho, o homem tem de amar o dever não porque preserve de males a vida, males aos quais a humanidade não pode subtrair subtle subtrair-se mas por que confere a alma o vigor necessário ao seu desenvolvimento, dever cresce e irradia.
Sob mais elevada forma em cada um dos estágios superiores da humanidade, jamais cessa a obrigação moral da criatura para com Deus. Tem esta de refletir as virtudes do eterno, que não aceita os bolsos imperfeitos porque quer que a beleza da sua obra resplandeça a seus próprios olhos. Essa mensagem foi recebida em país 1863 por um espírito chamado Lázaro, que que a gente entende que esse dever, e o Evandro entendo que é a dever. Não é o dever profissional, o dever.
Eu, Evandro, entendo que estamos falando da consciência. Né? Que a gente sabe o que que a gente precisa fazer em todos os aspectos da nossa vida. A gente sabe o que precisa fazer na hora que precisa fazer ou se precisa se aconselhar com alguém para saber o que fazer. Mas este dever eu poderia chamá-lo de consciência. Que que me mostra o que eu preciso fazer para que eu possa progredir na vida, o que eu possa viver não é então?
O dever de me alimentar, de conseguir o sustento para eu comer, porque eu sei que se eu não comer, eu vou pro Brejo, não é? Não tem jeito, vou morrer. O dever de honrar. Com amor, as pessoas que me circundam, aqueles que eu escolho conviver, né? Não só da família, como dos amigos, não é? É, eu entendi nesse texto que estamos falando de é consciência que esta este dever. O que eu preciso fazer para progredir na vida está impresso em mim e eu sei como é que isso
funciona. E você, o que que você achou desse texto? É, eu acho que o Lázaro poderia ter sido um pouquinho mais claro, né? Mas ok, beleza, estamos aprendendo. No próximo episódio, nós vamos falar sobre a virtude, então eu te espero como sempre, obrigado por ter chegado até aqui e até o próximo evangelho no lar. Tchau.
