Evangelho no Lar [Ep111] Caracteres da perfeição (cap XVII, 1-2) - podcast episode cover

Evangelho no Lar [Ep111] Caracteres da perfeição (cap XVII, 1-2)

May 02, 202310 minSeason 3Ep. 111
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Transcript

Olá, minha amiga. Olá, meu amigo, como é que vocês estão bem-vindos a mais um episódio onde estudamos a obra fundamental da doutrina espírita, o evangelho segundo o espiritismo, iniciaremos um capítulo novo hoje. O capítulo 17º, que tem por título sede perfeitos, então sem demora, vamos dar uma olhadinha aí, o que que a gente vai estudar nesse capítulo nos próximos programas? Caracteres da perfeição que estudaremos hoje.

O homem de bem, isso, esse homem de bem, é muito famoso, né, que você vê muitas palestras com ele, então aguarde que tem coisas boas por aí, os bons espíritos. A palavra parábola do semeador e nas instruções dos espíritos, o dever, a virtude, os superiores e os inferiores. O homem no mundo cuidar do corpo e do espírito. Então vamos começar hoje com caracteres da perfeição. Está escrito em Mateus. Capítulo 5, versículo de 44 a

4844-4648. Amai os vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos perseguem e caluniam, porque se somente amardes os que vos amam, que recompensa tereis disso? Não fazem assim também os publicanos se unicamente saudades os vossos irmãos que fazer com isso mais do que os outros, não fazem o mesmo os pagãos? Sede, pois vós, outros perfeitos, como perfeito é o vosso pai celestial. Olha que lindo, tá aí um grande desafio, né?

Que Jesus nos coloca de amar os nossos inimigos, mas não significa que a gente tem que ser terno com os nossos inimigos, vamos ver o que que os espíritos nos ensinam, dá uma olhadinha aqui, ó. Depois que Deus possui a perfeição infinita em todas as coisas, esta proposição sede perfeitos como perfeito, é o vosso pai celestial tomada ao pé da letra pressuporia a possibilidade de atingir-se a perfeição absoluta se a criatura fosse dado ser tão perfeita

quanto o criador tornar-se-ia ela igual a este, o que é inadmissível. Os homens a quem Jesus falava não compreenderiam essa nuança pelo que ele se limitou a lhes apresentar um modelo e a dizer-lhes que se esforçassem pelo alcançar aquelas palavras, portanto, devem entender-se no sentido da perfeição. C cedilha, maiúsculo ou relativa, a de que a humanidade é suscetível e que mais a aproxima da divindade. Em que consiste essa perfeição?

Jesus o diz em amarmos os nossos inimigos, em fazermos o bem aos que nos odeiam. Em orarmos pelos que nos perseguem, mostra ele. Desse modo, que a essência da perfeição é a Caridade. Na sua mais ampla acepção, porque implica a prática de todas as outras virtudes. Então, quando Jesus disse sede perfeitos? Obviamente que naquele, naquela atual estágio, né? Em que nos encontrávamos em muitos de nós, encarnados nessa

época. Obviamente que a gente tava muito mais longe, assim como estamos longe hoje, mas é uma meta a ser seguido, né? E é, não sei se vai falar sobre o amor aos inimigos, mas. De novo, está falando sobre a verdadeira Caridade. Isso que a gente estudou faz pouco tempo no livro dos espíritos, que é algo assim, muito simples e muito difícil de ser conseguido. Mas vamos continuar com o texto daqui a pouco eu faço as minhas

considerações. Com efeito, se se observou os resultados de todos os vícios e mesmo dos simples defeitos reconhecer-se-á a nenhum haver que não altere mais ou menos do sentimento da Caridade, porque todos têm seu princípio no egoísmo e no orgulho que lhes são a negação e isso porque tudo que sobre excita o sentimento da personalidade destrói ou pelo menos enfraquece os elementos da verdadeira Caridade, que são a benevolência, a indulgência, a abnegação e o devotamento, não

podendo o amor do proximo levado até o amor dos inimigos, aliar-se a nenhum defeito contrário à Caridade. Aquele amor é sempre, portanto, indício de maior ou menor superioridade moral, donde decorre que o grau da perfeição está na razão direta da sua extensão. Foi por isso que Jesus, depois de haver dado a seus discípulos. As regras da Caridade, no que tem de mais sublime, lhes disse sede perfeitos como perfeito, é vosso pai celestial.

O Zezinho continua sem aprender ler a inteligência artificial pelo jeito, não aprende direito as coisas. Sublime próximo. Desculpa aí, tá gente. Mas ainda assim, ler melhor do que eu. Eu sinto, sempre falo e reforço isso para vocês. Bom, então nessa passagem que a gente é consegue compreender, né? É está falando de novo, da Caridade, né? A gente está falando de caracteres da perfeição, então. Como alcançar a perfeição?

Uma coisa que a gente não alcança nessa vida ou por muitas vidas ainda, mas nosso objetivo tem que ser em alcançar, né? Especialmente Jesus, deixe deixou bem claro. Assim é a Caridade, o amar os nossos inimigos, né? Então que esse é o diferencial, porque amar aquele que nos ama, isso é fácil. A gente vai amar nossa família vai amar aqueles que nos devotamos amor e quando deixam de nos amar, a gente deixa de amar também. Pois é. Até os animais mais é evoluídos

ou até os mais. É antigos, fazem isso, amam os seus, então a. A verdadeira Caridade que vem aí. Benevolência, indulgência, abnegação e devotamento. Então, assim, o perdão das falhas alheias, o amar os nossos inimigos, né? Todos esses caracteres que nos levam a perfeição. É simplesmente não desejar o mal. Para aquele que nos faz mal? Não nos vingar, não desejar igual em troca ou fazer alguma coisa para que aconteça o mal pra essa pessoa, pra essas pessoas.

Jesus não está nos obrigando e nenhum espírito está nos obrigando isso está lá no livro dos espíritos, a sermos bonzinho e virar bff. Best Friend, friend Forever. Melhor amigo de infância dos nossos inimigos, tá longe disso. Porque uma vez que a afinidade é quebrada, não tem jeito de reconstruir ou se quiser dos 2 lados, pode até ser reconstruída, mas não há uma regra ou amar os nossos inimigos não significa você ter afinidade e ficar amiguinho.

Dos inimigos, e sim. Não fazer nada de mal para ele não pagar o mal que você recebeu com mais mal ou com vingança, simplesmente amar e deixar seguir. E para nossa proteção emocional, fica longe e tá tudo certo. Olha, continue sua vida. Eu quero que seja muito feliz que você se dê muito bem em todos os aspectos. Seja muito amado, muito feliz, com muito sucesso, mas você

continua no seu canto. Aí eu continuo no meu canto aqui e tá tudo certo, é isso, o amar os nossos inimigos, porque se não viram um negócio sem fim, né? De vingança, porque na época de Jesus tinha aquela pena de talião, olho por olho, dente por dente, porque então era justificável até nas religiões, se alguém fizesse alguma coisa, você fazer exatamente aquela mesma coisa, como vingança. Né? Na época de Jesus, isso era comum e ele vem e ousa dizer mais de 2000 anos atrás, não é

assim? Agora a regra é diferente. Amo os inimigos, ou seja, é amar o outro como a si mesmo, fazer pro outro que desejaria que fizessem para você. A gente pode aqui ficar falando horas e horas sobre filosofia, sobretudo aquilo que Jesus disse, mas é tudo resumido nisso, né? O que eu não quero. De mal para mim, eu não faço pro outro, não deixo que o outro passe pronto amar os outros, amar os inimigos, amar os amigos

é assim que funciona. No próximo episódio, nós vamos falar sobre o homem de bem, muitos, muitos palestrantes espíritas. É, utilizam esse trecho, é um dos e limita 12 números maravilhosos que existem. Não sei por que que só falam sobre esse, o que me arrepia profundamente quando fala o homem de bem que me remete a cidadão de bem, aquele que gosta de andar armado, faz um Monte de besteira, mas não tem nada a ver uma coisa com a outra. Mais uma passagem maravilhosa que nós teremos.

Do evangelho segundo o espiritismo, que eu já te convido para que a gente possa estudar juntos, tá bem? Obrigado pela sua presença até aqui e te espero no próximo programa. Tchau.

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