Olá, minha amiga. Olá, meu amigo, como é que vocês estão bem-vindos a mais um episódio onde estudamos o evangelho segundo o espiritismo, obra fundamental da nossa rica doutrina espírita? Nós estamos no capítulo que diz, não se pode servir a Deus e a Manon, numa referência de Manon, seu dinheiro, Riqueza. O materialismo materialismo é, nós vamos hoje. Com mais uma instrução dos espíritos, falar sobre desprendimento dos bens terrenos, então, sem demora, vamos para o texto.
Venho, meus irmãos, meus amigos, trazer-vos o meu óbolo, a fim de vos ajudar a avançar, desassombrada amente pela senda do aperfeiçoamento em que entrastes nós nos devemos uns aos outros somente pela união sincera e fraternal entre os espíritos e os encarnados, será possível a Regeneração, o amor aos bens terrenos constitui um dos mais Fortes óbices ao vosso adiantamento moral e espiritual, pela pela Posse de tais bens, destruir as vossas faculdades, de amar com as aplicardes, todas
as coisas materiais, sede sinceros, proporciona Riqueza, uma Felicidade sem mês, que lá quando tendes, cheios dos cofres, não há sempre um vazio no vosso coração. No fundo dessa cesta de flores não há sempre oculto um réptil. Compreendo a satisfação bem justa, aliás, que experimenta o homem que, por meio de trabalho honrado e acido, ganhou uma Fortuna, mas dessa satisfação muito natural e que Deus aprova a um apego que absurdo. Vê todos os outros sentimentos e
paralisa os impulsos do coração. Vai grande distância tão grande quanto a que separa da prodigalidade exagerada a sórdida avareza, 2 vícios, entre os quais colocou Deus, a Caridade Santa e salutar virtude que ensina o rico a dar sem ostentação para que o pobre receba sem baixeza, quer a Fortuna vos tenha vindo da vossa família, quer a tenhais, ganho com o vosso trabalho. Há uma coisa que não deveis
esquecer nunca. É que tudo promana de Deus, tudo retorna a Deus, nada vos pertence na Terra, nem sequer o vosso pobre corpo, a morte vos despojar dele como de todos os bens materiais. Sois depositários, e não proprietários, não vos iludais, então é, começa citando uma coisa muito interessante, né? Não tem nada errado você trabalhar. Ganhar dinheiro e utilizar é. Desse dinheiro é justo, não é? Está tudo certo, é merecido.
Se você não prejudicou ninguém. É merecido, mas daí anão ficar em enlouquecidamente preso ao materialismo e querer sempre mais, sempre mais, sempre mais. Isso é que o erro, né? Você pode fazer muita coisa. Com o dinheiro que você ganhou, seja de herança, seja com o seu trabalho, você pode se tornar muito útil para sociedade. Você vai encontrar o seu jeito, mas vamos continuar. Deus evolui.
Emprestou, tendes de lhos restituir e ele empresta sob a condição de que o supérfluo pelo menos caiba aos que carecem do necessário. Um dos vossos amigos empresta certa quantia por pouco, nisto que sejais fazer isso, questão de ir a restituir de escrupulosamente ele ficar
agradecido. Pois bem, essa posição de todo homem rico, Deus é o amigo celestial que lhe emprestou a Riqueza, não querendo para si mais do que o amor e o reconhecimento do rico, exige deste, porém, que a seu turno, dê aos pobres que são tanto quanto ele, seus filhos ardente e desvairada cobiça despertam nos vossos corações os bens que
Deus confiou. Já pensaste, quando você deixar essa, pegarem moderadamente, é uma Riqueza perecível e passageira como vós mesmos que um dia tereis de prestar contas ao senhor daquilo que veio dele, ouvidas que pela Riqueza vos revestistes do caráter sagrado de ministros da Caridade na Terra, para ser de dá-lo de da Riqueza, dispensadores
inteligentes. Portanto, quando, somente em vosso proveito usais do que se vos confiou, que sois senão depositários, infiéis, que resulta deste esquecimento voluntário dos vossos deveres. A morte inflexível, inexorável, rasgo véu sobre que vos oculta visível, força a prestar contas ao amigo que vos favorecer. Aí que, nesse momento, enverga diante de voz a toga de juiz em vão procurar is na Terra iludir-vos, colorindo com o nome de virtude o que as mais das
vezes não passa de egoísmo. Em vão chamar as economia e previdência o que apenas é cupidez e avareza ou generosidade é o que não é senão prodigalidade. Em proveito vosso, um pai de família, por exemplo, se abstém de praticar a Caridade, economizar a amontoa rau RU para, diz ele, deixar aos filhos a maior soma possível de bens e evitar que caiam na miséria. É muito justo e paternal, convênio e ninguém pode censurar, mas será sempre esse único móvel, aquele obedece, não será?
Muitas vezes um compromisso com a sua consciência para justificar aos seus próprios olhos e aos olhos do mundo seu apego pessoal aos bens terrenais? Admita, moça, no entanto, seja o amor paternal, único móvel que o Gui será isso, motivo para que esqueça seus irmãos perante Deus
quando já ele tem um supérfluo. Deixará na miséria aos filhos por ali se ficar um pouco menos desse supérfluo, não será antes dar-lhes uma lição de egoísmo e endureceu lhes os corações não será estimular neles o amor ao próximo. Pais e mães laborais em grande erro secretos que, desse modo, granjeai maior afeição dos vossos filhos, ensinando-os a ser egoístas para com os outros, ensina lhes a selo para com vós
mesmos. Olha só, essa lição é muito interessante, até porque tem muita coisa que se transveste, né, que a gente é. Acha que é muito meritório, quando na verdade, é egoísmo, como, como diz Na Na leitura, né? É a gente. Ponha um colorido aí, chama de olha de merecimento, de um Monte de outras coisas. Na verdade é se trata só de egoísmo. Vamos continuar. Há um homem que muito haja trabalhado e que consurgens seu
rosto, acumulou bens. É comum ouvir dizer que quando o dinheiro é ganho, melhor, se ele conhece o valor nada mais exato. Pois bem, pratique a Caridade dentro das suas possibilidades. Esse homem que declara conhecer todo o valor do dinheiro e maior será o seu merecimento, do que o daquele que, nascido na abundância, ignora as rudes fadigas do trabalho, mas também especialmente, que se recorda dos seus pinares.
Dos seus esforços for egoísta, impiedoso para com os pobres, bem, mais culpados se tornará do que o outro, pois quanto melhor cada um conhece por si mesmo, as dores ocultas da miséria tanto mais propenso, deve sentir-se em aliviá-las nos outros. Infelizmente, sempre há no homem que possui bens de Fortuna. É um sentimento tão forte quanto o apego aos mesmos bens.
É o orgulho. Não raro vê-se o arrivista atordoar com a narrativa de seus trabalhos e de suas habilidades, o desgraçado que lhe pede assistência em vez de acudi-lo, ia acabar dizendo faça o que eu fiz. Segundo o seu modo de ver, a bondade de Deus não entra por coisa alguma na obtenção da Riqueza que conseguiu acumular pertence e a ele exclusivamente o mérito de a possuir o orgulho lhe põem sobre os olhos uma venda militar para os ouvidos.
Apesar de toda a sua inteligência e de toda a sua aptidão, não compreende que com uma só palavra, Deus o pode lançar por Terra, esbanjar a Riqueza não é demonstrar desprendimento dos bens terrenos, é descaso e indiferença depositário desses bens. Não tem o homem o direito de uso de lapidar. Como não tenho de os confiscar em seu proveito prodigalidade, não é generosidade. É frequentemente uma modalidade do egoísmo, um que despenda mancheias o ouro de que disponha
para satisfazer uma fantasia. Talvez não dê um centavo para prestar um serviço. O desapego aos bens terrenos consiste em apreciá-los no seu justo valor, em saber servir-se deles em benefício dos outros e não apenas em benefício próprio, em não sacrificar por eles os interesses da vida Futura em
perdê-los sem murmurar. Caso a prazo a Deus retirá-los, se por efeito de imprevistos, reveses, vos tornardes, qual Jó dizer como ele, senhor, tomou havias dado e mos tiraste, faça-se a tua vontade e saiu o verdadeiro desempenho de desprendimento ser diante de tudo, submissos, confiar naquele que, tendo voos, dado e tirado, pode novamente restituir vos o
que vos tirou. Resisti animosos ao abatimento, ao desespero que vos paralisam as forças, quando Deus, os desferir um golpe, não esqueçais nunca que ao lado da mais rude prova, coloca sempre uma Consolação ponderais, sobretudo que há bens infinitamente mais preciosos do que os da Terra, e essa ideia vos ajudará a desprender vozes destes últimos. O pouco apreço que se ligue a uma coisa. Faz que menos sensível seja sua perda.
O homem que se aferra aos bens terrenos é como uma criança que somente vê o momento que passa, o que dele se desprendem é como adulto que vê as coisas importantes por compreender essas proféticas palavras do Salvador, o meu Reino não é deste mundo, ia tem muitas verdades aí, mas eu acho que
está ficando muito claro, né? Não, não tem a menor necessidade de eu ficar comentando, até mesmo porque nós temos bastante texto ainda hoje, vamos continuar a ninguém, ordena o senhor, que se despojar do que possua, condenando se a uma voluntária mendicidade, por quanto que tal fizesse tornar-se-ia encarga para a sociedade proceder assim, fora compreender mal desprendimento dos bens terrenos, fora egoísmo de outro gênero, porque seria um indivíduo eximir-se da
responsabilidade? Que a Riqueza faz pesar sobre aquele que a possui, Deus a concede a quem bem lhe parece a fim de que a administre em proveito de todos. O rico tem, pois uma missão que ele pode embelezar e tornar proveitosa a si mesmo, rejeitar a Riqueza.
Quando Deus a outorga, é renunciar aos benefícios do bem que se pode fazer gerindo a com critério, sabendo prescindir dela, quando não a tem, sabendo empregá-la, utilmente, quando a possui, sabendo sacrificá-la quando necessário, procede a
criatura. De acordo com os desígnios do senhor, diga, pois aquele, a cujas mãos vem o que no mundo se chama uma boa Fortuna, meu Deus, tu me destinaste um novo encargo da me à força de desempenhá-lo segundo a tua Santa vontade entendes meus amigos, o que eu vos queria ensinar acerca do desprendimento dos bens terrenos. Resumirei, o que é expulso dizendo saber contentarmos com pouco se suas pobres não invejei os ricos.
Por quanto a Riqueza não é necessária, a Felicidade se sois ricos, não esqueçais que os bens de que dispondes apenas vos estão confiados e que tendes de justificar o emprego que lhes derdes. Como se prestasse contas de uma tutela, não sejais depositário, infiel, utilizando-os unicamente insatisfação do vosso orgulho e da vossa sensualidade. Não vos julgueis com o direito de dispor, em vosso exclusivo proveito daquilo que receber estes não por doação, mas
simplesmente como empréstimo. Se não sabeis restituir, não tendes o direito de pedir lembrai-vos de que aquele que dá aos pobres salda a dívida que contraiu com Deus. Essa mensagem lhe cordeiro, não sei falar data in, Constantina, 1800. E 63 dispensa comentários muito simples de entender. Então, né? Esse resumo aqui, se sois pobres, não invejei os ricos. Se sois ricos, não esqueçais que os bens que estão à sua disposição são para melhoramento do mundo e não só para consumo
egoístico. Ficou bem claro, né? No próximo episódio, nós veremos, leremos em estudaremos sobre a Transmissão da Riqueza, eu te espero como sempre, até o próximo programa, tchau.
