Olá, minha amiga. Olá, meu amigo, como é que vocês estão bem-vindos a mais um evangelho no lar? Na verdade, um estudo sobre o evangelho segundo o espiritismo, obra fundamental da doutrina espírita. Nós estamos no capítulo que trata de não se pode servir a Deus e a Manon, que fala sobre a. AO embate entre a você ser materialista ou ser espiritualista. E hoje nós vamos ver o tema desigualdade das riquezas. Então vamos sem demora para o
texto. A desigualdade das riquezas é um dos problemas que inutilmente se procurará, resolver, desde que se considere apenas a vida atual. A primeira questão que se apresenta é esta, por que não são igualmente ricos? Todos os homens não são por uma razão muito simples, por não serem igualmente inteligentes, ativos e laboriosos para adquirir nem sóbrios e
previdentes para conservar. É, aliás matematicamente demonstrado que a Riqueza repartida com igualdade a cada um daria uma parcela mínima e insuficiente, que, supondo efetuada essa repartição, o equilíbrio, em pouco tempo estaria desfeito pela diversidade dos caracteres e das aptidões que, supondo a possível e durável. Tendo cada um somente com que viver o resultado seria, né?
Que lamento de todos os grandes trabalhos que concorrem para o Progresso e para o bem-estar da humanidade que admitido desse a ela, cada um o necessário. Já não haveria o aguilhão que impele os homens? As grandes descobertas e aos empreendimentos úteis, se Deus a concentra em certos pontos, é para que daí se expanda em quantidade suficiente de acordo com as necessidades. Então a gente começa entender é por que que todo mundo não é igualmente rico?
Fico, digamos assim, desigualdade das riquezas, uns têm mais, outros têm menos. Mas obviamente que é. Não se trata só de ou não se trata de meritocracia, mas sim de experiências e que nos induzem, né? O tempo todo a construirmos um mundo mais justo. Mas vamos continuar antes de fazer minhas observações sobre o texto. Vamos continuar aqui estudando admitido isso pergunta-se, por que Deus a concede a pessoas incapazes de fazê-la frutificar, para o bem de todos?
Ainda, aí está uma prova da sabedoria e da bondade de Deus, dando-lhe um livre arbítrio. Quis ele que o homem chegasse por experiência própria, a distinguir o bem do mal e que a prática do primeiro resultasse de seus esforços e da sua vontade, não deve o homem ser conduzido fatalmente, ao bem,
nem ao mal. Sem o que não mais fora, senão instrumento passivo irresponsável como os animais, a Riqueza é um meio de experimentar moralmente, mas como ao mesmo tempo é poderoso meio de ação para o Progresso. Não quer Deus que ela permaneça ao longo tempo improdutiva, pelo
que incessantemente a desloca. Cada um tem de possuí-la para se exercitar em utilizá-la e demonstrar que uso sabe fazer dela, sendo, no entanto, materialmente impossível que todos a possuam ao mesmo tempo e acontecendo além disso que se todos a possuíssem ninguém trabalharia com o que o melhoramento do planeta ficaria comprometido, cada uma possui, por sua vez, assim um que não na tem hoje já teve ou terá noutra existência outro que agora tem, talvez não na tenha amanhã a
ricos e pobres, porque sendo Deus justo como é. Para cada um prescreve trabalhar a seu turno. A pobreza é para os que a sofrem. A prova da paciência e da resignação. A Riqueza é para os outros. A prova da Caridade e da abnegação deploramos e com razão, o péssimo uso que alguns fazem das suas riquezas, as ignóbeis paixões que a cobiça provoca e pergunta-se, Deus era justo dando as a tais criaturas?
Exato que se o homem só tivesse uma única existência, nada justificaria semelhante repartição dos bens da Terra. Se, entretanto, não tivermos em vista apenas a vida atual, e ao contrário, considera considerarmos o conjunto das existências, veremos que tudo se equilibra com justiça. Carece, pois o pobre de motivo assim, para acusar a providência, como para invejar os ricos e estes para se
glorificarem do que possuem. Se abusam, não será com decretos ou leis suntuárias que se remediará o mal. As leis podem, de momento, mudar o exterior, mas não logram mudar o coração. Daí vem serem elas de duração efêmera e quase sempre seguidas de uma reação mais desenfreada. A origem do mal reside no egoísmo e no orgulho.
Os abusos de toda espécie cessarão quando os homens se regerem pela lei da Caridade. Então, o que que a gente aprende é com essa lição, porque essa desigualdade das riquezas uns as tem mais outro, as tem menos. Tudo é experiência, né? A nossa vida é feita de experiência, as nossas vidas são hoje. Eu posso não ser rico. Ontem posso ter sido. Eu acho. Evandro acho que a Riqueza é uma prova mais forte, mais importante e mais difícil do que a pobreza, né?
Porque é muito mais fácil você se perder na Riqueza do que se perder na pobreza. A pobreza te é. Em 2, a primeiro te mantém trabalhando ou desenvolvendo? Enfim, desenvolvendo suas habilidades e trabalhando para o bem é coletivo. Já a Riqueza não tem essa essa condição e a Riqueza é insufla o egoísmo, né? Então, os 2 maus, os 2 males da humanidade, né? Egoísmo e orgulho é recheado disso, na Riqueza já na pobreza, é muito menos frequente. E por que que essa desigualdade
existe no planeta? E a gente já viu muitas vezes estudo sobre isso por causa do orgulho e do ismo. Porque país diz que são mais evoluídos, não é politicamente moralmente. É um país menos desigual, onde todas as profissões são equiparadas. Todo mundo recebe mais ou menos a mesma coisa, desde o médico e aquela pessoa que faz a coleta de lixo ganham parecido, né? Que isso é justiça social, né? Então a gente tem que caminhar
para isso. E quanto mais a gente caminha para isso, mais fáceis serão as nossas vidas, né? Não teremos já provas tão difíceis quanto a pobreza Extrema ou a Riqueza Extrema, enfim, mas já aí é um departamento que cabe a nós, não tem nada a ver com Deus, é o que existe hoje é que essa desigualdade nos estimula. A todo momento, para o bem ou para o mal, mas nos estimula o desenvolvimento é como pessoa moral e até espiritual. Maravilha no próximo episódio, nós vamos falar sobre a
verdadeira propriedade, né? Para quem diz que o espiritismo só fala de coisas espirituais, olha aí, né? Kardec, os espíritos nos trazendo aí uma posição muito Clara sobre viver em sociedade, sobre política, sobre condição social, justiça social e tantas outras coisas. Está no evangelho em não sou eu que estou dizendo, não é Kardec, são os espíritos. Eu te espero como sempre, até o próximo. Tchau.
