Olá, minha amiga. Olá, meu amigo, como é que vocês estão sejam bem-vindos a mais um episódio do evangelho no lar onde estudamos o evangelho segundo o espiritismo, obra basilar, fundamental. Da doutrina espírita, nós estamos no capítulo 16º que vem falar sobre é, não se pode servir a Deus e a manom, ou seja, não se pode é servir a 2 senhores ao mesmo tempo, seja o senhor do espírito ou o senhor da matéria, né? De tem que fazer uma escolha.
E é isso que estamos vendo hoje. Nós vamos estudar a parábola dos talentos, então vamos lá, o senhor age? Como um homem que, tendo de fazer longa viagem fora do seu país, chamou seus servidores, eles entregou seus bens, então, outra parábola que Jesus está contando. Depois de dar 5 talentos a 12 a outro e um ao outro a cada um segundo, sua capacidade partiu imediatamente. Vamos entender que talentos é como se fosse uma moeda, tá?
Então, entregou 5 talentos a 12 a outro e um a um terceiro, cada um, segundo a sua capacidade. Então o senhor muito sábio, né? Que sabia que os seus é funcionários, por exemplo. Tinham a capacidade de administrar estes talentos, este dinheiro, este recurso. Então, o que recebeu 5 talentos? Foi-se negociou com aquele dinheiro e ganhou outros 5.
O que recebeu? 2 ganhou do mesmo modo, outros tantos, mas o que apenas recebeu um cavou um buraco na Terra e escondeu, escondeu o dinheiro do seu homem. Passado longo tempo o amo daqueles servidores voltou e os chamou a contas para prestar contas. Veio o que recebeu 5 talentos. Ele apresentou outros 5 dizendo, senhor, você me entregou 5 talentos. Aqui estão, além desses mais 5 5 que ganhei. E aí o ame. Se o amo, respondeu.
Servidor bom e fiel, pois, que foste fiel em pouca coisa eu confiarei em você muitas outras coisas, compartilha da Alegria do teu senhor. Já o que recebeu 2 talentos apresentou a seu turno e disse, senhor, você me entregou 2 talentos. Aqui estão, além desses mais outros 2 que eu ganhei. O amo lhe respondeu. Bom e fiel servidor, pois que foste fiel em pouca coisa, eu te confiarei muitas outras, compartilha da Alegria do teu
senhor. Aí vem em seguida, aquele terceiro que recebeu apenas um talento e disse, senhor, sei que és homem severo que ceifas onde não semeaste e colhes de onde nada puseste gente. Desculpa aí já tá afrontando o homem, né? Pelo amor de Deus. É por isso, como eu te temia, escondi o teu talento na Terra. Aqui, o tênis restitui o que te pertence. O homem, porém, lhe respondeu, servidor mau e preguiçoso, se sabias que ceifo onde não semeei e que colhia onde nada pus.
Devias pôr o meu dinheiro nas mãos dos banqueiros a fim de que, regressando eu retirasse com juros o que me pertence. Tirei lhe, pois o talento que está com ele idem no ao que tem 10 talentos, porquanto dar-se-á todos os que já têm, e esses ficarão cumulados de bens quanto aquele que nada tem. Tirar se lia mesmo o que pareça ter e seja esse servidor inútil lançado nas trevas Exteriores, onde haverá pranto e ranger de dentes, isso está em Mateus, aí você fica é se perguntando e nós
teremos? No próximo episódio, uma definição dos espíritos, né? Sobre estes textos, né? Uma orientação dos espíritos, mas assim, a gente primeiro trabalha a nossa própria orientação, segundo. Por exemplo, o que eu estou falando para você? Segundo o meu entendimento? Que engraçado, nós temos aí. É desde do começo do capítulo falando sobre a questão do dinheiro, do materialismo que você não pode se servir. É servir ao materialismo, EAE, ao mundo espiritual ou ao sua
vida espiritual? Por um fator muito simples é, nós somos espíritos que estamos no mundo material, mas este mundo material não é nossa essência. A gente volta para o mundo espiritual, que é a nossa essência, com as experiências enriquecidos e no mundo espiritual, a gente precisa de dinheiro nenhum. A gente não precisa absolutamente fazer nada, porque não precisa comer, não precisa de nada. Então a gente nosso meio é lá. A gente vem aqui para aprender e
às vezes a gente. Se desvia do caminho, dando mais importância para o material, acumulando bens. E aí a origem do egoísmo, né? Do orgulho e de esse sofrimento todo gente passando fome, tudo, toda, essa coisa horrorosa que a gente vê. Você falou assim, tá, mas aí fecha o. O capítulo né das parábolas? E a gente vai entender depois nas orientações. Essa parte da parábola dos talentos, não é?
Que eu posso ter 2 visões? Uma visão que eu sempre ouvi nas religiões quando era católico, por exemplo, que o talento se trata do talento, talento, digamos assim, das suas aptidões. Olha que vocês recebeu tantas aptidões, né? E aí você se esforça, trabalha em cima disso e devolve para Deus. Isso duplicado, multiplicado, porque se você enterrar o seu talento, olha, você tem uma missão para enterrar o seu talento. EE que estes se EE. Que Deus vai te punir se você enterrar o seu talento.
E eu aqui estava olhando para esta para este trecho agora. E vi uma outra interpretação, porque assim. Quem disse que este senhor? Han. Seria Deus. Né? Porque uma coisa que me chamou a atenção, que o aquele que enterrou talento veio dizer assim. Olha, deixa eu ver, senhor, vamos botar aqui, senhor, sei que és homem severo. Que colhe o onde não semeaste que ceifa onde não semeia, colhe onde nada plantou. E como eu te temia, eu enterrei o talento à Terra, e aí o homem
ainda falou assim. Servidor mau e preguiçoso, se sabia que eu. Seif, onde não semeei que colho onde nada devia botar o meu dinheiro nas mãos dos banqueiros, né? A fim de que regressasse. Curioso porque me parece que não é bem Deus. Não é? Esse Deus é maldade. E se Deus se importa, esse Deus vai cobrar realmente.
Se a gente entende por aquele lado de talentos, olha, OK, eu tenho certeza que Deus quer que a gente desenvolva os nossos talentos, nossas aptidões, a gente se desenvolva o seu, se melhore como pessoa, etc. Tamanho estamos falando aqui de dinheiro e ainda este senhor, diz. Que um banqueiro olha, se você sabia que eu era bravo assim, você devia ter deixado na mão de banqueiro. Oi. Num consegui entender direito. Este. Esta esta parábola? Anão ser naquele. Né?
Se você pensar que você estimula o seu desenvolvimento, não é desenvolvimento dos seus talentos, mas quando de dinheiro, não penso nesse Deus punitivo e quem nem que vai punir, aí parece que é um Deus do capital, né? Que olha, você tem que fazer a coisa frutificar mesmo. Eu não, não fazendo, é o que. Deveria você como meu servo deve fazer. Confesso que eu não entendi direito, é? Neste sentido, no pé da letra, o que seria? Não consigo comparar. Este senhor do da parábola com o senhor.
Né? I. Como o espiritismo, é ótimo para questionar, eu questiono se isso não foi caprichosamente inserido? Pela igreja, por exemplo, na época, para forçar as pessoas a trabalharem. Não sei o que será que os espíritos vão dizer e deixe seus comentários aqui porque me deixou mais dúvida do que qualquer outra coisa. Lembrando, eu sempre conheci. Certamente você conhece essa parábola, não é? Eu sempre pensei na questão dos talentos de você desenvolver pensando espiritualmente assim,
beleza? A gente vai desenvolver as nossas habilidades, significa que nós vamos progredir como espíritos. Mas quando você olha algumas características do texto, não te parece um pouco estranho comparar o senhor, o Deus, com este senhor odiento egoísta? E que bravo e que vai punir um cervo. Que não trabalhou para ele um? Diz aí nos comentários, o que que você acha disso? Está bom?
No próximo é episódio. Nós vamos começar a entender as explica ções dos espíritos sobre todas essas parábolas anteriores que a gente viu nesse capítulo, eu te espero como sempre, até o próximo. Tchau.
