Ética na Divulgação (Comunicação Social) Espírita [Ep40] - podcast episode cover

Ética na Divulgação (Comunicação Social) Espírita [Ep40]

Sep 23, 20231 hr 57 minSeason 17Ep. 40
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Nesta live tratamos do tema: "Ética na Divulgação (Comunicação Social) Espírita", com a presença de Juvan Souza Neto (SC) e Manoel Fernandes Neto (SC), sob a Moderação de Marcelo Henrique (SC), onde temos a oportunidade dos livres debates, genuinamente kardecianos. Nesta live, discutimos sobre: - Em que consiste a Ética nas atividades divulgacionais e comunicativas espíritas? - Que situações podem ser configuradas como éticas ou aéticas? - Considerando Kardec como o primeiro comunicador ou divulgador espírita de todos os tempos, qual era a sua ética? - Que parâmetros podem ser estabelecidos, como sugestão, aos divulgadores espíritas para atuarem com Ética? A partir destas perguntas provocativas e inaugurais, apresentamos várias questões para os debatedores, considerando as várias vertentes e abordagens possíveis, aproveitando a experiência de ambos, que possuem longos anos de dedicação a esta área. E os que estiverem conosco ao vivo, também participam com comentários e indagações, enriquecendo os debates. Seguimos com base em nossas premissas institucionais para o exame de qualquer temática que envolva o Espiritismo e as práticas espíritas, sempre com a dialética e a dialógica e sem fechar questão. Os debates, assim, podem ser levados pelos interessados a seus núcleos, grupos ou instituições espíritas, ampliando o espectro de avaliação do tema, inclusive com os apontamentos particulares da vivência espírita de cada um.

Transcript

Bom. Alô, você, tudo bem? Bem-vinda cc. Canas, EC canos, boa noite, bom dia, boa tarde, que afinal de conta, ou você está ao vivo conosco agora ou vai assistir depois um horário que melhor lhe convir para acompanhar esse nosso trabalho que já é tradicional nas noites de sábado à noite, são os embalos de sábado à noite do ICK. Estamos muito felizes com a sua

presença. Espero que você possa contribuir na forma de comentários na forma de questionamentos para contribuir com o debate que vai ser realizado aqui hoje. Hoje, na presença de 3 comunicadores espíritas, eu e os 2 convidados que você já vai já vai ter a apresentação. Antes que nós. Formemos a nossa bancada, olha aí, ó, estamos com Som ambiente. Mais uma novidade da nossa produção para esta live da secar sobre sono.

É isso aí, OCK, sempre inovando e procurando abrilhantar ainda mais as nossas Lives. Bom, o tema de hoje é ética na divulgação ou comunicação social espírita. E para falarmos desse tema tão importante, vamos resgatar inicialmente aquilo que o precursor, o organizador, o inventor, o criador, o codificador, o principal personagem do espiritismo nascente, o professor rivail, depois conhecido pelo pseudônimo de Allan Kardec, organizou a filosofia ou doutrina dos espíritos?

É claro que Allan Kardec é o personagem principal, porque ele foi aquele que fundou o primeiro periódico espírita do mundo. É claro que já existiam jornais espiritualistas, revistas espiritualistas que tratavam da transcendência, que tentavam enquadrar o porvir, a vida após a morte. Mas coube a Kardec que estruturou e deu o nome de espiritismo para essa filosofia. Organizar. Criar e publicar durante 11 anos a sua revista espírita, o jornal

de estudos psicológicos. No exemplar de estreia da revista espírita, em janeiro de 1858, pouco depois então de ter lançado a primeira obra espírita que era o livro dos espíritos, Kardec se manifesta no primeiro texto. Da revista espírita fascículo de janeiro de 1858. No texto que tem o título introdução. Abrir aspas, ausência de publicações de um órgão especial espírita em terras francesas, é uma lacuna que nos propomos preencher com a publicação dessa revista, com o fito de oferecer

um meio de comunicação a todos. Quantos se interessam por essas questões e desligar por um laço comum os que compreendem a doutrina espírita sob seu verdadeiro ponto de vista moral, a prática do bem e a Caridade evangélica para com todos. Kardec, então, dirigiu pessoalmente, coordenou a revista espírita como seu editor chefe de janeiro de 1858 até abril de 1869. Mas, peraí, lá como é que Kardec dirigiu o exemplar de abril de 1869? Se ele deseja, encarnou no dia 31 de março do mesmo ano?

É que Kardec sempre preparava sedições com antecedência e deixou no prelo com seu editor o exemplar. O fascículo de abril de 1869, completo para que fosse divulgado e, lamentavelmente, por causa de um aneurisma cerebral, ele desencarnou de uma forma, é momentânea, de uma forma. Violenta, né? Porque se desencarnam, foi um desencarne, como os espíritos dizem. Natural. Pois bem, feita essa introdução, vamos chamar os nossos convidados, que vão abrilhantar o nosso debate.

Hoje vem para a bancada, então. Que rufem os tambores. Gilvan Souza neto, bem-vindo, Giovanni. Fraterno, abraço, boa noite ou olá para todos vocês que estiveram em qualquer outro horário. Gostei da sonoplastia, Hein? Tá muito bom em Marcelo, a equipe técnica aí não é fraca, não em á então, ó. A nossa abraço aqui a gente começa aí realmente. Bala de sábado à noite. Kardequiana produtivo com SUS consistente, né? Com a participação de todos vocês e a gente seguindo por aqui.

É isso aí, Juan, estendemos o seu elogio a nossa equipe técnica ao pessoal, estas pessoas, este povo, esta gente que você não vê, faz a TV que você vê, é um bordão antigo da TV brasileira, né? É referenciando e reverenciando, ao mesmo tempo, aqueles que ficam nos bastidores na coxia. Como a gente costuma chamar e nos ajudam a fazer este momento de debate, de congraçamento, de fraternidade.

De divulgação, também do espiritismo, como é a bancada dos embalos de sábado à noite, as Lives dos CK, sempre aos sábados, entre 18 e 30 e 20 e 30. Pontualmente, o Gilvan é jornalista e é dirigente da rede espaço espírita de divulgação doutrinária, sediada na cidade catarinense de Barra Velha, no litoral norte do estado de Santa Catarina. Você que não conhece o estado de Santa Catarina, venha conhecer as belezas do nosso litoral.

A afetividade do nosso povo, não só do litoral, de todas as regiões do estado. O Planalto norte, a região norte, a região sul, a grande Florianópolis, o Oeste, venha pra cá, venha conhecer o nosso estado barriga-verde, que sempre tem a qualidade de receber com muita Alegria e com muita hospitalidade, turistas e visitantes de Santa Catarina. Muito bem. Vamos chamar então aquele que vai compor conosco. Com terceira pessoa, o nosso. Espaço de debates de hoje, Manoel Fernandes neto vem para

cá, né, com? Tudo bem, Marcelo? Tudo bem, Giovana? Tudo bem. As pessoas que estão presentes, Alegria grande, estar aqui com vocês nesse bate-papo que a gente vai ter, gosto de chamar de bate-papo para trazer essa informalidade a nossa conversa. Né? Que é sempre muito bom a gente estar conversando e eu, quando combinei essa live com Marcelo, o convite dele, eu. Ele falou, olha, tem um assunto aqui que você não vai poder dizer não, de jeito nenhum.

E aí quando ele falou em comunicação, falou que era com Giovanna. Ele e falei a cara. 2 jornalistas que eu conheço há muito tempo, muito tempo em muitas ocasiões, né? 2 jornalistas que eu já tive oportunidade de entrevistar ambos. Entrevistas históricas que até hoje são são atuais. Então é uma Alegria muito grande esse essa conversa da gente. Muito bem, o Manoel Fernandes neto.

Para os íntimos, o Neco, o Neco do ECK, é jornalista e curador de conteúdo, é coordenador de comunicação da casa espírita Nova Era, em Blumenau, vale do Itajaí, Santa Catarina, é criador e editor do portal Nova Era e é coordenador de mídias e editor do portal com Kardec, mantido pelo grupo espiritismo. Com Kardec. Também é membro do conselho de gestão do ECKE do conselho editorial da nossa revista espírita eletrônica. Harmonia.

Pois bem, apresentados os nossos amigos jornalistas que vão ter a incumbência de discutir conosco temas afetos à divulgação e a comunicação social espírita. Notem, com ética, vamos fazer o nosso pinga fogo, o nosso bate-papo, a nossa mesa redonda para aquecer ou para refrescar, dependendo da região onde você esteja, no Brasil ou no planeta. Com informações sobre a doutrina dos espíritos começar pelo nosso convidado especial, o Gilvan.

Juva com base no tema que nós escolhemos para conversa de hoje, nós temos. 2 núcleos dos substantivos, 2 conceitos que parecem andar juntos, mas nem sempre são a mesma coisa. Divulgação e comunicação social espírita tem diferenças específicas, justifique a sua resposta. Então, normalmente cumprimentando aí fraternalmente a todos é, Eu Acredito que. São conceitos complementares.

EEE que a gente poderia dizer Marcelo AA comunicação social em si, seria o termo mais técnico, por exemplo, para quem passa por uma faculdade específica, que habilita em comunicação social ou que dá o título de bacharelado, que dá o título de bacharel em comunicação social. Então aí você tem os jornalistas ou você tem os relações públicas, ou você tem aí também os publici, os publicitários, publicidade propaganda são 3 dos

ramos. É principais que a academia forma, então jornalistas ou bacharéis em comunicação social, né? Divulgadores marqueteiros é publicitários, né? Hehehe. PS, como se fala no jargão. A questão da divulgação é já é um pouco mais ampla, porque você pode e eu concordo, inclusive,

que não se tenha. Não há, não há essa necessidade de é, não há essa necessidade de daí, de uma a princípio de uma formação académica, você pode ser um divulgador espírita sem ter a formação acadêmica, mas você pode até ser 11 jornalista espírita sem ter a formação acadêmica. Né? Você pode aí passar por é você pode aí passar por uma experiência de divulgação. É é que que faça é AA com maestria.

O trabalho da divulgação. E nós temos AA partir a partir dessa experiência, poderíamos citar, não é? Não é Marcelo, o próprio codificador? O próprio Kardec, não é? É que reunia todas essas habilidades e muito mais, né, né? Mas também aqui no Brasil nós temos, aí é é grandes nomes da da comunicação e da divulgação espírita. É ao longo da história, né? Nós temos o próprio, o próprio kulanu pires, que teve, é publicações, inclusive uma

revista de pedagogia. Espírita, nós temos um grande nome que é o kr baixo teor em e que inclusive agora, daqui a 2 anos, vai fazer aí a sua é o seu Centenário da fundação da revista Internacional de espiritismo e, enfim, ao longo da história, mais recentemente TV tivemos alamar Régis, saudoso alamar, um polemista espírita. Inclusive, né, nós temos médiuns que comunicam muito bem como é o caso do José Medrado, que tem programa de TV há muito tempo. Nós temos, aí eu vou citá-la,

né? É a nossa amiga, inclusive, é muito próxima. Celina Sobral, que tem aí a sua condição de apresentadora da TV mundo maior desde a fundação da TV, na Rádio Boa Nova, na Rádio Boa Nova. Então, encontramo-nos, é. É dezenas de grandes comunicadores, alguns já já passaram para para a espiritualidade, outros seguem com a gente, novos nomes surgindo, rádio Rio de Janeiro da mesma forma e aí, claro, eu vou entrar aí numa Seara que Oo Manoel conhece muito melhor.

Que é a Seara digital é, e que, aí sim, na Seara digital a gente pode encontrar é, é grandes comunicadores. Então, entre a formação, habilitação é é académica e a condição de divulgador está ali um diploma, mas que ele não é necessariamente é. É exigido para você ser um bom comunicador espírita. Agora uma qualificação, ela, o nome já diz, ela qualifica o material a ser apresentado,

porque aí você inclusive pode. É é apurar melhor e apresentar melhor, por exemplo, e eu vou citar o portal da sociedade Nova Era do do nosso amigo e colega de profissão, Manuel é uma referência de divulgação espírita. A revista Harmonia não é. Nós temos hoje no ar, está com pouca pouca atualização jornal, espaço espírita que já circulamos. É, é, é de de maneira impressa. Durante 16 anos. E eu fico lembrando mais, não é não é Marcelo, para devolver para ti, eu fico lembrando o

heroísmo do kr baixo teor. O heroísmo, né? Do do próprio Herculano pires, né? O heroísmo das das editoras espíritas brasileiras? E aí o nosso reconhecimento. Laquê. GM, o próprio parque gráfico da federação espírita brasileira, né? É, é aí toda ideal, né? As editoras, que publicaram durante muito tempo os livros do Chico, né? A leal da mansão do caminho do confrade Divaldo Franco heroísmo de gente que, em tempos muito difíceis, levava a comunicação espírita à frente, é no braço,

correio fraterno do ABC. Né? Que hoje é só correio fraterno, né? Então nós temos aí uma esteira. O jornal mundo espírita, da federação espírita do Paraná. Né que, embora o seu conservadorismo tá aí, né? Até hoje, né? Então a gente tem grandes e notáveis homens e mulheres de comunicação e divulgação no meio espírita. Muito bem, muito bem pontuado. É um discurso aí, histórico retrospectivo da principalmente da imprensa espírita, né?

Com alguns vieses também para as mídias eletrônicas, para o próprio rádio, que tem uma função essencial no processo de popularização do espiritismo, como? Com certeza esqueci alguns, não é? Sim, é um, digamos assim, exemplificativo, né? Uma panorâmica sobre a questão da divulgação. Devolvo então a pergunta pro, né? Com a mesma pergunta, né? É? Quais seriam as diferenças específicas, a seu ver, complementando o que o Giovanni já colocou sobre divulgação e

comunicação social espíritas? Não tem, o Marcelo não tem muito o que acrescentar ainda. O que o Giovani falou, ele fez um. Um Panorama muito completo. A comunicação e divulgação nos tempos atuais, as pessoas todas as pessoas, são, de certa forma, divulgadores espírita. Não é você tem a pessoa, tem seu Instagram, a pessoa tem o seu Facebook, a pessoa cria uma conta. Ela começa a estudar espiritismo. Ela abre uma conta no YouTube, ela começa a fazer vídeo.

É claro que existe. Nessa Seara existem exageros. É, são pessoas. Às vezes surgiu alguém nesse meio todo em que não conhecem o espiritismo a profundamente e transformam o espiritismo em algo, algo Sobrenatural, para trazer cliques, né? Mas independente disso, eu acho que as pessoas, elas estão aproveitando todas as mídias para serem divulgadores legal, que o Gilvan também. Destacou, né? O esforço histórico de tantos jornalistas antigos para essa divulgação espírita.

É, então você tem hoje as mídias digitais. Você tem o pessoal que sempre batalhou, comunicação espírita e divulgação. De certa forma, eles dialogamos, eles têm um certo diálogo. As 2 definições, né? Como Gilvan falou também a comunicação, ela, ela, a comunicação social. Ela, você tem um preparo maior para isso. Você consegue pensar a comunicação de uma forma mais completa, inclusive se você pegar hoje em dia da FEB. A comunicação social, ela é bem

abrangente. Eles têm livretos que eles orientam a casa espírita em relação a isso. As próprias palestras espíritas, hoje, elas estão inseridas dentro da comunicação social espírita. É, é, é algo recente, né? Ou seja, quem é a cor da dor? Coordenador de comunicação, ele também assume. É claro, que o dialogando com todas as pessoas da casa, mas ele assume também essa parte de escalação de de palestras. Então o Marcelo, eu acho que a gente tem muito.

Durante a live nós vamos desenvolvendo esses temas e é bem legal fazer essa separação, mas ao mesmo tempo mostrar que você, sendo um divulgador ou um comunicador espírita, você acaba fazendo aquilo que o espiritismo precisa é ser o debate, a sua discussão. O seu aprofundamento, essa vibração. É importante que a gente precisa. Oo espiritismo necessita dessa vibração, é você as próprias livres do e secaria.

Esse é um exemplo disso. Gosto de chamar desses, isso de grupos de estudo, como se nos olha nós nos encontrássemos sábado à noite, fizéssemos uma roda com 2025 pessoas nas cadeiras. Olha se você juntar 25 pessoas num sábado à noite para discutir espiritismo, isso é uma grande Conquista. É, eu acho mesmo, eu acho mesmo, que o espiritismo, isso eu vou desenvolver durante nós. Vamos desenvolver durante esse diálogo. Eu acho que o espiritismo, ele necessita disso.

Pequenos grupos que conversem, que a gente reflita, né, que a gente mostre os caminhos que a gente faça crítica também, né? Esse debate, esse debate é muito importante, Marcelo. Imagina, né? Giovan se Oo Neco não tivesse nada a dizer, né, ele falou para ti que tu tinhas falado quase tudo, imagina se não tivesse? É interessante que quando a gente tá a gente não repara o tempo passando, né? Aham. É isso, e quando a gente vê o tempo foi o tempus fugit, né? Olha só, eu queria registrar.

É a excelente lembrança que o Gilvan fez a um companheiro muito querido, com quem ombreamos durante mais de uma década. A as questões afetas da comunicação e a divulgação do espiritismo. Nosso alamar Egis Carvalho. Que eu é carinhosa, é afetuosamente o apelidei como o boca de Trombone, porque o nosso alamar dizia o que pensava sem peias, sem medo, nunca foi

arrogante, nunca foi descortês. Mal educado, sempre foi equilibrado, mas dizia a verdade, fazia o movimento espírita pensar e pensar bastante sobre algumas questões. Então aqui sei que o alamar está presente conosco. Já tivemos a oportunidade de sentir a sua energia em vários momentos das atividades do ICK. Já recepcionamos uma vez uma mensagem mediúnica de sua autoria, então, querido alamar, um beijo onde você esteja, que você esteja envolto em luz e que

você continue trabalhando. Daí onde você está e depois, quando voltar para o plano da Terra a serviço do bem, a serviço da espiritualidade, como você fez durante mais de 6 décadas a serviço desse trabalho? Queria registrar também, né? Em 11, forma de homenagear aqueles que estão conosco e que militam também no campo da divulgação e da comunicação social espírita.

Cássio Carrara, Eliana Haddad, Evandro noleto Bezerra, Geraldo campeche sobrinho, Wilson czerski Davi, que nália, André Pádua, Kátia pele e desde manzano, um beijo pra vocês todos. Obrigado pela audiência, obrigado pela presença e também obrigado em nome do movimento do meio espírita por fazerem tanto pela divulgação e pela comunicação social espírita. Embora tenhamos aqui o ali algumas diferenças na forma de tratar a mensagem de tratar o

conteúdo. Todos, invariavelmente estes citados em muitos outros, fazem um trabalho operoso, um trabalho de dia a dia, um trabalho exaustivo no sentido de divulgar a mensagem trazida por Allan Kardec e continuada por nós, por todos nós, encarnados e de desencarnados. Nesse contexto do espiritismo. Bom, vamos entrar um pouquinho nessa dicotomia entre divulgação e comunicação, tratando de uma espécie de bordão. Uma máxima, quase um mantra. Que está muitos anos, é. Entre os espíritas?

E esse mantra, ele possui uma pequena diferença em relação ao que foi popularizado e o que contém a mensagem original. Então vou começar fazer 11 contraponto, começar com o Neco e depois passar pro Jeová no livro estude e viva psicografa. Lado a 4 mãos por Waldo Vieira e Chico Xavier, um livro do final da década de 40. Portanto, aí um livro de praticamente 80 anos, há uma mensagem é no capítulo 40. Cujo título é Socorro oportuno. Desta mensagem? Que foi é ditada pelo espírito Emmanuel.

O livro é assinado é por 2 médios e 2 espíritos, Emmanuel e André, Luiz Waldo Vieira e Chico Xavier. Geralmente, o Valdo psicografava as mensagens do André Luiz para essas obras em conjunto a 4 mãos e o Chico psicografava as mensagens de Emanuel. Mas não era. É somente esse esse fluxo, às vezes um também psicografa mensagem do outro espírito. Essa mensagem teve a tradução como um mantra, um bordão no movimento espírita Neco, da seguinte maneira. A maior Caridade que se faz ao

espiritismo é a sua divulgação. Você que está nos vendo nos ouvindo você que está nos acompanhando ao vivo e depois vai aceder ao é vídeo gravado no nosso canal, já deve ter lido, ouvido e visto n incontáveis vezes essa frase ser pronunciada, ser repetida nas hostes ou nos ambientes espíritas. Mas a frase que Emanuel falou através do Chico no livro estude e viva, não é esta?

A frase é a seguinte, estudemos, Allan Kardec ao clarão da mensagem de Jesus Cristo e seja, no exemplo ou na atitude, na ação ou na palavra, recordemos que o espiritismo nos solicita uma espécie permanente de Caridade, a Caridade da sua

própria divulgação. Sem ser mais realista que o rei, sem querer ser aqui um analista literário, mas apenas trazendo esta matéria para o nosso debate, porque o meio espírita traduziu, transformou em modificou o pensamento de Emanuel para consagrar este bordão, a maior Caridade que fazemos com o espiritismo é a sua divulgação. O que que você tem a dizer, Neco? Olha, Marcelo. O primeiro é uma boa risada para a gente refletir. Medir as palavras, né, Marcelo?

Cara, é. Eu tenho uma visão minha laica em relação a essa frase, apesar de usá-la na casa espírita. É porque eu também não sou uma pessoa radical em tolerante, é inclusive conversando contigo no passado sobre como essa frase estava incompleta. É, eu acho que o espiritismo, ele, de certa forma, ele gosta de fazer prosélitos, está de certa forma, de certa medida, né? Eu vejo de uma forma, eu. Eu vejo que o espiritismo e o espirit, então existe 11 certa força.

São em falar que o espiritismo precisa de Caridade. O espiritismo não precisa de Caridade, espiritismo, ele precisa de estudo, ele precisa de aprofundamento, né? E pelas suas atitudes, você pode, você pode. Transformar uma pessoa que está do seu lado, né? Pela pela sua nova visão do mundo de mundo, você pode sensibilizar um grupo. E se você trabalha em divulgação e se você quer trabalhar em divulgação, você não faz por Caridade, você faz, porque o espiritismo é atraente como

filosofia e como ciência, né? Quando eu estou conversando com uma pessoa sobre espiritismo, eu não estou fazendo Caridade com o espiritismo. Eu estou conversando porque eu gosto de conversar sobre o espiritismo e todas as as nuances que ele tem, né? Todas AA, os simbolismos, é todos os raciocínios toda dialógica que existe dentro do espiritismo, não por Caridade. É claro que o movimento espírita ele tem, existe uma, eu eu vejo uma certa força, são, eu tenho

uma visão. Peca por em relação a várias coisas, do espiritismo, várias coisas, tá? Isso não quer dizer que eu, que eu recriminei a atitude de de ar ou de b ou dentro da casa espírita, mas eu acho que o espiritismo, ele não precisa de Caridade, precisa de estudo, né? Ele precisa de estudo aprofundado, principalmente

dentro das casas espíritas. É, é, é. Quando você começa a estudar espiritismo, quando você entra no espiritismo você fica logo, não vou eu, a 20 anos, eu sou um espírita recentes ou eu sou espírita há 20 anos? Quando eu comecei no espiritismo, venha ter entusiasmo. Você quer transformar todo mundo em espírita? É seu vizinho, fala com você e você já quer conversar com seu vizinho?

Olha você, você começa a mostrar o livro dos espíritos AO espírito imortal, ação e reação você, quando você fica entusiasmado em relação aquilo, depois, com o tempo você vai entendendo que o espiritismo é um acontecimento íntimo, é seu. Você pode trabalhar na comunicação, mas ele é seu. Ele acontece primeiro dentro de você, sem manifestações externas. Então, para resumir, eu vejo um certo exagero, né? Das casas primeiro modificar. Se você pegar as 2 fases, elas estão bem diferentes, tá?

E segundo de estar utilizando isso de uma forma de uma forma exagerada em relação ao espiritismo, por que que o espiritismo precisa de Caridade, né? Porque você? Eles usam isso para você ficar sensibilizado, ai já estou fazendo Caridade, eu estou divulgando. Né? Então, é mais ou menos isso. Assim que eu de bate pronto ou sem, sem preparo nenhum. É assim que eu vejo o Marcelo. Muito bem. E você, Juan?

Olha, eu vou, eu vou nessa nessa linha de pensamento também do do do Manoel, é, é embora nós saibamos, né, Manuel, que nós estarmos na tribuna espírita, na live espírita, na revista digital impressa jornal, que seja, nós estamos fazendo um trabalho de benemerência de Caridade.

Nós estamos agora literalmente concordo com o Manuel nesse sentido, que que que um movimento de de luzes, como é o espiritismo, um né, um pensamento superior, como se se se corporifica na Terra o espiritismo, através dos espíritos superiores, ele não precisa de Caridade. Mas Eu Acredito muito que isso, Manuel, ao longo das décadas, foi decorrente. É, é, e eu já falei essa frase, tá? Eu já falei, eu cheguei na doutrina em 1990. É, eu já.

Eu já falei essa frase e já me deparei com a frase literal que o Marcelo acaba de trazer, que está no estúdio viva, mas eu acho que há um grande, uma grande rádio corredor aí. Eu acho que é um grande telefone sem fio, um escuta e o outro vai reproduzindo mais ou menos igual. A frase do silêncio é uma prece. Um telefone sem fio AO Chico. Naquela circunstância, ele colocou lá o silêncio, aprece, não se sabe em que circunstância, não sabe em que

conjuntura. E na nossa casa em Barra Velha, que eu frequentei, onde eu iniciei na doutrina, durante o Marcelo, inclusive esteve lá. É durante 26 anos, fiquei no centro espírita Jesus Nazaré, uma casa que segue prestando é 11 trabalho inestimável no campo da Seara espírita. Lá nós colocamos a plaquinha do silêncio. É uma prece por puro e simples telefone sem fio. E depois passou o tempo. Eu tive. Eu era presidente da casa. Eu tirei a plaquinha e aí

coloquei uma releitura. Eu coloquei o silêncio favorece a sua prece. Porque o cara pode estar em silêncio, se pode estar pensando besteira. Pode estar, esse le tá fazendo a minha com a mão. Do pensamento, então assim tiramos fora readaptamos para não tirar 100%, para não dar aquele choque, né? Na casa espírita, la adaptamos a frase mais consentânea com a razão espírita e eu acho que então nessa, nesse caso também foi um grande telefone sem fio e virou senso comum e as pessoas

seguem reproduzindo. Esse é o receio e teve uma parte para para finalizar aqui, Marcelo devolver para ti teve 11 complemento na primeira pergunta feita pelo Manuel, que é um alerta importantíssimo que são as pessoas que não estudam a doutrina e no afã de ajudar, montam a sua conta no YouTube, montam o seu canal. E aí colocam coisas que não tem fundamento. Porque é EEA outros aí e a

outros ainda, outros 2 aspectos. O tal do coche espírita, que está virando uma moda mania, inclusive em eventos pagos, né? Uma auto-ajuda sem fim. E os caça likes abertamente caça likes fazem layout is estrondosos.

Quem foi reencarnação de quem? A mensagem psicografada então no YouTube você vê de pilha, tem da Cássia Eller tendo Getúlio Vargas, tem do do doutor Enéas Carneiro, tendo tututu tão psicografando tudo aí você vai ver lá, 30050 1400-1000 visualizações, não tem base nenhuma e aí gera a rádio corredor. E aí gera Oo disco e me diz que aí gera o telefone sem fio, que é a fonte também dessa frase aí pinçada muito bem pelo Marcelo é contigo, Marcelo. É engraçado, né? Além dessa situação que você

está trazendo aí, chuva. Tem a outra, né, que é a de você. É primeiro que as psicografias, as que handen cliques que handen vendagem de en periódicos impressos. Por incrível que pareça, isso também existe que geram prestígio aos médiuns ou as instituições às quais eles estão vinculados. É sempre psicografia de figuram, seja da arte, seja do esporte, seja da política, seja da história do Brasil, ou seja, da própria história do movimento espírita.

Ninguém é por pública, ninguém recebe uma mensagem da dona Maria quitéria que é é, foi presidente do centro espírita lá em Faxinal dos Guedes, aqui no interior de Santa Catarina, né? É sempre o senhor doutor, a senhora, doutora, que teve um pra um papel de importância de significação dentro da história espírita, né? É a outra questão. Gilvan é de é aquela que nós já comentamos várias vezes. Então também tangencia a ideia da divulgação da comunicação

social espírita. É que sempre quando há alguma algum site, alguma informação sobre uma vida passada, ninguém foi faxineiro, ninguém foi o que colocava AA. A ferradura no cavalo do rei, né? Todo mundo foi rei, príncipe político, cientista é. Ninguém. Foi o vassalo. Ninguém foi uma empregada doméstica, né? Fortaleza, piano. Como você não veio de nenhum cocalero boliviano? Desencarnado, você não vê? Não vê nenhum bóia fria, não é boia fria essa.

Essa é a ideia principal. Bom, acho que ficou bem Clara, né? A frase tá aparecendo aí no banner? É claro que a essência está relacionada a ideia da divulgação do espiritismo e, através dela, alcançar um número maior de consciência. Se de corações um bordão que a gente usa muito aqui no ECK já usávamos em outros periódicos, é um site nova, era aparece no. No site do SK, parece um reformador, está sempre é contido Na Na, na. Na revista Internacional do

espiritismo. Enfim, em outros periódicos. É essa ideia de que, quanto mais você multiplicar, mais pessoas você vai alcançar e consequentemente, essas pessoas vão utilizar o seu intelecto e o seu coração para pensar. Nas coisas corriqueiras da vida, nas situações da relação com a imortalidade com o viés espírita e muita gente acabou se tornando simpatizante ou mesmo. Adepto? Do espiritismo a partir de uma determinada. Informação que deu um estalo, deu um clique em mudou.

O procedimento, mudou a forma de encarar a vida? Os outros e o próprio universo. Bom, é, tem 11 questão aqui que me foi sugerida hoje, quando nós divulgávamos a live. E que eu é? Reservei um espaço para tratar dela, né? Que é. É uma das situações que nós vemos muito. Hoje é no aspecto da divulgação do espiritismo, não tanto na comunicação, embora é também tenha.

É reflexo também apareça em veículos específicos de comunicação social espírita, mas ela está mais presente no atendimento cara a cara no atendimento, dia a dia das instituições espíritas e por isso estou enquadrando essa situação. Como divulgação pretensamente do espiritismo? A situação é essa, Gilvan. Nós, quando estamos, é tratando de divulgação ou de comunicação

social espírita. Devemos, por compromisso, ter um olhar crítico em relação a. As questões afetas à linguagem e ao conteúdo das chamadas manifestações espíritas, sobretudo a manifestação dos encarnados com os seus diversos viés, né? É essas mensagens ou essas manifestações vêm de lideranças e dirigentes de médiuns, ou mesmo oficialmente de grupos e instituições. Por isso, se costuma dizer que há muita aparência de espiritismo e poucas essência de espiritismo em muitas mensagens.

Uma dessas questões que me parece ser apenas uma mera opinião de quem se manifesta assim. Está relacionada a uma costumeira apologia ao sofrimento, né? Como se nós estamos aqui na Terra para sofrer, para purgar, para expiar, porque nós não fomos criaturas muito boas na vida anterior e nesta ainda, somos muito imperfeitos. Logo este mundo é, usando um adágio religioso, um adágio das igrejas, um vale de lágrimas. E nós estamos aqui para inspire tipicamente como se isso fosse

espiritismo. Idolatrar, abençoar, valorizar, glorificar o sofrimento. E aí nós temos, infelizmente, no atendimento, dia a dia das instituições, aquelas prescrições de. Que haverá estadias de sofrimento no mundo invisível, que haverá lugares onde essas pessoas vão ser recepcionar. Nada, se vão passar muito tempo em dificuldades espirituais, em função daquilo que fizeram na vida. Ou seja, nós estamos

transformando a ideia do porvir. Segundo o espiritismo, numa ideia religiosa, na maioria das vezes, mas numa ideia que é comum às outras manifestações do pensamento cristão sobre a Terra, né? De que o planeta é um vale de lágrimas, como eu disse e que nós estamos aqui porque ainda não somos. Grande coisa, não somos flor que se cheira. Qual seria a Giovana a tua opinião? O antídoto?

Para esse tipo de comportamento, para essas práticas enviesadas e por essas mensagens, divulg acionais, que pouco tem de filosofia espírita. O antídoto, barcelo é, já foi dado aqui pelo próprio Manuel, minutos atrás, é o estudo. O antídoto é o estudo, o antídoto, eu é. É o entendimento da doutrina espírita, que tem a sua função e a sua AAO seu componente moral moralizante ou até religioso.

Se você quiser assim dizer. É, tem até um campo de vivência religiosa, tem uma possibilidade de vivência religiosa. Estabelecida ali até um livro religioso entre os chamados, é chamadas obras básicas. Nós trabalhamos a ideia, né, né? Marcelo, que toda obra de Kardec é básica e não só as 5 consagradas, né? E eu já de muito não uso o termo

pentateuco porque já, né? Já entendi que é é muita limitada, muito, é muito limitante esse tema é e vinculante, inclusive ao tronco judaico-cristão, mas é, é o estudo, vai fazer a gente entender. Não é a função do sofrimento na nossa vida que o sofrimento inerente às nossas más ações, o nosso mal plantio, a nossa, a nossa massa semeadura. Né? Mas não a ponto de nós glorificarmos ou acharmos realmente que há esse vale de lágrimas. Nós não, nós não entendermos aquilo que muitas vezes

acontece, né? Marcelo de na prática espírita, é substituir, é é atavismos da prática católica ou ética dentro da prática espírita, achar que água fluidificada é óstia, achar que passe a benzimento, achar que é, é que o que está posto lá na série. André Luiz é, é vale para todo o plano espiritual. É um termo de referência para todo o plano espiritual, porque as nomenclaturas vão ser diferentes AA conjuntura. Você citou ali um livro de 80

anos. O estudo, o estudo de viva nosso lado também tem 80 anos, então nós trazer isso para o mundo atual, a gente trazer, inclusive para uma ideia, né? Manuel, de de de de entender o espiritismo de uma maneira de colonial. Eu curti ontem, compartilhei e curti. Até postei alguns links com vídeos muito bons. Que o grupo do caibar, lá em

Matão fez. Vídeos internos tanto do centro espírita, o clarim como do museu do Cairo bar, vídeos muito bonitos para se conhecer ali, a universo, a vida é obra do Caribe. Mas eles ainda é. É, veja bem, o centro espírita amantes da pobreza olha o nome de Matão. Eles, ao longo das décadas, não sei por que motivo, mas vi vir com muita Alegria. Eles amadureceram a ideia de que estava na hora de trocar o nome do centro. Porque amante da pobreza é algo

pesadíssimo. E aí transformar em homenagem ao primeiro jornal fundado pelo pelo pelo caibar, transformar em centro espírita o clarim. 11111 sábia homenagem válida, homenagem, mas ainda estão chamando em alguns segmentos do movimento espírita Paulista, paulistano e brasileiro. Ainda estão chamando o Marcelo caibar, de Bandeirante, do espiritismo. Isso tem que ser alvo de uma leitura the colonial. Pioneiro do espiritismo, desbravador do espiritismo Bandeirante.

Hoje a gente já sabe pela leitura histórica, erros e acertos dos Bandeirantes e houve muitos erros. Então é essa ideia de armar o sofrimento de louvar e bendizer glorificar o sofrimento está nesse campo aí também. Nesse campo de entendimento, nós passamos a entender AA função do sofrimento em nossa vida, mas não a querê-lo glorificá-lo ou

ou sou, né? Nesse aspecto, uma mulher, por exemplo, vítima de agressão de violência doméstica, vai ser surrada, agredida, batida pelo marido, 30 anos para se purificar, porque a doutrina disse que tem que louvar o sofrimento. Não existe mais isso. A visão está mudando. E esse, esse, essa visão de colonial, essa visão é consentânea com os tempos atuais e que precisa ser construída também nesse aspecto. E eu vou lá no evangelho, né, Marcelo? Para encerrar e devolver para ti.

É quando Kardec fala e usa uma expressão, é é AOO mecanismo da justiça divina. Em nós, se trata, e aí vou usar a expressão literal de Kardec, sem lembrar o capítulo, mas se buscar lá, a gente acha de rigorosa justiça distributiva. É uma distribuição de acordo com a semeadura, é uma distribuição de acordo com o que foi plantado. Então eu não sofro, porque eu acho que eu adoro sofrer, porque, via de regra, a gente é assim, né? Manoel deu 3 ou 4 sucessão de problemas na semana.

Você já de desestabiliza. Financeiro de saúde, o que for e vem geralmente vem tudo, meio junto ainda aí eu combo e a gente está falando, você não sabe nada que diga, pronto, se tivesse na barca com Cristo já fundava na hora. E aí, claro, temos que desconstruir essa ideia, desse sofrimento ser louvado. Ele tem que ser compreendido, essa rigorosa justiça distributiva, no dizer de caguei. Marcelo. Muito bem, está no capítulo quinto.

Bem aventurados os Aflitos, né? Onde Kardec faz uma incursão muito interessante sobre a justiça das aflições, né? Tá explicado, claro. É não no parâmetro da nossa visão de justiça, na visão da justiça, nos na sua quintessência, né? Que é, é a justiça espiritual. Ana Lúcia queria estar perguntando, aí é a aplicação da justiça. É, não sei se ficou muito Clara alguma pergunta ou questionamento da Ana Ana. Se você puder recolocar, é a gente novamente.

Aborda. Vamos voltar então ao ao, ao Manuel, ao Neco. É para essa mesma questão, né? Essa apologia do sofrimento, como é que nós vamos é além do que o Gilvan disse é combater isso, claro, o bom combate, né, não é o combate com armas, não é o combate com violência, com agressividade ou com. Aquilo que nós temos muito hoje nas redes sociais e também no movimento espírita presencial, a política do cancelamento, vamos cancelar aqueles que pensam diferentes de nós, não é isso? Não.

E o Marcelo? Eu acho que as ferramentas é a que nós temos, não é? As ferramentas de comunicação sempre nos nossos artigos, os nossos textos também nas palestras. Aproveitar nas palestras. Está no dia a dia na casa espírita. Conversa paterna também o movimento espírita. Como todo, ele mantém esse esse sofrimento para manter o controle. É uma questão de as pessoas. Elas querem controlar as outras pessoas.

Tá, tem um programa, tem um livrinho, não vi o programa, mas tem um livro do Herculano, não sei se é esse o nome daquele programa de rádio que ele tenha limiar de amanhã. Eu acho que é esse o nome. Tentei, eu tenho esse livro, tentei procurar aqui no escritório, não achei. Agora tem uma pergunta que falam Pra Ele do ouvinte, o ouvinte pergunta para ele, é o espírito espírita gosta de sofrer, por que que o senhor tem a dizer isso?

Ele é muito claro no que ele fala mais ou menos isso, tentar repetir o que ele fala, ele fala assim, ó, só se for você. Eu sou espírita e não gosto de sofrer. O sofrimento é uma abordagem pessoal e única da pessoa. Ela pode sofrer ou não. De acordo com a com a situação. Às vezes você pegar e aí ele diz você pega 2 pessoas passando pelo mesmo problema, uma sofre e a outra não. É, então isso deixa muito claro, é essa racionalidade que nós

temos colocar nas coisas, não é? Às vezes acontece coisas na nossa, na nossa, no nosso dia a dia, às vezes não é problema financeiro, mas é um cano que estourou, é o copo de ar, o copo de leite que virou no café da manhã. Se você não tiver o controle naquele momento, naquele instante você vai sofrer o dia inteiro. Você vai sofrer com aquilo o dia inteiro. Você pode furar o seu período de manhã, você vai sofrer o dia inteiro. Se você não tiver um controle

racional dos suas emoções. E é isso que tem que ser dito com a pessoa, imagina a pessoa é entrar para uma conversa fraterno e você com aquela cara de sofrimento, com a pessoa bem diferente. Se você tiver alegre, vem aqui, vem conversar, vamos conversar isso aqui. A casa espírita é na maioria das casas espíritas. Não digo que são todas. Não gosto de generalizar, né? Você está chegando na casa espírita alegre quando entra na

casa e vir. Faz aquela cara de sofrimento, como se você tivesse entrando num espaço. Não é que fosse cara. Eu acho que a gente quem tem que é de ser divulgar o espiritismo, falando para as pessoas, querem estar na Terra que ela é um ser humano. Que ela pode realmente de tropeçar um dia que ela pode superar aquilo. Aquele tropeço, ele tem que ir. Na verdade, é é viver esse, esse, essa, essa humanidade, o tempo inteiro, com todos os seus desafios e com todas as suas, as

suas alegrias também, né? E o espiritismo não é pra você que usa as ferramentas espiritas aqui, agora, nesse instante não é para quando você desencarnar. Olha desencarnei, eu sei que agora eu estou num brao sei de tudo, não é aqui agora nas quando no dia a dia que você tem. Quando você está com uma intolerância mais com uma pessoa, quando você está com uma falta de paciência, você vai utilizando essas ferramentas espiritas sem sofrimento a dor ela existe. Existe momentos que nós estamos

com dor. Não temos que desprezar essa dor das pessoas e determinadas situações. Jamais. Não temos que desprezar essa dor. Nós temos que ter uma compreensão maior, mais falar que o espiritismo é só sofrimento, é uma. A ideia é errada do que a nossa doutrina, do que é a doutrina espírita. É a Ana, então tinha complementado, é, não é? Essa é o comentário, é o próximo, né?

Dizendo que o sofrimento seria a justiça sendo aplicada antes que os nossos convidados respondem, vou fazer uma pequena introdução, né? É, depende o que entendemos por justiça, né? Existe a justiça repara tiva dentro das leis universais, das leis divinas ou naturais, como está na terceira parte do livro dos espíritos, que se baseia no

princípio é de causa e efeito. Que nos atinge a todos, então algumas situações da nossa existência Ana fazem parte da aplicação da justiça encarnações afora, né? Mas existem outras situações que são efeitos, da do livre arbítrio de cada um, né? Então eu pego meu carro de manhã e saio atabalhoadamente porque estou atrasado para o trabalho

ou para escola. Não presta atenção no trânsito e colhido e aí vem 11 pessoa que acha que está dando uma explicação espírita dizer não, isso aí é porque na vida anterior fizesse alguma coisa e agora está recebendo. Ou então aquele mecanismo compensatório. Não, isso é porque a 2 anos atrás tu te envolvesse numa

outra situação. E agora o universo está te dando o efeito não foi atua em vigilância, foi a tua imprudência, foi o exercício do teu livre arbítrio que pode determinar situações positivas ou negativas, conforme a dinâmica das nossas ações. É isso, Golden Boys mais ou menos, Oo caráter é. O você, eu acho que você falou tudo o Marcelo, né? Esse ano mesmo eu vivi uma situação. Parecida que você falou, não saiu correndo de manhã mais. Véspera de Natal do ano passado,

eu bati meu carro. É, ninguém gosta de bater o carro, não é? É 111, ocorrência em que a gente não é que todo sempre não é que todo mundo fala que não teve culpa, mas realmente não foi uma coisa prevista. Um carro saiu de marcha ré e pegou a porta do meu carro e naqueles momentos a dor foi a batida no carro. Foi uma dor muito grande e aí naqueles dias seguintes, naquelas horas principalmente seguintes, tá?

Ficou um sofrimento muito grande, é se eu tivesse parado antes, se eu não tivesse entrado naquela rua, se eu tivesse buzinado, você vai criando hipóteses, até que. A minha filha chegou para mim e falou, vira a página acabou, vira a página, vira a página, acabou, já deu, já é passado. Olha para frente, não aconteceu nada contigo. Deu e naquele momento isso, em todas as vezes, acaba dando um estalo na sua cabeça e você realmente é. Não aconteceu nada. Deixa eu falar, aí você acaba

superando aquilo. Quando você olha depois. Né? Quando você olha aquilo que você passou, você vê realmente que é uma coisa pequena, é? Não estou falando que é fácil, é uma coisa. O sou dor e sofrimento é uma coisa que acontece na vida das pessoas, né? Num ninguém tem AAA atitude correta naquele naquele momento, como agir. Então não vou dizer que é. É. É fácil que não é fácil, está. Não sou daqueles que ficam

criando o mundo. Não é muito fácil, não existe isso, não existe facilidade, existe um estudo e você está investindo naquilo cada vez mais para você, né? Estar é estar no mundo, mas vivenciando todas essas coisas de uma maneira correta. Aí alguns se é, é, utilizam mais a racionalidade, outros utilizam mais da fé, outros utilizam mais. Não, não tem problema, isso não existe nenhum tipo de problema, aí eu não é eu, eu acho, eu acho que essa visão errada de. E que o Marcelo falou que tudo

tem a ver com causa e efeito. É uma coisa. Eu acho que nós, nessa fase do estudo, nós já superamos. Eu acho que a gente tem que falando para as pessoas isso, entendeu? Algo mais, Gilvan?

É, eu penso que eu penso que a gente que é que a gente tem esse entendimento AAA com base na própria racionalidade da doutrina, que a doutrina não está desses mecanismos de causa efeito, porém, sim, é o Manuel falou da experiência da batida do carro por experiência própria, quando a quando acontece na menina, na minha, na minha trajetória, pelo menos quando acontece, vem 3 ou 4, tudo de uma vez só. Um dia depois do outra vez, no mesmo dia de meu Deus.

Mas não é possível. Não precisava ser um Pombo, né? E a? No meu caso, né? No No, no meu casamento, eu sou a emoção e a esposa é, é a razão e a minha esposa é católica. Aí ela diz assim, mas vocês não dizem que tem que suportar? Vocês não dizem que há um aplicativo anterior porque ela também tem um pouco de leitura espírita final tantos anos, né? E aí eu volto de OPA, tá certo, aí vem OOO que o Manuel falou menos menos vira a página, é isso aí. Menos, vira a página.

Olha, agora, agora. Palmatória, que para ti, ó. É. É. Diga Neco. Não, não, não. Já passou, passou, passou aqui, foi. Giovan o nosso Antônio Carlos Amorim, do conselho de gestão DCK tá é comprovando aquilo que você disse, né? Ele é da união das sociedades espíritas do estado de São Paulo na diretiva e ele está dizendo que muitos amigos espíritas chegaram no movimento de Matão e sugeriram aqui ali pra mudança do nome da instituição amante da pobreza, né?

Para uma outra. Denominação mais consentânea com a atualidade, porque isso também é aquilo que nós dizemos. A progressividade das Ideas espiritas a atualização do espiritismo e atualização passa necessariamente pela nomenclatura, pelo pelos conceitos, pela forma como nós abordamos isso ou aqui falando em atualidade, falando de progressiva, vamos a uma pergunta, é de de meio de Saia Justa aí pros nossos Golden Boys da noite? Aí, gostaram? Você prometeu não fazer.

Não, mas eu sou. Eu sou obrigado porque a nossa audiência ela nos. Provoca nela várias pessoas me interpelam, mandam WhatsApp, mandam mensagem pelo Messenger do face é sugerindo abordagens, né? E uma delas, eu acho que faz parte da nossa realidade. Nós olharmos criticamente é para o movimento espírita dos últimos anos e observarmos uma situação que precisa de uma releitura precisa de uma, de um tratamento à luz da ética na comunicação e

na divulgação do espiritismo. Afinal, de quanto nós falamos de muita coisa, mas especificamente sobre ética? Essa é a primeira questão que vai aparecer. É Neco. O nosso país. O Brasil passou recentemente por um período bastante difícil do ponto de vista social, né? Nós tivemos inclusive a desqualificação de elementos relacionados à ciência, a filosofia, a educação, as universidades e até a cultura e

a religiosidade. Felizmente, foi possível afastar, digamos, provisoriamente, este modelo, este momento e as ideologias correlatas. Vocês, né? Com Gilvan sendo como eu, homens da imprensa, da comunicação social, da divulgação do espiritismo, não somente no ambiente, ao no segmento espírita, mas também profissionalmente, no chamado meio leigo e laico. O que podem dizer a respeito desse momento, porque, inclusive ele reverberou no chamado meio

espírita, né? Nós tivemos a divisão do país no meio e tivemos a divisão do movimento espírita em 2 segmentos, um que apoiava. AA condição que nós vivemos nos últimos 4 anos antes de 2023 e outro que apoia AA configuração que nós temos hoje em estrutura social, política e de conv viabilidade no nosso país. Então, Neco, como encarar essa situação? E o que dizer daqueles momentos e dos momentos que nós estamos vivendo hoje em termos de ética, na divulgação e na comunicação social espírita?

Marcelo o que aconteceu nos últimos 4 anos foi uma tragédia. Uma tragédia que aconteceu no nosso país. Você não precisa ser progressista para achar que é uma tragédia. Qualquer pessoa que tem um algum tipo de consciência política sabe que é uma tragédia. É você colocar um grupo no poder e a quem não estou nem falando, determinada pessoa, você colocar um grupo no poder que não tinha projeto político para o país, você colocar no poder um grupo que não tinha projeto de políticas públicas.

Para o seu país, um grupo que não sabia o que fazer, que não são juntava lé com cré. Hoje, você, na comparação entre o que está acontecendo hoje, você olha para o passado e fala, meu Deus do céu, porque quando você fica dentro dos 4 anos, você acaba de. As pessoas acabam normalizando. O que aconteceu no país tá? E quando você ponha comparação no quiz o que é realmente governar? Entre erros e acertos, eu coloco isso entre erros, equívocos e

acertos. Declarações erradas que a gente está vendo hoje não tem como comparar. É agora. Você imagina se? Nós não tivéssemos esses últimos 4 anos que nós tiver, tivemos com o governo, o governo que esse o governo. Do do ex-presidente? Não é, nós estaríamos uma nação muito mais avançada, é? É AOO impacto depois, falando do impacto que teve aí dentro do movimento espírita, foi um impacto destrutivo. Marcelo, completamente

destrutivo, né? Eu tenho casos, documenta 12, né, de pessoas, de pessoas que não eram como eu, uma pessoa progressista, desde o do, sei lá, desde a da minha, da minha Juventude, né? 40 anos, 50 anos de vida de, de. Atuando nesse campo ideológico. É pessoas de centros, centro no espectro ideológico, sendo execrada dentro da casa espírita a ponto de saírem da casa espírita porque não aguentava

mais. É criou uma ruptura muito grande dentro do centro espírita que a gente vai precisar de alguns anos dentro dos do movimento espírita que a gente vai precisar de alguns anos, né? Pra superar. Eu admiro você, Marcelo, e aí eu faço um adendo aqui na no meu comentário, né? Como você leva? Levar muito bem essa conciliação que nós temos que fazer.

Nós temos que fazer essa conciliação, então você acaba traçando um território de diálogo com determinadas pessoas que você sabe realmente determinados pensadores que você sabe realmente que é de outro campo ideológico. Mas você cria um território em comum. Isso é maravilhoso, é um território em comum que aqui dentro do nosso território a gente pode dialogar sobre várias coisas e nós vamos se dar bem. Isso vai reativando a confiança

entre as pessoas. A eu acho que a gente tem que criar esse território de diálogo para gente reativar a confiança um dos outros. E aí a gente vai aumentando esse território. A hoje a gente só está conversando sobre espiritismo. Amanhã a gente começa a colocar mais alguma outro aspecto social. Algum outro aspecto político? É, então eu acho que isso que o ict s ê cá faz com várias vozes do né, do movimento espírita. É uma coisa admirável, admirável.

Marcelo, eu quero fazer esse esse registro público, né? Depois, dentro das casas espíritas, os espíritas, os dirigentes, as pessoas que trabalham, elas precisam saber que elas não são iluminadas. Elas não existem iluminação, eles não são salvadores de Almas que estão aqui, que eles têm alguma incumbência divina para salvar as Almas que são.

São pessoas normais e elas têm que sair dentro da casa espírita e viver esse dia a dia do nosso país e ter uma racionalidade, olhar de uma forma racional para o que nós passamos e o que nós estamos tentando resgatar a partir de 2023, as pessoas ficam muito info na dentro da casa espírita, não vivem elas não vivem mais do do lado de fora. Elas não se preocupam com o social, elas não se preocupam com os aspectos sociais do país.

Elas vão os aspectos políticos. Nada é ali, é somente aquele mundo que elas criaram dentro do movimento espírita e dentro da casa espírita. Ao ponto. Marcelo, que quando você vê as mensagens em defesa da vida da Federa tiva, você vê. O presidente falando, o presidente da federativa, falando a favor da vida. Contra a resolução do STF. Mas você não vê uma linha sequer? Marcelo, uma linha que abre um

debate. Qual é a solução que a federativa coloca ou um debate em relação a isso das milhões de mulheres que morrem em clínicas clandestinas? Cara, isso é uma obviedade. Eles acham que eles estão falando com um idiota. Porque eles vivem num outro mundo. É uma pensão no caso do aborto, eles vivem no outro mundo, a todos nós. Somos a favor da vida. Vamos debater de fato o que acontece em relação a esse assunto na nossa sociedade. Como é que vai resolver? Né?

Então, é mais ou menos isso. Marcelo, não sei se eu respondi aí se eu me exaltei. Não foi excelente. E você, João, que diz a respeito dessa ponderação entre os 4 anos que vivemos? E aí enquadra se o movimento espírita e a situação que começa a se desenhar a partir deste ano de 2023. Marcelo, eu queria, eu. Eu queria que você fizesse essa pergunta. Mas nós não combinamos nada. Combina, ara. Eu estou. Eu estive até semana passada.

Eu Acredito que uma faixa de uns 15 dias, dialogando com uma personalidade do movimento espírita. Uma personalidade que eu tenho certo, carinho até prestavam Modesto trabalho ali através da rede espaço espírita para para, para, para, para o trabalho, divulgação dessa desse dirigente. E ele é de perfil conservador? E nós vínhamos dialogando, dialogando ele com os argumentos dele, eu trazendo eu sou progressista, vim trazendo os meus argumentos, ponderando, tentando, tentando estabelecer a

dialética mesmo. Mas é. 1520 dias, 1520 dias. Trazendo filósofos, trazendo conceituação, subsídios do Herculano do próprio, carimbar. De Manuel, porteiro, eu, Zinho, lavine, trazendo, trazendo Emanuel, trazendo Elon Denny. Mas do outro lado não vinha fundamentação, vinha só opinião pessoal, mas a gente tem que também respeitar a opinião pessoal. Isso que o Manuel falou que que o Marcelo é, abre a voz é, abre o canal para esses nossos irmãos

de pensamento divergente. É assim que se constrói. Não pensem quem está nos ouvindo que nesses 8 meses do atual governo eu já não vi erros. Eles existem, houve uma fala complicada sobre voto secreto para ministro do supremo. Há está havendo um direcionamento complicado de concessão de espaços para é. É grupos comprometidos, mas a gente entende que na democracia de coalisão, a governabilidade depende desses fatiamentos espúrios. Mas a gente ao mesmo tempo sabe o que é erro.

Tá vendo? Vamos, vamos fazer autocrítica, não tem problema. Mas eu fiquei ali 15 dias, 20 dias, texto, áudio, áudio, 6 minutos, 8 minutos, WhatsApp. Praticamente não é que a intenção de demover a pessoa daquela ideia dela, mas a intenção de. De mostrar que o outro lado também tem argumentação e talvez aprender com com com essa pessoa também. E aí na semana passada. A pessoa me manda um vídeo. Que bom, boi na semana passada, dizendo. Uma voz dizendo que o atual presidente no G20 roubou a

caneta. E que a mulher dele roubou a caneta, deu a caneta para mulher para a primeira-dama da República e levaram a caneta embora. Aí eu disse para ele, senhor, desculpa, perdi 20 dias com você. Você não quer debater? As canetas não eram canetas, eram lápis. Quem viu? Depois da explicação da da, do esclarecimento, da fake news? Cada dirigente do g 20 ganhou 2 lápis de madeira, formato de uma de um galho de árvore estilizado, 2 suvenir Zinho e. Só tem valor como suvenir.

É isso, e fizeram disso um vídeo dizendo que o presidente roubou as canetas, espalharam pela rede. Essa gente que diz que defende a vida. Manuel, todos nós defendemos a vida, mas eu defendo a vida da concepção até a desencarnação no corpo físico. Por que que defende só da concepção até o nascimento? Aí vira uma hipocrisia, porque daí nasce, vai para uma comunidade pobre, misérrima, passa fome.

Eu tenho acesso a educação. Leva tiro, entra para o tráfico, a polícia vai lá, é negro, é pobre e mata. Com 12 anos de idade e não parece nenhum defensor da vida. Eu disse que eu IA me assaltar. Não é uma hipocrisia? Não é uma grande hipocrisia, ninguém aqui quer assassinar a criança em ventre de mãe, mas Funda mentalizou. Se a questão 357 do livro dos espíritos dela para diante e se esqueceu da 356 para trás, onde há toda uma relativização do momento da. Concepção exatamente, é isso

mesmo. Que eles, ou ainda 357 para diante, mas dá 356 para trás. Não vem, não existe. Esqueceram? Que serão aí já tá 11 movimento todo. De de causar pânico na sociedade por conta do voto da ministra rosa Weber.

Mas a notinha discreta envergonhadamente escondidinha no portal da federação espírita brasileira contra a liberação de armamento indiscriminada que o governo fez na semana passada que municiou traficante, milícia, grandes barões da droga que municiou, gente desequilibrada, que saiu dando

tiro nos outros, saiu matando. Essa notinha ficou lá, escondida e a digna federação espírita brasileira que tem muita gente boa, que tem muita gente devotada, tem grandes e Nobres personalidades lá. Essa notinha não foi divulgada. Está lá até hoje. Cadê a defesa da vida? Então vamos encher o povo de arma e nós estamos aqui em Santa Catarina, não é? Onde é mais difícil ainda de abordar esses assuntos por conta do perfil do estado. É isso. Pois bem, é, nós estamos dando

aqui um pequeno spoiler, né? No mês de dezembro, o espiritismo, com Kardec OECK, vai realizar mais uma edição do seu fórum do livre pensar espírita, um evento que começou antes da pandemia e que todos os anos traz pensadores espíritas com esse perfil que o Neco e o Gilvan de descreveram e relacionarem, não a minha pessoa, mas ao projeto com Kardec, nós temos procurado trazer sim.

Pessoas de várias Correntes ideológicas, várias linhas de pensamento para um debate Franco, democrático, educado, plural, autoritário, dialético. Visando. Contrapor algumas idéias e sem fechar questão. No Lipe deste ano, Giovana, nós estamos Giovanni, né? Que nós estamos programando. É discutir o aborto do ponto de vista espírita. Isso que você falou a respeito

da valorização da vida, não. Vidas específicas, mas todas as vidas, todas as vidas materiais, humanas, físicas, encarnadas, assim como a vida dos animais e dos vegetais que fazem parte também do nosso processo enquanto planeta, assim como a colocação que o Neco fez a respeito da grande algaravia, da grande ojeriza que os espíritas têm em relação a discutir civilmente juridicamente, socialmente pedagógico.

Finalmente, a questão do aborto, estabelecendo isso como sendo uma cláusula pétrea do ponto de vista da religião judaico cristã espírita no Brasil. Devemos lembrar que. Aquilo que o Neco colocou a respeito dos abortos realizados clandestinamente no Brasil transformam o nosso país. Num campo de concentração, sem grades e sem muros a céu aberto.

Não precisamos nós repetir os números que vocês encontram em qualquer busca na internet, da quantidade de mulheres que falecem e desencarnar, o que tem sequelas irreversíveis. Em razão de curetagem mal feitas em razão de abortos realizados não somente em clínicas de Fundo de Quintal, mas em requintadas clínicas, pagando fortunas a médicos sem ética que realizam esses procedimentos de qualquer maneira.

De qualquer jeito. Então esse é que anunciou me, que nem nesta, nem nenhuma questão que esteja associada ou que guarde correlação. Com a princípio logia da filosofia espírita, então aguardo você aqui no final do ano, no mês de dezembro, estaremos aqui nessa bancada, no fórum do livre pensar espírita, olimp, trabalhando com um jurista e um médico, ou uma jurista e uma médica.

Não vou dar e spoiler essa questão importante que não pode ser deixada de lado nem pode ser tratada como um princípio de natureza religiosa. A religiosidade na questão que envolve o aborto, sem dúvida alguma, à espiritualidade, flagrantemente nesse tema. Mas nós não vamos discutir com base no dogmatismo religioso que impera nas igrejas de matiz cristão, entre as quais a igreja espírita em nosso país. Vamos voltar então a questão da ética, que foi muito bem

trabalhada com vocês nessa. Nesse recorte que fizemos comparativo, né? É da história do nosso país, da história contemporânea, para perguntar então, né, aí trazendo a ética para o nosso metier, para o nosso ambiente juwan. Em que consistiria a ética nas atividades, divulga, divulga nacionais e comunicativas do espiritismo na atualidade, ou seja, onde é que a ética se encaixa especificamente nas atividades ou que ética seria essa? Oi, Marcelo. A deu uma falha na conexão, mas

já voltamos, né? Esta resposta está na própria doutrina, está no próprio corpo da doutrina. Nós podemos dizer é que esta ética é decorrente da moral espírita, que diz o próprio Kardec, diz. Os espíritas, é decorrente da própria moral do evangelho, do evangelho em essência, não desse evangelho dogmático, não desse evangélico que resultou. É nessas situações apegadas a letra q. Mata, né? Vamos até o pós apóstolo Paulo, então, para citar, é e evocar o

próprio Paulo nesse sentido, né? Esta moral que está na doutrina espírita, que deve nortear então AA comunicação espírita. E aí voltamos lá. Nisso que o Manuel falou, os caça like criam, é, é vídeos, é estrondosos. É é vídeos chamativos, sem base doutrinária, com vistas a fofoca do além. Aí você já vê um princípio que incorre. Da falta de ética, né? Uma iniciativa que incorre da falta de ética. Isso não quer dizer que não se possa ter uma linguagem espírita, de produção de conteúdo.

Hoje vamos dizer, digital audiovisual é mais a praia do Manuel do que a minha, que não se possa ter um conteúdo, é. Jovem, arejado. É chamativo, provocativo. Né? E nós temos aí é, eu não sei se ela é da Rádio Boa Nova ou ela da rádio Rio de Janeiro. Eu acho que é da Boa Nova, tem uma menina que faz o blog da menina espírita bem legal, bem, né?

Temos o canal amigos da luz, não é fazendo humor espírita, com conteúdo moral moralizante, então não quer dizer que você não possa ganhar likes e audiência. Com esse tipo de com conteúdo, mas a ética deve nortear a produção desse conteúdo, fugindo das fofocas da lei, fugindo do sensacionalismo, né? Podemos trabalhar, é, é nesse sentido. Podemos, por exemplo, trabalhar no sentido do bom humor. Nós temos inclusive alguns

vídeos ali. É no YouTube, de vários canais que postam, por exemplo, casos e causos engraçados do Chico Xavier. Chamou muita atenção, chamam muito a do Chico, tinha muitos causos engraçados, é fragmentos das histórias contadas pelo divaldo. No decorrer das palestras dele. Narrativas muito bem humoradas, situações muito engraçadas, mas isso tem uma não? A nobreza é de narrativa, é de conteúdo, não é? AO que a gente não pode, é correr nesse nessa caça por

audiência fácil. E isso vale então pra mídia tradicional. Eu noto, eu acho que o Manuel pode também nesse sentido, há um pouco é o que o norte a gente ainda em termos da imprensa convencional, espírita, Marcelo, seja ela. Na produção impressa, que ainda resiste seja ela na digital, nós ainda somos uma imprensa, muito notadamente marcada é pela produção de artigos opinativos. Nós não temos uma produção de jornalismo espírita, não é?

Nós não temos uma produção de reportagens espiritas em texto. É a partir de uma pauta a partir de uma, de um trabalho realmente com é de de grupo E eu vou citar aqui, eu acho que o Marcelo participou algumas vezes do que de melhor. Eu considero que foi feito aí pelos anos 2000, final dos 90 é que foi a revista universo espírita do Paulo Henrique Figueiredo. É que tinha ali uma produção

visual e tinha uma pauta. Tinha reportagens espiritas eu fiz, inclusive uma época na época para o universo espírita. Uma reportagem sobre quadrinhos da Turma da Mônica que tinham. Conteúdo espírita ou espiritualista? E reencarnacionista, né? Então, isso ainda até hoje falta a nossa imprensa. É uma imprensa de artigos opinativos, né? É e claro que se pode produzir

com um grande conteúdo. Tá aí a revista Harmonia, que não não nos deixa, é é que não nos contradizem nesse sentido, mas nós precisaríamos evoluir para isso. Até os anos 2015, talvez 2012, nós tínhamos na TV mundo maior um programa, não sei se o Manuel e o Marcelo lembra o mundo maior repórter. Que tinha pautas muito interessantes, algumas até chamativas, algumas até

impactantes, né? É é com personagens até populares e um lado da entrevista, entrevista, vai lá, o Toninho do diabo, que é uma figura caricata lá, acho que de São Paulo, mas traziam ali a saudosa Sueli. Para comentar traziam Oo Milton Filippelli traziam Oo. O Orson Carrara traziam é? É pessoas, Fontes muito importantes para analisar aquele conteúdo. Não é a Heloísa pires, né? Era uma produção jornalística e que desaguava na análise espírita do tema da reportagem,

né? E isso eu sinto muita falta desse conteúdo hoje no movimento espírita. Mas isso claro, né, Marcelo? Isso dá trabalho. Manuel que diga, né, dá trabalho, é precisa de equipe e consequentemente. Precisa de dinheiro, que é uma coisa que o movimento espírita luta com duras penas para se manter, né? Há quem diga aí, né, que há sempre os mantenedores dos projetos, né?

É, eu cito aí, sem dúvida nenhuma, o nosso Dorival Estrela, né, que que na TV, na rede espaço espírita, aqui ajuda e ajuda bastante, mantendo aqui os canais que não, não é fácil. Pode ir bem, ou do lado. Muito bem pontuado, chuva, vou passar a bola para o Neco, né? Para essa questão aí de de trabalhar. Como é que a gente pode? É valorizar e associar a ética no nosso trabalho de formiguinha. Trabalho diário aí de divulgação de comunicação social. Eu vou começar comentando.

Esse essa final da fala, depois eu vou falar um pouco mais sobre ética. É. É, essas ferramentas de comunicação. Elas são essenciais para a gente. Não fique só na opinião. Em artigos opinativos e que não são opinativos, mas AA, um artigos mais aprofundados de raciocínio e de reflexão. Não é baseado em boas referências. Esses artigos são bons, mas que a gente tenha reportagens. A re, a força da reportagem é

uma coisa que atrai muito. Eu fiz muita entrevista no portal Nova Era e logo no começo do portal as pessoas se assustavam muito, né? Porque eu fazia entrevistas, né? E na entrevista digital você tem que fazer as perguntas corretas, se você fizer as perguntas corretas, aquela entrevista, ela vai durar. Muito vai durar décadas. Eu tenho entrevista do Marcelo lá, que eu falei no começo está.

São entrevistas. A Entrevista atual tem a do juwan também no portal, que é uma entrevista super atual, né? Fiz as perguntas pro giovan e ele respondeu de uma maneira Franca, honesta. Nunca tive nenhum tipo de reclamação. Também já entrevistei presidente de federativas, já entrevistei o Paulo Henrique Figueiredo, já entrevistei OOO biógrafo do Kardec, também já entrevistei, então fora ele entrevista, mas pode ser reportagem você mandar um repórter. Né?

Por 111 terreiro de candomblé e simplesmente fazer a reportagem daquele terreiro de mandou black ou mandar um repórter para uma casa espírita para poder cobrir aquele serviço de Caridade dele. Então, é essencial que a gente de alguma forma, mesmo que seja de baixa, de de é pouco, porque tem custo. Realmente você investir no tempo pra fazer isso. Eu lembro de uma outra reportagem do Giovana na revista universo espírita sobre Deus. Vocês.

Tu lembra dessa, Gilvan? Você tem uma matéria sobre Deus. Deus não tem mais razão para negar que não sei se você lembra. Não nessa matéria. Não lembra? E eu tenho que eu tenho uma coleção, é uma da da minha pequena biblioteca eu tenho a coleção completa da universa. Espírita. Se alguém quiser roubar, eu já vou brigar.

Oo Manoel, eu pessoalmente, num num mundo maior, debate lá em São Paulo, com a com, com o Paulo Henrique, e falei da falta que é universo espírita, fez e ele disse assim, é Gilvan mais ao universo espírita, ela teve o seu tempo a sua função e nós é. Entendemos dessa forma. E eu disse assim a. Eu ainda sonho, viu, Marcelo em voltar com um espaço espírita impresso em, eu não desistiria. Nossa espaço espírita todo mês eu esperava espaço espírita para receber.

Também tive algumas matérias publicadas no espaço. Muito bem diagramado, você pegava aquilo ali, já tinha uma outra, uma outra, um outro formato, né? Então isso, isso é tudo muito legal que a gente faça como divulgação espírita, falando de ética especificamente, né? Eu tenho muitos livros de cabeceira, né? Eu tenho um livro que eu vou trazer aqui agora que eu tenho ele é mais ou menos. Eu acho que há 28 anos.

Né? E eu gosto sempre de reler alguns capítulos desse livro, principalmente quando ele fala da ética do marceneiro, né? Se o Marcelo me permite, me é um livro do Cláudio Abramo, que foi um grande colunista da folha de São Paulo. Esse esse meu livro tem cara, tem que tem mais de 30 anos esse meu livro, né? Esse meu livro aqui eu guardo ele em cofre. Então, se o Marcelo me permite, eu vou ler um trecho, um trecho.

Desse que ele abre um que ele fala das regras de um jogo no jornalismo, ele começa falando da ética do marceneiro que serve para nós, espíritas e serve para nós também, divulgadores, espíritas, comunicadores sociais, espíritas. É um trechinho pequeno, né? Boleto rapidamente. Sou jornalista, mas gosto mesmo é de marcenaria. Gosto de fazer móveis, cadeiras e minha ética como marceneiro é

igual a minha ética. Como jornalista, eu não tenho 2 éticas, não existe uma ética específica do jornalista, sua ética é a mesma do cidadão. Onde entra a ética? O que o jornalista não deve fazer, que o cidadão comum não deva fazer, o que o cidadão não pode. O cidadão não pode trair a palavra dada não pode abusar da confiança do outro e não pode mentir. No jornalismo, o limite entre profissional como cidadão e como trabalhador é o mesmo que existe em qualquer profissão.

É preciso ter opinião para fazer opções e olhar o mundo da maneira que escolhemos. Se nós, se nos eximimos disso, perdemos o senso crítico para julgar qualquer outra coisa. O jornalista, aí eu faço um adendo como espírita e um divulgador espírita não tem ética, pó própria é um mito. É a ética do cidadão que vale. A ética do jornalista é a ética do cidadão, o que é ruim para o cidadão é ruim para o

jornalista, então não existe. Esse é do professor Cláudio Abramo. Que é uma é um brinco esse livro para jornalistas, existem alguns livros que todo jornalista tem que ter na sua casa para, de vez em quando lembrar, não existem 2 éticas. A ética é aquilo que que que entrou, injetou dentro da pessoa. Depois de muita reflexão, não é a sociedade que aponta o dedo que você tem que fazer isso aquilo, né? Mas o que você tem a certeza que é o certo e isso dispensa

religiões. Isso dispensa doutrinas, depois que você alcança isso e religiões e doutrinas são ferramentas para você alcançar, sem dúvida nenhuma. Depois que você alcança isso, que é na verdade essa consciência, você não perde mais, você não perde mais. Isso te dá uma certa tranquilidade. Então, a divulgação espírita ela passa realmente por uma ética muito forte. Que você tenha todo mundo fala

de fake news. Eu sou um lutador contra as fake news, eu não faço outra coisa a lutar contra as fake news, espíritas, o tempo inteirinho, a ponto de discutir na minha casa espírita, sobre esse esse formato, não só fake news, não só fake news política, mas fake news espiritas. Aquelas falam que falam de crianças índigos né, aquela que. Falam que fala do Sobrenatural, da da, do, do Messias que chega a cavalo, cara, pelo amor de Deus isso cattalini, né? Hã? Mete.

Isso, né? Então, existe uma série de de de de fake news, que vai contra a ética da pessoa, não é ética espírita, é contra a ética da pessoa. Então se você forma pessoas eticamente responsáveis, você vai ter espiritas eticamente responsáveis. E você vai ter também divulgadores espíritas

eticamente responsáveis? As pessoas que estão ocupando a internet e em um grande número hoje em dia para em busca de like buscando coisas sobrenaturais, sobrenaturais para trair, você pega o título, um título para pessoa, porque a pessoa entra, não sabe nem do que se trata. Eu tenho uma paciência. Eu já conversei com o Marcelo. Eu entro lá. Pra ver o que a pessoa está falando, eu entro, eu vou lá ver, né? Eu não fico só na crítica que a pessoa está falando, mas o que

que ele tá falando, né? O que que dá? Porque eu preciso saber porque a pessoa que lê Emanuel a 20 anos. A pessoa que vê palestra do. Haroldo Dutra, há 10 ou 15 anos, a pessoa que é le Divaldo Franco, há 30 anos, não é de 1 hora para outra que ela vai ser um espírito laico. Não é? Você precisa conhecer essas ferramentas que são usadas para poder falar racionalmente para o coração dessas pessoas. Não é de 1 hora para outra, então você vai ganhando a pequenas conquistas.

Ali a você viu o caldo, falou, eu vi. Inclusive ele não falou isso. Gosto muito dele, mas ele não falou isso. Aí você ganha a pessoa não gosta muito. Ele. Ela discuta a ambiência da casa espírita, faz isso. Então, por exemplo, eu não posso chegar no. Não vi, não gostei, não vi não. Você tem que vir para poder estar dialogando com a pessoa, né? Tanto é que eu falo com essa Liberdade aqui a essa.

Essa live é pública, né? Nunca tive dentro da minha casa está a casa espírita que eu frequento, nunca tive qualquer qualquer. Censura em relação à diretoria, não. Porque censura, para mim é pública, tem que ser pública, né? Me sinto uma pessoa valorizada, sempre valorizada e porque essa ou quando você tem, na verdade, opinião, você sabe realmente o que você quer e você sabe o que você busca. Você conhece o que você tem de ética?

Você mesmo que as pessoas escolhem de você, as pessoas vão respeitando é, eu te quis trazer o. A regra do jogo do Cláudio Abramo, porque achei muito interessante para as nossas reflexões, Marcelo. Maravilha, tô até anotando aqui o nome do livro. É, depois dá uma Biz olhada com carinho, né? Cláudio Abramo eu conheci no trabalho da folha, não é? Eu estava começando no jornalismo, ele já era um.

Um jornalista reconhecido, renomado e tivemos oportunidade de na Universidade Federal de Santa Catarina, no curso de comunicação social, trabalhar alguns textos não somente dele, mas de outros jornalistas, diz. Qual que foram responsáveis aí no processo de redemocratização do seu país? No nosso país é colocar alguns pingos nos is com muita precisão, para fazer-nos pensar a respeito de questões não necessariamente do jornalismo, mas como você bem pontuou, né?

Da ética, de convivência, da ética social. Então está me ocorrendo aqui, gente que o nosso inesquecível Nazareno Tourinho, que foi um grande escritor EE comunicador espírita, escreveu um livro que eu recomendo a leitura, você deve encontrar até em PDF a ética espírita sem misticismo, que nos ajuda a esquadrinhar bem essa questão da separação entre a ética enquanto instrumento de espiritualidade e o misticismo religioso que está presente na natureza humana.

Como algo que está imantado na pele e que leva como Neco também colocou agora leva muito tempo para para, para que a pessoa vá tendo banhos de cultura, banhos de outras, visões de mundo para se liberar daquela, daquele perfume místico, daquele perfume religiosi sta que tomou conta do seu corpo, do seu espírito durante uma existência ou várias existências sucessivas.

É, quero lembrar, já que o Giovani falou no universo espírita também de um dos periódicos mais pontuais nessa questão de sair um pouco do artigo opinativo e ir para as reportagens, as matérias jornalísticas, que foi o jornal abertura do nosso saudoso. Já se Regis lá do movimento espírita de Santos, movimento progressista que trazia muitas questões. E atualmente, né? Gilvan, o único periódico, eu recebo quase todos. Eu acompanho quase todos, né? Principalmente os maiores do

país. O único que ainda investe nessa questão de matéria jornalística é o jornal dirigido pela nossa querida Eliana Haddad e o correio fraterno, que, vez por outra, faz reportagens, faz investigações, faz comparativos saindo aí dessa ideia, meramente de veículo, de reprodução de

artigos. Não é que nós estejamos depreciando Oo periódico espírita que trabalha majoritariamente com artigos, mas essa linha que mexe com artigos e reportagens ou é investigações e mesmo entrevistas, ele dá um outro colorido e permite que você. Que possa divisar? Algumas situações muito importantes para a questão comunicacional. Também quero quebrar aqui. Correio fraterno.

Isso, quero lembrar aqui também e homenagear neste momento 2 queridos amigos que trabalharam muito tempo na divulgação, na comunicação social espírita, já estão do lado de lá. Mas é, nos inspiraram e continuam inspirando muito o nosso amilcar del que ar. O filho de Guarulhos, São Paulo, e o nosso inesquecível Éder Fávaro de São Paulo.

Aliás, segundo o presidente da associação brasileira de divulgadores do espiritismo, que durante 30 anos nós tivemos a oportunidade de conviver e trabalhar. Juntos, deixa eu ver se eu tenho mais alguma colinha aqui para lembrar a essa questão do viés jornalístico investigativo, está muito presente hoje, você citou Gilvan na rede Boa Nova de rádio

E! na TV mundo maior. 2 iniciativas mantidas pela fundação espírita André Luiz, nossa parceira parceira que resgatou os livros nas edições originais de Allan Kardec, a gênese, o céu inferno, projetos que nós participamos de ressecar é entusiasta desde a primeira hora e que nos dá essa dimensão de que o espiritismo tem que ser crítico de si mesmo. Para poder acompanhar o progresso das ideias espíritas e o progresso social. Meus queridos, nós estamos

chegando aí nos. Oi, Belo, é só para, para, para registrar um dos grandes pontos positivos que eu vejo, sempre vi na fundação espírita André Luiz, na feal, é a pluralidade de vozes. Porque lá na real, todo mundo fala. Perfeito. É essa? A ideia é muito importante para que nós tenhamos realmente a democratização das ideias espíritas, né? Não?

Significando que seja um le sefer, né, que você não tenha fundamento, não tem essência, não tem a substância espírita e queira discutir ou queira tratar de questões de espiritas com vieses de outras filosofias, de outras. É abordagens ou meras opiniões pessoais? É uma coisa é ser democrático, é permitir o livre debate. Como vocês têm, têm firmado que OECK se caracteriza cada vez mais como um espaço. Para o livre debate, outra coisa é virar bagunça, né? É querer causar, é querer

cancelar isso. Nós não podemos, em nome da ética espírita, admitir ou praticar. Existe uma diferença muito característica, meus queridos, nós estamos caminhando para o encerramento da nossa live, estamos aí com 1 hora e 38. Eu queria fazer uma última pergunta, que é uma pergunta fácil, simples, light. Eu sempre veio com perguntas fáceis para você que está nos assistindo pela primeira vez, é? Não tem nada Combinado, tá,

gente? É eu, a gente convida os membros da live, a gente discute como vai ser a participação. Nós temos um grupo de WhatsApp para ambientar as pessoas, para deixar as pessoas bem à vontade, sobretudo aquelas que não fazem parte do corpo diretivo do ICK, mas não combino nada com ninguém

não, eles não sabiam, né? Oo Giovanni, o Neco, nenhuma das perguntas que foram feitas aqui, nem aquelas que surgiram espontaneamente na participação que vocês dão e abrilhantam o nosso evento, a nossa live de hoje. Então, a última questão começando pelo Neco, aí o Neco já fala, já se despede e vai lá para a sala do chá e fica aguardando o nosso encerramento é a seguinte, hoje, mais do que

nunca. Nós temos as mídias sociais como um grande veículo de divulgação e comunicação social espírita, né? As redes sociais, elas ocupam hoje um papel fundamental e o espiritismo não pode abrir mão de estar nas redes sociais e secar, por exemplo. Está em todas elas, em todas as plataformas, né? O espaço espírita está em praticamente todas, né Giovanna? E nós dialogamos com com diversos públicos, a interação é instantânea, você não pode deixar para responder uma

questão uma semana depois. 2 dias depois, a velocidade das mídias sociais implica que você tenha voluntários destinados a estar atentos a essas questões para que a comunicação se processe, para que você possa estar em diálogo permanente com o público espírita ou o público interessado no espiritismo. Então, a pergunta é muito simples, Manuel é, diante dessa? É ebulição das redes sociais, dessa grande profusão de veículos ou de mídias sociais espíritas.

Se Allan Kardec estivesse encarnado hoje entre nós, Allan Kardec utilizaria as redes sociais para comunicar o espiritismo. Como é que você projeta isso? A com certeza, Marcelo Allan Kardec, ele não só usaria A Rede Social como ele viajaria o mundo completo, visitando laboratórios, visitando a nasa. Ele era uma pessoa além do seu tempo. Eu vejo o. Fazendo essa essa, essa viagem que o Kardec, com essa cultura,

essas ferramentas que ele tem. Se naquela época só jornal, e por meio de carta ele já conquistou o que ele conquistou e trouxe para nós o que ele trouxe, imagina com todas essas ferramentas nos dias de hoje? A Rede Social, ela é uma grande oportunidade para todos nós e é um grande desafio também, porque não é mais em determinado momento do da rede social. Ela não era a mídia de massa, era 11 micro mercados que a

gente chamava. A partir de 2010, ela virou mídia de massa com a é. Um grande número de redes sociais surgidas e pessoas de todas as os níveis culturais de. De de pessoas de todas as classes, em que as pessoas às vezes não estavam preparados para se expor tanto é que as pessoas, hoje elas têm obrigação. Elas se sentem obrigadas a falar alguma coisa na rede social, né? Não estou falando no grupo que nem esse ECA.

Se você pega qualquer postagem, a pessoa tá lá e ela se sente quase 11. É uma compulsão em responder alguma coisa e às vezes ela responde alguma coisa, como se tivesse falando diretamente para a pessoa, mas ela está sendo vista por milhões de pessoas e às vezes traz alguns ruídos na comunicação. É um desafio para todos nós. Como divulgadores, espíritas, como comunicadores sociais, as

redes sociais. Quando eu entrei no espiritismo, eu estou jaya, indo por minha parte final de encerramento eu não vou, não vou me estender muito. Eu logo entrei em contato com as obras de Herculano pires. Né? E aí, olhando para lá, lendo Roberson, regulando os pires lendo obras, aí vi a foto dele para conheci. Assim conheci cidadão é de algum lugar, eu conheço. Aí eu lembrei que eu tinha. Eu tinha esse anuário aqui do sindicato dos jornalistas, aonde tem aquela foto dele? Clássica?

Marcelo, eu acho que você tem essa foto aí no teu, no teu escritório. Quando ele foi presidente do sindicato dos jornalistas, cara, mas isso foi um tempo antes de eu descobri que o Herculano era era de fato, de fato, uma pessoa. Da sociedade? Ele era uma pessoa da sociedade. Ele foi presidente do sindicato dos jornalistas. As causas trabalhistas do sindicato dos jornalistas. Ele trabalhou no diários associados do Assis Chateaubriand.

Ele foi na política, ele foi assessor do Jânio quadros, então entendeu? Então ele é um exemplo e se tornou um exemplo para mim. Já naquela época, há 20 anos atrás, quando eu entrei no espiritismo, em que você deveria ser, não que você podia, mas se você deveria ser um ser social, no meu caso, continuar a ser um social e. Estar dentro de uma doutrina, né? Foi isso. Uma das coisas que me atraiu para o espiritismo também deu. Deu continuar sendo o Manuel,

né? O Manuel, porque o espiritismo, como a casa espírita, não define a gente. Ou se o espírito encarnado é um ser complexo. Você é complexo, ele não pode ser definido pelo grupo que ele participa, pelos livros que ele lê, né? É muito além disso. E quando o encontrei o Herculano pires. Eu percebi isso aí e isso me marcou muito. O Marcelo, isso que me avançou eu comecei. Eu acho que eu li mais, eu. Eu comecei a ler no início mais regulando pires do que a própria obra. As obras básicas.

Peguei o livro dos espíritos, quer dizer, evangelho a gênese, mas o Herculano pires, Hermínio Miranda, ela estava sempre ali, né? Então essa formação que eu sempre quando a pessoa quer falar, mas além da é o começa pelo Kardec, mas você tem que ler os 6 pensadores racionais, e eu acho que é isso que está faltando. Mas também dentro dos nossos ambiências, espiritas Marcelo.

Essa mensagem final que eu quero estar deixando aqui, agradecer a você, agradecer a juwan, agradecer a nossa audiência que foi fantástica. Agradecer essa oportunidade que você deu pra gente estar debatendo dialogando sobre um assunto tão importante, daria outra live, daria outros minutos porque é uma coisa muito abrangente você falar de comunicação espírita nos dias de hoje. Marcelo. Maravilha, né? Com lembrar, é pulando, é manter o espiritismo vivo, atuante,

rejuvenescido. É propiciar esse diálogo por Manente com a sociedade, coisa que o professor fez de uma forma brilhante. Ele era como todos nós, um ser humano, um espírito ainda imperfeito, como nós somos, mas as suas virtudes são fortemente o seu traço, muito mais do que os seus defeitos. Nós somos seres ainda que possuímos virtudes e defeitos, com os olhares de hoje, com as lentes de hoje nós podemos pegar.

Um texto de 40 anos atrás do professor e perceber algumas limitações, limitações essas que também estão na obra de Kardec, porque ninguém, a luz do espiritismo, tenciona ser aquele. Ser que é dotado da permanência, né? E eu sempre ouvi de um grande é e antigo professor de jornalismo que um homem que não recicla as suas Ideas, não pode ser um jornalista. Ele precisa estar atento aos sinais dos tempos, precisa estar

atento às vozes. As outras vozes que pululam junto às suas e que lhe dão a perspectiva de rever os seus próprios conceitos. Obrigado Neco pela tua. Luz, o pessoal. Sempre. É vigorosa e daqui a pouco a gente encerra juntos mais essa live. Giovan é pra você. Kardec estaria nas redes sociais hoje com que espectro? Kardec, com a sua sabedoria, com a sua. Eu vou dizer até algo, né? Com a sua mediunidade, né? Muita gente não associa a Kardec a mediunidade, mas a

sistematização, né? A didática, a sua incrível capacidade organizativa de fazer essa grande entrevista, né? Porque o livro dos espíritos nada mais é do que uma grande entrevista, né, Marcelo? Com os espíritos, e aí, por via de regra, também o céu inferno as outras obras. É que se segue, mas Kardec estaria nas redes sociais e Kardec estaria desenvolvendo um controle universal dos ensinos

de espíritos a partir. Das redes sociais a partir da tecnologia, a partir das múltiplas potencialidades que essa tecnologia faria oferece e na esteira dele, eu digo mais, o Chico, nos dias de hoje, que tivesse aí com seus 20 anos

estaria também psico digitando. Porque também usaria da potencialidade da da tecnologia, dentro da sua portentosa antena mediúnica e Kardec, sem dúvida nenhuma, estaria é, estaria desenvolvendo 11. Outro método não é porque a gente sabe que hoje aquele método né? Pra hoje teria as suas limitações, até por conta da rede social, né? Porque hoje, se fralda não é Marcelo? Uma carta psicográfica com muita rapidez, com base naquilo que você coleta na rede social da

pessoa. Se você quiser enganar, já tivemos exemplos disso. A gostaria de citar aqui também para encerrar e vou encerrar rapidamente. É também evocando a figura de Herculano, nós falamos muito de Carvalho, né? Herculano? Tantos outros Nazareno que você lembrou tantos outros, né? Toda equipe Boa Nova, todos os comunicadores, rádio Rio de Janeiro também, né? Mas é falando da da assessoria que. E Kardec, que Herculano deu a Assis Chateaubriand é reconhecer também aqui não é Marcelo?

O papel que a TV Tupi teve na difusão de ideias espíritas, né? Seja elas na dramaturgia, através das obras do Chico, seja indo em 1968, através do Saulo Gomes, lá entrevistar o Chico em Uberaba, depois trazendo o Chico para o pinga fogo e trazendo pela primeira vez numa televisão aberta, temas espíritas, né? Porque foi a TV pioneira, né? E nós sabemos que Herculano inclusive, aparece. Nos créditos de abertura da telenovela, a viagem, que foi adaptada de livros de Chico ele

na assessoria. Da inesquecível Ivani Ribeiro, uma das grandes novelistas que falava com as massas, né? Então, a TV Tupi, ela teve um papel importantíssimo e que pena que deixaram a Tupi chegar no seu declínio, né? E aí, OAO estertor, da Tupi. Ele é marcado também pelo descaso completo do governo militar, né, gente? Também já na sua fina leira, né? Marcelo? O governo militar deixou que a Tupi se arrebentasse mesmo, já não tinha quase que mais solução, né?

Infelizmente perdemos a emissora pioneira do Brasil. Que, junto de Herculano e do próprio Chico, é nos nos prestou um serviço de popularização das Ideas espíritas e espiritualistas. Marcelo, muito obrigado pela oportunidade e com votos de paz. Agradeço a audiência querida de hoje, né? Estamos à disposição, aguardando fora do livro pensar, então. Muita paz. Está bom, Giovana, muito obrigado a você por sempre, gentilmente aquecer o nosso convite e se dispor é saindo da

sua rotina, viu? Seu filhão aí por perto o meu também está aqui. Especial do baú? Então isso é muito importante, que mostra também que nós somos seres de carne e osso que nós temos família que nós temos as nossas atividades. Olha ele aí de novo e aí nós permitimos, né? Esse Congresso amento tô vendo. Você citou o Chico está aí atrás de você. Um beijo pro Velho Chico, Chico, Cisco de Deus. É que não vai o. Kardec lá também, beijo pra ti também. Kardec pessoas que fazem parte

da nossa formação, né? E já que você fez essa referência muito especial a. Na TV Tupi que todos nós conhecemos, todos nós que passamos pelos bancos escolares do jornalismo, temos a TV Tupi como referência no jornalismo brasileiro. Queria também enaltecer é a rede Globo de televisão, que continuou com essa proposta, né?

Várias novelas não necessariamente é derivadas de livros espíritas, mas com temáticas espíritas foram importantes para a popularização, como o próprio Chico fez da informação ou da doutrina dos espíritos? Claro, cada um que faça o seu filtro. Cada um que faça a sua seleção, mas isso é muito importante e quero registrar aqui, meu amigo Wagner de Assis, que tem feito também um trabalho formidável em colocar na telona os assuntos

espíritas, né? Tem é nos brindou com Kardec a história por trás do nome que foi pra minha mãe. Melhor é biografia de Kardec, com direito à licença poética, né? Com direito a interpretações rejuvenesci. Vidas do homem, Kardec, do Kardec, poderia? É estar cabisbaixo, poderia estar triste, decepcionado. Esse é o Kardec que nós conhecemos, e não o Kardec. É levado a uma altura de santidade. Ali, houve algumas licenças

poéticas, né? Mas eu acho que foi importante, até pelo potencial de chegar ao grande público, né? Temos aí o André marouço também, que fez filmes excelentes. Eu, eu, eventualmente, diálogo com André também. Enfim, a gente nunca vai lembrar de todos os nomes e tanta gente boa e importante, né, né, né, Marcelo? Não é verdade? Então, o nosso agradecimento

Gilvan por mais uma hã? Diante participação do sua luminosa nos embalos de sábado à noite, peço a você que aguarde um pouquinho o nosso encerramento, que a gente já conversa. Então, gente, é, não podemos deixar. Hoje estamos chegando aí a 1 hora e 54 minutos de Transmissão ao vivo e como disse Fausto Silva, Faustão, abraço pra você que você se recupere dessa, dessa enfermidade, desse transplante, e continue como uma referência também para nós. No jornalismo.

Conheci faltas. Fausto Silva ainda no jornalismo esportivo, onde eu militei algum tempo Na Na década de 81. Abraço Faustão, um beijo que você possa estar entre nós mais algum tempo também nos trazendo a sua visão. Jocosa, bem, o meu bem humorada e jornalisticamente completa para o jornalismo brasileiro. Quero pedir a produção que coloque aí o nosso banner é do spoiler que já demos.

Hoje. Estaremos em dezembro com o quinto fórum do livre pensar espírita, o Lipe no e secar 4 dias de palestras, sequência e, na verdade não palestras. Mas debates como essas livres que nós costumamos fazer e teremos uma participação especial de um vulto muito conhecido. Da música popular brasileira, que não vai nos dar a Felicidade de estar presente ao vivo na

bancada de secar, viu? Já estou dando aí um pequeno spoiler do que será o quinto fórum do livre pensar espírita, do ECK, que nós já estamos ansiosos pela sua presença, pela sua participação lá em dezembro, um pouquinho antes do Natal. Então obrigado pela sua audiência, pela sua participação, pelos comentários, pelos likes, pelas perguntas,

por você estar antenado conosco. E pedimos a você que acompanha ao vivo ou que depois vai aceder a gravação desta nossa 14ª live ordinária do ano de 2023, que você divulgue os nossos canais que você multiplique a divulgação, a comunicação social fazendo chegar nos seus núcleos familiares nos seus núcleos de convivência, nas instituições ou grupos espíritas que você participa, seja presencial, seja virtualmente os nossos endereços e, principalmente, o canal do YouTube do ECK, que é um sucesso

que traz essa comunicação. Ao nível do entendimento de todos e que permite esse, esse dialeto, esse momento dialético e dialógico e congraçamento e de construção do pensamento espírita para o século 21. Muito obrigado, você esteja conosco em outras oportunidades. Tchau.

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