Alô, você, tudo bem? Espero que sim. Já estávamos com saudade. E é muito importante para nós a sua presença aqui, ao vivo, na plataforma do YouTube do espiritismo, com Kardec. Os embalos de sábado à noite estão de volta, é? E nós ficamos muito felizes com a sua presença. Aproveita, dá um joinha aí um like se inscreve no canal e dá essa força pra gente, multiplicando aí o alcance da nossa penetração no meio espírita e também fora dele nos cumprimentar.
Aí o pessoal que já está se identificando, dando a sua mensagem, é muito bom, tê Los conosco. Prestigiando aí os nossos queridos convidados da live de hoje e prestigiando, né? OE secar o espiritismo com Kardec, que tem essa pegada contemporânea, trazendo todo e qualquer tema possível de ser enfocado com tranquilidade, com bom senso, com carinho, mas, sobretudo, buscando o anteparo.
A referência kardeciana para. O nosso momento de trabalho, de atividade, de desenvolvimento, de progresso do espiritismo no século 21, aqui no Brasil e por todo mundo, quero me saudar, em especial os nossos amigos que nos assistem, que nos acompanham ao vivo de vários países da América do sul.
De vários países da América do norte, entre eles Estados Unidos, México, Canadá e também alcançando aí alguns países da Europa e também do outro lado do mundo, onde já é 6 e meia da manhã aí os nossos companheiros da do Oriente, do Japão, que também prestigiam as nossas atividades, a todos vocês que
estão. Enviando mensagens da nossa gratidão e convido desde já para que vocês possam participar na forma de comentários ou de questionamentos, nos ajudando a fazer todo esse nosso trabalho de live. Também quero registrar a presença aqui nos bastidores de Cláudia Jerônimo, Julia schulz e Manuel Fernandes neto. Essa gente que você não vê. Faz a live que você vê que nos ajudam aí na sustentação dos bastidores, nas questões técnicas. É desta nossa programação?
Pois bem, vamos trabalhar hoje com ética na captação de recursos e nós, como de costume, vamos trazer o pequeno trecho de Alan Kardec para motivar inicialmente os nossos debates. Escolhemos um texto na revista espírita de julho de 1866.
Quando Kardec estava discutindo um aspecto muito importante na França e na Europa, que era a questão da participação dos espiritas na sustentação das suas atividades doutrinárias, administrativas, mas também pensando em atividades assistenciais, já que a condição de penúria de muitas pessoas era bastante destacada, então ele escreve.
No texto do projeto de caixa geral de Socorro e de outras instruções para os espíritas, o seguinte, veja como, Kardec também tinha essa antevisão, administrativa, gerencial, financeira, do nosso movimento e das instituições como um todo. Ele diz assim, para uma gestão dessa natureza, não bastariam a integridade e o devotamento, ou seja, a questão da formação
ética. Da formação é moral aplicada e da do engajamento, né, da do devotamento, quer dizer, a intenção de participação efetiva, sem nenhuma, sem segundas intenções, né? Então, ele diz, seria necessária uma alta capacidade administrativa, ou seja, cada um no seu setor, contribuindo para que a instituição expire, para que as atividades espíritas pudessem ter um país. Padrão de excelência e não ficassem reféns nem de patronos, nem de beneméritos e nem na captação de recursos.
É transversa, como nós vamos ver na live de hoje. Então é necessário que a gente vá além do mero amadorismo e só das boas intenções podendo. E devendo utilizar profissionais gabaritados que possam cumprir as chamadas exigências legais e fiscais dentro da instituição espírita. Muito bem. Vamos chamar então os nossos debatedores que rufem os tambores para recebermos mais uma vez um colaborador de sempre, Marco Milani.
Vem Pra Cá, Marco. Olá Marcelo, olá meus amigos, grande Alegria estar aqui de volta. Muito bem, como eu disse, o Marcos já é um colaborador. Desde o momento inicial desse EK tá sempre participando das nossas Lives. Temos aí outras atividades, como projetos, como o estudo comparativo das edições do céu, inferno e da gênese, nos originais, em francês, um projeto muito bacana, que até hoje dá frutos importantes para reflexão do movimento. Espírita, Marco Milani também
nos escreve com frequência. Os seus textos são muito bem é, é enfocados muito bem trabalhados e muito elogiados aqui na ambiência do eck, Marco, que é um pesquisador, um estudioso, com uma visão sistêmica do espiritismo, que tanto agrada o público do nosso eck. Marco é economista, é mestre e doutor em Controladoria pela USP, Universidade de São Paulo e é pós doutor pelas universidades de salamanca, na Espanha, e carleton, no Canadá.
É livre docente da universidade de Campinas, a Unicamp, e é diretor de doutrina da união das sociedades espíritas do estado de São Paulo. Nossa parceira a use SP. Também é presidente da use regional de Campinas, é membro da comissão coordenadora da liga de pesquisadores do espiritismo lip e é palestrante e articulista espírita.
Como eu disse, colaborador de vários projetos do ECK, Marco como seu currículo é bem extenso, se por acaso teve alguma alteração ou se a gente cometeu alguma incorreção, fique à vontade para nos corrigir nesse processo aí de de auto aperfeiçoamento. Não, não. Só acrescenta aí, destacando que eu sou amigo do ECK, né? Como você colocou aí desde o início, acho que é o mais importante ainda. Qualquer hora a gente vai é instituir aí o selo amigo do ECKE.
Você será, claro, um dos agraciados com essa honraria, para a gente registrar efetivamente é essa postura do ECK. Tem de de livre, dialogar com todos os segmentos do movimento, espírito, estabelecer ponto. Ao invés de construir muros e procurar ter essa postura Serena, podemos divergir em algumas ideias, nas questões da interpretação dos postulados espíritas, das palavras de Kardec ou de questões mais recentes que Kardec, obviamente,
não teve condição. De é enfocar no seu tempo, que, portanto, podem ter algumas divergências, mas é iremos divergir, mas jamais duelar. Como o próprio Kardec asseverou em uma de suas afirmações, muito bom, tê lo conosco mais uma vez no exame desse tema ácido, pungente e que merece de nós toda a concentração, toda dedicação para entendermos um pouco melhor como deve ser a nossa postura ética.
Em relação ao tema, vamos chamar o outro companheiro que vai dividir a bancada conosco, debatedor Henry neto. Que sonhos tambores para receber o nosso querido Henry. Olha aí. Boa noite, Marcelo. Boa noite, Marcos. Prazer estar aqui com vocês. É muito bom estar conversando com vocês, viu? Excelente. Um abraço e agradeço mais uma vez de estar aqui com você, Marcelo, você sabe que eu gosto muito de conversar com você. Você.
É a pimenta. É, nós gostamos muito também de tratar os temas com a tua presença. O Henri tem é 11. Programa que estuda é a com afinco. Por exemplo, o livro, a gênese, né? O canal parceiro nosso. E tá sempre por aqui nas nossas atividades. É membro do conselho de gestão do eck e também é uma pessoa é que nós, eu e o Marco reputamos como um estudioso, pesquisador e que muito tem agregado em termos de conhecimento para esse
momento importante. É, sobretudo diante aí da redução dos espíritas, segundo o censo de 2022. Nós temos aí que estar atentos para essa reengenharia do chamado meio espírita, para não com o sentido de fazermos proselitismo, claro, mas de adequarmos AA instituição espírita, a atividade espírita, os reclamos da modernidade, da contemporaneidade, fazendo algumas. Pontuais correções e ajustes em prol de todos. Henri é engenheiro civil, calculista, é sócio diretor da
logos engenharia. Atuou como palestrante, médium dialogador e dirigente de reuniões mediúnicas da associação espírita Caridade em ação, a esca, em João Pessoa, a Bela capital da Paraíba. O Marco é de São Paulo, o Henri é da Paraíba e eu estou em Santa Catarina. De modo que a gente aí faz 11 grande sobrevoo sobre esse maravilhoso país continental que é o nosso Brasil. Estão feitas as Apresentações e já feito.
Aí introdutoriamente um trecho do pensamento de Allan Kardec, vamos dar o pontapé inicial fazendo aquela dobradinha, hora eu começo com Henri, hora eu começo com o Marco. De modo que a gente pode é trabalhar essas questões. A primeira delas é, é uma questão de estruturação de caminho. Abertura é de terraplanagem, vamos dizer assim, já que é uma área que ambos conhecem, né? Oo Henry, pelo aspecto da engenharia, o Marco pelo aspecto financeiro, administrativo, financeiro.
É, é necessário que a gente é estabeleça um paradigma comum antes de entrarmos efetivamente naquelas questões mais afetas ao planejamento e execução financeira e a captação de recursos de maneira ética. Então eu vou perguntar ao Marco e depois vou perguntar ao ao ao Henri. O Marco e Milani é a mesma pessoa, né, Marcelo? Então vou perguntar para o Marco, depois perguntar para o Henri, para a gente traçar aí esse esse paralelo, a seguinte
questão. Na sua opinião Milani, o centro espírita é uma igreja ou um templo, e se é ou se não é, sob quais parâmetros ela É Ou Não É uma igreja ou um templo? A sua pergunta, no primeiro impulso, a gente poderia já responder quase que não. Não é no sentido tradicional, né? Não é no sentido de se assemelhar as religiões constituídas, que fazem com que nós tenhamos esse tipo de denominação.
Entretanto, se nós explorarmos o conceito, né, de tempo até de eclesia, né, que seria da igreja, eu não vou entrar nesse mérito, mas até no aspecto jurídico, que você é especialista também nisso. É a casa espírita ou o centro espírita, ou a instituição ela é, dependendo do âmbito que ela se posiciona juridicamente. Inclusive algumas são consideradas associações religiosas, né? Ou ou templos, no caso da da lá da do código civil, né?
Que você tem lá é uma denominação específica, né, para as igrejas, templos e outras organizações religiosas. Então, a gente só tem que enfocar em que sentido que nós estamos falando? No sentido tradicional, né? Nós não temos nenhum tipo de semelhança ou não deveríamos ter, pelo menos com relação às chamadas igrejas tradicionais, né? Essas constituídas que é. Depois a gente até pode tocar nesse assunto. É, muita gente acha, né, que o espiritismo é seria mais uma
religião que não é o caso, né? Então teria toda aquela estrutura, né, aquela característica mais tradicional, e não é, é nesse aspecto, mas no aspecto é jurídico. Algumas instituições espíritas optam por se classificarem, né, no código civil, aí pra obter algum tipo de benefício fiscal, inclusive. Você fazer um registro como se fosse uma organização religiosa. E aí se assemelharia nesse comportamento a tempo, já que o assunto é captação de recursos,
né? Então, nós temos que entender que, dependendo de como A Entidade se registra, como ela se reconhece juridicamente, você vai ter SIM 1 tratamento fiscal diferenciado nesse sentido. É, existe algumas instituições que optam por não se classificarem como organizações religiosas, aí elas vão para associações que o código civil também prevê. Então é dependendo do tipo de entendimento ou de registro que A Entidade vai ter nesse aspecto. Marcelo jurídico ele ela pode
ter. Essa é característica. Agora, no aspecto formal é não, né? No aspecto formal, Oo centro espírita não se assemelharia, não deveria. A uma entidade religiosa tradicional, vamos chamar assim? Vamos ver o que que um Henry tem a dizer a respeito da mesma pergunta, vou repetir, né? O centro espírita, a instituição espírita, tendo ela a denominação que tiver, ela é um templo ou uma igreja? Se é, quais são os parâmetros e se não é, igualmente, que
parâmetros se baseia? É aquela velha história, né? Não é uma igreja, é. O problema é que as pessoas que fazem parte dessa, ou seja, aquelas pessoas que estão ali, elas fazem ser. Mas não é, porque AA grande finalidade da casa espírita, na minha visão, é o que estudar o espiritismo. Só que hoje ela não tá cumprindo com isso. Ela tá fazendo quando você tem, por exemplo, uma situação onde você tem. Chegou o médio que vai vai dar passividade.
Doutor Fritz lota casa espírita, mas se você fizer um curso de de livro dos espíritos, não dá muita gente. Então, infelizmente, as pessoas por esse no Brasil, principalmente, como o Marcos levantou, por ter esse apego a religião, acabam transformando AA casa espírita como fosse 11, solo sagrado, inclusive. Tem alguns livros mediúnicos que falam que existe uma proteção na casa espírita, que você andou lá, né? Dentro você tá protegido.
E pior ainda, você sabe, Marcelo, que a gente participou muito de reunião mediúnica é a sala da reunião mediúnica. O pessoal trata aquilo como se fosse um, não é bem o altar, um lugar onde você fizesse como tem na igreja católica, né?
Você tem um lugar que você faz. A hóstia você prepara aguabenta como se fosse um lugar totalmente isolado, onde onde você não pode falar, não pode falar alto, não pode fazer piada, porque ali tem um lugar de cura, um lugar de tratamento, um lugar de uma série de coisas, então vai se perdendo. O objetivo principal nós temos, nós temos, veja 111 trabalho interessantíssimo que o Marcos fez, eu já, eu já até cito várias e várias Lives isso. A USP fez uma pesquisa.
De matosita sobre os dirigentes espíritas, o conhecimento que os dirigentes teriam da obra de Kardec e a grande maioria não tem, fica mais ou menos ali pelo evangelho segundo o espiritismo. E as perguntas que se fizeram eram muito interessantes, é se a pessoa tinha lido, tinha estudado e se eles eles fizeram 11, várias é várias. Estatisticamente, tantos por cento ler, tantos por cento ler. E o resultado foi complicado.
Foi muito complicado, porque às vezes o dirigente está lá há 30 e tantos anos, né, Marcos, como você você comentou e o cara nunca leu o livro dos espíritos, como é que pode? Não tem sentido, né? Então você falou em relação AA fundação, eu vou responder como engenheiro, para você fazer uma fundação, você tem que ter uma base muito bem feita, tá? Não vou usar base como o pessoal usa, mas eu vou fazer uma analogia com as obras fundamentais de Kardec.
Com as obras fundamentais de Kardec tem que estar muito forte na casa, principalmente nos trabalhadores, porque você tem situações, né, que você tem que estar ali estudando e tem situações que você tem que estar ali ajudando. E as pessoas às vezes misturam muito isso aí. E existe dentro da própria casa espírita uma divisão daqueles que vão lutam pelo estudo e aqueles que lutam só pela parte assistencial e digamos assim, não, eu quero só saber de
servir, eu não quero estudar. Isso é complicado. É muito complicado, porque dentro da casa espírita nós temos que ter espiritismo. E eu vejo que isso não acontece bastante no meio espírito. É essa minha pergunta. É, foi exatamente nesse sentido que vocês é comentaram de nós termos aí um universo muito grande de escolhas, de modelo institucional. Nós temos ao lado disso 11 universo. Também muito grande de posturas.
Como você encara o espiritismo? Como você encara as atividades que são feitas em instituições ou grupos espiritas e dentro deste universo maior ou um universo menor que o Milani tocou an passam, que é o benefício tributário, aquilo que a gente chama de imunidade tributária, a Constituição federal, ela coloca fora. Dos impostos, do pagamento de impostos às instituições que sejam igrejas e tempos. A imunidade tributária não alcança outras instituições de
caráter religioso. Que instituições seriam essas? Por exemplo, uma editora espírita, uma editora católica, uma editora protestante que vai ter um regime de tributação diferenciado. Que outro tipo de instituição? Um colégio de primeiro de segundo grau, uma creche que seja mantida por uma instituição de caráter religioso, igreja, templo ou não? Um hospital?
Um outro tipo de instituição que presta serviços de saúde, até mesmo uma farmácia, vão ter regimes de tributação diferenciado, mas não vão ter a imunidade, que só se aplica a igreja ao tempo, isto é, os bens que fazem parte daquela estrutura. E aí nós temos também um dilema de natureza ética que a gente enquadra nessa conversa que é. Se eu, Marcelo, não encaro o espiritismo como uma religião, nos últimos censos em que eu fui entrevistado e apareceu a
pergunta, você tem religião? Qual é a sua religião? Eu respondi, eu, Marcelo Henrique, não tenho religião. Não quer dizer que eu seja ateu ou agnóstico. Mas eu não tenho religião porque eu não professo nenhuma delas. A forma como eu encaro o espiritismo é filosoficamente cientificamente, moralmente, eticamente, mas jamais religiosamente. Respeitamos todos aqueles que engrossam a fileira do outro lado dizendo não, eu sou um religioso espírita. O espiritismo é a minha
religião. Acho muito natural conviver esses 2 modelos. Agora, se eu sou um não religioso, se eu faço parte de uma instituição não religiosa e de repente eu vou colaborar de uma outra instituição e vou querer que ela se torne religiosa, para gozar do beneplácito da imunidade tributária, para não pagar impostos? Acho aí um conflito de natureza ética. Não sei o que vocês pensam a respeito, Henri. Depois, Milani. Concordo, EEA. Gente tem que também entender.
Você estava falando, eu me lembrei de uma coisa, as pessoas estão eu, no meu entendimento, eu estou interpretando esse esse esse resultado do IBGE, equivocamente como se o espiritismo tivesse caindo. Mas se você for ver direitinho, é como quando o Marcelo falou que se declarou que não tinha religião, muitos espíritos devem ter feito isso. Então essas pessoas que estão lá como espíritas. É as que se declaram espiritas. É bom a gente entender.
É isso que tem uma diferença entre as pessoas que se declaram EOO número real, então, concordo, eu também, se se chegasse a perguntar para mim, eu também diria a mesma coisa que o Marcelo, não tenho religião, né? E não significa que eu não seja espírito, entendeu? Então é isso, é isso que Marcelo tocou, eu acho fundamental. Porque esses números vieram e causou uma série de pessoal preocupado. Aí o que que a gente pode fazer, o que que a gente vai fazer pra, pra, pra equilibrar isso, tal,
tal. Eu confesso a vocês 2 que eu me preocupo mais com os jovens. Eu acho que os jovens a gente tem que dar uma, tem que dar uma atenção especial, porque a gente tá ficando tudo velho, né? A gente tá ficando tudo velho, daqui a pouco as casas espíritas também estão e a gente tem que renovar isso daí. E tem que ser de uma forma assim bem interessante. Mas esse assunto bota live. Mas eu concordo com você, Marcelo, concordo. Exatamente com o que você falou, melani?
É, eu vou enfatizar, então a questão da da do auto reconhecimento, né? É no aspecto legal, é as instituições espíritas, né? Ou elas vão se enquadrar como organizações religiosas ou associações? Isso tem implicações, não é só na parte fiscal. O Marcelo já destacou, né, da questão da imunidade e da isenção, né? A imunidade é constitucional, a isenção, ela depende de lei específica.
É, existe também uma questão que é volta se, por exemplo, na própria organização interna, porque para você é, por exemplo, uma organização religiosa. Ela define o que ela vai ter como o próprio estatuto dela e as regulações que ela vai seguir. Já associações tem uma conotação um pouquinho mais. É, eu vou. Eu diria normatizada, né? Até pela relação com os
associados. E outro tipo de postura que nas organizações religiosas não existirão, então é, a gente tá falando no sentido mais é pragmático, né? Existe uma diferença significativa em termos de é, é facilidades e comportamentos, não só na parte fiscal, mas na parte é interna, de organização e relações com os associados, tá? É entre associação e organização religiosa? É. Se você perguntar assim, qual que seria o mais conveniente?
Em termos fiscais e em termos de estrutura interna de prestação de contas e relações com os associados, a organização religiosa é muito mais flexível, então ela é mais atrativa para esse registro. Outras entidades preferem é se registrar como associação perfeitamente possível dentro dos seus é aspectos. Mas eu só queria destacar que isso é é 11, algo que deveria ser discutido internamente. Não é só pela facilidade, é pela questão mesmo.
Conceitual, né? Nós vamos nos definir como organização religiosa, mas sabendo que é prum aspecto legal. Isso é importante, mas não que a gente vá reproduzir necessariamente a as concepções religiosas tradicionais e outras coisas. Isso deveria ser é algo a ser discutido internamente ou vice versa, né? Ah, vamos ser uma associação, mas. Nós vamos entender aqui religião, no sentido filosófico de Kardec. Enfim, é que não que vai entrar na parte legal, né?
Vai ser na parte mais de discussão interna. Esse tipo de discussão deveria ocorrer no caso da da do nosso tema de hoje. Ele é central, ele é central porque vai impactar. Como o Marcelo já disse, eu estou reforçando aqui algumas possibilidades de você ter mais benefícios ou não na captação de recursos. Não quer dizer que uma associação não tenha. Tem sim, desde que ela também obtenha algumas certificações. É. Totalmente é passíveis de serem
obtidas, né? De Beneficência de assistência social ou se estiver na área de educação, aí depende da de como ela vai trabalhar. Mas é um aspecto é jurídico, administrativo, que boa parte dos dirigentes não presta tanta atenção e deveria. Então fica aqui o registro que essa live que nós estamos fazendo serve de alerta, inclusive para quem acha que administrar uma casa espírita ou uma instituição espírita é não faz com que ela tenha essa preocupação. Tem sim, e tem que se aprofundar
nos conceitos. A risco de a pessoa pagar tributos sabendo que ela não, sem saber que ela ela está imune, por exemplo, né? É, muitas casas pagam IPTU e não deveriam, porque elas são dentro da da classificação delas, elas poderiam estar imunes ao IPTU e pagam IPTU. Esse tipo de de situação é importante pro dirigente ficar atento, mas no aspecto filosófico. Depois, se quiserem, a gente vai discutir também. Isso impacta também num outro elemento, né?
Que é, nós temos hoje um leque muito grande para a participação das instituições espiritas e das pessoas espiritas que estão nessas instituições. Obviamente num leque de ações, né? Nós temos educação, saúde, idoso, criança e adolescente, assistência social, cultura. Só para ficar nos principais. E aí a instituição espírita pode se credenciar a receber recursos públicos de uma prefeitura, de um governo de estado ou até mesmo de instituições federais.
Nessa condição, cria um outro dilema, ou um outro aspecto ético. Importante, porque se uma mera associação ou uma mera igreja, ela ou o tempo ou instituição religiosa, como o Marco bem colocou, ela está apenas correlacionada aos seus associados, aos seus membros. Ela presta contas a essas pessoas a partir do momento em que ela passa a receber recursos.
Tanto de instituições públicas em algumas situações, por exemplo, de instituições privadas, vamos imaginar que uma grande corporação empresarial da sua cidade resolva instituir um determinado prêmio. Pela, pelo desempenho, pela pelo, pela realização de determinadas atividades numa área específica. E a instituição espírita se credencia a participar desse prêmio. E é a queimado. Ela vai ter a responsabilidade de prestação de contas em relação também uma instituição
privada. Então veja que o centro espírita não é uma ilha no meio do oceano. Ele está correlacionado com outras instituições privadas ou públicas. E também na questão de captação de recebimento de recursos, de modo que todos esses tentáculos precisam ser devidamente entendidos e cumpridos, sob pena que nós temos aí tanto a responsabilização dos gestores quanto descredenciamento de instituições pela falta de de cumprimento dos requisitos contidos num pacto, num
contrato, numa licitação. Num num termo de de cessão de direitos ou de recursos, enfim, o leque é muito grande. Sei que tanto o Milani quanto OR é tem correlação com isso. O Milani também trabalha na área de auditoria, também tem noções dessa questão. OR como engenheiro está sujeito a fiscalização do conselho regional de engenharia? Está sujeito a fiscalização dos órgãos estatais nos empreendimentos que a sociedade que ele participa e gerencia atua, enfim, então está tudo correu.
Acionado e as pessoas acham, né? Que por ser igreja, por ser tempo, por ser uma associação civil, está livre de todos esses processos e de todas essas formalidades. Devagar com andor que o Santo é de Barro bom feitos esses.
Essas preliminares, que espero que não tenham sido muito longas e seja tenham sido úteis para a temática, vamos entrar em pequenas situações que ocorrem ou já ocorreram ou podem ocorrer dentro do meio espírito, envolvendo essa questão da ética e dos recursos das instituições espíritas.
Então, vou. Claro, utilizar aqui é pseudônimos, é nomes aleatórios, mas vou contar alguns causos e depois vou perguntar para vocês, pro Henri e pro Milani, pro Milani, pro Henri, se isso é ético ou é ético e até que ponto é ético ou não é ético. Então vamos a primeira situação, o austregésilo. Ele é um escritor de livros espíritas, sabe? Ele tem, como qualquer autor nesse país, muita dificuldade para produzir as suas obras. Então ele gasta do próprio bolso.
Ele mete a mão no bolso, bota o escorpião pro lado e tira um dinheirinho para editar as suas obras, os seus livros. E depois então ele vai saindo o seu itinerário para cumprindo o seu itinerário de palestras. Vai aqui, vai ali. Numa instituição, numa federação, num local não espírita, quando ele é convidado, e aí ele bota na sacolinha dele as obras que ele escreveu e que ele bancou ou que
alguém ajudou AA produzir. E aí nessas situações, principalmente na tribuna espírita, ele pega o livrinho e diz assim, ó, como eu disse nesse meu livro. E aí menciona uma situação, daqui a pouco ele pega outro livro. Como tratei nesta obra que escrevia? E ele cita mais um trecho, e vai fazendo isso aqui, acolá, adiante e tal torna se até uma rotina. A gente já sabe que o austregésimo é o expositor, é o palestrante que leva sempre os
seus livros na algibeira. E aí ele dá aquele recadinho, se vocês quiserem entender um pouquinho mais desse tema. Comprem o meu livro. Adquiram o meu livro, que inclusive tá aqui na livraria da casa espírita disponível pra vocês. Pergunto Milani. Isso é ético? Até que ponto? Vamos lá, jogou a bomba, né? Pra gente falar aqui é? Primeiro vamos só é caracterizar, né, ética e moral. Moral é um conjunto de normas, né? Dentro de uma comunidade, de um grupo, de uma sociedade, né?
Seria quase que um código de conduta dentro de um grupo. Então aí seria a moral, a ética, ela reflete, e ela estuda ou crítica a moral, né? Então aí a gente vai ter exatamente é só para a gente definir. É práticas, usos e costumes. E uma crítica sobre essas práticas é que são feitas. Primeira coisa, tudo aquilo que faz com que nós tenhamos é o compromisso com a própria consciência, de maneira a ficarmos tranquilos. É por aí que a gente deveria pautar as nossas ações.
Então é sem querer julgar quem faz dessa ou daquela maneira. O principal é que nós tenhamos um compromisso ético conosco pra verificar se estamos é adequados ou não. A moral que nós acreditamos é, é vivenciar ou é a conduta, né, que nós gostaríamos de ter. Isso é individual. Exterior, né? Para as outras pessoas, claro que a gente pode pontuar diferentes.
É alertas, né? Ou é condutas algumas adequadas, outras que nós não nos compatibilizamos, ou que nós poderíamos até achar que estariam em desacordo não só com a moral, mas principalmente no aspecto ético. A questão de autopromoção, e aí não é só expositor, é ou escritor, é qualquer um que busque a autopromoção é vai estar vinculada ao motivo. Então, o motivo que nós temos para fazer é para ocupar uma tribuna espírita. É para divulgar o espiritismo, né?
Ou para fazer qualquer tipo de ação dentro do meio espírita, o nosso principal compromisso. Se a gente vai atuar como espiritas é divulgar o espiritismo naquilo que nós acreditamos que seja, é na sua essência, nos seus princípios e valores. E aí nós temos diferentes graus de entendimento também, mas nós temos um compromisso com a doutrina e Kardec. Ele deixa muito claro isso, que o verdadeiro espírita, o espírito, é sincero, ele.
Ele não expõe a doutrina, ele não coloca a doutrina é é no sentido de risco de dela ser exposta ao descrédito, a ridicularização ou a qualquer tipo de de de situação que é alimente os detratores. Esse é o primeiro ponto. É, então quando a gente se compromete a divulgar o espiritismo, tem que saber o que a gente está fazendo conforme a ética. É, e aí eu vou chamar espírita,
tá? Quando nós temos é situações de autopromoção aonde o indivíduo quer por meio de um contexto, é de divulgação do espiritismo, mas também obter vantagens e seja financeira, seja de alguma outra maneira, aí claro que ele vai incorrer num aspecto questionável de conduta de
comportamento. Então, qualquer pessoa que se posicione desta ou daquela maneira, que, além da divulgação do espiritismo, também vincule se a autopromoção e a ganhos pessoais, inclusive dentro da casa espírita, é isso, é obviamente bastante questionável. Então, respondendo AAA, sua questão é se a pessoa, eventualmente ela faz 11 proposta de divulgação doutrinária. Ainda que ela seja isso, que ela tenha livros, mas ela doe todas os seus, é os recursos obtidos.
Ou ela faça com sinceridade, ela faça não querendo obter ganhos pessoais. É uma coisa, quando a pessoa ela volta se pra obter benefícios e ganhos pessoais, alegando se tratar de divulgação doutrinária, aí ela já está extrapolando é esse processo. E você teria. É um comportamento, uma conduta, né? É, é que não seria adequado. É questionável as pessoas é quererem fazer a auto divulgação, porque daí a gente vai pensar vários exemplos e isso a gente sabe.
É, eu presenciei várias vezes o cidadão, ele procura casas grandes para fazer para ser convidado, né? Ou ele se auto convida. Para fazer exposição, porque ele é quer aproveitar a viagem dele em públicos maiores para divulgar os trabalhos que ele faz. E ele não aceita públicos menores porque ele acha que é é. Vai perder tempo que não vai ter tanta.
É repercussão. Aí é um comportamento questionável, porque divulgar espiritismo, se a gente vai ficar preocupado em quantidade de pessoas, aí você já tá tendo uma pista de quem? O que interessa Pra Ele, ou é visibilidade ou é é algum tipo de é recurso a ser obtido pela quantidade, né? E é, e não necessariamente pela qualidade. E aí a gente até extrapola, né, Marcelo, que você comentou, eu acho que vai ser uma das suas
questões talvez futuras. Mas hoje em dia, com as tecnologias de comunicação que a gente tem, o cidadão não precisa ser mais convidado para ir para uma casa espírita. Ele abre um canal ou ele faz alguma coisa para divulgar os seus produtos, né? E aí nós entramos no mesmo caminho. Até que ponto a doutrina está sendo efetivamente divulgada na sua essência e até que ponto a gente vai ter uma divulgação pessoal? Não que seja isso repreensível, né?
Porque cada um aí tem o direito de é. É colocar o seu trabalho à vista. É o motivo, é aquilo que vai ter de de de essência motivacional pra fazer com que a pessoa tenha essa preocupação. Então, resumindo, vai depender da motivação do indivíduo, se ele está comprometido em é direcionar os recursos obtidos em nome do espiritismo pra causa espírita, é uma coisa. Se vai ser pra causa pessoal, aí já é uma situação extremamente é é que entra em contraste com o que se esperaria de um
divulgador espírito. E você, o que que pensa a respeito? É, e a gente pode até retomar, né? Que até aqui, no finalzinho, lá em 68, preocupado, como é que ficaria o espiritismo? Ele já estava se aproximando do final. Nós temos aí uma. 11 artigo muito interessante de Kardec que ele vai falar e vai querer criar. 11 comitê que um colegiado que ele não queria ninguém representando o espiritismo de 20 pessoas, incluindo ele.
E uma dessas coisas que uma das maiores preocupações dele na época era que o livro fosse mais barato possível para que chegasse no que ele chamava do adepto que que queria ser. Então eu vejo essa preocupação de porque ele não tinha outra forma naquela época, tinha que ser um livro, então ele tinha que reduzir o custo, né? O máximo possível, tenho
certeza. Se cabec tivesse hoje ele faria o que muitos deveriam fazer, colocar os vídeos, os vídeos, os livros em PDF e jogasse gratuitamente na internet. Porque a divulgação, creio eu, não só a divulgação, eu acho que o trabalho espírito tem que ser gratuito, porque. Imagina o médico, vou dar um exemplo do médium e aí vem problema por falta de orientação, né? Nem por culpa deles próprios, eles vão para o para uma reunião mediúnica, pensando que tem dívidas a pagar e não, eu tenho
que trabalhar para fazer isso. E aí você coloca um problema Sério nisso, você sem querer. O Marco foi muito feliz quando falou da consciência, porque a ética é aquilo que você faria se outra pessoa não visse. Tem, tem isso também. Você você vai fazer a coisa dependendo da sua consciência. E essa palavra é uma coisa muito séria para o espírita, né? Lembrando a 895 que que eu vou falar isso agora?
Porque as pessoas às vezes se comportam e esquece que o interesse pessoal é muito difícil de você olhar para si mesmo. Então, na 895 livros, espíritos falam que o interesse pessoal é o maior dos vícios do espírito, tanto encarnado como desencarnado. E todos nós desse planeta somos espíritos inferiores, onde Oo interesse pessoal é muito forte ainda. Aí, às vezes, como o Marcos tocou, que eu achei muito bom, Oo cidadão vai até tentar fazer no começo de bom, de de bom,
agrado, tal de bom. De repente ele começa a se atrapalhar e ele não percebe. É mais ou menos AA casa dos médicos. Os médicos começam a fazer os trabalhos de cura e aí começam a fazer. De repente, toca aquela coisa que o Marcos falou que é autopromoção, ele quer se autopromover, aí ele vai e acaba caindo. E todas as vezes que o esses trabalhadores caem, eles caem muito. Vertigiosamente, né? E por quê? Porque é difícil você fazer isso agora.
Todos nós espiritas, devemos sempre seguir aquela aquela regra básica, você tem que fazer as coisas pelo outro sem pensar em recompensa para você. Tem que ser sem interesse pessoal. E isso a maioria das pessoas não, não consegue ver, não consegue identificar porque elas acham, como o Marcelo citou. Citou também que o fato de eu ir lá numa casa espírita. Eu estou ali até uma palestra de
graça mesmo. Eu estou Ah meu, eu vou, eu vou pro nosso lar por conta disso, eu vou pro nosso lar, eu vou ganhar em bons horas. E não é assim. O próprio livro diz, espírito fala, se você for fazer o bem, pensando que você vai ter 11 lugar lá em cima, você não adianta nada. O verdadeiro bem é você fazer sem interesse. Por isso que eu achei a pergunta do Marcelo muito interessante, porque tem muitos que acham normal ou tem muitos que falam não, mas ele precisa porque ele
tem os custos. Isso é muito importante. Eu particularmente acho e entendo que a principalmente viu gente. A divulgação é muito Sério, principalmente no nosso caso do Brasil. Nós temos 11 meio espírito, muito carente disso, carente demais. Aí quando acontece de você apresentar alguma coisinha que não é nada de excepcional, mas que tá lá na doutrina, o pessoal fica achando que você é extraordinário, um cara que sabe mais não.
É porque o pessoal é muito carente da leitura, é muito carente de conhecer Kardec. E se você for ler Kardec, se você for, tá tudo lá, tá tudo escrito bem direitinho. Bem, então eu particularmente, eu acho que os livros espiritas dos divulgadores espiritas deveriam ser gratuitos. E outra coisa, a gente também tem que ter uma coisa importante, né? É já sobre 11 caso passado.
Né? Eu não vou citar nomes, mas de um palestrante espírita que cobrou 15000 BRL pra uma palestra, porque ele IA sair da da cidade, IA se ausentar no na profissão dele e cobrou as horas como se ele tivesse faltando AA coisa. Isso aí é um absurdo, é um absurdo, entendeu? Então a gente tem 2 linhas extremas, esse é que é o problema, né, Marcelo? A gente tem 2 linhas extremas, tem aquele que tá ali.
Aquele cara perseverante, que vai, que enfrenta, que às vezes toma até um ônibus mesmo, vai até um centricílio, não aceita nada. E tem esse outro, esses outros popstar que misturam como se AAAA divulgação fosse o que? Um trabalho de de coaching, um trabalho de de. E não é, não é nada disso. É exatamente as 2 respostas convergiram para o mesmo ponto, o que é interesse doutrinário ou interesse filosófico e espírita? E o que é interesse pessoal?
Esse essa diferença, esse traço distintivo, é muito tênue. Caso a caso vai ser motivo. O primeiro de autoexame do indivíduo, que, segundo Agostinho, é a primeira, primeira tarefa de todos nós que estamos em marcha do progresso, realizar aquele autoexame, e segundo, das instituições que gravitam em torno do personagem, né? Eu me lembro, por exemplo, quando o lançamento eu vou fazer
um merchandising, tá? Quando o lançamento do meu primeiro livro espírita, que é tá aqui na mão, túnel de relacionamentos, pela editora Emily capivaria, de São Paulo, eu fui convidado para falar sobre o livro. Então eu levei o livro e eu disponibilizei o livro na livraria da instituição. Sem qualquer objetivo pessoal meu, eu disse, olha, vocês estão me convidando para lançar o meu livro. Eu vou lançar o livro, eu vou doar para vocês 20 exemplares, 30 exemplares, e vocês ficam com
a renda. É da venda para as atividades de vocês, né? Não quero dizer que eu sou melhor do que os outros, nem que esse seja o exemplo de conduta. Esse foi o meu posicionamento em outras situações. Eu fui convidado para falar, por exemplo, sobre adolescência. Como que o espírito encara a adolescência? O que é adolescência para o espírito? Eu levei o meu livro e aí eu disse que num livro meu e mostrei eu tratava da questão da adolescência em vários capítulos
e ficou a citação bibliográfica. Da mesma forma como Henry citou há pouco a questão. 895 do livro dos espíritos. O livro dos espíritos é uma obra que está disponível em PDF, na internet, de diversos autores, diversos tradutores, diversas editoras, gratuitamente. Agora, se você quer o livro como eu, que sou das antigas, acho que o Marco também, porque o Marco está cheio de livro atrás dele ali, né?
Você gosta? Do cheiro do livro, do formato do livro, do ter que mexer e voltar, de marcar os pontos principais, como eu faço, de fazer anotações na margem. Aí, meu amigo, você vai tirar o escorpião do bolso e comprar um livrinho espírita que deve ser vendido. Vocês tocaram nesse ponto pelo valor mínimo possível. Nós não vamos. Não precisamos ter grande arte, grande composição. Não precisa ser o melhor material do mercado. Eu acho que tem que ser um
produto agradável, né? Não pode ser um produto que fique atrás dos outros concorrentes. Em termos de espiritualidade, tem que ter um nível mínimo, mas não precisa ser um livro luxuoso, com letra de ouro com capa dura. Então tem critérios que precisam ser aferidos da mesma forma. O comportamento das pessoas na tribuna e fora dela, tem pessoas que não são. Moradoras não são palestrantes, mas são escritores ou gravam CDS de músicas. Ainda tem CD de música, né?
CD de VD, etcetera? É, eu sou um consumidor ainda de CD de DVD. Então até aqui em casa tem bastante. E a arte espírita depende desse instrumento para ser divulgada, para chegar nas instituições, nas pessoas interessadas, et cetera e tal. Então ele não oferecia na palestra, porque ele não era palestrante, mas nos grupos de estudo, nas rodas de conversa, nos eventos confraternizativos. Ele levava lá OCD dele, ele tocava um violãozinho. Vendia OCD dele por 10 BRL, por
5 BRL. Dava uma parte disso pra instituição. Então tem meios e tem fins. Essa aferição entre meios e fins é que está relacionada. Tem até um comentário aí de uma pessoa que está com a gente, a Juliana Mon o simples fato de pensar em fazer, por exemplo, palestrar para o seu próprio benefício. Por seu progresso pessoal já é interesse pessoal, exatamente o que a gente tá tocando. Então é como é disse um pensador. É, são muitos os fins, são muitos os meios. É, nem tudo é, é, é, é lícito e
nem tudo me convém. E mesmo que é lícito, às vezes não me convém. Vamos seguir é com com mais uma questão para enquadrar essas situações. Vamos falar de uma outra personagem, a Pamela, e aí eu vou começar com você, Milan, porque o anterior eu acho que eu
comecei também, né? Então, a Pamela, ela é médica homeopatra e pediatra, então ela recebe no consultório dela mães e pais levando seus filhos para consultas, para atendimento, para orientação etc. As consultas da Pamela veja bem, elas costumam durar mais tempo do que os outros profissionais concorrentes dela. Os outros profissionais ali disponíveis no mercado fazem uma consulta de 20 minutos de 15
minutos de meia hora. Mas a Pamela acaba fazendo uma consulta de 1 hora porque ela quer saber determinados detalhes e tal. Ela diz que precisa conhecer melhor a rotina da criança e dos pais. E ela faz então algumas perguntas que não são lá muito associadas a doença ou as necessidades do paciente. De repente, dependendo das respostas e da receptividade, ela vai até uma estante dentro do consultório dela, saca? Um livrinho. E diz assim, olha, aqui tem um
livro que eu escrevi. É um livro espírita, né? Mas é um livro que trata dessas questões aí que estão é envolvendo você e o seu filho. Então fica aqui a dica, isso é ético? Até que ponto? Eu acho que foi. Você começou comigo Na Na Na outra, né? Mas não sei se o Henrique quiser falar também, não tem problema, mas é. De novo, AA questão da consciência, né? É no exemplo que você traz, já que envolve saúde.
Hoje, a própria organização mundial de saúde já reconhece a relevância da espiritualidade para o bem-estar do indivíduo. E muitos médicos, felizmente. Já tem também se debruçado, independente se é se são espíritas ou não, mas muitos médicos já tem se debruçado sobre a questão da espiritualidade, colocando na entrevista, né?
Pra pra fazer aquele é processo de conhecimento do do e contextualização do paciente também é conforme é eticamente se é aceitável, né você sem nenhum tipo de invasão. Mas você dá oportunidade. Se o indivíduo é desejar, é trazer aspectos também sobre as suas crenças, valores relativos à espiritualidade. Isso hoje em dia já se torna mais comum. E tem, é e é aceito, inclusive, não só pelo conselho regional de de de de medicina ou federal, que seja também de medicina, mas pela própria OMS.
Por outro lado, e aí não é só por uma questão de é ser um profissional, é específico, tá? Sobre é livros, espíritos, pode ser qualquer outro livro, né? O que a gente tem visto, Marcelo, eu acho que é muito mais é também é preocupante o exemplo que você traz da pessoa querer fazer de novo a
autopromoção da do seu material. Mas é, eu vou trazer um reflexo disso, só que agora, ao contrário a pessoas, é. Ou usando o título ou a formação dela na tribuna espírita, como se fosse um argumento quase que de autoridade para ela levar. É, é EE também se autopromover, mas. Levar algum tipo de convite implícito, né? Que ela possa atuar ou captando futuros pacientes ou potenciais pacientes ou pessoas que estejam interessadas no que ela possa oferecer profissionalmente também, né?
Então, às vezes a gente tem essa percepção de que a pessoa se serve mais da da tribuna para fazer de novo, né? 11 propaganda de si. Como é como profissional. E aí não é só na área de saúde, tem vários tipos de de abordagem que podem ser feitos, mas principalmente na área de saúde. É muito preocupante, né? Se a pessoa começa a ter que é, entre aspas, clientes, obtidos, é na, na, numa, numa plateia, num num processo de é divulgação doutrinária e ela vai é se
beneficiar disso. É, é a consciência de cada um. Não vou ficar julgando, mas é, me parece muito preocupante você misturar é trazer elementos profissionais pra dentro da divulgação. É que deveria ser doutrinária? É. E pior ainda, agora esse eu faço questão de falar aqui e eu eu só não vou falar o nome por uma questão de ética, mas eu não não falaria o nome, mas vou falar o problema. Pessoas que não são médicas.
Tá, a pessoa não tem registro algum em conselho regional, é, não tem nenhum tipo de de de formação de graduação, é, é, é na área de medicina, mas ela é apresentada como doutora fulana de tal da área de saúde. Por quê? Porque ela dá a entender que ela estudou, que ela teve algum tipo de vivência na área, que ela pesquisou na área, e ela não tem além disso, e ela não desmente quando a pessoa. A pessoa apresenta EAAAA cidadã como médica, né?
E eu não vou ficar aqui, é é também dando mais detalhes, mas não é o título que faz a palestra ser melhor ou pior ou que vai melhorar o conteúdo doutrinário. É a análise dos preceitos que seguem o que Kardec os espíritos, é pela universalidade apresentado. O título não faz ninguém, é fazer a palestra melhor ou pior. Mas as pessoas que se servem de títulos, ou inventam títulos ou inventam títulos, elas estão, sim. É como o Henri falou no começo, talvez empolgadas ou motivadas
ou obsidiadas. Adentrando numa comercialização extra é, é tribuna, né? Extra é meio é de divulgação espírita, com kits de autoajuda, com produtos que ela está vendendo, né, que se enquadram em autoajuda, mas que a pessoa em si, ela vende isso, ela comercializa basicamente para as mesmas pessoas com que ela divulga a doutrina, né? Então é esse tipo de oportunismo. Que nós temos isso sim, é antiético. Pessoas que é, por sinal, é fraude, tá?
Se a pessoa não é formada em medicina e ela não desmente, quando ela é apresentada como doutora, é médica, é, ela não desmente, ela está cometendo fraude. Isso aí é é um problema de de de falsidade ideológica quase, né? Então, sim, é, nós temos essa é esses problemas no meio espírita. Muito bem, Henry, e para você? Concordo demais com o Marcos, inclusive eu, eu e ele.
A gente já conversa com ele sobre isso há muitos anos, né, Marcos, sobre esse esse assunto aí, e aí ele falou na medicina, eu vou para o outro lado. Agora é física, o eu não sei o que que tem no meio espírito que o pessoal adora. Uma novidade, né? O nosso querido Herculano pires, como o Marcelo fala, apontou isso primeiro e ele tinha muita razão, e aí eu cansei de ver Lives. É falando da física quântica? Não, porque a física quântica tá explicando o mundo espiritual que não sei o que.
E eu ficava assim, eu estudei física quântica na faculdade, aí eu ficava olhando os cara, fala assim não, porque tem o colapso quântico que tem o observador. Isso aí. O cara fazia uma analogia maluca de que aquilo era o espírito. O problema é que o espírito AA ciência da física estuda matéria. Eu estudo o espírito. Até que apareceu 1111 físico no ele não me conhece, mas eu gosto muito do trabalho dele. O Alexandre que é amigo amissíssimo do do Milani. Adorei a palestra do Alexandre.
O Alexandre foi, mostrou as equações e falou, olha pessoal, tem gente aí no meio espírito que tá falando que AA fisica quântica explica. O espiritismo não explica. Quer dizer, como o Marco falou aí, às vezes esse expositor nem é físico. Começou a estudar, todo mundo gostou, todo mundo começou a chamar ele, começou a crescer e ficou como se ele tivesse a última palavra da física. Quer dizer, a gente não pode gente fazer isso agora, não.
Agora se vai o Alexandre, que que o Alexandre é o cara é físico lá da é, é USP, é Marcos, me ajuda aí, está na USP, né? Na Unicamp, meu colega da Unicamp. Aí é o professor de física, gente. Ótimo e espírita. Então, até o Kardec, Kardec fala, olha, e ele cita na nas palestras dele, né, o dia que o espiritismo, que a ciência falar uma coisa contrário do espiritismo, o espiritismo acompanha, só que tem gente.
Só que para você fazer isso, você tem que trabalhar um bocado, você tem que trabalhar, fazer, que é o muito difícil, fazer o que o Kardec fez, mas o que o Alexandre, eu acho que muito foi feliz, ele mostrou equações matemáticas, ele tentou baixar um pouco a linguagem. Pessoal e o pro pessoal entender porque a matemática é um, é uma linguagem.
Mas, enfim, a gente teve, antes do Alexandre dar uma esclarecida, muita gente que chegou, que subiu na tribuna espírita falando sobre isso sem ser físico. Isso sim, é uma tremenda falta de ética, né? Porque eu vou ocupar a tribuna espírita, vou falar sobre física quântica, já estou desviando um pouquinho o assunto. Eu vou começar a fazer analogias que no final são opiniões pessoais que não tem nada a ver com o espiritismo, entendeu?
Então o Marcos citou esse exemplo, aqueles questão de citar Oo, os exemplos ruins e o nosso exemplo bom, que foi o Alexandre, que ele chegou e falou, ó, física quântica é isso. E eu e eu tô falando como física, isso aí é excelente. E aí você tira, desmistifica tudo isso. E nós temos muito. Não é só na física quântica, não. Se tem gente falando de magnetismo, se tem gente escrevendo livros de magnetismo, gente, magnetismo não é
espiritismo não. E o pessoal fica usando como se se você não estudasse o magnetismo. O espiritismo não tem sentido, não é assim, você para estudar espiritismo, você precisa estudar só as obras de Kardec. Ponto. Agora o pessoal, quando nota Marcelo e Marcos que um assunto chama atenção, ele vai para lá. Aí o pessoal fica chamando, te chamando, te chamando também, ele vai vai crescendo. Ele nem percebe que isso é
vaidade, né, pessoal? Embora ele não ganhe nada, vamos supor, não cobro nada por isso, mas ele tá tá ganhando e tá tendo interesse. Pessoal, como o Marcelo falou, é um, é um, é muito pequeno, AAAA diferença e as pessoas às vezes não percebem, principalmente se forem vaidosas. A Elisângela pedi pra deixar até o comentário dela. Aí tá dizendo exatamente esse ponto, né? São charlatãs que precisam ser escancarados, porque calar é
sustentar a mentira alheia. Tá lá no evangelho segundo o espiritismo quando fala da necessidade do escândalo. E essa necessidade do escândalo se dá em razão de uma circunstância em que o efeito do mal seja muito pior. Do que você cegar para pessoa, claro, ninguém vai fazer uma grosseria, né? Ninguém vai desancar o indivíduo, ninguém vai desqualificar publicamente o indivíduo. Há maneiras e maneiras de se fazer, mas é preciso, sim, colocar o dedo na ferida.
Nós aqui no ECK, sempre colocamos o dedo na ferida. Porque isso? Tanto o fato que o Milani comentou da pessoa que não tem formação alguma na área clínica, na área médica, não refutar quando é apresentada como médica ou como especialista. É uma sem vergonhice tão grande quanto a outra que o Henry falou de um indivíduo que acha. Que o bibelô do momento, que é a física quântica, é um produto que encaixa em qualquer situação. E que o espiritismo fala das questões da física quântica?
Não, meu amigo, não fala. Podem haver pontos que são tangentes, podem haver pontos que se tocam, mas uma coisa é diferente da outra. Os pressupostos filosóficos do espiritismo são diferentes dos pressupostos filosóficos da física, por um momento muito tranquilo, por um elemento muito basilar e que inclusive o Alexandre Fonseca vai estar trabalhando conosco, comigo e com Milani, numa live que será futuramente marcada. Ela estava exatamente marcada
para acontecer hoje, então? OR já tá aí de maneira mediúnica, né? Pegando o tema no ar, porque a gente vai trazer. Tratar sobre isso. Em que pontos a ciência física, material, a física, por exemplo, toca nas questões espirituais e vice versa, mas ambas são de departamento de Kardec, frisa isso muito bem.
E o domínio da física é da ciência material e o domínio do espiritismo é a ciência espírita ou a ciência espiritual que possuem conexões, possuem relações, possuem Inter relações, mas não são a mesma coisa. Então o indivíduo pega um livrinho de física quântica ou assiste uma palestra de um especialista físico nessa questão e começa a arrotar isso na tribuna, na palestra espírita, como se fosse uma grande novidade. E diz bobagens. É Wilson Custódio. O Herculano dizia exatamente isso.
São os novidadeiros ávidos por coisas novas e por amealhar seguidores. Então é preciso, como disse a Elisângela, ter uma postura. De desmascarar ou de colocar as coisas no devido lugar. OECK faz isso pelo seu portal, pelas suas atividades. EE, claro, sem grosseria, sem sem ignorância, sem é malversação dos fatos, sem agressão. Mas colocando os pontos, quem quiser continuar seguindo os cegos até o despenhadeiro, que o faça quem tem uma postura tranquila?
Transparente, Cristalina. Sobre o espiritismo, procura seguir um outro paradigma. Vamos continuar trabalhando com os nossos personagens. Agora sim, eu vou começar pelo pelo Henry e depois pelo Milani. O Jânio, vocês conhecem o Jânio? O Jânio é um espírita muito conhecido aqui na minha região. Ele já foi do movimento jovem. Ele já atuou na área artística?
É uma personalidade bem conhecida dos espiritas aqui de Santa Catarina. Ele também fez parte da diretoria de 2 casas espíritas e também do movimento federativo regional. Ele sempre está nas escalas doutrinárias, fazendo muitas palestras, algumas palestras muito boas, por sinal muito bem preparadas, muito bem dentro dos princípios kardecianos. Mas o Jânio resolveu sabe ser candidato a vereador. Ótimo direito político dele,
opção política dele. Quer, quem sabe fazendo um trabalho pela comunidade, pela sociedade, quer arregaçar as mangas e colocar o espiritismo em ação. Mas aí o nosso Jânio faz o seguinte. Ele resolve ir aos centros espíritas em que ele atua, em que ele palestra com a camiseta, o boton e os santinhos na mão, os panfletos da sua candidatura. E aí ele fica ali nos arredores do centro, antes da palestra, durante a palestra, depois da palestra, abordando as pessoas e distribuindo o santinho, ó,
lembra de mim? Agora eu sou candidato a vereador. Henry isso é ético? Até que ponto? É, eu acho que você deve sempre começar com com Marcos, porque Marcos é professor e ele dá aquelas esse preâmbulo. Eu sou engenheiro, falo direto e às vezes as pessoas me tirem como grosso, como ácido. Mas eu vou falar uma coisa pra você, Marcelo, você tocou num ponto que acho que o maior problema do do meio espírito, sabia? Na pandemia você trazer.
Transformar a tribuna espírita num palanque político, pelo amor de Deus, cara, que que é isso? Que que é isso? Eu fico pressionado, né? E outra coisa, a gente tem que guardar cada que foi claro com relação a isso, inclusive lá no livro dos médiuns, lá na lá no finalzinho, quando ele fala da das várias, você vai montar uma casa de espírito, uma sociedade. Aí tem vários. É porque eu esqueço o nome, mas tem várias coisas que você deve seguir, né?
Você vai me ajudar, mas é o que você conhece esse padre direito. Então você tem várias estatutos e um deles vai falar, deixar de de de ter, é conversações políticas e tal. Mas isso também tem a ver na época que quando ele IA dar entrada na prefeitura, naquela época, a gente tinha o Império, né? O imperador apoleão, segundo isso já fazia parte de um contexto histórico, porém. A gente tem que dar Liberdade de pensamento para todo mundo.
Todo mundo pode, política é a vida, todo mundo pode fazer o que quer. Agora, o que eu acho complicado é você trazer para dentro de um tribo espírita, um lugar onde a gente deveria estar discutindo filosofia espírita. A gente devia estar discutindo problemas que são muito maiores do que a parte política. Tem que ter discussão política dentro da casa espírita. Aí cada um vai vai responder isso de uma forma bem interessante.
Eu apenas acho o seguinte, que infelizmente, depois da pandemia todo mundo saiu das casas espíritas. Aconteceu o que aconteceu, né? E um dos médios famosos que faleceu pouco pouco a pouco tempo, IA levando o pessoal numa parte. Assim, começou a falar em política dentro, começou a trazer.
E foi afastando alguns, quando ele via aquele médium que todo mundo falava e esse médico começava a falar e começava a falar em política, o pessoal que era contra e por isso que cadeco foi muito, foi muito feliz e só deixa o cara lá na política. Ele inclusive, ele falava política e religião. É de foro íntimo, né? Vamos falar assim, mas quando ele for discutir espiritismo, vamos discutir espiritismo, porque tem muita coisa para. Para discutir.
Tanta coisa para falar. Aí o cara leva o palanque, né? Marcelo faz a campanhazinha dele lá dentro, e isso é complicado porque, vejam bem, Kardec, porque que o Kardec fez isso na época? Porque ele ficava preocupado, porque muitos participantes da sociedade eram, por exemplo, muçulmanos, eram nós tínhamos budistas, e você falar um pai nosso, você falar uma parte cristã católica ali IA bagunçar um pouco com o pessoal. O pessoal não IA se sentir muito. É como é que eu falo.
A vontade, você estando ali, uma reunião pra e o pessoal falando pai nosso, Maria, essas certas coisas. Então a gente tem que observar direito essas coisas para não ter problemas. Da próxima vez, Marcelo bota Marcos primeiro que Marcos é muito mais tranquilo e ele explica, eu não gosto de explicar, eu sou mais direto e eu sou um pouco ácido. E às vezes o engenheiro é assim, ele tem que ser direto, porque senão as coisas estão erradas.
Muito bem. Vamos ver então o que que o nosso professor, nosso metódico Marco, tem a dizer a respeito dessa nossa, desse nosso personagem, né? Até esqueci o nome que é o zeijânio, né? O Jânio e a sua candidatura política a vereador e a sua
andança espírita. Primeiro eu quero dizer que eu discordo do do r que ele pode começar assim, não tem problema nenhum, pelo contrário, eu gosto de ouvir OR é também aí colocando suas é perspectivas, é esse personagem, o Jânio, ele vai se enquadrar como qualquer outro oportunista que quer tirar vantagem do espaço, né? Pra ter visibilidade pra interesses pessoais. EE, não é só na questão política, né? Essa é mais sensível porque
envolve paixões. E dado o momento que o Brasil vive, de polarização, que é um fato, e isso foi sim causa de é, é fragmentação, de desavença, é nas casas espíritas, é. Esse tipo de situação não contribui em nada pra divulgação doutrinária, porque você coloca a paixão num primeiro. É lugar como se a pessoa, por ser espírita, tivesse uma é. Uma oposição diferenciada com relação à política.
Não tem Oo espírito em si. Como qualquer outra pessoa, ele tem Liberdade de consciência para escolher os caminhos que ele bem entender Na Na gestão da sociedade. E não é por cabresto, né? Porque o espiritismo não tem voto de cabresto, não tem nada disso. É que a gente vai é determinar, por mais que algumas pessoas sejam tentadas a indicar candidatos e tudo mais, não é esse o caminho é ético dentro da da casa espírita? Por outro lado, quero destacar aqui que até a legislação
eleitoral. Ela proíbe, é manifestação, é político, partidária. Em e aí? Vou usar o termo que a gente usou no comecinho. Em organizações religiosas, isso é proibido. Ah, mas as igrejas indicam. Pra errar, isso é contra a lei, tá? Não é porque é faz, porque a gente vai passar pano e falar que isso está é de acordo com a lei, não está de qualquer forma, é. Eu quero destacar que o principal elemento é que a gente poderia fazer e aí também é, não deixa de ser.
No caso, seria recursos eleitorais, né? É dessa situação a isso que o Marcos Braga está sendo projetado aí concordo plenamente com ele. OOO espírita apesar de ser é. Hoje 1.8, mas isso aí é indiferente. Pode ser 2%, ele é, ele faz parte da dos formadores de opinião. Então não é porque as pessoas, Ah, é 2%, é, mas é 2% que atinge muito formador de opinião que aí você multiplica, é o raio de influência, não é o nome, espírito em si, é, são as
ideias, né? Então, quando você trabalha com um grupo que é formador de opinião. Que os espíritas, a maioria são. Você vai ter uma abrangência, uma influência na sociedade. É muito mais significativa do que só é os 2%. Mas na parte de Liberdade, é de consciência. Isso deveria ser um Pilar do espiritismo, de respeito a Liberdade de consciência do próximo. E isso doutrinariamente é, deveria ser divulgado quando a pessoa tem, é o interesse
particular. Político que seja, ele já está ferindo esse tipo de de de situação. Então o seu exemplo do do Jânio, né, que você citou, ele é é aquele que qualquer um tem todo direito e Liberdade do mundo pra se candidatar, porque é uma. É uma atividade cívica, é um direito cívico pra você influenciar se você assim se considera capaz. Mas tem, não pode misturar. Se a pessoa vai se candidatar, ela tem que é saber que ela não pode usar a tribuna espírita para autopropaganda.
Ela tem que se desvencilhar, ela tem que separar esses momentos para não caracterizar esse tipo de é oportunismo. E no caso de captação de recursos financeiros, né? É a mesma coisa. Tem gente que quer se aproximar de políticos para obter vantagens para captação de recursos. É a mesma situação que você está sujeito a ter relações um tanto complicadas na hora de é, Ah, o que importa é captar recurso. Não, você não vai pedir recurso
para é ilícito, né? Muitas vezes é de outras Fontes ou até que seja lícito, mas se comprometendo depois a fazer divulgação de tal fulano que ajudou A Entidade ou a instituição. Isso existe muito. Né? É vários políticos a é conseguem benefícios para as instituições. Não é só recurso financeiro, consegue espaço público, porque o espaço público ele tá. Qualquer cidadão pode pedir é pra usar espaço público, né?
Um salão, qualquer coisa, mas tem que ser indicado por um vereador ou por alguma coisa assim. E tem que ser aprovado, claro. É, então muitos políticos usam isso como moeda, né? Ah, eu vou conseguir espaço para divulgação, né, dessa ou daquela casa ou desse ou daquele evento espírita. Mas em época de eleição, eu gostaria de contar com o apoio da casa na divulgação da minha campanha. Isso é moeda de troca, né?
Então é, infelizmente é a realidade que nós é participamos e que nós temos que colocar isso às claras para deixar muito transparente mesmo. Essas relações? Muito bom o nosso debate é, quero agradecer a você que está ao vivo conosco, bastante qualificada a nossa participação hoje, diversos comentários, a medida do possível, elas vão sendo colocados aí na lousa. Se você tiver algum questionamento a fazer para o nosso debate, fique à vontade.
Vamos seguir aqui e vamos falar de 2 personagens agora que o Henry e o Milani conhecem muito, muito mesmo. Um é o Aureliano e o outro é o atana Gildo, o Aureliano. Ele é promotor de justiça com uma sólida e longa carreira. Ele recebeu até prêmios públicos por sua atuação ministerial. E o atana Gildo é psicólogo, é psicanalista, com vários livros escritos nessa área e participação em eventos acadêmicos no Brasil e no exterior. Também recebendo prêmios em concursos da sua área de
atuação. Espíritas desde o berço, o Aureliano e o atanagildo são figurinhas carimbadas. Eles estão sempre presentes nos maiores eventos, aqueles que ocupam centros de convenções e grandes e luxuosos hotéis nas capitais brasileiras. Eles são, por isso, muito reverenciados e aplaudidos, ambos. Agora vou frisar novamente o nome deles, o Aureliano e o atanagildo. Eles se tornaram coaches, coaches, né? E eles possuem sites e canais em
plataformas de áudio e vídeo. E nos eventos espíritas, eles ocupam os standes centrais. Oferecendo os seus produtos voltados para o ser integral. Isso é ético? Milani até que ponto? É o mesmo caso da da aquela cidadã que eu comentei que é, não é formada em, é na área médica, mas é divulgado. Ela é tida como uma representante, uma profissional da área médica e ela não desmente. E, por sinal, essa outra pessoa, ela se diz pesquisadora também. Só que todo pesquisador Marcelo
sabe disso, Hein? Talvez também todo pesquisador é obrigado a ter, se ele for pesquisador profissional, a ter currículo Lattes, por exemplo, para colocar ali as suas atividades, as suas pesquisas, né, os trabalhos que já fez. Essa pessoa não tem nenhum. Ela nem tem currículo Lattes, mas ela se diz pesquisadora. E, ou seja, ela é uma verdadeira fraude em termos de apresentação. É para o público, mas ela usa a tribuna para vender, ela também é. Virou coach, né?
Kit de autoajuda e cursos. Então você paga lá, é? Eu cheguei a ver o preço, né? A bagatela de 492 BRL ou 500 BRL para você ter é acesso a essas Maravilhas que o espiritismo não é suficiente. Você teria que vivenciar essa outra abordagem. Se a pessoa tem acesso ao público espírita e ela começa a criar, é seguidores, né? Ou é tietes? Porque não deixa de ser 11. Trabalho de tietagem, praticamente. Você vai ter pessoas que gostam do indivíduo e não necessariamente da doutrina em si.
Ela está seguindo o indivíduo, então tudo que ele oferecer vai ter um potencial muito grande de atração. Pros é seguidores, né? Pra aqueles que seguem o indivíduo é. É um é uma característica que está dentro da lei, ou seja, é legal, mas não quer dizer que isso seja. E trazendo um aspecto moral e também no aspecto ético, que isso seria considerado razoável ou adequado. Ah, mas cada um tem Liberdade de fazer o que quiser? Tem. Cada um tem Liberdade de fazer o que bem entender.
Se quiser comprar, compra, se quiser assistir, quiser pagar, pague. Isso aí é individual. Mas fica o alerta, porque aqueles que favorecem essa disseminação de é desse tipo de de proposta. Principalmente do dirigente espírita, que adora convidar palestrantes que também vendem kits de autoajuda. É e paralelamente é responsabilidade compartilhada de cada um. Cada um faz o que bem entender.
Se acha que vai lotar a casa, porque muitas vezes o indivíduo acha que sucesso de a divulgação é lotar salão, né? Então, para lotar o salão tem que trazer determinadas pessoas, porque eles atraem público. Sim, atraem mesmo. Tem 11 conjunto de seguidores que eles não querem nem saber o título ou o tema que vai ser comentado. Eles querem ir ver o indivíduo, ver a pessoa. Tanto é que quando alguém fala assim, olha, fulano vai fazer
palestra, qual que é o tema? Ah, é tema livre, Ah, mas não importa, mas é o fulano ou a fulana, então as pessoas vão esse tipo de comportamento idólatra, de fé cega, praticamente. É isso que, infelizmente, faz com que as pessoas não tenham muita consciência de se estudar aquilo que deveria. Kardec, as pessoas não estudam o espiritismo. Elas vão atrás, muitas vezes de aconchego, de respostas prontas ou mágicas em palestras ou livros romanciados, mas não estudam a base doutrinária.
E aí a gente tem um conflito ético. Porque é você tem uma característica de divulgadora espírita que tem que divulgar a doutrina espírita e não ideias pessoais, nem fantasias. Esse é um dos problemas que na hora e eu vou só fechar minha fala pra dar tempo pro Henry também pelo pelo é é pelo tempo, mas é a casa espírita. Ela tem um compromisso com é, é o conteúdo que ela divulga, óbvio, qualidade é um aspecto qualitativo.
Na livraria da casa espírita, ela tem a responsabilidade, os dirigentes, de selecionar as obras que qualitativamente estão alinhadas com a doutrina espírita. Então, não adianta a pessoa falar, não pode ler de tudo, tem que ler de tudo. Isso é direito de cada um. Cada um pode entrar na internet e comprar o livro que bem entender. Isso ninguém está restringindo,
nem tem como restringir. Mas na casa espírita, ela é responsável pela qualidade do material, das informações e das atividades que são ali divulgadas. Uma vez que você tenha é um problema, é doutrinário Na Na qualidade. Você está prestando um desserviço pra pra doutrina espírita, ou seja, o seu compromisso com o espiritismo, ele não está sendo é devidamente é atingido. Então, não tem nada demais.
Pelo contrário. É uma obrigação do dirigente espírita selecionar as obras, os livros que vão ser vendidos na livraria. Em termos de qualidade doutrinária. Não é porque a pessoa chega lá e procura ou porque ela gosta de tal autor. Tem autores que não são espíritas. Tem elementos ali, místicos, mágicos, prestam desserviço para o espiritismo, mas são famosos. Então a pessoa acha que vai ser uma fonte, é legítima de recurso? Não vai eticamente. Não vai você vender um livro que
é dissemina em verdades. É sobre é a proposta espírita, sobre o conteúdo espírita. Você tá fazendo aquilo que o erasto recomendou não fazer. Ele falou que era melhor refutar 10 verdades do que aceitar uma mentira, porque em cima da mentira você poderia construir todo um sistema, uma teoria que iria desvirtuar o seu conceito de realidade, prejudicar o seu entendimento das questões essenciais. Não, você acha que não tem problema nenhum?
Ah, é romance é alguma coisa, então vou passar para frente. O importante é a casa sobreviver. Tem que sobreviver com ética e não se vender para ganhar recursos. É disseminando. É coisas anti doutrinárias, é isso. Muito bem, é. Teve até um comentário aí, né? Do dos estudos da doutrina espírita, ficando é assim, um pouco realizado, um pouco mais aliviado em saber que esses personagens são apenas ficcionais, né?
Eu eu respondi a eu, companheiro, a companheira dizendo os nomes, sim, é, não vou, não vamos dar. É, é, é, é cartaz pra essas figuras, mas é, são figuras reais. A gente esbarra nelas o tempo todo, não é, Henry? Sim, com certeza eu vou deixar me segurar aqui pra não falar, mas é o seguinte, e o tem o pior que esses 2 fulaninhos é uma vez eu fui na internet ver quanto era o preço de um curso desse, de um rapaz desse, né?
Da área de jurídica que você falou aí como é o nome dele que você ou do personagem fictício que você colocou aí? Aureliano. Aureliano. Aí o Aureliano ficou pra 990 BRL dividido pelo cartão em 12. Tá bom demais, o preço tá excelente, então você vai lá, né? O que eu fico preocupado também é assim que essas figurinhas vão para os congressos. Congresso espírita quem danada é Congresso espírita.
Aí você tem as figuras carimbadas, como o Marcelo faz, os 2 estão lá e o nome dos 2 colocam em destaque para dar. Público. Esse é o problema. Eu vou só fazer uma analogia com o Congresso de engenharia. Quando você vai para o Congresso de engenharia, você tem um tema básico. Você tem os palestrantes e tem os trabalhos para estudo que você vai apresentar de várias partes do país. Então, se tá fazendo o Congresso, espírito, se quer usar essa forma que eu acho
errado. Mas por que que não bota também estudo, apresentar estudos em cima de de de assuntos, princípios espíritas, para estimular o pessoal para estudar mais. Mas não tem isso. É o que que é o Congresso espírita? É o que você IA assistir a palestra desses fulaninhos e não tem nenhum deles que fala de Kardec, porque o que fala de Kardec eles não convidam. O que a gente tá esquecendo
aqui? De falar uma coisa importantíssima, que é uma tremenda falta de ética, mas o pessoal não entende porque por trás desses 2 fulaninhos, desses congressos, de tudo isso aí que Marcelo tá levantando e que eu EEE milane, a gente tá dizendo que tem uma tremenda falta de ética, tem um problema grave, se chama rostanguismo. E esses fulaninhos? Popstar vem trazendo com consigo. Eles próprios não sabem que são
rostanguistas, que é pior isso. Eles falam em carma, eles falam em em em uma série de coisas, colocam Jesus como se fosse 11, Deus, fazem a figura de Jesus sobre tudo é Jesus, tudo é Jesus, tudo é Jesus. E cadê o espiritismo? Então a gente fica preocupado, porque Kardec tem outra coisa,
os 2 fulaninhos. Falando de Kardec, sabe como não Kardec foi um codificadorzinho secretário de espíritos, ele só fez transmitir algumas coisas, eles usam o nome codificador, nunca viram o trabalho da revista espírita. Um dia desses eu fui tentar, eu fui tentar ter a paciência de escutar um desses OOO, que é da parte jurídica que o Marcelo falou. O cara errou tanta data da revista espírita, tanto assunto nunca abriu, ele só abriu para
ler rápido. Confundiu tudo e disse que muitas coisas, que os espíritos André Luiz EOO estava lá e não tá aí. O cara faz uma ginástica. Agora tem uma coisa que eles são que a gente não pode negar, né? Marcos e Marcia tem uma oratória que convence as pessoas, como não têm conhecimento doutrinário das obras fundamentais. Acabam embargando nessa nessas figuras que são carismáticas. Oo psicólogo que que que Marcelo outro é psicólogo, não é Marcelo, ele estava na Globo. Então o que que acontece?
Você tem figuras que tem projeção e são. E quando são apresentados, são apresentados nesse mesmo tempo, que matéria que o Marcelo falou, o cara é, é, é da parte jurídica, o cara tem isso, o cara não sei o que palestrante Internacional, como se esses títulos dessem a essa a essa pessoa. Tudo que ele fala fosse verdade, tudo que ele falasse ali do ele estava falando pelo espiritismo e não é verdade. Ele nem sabe o que que está falando. E aí as pessoas vão acreditando.
E aí vai esse conhecimento, vai, vai. Por isso que o que Milani falou que o elastro falou é importantíssimo, porque quando você enrijece o pensamento, você enrijece, você fica com essa ideia preconcebida, você não consegue mais fazer o caminho da volta, porque eu não sei se foi o caso deles. No meu caso, eu comecei a ler o treino da casa espírita ali não suar.
Aí eu comecei a ver uns negócios meio estranho, e quando eu fui ler o livro do espírito, eu falei, pera aí, isso aqui tá diferente, então não é todo mundo que faz a volta, a grande maioria não quer, quer ficar na zona de conforto. Aí todo mundo vai, essas literaturas vão, vão, vão ficando. Romances são bonitos, são gostosos de ler, diferente de uma, de uma leitura de estudo.
Só para fechar, só para fechar. Recentemente eu li um livro de uma neurocientista Americana. Eu IA falar isso logo, porque vocês 2 são, segundo Ela E Eu também, leitores experientes. Essa menina, ela tá preocupada porque o que que tá acontecendo hoje em dia? A leitura digital. As novas gerações estão começando a ler. E esse contato físico que o Marcelo falou com o livro tá se perdendo. E a grande, a grande tese dela, que ela tá levantando, tem 2 livros dela eu já li, muito
interessante. E ela explica como é que nosso cérebro foi. Claro que é uma visão materialista, né? É porque eles encaram o neurocientistas como se o pensamento fosse uma criação do. Mas é muito interessante você prestar atenção o que que tá acontecendo hoje em dia, né? Hoje em dia, o que que tá acontecendo? Nós, leitores experientes aqui, eu, o Marcelo, passamos anos lendo a obra de Kardec. Não foi um negócio que a gente sentou lá e leu em 2 dias, não
foram anos. E além de anos estudando, aí vinha um cara como eu, chegava para marcelão, que já estavam se estudando, estudando, falava uma porcaria, o marcelão tá falando No No que Marcel é assim, ele bate e sopra, então, o que que acontece? Você é estimulado a estudar com pessoas mais experientes, com pessoas com você ali, junto, grupos estudando. Isso é estudar espiritismo, porque não adianta. E mais uma vez.
Hoje você está a obra de Kardec está na internet, você baixa tudo, as revistas espíritas, você faz o que você quiser para ler lá. Então, se você dedicar uma horazinha do dia para ler isso daí, você vai ter 11 base teórica doutrinária muito forte. E aí você não vai acreditar no que esses 2 rapazes vão falar? Não, porque quando você você coloca foi até a palavra. Danilo, você disse, quando você está com o autor e você absorve o autor, você começa a ter muita
consistência. E você sabe, OA matriz de raciocínio de Kardec, qualquer coisa que queria falar para você, se não tiver dentro daquilo ali, você disse, não, isso aí não tem, não tem sentido, que é o que falta. O pessoal espírita, o pessoal acredita em tudo porque não sabe
o que que é o espiritismo. E muitas vezes Kardec, nas revistas dele, ele é duro quando e ele fala só pra fechar, desculpa, viu pessoal, esse assunto aqui eu vou no artigo 58, polêmica espírita, Kardec diz assim, ó, existe polêmica e polêmicas. Se você falar de mim, tem problema, não. Agora, se você falar do espiritismo, aí eu vou defender a doutrina com unhas e dentes, e é isso. E por que que as pessoas não fazem isso? E isso Marcos tocou lá no
começo. É, Marcos, você falou que o espírito é Sério, é aquele que defende a doutrina tal, tal. Aí hoje tem uma polêmica de não não pode criticar ela, fulano não pode falar nada de ciclano, não pode falar de espírito, não pode falar de médio. Mas Kardec falou quando está errado, o Kardec falou e tem que criticar mesmo. Muito bem. Olha só, é. Tem mais 2 personagens que eu não posso deixar de trazer para
nossa conversinha aqui hoje, né? Porque é, eles também fazem parte do nosso anedotário popular espírita. Que bom que fosse só. Uma anedota, mas não é. É uma realidade. Vamos chamar os 2. Então vem para cá, Roberto, Paulo Roberto, Paulo é o teu colega Henry. Ele é um engenheiro bem sucedido, dono de uma das maiores construtoras do estado. Ele é espírita há várias décadas, né?
Mas agora ele tá tendo um tempinho um pouco maior para se dedicar ao espiritismo, porque os filhos cresceram e já estão tocando AA construtora mais do que ele, né? E ele é assim, um cidadão muito sociável, afetuoso, brincalhão. Não tem quem não goste dele. A cada eleição na casa espírita, o Roberto é consultado para dar pitacos.
Pra ver quem é que vai concorrer aqui ou ali, quem vai ser o diretor do departamento, quem vai ser o tesoureiro, o vice presidente, assim sucessivamente, várias vezes ele, o nosso Roberto Paulo já vetou alguns talentos, né? Dizendo assim não, esse menino ainda não está muito bem preparado. Essa moça ainda, a gente precisa
conhecer melhor tal. E então ela, ele fica ali mexendo as pedras no Tabuleiro pra escolher quem vai ser o presidente, o vice, quem vai ocupar aquele suntuoso departamento mediúnico na casa espírita, né, que é o carro chefe da instituição, e assim sucessivamente. Pessoas muito inteligentes, muito espertas, como a sólida carreira. Acabam também não tendo muito espaço na instituição espírita. Ficam ali gravitando como satélites em torno dos planetas, né, Roberto?
Ele também é benemérito, sabe ele como tem uma invejável situação financeira, conquistada pelo esforço, pelo suor do trabalho, nada ilícito, é verdade. Ele faz significativos aportes financeiros na instituição, o que coloca o Roberto. Como uma situação assim, de um mecenas, né? Do grande benemérito mesmo da instituição, Como Ele É muito importante essas pequenas falas do Roberto é agindo como se fosse o dono da casa espírita.
Elas são minimizadas, né? E ele faz da casa espírita mais ou menos o que fazia ou ainda faz na construtora, não é contestado. Inclusive na casa espírita já foi pego dizendo o seguinte, faz do jeito que eu tô dizendo, porque eu tô pagando Henry teu colega. Isso é ético? Até que ponto? Ainda bem que eu vou responder pro dirigente espírita, se fosse responder pro engenheiro, eu taria antiético.
Mas tudo bem e é gostei do formato, Marcelo, que você colocou as pessoas ficcionais pra gente falar legal, gostei bastante. Você deu uma de o que é o espiritismo, né? Você pegou os personagenzinhos assim, isso é isso, é bom demais isso, mas é o seguinte, né, a gente tem que ver, você tocou no ponto que eu sempre olhei e não entendi. O pessoal acha que a casa espírita é dele, né? Do dirigente. Todo mundo inclusive, se comporta sim, né?
E isso levanta várias questões, o dirigente, por isso que eu falo e por isso que o Marcos e a os se preocuparam para saber como é que estava a parte doutrinária dos dirigentes das casas dele. Se a pesquisa é muito importante, porque se o dirigente tiver 11, é um conhecimento doutrinário bom. Ele vai, vai ser. Vai ser bom pra pra casa, né? E se ele botar? Kardec ele é. Expulso se ele botar Kardec, ele é expulso, mas eu quero dizer o seguinte.
É, não se pode, é eu. Eu acho que o espiritismo tem que ter muito diálogo, né? O exemplo do do do de Kardec pra nós foi o diálogo com os espíritos e com todo mundo. Então Kardec pegava. 11 princípio jogava lá na revista espírita, isso aí IA para todo mundo, todo mundo lia, fazia as avocações e aí voltava para ele e ele IA fazendo, jogava de novo, e aí colhendo todos esses. E foi assim que ele construiu os
princípios do espiritismo, né? Então a gente vê que não pode ser imposto uma ordem de cima, como se fosse OOOO chefão do não, porque AA é uma sociedade. Ou seja, AA pessoa até acha que a casa espírita é, na verdade, a ideia da casa espírita que a déca começou era justamente isso. É uma sociedade, pessoas ali que estão sendo reunidas para fazer
um estudo, né? Logicamente, aquelas pessoas que que têm o conhecimento, que com o tempo vão tendo experiência, elas vão adquirindo essas posições que não é o que acontece. Às vezes você tem situações que. A pessoa vai subindo os degraus da casa espírita por amizade, por fazer o que? Como é o nome do rapaz que você falou, aí eu esqueci de novo, Marcos, né não, o Roberto. Né? O Roberto, então, às vezes a pessoa sobe porque vai obedecendo o Roberto.
A Roberta fala assim, olha, faça assado, ele vai e faz aí, não, agora você fez o ano todinho assado. Vamos botar você para o coordenador de palestra. Vamos lá. Aí o cara fica lá coordenando as palestras. Aí chega um determinado rapaz e o e o Roberto tá lá olhando os 2. Aí Oo palestrante fala uma coisa que foi Kardec, que disse e disse, não, isso aí tá errado, porque isso aí tá discordando com os livros, os livros que nós temos aqui, os livros
mediúnicos. Aí ele chama Oo cara e falou, ó, vai lá no palestrante e conversa com ele depois, porque eu tô dizendo que tem que ser assim. Então, na casa específica não existe uma hierarquia de conhecimento. Doutrinária? Existe uma hierarquia que é diferente. É favores. É a porque fulano é meu amigo, coloca ele ali, ciclano e você vai ficar ali. Se você fizer o que eu mando por
enquanto. E aí ele vai subir na medida que isso é perigoso, porque da mesma forma eu volto a falar em cadeque não queria que o espiritismo fosse uma pessoa ou um espírito, falasse pelo espiritismo, porque se essa pessoa estiver errada. Todo o espiritismo, então, tem que ter várias pessoas conversando, tem que ter diálogo, tem que ter conversas, debates.
Uma casa espírita, eu, eu até penso que não poderia ser é um dirigente, teria que ser 156, dirigindo um colegiado mesmo, como Kardec sempre fez, para que a gente tenha uma conversa, reuniões semanais, conversar, porque as cabeças são diferentes, os espíritos são diferentes e a gente tem que estar ali para tentar chegar a uma demanda comum. Tipo assim, OECK, né, Henrique? A gente tem um colegiado, não tem presidente, não tem dono, não tem Roberto. O Roberto não não aparece aqui nosso.
O Roberto vai aparecer aqui. A gente dá um corridão nele. Né? E aí, Henrique, lembrou de alguém aí, o Roberto, Paulo mais perto de ti aí alguém que tem uma postura assim meio. Tem Monte, tem Monte, tem Monte EE, tem um na minha região que é juiz de direito. Também. Que tá dirigindo a casa de dá um trabalho, meu amigo? Muito bem. E aí, Milani, o Roberto anda por aí também.
Quando vocês estavam conversando, eu estava lembrando um texto de Kardec na foi publicado em obras póstuma chamado as aristocracias e nas aristocracias ele faz 111. Revisão histórica, né? Dos grupos. Que tem o poder, né? De dominação de mando. E ele fala da, da, das. Ele começa com as aristocracias primeiro da força, né? E da da que usam a força pra impor sua vontade. Depois é as aristocracias
políticas. Tem as aristocracias econômicas também, né, que seriam aquelas que usam o poder econômico pra é direcionar. Os os. Enfim, pra pra ter acesso e influência sobre a sociedade. E ele termina com a aristocracia intelecto moral que seria já no nível é superior aonde nós escolheríamos os dirigentes pela é idoneidade, né? E pela conduta moral e pela capacidade intelectual. Esse nível máximo está parece bem distante da sociedade, mas mesmo em si, é nas casas
espíritas que deveria ser, né? Oo melhor caminho para é elegermos AA as pessoas a gente não tem. No nosso nível evolutivo, a gente não consegue reunir pessoas ainda nessa, nessa proposta, mas é o poder econômico, certamente ele influencia. É no sentido de você ter participações, mais influencia. Nas decisões da casa, porque porque tem a questão da dependência da do do tipo de relação que você pode ter com o indivíduo se ele for o dono do centro, entre aspas, né?
No sentido de provedor. E aquele que que fornece e aí dá condições pra casa existir naturalmente, vai convergir pra pra pra sua capacidade de de dominação ali, de de influenciação. Então isso não é num lugar só, isso é meio, é compartilhado em diferentes locais. Quando você tem uma fragmentação de recursos, é EEE, não tem uma concentração e aí já é um aspecto de administração. Quando você não tem uma concentração, é é de poder, ou no caso de influenciação, você tem 111.
Situação mais dinâmica, né? Não tão engessado, mas isso sim, isso é um fato. Não vou dizer que nomearíamos 12, porque é meio. Pulverizado, mas eu eu queria também aproveitar AO momento para independente dos exemplos, que o Marcelo muito bem pontuou. É, você tem aqueles dentro da casa espírita e o Marcelo inventa o nome que ele achar pertinente para isso. Mas aqueles que são muito favoráveis a é captar recursos trocando, né? A infelizmente no aspecto maquiavélico, né?
Justificando é, é pelos fins, né? A serem obtidos. Então, quando você trabalha questões de captação que são, é doutrinariamente indevidas ou incorretas? Você tem que ter 11 grupo ali que alerte se a pessoa é que o provedor vai esse daí, o dono do centro, se ele for favorável, então ele tende AAA influenciar para que aquilo ocorra, para que a prática ocorra. Se tem 11 fragmentação ou 11 compartilhamento de poder, isso
vai ser discutido. Mas a pessoa que é entusiasta demais e foge da parte doutrinária, ela pode. Por exemplo, vou citar 11 prática aqui, que seria um tanto questionável. Ela entender que a venda de quadros mediúnicos é seria uma fonte excelente de recursos para casa. E não é só para pagar o material, que é caro, mas é para obter recursos mesmo, adicionais, para formar caixa e contribuir com as despesas e
tal. Esse tipo de postura de vender quadro mediúnico achando que isso vai resolver ou vai contribuir pra pra manutenção da casa, cabe aos dirigentes refletirem. Ninguém vai dar receita de bolo pronto aqui, olha, cuidado que é questionável, mas tem que fazer uma reflexão. Primeiro que tem quadro mediúnico que se diz né mediúnico? Porque eles são grotescos. Você vê lá OOA tela, né? O desenho, aquilo lá pra qualquer pessoa minimamente que tenha estética, né? O senso estético vai achar
estranho, né? Assinado por grandes artistas e tudo mais, mesmo que não seja assinado doutrinariamente. Algumas pessoas atribuem a venda de quadros mediúnicos a você. Tem um efeito terapêutico na composição de cores, da maneira da, na do tipo de figura, naquilo que vai gerar para o indivíduo. Esse tipo de situação não tem comprovação científica e cai na narrativa de você achar que é o fato de você ter ouvido isso em determinado em determinada fonte. Né?
De que é isso? Seria isso teria um efeito terapêutico. Isso não faz por si só uma verdade. Tem que ter pesquisa, tem que ter elementos que comprovem, mas a pessoa acha que justificaria. Então vender qualquer quadro é mediúnico ou supostamente mediúnico, porque teria o efeito terapêutico sem comprovação que seja é, mas que teria entrada de recurso. Isso é questionável, é muito questionável, primeiro, pela qualidade, mesmo estética, do do do processo.
Segundo é, você não pode vender um quadro falando que aquilo tem efeito terapêutico sem comprovação. Isso é grave? É em termos legais, inclusive, você não pode dar um quadro, é vender um quadro, o indivíduo compra um quadro é EE, alguém fala, ó, tem efeito terapêutico, vai te ajudar a resolver problemas ou harmonizar o ambiente, o que quer que seja. Esse tipo de discurso é o que tem que ser refletido dentro da casa espírita. Pra se ter ética na captação de recursos, né?
Então é esses e outros, eu tô falando isso, até comentei, é internamente, no nosso grupo, antes da live, é, a gente fez um, eu fiz um levantamento, é em 2019, sobre as principais Fontes de recursos. É que as casas espiritas se serviam é com mais de 200, 204 dirigentes, 204 dirigentes, o que que eles consideravam adequado ou não, pertinente ou não, e mais ou menos. 20% achou que vender 4 meses único estava ok e 80 quase 80 falou que não tem que tomar cuidado e tal, mas
20 achou que tem. Então a gente tem um desbalanceamento, não tem uma uniformidade das casas espíritas e é normal. O movimento espírita é assim. Mas a reflexão ela tem que ocorrer sempre. Captar recursos é você, é, é se abrir para um processo de transparência, de prestação de contas. E quando envolver prática mediúnica, atividade típica da do intercâmbio com com desencarnados, é pior ainda.
Você não pode vender um serviço atrelado a uma prática mediúnica, achando que isso vai é resolver ou trazer benefício para casa, porque doutrinariamente você pode fazer. Ao contrário, você pode ajudar, inclusive a criar um problema, um empecilho dentro da casa. Mas é isso. Não vou mais ficar falando que senão o tempo também vai muito longe aqui. Essas são questões éticas importantes, né?
Quadro mediúnico para harmonizar o ambiente, música mediúnica para abrir os chácaras, ó olho grande, fica de olho nessas situações porque. Lá fora, o risco é seu, como diz uma propaganda aqui em Santa Catarina. Cuidado, cuidado com quem você anda se metendo. Não vai acreditar em qualquer um, nem em qualquer canto de sereia. Meus amigos, nós estamos chegando aí há quase 2 horas de live.
Eu vou deixar o nosso menino lá. O próximo que eu IA falar que é o Timóteo. Não é o Timóteo, pregador lá do novo testamento? Lá, né?
O apóstolo e tal é um outro Timóteo, dirigente de casa espírita, tem o Timóteo, tem a indianara, tem a esterlina, tem o Frederico. Todo esse pessoal ficou pra segunda edição dessa live, então já ficam convidados aqui os meus queridos Milani e Henry. Para um revival, para uma segunda edição desse importante tema, porque nós não esgotamos nem de longe a quantidade de personagens sujeitos a um exame ético que estão aqui no nosso, de redor, que fazem parte, se
não da instituição espírita onde você está, mas não é do lado da cidade vizinha ou pela mídia espírita, você toma conhecimento da existência? Destas figuras que nós precisamos tratar com o paradigma kardeciano, né? Em alguns momentos usando as 3 peneiras de Sócrates. Em alguns momentos usando a necessidade do escândalo contida no evangelho. Fazer com que o prejuízo individual seja sempre muito menor do que o prejuízo coletivo. Essa é a Bandeira diretriz
ética. Então, agradecemos muitíssimo aos nossos queridos Henry e Marco que aqui estiveram conosco. Vou dar o espaço para as considerações finais. Quero agradecer a vocês que nos deram. Uma das melhores audiências desse ano, razão da pontualidade do tema e da qualidade daqueles que fizeram como debatedores essa nossa nova edição dos embalos de sábado à noite, né, que já é tradicional aí no movimento espírita e que nós ficamos muito contentes com a
sua presença ao vivo. E com aqueles que vão depois assistir a gravação desse vídeo. Se puderem compartilhar, divulgar nos seus grupos de WhatsApp, divulgar nas suas
mídias sociais. É com muita Alegria que nós vemos essas iniciativas, porque elas alcançam mais consciência e mais corações que estão a serviço da promoção do bem, do esclarecimento e da. Grande divulgação do espiritismo, que é um dos nossos maiores objetivos ao nos nos tornarmos partidários seguidores da filosofia espírita Henry, as tuas palavras finais. Agradecer bastante.
Como eu falei para vocês é, a gente não pode estudar espetivo sozinho, tem que estudar com os outros e isso estar nesse meio é uma delícia. O que a gente fala? Só o que a gente gosta. E nós somos livros, pensadores. Kardec sempre falou isso, mas especialmente essas 2 feras aqui comigo, o Marcos, o Marcos, que eu admiro muito, né? Ele é um. Às vezes quando eu vou, qualquer coisa assim de de dúvida, eu vou correr pra Marcos e às vezes a gente conversa bastante e o Marcelo também.
E eu gosto desse jeito de Marcelo. É muito importante hoje você ter pessoas com fibra no movimento, porque. Nessa nesse negócio de tudo é amor, tudo é amor e a gente ficar não pode criticar, não pode falar, você vai engolir no motor de distorções doutrinárias, o obrigado especial ao pessoal, como o Marcelo falou, que está aqui ajudando a gente e a vocês um boa noite e até a próxima. Muito bem, Henry. Agradeço também o teu carinho, a tua simpatia de sempre, né?
Nós temos um grupo grande no conselho do ECKA gente vai encaixando as pessoas aos poucos, conforme o tema, conforme a proximidade com a dinâmica, mas com certeza você estará conosco em outras oportunidades e na segunda edição desse tema, captação de recursos financeiros e ética, que será já no segundo semestre. Novamente enfocado aqui nos nossos sinal. Aguarda um pouquinho lá na sala do sapa, nossa atividade de encerramento daqui a pouco. Obrigado. Milani é com você?
Bom, eu quero primeiro agradecer o convite, Marcelo, em nome do ECK né que você fez, quero agradecer também o enri que participou conosco aqui na bancada. Excelente, gosto de trocar ideia com enri aos nossos amigos do suporte que estavam ali, a Cláudia, né, o Manuel é, eu acho que a Júlia também, acho que estava lá ou chegou depois, né? Excelente também. E aos amigos do chat eu não
consegui ver todos, né? Mas pelo que eu ouvi, aquilo que foi é colocado é excelentes comentários, excelentes questões que foram trazidas. Eu acho que o propósito é esse, né? Fazer uma reflexão, nunca fechar a questão, pelo contrário, acho que até também uma proposta é nossa aqui da live, né? É, é levantar, é mais é mais instigar questões do que é tentar responder de uma maneira fechada, até porque não tem como fazer isso de maneira plena.
Então, obrigado, Marcelo, obrigado a todo mundo que participou, fico à disposição para as próximas oportunidades a é. Quero também deixar claro aqui que tudo que nós falamos, né, de. Dessas levantamentos, pesquisas, isso está é, é documentado, né? Não é Do Nada que vem. Então AA proposta é essa, então quando a gente vai falar que procuremos trazer dados da
realidade e não só achismos, né? Então fica aqui também AA sugestão para todo mundo para que a gente tenha essa esse hábito, né, de trazer aí os dados que cercam aí o movimento espírita. Muita paz para vocês, até a próxima. Bacana milane, você é sempre muito bem-vindo nas nossas atividades, nos nossos projetos. Temos aí uma parceria duradoura, longeva, e vamos continuar aí, tocando essa toada e esclarecendo, na medida do possível, todos aqueles que querem ser esclarecidos.
É uma questão de vontade pessoal, né? Aqueles que querem seguir pelas toadas, onde já estão também o nosso respeito, a nossa admiração. A nossa Alegria de sermos todos nós partícipes desse grande meio espírita. Como falava Herculano pires, aguarda um pouquinho lá na sala do chá que nós já vamos fazer o encerramento. Muito obrigado.
É isso aí, minha gente. Nós vamos encerrar novamente lembrando o nosso querido professor francês Allan Kardec, que em dezembro de 1868, aí já no seu finalzinho de atividades. Escreveu na revista espírita um texto que nós recomendamos a todos pela pontualidade. Falava ele, da Constituição transitória do espiritismo, que esperava que aquilo fosse o ponto de partida e que depois os espíritas que o sucedessem fossem, desenvolvendo outras teorias e formando, quem sabe,
uma Constituição permanente. Não em sentido é cristalizado, definitivo, mas diretrizes que pudessem ser seguidas pelos. Espíritas em geral, na Europa, nas Américas, por todo o planeta. Então ele dizia o seguinte nessa mensagem de dezembro de 1868, o controle dos atos da administração claro de uma instituição espírita estará nas assembleias, que poderão decretar a censura ou uma acusação ao comitê central por causa da infração ao seu
mandato. Do desvio de princípios reconhecidos ou das medidas prejudiciais à doutrina. É por isso que ela apelará às assembleias nas circunstâncias em que julgar que a sua responsabilidade poderia ser gravemente comprometida. Essa é a razão pela qual, nesse texto de Kardec, nós trazemos um tema tão delicado, tão pungente, mas tão necessário nos dias de hoje.
Onde muitas pessoas acham que os defeitos, os problemas, os vícios de conduta, as malversações da atividade espírita devam ser ocultadas, devam ser colocadas para debaixo do tapete. Longe disso. Kardec já dizia que esses temas tem que estar sempre na tábua de debates. Na regra da convivência e da atividade espírita por excelência, e nós, nas instituições, nos grupos espiritas, seguimos essa diretriz, uma assembleia geral, que é a reunião de todos os
associados. A reunião de todos os membros é sempre o foro democrático e definitivo para tratar desses problemas. Não no sentido de crucificar as pessoas. Não no sentido de jogar Pedra em quem errou, mas no sentido maior, de aprender com esse processo, aprender com as dificuldades, dar oportunidades novas para as pessoas que sucumbiram e nós continuarmos todos aprendendo como viver o espiritismo em plenitude.
A você que esteve conosco durante 2 horas, estamos batendo às 2:00 de realização dessa live a nossa gratidão, o nosso respeito, a nossa admiração e se puder divulgar o nosso trabalho nas suas plataformas, entre os seus amigos, nas redes sociais, será uma Alegria muito grande. No mês de julho, como está no nosso banner, estaremos num pequeno recesso para poder reajustar, aperfeiçoar, melhorar as nossas plataformas e as
nossas atividades. Em agosto, retornamos com os embalos de sábado à noite e esperamos você a sua alegre e contagiante presença conosco. Um grande abraço, um excelente domingo. Tchau.
