Estudo da Mente [Ep53] - podcast episode cover

Estudo da Mente [Ep53]

Apr 20, 20241 hr 32 minSeason 17Ep. 53
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Hoje abordando o "Estudo da Mente", recebendo um convidado muito especial, que irá celebrar os SETE ANOS de atividade do ECK. Na bancada, como convidado, o Professor Dr. Humberto Schubert Coelho (MG), tendo como debatedor o nosso Evandro Oliva (SP), sob a costumeira moderação de Marcelo Henrique (MH). Então, com a motivação que o título-tema da live nos permite, perguntaríamos: - O que é a mente? - A mente é produto do cérebro? - Quais as relações entre mente-cérebro? - A proposta espírita é a de uma religião ou de vivência da religiosidade? - Existe um modelo de compreensão racional da mente? - Kardec desenvolveu estudos sobre a mente, no intercâmbio com as Inteligências Invisíveis? - Em que pontos, como salientou Kardec, a Ciência avançou, devendo o Espiritismo acompanhá-la? - É possível utilizar Kardec como base e referência preliminar para, a partir daí, no intercâmbio com os Espíritos, materializar a progressividade dos ensinos espíritas, como ele sugeriu? Muitos outros questionamentos serão apresentados tanto por nossa Equipe quanto pelos participantes, ao vivo, proporcionando o sempre oportuno "clima" de envolvimento, dialógica e dialética que tanto caracterizam a nossa bancada. Salientando, sempre, o marcante e fundamental objetivo do ECK, nas lives, que é "não fechar questão", não emitir "verdades absolutas", mas, do contrário, ser um espaço que trata com seriedade todos os temas, buscando a ligação com a Filosofia Espírita, permitindo aos que assistem, naquele momento e aos que, depois, acessarem a gravação nos nossos canais, que formem a sua genuína liberdade do pensamento e de convicção. Você já sabe que os seus comentários e eventuais questionamentos são enriquecedores da nossa atividade. Porque você nos ajuda a fazer esta live!

Transcript

A gente vai ver o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é

o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é

o que é o que é o que é o que é com o Espiritismo com Kardec ou ECK. Que esta semana está de nível. Estamos completando sete anos de existência e já entrando no ano oito com muitas novidades, muitas atividades e sempre são desenvolvidas por aqui, por esses canais e nas outras plataformas que nós temos no Instagram, também no nosso portal, na internet, o comkardec .net .br que vocês já sabem, que

vocês já acompanham. Pois bem, estamos muito felizes aos ECK -NUS e ECK -NUS presentes. A nossa gratidão, o nosso abraço fraterno que nós possamos hoje ter mais uma live extraordinária para que você possa reunir informações, reunir ideias, pensamentos, tirar a sua porta e a conclusão, exercer o seu livre -pensar, como o Ness ensinou Allan Kardec, tirando as conclusões que possam ser

úteis para a sua caminhada assim como a anunça. Pois bem, entramos direto no nosso tema, que é Estudo da Mente. E vamos receber hoje um

querido companheiro lá das Minas Gerais. Gostaríamos de fazer uma pequena introdução, relembrando o que Kardec escreveu sobre o tema, o que os Espíritos escreveram e ele engolçou e também um pequeno comentário do nosso patrão, numentor espiritual, professor José Herculano Pires, na edição da Laque, livraria Allan Kardec, editora, da tradução que Herculano fez ao Livro dos Espíritos, do francês para o português. Diz

então os Espíritos e endorça Allan Kardec. Os efeitos inteligentes são os que o Espírito produz servindo -se dos elementos existentes no cérebro do médico, que não é o caso da escrita direta. A ação do médium é nesta inteiramente material, ou seja, na escrita direta a ação é inteiramente material. Enquanto no médium escrevente, mesmo que seja completamente mecânica, o cérebro tem um

papel ativo. Isso está em o Livro dos Médios, item 189, quase ao final desse item, antes de entrar ao 190, em uma observação de Allan Kardec, para você que gosta de pegar o Livro, está aqui nas minhas mãos, e conferir essa informação importante à luz da filosofia espírita. Aí

o prof. Herculano Pires, numa notinha de Roda Pé, explica o seguinte, os efeitos inteligentes requerem o concurso dos elementos, inteligentes ou culturais do médium, ou seja, uma simióse entre a inteligência e a cultura do médium e da entidade comunicante.

Continua Herculano, um bom panorama se traçar são as obras poéticas de Parnas o alentúmulo, Espíritos de Poetas Desencarnados, onde o médium, Chico Xavier de escrita direta, não tinha qualquer conhecimento do conteúdo e não poderia produzir ele, intelectual e culturalmente, textos de tal envergadura, textilística e literária. Feita esta pequena introdução, vamos chamar o nosso convidado especial, que, toquinhos clarins, Humberto

Schubert Coelho, seja bem -vindo. Oi. Aê. Opa, tudo bem, essa nunca tinha visto. A gente nova, nosso editor aí, diretor de som, o Evandro Oliva, que vem com essas preciosidades. Seja muito bem -vindo, Humberto, fique muito bem à vontade, aí a Sélia te cumprimentando, eu disse que a Sélia é figurinha carimbada no ESCK e já tinha me dito da amizade virtual e do carinho que nutre por você e sei que

é recípo. Vamos apresentar o nosso querido Humberto, que é nascido em juiz de fora. Nós temos um companheiro do Conselho de Gestão do ESCK, que é o Ricardo Sardinha, que está morando por aí também. O meu lado, o Rio de Janeiro, que foi para as Minas Gerais. Logo,

vocês vão se cruzar por aí. Humberto é doutor em filosofia, professor de filosofia da Universidade Federal de Juiz de Fora, universidade essa que está com os originais de Alen Kardec, as cartas de Kardec, fazendo um trabalho minucioso, de grandeza, de envergadura, que vai ficar para as futuras gerações assim como a nossa. É membro da sociedade espírita Primavera, também de Juiz

de Fora Minas Gerais. Autor dos livros, História da Liberdade Religiosa, olha aí uma boa dica para você conhecer esta luta pela liberdade, dentro também do seio da religião e dos povos, pensamento crítico, filosofia perene e ciência da vida após a morte. Está conosco aí o querido Leonardo Paixão, também que nos acompanha, um abraço para você, Leonardo, e

fique com a gente. Vamos chamar a editor da tarde e noite de hoje, que rufem os tambores, Evandro Oliva. Ei! Eu estou um pouco atrapalhado, porque eu estou fazendo o áudio à câmera. A gente está um pouco solitário e ajuda nos comentários, então se der algum pipino aí, desculpa o tio. Que maravilha estamos aqui, obrigado Marcelo do convite,

Humberto, que prazerzão de conhecer, querido. Que bom, seja bem -vindo e que a gente tenha uma live maravilhosa. Deus quiser. Está conosco ao vivo, está acompanhando que o Evandro Oliva está em fenômeno de bicorporeidade. Ele está na tela, mas está cuidando também dos bastidores. Isso é mais uma capacidade, a imediúnica importante, que nós colocamos ao serviço da comunidade espírita para demonstrar a viracidade dos

fatos estudados por Allan Kardec. Que anda brincadeira de lado, o nosso queridíssimo Evandro Oliva, membro do Conselho de Gestão do ESCK, e também membro da coordenação de música do nosso ESCK junto com o Ricardo Sardinha. É natural de Itajobíno, interior de São Paulo, é cantor versátil, é cúbio vocalmente versátil, é contra -tenor, músico, regente, escritor,

compositor, arranjador e diretor musical. Pós -graduado em educação e ciências da computação, tornou -se espírita mais de 20 anos. Foi diretor do Departamento de Artes da USES, cidade de Rio Preto, região de Rio Preto, e criou o REGEL, Movimento Coral Espírita, que transfiriu conhecimentos técnicos e musicais a regentes e cantores de

casas espíritas. Atua ativamente no grupo Espírita Orvalho de Luz, GEOL, que é nosso parceiro que transmite ao vivo também, essa live na noite de hoje, e criou o canal Espiritismo Cast, outro parceiro que transmite ao mesmo tempo para o seu público as nossas lives. E o canal Espiritismo Cast mantém estudos de todas as obras fundamentais da

doutrina Espírita com programas diários. Muito bem, feitas as apresentações para todo mundo a vontade e aqui a casa é nossa. Vamos as perguntas. Muito bem. Roberto, você como especialista do tema estudioso, pesquisador, a primeira pergunta quem olha o nosso banner de divulgação, quem olha a descrição do tema pode se perguntar o que é a mente e se a mente que é

produto do cérebro. Tudo bem, Marcelo. Pois é, essa é uma questão interessante e que vem provocando pensadores recentemente na medida em que por um certo colapso cultural, filosófico surgiu por volta de meados do século 18 e se consolidou no século 19 conjunto de crenças de que apenas a

matéria existiria. Nós inclusive perdemos ontem um filósofo famoso, Daniel Danet que faleceu ontem, que era o principal nome do pensamento materialista. Filósofo assim não apresentou argumentos novos mas que era um propagandista importante do materialismo, talvez o mais famoso o mais importante junto com o biólogo Richard Dawkins. Então esses pensadores eles chegam assim ao absurdo de propô que não existe mente não

existe consciência. Que existe uma falsa impressão de que existem mentes quando na verdade são só realmente neurotransmissores e descargas elétricas entre as redes neurais que produzem o nosso comportamento as nossas sensações, os nossos desejos e as nossas ações e nós por ignorância nós chamamos essas reações do nosso cérebro que é pura carne, não tem nenhum aspecto consciencial ou espiritual,

nós chamamos isso de mente ou de consciência isso nós somos mais ignorantes ainda nós chamamos de espírito ou de alma então essa crença embora insustentável, embora não exista uma argumentação filosófica capaz de sustentar algo tão contrário a intuição imediata do ser humano de que ele vive e pensa e ele sente e ele é uma coisa um ser, um agente as pessoas vêm pregando isso, em grande quantidade nas escolas a

gente conversa com qualquer criança a gente vê que há um número grande de professores materialistas que reproduzem essas crenças, às vezes de maneira muito dogmática e geram uma cultura onde soa sofisticado e soa de certa maneira elegante você professar materialismo dizer que nós somos apenas carne e não temos de uma dimensão espiritual isso me incomodava desde a adolescência e na medida em

que eu fui tomando gosto pelos estudos na universidade e desejando trilhar um caminho de pesquisa dentro da universidade cada vez mais me atraiu a possibilidade de que eu pudesse fazer um pesquiso sobre isso e mostrar de maneira mais técnica e mais consistente de onde vêm essas crenças inclusive você comentou um dos meus livros a história da liberdade trata disso dessa evolução histórica de

uma decadência cultural um processo de empobrecimento cultural que nos leva ao pensamento contemporâneo e que muitas pessoas consideram que é o melhor pensamento possível porque é o último e não necessariamente quem tivesse ali na Roma Antiga no final do Império ou no comecinho da Idade Média encontraria uma cultura que era 600, 700 anos mais recente do que a cultura da Grécia clássica e

infinitamente inferior então nada impede que nós possamos estar adiante no tempo e muito atrás em mentalidade Muito bem Evandro, queres complementar algum dado, alguma informação alguma curiosidade a respeito dessa ideia de associação entre mente

cérebro, muito comum? Olha o interessante que a ciência atual não é muito bem a ciência do Espírito então ela vai buscar comprovar aquilo que pode ser tocado, digamos assim ou pode ser visto no microscópio mas não outras dimensões por exemplo outros tipos de pesquisa, como Kardec por exemplo fazia que não é lá um método científico igual o nosso método científico hoje em dia porque está lidando com

outras coisas está realmente falando com outras inteligências e não com materiais que vão responder portanto é natural até que a ciência de hoje sem ainda vislumbrar essa existência de algo a mais é até assustador ver um belo desse negócio de puxa vida, nós somos um pedaço de carne isso daí é todo resultado de neurônio caramba né é desesperador, até para os cientistas eu acho que isso é um pouco

desesperador como pessoa né mas enfim, vamos seguindo que tem muita coisa pela frente aí é por isso que Kardec afirmou peremptoriamente que o inimigo do Espiritismo não seria a religião não seria a ciência, seria o materialismo agora quando a ciência prafega pelos caminhos exclusivamente materialistas e é muito comum na ciência física né que não tem muitas referências além dos experimentos em si você centrar na existência que

termina na lápis só que nós e grande parte das outras ciências as sociais até mesmo as psíquicas elas têm trabalhado né ideias que podem ser consideradas convergentes não é como o Zé Povinho que o Espírito costuma dizer a ciência está descobrindo aquilo que o Espiritismo disse no século 19 não é bem assim devagar quando orra porque senão a gente cria uma utopia espírita cria um otimismo exacerbado e fica

para trás em muitos pontos inclusive a gente vai colocar em alguns na live de hoje mas Roberto você falou muito bem o Evandro também muito bem complementou essa ideia que o cérebro é uma massa de carne e não deixa de ser porque é um organismo vivo que se deteriora após a morte e não há como você muito bem demonstrou nada do que exceda a ideia dos filamentos nervosos da ligação do cérebro mas de

mais parte do corpo que ali não está a sede da alma como se pensou muito tempo nas religiões, nas filosofias etc então eu fiquei pensando assim no filme de Frankstein que é um filme de ficção mas de quantas situações a ficção imita a vida ou a ficção antecipa as coisas da vida então imaginemos a seguinte hipótese que a medicina se desenvolva até chegar a um patamar e seja possível o transplante integral de um

cérebro essa circunstância corroboraria o que você disse no início não é o cérebro que comanda todo o corpo quem define a atuação do corpo é o espírito embora a ciência material ainda não chegou nessa eurega mas imaginemos que seja possível transplantar com segurança e que a vida continue obviamente se eu peguei um cérebro A do João para transplantar no cérebro B do Marcos não é o João que vai viver no

corpo do Marcos é o cérebro transplantado se assim for possível com segurança e com vitalidade vai continuar sendo o mesmo espírito é correto isso?

não tem como a gente saber então assim, empíricamente a gente teria que fazer esses testes eu espero que não sejam feitos nunca por questões morais e éticas mas a gente pode especulativamente imaginar o que aconteceria nesses casos a primeira hipótese que eu considero muito muito provável é que os dois morram na hora que você tira os cérebros dos corpos eles não são cadeiras da

alma onde você vai tirar aquela cadeira com uma alma e colocar no corpo de outra pessoa imagino eu mas o nosso corpo é uma unidade e o cérebro a medula, os órgãos eles estão intimamente conectados e extremamente adequados para a manifestação do nosso espírito que inclusive a gente pressupõe que moldou esse corpo de acordo com necessidades muito exatas mas vamos supor que fosse possível e que nós

constatássemos que essa transferência de cérebro, uma transferência eletrônica quem sabe um dia pudesse comportar temporariamente, que seja esse espírito então eu também não vejo qual diferença tão grande isso seria de nós nos manifestarmos aqui numa rede de neurônios numa rede de células e de tecidos que no fundo são materiais e não são espirituais então o que nós estamos fazendo exatamente agora é usar uma

estrutura complexa muito parecida com um conjunto de circuitos orgânico obviamente que é adaptada a manifestação do espírito mas que não tem vontade não tem inteligência, não tem memória não tem nada, não é vivo e é por isso que Sou é tão absurda a filosofia do materialista porque ela tenta atribuir a matéria que não tem nenhuma propriedade psicológica nenhuma propriedade moral, inteligente nenhuma vontade

nenhum desejo, nenhuma aspiração e tenta atribuir a isso tudo o que nós somos no nível psicológico, subjetivo e de consciência agora isso também não quer dizer por exemplo, nosso corpo não tem imenso valor por isso que eu não gosto muito da ideia de se tirar o espírito daqui e colocar ali eu imagino que o corpo ele é absurdamente complexo justamente porque ele é um milagre digamos assim, da vida perfeitamente disposto

para o nosso uso, para as nossas vivências temporariamente enquanto aqui estamos muito bem, você falou de uma palavra, isso me lembrou um pensamento que nós debatemos recentemente no doutorado, que trata exatamente disso a ciência para a ciência não existe um impossível a ciência pesquisa a ciência vai atrás, hoje é impossível mas ela não trabalha com a ideia do impossível senão nós não

teríamos revoluções científicas senão nós não teríamos os progressos das ciências então Evandro, dentro desse contexto eu fiquei imaginando assim lá atrás, século 16 17, 18 parte de século 19 até praticamente chegar ao século 20 também se dizia impossível transplantar um coração e manter a vida de um ser com um coração de outra pessoa claro que aqui eu estou falando da hipótese e citei o

Frankestem como brincadeira mas se a ética permitir que a ética deve se direcionar sempre a questão das ciências ciência sem ética não é nada é ditadura é completamente fora da proposta propriamente científica e da proposta espírita o que

você acha Evandro? claro, do terreno da hipótese dentro do que o Humberto já explicou você corrobou essa ideia de que se houvesse questões, condições éticas e físicas continuaria o mesmo espírito com a outra sara eu só posso achar que sim eu achei engraçada essa pergunta do Marcelo até falei aqui privadamente se assistiu estranhos criaturas pobres criaturas porque ele vem tratar justamente disso só

que é o contrário porque acaba colocando o cérebro de uma criança numa pessoa adulta e essa pessoa começa a descobrir uma outra pessoa assim como o corpo quando você faz um transplante por exemplo de coração você continua sendo você coisa que não era realmente impossível de imaginar na época de Kardec mas quando você está com outro órgão de um doador continua sendo você não tem nada do doador que vai e

existem estudos eu não sei precisar porque isso realmente não não houve mas tem estudos para transplante de cabeça então não estamos falando nem de cérebro de cabeça inteira existem já muitos transplantes de rosto uma complexidade absurda e a pessoa não é o doador é a própria pessoa então acredito eu será que nós vamos estar vivos para ver isso acontecer será que isso vai acontecer mas tem muitos estudos de

transplante até de cabeça em andamento e aí nós vamos descobrir se se continua a mesma pessoa dona do corpo aí vai ser meio difícil da ciência dizer que não existe espírito né não vai ter muito para onde correr é uma outra situação realmente não vai ter para onde correr com você não tem eu vou começar com você agora com a questão 13 e aí depois o Roberto também pitaqueia na questão na

questão 13 nós temos o seguinte as transformações morais influenciam na atividade do cérebro boa pergunta eu vou no achômetro de novo eu acredito que toda nossa evolução moral influencia no corpo inteiro especialmente no cérebro que é suscetível a novas conexões aprendizado desenvolvimento de outras áreas então creio que sim afinal de contas a gente nasce com uma moral, digamos assim zerada né e

depois a gente vai readquirindo aí as coisas que ficaram do espírito e durante as encarnações e vai manifestando essa moral, exemplo filho de pai e mãe que são maravilhosos honestos íntegros que têm um caráter completamente oposto mas que teve a educação de integridade etc etc eu consigo entender que isso você vem trazendo de outras encarnações e que também pode aprender com estes pais e o contrário

também, enfim, então eu acredito que essas transformações morais que a gente passa o tempo todo e existem duas coisas bem distintas que é científica e a moral, digamos assim que andam em estágios diferentes vamos pensar na humanidade, a gente avançou científicamente horrores assim, a gente andou em 100 anos, acho que avançamos mil anos, mas moralmente eu desconfio que a gente andou um pouquinho

e às vezes dão um repatrais que a gente dizia meu pai porque elas não caminham juntas e que realmente essas transformações, porque quando a gente vai se transformando moralmente eu acredito que a gente vai até fisicamente mudando as conexões cerebrais, então, acredito que sim e você, Alberto o cérebro estaria submetido o sujeito em termos de transformações morais em termos de influência disso? Pai, já não é uma pergunta

especulativa, né? A gente tem conhecimento

científico sobre isso, né? Temos certeza hoje de que neuroplasticidade reage ao nosso comportamento aos nossos hábitos, de modo que seja lá o que for que a gente faça hábitos stereotypados, viciosos, manias ou virtudes grandezas, esforços sacrifícios, eles influem na forma como os neurônios se reproduzem e também como eles reestabelecem conexões de modo que o cérebro é muito flexível, muito plástico e bom reagente às

impressões que nós proporcionamos, lhe empregamos, né? E isso também é motivo de otimismo, porque por mais que a gente tenha tendências materialistas eu vi até que alguém citou ali o Harari, né? Um outro autor extremamente materialista também, né? Vai dizer que tudo é genético,

etc. e tal. Por mais que a gente tenha essa tendência assim derrotista ao determinismo biológico, ao determinismo cerebral, ao determinismo econômico, social, cultural, no fundo, isso manifesta uma espécie de desistência, uma espécie de preguiça espiritual de vencer as dificuldades, de vencer as barreiras, de fazer os esforços, empreender os esforços necessários para

nossa transformação. Então, sabendo pelo contrário que o cérebro não é determinante, mas que ele também se molda à luz das nossas impressões, né? Da nossa imposição nós não podemos fugir da responsabilidade de cultivarmos também as conexões corretas, os automatismos corretos que vão nos ajudar a viver a vida que merece ser vivida e não uma vida de automatismo puro, de

determinismo puro. Veja que o nosso Wilson Custoy está fazendo uma observação que é exatamente isso que vocês acabaram de colocar, né? A evolução moral e ética da sociedade e aí nós vamos falar primeiro dos indivíduos e depois da sociedade nesse processo, frequentemente se correlaciona com avanços no bem -estar físico e mental dos indivíduos, ou seja, a quase uma reciprocidade, né?

Melhora o bem -estar físico e mental dos indivíduos acontece uma evolução ética e moral e o contrário, a recípoca também é verdadeira, a partir de uma melhora moral e ética individual e coletiva, o bem -estar físico que gera pessoas saudáveis, pessoas não doentes também ocorra. Bom, nós temos uma pergunta a colocação da nossa sélia Bakim pedir para a produção colocar na lousa e quando existe um tronco e duas

cabeças? É, isso aí inclusive o professor Arculando estudou bastante e o Hermine Miranda também na década de sessenta e setenta e chamados chipófagos. Quantos espíritos, um verbo, existem ali num tronco com duas cabeças? O número de cabeças, na verdade, é relevante, né? O que é relevante é o número de personalidades, que espírito não é cabeça, espírito é personalidade.

Então, a gente pode imaginar um alienígena que tenha dez braços e tenha oito cabeças, esse é o perfeitamente possível da gente imaginar. Cada cérebro daqueles especializado por uma função necessária a manifestação daquela individualidade. E nós podemos imaginar, como é o caso de muitos gêmeos e amezes, que há duas personalidades habitando ali dois corpos fundidos ou um

corpo compartilhado. Então, se nós queremos saber quantos espíritos há num determinado lugar, a gente tem que buscar quantas individualidades, quantas personalidades nós temos naquele lugar. É, o corpo ele passa a ser menos relevante. Ele é de fato o meio de expressão, o veículo de expressão. Legal. É... Evandro, dentro dessa ideia da sélia, eu cresci no

Espiritismo a partir da década de 80. E na década de 80 e 90 nós tínhamos o boom dos

achismos, né? Algumas obras mediúnicas duvidosas, alguns dirigentes espíritas, plantando caraminholas na cabeça das pessoas, algumas pessoas desenvolvendo teorias sem praxis, sem levantamento científico, sem pesquisas sérias e muitos desses espíritas diziam o seguinte, no caso dos siameses ou do chipófamos, chipófamos, desculpe, nós tínhamos ali almas que se odiaram de maneira severa, dura numa encarnação anterior. O

que dizer disso? De novo, é aquela vez uma... É muito parecido, né? Quando dizer assim, olha, você é um homem gay hoje porque você aproveitou muito das mulheres nas outras encarnações, então você veio como homem gay para sentir o que ela sentiu. Ou seja, preconceito disfarçado, né? Com bináxio aí, não passa de preconceito, de achismo, como você disse, disfarçado.

Só não vai falar que é pecado, mas é quase que está falando, olha, você foi muito sem vergonha, então você está pagando aqui, aquela mania de que as encarnações anteriores, tudo é provação, né? Não é nada escolha do espírito, não é nada consequência da vida comum, né? Biológica, é tudo que você fez alguma coisa muito errada no

outro, a encarnação, e que você está pagando. Então isso assim, é preconceito disfarçado de falsos sábios que colocam um sobrenome espiritismo, um sobrenome cardeque, só para dizer que esse negócio tem algum valor, né? Deprimente, difícil e... Vamos estudar, meu povo. É isso mesmo, e... Posso pegar o gancho rapidinho? É que esse assunto me interessa muito, né? Que os dois disseram a respeito

assim do chutômetro espírita, né? Nós temos um problema intrínseco na nossa literatura, que é justamente a liberalidade, a falta de um cânone, né? De uma estrutura hierárquica institucional que diga para nós, olha, isso aqui não é católico, isso aqui não é presbiteriano, não é luterano, né? As outras instituições têm isso. No espiritismo, aceita -se qualquer coisa. Isso

tem vantagens e tem desvantagens. As vantagens, obviamente, estão ligadas à liberdade restrita. Nós podemos investigar, podemos dizer absolutamente o que nós quisermos. Entretanto, atualmente no estágio atual da humanidade, isso também redunda em muita loucura. Qualquer pessoa que tenha uma ideia estapafurde que passa pela cabeça logo transforma essa ideia no livro espírita. E isso está longe de ter diminuído dos anos 80, 90

para cá. Muito pelo contrário. Nós encontramos hoje obras muito numerosas de piseudomédios, médios charlatãs mesmo, né? Que são enganadores profissionais. E encontramos obras também de supostos estudiosos que não mais do que inventam resposta para qualquer

coisa. Então é preciso mais que nunca separar o joio do trigo, fazer um análise muito criteriosa e não aceitar nada apenas porque vem com título de espita, ou porque foi escrito por um palestrante famoso, por um médium famoso. Ou por uma assinatura ilustre de um personagem do passado, espírita ou não, que causa espanto, admiração, causa contentamento. Olha essa personalidade tanto de um homem que tem tanto

histórico quanto de um homem para o Brasil. Grande e ósimo, de um maior junto da nossa história. Vira a história mundial nos vídeos de um homem que tem tanto histórico e que tem tanto histórico. E aí as pessoas não estão dizendo que os livros disponíveis assinados por Santos Dumont sejam todos mentiras, sejam todos falsos, sejam todos evados da interferência perniciosa dos encarnados em produzir

material que possa ser endável e lucrativo. Não é isso. É nós fazê -lo que o Umberto acabou de fonderar. É colocar isso na balança, na balança da lógica, da razoabilidade, da confirmação por outras informações também obtidas mediúnicas, como Kardec fez. É a comparação para chegarmos do controle universal dos ensinos dos espíritos, a

validação que a ciência usa tanto. E também ressaltar o Umberto é a nossa área que as teses podem ser livremente apresentadas, mas elas passam por um processo de decantação. Elas estão submetidas à comunidade científica, elas são julgadas, entre aspas, avaliadas e algumas elas conseguem um convencimento pela lógica da argumentação e passam a ser ideias de comum acordo, comungadas pela comunidade científica. No

Espiritismo, não há nada de cientificidade. No Espiritismo, como eu faço, falo, no meio espírita brasileiro não há cientificidade. Basta alguém dizer que é, vão pipocar outras mensagens ou outras falas similares ou idênticas. E isso dá o que é o perigo da sociedade de hoje, que é a aparência de verdade. Mas mesmo a mentira repetida muitas vezes ela vira, ela

acaba se tornando uma verdade. Humberto, temos uma pergunta de uma colaboradora nossa que ela disse assim, a meditação e a autoajuda, ou seja, qualquer técnica que possa ser positiva para a mente, para o cérebro, para as ideias do ser humano encarnado, elas modificam, podem modificar a saúde

mental se sim, como isso se daria. Essa pergunta é interessante porque autoajuda é uma coisa que está muito, muito na alta e já 30, 40 anos não é uma novidade e a gente precisa de novo separar o joio do trigo. Então, o que é autoajuda? Qualquer esforço que eu faço em meu próprio benefício. É muito mais uma visão, um conceito do que uma ferramenta. As

ferramentas são basicamente todas que existem. Então, geralmente quem quer vender algum curso, alguma ideia vai enfocar, eu conheço as ferramentas que você não conhece e só através de mim, você vai conhecer as

ferramentas adequadas. No entanto, vejam bem o que Buda fez, o que Jesus fez, o que Sócrates fez, o que os estoicos fizeram, nada mais foi do que conscientização e preparação para que as pessoas se disciplinassem, aprendessem sobre si própria, se autoconhecessem e consequentemente desenvolvessem virtudes e conseguissem superar os seus

vícios e os seus defeitos, suas mazelas. Então, todos os processos espirituais, todos os processos de melhoramento, são fundamentamente processos de auto -ajuda, processos de educação, estudo, concentração, esforço, superação. É assim que a gente se auto -ajuda de uma maneira

profunda. É preciso reforma total íntima, aprendizado, estudo intenso, de ciência, de psicologia, de sociedade, economia, de todas as coisas, a disposição do progresso do espírito humano. O que não pode acontecer, é a gente imaginar que o mais importante da meditação

ou da auto -ajuda, seja uma técnica específica. Porque aí nós tiramos justamente o seu caráter de profundidade e reduzimos o escopo da meditação que é uma maneira de viver, da auto -ajuda que é uma maneira de viver, a gente reduz a duas técnicas, sete técnicas, dez técnicas, aí não contribui. Então a gente precisa ter uma noção de meditação como um

dos meditadores profissionais. Vamos dizer, olha, no ônibus, no momento de estresse, não é só sentar e cruzar as pernas, isso é um aparato artificial da técnica para te ajudar a meditar. Mas meditar é a capacidade de entrar numa sintonia, é a capacidade de criar um padrão mental por força e poder da tua vontade. Isso é preciso ser exercitado em

todas as fases da vida. Não necessariamente de um jeito ou de outro, respirando, respirando de olho aberto, de olho fechado, sentado em pé deitado, correndo. A auto -ajuda é a mesma coisa. A gente precisa ter uma visão global de como nos promovermos, como frutificar e florescer enquanto pessoas. Essa questão é muito complicada na atualidade porque nós

vemos isso aos borbotões no meio espírita. Nós temos pessoas que se aproveitam da comunidade espírita para agrangear importância, para agrangear reconhecimento e muitos fazem trabalhos de exposição doutrinária ou de transmissão de ideias de pensadores da humanidade com algum talento e alguma certeza. Mas depois essas pessoas têm se transformado, não é Evandro? Em

buruz. Em pessoas que passam a vender produtos, passam a enriquecer a partir da comunidade espírita. Eu não estou dizendo que as pessoas não possam vender os seus produtos. Eu não estou dizendo aqui que as pessoas não tenham o

direito de escolher a sua clientela. Eu estou dizendo é utilizar o caminho do Espiritismo para depois fazer um trabalho totalmente diverso às vezes até contraditório em termos de ideias e se convertirem em pessoas que são gurus dos outros, são guias dos outros. E as pessoas passam a

acreditar em tudo que essas pessoas dizem. Quatro experiência, Evandro, de ter estado aí nesses últimos 20, 25 anos em muitos eventos espírita em grandes congressos, em grandes auditórios, quantas vezes tuviam isso e quanto que essa atitude às vezes até encarada como auto -ajuda como um umberto bem discerpou acaba sendo um vício e um vício lucrativo

para aqueles que o promovem. É no mínimo de sonesto porque o que tem acontecido que eu vejo, primeiro que me interesse muito que esses congressos e espiritas que estão acontecendo não são congressos porque não são abertos a acabarem deixando as pessoas esplanar e discutindo algum tema, alguma coisa no exemplo de que Kardec sempre fez, sempre proporcionou, por exemplo não tem seminário

em onde um fala e todo mundo escuta e pode falar depois. Esse negócio de auto -ajudo que me interesse mais é porque nesses congressos e grandes encontros e espiritas o que menos existe é Kardec. Inclusive usam muito nomes e estudos evangélicos. Então é do evangelho parece que só existe o evangelho segundo o espiritismo, o resto da doutrina espírita é desconhecida porque não

se toca em absolutamente nada. E aí eu conheço não dois, mas muitos destes palestrantes grandes estrelas que começaram se utilizando da estrutura do espiritismo com palestras de auto -ajuda ou palestras evangélicas e acabaram galtando posições muito grandes e vendendo e enfim voaram por conta própria e hoje eu não vejo a exemplo do que era por exemplo já depois de Kardec de reunir e congressos para

discutir, para apresentar teses e pesquisas e tudo mais simplesmente um monte de palestra de auto -ajuda

ou palestra evangélica infilerada. Onde Kardec às vezes aparece num comentário assim desse tamanho, mas os livros livros do Espírito, isso é inferno imagina, isso não existe nesses lugares, não se toca pelo contrário para um desavizado parece que você está entrando num encontro evangélico, um encontro católico qualquer coisa menos espírita nós estamos vivendo infelizmente um momento de crer o eu

de se enxergar só o evangélico da vida então quantas vezes vocês não ouviram, por exemplo palestras sobre o homem de bem é impressionante agora palestras sobre a justiça social e tantas outras coisas que são fundamentais para o nosso tempo e que estão lá no evangelho segundo o Espiritismo, que vai cutucar a sociedade, para dizer se vamos refletir o que a gente está falando o que a gente

está vivendo ninguém faz, parece que tem medo e fica sempre naquela alta ajuda água com açúcar, aquela coisinha contra uma piadinha, todo mundo rir não bota ninguém para pensar em absolutamente nada então infelizmente nós estamos vivendo um momento assim que tomara, espero, assim como o ECK e tantos outros canais que a gente tem visto e aí encontros também que estão sendo promovidos comece a resgatar

essa verdadeira face da doutrina espírita para a gente desgrudar um pouco desses encontros evangélicos, católicos enfim, que tem sua finalidade porque são respaldados pelas religiões mas o Espiritismo não é isso e nós estamos realmente bem confusos nessa história toda e eu estou falando de alguém que esteve muito nesses eventos é, por isso que eu chamei a tua fala por que tu tens experiência, tens lugar

de fala como gostam de dizer isso aí, é isso aí vamos lá, Humberto você estudiosos da mente e é também espírita, cardecista então vamos trazer Kardec para nossa roda de debate de uma forma mais efetiva e efusiva Kardec teria desenvolvido a seu tempo estudo sob a mente no intercâmbio com as inteligências invisíveis no conjunto das suas 32 obras

ele fez isso? sim, evidentemente até porque Kardec se considerava primariamente filósofo nunca se considerou chefe de religião ou profeta ou sequer um líder espiritual a não ser num sentido meio metafórico como quem é alguém que ajuda outras pessoas a florecer espiritualmente então nós no projeto Kardec da Universidade de Juiz de Fora tem uma carta aliás um bilhete que ele enviou

para as editoras dizendo como ele gostaria de ser apresentado, isso é muito interessante e aí as livrarias e as editoras faziam aquela apresentação do autor autor de livros de filosofia e ciência ponto não há menção a religião nesse bilhete de Kardec porque não que ele não tivesse religiosidade que ele não tivesse um carinho todo especial que é muito óbvio pelo aspecto religioso do espetismo que

ele mesmo conheceu com esse aspecto mas ele entendia que essa não era a melhor propaganda que ele podia fazer que a melhor maneira dele se apresentar era como argumentador aí sim a partir dos argumentos criteriosos que estabelecem toda uma filosofia de interpretação da vida da consciência, da moralidade ele tirava conclusões religiosas então como investigador que era a percepção de Kardec sobre

si mesmo ele é eminentemente o investigador do espírito o investigador da consciência o investigador da maneira como nós funcionamos naturalmente no nível espiritual porque ele não está em momento algum ele não está em momento algum investigando ligações químicas ou relações biológicas ou questões materiais da economia mesmo quando ele investiga a sociedade ou a vida ou a formação da

terra na verdade ele está fazendo uma investigação do ponto de vista espiritual, ou seja qual é a importância da terra enquanto um palco para acontecimentos de criaturas que evoluem qual é a importância das relações sociais como um cenário no qual espíritos se exercitam e aprendem valores novos desenvolvem habilidades diminuem atritos uns com os outros e passam a entrar em conciliação entendimento

amor, amizade e assim por diante então o interesse de Kardec já era desde sempre interesse sob a mente sobre a consciência sobre o que nós somos enquanto seres pensantes e seres morais e na sua investigação inclusive para destacar só uma obra de várias magníficas no livro dos espíritos ele começa traçando as linhas divisórias dessa ciência que ele está tentando constituir claramente como a gente

disse no começo não é uma ciência de fenômenos materiais é uma ciência da mente é uma ciência de fenômenos psico -morais é uma investigação empírica em parte filosófica em parte mas uma investigação do que são pessoas que são consciências quais são os dramas dessas pessoas que é que pessoas fazem de que maneira essas pessoas vivem após a destruição do corpo físico como elas se manifestam quais são seus

interesses que elas querem quando vem falar com a gente por que os espíritos têm interesse em conversar com a gente e dizer como é a vida após a morte então vejam que Kardec é um investigador muito amplo mas que tem um eixo central imagina que fosse um pião muito muito gordo muito muito muito grande que abrange muita coisa mas que gira sobre uma agulha finíssima e essa agulha é a natureza do espírito

humano da consciência da mente humana sobre essa agulha giram todas as questões vastas científicas filosóficas sociais que interessam muito a Kardec sensacional é só pra gente poder pontuar para os nossos audientes viventes que estão ao vivo conosco você sabe dizer qual é o número da carta do bilhete de Kardec e as editoras se ela já está disponível no projeto pode ser depois também eu posso arranjar

essa informação e colar o link como um comentário no vídeo depois que o vídeo estiver lançado agora cai entre nós sinceramente dezenas de coisas maravilhosas no projeto vale explorar bastante o projeto cartas de Kardec para Meli quando Kardec estava em Londres prospectando alunos para a sua escola recém -fundada essa é uma carta que eu ajudei a traduzir inclusive e revisar é uma das mais maravilhosas ainda

mais interessantes revelações da personalidade de Kardec coisa que não vai aparecer nos livros mas numa carta íntima para a esposa aparece perfeito, eu já pedi para a nossa produção colocar na loza como eu chamo a nossa tela o endereço do projeto para que as pessoas possam acessar, lá estão as cartas devidamente analisadas traduzidas que podem complementar e muitos dos estudos que grupos, centros

espíritas e as pessoas individualmente vem fazendo nós por exemplo aqui no ECK estudamos muito esse farto material desde a época que ele foi está aí a nossa referência, desde que ele foi albergado inicialmente pela FEAL nós lá estávamos trabalhando com o processo de resgate das obras de Allan Kardec e recebemos esse a ser muito querido do parente do Canuto de Abril e depois todo esse material está sob

a tutela da importante instituição universitária mineira para fazer esse trabalho que é como eu disse para nós e para as nossas futuras gerações para a memória do Espiritismo algum aporte levando sobre o trabalho de Kardec no intercâmbio com as inteligências e visílias trabalhando sob a mente não querido, está mais que falado, está tudo certo vamos seguir temos uma contribuição do nosso

querido Leonardo Paixão, podem colocar na tela ele diz, o Dr. Gilberto Pérez Kardoso tem uma pergunta interessante, Humberto a permanência da memória mesmo diante do processo natural de degeneração celular, nós estamos falando das enfermidades cerebrais provaria que há existência do Espírito perfeitamente exatamente, a tese de que a nossa consciência cada traço da nossa memória é

um produto do cérebro ela é uma tese destruída quando você atravessa o cérebro de fora a fora com uma barra de aço e áreas grandes do cérebro são destruídas ou quando numa meningite ou em várias outras circunstâncias o cérebro é degenerado ao ponto de que em alguns casos relatados essa degeneração chega a 90 % 90 % do cérebro é destruído todos aqueles caminhos todas as redes neurais toda aquela informação foi

perdida e é claro que na maioria dos casos o dano é gigantesco mas há casos raros em que mesmo diante de um dano profundo e extenso ao cérebro não há nenhuma alteração de personalidade memória ou o que ainda pior sujeito perde memória perde traços de caráter de personalidade e depois os recupera sem a regeneração do cérebro ou seja, aquelas porções do cérebro que não foram atingidas elas começam a se

lembrar do que que aconteceu começa a desenvolver as habilidades que foram eliminadas por uma doença ou por um acidente mas isso é impossível porque aquela informação se ela foi apagada de onde ela está vindo quem está reestimulando aquele pedacinho de cérebro que restou a produzir memórias que eram para ter sido eliminadas com a destruição das conexões neurais originais então a única alternativa razoável que

resta é a alternativa de que o cérebro não é o produtor da consciência mas pelo contrário, ele recebe a consciência ele transporta a consciência para o plano físico então alguma força o espírito para nós está ali estimulando o tempo todo o cérebro quando ele está impedido o espírito, essa força encontra um outro caminho de manifestação usando outras partes do cérebro às vezes para aquelas funções que foram

destruídas nessa interessante dissertação que tu fizesse agora, Alberto então a gente cogitaria, se destruiu como você disse uma parte significativa do cérebro um acidente ou um processo de degeneração como está colocado pelo Leonardo Paixão então teríamos um HD do HD, já que o cérebro é um HD tem que ter um HD sobressalente que se transmitiria outros pontos do HD para substituir aquelas partes degeneradas

ou inutilizadas exatamente e outra coisa nesse contexto todo Alberto e Evandro o quanto nós estamos perdendo de tempo de esforços de motivação e de atitudes sensatas ao ficar tratando o Espiritismo com o estigma religioso o que nós poderíamos estar discutindo aquelas questões que a ciência não consegue explicar como essa que você e o Leonardo acabaram de ponderar se nós e Espíritas já temos desde 1857 a

informação mágica colocar o ovo em pé inventar a roda de que não é o cérebro a fonte da alma, do Espírito da inteligência, dos sentimentos é nesse momento que nós deveríamos dialogar com as ciências, com as filosofias não com aquela posição de autoridade religiosa para explicar os grandes enigmas da humanidade tratar como Kardec disse científicamente e aplicar a ciência uma filosofia que eu embasa e

aí ficamos perdendo o tempo querendo converter os outros a uma fé, a uma religião a uma expressão de moral que não é interesse não é o objetivo daquelas criaturas que estão satisfeitas e aí Kardec sempre repetia não precisamos tornar os malmetistas os lâmicos os católicos os protestantes espiritas eles podem continuar observando as suas religiões a medida que eles forem sendo convencidos das

verdades que não são espíritas, são espirituais o espiritismo é apenas o transmissor, o comunicador dessas ideias eles vão se tornando pessoas melhores sem necessidade de mudar a sua veste religiosa trocando por outra então nós estamos muito equivocados nesse processo Você imaginou que cada congresso seria cada congresso incrível, maravilhoso de verdade Você inclusive está puxando uma questão importante Kardec na

fase final do seu trabalho Humberto, ele já vinha preparando por vir ele vinha acentuando a necessidade dos congresso e serem momentos de discussão de novas tese e por que não de apresentar novos princípios os princípios não seriam revocados porque eles são a espinha dorsal do espiritismo, mas outros poderiam ser agregados e se o intercâmbio tivesse continuado ou seja, a racionalidade do homem com

base na sua ciência e filosofia e a contribuição dos espíritos mais adiantados mediante critérios de exame das mensagens Claro, essa simbiose permitiria ao espiritismo aquele que chamou, aquele que Kardec chamou de progressividade dos ensinos dos espíritos mas nós ficamos fincados apenas em uma daqueles que acreditam uma das pernas do tripé tripé religioso, vamos trabalhar o tripé religioso

como se só a religião fosse detentora da transformação ético -moral do indivíduo. A ciência faz o homem melhorar éticamente e moralmente. A filosofia igualmente, as religiões como um todo, cada qual no seu quadrado podem contribuir para isso. Querendo dizer que moral e ética são elementos quase exclusivos da religião, é pensar exatamente como pensavam as religiões dominantes no momento em que Kardec concebe o espiritismo. Vamos

seguir. Um perto, no outro livro de Kardec, que você deve conhecer também a Miúdi, é chamado Instruções Práticas sobre as manifestações espíritas Kardec é a questão sete, está evando? A questão, ele faz a seguinte

colocação abri aspas. Muitas vezes os espíritos agem sobre a nossa mente mal grado nosso, solicitam -nos fazer isso ou aquilo julgamos agir por impulso próprio quando apenas estamos obedecendo uma sugestão estranha estudando a mente você entende como você entende esse processo descrito pelos espíritos e sintetizado por Allan Kardec Se eu puder dar um passo atrás eu queria observar que esse não é o

entendimento espírita apenas, seria muito trivial dizer que esse é o entendimento espírita sobre a influenciação dos espíritos esse é o entendimento comum da humanidade Acabo de voltar de um congresso onde

um congresso científico aqui em Juiz de Fora, né? para uma vida por nós, do Noops onde uma pessoa levantou a mão e disse, tá, mas esse termo mediunidade esse é um termo espírita e as outras religiões não aceitam esse termo essa confusão conceitual ela é tipicamente brasileira porque no Brasil o Espiritismo é muito popular e ele é fortemente associado a ideias de

reencarnação, mediunidade né? quando, se você vai para um ambiente onde não existe Espiritismo termos como mediunidade continuam sendo muito comuns tanto que a gente vê o tempo todo em filme de terror esses filmes americanos para psicologia, todo mundo usa o termo médium sem nunca ter ouvido falar em Espiritismo sem nunca ter ouvido falar em Kardec há livros grossos hoje maravilhosos sobre mediunidade na China livros

escritos por chineses sobre tradições religiosas chinesas que usam o termo mediunidade ou seja felizmente o termo se popularizou num nível muito radical principalmente no nível acadêmico no nível científico então hoje a percepção de que Espíritos podem influenciar a vida os nossos pensamentos tendências de que alguns dos nossos pensamentos podem não ser puramente nossos essas ideias que sempre foram

naturais a todos os povos sem nenhuma exceção são já muito corretamente identificadas como mediunidade ou como uma faculdade anímica natural a todas as pessoas não usando também a palavra mediunidade do jeito às vezes um pouco viciado que a gente usa como só a pessoa que vai para reunião mediúnica mas é a faculdade humana a que todos estão sujeitos de perceberem coisas de serem influenciados de também

entrar em contato com os Espíritos travar em algum tipo de contato, experiência com os Espíritos então a gente precisa para desmistificar essa noção sobre a atuação dos Espíritos que é a tua pergunta a gente precisa de uma noção nova do que é a capacidade humana de interação com os próprios Espíritos se nós somos mentes interagimos com outras mentes o tempo todo se a nossa natureza não é

corporal primariamente, nós estamos num corpo mas a nossa natureza é primariamente espiritual e mental então nada mais natural do que nós influenciarmos o nosso ambiente e o ambiente em que nós chegamos nos influenciar seja se ambiente, frequentado por outras pessoas com corpo ou não eu tenho que ser só essa questão, Evandro, não poderia ser utilizada pelo senso comum para dizer que

nós sofremos de dupla ou de múltipla personalidade ou seja, essa questão nós estamos sempre sob influência e como bem disseram os Espíritos não raros são os Espíritos que vos dirigem que nos dirigem e aí nós acabamos ter diversando e dizendo assim não, mas eu andei atuei sob influência espiritual e nós discutimos isso Humberto, no campo do direito de onde eu me ilito também e você sabe

que não há justificativa em processos judiciais para terceirizar a responsabilidade para Espíritos, é impossível defender essa tese num ambiente também científico que é a processualística que é o mundo jurídico não é acadêmico, mas é também ciência e isso acaba sendo tomado de assalto sendo motivo de surpresa até mesmo pelo vulgo Espírito, pelo senso comum como assim, eu não vou poder

alegar influência mediônica e que você diz a respeito, Evandro eu acho engraçado que agora está na moda todo mundo que come de crime, que faz os absurdos até aquela mulher que levou o tio Paulo todo mundo sabendo do coitado, do difunto que foi fazer empréstimo e já estava morto os advogados já alegaram que tomam um monte de remédio porque tem doença psicológica falei ah pronto eu também tenho

depressão, tomo remédio para dormir, tomo remédio para depressão agora posso fazer qualquer coisa que vou falar tomo remédio, está tudo certo buraca mais embaixo uma coisa que eu lembrei quando o Bertha estava falando sobre isso é que a presidenta do nosso centro Marcia Barroso que está assistindo beijo e obrigado por ter me ajudado a descobrir que o meu som estava errado que eu uso esse trocinho aqui que é

um gravador profissional que ele tem frequências e eu estava na frequência de 44 kHz que é a frequência de CD eu não sabia que computador usava 48 eu estava com voz de tico e teco e ninguém me avisa que eu estava parecendo tico e teco falando aqui na live mas enfim, valeu tea Marcia, obrigado ela sempre fala ela preside a conduz o trabalho mediúrico todas as quartas fenas do geó e ela sempre fala

assim sobre essa questão dos espíritos estarem nos sugestionando ou quando vem o nosso tal diálogo interno e que diz assim ou você vai deixar barato isso ou faça isso ou então é sempre em terceira pessoa quando não é você que está pensando vem sempre essa sugestão por que você deixou isso barato por que

isso? para a gente prestar atenção nisso porque geralmente essas sugestões vindo de outra pessoa quando a gente pensa eu vou fazer alguma coisa eu sou o mestre de ficar falando eu falo no meio da rua eu vou fazer caminhada, eu converso comigo mesmo vou passando no meio dos outros falando olha que coisa linda, não sei o que, chamando a minha atenção então eu acho que essa influência é muito

forte e fica aí a dica da nossa Marcia Barroso psicóloga e que sempre diz assim preste atenção como é que essa frase, esse diálogo interno seu está sendo conduzido aí que pode ser que não seja você que está querendo fazer as coisas te dando uma sugestão então achei interessante colaborar com essa sugestão com essa dica muito bem, temos uma contribuição uma pergunta, mas antes eu quero fazer

uma divulgação já que o Evandro sem saber porque esse é outro departamento dentro do ESCK a gente tem áreas divididas de trabalho amanhã estaremos escrevendo sobre o Tio Paulo que vai estar no Tito arena sociais contemporâneas pode colocar na lousa por favor arena sociais contemporânea vai explorar a questão do Tio Paulo com viés social com viés jurídico com viés espírita sem muito detalhamento e também sem

eu ficar dando spoiler mas vamos trabalhar esse tema que está ocupando as redes sociais e a imprensa mídia, mídia eletrônica de uma maneira bem efusiva todo dia tem desenrolar do caos da situação em si e o que é bastante complicado nos dias de hoje queria puxar a pergunta contribuição do nosso querido Marco Aurelio Gaspar feita agora em pouco, 19 .32 pode colocar na lousa ele diz assim eu sou professor de educação

física viu umberto? no processo de afirmação da disciplina se reafirmava a importância da educação física porque, abre aspas ninguém pensa fora do corpo e ele está dizendo que a nossa conversação aqui hoje a sua esplanação, as contribuições do Evandro refutou a tese dentro do que ele também tem estudado

espiritismo, é isso mesmo oberto? sim, a gente também não precisa dizer assim que a frase proposta por alguém provavelmente com boa vontade é inteiramente falsa porque muito provavelmente essa proposta avisava valorizar a saúde valorizar a necessidade de nós termos noção da nossa responsabilidade com o nosso corpo de nós nos cuidarmos o que é perfeitamente verdadeiro o problema dessas

frases é quando elas adquirem justamente um tom reducionista e em filosofia a gente diz o seguinte a mentira ela aparece quando o sujeito diz nada mais que nada além de aí sempre o que vier depois dessa dessa introdução é falsa porque embora muitas coisas possam ser verdadeiras ao mesmo tempo e até algumas coisas um pouco contraditórias, elas sejam parcialmente verdade ao mesmo tempo quando eu fecho

a questão quando eu digo a mente não é nada mais ela não é nada além do corpo aí eu estou realmente dando um passo muito arrogante na direção de certeza absoluta que são muito difíceis de provar e sustentar geralmente a pessoa confia nesse chavão nessa frase de efeito um pouco para intimidade para assustar e parecer que ela tem algum motivo, alguma justificativa para deter tantas certezas a respeito de um

determinado assunto mas nunca essa certeza se sustentam porque o que caracteriza a investigação científica é a percepção da nossa infinita ignorância e dentro de um oceano de ignorância nós temos gotículas de orvalho de conhecimento nós temos um vago conhecimento de como o corpo funciona um péssimo conhecimento como a mente funciona e qualquer pessoa que se pavonei de ser um super psicólogo de entender

tudo do ser humano da mente humana é louco, não começou a entender corretamente a sua própria ciência que começa pela humildade e pela noção do quão pouco nós realmente sabemos e de quão comprecárias são as nossas teorias as nossas hipóteses as nossas invenções narrativas para tentar explicar as coisas Veja que contribuições importantes do nosso público hoje, as colocações as perguntas

estão sendo muito pontuais para a gente poder inclusive acrescentar outros tijolinhos nessa nossa construção sobre o conhecimento espiritual Evandro, dentro dessa ótima intervenção do Gaspar eu estou me lembrando aqui que no comando geral da polícia militar de Santa Catarina que fica no coração de Florianópolis lá dentro no quartel está escrito aquela frase em latim que é decantada e que o Marco

Aurelio já deve ter ouvido centenas de milhares de vezes mens sana em corpo e sano mente e sang em corpo e sano poderíamos dizer também que mens sana em corpo e sano teríamos um espírito sano também um espírito sano eu acho que sim porque quando você pensa primeiro a gente corre atrás do corpo e é assim, eu sou pré diabético e vivo me espetando do Santo Dias, duas vezes por dia para saber quanto que

está, para não virar diabético toma um remédio e tudo mais faça sua atividade física para poder tentar não ser diabético já vem da genética da minha mãe que é quando a gente se esforça para ter um corpo mais saudável isso vai produzir muitas substâncias muitos hormônios interessantes no cérebro e que faz deixar o corpo inteiro saudável e essa decisão é da mente ou seja, do espírito que está

querendo se melhorar no corpo então eu acredito que corpo, sang, mente e sang o espírito vem primeiro e é a sang número um, depois é que vem os outros é isso né, Vanda temos que ter tudo são se alguma coisa tiver doente vai nos causar problemas a interferência de um ou outro é cabal é um conceito já tradicional de quem estuda a mente e de quem estuda o Espiritismo também Berto, vamos seguir

com uma pergunta essencialmente filosófica que veio da nossa produção nosso Conselho de Gestão que começa assim, é a 21 Platão definia a alma ou mente como comando do corpo Aristóteles definia como Aristóteles definia o corpo como instrumento de aperfeiçoamento da alma e Espinosa, por sua vez definia que a alma era um pretexto para se julgarem as paixões e o corpo diferentemente de Kardec

para quem a mente seria um atributo do Espírito o que é então mente e Espírito Pelo próprios exemplos elencados a gente observa que é uma questão um pouco de terminologia ou seja cada pensador dependendo do que ele deseja enfatizar dependendo da compreensão que ele deseja comunicar para nós, para os ouvintes, para os leitores ele vai pinçar um aspecto da questão como nós estamos falando de nós mesmos alma,

mente, Espírito consciência no fundo não se trata de um objeto que nós vamos apresentar numa bandeja e dizer assim ex aqui a mente tem gente que pretende fazer isso que psicologicamente apresenta num texto a mente como se fosse um objeto para nossa análise com pedaços partes e que funciona mais ou menos como um mecanismo bom, essa obviamente não pode ser a maneira mais adequada de apresentar

aquilo que nós conhecemos subjetivamente nós descobrimos que nós temos mente antes de nós termos certeza que os outros tem mente nós percebemos mais vivamente as nossas emoções muito mais do que a dos outros nós desconfiamos das emoções dos outros pela sua expressão física sujeito tem o rosto de carne a voz num determinado tom físico os braços balançam ou a pessoa dança delicadamente então a partir de várias

características físicas nós julgamos o que é que se passa no íntimo na subjetividade da pessoa ou seja, mentes, consciências, espíritos são coisas que nós conhecemos primeiro em nós e aí nós olhamos para os outros e falamos esse cara inteligente esse outro aí, ele é meio perigoso ele é violento aquele outro ali parece que é artista então nós vamos julgando todas as expressões físicas das pessoas a partir desse

universo que é um universo que nós conhecemos muito intimamente a coisa mais íntima que nós temos segundo s. Agustinho e mais íntimo do que a minha própria alma do que a minha própria mente só Deus e Agustinho vai até dizer nas confissões Deus é o íntimos meus é a coisa mais interior do meu interior meu interior é a mente é a coisa mais interior a ponte está escondida da maioria das

pessoas a maioria das pessoas não conhece não tem um relacionamento é Deus, por isso as pessoas projetam também como um objeto fora, uma pessoa fora, né que eu tenho que analisar e conhecer como se tivesse um corpo como se tivesse uma existência empírica o que obviamente Deus também não pode ter então a via adequada de investigação da mente e da alma é sempre a via reflexiva é o recurso do

pensamento que se explora a si mesmo o autoconhecimento o autocobrimento e a meditação sobre a nossa natureza íntima isso é mais promissor e revela muito mais sobre a mente do que uma tentativa de transformar um objeto e não deixa de ser um tipo de materialismo não muito diferente de fazer uma análise do cérebro e achar que isso é uma análise da mente ou da consciência como as coisas vão se encaixando como a

nossa sinergia vai ficando cada vez mais demonstrada eu estou aqui com a página aberta do livro dos espíritos questão 109 assinada por quem por Agostinho que veio complementar o que ele disse bem traçado pelo Humberto agora em confições que é um livro que nós recomendamos aos espíritas para ler o pensamento daquele tempo e ver a conexão que existem no formatar da consciência

espiritual no formatar da própria filosofia espírita porque Agostinho lá já ensinava coisas muito além da mera ideologia ou dogmática religiosa e depois ele vem participar diretamente do processo de desenvolvimento da filosofia espírita e aí o Agostinho nessa questão Evandro que é a 109 ele estabelece aí uma sugestão um projeto que você possa alcançar aquilo que o Humberto tem frisado e você também do alto

conhecimento espiritual, conheceramente conhecer o cérebro, conhecer o espírito conhecer a nós mesmos quando a sugestão e nós no final do dia quando formos dormir, fazemos um balanço um balanço de como foi o nosso dia fazendo isso nós acabamos conhecendo mais a nossa mente e como sendo atributo o próprio espírito eu acredito que sim o alto conhecimento não a auto -ajuda dos outros mas conhecer o que a gente as

nossas limitações o que a gente precisa melhorar fazer esse resumão do que foi o dia muitas coisas que eu gostaria de ter feito e não fiz porque que não fiz coisas que eu fiz e não deveria ter feito porque e ai ok amanhã é um dia novo que eu vou tentar colocar tudo isso em prática e tentar corrigir da melhor maneira possível eu acredito que sim eu acredito que sim eu não sei se você viu lá no

chat privado o Humberto tem que sair antes das 8 eu queria dizer que eu tenho um negocinho pra falar pra ele antes dele sair tá bom tá mudo eu ligo desliga esse microfone me atrapalhe melhor deixar ele ligado aproveita então que você fez essa afirmação que pretende dizer alguma coisa olhe lá em Evandro Oliva você vai dizer pro convidado e ai você faz as suas considerações finais e em seguida eu passo pro

Humberto em certo tá bom tá bom beleza então eu queria eu descobri exatamente hoje e ai eu vou botar até uma musiquinha porque assim pra mim foi muito importante eu descobri hoje que o Humberto é neto da nossa amada e até a nossa helical da fúbia né então eu fiz ouvir eu baixei aqui rapidinho as fotos porque eu já fui em muitos muitos palestras dela em lançamentos de livros e

tudo mais ela tão gentil me dava os livros não queria vender de jeito nenhum e autografava então queria mostrar só essas fotos aí pra você querido uma olhada aqui ó eu vou passar rapidinho aqui eu tava cantando se eu não me engano uma vez antes dela começar a palestra agora tá difícil eu saber qual foi o centro mas aqui em San José de Rio Preto talvez até pra você matar um pouquinho de saudade de

fotos que provavelmente você nunca tinha visto dela e aí eu tô gravando o livro pra mim ah que delícia eu tentei hoje com uma carinho do mundo já li tudo quanto é livro olha isso que lindo sempre maravilhosa e eu queria mostrar a você essas recordações que eu guardo aí no coração e nos meus arquivos aqui foi num centro chamado consolador de novo olha lá meu cd do lado que eu dei pra ela bonitinha gente muita

saudade dela pois é uma figura muito marcante né nossa demais da conta demais da conta e eu queria que você visse essas fotos só isso obrigado mesmo é eu não canso de falar dela porque eu acho que é um exemplo do que que uma pessoa que realmente faz esforço pra mudar pra melhorar, pra superar os seus defeitos né ela pode alcançar né pra mim vai ser sempre assim um farol, um exemplo muito

potente me enchendo de vergonha assim né do quão pouco eu me dedico e me esforço na vida eu não vou lhe dar pra falar de um exemplo e eu não vou falar de um exemplo mas eu vou falar de uma coisa sou eu sou eu em caminhada quem está a caminho. Obrigado, Evandro, pela luminosa participação por essa

surpresa aí, né? De apresentar as fotos, depois manda as fotos aí para o nosso Humberto, para que ele possa também compartilhar com seus familiares e reviver esses momentos muito fortes, né? Mandou sim. Obrigado, gente. Beijo. Humberto, fica à vontade para as suas considerações finais. Bom, eu vi pegar um gancho aqui de Sélia quando ela observa qual é o estado atual da filosofia espírita ou da

filosofia dentro do movimento espírita. Eu sou otimista. Eu vejo esse estado como um estado de progresso, como havendo melhora, né? Hoje nós temos mais pessoas preocupadas com isso, escrevendo sobre isso. Nós temos palestras sobre isso, grupos de estudo sobre o aspecto filosófico do Espiritismo, coisa que a vinte a trinta anos atrás era muito difícil de achar. Era

mais raro ou muito, muito raro. Então, eu imagino que nós estamos no momento mais propício a quem ainda não entrou nessa onda, nesse movimento, realmente procurar saber conversar, dialogar, com quem está estimulando essa tentativa de renascença filosófica do movimento espírita. Bacana, Humberto. Ficamos muito felizes e você ter

aceitado o nosso convite. Na sua agenda, a gente sabe que é bem rigorosa, bem ocupada, mas o ESCK lhe agradece por essa

deferência. E se não for pedir muito, já que ficaram muitas questões na aljubeira, que a gente possa marcar para diante um segundo tempo dessa conversa tão agradável, você é uma pessoa muito serena, você é uma pessoa muito empática e trata com seriedade, com profundidade os temas, eu tenho certeza que o público presente agora e aquilo que virá o vídeo depois, vão se enriquecer profundamente com esse nosso debate.

Muito obrigado, em nome do ESCK, e que a gente possa estar juntos numa nova oportunidade. E com um pouquinho lá na sala do Chá, que eu já vou concluir por aqui. É isso, gente. Estamos encerrando um pouquinho mais cedo hoje, com uma hora e meia, que é também o

padrão do nosso trabalho. Agradecemos a você que esteve conosco, a você que apoia as nossas iniciativas, e puder compartilhe o vídeo com as suas redes de relacionamento, ajudando -nos a difundir essa nossa proposta humanista, progressiva, progressista, livre, pensadora e laica do

Espiritismo com Carteque. E só um reparo final, uma advertência, uma observação melhor dizendo, somos laicos porque não concordamos com essa costura clerical que invadiu o Espiritismo e o tornou uma sede de pessoas que praticam uma verdade absoluta. Carteque jamais pretendeu ser a verdade. Carteque pretendeu ampliar o raciocínio para que cada um

escolhesse livremente os seus caminhos. Os religiosos e espíritas são muito bem -vindos para debater conosco. Já tivemos diversas oportunidades para isso. O que não significa que vamos nos converter à religião espírita, nem vamos tentar fazê -los com que sejam iguais a nós. Somos diferentes e essa diferença deve nos aproximar ao invés

de nos afajar. Muito obrigado, estaremos de volta no próximo mês com mais duas lives e das são surpresas, mas você que acompanha os nossos canais vai estar atento para as nossas novas realizações. Amanhã, mais um dia, que teremos um artigo novo para essa homenagem aos sete anos que completamos agora, no dia 17 de abril, um artigo por

dia até a próxima sexta -feira. Muito obrigado pela sua presença, pelo seu carinho, pela sua contribuição. Até uma próxima. Beijos, abraços. Tchau, gente e amiga. Tchau.

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