Espiritismo, Educação, Gênero e Sexualidades [Ep26] - podcast episode cover

Espiritismo, Educação, Gênero e Sexualidades [Ep26]

Mar 30, 20231 hr 59 minSeason 17Ep. 26
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Recebemos Alexandre Júnior (PE), autor do livro "Espiritismo, Educação, Gênero e Sexualidades".  Na bancada, Claudia Jerônimo (SP) e Wellington Balbo (BA), a primeira membro do Conselho de Gestão do grupo "Espiritismo COM Kardec - ECK" e o segundo colaborador de nossos projetos, sob a mediação de Marcelo Henrique (SC), Coordenador-Geral do ECK.  Novamente teremos a abordagem relacionada à(s) sexualidade(s), perpassando os conceitos e contextos relativos ao gênero e sua identidade, compreendendo a importante tarefa de Educação do Ser (Espírito) e, é claro, as conexões com a Filosofia Espírita.  Recordemos que o ideal espírita consagra o respeito às diversas formas de sexualidade, em que o amor se situa como o elo e a mola propulsora dos relacionamentos e vivências.  Será possível tratar, também, da necessária inserção dos espíritas em todos os espaços sociais, influenciando no progresso social, como bem alertaram as Inteligências Invisíveis a Kardec, papel que a Doutrina dos Espíritos não pode deixar de ocupar.

Transcript

Olá, ê c canos IEC canais, tudo bem, estamos aqui, eu, John Travolta, Olivia Newton, John, os nossos convidados e vocês para fazer mais uma vez os nossos, embalou de sábado à noite no ECK. Ficamos muito felizes com a sua presença, com a sua audiência ao vivo nos canais do YouTube e do Facebook que transmitem simultaneamente. Mais uma live dentro do projeto com Kardec. Espero que você esteja feliz neste final de ano que você esteja na expectativa de mais uma mudança no calendário.

Da humanidade e projetando para o ano que vem, assim como nós aqui do com Kardec, uma série de boas realizações para o ano que virá. Por isso a nossa Alegria, nossa satisfação de receber você e esperamos o seu comentário. Seu questionamento durante a live de hoje, que encerra oficialmente a nosso planejamento, a nossa programação do ano 2022 do espiritismo com Kardec, hoje estaremos recebendo pela vez primeira o querido Alexandre Júnior, autor desta obra, espiritismo, educação, gênero e

sexualidade. Que é, aliás, o tema da live de hoje. Então vamos conversar com o Alexandre sobre a proposta do seu livro, sobre a abordagem desses 4 vértices importantes dentro do processo de conhecimento do espiritismo, sobretudo aproximando as nossas necessidades individuais e coletivas da proposta filosófica do espiritismo, que endereçasse cada vez mais a mudança. Progressiva do ser espiritual Em Busca da Perfeição possível dentro da escala dos mundos e da escala dos próprios espíritos.

Vamos, então, sem mais delongas, chamar o nosso convidado. Alexandre Júnior vem para cá. Boa noite, boa noite a todas e todos. Em primeiro lugar, eu quero agradecer a todos que fazem com esse carro. Uma pessoa de Marcelo Henrique. E dizer para mim que é um prazer muito grande poder estar aqui com vocês lá. Nessa noite podemos discutir acerca do espiritismo. Das pessoas que envolvem humano nas partes da educação, da sexualidade e das sexualidades, e também do gênero.

Gratidão aí pelo convite. Espero que o nosso papo, porra. O Alexandre já é um namoro antigo, não é? Vínhamos conversando, já trocando bastante ideia. Alexandre teve vários dos seus textos publicados nas nossas plataformas, mas pela primeira vez, então, e sempre, tem uma primeira vez. É a primeira vez, sempre é marcante. Esperamos que seja Alexandre, você está, então diante de nós, diante de todo o nosso público, lembrando também que essas li vezes também estão em todas as

plataformas de áudio. Após o encerramento da live. A toda uma preparação, toda uma formatação e logo logo você pode utilizar qualquer streaming, qualquer programa ou aplicativo de áudio pode ouvir as nossas livres da casa pro trabalho do trabalho para casa, passeando no intervalo do seu trabalho, enfim, tem todas as possibilidades de acompanhar o conteúdo. Sempre rico, sempre efetivo das nossas Lives. O Alexandre Júnior é de Recife, no Pernambuco, a Bela Recife, no nordeste brasileiro.

É pedagogo, é especialista em gestão educacional e coordenação pedagógica. É escritor, pesquisador em educação, gêneros, espiritismo e sexualidades e é coordenador do coletivo espírita agora espírita e autor, é claro, do livro que estamos lançando hoje, oficialmente dentro do cecap e que leva ao então o nome da live que iremos fazer juntos com a apresentação do Alexandre. Vamos chamar os nossos convidados? Vamos chamar. Ela poderosa toda de vermelho, Cláudia Jerônimo Vem Pra Cá.

Tá vendo toda de vermelho só pra poder agradar, pra ficar mais bonita na verdade. Boa noite, gente. Todos bem-vindos, muito honrada de estar aqui hoje com vocês, principalmente com você, Alexandre, que eu tenho ouvido coisas maravilhosas do seu livro. E é a primeira coisa que você fala lá. Educação, né? Eu acho que. A educação a gente tem que fazer o contrário. Hoje, partir dos mais velhos para os mais novos, para que eles possam entender o que é gênero e a sexualidade de

verdade. Olha aí a Cláudia já tá dando um spoiler importante, não é? Nós que somos progressistas e progressivos? Nós acreditamos no Progresso espiritual, no Progresso individual e coletivo. Está dando aí um recado importante para você, que faz parte do movimento espírita. Para você, que é jovem a mais tempo, como costumamos dizer aqui, não é CK que é preciso reciclar algumas idéias, porque a moçada que está vindo aí, os adolescentes e os jovens, já vem com outra cabeça.

Já vem com Ideas muito bem centradas acerca. Do que está fazendo aqui na Terra e nos ajudando a formatar esse processo de movimentação e de desenvolvimento progressivo do nosso planeta como um todo. A tarefa é de todos. A Cláudia, então, é formada em secretariado. É na cidade de São Paulo, capital de São Paulo, atuou na área e atualmente está na área administrativa de uma auto

mecânica. É oradora, expositora e orientadora de grupos de estudos espíritas e. Também membro do grupo de teatro do centro espírita irmão x, na região metropolitana de São Paulo. É também membro do conselho de gestão do grupo espiritismo com Kardec, e do conselho editorial da revista espírita eletrônica Harmonia, uma iniciativa mensal que vem trabalhando temas importantes para a doutrina dos espíritos.

Neste ano de 2022, por exemplo, em edições mensais de janeiro até a última, agora em dezembro, trabalhamos com o capítulo. Com todos os capítulos da parte terceira de o livro dos espíritos, que trata das lei divina ou natural? Das 10 leis Morais e da perfeição moral. Se você não conhece, convidamos você a entrar no www com kardec.net e acessar o conteúdo da nossa revista deguste sem

moderação. Os artigos que lá estão tá certo, vamos chamar então o último convidado da noite que está retornando a bancada do ICK. Nosso amigo de longa data, colaborador do projeto com Kardec, Wellington Balbo. Bem-vindo, Balbo. Flamengos, prazer estar aqui novamente. Não é secar para falar sobre esse tema de alguns trabalhos do Alexandre. Vai ser uma noite bem interessante pra gente debater para a gente trazer esse assunto

à baila. Ou vai ser muito bacana, ainda mais que está encerrando aí o. OECK desse ano live, então vai ser bacana. Boa noite a todos nós. Muito bem. O Balbo é formado em administração e matemática, atua na área de logística, é colaborador da escola de doutrina espírita caminho de luz, em Salvador, Terra Boa, capital da Bahia, também no nordeste brasileiro e ainda expositor, escritor e articulista espírita feitas então. OA introdução, apresentação dos nossos convidados.

Vamos destacar também que queremos agradecer a Alessandra Araújo, o Odilon rios, o Manuel Fernandes neto, o Nelson Santos, o rozildo Brito, o Marco Borges, o Márcio Saraiva, a Maria Cristina rivet, a Daisy manzan, 12, e a Eliana, a dad, que são figurinhas aí já conhecidas no movimento espírita, nas redes sociais. Nas iniciativas vinculadas ao espiritismo, que colaboraram enviando para a coordenação do

ECK. Algumas sugestões de abordagem para a temática da noite estão, eles então conosco, sabe? Alexandre Balbo e Cláudia diversificando um pouco. Aí a ideia de trabalharmos essas temáticas tão importantes. Alexandre, vou começar com você e vou fazer algumas perguntas intercaladas, como é o ritmo do ECK, você fica à vontade para é responder, para ponderar e também aos poucos a gente vai fazendo aqui, ao estilo dos programas da rede Tupi de televisão. Os pinga fogo, os espíritos, né?

Porque tem muita coisa aqui que a gente vai jogar, é pólvora e vai pegar fogo de verdade. Então Alexandre é a primeira pergunta que nos foi encaminhada. Ela diz respeito a necessidade de estabelecermos nós nas ambiências espíritas, sejam elas presenciais ou virtuais. A pandemia nos ensinou a viver de uma outra maneira o trabalho espírita, com um envolvimento também em meio virtual, aproximando pessoas é que não puderam estar próximas ou que

nunca se conheceram. É, sejam elas geograficamente próximas ou distantes, não importa. Enfim, todo esse redesenho. Nos endereça a seguinte questão, podem existir diálogos saudáveis nas instituições e nos grupos espíritas, sejam eles presenciais ou virtuais, sobre

gênero e sexualidade? Muito além daquele religiosi ismo que impera e sem cair naquela regra comum que diz abstinência, pecado, fornicação, algo sujo, imposição do sexo biológico, etc. É possível é esperar e trabalhar com diálogos saudáveis nesse meio. Eu diria que mais do que possível, é necessário. É eu quando a gente eu falo no livro, numa coisa chamada o mito do tabu, o mito da polêmica. O mal o movimento espírita, que em linhas gerais, esse generalizar, obviamente.

Ele trabalha essa questão da polêmica de forma também muito dogmática, então a gente não deve trazer nenhum tema que seja polêmica para não recheie com o padrão vibratório. Das pessoas, então a gente, nós fizemos uma escolha durante a nossa trajetória, que foi a trajetória. É a escolha do silêncio e tal omissão da discussão de determinadas de determinadas temah. Enquanto pedagogo, eu penso que um perto e. Um pedagogo Freire ano que o conhecimento não se dá sem a

problematização. E é necessário a criação do contraditório. Então nós não fomos educados a esse processo de discussão, sabe? Então a gente precisa amadurecer ou entender que eu tenho todas as possibilidades do mundo de discordar de Marcelo Henrique, discordar da ideia e não discordar do amigo. E esse para mim, é o grande desafio que a gente precisa mostrar. Com relação AAA, essa questão do

binarismo, né? Com quem se vê a questão do gênero, da sexualidade, a cor, isso perpassa na minha maneira de enxergar, por uma parte significativa das pessoas inscritas, entenderem consciência apenas as ciências, aquelas que a gente chamava fundamento da ciência juntas ou e também a biologia. Então o quando a gente estuda gênero. A partir da biologia, a gente destitui macho e fêmea. Né? E mas só que eu acho interessante. Que para nós, Oo fisco. A gente diz, né?

Embora um pouco seja um conceito antropológico, sociológico, a gente e inconsequente fica. A gente fala que outro instrumento, do qual o espírito se utiliza para poder viver suas experiências enquanto encarnado, mas quando a gente fala de gênero, isso não faz sentido. Não é? Então assim eu. Eu, eu digo no meu livro que o movimento espírita, nessa perspectiva, ele é materialista.

Porque ele julga o indivíduo a partir do corpo e quando eu faço isso, eu exijo comportamentos que são compatíveis a cada corpo, ou seja, homem macho, tênis. Ele precisa ser viril. Ele precisa não ser um cara sensível. Ele não deve ser sensível, ele precisa ser, não é? Ele precisa ter uma atuação de força de universo social que ele faz parte, se não ele considerado fraco e a mulher, uma p fêmea vagina, ela precisa ter um padrão. Que seja sensível Oo oposto

daquilo que se espera do macho. Então isso é tão é tão gritante. Não é que isso acaba exigindo o comportamento das pessoas dentro do meio social que ela faz parte a partir da genitália que essa pessoa tem. Segundo, a gente faz isso, a gente simplesmente e ignora as subjetividades. E quando e todos nós ignoramos as subjetividades que nós também ignoramos AA parte espiritual que nos compõem, porque quando nós falamos de integralidade do ser integral, a gente fala.

Tem o ser humano, ele é. É qual que Nietzsche, voo emocional, afetivo, espiritual, social e eu e hoje eu, eu diria até político social, né? E espiritual. Tudo a gente fala de integralidade. A gente fala de todas essas imposições, então por que na hora de exigir comportamentos eu só me refiro a questão, a questão do corpo, para que esse esse, esse ser humano aqui representado por este corpo, né? A partir da corporificação, ele dê conta daquilo que a sociedade determina para ele como padrão

comportamental. Então isso Eu Acredito ser importante ser discutido nos dias de hoje para que a gente vá além da questão do corpo. Então a gente precisa discutir isso. Já tive dados que nos formam. A gente precisa se ver enquanto espíritos. Acho que tem um componente também dogmático, que aquele componente do verdadeiro mundo, né?

Que a gente vive aqui, parece que a gente está na colônia de férias, porque o verdadeiro mundo é o é o Monte espiritual e a gente se isolou do mundo social por conta muitas vezes dessa percepção, sem entender que o verdadeiro mundo é o mundo da gente, tá? Nós hoje estamos encarnados, estão, a gente tem uma demanda. Que precisa ser constituída a partir das nossas relações sociais. Então Eu Acredito, espertinha, respondido para me tornar mais.

Você e mais longo, mas Eu Acredito que esses pontos que eu toquei são os pontos cruciais para nossa discussão. Penso que sim. Alexandre, inclusive, vou trazer

Ubaldo para conversa, né? Já que no recorte de tudo o que tu apresentou como uma proposta de não somente é querer mais materializar empreender os tais diálogos saudáveis através da mudança de vários paradigmas, paradigmas que são heranças culturais, heranças religiosas, heranças de formação familiar, heranças de comportamento adquirido.

Heranças de um estatuto có determinado pelas federações, pelos grandes conglomerados espíritas, como se nós tivéssemos um pensamento único e não um pensamento plural sob a forma de entender o espiritismo não é um pensamento plural sobre a filosofia espírita, né? Ainda que isso também seja permitido, porque já nos trabalhos de Allan Kardec, nós percebemos diversas incursões, sejam de desencarnados como de encarnados, analisando sob prismas diferentes determinadas

contexturas. Sobre a obsessão sobre a prática mediúnica, sobre o trabalho de assistência social, sobre o envolvimento na discussão da questão de Deus, et cetera, et cetera. Ou seja, esse pluralismo é mais que necessário. Então, Balbo, como é encarar essa ideia de que nós precisamos melhorar a forma como dialogamos com frequentadores, trabalhadores, simpatizantes? E aqueles que não estão na ambiência espírita ainda, mas fazem partes dos lokos sociais onde nós estamos inseridos.

Como melhorar é a qualidade desses diálogos. Se grande parte é dos espíritas, ainda acham que, como o Alexandre bem colocou, nós estamos na Terra apenas de passagem, como se fosse uma colônia de férias e que depois nós vamos para a verdadeira vida, onde lá vai ser estabelecida aferição? E a qualificação dos espíritos após mais uma experiência encarnatória, ou seja, como encarar a necessidade de estarmos no mundo sem sermos no

mundo? Então, Marcelo, o as falas do Alexandre, eu achei bem interessante quando ele aborda a questão da verdadeira vida, nós temos esse hábito realmente, nós, espíritas, temos esse hábito de considerar que a verdadeira vida é a vida espiritual, quando na realidade é a verdadeira vida, seja no mundo dos espíritos, na erraticidade ou aqui na Terra, ou em mundos similares. É aqui a vida que nós estamos vivendo. No momento. É entrar, quebrar.

De fato, esse materialismo, ele é fundamental para que a gente possa iniciar. O diálogo. É entre todas essas questões que Oo próprio Alexandre propõe. E eu vou aproveitar? Estava lendo alguns trabalhos. É do Alexandre EE. Eu acho que ele é Oo, nosso grande. O nosso grande entrevistado da noite, vou aproveitar aqui o meu espaço, meu momento de falar e vou fazer uma indagação a ele, é claro que ele vai responder no momento oportuno que você vai vai passar as bolas.

Mas diante dessa. É desse pensamento materialista que nós muitas vezes nos dizemos espiritualistas, mas temos esse pensamento materialista. Isso daí está em nós. É uma pena. A gente precisa começar a desenvolver essa forma mais espiritualista, de enxergar a vida ao mundo, as situações, esse descarte da subjetividade do indivíduo e aproveitando algumas falas que eu vi dele, eu vou logo para uma visão mais pragmática de resultado. Como a gente pode fazer, por exemplo?

Para trazer as pessoas que passam a pela pela condição, não é? Eu estava vendo até uma entrevista, uma entrevista numa live que OOO, Calazans, o André, vim lá. O Calazans fez. Como a gente pode EE ele reclamava, inclui, reclamava, não, mas ele trazia esse ponto, inclusive que ele não, não, não vai de drag Queen para fazer uma palestra no centro espírita em que ele nasceu. É, embora eles já tenham dado espaço a ele, então de maneira pragmática, o que nós podemos

fazer? O que o movimento espírita pode fazer para abrir esses passos? As pessoas a todas elas falarem de espiritismo dentro das suas subjetividades, independentemente da condição convencional que se encontra que nós é, costumamos ver dos oradores espíritas. Como a gente pode fazer para criar esse ambiente? É de inclusão e que as pessoas possam.

Falar e possam trazer as suas experiências e enriquecer todos nós, porque quando o indivíduo vem, ele traz a sua experiência, traz a sua vivência, ele está enriquecendo. Ele está compartilhando, abrindo seu coração com todos nós. Então, o que a gente pode fazer de maneira prática para abrir esses espaços e dar de fato o resultado? Pode ficar à vontade, Alexandre, para responder. Eu diria. Paulo que.

Às vezes a gente tem que mostrar uma certa cautela, porque é eu estou no espiritismo desde os meus 9 anos, né? Eu vou fazer 50 em janeiro. E eu venho é percebendo que há uma mudança. Ela é lenta. E talvez ela seja até mais dentro do que nós gostaríamos que ela fosse. É, e em alguns pontos e em outros anão muda, porque Eu Acredito que o grande desafio é é nós trabalharmos a exaustão. A discussão sobre o processo de dogmatiza são dos espíritos no Brasil.

Quando a gente dá alguma tisa, não há flexibilidade ou se flexibiliza quando a gente constitui uma verdade a partir daquilo que eu digo, e eu digo para você, ou você acredita assim, ou você procura outro espaço, porque aqui a gente pensa dessa feira. Então, muito quando a gente institui isso com 11 padrão, a gente inviabiliza. O diálogo, né? Então, o primeiro passo é nós. Eu Acredito que os coletivos espaços como esse CK.

É, é, eu. Eu vi que vocês trouxeram o Rodrigo Sales, que é daqui de Pernambuco, né, que é 11 jovem que eu conheço há muitos e muitos anos. A gente de vez em quando está fazendo coisas juntos e tal. Ica, lasanha eu já torço pro água, então eu acho que é outros espaços começaram a levar porque é o seguinte. A gente nós precisamos sair de uma ideia. Eu acho que esse é o grande desafio e fazer espiritismo para

jovens. Fazer espiritismo para mulheres, fazer espiritismo para a população LGBT, para fazer espiritismo com em jovens, com as mulheres e com movimento antigo. Então, a ideia é que nós possamos dar voz a essas pessoas para que elas sejam protagonistas das suas próprias histórias. Então não é coerente, por exemplo, a gente vê o crítico. Isso no livro movimento tradicional aí de a unidade é Dia Internacional da Mulher, aí 2 homens fazendo uma live representando uma federativo. Né?

É, é a maternidade? 5 homens, porque são 5 pessoas de nome dentro do movimento espírita. Não sei falar sobre maternidade. Tem 5 homens lá, não tem nenhuma, nenhuma mulher. Você faz um evento com 11 participações, tem 10 homens e uma mulher, nenhuma pessoa preta, nenhuma pessoa tá como da população gbt. Então, a primeira coisa que a gente tem que fazer, na minha concepção é uma, é uma análise crítica daquilo que a gente está

ofertando e como conteúdo não é? Porque eu digo sempre, e aí eu vou falar da seguida educacional Na Na forma pedagógica do ver que reproduzir conteúdo é sempre muito mais fácil do que produzir conteúdo. O grande desafio para nós é produzir conteúdo, porque nós já reproduzimos conteúdo há muito tempo, então a gente vai entrar no centro que ela vai estar

falando lá sobre reencarnação. EE vai mudar uma coisa, aquilo ali porque tem tem um pouco de quem está falando, mas há uma linha processual a ser seguida, muitas vezes dogmatizada, que inviabiliza, por exemplo, a ideia de repercutir a reencarnação a partir de uma vivência social. Sabe, então a gente alija as questões sociais da discussão da reencarnação. E aí, como é que a gente vai

produzir essa justiça? Eu Acredito para me prolongar muito, que o primeiro objetivo é quem tem a condição de fazer como esse k tem o agora tem o espírito da esquerda, o. Ser juntos é. O abre é paz. In fep, abrir espaço para que as pessoas venham, venham poder participar dos. Ele vai falar de candomblé, gente, traz um pai de Santo, faz um candomblecista, vai falar do candomblé, vai falar de um banco.

A gente precisa trazer alguém da umbanda para falar da banda em traços em dobro lá, dar um banco para poder falar, seu cantando, né? Tá? Vai falar sobre frente? Tudo traz uma pessoa preta, né? E preferência de estudo, porque não é uma condição de ser preta, para entender de racismo ou ser homossexual, pra entender higiene, sexualidade, as pessoas que estejam aí atuando na minha infância, então acredito que a primeira coisa é. Nós oferecemos esse espaço e acredito um tempo, né?

Isso vai se instalar também nas questões presenciais, por exemplo, o evento que eu vou participar, 29 de janeiro, no científico aqui em Paulista não é uma cidade da região metropolitana aqui de Recife. É, fui convidado. Eu fui convidado, Rodrigo, mas parece que ele não vai poder e foi convidado. Ele surge, é a pessoa. Queria convidar uma pessoa da sessão de diversidade da OAB Pernambuco para vim falar sobre direito LGBT e nós vamos dividir

o espaço. E aí eu deu o contato de um de pai Edson deu um Rolo que é um pai de Santo que faz parte da da da, da sessão da diversidade da OAB aqui em Pernambuco que a gente vai fazer isso junto, então presencial dentro de um centro espírita. Então são tabus que vão se quebrando. Eu acho que. Lentamente, a gente vai oferecendo espaço para que essas pessoas tenham a possibilidade de serem delas mesmo, de falarem das suas próprias realidades. E não.

Muito bom, Alexandre. Acho que é. AO questionamento, balbi foi muito importante porque ele mostra essa necessidade de nós realmente nos tornarmos inclusivos, né? A sua fala é fazer com é diferente de fazer para é. É uma tática que nós temos usado aqui no ECK com sucesso, pelo menos a 3 anos, trazendo justamente é para o chamado lugar de fala. É muitos que representam determinados segmentos ou

determinadas. Idéias, determinadas práticas, determinadas convicções e, claro, fazendo uma dialética importante. Colocando as em em posição de diálogo, em posição de debate fraterno, de debate construtivo com pessoas que, aparentemente até tem Ideas ou interpretações um pouco diferentes. E se eu vejo?

Se o grande projeto espírita para esse, para esse século, pra essa, nossa vivência atual do espiritismo, deixarmos de nos encastelados, na posição de donos da verdade, de conhecedores das questões espirituais, e abrirmos o debate Franco. Bom, dentro do espiritismo, dentro do meio espírita e fora dele, com qualquer outra convicção que tenha ligação com as temáticas que nós escolhemos.

Isso me parece ser AO grande Salto de qualidade que o movimento espírita especializado, já que as federativas não se abrem para isso, nem interna nem externamente. Adotarmos essa postura que pode realmente revolucionar a forma de comunicar e de dialogar em nome do espiritismo. Cláudio, eu vou te chamar pra essa. Nessa brincadeira nossa aqui, porque é mais ou menos aquilo que Ubaldo perguntou, e o que o Alexandre já tinha colocado na primeira resposta é, tem sido

também tarefa sua, né? A Cláudia tem assumido aqui no ECK é algumas bandeiras importantes e algumas tarefas importantes. É sendo co responsável, por exemplo, pela nossa página rede espírita contra a LGBT fobia justamente porque nós estamos trazendo para ambiência espírita, no ambiente das redes sociais, a perspectiva de discutirmos as questões da sexualidade.

Humana, distante dos vieses preconceituosos, então chama a Cláudia para para esse debate, justamente para falar um pouco dessa experiência e de dizer de que forma nós podemos então continuar trabalhando com esses diálogos saudáveis? É trabalhar com a página. É da rede lgb, contra LGBT. Fobia é uma das coisas mais importantes que que eu coloquei aqui dentro desse k. É, eu iniciei falando sobre educação. É o ponto primordial, porque as pessoas não conhecem o que é gênero, elas não são.

Elas vão falando sem saber, sem procurar estudar. É pessoas expositora do grupo preparatório lá na casa que eu frequento e tem. Uma aula sobre homossexualidade? Como que eu vou falar sobre meu homossexualidade? Segundo o espiritismo, não. Eu tenho que falar. Segundo o que acontece ao nosso redor é a mesma forma, por isso que é importante livros como o do Alexandre, como o depoimento do Calazans, que ficou meu amigo. Agora eu fiquei muito feliz. Como exatamente a rede?

Né? Contra LGBT, fobia por quê? Porque nós trazemos conteúdos para que as pessoas entendam o que é, as pessoas. Tem muita mania de falar mal ou de falar que a baixa vibração e essas coisas todas porque não conhecem, é falta de conhecimento, porque se ler a respeito e tem muito material na internet, tem muito material de livros e tenho a vivência com as pessoas. Ou são as pessoas da comunidade LGBT?

Ouçam cada um dessas pessoas, traga pra perto como o Marcelo falou, como Alexandre falou como Balbo falou, ouça-me, é com as pessoas, né? Agora em casas, por exemplo, casas espíritas que a mulher, se ela vai com uma roupa vermelha, um brinco e um batom vermelho, já vem de show. Você não tá querendo se aparecer muito, não. Se tem preconceito com esse tipo de coisa, quem dirá com as pessoas que venham 11 a drag, maravilhosa como Calazans vem montada. As pessoas já olham, OPA, espera

aí, como pode isso? E por que não? É uma beleza, como ela se vê, é a. É a beleza de ser quem é. De poder passar o que é e com certeza, quando você consegue ser quem você é, você passa muito mais. Com Alegria, com amor, com entusiasmo e acolhe porque quando uma pessoa está lá do jeito que ela é, isso se espalha. E aí outras pessoas vêm a esse com fica enorme e é aí que a casa vai aprendendo muito mais e trazendo muito mais pessoas. E é o que nós queremos com a rede, né?

Marcelo, exatamente esse com é trazer as pessoas para perto, para ouvir e para poder levantar essa Bandeira em prol de todo mundo que tem que estar junto, não é verdade? Já basta. Preconceito em outros lugares, né? Muito bem, é esse tem sido para nós, o grande divisor de águas, sabe Alexandre Wellington?

A partir do momento em que a gente trouxe essas pautas de uma maneira mais efetiva, mais presente no ECK, nós acabamos tendo depoimento seguidos de pessoas que se viam exatamente nesse quadrante que era Cláudia. Acabou de colocar, né? É excluídas da ambiência espírita por causa da sua forma de entender o mundo, a sexualidade.

Os gêneros e de não encontrar ressonância nem reciprocidade, tampouco o espaço para poder desenvolver a sua própria espiritualização, a sua própria espiritualidade, nas ambiências que eles escolheram para atuar dentro do chamado meio espírito, vamos fazer uma outra pergunta e vou pedir pra produção colocar na tela, porque o Luís Gustavo, nosso companheiro que já esteve aqui também em uma live, ele fez uma pergunta exatamente dentro daquilo que a gente mapeou, pode deixar aí?

Alexandre, o que você pensa da tese espírita, de que a homossexualidade se explica pelas inversões de sexo nas diferentes reencarnações, na sua visão, isso ajuda a combater a homofobia? Veja que eu tinha preparado, com a colaboração dos nossos amigos é que trouxeram indagações para hoje, Alexandre, é o seguinte, pergunta, o que pensar da tese sustentada por muitos espíritas, de que a homossexualidade seria

um resultado? Da da somatória de várias encarnações em determinada polaridade sexual e por isso se apresentariam essas pessoas, ainda com as particularidades daquelas vivências. Não seria isto a simplificação errônea, equivocada da diversidade sexual do gênero humano? Estamos sem som, Alexandre. Desculpa, eu diria. Que isso é uma maneira simplista de enxergar o fato. É, é, é complexo a gente discutir gênero sem discutir. Política, sociedade.

Sabe, sem fazer uma análise sobre cultura, culturas, multicultura e intercultura. Porque esse pensamento, ele nada mais é do que um pensamento que reproduz aquilo que a nova social determina como padrão, o padrão que rege a sociedade Brasileira, além de, na sua estrutura ser machista e patriarcal. Ele estabelece exatamente como nós vemos as relações que se estabelecem no gênero, não é nas expressões de gênero e na identidade de gênero.

Identidade é outro, é outro conceito que precisa ser estudado para a gente poder compreender do que se trata. Então, quando nós determinamos isso, né? Esse padrão nós estamos simplesmente naturalizando os padrões heterossexuais, ou seja, aquilo que nasce da heterossexualidade é natural. Ou seja, nós estamos chamando de antinatural todas as outras expressões de gênero e todas as outras orientações sexuais, o que não faz o menor sentido.

No livro eu defendo a ideia da naturalização do gene. Isso seria um processo onde toda e qualquer, inclusive, escrevi um artigo para para o exemplo da cepa. O que me conta sempre foi de 4 a 6 de novembro passado, lá em Santos, São Paulo. É o título, é. A reencarnação, a busca por igualdade e justiça social e as suas relações com gênero e sexualidade. É que fala exatamente disso. Então ninguém consegue ver. É, por exemplo, buscar teorias que tentem justificar ou

explicar. É pelo sexualidade, mas a homossexualidade precisa ser explicada. A Tam e sexualidade precisa ser explicado, ou seja, toda orientação sexual e toda expressão de gênero que não sejam as heterossexuais. Elas precisam de umas uma justificativa, você perceba que há muito mais preocupação dentro do movimento em querer saber porque as pessoas são pertencentes a população de gbt. Porque, por exemplo, a produção de política de acolhimento às pessoas da população de meter

quem tem mais. Há uma sanha num numa sede, uma necessidade, uma curiosidade absurda das pessoas quererem, fazer teses, construir teses que justifiquem. Aí tem essa tese que vocês perguntam, tem a tese, por exemplo, da abstinência. Eu escutei entre um espírito aqui, os que as pessoas LGBT SE usam da abstinência. Durante a sua trajetória, né? De vida, na experiência. Da vivência LGBT? Evoluí em 22 encarnações em uma única ação. Eu escutei isso presencialmente,

sabe? Então assim, são teorias que não se fundam do ponto de vista científico. Eu queria falar um pouquinho, me permito até a questão da ideologia de gênero. Porque eu acho importante, porque ela acaba sendo a mãe de todas essas outras teorias. E ele, não há nenhum tipo de justificativa científica, sabe que ali, AAA construção desse conceito chamado alegam, nem conceito, porque não existe ideologia.

Tinha que quando a gente fala da ideologia de gênero, que é um conceito que surgiu dentro de uma área, de uma ala conservadora da igreja católica, diga sim, bem, de uma ala conservadora da igreja católica ultraconservadora, que tinha só como objetivo fazer com que as discussões de gênero não fosse constituídas e que os direitos não fossem instituídas.

Populações gbt em nome. E em defesa da família tradicional Brasileira. Nós vimos o que esse tipo de teoria levou bem levado nos últimos tempos, a uma própria. Há uma propagação de um conceito de Extrema direita dentro do Brasil e até de outros países do mundo também que que têm como como coincidências justamente dessa Batalha de muitas vezes é. É bem interessante, porque ela se cola meio de uma luta do bem contra o mal e tudo aquilo que institui o padrão social.

Aquilo representa o bem e tudo aquilo que, por acaso. Ousa ser contra gemológico representa o mal, então há uma visão maniqueísta também dentro da da da construção desses conceitos. Essa e por que é importante falar tá? Ideologia de gênero dessa visão? A é maniqueísta. Porque depois, espíritas se multiplica essa ideia e muitas pessoas homossexuais são

colocadas em eterno. Os tratamentos que obsessivos e não sai mais da lei e não tem acesso, muitas vezes aos trabalhos da casa, ou seja, os corpos determinam os espaços que você tem dentro dos ambientes. Beatles, para poder produzir seu trabalho, eu sempre falo em alguns exemplos, mas assim conheci 2 que me impactaram bastante de um casal de pessoas homossexuais, 2 homens casados que iam, ia de carro e uma de Uber. Pro 7? Para que as pessoas não soubessem que eles eram casados?

Não é em 2 de de um casal de amigas lésbicas que resolveram ficar juntas, faziam muitos anos que faziam parte da instituição quando elas disseram as pessoas do centro foram colocadas em obsessão. Foram tiradas de todos os trabalhos. Passaram 2 anos e meio de obsessão, até que saíram do centro. Então, o que dá valia para que as pessoas façam isso com esses focos. É esse pensamento.

Validado pela ideologia de gênero é essa visão que está na pergunta, o que você fez na pergunta do meu querido amigo Luís, que estava quem manda um abraço apertado para eles, né? Que tem como objetivo justificar a autonomia. Não é da heterossexualidade. Sobre as outras orientações sexuais. Então o que é que difere do ponto de vista comportamental? Não é uma pessoa homossexual, ou seja, você está dizendo em outras linhas também que a questão da orientação sexual ela determina caráter.

Porque as pessoas que não são, que que não são da pra da população de gbt, elas podem sair do motel pra dar passe dentro do centro, mas isso é do macho, o macho. É natural que o macho tem esse tipo de comportamento, ou seja, ainda há uma proporção dessa ideia, muito o. Quase ex-presidente, disse. Não é? E para todo mundo ouvir, volum clima e houve pouca gente se manifestar contra aquilo porque não um homem de 60 e poucos anos não rola clima come com uma menina de 1314.

Sabe, mas aí eu fico pensando nesses comportamentos que são naturalizados a partir do corpo. Você entende por que é importante discutir isso? Porque são comportamentos que são validados a partir de que cor que você ocupa?

Ou seja, o corpo macho. Isso é normal, mas se uma mulher deseja um homem e ela dá em cima desse homem a vários adjetivos para ela, mas o homem que dá em cima de várias mulheres, esse cara visto como pegador, então essas coisas que parecem que não fazem sentido, elas são muitas vezes colocadas. É é dentro do centro espírita, sim, uma discussão profunda, porque dentro do centro a gente também criou um outro conceito

muito automatizado. Que para mim, tem religioso que ela quer a ideia de mundo lá fora, o mundo aqui dentro, então, parece que o centro espírita ele está imune a essas realidades, mas ele não está no centro espírita, nada mais é do que um espaço social e nesse espaço social vai acontecer aquilo que acontece na sociedade e as pessoas espiritas são aquilo que a sociedade é. Então não dá pra gente criar uma ideia romantizada de que os centros espíritas estão imunes

ao machismo, a LGBT, fobia, sabe? AAO racismo. Então, e isso para mim é importante seguir, então para mim, enquanto pesquisador, não faz nenhum sentido essa ideia de que os sinais 10 vezes em homem 10 vezes mulher aí vem e vai encarnado homem aí não deu tempo de se adequar, aí vai ser uma sexual, não, isso não é sim, faz. A gente nasce porque isso fazem parte do campo, né, do campo, das experiências, da construção de saberes que formam o que nos forma enquanto sujeitos.

Então quando nós e é isso que eu falo, AA forma da gente ver a reencarnação. Eu digo assim, para fazer um paralelo é que às vezes a gente vê a reencarnação, é a vida como uma bigorna. Nós somos o dedo e Deus é o martelo. Então, às vezes a forma de entregar na seca a gente tem que expurgar, tem que sofrer, tem que espiar o tempo inteiro e não, não, cara. Eu vejo a reclamação pelo menos AAA.

Minhas pesquisas me levam a ver como um processo pedagógico educativo sabe que tem como objetivo não produzir. É, é ações que façam com que você sofria constantemente. Mas ledo carro no sentido da vida e do ponto de vista do humano, não há processo educativo que se desse a sem, a sem a relação social desse ponto. Para encerrar minha fala. Eu entendo que não haverá mundo de Regeneração sem igualdade, sem justiça social, mundo de Regeneração, sem igualdade e sem justiça social.

E falasse. Muito bem, é essa tua figura de linguagem da bigorna do dedo martelo. É sensacional, né? Porque ela encampa exatamente o modus procedente das instituições espíritas e seus grupos de estudo e mediunidade, que visam dar uma resposta encaixotada uma resposta padrão para a condição de penúria ou de dificuldade que todos nós estamos submetidos.

Pela condição de estarmos encarnados e pela orientação contida na filosofia espírita de que 11 dos vértices que compõem a nossa existência seria o resgate de situações do passado. Um existem outros 2 tão importantes. Se nós pudéssemos colocar isso num diagrama, já que estamos aqui com o matemático presente, o nosso Wellington Balbo, se fosse colocar isso numa fórmula AO que é encarnação, a encarnação é um composto. É um complexo.

É uma fórmula que envolve o somatório de provas expiações e missões. Aí me parece nessa fala do Alexandre, que é uma fala comum e que nós estamos aqui criticando é construtivamente, parece que se dá é. Um componente de 7 vezes para a expiação e os outros 2 prova em missão, digamos, a gente ficaria com 2 e 1 para somar 10 e dividir por 10 pra igual a um que seria a encarnação de cada um de nós, né? Então é essa esse raciocínio simplista do que seja a vida física.

E o estabelecimento dessas teorias absurdas e por que não dizer, abjeta é, chega a nos dar um sobressalto de duvidar da própria justiça e misericórdia divina. Porque se por acaso a tese da homossexualidade fosse canhestra bisonhamente explicada por um componente de 567, 10 vidas do indivíduo que vem como homem e depois vem como mulher, ou vice-versa, nós estaríamos duvidando da própria sistemática de organização. Da reencarnação e das vidas

sucessivas. Estaríamos inclusive dizendo, olha, que Deus é essa história não está muito bem contada isso aí não está certo. Então você vai me colocar realmente no fogo para validar essa teoria? Repito, canhestra e abjeta, absurda, que é ventilada. Então, vou trazer primeiro a Cláudia pra esse debate. Depois o vou chamar o balde para essa história da matemática também. Ball, Cláudia. Eu ouvi durante mais de 30 anos da minha militância em meio

espírita, federativo. Uma justificativa é que tem a ver com a pergunta do Luiz Gustavo e a pergunta da nossa produção sob a repetitividade das encarnações em data polaridade que o Alexandre bem colocou na sua primeira fase biológica, né? O sexo biológico não quer dizer a mesma coisa. O sexo psíquico, psicológico, espiritual, são todas as Vertentes que têm que ser conjugadas para a formação ideal do chamado semi-integral, como

foi colocado no início. Eu escutei então, durante quase 30 anos, a seguinte Pérola, olha só. Não, nós temos que ver que Chico Xavier é uma alma feminina. Porque ele mesmo disse que a suas últimas 7 encarnações foi como mulher. E ele, então. Foi assumindo essa personalidade de uma maneira tal que agora ele voltou como um ser feminino e por ser um ser feminino, ele é um ser assexuado, porque ele não se encontra à vontade em relação à sua genitália física. Para o exercício da sua

sexualidade plena. Olha a tese que o meio espírita concebe, né? E a partir daí, você inclusive, é atenta contra AO direito de intimidade. Quem disse que os que o circo Xavier não vivenciou o sexo? Quem disse que o Chico Xavier não teve experiências de natureza sexual? Experiências, sejam ela carnais ou sejam elas, amorosos, sexuais. Quem disse isso? Alguém tem um texto do Chico

dizendo isso? Ou são cogitações baseadas na fantasia e na imaginação, muito comuns para quem quer produzir determinadas teses e dar-lhes o anteparo de espiritismo? O que não existe, então? Cláudia, como explicar essa profusão de teses absurdas como essa que está sendo ventilada? Anão encarnações encarnou 6 vezes como mulher e agora veio com homem. Vai ser um homem afeminado, vai ser um homossexual interessado por outros homens. Como dialogar em bom nível e espirit CA Men te com isso?

Difícil. Exatamente por causa dessa fala do das pessoas que dizem se do Chico eu ouvi certa vez, assim, olha, se você é homossexual, é melhor você não ter relações sexuais, pega essa sua energia sexual e vai trabalhar em prol do próximo, que foi o que Chico fez. Porque as pessoas querem fazer o quê? Jogar embaixo do tapete? As o seu preconceito? Porque isso é puro preconceito. Falar que chique.

Há Chico que tem uma alma feminina, então é. Ele é um assexuado, porque ele foi tantas vezes mulher, então agora ele não quer ter relações? Preconceito com o Chico o preconceito com a mulher, preconceito com homossexual com assexuado porque tem pessoas que são assexuadas, inclusive na Europa. O número é gigante de pessoas assexuadas. Porque não querem ter relação. Parece até que tem uma novela que a autora está tratando do assunto. Eu não estou a par, mas eu vou

ver. Vou ver se eu assisto para entender. Mas é porra é jogar exatamente por baixo da petit. Hã? Eu não. Não quero entender o que é gênero, eu não quero entender o que é sexualidade. Eu não quero entender nada disso, simplesmente. O espiritismo. É não trata disso e pronto. Que é isso? Jogar o preconceito embaixo do tapete, porque. Aí a gente volta lá no começo. Educação é entender o que acontece é compreender o que cada coisa quer dizer e por que que a pessoa se sente assim.

Por que que a pessoa se vê naquele gênero? Por que que a pessoa tem atração pelo sexo oposto ou pelo sexo pelo mesmo sexo? Entender. É simplesmente entender é se colocar no lugar do outro. É muito fácil eu chegar aqui, Cláudia. Né? E falar, falar, falar sem ter compreendido, sem ter estudado, sem ter lido, sem ter, conversando com as pessoas, porque o mais importante é o que você falou é trazer as pessoas e conversar. Você pode ter certeza que essas pessoas não conversaram.

Simplesmente jogam as teorias porque acham, né? Aí vem. Pessoas e assim o Chico me disse aí, pronto, aí acaba tudo. E como disse a Débora no comentário dela, né? Grande orador espírita, vai lá e fala de ideologia de gênero, Como Ele É um homem muito bondoso, então que ele fala, está correto? E aí, mais teorias e mais teorias e mais teorias. Eu acho que é isso. E na matemática eu me perdi lá num +1 + 10 lá e fiquei perdida, tá, só pra eu te falar.

É, eu fiz apenas uma fórmula simples ou ou Balbo vai poder até quem sabe discorrer mais a respeito, embora a minha pergunta não seja só sobre a questão matemática, né? É que eu disse que assim, num universo de 10 que se comporia a nossa encarnação, as pessoas acham que para chegar no 10 é 7 de expiação, 2 de provas e um de missão. Então 7 + 2 + 1 dá 10, 10 ÷ 10, dá um aí da encarnação e aí dão esse sobrepeso, a expiação, como se nós fôssemos criaturas

coitadinhas. Que estamos aqui com a Cruz do Cristo nas costas e viemos para sofrer para pagar, para purgar que é, você sabe, eu sei, todos nós sabemos você. Leia, obras espíritas, você assiste palestras, você participa de encontros. Essa é a tônica da casa espírita, hã? Você está sofrendo, então é porque você fez coisas ruins na outra vida.

Meu irmão, então abrace a sua Cruz, abrace Jesus que a partir daí a sua vida melhorar, não é isso que você ouve, não é isso que você lê, então fica difícil dialogar com isso. Com essa apologia do sofrimento, da dor, da culpa e da salvação, que são a revivescência, a repetição de todas as teologias cristãs que nós conhecemos, seja das igrejas tradicionais criadas lá no século 3. Muito pouco depois tempo depois do Cristo, até as neopentecostais, hoje, todas

elas trabalham com essa forma. Mas a minha pergunta pro balba justamente dentro desse encaixe que se faz dessa fórmula mágica para dizer não, você é homossexual? Porque você está condicionado às encarnações anteriores a ter um comportamento assim, então é uma forma que o plano espiritual encontrou de fazer com que você evolua. Como Alexandre mesmo colocou, né?

Então, o indivíduo tem essa é essa PRE dileção esse comportamento, essa atitude, essa vontade, esse exercício, ele está evoluindo mais rápido porque ele está, inclusive no dilema segundo essa teoria esquisita que pregam, de que então ele teria melhores condições com isso. Oswaldo, você durante muito tempo é trabalha com a questão do suicídio. Nós, inclusive aqui não é

secado. Tivemos muitas oportunidades de trabalhar com você nessa temática, fazendo live, fazendo textos, fazendo documentos, tratando 1/1. Nova abordagem da questão do suicídio, diferente daquela que é dita nas obras principais que tratam do suicídio e nas grandes conferências de espiritismo nesse país de que AO suicida é uma alma muito penosa, muito condenado, é uma alma que vai sofrer muito, et cetera, et cetera.

É uma pedagogia de uma apologia, de um sofrimento sem nenhuma necessidade, sem nenhuma utilidade. Aí eu quero encaixar, então esse viés do suicídio dentro também da ideia da matemática que a gente já tratou para encarar.

Como é que você vai trabalhar a questão da sexualidade de uma forma saudável de uma forma espiritualizada, num ambiente que protagoniza essas questões que nós trouxemos aqui, isso não é um convite para um indivíduo que é, é está envolvido em experiências sobre gênero e sexualidade diferentes daquele. Padrão ortodoxo. Conservadores, espírita ou religioso que é apresentado, não é uma porta aberta para o suicídio, para essas criaturas. Marcelo, obrigado por abrir

espaço a esse tema. Sem dúvida que é o suicídio. Ele é um evento multifatorial. A gente sabe que não tem apenas uma questão que leva o indivíduo a cometer o suicídio e dentro do trabalho que a gente realiza, das pesquisas que nós já fizemos acerca do suicídio, eu vou. Claro, e introduzir aí uma pergunta, a pro Alexandre, dentro desse trabalho?

Que nós já realizamos, eu estive acompanhando um. 11 live que ele fez com o pessoal do do coletivo Maria felipa e a apresentadora Viviane, ela fez um comentário que eu achei extremamente significativo, já que nós vamos abordar agora, a gente vai entrar nessa questão do acolhimento, ela disse o seguinte, isso acontece muito. Eu mesmo já vi isso ocorrer várias vezes. O indivíduo, ele ocupa um determinado. Cargo no centro espírita, ele é presidente, vice-presidente, diretor, enfim.

E ele não pode tomar o passe na sua própria carta? Ele tem que sair, porque se ele toma o passe lá na sua casa, as pessoas já questionam a sua autoridade, já consideram que ele. Esteja passando por algum problema e não dão Oo mais crédito. Aquele indivíduo que na realidade ele está precisando apenas de uma assistência, ele é um ser humano, ele é um espírito encarnado, como todos nós aqui. Então ela fala nesse sentido, abordando justamente a questão do acolhimento.

Pois bem, quando nós falamos no acolhimento e nessa pesquisa que nós é, realizamos um dos pontos, né? Que a pesquisa Ela Foi centrada na homo afetividade. Se os se aqueles indivíduos que estão passando pela experiência do amor fati vida de eles podem sofrer alguma pressão social que acaba sendo uma carga mais para eles pensarem, tentarem cometer o suicídio. Então, diante disso.

As respostas nós entrevistamos mais de 115 indivíduos, as respostas, elas majoritariamente disseram o seguinte, a família, ela exerce uma pressão muito grande e as instituições religiosas também. Então perceba que você tem aqui, no próprio dirigente espírita, nos homo afetivos, uma pressão das instituições religiosas, uma pressão. Da família é, eu gostaria de saber do Alexandre como ele encarar essa questão da família, diante do acolhimento e também

do centro espírita. Diante do acolhimento. Será que falta acolhimento dessas instituições religiosas não apenas por dirigentes, espírito, aquilo eu trouxe. É como exemplo do que ela disse, mas para para as pessoas que estão passando pela experiência da homo afetividade, será que falta acolhimento? Tanto no centro espírita, pelo menos foi isso que as nossas pesquisas indicaram, como na família e se ele considera que sim, o que a gente pode?

O que pode ser feito para que as pessoas, dentro de suas subjetividades, possam ser melhor acolhidas? De que maneira a gente pode ter um olhar mais fraterno, mais carinhoso, mais acolhedor? Diante dessa realidade que se apresenta? Pode responder, Alexandre. Algo é. É, é um. É um bom questionamento. Acredito que tudo, todas essas questões, elas, elas perpassam pela ideia da educação. É a naturalização das discussões das temáticas. Para mim, seria o primeiro passo.

Então, quando a gente tem um processo de matização profunda que inviabiliza? E invisibile? ISO. Determinadas discussões, como a discussão de gênero, a discussão de raça, por exemplo, fica difícil a gente produzir algum tipo. É de. De conhecimento ou de vivência diferente daquela que é estabelecida pela falta de conhecimento? Então, veja se nós instituímos que é regra, que as pessoas são homossexuais, porque elas nasceram 10 vezes homem e vão vir mulher.

Então o que é que essas pessoas precisam fazer? Aceitar e pronto? Então a gente não precisa discutir dentro do centro e o acolhimento? Ele vai ser feito, mas ele vai ser feito dentro de normas estabelecidas. Olha aqui, tu vai ser tratado bem porque todo mundo vai te tratar bem. Mas tu sabe que aqui tu não vai poder fazer isso. Isso aí nos estabelecer as normas daquilo que pode, daquilo

que não pode. O processo educacional para mim, ele tem como objetivo aí é quanto tempo até algumas discussões aí do chato e Luciana e Débora, se não me falha a memória, estou falando sobre educação.

É eu. Eu estava nesse artigo que eu escrevi para sempre, porque uma coisa que é bem Freire, Ana, que é o processo de vir a ser vir a ser, é munido, ser humano de recursos, que pra mim é a função da educação dentro dessa dentro, dessa perspectiva pedagógica que é munir você de recursos para que você dê conta da sua própria demanda. Esse processo de unir você me recurso cria uma coisa chamada autonomia. Aí a gente precisa discutir a

ação política. Eu fui ser descritas porque na sua grande maioria, não são lugares cujo objetivos sejam a vivência dessas autonomias. Então OOOA, primeira ideia é discutir os espaços de acolhimento, a realidade que formam esses passos, né? E contextualizar essa discussão a partir de questionamentos, por exemplo, com esse que a gente está fazendo agora. Porque se eu Instituo, né?

É o que significa ser homossexual a partir de nós, umas 10 e tal, a partir do corpo eu estou fazendo um espiritismo materialista. Eu não consigo entender como as pessoas espiritas não conseguem ver isso. Toque ali porque o primeiro passo para se produzir acolhimento é entendendo que se fala, porque quando eu inviabilize. Quando eu proíbo, quando eu trato como polêmica, quando eu trato com sexo, como uma coisa pecaminosa, não é nada de pecado no sexo. Sabe essa coisa da promiscuidade?

A gente precisa discutir o que é promiscuidade, porque isso vira juiz de valor. Uma outra coisa que eu eu defendo é uma ideia, por exemplo, que nós redescobrimos, por exemplo, o que significa moral? O que significa moral o espírito? Uma parte do movimento espírita brasileiro transformou moralidade, que é uma régua moral que tem como objetivo exigir comportamentos que muitas vezes nem você está pronto para

dar, para que os outros vivam. Então você cria aquilo ali, as pessoas vão precisar agir daquela família quanto na realidade. AAA moral. Luiz Felipe seria a relação da vivência da ética comportamental espírita e o que você entende dessa relação no mundo do qual você faz parte? Isso seria a moral espírita. E não eu dizer, por exemplo, porque quando eu siga essa ideia de moralidade e quem alimenta essa régua, quem cria base, né? Métrica para essa régua são os conceitos sociais.

Eu trato, por exemplo, aí AA homossexualidade como água e moral. Então é imoral, porque a regra que estabelece esse julgamento, ela simplesmente abastecida pela norma social vigente, a sociedade, eu. Eu gosto sempre de falar desses números, embora me repita, mas eu peço licença a vocês, o Brasil é o país que mais mata a comunidade LGBT, que ia ter mais do planeta? Mas, em contrapartida, é o país que mais consome pornografia LGBT, que ia ter mais do planeta.

Então, há uma hipocrisia absurda na relação dessa instituição, das instituições, desses valores que estabelecem as nossas relações. Então a primeira coisa pra mim é informação, conhecimento, sabe das pessoas. A possibilidade de entenderem do que se trata não é e um outro processo, que aí é muito complexo, mas é você entender que o espiritismo não é essa coisa. Toque matizada que a gente tem vivido. Kardec, eu acho bem interessante que você já escuta vários expositores dizerem assim, não é?

É Kardec diz que, se a ciência desmente o espiritismo naquele ponto específico. É, desde o espiritismo, ensina ciência e esse conceito se reproduz aí dentro do movimento do movimento espírita. Mas eu acho isso bem interessante, porque esse espírito e fosse um dogma, como é que essa frase caberia? Vocês conhecem algum dogma que mudou? Tudo muda, cara.

Dogma, não muda então, uma outra coisa urgente, Eu Acredito, você é rediscutirmos determinados conceitos que, dentro do espiritismo, valida o pensamento preconceituoso. Por exemplo, o conceito de civilização trazido por Kardec. A gente precisa rediscutir o conceito civilização para

simplificar, né? Que a gente precisa discutir, por exemplo, superior inferior, superior a quem inferior a quem, civilizado, pra quem civilizado, para quem quem é o civilizar, quem é o incivilizado, aquilo que é até hoje, ou vive bem melhor que a gente? Da natureza são os povos originários ou nós que devastou um estudo para poder ganhar dinheiro em cima dessa devastação? Vim aqui. Quem é o civilizado?

É aquele que não precisa, sabe? É empilhar, é, é capital ou é ou é aquele que precisa somente tá Davi cultura que se desistência. Então esses conceitos a gente precisa discutir e ter a coragem que eu acho que esse é outro desafio e acredito, tô desenhando meu próximo livro em cima dessa realidade que é uma visão the colonial do espiritismo, é discutir. E entender que o espiritismo é, sim, produzido a partir de uma visão colonial. Isso às vezes machuca as

pessoas, mas é um fato. Kardec é um cara do século 19, né? Tá lá no meio do iluminismo uma ideia bem cartesiana, e aí a gente tem pessoas dizer assim, o espiritismo responde a todas as perguntas, minha gente, nenhuma filosofia no planeta responde a todas as perguntas.

Isso muitas vezes valida os médios, por exemplo, acharem que podem médios e palestrantes conhecidos às vezes não são nem média, mas são, né, que estão Na Na, na, nos holofotes aí da das instituições, das instituições do do espírito institucional, né? Acho que pode falar sobre todo o tema. Cara, quem é que pode falar sobre todo o tema? Qual é, a qual o ser humano que tem competência para falar sobre todo o tema? Não. Mas o espiritismo, o espiritismo, não te dá esse arrogância.

Então a gente precisa discutir isso para trabalhar com um pouco mais de humildade. Essa percepção EE trabalhar ativamente em desfazer determinados conceitos, por exemplo, tem uma coisa que precisa ser desfeita dentro do movimento espírita que é o apartheid dos assistidos e quem assiste, se vocês conhecerem aí 5 assistidos que fazem parte do trabalho regular das casas, espírito, aí vamos fazer 3 evangelho no lar para poder agradecer a Deus, porque não há essa relação. Não há.

Acho, como é que a gente vê aquelas pessoas? Nós vimos aquelas pessoas com corpos alimentar. E não como seres humanos carregados de subjetividade, intelectualidade de diversidade que podem colaborar Na Na produção intelectual da instituição. Por que não? Porque o espiritismo é algo para pessoas cultas, então nós também não conseguimos levar o espiritismo para as faixas camadas. Só que a gente não leva em consideração que OOA maior

parte, né? Da massa Brasileira, está nas baixas camadas e a gente quer tornar vejam um processo de proselitismo que eu acho que ele inviabiliza. Essa discussão e esse acolhimento é porque a gente acha, por exemplo, que a gente não precisa dialogar com ninguém. Porque as Filipinas, por si só, da conta dele, o maior desafio que eu enfrentei para escrever esse livro, e eu digo isso sempre foi produzir um diálogo. Eu pelo menos tento fazer isso, né?

Os leitores daqui vão dizer seu filho, mas assim eu tento fazer isso porque é produzir um diálogo entre. Autores que tratam de gênero, que são niilistas, materialistas, dialéticos, ateus e ateias com. Autores espíritas que são espiritualistas na construção da dos seus conceitos. Fazer esse diálogo sem respeitar a epistemologia espírita, sem desrespeitar a estrutura, né?

De base de conhecimentos escritos mas também sem desrespeitar aquilo que a ciência do hoje fala em detrimento daquilo que a ciência falava no século 19, foi meu grande desafio, mas, para minha surpresa enquanto pesquisador, eu pegando Judith Butler, que é uma filósofa estadunidense que fala sobre gênero e vi na obra de Butler muito mais espiritualidade do que eu. Vi muito livro mediúnico que eu Li Na minha trajetória. E ela é uma pessoa, né?

Até aqui se diz até que se diz me lista que se diz materialista, dialética. Ela é pós estruturalista na Constituição filosófica, das suas coisas, dos seus pensamentos. Foi quando ela, com a ideia dela é, ela destrói, destrói, destrói, destrói ela até não ter mais nada de papinho. Aí entre o espírito, quando para ela, para para a gente começa. Então, esse é.

É, seria o 11 Oo maior desafio. Então eu vi Butler porque Butler no livro o copo sem Aliança, ela usa um termo que pra mim, hoje eles ele lida muito melhor com as questões sociais do que o termo Caridade que a gente está vivendo dele com movimentos. Daqui para mim é o tem que precisa ser discutido, né? Tem a ruidosa, na compreensão desse tema, né? E ela fala de solidariedade social.

Quando eu li, eu chorei, eu digo, meu Deus, a mulher está pensando num todo, ela está pensando na sociedade, ela está pensando numa discussão social, ela não está pensando nessa famigerada, é? Reforma íntima que, de tão íntima, virou egoísta sabe a minha, aquela coisa meio tipo eu, eu faço o meu e cada um faça o seu e depois que eu fizer o

meu eu vou lá pro nosso lar. Piano de cauda, Jardim, música clássica e você dê conta aí de viver nesse inferno que você chama de Terra de provas e expiações porque eu já dei conta da minha demanda, então não há uma correlação social na estruturação do testar da própria sociedade que não se faz parte. Então nós nos perdemos no caminho, na produção das nossas das das. A nossa forma de pensar diferente e a gente precisa

voltar pro eixo. Então eu acho que viver um pouquinho mais de Kardec é uma possibilidade para isso, mas também entender que Kardec não vai responder a tudo também é um

caminho para isso. Sabe, Alexandre, é uma vez eu ouvi do Chico a seguinte é e afirmação que tem tudo a ver com o que você acabou de dizer e construção de de desconstrução de dogmatiza são ou de abertura ao diálogo com toda e qualquer corrente de pensamento dessa nossa humanidade, a da humanidade encarnada e da humanidade desencarnada. Porque nós temos essa prerrogativa de dar voz e vez a

habitantes de dos 2 mundos. Como é, está bem contido na obra de Kardec, o Chico dizia assim, eu conheço muito espírita, que está aí pagando o seu carnê Zinho, do bnh, os mais antigos não vão saber o que que é bnh, né? O banco nacional da habitação carnezinha que todo assalariado pagava pra poder comprar uma casa própria, um apartamento, um terreno, et cetera e tal. Então eu fazia uma poupança forçada pagando o carnê pro banco oficial do governo.

Para ter direito isso. Então o Chico usava essa expressão, essa figura de linguagem, para dizer, tem muito espírito aí pagando o seu carnê Zinho, do bnh para o nosso lar e acha e a mente crê piamente que quando desencarna vai encontrar seu terreninho a sua casinha, o seu apartamento, o seu piano de cauda, sua mansão de frente pro mar. Uma colônia espiritual da sua preferência, que pode ser nosso

lar ou qualquer outra. Nós aqui não ressecar, não advogamos essa ideia hidro chula de colônia, mas a grande maioria do movimento espírita religioso é se vale disso, como um algo persecutório, né? Persegue isso com a causa existencial da encarnação, quando na verdade, a causa existencial da encarnação É Ela própria, é o que nós temos aqui.

É isso que se constitui a nossa existência estando nós encarnados ou desencarnados, porque a. População continua andando por aqui, então, Alexandre, quando você fala aí do dogmatismo, eu me lembrei que alguns anos atrás eu escrevi um artigo dizendo mais ou menos o seguinte, o rebaixamento do limbo e os espiritas, porque o limbo era um

dogma religioso católico, né? O católico acreditava, professava que existia 3 possibilidades, depois do desencarne, o céu, inferno e o purgatório, mas que as crianças não iam nem para o céu nem para o inferno, nem pro bunda. Tório. Para um lugar específico chamado limbo, e aí vem um concílio católico e disse, não, não existe mais limpo, nós estamos aqui dogmatizando que agora não existe mais um índio e acabou comigo.

E aquelas pessoas que foram educadas na religião católica, acreditando que a criança que morria em ter a idade ia para um lugar astral, para um lugar superior em todas as crianças ficavam ficou pendurado no pincel, né? Então até mesmo a religião dogmática cristã revê os seus dogmas. E o que que nós fazemos com o espiritismo? Isso que você disse, nós dizemos do alto da nossa convicção, do alto do Salto, como diria a

Claudinha e a Júlia, né? Que o espiritismo dialoga com a ciência e onde o espiritismo ficar para trás, na ciência, fiquemos com a ciência patavina nenhuma. Isso aí é conversa para boi dormir. Nenhum espírita que participa de atividades espíritas e que vive o cotidiano metier da organização do meio espírita. Não acompanha nada que acontece na ciência e nenhuma forma arrogante e prepotente, diz. O espiritismo sabe mais do que todas as ciências do mundo. O espiritismo está à frente de

tudo. Então como é que nós vamos construir algum diálogo possível se nós, mesmo espíritas, ditos anão é o da doutrina da fé? Raciocinada estamos soberbos de tanto dogmatismo que utilizamos no dia a dia das nossas atividades. Alexandre, vou passar para mais uma pergunta, porque nós precisamos aproveitar a tua presença aqui e a especificidade dos temas. Mais uma vez, eu lembro que estão no seu ótimo livro, né,

Alexandre? Depois que vai fazer o merchant, vai dizer pra gente qual é a forma de aquisição do livro que o pessoal vai ficar interessado, né? Depois, a live vai ser vista por muitas pessoas que não estão aqui ao ao vivo, vai ser vista e ouvida. Vou repetir, nós estamos nos canais de vídeo e de áudio em todas as plataformas de streaming, em todas as plataformas de áudio que reproduzem o nosso conteúdo.

Mas eu queria perguntar Alexandre lá por volta da página 100 do teu livro, tu faz uma afirmação muito interessante. Que está associada a isso que nós vimos conversando até agora, né? Da dicotomia entre o ser e o parecer dentro do espiritismo, da dicotomia, dos

comportamentos, né? E da falta de acolhimento que muitas pessoas têm justamente por causa de um discurso padronizado e pasteurizado que é feito para agradar determinadas multidões, mas que não está preocupado com outras pessoas, com aqueles que são tratados até como minorias e, em muitos casos, não são minorias nenhuma. Né?

Se nós somos é peneirar bem. Tem muita gente que é tratada como minoria, que está na maioria hoje da população do nosso país e do nosso planeta, da da grande diversidade e pluralidade que existe. Então, lá pela página 100 eu disse mais ou menos assim, o espiritismo é uma doutrina

performática. E as ações que emanam de sua compreensão devem se dar no campo social, na troca e na partilha de estabelecimento de relações sociais, perfeitamente dentro do contexto que estamos trabalhando até agora. Eu, você, Ellington e Cláudia. Então eu te perguntaria se a maioria do discurso no meio espírita é considerado como panfletário? Nós fazemos panfletagem das nossas convicções. Nós fazemos panfletagem de obra

mediúnica. Nós fazemos panfletagem ou panfletária daquilo que Kardec disse eu com os espíritos, disseram a Kardec e aí temos também um elemento que diz que nós não temos que nos envolver com as coisas sociais, porque aí estaríamos dando. O caráter de partidarismo ou de política partidária no envolvimento do espírita com as questões sociais, na participação social verdadeira e em essência. Então, eu te pergunto, como

estabelecer o confronto? Como trabalhar com esse desafio entre o espiritismo de aparência e o espiritismo de essência, já que em muitas situações é dito, para nós? Não pode, não deve. O espiritismo não faz isso. O espiritismo não pode aquilo. Eu acho bacana. Algumas pessoas me perguntaram, eu tive porque você falou primeiro. Inspire, vive. Não foi direto para gênero e sexualidade é uma das questões.

Foi essa aí. Hoje eu tenho uma percepção, a gente deve se perguntar, de qual espiritismo nós estamos falando. Porque a gente não tem mais respeito, mas estou falando em espiritismo. É como disse, estamos naquela escola no seu lindo espírito de uma Brasileira com a gente. Nós temos um espírito química tupiniquim. Não é que é o que eu sou e o que que é produzido pelo movimento espírita brasileiro, hegemônico federativo institucionalizado.

É esse movimento, ele é invariavelmente produzido a partir para aquilo que eu já falei até realmente para aquilo que a sociedade determina como norma. Ele não. Ele não vai de encontro. Ele não produz contra é contra movimentos sociais, ele simplesmente segue o fluxo do que está sendo estabelecido por norma. É pela pela sociedade, fingindo e o que é que esse movimento se deixou? Se permitiu fazer ele, assim como uma parte significativa da sociedade Brasileira, ele marginalizou.

Naquilo que a gente chama de política. Então, a política para esse e-mail, a única política que existe é a política partidária. É a politicagem. E nós precisamos trabalhar isso profundamente e reverter esse quadro, gente. O ser humano, por isso que eu disse lá atrás, quando eu falei de como se constituía o ser integral, eu falei, ainda, tá? Necessidade de discutirmos e ser não só do populista social, mas do ponto de vista político, social, porque nós nós temos políticos.

O bebê quando nasce, ele não sabe pedir comida, ele não pega o carro e vai lá no fast food, compra lá o que ele deseja é uma Batatinha, um hambúrguer que ele quer, não ele chora. Ele reivindica o direito de mamar. E essa reivindicação ela tem tom, a mãe sabe quando é fralda, quando é fome. Sabe quando é dor, isso é política. Ele está reivindicando um direito a mamar ou a tomar um banho, a trocar fralda ou a ser visto ou a ser notado, ou ser percebido que faz muito tempo

que ele tá no face. Existem vários motivos que fazem com que ele ele me disse. Então, o ser humano ele é eminentemente político. E nós não podemos negar, essa é essa. Essa propensão, não, mas essa, essa característica que nos forma. Então Eu Acredito que a primeira coisa é nós trabalharmos a desmistificação e a demite. Ação desse conceito conceito. Entender que quando a gente fala de política tem que certifica. Eu não defendo que o centro espírita tem que se tornar um

comitê político. Eu entendo que o espiritismo é apartidário, mas não é a Poli. Ele é apartidário, mas não é a Poli. Eu preciso dizer, por exemplo. Que quando uma sociedade bem categorias que fazem parte dela, que não são contempladas por direitos de igualdades, o estado tem dever de intervir na produção das direitos.

Quando digo eu dou é. Nesse artigo eu falo de vir a ser, ia parecer o mundo e falo de um conceito que Judith Butler chama de viver em assembleia, que é quando as identidades que nos formam faz com que nós vamos nos atraindo para produzir determinadas assembleias que tem como objetivo lutar por direitos. Se você acha que a gente está falando de uma população onde eu já falei aqui é um lugar onde mais se mata LGBT. Uma população que cerca de 70% dos encarcerados são pessoas pretas, né?

Onde 1/5 país e feminicídio no mundo, o quarto país que mais boa mata. Ativista ambiental no planeta. Você acha que essa comunidade não precisa de política pública para produzir equilíbrio? Fica complexo discutir qualquer coisa a partir disso. Essas pessoas, elas são a favor da sopa, do enxoval, da cesta básica, mas são contra a política pública da assistência social.

Sabe, é. É muito complexo você você entender, você entender isso, então a gente, nós precisamos de marginalizar a ideia de política, levar essa discussão para dentro dos centros. Eu costumo dizer para ilustrar esse pensamento que é o seguinte, a gente vai pro centro espírita. É como se a gente tivesse assistindo lá nas palestras tempos modernos, de chato. Quando a gente saia, deu ok, Daddy irmão, não tem que se não faz sentido, sabe? É como se você fosse estudar

matemática a partir da biologia. Você estuda biologia quando você vai para a sociedade e matemática No No inside, aquilo que a gente estuda com a realidade social, então há um processo que eu entendo que nós precisamos estudar os fenômenos sociais e para isso e ser feito eu entendo. Enquanto pesquisadores do espiritismo sozinho, não vai conseguir fazer isso, então é necessário que ele simula a

antropologia. É necessário que ele simula a sociologia, a filosofia, a pedagogia, a psicologia, Pra Ele poder dar conta dessa demanda social, né? E poder produzir o efeito que ele pode produzir. Ele tem uma ação transformadora na sociedade. Quando a gente fala disso, a partir de uma perspectiva pedagógica, e eu digo que o movimento espírita brasileiro, ele especializou-se em reprodução de conteúdo. Isso é extremamente nocivo para a aprendizagem do próprio

espiritismo. A partir do centro espírita. É difícil você aprender, porque o Felipe, ele vai estar corrompido por essa perspectiva. Se você quer confirmar isso, você faz o seguinte, abra. Eventos espíritas federativos no Brasil, vamos lá na internet e procure eventos em em vários estados e percebam se não são, invariavelmente, os temas se repetem. Expositores que se repete. Tem outra produção que a gente faz quase 100 anos que a gente estuda o espiritismo no Brasil, a partir de 2 médios,

particularmente. São 2 pessoas que formam todo um pensamento que essas pessoas viraram o critério de verdade. O espiritismo perdeu aquilo que ele tem de mais importante, que é o senso crítico. Quando você crítica um desses produtores de repente e conteúdo aí, né? Médios conhecida, você pode ser adiado. Porque você quer saber mais do que fulano? E fulano, escreveu sobre tudo, como é que eu fico? Será que ele vai acertar sobre tudo? Ele não vai acertar sobre tudo, então o eu eu entendo.

Que a importância é. É criar espaços. Eu, eu, eu digo, até que a gente, nós precisamos promover os centros espíritas de hospitais espirituais, porque eu escutei muito, né? Nós somos para centros sociais de discussão, centro educacionais, lugares onde a gente vai levar as temáticas da sociedade contemporânea, discuti-las a exaustão e entender como a gente pode produzir conteúdo a partir de Kardec, sobre essa realidade. Para isso eu aprendi, acho importante.

Eu sempre digo isso, entender que Kardec ele não apaga a luz e fechar a porta. Ele abre a porta, acende a luz, então a gente não, se não tiver em Kardec, não é espiritismo. Eu penso diferente. Eu acho que não precisa findar e Kardec precisa começar Kardec, então a gente pode começar o pensamento a partir dele e a partir dele você vai discutir o que é que antropologia tá assim? Quando a gente fala da mulher, por exemplo. O espiritismo foi vanguardista.

Porque Kardec, na revista espírita de 66, defende a igualdade de direitos entre o homem e a mulher. Mas o que é que o movimento fez? Inviabilizou o acesso às revistas espíritas até os a década de 80? Então esse tema ficou guardado até aquela época. Nós não discutimos mais isso. Não somos mais vanguardistas nessa discussão. Hoje nós apenas reproduzindo, reproduzimos aquilo que a nova estabelece. A norma social está, então é importante para mim.

Eu acho criar Fontes de diálogos, programas como este aqui, como alguns que eu tenho visto na internet, nas redes sociais, e alguns desses que estão sendo levados para o presencial, eles são para mim a porta. E possibilidades para produção de um conteúdo mais autêntico do ponto de vista em ser descrita e que se relacione com o mundo social do seu tempo e forma produzir conhecimento para seus seguidores. Sensacional, Alexandre. Eu acho que esse conjunto, eu acho, não.

Eu tenho certeza que esse conjunto de idéias que visam democratizar, pluralizar, dar direito de voz a todos esses expoentes encarnados espíritas, é o retorno vivo ao pensamento e ao trabalho de Allan Kardec. As pessoas acham que o trabalho de Kardec se assemelha ao trabalho dos médicos que você acabou de fazer reconhecidos pela.

Ambiência espírita Brasileira por causa da questão das comunicações espirituais e se esquecem de todo o trabalho pessoal e coletivo de encarnados, que se deu na França na metade da segunda metade do século 19, a partir das viagens de Kardec, das cartas a partir da discussão pública dos meios de imprensa, a partir da produção coletiva a partir dos grupos de estudo a partir de uma sequência de vários itens.

Que dá autoridade que confere lugar de fala que conferem autoridade e autonomia ao encarnado. Quando nós passamos a ser como você, bem elencou secretários dos espíritos através da produção mediúnica que sequer passou no Brasil pelos mesmos critérios que podem ter sido falíveis que mereciam ser aperfeiçoados, que decorridos aí 160 anos, mereceriam um redesenho, uma outra formatação.

Para estabelecer um Panorama de critério, de qualificação e de avaliação da produção mediúnica, mas simplesmente nem fizeram o que Kardec fez, nem estabeleceram qualquer outro critério que pudesse, por exemplo, separar mensagens verdadeiras de mensagens pseudo sábias. Vou chamar Cláudia para esse nosso debate aí, sobre essa questão do do Alexandre, justamente para enfocar Cláudia.

Uma outra fala do Alexandre nesse parágrafo, nesse conteúdo do livro que diz assim é, a maioria dos espíritas assume uma postura contemplativa e litúrgica, voltadas quase que tão somente, quase que suficientemente às questões do espírito, como se recomenda-se aos espíritas viver de oração, de passe e de água fluida, né? Então, dentro de toda essa conversação que nós estamos fazendo. Como superar esse discurso que você vive bem?

Meu irmão x que o Balbo vê nas instituições em que ele palestra e participa que o Alexandre vê na região metropolitana do Recife, na grande maioria das instituições, onde você tem um modo enlatado de palestra doutrinária e um modo enlatado de estudo doutrinário? Onde? O que se faz é prescrever determinadas bulas para segmento obrigatório dos espíritas, não dando nenhum espaço nem para dialética, nem para dialógica, tampouco pro debate salutar.

É isso mesmo. A primeira coisa é que eu acho que deveria ser feita, é menos palestras e mais roda de conversa. Né? Na roda de conversa, você mantém esse diálogo, você. Um coloca o tema como Alexandre falou, e você traz a pessoa para o conhecimento dela. O que que acontece que você ouve na casa espírita você, expositor, você sabe mais que os alunos, tá? Nunca fala pra eles que você aprende com eles. Eu ouvi isso.

Olha, jamais fale para um aluno na casa espírita que você aprende com ele, porque você tem mais conhecimento, mais conhecimento de que. Da doutrina, porque eu cheguei antes, será que eu tenho mesmo? Né? Quantas pessoas se acham grandes oradores, expositores, orientadores e não entendem nada, vão para a parte mais da obra mediúnica do que do que do que do início Kardec, como disse o Alexandre. Achei sua fala sensacional, né? Kardec abre a porta para nós, é muitas pessoas.

Ao invés de querer estudar, por exemplo, o livro dos médiuns, prefere as obras mediúnicas, porque fala que lá é o complemento, mas nem entendem o que é a mediunidade de verdade. Não entende o que acontece consigo e com o outro. Né? Isso também entra nessa parte social, né? Alexandre? Porque é conhecer, é o que acontece com você. Por que que você tem essa relação com o mundo espiritual? Então? É, eu penso. Isso talvez é, não sei se era isso que você queria ouvir, né

Marcelo? Mas pela pelo diálogo, pela roda de conversa, e isso é muito difícil, porque querem colocar você na num pedestal lá em cima para as pessoas te verem de cima, né? A você tem que ficar lá em cima e dar a sua palestra para os outros. Não, gente é tão gostoso quando você senta com as pessoas ali em roda de conversa e tem o diálogo e aprende, explica. Aí traz. E isso eu acho que a gente perde muito com eu sei e vocês têm que me ouvir.

Silêncio é uma prece. Acho que as falas estão bem. É? Conciliadas. Não, elas estão bem direcionadas a elas. Correm em paralelo, né? A observação que o Alexandre fez, e agora a complementação da claro. Mas eu queria ouvir o Balbo, sobretudo Balbo, por essa ideia que é generalizada e que também trabalha essas esses, essas temáticas que fazem parte, é do objeto de estudo dessa nossa live. É onde nós temos a chamada

autoridade reconhecida, né? Então nós temos a autoridade do autor, seja ele o médio, ou seja, ele o espírito. Encarnado, ele ganha uma notoriedade, uma fidedignidade do meio espírita apenas pelo seu nome, pela sua assinatura e, é claro, pela performance seguida que ele vem conquistando. Aí vem é construindo durante anos, décadas, às vezes até uma existência inteira, 11 século inteiro, né? Na nós estamos ainda trabalhando com a ideia do século passado em

termos de espiritismo, né? Estabelecendo aí Oo início da produção mediúnica de Chico Xavier, lá pela década de 20. Até o final da década é de 90, início dos anos 2000, onde você tem? Aí é uma repetitividade desses conceitos a partir do apostila mento dessa desse conteúdo das

obras mediúnicas. Então, eu queria perguntar para ti, como escapar dentro dessa temática que nós estamos trabalhando aqui, de democratizar, de pluralizar, de estabelecer formas e canais efetivos para conversação e não para. A evangelização ou a doutrinação das criaturas? Como então, é combater de uma forma fraterna, de uma forma construtiva, essa autoridade do autor? Em paralelo com a autoridade do reconhecimento do meio que aí dizem, assim, anão?

Mas já esse autor é reconhecido pela grande maioria. Esse autor é considerado complementar. Allan Kardec esse médium é acima de qualquer suspeita. Como a gente ouve por aí. Ou então. Aquele, aquela autoridade que deriva do trabalho de Caridade, como eu já ouvi diversas vezes, e tu que estás em Salvador também ouve, né? Quando se fala a respeito de um determinado personagem do espiritismo brasileiro, se diz assim, há, mas a obra assistencial dele é muito

importante. Ela já salvou da indigência milhares de criaturas nesses todos os anos de trabalho que ele desenvolve aí na região metropolitana de Salvador. Ou então, como eu disse há pouco a autoridade da assinatura espiritual não é o médium. Padre, é o médium freira é um médium filósofo do passado. Quanto se não tem aí nenhuma confrontação dessas autoridades. Como trabalhar com isso?

Valdo? Bom, Marcelo, é uma questão interessante, já que a gente está aqui com o Alexandre, que é pedagogo, que trabalha muito essa. É esse ponto da educação. Kardec fala que a educação é a arte de criar bons hábitos, então, para combater e como você disse, de maneira fraternal. Toda essa ideia, é preciso criar o hábito de fazer uma reflexão diante de todas as mensagens que nos chegam, sejam de autores encarnados ou desencarnados.

Partindo da premissa de que o próprio Kardec nos diz que é apenas a opinião de um indivíduo, se ela não está calcada nos fatos, é apenas a opinião de um indivíduo. É apenas a opinião de um espírito. A gente cultivar esse hábito de aprender a separar bem as coisas. Eu posso admirar o trabalho social do divaldo Pereira Franco. Entretanto, ainda assim ter algumas críticas AA livros que são produzidos pelo divaldo algumas falas.

Que são trazidas por divaldo ou pelos espíritos que se comunicam por meio de sua mediunidade. Então é realmente criar esse hábito, passar a educar-se e disseminar isso no centro espírita. A Cláudia falou uma coisa que eu achei extremamente interessante, que a gente passar essa ideia de que todos, absolutamente todos nós, estamos aprendendo a relação que nós temos é de ombro a ombro, nós ensinamos. Mas também nós aprendemos, é uma troca. Nós estamos compartilhando conhecimento.

Nós estamos compartilhando experiências, então transmitir isso. Para AA trazer isso para a nossa fala, para aquilo que a gente escreve e popularizar essa ideia no centro espírita me parece uma boa alternativa para a gente romper com essa. Com esse paradigma de que apenas o médium ele é detentor da verdade ou apenas aquele autor que é conhecido pelas suas obras.

De tal modo que nós vamos crescendo em conhecimento quando nós começamos a compreender que todos nós podemos aprender, podemos ensinar, podemos trocar, nós podemos também. Compartilhar, então eu vejo como. É criar esse hábito no centros espíritas.

Isso daí é fundamental, começando a trabalhar essa questão da educação, de tal modo, já que a gente está falando aqui da da de gênero, de sexualidade, de tal modo que as pessoas, elas vão abordar os conteúdos, as suas experiências, elas vão compartilhar conosco e não apenas se o indivíduo está passando por essa experiência ou por aquela experiência e isso vai acabar trazendo. Um espaço para todos, para que todos possam falar, para que todos possam.

Trazer as suas experiências é um trabalho de base. É um trabalho que ele deve ter que ele deve ter início. A gente é desmistificar essa ideia do do do orador, sabe tudo de um médium, sabe? Tudo isso pode começar a partir dos próprios oradores e dos próprios médiuns, mostrando que eles também são falíveis, que eles também estão aprendendo e que todos nós estamos aqui para crescer.

Muito bem pontuado Balboa. Exatamente essa ideia e aí eu vou também chamar AA tona e aí em voga nesse nosso debate a questão de que nós não estamos desqualificando a produção mediúnica Brasileira. Pelo contrário, Kardec não fez isso, não nos orientou a fazer isso, mas sim colocar a

princípio Sob Suspeita, né? Toda e qualquer produção mediúnica para feri-la a partir do estudo comparativo comparativo do que foi produzido meio de unicamente aqui no Brasil. Depois da da penetração do espiritismo em nossas terras, ou em qualquer outra parte do mundo com a estrutura filosófica e principiológicas da doutrina, porque nós encontramos muitos livros, é do passado e do presente que são completamente desabonadores em relação a essa

estrutura principiológicas. E aí nós precisamos nós perguntar aqui, espiritismo, estamos servindo de que espiritismo estamos falando? E nesse contexto, é preciso também Alexandre, é ressaltar que há muita produção dos

encarnados, né? Nós temos uma literatura Brasileira gigantesca que não é formada apenas por é produção mediúnica, mas aí entra um componente que é a deixa que eu vou dar para você falar da forma de aquisição do seu livro, que é a chamada rede de distribuição e de divulgação das obras produzidas pelos encarnados. E isso cria um nicho de mercado, cria um hiato que dificulta a nós, eu, você, Balbo e tantos outros. É pesquisadores e escritores espíritas de colocar os seus livros no mercado.

O meu e o seu não fazem parte da rede federativa, não estão nos nos manuais, nos guias, é nos indexes das livrarias, das federações espíritas, justamente que nem eu nem você hoje, né? Estamos alinhados ao movimento federativo. Eu, durante 25 anos, quase 30. Estive em federações. Participei inclusive, do conselho federativo nacional como representante da abrad. Então eu estava lá dentro daquele e-mail, mas eu nunca fiz nenhum lobby para colocar livro algum, meu e eu tenho mais de um.

É na produção e na distribuição das federações espíritas que eu entendo que tem que ser o processo do convencimento natural e porque as minhas idéias, assim como as suas e grande parte, algumas do balco não dizem respeito a esse modus operandi. Da tradição e da ortodoxia espírita. Então, Alexandre fala pra gente, fala para o nosso público que é bastante grande, é não só no momento que a gente produz as Lajes, mas depois Na Na

distribuição e na audiência. Nós temos um canal aí com 1500 inscritos, um outro com 1000, então para todo esse público, como fazer para adquirir o ter o espiritismo? Educação, gênero e sexualidade. É comigo, né, né? Também que eu fui editor, vendedor, entregador, a gente acaba fazendo tudo, é a parte No No WhatsApp ou nas redes sociais, né? Eu tô no Instagram ou no Facebook, é só me procurar e ou pelo WhatsApp, que é 81, 99

80853-9381. 99808-5393. Ou no formato é book pela Amazon. Essas são as 2 maneiras de conseguir. Eu queria falar uma coisa aí, se você me permitir, a é. A partir da fala da Cláudia e do baldo? Eu acho que isso é importante. Que é, eu não tenho a pretensão de colocar Ponto Final em nenhuma discussão. Acho que isso é o primeiro ponto, sabe? É, não quero estabelecer uma verdade em contexto. Eu não escrevi um livro para que

não seja criticado. Não escrevi um livro para estabelecer uma verdade absoluta. Sabe, e nem falo com essa preta. Muito pelo contrário. A ideia é fomentar problematizações. É essa coisa de de partir. Para questionar, ela é da natureza estrutural do espelho. No segundo, a gente vai lá e eu acho que a gente às vezes dá pouca valia.

Kardec, porque Kardec pra mim, pelo menos não foi só um quantificador, ele é co participante da formação da estrutura, da estrutura, do conhecimento de vida, porque, por exemplo, a gente pega o livro dos médiuns. Os 4 primeiros capítulos são estudos de Kardec. A gente pega a introdução do livro dos espíritos, só querem introdução, é um tratado de spin. A gente não tem nada também desencarnada, a gente pega, é.

O que é espiritismo? Todas as revistas espíritas, o conteúdo produzido por Kardec é muito Vasco para gente chamá-lo apenas de quantificador, sabe? Eu, eu, eu penso nisso, eu queria falar um pouco dessa coisa da edição que você falou. Porque aquilo que as pessoas dizem que não existe no espiritismo é que faz porque a gente não tem espaço a política. A política editorial e tem uma política no espiritista, um movimento crítico, a política interessante que é a política da

não política. E sobre essa política da não política, Paulo Freire diz que não existe neutralidade. A tua ideologia é excludente ou excludente, mas não há neutralidade na escolha. A gente fala muitas vezes muito mais alto, grita muito mais alto, um silêncio, porque com determinadas frases. Quando a gente passou por toda essa gama de dificuldades nos últimos tempos de pandemia, né? De 700000 mortos e o silêncio com as federativas produziram.

Eles falaram muito alto. Quando a gente procura, sabe entender, por exemplo, que você não precisa falar de partido político. Mas você precisa falar da ação social, daquilo que está acontecendo no espaço social que você faz pra você. Precisa entender que é necessário discutir dentro do centro o que é que nós, enquanto seres humanos e seres sociais, podemos fazer para modificar o quadro social que a gente faz parte?

Sabe? E assim há um processo de invisibili ação real sistemático político de pessoas como Herculano pires, deolindo Amorim, Dory conta, seja Aleixo. Né, Alexandre Júnior? Porque isso não é um coincidência, mariotti. Não é uma coincidência, isso é uma ação política. Sabe, é uma ação política, porque não é interessante, né? E isso é é real, fazer as pessoas pensarem. O nome disso é a reprodução do status quo. Há uma necessidade muito grande

de se manter. É, é, é aquilo porque você determina o que é que pode falar, o que é que não pode? Como as pessoas devem agir, interagir com o mundo social a que eu chamo, que existe um processo de pedagogia do medo e da culpa, que muitas vezes forma Oo corpo de espiritas a partir do medo e não da Liberdade produzida pela educação, é o medo do obsessor. É o medo da obsessão. Sabe, é a culpa de você. Você tem que ser bom toda hora, porque a gente precisa ser primeiro ter a consciência do

que nós somos. Ser bom é importante. Né? Faz parte da base, mas como é que a gente faz ser bom, sem nem entender o que significa ser bom dentro, sabe desse e desse, desse amontoado social que a gente faz parte. Então, o que é ser bom é dar cesta básica, produzir a sopa, entregar para as pessoas e no outro dia a gente poder tratar o nosso funcionário como ralé.

Sabe essas coisas que o qual o conceito de bom e de ruim que se estabelece aí, porque eu não sei o que aí você diz, você faz lá, cumpre com o seu dever de de espírita, faz parte da sobre outra coisa, eu quero deixar bem evidente aqui, Marcelo Val. Cláudia e as pessoas que estão me ouvindo vamos ouvir, vamos ver. Eu não sou bom trabalho social. Sabe se tem fome, ela tem que ser saciada. Se tem sede, ela tem que ser saciada. Se tem desabrigados, precisam ser abrigados.

Isso aí é é. Não há discussão para isso. Eu sou contra é esse processo que a gente acaba fazendo de fazer dessa ação, uma ação apenas com o objetivo de saciar corpo. De matar a fome, de não enxergar o outro como ser humano, sabe? Enxerga um pouco com fome ou um pouco com frio ou com uma jipe? Produtor de Progresso para mim. Né? É Progresso para mim, porque se eu fizer isso é signatus, né? Luiz ignatz é professor da PUC.

Pesquisador, ele diz uma coisa que os peitinhos se transformou na melhor religião possível para a classe média por conta disso. Por conta dessa ideia, então a gente não precisa se envolver com as causas sociais. A gente não precisa saber porque o índice, já que Paulo fala de suicídio, né? É dados da antra. Dizem que a cada 8 tentativas de suicídio no Brasil, 6 são de pessoas pertencentes à população gvt. Então, se isso é o suficiente para a gente discutir gênero, eu não sei porque é.

Sobre apostila? Meu amigo Luiz Gustavo colocou aí a pergunta. Eu não sou muito fã de apostila, nem formato do Wesley. Como pedagogo, assim você tira do outro a possibilidade de lidar com o livro em loco. E você usa como? Estrutura pedagógica para aquela apostila, aquilo que você considera importante, eu acho. E aqui eu vou falar é como fiz em algum quando fui presidente 5, fui diretor de federativo, apitando amor.

Não sei o que eu fazia parte. A gente sentava, discutir o que nós queríamos estudar no sentido de que aquele conteúdo fosse fomentar conhecimento para as práticas dos grupos específicos dentro do centro e nós montávamos o nosso, o nosso próprio material, a partir da quantificação e dos vídeos. E nós escolhemos, aí obedecia a realidade social do nosso povo, né? A dinâmica operacional das casas. Isso tudo é levado em

consideração. Agora você pega 11 conteúdo e tenta colocar ele de forma linear, sem entender que há diferenças culturais que muitas vezes inviabilizam a produção do diálogo. Eu não acho uma coisa legal. Muito bom. Essas questões precisam ser

realmente re significadas, né? Porque nós temos um caminho, uma trajetória que precisa ser construída por nós e não somente herdada daquilo que os outros fizeram, daquilo que os outros conceberam ou daquilo que os outros estabeleceram como paradigma para a atuação do espírita, seja dentro da instituição, com esse conforto que o Alexandre co. Acabou de colocar. Né?

De nós estarmos protegidos pela egrégora espiritual de nós estarmos apenas realizando o nosso trabalhinho humilde de atendimento, dos necessitados, sejam eles os necessitados do corpo ou necessitados do espírito. Como a gente ouve comumente, mas também a participação ideal e necessária do espírita nos contornos sociais, nas grandes questões da nossa atualidade planetária, nos cenários que vão

do bairro onde você mora. Da da escola onde você estuda ou trabalha do ambiente é de caracterização desse processo de encarnar e participar da vida social. Nós estamos com 1 hora e 48 de live, vamos partir pro nosso encerramento para os nossos, é considerando os finais e eu vou começar com o Balbo para que ele de repente, faça algum aporte acerca dessas nossas últimas falas e aproveite para deixar o

seu recado final. Já com o nosso agradecimento pela sua presença sempre amistosa, sempre amiga e de bastante conteúdo no nosso trabalho. A selo? Alexandre Cláudia, quero agradecer a vocês. A companhia dessa noite, aos amigos que estiveram presentes conosco. Via chat, um prazer muito grande. Esse é um tema extremamente interessante para a gente. É abordar para a gente trazer a baila, falar, conversar, ponderar, dialogar. Isso é fundamental.

Como o próprio Alexandre disse, é, não tem como nós darmos a última palavra, mas tem como nós refletirmos, tem como nós fazemos análises e construímos a partir de então, um espiritismo que, de fato? Proporciona caminhos para que as pessoas possam crescer, possam progredir. Então, meus amigos, agradeço a vocês. Grande abraço a todos. Muito obrigado. Valeu, Balbo, vou pedir pra te esperar um pouquinho lá na sala

do saco. Como de praxe, para a gente fazer aqui os encerramentos e depois a nossa conversa final. Cláudia, o que dizer, então? Desceu nossa discussão e das propostas que ficam não só por esse carro como para todos os outros coletivos espíritas. Nós temos tido atualmente um processo muito interessante de conhecimento, de contato, de diálogo entre esses coletivos, produzindo um saber novo

Alexandre tá ciente disso, né? A própria participação do Alexandre da Alessandra No No evento da cepa, em Santos, mostram, é essa nossa disposição. Para o aprendizado coletivo Paulo Freire, Ane falando, né? As nossas experiências refletidas nos outros e vice-versa num processo de construção coletiva, democrático e participativo, o que que tem para nos dizer nessas palavras finais, Claudinha? Agradecer mais uma vez de estar aqui presente, agradeceu Alexandre, pelas palavras, pelo.

Por ter trazido essa temática e que todos nós possamos ter o conhecimento do que o outro sentido que o outro percebe, de acolher, de trazer e de conhecer o conhecimento é fundamental, né? Ele fala lá em educação. E que nós não tenhamos mais. É uns vídeos como do Ícaro kadosh, pedindo perdão por ser quem é que nos levou às lágrimas, né, Marcelo? E que na realidade, ele tenha mais vídeos dizendo de como ele está feliz por ser quem é, é

isso. Beijo. Obrigada, Alexandre. Bacana esse recado aí realmente, da da essência do ser. É toda a necessidade que nós temos de trabalhar hoje. Não é dar espaço para que cada um brilhe conforme a sua vontade, seja o espírito que é e possa aprender com as suas vivências. Obrigado Claudinha aguarda um pouquinho lá na sala do chá e vamos com o nosso convidado principal para as suas finalizações. Com o nosso agradecimento pelo seu carinho, dizer Alexandre que nós nos esgotamos o tema

naturalmente, né? Da quantidade de perguntas que foram encaminhadas à produção. Nós vamos contar com o teu carinho AO teu tempo, a tua possibilidade de estar conosco aqui, num revival, numa segunda versão dessa nossa abordagem de hoje. Eu quero agradecer, né? Ao SK, você, a Cláudia, o balcon pela oportunidade de estar aqui junto com vocês, agradecer a todo mundo que está inchado e, como falei, o nome do meu marido estava.

Meu amigo César lousame, Luciana Batista nigh e um Monte de gente querida que está aí presente e assistindo com a gente. Quer dizer que é um prazer discutir essas temáticas? Eu estou trabalhando no próximo livro. O olhar do sim no universo de. Produção bibliográfica, fichamento, já tem algumas ideias daquilo que pretende escrever e eu acho que ele acredito que até. Começo do segundo semestre a gente vai estar com alguma coisa

planeta, pelo menos essa. Esse é o. O objetivo e pretendo publicar da mesma maneira, porque quando a gente procura as editoras que falam na temática, é o cara me manda o material daqui a um ano e dou uma resposta daqui, eu não sei quanto tempo ele deu uma resposta. Não há um interesse ainda pela produção. Eu não acredito que o caminho melhor é esse caminho mesmo, embora fique um pouco mais caro, porque aquilo que nós gostaríamos, porque a gente não tem o mesmo poder.

Produção que tem 11 editora é ó. Mas a gente se mantém também fiel aquilo que a gente pensa, porque às vezes eles querem montar a. A estrutura é é Victory ao do livro e muitas vezes muda a Vila até que você pensa. E eu não estou disposto a fazer isso com esse livro, nem com aquilo que eu penso com aquilo que eu escrevo. Eu preferia ter mais trabalho. Que ceder aquilo que eu tenho CD, os direitos autorais as pessoas mudarem, a estrutura que ele tem que ficar calado, começando.

E agradecer a você, Marcelo, pelo convite. Prazer muito grande estar aqui e dizer é da nossa Alegria. Muito obrigado uma boa noite, bom dia, boa tarde com vocês. Convidem para eles e gratidão aí pelo conflito. Desde já, já fica aqui o espaço do ICK para a divulgação do teu próximo livro, assim como desse, como temos feito, não é? É assim como do do material que você produzir, você já é um colaborador do projeto com Kardec, né?

Estreitando esses laços, nós vamos dando espaço e visibilidade para o espiritismo, como eu chamo de espiritismo alternativo, fora da ortodoxia dos conceitos fora da sistemática federativa engessada. Onde nós vamos todos nos ajudando e permitindo é que outras iniciativas vicejem e sejam visíveis.

Agradeço a você, Alexandre, pelo carinho do aceite da sua participação em mais essa live que encerra o nosso ano de 2022 e com certeza vamos estar juntos no decorrer do ano de 2023. Um grande abraço, muito obrigado. É isso, gente. Nós estamos muito felizes com a sua presença pelos canais disponibilizados no Facebook, no YouTube.

Vimos muitas colaborações, muitas perguntas, muitas manifestações, agradecimentos, cumprimentos e assim que a gente vai construindo o conhecimento espírita de uma forma participativa, dialógica, dialética, democrática, claro, nem sempre podemos dar voz a todos, porque temos algumas limitações de tempo de espaço. Nós procuramos dar.

A oportunidade para que todos participem fica aqui o convite também para participar do nosso grupo, o grupo espiritismo com Kardec, no Facebook. Cerca de 14000 pessoas diariamente estão ali albergadas naquela plataforma, divulgando e debatendo todas as questões atinentes ao espiritismo e a

atualidade planetária. Fica aqui o nosso convite para que você possa pedir a inscrição e participar dos debates, emprestando também a sua experiência, a sua visão de mundo, a sua interpretação das questões espíritas e espirituais, fazendo com que nós aumentemos, amplia.

Ainda mais o espectro de compreensão da proposta que o espiritismo tem para a nossa vida quotidiana, a vida de todos os ambientes, de todos os cenários e nas relações, nos relacionamentos que travamos uns com os outros, entre encarnados e entre desencarnados. O convite também pra conhecer o canal Do I Do I Do ICK no YouTube. Onde estão lá todas as lições, todas as palestras que nós realizamos até agora um conteúdo bastante grande.

Faça lá sua inscrição, ative o sininho, curta aos nossos vídeos e você ajuda AO crê. Crescimento do nosso trabalho também vamos fazer propaganda? Aproveitando que a última live do ano, para que você conheça o nosso site, o nosso, a nossa Homepage www.e com kardec.net onde você vai encontrar um conteúdo diversificado. Nós estamos agora lançando uma nova plataforma, um novo projeto que é trabalhar as Ideas de laicismo, democracia e Kardec, fazendo aí o apanhado.

Esse entre esses 3 contextos, entre essas 33 conjunturas. Para apresentar o movimento espírita, considerações que tem tudo a ver com o processo de reconstrução do nosso país a partir da recuperação de valores que ficaram esquecidos nos últimos 4 anos, em especial, convidamos você a fazer parte desse projeto. E não esqueça, todo mês tem uma edição nova da revista espírita Harmonia, também trazendo um

conteúdo diversificado. No ano que vem, por exemplo, vamos trabalhar com a obra, considerada a obra mais científica de Allan Kardec. Obra derradeira, aquela em que ele demonstrou toda sua maturidade como homem de pesquisa, como homem de ciência e como o grande idealizador do projeto espírita que é a obra, a gênese.

Convidamos você então, acompanhar as edições mensais da revista espírita eletrônica Allan Kardec pelo site com kardec.net para você passar a conhecer também algumas Vertentes. Alguns detalhes dessa obra Majestoso e grandioso. Que precisa ser revisitada tanto nos aspectos do conhecimento da filosofia espírita, como da aproximação desse conhecimento com as ciências em geral, com as ciências materiais que a humanidade produz nesse século 20 e século 21. Então, a você, o nosso, muito

obrigado. Fique com a gente, esteja conosco durante o ano de 2003 23 em mais embalos de sábado à noite do ECK. Muito obrigado, um grande abraço. Tchau.

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