Espiritismo e Diálogos com Religiões [Ep52] - podcast episode cover

Espiritismo e Diálogos com Religiões [Ep52]

Apr 14, 20241 hr 57 minSeason 17Ep. 52
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Nesta live trabalhamos com a inter e a transdisciplinaridade entre a Filosofia Espírita e as religiões em geral. Kardec sempre prelecionou a necessidade da dialógica e da dialética entre os espíritas e pessoas vinculadas a outras filosofias, ciências e religiões. Em alguns momentos, devidamente registrados em suas trinta e duas obras, o Professor francês trocou correspondências com clérigos, num franco debate, buscando consonâncias e convergências, assim como para a elucidação do que realmente seria o Espiritismo, distante de ideias equivocadas que faziam a seu respeito. Estamos debatendo "Espiritismo e Diálogos com Religiões", recebendo o Palestrante Espírita e Inter-Religioso, vinculado a União das Sociedades Espíritas de São Paulo (USE-SP), Distrital Guarulhos. Nos debates, Cláudia Jerônimo, membro do Conselho de Gestão do ECK e do Conselho Editorial da Revista Espírita Eletrônica Harmonia. De início, é possível fazer algumas indagações pontuais, a partir do título da live: - Qual era o entendimento de Kardec sobre religião? - Os debates e os diálogos de Allan Kardec com religiosos se baseava em quais premissas? - Como conviver, no meio espírita contemporâneo com religiosos e não-religiosos espíritas? - A proposta espírita é a de uma religião ou de vivência da religiosidade? - Considerando as experiências vivenciais, em encontros específicos de efetiva proposta de diálogos inter-religiosos, qual a importância da aproximação de espíritas com religiosos, para o contexto da inter e a transdisciplinaridade? Eis, aí, as provocativas questões para "aperitivar" o nosso debate. Lembrando que nossas atividades permitem o contraditório e a dialética, dentro de uma ambiência fraterna, de alegria, descontração e muita ternura! O objetivo do ECK, nestas lives, é permitir às pessoas que assistem e interagem conosco, ao vivo, a possibilidade genuína do livre pensar e da livre convicção, premissas da Filosofia Espírita. Lembrando que a participação "on line", por meio de comentários e questionamentos enriquece sobremaneira a nossa atividade.

Transcript

e o que você tem que fazer? Alô você! Que bom, Ezecanas e Ezecanos, estar contando com a sua luminosa presença nesta tarde e noite bastante chuvosa em quase todo o

país, especialmente no sul e no sudeste. Pois é. Essa chuva não vai atrapalhar a nossa animação, a nossa empolgação para tratar de mais um tema especial trazido aqui na bancada mais festiva, mais alegre e mais democrática da internet brasileira e mundial, ou zembalos de sábado à noite

no ESC -Spiritismo com Kardec. Ficamos felizes com a sua presença, esperamos a sua participação na forma de comentários ou eventualmente de questionamentos para que alcancemos a sua expectativa, assim como a nossa, de trabalharmos esse tema tão importante que é a relação do Espiritismo, do meio espírita com os meios religiosos em geral que estão albergados aí no conceito da sociedade, no

meio social em que nós vivemos neste século XXI. Aí está o recado da nossa moderação pedindo que você se identifique, que você possa deixar -nos a condição de saber quem é que está do outro lado do aparelho, comentando ou perguntando. Ficamos muito felizes em poder identificar você e travar um contato mais próximo.

Muito bem, vamos começar falando de um pequeno trecho contido no evangelho, segundo o Espiritismo, a terceira obra de Allan Kardec, dentre as obras chamadas fundamentais, que tratou de versar sobre a vida, os feitos de Iesua, Jesus de Nazaré, como conhecidamente tem seu seu codinome, Cristão, e a relação das máximas morais e a concordância com os princípios ou fundamentos do

Espiritismo. Então, no capítulo primeiro, item 8 do evangelho, segundo o Espiritismo, bem na parte introdutória, Kardec diz o seguinte, a ciência e a religião são as duas alavancas da inteligência humana. Uma revela as leis do mundo

material e a outra as do mundo moral. Então, Kardec abre o capítulo 1 no item 8, tratando dessa sinergia, dessa aproximação entre ciência, e gostamos de dizer aqui no ESCK, espiritualidade, já que religião é uma opção de cada um. A espiritualização, a religiosidade é uma condição inerente do Espírito imortal. Agora, a praxis religiosa é uma escolha que compete a cada um que não é necessário se justificar nem se explicar

para quem quer que seja. Muito bem, posto isso, vamos convidar para a nossa bancada, agradecendo a quem está na técnica, hoje Julia Shultz e Nelson Santos pela cooperação com esta atividade ao vivo do nosso ESCK. Vamos chamar então o convidado principal, o querido Marcos Goulart. Marcos, seja bem -vindo, a Banksy, a casa é sua. Gratidão de coração, esse de ser principal não, é fazer parte do grupo, mas eu sei

que eu tenho seu carinho, sua atenção. Quero agradecer a Judith, a Nel, a Claudia, o Marcelo Henrique pelo convite, nessa oportunidade que dá a gente entrelaçar com essas opiniões diferentes. Segundo o Tardec, a maior caridade que nós podemos fazer pela doutrina é divulgar. Emano, está bom? Obrigado,

boa noite a todos. Está bom, Marcos. É isso aí, essa humildade característica dos espíritas, em que a gente sempre se coloca como disse, os últimos serão os primeiros no reino do pai. É isso. Por isso que o pessoal fica no final da fila para ver se ela inverte, ele vira primeiro. Inverte o sentido. Abra a porta do outro lado, ele era o último, mas vai ser

o primeiro. Eu já vi isso em confraternização de escola, eu já vi isso em confraternização de religiões, onde eu participei. A gente conversava nos bastidores, que a tua experiência no contato no diálogo interreligioso é parecida com a minha. Você tem que ver muitas aproximações com a umbanda, com a igreja batista, com a igreja protestante, com a igreja católica, com o budismo, com os tabernáculos

aqui de Florianópolis. Então é uma evidência que nós vamos ter certeza que vai trazer muitos elementos de proveito para quem está ao vivo conosco. Muito bem, vamos chamar, antes eu vou identificar o nosso

querido Marcos Goulart, como sempre a gente faz. O Marcos Goulart é nascido na Serra Fluminense, em Petrópolis, no estado do Rio de Janeiro, ou seja, é meu conterrâneo, porque eu nasci em São Sebastião do Rio de Janeiro, capital do atual estado do Rio de Janeiro, na época que eu nasci, capital do estado da Guanabara. Eram dois estados, Guanabara, capital Rio de Janeiro e Rio de Janeiro, capitão

Miterói. Como era muito pequenininho, a fusão acabou acontecendo. E essa divisão era organizacional, administrativo, porque lembram os nossos telespectadores, os nossos internet espectadores, que a capital do Brasil também foi o Rio de Janeiro antes da transferência para Brasília de Estruto Federal. Cidade maravilhosa. É, cidade maravilhosa, cheia de

encantos mil. Informação técnica, o Marcos, tendo sido responsável, olha só, pela modernização do Parque Industrial Automobilístico nas Indústrias General Motors do Brasil, também conhecida como Chevrolet, Mercedes -Benz e Scania. É empresário, casado, quatro filhos, e criou uma empresa de fotos aéreas e técnica de expansão do Parque Industrial Brasileiro,

permanecendo mesmo aposentado nas atividades. Enseu os seus estudos no G -BEN, o grupo Espírita BZR de Meneles em Guarulhos, chegando a ocupar a vice -presidência por dois mandatos. Apresentou também, durante algum tempo, seis anos, um programa na

nossa parceira, a Rede Boa Nova de Rádio. Tu sabes, Marcos, que eu conheci pessoalmente, e sou muito grato por isso, duas pessoas sensacionais da comunicação social -espírita de São Paulo, os inesquecíveis, a Milcarquiaro Filho, o Éder Fávaro, fomos

parceiros e companheiros. Primeira linha, parabéns, esses me ajudaram muito, convivemos muito, Éder inclusive foi presidente da Associação Brasileira de Rougadores do Espiritismo, onde eu permaneci por quase três décadas, trabalhando e várias vezes fui entrevistado nos programas da Rede Boa Nova de Rádio e Televisão. Então,

também temos esse ponto em comum. Deixa eu dar uma faladinha sobre o Amilca, porque eu estava iniciando a te estudar dez anos, fui para a UZE e eu não entendia que eu dava uma palestra num centro, era aplaudido, ia no outro, era expulso, a mesma palestra, aí cheguei para o Amilca, falei, Amilca, eu estou numa, eu falei, você é muito ingênua, vai aprender para ser palestrante, tem que dar a

cara à tapa, aquilo me despertou, eu tomei cuidado, é claro, mas eu vi que ninguém é obrigado a concordar com nada, mas até o mesmo momento, eu estava falando em nome de Deus, eu achava que tinha que aceitar a Amilca, que é uma das palavras dele.

Obrigado. É, então temos essa coisa em comum, fica aqui o nosso abraço, eu sei que Amilca e Ed é nosso, do outro lado da vida, que é aqui e não em nenhuma colônia, nenhum falho, nenhum moral, não é, é um geográfico no espaço, eles estão por aqui, vão atender esse comunicão, vão atender e entrar em contato pela unidade conosco e com outros companheiros, então o nosso grande beijo a esses

dois inesquecíveis amigos, e assim nos proporcionamos. É isso. Olha só, atualmente o nosso Marcos Goulart dirige e apresenta isso, dois podcastes, Espiritismo além do nosso tempo e gerenciando conflitos espirituais, o canal é youtube .com, Marcos BG 1950, tudo, depois de ter acesso para a produção aí colocar a nossa merchandise ingratuita, não tem geto, o... Obrigado.

Para que os nossos amigos, o nosso público fiel, cativo e aqueles que vão acessar depois a nossa gravação, possam também conhecer o importante trabalho que o Marcos desempenha. Ele é atualmente diretor do departamento de integração entre as religiões da UZI Intermunicipal Guarunos e

Arujá, para quem não sabe. UZI é a União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo, uma instituição que carrega a sua qualidade de ser audaciosa muitas vezes, transformando -se em revolucionária e já tivemos oportunidade na figura de vários presidentes, ex -presidentes hoje, o Néstor Mazote, o César Perre, a Juliana Ezu, de travar parcerias importantes com a Brady e recentemente até

com o ECK. Temos vários amigos na direção principal da UZI, que participam comumente aqui também das nossas. O Marcos, assim como eu, há algumas décadas mais atrás, realiza um trabalho no Sistema Carcerário Fundação Casa e participa como representante da UZI nos encontros e debates de lates ecumênicos e interreligiosos na ordem dos

advogados do Brasil, ou AB Seccional Paulista. E ainda também atua neste segmento em escolas estaduais de Guarulhos e Região, no Prefeituras da Região, em Presídios, albergados aí na Grande São Paulo, e também em confraternização de funcionários de empresas ou de entidades públicas quando demandado para falar justamente sobre essa

temática. Aliás, Marcos, foi exatamente por isso que chegou ao meu conhecimento através dos companheiros e através das páginas que a gente segue ou dos grupos que a gente participa na Facebook de que você ocupava essa função e ocupa essa função importante do diálogo interreligioso, conversamos ainda na nossa produção, no Conselho de Gestão e resolvemos chamá -lo para também um diálogo plural,

alteritário, dentro da dialética do respeito para tratar de algumas questões que podemos ter até visões distintas, mas elas são complementares. Vamos chamar então? Veja que essa introdução durou aí mais de 10 minutos, né? Nossa, foi muito grande. A nossa querida debateadora de hoje que Rufem Os Tambores, Claudia Geronimo. Geronimo! Eu deixei bater mais o tambor para mim, entendeu? É para... Já

que vocês ficaram 10 minutos conversando... Agora, ó! Mais comigo. Assim, nada. Agora, a noite, eu entrei. Bem -vindo, Claudia, mas não risa a nossa bancada. Muito bom de assistir para continuar. Eu prestava atenção, não tem problema não. Tranquilo.

A Claudia é uma simpatia, é matemática, é um carinho muito grande que a gente tem no nosso grupo de administradores do ESCK, no Conselho de Gestão e tem contribuído de forma relevante para essa formação do nosso trabalho, que, aliás, Marcos, você é o convidado especial porque o ESCK agora, no dia 17, daqui a quatro dias de 17 de abril, estamos completando o nosso sétimo aniversário, o grupo que

criado em 2017 sobre a inspiração de Herculano Pires, nos contatos das conversas que tenho com ele

há muitos anos, desde que me tornei exprindo. E ele, então, me recomendou que utilizasse a ferramenta das redes sociais, em especial, desse Facebook, aí que alcança um contingente populacional no Brasil, um exterior gigante e que propicia, ao contrário das outras redes sociais, a publicação de textos, de vídeos, de imagens, então, torna uma rede social mais

abrangente, mais completa. A Cláudia, meu querido Marcos, é formada em secretariado, atuou na área e atualmente é da área administrativa de uma auto -mecânica. É oradora, é expositora e também orientadora de grupos

de estudos e espíritas. É membro também, olha aí a importância da correlação ou do diálogo inter, com outras correntes, com outras vertentes, ela é membro do grupo de teatro, do centro espírita Irmão X. Ela é a débora de arte do nosso Departamento de Arte, junto com Ricardo Sardinha e o Evandro Oliva, trabalhando teatro e música nessa integração que nós

achamos fundamental. Eu mesmo fui músico, fui coralista, fui regente, assistente e regência de alguns corais, então eu percebo que essa importância da conexão com a arte e o espiritismo, ou entre a arte e o espiritismo, é fundamental para disseminar a raiva mais amensada. Sentir, eu senti. Deixa eu só perguntar a Cláudia. Você conhece a Marlene Leal da

Rádio Boa Nova? Claro, que eu conheço. Ela está comigo no podcast, ela é comentadora, há cinco anos. Olha só. Irmão X, cinco anos. Marlene, é uma querida. Você está firme. Ela me adora, eu adoro ela. Parabéns. Muito bem. Completando o currículo da nossa querida Cláudia, ela é coordenadora dos projetos do ESC jovem e da rede

espírita contra a LGBTfobia. É membro do Conselho de Gestão e membro do Conselho Editorial da Revista Espírito Eletrônica Harmonia, que no ano passado trabalhou em sete edições com textos bastante densos e profundos sobre a questão das adulterações após a morte de Kardec, de duas das obras consideradas fundamentais à gênesis e o

céu e o inferno. Ainda continuamos trabalhando nisso porque o movimento espírita acaba seguindo cantos de sereia e não se posiciona como deveria, comentando as alterações, que nós chamamos de adulterações, observando lado a lado as edições em francês, ou seja, da trabalho, é um trabalho meticuloso para ver que não existe a Lã e Kardec na grande maioria das alterações que foram feitas infelizmente após a sua

morte pelos que diziam ser seus seguidores. Marcelo, posso complementar minha coisa? É que ele falou da UZE, tanto eu quanto o marido, estamos fazendo também algumas palestras e algumas casas ligadas à UZE aqui no ABC. Que legal! Aqui em Guarulho nós temos 40 cento espírita ligadas à UZE. Aqui tem bastante também no ABC, então nós temos conhecido

essas casas, é bem bacana. É bom, eu gosto de dizer, vamos então dizer aqui a voz pequena, que eu estou rodeado de UZEiros por todos os lados nessa live. Preste atenção. Você vai ser usado hoje. A nossa querida Claudia também, eu preciso registrar, é a representante do ECK, junto com outras companheiras também, junto ao movimento mundial das

mulheres espíritas. MoveMask, e recentemente ela participou de uma live com a Ana Cristina Laurindo. Beijão Ana! Tratando de assuntos importantes com a visão dessas mulheres espíritas e progressistas que nós temos felizmente no movimento Espírita Brasileiro e Internacional. Bom, sem mais delongas, vamos para se perguntar. Vocês

não. Olha só, eu penso, a primeira pergunta a ser feita ao nosso convidado e a debatedora, mas principalmente ao nosso convidado, é para que ele fale um pouquinho da sua experiência como palestrante interredigioso. Então, Marcos, você poderia falar um pouco sobre essas tuas andanças para contextualizar a nossa temática? Posso, bem sutil, bem rápido, porque é muita coisa, a gente tem vivência, vivência traz histórias que não

acabam mais. Mas primeiramente eu quero sara entrar que dentro do conceito da minha família, até os 30 anos, não podia falar nem nome Espírita, porque era Lúcio, era do Diabo, era falar com os mortos, e naquela época a gente respeitava os pais e tirava até do pensamento. Após eu vim para São Paulo, conheci minha esposa, a caseira, eu não sabia que ela era Espírita, eu a amo, amava, mas acho que se eu soubesse que era

Espírita, eu nunca asava. Mas dois pobres, ferrado na vida, quando eu montei a empresa, ela minha sócia, foi crescendo, uma situação boa, ela me coloca o evangelho de Baio do Brasso e vai pro Gebê. Aí meu filho, Judie, Judie, até que eu precisei e fui, comecei a conhecer a doutrina dos Espíritos. Daí para frente, as intuições vão vir, desenvolvem minha unidade de psicografia,

corporação, doutrina, foi aparecer do trabalho. E minha esposa, né, gostava, foi indo, foi indo, foi indo. Até que chegou um ponto na qual eu fui dar uma palestra numa escola que era chamada de Gavinheiro, porque era um Gavinheiro, depois o Estado desapropiou e fez uma escola, e alguém foi lá e falou assim, Sr. Marcos, na minha escola nós temos a dona Nilba, nós temos um encontro interrigioso há muitos anos, mas só tem

padre e pastor só. Não tem um Espírita que faz, e o único que foi, nós nunca mais queremos ele, ele falou, por quê? Porque ele defendeu a doutrina espírita, atacando o padre que não precisava daquela roupa, o pastor será o quê? Dentro da escola, dentro do ambiente, que não é o nosso. E eles têm raiva de Espírita, mas eu falei que eu tenho que te acompanhar, você é uma pessoa diferenciada, falei, não sou eu, é a

doutrina, tenho que compreender. Aí eu fui pela primeira vez lá, fui recebido que, nossa, ninguém queria falar comigo, com medo do que eu fosse atacar eles. E ali dentro das questões deles, eu falei, eu estou na sua casa, o que você fizer vai ser bem -vindo. Então nós vamos botar um zangim, pode colocar, não tem problema. Nós vamos fazer a processão,

pode, não tem problema, a casa é de vocês. Eles foram gostando, gostando das palé, acabou no final, ficando em mãos de fé mesmo, eles começaram a pedir as obras de cadê, em tela de discutir, foi

ótimo. E daquela escola, aquela escola mais violenta de Guarúlio, ela passou a ser uma escola modelo para as outras escolas, porque quando entrou o Espiritismo, provocou uma curiosidade nas pessoas, porque só padre e pastor não tinham curiosidade nenhuma, era só, mas aquilo provocou, começou a ir muita gente, cresceu muito, e aí ela começou a fazer 4 por ano, cada semestre, no começo ou no

final, depois do trimetal. Aí as outras escolas começaram a pedir também, só que na outra escola era outro pastor, outro padre, porque não pode ser o mesmo padre, porque são regiões diferentes. Foi indo, foi indo, foi indo, eu falei, ah, eu tenho que cadastrar esse pessoal, cheguei na UZ, e você sabe que é difícil, é preconceito, não é fácil, eu dei a ideia de montar há 10 anos um departamento de integração entre as

regiões. Foi difícil, mas uma pessoa resolveu e deixou, doutor André Galembert, briguento, mas era um departamento jurídico, quando ele falou que era de direito e podia, eu alivei ele. Aí começou, hoje é um departamento muito importante, mas primeiro teve a rejeição, depois o conhecimento e depois a aceitação. Foi mais ou menos, isso tem mais coisas, mas é isso,

eu resumo do que aconteceu aqui em Guarulhos. Então a sua esposa, que ele converteu para o espiritismo, e ela era adepta do Kardexona, isso? O que é Kardexona? O que é que como é você pegar o livro de Kardexona? Não, não, não, não. Ela

alia tudo, ela é inteligentíssima. É mais um neologismo que o CACRIO, e o Kardexon é um estado de todo mundo, que é a ficcionada filosofia e espírita, vive o livro na mão, no baixo do braço, na pasta, na bolsa, e vai para qualquer lugar, e o tempo livre que tiver, está ali, lendo, e sim, essencial, aliás, recomendação de Kardex.

Tanto é que ela era diretor do departamento do Trinário do Jaguém, para você ver o que é que... Já estava com a mancomunada com os caras lá do... É só eu que tinha que aprender muito. Eu também vi de instrumento também, né? Olha só, tem muita gente aí, já se manifestando, cumprimentando, boa noite a todos, que todos estejam em casa e que possam

participar e aproveitar a nossa live. Mas, Káudia, dizendo aí em torno dessa pergunta e da resposta que o Marcos nos deu, como é que você avalia essa proposta do diálogo inter -revisioso do Espiritismo com outras correntes filosófico -revisosas? Olha, você sabe que lendo o que é o Espiritismo, a revista Espírita, vendo como Kardex fazia isso, com tranquilidade, com firmeza, mas com muito respeito, eu acho que tem que ser

exatamente dessa forma. É o que eu procuro fazer, não é parte, né? Isso me remete até a uma história que eu ia até falar mais para a frente, mas tem a ver. Eu tenho cunhadas que são evangélicas e tem uma que ela é tida como arradical, mas ela é uma graça, ela mora no interior de São

Paulo. E ela descobriu, através das outras, que eu e o meu marido eram os Espíritos, e aí ela veio conversar com a gente, eu falou, poxa, eu amo meus irmãos Espíritos, nós ficamos assim intensos, né, falou, poxa, como assim, né, arradical? E ela falou assim que ela faz um trabalho lá no interior, junto com uma Casa Espírita, a igreja dela, e a Casa Espírita

fazem trabalhos sociais, então eles fazem. Ela falou que achou muito bonito a forma que os Espíritos oravam, de ser uma coisa tão do coração para fora, e a forma que eles trabalhavam distribuindo os alimentos sem perguntar religião, sem perguntar de onde vinha, o que que vinha, como que era. E

então ela falou que começou a se encantar. Ela não trocou a religião, não passou, não foi conhecer o centro, propriamente dito, eles se reúnem locais, em asílios, em ortanatos, e juntos fazem esse trabalho. Então eu acho que esse diálogo, que é o mais bacana, um respeita ao lado do outro e trabalha em comunhão. Bacana, eu também tenho para contar a minha experiência nessa

área, sabe Marcos e Cláudia? Falei a pouco da minha experiência como coralista, depois da sua inteligência e a gente, e nós tivemos diversas oportunidades. Por exemplo, o primeiro coral que eu participei, que deu toda a minha formação técnica para atuar depois, era um coral do maior colégio público de Santa Catarina, um instituto

estadual de educação. Nós cantamos até no Rio de Janeiro, na sala Cecília Mereris, cantamos em outros lugares, no Paraná, no interior de Santa Catarina, em São Paulo. Tivemos uma peregrinação bastante grande, levando a arte coral e, muitas vezes, a arte coral sacra. Apresentamos aqui no Florianópolis e no Rio de Janeiro vários oratórios com mensagens cristãs, como por exemplo o Reckin e o Mousat, a criação de Reinding, e o

Messias de Handel. Foram as três maiores obras que nós interpretamos. E nós nos apresentávamos em muitas igrejas, católicas, protestantes, luterã, batista, a igreja presteriana independente, e chegamos a nos apresentar até em igrejas neopentecostais. E sempre tínhamos oportunidade antes, ou depois das apresentações, convivermos com a comunidade. Então, carnos e ideias. E todas as vezes que eu me identifiquei como espírita,

eu fui muito bem tratado. E por outro episódio, quando eu entrei na faculdade de jornalismo, nós tivemos diversas missões. Uma das missões era realizar um esboço piloto de entrevista. E eu escolhi como os diversos representantes de religiões, eu não queria falar com ministrante, nem padre, nem pastor, eu queria falar com

pessoas que eram da comunidade religiosa. Para ter um outro viés, que é o viés teológico de formação, ele é um viés mais profundo, mais enraizado, e com um detalhamento que às vezes não chega no conhecimento do cidadão comum. Então, eu fui de um entrevistar praticantes, fiéis de

diversas religiões. E cheguei na casa da igreja presbiteriana, independente do pastor, do estreito, que é uma comunidade, um bairro aqui da Transploraianópolis, pertencia da Ploraianópolis. E qual foi a minha surpresa que quem me recebeu? Foi uma colega de coral. E eu nem sabia que era a

signatária daquela igreja. E nós tivemos um bate -papo muito agradável, de mais de duas horas, ela respondeu as questões, também me perguntou qual era a visão espírita, trocamos algumas ideias, ela disse assim, é, mas isso a gente não acredita assim, por causa do mistério esse, o mistério aquele. E nós tivemos um diálogo superfavorável, meu trabalho foi apresentado na faculdade, e foi muito

elogiado. Então, é uma prova de que nós estamos sempre gravitando em outros ambientes, convivendo com pessoas que pensam às vezes bem diferentes da gente, mas isso não me impede de nós travarmos diálogos, excerpos para ternos, e compreendermos os diversos níveis de percepção existentes nos indivíduos da nossa humanidade. Vamos em frente. O pessoal quer ver a sua opinião, é isso, há alguns

temas meio cabeludos. É, isso que é bom. Lembro que eu te falei que no sistema cacerário eles judiavam de mim, e foi onde eu aprendi mais. É

bom, é bom. Muito bem. A Cláudia jantecipou um pouquinho, falou aí do livro o que é o Espiritismo, que os nossos amigos, que já me acompanham algum tempo, devem lembrar que a Lanckardek, em duas ou três oportunidades, no conjunto das suas obras, declarou telemptoriamente, claramente, que a primeira obra ser lida por qualquer interessado no Espiritismo, a Cláudia dá com ele nas mãos, é o que é o

Espiritismo, depois o livro dos Espíritos, depois o livro dos médios, e aí as pessoas vão falar assim, ah, depois o evangelho, né? Não, depois é a coleção completa, Zifio, dos volumes da revista Espírito, 12 volumes de 12. Nossa,

isso. Esses volumes são importantíssimos para você ver, para você constatar qual, Herculio foi o trabalho, quase solitário da Lanckardek, de analisar centenas, milhares de correspondências com psicografias, ou as próprias psicografias enviadas pelos tempos dos Espíritos da França, com os quais ele tinha contato, e selecionar dentro do contexto do controle universal dos ensinos dos Espíritos, o

Coé, quais nas que mereceriam destaque por terem a distração, ligação com os tranciclos Espíritos. Mas enfim, tanto no que é o Espiritismo, quanto nos fascículos da revista Espírica, Kardec demonstra uma elegância nos debates. Ele diz assim, discutiremos, mas não disputaremos, nem dentro, nem fora do chamado

Meio Espírito. Isso é de uma lição especácia e inteligência emocional daquele barrigudinho francês, meio marrento, que fez aí esses 11 anos de trabalho em torno da França Espírito. 11 anos e um pouquinho, né? Começou em abril de 1857 e terminou em março de 1869, quase aí 12 anos de infecidade. Mais um mês teria dado 12 anos,

né? Então, nesses diálogos que ele trava, hoje é com religiosos, especialmente católicos e protestantes, ou em outros momentos que ele analisa obras, ou analisa correspondências desses religiosos, dirigidas respeitosamente ao Espiritismo, ao próprio Kardec, ele mostra assim

que é possível dialogar. Depois, nas suas obras consideradas mais maduras que são o Céu Inferno de 1865 e a Gênesis de 1868 para esta atenção, amiguinho, o Céu Inferno é de 1865 e a

Gênesis é de 1868. Se você ver por aí obras assinadas por Kardec depois de 31 de março de 1869, em data da sua desencarnação, como Junho de 1969 ou até 1872 tome muito cuidado, porque o pessoalzinho que andava nas reuniões da sociedade parisíense de estudos espírita eles já nutriam os chamados sismas em relação ao Espiritismo, que queriam, porque queriam incorporar na doutrina as ideias

docertistas, as ideias de Hålstang sobre o corpo fluídico de Jesus, sobre a vingidade de Maria, sobre a evolução em linha reta do Mestre, sobre a necessidade das nossas privações, das nossas situações da vida, serem vinculadas apenas e tão somente as piações de fatos pretéritos negativos. Então, tudo isso precisa ter a sua devida contextualização para que você não siga falsos profetas e você não

compre gato por leve. Feito esse parêntese? Vamos à pergunta. Se Kardec conseguiu conversar de modo fraterno e amistoso com expoentes de outras igrejas, de outras religiões, às vezes até debatos mais acirrados, por exemplo, de diálogo com o Padre do que é o Espiritismo, mostra que o Padre estava ali querendo impor a dogmática religiosa.

Então, eu pergunto, é possível, Marcos, fazer isso nas mesmas premissas de Kardec com os nossos religiosos de agora considerando, aí na tela, a pergunta sobre tudo em relação ao fanatismo religioso que alcança todos, alcança, inclusive, os Espíritos? Muito bem. O importante é sempre a gente analisar que tudo depende da consciência. E a consciência não tem nada

a ver com a inteligência. A inteligência é uma prova na qual você recebe do plano espiritual quando é encarnado pra ver o que você vai fazer com ela, dentro dos nossos neurônicos. Agora, a consciência, quando a gente desencarna do outro lado, não tem esse parâmetro de mais inteligente menos inteligente. Tem se você tem consciência ou não da sua missão e do que você fez ou de que

você deixou de fazer. É importante entendermos porque, às vezes, a gente pensa que as pessoas inteligentes elas têm uma capacidade de interagir com Deus que é uma premiação, não. Ele pode leis -tudar fazer o melhor pra nós mas o que vale é o sentir. Tanto é que no Sportcast vale o sentir. Eu queria saber que o Marcelo tá um barulho chiado muito forte no meu ouvido. Agora, eu não sei se tá na gravação. Se

não tá na gravação cortou. Então, dando continuidade sobre se essas ideias cristã e fundamento dos espíritos é possível fazer isso no dia de hoje? Claro que é. É difícil como a Cláudia nos trouxe. Mas imagina lá na época do meu avô que eu comentei com Henrique. Meu avô era preso porque era espírita. E meu pai proibiu, falou pro

meu avô se isso... Eu perguntei a ele e eu falei, o que que é esse copo d 'água e esse livro? Aí meu pai falou, se você perguntar você apanha. Eu tinha cinco anos. E o senhor se responde tá fora de casa. Então, não tinha essa liberdade que nós estamos tendo hoje. Apesar de muitos confrontos é claro que se você tiver o coração aberto para escutar

as diferenças e não impor vai dar diálogo. Eu quero lembrar que um fato, já que nós estamos falando desse conceito, eu sou um dos fundadores do Foro Interreligioso de Guarulhos na qual tem transmite já cinco anos porque tem que ter esse processo, reuniões, discussão entre religioso para que o Foro seja assinado pelo prefeito de Guarulhos. Mas

eu já estou lá dez anos e a gente está indo. A primeira reunião que foi pelo meu querido Miguel me chamou, me chamou, fez esse contexto para ele dar um bando educando o BLE, ele é mestre dos dois. Formatou para que as religiões fossem se reunir para dar partida no Foro. E foi na prefeitura uma sala, uma mesa muito grande chegou dezesseis religiões

uma beleza e chegou o ser humano. Chegou o sentor, quando ele olhou as baianas ele levantou e saiu fora porque ele não pode ficar no mesmo ambiente que tem mulher não pode ver uma sombra de uma mulher, é aquelas conceitos que eu respeito e eles nunca mais veem e tocamos os conceitos ele só se encerbalar. E o que foi importante?

Sobretudo isso é possível hoje fazer ninguém colocou sobre a mesa a cobrança, porque que o outro era reincarno a sanista, porque o outro falava do imperto, porque o outro não, todo mundo que veio né, mãe de tia tem um pessoal ali, porque legal chegou e colocou de melhor que podia contribuir para o Foro dá certo não houve cobrança essas pessoas que a gente não conhecia, eles também não me

conhecia, nós tinham medo que ali viesse um debate com a colora que ia destruir todo o Foro. Não, nenhum nenhum pastor, nenhum padre, ninguém jogou a sua semente para trazer para o seu conceito. Todos ficaram como nós vamos fazer e tal, não mexemos

em pontos críticos na qual iria ter um debate. Então, eu pela minha experiência superado isso até há dez anos atrás e a escola que era a escola mais mais perigosa se tornou modelo por causa dos encontros ecumênicos, ecumênicos que acredita em Cristo, os Espiritírios evangélicos e o Católico. Interreligioso aí não tem negócio de Cristo não. Todo mundo pode participar porque é livro. Então,

eu acredito que hoje está mais fácil né? Inclusive na Úsia. Eu não sei se é as outras Úsia tem, mas eu acredito que é a primeira a ter um departamento de integração entre as religiões desse formato. Então, eu só tenho que agradecer a espiritualidade me dá paciência usar mais os ouvidos e falar menos. Tá bom, Henrique? Tá

assim. Uma professora minha na faculdade que diz que se Deus nos deu uma boca e duas orelhas dois ouvidos nós devemos duplamente ouvir mais do que falar. Isso, que é difícil. É difícil sim porque é uma necessidade comunicativa, comunicação. Eu preciso um momento de comunicação já há mais de quatro décadas tenho essa necessidade de ficar falando e ser ouvido e dialogar e criar novos paradigmas e caminhar em busca do

consenso. Mas olha só, Claudia, aproveitando a resposta do Marcos, que foi muito rica e ficando ainda no livro que é o Espíritin que você citou em primazia que a gente está fazendo essa questão sobre o livro o nosso codificador está aí na tela a pergunta não, não é a 3A a sequência, pessoal da produção no livro que é o Espiritismo o mestre ele mostra respeito em relação as questões religiosas em relação aos dogmas

religiosos embora não concorde com eles isso, está como 21 mas ele é direto e objetivo nas respostas se o padre perguntou ou se o sético perguntou questões que dizem respeito a valores dogmáticos religiosos, ele não deixou por menos esclarecer não, isso não por isso aquilo não por aquilo o Espiritismo não professa isso, não acredita nisso, não trabalha com essas ideias por isso isso

é aquilo então, se ele teve essa coragem, essa tenacidade com base, inclusive, na experiência do Marcos, você acredita, Claudia que nós conseguimos ter essa mesma postura hoje em dia? olha Marcelo, não é fácil a primeira coisa são raras as casas, espíritas que estudam ou que é o Espiritismo

ponto, né? a maioria estudam do Evangelho e o livro dos Espiritos é um codio ovante então, para começar a ter esse respeito às questões mesmo precisa se conhecer esses livros para entender como funcionava o pessoal prefere muito mais as obras mediúnicas do que exatamente estudar a Dutrina, Kardec e tal o tra passado sabe, essas conversas todas e não se aprofundem estudar a obra, então, para nós temos

esse diálogo mais direto com respeito, precisa ter o conhecimento, então muitas vezes as pessoas vêm com

algumas perguntas absurdas, né? e a gente vai e responde respeitosamente, carinhosamente com a Dutrina você é fundamentalista é o que a gente ouve mas nós temos que continuar assim porque nós vamos abrindo o caminho essa lave, por exemplo, é uma abertura excelente de caminho de se ouvir lados, para poder entrar no consenso comum

que era o que Kardec fez? por isso que ele fez esse livro ele ouviu pessoas que pensavam diferente, as respostas dele firmes, sim respeitosas e é o que a gente tem que ter é difícil, é porque de vez em quando nós ouvimos ataques que as pessoas preferem atacar do que ter esse diálogo como nós estamos tendo, então, para que isso aconteça tem que se ter mais estudos sobre

essas obras isso que eu acredito então não ficar só no evangelho, porque o pessoal fica só, você até brincou com a esposa do Marcos, né? de andar com ele e passear por aí, ah, eu conheço o

evangelho mas e o resto? é um conjunto claro que o evangelho ele é um livro importante porque ele dá fundamento da proposta Hedberg que é bem distante de uma proposta religiosa, que o nosso tema é trabalhar a questão religiosa e sobretudo ele nos dá uma connotação de aproximação com que ele se pode extrair de bom do conteúdo do novo testamento quando Kardec no preâmbulo do evangelho diz que a

concordância das máximas morais do Cristo com o Espiritismo fazem parte dessa obra, é porque ele está extraindo tudo que foi incluído como dogma cristão,

como dogma católico desse exame espírita. Agora nós temos uma pergunta de uma companheira nossa, que já nos acompanha bastante tempo, é muito ativa nas nossas redes sociais, sabe Marcos nós temos na verdade três grupos no Facebook, o principal que é o Espiritismo com Kardec de onde está saindo também a transmissão dessa live, nós temos o Espiritismo livre e pensador que é um grupo menor mas que também tem

uma certa um certo movimento e a Luisa é muito assídua nos comentários nesse grupo e temos os Espiritas progressistas, hoje você cá então está disseminado em grupos no Facebook com três além é claro de contribuirmos com outros grupos, como por exemplo educador espírita do seu colega e nosso amigo Marcos Milani deve ser seu amigo também, que é um marco a pessoa sensacional, participações no grupo Olegado de Allan Kardec,

que é do nosso querido Paulo Degren, alô Paulo aquele abraço e temos também, mas recentemente é um grupo sobre a codificação espírita a Luís de Kardec, que é moderado é administrado pelo simpático casal Paulo e Lucia Malta um beijo para vocês amigos e fiquem sempre com a gente interagindo com essa interação importância, então a Luísa está perguntando o seguinte, quanto a crença

de que existe um Salvador e essa crença é recorrente nas religiões cristãs Jesus veio para salvar a humanidade veio para redimir os nossos pecados, a morte de Jesus nos livra do Samar do pecado original são tudo dogmas cristãos como o Espiritismo pode lidar com isso, já que sabemos pela têoria espírita que ninguém nos salva nenhum fato pretérito presente o futuro nos salva a não ser como diz a

Luísa as nossas ações nós mesmos é que nos salvamos

não é mesmo? se é que temos que nos salvar de alguma coisa e aí Marlos olha, é interessante porque a gente sabe que nós estamos falando para pessoas que se interessam ou vão estudar ou estão estudando é um nível diferente na qual a gente pode abrir o coraçãozinho do entendimento porque a maioria mesmo dentro do Centro Espírita ele faz exatamente o que Henrique falou falou é inacreditável

como nós temos Espíritos cristãos com os dogmas cristãos que traz todo esse ranço para dentro do Centro Espírita e o Centro Espírita é enche nossa mãe, porque está mexendo com sentir aquelas pessoas não querem sair do quadrado e Deus como inteligência suprema permanece deixando a livre escolha, livre abito aquela casa vai mantendo até esse Espírito despertar seja encarnado ou desencarnado ele começa a

trazer algumas confusões no seu pensar o que que eu

falo isso? eu fui católico coroinha olha, era terrível eu dedicava a mil por hora mas eu não gostava do tal do diabo porque o padre para controlar ele falou, tem que tomar cuidado do diabo o diabo faz isso, o diabo atende o diabo atende dez vezes do diabo e uma vez do Cristo, o Cristo salva mas o diabo, o diabo, o diabo o Cristo, eu me sentia deslocado naquela época eu não tinha nem

condições de pensar em ser espírita, eu outra religião nem sabia, porque eu era muito cruel a gente e outra coisa que eu não concordava era a cruz pelo amor de Deus eu olhava assim e falava assim mas esse homem aí para todo o poder e tal sangue, sangue de Cristo sangue salva eu falei, sangue é violência eu já não me ajustava não pensar, mas não manifestava é claro, eu estava no meio de uma educação que vinha

quando eu passei para a Doutrina Espírito comecei a estudar e aquilo que está guardado dentro de você, você encontra a resposta não sentia, não é no educar porque educar não é todos que aceitam que vamos fazer assim assim assado não tem que entender quem quer estudar, quem quer se desenvolver e a hora aparece o acontecimento vem, só não pode deixar passar ao ser preguiçoso tem que procurar para saber se é a

sua hora ou não, porque às vezes você vem de reencarnação de tanta dificuldade nessa questão que Deus te ajudou, Deus te ajuda Deus vai fazer isso que você não não entra na sua consciência mas o Espírito queijo, tem que estar aberto para aqueles que na hora está lá sentado igual eu sentei cru sem saber nada escutei a minha primeira palestra obsessão e fascinação nossa quando ele fez isso

explicou todo o meu sofrimento que eu tinha brigado com meu irmão Gêmeo que sempre nos amamos e de repente a coisa foi feia, e eu pensei que eu ia furar para eles me explicar que a culpa era dele, mas aquele orador falou que a culpa era minha, deu vontade de pular no pescoço dele mas não saí dali aprender, que eu senti e assim a gente foi superando todo aquela ranço e verificamos como aquilo de

vez para eu eu vou libertar, vai libertar vai, não prendia mais a gente e tanto que eu fiz uma live passada sobre Bruxaria Talismã, era o comentário com a Marlene, com a Maria Ribeiro na qual a gente via que eu posso pegar uma coisa ruim que não deve ser usada e fazer que é falar que aquilo é bom depende falar muito, pregar muito e vim de lito então a gente sabe que Roma todos que contrariaram o

poder estabelecido eles prendiam na cruz às vezes cabeça para baixo ou tal, vivos na entrada da cidade para quem chegasse veio ter medo e respeitar aquela forma de pensar ou de impor lá dentro não tinha outra opinião e o Cristo foi feito tudo mostrando como essas coisas esses acontecimentos esses fatos não liberta ninguém que liberta é o que eu amo o respeito o entendimento respeita as diferenças e

aquela forma de impor o pensamento não dava e interessante que quando o Henrique falou do livro dos Espíritos e o Evangelho eu sempre costumo dizer o seguinte o livro dos Espíritos a gente questiona se a gente não questionar e fazer debate nós não vamos crescer nunca por isso que Kardec lançou o livro dos Espíritos nós temos que ter debate a gente aprende, a gente erra a gente supera, mas tem

que questionar se não você vai ficar dentro do seu quadrado ali vai desencarnar, volta desencarnar, volta e não vai aprender nada porque não teve coragem ou teve medo e o que é o Espiritismo Kardec sentiu que as pessoas não estavam entendendo bem o que era o Espiritismo então faziam muita pergunta questionamento e falou vou lançar esse livro o que é o Espiritismo para dar uma lógica não pensar para que não precisam sempre

perguntar a mesma coisa e sem entendimento que a turma não tinha a doutrina Espírito surgiu por causa do que é mal os livros lá em Barcelona dali para frente todo mundo que sabia porque queimou então a coisa trouxe esse crescimento e o Evangelho eu só recomendo como Consolador, mas nada ele veio trazer ele veio trazer um Consolo da nossa forma mudar a fórmula entender a lei da causa efeito

entender a Olivia Bítrio que não era fácil parar de rezar para Deus para fazer as coisas Deus já fez tudo mas para isso tinha que vir o Evangelho Segundo o Espiritismo que não tinha esse nome mais ele é uma beleza eu uso ele num velório em todo lugar todos os acontecimentos alguém pede socorro eu falo abre o Evangelho me fala o que caiu e nós vamos conversar e vou fazer um atendimento sem o Evangelho não tem e

no final do Evangelho tem as orações para aqueles momentos na qual você cai em uma armadilha lá e quer oração para isso tem a oração para aquilo você tem o seu padrão e lá ele sai se é suicídio se é um ateu seja lá então é uma beleza então eu acho que eu posso ter aqui trazido alguma reflexão sobre esse esse Consolador Prometido é o Evangelho o restante é a formatação da nossa consciência Livro dos

Espíritos Livro dos Médios e Medio Unidade O Céu, o Inferno e a Gênesis são conhecimentos que tem que ser aplicados segundo o Evangelho sem conhecimento não tem condições nenhuma muito bem Marcos muito bem, obrigada interpretações aí e nós permitimos sempre é característica do ESCK ser diálogico dialético alteritário e ter alguma dureza as vezes mas sem perder a ternura jamais, essa é a nossa

característica por isso nós recebemos todos aqui de coração aberto para um franco debate e o nosso público é o maior beneficiário porque ele é que tem a oportunidade de refletir sobre tudo que desfila nos embalos de salas da noite e tomar suas próprias convicções nós por exemplo Marcos e Claudia que está com a gente e já é da estrutura central ESCK e Coaduna concorda com esses conceitos

que o ESCK tem protagonizado que nem sempre estão em consonância com o que a gente chama de Espiritismo Mainstream que é o Espiritismo majoritário o Espiritismo religioso tal qual lá em 1884 para frente foi concebido e que depois gerou a criação da própria federação espírita brasileira por exemplo Marcos nós achamos que Kardec embarca embarca em canoas furadas e acaba catando alguns termos que

não são convenientes para quem se diz como uma proposta audaciosa uma proposta revolucionária transformadora das ideias inclusive aquelas que foram patrimônio das religiões durante muito tempo a primeira crítica respeitosa que nós fazemos a Kardec é ter utilizado o epíteto Cristo Cristo é o mito cristão Jesus é outra coisa quando nós falamos Cristo nós estamos endossando a retórica cristã que

apresenta Jesus como o enviado o Deus conosco o verbo que se fez carne previsto pelos profetas do antigo testamento não reconhecido pelos seus durante seu tempo perseguido, açoitado morto e macerações que nenhum homem nem daquele tempo nem hoje superaria resistindo a tudo sendo morto crucificado levado ao secúlculo e ressurreto ou seja ressurgiu, ressuscitou e foi pros céus esse é o Cristo

e este não é o Jesus do Espiritismo então Kardecal do Evangelho no céu inferno na Gênesis, no próprio livro dos Espíritos, o nome Cristo ele confunde ao invés de esclarecer ele assume uma notação que as igrejas cristãs todas elas derivadas do cristianismo primitivo mais subordinadas à ética do catolicismo que alterou trechos que inventou passagens que inventou personagens e acabou deturpando a origem do

ensinamento retirando, por exemplo, num dos concílios como dizem os Jesus a reencarnação a palavra reencarnação substirou e a nossa sélia Bacchini que sempre nos acompanha beijão italiana agradável sua presença entre nós, volte sempre nós sempre conversamos aí todas as semanas pelo oatsado com a nossa sélia trocando ideias, aprendendo um com o outro

a sélia diz assim o maior engano engano de quem? dos espíritas é achar que o espiritismo é o consolador prometido que o espiritismo traz consolo, não na sombra de dúvida traz sim que o espiritismo passa a fazer as pessoas enxergarem a vida, o universo as relações interpeçoais a vida e a morte não há dúvida nenhuma isso é um consolo no sentido de trazer uma ideia nova que foi retirada das mensagens de Jesus pela

ideologia católico cristã que povoou ao nosso mundo ocidental então muita gente com complexo de vira -latas acha que nós não temos capacidade nem estofo nem estatura intelecto moral para contestar o que estão nas obras de Kardec le do engano, meus queridos le do engano equívoco, grave porque ele mesmo disse que o espiritismo deveria ser objeto de permanente observação e construção das ideias espiritas em uma

passagem diz assim se novos princípios surgirem o espiritismo osa dotará se a ciência propredir mais rapidamente do que as revelações mediúnicas ou as informações sobre as coisas a partir da mediunidade que não estão circunscritas aquele intervalo de quase 12 anos do trabalho coordenado pelo professor francês nós devemos observar e acatar mas também nos disse para aqueles que gostam muito da literatura

espírita mediúnica brasileira que é, que tem o seu valor a sua importância que tem um componente importante na difusão da mensagem espírita quantas pessoas que se tornaram espíritas a partir da leitura de um romance não digo nenhum romances de xico por Emmanuel um romance mais simples mais água com açúcar como por exemplo violetas na janela é a porta de entrada mas ao entrar você vai divisar um

universo totalmente diferente não é? vai poder comparar o que está no romance que é uma obra de ficção que é uma obra inventada pelos homens e quando eu digo homens são os homens que aqui estão encarnados e os homens que estão desencarnados por favor eu não estou fazendo apologia não, não está correto, é que eu coloquei termologia mas eu concordo eu concordo os homens que eu estou dizendo o homens

que estão dando a vida a humanidade em geral homens e mulheres que estão daqui da terra ou do outro lado da vida eles estão nos trazendo percepções pessoais individuais como aquelas que estão também nas obras de Kardec o fato de ter sido repetido diversas vezes que Jesus é o Cristo levou o Kardec a concordar com isso e inserir na obra na época então Marcos eu não estou fazendo uma palestra em cima de que eu estou

falando pela Nônia de Deus mas é assim, se não for mais que eu considerar que o Espiritismo seja capítulo 5 do Evangelho o Cristo Consulador como é que nós podemos considerar que apenas um terço da humanidade que reconhece Jesus como personagem importante enquanto dois terços nem sabem que esse homem existiu, nem presto nem consideram como um avatar como uma personalidade importante para

a humanidade vão estar em todo esse contexto será que eles por não conhecerem o Espiritismo e não conhecerem um cristianismo vão estar sem consolo então nós substituímos o artigo definido o Consulador Prometido o Cristo Consulador para o artigo indefinido um Consulador Prometido um Consulador para a humanidade porque eu acredito que os meus irmãos e você os considera como irmãos também bundistas

chintoístas, confucionistas hinduístas e aqueles mesmo que não professem religião alguma tenham também acesso a essas informações espirituais para serem consolados serem a nossa questão sempre deve causar um impacto, deve sempre merecer a nossa reflexão para que nós não sejam nos massa de manobra porque como é que você vai chegar disse a Claudio Apoco para um membro de uma outra religião seja ela cristã ou

fora do cristianismo e dizer assim óh gente presta atenção aqui vocês só poderão ser consolados se estiverem atentos às mensagens espiritas, tem coisa pedante é isso, é dizer que imagine quantos espiritas é nominados e nós temos no Brasil 10 milhões? quanto nós somos da população? e no mundo? dos mais 140 milhões, quantos

são espiritas? e aí, queria dizer que só esse povinho tem acesso ao consolo que parece uma atitude bastante reprovável com base nesse tema que estamos trabalhando que é enfocar o diálogo positivo o diálogo construtivo com as religiões de que você é o nosso expoente como convidado queres complementar

alguma coisa? não eu sei que a termologia que eu estou usando é aquela que você tem que usar nesses encontros interligiosos mas dentro do centro espírita você não pode, você tem que entender o que o Henrique está nos trazendo porque assim você vai montando uma consciência nova e sabe que todos que estão ali vieram desses conceitos milenares e que Kardec lançou o espiritismo para mexer nisso mesmo e

que o Henrique falou é essencial e ele foi claro, se houver um debate entre o espiritismo e a ciência fique com a ciência e se ela for boa vai dar bom dos resultados, se ela for mar nós vamos aprender, nós somos imortais não precisa condenar porque ninguém, nenhuma religião cria ciência, nenhuma o único que aceitou a ciência foi Kardec que trouxe o tripé, ciência, filosofia e re -ligar com a consciência

espírita, está de parabéns Henrique muito bem, muito obrigado essa é a tônica que faz a gente ser sempre crítico a tudo não nos considerando, a Cláudia quer

complementar? quero a Luisa colocou o Salvador da mesma forma que as pessoas precisam de um herói um Salvador para resolver os seus problemas eles também precisam colocar a culpa em alguém o espírita tem a mania, foi o obsessor foi não sei quem então não só o Salvador colocam como também alguém que tem que resolver seu problema não sou eu, meu próprio Salvador e também não sou eu que faço

meus problemas sempre culpando o outro são coisas que precisamos e espírita é ótimo nisso e vocês estão falando do Cristo e olha que engraçado lá no livro dos Espíritos quando perguntam do nosso modelo um dos nossos modelos da humanidade, eles falam Vede Jesus, eles não falam Cristo então por isso que também tem todo esse contexto que o Marcelo falou do Cristo era isso isso mesmo está de parabéns

é um contexto que eu nunca pensei eu adoro os debates porque você vai somando conhecimento eu falo assim na minhas palestras quando a gente sabe que a gente pensa que sabe tudo Deus muda as perguntas e tu tem que correr atrás é isso aí, a gente nunca sabe tudo não tem como o cidadão que era especialista em usar o calcanhar lá na Grécia antiga depois ele veio pra cá e se transformou num dos maiores

nomes do futebol brasileiro o homônimo dele então o cara do calcanhar que é o Sócrates ele dizia que nós não poderíamos saber tudo só sei que nada sei uma demonstração de humildade e uma abertura pro crescimento pro progresso intelectual ético, social etc mas gente, eu queria dizer pra vocês que nós temos uma presença ilustre nessa live o Barbudinho Marrento está aí, vamos votar aí na tela Carvanyac de Kardec Jesus,

olha aí temos que questionar para desenvolver o espiritismo é isso Carvanyac em obras posse mas está escrito nenhum movimento apreciável de ideias, boças em período menor do que um quarto de século olha aí, que ideia interessante então precisamos no mínimo 25 anos para que uma ideia ela se torne conhecida e possa alcançar um nível de maturação que ainda não é um nível de maturação definitivo mas que

nos oferece um grande campo de pesquisa desde estudos, por favor deixa número 2 que eu nem lia ainda de 25 em 25 anos pois é que a constituição orgânica do espiritismo será submetida à revisão sem ser demasiado longo esse lápis de tempo é suficiente a permitir se apreciem as necessidades novas e não se causem perturbações por efeito de modificações muito frequentes veja, esse trecho de obras posse mas nós enxergamos o

professor Rivaio nós enxergamos a sua tenacidade o seu espírito crítico a sua lógica e o seu bom senso mas meu querido cavanhaca de Kardec e todos que estão conosco nessa lumbinoza live assim como nós descobrimos resgatamos algo que já tinha sido tratado até mesmo na época de Kardec e foi colocado panos quentes depois na década de 50 foi levantado novamente e mais quando os quentes da federação

espírita brasileira colocou em 2018 quando lançamos este livro a Gênese pela Feal com tradução do nosso querido um beijo para você, Carnos de Brito em Baçaí, o professor em Baçaí filho do grande Carnos em Baçaí do Ad Salvador depois do Rio de Janeiro nós levamos novamente um sucessor uma sucessiva colocação de panos quentes e dizem, não, não tem nada disso ninguém adulterou e bla bla bla então o que você imagina

do que fizeram se fizeram isso em 69 com o céu inferno, em 72 com a Gênese o que eles fizeram com um livro 21 anos depois na morte de Kardec que é o tal obra de Pófons de 1890 então, quero dizer hoje é você em primeiríssima mão que nós estamos estudando o livro, Óbora às Póstolas e em breve estaremos estudando o original em francês e não as tradições brasileiras em breve teremos novamente

novos capítulos desse processo de adulteração do pensamento de Kardec, mas esse texto que você trouxe até vou ouvir os nossos convidados a Cláudia Primeiro, depois o nosso Marcos tem tudo a ver com a ideia de progressividade dos ensinos e dos espíritos não é isso, Caldo, o que a gente pode tirar desse trecho muito bem formatado e resgatado pelo Cavaniac não estou ouvindo? me perdi nos comentários,

desculpa o que ele falou aqui? vamos colocar o primeiro que ele fala ele recomenda que de 25 em 25 anos porque esse é o prazo de maturação das ideias poderiam ser revistas os princípios, os fundamentos as ideias espíritas acrescentados outros princípios porque esse seria o tempo pra maturação sem ser demasiado longo pra que novas ideias fossem apreciadas não, tudo bem eu acho que isso já

acontece no nosso período, mas sem adulterar como você colocou não podemos adulterar a obra original mas podemos ir acrescentando trazendo a base que a gente já tem eu acho que é isso então bem, você Marcos eu na minha opinião sempre será que tudo se transforma não tem jeito ninguém é dono da razão ele escreveu essas obras na época onde o cristianismo até queimou os livros dele então a gente tem que

estar com a mente aberta eu gostei da hispanação da claude falou, não devemos adulterar o original mas devemos e começar a montar nossa consciência daquilo que foi escrito lá porque foi que escrito numa época que eu admiro o cardeco pela coragem a gente vê nos estudos como foi difícil ele achar uma gráfica porque estava tudo na mão da cristandade, ninguém podia publicar os livros dele e quando

publicou como os conceitos que tinha na igreja começou a obrigar com a frança chamar os franceses de burro ignorante como é que podia olha a cabeça dos bichos meu povo como pode um parente seu uma mãe, um pai desencarnar e reencarnar num porco numa barata porque ele estava usando algo que fosse bem nojento para tirar do pensamento daquela pessoa ou daquela religião e falava assim e não sejam tão ignorantes

que nem os franceses que deixou surgir esse conceito espírita agora tu imagines esse povo não tivesse a liberdade de questionar por que ele está falando e fosse estudar que não existe reencarnação regressiva, a pessoa voltar para trás, não existe sempre é para frente porque é uma lei de amor de caridade, respeito, evolução evolução é feito para frente eu tiro essa conclusão quando a

espiritual da humanidade mandou eu entrar num presídio na minha opinião, na minha educação aquilo lá devia jogar uma bomba acabar com aquilo, só tem organização criminosa e na ca... colhe

nossos impostos o que que a espiritualidade fez? vai trabalhar lá dentro quando eu entrei, comecei eu entendi um nível de ignorância deles tanto é que eu não ri eu falei que a gente não pode rir aqui também foi comentado os que pensam diferente eles chegavam para mim e faziam assim como é que

souber o espiritismo? a gente fazer o pai nosso a ave Maria, para Deus proteger quando a gente vai fazer um assalto um sequestro, um roubo e eu tive que ficar sério porque era consciência que tinha ali, tinha que ser trabalhado bem devagarzinho, com muito cuidado para na qual interagir interagir com uma consciência nova porque o espiritismo, pelo amor de Deus tem uma consciência que não vai ela vai para

frente tem que estudar, analisar para cada época, porque a ciência hoje nós temos o celular a inteligência artificial tudo isso vai mexer com um contexto que naquela época Kardec não tinha essa preocupação a tecnologia já era analisada em um contexto industrial da época e tal das raças, das religiões eu ainda acho que Kardec foi muito inclusive sobre o questão do dia internacional da mulher que

queimaram as mulheres lá na fábrica 167 mulheres dentro da fábrica de TSNN Kardec não ia colocar nos livros esses questionamentos sobre o direito da mulher o que a mulher se não planos espiritual, não tem sexualidade não ia e ele estava pronto para lançar o livro dos espíritos, quando houve esse contexto que mexeu ele opa vamos trabalhar, vamos trazer informações e foi uma beleza para nós estudiosos

essas questões do feminismo e tal então, mas por que?

porque ele aceitou a modificar e questionar para trazer um mais novo contexto, então eu acho que está tudo na base tudo está acontecendo certinho e a transformação nunca vai ser feito por amor o respeito não traz com unção Jesus falava o fogo em cima do povo em cima das pessoas o fogo é isso, como eu tenho que escutar certas coisas que eu não acreditava e tenho que analisar aquilo mexe

com seu sistema nervoso central periférico e tudo porque mexeu como Cristo fez pelo amor do Deus perdoar os vossos inimigos nossa, lá era matar os

vossos inimigos e como é que vai? perdoar as pessoas que pensam diferente pelo amor de Deus e isso mexeu numa época difícil e Kardec veio trazer com uma consciência para aquela época e agora a gente vai se atualizando tanto é que na minha espaleta tem cento que não aceita quando eu dou uma cutucada no pensamento novo mais ajustado não tem céu, não tem inferno não tem cogatórias, não aceita

trabalha com isso encha a casa ameaçando eu lembro do Amilca você quer encher o centro espírita, ameaça o espírito do umbral quem não vier na minha palestra vai com umbral aí vai e se a gente ria porque nós não temos essa conotação nós respeitamos as diferenças mas tem cento que não vai ali e quer que seja daquele centro o nosso amigo espiritual está me lembrando aqui de aproveitar um recorte seu que você

falou da questão de que as igrejas falam muito no diabo sim a correspondência disso a correspondência disso no meio espírita é falar da nossa visão romanceada espírita do inferno do purgatório transmodando para a teoria espírita dita espírita, porque a espírita não tem nada que nós vamos para lugares de privação no espaço quando desencarnarmos tipo vales e umbrais a coisa é tão complicada nós

trabalhamos esses dias aí com a questão do livro nosso lar que elas não entendem a semântica umbrau significa passagem assim como demônio vem do grego daemon o que significa espírito e o espírito pode ser do bem ou do mal como os humanos podem ser do bem e do mal ou como os humanos que são bons procuram ser bons podem ter os momentos de fraqueza e serem maus e aqueles que são maus você e eu

convivemos em presídios também tem coisas boas então quando a gente alimenta essa crença doentia dogmática e fanática nós damos aso a adulteração do pensamento de Kardec e ao conversar um evento estudantil um evento universitário com uma pessoa que veio da Unicamp e é formada doutora em ciências da religião porque as religiões são estudadas científicamente academicamente nós temos inclusive alguns

espiritas que são conhecidos os nossos que se formaram em faculdades leicas melhor dizendo do que leicas leicas ou seja sem vinculação religiosa a Unicamp por exemplo não tem matiz religioso a Apulque, a pontifícia universidade católica ela tem um viés religioso mesmo que vai trabalhar com outras filosofias e ciências então temos conhecidos espiritos que se formaram mestres ou doutores em ciências e

religião que problema tem isso? Nenhum porque as pessoas estão dialogando com esses segmentos estão apresentando a proposta espírita e estão formando um pensamento que pode ser maturado que pode ser desenvolvido sem a necessidade de nós interpolarmos de nós introduzirmos os conceitos de opiniões pessoais dentro da fundamentalogia espírita.

Mas vamos à pergunta número 7, produção e antes da pergunta eu faço um pequeno introdução para que todos nós contextualizemos essa circunstância lá entre 1850 e 1860 nós tínhamos aí na Europa como um todo um embate entre católicos e protestantes tinha sido feito a reforma religiosa e a França era um berço forte do catolicismo mas haviam outros países limítrofes a França onde o

protestantismo era mais forte até que o catolicismo e na própria França tínhamos a igreja protestante esse contexto levava em bates porque algumas diferenças foram expressadas desde a criação da igreja protestante com a reforma de Martín Lutero uma dissociação entre alguns dogmas, em algumas verdades alguns conceitos fundamentais que eram professados pelo cristianismo catolicismo o professor francês nossa

Lanca Ardeck, ele não se esquivou dessa polêmica não e escreveu um artigo que é um dos melhores três textos da Lávora de Allan Ardeck que está na revista Espírito do mês de dezembro de 68 preste bem atenção na história na cronologia dos fatos em dezembro de 1868 Ardeck estava já bastante aduentado, praticamente não saía de casa e se limitava a ler correspondências junto com a querida Amélie Gabriely e

realizar aí as suas exceções que eram quase sempre na sua própria residência então Ardeck escreve o discurso da sessão anual comemorativa dos mortos de 1º de novembro de 1868 e reproduz esse discurso na edição do Fácil Comensal de dezembro da Rebiú Espírito aí um trecho que está na lousa está na tela é o seguinte a afirmação de Ardeck é que no sentido filosófico o Espiritismo é uma religião

o que seria então Marcos esse sentido de ponto de vista filosófico e vou perguntar também pra Claudio em seguida e a parte disso considerando que o Espiritismo na visão de Ardeck não seria a religião a não ser no caráter filosófico e o que seria esse esse critério esse caráter filosófico como é que nós vamos travar esse diálogo interreligioso já que conforme Ardeck o Espiritismo era uma

filosofia espiritualista de bases científicas e consequências morais e jamais uma religião muito bem e esse é um contexto que eu adoro porque é natural a gente tem que não querer saber mas sentir com saber porque se fosse uma religião nós teríamos todos os dogmas de todas as reuniões você pode basear pela primeira pergunta do livro dos Espíritos porque o Ardeck foi escolhido porque era

alcético ele não acreditava nos Espíritos porque naquela época tinha muita peça teatral, cobravo e tal, ela em telecócolis aprendia e tal ele não acreditava segundo ele foi escolhido para ser cientista pesquisar saber se é verdade dentro do conceito da tomadê e terceiro como professor a doutrina Espírito precisa ser didática colocar em ordem não podia fazer uma bagunça toda e não teríamos o que discutia hoje e ele

foi chamado pelos colegas para assistir um trabalho sério da mesa de rigerante a psicografia no lápis, numa cestinha e ali ele viu o trabalho sério ele passou a mão para o cima, para o baixo ele falou, a mesa não tem mesmo, não tem pensamento eu preciso fazer um estudo para ver se eu dou continuidade porque a doutrina dos Espíritos não é feita pela inteligência do homem não ah, eu tive uma boa ideia

é uma doutrina dos Espíritos Kardec foi usado pelo conhecimento que ele tinha aí, o que ele fez? eu vou fazer uma pergunta aí eu vou entrar onde o Henrique está o que é

Deus? se respondes Deus é pai, Deus é bão, Deus é justo Deus é que sabe Deus que comanda que nós temos aí, Deus comanda tudo e tal ele fala, não vou seguir em frente, porque se todas religiões falam mas quando trouxe a resposta que Deus é inteligente se a Suprema causa a primeira ou primária de todas as coisas ele como cientista falou, sentimos ele aqui enorme ele tipo, a de mexer em

todos os assuntos livre, livre, abrir de livre pensar, aí ele deu o andamento e nos trouxe o livro do Espírito agora tem um tripé ciência primeiro ciência, beleza filosofia que é o, se conheça a ti mesmo para que o céu te ajude a dizer o seguinte eu vou só trazer um um palágrico aqui sobre o céu, inferno e pulgatório na minha espalheça eu falo assim eu levanto, briguei com a minha esposa palco

meu eu estou no inferno, acabou vou lá, peço desculpa olha, eu estava errado do sentir, eu já estou no céu agora eu entrei no centro espírita na cigana agoga, você já onde for você vai parar para pensar e receber, orientação certa ou errado, isso é o pulgatório então a gente viaja entre o céu inferno e pulgatório num dia, se tudo desencarnar com ódio, raiva incompreensão mentira é

claro que tu vai pro inferno mas não é o inferno lá é o inferno aqui dentro então tem muitas centro espírita que não concorda com isso e não me chamam os que gostam nossa, tá, eu tenho agenda até o final do ano, então ciência, filosofia e religião somos ou não somos a religião somos religião de acordo com a lei do país você tem que registrar você é uma religião para que possa ter seus direitos

pagar os impostos alguns sim e outros não somos religião mas no sentido da adoração de ter rituais nós não somos é o sentir então eu vou fechar aqui pra passar a palavra um caso que aconteceu na Bahia o pasto, a Bahia é outra cidade mas vamos no fato um bicho escreveu um artigo no jornal falando resumindo que o espiritismo é igual ao banda candomblé que tem rituais tal tal tal a associação espírita vamos

dizer da Bahia fez um artigo outro dia aí acabou com o bicho falando assim ó eu respeito muito a religião afro porque são nossos irmãos de reencarnação mas ele tem muito mais a ver com catolicismo do que com espiritismo aí colocou porque primeiro tem vestimenta a religião afro tem um arresteio e o catolicismo tem segundo tem rituais a igreja católica tem e o manda também tem

consome alco os dois tem suas diferenças tem adoração a imagem os dois tem e foi feito assim no final fechou então vocês têm que se entender porque vocês são mais iguais do que com o espiritismo então é bom a gente prestar atenção nessas passagens pra que a gente possa alguém chegar pra você é religião ou não é e não é depende do seu modo de interagir e pensar mas no conhecimento não somos religiões no

conhecimento mas na necessidade somos religiões porque nós temos que aceitar esse povo que vem de outras religiões quer que seja religiões nós vamos falar pra nós mesmo tem que falar com as pessoas que pensaram e que tem uma diferença pra fazer o aoê, o teste e essas coisas toda e crescer no

sentido tá bom Henrique? o nosso público tá percebendo aí que nós tratamos dos temas com respeito e seriedade não perdemos a ternura e acabamos tendo pontos divergentes nessa interpretação gostei da tua resposta Marco no tocante a dizer que depende, é

religião ou não é religião? Depende depende do freguês depende do freguês essa semana tava até na aula doutorada e o professor disse assim freguês tem sempre razão, não de estratégia empresarial o freguês pode não ter razão e você dizer pro cliente que ele não tem razão porque afinal de contas não somos vaquinha de prezepe que ficamos fazendo esse único o Henrique coloca na tela por

favor observação da Marta Noves nossa colega aí eu só falei isso, que é religião porque quando eu tô na casa deles eu tenho que respeitar o modo deles pensar mas quando eles veem na minha aí eles tem que respeitar o meu modo de pensar eu falo isso porque eu tava no meu escritório uma senhora ligou falou assim, Marcos eu tô aqui fazendo um curso estudo da Bíblia e o padre falou que não existe reencarnação aí

eu falei pra ele, eu vou ligar pro Marcos e ele vai explicar aí eu falei meu anjo, você tá onde? fazendo o curso? Então, tá na casa dele que eu vou explicar o que se você não quiser se não tava aí, mas tem que respeitar e é bom você saber a diferença

tá bom? Aí diz ligue aí então a colocação da Marta é muito, muito providencial ela diz assim, achas mesmo Marcos que não temos rituais o que dizer da página a seguida da prece e depois a seguida pela exposição que depois a seguida pelos passes e por último a água fluidificada isso não é um ritual? todas as casas ou quase fazendo

tudo da mesma forma quer responder? Não é ritual rituais mas o espírito trata como um ritual, porque se ele estudasse ele é outra coisa que as casas não me aceitam muito, por causa disso eu vi o fala assim espiritismo não tem rituais e a água fluidificada então você vai lá, entra no site e digita mensagens da água maçor e motor você vai ver que a água modifica os cristais conforme o seu

pensamento é ciência exata não é algo espiritual, agora o centro espírita fica falando, vamos fluidificar a água vou fazer o evangelho que os espíritos vão botar o remédinho eu falo o remédinho, é os médecos da terra que te dá mas o plano espiritual ele te dá a energia fluídos para superar os desafios então é ritual para quem quer que

seja ritual o passe, o que é um passe? é você jogar pensamento para aquela pessoa ficar positivo agora, é para curar a cura deus pertence eu costumo falar assim as igrejas invagéricas, desculpe eu sou misir, irmãos estão me escutando curam mais do que Jesus na época sai ali, nossa quanta gente curada e ele não entende que Jesus não resuscitou lá, Zaro se resuscitou na sua consciência para ele morrer

depois porque que não viveu milênio, milênio de ano então, tem alguma coisa que tem que ser contestar o Zaro, perceber que existia Jesus veio, eu vim cumprir as leis se ele resuscitar um morto, ele está fazendo um espírito ir e voltar é contra a lei da natureza, ele veio cumprir a lei então, ele estava em estado de Domêniz o estado de Calepysia, sei lá e ele sabia que não tinha morrido simplesmente, né e assim

vai indo para o cidadão Marcos Goulart responsável por esse trabalho de diálogo interreligioso ou seja, diálogo da posição espírita com a posição de outros religiões naquilo que couber, naquilo que for possível para convergir e não para divergir de modo de associar o trabalho para o cidadão Marcos Goulart o espiritismo é uma religião para Marcos Goulart, não de jeito nenhum agora, se eu for abrir um centro

espírita é porque eu preciso colocar lá a conotação, CNPJ como uma entidade religiosa não, não tem como as leis aqui não permite você abrir uma atividade com CNPJ a senter um artigo lá na lei que vai fazer você existir perante o homem agora perante Deus, perante a espiritual da perante do trabalho de Kardec nós não somos religião e outra coisa todos os pastores, o padre, há dez anos que

estão comigo foi a possibilidade de eu aceitar como religião e depois interagindo de vaga eles foram pedindo as obras foi entendendo que somos mais ciências e filosofia e que a religião para nós, espírita é religar nós temos que religar com as coisas espirituais nós não podemos ficar na adoração nas questões cristãs dentro do espiritismo se você não se religar com pensamentos novos, Kardec trouxe mas

essa é marcos no sentir não é religião porque religião tem rituais agora para a lei você tem que ter uma denuninação essa é minha opinião não sei se você pode fazer um contraponto marcos porque essa é a minha área eu me formei em direito em 1993 e tenho exercido a profissão então há 31 anos e tenho mestrado curseidoutorado em direito e essa é uma questão bastante controvérsia então tenho que

ter um certo cuidado para entender o espírito da lei eu mesmo participei de uma instituição até pouco tempo atrás fui vice -presidente e depois fui presidente no cinto cultural espírita Herculano Pires aqui em Santa Catarina na cidade de São José no lado de Florianópolis e nós não categorizamos perante a regularidade jurídica essa é a instituição tanto que o nome é centro cultural como uma instituição religiosa a

única benesse de se caracterizar como instituição religiosa é gozar da imunidade tributária. É não resgolhar nenhum imposto municipal, federal, mas não

fica exenta das taxas. Então se o poder público institui determinadas taxas como a taxa de iluminação pública, o centro espírita sendo ou não sendo o religião, ele vai pagar porque a imunidade não alcança as taxas nem contribuições de melhoria nem outros tributos, apenas o imposto, a categoria do imposto. E eu já discuti isso com vários companheiros discutindo um bom sentido

da palavra, né? Que se você não se considera uma religião, você não pode se valer de uma entre aspas fraude dizendo -se religião para obter essa benéfe tributária. Mais vambás. Da instituição pública, do Estado. Isso. Agora se você tem a convicção, tu acabas de demonstrar que tu não pensas no espiritismo como religião, mas faz as diferentes de que a instituição que tu pertence tem que se declarar

religiosa para gozar da imunidade tributária. É só isso que existe, tá? Não tem que impôs. Ah, espiritismo é obrigatoriamente religião no país só porque no senso demográfico de BGE tá lá. Opção de sua religião e a maioria dos espíritas coloca espírito. Eu respondo o senso, respondo de último agora e disse não tenho religião. Não tenho porque para mim e para Kardec o espiritismo

não é religião. Então eu não posso, como disse Yexua, esse Yexua que tá no fundo da tua tela, né? O queridíssimo magrão, como nós chamamos no ESCK, não consolidou o espiritismo como religião. Não é? Então se ele não tratou o espiritismo como religião, mas os homens do nosso tempo o transformaram numa religião, nós temos que saber separar, né? Sim.

Então as opções são muitas, né? Mas me parece que quem considera o espiritismo como não religião e adota configuração tributária de religião está fazendo o que Jesus disse que não deveria ser feito. A César o quer de César e a Deus o quer de Deus e não servia a dos menores, a Deus e a Mamon. Então nós respeitamos nas divergências também. Não, não. Como disse minha nódo de falar, o mundo é dos esperto, mas

o céu não. O céu é um estado de espírito, tá? Então todo mundo quer bancar esperto e tá. É o mundo é deles, material. Mas o espiritual já chega lá no concerto. Muito bem, no concerto. Bom, nós estamos aí com mais de uma hora e quarenta de live e infelizmente estamos partindo para as nossas considerações finais. Eu sei que o tema nós preparamos para hoje vinte questões e ainda tiveram as

questões no na participação do público, né? Que também enriqueceram sobre maneira e isso é a função também desse trabalho do ESCK. Permitir que você possa participar ao vivo, né? E já fica aqui o convite para você, Marcos, para voltar numa num revival, numa segunda oportunidade

para a gente avagar de novo esse tempo. É, antes de eu encerrar e antes de partir para as considerações finais, eu queria saber se a Cláudia tem algo a dizer sobre esse último bate -papo aí na mesa do ESCKK. Pidipongue. Você sabe que é nesse, nesse diálogo aí, né? Esse discurso de Kardec, ele fala que a Doutrina ela inicia os laços de fraternidade comunhão e ele

fala que a religião seriam laços, né? Então, o Espiritismo na minha ouvir não é uma religião. Por que? Porque nós não professamos na realidade uma religião ou dogmas, mas nós trazemos todos para perto de nós. Inclusive, quem não tem religião, quem não acredita em Deus, os ateus agnósticos, então, se

fosse uma religião isso não teria sentido, né? Então, eu sempre falo isso, inclusive para os alunos lá do curso preparatório, não somos religiões, acolhemos a todos, ouvimos, dialogamos, conversamos, trocamos ideias, né? E lá no discurso ele fala, olha que interessante, que se fosse uma religião seria

uma nova edição de outras religiões, né? Seria uma, teria uma casta sacerdotal e até cortejo de hierarquias, cerimônias e privilégios, ideias e misticismos. Nós estamos vendo o que hoje em dia no Espiritismo aqui no Brasil? As pessoas estão levando para esse lado e não o lado da

doutrina filosófica e moral. Nós podemos fazer prece, fazer nossas práticas, sem problema algum, mas nós temos que parar e analisar, inclusive isso que o Max falou, que é interessante, né? das pessoas acabarem colocando como religião para não pagarem postos num lugar

físico. E por que não nós não fazemos igual, fazíamos antigamente as pessoas antigamente reuniões familiares, em vez do evangelho no lar, um estudo no lar com as pessoas. Talvez evitar isso daí também, né? Para isso. Muito bem, Claudinha, então nós vamos partir para as nossas considerações finais ó, é, eu sei, é no meu live ele falar, mas não tem gente, se não existe. A gente lamenta, mas temos todos nós outros

compromissos, vocês também, né? E segurar uma plateia em duas horas de live. É bonito. É um desafio, a gente tem procurado ficar no menos de duas horas justamente para que as pessoas possam aproveitar, até mesmo os que assistem depois não conseguem sempre um tempo para assistir mesmo com o modo acelerado do YouTube,

duas horas de live, né? Então a gente procura, tem procurado ficar mais limitados aí um pouco desse retorno, desse recuo em relação às duas horas. É, vou deixar então, primeiro para, para Claudinha, para as suas considerações finais e você o, tchau. Ah, ah, ah, tá vendo só. Tá

tão bom. Tava bom. Eu quero dizer o seguinte, que esse diálogo, ele é super importante e que deveria existir mais com qualquer roda de conversa sobre religiões, sobre espiritismo, sobre, com pessoas que não acreditam em nada, seja o que for, inclusive, as pessoas poderiam conhecer um

pouquinho do Jesus histórico, né Marcelo? Que nós já falamos dele aqui, porque ele é tão rico, ele é, é tão gostoso ouvir sobre ele e talvez mudasse muita ideia dos dos espíritas e dizer que foi um prazer te conhecer, Max, te ouvir, essa troca é muito gostosa, é, eu estava bem nervosa, a gente estuda bastante, tem umas folhas coloridas aqui, mas o ponto é importante conhecermos a obra e aí a gente faz

propaganda de novo, agora vou fazer do livro verde, do que é o Espiritismo novo e das revistas, porque são livros que são ilustres desconhecidos dentro das casas espiritas, ah, eu estudo de Espiritismo, mas estuda o quê? Gente, vamos estudar Doutrina, depois a gente coloca o resto, tá bom? E

para um sábado à noite, obrigada, um beijo, tá? E até a próxima, valeu, Galdinha, sempre com a sua simpatia, sua alegria, aguardo um pouquinho lá na

sala do chá, e ela já saiu? É, eu tenho, eu tenho orientar meus comentaristas a guardar o fim, porque no final você quer agradecer, mas uns estão tão até, ela deve ter compromisso, porque mulher faz mil coisas, então ela teve que sair correndo para resolver alguma coisa, o leite vai derramar, mas ela está indo nos bastidores, daqui a pouco a gente vai conversar na sala do chá, como a

gente costuma dizer. Marcos, seu espaço aí para as considerações finais, por favor. Eu quero, aqui agradecer de coração essa oportunidade, porque são poucos espaços que dá você, você, ah, o sentir, porque é complicado no sentido de interagir com sentimentos na qual sai do nosso meio e vai com um

plano de entendimento maior. Quero salentar que Kardec nos trazia, que era a melhor mil centros pequenos do que um grande, por esse fator que a Claudia comentou ali, sobre o invagério, sobre eleito, as pessoas se conhecem, eu vou em centro que tem duas, três, quatro pessoas só, é muito gostoso, mas também vou dar que tem 500 mil, também é gostoso, mas com notação completamente diferente.

Então, não se preocupem em fazer um centro grande, porque aí nós caímos na armadilha de levar vantagem. E quero agradecer a doutora Paula Montinho, presidente da Comissão de Integração sobre a Intolerância Religiosa da Obé Guarulhos. Ela apoia, chama todas as religiões e faz esses encontros, tá bom? E

a Obé São Paulo também. É uma oportunidade que o Espiritismo tem de interagir, colocar seu ponto de vista sutilmente para que as pessoas possam, né, são os líderes, sentir que não é bem assim. E nós também, Espírito, ouvindo, também tiramos

algum conceito que serve para o Espiritismo. E aproveitando a oportunidade, quero aqui de coração agradecer esse espaço e que nós possamos ter na nossa consciência essa força, essa determinação, essa alegria de discutir pontos de vista que nem sempre agradam a todos. Mas Jesus também não agradou a todos, então a gente vai fazendo aqui o melhor que pode divulgando essa doutrina, quero agradecer o

Henrique pela forma dele interagir e pensar. Isso traz conhecimento para outras pessoas na qual nunca pensou nisso, na questão igual que ele falou do Cristo e Jesus. Eu adorei parar de usar a expressão Cristo, usar Jesus, porque filosoficamente

é muito diferente e eu concordo com isso. Então, uma boa noite a todos, espero que eu não tenha trazido constrangimento, mas eu vim de escola diferente, recarnação diferente, família diferente, centro diferente, então a gente dá o melhor que pode e espero que todos possam retornar a pessoas, a fazerem em paz, tranquilidade e força de, com determinação do

aprendizado. Gratidão sempre, pois tudo que nos acontece é Deus que nos dá de presente, não é de ampla, tudo tem uma relação importante. Gratidão Henrique e gratidão a todos. Legal

Marcos, está na tela aí o teu canal youtube .com MarcosBG1950 para que o pessoal possa interagir com o trabalho que é muito relevante, muito importante, ele apresenta uma faceta diferente do trabalho que é feito pela maioria das instituições, grupos, federações, etc., e que mostra a disposição que está presente lá em Kardec, quando ele disse que existiam espíritas hinduistas, budistas,

católicos, protestantes, porque o Espiritismo não seria uma religião, seria um modo de ver o mundo, seria uma filosofia que pudesse impulsionar o indivíduo para as transformações primeiras, individuais, íntimas nas ações do cotidiano e depois

para a transformação da sociedade. E não haveria obrigatoriedade nenhuma da pessoa deixar a sua religião para professar as ideias espíritas, aprendendo com o percurso e observando e o estatismo religioso presente em todas as religiões, inclusive na chamada religião espírita fossem pouco a pouco

deixados de lado para captar a essência. Então, nós estamos muito felizes, a tua contribuição foi relevantíssima para a nossa integridade de nós, dentro e fora do Espiritismo, como nós sempre costumamos dizer, e você é um amigo do coração e breve estaremos juntos aí e mais uma live na segunda parte desse trabalho. Muito obrigado, meu nome é D .C.

Deixa eu fazer um fechamento. Eu recebi de um grande líder presidente da UZI, não vou citar qual, me criticando, falando que eu devia sair do Espiritismo e montar outra religião porque eu trouxe as religiões para dentro do Espiritismo. Aí, a minha intuição é uma beleza, eu falei para ele, peço desculpa, eu sei que você não está com uma consciência boa, mas eu não trouxe as religiões para o

Espiritismo. Eu levei o Espiritismo para outras religiões, porque eles já se reuniam há muito tempo e não tinham espírita. Aí, nunca mais mexeu comigo, graças a Deus e vamos que

vão. Obrigado. Marcos, antes de encerrar, está me vindo aqui novamente a lembrança, eu também fiz esse diálogo porque a nossa instituição, a Confederação Espírita Panamericana, que na época existia hoje, A Associação Espírita Internacional, a CEPA, foi, durante cinco anos, membro do Conselho Nacional de Saúde. E eu e mais dois companheiros eram os representantes. E lá, existem duas cadeiras

destinadas aos movimentos filosóficos religiosos. Uma cadeira era ocupada pela CNBB, a Confederação Nacional dos Bístucos do Brasil e a outra pelo movimento espírita que nós representamos. Então, isso é importantíssimo estar no fórum social, estar nos movimentos sociais, estar em contato com os outros para perceber as integrações no pensamento às convergências.

Então, parabéns a você, parabéns a nós todos por termos proporcionado ao nosso público que assistiu ao vivo e que vai assistir depois a gravação a oportunidade de discutir ideias e apertar os laços que nos unem uns aos outros. Muito obrigado. Fazendo o ponte. Igual ela falou, amigo. Pense

para aí. Aguarda lá um pouquinho. Gente, nós vamos partir, então, para o encerramento da nossa live, mas antes eu queria registrar com um Pesar, o falecimento da cantora espírita Paula Zamp, que foi comunicado a pouco pelas redes sociais, ela estava lutando contra uma enfermidade bravamente e ela desencarnou. Ela é muito cultuada, muito bemquista no samado do segmento religioso espírita.

Tem formação na área, tinha formação na área formada pela ordem dos músicos do Brasil e uma expoente do pensamento espírita no convívio também com outras filosofias e religiões. Paula, nosso beijo, você continua entre nós e que você continue a sua caminhada ascendente como todos nós e que haja uma possibilidade de reencontro futuro, seja em espirito e verdade, seja

na peregrinação pelas encarnações. Gente, queria avisar vocês a nossa próxima live, que é 20 de abril, ou seja, semana que vem, onde vamos tratar do estudamente e vamos receber com muito carinho, com muita alegria o professor Umberto Schubert Coelho, que é do Departamento de Filosofia, formado em Filosofia da Universidade Federal de Juiz de Fora, Universidade Essa, que alberga o projeto Cartas de

Kardec, com parceria com a Fundação Espírita André Luís, a Fial, trabalhando aí com os fragmentos dos documentos recuperados sobre o pensamento de Kardec, que tem sido muito útil a nós para descobrir, inclusive, as adulterações nas obras do codificador do professor francês. Então, estejam todos convidados aqui para nós conversarmos sobre o estudamente, a luz da Espiritismo, com o professor Umberto.

Agradecemos a sua audiência, sua participação, os comentários, as perguntas, os cumprimentos, e esperamos você na semana que vem. Um beijo, um abraço e tchau!

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