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Espírita pode falar de política? [Ep70]

Apr 05, 20251 hr 45 minSeason 17Ep. 70
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Entra em cena a quinta Live de 2025 do coletivo "Espiritismo COM Kardec - ECK", neste 5 de abril: "Espírita pode falar de política?" Na bancada dos "Embalos de Sábado à Noite", receberemos, pela vez primeira, Ruy Marcelo (AM), com Nelson Santos (SP) nos debates e Marcelo Henrique (SC), na moderação.Assim, de pronto, é imperioso cogitar:•⁠ ⁠O que é Política? De que Política estamos tratando? O espírita é um ser político?•⁠ ⁠Kardec tratou de Política em suas 32 obras?•⁠ ⁠Qual deve ser a conduta dos espíritas em relação à Política no cotidiano?•⁠ ⁠O Espiritismo pode ser considerado, lato sensu, uma filosofia política?•⁠ ⁠Como considerar importantes personalidades espíritas que atuaram nos Poderes Públicos (Executivo e Legislativo)?•⁠ ⁠O que dizer de um "partido político de base espírita"?Eis as preliminares "provocações", lembrando o grande Abujamra, para motivar a sua audiência e participação na forma de perguntas e comentários, em tempo real, contribuindo efetivamente para os debates que estarão nos "Embalos ECKanos".

Transcript

Olá, você, tudo bem? Aqui tá tudo ótimo. Vamos nós mais uma vez, para os embalos de sábado à noite. Aqui no espiritismo, com Kardec, o eck iniciou o mês de abril e nós aqui estamos duplamente em festa. Por quê? Porque comemora-se em abril, como se sabe, o aniversário da obra pioneira, aquela que é o ponto de partida do espiritismo, em 18/04/1857, você já sabe. Você já está careca de saber. Allan Kardec trazia a lume a

primeira obra. De sua lavra das 32 que ele escreveu, a primeira edição de o livro dos espíritos, ainda há uma edição simplificada, pequena, com 500 questões, 501 questões, que depois iria se transformar na edição definitiva, com 1018 ou 1019 questões, de acordo com a editora que publicar. Os originais em francês,

traduzidos para o português. Nós aqui, você já sabe, utilizamos a tradução do professor José Herculano pires, patrono espiritual do grupo espiritismo, com Kardec, editada em geral pela lac livraria Allan Kardec editora, mas também encontrada. Nos originais da federação espírita do estado de São Paulo, a editora feesp. Pois bem, hoje estamos aqui para tratar de um tema importantíssimo para o segmento espírita em relação às nossas vivências encarnatórias e vamos receber pela vez.

Primeiro estará debutando aqui na bancada do eck. Um amigo e companheiro lá do norte do país que será se juntar conosco. É nesta oportunidade. Temos um probleminha aí com a técnica, mas tudo vai ser resolvido a contento, não é? Então, com agradecimentos ao pessoal da técnica, Cláudia, Júlia e Manuel, que estão lá no

backstage. A Júlia ainda não chegou, mas daqui a pouco está por aí. Com a direção de arte de Evandro oliva e com a direção geral de Manoel Fernandes neto, o Neco, nós vamos dar início a esta live do dia 5/04/2025. Como estamos em festa e eu falei só da primeira parte da festa, que é o aniversário do livro dos espíritos, a segunda parte da

festa. É em razão do oitavo aniversário do eck, que começou timidamente como um grupo na plataforma Facebook grupo de estudos e debates e hoje já se consolidou como uma referência em muitos quadrantes, em muitas plataformas. É inscrevendo o seu nome, o nome do coletivo eck. Nos debates, na propositura de ações e na correlação do espiritismo ou do meio espírita com o meio social. Como é aniversário do ECK. Esse comemorará no dia 11 de abril próximo.

Nós preparamos para hoje, para live de hoje, 2 surpresas, 2 parabéns ao livro dos espíritos e ao ECK. Vou pedir então a Cláudia que está manejando aí o nosso backstage que coloque a primeira homenagem da noite de hoje. Olá. Pessoal, eu vou apresentar uma canção chamada canção de amor ao planeta, autoria de Alexandre azuma e Saulo lobac. Acreditar numa vida mais além, com suas mazelas, ilusões e fugir da Lu. Acreditar numa vida mais além, transformação aqui e agora, já

dizia canção. Quem sabe faz a hora. Quero um planeta melhor. Quero um planeta melhor. De Água Doce, pão e mel, sombra fresca, luz e cor solidário, azul do céu, desarmador sem desamor. Quero um planeta melhor. Quero um planeta melhor sobre a fresca luz e cor, Liberdade, sol e paz pro meu filho e para os outros. Acreditar numa vida mais além. Transformação aqui, agora quem sabe faz aura.

Quero um planeta melhor. Quero um planeta melhor de Água Doce, pão e mel, sombra fresca, luz e cor solidário, azul do céu desarmador. Sem diz, amor, quero um planeta melhor quero um planeta melhor. Paz pro meu filho e para os

outros. Muito, muito bem a homenagem aí, então, ao livro dos espíritos e ao aniversário do eck, na performance do nosso Ricardo sardinha, aqui do colegiado do espiritismo, com Kardec. Pois bem, nós estamos em festa e é por isso que nós queremos convidar a você que dê um pulinho lá no nosso portal. O link vai aparecer aqui embaixo para deixar o seu recado. Contando para nós, como é que você conheceu? Qual foi seu primeiro contato

com o livro dos espíritos? Mais de 30 pessoas já estiveram lá, deixando o seu rico depoimento sobre o que aconteceu na sua vida e como foi esta relação, que é uma relação sólida e longeva, porque você está aqui conosco numa ambiência espírita do seu primeiro momento, com o livro dos espíritos. Dá uma chegadinha lá. Deixa o seu recado para nós, nós agradecemos.

Pois bem, vamos então dar início a nossa live de hoje e, como nós sempre fazemos, vamos puxar um pequeno trecho da obra espírita, da obra de Alan Kardec, para motivar os nossos debates. Vamos trazer um texto que é clássico, que é dito por 10 entre 10 espíritas, quando o tema política aparece.

Ele está configurado. Ele está registrado na revista espírita review Spirit, o laboratório de Allan Kardec, o jornal de estudos psicológicos, na edição de fevereiro de 1862, numa dissertação intitulada resposta à mensagem de Ano-Novo aos espíritas lioneses. Então, Kardec se refere aos

lioneses e também a nós. Nos seguintes termos, em vossas reuniões, quer dizer, nas reuniões espíritas afastai cuidadosamente tudo quanto se refere a política e a questões irritantes a tal respeito, as discussões apenas suscitarão embaraços, enquanto ninguém terá nada a objetar a moral quando

esta for boa. Então essa é a advertência de Kardec. Lembremos que a França estava em ebulição na segunda metade do século 19, com os governos lapoleônicos e, portanto, as questões políticas eram graves. Não tão graves quanto as de hoje, mas também na mesma relevância. Vamos então convidar o nosso principal. Castro da noite, convidado que está conosco pela primeira vez, vindo lá de Manaus, Ruy Marcelo, que toquem os clarins para recebê lo bem-vindo Rui.

Olá, Marcelo Henrique. É meu xará querido. Uma Alegria estar com vocês do espiritismo, com Kardec, na noite de hoje, nesses embalos. Deputando com o tema palpitante, né? Olha só em que Marcelo Henrique me mete logo nessa nossa né, chegada nesse nosso. Mas tudo bem, vamos lá, vamos tentar dialogar. EEE é com base em Kardec, né? Comemorando o Kardec, o livro dos espíritos, nada melhor que o abril, não é para festejarmos e divulgarmos a doutrina espírita. É isso mesmo, Rui.

O convite foi antigo, o namoro foi longo e agora tá virando realidade, né? O Rui está na nossa bancada. Rui é um amigo querido que conhecemos há já há bastante tempo, embora nunca tenhamos nos encontrado física ou pessoalmente, mas acompanhamos um ao trabalho do outro já há bastante tempo. E o Rui é também colega na área em que militamos. Então eu vou perguntar a você, Rui. Quem é Ruy? Marcelo na fila do pão? Diz pra gente. Eu tô falando aqui de mandar os Amazonas no coração da floresta

amazônica, onde nasci. Cresci em contato com a filosofia espírita. Já postei lá No No no site a minha história com o livro dos espíritos. A minha opção profissional foi por uma carreira jurídica. Sou servidor público, faço o Ministério público. Junto ao tribunal de contas, né? Uma função de controle externo. E ajudamos a divulgar a doutrina espírita aqui no Amazonas e onde abrem oportunidade para que possamos fazer, né? AA contribuição tentando nos manter fiéis, né?

A mensagem que consideramos de qualidade e com muito critério, legada por Allan Kardec a todos nós. Muito bem. Está aí então, o nosso convidado, a quem saudamos efusivamente nosso colega barnabé aí, do setor público, dos tribunais de contas. Seja muito bem-vindo, fique muito à vontade nesse encontro de amigos, nesse bate-papo, nessa mesa redonda. O tema é espinhoso, o tema é palpitante, mas temos certeza que vamos fazer uma live muito agradável, inclusive para você.

Que está ao vivo conosco, a quem agradecemos. Já pedimos que você deixe o seu like e inscreva no nosso canal e se gostar do nosso trabalho, divulgue nos seus meios, nas suas relações sociais, porque nós vimos crescendo e vimos alcançando outros públicos, ou como dizemos aqui no eck Rui, nós vamos alcançando mais consciências e mais corações dentro desse nosso trabalho espírita por excelência.

Apresentado o nosso convidado, vamos chamar o prata da casa, que já esteve várias vezes com a gente. Membro do conselho de gestão, coordenador adjunto do eccar, venha baká que toque os tambores, porque vai ter batucada Nelson Santos. Boa noite, Marcelo Henrique, boa noite com o Marcelo. O tema de hoje ele é instigante. Pode a política desenvolver se no meio ambiente espírita, como o espírito deve portar se perante a política? Kardec abordou isso e assim vamos desenvolver o tema de

hoje. Muito bem. O Nelson já tá dando uma palhinha aí, tá dando um spoiler, né? E a gente vai trabalhar mesmo essa questão. Nelson, quem é você para o público que está te vendo pela primeira vez? Bem, o Nelson já é um espírito, já já um pouco rodado, alguns aninhos aí de militância espírita, desde os meus 15 aninhos, ou seja, são aí meia década.

Na ambiência espírita, na qual eu passei por diversas casas, sempre à procura da do aprimoramento e do aprendizado que é constante, tive a Felicidade de ingressar no e secar alguns anos atrás, onde eu encontrei pares com os meus ideais e minhas ideias espíritas, sociais e políticas também. E hoje é o cerne da nossa questão. Muito bem apresentado o nosso debatedor. Vamos colocar as cartas na mesa. Vamos chamar a primeira pergunta da noite de hoje.

Cláudia pergunta número 1 para os nossos internautas, os nossos vídeo audientes vídeo espectadores que aqui estão a partir então, Rui, começo com você. Do sugestivo mot que colocamos para o título da nossa live de hoje, eu perguntaria, quando, ou seja, em que situações, em que circunstâncias, deve o espírita falar de política? Muito bom, vamos lá. Direto ao ponto. É tentando prezar pela clareza, né? Num tema espinhoso. Pois bem, então devemos

primeiro. Nos entender quanto ao significado de política, eis que a ambiguidade pode nos oferecer algum obstáculo, algum rito de comunicação. Então, primeiramente, é a política como concebida filosoficamente, né? É de ser é pontuada. Então devemos, em alguma circunstância, falar da filosofia? Como é o fato estudado de lidar com o poder no âmbito da organização social? Isto é um sentido. No outro sentido, nós temos a

militância política. O partidarismo político, uma filiação ideológica, mas voltada a uma participação direta de é realização de uma plataforma no exercício de mandatos eletivos a partir de 111, grupo de bem delimitado e que segue na disputa com outros grupos por um destaque eleitoral que propicie. Realização então, nesses 2 sentidos, nós temos que examinar essa questão. Então o espírita como tal, né?

Vai falar de política no sentido filosófico, inevitavelmente, quando esteja no ambiente de estudo doutrinário, e que haja nesse estudo doutrinário algum tipo. De desenvolvimento teórico sobre como a filosofia espírita pode emanar algum tipo de inspiração consequencial para as concepções de poder, de exercício do poder, né? Sobre governo, sobre cidadania. Sobre o movimento social em busca de uma qualificação política maior?

Agora mesmo, aí nesse ponto, né? Nesse nível é preciso ter a sensibilidade para que não nos deixemos levar para o outro, né? Fazendo do ambiente, da circunstância de estudo. Um. Meio favorável a conflitos e a intermináveis disputas ideológicas, num ambiente que não tem essa finalidade precípua, consideramos como tal AAA sala de estudo espírita, como reservada a reflexão filosófica e moral que é própria da doutrina espírita.

Então, com isso, deve sempre o interlocutor, o coordenador é o palestrante, o participante do estudo. Entender que é é muito delicado quando se envereda pelo estudo da ciência política, conter certos ânicos menos amadurecidos para uma abordagem mais direta sobre AO cenário é. Político partidário que nós temos no Brasil e que sabemos no Brasil e no mundo, muito extremado, polarizado nos dias

de hoje. Não é para não trazer esse clima, que não é. Obviamente é condizente com AA proposta espírita para o ambiente da casa espírita ou do estudo espírita. Não é, então? O espírita não pode se negar a falar em política, mas precisa fazer com muita prudência, com muito bom senso, para não trazer, né, conflitos para dentro da casa espírita e do grupo espírita. Muito boas colocações. Rui, nós é. Temos trabalhado essa ideia política no e secar praticamente é desde o início da formação do

grupo. Passamos aí por tempos turbulentos. Ainda estamos nesse Turbilhão de ideias, nesses confrontos diários. Nós procuramos sempre trazer essa parcimônia, essa condição de equilíbrio que não nos afasta dos pressupostos maiores, que são aqueles ligados à espiritualização dos indivíduos e das sociedades, e aí, sim, inserimos o espírito nesse contexto social. Não é isso, Nelson?

Como é que nós podemos então é trazer essa pergunta e a fala do Rui, a fala inicial para essa ambiência e secana do trato com a política. Bem, não podemos nos esquecer que a toda obra kardeciana, ela é embasada numa justiça social. Sendo embasado numa justiça social, como ela se aplica perante ao ser e à sociedade? Há maneiras de dourarmos a pílula? Para citar a política? Na ambiência espírita, como o regato já falou, temos que sopesar os momentos de de discutir.

Política no seio da casa espírita logicamente, quando Kardec se referendou às coisas irritantes, ele estava falando, obviamente, das sessões espirituais, dos estudos espirituais e também um certo cuidado, como o Marcelo Henrique disse, com o governo napoleônico que era. Duro e ditatorial à época, tudo passava pela mão do governo e Kardec, em seu projeto, não queria ter sabores com a política de Napoleão, terceiro, no momento atual, uma casa

espírita. Ela deve sim, debater a política, porque não se não se aplica a política social. Sem debates nas classes políticas, nas classes da sociedade. E para isso nós temos os representantes. O que não ainda não podemos fazer é confundir política social com paixões partidárias, com ideologias que a justiça social não tem.

Ideologia. Ela é o que é, ela é. Ligada ao desenvolvimento do ser no mundo, a equidade e a fraternidade, e mais para isso, mediante que o mundo não é extremamente justo e nem mediamente justo, há de ter a inserção da sociedade nas políticas e governamentais para que se desenvolvam projetos. Para auxílio dos mais necessitados. Então, a política para mim tem que ser discutido na casa espírita também. Muito bem, nós temos aí 2 pontos de vista que estão consonantes,

apresentam a ideia. É da politização no sentido aristotélico do termo, né? O animal político envolvido na sociedade, partícipe e não mero espectador da sociedade. Aproveitando esse gancho do Nelson, vamos trazer a questão número 3 produção. Qual a possibilidade, então, diante de um ambiente que é dominado pelas paixões? Podemos dizer aqui, é em alto e bom tom que nós temos paixões de natureza, humana, sexual. Nós temos paixões no sentido

amoroso do termo. Nós temos paixões em relação aos nossos gostos, preferências. É estilo de música, estilo de filme, clube de futebol. Nós temos paixões também ideológicas ou políticas. Então qual é a possibilidade, Roy, de nós termos na ambiência espírita? E eu não estou falando necessariamente dentro de um centro espírita numa reunião. Pública disposição doutrinária numa reunião pública de estudos ou numa reunião privada de mediunidade, mas um debate em todo e qualquer ambiente,

porque. O espectro de meio espírita é o mais amplo possível e nós usamos meio espírita em homenagem a Herculano pires. E não somos favoráveis muito a ideia de movimento espírita, porque não raro o que deveria estar se movendo está parado. Está cristalizado, dogmatizado, sem crítica pessoal a ninguém, mas no sentido assim de que as pessoas procuram zonas de conforto nelas, se instalam e

impedem. Sim, aquilo que Kardec vaticinou em relação ao espiritismo, que era acompanhar o progresso e fazer o conhecimento espírita progressivo. Então, nesses ambientes, como temos um debate isento de paixões e sem melindres e afetações sobre política, na inspiração maior e espiritual e espírita que nós temos? Rui. Kardec foi bastante comedido.

Àquela altura, esse respeito. Temos que considerar o seu contexto histórico, mas também um olhar meticuloso sobre a limitação de nossa estatura espiritual individual e coletivamente considerada, né? Porque, enquanto espíritos imperfeitos, somos muito inclinados a ao entusiasmo, às aixões AA que podem enviesar essa discussão.

Para essas disputas ideológicas e político partidárias, então, ele achou por bem grafar na proposta de instituição das sociedades, que as questões políticas fossem proscritas políticas e religiosas. Nós vamos encontrar isso lá no final do livro dos médios, guia dos médios e dos evocadores quanto à formação das sociedades.

É diante da nossa imaturidade. Portanto, qualquer iniciativa a esse respeito tem que partir é de uma etapa de nivelamento de é é sensibilização de compreensão quanto aos propósitos que queremos atingir, né? Alcançar com algum tipo de diálogo a esse respeito, ressalvando aquilo que todo espírito deve ter muito bem claro. Que respeitamos a Liberdade de opinião, de crença, de filiação ideológica de qualquer espírita, né? Então, que nós não estamos fazendo aquilo como uma espécie

de campanha de proselitismo. Nada disso. Que possamos primeiros nos conhecer suficientemente para identificar em nós e trabalhar. É com muita calma essas nossas tendências, né? Quanto as paixões e se houver uma abertura após esse estágio de amadurecimento, todo mundo se conhece, sabe o quão apaixonado e partidário é que se dispõe. AAA fazer 111 diálogo desapaixonado nesses termos que deve adotar, por abordagem, logicamente, a filosofia política. Né?

Que é a proposta do espiritismo. Ela é uma filosofia. Ela não trata de política, mas os seus princípios, né? As leis Morais divinas que professa é que vão deitar certas consequências inovidáveis ao cidadão espírita que vai é experienciar neste mundo, na convivência social. Então é, isto significa que a política deve sempre vier um reboque da abordagem filosófica, moral para que nós possamos.

É no estilo maiêutico, né? Indagar quais seriam as implicações das leis Morais divinas para a política? Não é enquanto enquanto é fenômeno social. Não é o que seria coerente, né? Que AA política seguisse é de acordo com os princípios Morais que o espiritismo apresenta. Não é para que tenhamos suficientemente lucidez para perceber, sem nenhum tipo de de camisa, de força, que determinadas convicções podem ser contrárias. Ou coerentes, harmônicas com o espiritismo.

Porque o que acontece hoje é que realmente essa reflexão ela é escassa. Nós não paramos para perceber o quanto nossas convicções políticas estão mais ou menos afinadas com aqueles princípios Morais que entendemos como valores universais, naturais, divinos, que são próprios do espiritismo. E aí começa a confusão. Né? Então eu entendo que é esse

propósito. Ele deve ser muito bem delimitado para que as pessoas possam aderir conforme o seu grau de autoconhecimento, de disposição, de diálogo, para que não se crie arenas, simplesmente disputas, cada um com seu ponto de vista, para que haja ali um convencimento, uma tentativa de convencimento inútil e ineficaz de parte e outra.

Muito bem, olha só, é essas colocações do Ruy Marcelo Nelson. Elas corroboram a ideia que nós temos protagonizado aqui no ECK, no sentido de que nós não vamos trazer o fronte da disputa política para as nossas atividades, né? O fato de nós estarmos inclinados para cá ou para lá. Inclusive, o comentário do José Cláudio é toca nessa questão sobre a inclinação para um lado ou para o outro. Ele diz assim, a obra kardeciana é progressiva e progressista. Não há nenhuma dúvida nisso.

Progressiva? Porque está sempre em mutações. Ela está sempre se relacionando as descobertas dos homens, da ciência, dos homens. Ele deve acompanhar essas descobertas. Essas teses científicas, convalidadas e aquelas que ainda não estão, estão em discussão. Tudo isso faz parte do processo espírita e progressivo. Pode deixar mais um pouquinho, viu? E progressista, porque impele ao progresso individual e social. Então não há dúvida nenhuma disso.

E aí o Cláudio coloca que ela ensuma e politicamente solidária e fraterna. Também nenhuma dúvida, porque fraternidade e solidariedade, além de ser princípios inspiradores da revolução francesa, onde o espiritismo vai beber, assim como denominismo, assim como em todos os movimentos ideológicos, políticos, sociais que fizeram parte da ebulição da Europa no século 19.

Kardec fala isso textualmente. Que o espiritismo é filho do iluminismo, filho direto e também da revolução francesa se aproxima mais do espectro à esquerda. Aí nós vamos entender um pouquinho de polarização dentro desse nosso ambiente. Né EE que vamos respeitar as polarizações, tanto uma quanto a outra, mas cada um de nós, individual e coletivamente, tem o direito de se posicionar. É desde que, como colocou o Ruy Marcelo, isso não se faça.

É no espectro das paixões, das dos melingues, das afetações. E não se faça do ambiente espírito a um ambiente de é cenários. Caracterizados como de campanhas eleitorais, de comícios ou coisas que valem.

Então, Nelson, pra te colocar na roda de conversa sobre essa segunda questão, pode tirar o comentário do Cláudio, obrigado e voltarmos ao ao espectro da questão número 3 é como fazer com que o indivíduo que é. Um espírito ainda de prova e expiação, como todos nós e que possui certas limitações aqui ou

ali. Saiba que no grupo espírita, na instituição espírita, no trabalho espírita, ele não vai poder usar das mesmas argumentações, dos mesmos comportamentos, como se ele tivesse na reunião de condomínio, como se ele tivesse No No ambiente familiar, como se ele tivesse até mesmo no local de trabalho na universidade.

Cidade, ou seja, vai ter que modular o dial, como a gente fala nós que somos da comunicação, mudar ali a estação para poder falar algo que não seja invasivo, não seja violento, não seja até persuasivo, porque não faz parte da ambiência espírita. Não sei se você concorda com isso. É tratar de apoios a candidatos a partidos ou a bandeiras político partidárias, é isso mesmo. Sim, é isso mesmo. Oo grande problema do ser humano.

Como o Marcelo disse você mesmo são as nossas chamadas paixões. Elas nos atrapalham profundamente. O qual o problema principal dessa história? Eu vou entrar só um pouquinho no que foi falado pelo colega entre. De progressismo e progressistas entre esquerda e direita, embora não queira entrar na parte política disso, isso é uma outra questão. Mas historicamente A direita é conservadora, A esquerda é progressista. Isso IA ser histórico. Não tem nada a ver com espectros ideológicos.

A esquerda ela é mais. Revolucionária ela é mais social e A direita não. Ela é mais conservadora, ela é mais fechada, tem pensamentos mais limitados. Me desculpe que eu ainda colocar dessa maneira e me perdoe os conservadores. Agora, como fazer isso numa ambiência espírita? O que que ocorre na casa espírita? Isso é 99,9% das instituições. São instituições profundamente religiosas e o ambiente religioso é profundamente conservador.

Castrativo não deixa o indivíduo o ser pensar, ele tem que pensar e conformidade com as penas e gozos constantes. Na religião espírita, baseada na religião cristã ou católico, neopentecostal ou pentecostal e pré afora a religião, infelizmente para grande parte do ser humano ela é castradora, então se você não consegue se soltar, se desprender. Dessa política, veja a política não no sentido institucional da política de controle que há na religião.

Se você jamais vai ter 11 boa conversa ou um bom bate-papo no meio espírita, porque as paixões virão à tona e as limitações? Do entendimento humano também. Uma coisa eu sempre digo, um dos grandes lemas do espiritismo é a Caridade. A Caridade seria o amor e movimento. Mas eu digo e está lá na obra dos espíritos. Que é de e quando? Até mesmo os casos criticamos a revelação. Mas a obra espírita ela é uma revelação, ela traz a verdade ao mundo, ela traz a razão ao

mundo. Então ela é esclarecedora, ela não é só consoladora e infelizmente, o meio espírito a sua fica na base consoladora fazendo pros elitismo. Essa é minha opinião. Veja que essa questão de ser ou não a revelação é um tópico que cabe para uma outra live, né? Mas é um ponto importante que o Nelson tá levantando, porque há muitos significados, muitos sentidos e muitas interpretações transversas pra ideia de revelação. Muitas delas fora daquilo que Kardec atribui ao termo, né?

O signo. Revelação tem significantes, tem significados que precisa ser bem entendido para que nós não saiamos por aí. É alimentando religiosamente algumas falácias que são reproduzidas. De tanto serem é ditas, elas viram, acabam virando verdades, né? E aí nós vamos lembrar sempre o erasto da cautela de nós não aceitarmos nenhuma mentira como sendo verdade. Mas é essa essa questão aí da relação entre política e religião. Daqui a pouco eu vou tocar na questão 8.

Eu vou pedir apenas pra colocar 4 antes que eu penso que está linkada com isso que nós estamos falando, né? Então nós falamos é da da questão do falar de política. Em que circunstâncias? Em que situações falar de política? Agora, nós acabamos de falar sobre a perspectiva de discutirmos política dentro da ambiência espírita, sem dar azo. Sem dar espaço pra melindres paixões e afetações. Agora vamos voltar um pouquinho no tempo e vamos imaginar como Kardec lidou com isso um

pouquinho antes, né? Como rivail lidou com com com essa questão da política? Então, eu perguntaria para o Ruy Marcelo se o cidadão rivail era um ser político? E depois que ele se tornou o Kardec, porque Kardec nasce pra nós oficialmente no dia que nós estamos comemorando hoje, né? No 18 abril de 57. Mas Oo broto o germen.

O espermatozoide de Kardec, podemos dizer assim, ele já estava presente lá em 1854, quando ele começa a ouvir pela vez, primeira das mesas girantes, quando ele dá uma passadinha nos salões de Paris para ver o espetáculo, e quando ele é convidado por um de seus amigos a frequentar as sessões na casa do senhor fortier e da Madame plena Amazon para. Está então diante daquele fenômeno que é. É muito jocoso, né? É Nelson e Rui.

Quando Kardec disse, só acreditaria que as mesas tivessem cérebros e músculos que pudessem fazê las se mover e tal. E aí ele descobre que por detrás de um efeito inteligente, existe uma causa inteligente. Mas voltando à pergunta que eu fui longe é nessa, nesse. Ao momento inaugural de Kardec como cidadão espírita, eu perguntaria, então, o rivail era político, Kardec era político em que situações? Muito bem os seus biógrafos, vamos nos respaldar neles, nos afiançam positivamente, não é?

Kardec se destacou como rivail no campo. Pedagógico é um pedagogo que chegou a propor uma reforma para o ensino francês, alguém que participando ativamente de diversas academias, grupos sociais, é fazia a questão de se posicionar no sentido progressista e dar exemplos, inclusive por meio de aulas gratuitas oferecidas AA

estudantes. Do Reduto do seu próprio lar, se posicionando, portanto, em favor, é de uma sociedade mais justa, fraterna e solidária, e já àquela altura, portanto, é em é fina coerência com os primados que mais tarde é receberia 2 espíritos superiores como valores universais, como valores

insuperáveis. E que deveriam ser primeiramente internalizados pelo homem individualmente e depois é no seu contato com a sociedade e, logicamente, com a política, gerar as reformas institucionais necessárias para fazer implantar todo um regime governamental, administrativo, político, judiciário, voltado a esses valores, não é?

Coerente com esses valores, o que, obviamente, não se coaduna com dogmas religiosos, não é que pertencem apenas a alguns, nem tão pouco, com convicções ideológicas e ideias que não podem ser democráticas. Pluralmente, discutidas, né? EEE, então. Kardec, desde muito cedo. Nesta sua reencarnação, aspirava valores que são coerentes com o espiritismo, que tem no progresso uma lei natural divina, mas que não é filiado ao partido progressista.

Deixemos muito bem claro, né? Então, AAA grande dificuldade que a gente tem hoje em dia é essa é, vamos dizer, mania. De querer filiar OA doutrina espírita a um determinado corpo ideológico, né, causando uma dificuldade para que possamos simplesmente reconhecer o homem político progressista que, no campo social, no campo do exercício da cidadania, age em

coerência. Com as leis naturais divinas que ele professa enquanto espírita, já que a filosofia espírita tem consequências Morais e também políticas. Mas, objetivamente, sim, Kardec era político nesse sentido de ser um cidadão que reivindicava a melhoria das condições da sociedade. Nelson algo a acrescentar sobre a politização do cidadão que nasceu em 1804 e desencarnou em 1869? Bem, não há muito acrescentar sobre isso, né? Kardec realmente era um homem

político. Antes, mesmo quando era rival, porque era tudo um histórico, desde que ele saiu de vierón e indiciou sua seu professorado em Paris, ele sempre foi um ser político, por exemplo, ocupado. Ele foi um humanista, em suma. E podemos ver em cada linha, em cada traçado das obras de Kardec, sempre o pensamento social despontando em cada anotação, em cada ponto, em cada contraponto que Kardec fazia.

Logicamente, a época não existia o termo progressista, mas o progressismo de Kardec, indubitavelmente, é inquestionável. Ele era acima de tudo, um ser social e um ser político, pois que sem política não se produz nada. Na área social existe toda mas a política, no bom sentido, a política partidária, a política de endirecionado ao bem maior, a representação de a sociedade perante até mesmo o estado para as mudanças necessárias a uma sociedade. Porque as mudanças?

Elas começam individuais e vão para o coletivo, prosseguem para a sociedade como um todo, para depois atingir o mundo e a todos. Sem isso, sem a progressão, nada é possível. Nós aqui no eccar Rui, nós gostamos muito de referenciar aquelas obras, é em relação à ambiência espírita. Que são muito relevantes, né? É a prova disso. É a imagem que ilustra a chamada da nossa live de hoje, né? Uma das cenas do filme de Wagner de Moraes é Kardec a história por trás do nome.

E eu estou dizendo isso porque quem assistiu vai lembrar. E quem não assistiu? Assista, está nas plataformas, está disponível para ser visto ou revisto várias cenas. É. Baseadas na obra autoral de um jornalista que fez a biografia de Allan Kardec, mostram o envolvimento político e social de rivail e de Kardec.

Vou falar aqui de 2 ou 3 situações que mostram o que tanto o Nelson quanto o Rui ilustraram no momento em que Napoleão proíbe qualquer reunião fechada, sobretudo à noite, em razão de um atentado que tinha sido Descoberto pela polícia francesa que iria provavelmente vitimar o imperador.

Kardec busca junto a ao seu conhecimento, seu círculo de relações, uma pessoa muito próxima do imperador e consegue uma audiência e lá vai discutir que a reunião da sociedade parisiense de estudos espiritas não é uma reunião de política partidária, não é uma reunião de combate ao regime. Vigente na França e consegue a autorização para que as atividades espíritas pudessem ter curso não só na sociedade parisiense, como em outras. É instituições dentro da França

daquela época. Numa outra situação, numa outra cena, se vê Kardec e a Meli na frente do prédio onde moravam, distribuindo alimentos para os necessitados, porque a carestia. Porque a indigência social? Porque a ausência de justiça social efetivamente eram muito grandes na França napoleônica e essas situações já demonstram o espírito público, o envolvimento com a causa social, a ação política por excelência e, portanto, todo aquele que disser.

E o espírita não deve ter participação ou compromisso político. Ainda não entendeu nem a mensagem contida na obra espírita, nem a conduta do próprio codificador como rivail na área educacional, na área social, como o Rui bem destacou e como Kardec nos envolvimentos que o espiritismo permitiu a ele naqueles 12 anos, à frente da chamada obra. Espírita, vamos dar um pulinho saindo da França e chegando ao Brasil. Na questão número 6, produção é num passado não muito distante.

Figuras expressivas do meio espírita foram políticos. Dá para citar aqui Bezerra de Menezes, que foi presidente da FEB, que foi deputado federal na época em que é a capital do Brasil. Não era Brasília, naturalmente, era o Rio de Janeiro. E depois, então, ele se dedica a atividade espírita, além da atividade da medicina, deixando o campo político. E foi um deputado com boas

ideias. Com é. É situações registradas nos anais do Congresso Nacional, nos anais do Senado da República, tivemos também um deputado proeminente, Freitas nobre. Que tem uma trajetória de representação político social muito importante, com projetos de lei relevantes e que sempre se declarou espírita nos ambientes sociais em que ele frequentou. Mais recentemente tivemos um deputado federal pelo estado da Bahia, o Luiz bassuma, que também empreendeu uma jornada

bastante ética, bastante. Proativa no sentido da apresentação na Câmara dos deputados e projetos relevantes, muitos deles aprovados e que deram origem a situações, é muito importantes para a chamada sociedade brasileira, mas recentemente é. Nós temos um representante no Senado da República que se diz espírita.

Né? Embora nos seus posicionamentos, nas suas posturas, nos seus comportamentos, nas suas falas, nem sempre há aquela correlação entre a sua participação política, social e os fundamentos do espiritismo. Não é aqui nenhuma crítica pessoal ao parlamentar, mas uma demonstração de que nem sempre o adjetivo. Ser espírita está associado a entender o espiritismo e praticar aquilo que o espiritismo referenda ou

recomenda. Então, eu perguntaria primeiro ao Nelson, vamos inverter um pouquinho depois ao Rui. Uma boa atuação político social é sem dúvida nenhuma importante pra popularização das ideias espíritas. Quase nenhuma engasgada aqui. Você também pensa assim, Nelson? Ou seja, é seria importante termos figuras vinculadas ou ligadas ao espiritismo independente, editoras, médiuns ou dirigentes espíritas em representação política na cidade, no estado ou mesmo no âmbito nacional.

Eu Acredito que sim e vamos justificar. Veja, é na bem contra as chamadas bancadas que giram em torno do Congresso Nacional, é, mas eu defenderia o político espírita, pelo menos em tese, por causa do próprio humanismo contido no espiritismo, a Batalha pela justiça social, pela equidade, pela Liberdade, pela fraternidade. Livre pensamento, seria o melhor dos mundos, um político

envolvido com esses ideais? Coisa rara, coisa muito rara de se ver que eu, infelizmente, não acredito a curto prazo que isso possa acontecer, ainda mais no atual meio espírita que é. Conservador e retrógrado estreemado, não vejo muitas nuances que possam produzir uma liderança espírita firmemente voltada com o âmago, o cerne da filosofia espírita. E você, Rui, o que acha disso? Nós temos pessoas que sejam, é éticas, sejam responsáveis, tenham.

É na sua vida pessoal uma conduta retilínea, ilibada? É até porque para se candidatar precisa ter a chamada ficha limpa, né? Isso é uma Conquista, é um avanço democrático do nosso país. O que você acha de espíritas, notadamente aqueles que realizam atividades relevantes? Porque às vezes a gente é. Tem a notícia de numa determinada pessoa. Essa semana mesmo eu encontrei uma pessoa, ficamos conversando e eu descobri que ela era espírita e ela descobriu que eu era espírita. Né?

Então, às vezes a pessoa está nessas situações, nesses ambientes, nessas representações, e não se declara como espírita. Até porque tem aquele estigma, né, de que se você se declarar para uma determinada paixão religiosa, vai perder eleitores do outro lado que não gostaria que você fosse ligado a esse movimento, né? Então, o que você pensa a respeito? E nós temos pessoas que tenham efetiva o usar, entre aspas, militância espírita, tendo militância político, partidária

e representação política. Muito bem. Então não vamos negar essa importância, mas é tendo sempre aquele compromisso de de é falar sobre Kardec. Entendemos muito pertinente a respeito dessa questão. Recordar não é que a força do espiritismo está toda contida na autoridade desses seus princípios, autoridade intelectual de toda a motivação apresentada nos princípios que formam que integram a filosofia espírita, estes sim, são os nossos faróis, não é o que há de mais importante como referência

para o espírita. E como? É objeto a ser divulgado. Digo isso porque, como o Marcelo estava lembrando, somos falíveis, somos espíritos predominantemente de terceira ordem, imperfeitos e, na verdade, há. É uma responsabilidade gigantesca, né? Quando nos apresentando como tal, ou por termos uma frequência, né, uma assiduidade, um vínculo formal com uma sociedade espírita. Vamos enveredar para representação política, porque

lá devemos espelhar. Não é sem hipocrisia, sem incoerência, sem aquela auto sabotagem. O que o espiritismo vem nos ensinando, mas sabendo que o espírito é não é o perfeito, é aquele que a cada dia se analisando, não é e fazendo do trabalho um esforço continuado. Para a fazer o bem, para se aprimorar, desenvolvendo em si virtudes e no meio social, produzindo ao máximo possível benefício em favor do maior número que estejamos. É sempre nos é superando nessa possibilidade de fazer mais e

melhor, mas ciente de que somos. A sempre imperfeitos, suscetíveis a falha que não devem ser transmitidas, não é, devem ser assimiladas como falha da doutrina espírita. Então, me parece que continua atual essa necessidade de distinção. Quem deve ter credibilidade não é o Rui, não é o Nelson, não é o Marcelo. Mas fundamentalmente todas as as os porquês que nos serão

apresentados. Sobre a proposta de ferro raciocinada nas obras fundamentais da doutrina espírita, mas evidentemente é uma Alegria muito grande quando observamos um mandatário, um agente político que se reconhece como espírita e que se destaca institucionalmente pela sua ética, né? Pela sua luta em favor de justiça social. Em favor. De 11 sociedade que possa entregar realmente condições de bem-estar ao maior número ou universalmente.

Então é isso, tem o seu peso. Nós fazemos de fato, com o exemplo positivo, uma grande, uma grande propaganda para o espiritismo. É, nem sempre isso é possível, repito, daí porque. É, não devemos arvorar ir mais adiante, por exemplo, fundar. Não sei se eu já estou dando spoiler de uma outra pergunta, mas é, é, não devemos assim nos eleger nos dizendo espíritas e fundando um partido espírita?

É na revista espírita de 1868, inclusive, nós temos um artigo intitulado partido espírita em que Kardec? É fala a respeito dessa categorização feita por um senador francês e que ele toma como algo que vai ajudar a propagar o espiritismo. Mais sobre a denominação, traça uma ironia e faz a diferenciação, porque o espiritismo não tem as mesmas características de um partido político. Pressuposto para ser agente

político, para ser mandatário. Então é sempre haverá a necessidade de distinguir o indivíduo político filiado ao partido, tal ou qual do indivíduo que professa o espiritismo e tenta ser o melhor possível. É em termos de é cidadão, em termos de humanista e de a gente que vai procurar tornar cada vez mais. É justa a organização do estado para oferecer o de melhor aos indivíduos, a população, a sociedade, certo?

Então, não sei se eu me fiz entender, mas é, é nada contra, mas com todos esses contrapontos. Certo, é bom o contraditório essa dialética pra gente poder. É oferecer ao nosso público tanto que está ao vivo. Agradecemos a você e lembramos mais uma vez, está ao vivo, está gostando da nossa live, deu o seu, joinha o seu, a sua

curtida, melhor dizendo. Lá no botão específico do YouTube e se você não é inscrito ainda no nosso canal, inscreva se, porque isso ajuda a dizermos para o YouTube que o nosso conteúdo é relevante e nos auxilia na distribuição desse conteúdo. Nós que estamos em todas as plataformas de áudio, se você não sabe, pode nos acessar, por exemplo, no Spotify e ouvir as nossas Lives, os nossos conteúdos no trajeto de casa para o trabalho. Na escola, muita gente tem feito isso.

Às vezes não pode ver o vídeo, mas pelo menos escuta os debates, que o conteúdo é exatamente o mesmo. Vamos pedir aí para colocar a questão número 10, já que falamos aí de pessoas candidatos, é, é espíritas? Ou parlamentares ou membros do executivo, prefeitos, vice prefeitos, governadores, presidente da República e por aí afora. Sendo espíritas, vamos perguntar o contraponto, começar pelo Nelson novamente. Nelson, diga para gente, diga para além da verdade, espírita

vota ou votaria em espírita? Sim, não. Em que condições? Bem, vou, vou falar por mim, poderia votar ou não? Porque tudo vai depender do que é o indivíduo, o ser. Ele é comprometido com os ideais da filosofia espírita. Ele é comprometido com a justiça social, constante nas obras de Kardec. Ele é comprometido com a moral e com a ética. Essas perguntas da que devem ser feitas. Ele tem um projeto que abone, impulsione e possa tornar.

Participe se o ser na sociedade e na evolução e no progresso dela, qual o projeto que esse espírita vai fornecer? Então vai depender do que ele pensa, do que ele faz e como ele age. Não haveria. Não tenho problema nenhum de votar no espírita. Deveria ter um espírita com essas características se candidatando a cargos eletivos. Talvez pudéssemos, de uma maneira primeiramente tímida, alavancar.

A justiça social, mas são bem poucos partícies ou bem poucos partícipes que se predispõe a ter os pressupostos da filosofia espírita. Você já votou em espírita, Rui? Olha, eu não sei. Né? Porque concordando com o Nelson, que eu achei foi muito feliz, eu diria que não haveria condições de votar se a abordagem, né, a mim fosse feita nesses termos, vote em mim, porque eu sou espírita. Certo? É você ser espírita. Não é nenhum selo de qualidade.

No tocante as suas inclinações, não é AA sua abnegação, a sua sinceridade, o seu devotamento nesses valores que o Nelson muito bem pontuou. Então eu, eu, eu estaria pendente anão não votar nele se já de cara ele me dissesse que é espírita ou que é meu amigo da casa espírita e por isso eu deveria votar nele se ele é alguém que eu soube que ele angariou. É fama que angariou? É, é público e eleitorado, se fazendo utilizar do da marca de

espírita. Não é de que, por trás de de toda uma organização voltada à divulgação do espiritismo, ele passasse de 1 hora para outra? É, na verdade, em favor da sua campanha eleitoral. Todo aquele canal, todo aquele estudo. Não é que fosse tudo. Muito claramente colocado como um grande interesse pessoal político, né? Então é concordando com o Nelson. Eu tô falando de outro jeito, dizendo de qualidades negativas que imediatamente me fariam. Antipatizar com, é essa essa candidatura, né?

Porque é o espírito. Não precisa se dizer como tal se não internalizando valores, mostrar que AA sua. A sua proposta política está em coerência com o os princípios que são próprios da doutrina. Ele não precisa dizer que é espírita. Ele não precisa utilizar a função, né? O papel que ele desempenha na casa espírita, no meio, na ambiência, como você diz Marcelo, é para ter condições de se eleger. Acho que de modo algum é ético procurar eleitorado. Daqueles que compartilham conosco, né?

Um propósito totalmente diferenciado de estudo filosófico e moral. Pode muito naturalmente coincidir, pode muito, muito naturalmente coincidir, Marcelo, mas é a questão da intenção que pesa muito e às vezes fica evidente, né? É, quero apenas dar o meu depoimento pessoal, né? Eu fui candidato a vereador 2 vezes, fui suplente de vereador nas 2 oportunidades e não coloquei em nenhum papel, nenhum documento, nenhum é é material de campanha, é a minha vinculação ao espiritismo.

Todo mundo sabia, né? Né? Até porque eu fazia palestras nas casas espíritas, eu coordenava algumas atividades. É especiais de estudo? É, eu tinha muita relação com o pessoal da umbanda, que é nossa irmã. Em termos de filosofia, muitos centros espíritas de umbanda utilizam a fundamentação das obras de Allan Kardec. Então, eu era uma pessoa conhecida nesse segmento. Mas fiz questão de deslincar, de afastar, como se eu fosse um candidato do espiritismo ou

patrocinado pelo espiritismo. Foi uma experiência indiscutivelmente enriquecedora, porque estar próximo das pessoas, ouvir os anseios, é construir uma plataforma política de representação. É muito importante e eu recomendo sempre aquelas pessoas que tenham. E essa veia? É política é mais evidente.

Participem de uma forma mais é efetiva se filiem a partidos políticos, participem da organização do partido, da organização das ideias e acreditem, porque, como disse, é bertold Brecht, enquanto aqueles que não se importam com a política, os outros que se importam fazem. E quando vem os resultados e nos carregam de roldão. As pessoas reclamam por não terem se importado no devido tempo. Então é preciso sim, participar.

Vou pedir para produção, colocar a questão número 13, que é um outro assunto da nossa atualidade.

Falei a pouco da representação eleitoral na Câmara dos deputados, no Senado. Agora vamos falar especificamente, é. Pessoal, por favor colocar a questão número 13, bom, no governo anterior, no governo findo da República federativa do Brasil, nós tivemos um presidente da República que teve a oportunidade de nomear 2 integrantes da Suprema corte brasileira, o Supremo Tribunal Federal e, na ocasião em que estava para se aposentar, o então ministro ocupante da cadeira.

Foi perguntado, a imprensa perguntou qual era o perfil que esse presidente iria adotar para escolher o novo partícipe daquela que é a instância judiciária mais importante do nosso país? Onde é, são? Trazidas as questões pontuais que dizem respeito a vida de todos nós. É como nós dissemos, né? Rui, no jargão jurídico é o tribunal constitucional e por

isso ele é o mais importante. Então, o ex presidente, ele assim se pronunciou, irei nomear uma pessoa terrivelmente evangélica para o cargo e eu vou frisar mais uma vez, terrivelmente evangélica. Eu perguntaria ao Rui e depois ao Nelson, o que significou essa expressão termos no Supremo Tribunal Federal um ministro que vai cuidar das questões jurídicas mais importantes do país com o perfil de ser um indivíduo terrivelmente evangélico.

O que significa isso para o estado democrático de direito? E o que significa isso em relação às premissas espíritas? Bom, vamos lá. Primeiramente, com relação as premissas espíritas, não é? Nós sabemos que na segunda filosofia espírita nós devemos respeito à Liberdade de crença, né? Liberdade de de de convicções. E com isso, é para a convivência em sociedade.

É necessário resguardar. A pluralidade de ideias e dos diversos valores que são apresentados como dogmas Morais das diversas procedências, então nos parece que é uma. A adesão nesses termos entre um agente político e uma certa opção religiosa signifique é uma incompatibilidade. Quanto ao regime de é Liberdade de crença, porque traz para o palco político governamental uma filiação desrespeitosa, não é?

E, além de ser, como sabemos, institucionalmente, é irrelevante como requisito para o exercício do relevante cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal. É, não se requer dele uma qualificação. É do ponto de vista religioso, não se requer, então não tem nexo esse tipo de predileção também do ponto de vista da excelência, do desempenho do cargo. Mas fundamentalmente, né? 111, certo? É deslize na, na nossa, no nosso processo democrático, porque é

onde há a imposição de certos. É dogmas Morais de certas, é de certas opções religiosas. Não se pode ter estabelecido com vigor a pluralidade democrática, que é condizente com a Liberdade de crença e com aquilo que deve respaldar as decisões políticas, as resoluções de conflito, respeito às minorias em nossa é sociedade assim. Constitucional e politicamente organizada, não é? Então é realmente lamentável que tenhamos 11 agente político se pronunciando dessa maneira.

E nós não estamos é inventando moda, não estamos é fazendo juízo de valor, nós estamos pegando. Especificamente a declaração que foi dada à época, que você pode encontrar por qualquer processo de busca, em especial, o Google vai encontrar essa afirmação que foi lida, repetida, decantada e se materializou na prática quando na nomeação. Não sei se alguém terrivelmente evangélico, mas o ministro do STF, declaradamente evangélico. Né?

Então essa questão, ela não é um juízo de valor, é apenas uma exposição de fatos. Nelson o que é, então, termos nós na composição da Suprema corte dentro dos ministros que lá estão? Um ou mais que sejam afiliados ou ao evangelismo, ou ao catolicismo, ou ao budismo, ao protestantismo, ao neopentecostalismo, ao espiritismo, que significa isso na constância do estado democrático de direito e perante as nossas premissas espiritas. Bem, vamos fazer o seguinte, antes de eu responder, o que que

eu acho sobre isso? Vamos retorcer um pouquinho ao tempo. Isso cabe como uma crítica? Sim, cabe como uma crítica. A religião sempre foi instrumento de poder, sempre. Isso não é de hoje, isso não é de hoje, isso já vem de séculos. Uma das grandes demonstrações disso foi o conselho de niceia, no século 4, o estado brasileiro sempre teve imiscuido por herança portuguesa da religião dentro do estado, né? Até então religião católica, que era o maior contingente atualmente com essas.

Com esses cismas, porque eles são cismas é, é o protestantismo, o loterismo, o calvinismo pentecostal, né? O pentecostal, são tudo incidências, não concordou, criou uma nova igreja, não concordei, criei uma nova igreja. É a coisa mais fácil do mundo criar uma igreja. E aonde estão, aonde eu volto? Naquela história que eu falei, qual o maior celeiro? Do que o seu veganismo e atraso são as religiões. Então qual a maneira? É a melhor maneira de você controlar um povo? São as religiões.

Então um mandatário, um governante que tem que colocar alguém terrivelmente, seja budista, evangélico, espírita, cristão, cristão novo. Judeu não importa. Indiano, um governante que quer botar uma terrivelmente religioso não é bem intencionado. Porque ele tá querendo trazer o que ao governo do estado que ele controla? O que ele governa, a centralização de poder por meio da religião. Obviamente, isso é um projeto. É um projeto de poder, como todas as vezes que já são. Vou usar 11.

Fase de Max. A religião é o ópio do povo e continua sendo, me desculpe, os religiosos. Muito bem. A dialética permite as nossas colocações na live de hoje e fundamenta, como eu disse a pouco, a formação da convicção pessoal de cada um, que é inclusive, uma das bandeiras do espiritismo enquanto filosofia que cada um tenha, como Rui bem, colocou a pouco a Liberdade de consciência, a Liberdade de convicção, a Liberdade de crença. E a Liberdade de expressão?

Portanto, nenhuma tentativa de afastar essas 4 liberdades que estão presentes no nosso ordenamento jurídico constitucional e são premissas também da filosofia espírita, deve ser tolerada por qualquer espírita estudioso, consciente e que tenha essas referências, como é premissas da sua própria

vida. Nós estamos aí com quase 1 hora e meia de live, vamos encaminhar para a última questão, porque lá na frente, antes de terminarmos essa live, também temos uma segunda surpresa para comemoração desse nosso aniversário duplo, aniversário do livro dos espíritos da filosofia espírita por excelência e aniversário do coletivo espiritismo com Kardec, ambos comemorados aqui.

No mês de abril de 2025? Bom, vou puxar a questão número 8. Nós já estávamos aí tratando da da parte mais madura do trabalho de Allan Kardec. Estávamos em fevereiro de 1868, quando ele publica na revista espírita na review Spirit, uma comunicação muito sábia.

Muito pertinente, assinada pelo espírito fenelon, que foi um dos que Kardec considera como é do primeiro time do Dream team do espiritismo, aquele conjunto de inteligências invisíveis que estiveram à frente do chamado projeto espírita, como a gente gosta de se referir aqui no. Espiritismo com Kardec, nessa dissertação muito lúcida, intitulada os Messias do espiritismo e lembre se aí aquele que está chegando a ideia espírita, que também o espiritismo tratava dessas

questões que faziam parte da conjuntura religiosa, já que Messias era uma expressão utilizada em relação. A eixo a Jesus de Nazaré, o nosso Magrão, aqui do ECKE, também era utilizada a outras personalidades que volta e meia por lulavam no sentido de trazer revelações ou informações espirituais ditas superiores. Então nessa dissertação para ser resumido, e eu já estou falando demais, ele fala da corrupção. E essa corrupção acontece no seio das religiões.

E isso representa, segundo fenelon, um elemento de decadência dos povos. E aí então você tem aquela mistura entre a crença, a espiritualização do indivíduo e os elementos de mais profunda materialidade oculto ao dinheiro, o culto, as honrarias, o culto aos valores, o culto, a fama, a relevância. E como isso? É algo em relevância hoje na nossa sociedade, né? Nós temos expoentes de várias Correntes do pensamento religioso, incluído o espiritismo.

Monetizando as suas atividades e trabalhando ao mesmo tempo com o público espírita, mas canalizando esse público para iniciativas de enriquecimento pessoal. E isso então, é a corrupção? Que o nosso fénelon falava em 1868. Aí nós temos Rui e depois o Nelson, uma associação direta entre a política e a religião no aspecto mais negativo do termo, que é a corrupção. Então, se há corrupção na religião e também há corrupção na política, o que dizer disso tudo?

Marcelo boa lembrança ao Magrão, né? O JC ele costumava ensinar dizendo a quem muito foi dado, muito será cobrado, não é? Então, toda essa expressão de exercício do poder, não é toda essa condição que os homens revestem espíritos aprendizes? Com a possibilidade de operar as reformas? Né? De produzir em maior escala o bem suscitam naturalmente.

Maior é responsabilidade é um diferencial para o aspecto negativo da hipocrisia que diz respeito, em maior ou menor grau, a todos nós, todos nós que não agimos em conformidade com as nossas. É nossos princípios Morais, filosóficos, no dia a dia, né deslizamos? E nos sabotamos. Deixamos nos arrastar pelas mais paixões e desculpas que nos mantêm cegos em relação aos nossos erros, as nossas incoerências, mas que de longe não produzem, na mesma escala a quantidade, né?

De consequências negativas. Quando comparado a quem está exercendo o poder e tem uma maior influência nos desígnios da sociedade, não é? E que todos nós tenhamos essa sensibilidade para perceber que somente a nossa atuação como coletividade pode advertir, conscientizar, esclarecer a

todos. Sobre a necessidade de nos interessarmos de participarmos da política e de fazermos sensibilizar esses corações que se investem dessas posições com relação aos valores eternos dos quais não poderão fugir, não é? E deverão lamentar esse essa posição aparentemente privilegiada que a todo custo? Tentam manter com sacrifício de suas, é de suas. É convicções Morais. Então é toda 111 campanha que devemos fazer para que o bem não seja tímido nem muito menos omisso na nossa organização

social. E participando dos quadros políticos, possamos imprimir um pouquinho. Mais de coerência, né? Entre o que somos, o que fazemos enquanto representantes do povo e o que devemos efetivamente fazer para implantar os valores que estão consagrados tanto no plano institucional da justiça dos homens, inspirada Na Na moral cristã, que é a mesma professada pelo pela doutrina

espírita. Nós gostamos muito dessa expressão que você usou agora, da timidez dos bons, que é uma advertência que os espíritos fizeram ainda na época de Kardec. Porque muitas das vezes nós temos a timidez associada à covardia, covardia de concordar com tudo. Ah, não é comigo. Eu não vou me meter, não vou me envolver e o mundo vai

continuando nessa marcha lenta. Ou poderíamos dizer, marcha atrasada enquanto cada um cuida do seu e não se importa com o do outro, não se importa com os menos aquinoados, com aqueles mais necessitados numa sociedade? Aí sim, podemos usar a expressão terrível.

Realmente injusta, porque ausente a justiça social, para grande, para esmagadora maioria de um país que tem tudo para se transformar em um celeiro de oportunidades para todos, no sentido de nós termos uma melhor distribuição da própria justiça.

Nelson, quero te ouvir a respeito da corrupção, porque, afinal de contas, o eck fala bastante em corrupção e sempre que necessário, tanto no campo nacional quanto no campo Internacional, nós nos posicionamos dentro disso que o. Rui acabou de dizer, a moral cristã ou a moral do Magrão, né? Porque às vezes a moral cristã também está associada às Vertentes religiosas, infelizmente, aos dizimos, aos sacramentos, aos mandamentos, às convicções de ideologia

religiosa. Então, se nós nos posicionamos contra a corrupção ideológica, política, nós também nos manifestamos contra a corrupção religiosa. Não é isso, Nelson. Sim, nós nos manifestamos contra as umas corrupções, seja elas políticas ou religiosas. Mas as corruptelas religiosas e políticas que nem eu falei na minha anteriormente, elas estão no seio da sociedade desde que o mundo é mundo. Bertold Brecht tem uma expressão. Que fala sobre o analfabeto

político? Não sei se vocês conhecem que o pior analfabetismo é o analfabeto político, porque ele é burro. Ele não pensa, ele não reage. Como é que você vai identificar a corrupção e o mandatário? Seja ele governamental ou religioso. Se você se esvai. Se você foge das responsabilidades e deixa. Como o Marcelo falou, Marcelo, o Marcelo falou, e como você. Nós sempre usamos a timidez dos bons, desde que você seja tímido. E mostrar o seu intento perante o agente público ou religioso.

Você simplesmente vai dar azo para a corrupção. Infelizmente, o ser é corrupto. Mas pior de tudo é a inanição. Da sociedade perante a corrupção, poucos têm a coragem de vir público a tribuna aos jornais protestarem contra qualquer que seja o tipo de corrupção. Brasil mesmo. Exemplo, até pouco tempo atrás, a lei de Gerson era uma coisa que era enaltecida na mídia. Os mais velhos, como eu, vão se lembrar disso tudo. Isso é contrário, extremamente contrário a filosofia espírita.

Como é que você pode concordar com alguma coisa sem ter dialógica e dialética sobre o assunto? Qual a função de nós perdermos anos e anos? Sobre a filosofia espírita, sobre os estudos espíritas, se mais à frente ou a pouco, mas em instantes a pouco, daqui a alguns instantes, nós nos tomamos por metra. A ética e a moral, qual a função do ser perante isso? Realmente é uma coisa que a gente não pode se orgulhar. Muito bem. É, nós estamos caminhando para o

encerramento da nossa live. Eu queria mais uma vez convidar você para deixar o seu depoimento lá no nosso portal, em homenagem aí ao nosso livro basilar, livro fundamental, a Pedra fundamental do espiritismo, que é o livro dos espíritos, dizendo para nós, como é que foi o seu primeiro encontro com o livro dos espíritos? Tenho certeza que você tem uma Bela história para contar.

E pode beneficiar todos nós que estamos lá, acompanhando os vários depoimentos que tem sido feitos, que nos aproximam, enquanto pessoas que estamos em busca da melhor informação do ponto de vista espiritual. Vamos partir para o encerramento. Vou pedir para o Nelson as suas palavras finais, a sua despedida e depois o Rui. E nós temos mais uma surpresa rapidinha depois da fala dos nossos companheiros. Nelson, tua palavra.

Agradeço a todos pela presença e pela atenção ao que nós colocamos, acreditamos que possamos. Pelo menos um pouco, trazer à luz da reflexão os ideais da ética e da moral perante a política, esperamos que esses frutos pequenos, com certeza, possam florescer e que nós possamos ver um dia, amanhã ou depois. O resultado dos nossos esforços em transformar a sociedade como um todo. Agradeço a todos. Oi Marcelo. Marcelo Henrique, boa noite.

Valeu Nelson, muito obrigado a você pelo aceite do convite, pela participação qualificada em mais essa nossa live aguarda um pouquinho lá na sala do chá, que daqui a pouco a gente faz o nosso cordial encerramento. Muito obrigado, Rui. A palavra agora é sua. Muito bem, Marcelo, eu também quero agradecer mais uma vez pelo convite que você me fez, pela escuta. Sua do Nelson o diálogo nosso juntamente com os amigos do espiritismo, com Kardec.

Vejo aqui o Antônio Carlos, Lúcia Ribeiro, Marlene, Fábio, a Maria, Valdecir, o Ricardo sardinha, que nos deu um grande espetáculo no início, né? Gerson, a Júlio, Marcos, muita gente boa aqui, participando conosco, interagindo, e eu espero ter debutado minimamente bem. Né? Colaborado para é esse nosso debate, essa nossa reflexão conjunta. Desejo a todos um excelente final de noite e espero revê Los em breve, numa próxima oportunidade. Saudações a todos. Nós estamos muito felizes, viu?

Roy de tê lo conosco aqui já era um desejo antigo, né? A gente sempre tá conversando aí as questões espíritas, é, temos posicionamentos muito próximos, aprendemos um com o outro nas diferenças, né? O que é fundamental em qualquer área da relação humana. E para nós do ECK foi uma Alegria muito grande, tê lo com a gente. E não tenha dúvida que vamos trazê lo outras oportunidades, inclusive para o revival, né? Uma segunda edição desse tema.

Você viu que as minhas perguntas de algibeira ficaram ali? E sempre tem outras pungentes para gente colocar. Então, o nosso agradecimento de coração, em nome do ECK, pela tua disponibilidade, pelo carinho da tua presença. Vou pedir para você aguardar um pouquinho lá no final para gente fazer um encerramento daqui a pouco. Muito obrigado. Então, gente, eu preparei, né? Nós, do ECK preparemos, eu antecipei na minha fala. Vamos a segunda surpresa em homenagem ao livro dos

espíritos, ao ECKE, essa. Essa nossa live tão agradável que tivemos na noite de hoje, produção, pode jogar surpresa? Oi gente, boa tarde. Como vocês estão hoje? Nós vamos receber uma oradora maravilhosa, uma pessoa incrível, cheia de energia, cheia de bons conhecimentos. Ela só vai trazer luz e amor pra nós. Seja bem-vinda, minha querida. AI obrigada Cláudia, obrigada a todos. É um prazer enorme estar aqui com vocês. Que os os espíritos nos ilumine.

Nossa, nós que estamos felizes em te receber aqui, minha amiga. Mas vamos logo ao ponto, e aí, espírita, pode falar em política? Sabe, a gente tem que pensar uma coisa com muito cuidado, sabe? Porque espiritismo é amor, é Caridade. É nisso que a gente tem que se concentrar enquanto está por aqui, sabe? Em fazer a Caridade, em falar de amor. Mas. Eu fiz uma pequena pesquisa, eu fiquei tão feliz te ver num lugar como esse, né? Poder conversar com você que disse o seguinte, olha, prestem

atenção, viu? Não vos deixei cair também nesse laço, nossas reuniões afastar cuidadosamente tudo o que se refere a política e a questões irritantes a tal respeito. As discussões apenas suscitarão embaraços, enquanto ninguém terá nada a objetar a moral quanto esta for boa. Isso está na revista espírita fevereiro de 1868. Nossa. Amiga, muito obrigada pela sua colocação, viu, gente? Mas e aí, espírita pode falar de política? O que significa realmente a

política para o espírita? Vamos refletir sobre isso. Amiga, um beijo, muito obrigada, até a próxima. Então, gente, podemos falar em política? O que que significa a política para o espírito? Vamos refletir, o espiritismo não é uma proposta para o bem da humanidade, uma proposta para melhora de nós, espíritos encarnados. Então, se nós precisamos melhorar a nossa moral e melhorar o nosso ambiente ao redor, é algo coletivo. Então, como que vamos separar a

Caridade da justiça social? Como vamos ajudar os necessitados sem políticas sociais? Então precisamos sim conversar sobre política, principalmente para podermos ser seres cada vez melhores. Um beijo e até a próxima. Mas vamos logo ao ponto, e aí, espírita pode falar em política? E travou. AI. AI a Débora travou. AI, meu Deus, agora eu posso falar mal dela, que ela travou, eu sei. E aí, minha amiga, que espiritual vai deixar tudo espoiva? E aí, minha gente, gostaram da surpresa?

Pois é. Nós estamos aqui sempre trabalhando com todas as frentes, né? O esse aqui é um celeiro de artistas, um celeiro de pessoas que pensam o espiritismo, utilizando todas as ferramentas disponíveis na atualidade pra trazer com jocosidade, com respeito, com congraçamento, com fraternidade, com carinho e com muita dialógica e dialética, sempre a partir da.

Base fundamental que é Allan Kardec, esse nosso compromisso com a espiritualização individual e coletiva aqui no nosso planeta Terra. Muito felizes ficamos com a sua audiência. Muito qualificada, muito expressiva. Na noite de hoje agradecemos a todos que estiveram presentes, nos ajudem a divulgar essa live e o nosso canal. Estaremos juntos novamente. Deixa eu pegar minha cola no dia 26 de abril, no finalzinho do mês, com a sexta live do ano de 2025. 2 CK, né?

O tema é surpresa. Nos acompanhem nas redes sociais, nas nossas plataformas, visitem a nossa plataforma principal, que é o portaleckwww.com cardec.net.br, onde você tem novidades diárias sobre o espiritismo, sobre o meio espírita e sobre essa proposta de transformação individual e coletiva no nosso planeta. Muito obrigado. Até a próxima. Tchau.

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