Olá. Alô, pra todos vocês e sei que ano se icq nas sejam. Todos muito bem-vindos a essa live do ECK nos embalos de sábado à noite, sempre nos canais do ICK no Facebook e no YouTube e também na rede espaço espírita. Agradecemos a você que está ao vivo conosco e que pode se identificar através do streaming ARD, fazendo aí a correspondência entre o Facebook e o Extreme hard, para que nós possamos identificar a sua
participação colocando na tela. Para que possamos responder diretamente a você os seus questionamentos e seus comentários a respeito do nosso trabalho de hoje. Está aí Na Na tela a indicação da sua identificação. Temos também a Transmissão pelo canal do YouTube, onde automaticamente você é identificado. E vamos hoje tratar de um tema cada vez mais atual e pontual, porque envolve o comportamento dos espíritas dentro e fora das ambiências espíritas nas instituições em geral.
E dos cenários tanto presencial quanto virtual. Agregado à filosofia espírita. O nosso tema de hoje é, então espírita, pode falar de política? E essa pergunta então, será respondida pelo nosso convidado principal que tem. Que temos a Alegria de receber pela primeira vez da bancada do ECKE pelos nossos debatedores escolhidos para a nossa atividade de hoje. Vamos lembrar, é inicialmente. A fala? De Allan Kardec, na revista espírita de fevereiro de 1862.
Numa dissertação intitulada resposta aos espíritas de Lyon por ocasião do Ano-Novo. Onde Kardec alerta o movimento espírita sobre algumas questões envolvendo temas polêmicos. Que possam despertar? Suscetibilidades e desconfianças daqui a pouco, inclusive nós vamos. Enfocar essa fala de Allan Kardec na revista espírita, além de outras. Para melhor enquadrar a nossa temática na tarde noite de hoje, então vamos lá, vamos chamar o nosso convidado especial, Luís Gustavo Oliveira dos Santos.
Seja muito bem-vindo, Luís. Muito obrigado, Marcela. É uma honra participar desse debate hoje, não é? E fazer parte aqui, dos dos estudos, das secas ou também boa noite a todos que assiste. Muito bem, o Luís é um namoro antigo que agora virou noivado e vai partir para o casamento.
À medida que ele. Possa também participar mais vezes das nossas atividades virtuais, é, já tivemos a oportunidade de publicar artigos do Luís tanto no grupo E secá quanto no nosso site, o nosso portal que é o connkardec.net. O Luís é um estudioso da área social, da área filosófica do espiritismo, tem feito contribuições importantes para o debate na contemporaneidade espírita, apresentando o nosso
convidado. Ele é mestre em filosofia pela UnB, Universidade de Brasília, é especialista em filosofia política e é licenciado em filosofia pelo antigo instituto de ensino superior do centro-oeste UI esco.
É também professor de filosofia na Secretaria de estado da educação do Distrito Federal. No meio espírita, é palestrante há 18 anos e ministra estudos doutrinários a 14 no centro espírita fraternidade e auta de Souza, em candangolândia, no Distrito Federal. É ainda tradutor de 12 obras espíritas clássicas ou listadas no catálogo. Racional que foi aquela publicação de Allan Kardec, é orientando o movimento espírita de então.
Para formar uma biblioteca espírita para indicar obras não necessariamente espíritas algumas até espiritualistas, né Luís? E, portanto, fazer com que o espírita pudesse. Se enfronhar ainda mais no conteúdo espiritual, no conteúdo espírita, fazendo Claro o contraponto e as necessárias distinções entre teorias espiritualistas que necessariamente não sejam teorias espírita. Muito bem.
Nosso convidado, então é muito credenciado para a temática de hoje e nós temos certeza que será uma excelente live, tanto para os que estão ao vivo conosco, quanto para aqueles que depois vão acessar o conteúdo do nosso canal. Espiritismo com Kardec no YouTube. Vamos chamar então os debatedores Wilson Custódio. Olá, Wilson, bem-vindo. Boa noite, Marcelo Gustavo, aos amigos desse k uma boa noite e vamos a esse tema, ao Marcelo Luiz, muito importante aí para nós aí dentro do movimento
espírita, né? Podemos? Não podemos falar aí. Política, o espiritismo. Há algumas pessoas que dizem que sim, outras pessoas que dizem que não, outras pessoas que dizem talvez algumas dão de ombros, não querem tocar nesse assunto, nem pró nem contra. E esse é o nosso movimento espírita multifacetado da atualidade, não muito diferente do movimento espírita originário no século XIX na sociedade francesa, onde também haviam pessoas com diferentes formações culturais, com diferentes
formações ideológicas. E que, por certo, se é. Ambientavam com alguns temas e se afastavam de outros. Wilson Custódio é assistente administrativo e auditor de controle operacional em uma multinacional. Possui licenciatura em ciências biológicas, é professor, assim como Luiz Gustavo, da rede estadual de ensino no estado de São Paulo. É também interlocutor de libras.
Essa importante atividade de inclusão, que faz com que as pessoas possam acessar os conteúdos estando desprovida do sentido da audição, pois nem todos têm essa faculdade disponível. Na atual encarnação, ele atua no centro espírita Jesus é o caminho como dirigente mediúnico e coordenador de estudos, também é tesoureiro.
Da união das sociedades espíritas do estado de São Paulo, na regional de Guarulhos. E é membro do conselho editorial, aliás, do conselho de gestão do grupo espiritismo com Kardec. A técnica está me dizendo que o Nelson está com problemas de internet e que, portanto, vamos ver se ele consegue entrar adiante em ele entrando. A gente também faz a apresentação do companheiro, que estará conosco nesse importante trabalho dessa noite.
Vamos, então, sem mais delongas, para a primeira questão, para motivar o nosso debate, Luiz Gustavo, poder ou não falar de política na tribuna, né? Na atividade de explanação do espiritismo dentro da casa espírita. É o mesmo que ter ou não uma vida cidadã ativa e, se for o caso, em muitas situações, em muitas pessoas, ter uma militância político partidária. Maravilha. Uma ótima questão para começarmos bem. Falar de política no centro espírita.
Sem dúvida. Precisa ser feito de uma com uma certa cautela, porque. Há uma forma de falar sobre política que é adequada, que é doutrinária, inclusive, e outra aqui. Podemos dizer que não. Não traz os frutos necessários como esperados. Eu vou tentar rapidamente falar sobre esses 2 aspectos. É falar sobre política, é fazer política. Porque a política ela não precisa ser feita só no campo do voto. Não é? Nós fazemos política, principalmente por meio da
propagação de idéias. E quando você faz uma palestra, faz um estudo que traga elementos para se pensar na política. Então você já está sim fazendo de certa forma política e atuando. Também? De uma maneira é cidadã. Você está analisando pensando sobre as questões que cercam a sociedade? E é isso que é política, não é política, é o que diz respeito à pólis, o ao. Ao grupo, ao coletivo a sociedade. É as filosofias antigas. Elas tinham sempre um referencial. Sobre a política, sobre como a
sociedade deve se organizar. É, por exemplo, Platão, Aristóteles, Tomás de Aquino, Santo Agostinho. Mesmo esses filósofos que estão. Falavam abertamente sobre temas de organização da sociedade, isto é política. Nós estamos falando de assuntos do tipo. Autoridade, leis, deveres, direitos. É Riqueza. Pobreza, igualdade, desigualdade, Liberdade, produção, distribuição, tudo
isso é assunto da pólis. É assunto político, portanto, e veja bem as antigas filosofias tratavam disso, e o espiritismo também trata. Se o espiritismo não tratasse desses assuntos. Ele seria uma filosofia aquém das anteriores e o que nós vemos é que Allan Kardec bastante Claro, os espíritos também. Sobre o espiritismo ser uma doutrina que responde questões que as outras não respondiam. Não é de maneira que ele se apresenta até com uma filosofia mais completa, como seria, completa.
Se não tratasse desses temas. É dito no livro dos espíritos que. Oo, homem. Foi feito para viver em sociedade, está lá na lei de sociedade. Ora, então não há como escapar do tema, não é do social, portanto, da pólis, do politi. Então, tratar desses assuntos à luz da doutrina, como a doutrina. Discerne questões a respeito da propriedade das leis. A Riqueza da pobreza, né? Da previdência social? A segurança, que são temas políticos. É importante para o espírito e
vai permitir que ele se atue. De maneira cidadã, né? Inclusive analisando as propostas que aparecem. É entre os candidatos e partidos que estão no seu contexto, não é? E a luz daquilo que eles, que ele, compreende que ele adere na doutrina, ele pode fazer escolhas. Escolhas existem que tenham maior proximidade com aquilo que a doutrina abraçada por ele espírita. É indica, certo?
É Claro que a maneira que eu disse que é invocada de fazer política no centro espírita é você fazer campanha de político dentro do tempo do centro, né? Evidentemente que isso não cabe. Não se pode vinculá-los. O espiritismo é um partido ou um candidato, até por causa das contingências próprias, né dessa? É a política partidária, quer dizer, pessoas partidos podem mudar um pouco seus projetos e, se o espiritismo estiver vinculado aquilo, né?
Vão associar as mudanças ou desvios dessas pessoas ou partidos como desvios da doutrina, que é um erro. Então é é importante. Sabemos que. A doutrina trata dos temas político. Ela orienta o pensamento. Social do espírito? É com bastante. Detalhe, até. Não é? Talvez nós possamos aqui, é. Aprofundar alguns. E mas é preciso manter evidentemente um cuidado, não é? Fala em cidade falar sobre o tema sem levar. É campanha de candidatos ou partido para dentro do centro. Eu diria que é essa só.
AA problemática, depois a gente pode comentar sobre essa. De passagem que Marcelo falou no início do Allan Kardec na revista de 1862, tentar contextualizá-la, mas a gente fez tudo. Então, eu diria no e de início isto aí. É essa passagem da revista espírita. Ela está selecionada para uma das questões mais à frente, é justamente para que a gente possa fazer essa necessária contextualização em relação à época passada e em relação à atualidade. Vamos chamar Wilson para essa tertúlia.
É no sentido da do questionamento que foi feito, né? O Wilson é, efetivamente, é como Oo Luís já adiantou. Nós somos seres sociais, seres que vivemos em sociedade e que, portanto, estamos envolvidos em vários blocos dentro dessa sociedade e que a nossa participação ela se torna efetiva e necessária, por exemplo, num conselho de condomínio onde a gente mora, numa associação de bairro no colegiado, dentro de uma. É uma escola onde vocês trabalham, né?
Associação de pais e mestres ou mesmo um conselho consultivo? Os próprios conselhos representativos das áreas educação, saúde, assistência social, segurança, et cetera, que existem de municípios até é a esfera federal. Eu, por exemplo, fui durante 5 anos conselheiro nacional de saúde representando o movimento espírita.
E há também aquelas situações que a pergunta em campa que seria a militância político partidária não necessariamente se dispondo, se disponibilizando para, por meio da cidadania ativa, ser candidato a postos eletivos a cargos eletivos, seja no legislativo, seja no executivo, como trabalhando na organização, na Constituição dos partidos. E agora nós estamos aí há pouco menos de 1 mês da eleição
presidencial. Que também é eleição em todos os estados e no Distrito Federal. Nós temos a necessidade da participação do cidadão como representante dos partidos políticos, fiscalizando o pleito e fiscalizando as ocorrências. É no dia da eleição. Então Wilson é, é exatamente isso. Como conciliar AA vida doutrinária com a vida político partidária? Então, Marcelo, é essa? Pergunta ela. Ela é? Bem, ela é bem interessante e eu diria para você que bastante reflexiva.
Porque quando a gente, quando nós nos vemos, é dentro da casa espírita, em todo esse movimento. É, nós. Nós não tivemos uma educação, na verdade, voltada para a política, né? Lá na minha época, muito tempinho, há muito tempo atrás nós tínhamos um negócio chamado de educação moral e cívica, né?
Então, nem isso. Hoje a gente trabalha dentro da nossa educação em cada vez mais questões extremamente importantes como essa que nós estamos debatendo hoje já estão, estão é, é simplesmente é desaparecidas, sumiram né? Então eu vejo assim. É o quando nós observamos isso dentro do do próprio evangelho, a trabalhando Na Na questão é
doutrinária? Nós temos um exemplo extraordinário de como analisar e avaliar aqueles, né que nos representarão à seja ele espírita, não é, especificamente falando em espírita, o espírita político, né? Aquele que se dispõe a trabalhar nos órgãos públicos ou atuar dentro aí das. Com? Como político, né? É Pra Ele, extraordinária, né?
Quando nós avaliamos na no evangelho homem de bem é tudo aquilo que é necessário, nós, como espíritas, observarmos dentro é daqueles que que irão nos representar, não é? É não. Não vejo como às vezes eu discuto muito, eu brigo muito comigo mesmo, é porque aqui dentro é do movimento espírita ou a posição de alguns espíritas, ela se perde tanto, ela diverge tanto. É mesmo? Porque quando nós iniciamos a nossa base é doutrinária? Eu comento muito isso com
aqueles que estudam comigo, né? Quando nós, enquanto nós estamos, é indo uma casa, tomando passe, né? E voltando para os nossos lares, é uma beleza extraordinária, né? Mas desde o dado momento em que você passa a estudar na casa espírita, em que você começa a observar esse movimento dentro do próprio centro, ali é uma política extraordinária, não é EE é interessante como o próprio trabalhador, às vezes ele não,
ele não percebe isso. São grupos que se formam dentro dos próprios grupos e às vezes até discordando. EE não, não, não raro discordando dos seus, dos seus representantes, ali, daqueles que são seus coordenadores, mas sem o espaço para poderem trabalhar. É essa questão das suas divergências. Então a gente precisa mudar muito na base educacional. Lá no próprio livro dos médiuns, especificamente falando no capítulo 30 é, nós temos ali algo que se passa por cima e
quase que todos os cursos. É que pelo menos eu conheço das instituições que eu fiz parte, que é esse capítulo. É é 30 que aborda a questão do regulamento, que é a base estatutária de qualquer casa espírita que instalar dia primeiro de abril, né? Dia da Mentira, mas não é uma mentira quando foi ali, então estabelecida a sociedade parisiense. Então note só que o pessoal passa por cima, porque porque não tem importância passar isso nos custos de preparação e de única.
Quando a realidade é é eu via que pintou aqui embaixo, né? Alguém chegando e falando da dificuldade que é falar de de, de, de, de política dentro da casa espírita e a dificuldade está nas bases da educação, porque é as próprias casas espíritas, dentro dos seus próprios custos, não estabelecem essa possibilidade de troca de debate. E aonde não existe embate político, né? Se torna difícil, né? É um crescimento, não é? É desse movimento. Isso tem que ter um crescimento
dessas pessoas. Há então assim. Eu vejo que. O homem de bem é tudo aquilo que é que nos mostra perfeitamente, aí que nós que nós podemos ter como base doutrinária aqueles que realmente poderão nos representar, se não tivesse essas características, não tenho porque nós discutirmos e nós estamos vivendo um momento de de
polarização. Como todos sabem, virou moda, palavra aonde é muito fácil avaliar pela filosofia espírita, quem realmente é, pode, quem realmente é, quem realmente não é. Então eu vejo que assim, eu usaria como cartilha básica realmente um homem de bem, para que a gente possa ter 11 visão aí mais, mais coerente daqueles que nos representam o espírito, ele tem que se movimentar, ele precisa EE realmente aos palanques, não dentro das casas
espíritas, né? Como um político, mas na sua base educacional, nos seus cursos, a sua movimentação, observando mais o seu público, porque cada casa espírita tem uma característica e lembrando que nem todos estão aptos a discussão sobre política. Talvez essa seja a nossa maior dificuldade. Nem todos estão aptos, real.
Frente a conversar sobre política dentro das casas espíritas, mas é necessário abrir seu espaço, os seus dirigentes dos seus coordenadores estarem mais atentos a essa possibilidade e que realmente existe todo o movimento político dentro das instituições e fora das instituições que está perdida. A gente precisa resgatar isso. Muito bom. Vamos aproveitar que o Nelson
está chegando. Vamos ver se a se a internet dele se torna estável, vamos apresentar então o Nelson Santos, que é bacharel em economia, é estruturador imobiliário, estudioso, espírita, livre, pensador, apaixonado pela área de Humanidades, está vinculado atualmente ao centro de estudos espíritas Herculano Pires, em São Paulo, é membro do conselho de gestão do SK. E também do conselho editorial da revista eletrônica espírita Harmonia, mantida pelo grupo espiritismo com Kardec.
Bem-vindo Nelson. E já entra assim, né? De sola para responder. AAA primeira questão que nós estamos tratando que é justamente acerca da conciliação da atividade espírita doutrinária, sobretudo nas instituições presenciais ou virtuais, a chamada militância
doutrinária. Com uma eventual militância política, filiando se a partido político, participando de atividades de natureza política como este, liar, uma e outra coisa, na tua opinião, Nelson. Bem a. Esse é um assunto que causa espécie, né? Entre os espíritas. Não. Progressista, digamos assim. Porque? É, o pessoal tem um, na minha opinião. Eles têm uma visão rasa. Do pensamento de Kardec. Por 2 ocasiões, Kardec apontou. Tanto na revista espírita.
Eu acho. Coisas irritantes, e. Assuntos políticos que não deveriam ser tratados. Só que o pessoal não entende o contexto histórico. Em 1862? Aonde havia uma forte repressão. Por parte de Napoleão, terceiro. A tudo era muito. Vigiado, digamos assim. Pelo poder? É tudo o que poderia? Causar espécie? Havia ter muitos cuidados. E o pessoal se pega geralmente, nesses 2 pontos que é. Os estatutos da sociedade parisiense de estudos espíritas. E a uma?
Um discurso que Kardec fez aos espíritos da senhor leoneses. Sobre isto? Mas vamos trazer isso agora para nossa atualidade, para nossa contemporaneidade. O que que acontece? Se você, se nós falarmos. Sobre assuntos polêmicos e a política, realmente ela pode causar uma determinada polêmica. É numa reunião espírita, é impensável em tanto esse como qualquer outro assunto. Mas na ambiência da casa espírita, porque não? Qual seria o? O limitador.
Para que esses assuntos sejam tratados, uma vez que nós. Somos sabidamente seres políticos. A política começa no seio familiar e estende-se ao mundo. Ator, nós utilizamos política a cada segundo, a cada instante da nossa vida. O espiritismo é uma doutrina social voltada também ao social. A melhoria do homem perante. As condições de vivência e sobrevivência. Como você faz para implementar políticas sociais sem a política? Você vai implementar só o social como? Se não existe discussão.
Se não existe um aprofundamento nas questões sociais. Então eu não vejo. Uma maneira de você. Implementar? A máxima de Kardec, Que Fora da Caridade não há salvação. Sim, você ter políticas sociais. E aonde você vai discutir políticas sociais se não é na ambiência? Da doutrina? A pergunta é essa. Perfeito. Prefeito. É, eu quero dizer, é para os nossos convidados e para você que nos assiste.
Que esse o que vos fala é filiado a partido político desde 2010. E tenho militância também político partidária, desde que eu tinha 15 anos de idade. E fui candidato a vereador em 2012 e em 2016. Justamente para mostrar que nós podemos e devemos ter a nossa atividade doutrinária tradicional, como colocou o Luís na sua primeira intervenção de propagadores dos ensinamentos das informações espíritas e espirituais.
Quanto militância social em diversas áreas e também nos partidos políticos, contribuindo desta feita. Para para e passo devagar, contextualiza. Da Men te colocar as informações disponíveis sobre a visão espírita dos fatos da sociedade para essas ambiências sociais, políticos, sociais, político, partidário.
Esse é um processo lento. Que a humanidade experimenta e que Kardec bem elencou, ao dizer que a natureza nada dá saltos e que o processo de transformação se dá pela inserção dos homens de bem, como lembrou Nelson. Agora nos ambientes onde o concurso se faz necessário, como o Nelson deu spoiler, Wilson e Luiz, sobre o texto que eu havia frisado no início do nosso trabalho, na apresentação do trabalho, vamos a ele.
Na revista espírita de fevereiro de 1862, como disse no início na resposta dirigida aos espíritas lioneses leoneses, por ocasião do Ano-Novo. Existe um texto que é praticamente um mantra, um bordão repetido à exaustão pelos espíritas, sobretudo em momentos eleitorais ou de discussão sobre as atividades ou sobre a atuação dos governos. O texto é o seguinte, é, abre aspas afastar e cuidadosamente das vossas reuniões, tudo quanto disser respeito à política e às
questões irritantes. Neste caso, as discussões não levarão a nada e apenas suscitarão embaraços, enquanto ninguém questionará a moral, quando ela for boa. Então, Luiz Gustavo, o que dizer desse texto contextualizado em 1862, já afirmado pelo Nelson, que fazia parte de um momento de Extrema repressão do governo francês, as liberdades
individuais e coletivas? Em relação aos temas políticos da atualidade, o que dizer desta justificativa de 1862 ser utilizada em larga escala pelo movimento ou pelo meio espírita para reforçar a postura de isentam? Não, não, eu sou isento, eu não me me escutou nesses temas. Eu não debater essas questões, porque as políticas de as outras são todas irritantes, né? Kardec teria realmente. Prelecionado com isso, um distanciamento das questões sociais e sócio políticas. Muito bem.
É esse é de fato, não é? É, tem. Você deve ter lido aí. Acredito que muita gente já viu esse um quadrinho que vem como alerta de Kardec, né? Sobre a política, o Xavi. Então eu já fiz até um artigo, um tempo atrás dissecando esse texto aí do Kardec, né? Explicando, as é as razões dele. E mostrando que não passa de um engodo essa citação descontextualizada e o seu uso
hoje, né? Isso é um mero suposto alerta que os. Aqueles que têm repulso a política utiliza a gente pode até falar mais pra frente sobre as razões que levam as pessoas a fazer esse tipo de uso indevido, né? Do cardápio, o que ele está dizendo ali? Se a gente pega o texto? A gente vê, né? O texto inteiro, não só essa parte que diz a da. A gente vê que o Kardec está na verdade. Fazendo uma?
Um aconselhamento. É aos espíritas sobre um problema grave da França naquele tempo, como já foi antecipado, né? Ele estava toda obra espírita, foi. Ao tempo do Kardec. Foi elaborada sob a ditadura. Do Napoleão terceiro, que deu golpe de estado, dissolveu o parlamento. Aquilo era uma ditadura efetiva, não é? E. O que acontecia? Os adversários da doutrina, e é disso que o texto trata nesse
ponto lido aí, né? Eles chamam de alerta de Kardec, não é sobre a política, é sobre uma estratégia dos adversários, espíritos que se utiliza vão. Dos temas, né, da ou das falas? Políticas que poderiam ser dirigidas ao governo ditatorial. E criar indispor. Posição entre AOOA ditadura. E os centros espíritas? Era essa a armadilha dos adversário. Olha, ali estão falando e mais, não usavam espiões. Kardec fala na revista espírita. Que os Oo ditador colocado espiões dentro do centro
espírita. Então todo cuidado era pouco para alguém falar alguma coisa contra o governo. E aquele centro ser fechado, ser proibido de funcionar. Era esse o tema era diz que Kardec estava falando, tem até uma outra passagem com outro número da revista. Que o fundador do centro na Espanha, né? Também falava com Kardec sobre esse problema que lá também tinha uma ditadura, né? E eles trocarem essas idéias, porque lá tinha infiltrado um Monte de espião.
Para ver se aquele centro podia funcionar ou não. Eu até é entendo. Que a própria? Restrição colocada no estatuto da sociedade espírita de Paris. E ali, no livro dos médicos, não é? Tem essa mesma razão, o centro para funcionar, ele tinha que. Não. Poder falar sobre o tema. Que pudesse levar a uma crítica ao governo, como qualquer ditadura. Então tinha que passar pela aprovação. Do para abrir um centro, tinha que passar pela aprovação do do Ministério da segurança pública,
da prefeitura de polícia. Era esse tipo de coisa que Kardec tinha que lidar naquele t. Certamente fosse um ambiente democrático, essa armadilha nem funcionaria. Como é que é o os? Não havendo um ambiente democrático, não teria espião ali dentro. Não teria o problema de indispor? Governo com crítica social, porque a democracia convive com crit. Convive com conflitos de Ideas? Né? Então, aquilo era específico ao contexto mesmo.
E tem um detalhe adicional aí. A palavra política, geralmente, quando você vê um manual de filosofia daquele tempo. Eu tenho até um aqui do dos anos 60 do século 20. A política ela é tratada dentro. De do Campo Maior chamado moral, é chamada moral social. Que é a política hoje é a mesma coisa. Então quando o Kardec fala sobre moral, ele também está falando de política. Ele está falando da da, da moral. Que regi as inter-relações não é as regras da convivência em
sociedade. É, e geralmente a palavra política ficava mais restrita ao campo partidário, não é vinculado à visão que se tinha de um ou. É governante ou candidato ao governo? Então, quando se fala em em moral, não, não está se excluindo aí a política, na visão da filosofia do século 19, absoluta. Bem, desse modo, o uso indevido não é pegar esse texto para usar hoje. Além de ser completamente descontextualizado AO próprio texto pinçado. Ele é descontextualizado e não
fala qual é a razão dessa. Desse? Conselho do Kardec. Que era para não se indispor com as autoridades. Esse é o. O motivo é que eu diria. Fora isso, não é? Kardec tratou. De temas políticos como acabamos de falar, temas referentes a pólis, né? Política eu lembro, sempre é é ligado, a apólice está lá o tema de propriedade, tratado no livro dos espíritos leis. Desigualdade. Produção, distribuição de bens, escassez não é autoridade, lei de direitos e deveres.
Tudo está lá. Tem uma política. Você vê também, né? Que há uma restrição às controvérsias religiosas do estatuto. Do do? Na sociedade espírita de Paris, no entanto, o que é a obra, o céu e o inferno, de Allan Kardec, se não uma grande obra de controvérsia, religião a? Então ele estava realmente falando do contexto, não é da abrangência do opinar. A doutrina trata de política. Trata do social, trata de controvérsia religiosa. O problema ali era só mesmo a as armadilhas, né?
Então era, é isso aí que eu diria sobre esse tema. 2 questões ou 2 ponderações suas são excelentes, né? A primeira, que é um alerta aos espíritas, em geral que não lêem Kardec, que não lêem a obra de Kardec, não fazem associações entre os textos das diversas obras que não conhecem a revista espírita, mas que são especialistas em fazer recortes para dizer que Kardec disse isso, que Kardec advertiu aquilo. E que, para Kardec, esse comportamento de determinados espíritas é correto ou
incorreto? Na verdade, o espiritismo jamais se posicionou como uma prescrição do que fazer nem como fazer, exceto quando Kardec trata ainda de modo incipiente sobre o regulamento das sociedades espíritas sugerido por ele, jamais imposto como vocês falaram na intervenção anterior? Todas as outras situações derivam do livre arbítrio individual e coletivo.
E aí os espíritas, acostumados que estão com um comportamento religioso clerical, dogmático, querem que alguém lhes diga lhe lhes prescreva o que fazer e o que não fazer. E a segunda questão, muito bem colocada por você, Luiz, está bem flagrante para todos aqueles que assistiram o excelente filme do Wagner de Assis. Chamado Kardec, a história por trás do nome onde em uma das cenas.
Vigente, determinada norma imposta pelo governo de Napoleão terceiro em razão de um atentado que foi impetrado por um grupo dissidente contra a sua vida, ele mandou fechar todas as reuniões e estabeleceu regras. Muito é restritas para a associação, para a organização e para as reuniões. E a cena que eu estou me referindo mostra Kardec e mais 2 pessoas no Palácio imperial conversando.
Com autoridades da época explicando o que era a sociedade parisiense de estudos espíritas para, ao final, receber uma autorização temporária especial para que a sociedade voltasse a se reunir porque as reuniões tinham sido suspensas, é inadvertidamente sinned e pela organização política e policial da França daquela época. Então, Nelson.
Diante dessa contextualização e diante da apresentação dessa premissa falsa de que Kardec teria proibido os espíritas de tratarem de temas políticos, o que devemos fazer? Nós que estamos envolvidos em instituições ou em grupos virtuais espíritas, quando as pessoas apresentam de forma contundente, cabal, essa orientação? De Allan Kardec. Nelson, estamos sem som. Perdone. Eu costumo dialogar com essas pessoas que vêm já com essas. Fórmulas prontas, né?
Esses recortes de Kardec tentando explicar justamente esse ponto de vista. Tentando fazê-los compreender que. Sim, a política, a discussão política. Não é possível. Nós implementarmos ações, nem mesmo no co, no campo familiar. Nossa vida é política, como eu disse anteriormente. A política já nasce no seio da família. De maneira alguma. Política que tem a ver com partidarismo, que também é político. Mas partidarismo já diz partido, separação?
E o espiritismo a doutrina espírita não é isso, é a aglutinação por um bem maior. Para. Fins sociais e espirituais e Morais. E volto a bater na mesma tecla que eu bati anteriormente. Como você pretende? Implantar. A Caridade plena. Caridade, nós vamos nos esquecer, vamos das faces do amor e é o amor em ação. Então ela não é inerte. Ela tem que estar em movimento. Para que a Caridade esteja em movimento perante a sociedade. O que então nós fazemos? O que nós devemos fazer?
Panfletar, discutir, conversar, debater. Procurar instrumentos. Para que tornemos? Mas falei, tá veu. As questões sociais. E o que que é isso, a não ser política? Então é uma visão totalmente equivocada. Dos nossos amigos? E até mesmo um dos nossos inimigos. Porque como podemos tratar? A questão social nós não, não, não desejamos Liberdade, igualdade para atividade, equidade. Como é que podemos implantar isso? Há, mas pela reforma. Ou ser será? Possível? Implementar tais.
Mas aí tudo bem, vai. Você quer? A reforma é uma coisa. Plenamente? In vouga no meio espírita, né? Mas a pessoa para se muda para se aprimorando, a pessoa progredindo. Por si só, per se. O que que ela vamos da sociedade? Se ela vive numa comunidade? Então são coisas que são, não são díspares. São consequências. É uma consequência da outra. Eu não vi até hoje. Em momento algum da história da humanidade que eu, modestamente. Procure entender.
Algum ponto dela aonde não foi? Abrangido aspecto de política. Muito bem. Vamos então chamar o valor aumenta essa. Aham, chamar Wilson para essa. Conversa específica. É enaltecendo que há uma conexão muito importante entre o conteúdo da filosofia espírita e o conteúdo atribuído. Ao homem Jesus, né? A filosofia de Jesus de Nazaré. Então eu sou um, considerando que você também é um apaixonado por Jesus, um estudioso da da,
da correspondência. Entre as falas e os feitos de Jesus e as prescrições, ou os fundamentos da filosofia espírita? Gostaria de de perguntar em relação a Jesus o seguinte. Jesus e a sua família deixaram de pagar impostos. A sociedade da época. Jesus, ao ter dito. É que deveríamos fazer a separação entre o que é de Deus e o que é de mamona. E mais, particularmente. Quando colocado sob suspeição perante as autoridades religiosas e políticas da época.
Ao lisa, apresentar. Uma moeda, um denário. Para questionar se Jesus. Recomenda, vai. O pagamento ou não dos tributos dos impostos à sociedade. É censura da época. E teve uma saída magistral inteligentíssima, como seria de se esperar de um dos avatares dessa humanidade. Até onde isso tudo fundamenta essa ideia canhestra e obtusa? Porque descontextualiza? Nada. De que os espíritas não devem participar de ambientes onde não esteja se trabalhando.
A questão da iluminação moral. Da humanidade? Pois é, Marcelo é. Essas questões colocadas aí aí por você, elas são muito interessantes, né? Muito profundas. Na verdade, é Jesus, Jesus é aquele aquele cara, né? Como você diz, olha aquele Magrão, né aquela criatura que não se não encontra, né? Em qualquer lugar por aí. Mesmo ao longo da história, né?
Acho que. Poucas personalidades, poucas poucos realmente são como Jesus, mas é. É extremamente profundo, não é essa essa maneira de de dar é essa, essa, essa forma de de de saber fazer política, né? Que Jesus tinha porque conhecia os seus adversários. Eles sabia, né? Aonde estavam ali a as deficiências, né? Os erros, os acertos. Então, Jesus, antes mesmo, antes mesmo de que é, é alguém me dirigisse a palavra ele já sabia. Tá, porque? Porque ele não era o que ele
dizia, né? Ele era o que ele falava, então são coisas assim muito interessantes, né? E quando você pega e observa, né, ter a César o que é de César. E a César, o que é de César, quando na verdade, havia toda uma provocação por ali, então esse movimento dessa criatura extraordinária dentro desse é. É. Entre estes homens, né? Vamos dizer assim, se nós traduzirmos para agora, né? Entre essas raposas velhas, não é que sabiam como é. É preparar, né? As armadilhas para que?
Aquela criatura que se isso isso. Isso é extraordinário, mani, eu, de Sócrates, né? É aquela coisa realmente é, é perfeita de quem sabe se movimentar. É nos momentos de dificuldade. É atire a primeira Pedra quem não tiver pecados, né? O atire a primeira Pedra quem não tiver e Rose. AE de repente todos se calam, porque na verdade é esse mexeu ali aonde é no ego de cada criatura daquela tá com, como é que eu vou falar? Eu acho que isso se perdeu.
Se nós traduzimos para os dias de hoje, né? Como é que o novo falar? Como é que eu vou me comportar, como é que eu vou dizer do outro se eu não conheço outro? Né? Como é que eu vou, o que que eu vou tratar? Essas questões sócio políticas, né? Sócio financeiras? Se eu não conheço, 2 o. É o Luiz, comentou. Aí ele falou sobre os cartazes, né? Aquela aquelas palavras chavões, né? Luiz, é que se usa, né? Ele se usa hoje inteira. E é para tentar, é. É descaracterizar.
Os ensinamentos da doutrina espírita ou então para colocar as suas próprias ideias. E hoje a gente está se vendo diante disso, eu costumo dizer que são é espiritas de espíritas de Google, né? Intelectuais espíritas de Google, né, que quando você digita lá o cara parece que já tá esperando, né? Ele já está esperando a
resposta, né? De repente você posta, você coloca lá que vamos falar sobre política, o cara já tá esperando, ele vem feito um trator e ele manda um Monte de questões que não são questões porque são exclamações. Então não são perguntas, não são dúvidas, não é? É? É EE. Você tem que saber lidar. Com essas diferenças, né?
E Jesus sabia lidar muito com essas, com essas questões, Jesus nos ensina, na prática é, eu diria que, só para dar uma cutucada, Marcelo, que eu acho extremamente importante, que hoje nós estamos diante p pôncio pilatos ou funções pilotos, né? Pilotos, me corrijam por favor, é. Estamos diante de pilatos, a sociedade se comporta como pilatos, ou seja, eu lavo minhas mãos. Nossa, nós passamos agora é, é recentemente, né? Estamos passando ainda por uma questão muito grave no nosso
país. Que é a questão das quase 700000 vidas perdidas. EE se questionam, por incrível que pareça, alguns ainda questiona se realmente tudo isso aconteceu, se realmente era para tudo isso. Eu acho interessante como a humanidade não aprende. Mas eu acho que vivemos 11 condição No No chamado pilatos. A vocês querem comprar isso, já que é importante para vocês. Eu lavo minhas mãos. Eu lavei.
Isso abriu portas para tudo o que a gente veio sofrendo e a sociedade como um todo sofreu milhares de vidas perdidas pelos pilatos. Que lavaram suas mãos? Diante o que a necessidade popular? Então nós precisamos falar disso abertamente, e não é questão partidária. Não é questão partidária, ao contrário. O espiritismo tem 2 ferramentas extraordinárias, que é a razão, não é? Que é fundamental, inclusive, até anotei aqui a razão aliada ao quê, algum senso. O bom senso me diz isso.
E o espiritismo é a doutrina do bom senso. Né? É? É aí quando se fala realmente de Jesus, eu vou encerrar minha fala, né? O para não fazer a chamada palestra Marcelo, mas espero ter respondido essa, essa, essa pergunta. Nós somos seres sociáveis, né? Já já sabemos disso. Eu diria que desde o exato momento em que nós nos afastamos, né dos extintos ou do instinto. Ideativos a inteligência. Automaticamente nós passamos a viver em sociedade.
E ao viver em sociedade, nós instituímos a política e, ao instituir a política instituída, foi para. É é garantir a vida e o direito à propriedade. Simples assim, todo o resto a gente pode discutir. E a doutrina espírita ela é extraordinária, diz que. Eu acho muito engraçado amigos, que as pessoas apaixonadas pela figura de Jesus elas costumam dizer não. Jesus foi um grande revolucionário. Ele veio dividir a história na metade entre antes e depois da
passagem dele. Jesus revolucionou os costumes da sua época com esses exemplos que vocês trouxeram, né? A da questão do imposto, a questão do daí a César, a questão. Da mulher adúltera a questão dos publicanos, a questão dos samaritanos, enfim, toda a prédica de Jesus está voltada à revolução social, a mudança de costumes, a postura nova diante das situações sócio políticas da
época de 2000 anos atrás. E aí se esquecem que um professor francês, que AA Herculano Pires diz que é o grande desconhecido dos espíritas. Este professor francês também foi revolucionário quando ele apresenta nas obras espíritas escudar do grande parte, nas informações espirituais que recebeu de uma plêiade de Almas superiores que se associaram ao trabalho hercúleo desse professor. A ideia, por exemplo, ante a igualdade absoluta entre homem e mulher.
A ideia da necessidade de termos o respeito ao direito de propriedade, mas significando que essa propriedade era material e que a propriedade espiritual era não alcançável. Também explanando sobre a questão de que nem, não obstante, a sociedade francesa européia tivessem, isso é experimentado. Depois do iluminismo, o principal movimento de Ideas que interferiu em toda a geopolítica do mundo, que foi a revolução francesa, mesmo apesar da revolução francesa, ter ali plantado.
Tanto na França quanto nas outras nações da Europa, como depois no continente americano, os ideais democráticos, as liberdades, né? Garantias individuais e coletivas a França foi submetida a um período de obscurantismo novamente. De despotismo na figura napoleónica. E aí? Allan Kardec explana, sobre a necessidade do respeito dos direitos, do respeito, das liberdades.
Então está ali, dentro da obra espírita, das 32 obras da Alan Kardec, a contextura político, social, e aí hoje, enfrentando todos nós uma situação de obscurantismo na sociedade Brasileira. Com uma tentativa de adoção de um modelo de estado completamente contrário ao ideal da Constituição cidadã de 1988, as pessoas dão de ombros e não, não. O espiritismo não tem nada a ver com isso. Tem sim. E tem muito. Então? Luís, aproveitando a pergunta do companheiro, é bauler thielen?
Daqui de Florianópolis, sobre AA correlação entre Caridade e questões socialistas. Que eu vou pedir para a nossa técnica colocar no na tela está aí. Ou como defender princípios progressistas do espiritismo, como a justiça social, a Caridade para os pobres sem que isso seja confundido com princípios socialistas? Eu vou um pouquinho mais além. A velha, a carcomida, a cansativa. É ideologia, Bandeira de que olha, cuidado com o comunismo, o comunismo.
A Bandeira vermelha está tomando conta do nosso país. E aí, Luís? Como se comportar lucidamente diante de uma porção majoritária que eu estimo que seja de 90% dos espíritas brasileiros? Lindos, amei essas falácias. É isso aí, é importante EE. Complicado, não é? Olha só. Eu diria o seguinte, primeiro. Entender o que é socialismo começa aí, né? Há uma ignorância muito grande sobre o conselho.
Quer dizer, pessoas pegam aí os governos autoproclamados socialistas e acham que aquilo realmente cumpriu algum programa socialista. Já está um erro aí. O socialismo é um programa, ele é uma ideia. Ele é um conceito da filosofia política e que não é moderno. Venda venda começa na antiguidade. Comunismo também não é esse, então, mais distorcido ainda pelos seus opositores? Nós frequentemente vemos pessoas caírem na chamada falácia do espantalho.
Se você quer destruir uma ideia. Você pinta ela como um espantalho, demoniza aqui e as pessoas saem correndo sem nem se perguntarem sobre o que é aquilo? E esse é o. Esse é o pronto. O ponto hoje acontece porque as pessoas não têm. Como já foi até aventado aqui, né? Anteriormente, uma educação política. Mais aprofundada há, há uma despolitização muito grande. E a democracia precisa ter politização. As pessoas precisam discutir, sabendo que do que estão falando não é. É, veja bem.
Eu vou responder, não é? Trazendo aqui o que é o. Tendo em conta o socialismo em si, não é e não os desvios que se viu aí no chamado socialismo real praticado no país. Que os os Oo cristianismo é socialista, diria logo isso. E vou até mais. Cristianismo é comunista. Conhecendo o que é o comunismo. Vão se concordar comigo. Comunismo. Ele prega justamente, não é a igualdade absoluta de que é a cada um segundo sua necessidade, segundo Norberto bobbio. Maior, né?
Um dos maiores filósofos está. Política da atualidade. Você pega o dicionário de filosofia dele. O verbete comunismo. Ele explica que essa ideia começa em Platão e nos evangelho. Está ali a origem do comunismo, por e. É o socialismo seria uma etapa transitória para chegar a isso. Tá? O comunismo é a comunidade dos feitos. Leia lá, atos dos apóstolos, capítulo 2 primeira comunidade cristã. Também no capítulo 4 de atos repetindo, você vê ali
princípios como. Ninguém considerava como propriedade privada coisa alguma. Todos tinham tudo em comum. E não havia nenhum necessitado entre eles. Essa é a primeira comunidade cristã. Não é descrita em atos dos apóstolos. Aí você vai abrir Leon DN. Num livro chamado o Progresso e Leon deni, vai dizer o seguinte, tendo em vista esse texto da Bia. Tranquilo, aberto aqui na minha frente. O cristianismo primitivo. Saído do meio do povo e que combatia a aristocracia e o sacerdócio judeu.
Tinha começado pelo comunismo. Leon, deni, fala isso. Sem entender o que é comunismo, as pessoas arrepiam os cabelos. Não é porque compram os fantasma. Está errado. Né? À porque Oo, veja lá o que aconteceu na União Soviética estalinista. Aquilo não foi comunismo. Simples assim, né? Basta pegar o dicionário de filosofia para ver o que é. E então o comunismo, ele é esse Panorama social de uma vida fraternal em que as pessoas saibam como fazer uma comunhão verdadeira, não é de serviços de
bens que não haja ninguém. Sem o necessário, isso é uma proposta cristã. Isso é uma proposta espírita. Não é agora, se os os governos chamam isso de comunismo, o problema deles estão usando mal a palavra e nós temos que saber que estão usando mal. Né? Enfim, assim como tinha cristão andar de média, que era inquisidor e mesmo assim se chamava cristão, mas não aplicava o Cristo ali. Então, também tem país que se chama comunista socialista, que não aplica o socialismo.
Então vamos primeiro conhecer o que é. Depois, há na doutrina espírita, sim. Uma grande, um grande apelo. Al. Que se chama Caridade? Mas que não é limitada ao indivíduo. A Caridade na doutrina espírita é um conceito muito mais amplo do que dar os mola, ajudar a necessitar. Individualmente, isso é o que se chamaria na filosofia política de Caridade privada. Eu ajudo aqui o necessitar, eu dou a sopa, o instituição ajuda ali um. Aqueles que carecem do básico
para sobreviver. Em Kardec, não é assim. Você frequentemente lê nas obras de Kardec? Que a Caridade deve ser a base das instituições sociais que a Caridade deve estar inscrita nos códigos. E a Caridade deve ser a base das leis civis que ele está dizendo com isso. Ele está dizendo que a sociedade inteira, coletivamente, não individual. Coletivamente, deve fazer um programa de previdência. Está na questão 930 do livro dos espíritos. O comentário do Kardec a sociedade previdente.
É aquela em que ninguém passa fome. Se não me engano, a questão é de 188 por ali. Também se diz que a pessoa não pode é passar fome porque não tem trabalho. E o Kardec comenta, inclusive dizendo. E pela ciência econômica. Vai haver intermitência, não ter trabalho não é um problema da pessoa. É um problema do sistema? É um problema que a própria sociedade tem, que tem que trabalhar, tem que cuidar, então isso é o socialismo, não é? É que haja uma distribuição, uma justiça social maior.
E isso corresponde à Caridade social? Veja o conceito Caridade social, que é diferente da Caridade privada. Sociedade, cuidar dos seus membros. Não deixar ninguém cair. Se Jesus deu o exemplo para ajudar o necessitado, ele estava falando, todos devem fazer o mesmo. É, é a coletividade. O tanto não há qualquer dissonância entre socialismo, cristianismo, Caridade, espiritismo, que você pode ler. É lá no nesse livro aqui, ó, um dos que eu traduzi recentemente, mas ele é de 1913.
Conceito espírita do socialismo, olha só, de kosma Cosme Marinho. Um espírita. Pioneiro, Argentina, ele mostra ali. Não é, por exemplo, rolê com com uma. Passagem breve, nossas simpatias foram sempre pelo socialismo dizer. Porque, como dissemos dentro dos princípios do espiritismo. Cabe o socialismo. Suposto que a doutrina revolucionária de Jesus é essencialmente socialista. O socialismo pede mais justiça na distribuição do capital porque o capital é produto direto do trabalho de todos,
questão de justiça. Justiça e Caridade são a mesma lei no espiritismo, lei de a justiça, amor e Caridade é uma só. Han. E são os que mais contribuem. Continuando o texto para a formação que em todo o tempo foram vítimas do egoísmo dos mais Fortes. Não é? Então, veja, ele até fala que o espírito, o socialismo, é um capítulo do espírito, deriva da doutrina de Jesus. Coisa que é compartilhada por lei Odenir não é no livro
socialismo e espiritismo. Coisa que é compartilhada pelo Herculano Pires no livro o Reino. Né? Onde ele fala que Jesus já vivia numa pequena comunidade. É com. Ali praticava, né? Um proto socialismo? Jesus não, não aceitava qualquer coisa. Tinha horror a propriedade privada, dizia, eu não tenho nenhuma Pedra para recostar a cabeça. Jesus. Ele preferiu. Queria que todos tivessem o necessário. Daí a questão do livro dos espíritos 930, dizer numa sociedade baseada na lei do Cristo.
Que é, Karina? Ninguém pode morrer de fome. Isso aí, casa o socialismo. Com a Caridade? Elas estão inerentemente bonitas. Então, depois a gente ficou a desenvolver um pouco mais sistemas, mas sobre a ligação de Caridade não é com o socialismo, é isso que eu poderia antecipar. Neste livro mesmo, Luís, o socialismo é espiritismo, do Leon deni, principal continuador de Allan Kardec. Ele, textualmente, aponta que a proposta espírita é de um socialismo espiritual e
espiritualizando. Mentira, ou seja, é ele que está dizendo, interpretando a fundamentação kr desse ano, né? E aqui nas minhas mãos está o dicionário de política publicado pela UnB, né? Onde é Norberto bobbio gasta 6 folhas para explicar o que é o comunismo nesses padrões, nesses parâmetros que você apresenta, né? Colocando as Ideas da filosofia comunista como da filosofia
socialista. Que ainda não foram implantadas em totton e de uma forma eficiente em nenhum país do mundo, porque elas foram apresentadas. Como você disse desde a antiguidade, e aí há muito espírita que diz assim, ó Sócrates, de Platão, são, segundo a introdução do evangelho, os antecedentes do Cristo e o Cristo é o antecedente da nossa filosofia espírita. Então, isso tudo romantizado é muito bonito. Né? Mas é apenas uma verborragia inerte.
Porque se levarmos em consideração a estruturação da sociedade grega que você, como professor de filosofia, conhece, é muito destacadamente e nós que trabalhamos no direito, conhecemos o outro lado, que é a aplicação jurídica disso, sabe que a própria sociedade grega era uma sociedade onde nem todos tinham direitos básicos em que haviam cidadãos e não cidadãos. Então o espírita, a rota, uma pseudo verdade, como se fosse.
Algo da civilização do futuro. E aí nós corremos entre os dedos os princípios, que é o que fundamenta toda e qualquer construção individual e coletiva. É que também fundamenta o espiritismo. Esses dias, até os Wilson e Nelson, eu cheguei a afirmar isso num dos debates, nesse recado de que a proposta espírita dita por André Luiz era de um socialismo espiritual, espírito alisantes, e houve vários que se manifestaram
dizendo que nós estávamos. Deturpando a ideia do espiritismo, atrelando AA uma escola de pensamento e uma filosofia social e política vigente. Essa é o nível de alienação que muitas das vezes nós nos deparamos. Por quê? Porque as pessoas não estudam nem querem estudar, elas formam as suas verdades preconcebidas e daí não há cristão ou não cristão que demova esses seres dessas é suas pseudo verdades.
Neste altar de sabedoria. A que eles se referem os chamar o Wilson e o Nelson para essa prosa, mas já vou é aplicar essa ideia da correlação entre teoria e prática e do envolvimento do espírita nessas questões sociais para apresentar primeiro a Wilson Wilson. O Manuel, que não é o nosso Manoel Neco, do e secar, mas um outro Manuel hipotético, ele é um espírita e que é reconhecido como tal, ou seja, todo mundo sabe que ele é espírita. Tipo nós, né?
Onde a gente está? Todo mundo sabe que a gente é espírita. A gente não esconde isso. Então, o Manuel, ele atua no movimento espírita e possui um único perfil nas suas redes sociais. Aí você escolhe, pode ser um Instagram, pode ser o Facebook, pode ser. O Twitter, pode ser o LinkedIn, pode ser qualquer uma base de relacionamento das redes
sociais. Eu gosto mais do Facebook, tem outras pessoas que gostam de outros outras plataformas, então o Manuel tem lá o seu perfil no Facebook e nele ele divide as suas postagens de materiais doutrinários. De divulgação espírita e questões sócio políticas, questões político, partidárias e aí o Manuel, vez por outra, é que já escolheu o seu candidato a presidente da República. Posta lá as suas falas em favor dele e em desfavor do candidato que não é o dele. Então, como.
Como encarar isso? Manuel está errado. Olha, Marcelo é bem bem polêmico, não é? É, bem. O. Perdeu aí, Marcelo? Cai, caiu aqui. Desculpa, não sei se se vocês ouviram. Não ouvimos. Pode repetir, por gentileza? É caiu, não é? Em então, Marcelo, eu disse, eu estava dizendo o seguinte, é é apontar Manuel como errado. É, não apontaria, eu acho assim é a Liberdade de expressão, é tudo. Os tempos não é tanto é que nós estamos falando de democracia agora.
Há algumas atitudes, né? Eu eu particularmente, eu, eu gosto mais de expressar a minha forma de pensamento, dentro daquilo que eu defendo, do que particularmente o candidato em si. Lá é eu acho, eu acho assim muito mais rico nesse sentido, não é? Eu prefiro instigar, não é jogar aquilo que realmente faça o cara do lado de lá. Pensar nas possibilidades, nas probabilidades, dos porquês, não é isso, é muito isso é, isso é
muito mais, muito mais rico. Para mim é quando eu, por exemplo, coloco agora eu tenho obviamente as minhas preferências, né? Todo mundo diz que eu sou esquerda, eu acho que eu sou, né? Apesar de escrever com A direita. Mas eles dizem que eu sou, talvez seja, é devido à forma de pensamento e a maneira como você es concorda, inclusive aí na folha de São Paulo, no G1. Se eu não me engano, saiu lá alguma coisinha ali que não me recordo.
Era 11 link que você podia ali. É. É uma pesquisa que você podia ir colocar alguns detalhes. Você é a favor do aborto? Você não é a favor de se você é a favor daquilo, ele traçava o seu perfil. Achei até interessante, mas me parece que tirava, me recordo aonde foi só sair do local. Que foi no G1. E alguns até se assustaram, né? Porque o cara achava que ele era que ele era de direita, mas na verdade ele era de centro. Ele achava que era de esquerda, mas na verdade ele era de
direita. Então você perceba que aquilo que o que o Luís colocou é é, fica muito Claro, é uma. É uma miscelânea tão grande, tá? É, é uma forma tão distorcida do que é isso, do que é aquilo, né? Que é, é é que a gente acaba, acaba se confundindo e o cara vai lá, faz o teste dele para bom, nossa, não, não vou votar nesse cara da esquerda. Ela estaria apontando que eu sou esquerda, né? É, é, eu acho assim, impressionante.
Então indo aí pelo pelo que você falou, não, eu não vejo absolutamente nada de errado, pelo contrário, né? Eu acho que a gente está passando, inclusive a não sei se vocês concordam. É um pouco antes do advento aí da da pandemia. Isto em. Nossa, está instável de novo, Wilson. Estamos com um probleminha de internet. Vamos ver se Wilson consegue recuperar sua sua internet. Bom, vamos passar a mesma pergunta para o Nelson Nelson.
Não sei se você acompanhou AA minha pré eleição sobre o senhor Manuel, que possui um mesmo perfil na rede social para divulgar os seus textos doutrinários e também para fazer as suas defesas do seu candidato ou as desconsiderações do candidato de oposição. O Manuel está errado. É na alô, eu tive um. Uma queda de internet. Eu não peguei bem o assunto, você poder me repetir? A premissa? Desculpa, Claro que sim. A premissa é o seguinte, o Manuel, ele é um espírito e todo
mundo reconhece ele como tal. E em sendo espírita, ele usa o seu perfil nas redes sociais. Um único perfil para divulgar material doutrinário, espírita e ao mesmo tempo para divulgar AA sua predileção política. Tá defendendo lá o seu candidato AA presidente e tá desconsiderando o outro ou os outros candidatos que ele não apoia? Então a minha pergunta é o seguinte, o Manuel está correto em ter um mesmo perfil nas redes sociais, dividindo informações?
Espiritas com informações político partidárias. Eu encaro da seguinte maneira. É, se você. Abrange o candidato. Você está tomando um partido. Desde que esse candidato represente. As premissas e os anseios. Do que você entende ou do que você compreende. Como? Questões sociais que estão abrangidas dentro do espiritismo. Eu não vejo problema. Eu particularmente, não faria isso. É o. Acreditam que discutir idéias seria mais profícuo. Do que que? Apontar candidatos x ou y? A não ser que.
Num momento? Como está se avizinhando? Onde temos? Determinadas posições. De certos candidatos? Contra? As liberdades individuais. E contra? As questões sociais e. Anacrónico. Como ponte palante? Isso é errado. Se uma agora devolvo. Tinha mais o falar, não tranquilo. Devolvo para o Wilson para ele concluir o pensamento, já que teve uma queda de internet ali. Ao som, Wilson. O som. Perdão, Marcelo, é, eu vejo o seguinte, Marcelo, eu dizia que eu vejo um Progresso muito grande.
Por enquanto, parece que tudo isso, mas é em que sentido? É logo, pouco antes da pandemia, os espíritas parece que se apossaram das redes, né? É é das redes sociais, né? Que obsessão virtual, né? Então tudo que você colocava na nas suas páginas, seja qual for, já aparecia o camarada
detonando, né? Hoje nós estamos seletivos, eu, eu, eu posso estar errado, ou então é eu que bloqueei muita gente, eu não sei, eu. Eu preciso ver isso ainda, mas assim eu percebo que que o que que acontece é, houve uma seleção. Né? E essa seleção não é natural, é uma seleção racional, ou seja, ele não concorda comigo. Eu não vou na página dele, isso vem acontecendo. Eu não sei se aconteceu com vocês, mas comigo aconteceu e isso é visível.
Então hoje, dentro do. Tem diversos amigos, continuamos amigos, porém o cara não vem aqui porque porque ele sabe que que não comunga do da forma de pensamento, né? Então não adianta ele vir aqui, querer é ser isso, isso, aquilo com a não ser que ele tenha racionalidade dentro daquilo que ele coloca, que é o que o Nelson estava colocando, tá?
E eu também não vou lá, né? Eu prefiro, eu prefiro é o embate com as vezes com determinadas, é colegas, amigos, pessoalmente, inclusive de vez em quando eu faço os desafios para os que estão aqui de São Paulo, que são da região de Guarulhos, né? Eu digo que eles são intelectuais de Google, né? São intelectuais de Google porque no embate de frente a frente eles não não conseguem se expor. Eles não conseguem se colocar porque porque recorrem ao que não é a tecnologia, né?
Então o cara tá lá, pronto, realmente para detonar o outro. Então eu vejo assim, que que que AA. Aqui você pode até pode, mas essa seleção natural hoje já consegue nos fazer separar natural entre as já consegue nos fazer separar o joio do trigo. Se o cara chamar pro embate, a gente vai, se não chamar ele fica com o pensamento dele.
EE assim sucessivamente. Agora, trabalhos como esse, com esse CA, faz de pegar pontos polêmicos como esses, esses que nós estamos vendo inclusive dos dos medalhões do espiritismo, né? Dos nossos palestrantes papas, né, e trazer aqui para ser discutido. Isso sim é isso, sim, r. Isso sim é importante, né? E aí, aproveite a oportunidade. Falei.
Perfeito é tem uns novamente probleminhas de internet com Luiz Gustavo. É isso aí, é uma condição do nosso planeta de provas e expiações e também uma condição decorrente da forma como o estado está gerindo a comunicação pública em nosso país.
Não de esqueçamos disso, essa internet precaríssima que nós temos no Brasil. Paga em moedas de ouro é responsabilidade direta do estado que concedeu a determinadas empresas por licitação a exploração das redes de telefonia móvel desse país, em que nos prometem uma internet 5G de fibra e nos dão uma internet a manivela de meio g. Então, você, assim como eu, assim como todos nós, é corresponsável por esse estado em que nós não conseguimos.
Nos comunicar adequadamente pelas escolhas que fizemos na eleição presidencial, inclusive na que se avizinha que se que sempre isso muito Claro. A invés de terceirizar responsabilidades? Luís, o que que você acha então dessa situação do nosso Manoel, que usa sua mesma rede social para divulgar? As mensagens, inclusive dos médiuns, papas ou dos médiuns, palavrões, do meio espírita e a sua bandeirinha em favor deste ou daquele candidato.
Pois é, a dificuldade não é que nós vemos, é a seguinte, qual é o tipo de adesão? Não é que OOO Manuel, aí do seu exemplo é tem com com determinado candidato. Foi uma decisão. Que pautaram por uma reflexão prévia. Por por algum tipo de conhecimento de politização, fez com que ele se tornasse uma pessoa capaz de analisar o contexto e, portanto, comparar propostas e a escolher. Por fim aquele lá. Qual foi, porque ele recebeu uma revelação de que o fulano aqui é Oo novo? Salvador, né?
É isso faz toda a diferença. A meu ver. O fato de postar em si? Né? Nas nas redes e tal. Desde que não seja falando oficialmente em nome do espiritismo, né? Na rede particular pessoal de cada um, eu não vejo problema. Né? Até eu mesmo na entrar na minha rede vai ver lá que eu eu manifesto apoio, não é político. Afinal, sou cidadão, vou votar também. Agora. É a gente. Não. Não está vinculando a doutrina,
né? É uma visão e agora também é baseado numa reflexão de que, não havendo nenhuma proposta. Que p, que encampe perfeitamente as os ideais de uma sociedade que se tornaria que a Terra, um Reino de Deus, a gente vai naquela que mais se aproxima dentro de uma reflexão prévia. É, bem. E por isso tem que conhecer a proposta da do Pina para para saber qual é a aquela dentro do nosso contexto que vai se aproxima dela. E evitar aquela que não aproxima ela mais distante.
Eu fiz aí recentemente o texto sobre políticas. E espiritualidade não é em que eu mostro várias Ideas que correm aqui até no movimento espírita, não é dito hegemônico aí, o federativo. Que, infelizmente. Ainda estão se vinculando? A propostas absurdas do ponto de vista inspire. Não é candidatos que defendem pena de morte, armamento não é tortura.
As coisas absurda. Que quem conhece a doutrina e a proposta social da doutrina não pode apoiar uma coisa dessa a não ser assumindo uma contradição completa, né? A saber, jura da razão, fala, sou o contraditório, aí tudo bem, agora não é isso, não é a fé. Raciocinada espírita, ela pede mais, ela pede pro cidadão, seja capaz. De conhecer aquilo que está à sua volta, se posicionar. É, não é um tema, não é um termo que eu quero colocar aqui. Pejorativo é um termo que a
própria filosofia usa, não é? É. Muitos eleitores se comportam como gato, está em Platão, isso está em Kant. Que é aquele que simplesmente segue uma ordem EE com Antônio, não é sem refletir. O espírita não poderia fazer isso, mas quando ele se submeteu a um ditado de um médium especial que fala sobre o candidato tal Salvador predestinado, ele faz isso. Ele vira um gato. Do ponto de vista filosófico, ou seja, alguém que segue refletidamente um líder.
Não é o espírito jamais poderia fazer, então se ele faz refletidamente, eu acho que é melhor, não é? A qualidade da campanha que ele faz pelas pela proposta que ele apoia, fica melhor. Fica melhor, fica mais qualificada, é isso? Eu diria. Muito bem, Luiz, nós estamos aí recebendo alguns cumprimentos pela postura sempre muito Clara, muito transparente do grupo espiritismo com Kardec e também dos convidados e dos debatedores das nossas li vezes, porque aqui nós não passamos pano aqui, nós
não dizemos meias verdades. Aqui nós podemos errar pela condição de espíritos errantes que somos, mas não assumimos qualquer postura de é. Não identificação das nossas propostas com os princípios espíritas, né? Então, veja só. É, nós tivemos num passado não muito distante. Uma manifestação do chamado médium oficial do movimento majoritário brasileiro. Numa, num evento dos maiores realizados pelas federações espíritas do nosso país. E esse médio?
Rasgou elogios a uma figura pública da política, porque as pessoas acham que política é apenas o presidente da República. O governador de estado, senador, o deputado, o vereador, o prefeito. E se esquecem que agentes públicos do Brasil também são políticos, então membros do poder judiciário são agentes políticos. Porque estão desempenhando funções políticas e políticos sociais na nossa sociedade. Então, o vetusto representante da mediunidade, a Brasileira.
Num Congresso muito concorrido, no centro do Brasil. Afirmou que havia um personagem do judiciário brasileiro que era venerando e que estava fazendo um importante trabalho de limpeza das organizações sociais. Coordenava este cidadão, uma operação que eu não preciso repetir o nome que todos conhecem, porque é uma operação que se estendeu por quase 5 anos e que foi responsável pela prisão e pela restrição de direitos de muitas pessoas no
nosso país. Pois bem, este cidadão abandonou a toga, se investiu na condição de ministro de estado do atual governo federal. Depois, foi destituído dessa função e se apresentou como candidato, inicialmente à presidência da República, depois da senadora et cetera. E os processos que ele conduziu foram todos integralmente anulado judicialmente e os processos terão que recomeçar do zero com novas investigações. Este é o representante do espiritismo à Brasileira. E as suas conjecturas?
E as suas Ideas pessoais que reverberam de uma forma tal que se passam como verdades, tidas como principiológicas no espiritismo. Então, este cidadão é tão correto ou incorreto quanto o nosso Manuel? Porque ele expõe publicamente a sua opinião política, a sua opinião sobre questões sociais? E não diferencia como o Luís acabou de colocar. O laço que separa a conduta do espírita e não é a conduta espírita que está num dos livros psicografados por Chico Xavier, porque aquilo ali não é a
conduta do espírita. Ali, a conduta de um espírito que entendeu que aquilo é correto ou incorreto. É a opinião do espírito desencarnado. E Kardec, pontualmente, meus amigos, disse. Que espíritos como? Os encarnados, ou seja, os desencarnados, da mesma forma como os espíritos manifestam livremente as suas opiniões e que muitas das suas afirmativas não passam disso, opiniões pessoais e aí nós encastelamento médiuns, encastelamento espíritos em castellanos,
palestrantes em castellanos. Dirigentes como centro, a filosofia ou a doutrina dos espíritos. Muito cuidado. Essa diferença entre o indivíduo que professa o espiritismo e o indivíduo que professa as suas Ideas is pessoais, às vezes, como sendo Ideas do espiritismo, tem que ter um contraponto, tem que ter uma diferença. Luís, vamos para mais uma questão que é decorrente dessa
que nós estamos trabalhando. E que é igualmente muito importante, porque ela pauta a conduta, o comportamento e os debates nas redes sociais hoje, que são o veículo mais ostensivo do espiritismo, sobretudo no Brasil. Então a pergunta é o seguinte, existe um contingente bastante numeroso de espíritas no nosso país, que fica exasperado que fica irritado, que fica às vezes até violento?
E combate que hajam debates sobre temas sociais espíritas em ambientes seja presencia, Slim, sejam virtuais. Em contraponto a isso. Vez por outra nós vemos essas mesmas pessoas que dizendo, não devemos debater esses temas, porque esses temas são objeto de dissensão, de controvérsia, de polêmica. Essas mesmas pessoas escrevem textos, publicam esses textos, seja nas redes sociais, seja em periódicos espíritas, seja em blogs, em sites.
Ou afirmam em le vezes dizendo, now, o espiritual deve se isentar da política? Não. O espírita deve não se manifestar a respeito de temas políticos. O espírita não pode tratar dos temas de administração do atual governo e sequer pode falar em eleição. Então? Essas mesmas pessoas. Afirmam se. Enquanto preferentes a esse ou aquele candidato e também apontam erros de governos atuais ou pregressos, sobretudo os mais próximos do momento que nós estamos vivendo.
O que dizer? Luiz Gustavo dessa postura, diz, então, mas que quando lhe interessa, assume. Uma postura bem Clara de combate ou de reforço a determinada candidatura? Isso, isso, Marcelo, é existe mesmo essa uma postura bem comum, não é? Lamentavelmente. O muitas pessoas às vezes que vão falar sobre o as quais até eu conversei em redes sociais. Vou falar sobre o tema da política, criticando o fato de um espírita tocar nesse assunto. Não é vinculando a doutrina.
É Ou Não É das 21? Ou não conhecem político fala assim, ai eu não, não, não entendo não, não sei lidar com esse assunto, não é, mas vota. E aí, você não entende? O voto fica comprometido. Vai votar mal, que era melhor conhecer. Ou. Se conhece, né? Conhece daquele ponto de vista já. É preso a um tipo de mentalidade conservadora do gmat. Que não corresponde à visão espírita. Quero dizer, com isso, esse exemplo que foi trazido agora e comentado, não é?
Dos médiuns, defensores e figuras públicas. Quando eles fazem isso, eles estão apelando para o alto. Eles não estão apelando a razão de ninguém. Eles a pela uma certeza que vem de cima e cujo conteúdo tende a ser visto como inquestionável, né, então. Tem como verdade revelada e ainda não é como representando a visão espírita, o que é um erro atrás do. É seria interessante, não é que houvesse. O conhecimento prévio das questões para que esses assuntos
fossem tratados. Conservadorismo é um grande problema. Né? Eu, eu, uma vez um determinado tempo, eu fiz um texto justamente tocando nisso conservadorismo como uma. Uma fonte, né? De despolitização, e é. Se eu pegar aqui, é tentar sintetizar. Qual é a origem, né? Desse pensamento conservador, ele remonta a antiguidade. E ele tende a ser sempre, diz
politizador. Vou dar um exemplo lá na antiguidade grega você tem Platão, Aristóteles, que são filósofos profícuos no pensamento político, não é? Eles propõem é a República, propõem formas de governo, criticam é as constituições da época da cidade. Está doida? É? Então eles pensam meio e propõem do povo. Forge, um meio social justo. Eles propõem. A política faz parte do seu pensamento. Porque. Porque há um espaço para tal. Chega o. Período helenístico.
Império de Alexandre. Quando tem um Império, acabou a participação política, pelo menos como era antes na democracia grega. As ordens vêm de cima para baixo. Neste momento, os filósofos têm que repensar e agora, como é que fica a nossa participação? Como é que é o pensamento político agora, debaixo de uma realidade que parece para nós? Imutável. Não possível de ser transformada por nós, cidadão, só pelo chef. Nessa hora, a filosofia já imiscuída com o pensamento
também oriental. Tende a voltar para o interior. Tende a voltar para o eu interior. A filosofia busca a Felicidade agora dentro no íntimo, já que No No exterior não há. Não acha mais nada. E aí que você tenha chamado, não é decadência da filosofia grega estoicismo? Epicurismo cinismo. E aí são filosofias que buscam a realização. Tá só do interior. Você troca a Liberdade externa pela Liberdade interna e quando vem a religião.
Dá mais um. Campo para você escapar, é você troca a Liberdade externa pela Liberdade em outro mundo. E aí, aqui, este mundo fica como está. OPA, olha aí, é OIG do pensamento conservador. Vamos manter esse mundo. Não dá pra mexer. Então, os conservadores, eles têm essa tendência AA ver que o mundo é como é e não vai mudar. Passando aí pra é, né? História adiante hoje. Hoje quem é que pensa numa saída? Não é do capitalismo. Tem gente que que que brinca, né?
Que que é, é? Ou até falar Sério? Que é mais fácil pensar o fim do mundo do que no fim do capitalismo. Poxa. E aí, diante dessa perspectiva, quem pensa assim, né? Se torna imediatamente, o conservador deixa o mundo como está. É igual o Império de Alexandre não se mexe nisso. Capitalismo está aí, Ponto Final. Não é trabalho nosso, não temos nada com isso. Vamos voltar para o interior. Eu interior essa filosofia do eu interior, da filosofia interior,
do íntima da reforma do int. É a fonte da despolitização? Será que o espiritismo propõe? Essa visão. Não, transformadora. Ou ele propõe uma visão como a da filosofia clássica, né? Que sim, vê transformação possível e chama as pessoas para transformar? Parece Claro que Allan Kardec, os espíritos da codificação, propõem exatamente a visão transformadora. Questão 625 do livro dos espíritos, disse que a missão de todo o espírito encarnado. É atuar transformando as
instituições, as leis. Do seu meio? A lei do Progresso é lei. Dente orável, então não dá pra ficar como está, não dá pra conservar, né? Mas a tendência é essa, você vê nas obras de Kardec, nas obras de Leon deni, a mudança para um outro mundo, para um mundo regenerado, um mundo de justiça, um mundo de amor. Que cara que Denny chama de socialista, que Marinho chama de comunista, né? E por outro lado, você vê nas obras conservadoras dos médiuns que recebem as verdades prontas
dogmaticamente. Capitalismo sendo chamado. A resolver os problemas da sociedade. Como está no final do Brasil, coração do mundo. É uma diferença gritante. Não é? Então é. É a meu ver, é. É esse o problema. Oo um dos problemas para essa questão complexa que você traz, Marcelo, o que que tem espírita, né? Que que pensa assim? O que já entendeu que esse mundo é para ser assim a lei de Deus, que é isso e não é essa é uma visão já. De uma opinião pessoal, como você trouxe, não é a visão da
doutrina espírita. Essa distinção tem que ser feita a todo momento e mostrar que todos nós somos responsáveis por tudo o que acontece na sociedade. Sim, não é? É, os homens são chamados a trazer o Reino de Deus para a Terra na revista espírita. Nós aqui faremos isso, e nós estamos protelando. Por conta de visor? Perdidas, conservadora. Excelente, Luís. Foram pinceladas muito notáveis para essa conjuntura que nós apresentamos.
Vamos dar um espaço para o Wilson, pro Nelson também opinar sobre essa questão, lembrando que nós já estamos com 8 horas e 12 minutos, horário de Brasília, onde está o nosso Luiz Gustavo? Aliás, horário oficial do território brasileiro e após então a resposta a essa questão que eu vou fazer para ambos. Nós vamos partir para as nossas considerações finais já com um gostinho de trazermos o Luís novamente. Passada essa tempestade. De das eleições de primeiro e
segundo turno em nosso país. Para tratarmos das outras 8 questões que vão ficar aqui penduradas, sabe, Luís, nossa técnica é nos sugeriu algumas questões, é eu, por outro lado, também apresentei as minhas e infelizmente ou felizmente, não sei as nossas livres não dão conta do script do itinerário que a gente se prepara para trabalhar, mas faz parte, né? Porque a gente realmente trabalha com a ideia também do improviso, né? Quando é, permitimos que.
Quem está ao vivo conosco também faça as suas considerações, suas perguntas, Wilson. O que dizer então desta gente bronzeada, mostrando o seu valor, lembrando a música de Moraes Moreira? Que diz que não é possível discutir essas questões políticas em eventos espíritas. Essa nossa live, por exemplo, deve estar sendo demonizada por esse segmento, né? Porque nós estamos dando nome
aos bois. Nós estamos falando que existem 2 candidatos disputando a presidência da República que tem chance de se eleger presidente, que são ambos água e vinho,
água. E azeite não se misturam e que é necessário ao espírita refletir, se fazer panfletagem política, ideológica que caminham sequer para esse país, daqui para diante, já que já experimentamos tanto o governo dia quanto o governo de BE, basta comparar o governo dia com o governo de b para saber qual é o lado que os espíritas devem seguir e qual o lado que os espíritas devem se afastar.
Então eu som essa turma aí do cinzentões que está demonizando a nossa live e os textos que temos publicado no nosso site, no grupo espiritismo com Kardec para discussão e maturação das ideias espíritas, quando eles, nas suas rodas de conversa, apresentam a sua predileção pelo candidato a ou pelo candidato b. O Marcelo caiu aqui AA conexão, mas até onde? Aonde eu pude pegar aí a sua? A sua pergunta? Eu queria, na verdade, assim, Marcelo, é aproveitar aí e pegar
essa. Deixa aí que vocês estão dando, né? Falando do nosso papado aí. É muito interessante. É eu eu apelo, eu apelo, eu apelo, Marcelo como espiritismo, na verdade, como filosofia, como ciência. Imoral, né? Apela, é a razão. Acho que a gente precisa trabalhar a razão e ter um consenso. Trabalhar essa ideia realmente da da comparação. Nós não podemos estar isentos. Nós não podemos é fechar os nossos olhos para o que está acontecendo.
A não dá para ficar em cima. Porque nós somos responsáveis. Tá, como diria lá, ver todo o Brest, né? Lá no. Na sua grande poesia, não é? Nós somos responsáveis pela pobreza, pela miséria, né, pela prostituição. E queiramos ou não, nós somos. Nós somos responsáveis. Nós não podemos. O espírita, ele faz parte da sociedade. Isso ficou bem Claro. Porque nós dissemos, então não dá para ficar em cima de nós. Temos que tomar uma posição.
E a posição, ela deve se pautar pela razão e pelo consenso. Xenofóbico, racista. Né? Não há como. É. É nos pautarmos. É, é em em em trabalhar em prol de criaturas que mantém esse pensamento retrô. Em retorno, isto é, não é bem atual. Não há como a razão nos dita isso, não é? O espiritismo nos demonstra isso. Então não, não, não é aceitável. E quando você fala desse papado, aí o Marcelo, a razão diz o seguinte, esse esse, esse nosso papa, ele disse em uma entrevista, tentando justificar
o seu apoio, né? Ele disse o seguinte. É palavras deles, né? Tá em outubro aí todo mundo sabe. Ele disse com todas as letras. Olha, eu. Eu não conheço nada de política. Eu votei. Né? Nas últimas eleições, ou seja, há 12 anos atrás em determinado candidato, porque um dos meus tutelados na casa do caminho disse que era uma boa pessoa, então eu votei dele. Mas ele se afastou do caminho. Ao longo da sua missão? Porque é. É absurdo. Você, como espírita, ouvir Oo seu papa, né?
O seu guru? Falando dessa forma. Eu vou. Eu não conheço nada de política. Votei nele. Porque o meu tutelado disse que era um homem bom. Agora eu não tenho culpa se ele se afastou da sua missão. E agora é a gente vê aí um. Um descaramento. Me desculpe a palavra. Aonde? Aonde o papa apoia o Messias, né? Então é, é muito complexo. Então a gente tem que apelar. Realmente é para a razão e o consenso. A entender? O que está acontecendo no movimento espírita?
É como você disse, não dá para passar a mão mais na cabeça que eu queria só pegar o gancho ou Marcelo e responder aqui uma pergunta rapidinho é do canal mesa girante? Achei muito interessante. Vou tentar atrelar o que a gente está falando. É. É o pessoal do canal da mesa girante aqui ele coloca o seguinte, que na questão da da 163, né? Cara, que é, que recusa um pedido de um espírito, né? É? É atender esse espírito a ele, recusa a atender esse espírito que traz questões controversas.
Né? É, eu acho interessante essa colocação. Aí quando você fala em questões controversas, provavelmente um espírito. Eu tinha polemizar, né? Então se criou dentro da casa espírita aquela ideia que todo o debate ele cria um tumulto no ambiente. Especialmente se esse debate ele estiver ligado às questões políticas. Porém, acho muito interessante que todo o médio eu trabalhei muito com o médico, não é de jeito, et cetera, todo todo o médio, ele se reúne nos cantinhos.
Para fazer política? Seja do dirigente, seja do colega de trabalho. Não é seja da atividade da casa em que ele não concorda. Aí depois ele sobe como um Santo. Para dentro da atividade espírita e todos entram em concentração, entram isen e vamos atender os espíritos. Então assim é a política. Ela ocorre o tempo todo. A gente precisa saber lidar com
isso. Então, respondendo essa questão aí da toda da da do canal mesa girante é determinada, feita com a experiência que a gente tem espírito chega e se comunica em inglês. É, eu não conheço inglês. Eu não falo inglês, libras a gente quebrar o galho, né? Mas inglês, não. Então a pergunta é o seguinte, camarada, ó. Traduz aí, porque nem eu, meus comparsa, que os meus amigos de de trabalho entende inglês? Para quem me interessa em inglês. Numa atividade mediúnica, neste momento.
Esta atividade, não? Então, é. É, a gente precisa avaliar e analisar, respondendo a questão do canal é para que veio esse espírito? Por que que ele queria trazer as controvérsias? Tá? E aí o cara fala, pô, eu, se fosse, é um dirigente chato, né? Eu era mesmo e sou. Né? Se não vem para colaborar, obviamente que não venha para atrapalhar. Então como vocês vêem, né? Estou condenado a um Brau, não é, Marcelo? Dirigente desequilibrado, não é?
Mas o que eu quero dizer é o seguinte, a gente precisa entender esses mecanismos da mediunidade. Não é que Kardec possivelmente não queira ter atendido que não era interessante naquele momento o atendimento. E de que nós não podemos relegar para os mentora da atividade uma responsabilidade que é nossa como encarnado e não deles, tendo eles como gurus. E aí a gente atrela o que a gente está conversando aqui, nós aqui somos responsáveis por
aquilo que nós fazemos. Estaremos sempre bem assistidos, desde que sejamos realmente sinceros e comprometidos com a doutrina espírita, porque nós estamos vendo hoje é uma falta de compromisso doutrinário. E uma defesa de interesses pessoais? Que interesse tem os gurus da doutrina espírita hoje? Não sei. Não vou me arriscar, mas existe um interesse, sim.
Tá, e possivelmente esse interesse é é é, com incluído realmente desarticular essa doutrina com outro crime é extraordinária e que não é a doutrina dos espíritas, mas é a doutrina dos espíritos. Não depende de nós. Mas depende de nós todos. Vamos lembrar, oportunamente é Wilson, Luiz, Gustavo, Nelson e você que nos assiste, é neste momento e também em especial ao canal mesa girante, que fez a pergunta. Que há um sentimento generalizado entre os espíritas e o segmento religioso espírita
é signatário desta posição. De idolatria, de mitificação de pessoas e de espíritos. Então não é porque Allan Kardec se recusou a analisar a comunicação de um espírito que envolvia, em 1863, determinadas questões religiosas que nós devemos tomar. A postura de Allan Kardec como irrefutável. Como inescusável? Viu como definitiva, como superior, como? Um exemplo completo, porque Kardec também era um homem como nós e tinha os seus erros e os seus acertos.
Não estou dizendo que essa recusa seria propriamente um erro, mas qual é a postura que nós, normalmente espíritas, temos em relação ao próprio codificador, tendo como infalível e não gostando quando nos apontam o dedo espíritas e não espíritas, dizendo que Kardec cometeu erros? Gravíssimos do ponto de vista da ética, do ponto de vista da concepção de temas. Segundo uma espiritualização superior como o texto do racismo. Como o texto da frenologia, por exemplo.
Nós temos que ter o bom senso, equilíbrio, para não mitificar Allan Kardec da mesma forma como mitifica mozi, o candidato ao o candidato BA presidência da República, entendendo que eles são missionários a serviço da humanidade e da sociedade Brasileira, esse ponto é fundamental para deixarmos de nos comportarmos, como disse o Luís, numa de suas intervenções como gado. Como rebanho?
Como cegos, que são guiados por outros cegos até o precipício, como disse Jesus de Nazaré. Nelson, falta você opinar aí sobre essa questão que nós colocamos. Em relação às pessoas que demoniza, a política demonizam demonizam os debates sociais espíritas, as Ideas, sociais, espíritas, como disseram Herculano porteiro, Marinho, deolindo, Denis e o próprio Kardec. Mas como guias de determinados grupos, segmentos, guetos como dirigentes de determinadas instituições espíritas.
Colocam lá no seu perfil de rede social que é preciso ter cuidado com este candidato, porque ele já demonstrou isso ou aquilo e que o outro candidato representa a pureza, os ideais superiores, enaltecendo as suas qualidades e esquecendo de identificar vários defeitos que ele, enquanto espírito encarnado e homem, não infalível. Comete, é isso mesmo? Vamos em som, Nelson. Antes eu comentar sobre isso, eu só queria colocar uma poesia. Para, mas vai bem nessa direção também. É o Luiz Gustavo.
Nos expôs sobre os vários comuns, os vários comuns dízimos e os vários socialismos. As questões dos conceitos e representativos. EAO mainstream geralmente costuma. Isso é pessoal que costuma defende isso costuma falar. Que casa é que era um liberal? Filho dileto do iluminismo. Então aquela problema de contextualização de época, o liberalismo do século 19 é o liberalismo do século 21, do século 21. Não. Não é? Então, antes de falar. Determinados pontos é bom.
Se instruir. Porque o liberalismo do século 19 está muito ali pertinho do socialismo. O top de San Simón. Está muito próximo? Então o pessoal tem que tomar cuidado com o que eles falam também. Fala palavras bonitas. Num, num suposto contexto histórico, é complicado. Mas vamos aí a resposta. No final? Concordo plenamente com tudo o que foi exposto. Porque? Você como espírita? Como um seguidor do pensamento cartesiano. De todo o conceito feito. Por Kardec.
E pelos espíritos superiores. Você tem que se posicionar. Como você pretende defender? Os fundamentos. Da doutrina? Sem a Caridade, que é o maior deles. E como instrumentalizar a Caridade? Como você colocar em ação? Sim, fazer políticas sociais. E para você fazer políticas sociais, você tem que escolher os melhores representantes do povo. Nelson ficou sem som. Perdão, falhou aqui, alguma coisa? Então as teorias as é nós deveremos.
É, estava dizendo. Que, para nós seguirmos os fundamentos espíritas dos conceitos e toda a parte social da doutrina. Nós devemos escolher. Representantes que coadunem com as linhas de pensamento. E para isso. Temos que, infelizmente ou felizmente. Escolher representantes, isso é uma democracia. Faz parte da democracia o livro pensar que nós tanto damos valor. Então temos que nos posicionar contra tudo aquilo que é contra os conceitos fundamentais. Boa noite.
Muito bem. Vamos então partir para os nossos. Considerando os finais, os nossos encerramentos para. Darmos por terminada mais essa live polêmica e explosiva dos embalos de sábado à noite. 2 secar, começar pelo Wilson Wilson. Suas palavras finais, por gentileza. É, então, Marcelo, na verdade é assim. Eu quero é agradecer a todos, né Luiza? E trouxe aí um deu uma aula aí, maravilhosa. Realmente muito bom, todos vocês, Nelson, assim é.
Nós passamos momentos aí agora. Eleições, o que a gente realmente a pena é é para a razão. A gente precisa ter um bom senso. Né? Ter um consenso, atuar com segurança. Procurar fazer a nossa parte, orientando os que estão mais próximos e até os mais distantes desse que realmente é, seja de forma, é Serena e educada. Dá pra se comentar sobre política? Sim, dentro da casa espírita. Porque eu não completei mais. Fiz passo, né? Fiz parte de um group.
Mediúnico, excelente. Aonde nós conversávamos livremente sobre as nossas formas de pensamento, sobre as nossas divergências e depois viemos para o trabalho em rede único. E tudo corria na tranquila, com muita serenidade, porque porque nos conhecemos porque porque nos respeitávamos. Então o que nós percebemos dentro da? Da do meio espírita, como um todo. É essa falta de consenso, essa falta de razão, essa falta de respeito não é que a gente precisa resgatar siex está resgatando.
Desenvolver pelo menos essa questão do respeito às opiniões contrárias, tá? Então, a gente tem aí um momento, é super importante para estarmos decidindo. E eu e secar isso. A gente quer realmente é mexer com com os pilares, né? É não ser diferente, mas trazer à tona e poder estar esclarecendo, um debatendo juntos para poder realmente, né? Darmos uma tônica diferenciada aí é pro pro movimento espírita como um todo, então fica só o
meu agradecimento, né? E o desejo de estar em outro momento, com toda sua, com todos vocês torcendo aí pra que a gente possa. É de forma Serena. Realmente dá uma direção. É para o nosso país aonde não haja a xenofobia, aonde não haja o racismo. Aonde a mulher seja respeitada, aonde se respeite o direito? Sim, a vida, né, não negando aquilo que é super importante, que é a saúde e que a gente possa é de forma educada, saudável e democrática, nos livrarmos entre parentes, né?
Dos vários pontos, os pilotos que hoje estão aí. Dentro da doutrina. Na servindo de cabe-te para criaturas que realmente não respeitam a. Espiritismo, deixar Claro essas coisas, mas acho que é. É uma pena. A gente vê o que está acontecendo, mas a gente vai resgatar tudo isso aí com
certeza. Então, meu bacana Wilson, sempre muito importante, muito honroso para nós contar com a tua simpatia, com a tua experiência, com a desenvoltura do teus conceitos, é abrilhantando ainda mais esta nossa live. Fica lá na salinha de chá pro nosso encerramento. Muito obrigado. Nelson, tuas palavras finais. Eu agradeço a oportunidade de falar sobre um assunto tão importante que eu considero primordial. O espírita tem que entender que ele deve pensar.
Nós somos uma doutrina de livre pensamento, então o que que o espírita vai se embasando? Sobre o que disse? O que eu escutou? Não, ele tem que ter seu livre arbítrio, seu livre pensamento. Ele tem que raciocinar. O espiritismo é representado por uma, por um professor, aquele francesinho lá. Quem é? É o bom senso encarnado. Então temos que fazer isso. Muito bom, Nelson, igualmente a nossa gratidão pela tua participação sempre qualificada, sempre ponderada, mas com uma
pitada. De pimenta que caracteriza a nossa atividade aqui no e ceca de fazer as pessoas pensarem por si mesmas e não reproduzirem conhecimentos e conceitos que são colocados, às vezes, como verdades absolutas. Pedir a você também que aguarde a gente lá na sala do chá para o nosso encerramento. E agora o nosso, Luiz Gustavo, a nossa atração da noite. Sempre simpático, sempre solícito e todo o conteúdo que pode agregar ao nosso
conhecimento nessa noite. Tá certo, eu vou terminar trazendo aqui só umas Breves observações sobre o que foi dito aí no final e é encerrar, não é a minha minha fala. Primeiro, não é Kardec, era liberal. Isso aí é um é bastante controverso, porque. Nós temos, dentro da leitura das propostas, que ele traz de sociedade muito mais relação. Como disse bem o irmão Nelson,
com o socialismo romântico, né? Isso aí é bastante reconhecido, tem até na revista de 61 uma passagem que 11 católico acusa o Kardec ao Lira questão 884 do livro dos espíritos. De de socialista de fala, estamos espirit CA Men te em pleno socialismo. E aí o Kardec não corrige, não é o que ele confirma, né? Não pensamos que se possa possuir, por segurança de consciência, às expensas da justiça. Esse senhor não é? Foi é? Fez a crítica. Deveria nos dizer em quais casos a escolha são.
É legítimo? Quer dizer, ele já. Ele confirma a tese nos álbuns da Juventude, Kardec já ainda rivail escreveu textos de cunho socialista, Kardec na revista de 63, diz que Jean reinou, era precursor do espiritismo, já reinou, era um socialista. Diz que os futuristas e espíritas dão as mãos turismo Charles fourier é o socialismo e por isso mesmo. Diz aqui o doutor em história neda fez uma pesquisa sobre Kardec. Doutor John Monroe no livro a travessia.
Ele fala que Kardec. Ele, o espiritismo de Kardec, que foi definido pelo socialismo romântico de Charlie curry, Pierre elevou e Renault e diz que politicamente está na página 33. Politicamente, o livro dos espíritos tinha inspiração no socialismo romântico. Certo? François laplantine, por sua vez, Na Na em busca de Kardec, afirma que o espiritismo, canto francês de Kardec. É o socialismo pela reencarnação, coisa que Leon Denise também afirma, né?
E por aí vai. Uma outra fala que foi dito sobre as questões irritantes, né? Kardec, às vezes evitava falar questão irritante. É basicamente arresta questão que indispunha o espírita contra a ditadura, basicamente. Então ele podia analisar o contexto, a Liberdade para tratar isso agora não está a igreja em cima, A ditadura em cima é complicado. Democraticamente. Não há questão irritante, né?
Com respeito se discute tudo. É também interessante falar como o nosso irmão falou, da da de Jesus, não é Jesus? Falava de política. É em vários aspectos. Jesus tomou para si a causa dos necessitados. Está lá em Mateus 25. Jesus, por mais pacífico que fosse, chamou Herodes de abre aspas, aquela raposa. Isso está lá. E o Lucas 1332? Só não sabe disso muitas vezes, não lembra?
Acusou os herodianos, que eram funcionários do Império de hipócrita, no mesmo posto dos fariseus, em Mateus 2216 e 18. I. Pela tradição, o espírito de Jesus inspirou o apocalipse está lá, não é o versículo primeiro do apocalipse e ali ele compara o Roma, uma besta. Quer dizer, as críticas são ferrenhas, né? Que Jesus fazia também a política e porque isso não viria para o Spirit. Também foi dito aí, né?
É a pouco atrás. Que os grandes médiuns não tem culpa pelo político desviar da sua missão. Claro que tem o que nos devia ser visto como missão devia ser uma coisa analisada. O espírita não tem que tomar assim aquele missionário, vou votar nele. Isso é um erro ter e. A gente deve procurar na. Cuidadosamente analisar as propostas, né? Então, eu diria o seguinte, para terminar, é preciso conhecer mais os temas políticos. Porque não pegar um dicionário
desse, né? De política, dá uma pesquisada em alguns termos, quando você vê no WhatsApp, não é no jornal um termo mal aplicado ou que seja muito demonizado, espantalho procurar lá uma fonte segura acadêmico, né? Isso é exigido pela democracia. A gente volta, a gente tem que saber o que está fazendo. Também estudar filosofia social espírita. Para o espírito, é saber votar melhor sem essa coisa de revelação.
Para a gente poder ver um programa de um político e não é. E fez-se tarde acordo ou próximo da doutrina ou longe da doutrina. Questão da neutralidade é bom lembrar que os espíritos neutros. São classificados na escala espírita na terceira ordem. Sétima classe. Junto com os levianos pseudo sábio não é elevação ser meu, não é preciso tomar partido e saber tomar partido. Daí eu até termino com uma citação do Herculano Pires. Muito famosa, né? Por sinal, em que ele diz o seguinte no livro.
O Reino desculpa no livro o sentido da vida. Capítulo sociologia espírita olha só, né? Criaríamos uma ilusão anti espírita. Se acreditássemos na possibilidade dessa abstenção política. Alvitrada por alguns confrades em diversas ocasiões. Teria o rei no movimento do Reino? Iniciado por Chris. De ser um movimento socializante. Contrário ao individualismo capitalista, olha a clareza do perco lan. E poderia começar pelo estabelecimento de um sistema cooperativista de natureza
cristã. Cujas unidades sigam as pedras fundamentais da nova ordem econômica. Maravilha, né? O espírita dando essas orientações para nós de que ser neutro ou ter abstenção política é antes Pires. É, então tem vários livros que tratam disso. Eu já falo aqui do leão, Denise Cosme Marinho Morris, ela, chato, tem um livro excelente do espiritismo, uma nova filosofia e tantos outros podemos indicar.
Para esses estudos? Importa saber respeitosamente, tratar de política não é possível conversar sobre isso sem é acusações ou irritações. Então agradeço muito pelo espaço concedido a minha aqui hoje, né? Aí pela, pela consideração e fico à disposição também para os possíveis novos encontros. Agradeço demais, bacana, Luiz. Nós aqui agradecemos a tua gentileza, a tua disponibilidade. A tua dedicação a esses temas, e é por isso que você foi selecionado para trabalhar nesse momento específico.
Mas até tínhamos pensado em fazer a live depois da eleição do primeiro turno, mas resolvemos antecipá-la, porque a conjuntura assim o exige a necessidade, né? Faz um momento, quem sabe faz a hora e não espera acontecer, disse Vandré. Então a nossa gratidão em nome do coletivo. O espiritismo, com Kardec, do projeto com Kardec, pela tua presença iluminada. Na noite de hoje, na certeza de que com muita tranquilidade, estaremos te convidando para outras tertúlias nos embalos de
sábado à noite do SCK. Aguarda lá na salinha do chá que a gente já vai fazer o encerramento. Muito obrigado. E é isso, minha gente. Vou encerrar brevemente com bertold Brecht que disse. Primeiro levaram os negros, mas eu não me importei com isso. Eu não era negro. Em seguida, levaram alguns operários, mas eu também não me importei com isso, porque não era operário. Depois prenderam os miseráveis, e eu também não me importei com isso, porque eu não sou
miserável. Depois agarraram uns desempregados, mas como eu tenho meu emprego, eu também não me importei. E agora? Agora estão me levando. Mas já é tarde. Como eu não me importei com ninguém. Ninguém se importa comigo. Obrigado pela sua presença, pela sua luz, pela sua energia, pela qualidade que você empresta ao nosso trabalho. Vamos em frente para construir uma sociedade melhor arregaçando as mangas, não sendo omissos até o próximo embalos de sábado à noite do ECK. Tchau.
