Ectoplasma [Ep38] Em nosso organismo: acúmulo, sintomas e tratamento - podcast episode cover

Ectoplasma [Ep38] Em nosso organismo: acúmulo, sintomas e tratamento

Jan 21, 202313 minSeason 16Ep. 38
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Transcript

Olá, minha amiga. Olá, meu amigo, como é que vocês estão bem-vindos a mais um episódio onde estudamos o segundo livro dessa série do professor doutor mate Tube, no um fluído. OPA, saúde, ectoplasma, eu tô com o nome do primeiro livro, um fluido vital chamado ectoplasma, né? Mas. Curioso? Se atentem aqui a ação do ectoplasma visão, prática e dissertações filosóficas.

Então assim, o legal que o professor coloca muito cientificamente as coisas como hipótese, não como dono da verdade, afinal de contas, é algo que ele trabalha muito tempo. Conhece há muito tempo, mas que a ciência ainda não chegou a uma conclusão definitiva, portanto, é colocado como hipótese, mas tanto de de testemunho de prova de de resultados que ele teve é algo realmente de considerar. Vamos ver hoje sobre o ectoplasma, acúmulo, sintomas e tratamento. Então, sem demora, vamos pro

texto. No livro, um fluido vital chamado ectoplasma um. Já expus as observações que realizei ao longo de muitos anos. Sobre a relação entre ectoplasma e o nosso estado de saúde. Pelo que sei, foi a primeira vez que alguém proposto ao relação. Anteriormente, os pesquisadores se preocupavam em detectar e identificar este fluido nos fenômenos físicos, incluindo materialização, processo em que ele é indispensável.

Naquele livro, preocupei me particularmente em noticiar o acúmulo de ectoplasma as suas consequências, os sintomas de doenças que gera e a maneira de tratar as pessoas. Embora tenha feito também outras considerações. Neste momento, como já comecei a fazer nas páginas anteriores, procurarei ampliar um pouco a visão sobre o assunto, levando em conta outras observações que fiz também discorrer sobre algumas idéias, levantando aspectos e não publicados até

agora. Como já explanei no livro anterior, o meu primeiro contato com o assunto, ectoplasma se deu em 1968 ao assistir a um trabalho de materialização na cidade de São Paulo. Falando recentemente com o colega que me levou àquela sessão, ele me informou que o

médium. Na ocasião, era o Antônio Alves Feitosa. Fato que eu não havia registrado na época naquela oportunidade, eu, embora nada soubesse de espiritismo, percebi a tosse vinda da cabine de materialização que, segundo eu, vim a saber depois, era indício de liberação do ectoplasma pelo médium. Em 1972, passei a frequentar uma casa espírita e, por ocasião do aprendizado do passe, comecei durante os trabalhos a sentir enjôo e ânsia de vômito. Fui informado pela pessoa que

nos instruí aqui, provavelmente. Eu liberaria Héctor plasma para cura 67. Assim, pouco a pouco, fui coletando sensações que eu sentia durante os trabalhos de cura e também fui observando o que acontecia com os outros trabalhadores. Fiquei atento ainda aos sintomas que eu mesmo senti ao longo das 24 horas do dia. Lembro-me bem da dificuldade que eu tinha de escovar os dentes pela manhã, uma vez que apenas ao encostar a escova nos lábios surgia uma forte ânsia de vômito.

Em meados dos anos 1980. Tivemos a grata satisfação de conhecer Renê Nunes, 68, que deu novo impulso à cromoterapia no Brasil, introduzindo novas concepções e técnicas, só fazendo uma observação, sempre que você ouvir esse número aí, porque é uma nota de rodapé que está anexada, aí o leitor, o Zezinho, né? É? Acaba lendo. Se é para aqui desde 1968, professor, doutor, como um bom cientista, começou. É foi ver 11. Sessão de de materialização e começou a entender sobre o ectoplasma.

Depois, ele começou 5 anos depois, em 1972. Começou a frequentar uma casa espírita 4 anos depois e começou a dar passes e começou a sentir no próprio corpo as sensações e começou a observar. Então todas essas. Esse conhecimento que o agora a gente está estudando vem daí, né? Então de alguém que sente e que sentiu na pele, não só viu, testemunhou e esquematizou todo este estudo, mas vamos continuar com essa história que eu adoro,

ouvir essas histórias. Vamos lá numa conversa que tivemos em Campinas, para onde havia se deslocado ao nosso pedido para proferir uma curso sobre cromoterapia, falei ele sobre alguns sintomas que eu havia colecionado e que se referiam a médiuns de ectoplasmia 69.

Ele fixou o olhar em mim e disse, escreva isto num papel, fiz o que ele pediu de imediato, enfileirando numa folha de caderno pouco mais de uma dúzia de sintomas, dentre eles o enjoa, a tosse, o inchaço no abdome, a célebre bola na garganta, o bola das histérica. 70. Passei a folha que ele leu com atenção, olhou para mim e disse, você sabe que isto não está escrito em lugar nenhum.

A partir daí, comecei a ficar muito mais atento no que se referia ao assunto e coletei material que, em boa parte, já publiquei no livro anterior. No presente livro, estou apresentando ao longo das páginas novas idéias a respeito do tema, como já admite acima, temos um corpo de ectoplasma que chamamos de duplo etéreo. Este corpo formado juntamente com o de matéria comum, sendo-lhe de fato o molde.

Também se decompõem por ocasião do desencarne do espírito, a manutenção do duplo ao longo da vida corpórea é feita com a contínua renovação do ectoplasma que o compõem. Este ectoplasma é obtido da natureza através da água, do ar, dos alimentos. Também é possível a transferência desse fluido de pessoa para pessoa diretamente de plantas vivas e de animais para pessoas etc. Sou inclusive de opinião que os yogues, que conseguem permanecer longos períodos sem se alimentar.

Aprenderam, por um lado, a otimizar o próprio metabolismo e, por outro, absorver ectoplasma diretamente do meio ambiente, de modo a manter o seu duplo íntegro. O ectoplasma que ingerimos, juntamente com os alimentos pela respiração e por outras maneiras, participa no nosso organismo do processo metabólico em todas as instância, desde que adentra nosso corpo físico, por exemplo.

Ao ser introduzido o alimento na boca inicia se o processo da digestão e já começa a haver liberação de ectoplasma. Em todos os estágios do metabolismo ocorre liberação de ectoplasma que vai assumir no corpo vital as suas funções específicas, assim como faz paralelamente à matéria dessa no corpo físico, no processo metabólico do ectoplasma, há necessidade de eliminar aquele fluído já utilizado e aquele que

foi ingerido em excesso. Da mesma forma como acontece com o alimento material comum, utilizando as vias normais de eliminação. Então a gente já começa, olha que lindo. Nós tivemos um Belo de um resumo sobre o que ectoplasma se você esqueceu. Os estudos anteriores a esse capítulo aqui está sendo

sensacional. Nós vamos continuar o estudo aqui, o ectoplasma, liberado no nosso organismo, deve ser disperso pela natureza e neste processo é necessário que nós liberemos não somente dos nossos corpos físico e vital, mas também do nosso vínculo mental. Lembremos que ele é sensível ao comando da nossa vontade. Essa influência, aliás, é o que possibilita que controlemos o duplo etéreo e, portanto, o corpo físico ao sair do nosso corpo.

Pelos diversos orifícios, inclusive pelos poros da pele. Ele forma ao nosso redor uma atmosfera ectoplásmicas que deve se difundir pouco a pouco pela natureza, onde é reciclado, assim como acontece com a matéria densa, a água, os alimentos e o ar que usamos quando liberamos do nosso corpo os resíduos de matéria densa rompe se imediatamente o vínculo que temos com eles. Tal rompimento não ocorre, porém, com ectoplasma pela simples eliminação. É necessário um procedimento mental.

Automático, obviamente que faz com que o vínculo que temos com o ectoplasma se enfraqueça até ser desfeito devido a inumeráveis fatores de ordem emocional. Muitas vezes temos dificuldade de romper o vínculo com o ectoplasma que liberamos, mantendo o acumulado na nossa atmosfera, ectoplásmicas dentro e ao redor de nosso corpo. Este acúmulo causa sintomas dos quais uma grande parte e talvez

os principais. Já abordei no livro anterior, um, mas que podem variar em grande número, dependendo de cada indivíduo. Embora eu tenha denominado as manifestações do acúmulo de ectoplasma apenas como sintomas, é possível observar que há correlação com o estabelecimento de doenças entendidas segundo o conceito corrente. É fácil entender que o acúmulo de fluidos que interagem com o duplo etéreo e também diretamente com o corpo físico

possa causar problemas. Basta lembrar as consequências que uma simples prisão de ventre pode gerar. Imagine-se agora um congestionamento de fluidos responsáveis pelo funcionamento do nosso organismo como um todo. Um aparece, então um grupo de sintomas que são causados pela simples pressão do ectoplasma, ectoplasma dentro do nosso corpo, independente da qualidade deste sobre os tecidos adjacentes, provocando diversas alterações e sensações.

Por exemplo, a bola na garganta, o inchaço do abdômen, sinusite, bronquite, refluxo etc. 2 outro grupo de sintomas, a meu ver, está associado ao acúmulo de ectoplasma, digamos, contaminado. Este fluido inadequado, estando acumulado em nós ao se manter em contato com nosso organismo, amplifica a sua ação sobre o mesmo, gerando estados mórbidos,

como, por exemplo, a psoríase. Uma ação importante do acúmulo do ectoplasma pode se dar nas próprias células, o que, evidentemente, acarreta situações de maior preocupação por afetar diretamente a fisiologia dos tecidos. Dentro deste raciocínio muito simples, podemos admitir que, se for possível de alguma forma. A retirada do ectoplasma acumulado o resultado alcançado será o Alívio dos sintomas e

mesmo a cura. Isto tem sido observado ao longo do tempo, com resultados excelentes em alguns casos imediatos. A comprovação dos bons resultados muitas vezes é feita por um lado, pela observação de que os sintomas desapareceram, por outro, pelo diagnóstico de médico ou médicos com os quais a pessoa vinha se consultando desde antes de iniciar a sua participação nos trabalhos para a retirada do ectoplasma acumulado. Então é na verdade, a gente aprendeu, né?

De novo reforçou alguns aprendizados que eu tô plasma é, não é nada espiritual, é simplesmente. A gente tem um corpo, é que tô plasmático ou chamado de duplo e que a gente adquire os ectoplasma na natureza, nos alimentos, na respiração, né? Na luz do Sol, enfim, tantos outros outras coisas e que, conforme a gente como a gente come e tem que fazer, tô, tô no ectoplasma também tem que ser

eliminado e que este acúmulo. De ectoplasma dentro do nosso organismo pode gerar até doenças, assim como sentimentos é sensações ruins, é bola na garganta, inchaço, sinusite, rinite muito, muitas outras coisas. E aí você fala, tá, mas como é que eu faço para? Eliminar o ectoplasma, então daí fica o meu convite para o próximo episódio. Parece coisa de de TV comercial. Cenas dos próximos capítulos. Não é que num indivíduo.

Os capítulos, pra não perder sentido, então pode ser um negocinho rapidinho de 3 minutos, ou pode ser o negócio de 1 hora. Se prepare que o próximo episódio vai ser bem grande, porque nós vamos falar sobre a detecção e a retirada do ectoplasma. Portanto, prepara a pipoca. Não, não prepara a pipoca. Não se prepare no ambiente, porque o próximo episódio vai ser assim, sensacional. Vai ser longo, mas vai ser sensacional, porque ele nos dá até com imagens com figuras,

desenhos. Como é que se faz essa detecção e depois a retirada do ectoplasma está ficando cada vez melhor, né? E eu te espero como sempre. Obrigado por ter seguido comigo até aqui, a gente se encontra no próximo episódio. Até mais. Tchau.

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