Olá, meu amigo. Olá, minha amiga, como é que vocês estão sejam bem-vindos a mais um episódio onde estamos estudando o assunto. Ectoplasma, mais especificamente, o livro, um fluido vital chamado ectoplasma, uma nova proposta de cura que vem trazer a própria resposta do que que a gente tá estudando. Olha que o livro, que é gracinha do professor doutor pós DOC, math tubino, muito bem, hoje nós vamos estudar. O ectoplasma seria alguma
matéria já conhecida? E aí, qual o seu palpite para Pita aí vamos lá para o texto de hoje. Várias vezes me ocorreu que aquilo que causa todos esses sintomas e situações pudessem ser apenas algum gás conhecido, como por exemplo o gás carbônico. Lembrando que o professor é químico, então é a área dele. Deveria ser um gás incolor, pois não se nota nenhuma cor inodoro, pois não se percebe o dor mais denso que o ar, pois se verifica com a sensibilidade das mãos que ele cai em direção ao chão ao
sair, por exemplo, dos ouvidos. Lembrando que o ectoplasma sai pelos nossos orifícios, ele não se teletransporta. É algo físico, portanto, sai pelos orifícios como lágrimas, saliva, suor, etc e tal. Tal característica de estar sujeito à gravidade, foi notada também por outros autores como por exemplo, Crawford, que fez experiências de pesagens.
Olha só, a diferença é que este autor, como os outros que realizaram experimentos do gênero, fizeram com ectoplasm a condensado obtido em trabalho de efeitos físicos, inclusive de materialização no presente caso, trabalhamos com o ectoplasma invisível. A forma em que o fluído se encontra naturalmente. Então, lembrando que o ectoplasma, ele é um fluído. Invisível, que ocasionalmente. Toma cor esbranquiçado, leitoso e é é usado nas materializações.
Aí toma forma do jeito que quiser, tá professor? Tá falando aqui do invisível, se é que tô plasma, fosse simplesmente um gás conhecido, digamos, gás carbônico. Poderíamos explicar facilmente alguns dos sintomas observados, por exemplo, a dilatação do abdômen, os arrotos, o meteorismo, a sensação de estar saindo algo dos ouvidos. No entanto, como explicar os efeitos físicos?
As materializações a sensação que se tem ao tocar o ectoplasma acumulado no corpo sem que o corpo físico tenha sido tocado. Algumas pessoas, ao liberarem o ectoplasma, sentem sair algo como se fosse uma gelatina. Outras narram uma sensação de um tecido como gaze, aquelas que dizem ser alguma coisa pegajosa,
visguenta no genta. Quando se toca o ectoplasma de algumas pessoas a certa distância do corpo, isto é, alguns centímetros ou mesmo metros, elas percebem o toque com sensações diversas que variam de indivíduo para indivíduo. Este toque, dependendo de como é feito, pode causar. Ânsia de vômito, tosse e até algumas sensações mais agradáveis.
Lembrando que em casos de materializações e que a gente não vai ver uma sessão pública de materialização pelo simples fato de que a vida do médium de efeito físico que está doando ectoplasma está em risco. Tá? É? Há muitos casos de que, durante as sessões de ectoplasma em que o médio fica numa cabine, o espírito está materializado, interagindo, curando, conversando, o seu corpo físico perde assim, 40 a 50% de volume.
Porque a aquele composto é do seu próprio corpo físico, então isso é muito, muito perigoso para o médium. Portanto, os trabalhos de materialização não são públicos e são muito delicados e poucas pessoas têm acesso, justamente por representar risco para o médio, tá? É interessante lembrar a diminuição temporária da capacidade auditiva em certas pessoas que acumulam ectoplasmas. Só podemos entender este fato se admitimos que o fluído de algum modo afeta o funcionamento do
ouvido? Considerando a sensibilidade do órgão. Dotado de características mecânicas, podemos imaginar que se o ectoplasma atua sobre o mesmo, é porque este fluido é material, então que fique muito Claro, desde quando a gente está estudando é um fluido vital, não é espiritual, é físico, tá menos denso, mas inúmeras vezes sentido tocado, medido, pesado, fotografado, et cetera, et
cetera, et cetera, certo? Para o funcionamento do aparelho auditivo, a pressão no ouvido médio é igualada atmosférica por meio da trompa de Eustáquio, que o liga ao fundo da garganta.
Se admitimos que o ectoplasma sobe da garganta até ouvido através da trompa, poderíamos entender os diversos sintomas que aparecem neste órgão, zumbido, coceira, dor, diminuição temporária da audição, sensação de estar saindo, algo do ouvido e et cetera, pela avaliação do conjunto dos fatos, não se pode concluir que o ectoplasma seja
algum gás conhecido. Parece ser algo diferente e de certo modo, ligado ao sistema nervoso, pois embora haja variações de pessoa para pessoa, é comum que estas sinta quando alguém o toca, portanto, não é? Matéria conhecida, talvez porque? E lembrando, está todos os elementos químicos, nós temos elementos sendo descobertos, é a tabela periódica, sempre acrescentada por alguma coisa. Então assim, a ciência não é definitiva.
Olha só isso que existe no planeta, no universo pronto e acabou, estamos o tempo todo descobrindo a pouco tempo está falando sobre matéria escura que não se sabe direito o que que é isso? Mas sabe que existe, né? Por que não existiria ectoplasma, já que? As Reações as os casos, não é tudo, é está documentado. Muita gente pesquisando durante centenas de anos, por que que não existe? Por que que a gente vai ser tão cético a ponto de afirmar a isso?
Não existe ponto e acabou. Não é bem assim, então não é uma matéria conhecida, mas eu creio que nós vamos chegar em muito pouco tempo na no momento em que a ciência, os cientistas e seus pares. Vão acabar, é descobrindo ou redescobrindo, ou alguma forma mais precisa de é comprovar a existência dessa deste fluido beleza. No próximo episódio, nós vamos falar sobre ectoplasma e a alimentação, já que a gente sabe que ele é produzido por meio da alimentação e nenhum processo miraculoso.
Eu te espero como sempre, obrigado pela sua presença, até mais. Tchau.
