Dogmatismo(s) Espírita(s) [Ep39] - podcast episode cover

Dogmatismo(s) Espírita(s) [Ep39]

Sep 10, 20231 hr 54 minSeason 14Ep. 39
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Episode description

Com a presença de Leopoldina Xavier (SP) e Nelson Santos (SP), sob a Moderação de Marcelo Henrique (SC), temos a oportunidade do livre debate sobre a temática "Dogmatismo(s) Espírita(s)". Neste contexto que o tema propõe, é de se perguntar: - O que é dogma? - Existe(m) dogma(s) no Espiritismo? - Em que situações o movimento espírita pode ser dogmático? - Kardec falou em dogma? Em que situações? Qual o sentido dado por ele ao termo? Este são significativos "pontapés iniciais" para o debate que traz novas luzes sobre esta questão e debruça-se sobre o papel dos indivíduos, grupos e instituições em relação à proposta espírita. O ECK segue com a "toada" de permitir, de dentro, o exame do meio espírita e suas posturas e comportamentos. Inclusive para diferenciar aquilo que comumente se caracteriza como uma visão "fechada" em contraponto ao livre pensar espírita. Assim, além dos questionamentos e das manifestações dos participantes, é possível que você também deseje maiores esclarecimentos sobre o que você comumente vê e presencia nas atividades espíritas de que você participa ou, ainda, em muitos dos debates que são realizados nas redes sociais.

Transcript

Alô, alô e secando se esse Canas. Muito bem-vindos a mais uma live do nosso grupo espiritismo com Kardec nós já sabemos que você espera ansiosamente por esse momento de congraçamento, de confraternização, de estudo doutrinário, de debates, muitos debates, a fim de orientar o nosso pensamento contemporâneo dentro da filosofia espírita. Estamos muito felizes com a sua presença aqui, ao vivo, nos

canais do e secar. Pelo YouTube e pelo Facebook, espero que você possa nos ajudar a fazer mais uma discussão acalorada, mas ao mesmo tempo, sensata, sóbria, sobre temas que fazem parte do nosso cotidiano, de grupos e de instituições espíritas. Vez por outra OECK traz esses temas com um pouquinho mais de acidez com.

Um. Pouquinho mais de pontualidade, colocando o dedo nas nossas próprias feridas, na intenção de fazer todos nós refletirmos a respeito da nossa conduta cotidiana, em nome do espiritismo, a serviço do espiritismo ou com correlação com. As atividades ditas espíritas, ficamos muito felizes, então com a sua presença, pedimos que você, se estiver no YouTube. Deu um positivo, um joinha para nós, um gostei, um like ajudando a multiplicar a Transmissão deste que é o nosso principal

evento ao vivo. Do ECK? Estamos chegando a 13ª live ordinária do ano de 2023, mas. Não. Perca por esperar que tem novidades ainda nesse ano de 2023, na programação cuidadosa e carinhosamente preparada para você que nos acompanha, pedimos também que você divulgue nosso trabalho, nosso endereço no canal. Youtube.com, barra c barra espiritismo com Kardec e a nossa plataforma, o nosso portal

espírita na internet. O portal com Kardec www ponto com kardec.net.br para que você possa nos ajudar a multiplicar o alcance das nossas mensagens no nosso trabalho das nossas livres, da revista espírita eletrônica Harmonia e de todos os outros documentos que constam do nosso portal. Recentemente, inclusive, nós publicamos as 2 edições de agendas em francês no nosso site, para que você possa baixar e acompanhar a discussão que estamos fazendo desde janeiro.

Através dos artigos da revista Harmonia e através também da última penúltima live que nós fizemos aqui nesse canal, difundindo aí a necessidade de nós investigarmos e estudarmos comparativamente, as obras do professor rivail Allan Kardec. Hoje estaremos trabalhando o tema dogmatismo ou dogmatismos espíritas. O espiritismo é dogmático? Existem dogmatismos espíritas? Quando os espiritas são ou podem ser dogmáticos, você se considera dogmático ou não

dogmático? Que atitudes dos espíritas podem configurar dogmatismos? Esses então, são AOO elemento de os elementos de contexto da nossa discussão. A produção está me dizendo também pra lembrar que estamos ao vivo também no canal do YouTube do espiritismo, fast, parceiro das nossas atividades aqui nas livres do ICK. Sem mais delongas, vamos chamar para compor a bancada, o nosso querido Nelson Santos. Que rufem os tambores. Cadê os tambores? Muito bem, eu falo isso.

Amores, boa noite a todos. Estamos aqui mais uma vez. Para tentar expor? O legítimo no pensamento kr desse ano, no nosso entendimento, obviamente. Haverá polêmica, certamente. O espiritismo é dogmático. Vamos. Continuar, né? Vamos ver, né? Vamos ver o que que sai desse dessa cartola? É Aldo.

Nelson é o nosso colaborador. Já de longa data, praticamente desde o início das nossas atividades no grupo espiritismo com Kardec é bacharel em economia, é estruturadora imobiliário, é um estudioso espírita, livre pensador e apaixonado pela área de Humanidades. Também é membro do conselho de gestão do grupo espiritismo, com Kardec, e do conselho editorial da revista espírita eletrônica Harmonia. Um dos nossos veículos de difusão da mensagem espírita. Veículo da imprensa espírita

virtual da atualidade. Agora estamos devidamente apresentados, vamos chamar a nossa rainha, a querida Leopoldina Xavier vem para cá. Leopoldina. Que rufem os tambores. Bom. Boa noite. Boa noite, bem-vindos. Muito bem, vamos fazer aí mais uma live do ICK. Leopoldina é advogada com especialização em direito previdenciário e com foco na medicina, higiene e segurança do

trabalho. Atua na área da educação espírita, no posto de estudo e acolhimento espiritual Peace, em aruj a cidade de São Paulo é também membro do conselho de gestão do grupo espiritismo, com Kardec igualmente como Nelson, é membro do conselho editorial da revista espírita eletrônica. Harmonia apresentados os nossos queridos debatedores desta live, vamos para as questões, vou começar por você, Leopoldina. A pergunta é a pergunta básica, né?

Faço a pergunta para você depois, o Nelson também entra na conversa. Dito e feito, curto e raso, direto e objetivo. O espiritismo é dogmático, sim ou não? Não. Que é ou porque não é dogmático? Justifique a sua resposta. Não é dogmático, mas, em primeiro lugar, Marcelo, eu queria cumprimentá-lo. É? De dizer a você, de todo o respeito de todo o carinho que eu tenho por você, pela sua dedicação à ciência e a

filosofia espírita. Quero deixar aqui meu abraço a todos aqueles colegas que estão nos ajudando e nos apoiando para que possamos fazer essa live. A todos os colegas, a todos os amigos do ECKEA, todos que estão nos assistindo e a você, Nelson, meu grande abraço e minha admiração também. É, não é dogmática. Não é dogmático. O que é o dogmatismo? O dogmatismo é uma corrente filosófica em que acredito em verdades absolutas. Em conceitos e princípios absolutos incontestáveis.

Quem usa dos dogmas? A política e a religião. Elas criam princípios. Em que os seus seguidores? Trem, e aí eles são submissos. Muito diferente e muito diferente. Do nas da pretense da PT não posso diante da pretensão daquilo que se criou com Allan Kardec, que o professor que vai. Até pela própria história e pelo momento histórico, inclusive em que ele. Estuda a ciência dos espíritos. O professor rivail. Um homem já. Na fase em que ele se dedica à

ciência dos espíritos. Ele já era um homem Maduro. Um homem que já terminou a academia que passou pela Câmara academia pelo professor pestalozzi, um iluminista. O professor rivail era um homem do conhecimento. E do profundo conhecimento. Conhecia não só a ciência da sua época, mas como toda o passado filosófico, e ele conhece. A filosofia no período medieval obscurantista. E ele vê passar inclusive para a Renascença, que é a fase do humanismo. E ele, inclusive, está na fase

do iluminismo. E o que é o iluminismo anão ser romper com dogmas? No iluminismo é exatamente isto é romper com os dogmas. É privilegiar a racionalidade crítica, a razão. A ciência. E como nós poderíamos? Dizer e trazer? Para a ciência espírita? Com a questão que Kardec já deixa bem definida. Que se embasa na ciência e na filosofia e naquele momento, inclusive porque ele era um homem encarnado. Ele traz a ciência dos espíritos dentro de uma fase que rompe com os dogmas dizer.

Querer dizer que nós privilegiamos os dogmas? É um contrassenso. Absoluto? Jamais, eu não posso imaginar cada vez que eu vejo. A imagem de Kardec nos orientando, nos ensinando, nos colocando. Aquele que queira. Que nós sejamos submisso a qualquer pensamento. Que nós não podemos analisar o pensamento que nós não podemos

discutir o pensamento. Se ele era o próprio homem, a própria alma e o próprio espírito encarnado da Liberdade, e ele coloca isso com todos os fundamentos e como princípio básico em sua obra. O microfone está silenciado, muito bem. Uma aula de história, uma breve aula de história de contextualização do momento de surgimento do espiritismo e da proposta alvissareira de Allan Kardec ao estabelecer um contraponto.

A ideia dogmática presente naquele século na França, na Europa, nas principais, é. Dos principais estados, principais países eu IA dizer principais cidades, porque naquele tempo as cidades eram mais importantes do que os países muitas das vezes, né? Que eram consideradas berços dessa? Desse pensamento dogmático, e aí, Nelson, concorda com a Leopoldina? Que aportes você poderia fazer para essa nossa primeira questão? Bem a Leopoldina, praticamente ela já fez um. Um apanhado geral.

Sobre a visão de Kardec, sobre os dogmas. Apesar de que. A propriamente dito. Ainda mais aquela época. Oo dogma tinha uma função, um entendimento. De Prince, biologia. Que já dá um fundamento. Contestado até mesmo por Kardec apesar de toda a princípio elogia espírita. Ele fez questão. E em toda a sua obra. Principalmente da revista espírita. Deixar bem claro. Que o espiritismo não é dogma. E com ele, corroboram vários pensadores de um Denise, por

exemplo. Mas a. Se analisarmos, por exemplo, a reencarnação. Ela pode ser considerada um dogma. Porque é uma coisa que não pode ser alterada. Era uma questão de fé, mas é uma questão também de razão. Por exemplo. O que Kardec diz sobre isso? Sobre a reencarnação propriamente dita. Que ela não é dogma, porque é uma lei natural. Ela faz parte. Da natureza? Mas. A profundidade disso. Surgisse várias Vertentes. No meu entendimento. Simplório? Ela, em determinado ponto, pode

ser considerado um dogma. E a partir de determinado ponto, não é dogma. Pela pela Prince biologia e pelos fundamentos do espiritismo, ela não pode ser encarada como. Mas para novidadeiros e pessoas que não conhecem profundamente o espiritismo. Ela é uma questão dogmática. A debater-se? Muito bem, eu esqueço de ligar o microfone, mas eu vou me acostumando a essa nossa dinâmica. A gente reduz os microfonezinho é na Transmissão justamente pra

eliminar. Houve aí uma colocação de um companheiro nosso em língua espanhola, dizendo que a ruídos na Transmissão sim. A internet aqui no Brasil ainda é muito precária e nós estamos de alguma forma com a nossa técnica, com o pessoal de retaguarda tentando reduzir ao máximo essas interferências. O Nelson já deu, sabe Leopoldina? O spoiler da segunda questão que eu IA fazer, né? Vamos lembrar que a pergunta 171 do livro dos espíritos, quem tem o livro dos espíritos aí na mão,

pode conferir. Kardec pergunta aos espíritos sobre o que se Funda o dogma da reencarnação. E aí os espíritos, então, respondem, é, qual é a significância dentro das leis espirituais do nascer de novo, né? Que é uma afirmação bastante antiga, muito, muito tempo antes de Jesus já se falava em reencarnação como a palingenesia e como a transmigrações progressivas da alma, como a possibilidade e a realidade das resistências múltiplas. Então, eu trouxe para nós a

contextualização. Um outro trecho da obra espírita do conteúdo das 32 obras de Allan Kardec, que não é essa questão, 171 do livro dos espíritos, mas está no evangelho segundo o espiritismo, né? É, e isso está contido. No capítulo 20 trabalhadores da última hora, numa mensagem assinada pelo espírito, anri heine. Em que ele diz o seguinte, palavras do espírito, e aí, dentro do princípio do controle universal dos ensinos dos

espíritos e da concordância. Desta fala, desta mensagem espiritual, com o contexto doutrinário, Kardec insere essa mensagem. É no capítulo 20 de o evangélico abre aspas, a reencarnação, esse Belo dogma, novamente a mesma palavra utilizada em o livro dos espíritos, eterniza e precisa torna preciso. A ideia da filiação espiritual, o espírito, então chamado a prestar contas do seu mandato, terreno da sua existência física. Compreende a continuidade da tarefa interrompida, mas sempre

retomada. Vamos lembrar como a é Leopoldina bem colocou na sua primeira resposta, que o dogma é uma expressão de origem grega. E literalmente se traduz como o que se pensa é a verdade. Então, o que eu penso é verdade, o que o Nelson pensa é verdade. O que a Leopoldina pensa é verdade. Daí vem o adágio popular, cada cabeça, uma sentença. Cada pensamento, uma verdade. Mas não são verdades irrefutáveis, porque nós somos

seres progressivos. Estamos aqui aprendendo, angariando condições mais satisfatórias para o curso das nossas existências. No entanto, em torno do pensamento. Espiritual e espiritualista, sobretudo no cristianismo e nas chamadas igrejas cristãs, o dogma assume essa posição de afirmação irrefutável, irretocável, inquestionável. É por isso que os cristãos e nós, espíritas não nos é enquadramos nesse conceito. Acreditam no dogma do pecado original?

Acreditam do No No dogma da virgindade de Maria. Da concepção de Jesus por obra do Espírito Santo. E acreditam no dogma da ressurreição da carne só para ficar em 3 pequenos exemplos. Quando Kardec então Nelson em Leopoldina se debruça sobre as questões de religiosidade presentes na história da humanidade. Vide que entre a existência física de Jesus e o momento em que Kardec lança o livro dos espíritos, transcorreram 19 séculos, quase 19 séculos. Se assim podemos dizer.

Ainda está impregnada na atmosfera daquele tempo, na ideia oficial cristã, a partir da publicação dos 4 evangelhos canônicos. Então, a pergunta que não quer calar, Nelson, já que você antecipou, deu um spoiler positivo dessa questão? O que dizer dessa expressão que aparece na questão 171 do livro dos espíritos? É isso, né? 171. E também aparece no capítulo 20 do evangelho, além de outras Fontes, né? Na revista espírita, por exemplo, vai aparecer várias vezes.

O que dizer dessa expressão, então dogma da reencarnação, em que sentido? A palavra dogma está colocada? Bem, é como eu havia mencionado. É, e vamos ao me reportar só um minuto, um pouquinho, ao que a Leopoldina disse. A Kardec. Ele. Segue a escola de pestalozzi. Porém, ele é, e ele é muito influenciado. Pelas luzes do iluminismo, a pelo século do iluminismo e uma da da da das principais Vertentes do iluminismo. Elas, cidade a secularidade. I. Ceticismo.

Tanto é que Kardec era cético. E continuou cético em muitos pontos. Aonde ele deixou de ser cético? Não é justamente? Em seus estudos, aprofundados. Que deram origem? A doutrina espírita. É um método de experimentação. Aprovação. Análise crítica. Das mensagens? É quando o Kardec. E alguns espíritos se referem a dogmas. Nós não podemos como você bem disse Marcelo. Nos ater? Avisam. Do dogmatismo empregado pela igreja e suas Vertentes cristãs. O porque, principalmente.

O dogma religioso. Ele criou uma aura Mística e mítica. Sobre uma, algumas. Como você bem disse, supostas verdades. Sobre a? Convence nos. Ao decorrer dos séculos, e nos legados. Pelo aquele. Carpinteiro chamado Jesus. É Kardec quando aborda. No livro dos espíritos? Em vários trechos da revista espírita. O dogma da reencarnação. Ele tem não somente. A visão limitada, restritiva. Da palavra grega? Ele se atém, principalmente a parte de princípio, logia. Do? Raciocínio lógico.

Que dá as bases do fundamento. Espírita? Que é uma ciência. Em uma filosofia com consequências Morais. Isso Kardec repete inúmeras vezes. O então. Por isso que eu falei na minha primeira fala aqui. A reencarnação é um dogma, sim, até determinado ponto. Porque nos faz querer. Há uma coisa que está presente na humanidade desde os tempos imemoriáveis. Aquilo tornou-se, digamos assim, um dogma. Mas apesar de que. Houveram tantas e quantas?

Teorias e tratamentos? Gerados pelas diversas religiões pelo mundo. Nós, espiritismo não é uma religião. Ele é. Acima de tudo, como já falei, uma ciência e uma filosofia. Gerando tudo isso. Kardec, como vários outros expoentes espíritas, até mesmo Herculano pires. Na borda várias vezes a partir do gmat, CA. Veja bem claro que. O dogma aqui refere-se o espiritismo. É ligado? Exclusivamente intrinsecamente a parte de princípio, logia. Mas ele não deixa de ser um dogma.

Muito bem. E aí, Leopoldina? Que que dá para agregar? E diante dessa ideia, é tratada pelo Nelson em justificação da utilização, porque é a primeira vez que aparece o bem. Coloquei, é na questão 171 e é expressão de Kardec. Então, mesmo que depois outras mensagens mediúnicas em outras obras e na revista espírita, como Nelson acabou de descortinar confirme a utilização filosof. Dogma Kardec teve a coragem como um homem iluminista, visionário, um homem à frente do seu tempo

de depurar. Não é isso? A expressão dogma? Para. Sem som. Leopoldina. É muito. Instigante, a. AA colocação do Nelson, né? É porque ele traz alguma coisa que é princípio básico da doutrina espírita, é arrancar nação. A reencarnação como dogma, mas não esqueçamos que esse princípio básico que é a reencarnação. Nós. E segundo Kardec, que manda e que diz. Desculpe falar a palavra Amanda, que orienta no sentido de que é ciência. Ela está a face da luz do dia,

acompanhando a ciência. Nós não paramos de analisar e de estudar a reencarnação. O conceito? Básico é inalterável. Mas a evolução da ciência, a evolução da filosofia pode trazer e pode fazer nós levarmos ao debate. É. É essa a gangue diferença. Não é uma. Doutrina estável. Fechada, que cercada em que coloca um princípio básico e ele não pode deixar mais de ser analisado, não dentro da proteína espírita, tudo à luz do princípio básico, pode levar a análise.

É isto se chama evolução. Isto se chama progresso é acompanhar a ciência é acompanhar os passos philosophy. É dogma, é? Dogma é princípio básico é princípio básico, mas a reencarnação? Ela está sempre sempre, à luz do estudo científico, à luz da filosofia. Muito bem.

Nós precisamos deixar isso bem claro, porque a grande maioria das pessoas que se debruça, sobretudo os mais iniciantes ou aqueles que não têm a prática do estudo metódico, do estudo comparativo, ou, como se costuma dizer nas instituições espíritas desde a década de 70, programas de estudo sistematizado que de sistematizado tem muito pouco, porque as pessoas acabam se

centralizando. Em frases soltas em Ideas colocadas numa obra sem comparar com a própria, novamente vou usar a expressão da Leo, a própria evolução ou o próprio progresso do pensamento de Kardec. As pessoas acham que Kardec foi um luminar que já tinha tudo da doutrina espírita na cabeça e que, a seguir, um rito programado pelos espíritos ou outros acham até não. E o Kardec foi um mero organizador das Ideas espíritas.

Porque os espíritos vinham a conta gota e na ordem certa, dizendo que seria útil para a humanidade. Quem diz isso não conheceu não, entendeu? O processo espírita o projeto espírita, né? Que está bem expresso no livro viagem espírita, em 1862, que dá bem expresso em o que é o espiritismo e que está. Bem, expresso em. Muitas dissertações de Kardec durante os quase 12 anos de revista espírita que ele coordenou. A publicação mensal, então.

Para homenagear aqueles que estão interessados em conhecer um pouquinho mais sobre o significado de algumas expressões dentro do contexto da filosofia espírita em cima da pergunta anterior, eu vou reforçar mais uma vez essa ideia de dogma. Por que que? Alguns espíritas Leo se sentem incomodados, se sentem chateados ou reagem de uma forma agressiva de uma forma contestatória.

Quando um estudioso espírita diz que a reencarnação do ponto de vista filosófico é para o espiritismo, um dogma, por que essas pessoas estranham essa utilização? Não no sentido religioso da palavra. Mas num sentido filosófico. É? Veja bem. O primeiro medo eu acho que é o modificar. Não se modifica um princípio básico. O princípio básico EE aqui, como se colocou o tema reencarnação, um princípio básico como reclamação, ele se estuda, ele se analisa, ele evolui.

Agora eu acho que. O espírito, aliás, ele se sente em pânico quando você. Quer fazer alguma coisa que não que não seja Oo respeito absoluto ao dogma. E não é só o. Dogma da reencarnação são nas linhas é da da da vertente moral da da, sabe é do homem como ser perante o mundo perante o universo. Ele fica em pânico. Em? Pânico. Porque. Porque eu acho que já vem aquela cultura de outras religiões da submissão. Da verdade? Absoluta e que nada pode ser analisado.

Nada pode ser debatido. A questão não é de é modificar com o princípio básico da reencarnação. O que nós, espíritas, fazemos e devemos e temos a obrigação de fazê-lo é estudar. É acompanhar a ciência é acompanhar a filosofia. É debater, é analisar, é ter a coragem. De pensar, de modificar, não de modificar, mas de evoluir, de progredir e isso só colabora. Nós não somos. Nada, nada é parado no mundo todo, está em movimento e esse movimento exige de nós.

Que acompanhamos? Que temos que pensar, temos que nos libertar, temos que ver, temos que discernir. Nós não podemos ficar parados, nenhuma doutrina que fica parada. Ela se sustenta. Ela pode. Ter, inclusive, seguidores. Dores é, mas ela, com o tempo ela vai ser esvaindo. Pode demorar séculos, pode demorar, mas ela vai ser esvaindo. Ela vai entrando em decadência e nós inclusive, como é, seguidores da doutrina espírita. Sabemos a nossa doutrina espírita.

Ela é muito dinâmica, porque ela precisa necessariamente acompanhar a ciência e ela precisa necessariamente. Ter a Liberdade do ser, do pensar, do progredir e do evoluir. Muito bem colocado, eu já vou passar a palavra para o Nelson, mas eu quero enquadrar essa pergunta até uma dentro dessa nossa discussão. Nelson, os dogmas presentes em segmentos cristão e veja se que a maioria dos espíritas se dizem espíritas, cristão?

Só porque Kardec, num trecho. Da sua obra, diz mais ou menos o seguinte, a Bandeira que queremos empunhar é a de um espiritismo cristão e humanitário. Preste atenção na expressão e não fique apenas com a metade da laranja. O espiritismo, que Kardec fala, não é o espiritismo cristão. Porque em nome do Cristo, em nome do mito Cristo, que é uma invenção dos homens Jesus de Nazaré, outra coisa completamente diferente.

As maiores. Atrocidades foram e continuam sendo cometidas neste planeta que recebeu o homem de Nazaré. O. Que é que? Kardec diz espiritismo, cristão e humanitário. Não há cristandade sem humanismo. E humanismo significa acolher, envolver, proteger ou, nas palavras do homem Jesus, consolar os Aflitos, fazer aos outros o que quereríamos que nos fosse feito. Então, Nelson? A pergunta da. Telma vem a calhar em relação a outra que nós fizemos, não é?

Os dogmas presentes nos segmentos cristãos estão de alguma forma, relacionados ao exercício do poder? Bem, mas a luz. Bem como você citou. É a DEM que haver o entendimento. Da sentença, das palavras de Kardec. É o. Que mais o? Movimento espírita, fazem sim. É fazer recortes. Herculano. Vou parafrasear Herculano. Eu sei que você gosta de é do professor de mais, se eu também. Ele diz que o espiritismo não é uma questão de. Alguém lembra? É a questão de. Pensa? É uma questão de fundo.

E não de forma. Você não tem que se. Atender, se ater apenas a forma que está exposta, mas ao fundo, ao que ela. Traduz, é o que ela representa. Então? O espiritismo é. Acima de tudo? Um. Aprendizado constante, tô. Em todas as formas? E ele? É? Lógico. Ele é crítico, ele é racional. Aí voltando agora a pergunta da Telma. Ela. Se os. Dogmas, é uma representação. De exercício? De poder, totalmente. Um dogma religioso? Sim, eles usam. Porque se você. Se nós estudarmos. Os primeiros.

Anos? Do chamado? Cristianismo nascente. Ele foi dominado. Ele foi instituído. Pelo Império? Romano? Veja bem, Império Romano. Qual era? A intenção? Do imperador de. Roma em ter. O chamado. Cristianismo como religião oficial. Em substituição? A tradicional. Considerada pagã. Pela disseminação rápida. Do humanismo? Então a da visão humanitária. Legada para o Jesus. E Nazaré? Muito influi? Iniciado também. Pela. Pelo helenismo de Paulo, não é? Paulo, na verdade, foi o grande

criador do espiritismo. Digo por. Mim no. Catolicismo do cristianismo, perdão. E? Roma se institui, se se valendo. Da sua? Dominação? Constranger monia. Para controlar? Os fiéis, digamos assim. Estavam se. Multiplicando. E trazendo? Um determinado perigo. Para o poder? Pegou, é? Transformou? Infelizmente, em catolicismo, em uma religião. Para a? Subjugação. E controle da do povo. Esuda bem. Expresso? Se nós. Nos atermos? Aos concílios chamados concílios, não é? É. Que?

Em? Verdade? Foram os criadores de todos os dogmas da fé cristã. O que? O único dogma. Que Paulo criou? Foi a suposta? Ressurreição. Do Cristo? E a? Equiparação de Jesus de Nazaré a Deus. E não antes dele, não existia isso. E se nós? Procurarmos as bases históricas, nós não vamos encontrar isso. Antes de Paulo. Muito bem. Nós estamos aqui hoje com vários fenômenos. É físicos, né? Vários fenômenos de mediunidade já teve, é um ruído aí no microfone já teve?

Parece alguém rasgando o papel. Agora temos um sino batendo. É fenômenos de efeitos físicos, minha gente tá lá nos livros dos médios. Quem quiser ver, quem trabalha com espiritismo, quem trabalha com meio de unidade, está sujeito aí esses percalços, eu estou, eu estou pedindo pra produção colocar a fonte da. Da frase que eu falei, né? A Bandeira que desfraldamos bem alto tá aí é a do espiritismo cristão e humanitário. O livro dos médios.

Capítulo 29 e tem 350, né? Onde Kardec, então, faz essa junção importante desses conceitos. Vamos em frente, é, já que nós acabamos de falar de Jesus e diferenciarmos Jesus de Cristo. Não é porque em inúmeras mensagens na revista espírita, no evangelho ou em outros livros, Kardec usa a expressão figurativa figura di Cristo, que o espiritismo endossou a ideia. Do acordei? De Deus, né? Daquele que veio tirar o pecado do mundo, daquele que veio salvar a humanidade.

Daquele que nasceu de uma virgem, daquele que morreu e ascendeu aos céus com seu corpo físico. Esses são elementos que caracterizam o Cristo, o Cristo da cristandade, o Cristo do cristianismo, o Cristo das igrejas. Nada disso existe no espiritismo. Não obstante você possa usar a expressão Cristo ou se dizer cristão, desde que se faça essa diferença, porque a maioria dos cristãos, exceto os espíritas, acreditam nisso tudo que. Nós acabamos de reunir e muitas outras coisas. Né?

Então? É, por exemplo, os sobre os Milagres de Jesus, os cristãos em geral acreditam em um dom Sobrenatural, em uma aplicação de poderes que Jesus tinha, porque ele era o Deus encarnado e nós, espíritas, sabemos que os ditos Milagres são. A? Utilização da mediunidade dentro de parâmetros de naturalidade. Nada de Sobrenatural é tudo na natureza humana.

Tanto que ele repetiu diversas vezes aos discípulos e aos seus seguidores que não eram os discípulos ou os apóstolos, dizendo tudo aquilo que eu faço, vós também podeis fazer. Dando a ideia de. Que a mediunidade é realmente uma característica presente nos homens, nos seres humanos da humanidade. Então eu perguntaria,

Leopoldina? Os espíritas, em geral têm em relação ao personagem Jesus uma postura dogmática é, acreditam que Jesus é o filho de Deus. Acreditam que Jesus é um espírito puro que encarnou na Terra e tantas outras coisas que nós ouvimos dizer por aí. Isso é verdadeiro. Dizer que os espíritas dogmatizam Jesus e quando é que há esse dogmatismo em relação a esse personagem? É Marcelo, eu, eu. Eu vejo que sim. É porque é. É a. É aquela que você colocou. Ficou só na metade da laranja,

ficou só Na Na palavra cristão. Então, veja bem, é a nossa cultura religiosa, inclusive se nós pegarmos a nossa história aqui no Brasil da perseguição é a aos espíritas, aquela tudo aquilo e que estava sempre a igreja católica envolvida. Houve, houve seriamente a cultura cristã envolvendo. É? E como a cultura cristã envolveu? As casas espíritas é o que aconteceu, é que eles começaram a admirar. E a perseguir? O mito de Cristo.

Mas. Esqueceram e esqueceram profundamente Marcelo do Jesus de Nazaré. Das pregações? De Jesus de Nazaré. Da questão? Inclusive de Jesus de Nazaré. Como libertário de um povo oprimido. Esqueceram que Jesus de Nazaré? Queria tirar o. Seu povo da escravidão. Da ditadura? Do Império Romano? Esqueceram que Jesus de Nazaré? Ensinou a dividir? O qual? A ter mais justiça social. Esqueceram? Que Jesus de Nazaré. Pregou como? Máxima, o amor ao próximo. E jamais o ódio, jamais o uso de

armas. Quando nós vemos toda essa transformação, crime, desculpem. Quando nós vemos? Toda sabe, essa essa questão que hoje nos envolve e que está nos envolvendo. E que tem? Relação, inclusive. Profundamente. Qual a diferença entre o? Cristo. Formado idealizado pela igreja católica. E o Jesus de Nazaré? Que nos ensinou? Nós vemos, sim. Que há? Uma confusão. Entre nós, espíritas, no encaminhamento das questões. Muito bem. E aí, Nelson, como separar o Jesus do Cristo nessa ideia de

dogmatismo ou não dogmatismo? Tá mudo? Tá mudo, Nelson. Perdão. Então? Dando? Segmento. AA. Exposição de é da Leopoldina. Com? Separar o. Jesus. O Cristo. Jesus, o homem. Vamos lá para o. Livro dos espíritos, primeiramente. O que Kardec pergunta? Aos espíritos? Quem nos? Serve melhor, nos serve de modelo e guia. Ele fala v de Jesus. Não. Veja, Jesus, seja ver como Jesus, acompanhe. Como Jesus não vê Jesus? Ou seja, observe. Pondere. Pense, conheça, raciocine.

Veja o que ele legou. Mesmo? Com? O. De dogmatismo, presente nas escrituras. O ensino do. Cristo, o homem. Do Cristo? É simples. Esqueçamos. Essa. Tão popular. No meio de altura, Cristo. Que é? Simplesmente a palavra Messias só e já remete para o místico, o imponderável, o milagroso. O prometido. Jesus acima de qualquer coisa. Ele era um espírito de alta envergadura. O espírito. De lucidez? Um espírito de. Bondade. E aí, ele. Nos legou.

Uma lição gigantesca. Que, embora a grande parte da alma. Dos Christian amados, cristão z. Não se apercebam. A figura grandiosa do homem Jesus é muito superior. Ao Cristo milagroso. Kardec. Fez o evangelho segundo o espiritismo. Justamente para quê? Para desmistifica. Cara. Tirar os dogmas que constavam nas escrituras. Os. Evangelhos? Porque? O. Espírita de enguia, que ser? Uma pessoa pensante, raciocinada. Não que pudesse alavancar.

Não. A fé cega. Como Kardec diz, a fé raciocinada. A fé iluminada. A fé esclarecida. E como você se. Esclarece. Anão ser pelo. Conhecimento. Não tem outra maneira. De você conhecer? Conhecer, se conhecer o mundo, conhecer a vida. Conhecer todas as. Vertentes, filosóficas e científicas. Se você não tiver. A cultura para. Tanto a educação, para tanto. Então, o que aconteceu é que esqueceram-se que. Jesus, o homem. Era um mestre? Humanista. Humano?

E colocaram sobre a sua figura? Uma série de. Predicados místicos. Que ferem? Frontalmente? Todas as leis da natureza. Muito bem. Essa dualidade. Esse dualismo entre natural e Sobrenatural. Ele não é de agora, não é? Ele já perpassa aí. É praticamente. É séculos e séculos do desenvolvimento das Ideas sobre o nosso planeta.

O Rodolfo inclusive coloca, né? Dentro dessa linha de raciocínio que nós vivemos, tratando agora que o dogma, a palavra dogma, expressão, dogma, o conteúdo da da palavra não são tão negativos, como podemos pensar exatamente isso? Nós estamos querendo colocar Rodolfo diferencial dogma rei.

Vigie oso, sobretudo o dogma cristão presente naqueles que muitas das vezes deixam a sua formação religiosa originária e vão desembocar no espiritismo, nas continuam ainda com raciocínios voltados aquela ideia que os perseguem encarnações lá fora, né? Imaginemos o espiritismo tem aí em torno de 160 anos, enquanto que o cristianismo tem em torno aí de 21 séculos, 20 para 21 séculos. Então toda essa ideia? Ela ainda permanece em nós que estamos hoje. No século 21?

Como? Parte da nossa formação e aí diferenciar o dogma enquanto verdade universal, verdade presente na ciência que governa o mundo na filosofia que explica as leis universais, é diferente da. Verdade? Imposta da verdade, que se condicionar a determinados interesses. E eu vou fazer uma observação, se me permitem, Leopoldina e Nelson. Para caracterizar a Extrema coragem do homem rivail em abordar em pelo menos 3 das suas obras ditas fundamentais, assuntos que eram patrimônio.

Das igrejas a igreja católica, como a originária e a igreja protestante, quanto dela dissidente, quando Kardec escreve, primeiro em 64. O evangelho segundo o espiritismo. Em seguida. Escreve o céu e o inferno. E conclui, com louvor. Com 5 estrelinhas? A sua? Obra terrena a sua obra literária, com a obra a gênese, ele trata de 3 temas que fazem parte do imaginário religioso cristão e com isso. Traz para si? E para a doutrina dos espíritos? Todo o. Ódio. Todo o combate?

Dessas 2 igrejas, dessas 2 religiões que se declaravam donatárias, proprietárias desses temas e deste conhecimento. Então é bem difícil o trabalho de Kardec aquele tempo. Quem tiver. Interesse de conhecer um pouco do Simba t travados entre Allan Kardec e os clérigos religiosos, basta ler uma das partes do do livro, que é o espiritismo, onde o diálogo com o padre. Vai demonstrar? A elegância de Kardec em discutir temas.

Como a gente costuma. Dizer, né Leopoldina, sem descer do Salto, sem cometer qualquer violência, sem usar da opressão. Nem dos ataques, mas argumentando filosoficamente daí a grandiloquência e grande estatura. Do nosso professor rivail Allan Kardec. Leopoldina. Nós vamos avançar um pouquinho mais. É saindo dessa parte introdutória filosófica do dogma e do comportamento dos espíritas para envolver pelo menos, 2 temáticas que eu julgo essenciais. Dentro da.

Progressividade do próprio espiritismo e dentro do progresso das ciências, que, segundo Allan Kardec, o espiritismo deveria acompanhar lado a lado pare. Passo sob pena de ficar obsoleto, sob pena de ficar como uma Bela intenção. Um livro na estante. Mas com pouca aplicabilidade, pouca serventia prática. Em 2000? E 21? Aos 90 anos de idade? O sacerdote da igreja Anglicana e prêmio Nobel da Paz. Desmonto tu.

Desencarnou. Faleceu, virou espírito na sua plenitude, na sua magnitude e deixou de ser espírito encarnado. Desmond Tutu sofria há 5 anos de uma enfermidade gravíssima. Incurável? O. Câncer. De próstata, com todas as implicações, repercussões e a metástase que é. Se verificou a partir desse câncer. Quando ele estava? Com 85, no auge do seu sofrimento, ele ainda fica quase 5 anos. Nessa condição, ele disse o seguinte, abre aspas. Não desejo continuar vivo a

qualquer custo. Vou reforçar mais uma vez, sacerdote da igreja Anglicana. Presa. Ao dogma? Da sacralidade da vida? Vida física, existência corpórea. Para o? Qual para quem? O é? A vida é um dom de Deus e só ele pode retirar. Ele deu e ele retira. Então o desmonto, tu disse isso, e continuou. Espero ser tratado com compaixão. E aqui é o ponto mais importante e que permitam passar para a próxima fase dessa jornada da vida. Olha aí a consciência da imortalidade.

Da maneira como eu desmontei, escolher. Nitidamente. Nós estamos diante de um último apelo de quem está. Nos estertores da vida. De quem considera a vida como uma oportunidade dada pelo universo e não por uma pessoa. Antropomórfica, como as igrejas tratam Deus, o criador. E que, portanto, esse apelo do Desmond era. No sentido, me deixem em paz e deixem partir em paz. Em oposição? A isso, Leopoldina e Nelson. Tem se no. Cristianismo e, em especial no movimento espírita, e não na

filosofia espírita. Vamos diferenciar. No movimento espírita, a tese dogmática da sacralidade da vida. Que contornos? Então, tem esse tema. Que é a morte digna. Que poderia ser? Melhor. Enquadrada melhor, substantiva da. Como a eutanásia, ou como a distanásia, em alguns casos, temas que nós já abordamos aqui no ECK. Para que nós não. Sejamos espíritas, dogmáticos. Está sem som, Leopoldo. Tá sem sono eu, polly. Lá? Agora, sim.

É? É, antes de eu entrar na questão da sua pergunta, eu queria conversar com o Rodolfo e com a Telma. Porque a pergunta dos 2 é quase que o complemento um do outro. Rodolfo. Ninguém quer demonizar. A palavra dogma. Ninguém quer demonizar os dogmas. O que ocorre com o dogma? Aquele se torna para a religião e para o estado. Verdade absoluta. Irrefutável, em que você não pode discutir que você não pode pensar que você não pode analisar. E? Qualquer motivo?

Ação em relação a eles é o cisma, aonde é na no, na época medieval. Você iria para a fogueira. Em? Complemento a isto, Telma. Os dogmas na sua maior parte. Quer feitos pelo? Estado quer feitos pela religião. Eles tiveram atrás de si. A vocação ao. Poder. O domínio. Essa é uma. Verdade que a nossa história, que a história da humanidade conta. Infelizmente. É isto, e é isto aqui que nós dizemos em relação à questão da doutrina espírita. O grande. Mestre, o grande professor

rivail, jamais, jamais. Que cercear. O homem do pensamento. O homem, inclusive, para entrar agora na resposta do do Marcelo ao livre arbítrio. Essa questão do livre-arbítrio? Em que eu? Posso dizer. Eu quero. Morrer? Conforme a minha dignidade e conforme a minha consciência. Como disse, tudo que sofreu tanto, tanto, tanto. Que foi tão dolorosa a sua doença? Que ele disse? Eu não gostaria. Mais de estar aqui. Eu gostaria de estar reencarnado. E como? Reencarnado, cumprindo outras

tarefas e por que não? E por que eu? Dizer? Para o meu próximo? Que é até o. Porque ele não pode? Inclusive. Ter o direito. Eutanásia. Como eu posso? Criticar. Os países que dão direito ao thanasi. Como eu posso? Impor. Os meus dogmas a terceiros. Como se eu. Dominasse toda a verdade. E a verdade, só. Ficasse em volta daquilo que eu penso daquilo que eu quero. Eu acho às vezes e alguns dogmas de posição extremamente egoísta. Extremamente linguísta e ela não

privilegia, inclusive. Alguma coisa que é muito importante e foi muito importante dentro do iluminismo. Que é o. Individualismo com a sua racionalidade. Uma crítica da. Razão em que todos nós devemos ter. Eu não quero. Impor o meu pensamento. Eu não quero que você pense como eu penso. Eu quero que você, inclusive e dentro do meu grupo espírita. Possamos. Alinhavar. Os nossos princípios básicos, os nossos dogmas, os nossos postulados. E dentro dele?

Analisar. Aperfeiçoar, evoluir, progredir, humanizar. Mas não. Fazer disto? Uma. Vontade Suprema, porque eu quero, então você irá tutu. E? Porque? A minha religião, assim pensa. E você sofrera até o último segundo. Isso não. É, talvez. Ser bom. Isso talvez não é ser humano. Isso talvez não seja sentir a dor. Que ele estava sentindo a dor que o próximo está sentindo. Em que ele diz, é melhor que eu vá. E possa. Cumprir e continuar cumprindo a minha tarefa como espírito

desencarnado. Então nós temos que ter muito cuidado, muito cuidado. Ao tratar. Dos DOC? Nós temos que. Parar. Analisar. Debater? Pensar, refletir, discernir. E sempre e sempre e sempre. Fazer com que? O sentido de Liberdade e o sentido de humanidade. Estejam acima de qualquer outro valor ou qualquer outro dogma. É assim que eu penso, pelo menos. Muito bem colocado. Nelson, o que agregar aí pra essa ideia dogmática da sacralidade da vida? Bem a. Leopoldina foi.

Muito. Ampla não deixou muitas margens a entendimento, a discussão perdão é v zol com que é? O principal ponto. No meio espírita a respeito da sacralização. É que Kardec foi através do ensino dos espíritos. Que é? A vida corporal. A grande importância. Da jornada evolutiva do espírito? Mas a que ponto? Essa jornada? Evolutiva agrega ao espírito, no caso, desmontou? Numa fase? Terminal? Essa pergunta que se deve fazer. O que que agrega? Aqueles? Que?

Notadamente são contra o aborto. No meio espírita? Há, mas a vida é. Tem é a grande escola. Sim, a vida é grande escola. Mas se você não. Começou a escola e nem e nem está usufruindo dela. Qual o sentido da vida? Isso nos faz ter divagações filosóficas. O porque estou aqui. Se nada mais tenho. A somar, nem acrescentar. Eu me tornei um mero. Objeto de punição. Estou dizendo. Espírita cristão está? Eu entendo, eu estou sendo um mérito objeto de punição.

Os meus pais dos meus irmãos. Dos meus filhos? Se nada. Anão há mais vida. Isso não. Muito, Mali. Mente, sobrevida. A nossa. Jornada? De erros, e. Acertos não é determinada pelo nosso caminhar. Se eu como. Espírito. Encarnado? Tem o livre arbítrio. Quem deve? Determinar o que meu livro de arbítrio deve fazer. Essa é a questão. Que temos que pensar? Muito bom. É? Eu trouxe esse tema.

Em relacionado a sacralidade da vida e em seguida, nós vamos continuar ainda nele com outra vertente que o Nelson já deu. Spoiler, né? Hoje o Nelson está com a intuição assim e a clarividência em alta, né? Porque, ao contrário do que as pessoas pensam, nós não combinamos com os debatedores as questões antecipadamente para ficar aqui uma encenação, como diz o nosso comunicador, e é da

da televisão brasileira. Fausto Silva, que esteve na mídia aí pela questão do transplante cardíaco dele, quem sabe faz ao vivo, minha gente, nós estamos fazendo aqui ao vivo, ninguém combina a questão, ninguém combina resposta é, ninguém sabe qual é o rol das questões hoje, por exemplo, são 12, fora as que aparecem aí na hora com a participação de vocês, né? Nós estamos aqui fazendo ao vivo. Eu queria deixar 2 pontos para para nossa reflexão, não necessariamente que sejam.

É conclusivos nem exaustivos. O primeiro deles. É que há um número. Significativo de espíritas, que eu considero que são dogmáticos. Porque quando se aborda temas mais Agudos, como aborto, pena de morte, eutanásia. E outros correlatos, quase todos eles associados a essa ideia de sacralidade da vida. Grande parte desses. Espíritas que eu considero dogmáticos, diz assim, ó. Cuidado, Hein? Cuidado. Porque na próxima vida você vai ter que espiar isso.

Ou então, diz. Assim, olha, cuidado, Hein, porque depois da morte, se você cometer esse ou aquele ato. Você não vai para um. Bom Lugar. Né? Então? Prescreverem sentenças espirituais decorrentes de julgamentos. Que não se sabe onde é que eles são proferidos. Já que. O nosso juiz, segundo os espíritos, nos disseram. É a consciência. Não existe nenhum. Tribunal espiritual, onde nós seremos acusados em virtude dos nossos atos. E a segunda?

Observação que eu gostaria de fazer para os espíritas. Dogmáticos, é? Na questão? 886. Do livro dos espíritos? Kardec. Pergunta. Qual é o sentido da verdadeira Caridade do ponto de vista espírita e espiritual? Minha resposta. Dos espíritas, é? Benevolência. Para com todos. Indulgência para com as imperfeições dos outros. E o perdão? Das ofensas, então, com base em que? Nesta? Maravilhosa, filosofia espírita. Nós temos o direito de apontar o dedo para quem quer que seja,

dizendo. Vai sofrer, vai pro lugar tal no mundo espiritual vai espiar esse ato. Não. Absolutamente, isso não é mensagem espírita, não entendeu? O senhor espírita dogmático nem um pouco do que é o espiritismo? Ainda permanece na visão atávica decorrente da visão da da, do raciocínio precário, que as religiões imputam a determinadas circunstâncias para manutenção. Como disse a Leopoldina. Do poder?

Temporal do poder humano, da escravização, das consciências, da dominação, das individualidades a serviço de interesses que até podem ter alguma moralidade. Mas não correspondem à ética presente nas leis espirituais. Vamos ao outro. Tema, então, Nelson. Assim como a. Eutanásia ou distanásia em alguns casos. Outro tema dogmatizado pelos espíritas, em geral é o aborto. Eu já.

Ouvi de espiritas, de casaco nobre de botões Dourados, vocês já ouviram essa expressão espírita de casaco nobre de botões Dourados, é? É o espírita. Que se assenta numa cadeira, achando que tem a sabedoria e a onipotência do conhecimento. Espírita que? Acha que ser dirigente de uma instituição de uma liga de uma união espírita, de uma federação lidar? O altar da plenitude da sabedoria. Pois. Esses. Espíritas de casaco nobre de botões Dourados, dizem assim. Eu sou contra. O aborto.

Em? Todas as. Situações, inclusive. Na gravidez, resultante de estupro. E da má formação do feto? Eu só ressalvou aquela hipótese, ainda assim. Suficientemente demonstrada pela ciência dos homens? De que a mãe? Corra algum risco de morte. Em virtude? Do parto? E ainda. Assim, até o último instante possível. Não abortar. Por que, Nelson? Essa dog matização em relação ao aborto. Por que? Simplesmente eles não entendem Kardec. Não há uma outra resposta. Lêem, mas não compreendem.

Cai naquela história. Que eu falei do professor Herculano? É uma questão de fundo. E não de forma. Veja. Somos dotados. Ele viabilize como eu falei anteriormente. Pergunto. Tudo bem, não é o caso. Mas. Tem delegação? É, se eu. Tenho dores físicas. O que isso influencia? Para mim, evolução. Se os espíritos dizem que as dores são todas Morais. Que adianta eu? Tira dor física. Se eu não tenho a evolução moral para isso e vou morrer continuando com a mesma a com o

mesmo raciocínio, com a mesma. Filosofia de. Vida que eu tinha antes. O que que a dor física? Contribuiu para isso? Inveja? O sentido da vida. No caso. O que? Quem? Quem? É o juiz? Se não, a minha própria. Consciência? No caso de uma gravidez indesejada. Quem é o juiz? Como você disse, quem sou eu para apontar o dedo? Se os. Atenuantes? Ou agravantes, embora não seja advogado. Do ato? Quem assume eles? Você, eu não a pessoa.

Se isso está na. Consciência dela quem sou eu para contestar o livre arbítrio da pessoa? Ela é obrigada a. Carregar uma gravidez indesejada, porque eu acho que ela deve carregar. Eu Acredito. Que ela deva carregar? Eu estou condenando a por antecipação. Há uma vida. Carregada de. Problemas, porque é a minha verdade. Ou seja. Eu estou interferindo no livre-arbítrio do outro. Quem sou eu para? Tanto? Há, mas a. Questões Morais, espera aí, qual moral? A moral de Jesus. Não falar isso.

Ela fala sobre a vida. Mas é diferente, tem que entender se. Gê Kardec também fala isso. Mas ele não. Fala, é dessa maneira. Sobre a? O valor da vida? E ele disse. Sobretudo sobre a benemerência, benevolência e Caridade. Aonde está? A Caridade, a. Benevolência de quem quer. Condenar o outro por uma coisa que ele teve? Por livre arbítrio? E não quis se sujeitar. A levar a frente? O problema, qual que é? Qual a solução? Acima de tudo? Deve-se respeitar a pessoa. Se ela errou.

O erro é dela, não é meu. Se ela acertou? O acerto é dela, não é meu também da mesma maneira. As consequências Morais físicas socii dei da sociedade quem vai enfrentar sou eu, não é outra pessoa. Se vai aquilatar. Uma evolução ou se vai prejudicar uma evolução. São filhos, atos que determinam. Nossos atos determinam quem somos, já dizia antes do PL. Perfeito. Minha verdade ou. Meu dogma, não é? Cada um tem o seu. Cada um tem a sua verdade, cada um tem o seu dog.

Leopoldina como encarar, então, essa questão aí do aborto, do ponto de vista do não dogmatismo espírita? É, veja bem, OOO Marcelo. Eu acho que um dos maiores padecimentos para a mulher. É a questão do. Aborto. Porque? A religião. Colocou o aborto com o pecado? Então você. Imagina a culpa? Que uma mulher? Não recebe? E que ela não? Tem como se torna a consciência de uma mulher? Que praticou o? Aborto. Deve ser alguma coisa horrível, imperdoável. Como o aborto foi colocado

inclusive como culpa grave. Para a mulher? E que não se deve praticar? É e desrespeitando, inclusive, como você já colocou, como Nelson já colocou o livre arbítrio. Porque eu. Da ponte na. Não faria um aborto? Mas por quê? Eu tenho que condenar a minha semelhante. A Maria, a Joaquina. Qualquer uma delas que fez o aborto. Porque eu não? Respeitar a consciência e a necessidade de muitas vezes da minha semelhante. Mas o pior. De tudo? É que esse dogma religioso. Por?

Intervenção da religião. Foi parar no. Estado. E o estado mais grave ainda. Bunny. A mulher que aborta mesmo ela não tendo religião. É uma questão tão. Grave, tão grave. Que aqui no Brasil? Aborto é crime. A mulher é tratada. Como uma criminosa? Porque a religião assim o quer. Que religião? E que religiões? Porque não é uma só, são várias. Que religião são essas? Que não? Respeitam quem pensa diferente. Que? Religião, religiões são essas que impõe. A sua?

Filosofia, a sua corrente filosófica, o seu pensamento, a todo o universo. Isso. É princípio humanitário. Isso é princípio. De amor ao próximo? Isso é princípio de respeito ao próximo. Tão é tão grave, é tão grave a questão desses dogmas. Em relação à vida? Muito Sério, porque? E aí, Telma? Você, veja. É o poder da religião, influenciando o poder do estado. Para os seus interesses, como você já bem disse aqui nesta Marcela. É contra? Isso.

Que eu discuto a questão da boa. Que ela não pode ser tema religioso? Que o estado é laico. A religião não pode impor os seus, os seus dogmas ao estado. E é contra isso que. Eu digo. Respeite. Respeite e respeite a opinião do próximo. Como próximo, tem que respeitar a sua opinião. Muito bem, Sinos estão dobrando, o cuco já apareceu para dizer que já são 8 horas. Parece o coelho da Alice com relógio.

Mas é isso aí, vamos continuar o nosso debate e eu vou emendar 2 questões numa só. Para que o Nelson e a Leopoldina possam já emendar suas considerações finais na sequência, então pode responder a questão. Um, depois o outro. Responde, depois volta pro primeiro para a segunda. Com as considerações finais, tá bom? A gente poder encaminhar. Eu tenho uma. Pergunta aí da Maria. Cristina, que acabou de aparecer, que eu não entendi, passou muito rápido. Onde fica o homem nessa

história? É, é Cris, onde fica o homem. O homem fica escondidinho. O homem fica na sua autoridade patriarcal. É a Ana Clara, Ana Cláudia Laurindo, né? Então, homens que não querem a paternidade e obrigam mulheres a abortar tudo isso, tudo isso tá nessa grande salada, nesse grande liquidificador. A Débora também está comentando, né? De que quem passa pelos pelo aborto tem um sofrimento imenso, né? Consequências sociais, emocionais, consequências espirituais, mas mesmo assim.

É a mulher, e. Sempre ela. A donatária do direito de decidir e não terceiros a respeito dela e na condição dela. A Telma também está contribuindo aí, né? Que a defesa da vida parece só se expressar no movimento espírita. O combate e combate Telma intransigente. 20 ao aborto sob quaisquer hipóteses, eu mesmo enquadrei na questão, tive a oportunidade de conversar com esses espíritas de casaco ao é nobre, com botões Dourados apontando o dedo, dizendo que está lá na obra espírita.

Que o aborto é crime? E vamos lembrar. Que a questão? Não é bem assim, ou pelo menos ela não está grafada dessa maneira. Em o livro dos. Espíritos, os espíritos respondem. Assim. Abre aspas a crime sempre que transgredis a lei de Deus. Ponto, fecha aspas a crime sempre que se diz desrespeita a lei de Deus. E aí eu pergunto para as pessoas, pergunta, você que está aí na live? Pergunto aos espíritas de casaco nobre com botões Dourados, você

conhece as leis de Deus? Todas as leis, assim como nas leis dos homens que têm atenuantes e agravantes, né, Leopoldina? Para os crimes, para os atos ilícitos, não há atenuantes e agravantes da lei de Deus. Então, meu caro, não distorção as palavras que os espíritos disseram o tema. É muito mais importante, fragmentado. Do que nós possamos imaginar. Vamos voltar a. Esse tema em uma live aqui no SEK, trabalhando especificamente sobre a questão do aborto.

Tema ali, acho que é pedido. Por muitos companheiros nossos que militam, que participam do ICK, vamos à pergunta final, é a pergunta que enquadra. A publicação. Do evangelho segundo o espiritismo. Aguenta um pouquinho aí que aí vem bomba. Em 1800, e. 64 então, Kardec publica esta obra. E depois retorna com uma nova edição com alterações com acréscimos e muda o título de imitação do evangelho para o evangelho, segundo o espiritismo.

Estão vendo aqui? Edição da lac, com a tradução do professor Herculano pires, não é? A palavra em francês. É c. Lon. Selon. Que foi traduzida por. 10, entre 10 tradutores de língua portuguesa da obra de Kardec. Como segundo o evangelho segundo o espiritismo. Mas a palavra. Francesa, selon. Melhor. Traduzida no contexto da obra. Deveria ter sido. O evangelho. Conforme o espiritismo, o que quer dizer isso não é o espiritismo que se coloca sobre o evangelho e dita as normas do evangelho.

É o evangelho, ou seja, as palavras, os feitos, as pregações de Jesus com uma interpretação espírita. Se você ainda não viu, abra. Na? Contracapa da obra de Kardec, de qualquer editora, vai estar escrito, contendo a explicação das máximas Morais do Cristo, sua concordância com o espiritismo e sua aplicação às diversas situações da vida. Nós já dissemos aqui diversas vezes, nas nossas livres e nos textos do ICK, se você colocar os 4 evangelhos ao lado do evangelho segundo o espiritismo.

Vai ter um. Grande número de trechos que estão nos 4 evangelhos canônicos que não foram transpostos nem constam do evangelho, conforme o espiritismo. Porque eles? Representam tão somente os dogmas religiosos da igreja católica. Porque eles não. Guardam conformação com nenhuma lei universal, nem com as questões espirituais que o espiritismo explica. Então? Nelson, e depois? Leopoldina.

A ideia de um evangelho espírita, porque é assim que ele é apelidado o evangelho segundo o espiritismo, é o evangelho espírita. E ao ser. Dito como o evangelho espírita podia ser o novo testamento espírita, não poderia. Já que está tratando da mesma matéria do mesmo tema. Não dá, a. Impressão? De que estamos? Diante de uma bíblia espírita, e não de um livro de filosofia, ciência e moral. É realmente, né? Marcelo Henrique, isso é uma coisa que você tem impregnada no

meio espírita. Infelizmente. Os espíritas. Né? Não conhece o. Espiritismo, para dizer colando pires não conhece, não procuram conhecer e não o entendem. Quando? Kardec. Fez? Primeiramente. Nomeada imitação do evangelho. E depois, evangelho, segundo entre aspas ou espiritismo. Ali está. Explicitado, toda a list base. Moral e filosófica de Jesus? O que não. Está albergado no evangelho, sim. Os mitos. O misticismo. As. Passagens. Que são duvidosas? E não. Correspondem?

As leis naturais. Porque? O espírita dito cristão. Se esquecem que existem leis naturais. Em crise, e Cristo, como é dito por eles e gostam de citar Cristo. Era um. Um espírito encarnado. Ele dele. Ele teria que desrespeitar. As leis naturais, as leis da inteligência superior da inteligência maior. As leis do cosmos. Seria ele? Como? Muitos querem a pegar aí um agênere. São questões que devem ser. Levantadas?

A publicação do evangelho por Kardec, pelo professor que vai o. Foi justamente com intuito. De desmistifica? Claro. Os atos. E os ensinos de Jesus de Nazaré? Isso na is. Claro, de que isso é impossível. Agora, qual o? Maior problema de tudo isso? São os benditos recortes, que são utilizados. Desde a. Época. Do espiritismo em França? O que que. Acontece nuns cerne da questão. O espiritismo não fornece a bengala, não fornece o suporte. Para. As divagações. Místicas?

Dos homens ou e das mulheres? É uma. Exposição totalmente. Calcada. Numa filosofia com bases Morais como merda comum, sempre citou o Kardec. O que melhor ao ser humano? O que melhora a humanidade se anão ser o aprimoramento moral e intelectual? O misticismo, cor, amora, com alguma coisa nesses nisso não. O misticismo só faz surgir. Uma. Turba de fanáticos como ele tem várias seitas por aí e várias religiões. Que vem? Ao e leem? O texto open da letra. Sem raciocínio nenhum.

Não entendem o que está escrito? Simplesmente, é isso. O seu. Nível. De entendimento é próximo a nada. O meio espírita? Não é diferente. Quando? O espiritismo veio ao Brasil. Trazido? O Teles Menezes, no século 19. Causou grande impacto. Era uma revolução. Era um novo entendimento sobre o sentido da vida, amor física e espiritual. Mas logo. As. Raízes igrejeiras do povo brasileiro. E daqueles que estavam trazendo o espiritismo ao Brasil. Se manifestaram.

Porque o espiritismo lê, lógico. Ele assim te fiz. Aonde está? Minha bengala Mística nessa história toda. Para que eu possa. Me consolar de alguma maneira? Pessoal, não entendeu até. Hoje, para o consolo, e está no evangelho. Não é o consolo. Somente. Físico? É o consolo. Moral e intelectual? O concello. Conhecimento. Do? Que nos falta? Para que entendamos. Ao final. Por que é que. Viemos e porque aqui estamos? Nisso? Nada mais temos aqui falar. Anão ser.

Que nós possamos. Ter o discernimento. De estudarmos? Porque para combater o dogmatismo, só o conhecimento. Não há outra. Maneira? E em nada. As diretivas, as federativas contribuem para isso. Muito menos. Os palestrantes popstar que estão por aí. Simplesmente. É uma salada. Que se? Faz? Muitas dela. Apesar que Francisco Xavier. Era um médio. Maravilhoso. Muita dela. Embasada. Nos livros por ele psicografados, de por pseudos espíritos. Que se diziam? Superiores?

Deixo. A seguinte questão. Os espíritos que se manifestam. No Brasil? Em grande parte. Carregam? Um ranço. Igrejeiro. Uma. Visão Mística da vida. E aí? O que que acontece? Em 99,99 dos espíritos no Brasil. Se sentissem. Atraídos? Por essa? Pílula? Que desde. Fornece? Um suposto conforto. E uma grande? Ignorância, boa noite. Han. Muito bem. E aí, Leopoldina? E a bíblia espírita? É?

Marcelo, eu quero primeiro. Responder ao Rodolfo a Maria Cristina rivetti a Débora Nogueira é a. S é se falou aqui quando nós falamos do aborto, a questão do homem. Há também. O dogma. Religioso em relação ao homem? E eu quero dizer sim, que na religião, no dogma religioso. E tido como produtor? E como produtor, ele não precisa ter responsabilidade como reprodutor. É a questão da bíblia. Ou do evangelho? Segundo, ou conforme espiritismo. Eu acho que a. A diferença.

É entre o. Segundo, e o conforme. Não produz muito efeito. Segundo o. Espiritismo é assim conforme o espiritismo, também tratar disso. Esse. Evangelho? O que nós temos que? Entender. É que o evangelho. Próprio da doutrina espírita. É um evangelho? Que teve a? Responsabilidade. De criar? Uma nova visão do homem. Um novo. Pensamento para o homem ser. Uma nova. Colocação de vida perante a sociedade. É do homem? Libertário. É a do homem? Humanista. É do homem com?

Valores sociais e com valores Morais. É um homem? Do ser crescente? Do ser? Que progrediu do ser que evolui. E também. Não é só. Uma visão. Individualista do homem? A nossa. Bíblia, o nosso evangelho conforme o espiritismo, conforme a doutrina espírita, também quer mostrar a possibilidade de uma nova visão de mundo. Um mundo mais. Solidário? Um mundo. Mais integrado um mundo mais consciente. O mundo. Em que? Se pregue a paz. Em que os homens? Possam se relacionar.

E ter segurança? Para ser relacionar entre si. Essa é a. Importância eu acho que fundamental. Do nosso evangelho? Da nossa bíblia? Conforme o espiritismo. É trazer? A possibilidade e a visão. Dessa nova? Alma. Desse novo espírito? Que é o espírito, verdadeiramente. De luz que? Iluminou o universo? Do novo ser? Do ser em permanente transformação, em permanente dinâmica. Esse eu acho que a. Questão mais importante que nos absorve, que nos atrai.

E que faz a gente? Ter essa caminhada, inclusive juntos dentro do SK. É acreditar nessa possibilidade, nessa possibilidade que. Através do conhecimento, através da ciência. Através da filosofia. Nós podemos. Discutir, nós podemos analisar, nós podemos progredir e nós podemos evoluir. E as? Dogmas, eu quero dizer. Como disse. Caetano. E eu digo sim. E eu digo. Não, ao não. E eu digo, é.

Proibido proibir. É proibido proibir, é proibido proibir, é proibido proibir que o homem seja livre. Abaixo, todos os conceitos que levam o homem a submissão. Que beleza. Leopoldina, agradeço a você e ao Nelson terminar com Caetano é sempre iluminar o nosso dia culturalmente falando, é sempre nos dar a perspectiva de que a poesia e sempre ela nos direcionar à espiritualidade superior. Muito obrigado a você e ao Nelson, e até uma próxima oportunidade para estarmos

novamente juntos. Na bancada dos embalou de sábado à noite, do ECK. Aguarda um pouquinho lá na sala do chá que nós vamos fazer o encerramento. Muito bem, minha. Gente, e falando em poesia, nós vamos. Trazer uma poesia que foi enquadrada. Na review e Spirit na revista espírita de Allan Kardec, nos meses de abril e de maio de 1867, quando Kardec trazia textos que não eram necessariamente comunicações mediúnicas, que não eram textos

sobre o espiritismo. Nesse caso, eram trechos de uma de um esquete teatral de uma peça teatral que foi escrita pelo senhor Pons ar. E a? O texto da peça dizia o seguinte. A fé do. Cristão é regida pela regra, sua única autoridade reina na teologia. E a adoração deve curvar os escritos e os espíritos sob os dogmas divinos que aí são escritos. Mas o mundo físico escapa a seu domínio.

Deus. O íntegra por inteiro, a discussão humana, como se trata de objetos que caem sobre os sentidos, os sentidos e a razão, aí se mostram onipotente e. Autoridade. Se cala, nenhuma ordem por pode fazer. Raios desiguais no centro da esfera, ninguém pode acusar o compasso da heresia nem decretar que um corpo que gira não gire. O olho é juiz numa palavra do universo visível, se o dogma imutável é fixado pela bíblia, a ciência repugna a imortalidade e morrendo nos Ferros vive.

Vive para a Liberdade. Esses são. Os trechos então do poema do senhor Pons ar atribuindo se essa fala ao grande Galileu Galilei que ousou desafiar os dogmas, os dogmas da igreja, os dogmas da crença de que tudo girava em torno da Terra. E assim somos.

Nós, os espíritas, não dogmáticos, os espíritas do ECK, que ousamos desafiar a cada live, a cada edição da nossa revista, a cada publicação do nosso site, a cada debate no nosso grupo diário de estudos e debates, o espiritismo, com Kardec no Facebook. Tratarmos de coisas que são progressivas, porque progressivo é o homem progressivo. É o espírito, progressismo, são os mundos e nós jamais ficaremos atrelados ao dogmatismo, a você. Pela sua companhia.

Pela sua presença, pelos seus comentários e questionamentos em mais uma live o nosso agradecimento. Se puder, divulgue o link que vai estar em seguida no nosso canal no YouTube. Para os seus amigos, para os seus conhecidos, para as pessoas que estão começando no espiritismo para as pessoas que já têm alguma caminhada dentro do movimento espírita. Para que todos nós? Possamos sempre refletir. Sem a inúmera, sem a mínima pretensão. De?

Sabermos a verdade ou dizer much as verdades estamos encaminhada. E nessa caminhada importante é que sejamos livres. E a Liberdade? Não se coaduna, não se conforma a qualquer dogmatismo. Esperamos você daqui a 2 semanas e mais uma live aqui nos embalos de sábado à noite, do ECK, pela sua presença, pela sua companhia, o nosso agradecimento, o nosso abraço, um beijo e até a próxima. Tchau.

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