Salve, salve, EC Canas IEC canos. Tudo bem, estamos nós aqui outra vez nos embalos de sábado à noite do grupo espiritismo. Com Kardec é muito bom estar na sua presença, contando com a sua participação através de questionamentos, de comentários de cumprimentos, enfim, com a sua simpatia com a sua Alegria nos ajudando a fazer a quarta live deste quarto lip. O fórum do livre pensar espírita. Do ECK? Está gostando das nossas livres? Mande-nos um feedback, um
comentário. Seus incentivos e suas críticas construtivas são muito importantes para nós continuarmos a aperfeiçoar o nosso trabalho. Entre em contato conosco através das nossas champa giz ou através do nosso canal no YouTube, deixe a sua impressão sobre as nossas livres nesse quarto fórum do livre pensar espi. Hoje estaremos trabalhando um tema que não é muito comum de ser abordado nas reuniões, nas atividades espíritas. Estaremos trabalhando com a temática, desmistificando o
centro espírita. Mas o que é isso? O centro espírita é um lugar místico. O centro espírita é um lugar de mistificação, o que é mistificação? Qual é o alcance desta mistificação? Tudo isso será debatido por nós. Nesta noite de sábado, com a sua presença com os seus questionamentos e os seus comment? Vamos, sem mais delongas, então chamar o nosso convidado da noite. Edson Figueiredo de Abreu seja bem-vindo, Edson. Boa noite, Marcelo.
Boa noite, pessoal do cecam, um prazer estar aqui com vocês. Pra tratar de um tema até certo ponto, aí espinhoso, né? Mas que vai trazer bastante esclarecimento para desmistificar de fato, né? A casa espírita. E eu espero de contribuir de forma positiva para isso. Está bom? Vai ser um prazer estar aqui com
vocês. Com certeza o Edson já é figurinha carimbada do ECK, já trabalhou muitas livres conosco e agora está de volta para participar com a sua simpatia, com o seu conhecimento, com a sua experiência e liderança espírita nesse tema, tornando quem sabe menos espinhoso e dando aí alguns pittacus algumas dicas de como melhorar a sua ambiência na casa espírita, como melhorar as atividades que são desenvolvidas e, sobretudo, como.
Nos aproximarmos ou reaproximarmos da mensagem de Allan Kardec, o Edson Figueiredo de Abreu é administrador, meu colega gerente comercial na área de tecnologia de automação, é autor de muitos artigos espíritas e expositor de cursos e é palestrante. Também é presidente do grupo espírita Manoel Bento, na capital Paulista. Manoel Bento, que, aliás, é a nossa sede física. Já fizemos 2 fóruns. Do livro pensar espírita na nas instalações muito acolhedoras, muito receptivas do grupo
espírita Manoel Bento urgente. Edson também é comentarista do programa manhã Boa Nova, que vai ao ar. Pela TV muito maior e pela Rádio Boa Nova, da fundação espírita André Luiz AF ao tem uma fanpage e um canal no YouTube. Então essa é a descrição sucinta o currículo do nosso convidado, que já é sócio do nosso e secar. Esperamos com ele fazermos aí uma boa noite de debates. Vamos chamar então. O primeiro dos nossos debatedores. Na verdade, a primeira Marta Novis, seja bem-vinda.
Olha, Marcelo, que bom estar aqui mais uma vez com vocês, minha gratidão. É, enfim, é sempre um prazer estar aqui junto com vocês. Bacana, vamos também contar com a experiência expert ayse, né? A nossa Marta Novis, que é carioca, como eu, só que ela reside no Rio de Janeiro e eu já estou aqui há muitos anos. Em Santa Catarina. A Marta também é minha colega é administradora, formada pela o nesa e também é formada em letras pela Universidade Federal
Fluminense, a UFF. Tem pós graduação em gestão estratégica de pessoas pela conceituada fundação Getúlio Vargas. A FGV atua no setor financeiro de uma empresa de transporte de cargas e foi funcionária da viação aérea Rio Grande. A Varig, por 32 anos.
A larga experiência, então, na área de transportes aéreos em nosso país, numa daqui, foi a uma das maiores empresas do ramo durante décadas aqui no Brasil. Atua no grupo espírita Francisco de Assis, o Jeff a da simpática cidade de Niterói, na capital Fluminense. Ao lado da capital Fluminense. E nessa instituição atua como diretora de doutrina e de mediunidade, ou seja, vai ter também muita coisa para contar.
Muitas filigranas aí do dia a dia, da atuação doutrinária da atuação institucional para nos ajudar a ir tratar esse tema que é alvissareira. Vamos chamar então o nosso terceiro e último componente da bancada, também como debatedor, o Manuel Fernandes neto. Boneco. Olá, Neco. Bem-vindo.
Bem, Marcelo, tudo bem? Edson Marta, prazer estar aqui novamente, prazer estar com vocês, pessoal do ECK, pessoal dos bastidores, o Nelson, a Claudinha, hoje eu estou aqui de frente às câmeras para oferecer um pouco. O um pouco da vivência espírita que a gente tem aqui em Blumenau. E colaborar com esse debate, marcelão. Bacana, muito bom, boneco é radicado na cidade catarinense de Blumenau, aqui pertinho, no vale do Itajaí, e é jornalista e curador de conteúdo.
É coordenador de comunicação da casa espírita Nova Era, nossa parceira em Blumenau, Santa Catarina, e é criador e editor do portal espírita Nova Era. Também é coordenador de mídias e editor do portal com Kardec, vinculado ao grupo.
O espiritismo com Kardec, a nossa plataforma principal, o nosso, a nossa vitrine, o nosso cartão de visitas para o movimento espírita feita, então a apresentação dos meus colegas de trabalho, como diria Silvio Santos, vamos iniciar a nossa live de hoje, porque as pessoas já estão ansiosas, inclusive já temos uma pergunta, né? Produção?
Vamos colocar a pergunta do nosso participante Milton medran Moreira, lá da quente, da cálida Porto Alegre, Rio Grande do Sul, aqui pertinho de Florianópolis. Pergunta Milton para o nosso Edson, nosso convidado, porque o senhor já vai entrar de carrinho, botando a bola para o fundo do gol. Neste mistificar, seria um sinônimo de Kardec, zar. Olha, é excelente pergunta do Milton, aliás, um abraço pro Milton. É que tive o prazer de conhecer de inclusive, conversar no programa lá.
Amanhã Boa Nova com Milton. É, eu diria Milton, que não é Kardec zar, mas seria resgatar, né? Porque, principalmente no Brasil, as casas espíritas, elas, ao meu modo de ver, pelas quer por aquelas que eu conheço, que não são poucas, né? A gente percebe que houve uma. Eu diria que houve um esquecimento do que é o Kardec. Da da estrutura, né? Que ele propôs de formação de uma casa de formação, de grupos, de estudos, de grupos de de
pesquisa junto aos espíritos. I. Conforme a as casas vão se desenvolvendo nessa parte do assistencialismo, que eu não o meu modo de ver não é equivocado, mas eles. Ele não é o principal, né? A tornou-se o principal. Muitas pessoas vêem as casas espíritas apenas como um local de vai. Ao ouvir uma palestra, tomar um passe embora. E a partir dali, elas acham que elas já estão participando do movimento espírita. Aí foi um equívoco muito grande,
então. Eu diria que, na verdade, é é resgatado Kardec. E tentar de alguma forma não é ao desmistificar. Ao trazer o Kardec novamente, né, pro seio pro, para o foco principal da casa, remodelar algumas coisas, até mantendo as que existem mais, remodelando outras, né? Essa é a minha visão sobre isso, tá bom? Muito bom.
Marta, essa pergunta do Milton nos endereça a uma certa ojeriza que grande parte do movimento espírita tem quando nós, principalmente nós no ECK, falamos em doutrina kardecista, em kardecismo ou até mesmo a palavra que o Milton utilizou. Kardec zar, é isso mesmo. Há um preconceito, a ideia de tratarmos o espiritismo como sendo. A partir de Kardec, com Kardec e jamais sem Kardec. Tem sim, Marcelo, a gente constantemente, né, escuta, né? Quando alguém fala kardecismo kardecista, né?
Eu sou kardecista e imediatamente é. As pessoas dizem não se você é espírita, já segue Kardec, então isso é uma coisa muito comum dentro do movimento espírita, né? E eu queria pegar um gancho nisso, que o Edson falou, sabe que eu gostei, Edson, do que o Milton disse karby kisar aí. Gostei medran disso a eles, e eu lembro que na revista espírita de novembro de 1858, Kardec diz, né, que há muitas pessoas que falam sem sem conhecimento de causa, né? Sem dar, sem se dar ao trabalho
de se aprofundar. Então eu noto isso, né? Muito, aquilo é secar, né? As pessoas simplesmente é. É, coloca um livro quando vi a palavra, esse caixa ficam. Outro dia eu falei assim, eu sou esse recado, nossa senhora, para que eu disse isso quase me mataram, né? Mas as pessoas, na verdade, não se dão ao trabalho de ouvir, de aprofundar, de fazer isso que Kardec está dizendo, né? A gente antes de. Atacar alguém antes de criticar. É preciso que a gente conheça aquele conteúdo.
É preciso que a gente conheça aquele trabalho, né? Então eu gostei muito do do que o da da pergunta do Milton, eu acho que é, cadê, cadê que zar? Sim. Legal para contextualizar um pouco essa situação, essa pergunta do Milton. É o centro cultural espírita de Porto Alegre e também já na época da federação espírita do Rio Grande do Sul, quando Salomão jacob Ben chaia foi presidente daquela federativa. É houve um movimento?
Houve uma iniciativa, né? E É Ela tinha a seguinte frase, a legenda de agora é Kardec zar, justamente porque já se tinha a preocupação lá na década de 80. Que havia um afastamento muito substancial, muito considerável do espiritismo, da base fundamental e da teoria kardequiana da teoria espírita originária, né? Então daí AA utilização dessa expressão junto com aquelas outras que eu já mencionei para nós trazermos de volta esse espírito car desse ano, né?
Que é aquilo que alimenta, é a existência e o trabalho das atividades de vidas. E aí, né? O que dizer então, esta ideia que nós não é secar? Desde o início, alimentamos, produzirmos, repetimos de tratarmos o espiritismo como sendo realmente o filho mais querido e com a marca, com o DNA, com o carimbo Allan Kardec. O Marcelo é necessário. É essencial que nós façamos isso. Eu sou um espírita relativamente novo. Eu acho que perto de vocês todos
eu tenho 20 anos de espiritismo. Quando eu comecei no espiritismo, falar sobre Kardec, estudar Kardec era algo muito mais profundo, muito mais dominante dentro de uma casa espírita do que hoje foi perdendo isso cada vez mais. Alguns motivos nós vamos falar nessa live, quando eu, o que mais? Quando eu tenho espiritismo, no que eu mais eu ouvia era que as pessoas procuravam o espiritismo. Pelo amor. E pela dor, nenhum demérito disso. Não existe nenhum demérito pela pela dor.
Quando a pessoa estava passando alguma necessidade, seja no amor, seja no relacionamento familiar, seja por causa de uma morte na família, de um ente próximo, por amor, um amor a Jesus, um amor à religião, eu acho que o que OECK faz e que nós temos que continuar a fazer é que a gente procurar os grupos espíritas online ou as casas espíritas por outro motivo. Eu acho que nós devemos procurar as casas espíritas para a busca
do conhecimento espírita. O conhecimento espírita deve ser buscado quando você procura uma casa, uma casa espírita e esse conhecimento espírita é umbilicalmente ligado à Allan Kardec. As suas obras fundamentais. A revista espírita e todos os livros é da codificação. Então? Mas Marcelo, eu penso que nós fomos perdendo isso nas casas espíritas. Os motivos eu não quero me adiantar agora. Nós vamos ter oportunidade de estar falando o pais, por que
que nós perdemos isso? Eu acho que quando você busca o conhecimento, você encara o centro espírita e o grupo espírita como uma casa de estudo. Existe uma casa de estudo. É Claro que você vai ter de sempre ter um necessitado para fazer um diálogo com você. Que você pode orientar esse necessitado dentro das obras básicas, o que eu tenho visto no movimento espírita, na minha região, principalmente, que eu posso falar com desenvoltura, é
que eles consideram somente. O evangelho segundo o espiritismo, como uma obra principal de Kardec. I. A gente tem que estar é disseminando e compartilhando, que não é esse o verdadeiro kardecismo, não é esse o verdadeiro espiritismo? EOECK faz isso muito bem. E nós? Dentro das casas espíritas, vou ter oportunidade de falar isso
nessa live ainda. Nós temos que levantar essa Bandeira um pouco ali, um pouco no departamento, um pouco do outro departamento e mesmo quando você frequenta, frequenta somente uma casa espírita. Falando isso, cobrando dos dirigentes, é essa postura é na busca do resgate do Kardec, nas casas de espi. Marcelo, você me permite um minutinho? Permite é eneko, complementando, se você disse, né é, é verdade sim, né, que muitos de nós chegamos até a, aliás, não só a casa espírita, né?
Quando a gente se propõe aí a procurar, né? É alguma coisa a gente que quando a gente está atravessando um problema, né, a gente vai em busca de acolhimento, de consumo, mas o que eu entendi tu tem batido muito com as pessoas, é o seguinte. Acabou por escrita. Ela é extremamente conformadora. Né? Que a coisa melhor que a coisa mais consoladora do que a gente saber que existem várias Moradas, né? Que a Terra não é o único planeta, né?
Que que é habitado, que a reencarnação é um fato que um dia nós poderemos nos reencontrar com aqueles, né? Aquele que amamos, que Deus existe, então são tanques, né? São tantas coisas que a doutrina espírita. Traz e que vão ao encontro, né, daquilo que a gente está precisando. Se a gente está falando em termos de consolo, então a gente tem que parar com essa história de dizer que a gente precisa trazer é fatos, né?
Que foram contados através de autores espirituais para que as pessoas entendam ali um consolo, estudar Kardec, aprender com as lições que ele nos deixou é extremamente consolador. E eu diria, mais libertador. Sabe que tem uma questão muito importante nesse contexto que a Marta está trazendo, né? Eu me lembro de um diálogo de Chico Xavier com o jornalista e ele dizia ao jornalista que muitos espíritas se interessam
pela questão do pós morte. Isso é muito natural porque porque a doutrina espírita nos apresenta um outro cenário. Nos apresenta uma outra perspectiva, diferente daquela que as religiões tradicionais. Tinham em relação ao após a vida após a morte. Só que ele dizia ao jornalista, existem muitos espíritas que passam uma vida inteira. Querendo saber como é o lado de lá, como é o após a morte, o que
vai acontecer com elas, né? E esquecem-se muitas das vezes de viver o hoje, o aqui, o agora, de preparar esse posterior, esse futuro a partir de boas ações a partir do aproveitamento das oportunidade. Isso é uma espécie de misticismo que existe na doutrina, porque se preocupar muito mais com.
Que haverá para onde iremos, o que acontecerá conosco, como será a nossa realidade espiritual antes dela, é. Deixar de lado o contexto em todos esses elementos que podem ser favoráveis ou não, dependendo da postura, dependendo das atitudes para que o espírito se direcionei adiante. Dentro dessa senda do Progresso. Mas eu queria perguntar ao Edson, nosso convidado da noite,
se ele enxerga algumas atitudes. Atualmente em grupos ou instituições espíritas que podem ser consideradas Mística, ou seja, se há exemplos desse misticismo generalizado na chamada ambiência espírita, ele. Existe, existe muito. A começar por uma questão que é pouco difundida. E que é pouco comentada. Que é, na realidade, ela acaba se desdobrando em 2, tá? É a questão do mentor espiritual do centro espírita. E o dirigente?
Espírita que teoricamente. Tem o contato com esse mentor, quer dizer, esses passos são a serem de alguma forma, doutrinadores. Né? É doutrinador no aspecto de endeusamento, não é doutrinado no aspecto de de né, de doutrinar, mas de endeusamento. Eles são títulos. Como é pessoas que são inquestionáveis, pessoas que ditam as normas, pessoas nos 2 aspectos, tanto espiritual quanto material, né? E que não se faz nada sem que tenha essa intervenção.
Então, OA maioria das casas espíritas que eu conheço, elas têm. Esse é, tem esse tipo de. Eu diria que se similitude nesses contexto. E aí, o que que acaba acontecendo é as pessoas que frequentam a casa espírita, elas não têm a Liberdade e até mesmo os frequentadores. Via alguns diretores, né? De tomar atitudes em que sejam é de alguma forma, direcionados pelo plano espiritual. Esquecendo-se. Que na verdade nós estamos aqui e você bem colocou.
Isso não é para viver O Presente, está certo? Desenvolver nos com base nas nossas atitudes, nas nossas escolhas, podemos até receber intuições agora, ir lá e perguntar eu devo ou não devo fazer isso? Então existe um misticismo muito grande. Existem muitas instituições aí. Eu vou tocar num numa feridinho aqui que acho que já vai incomodar mo.
Muitas instituições espíritas dirigidas pelo mesmo espírito que vocês sabem quem é é o espírito mirim, uma utilidades que é o Bezerra de Menezes. A? E, ao meu ver, é. Desculpem. Não é o Bezerra. As pessoas dizem que é o Bezerra. Né? Os os dirigentes e tal, mas não é Bezerra. Então, com isso você vê coisas do arco da velha, você vê aqui, por exemplo, em São Paulo, é uma instituição espírita, fechar uma Mocidade espírita a mando de Bezerra de Menezes.
E ninguém questionar? Então isso é perigosíssimo para o movimento espírita, porque, na verdade acaba sendo, né? O movimento espírita, ele acaba sendo daquela pessoa que está Na Na frente da casa, que está direcionando a casa de alguma forma, ou daquela ou daquelas pessoas. E eu diria que, na grande maioria, nem mentor tem. Fazendo esse tipo de de. De direção, haja vista que Bezerra de Menezes, né? Se for de fato esse espírito que é, dizem, né? Ser tão iluminado assim?
Jamais, né? Indicaria ou determinaria? Bom primeiro, comentou. Não determina nada, né? Determinaria para fechar uma Mocidade espírita, pelo amor de Deus, é falta de. De raciocínio aí, né? É a é um misticismo muito forte e presente nas casas espíritas nesse aspecto. O Edson é nesse teu exemplo aí relacionado? Adolfo Bezerra de Menezes acho que essa atitude, se realmente ela aconteceu, ela está muito próxima de quem foi Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti
durante a vida, né? Um homem duro, um homem sisudo, um homem forte, personalidade forte, batia na mesa, mandava e desmandava, e as pessoas acham que ele foi um cordeirinho, né? Que foi um homem, é. Carinhoso, equilibrado, sempre. Então é justamente essa médico dos pobres, né? Médico dos pobres? Aqui acontece entre o que a pessoa é durante a vida e quando morre ela vira Santo, né? No caso, vira um Santo espírita. Nós vamos botar Oo Neco, né?
Permite só fazer um complemento, Marcelo, por gentileza, só. Então a gente ainda só fazendo um complemento, a gente vê, é instituições espíritas, tratando esses dirigentes como se fossem. É como é que poderia dizer? Eles são infalíveis. E eles ganham até uma certa. Como é que podia dizer? Bom, você é mais Claro, tá? Tem casa espírita aí que o médium né ou dirigente principal? Tem lá o estacionamento. Preservar preservativo dele, porque ele não pode, né? Ter.
Ou seja, ele tem algumas regalias que os demais não tem. Isso aí, depois completamente contra o movimento espírita, depois completamente como uma, como, aliás, esse esse dirigente ou esse médium que aceita esse tipo de de de prerrogativa. Para mim, ele está falhando em muito em muitos dos conceitos espíritas que nós estudamos. E as pessoas não vêem isso, né? É fogo no parquinho, minha gente.
Edson Figueiredo de Abreu acabou de dizer que tem dirigente que se vale dessa condição de legi Ada, né, do mundo espiritual, para ter regalias aqui no mundo da da Terra. Vai ver. É o guia espiritual que diz, ó aquela vaga ali embaixo. Da sombra é do do presidente que recebe a que A Entidade aquele lá vai ficar lá no final da fila e que ele determina isso. Mas sou o Neco.
Vamos chamar aí pra pro fogo no parquinho pra perguntar até que ponto essa medi unisa são excessiva do movimento essa dependência e mentoring espirituais que algum deles a gente nem sabe de onde veio, né? É o irmão, não sei o que é o frei, não sei o quê, A Freira não sei o quê. Né? Alguns deles a gente conhece a bibliografia, porque eles mesmos vem e nos dizem há eu fui isso, eu fui aquilo, né? E muitos deles nem aparecem em
páginas de história, né? É uma coisa muito complicada, então a minha pergunta é, até que ponto esse endeusamento que o Edson falou essa importância exacerbada ao mediunismo não se confunde com o animismo do médium, ou seja, em outras palavras, em bom português, simplificando. Quantas vezes a gente coloca na boca do espírito algo que a gente quer dizer? É, esse é um tema longo, Wilma Marcelo, né? Quem fiscaliza o médio? Como é formada as mesas mediúnicas? Né? É formada de um.
Ela tem um formato em que você tem médios críticos, em que o médio tem Liberdade para falar de um outro médium. Se ela não for formada assim, se for tudo 1111 relacionamento de comadres e compadres. Não tem como Marcelo, você ter um resultado de uma mesa mediúnica, em que você pode estar analisando as mensagens de uma forma crítica. Isso não é uma casa, são todas as casas, porque elas não têm essa cultura de ter uma postura crítica. A gente não pode falar criticamente em relação a nada.
A relação, a nenhum livro. Uma das coisas que eu mais escutei que me chamou a atenção quando eu, logo quando eu entrei no movimento em seguida. Mudar foi, na verdade, apontarem o dedo para você com outras pessoas que você estava influenciado por maus espíritos. Mas aquele cara está influenciado por maus espíritos, mas porque aí eu. Eu. Não nasci ontem. Eu comecei a juntar, juntar 1 + 1, né?
E comecei a perceber que bastava você fazer uma crítica mais contundente em relação a algum procedimento da casa que já surgia. A situação de que você estava com algum tipo de influência espiritual, inclusive, é indicando você como um diálogo fraterno, indicando você para uma sessão de passes, né? Você imagina isso? Circulou por volta de 2013 um livro. Né? No movimento espírita da região chamado aconteceu na casa espírita, né? Não sei se vocês lembram desse livro que é na verdade, as
sombras, né? Os espíritos combatendo uma casa espírita e influenciando todas as pessoas o tempo inteiro. Em relação ao funcionamento da casa espírita, logicamente ninguém está aqui falando contra essas influências que ela não não existem. Data mais eu estou colocando um fato do exagero em relação a isso, né? Então, esses a geru em relação a isso, você é um tipo de de mistificação, porque a pessoa não consegue analisar
racionalmente. Foi legal quando a Marta falou, né, da popularidade dos mundos, né? Que isso é extremamente consolador, né? Logo quando entrei na casa espírita primeira palestra que eu escutei na casa espírita é justamente sobre esse tema, mata. Popularidade dos mundos. Aquilo me enriqueceu de tal forma. Eu já tinha lido o livro dos espíritos, né? Fui numa casa, fui na Nova Era. Foi a única casa que eu frequentei até hoje, foi a Nova Era.
Cheguei na Nova Era uma palestra e a palestra que tinha era exatamente essa, aquilo só aquilo já me me me trouxe coisas boas, sentimentos positivos em relação AA situação que eu estava passando na época, que era uma situação realmente de de aprendizado. Como eu vivo até hoje, eu sou um espírito. É até hoje por muitas necessidades, muitas necessidades emocionais, na verdade, muitas necessidades em todos os sentidos, psicológicas e emocionais, e é por isso que eu me debruço sobre Kardec.
É por isso que eu participo desse carro. É por isso que eu participo da Nova Era, dessa casa que eu estou até hoje. Por mais difícil que possa ser no dia a dia, eu abraço a causa do Kardec e começo a. Tento plantar nos departamentos, viu Marta? Eu tento plantar, seja numa palestra, seja conversando com uma pessoa cada vez mais, colocando, colocando a minha a minha, a minha visão em relação ao espiritismo.
Muito bom, Marcelo, por enquanto vou chamar agora a marca para essa nossa situação tão delicada. O mata aí no jef AO espírito, bombril já apareceu. Ele tem, tem estado por aí. O espírito que o Edson falou das 1001 utilidades, parece onipresente, né? É tanta luz que eles se espalham pelo país inteiro que ele está presente em todas as casas ou na maioria das casas. E, é Claro, nós vamos recordar aqui que Kardec utilizou-se de uma ferramenta muito importante para evitar um misticismo.
Que era a evocação de espíritos, né? E se ele evocar em uma Pedra e ela lhe responderá, né? No sentido assim de que nós temos a faculdade de trazer para perto de nós, ou de pelo menos buscar essa sintonia. Não quer dizer que ela vai acontecer em 100% das da da das situações. Mas de evocar a presença deste ou daquele personagem. Todavia, a regra de Kardec é que somente se houver afinidade de propósito só vem se houver
aquela sintonia fina. Daí eu realmente sintonizar na estação do espírito em que ele vai aparecer. A filha da brincadeira de lado em relação ao nosso espírito de bombril. Como é que é essa relação aí? Jeff? A é dos médios? Como os trabalhadores com os frequentadores e dessa ideia que o Edson bem colocou e nós estarmos na guia dependência. Mentor dependência existe aí no Jeff essa dependência. Marcelo, eu acho. Eu acho que não. Isso aí não, né? Tem outras coisas que me
incomodaram, né? Desde antes de eu entrar No No s ê cá, depois que eu entrei na secar, né? Uma coisa que eu sempre digo, né? Como se uma é como se o véu saísse, né? Da frente, dos meus olhos e eu comecei a descobrir uma série de coisas é, mas então, mesmo antes de tudo, incomodava era essa coisa de dizer que o espiritismo, por exemplo, não tem rituais. Eu dizia, eu dizia, mas como que
não tem aqui a gente chega, né? Tem a pré, a gente fica em silêncio, tem preces, é, tem página, tem pressa. Quase total, depois é, é sempre, depois tem água, flui de um passe água fluidificada. Isso não é um ritual e as pessoas tentavam sempre me convencer de que não aquilo não era um ritual, né? E pra mim era era essa questão do mentor, é lógico, né? AA nossa casa tem sim, mas em algum é essa aí que são conhecidos.
Ninguém nunca chegou lá, não acho que eles não gostam, não gostam do gesto, acham que não, não tem médio, né com é afinidade. Fluídica suficiente, né? Ou é boa, né? Para que eles se comuniquem? Não sei, mas é. Existe, sim, existe um mentor, mas não é isso que o Edson falou, por exemplo. Eu fiquei assim estupefata, né? Nunca vi dentro do gesto alguém dizer, 11 escrito, mandar fechar é algum trabalho, né? Algum não, isso não é e é isso não é 11 prática comum, né?
Não é uma coisa que. Acontece lá, não, Marcelo, não posso dizer, tem essa coisa do do rito, né? E essa coisa também de estacionamento de não. A gente até tinha uma coisa, né? A gente tem a pessoa assim, que é mais idosa, né? Dentro da casa, então aonde a gente fica, tem realmente uma dificuldade muito grande, estacionamento e é sempre né? Mas eu acho que isso é uma coisa de todos nós, né? Inclusive os frequentadores, é uma casa pequena, né? A gente sempre procurava deixar
aquela vaga. Em frente, né? A instituição Pra Ela, mas até por questão de idade de mais um Enem, presidente do centro não era nem diretório da casa. Enfim, é é por questão de não. Eu acho que lá não tem esses exageros, não é a gente estupefata. Quando eu vejo vocês falarem certas coisas, sabe? Muito bom. Olha só, aproveitando que a marca pessoa aí, o ganso e a Júlia já apareceu com um comentário, aí eu já tava trocando algumas ideias de aqui
em casa, eu e a Júlia. A preparação dessa live e a pergunta bomba, a pergunta que vale é 1000000 de nêutrons e é. Pode-se considerar atualmente Edson no movimento espírita brasileiro. Não vamos falar especificamente da sua casa na casa da casa. Bem, mas o movimento como um todo, com uma a marca, acabou introduzindo o tema. Podemos considerar que generalizadamente tanto passe quanto a água fluidificada acabam sendo expressões de um misticismo religioso espírita brasileiro.
É, acaba sendo sim, acaba virando de fato um ritual. Como eu falei na minha primeira fala, respondendo ao Milton se tornou nada contra o assistencialismo. Tá? Mas o movimento espírita ele se tornou assistencialista e esse assistencialismo ele se é ele se fortifica, né? Com base nesses rituais do passe. Vou dar um exemplo aqui, tá? Nós anunciamos no nosso retorno agora que não vai ter mais copinho com água lá para, para as pessoas beberem.
Tá? Não vai ter mais porque a gente não vai mais usar copinho plástico. Tá certo? Bom. Tivemos. Pessoas que concordaram, pessoas que sentem falta que, ou seja, a pessoa acha que ela precisa tomar aquela aguinha. Porque se não vai, não vai estar completo o rito. Não é OOA sequência adequada para ela estar bem. Então se criou essa Mística. Hoje, isso virou um problema no meu espírito. Quer dizer, a casa espírita que quer contribuir com o meio ambiente, né? Vai ter dificuldade para tirar
lá o copinho plástico, entendeu? É, vai ter que substituir, talvez por outro tipo de copo, porque porque as pessoas estão habituadas a isso, então de novo, fazendo 11 retorno a minha primeira fala, Marcelo. A gente tentou lá no Manuel Bento, é desmistificar esses aspectos, criando ou estudo, ou seja, as pessoas frequentem. Das palestras durante um período depois, elas são convidadas a ingressarem nos cursos. Então, é. Desta forma, só vai estar.
Não é. Não é bem assim que acontece, mas a ideia é, qual é que as pessoas vão participar de palestras? Só durante um período e depois elas vão para os cursos e lá nos cursos é que elas vão poder de fato ampliar. A mente dela, vim entender uma série de coisas e até perceber que elas não precisam desse tipo de assistência. Não é desse tipo de ritual, mas para isso você precisa esclarecer as pessoas, tá certo?
Então eu vejo sim, como um ritual que foi introduzido de alguma forma, e ele é muito difícil de ser quebrado. Haja vista esse exemplo que eu citei aqui de de acabar com os copinhos plásticos, né? Então não tem mais aguinha. Após o passe, isso aí está criando um certo, diz conf. Porto para as pessoas que estavam doutrinadas, na no entendimento de que elas só estariam bem. Se elas tomassem, aliás, tem pessoas que não, não, não, não querem nem ouvir direito a palestra elas querem chegar na
hora do passe e tomar aguinha. Quando na verdade, o principal. Ela está ouvindo a palestra, né? Para ir mudando o seu mental, né? Mas infelizmente, respondendo assim curto e grosso virou SIM 1 ritual, sabe que eu conheço casos espíritas aqui em Santa Catarina, que adotaram um procedimento para evitar completamente isso que você acabou de dizer que aquele pessoal que há começa a palestra 8 horas, há mais ou menos que horas vai para a hora que 68 e 40 tá terminando a palestra aqui.
E aí chegava 2030 pessoas pra tomar o passe, tomar aguinha aí. Carcar para casa, né? Então, o que que fez a casa espírita quando faltava 10 minutos para terminar a palestra? Fechava a porta principal da
casa. Ninguém entra, ninguém sai e a saída das pessoas se dava por uma outra porta, geralmente a porta dos pontos, então acabou com aquela ideia do indivíduo chegar para o finalzinho chegar para ritualística, chegar para o costume Zinho. Boneco, aí na casa espírita Nova Era chega a pessoas que começam a comentar com vocês, Oh, que curioso, aqui vocês são, fazem parte individual, é aqui. É só passo coletivo. Há que curioso.
Aqui a aguinha é só tem antes da palestra, depois não tem, mas não na outra casa onde eu estava acostumada ela desse jeito ou daquele jeito. Ou seja, esse comparativo existe sim, Marcelo. Sim, Marcelo, o tempo inteiro eu acho que é o é comum. É. É bem complicado esse assunto porque não sei nem se é um ritual ou se é um hábito, né? Fiquei na dúvida aqui olhando. É ouvindo o Edson, não sei se se tornou um ritual ou se é um hábito ou se é um hábito. É um ritual.
Enfim, né? O que as pessoas fazem isso mesmo de. E na casa, por causa de parte, por causa de passe por causa de água fluidificada na nossa casa. Como não é uma casa muito grande, né? Tem muitos trabalhadores, a gente visualmente a gente percebe e a gente fala com muita, muita morosidade para a pessoa que ela tem que ouvir a palestra para poder, né? Tomar o passe. O passe geralmente é coletivo, tem passe individual, mas é um passe individual.
Em casos especiais, depois de um diálogo fraterno. Existe, né, Oo nosso, o nosso hábito, nosso ritual é assim, né? A pessoa vai tomar um, se a pessoa quer tomar um passe individual, ela tem que passar por uma conversa fraterna que a gente hoje chama diálogo fraterno, né? Nem conversa chama diálogo fraterno com 2 acompanhantes, dá pra saber se realmente a pessoa precisa daquele passe individual. Isso ajuda hábito o se é. É um hábito ou ritual?
Isso ajuda muito a pessoa que busca tem essa necessidade. Está é um paliativo, né? É Ela, ela começa, ela começa a se perceber que ela que ela está recebendo alguma coisa, é muito difícil para uma pessoa que não escreveu que não, não tem esclarecimento, né? Chegar na casa espírita, um problema muito forte, às vezes, às vezes um problema de um, de uma morte na família. E você além de explicar Pra Ela,
né? A. Os os pilares de Kardec em relação à morte, você tem que tomar muito cuidado com a pessoa, está em dor que a pessoa está sofrendo muito, né? Então, no dia a dia, o dia a dia, você não pode pegar uma pessoa que está precisando de muito acolhimento e mandar estudar ou fala há uma morte não existe, né? É complicado, eu já eu fiz diálogo fraterno durante muito tempo, né? Eu recebi pessoas com dores indescritíveis e é realmente complicado você chegar para a pessoa.
I. Não estou falando que é impossível, mas é complexo você chegar pra pessoa e começar a explicar a doutrina espírita sem que a pessoa é é e a pessoa ouvir tudo isso, né? Então acaba, é acaba sendo 111 ajuda pra pessoa, água purificada e o passo o que eu falo sempre é o que realmente a gente pode fazer em termos de estudo. Eu como palestrante, monitor, né, eu? Coloco sempre a realidade do passe e a realidade da da da água. Fudi fica dá para os meus alunos.
E na palestra em que a pessoa eu, eu tento explicar que o enquanto no ovo, no acontecer uma modificação íntima da pessoa, uma modificação dos seus pensamentos, ela não consegue é mudar, progredir. Eu também falo, eu tenho que explicar nas minhas palestras que no a doutrina espírita não é somente o evangelho segundo o espiritismo.
É 11, outra um outro engano que tem um outro equívoco que tem é confundir Jesus com Deus. Então eu tenho que explicar nas minhas palestras, na minha idade, que Jesus não é Deus. Jesus é um homem, né? Outra outro engano que tenha sob provas, inspirações Marcelo, que não são conceitos exatos e nem
são regidos pela lei de talião. É, então, uma necessidade da dos estudos das obras fundamentais, da revista espírita, a divulgação de de pensadores espíritas como Herculano Pires e outros mesmos até de secar não foi uma única vez que eu coloquei citações e referências de artigos do Marcelo Henrique em palestra. Linha não foi uma única vez,
foram várias vezes. Então eu acho que a gente vai abandonando esses rituais ou. Essas, esses hábitos como ritual, quando a gente leva todas essas coisas, se você tem um espaço na casa, como monitor ou palestrante, porque você está falando como palestrante ali? Eu já percebi cada vez que eu falava a palestra, eu não falava só para as pessoas que estavam que vinham procurar ajuda na casa espírita.
Eu falava para os outros trabalhadores espíritas, então você acaba sendo usando um termo da moda, um influenciador. É, então eu dei aula do do. É, eu dei aula no na Nova Era, num num módulo que a gente tinha. Que era bem a pessoa, não sabia nada de espiritismo, aí ela tinha um ano. Fugiu o nome, ela tinha um ano em que ela aprendia espiritismo, um tipo de um. Com iniciação ao espiritismo. Eu dei aula durante 45 anos.
A olha, eu digo para você, 70% dos meus alunos se tornaram trabalhadores da Nova Era. E hoje eu encontro, eles conversam comigo, eles são palestrantes, né? Então eu percebi nesses anos todos que você cria uma influência muito grande e você cria, aí você vai mudando por dentro, o que eu, outra coisa que eu acompanhei sempre na casa escrita são os melindres. Né? Os melindres. A pessoa pensa de um jeito, ela tem um espiritismo filosófico ou científico na cabeça, né?
E chega lá é evangelho, é oração, qualquer coisa é oração, né? A pessoa nasce milhar, não vou mais naquilo. Ali não é? Parece uma igreja, eu não me me lindo, o Marcelo, porque se a gente não ficar no meio espírita, nada nesses grupos, a gente não consegue modificar. Né? Eu acho que a gente precisa modificar por dentro, por dentro, você influenciar por dentro. Eu não me me liga, eu estou lá 20 anos, muitas vezes é é de uma
forma sutil, é Claro e amorosa. Falam de artigos que eu coloquei no portal e tudo mais, aí eu explico. Explico. Explico fica por isso mesmo, eu vou tocar no meu trabalho, então vendo, olha aí, ó Manuel Fernandes, né? Neco é um influência, influência no bom sentido da palavra, né? Vai trazendo aquelas informações que são úteis, porque afinal de contas, ninguém nasce sabendo e a ideia dos grupos das instituições espíritas, resgatando Allan Kardec, é justamente isso.
O aprendizado constante. Não é porque eu faço a mesma coisa há 10 anos. Há 20 anos, o que significa que aquilo é o melhor que aquilo é o mais adequado, mais correto do ponto de vista da própria organização das atividades, até porque, como bem colocou o neto. Pode ser um hábito, aquele costume do do passe da água fluída, como pode ser um vício? A linha limítrofe entre hábito e vício nem sempre é entendida por
nós, né? Quantas das vezes que a criatura está acostumada a determinadas práticas, porque aquilo funciona como um efeito placebo na sua vida? É, eu não lembrava dessa palavra, Marcelo. Ela não raciocina acerca das questões, mas eu vou trazer aqui um outro tema, enquanto a Marta está resolvendo isso. Probleminha, até que eu acho que o Edson quer falar, não quer falar, Edson, não. Eu queria fazer só um comentário, Marcelo, que essa pandemia veio para quebrar
alguns paradigmas, né? Desmistificar algumas coisas, tá certo? Pessoas ficaram aí 2 anos sem tomar o passe individual lá e sobreviveram. Não é muito bom e bem colocado, viu? É só isso mesmo, então. Foi, aliás, foi essa a uma das razões que a gente tomou a atitude de cortar água. Vinha lá no luxo, não é justamente sobre isso, tá, tem
mais necessidade? Vamos deixar Claro que não é necessário e que a casa está contribuindo para o meio ambiente que as pessoas têm que ter essa consciência tá certo? Muito bom, é isso, as pessoas, as pessoas vão começar, você pode reparar a levar sua própria garrafinha, Edson pode reparar cada um com a sua garrafinha na mão e tudo bem também uma alternativa. Mas a Marta quer falar é Marta, eu queria. Eu queria pegar uma coisa que o
Edson falou, né? Quando ele falou que as pessoas começam a frequentar a casa e depois então são convidadas, né? Para participarem dos grupos de estudo. E eu acho isso aí, super importante também, né? E a gente faz isso lá na casa espírita, mas tem uma coisa que eu acho mais fundamental, eu acho que muitas vezes a gente se preocupa muito em oferecer esses cursos. Para aqueles que são novatos, né? Para os neófitos, quando na verdade e isso aqui é uma fala
do Herculano, né? Naquele livro centro espírita, né? Ele fala da importância, né? Dos velhos, né? Daqueles que já estão aqui há mais tempo dentro do centro também, estarem se atualizando também, estarem estudando, né? O que eu vejo às vezes, né, é, são pessoas que já acham que sabem todo. Né? Quando na verdade nós temos essa é importante, né? Que a gente esteja desse processo de aprendizado contínuo. Afinal, a doutrina que a gente abraçou é uma doutrina
progressista. E aí pegando uma outra coisa que o neto falou que eu acho fundamental isso, eu vejo demais, né? Eu acho que é é outro ritual, essa questão dos temas, né? Eu acho que a gente precisa abrir esses temas, né? Você viu o depoimento do médico? Quando diz quanto foi um pouco como foi importante não ouvir, né? Sobre a pluralidade dos mundos e as casas espíritas, elas realmente pedem Issa. Querem temas evangélicos, né? Eu acho que esse aí é é um, é
uma outra forma, né? De mistificar, né? Isso aí, um outro é um outro mito também, né? Porque que a gente só tem que falar de evangelho, né? Porque? Senador, porque o que consolo está ligado somente ao evangélico, né? Eu acho isso aí, uma coisa importante também para se dizer.
Muito bom, vamos aproveitar aí essa ideia mais ampla a respeito dos conceitos espíritas para trazer mais uma questãozinha aí pra lavar uma roupa suja, porque essa live também é para lavar a roupa suja no sentido de nós compararmos o que é o que deve ser. Edson é algumas lideranças espíritas da atualidade são místicas. Que exemplos podem ser dados em relação a essa questão?
Que lideranças é sem aqui fazemos nenhuma caça às bruxas, parecem e ter enveredado é pelo misticismo religioso e travestindo o espiritismo dessa condição igrejeira. Marcelo, primeiro, me permita fazer uma correção na sua fala. Nós não estamos lavando roupas, nós estamos lavando perispírito sujos. A brincadeirinha só pra. Olha a. É notório que o movimento espírita brasileiro é místico ao extremo. A começar. Pela dita? Que se intitula? Casa máter altos intitula, né?
Porque ninguém foi lá e não houve um movimento feito pelas casas espíritas, sabe? É votando para colocar, é essa, essa vou, vou falar, Claro. Ceb tá bom, se auto intitula AA casa máter do espiritismo, carregada de misticismo muito forte, onde Kardec foi abandonado. A gente já discutiu isso em outras Lívia. Questão do rostang ismo não é em intrínseco e presente. Dentro da FEB, ignorando o Kardec. AO endeusamento dos médios por um determinado espírito.
Olha vocês aí, vocês, você os. Sabe 1111, Mística, né? 111, como é que poderia dizer as pessoas se deixando influenciar de uma forma assim? Até, eu diria que obsessiva. Não é? Não estou dizendo que o pessoal da FEB sediado não é isso, mas os primeiros ali se deixaram influenciar desta forma. Eles foram incensados pela vaidade que eles seriam que eles seriam os protetores, os defensores, e aí se coloca a pessoa tenha a pachorra, né?
E a coragem de colocar dentro de um estatuto a obrigatoriedade de estudo de roustang por eu não queria entrar No No. No âmbito do roustang, mas eu estou trazendo aqui que de fato, a grande maioria das federativas, a começar pela que se intitula casa máter, são extremamente místicos. E aí você tem eles? Com o poderio econômico que possuem, incentivando. Médiuns incentivando palestrantes mais místicos do que eles. Então, infelizmente, é com esse poderio todo econômico.
Eles acabam criando isso dentro do movimento inspire. Quando você tem 11, Kardec falando, olha, não importa a identidade, no médio você não precisa saber quem é o teu mentor. Você não precisa. Aí quando você tem esses principais médiuns aí que são endeusados falando que olha meu mentor é fulano e ciclano e beltrano. Ele foi isso foi aquilo, foi aquilo, foi aquilo, foi aquilo. Porque é para dar um embasamento, né? Sei lá se é para dar 11. 1° de confiança entre aspas para as pessoas.
Ora, já começa aí o misticismo. Não é muito bom. Eu vou permitir falar uma coisa aqui para vocês. Uma vez me perguntaram, né? Os alunos costumam perguntar para mim, quem é o mentor do Manuel Bento? Eu falo, não sei. Não sei, não me interessa saber. Porque? Ué, porque se ele está é mentor, ele é lá no plano espiritual, ele está tocando a coisa lá no plano espiritual. Quem está tocando aqui? A coisa aqui na matéria estamos nós. E é nós que temos que colocar a doutrina.
Né? O entendimento que nós temos da doutrina para tocar a casa, para tocar o nosso dia a dia. Está certo? E aí então se cria um. Vai falar uma pera aí. Né? Como é que pode o presidente de uma casa espírita não sabia quem aumentou? É quando você fala uma coisa dessas pessoas fica horrorizada. Mas já estou a frente da casa desde 1990 e vocês conheceram, tiveram o prazer de conhecer a
casa, vem que a casa, né? Ela não precisa, entre aspas, ter um mentor específico com o nome x. Para determinar as coisas, porque são as pessoas que lá estão. Não é que se acumpliciam dentro de um projeto, crêem naquele projeto, entendem? Aquele projeto, abraçam e fazem as coisas acontecer. Então eu acho que eu misturei um pouco as coisas, Marcelo, não, mas de fato. A febre é a principal, fomenta.
Doura do misticismo no Brasil. OKOK é tipo Nelson Rubens, a gente quer saber, Marta, Marta. Quem são os exemplos de lideranças espíritas? Mística na atualidade? Olha, eu vou dizer uma coisa para você, é pegando aqui 11 frase, né? De ercolano, né, Herculano? Ele diz, né, que o médium, que é a do lado louvada, a todo instante, cercado de admiradores, e aí ele dá até
exemplo, né? De um cantor popular, de um artista de novela de TV, do jogador de futebol, ele diz que essas pessoas, né, esses médiuns, eles acabam por perder a sua naturalidade. Recorrendo a expedientes ridículos a large acolá, para conservar o seu prestígio. Só que precisam d pulando. Geralmente ele chegam a falência, né? É, ao fim da sua missão, então é lógico, né, que eu me recordo, né? E depois a gente acaba por, se o ficar frustrado, né?
Quando a gente vê pessoas, né? É, eu acho que durante todos esses anos de doutrina espírita, eu estava dentro de uma bolha, né? E aí, quando a bolha, né? Quando eu, quando essa bolha estoura, e eu começo a sair dessa bolha, eu começo a ficar muito, é deprimida. Até triste, né? Porque começo a haver, né? Que aqueles que eram deuses, ídolos. É uma frase do meu pai, é isso? Ele dizia, né? Tem uns pés de Barro, né? E isso me causou uma tristeza muito grande. Então eu já fui Quiet sim, né?
De muitos, né? Muitos desses, desses médiuns, né chamados é populares. E hoje, o que eu tenho é, eu acho que não é mais, é, é. Talvez seja até tristeza, né? Por ver o caminho, né, que eles estão trilhando e como bem disse, circulando com vai dar um bom resultado, né? Mas a cada um segundo suas obras, né? E a gente sabe que a gente é responsável por tudo aquilo que a gente faz, então. A gente acaba por colher aquilo que a gente plantou. Mãozinha, então que eles.
Sigam seus caminhos, mas com, com certeza não tem mais a Marta como tiete. Algumas pessoas quando entram no esse k ou quando começam a entrar em contato com as nossas plataformas, o canal no YouTube, o nosso site e até mesmo o tic TOC, o Instagram que a gente utiliza como ferramentas de complementação do nosso trabalho de difusão do pensamento kr desse ano e da doutrina dos espíritos, se surpreende.
Quando vê críticas, né? Porque nós somos conhecidos por fazer muitas críticas, mas críticas construtivas. Fazendo um paralelismo entre o que é praticado hoje no movimento espírita e aquilo que foi a diretriz, e não somente uma diretriz teórica, mas a prática. Enquanto Kardec ficou à frente da sociedade parisiense de estudos espíritas naquele período, entre 1857 e 1869.
Então neca é, parafraseando aqui, um grande comunicador espírita, um grande comunicador que também tinha certa raiz espírita, porque era de alta espiritualidade que foi Clodovil Hernandes. Olha aqui para a lente da verdade, nos diz quais são as lideranças espíritas místicas da atualidade? O marcelão eu vou dizer para você todas ligadas a febre e a febre tem um. 11 receita de bolo com raríssimas exceções. Lembro só de uma que é palestrante, que é o André trigueiro, que eu acho que ele
foge. Ele foge do da, dessa receita de bolo, mas a febe ela tem como objetivo criar beatos. Não sei se é algo, se é algo que que ela perdeu o controle ou se é algo para ela manter o controle de mentes e corações das casas espíritas. Não é esse controle. Eu. Você não vê ou vê muito pouco para eu não cometer nenhum erro a Phoebe. Citando o Herculano Pires o tempo inteiro. Você não escuta, você pode perguntar às vezes Na Na, para os trabalhadores espírita? Quantos livros do Herculano
foram estudados nessa casa? Quantas pessoas conhecem o ler? Pelo menos um livro do Herculano Pires, então eu trago também em homenagem ao professor e pulando quando ele fala do beato espírita. Ele diz assim, Marcelo, todos nós conhecemos essa passagem. O beato espírita não é espírita, pois não conhece a doutrina e não estuda, não se liberta das superstições. E do Zé erros do seu passado
religioso. Pela sua crença, ingenua está sujeito a servir de instrumento a qualquer espírito mistificador e se apresentar como mestre missionário, reencarnação de Kardec e outras tolices dessa ordem de Herculano. Então eu digo, Marcelo, eu gosto sempre de falar também dos ismos, dos misticismos das casas espíritas, poucos ismos, que é o roustang nismo, rostang ismo perdão, o catolicismo. O orientalismos e os sincretismos são esses ismos que fazem. A casa espírita às vezes se
perderam o seu caminho. Eu tenho uma opinião, aí já é uma opinião pessoal, não é 111 opinião. Nesse caso, referência, deve ter até referências. Eu acho que esse modelo de casa espírita está falindo completamente falido. O modelo que nós temos e caso espírito está falido, eu acho que tem que ser um modelo de escola de instituto de pesquisa, instituto de estudos espíritas, em que você não precise ser filiado a FEB, em que você
traga. Os seus orientadores, os seus palestrantes, os seus professores, assim como nós fazemos née secar, mas se fosse para transformar OE, secar em um instituto de pesquisa, numa série física e tudo mais, eu acho que esse é o modelo ideal. Eu não sei da onde, porque quando você fala a sociedade espírita, casa espírita, automaticamente as pessoas já se remetem ao religiosi. Mesmo ao AA, seus atavismos pessoais.
Então eu acho que jogo isso aí pra gente estar também pensando nesse modelo de Gas espírita, de como é levado hoje. E aí você pode realmente explicar para as pessoas você ter na verdade a sua agenda? Como que é a sua agenda? Se você vai ter palestras, perguntas e respostas, aí é infinito. São infinitas as possibilidades, Marcelo. Muito bom, muito bom.
Vocês estão vendo que nós temos um pouquinho de acidez nos nossos comentários, mas no sentido de sacudir as estruturas e de efetuar as transformações possíveis, né? Ninguém fica parado. As instituições espíritas não podem ficar paradas, cristalizadas no tempo. Baseadas num modelo que sempre deu certo, deu certo para quem? Para que ideologia, para manter que tipo de estrutura de poder para alcançar, que tipo de público acabaram de dizer?
Aí o beato, que é aquele que conhece de trás para frente às questões do livro, dos espíritas, mas não os sabem interpretar? O dependente de determinados rituais que são estabelecidos dentro das instituições espíritas que não estavam presentes lá na base, fundamental, na estrutura, crias ionaldo espiritismo, que foi a sociedade parisiense de estudos espíritas, mas que, em função desse sincretismo que o Neco acabou de dizer, passaram a se incorporar como se práticas genuínas espíritas.
Força. Então eram lembrar aqui uma situação e trazer para o debate. Que eu vivenciei na prática durante os 5 anos em que estive com mais 2 companheiros representando o movimento espírita no conselho nacional de saúde. Sim, existem cadeiras que podem ser ocupadas por membros de instituições espíritas em conselhos municipais, em conselhos estaduais e os conselhos nacionais de representação popular, onde nós podemos colocar a serviço da sua cidade, seu estado ou do nosso
país. As ideias espíritas como transformadoras das questões sociais, que tanto nos afligem, tantos nos preocupam hoje em dia, mas numa dessas reuniões, lá no conselho nacional de saúde, eu tive oportunidade de conversar com um padre e um pastor evangélico. Nós trocávamos ideias a respeito da convivência nas instituições, nas associações, nas agremiações. No caso deles, religiosas e no meu caso, que eu não encarou o espiritismo como uma religião, uma agremiação filosófica de
estudo. Uma associação civil. E ambos, o padre e o pastor e o pastor foi até mais incisivo. Ele disse assim, sabe, Marcelo, eu tenho visto nas agremiações evangélicas um fetiche pelo demônio, um fetiche pelo diabo. Nós acabamos falando durante os cultos durante as reuniões, muito mais no diabo do que em Deus. E aí, qual é o público que nós queremos atingir? Então vou trazer esse pequeno recorte, esse exemplo.
E foi muito rico para mostrar que nem todos os religiosos são iguais, que nem todos querem reproduzir o statu quo, que nem todos estão pelo conformismo e que algumas cabeças iluminadas e luminosas se propõem a fazer algumas transformações importantes nos cenários onde eles estão envolvidos. Então, Edson, eu queria perguntar a você, será que esse fetiche pelo diabo ou pelo demônio nas igrejas, tanto a católica quanto as evangélicas, sobretudo?
Das neopentecostais não tem uma correspondência no movimento espírita onde a gente espírita fala muito mais em trevas in trevosos do que em espíritos de luz. Isso também não é um misticismo. Como assim, Marcelo? Nós não vamos para um Brau? Não estou entendendo a sua pergunta. O chato a palestra de a.
Que ficando o Brau? Olha, fazendo uma analogia com o que você disse do do do pastor aí hoje, ou a gente vê muitas pessoas, principalmente, não nem tanto nas palestras, mas principalmente entre os trabalhadores voluntários e tal. Essa questão dos obsessores. Né? O Neco tocou um pouco sobre isso. Não é dessa questão de quando você é discordante por alguma razão, não é? Você está meio que obsidiado,
né? Eu ainda tenho um bi aqui, tem um pouco de sorte pelo fato de eu estar como presidente, né? É, não chegam a dizer, só pensam, é só pensam, não chegam a dizer AA verbalizar aquilo que pensa. Porém, é, infelizmente, isso acontece sim, a gente não consegue. Eu acho que até uma é uma questão cultural, inclusive, sabe? Faz parte do. Do cotidiano, né?
As pessoas dão mais atenção para as coisas ruins, basta ver que os programas de TV na TV aberta, que mais tem audiência são esses que esses que apresentam as desgraças, né, da vida? Então as pessoas estão mais habituadas a esse, levam isso para o meio espírita, levam isso para dentro da da, da, da das religiões. Sim, sim. Infelizmente, é um. É um problema Sério, porque a doutrina espírita é luz, né? Nós deveríamos estar falando de
luz, e não de trevas. E aí, quando você diz para uma pessoa que ela vai para um Brau através desse livro horroroso que está aí, não é? Que que classificam o grau que, aliás, aquela palestra desmistificando desmistifica o próprio livro, não é? A gente vê que o próprio autor
se equívoca, né? Assim, em outros textos que ele escreve e tal, quando a gente vê isso intrínseco dentro do movimento espírita, infelizmente é é aquela questão que vem da Mística provocada pela FEB de manter como o próprio né, colocou o poderio sobre as pessoas. Para se tornam dependentes, ao invés delas se tornarem autônomas, que é o objetivo da doutrina espírita. É você ser autônomo, você ser questionador, você está em paz consigo mesmo e não dependente, não virar esse mendigo
espiritual, né? Que, aliás, eu tenho um texto sobre isso, né? Essa questão da mendicância espiritual. Que a gente está tornando as pessoas, esquecendo que nós somos luzes. E as pessoas estão sendo apagadas por conceitos e por Ideas entronizadas no meio espírita. Por esse misticismo todo que aí está.
Esse é anti, né? Já vou te passar a palavra, a matéria é, nós não confundirmos humildade com mendicância isso unidade é aquela posição de nós estarmos conscientes do que somos e do quanto precisamos caminhar. Mendicância é ficar no finalzinho das da fila e não querer sair de lá, porque alguém disse para você que você não é digno, você não merece, você está aqui pra pagar e pagar e pagar e pagar. Que parece que a tua dívida não termina jamais, né? É se tornar um pedinte eterno?
Você se torna pedinte ao invés de ser o artífice de seu autor, né, dos seus, do seu destino? Entendi, você entrega o seu destino a outro, quando na verdade a doutrina veio para nos tornar autônomos nesse aspecto, né? Inserir sua responsabilidade em relação à sua própria conduta dentro da lei de Progresso. Mas lá Max pede pronta, eu acho que essa isso aí, né, que o Edson acabou de falar. E o neto também. Essa questão do poder, né?
De, é de se mostrar, né, poderoso daquilo ali, se alguma coisa inquestionável às casas espíritas, né? Nós fazemos isso quando, ao contrário daquilo que é, kulanu também sugere a nós que passamos, que é levar palestras que sejam esclarecedoras, dando oportunidade àqueles que estão assistindo de ao sinal. Fazendo questionamentos, debaterem, nós não fazemos o suficiente, espíritos, nós é simplesmente jogamos informações que muitas vezes são opiniões
pessoais, né? E isso também é outra coisa que é, fulano combate nessa questão da opinião pessoal, né? Ou se a gente está fazendo, se a gente tá falando alguma coisa que é minha opinião, eu tenho obrigação de dizer não, isso aí é uma opinião minha, mas não fazer daquela minha opinião. Um postulado de Kardec, isso não existe e nós fazemos isso o tempo inteiro nas casas espíritas.
Muitos de nós que somos expositores, levamos opiniões pessoais, sem dizer que são pessoais e tratando aquilo ali como se fosse algo que nós foi negado por caneca. Mas o Marta é aproveita que tu estás no confessionário aqui do esse cargo e diz pra gente, tem muito fetiche no g fator trevas e trevosos. O pessoal fala muito disso ou se preocupa mais com os espíritos de luz? Não, não trevas. Trevas tem tem muitas trevas. Sim, tem muita, e isso me ainda quando chega palestrante.
Então para falar, né? Com tudo, respeito, com toda admiração pelo trabalho do homem, Divaldo Franco é, eu acho que esse será opinião pessoal, né? Eu estou dizendo a minha, eu acho que ele o chilito né, que se comunica por ele. Eu acho que é o Manoel philomeno de Miranda que escreveu esse último livro através dele, eu acho assim uma coisa. Bem, é bem lamentável, né? E me causa, né? Me causa estranheza quando eu vejo né? Palestrante, falando inclusive lá no jazz. Né?
Inclusive da Ângela falando sobre esse livro, né? E falando desse livro, endeusando, né? Tanto o autor né estrito ao quanto a que ele através do qual o livro foi estruturado, então isso, isso me. Isso me causa uma sensação muito ruim, então tem sim, e esse livro nada mais é do que falar das trevas, né? Porque as trevas estão fazendo o que que está acontecendo essa desse mundo de Regeneração? Enfim, tem sim, Marcelo tem sim. Infelizmente tem. É lamentável, né?
Que temos, tenhamos essa postura lamentável que esse livro tenha sido escrito e que ele seja referenciado por muitos espíritas, né? Como se fosse é o suprassumo da espiritualidade, como se fosse, é a visão é universal dos espíritos acerca do processo. Vocês podem é fazer um teste, né? Peguem as 32 obras de Kardec e vejam se existe algum texto. Nas 32 obras de Kardec, em que a realidade do mundo e olha que nós já andamos 164 anos, né?
A realidade do mundo seja deplorável, que nós estejamos no fim da fila, que nós sejamos praticamente as últimas da crise das criaturas e que nós precisemos, como disse o Edson, como mendigos, com o Pires na mão da ação dos espíritos desencarnados para transformar esse planeta. Pois é isso que está no livro, em todas as cores. Em todas as letras garrafais, né? E apelo. Nós ficamos preocupados com a reverberação da ideia pessoal de um médio.
Utilizando-se de uma remissão à um espírito, isso sendo tomado como regra, como Baliza para todo o movimento, fala Mano. Você é jornalista, né? Também de repente, até podem confirmar isso e hoje estava numa aula e de de história e o professor falou uma coisa muito interessante, que eu acho que é, é mais grave ainda, né? Uma coisa que eu não tinha pensado, ele diz assim que isso é uma coisa estatística, né? Normalmente. O livro do autor é que ele que as pessoas acham que é o melhor, né?
Então existe essa tendência de nós acharmos que um último que ele produziu é sempre o melhor plano. Na verdade, não é assim que funciona, né? Nós temos verdadeiros. É. É tesouros que nós foram deixados, né? Há muito tempo atrás, então, veja bem, ainda por cima esse livro, né? Por ter sido, é o último, né não, não sei se teve. Pode ser, pois realmente não sei, mas por ter sido o último, então ele já traz essa coisa de ser o mais perfeito, né? Isso é mais grave ainda.
É, Marcelo me permite, fala Edson. Eu queria fazer um complemento que esse assunto é tão Sério, mas tão Sério. Que tem um cidadão? Que era espírito hoje, não é mais espírita, mas ele foi um espírita de início. Ele começou a criar a escrever esses livros falando de abismo, falando ditas trevas dos senhores das trevas. E foi fazendo uma série de livros, tá de livros pesadíssimos.
E aí foi ganhando, pessoas, seguidores, pessoas que, né, se deixavam influenciar e tal, depois ele, ele ainda graças a Deus que ele saiu fora do movimento espírita e aí ele criou, olha, ele ganhou tantos seguidores assustados com as trevas. Que ele criou um grupo de proteção. Não é que essas pessoas pagam mensalidade para serem os protetores da Terra? Olha o nível que chegou ao absurdo que chega dessa essa mendicância que eu falo, essa dependência que as pessoas criam. Desses líderes?
Para mim é um cafajeste. Perdoe se eu estou sendo ácido, mas é um cafajeste. Usando não é da boa vontade das pessoas. Isso aconteceu no movimento espírita e é um problema recorrente, né? Edson, Neco e Marta, que é confundir mediunidade mediunismo com espiritismo, ó a mediunidade é uma faculdade natural da humanidade. Ela está presente desde o tempo. Dos homens das cavernas, né? Ela é a forma de comunicação com a transcendência, com o mundo espiritual.
Só que as pessoas em geral e os espíritas também vinculam qualquer médio, como se fosse espiritismo. Vou dar um exemplo paralelo, né? É a selecionou e teve um dos maiores médiuns do mundo, Massaro taniguchi, o criador da seicho noite, né? Tinha uma mediunidade prodigiosa, mas ele não é espírita, ele não fez espiritismo muito. Particularmente, algumas idéias, várias Ideas da seicho no IE são concordes com alguns princípios espíritas, mas não é espiritismo.
Então não é porque o indivíduo é médium, que nós vamos associar automaticamente a ideia espírita, porque o espiritismo se Baliza por fundamentos, por princípios que se afasta, 12 desnaturam completamente a consideração acerca de ser espiritismo, mais ou meko e aí verifica. Essa é a questão. Olha o Marcelo, a gente está falando sobre medo. Tá? Todo o sistema de controle Marcelo utiliza o medo completamente. Ele sempre vai utilizar o medo
para controlar as pessoas. Então, quando você fala em trevas, quando você fala em em forças do mal, você está colocando uma coisa exagerada, mas no próprio dia a dia da da casa espírita, quando você falta 2 ou 3 vezes na casa espírita e você chega de volta, olha, você não está vindo em você, sumiu. É a pergunta padrão. Você sumiu? Não, não sumi. Eu estava fazendo outras coisas, eu estava no trabalho. Ou seja, a é cobrada também a sua frequência, como se fosse algum tipo de pecado.
Marcelo, como se fosse algum tipo de pecado que você fosse pagar por aquilo, entendeu o que eu acho engraçado também, tá? É que, na verdade, como não tem um controle do que fala, um palestrante e o outro palestrante? Né? Acaba sendo um debate semanal, não é? Vem os palestrantes que acreditam num igreja gizmo Exagerado. Eles falam a determinadas coisas, né? Semana seguinte, entre os filosóficos, rebatem, aquele tá na semana seguinte, entre os científicos, né?
Falam as coisas, então há uma mistura, não existe um padrão, até porque é bem difícil. Marcelo, dentro de uma casa espírita, eu sou testemunha. Depende difícil você primeiro conseguir palestrante para dar palé. É ali, na casa espírita, então você vai começar a cobrar das pessoas. Pequenos escorregões também é muito difícil, então acaba sendo assim, né? Então acaba sendo aqueles grupos, aqueles grupos. Não vou ver a palestra de fulano de tal porque porque o cara tá
falando aquilo que eu gosto? Eu venho aqui por causa dele, é isso acontece muito o que acontece, na verdade, é que as casas espíritas, seus dirigentes, eles não estão acostumados com aquilo que nós falamos sempre nesse k. Com a moral autônoma, com Independência de pensamento, de você fazer porque você sabe, né? Não, porque tem um controle
externo. Tá mandando você fazer aquilo, porque você vai, você vai pra um ambiente trevoso, porque você vai conversar com com a criaturas do mal, as criaturas do mal vão te te perseguir, não. Você age de acordo com o seu estudo, com o seu saber. Né? Não é? Na verdade algo, algo mágico que tanto Contenda como salva. Nem condena, nem salva, né? Mas eles trabalham com isso, com esse medo, Marcelo, e deixa essa essa Independência de pensamento.
Eu me descobri, eu sou muito. Eu sou muito Franco. Marcelo, os atavismos que a gente tem tá? Eles nos perseguem o tempo inteiro, mas você tem que estar alerta em relação a isso. Quando eu entrei eu sou de uma família católica, sempre fui muito católico e eu tenho
consciência disso, né? Quando entrei no espiritismo, que eu tinha deixado de ser católico, mas eu ainda passava na porta na porta do cemitério para fazer o sinal da Cruz, eu segurava minha mão, falei, pô, espera aí, eu tinha que segurar minha mão, estou falando Sério, não estou brincando. Porque durante toda a minha vida passa na porta do cemitério, eu fazia o sinal da Cruz. E eu logo quando eu entrei no espiritismo, aí eu fui estudando aprendendo, né?
Primeiro eu virei o beato porque é sempre assim, né? Depois você vai se libertando, depois você vai estudando ainda mais. Hoje você vê no espiritismo que gente que para em determinado patamar de estudo e não avança, você pode perguntar muito do espiritismo a pessoa, a pessoa tem um filho, tá aí é você está convidado para o batismo do meu filho. Como assim tu não é espírita? Mas vai levar para batizado? Nada contra quem batiza Marcelo. Nada contra. Eu tenho uma menina de 14, tem
uma menina de 25 que eu batizei. Eu não era espírita e eu tenho uma menina de 14 que eu não batizei porque eu já era espírita. Né? Nada contra quem batiza, mas as pessoas acabam num num pensando em não refletindo que aquilo também é um dogma, um dogma católico que a pessoa não se liberta, tá? Se aquilo vai ficar, vai fazer ela feliz de batizar o filho que ela vai achar que vai ter uma proteção maior de Deus porque o
filho dela é batizado. Mas isso faz parte de uma está mesmo de uma moral heterônoma que ela ainda tem. Né? Então eu acho que a gente tem que. A assumir? O nosso atavismo trabalhar nisso. Nós, como influenciadores, como diz o Marcelo, né? Nós, como palestrantes, trabalhar com isso e mais, encarando de frente a essas dificuldades que nós temos. A essência sempre é o conhecimento, né?
O autoconhecimento, conhecimento pessoal, conhecimento institucional para ver onde é que nós estamos acertando e onde é que nós estamos derrapando. Mas o Neco antecipou a pergunta que eu ia fazer pro Edson, né? Mas eu vou fazer mesmo assim, né? Nós temos conversado com muitos companheiros que deixaram de ser espírita, sabe? Edson, não como aquele que você mencionou aí, que enveredou para um outro lado, que é a exacerbação do mal e das Ideas negativas, né? Porque o espírita ele acaba, é
ficando preso. Aquele atavismo até já escrevi num artigo sobre isso, o espírito. Ele gosta de um tri nome, ele está acostumado a um tremor trinômio que é formado por medo. Culpa e salvação, então ele tem medo porque as pessoas não impingem determinados comportamentos. Ele tem culpa porque ele ainda não consegue acompanhar. Ainda não consegue ser aquele verdadeiro espírita que está expresso nas obras de Kardec,
né? Como uma diretriz Futura e essa salvação, porque ele tem que se condicionar a determinadas práticas. Se não, ele não vai estar com a sua consciência tranquila. Ele não vai estar salvo sobre o patamar ou sob a concepção, é. Do espiritismo, mas eu tenho conversado com muitas pessoas que saíram das casas espíritas e hoje estão em instituições umbandistas e elas têm me dito o seguinte, isso eu quero trazer justamente pra gente ver até que ponto o misticismo também não envolve isso, né?
Eles têm saído das casas espíritas e ido para os terreiro. Para as instituições umbandistas, porque em virtude disso que o neto falou, cobranças excessivas, né? Uma sisudez e um excessivo rigor. De disciplina de muitas das atividades espíritas alegam então. Que os terrenos são ambientes mais alegres, autênticos e receptivos, onde o indivíduo se sente mais à vontade, inclusive
para o exercício da mediunidade. A mediunidade baseada na príncipe logia de Kardec, mas se sentem mais à vontade justamente pela autenticidade, pela autonomia que podem realizar nesses ambientes. É isso mesmo, Edson, nós estamos, quem sabe, engessando demais e esse engessamento. Contribui para a consideração do misticismo na casa espírita. Olha, é você está falando isso. Eu estou admirado com algumas coisas. Naturalmente que isso vem de cada um, né? É quando você tem, na verdade,
uma organização. E essa organização, ela permite que as pessoas dentro dos seus próprios grupos, façam os questionamentos que elas se sintam. É uma das coisas que eu sempre pergunto para as pessoas num ambiente se elas estão felizes. Não é porque você não pode ir para casa espírita e se sentir infeliz.
Você não pode ir para lá sentir que aquilo ali é uma obrigação, porque se você não fizer, você vai ter problema mediúnico, que é 11 coisa absurda que se fala, não é que a pessoa tem que praticar a mediunidade, se não ela vai ter problemas. Então, é. É quando você tem esse tipo de leveza no trato, naturalmente, que nem todo todo mundo aceita isso. Não é?
Nem todo dirigente. Segue-se essas determinações, mas quando você tenta levar para dentro da casa espírita esse tipo de leveza, Eu Acredito que as pessoas não têm razão nenhuma para se afastarem. Tá? Agora. Elas acabam se afastando porque elas não encontram guarida, ou então elas não encontram esse acolhimento adequado. Elas não encontram. Elas não se sentem satisfeitas aonde elas estão. E aí, é natural que ela vá buscar. É o ambiente em que ela se sinta melhor.
Agora, eu confesso, Marcelo, que eu eu, sinceramente, e aí não é demérito nenhum, né? Não é querendo denegrir e nem nem achar que a gente é melhor ou não. Mas eu, como espírita estudiosos, eu não iria exercer mediunidade numa casa de umbanda, sinceramente. Não por por achar que não mereça a casa de umbanda, não é isso. Mas por que falta o estudo lá? Não é não no meu modo de ver, e não é nenhuma crítica, não está, é pelo menos as que eu conheço, né? Falta pode ser que tenha
modificado. Então, eu, sinceramente, eu não consigo enxergar a pessoa saindo de uma casa espírita organizada, onde ela se sente acolhido, não se sinta bem onde ela estuda. De fato a doutrina, ela possa questionar as coisas, né? Ela não tem a dirigentes que se achem e se intitulem os donos da verdade, que imponham as suas, as suas diretrizes, saindo para procurar um outro ambiente. Qualquer que seja ele.
Tá, eu posso até perceber uma pessoa saindo do movimento espírita porque ela não encontra esse tipo de guarida. Esse tipo de de de ambiente a, né? De de, de, de, de situação que lhe permita de fato se desenvolver. Nessa moral autônoma que a gente fala e a gente tanto prega aqui No No. No espiritismo, não é com Kardec, então infelizmente falta isso. E aí veio uma pergunta aqui, essa casa existe? Algumas existem, sim.
Não é? Tem muitas casas espíritas aí que as pessoas é se sentem desta forma porque os seus dirigentes não são, é não são esses impositivos, né? Não são se dirigentes que adquirem ali que acham que são os donos da verdade e que fazem as imposições. Existem sim, são raríssimas, mas tem. Tá, é. E então é mais ou menos isso, está Marcelo. E eu queria de novo, reforçar aqui, nada contra, contra a questão da umbanda, tá? Nada contra. Só não acho que é 11.
Banda vai responder aos anseios de quem quer estudar, entendeu? É só para ilustrar as pessoas com com as quais eu conversei e as 4 ou 5 instituições umbandistas que eu já estive participando de grupos de estudo, fazendo seminários ou fazendo conferências sobre determinadas temáticas são aquelas que têm um programa regular de estudo do livro dos espíritos e que utilizam o livro dos médiuns, por exemplo, como embasamento teórico. Antes da atividade é ostensiva
ou prática? Da mediunidade no terreno, então, é Claro, essas instituições existem, assim como existem centros espíritas. Como você falou, onde há uma política inclusiva onde não há uma política de excessiva cobrança, onde não há uma política é voltada para a diminui ção do ser para a colocação do ser naquele nível de mendicância que falamos há pouco, o Marta aí na no Rio de Janeiro, minha Terra Natal, também existe esse tipo de
situação de pessoas que. Andam deixando as instituições espíritas justamente por não se sentirem acolhidas e por se sentirem tolhidas na sua Liberdade, na sua autonomia e razão, de um excessivo rigor e que por assim, se for, e se assim for, esse excessivo rigor seria um misticismo. Não estamos ouvindo microfone. Cláudia pode liberar o microfone da Marta? Alou técnica? Será que foram os obsessores que bloquearam amado Marcelo?
O Marcelo? A gente não fala aí negue, a gente não consegue liberar o microfone, ela, ela tem que fazer isso lá. Tá? Está travado, é ainda pouco. A gente tentou. Marta vê se você consegue. Enquanto isso, eu devolvo a pergunta pro pro Manoel se ele tem visto aí em em Blumenau e região algum depoimento nesse sentido é, eu sei que a Nova Era não se caracteriza por ser uma instituição que tô lhe, né? AA essa autonomia, se essa essa Liberdade das pessoas, mas você
tem algum, alguma. Impressão algum depoimento em relação a isso? Tenha, sim, Marcelo. É 20 anos, pode ser pouco parecido com o teu metade. Mas tem muitas histórias, daria alguns livros, viu? Marcelo? Eu conheci muita gente que não é, que deixou o movimento espírita. Elas continuam seguindo os pilares espiritas, mas elas não frequenta mais casas espíritas por não aguentar mais aquele formalismo. Eu particularmente digo pra você, eu reflito sobre isso o tempo inteiro.
As pessoas não vão para casa espírita e se em algum momento elas quiserem ir para outra religião, outra seita? Outra, a outro método ou não acreditar em nada também é uma Liberdade dela, né? Marcelo, você sabe que a gente a admira pela Liberdade. Eu já falei muitas vezes em palestras minhas, que eu muitas vezes na minha vida, admirei muito mais um ateu do que um espírita.
Falei em palestra isso enumeration, eu conhecia teus maravilhosos marcelos pessoas é carinhosas, pessoas acolhedoras. Pessoas que respeitam o meio ambiente, pessoas que dá para você conversar, não é? Se eu não fosse espírita, talvez eu não seguiria nenhum tipo de doutrina, né? Como eu sigo? Eu já estive também outras doutrinas, eu já estive na umbanda, eu já estive no xamanismo, você sabe muito bem disso. Eu já estive em todos os lugares, Marcelo, e hoje eu
estou espírita, né? Então a gente tem que ter essa Liberdade, passa por essa Liberdade, essa coisa da gente. Aí eu tenho que ficar, espia, eu tenho que fazer isso. Que elitismo, tempo inteirinho, porque se não, a coisa vai ficar feia pro meu lado. Não. Você tem que ter Liberdade para você fazer aquilo que você se sentir bem. Não é isso que eu falo para as minhas filhas. Eu falo para as minhas filhas,
você fique bem, né? Aonde você achar melhor, você tem que ficar bem, você estar bem, como o próprio Edson falou, você está feliz aqui na casa espírita, o que que é? A pessoa adianta aí na casa espírita, se ela está forçada a fazer aquilo, qualquer tipo, para não ter influência, para ter proteção. É Claro que quando você vai numa casa espírita ou em outra religião, Marcelo, em outra
religião também isso acontece. Se você vai uma vez por semana, você para uma vez por semana para alinhar, não é o chacra. Em Marcelo não ia falar isso. Você não é que assustou aí marcelão é você? Para alinhar o seu pensamento, mesmo que seja naqueles instantes, você escuta lá uma pregação, você escuta o padre ou pastor ou uma palestra, você alinha, né? O seu pensamento, você se enche de uma fé que você está indo naquele momento, né?
Então isso é muito bom para a pessoa naquele estágio evolutivo dela. Se você tá no estágio evolutivo de estudo um pouco mais avançado, você tem outras relações com a doutrina e é isso que acontece agora. Eu sou plena. Eu conheci muitas pessoas que não frequenta mais casa espírita, né? De forma alguma, não querem nem saber gente da própria Nova Era que eu encontro, continuam meus amigos por n motivos, mas eles continuam, né espíritas, né? Mas esse formalismo. Né? Eu não vou falar nem
religiosidade, mais. Um formalismo excessivo que existe dentro das casas espíritas. Como hoje todo mundo fala, a gente tem o costume de falar que a casa espírita é uma escola que a casa espírita é um hospital, né, cara, se é uma escola, tem que agir como tal. Na verdade, como escola, né? Tem que dar Liberdade. Eu lembro da minha época da faculdade que até nas férias eu ia para a faculdade. A gente fazia 1000 coisas. Hoje você vem feliz no meio da rua, legais, ele chega na casa
espírita. Senhor, não é até a voz muda, não é? Tem pessoas que você olha até a voz humana. Por que está falando assim? Estava falando comigo, divertindo ali fora, aqui dentro você já entrou em transe, você entrou em transe depois que entrou aqui, né? É isso que acontece, Marcelo, são os formalismos, na verdade, que às vezes acabam atrapalhando. Falei demais, né? Agora a Marta deve tá desoxi diada para poder falar. Eu acho que sim. Eu acho que é uma coisa que eu
tenho até escutado, né? E agora? Recentemente, uma grande ali, uma pessoa que eu gosto muito também, né? É Ela falou comigo sobre isso, né? Sobre essa questão do próprio Jeff a, né? Tá virando uma empresa, né? Até que ponto a gente? Engessa demais, né? Cobra? É coisas tão formais, né? Que a gente trabalha como empresa e ela é, disse pra mim, né, que estava pensando em deixar a casa. Isso me deixou triste, né? Mas eu acho que isso, neto falou, acontece. Sim, né?
A gente é muito cobrado. E essa questão da da presença, essa questão de não. Você quer ver uma coisa? Eu nunca mais vejo nisso. Eu não. Se eu não tenho afinidade com o trabalho de um outro, eu, eu não gosto, não é? Não é uma coisa que eu eu acho que a gente quando vai para o trabalho, a gente tem que feliz. Eu não vou feliz, eu não, eu, eu não gosto aquilo ali e ao longo de todos esses anos eu fui assim muito cobrada. Até que essa essa minha amiga, né?
Que eu sempre falo e quando ela teve, né? Nessa função que hoje é minha direção de doutrina, ela entendeu no Congresso aí, entendeu? Mas muitas pessoas vieram, inclusive dentro do geba conversar comigo, né? Sobre isso aí, olha, você está criando um problema para você, você precisa estar na reunião mediúnica. Você precisa, gente, né? Então é é, eu acho. EE excesso de cobrança também até na vida pessoal. Né? Olha, cuidado com o que você está postando no Facebook.
Cuidado com o que você está postando no Instagram, né? Porque a gente tem que se mostrar uma pessoa que muitas vezes a gente não é. Então, será que é por aí, gente? Será que é porra isso aí não é alguma coisa que corrobora essa questão da gente ser uma igreja, né? Ô como como Santa, será que é isso, né? Obata teve uma vez que eu estava numa inauguração de um hotel. Isso já faz uns 10 anos. Eu na época era presidente da Nova Era e mais de 10 anos eu dava muita palestra.
Era 23 vezes por semana. Faltava o palestrante. Nunca dei tanta palestra na minha vida, sempre no mesmo lugar. Aí eu estava, estava numa inauguração do hotel aqui aqui perto, em Blumenau, numa cidade perto aqui de Blumenau e estava tomando um chopp. Aí chega uma pessoa dando pra mim. E aí ela pergunta. O pastor bebe chope. Eu falei como ela falou, o pastor bebe, chope.
Eu falei sempre conhece da onde. Eu falei lá da Nova Era, o senhor prega lá. A pessoa estava recebendo aquilo como uma pregação e viu como o pastor, então beleza sem problema nenhum. Eu falei então, de vez em quando não tem problema. Eu falei Pra Ele, até para não fundir a cabeça deles. Eu falei não de vez em quando, um ou 2 não tem problema. Já estava no quarto, o Neco Neco, você me deixou valorizado. Agora você tomando um chope,
você achou que eu não bebia? Se fosse um vinho, pelo menos, né? Não chope artesanal maravilhoso. Produção, ponha o Neco em primeiro plano de novo, por favor. Olha, ali atrás dele, vê se não tem uma garrafa lá. Olha, na verdade, na verdade, eu tenho um cliente que é uma choperia famosíssima aqui em Blumenau, então não vou fazer merchandising aqui boa noite espírita, né, gente? É então, Marcelo, tenho garrafas
vazias aqui em casa. Marcelo, aquela garrafa ali tem água, fluídica, água fluida aqui ó, água planificada. Bom, nós estamos caminhando para o final de mais uma live é chegou, né? 8 e 10. A gente tem que encaminhar para o final, mas ficou muita, muita coisa ainda a ser dita acerca do da mistificação e da necessidade de nós desmistificarmos, não espiritismo, que é o
espiritismo, não é místico, né? Justamente a partir da base de Kardec. Mas desmistificar os centros espíritas, as atividades espíritas, as posturas espi. Então vou passar primeiro a palavra para o nosso convidado, que é muito bom sempre recebê-lo aqui na bancada do ECK, com as suas ideias, com a sua simpatia, com a sua experiência e, sobretudo, com a amizade que nós cultivamos já a bastante tempo. E o Edson é uma pessoa muito querida, é um amigo desse cara.
Edson, suas considerações finais. Bom, eu queria agradecer a oportunidade de estar aqui com vocês. É sempre um prazer trocar essas idéias, né? Eu peço desculpas aí em algum determinado momento eu fui meio ácido, mas é que tem alguns assuntos que me incomodam muito. É, eu acho que a gente contribuiu aqui. Para criar 11 espírito de abertura, né? De de a gente poder discutir
temas sem nenhum problema, né? Sem nenhum tipo de de pressão, vamos assim dizer, tendo a Liberdade de expressão, que é uma das coisas, né? Que OICK nega essa Liberdade de expressão. Essa Liberdade de pensamento. E foi um prazer estar aqui com vocês. Eu agradeço muito o convite está bom? Tudo de bom para vocês. Valeu, sempre será muito bem-vindo e nós vamos marcar uma revival?
Um segundo tempo desse tema que nos causa ainda muita apreensão e que é necessário sempre debater, vai lá para a salinha do shaggy. Daqui a pouco a gente faz no nosso encerramento. Neco. A palavra é sua, já colocaram você no centro, você é delicioso. Participar da live, a gente fica nervoso no começo, mas depois a gente não quer que acabe, né? Marcelo? Você sempre alerta em relação a isso. É tão bom estar com vocês.
Você, a marca, o Edson, pessoal da produção, pessoal que deixa a mensagem aqui divertidíssimas, as mensagens que eles deixam, o que eu quero deixar de de mensagem final é justamente essa, Marcelo, a gente pensar hoje o ressecar é uma instituição nacional que produz conhecimento.
Então, a mensagem que eu quero deixar é que a gente tem que pensar cada vez mais, qual é o modelo de casa espírita hoje que nós precisamos ter no Brasil e não depender de filiação a FEB, o modelo de escola, o modelo nada engessado, não é para escrever na a gente não tem que escrever um tratado. A gente tem que trocar Ideas e produzindo conhecimento com esses temas. Qual que é? O novo modelo de casa espírita que a gente precisa para representar. Com sabedoria e dignidade.
As obras, ela, Kardec o seu próprio autor, Marcelo, eu quero deixar essa mensagem final. Foi um prazer estar aqui. A gratidão a todos. Muito obrigado. Espero ser convidado para outras lides, em que eu possa estar colaborando com. Determinadas? Com certeza já ficou aí. O convite prospectivo do Neco para que a gente pense a partir dessa live, para que você discuta na instituição, no grupo espírita que você participa, que modelo, qual é a formatação que nós queremos dar para o centro
espírita? Não é o centro espírita do futuro, não é o centro espírita da Terra. Regenerada, é o centro espírita de hoje para que ele seja mais inclusivo, mais acolhedor, mais fraterno, onde realmente nós
possamos resgatar o espírito. Desse ano, pra que isso nos seja útil para caminhada individual, para caminhada da instituição espírita, para caminhada da sua cidade, seu estado e do nosso país, que precisa tanto de mudança de paradigma que precisa tanto de fraternidade em ação e não apenas de discurso. Valeu Neco. Fica lá no na salinha do chá. Nós já vamos conversar. Martinha, suas considerações. Primeiro meu agradecimento, né? Sempre, também uma Alegria estar
com vocês aqui. E é uma coisa que eu gosto muito, que eu venho feliz fazer, mas eu deixo, né? Que tem 2 pontos, né? Que eu acho que a gente não conseguiu. É falar hoje, né? Mas eu acho assim muito importante, o que eu acho que a gente devia realmente ter tomar, que é a questão da não evocação, né? Nos centros espíritas e a questão da temática, né dos temas. Eu acho que isso é uma coisa, precisava ser mais aprofundada, então fica aqui meu agradecimento que está terminar.
Eu gostaria de deixar uma frase do professor Herculano, é? Que é direta, né? Para os dirigentes de centros espíritas, né? E esse é o motivo pelo qual eu estou me afastando da minha função agora. No mês de março, porque a kulanu diz assim, os dirigentes de centros precisam meditar diariamente nas responsabilidades que assumem ao aceitar os seus cargos, que na verdade são encargos divinos. Então a vocês, a minha gratidão e ao e secar a minha gratidão eterna por ter descortinado
tantas coisas, né? Por ter aberto a porta para que eu pudesse conhecer tantas outras coisas. Gratidão muito bom, Marta, nós é que agradecemos a tua presença, iluminada seu conhecimento, a experiência e sobretudo essa vontade, essa animação que tu traz todos os dias. Para as nossas atividades, para para a salinha do chá que nós já vamos fazer o nosso encerramento lá. Então é isso, minha gente. Fizemos mais uma live, a quarta
live do nosso quarto. Lipe fórum do livre pensar espírita é um tempo que passa rápido e que nos deixa aí a expectativa de podermos construir esse pensamento coletivamente. O Nelson já está colocando na lousa aí o nosso convite para a próxima terça-feira. Né? Quando teremos a live sob dogmatismo ou dogmatismos espiritas, que tem muito a ver com a live que fizemos hoje, mas que vai apresentar outros contornos, estará conosco pela vez.
Primeira, o meu conterrâneo Marcelo Teixeira, que vai ser o convidado especial dessa live que que terá a participação da Júlia Shults e do Marcos Braga? Como debatedores, esperamos você na live de terça-feira, dia 8, às 18 e 30 no nosso bate horário no nosso bate local que é OECK, Transmissão recíproca ao mesmo tempo. No canal do e secar no Facebook e no canal do ECK no YouTube. A sua presença é esperada por nós. Obrigado pela audiência.
Obrigado pelos comentários, pela participação, pelos questionamentos e possamos nós refletirmos muito sobre o que foi trazido nessa live para modificar essa realidade e a aproximá-la do legado de Allan Kardec, que é o nosso principal motivo. A nossa principal finalidade, um abraço. Tchau.
