Olá, você, tudo bem conosco? Tá tudo ótimo. Estamos muito felizes com a sua presença, mais uma vez, nos embalos de sábado à noite aqui no eck. Espiritismo? Com Kardec. Pois é, e como você vai assistir esse vídeo ao vivo ou depois vamos dar o nosso bom dia, boa tarde e boa noite. Felizes com a presença de todos? Esperamos os seus comentários, as suas perguntas aí no chat e nós vamos colocando aqui embaixo o rodapé da página, a participação.
Pedimos que você se identifique através do streaming ARD, para que nós possamos colocar o seu Avatar, o seu nomezinho, no seu comentário. Valeu? Pedimos também que você que ainda não curtiu a nossa live de hoje e não se inscreveu no canal, que faça isso agora. Aproveite esse tempinho aí. De início, esse batimola é
inicial do nosso trabalho pra. Dá um joinha para nós de fazer a inscrição no canal, para que a gente possa continuar multiplicando, dizendo para o YouTube que o nosso trabalho, que essas Lives são relevantes e aí a distribuição desse conteúdo alcança. Mais consciências e mais corações mundo afora. Com a direção de TV de Evandro oliva e com a direção geral de Manoel fernandos. Netos estamos aqui para fazer a live. Deixa a vida me levar, deixa a vida me levar, nos receber.
Hoje, 2 pratas da casa, 2 companheiros que fazem parte do conselho de gestão, o órgão administrativo, o órgão superior. De gestão do nosso eck, com composição paritária, com composição horizontalizada, sem a figura de um presidente, sem a figura de um coronel, sem a figura de um dono, somos todos nós que vamos construindo juntos, participativamente este nosso movimento. Agradecemos também ao Evandro, a Júlia e o Nelson, que estão lá nos batistidores para. Essa gente que você não vê faz a
live, que você vê muito bem. Vamos introduzir o tema falando um pouquinho sobre o título dessa live, né? Na verdade, é o título de uma canção de uma música do cancioneiro popular brasileiro, de autoria de Serginho Meriti e de Eri do cais, e é um Marco na carreira do sambista Zeca Pagodinho. Quando foi lançada essa música, em 2002, o Zeca não imaginava que esse samba ganharia toda a
projeção que tem até hoje. A canção virou uma espécie de hino dos brasileiros e virou também um hino de reza de oração e até mesmo de súplica. Ela diz assim, eu já passei por quase tudo nessa vida em matéria de guarida. Espero ainda a minha vez. Confesso que sou de origem pobre, mas meu coração é nobre. Foi assim que Deus me fez. Só posso levantar as mãos pro céu agradecer e ser fiel ao destino. Presta atenção nessa palavra, ao
destino que Deus me deu. Se não tenho tudo que preciso com que tenho, vivo de mansinho lá vou eu. Se a coisa não sai do jeito que eu quero, também não me desespero. O negócio é deixar rolar e aos trancos e barrancos lá vou. Eu sou feliz e agradeço por tudo que Deus me deu. Deixa a vida me levar. Vida leva a eu. Sou feliz e agradeço por tudo o que Deus me deu. Com então o refrão desta canção,
com as outras estrofes também. Nós abrimos oficialmente mais essa live, a segunda live da programação 2025 do grupo espiritismo, com Kardec no YouTube, e da plataforma com Kardec, que reúne todas as nossas mídias sociais e é responsável pela existência do nosso trabalho. Vamos chamar então, para compor a nossa bancada os membros do conselho de gestão? Cláudia Jerônimo, que toquem os tambores. bem-vinda, Claudinha. Não estava conseguindo abrir o som. Que susto.
Obrigada. Feliz de estar aqui. Espero poder contribuir com esse tema tão gostoso. Adoro um sambinha. Conta pra gente um pouquinho, quem é Cláudia Jerônimo rocha? Viu? Acrescentei o rocha pra ficar mais imponente, a Pedra no seu no seu sapato. Ah, a Cláudia é uma mulher que tá aí aprendendo, trabalhando pra pra ser melhor e pra levar o melhor para as outras pessoas, estudando bastante a doutrina e outras coisas que fazem que a gente cresça.
Espero contribuir aqui hoje. Além de atuar no ECK, você atua onde, no movimento espírito ou no meio espírita, como diria Herculano pires? Tá, é? Eu trabalho no centro espírita irmão XE, na sua unidade vale dos lírios. Também faço algumas palestras. É pela use do ABC em algumas casas. O que é a use mesmo? Porque nós temos gente espalhada pelo mundo todo. É a união de sociedades espíritas de do estado de São Paulo.
Bacana felizes com a tua presença, mais uma vez é Cláudia, com a tua energia, com a questão radiante que tu sempre exalas na presença, no nosso trabalho. Assim, no vídeo olho no olho, conversando com esse nosso público qualificado, que faz aqui o espiritismo, com Kardec. Vamos chamar então, que toquem os clarins Alexandre Ferreira. Boa noite a todos. É com grande satisfação que eu faço parte, né? Mais uma vez dessa bancada. Há muito tempo eu não aparecia aqui.
Eu estava saudoso, é muito, muito saudoso mesmo. Apesar de ir nos bastidores acompanhar os assuntos, tudo é é sempre bom estar aqui e participar não, não só é que ao vivo eu vou dizer que ativamente, mas. Como você mesmo disse, Marcelo, olho no olho é um pouquinho mais emocionante. Alexandre, além de fazer como? Você perguntou pra Cláudia. Eu também vou aproveitar e dizer, eu nasci em berço espírita. Sempre trabalhei, é. Aprendi a trabalhar nas casas
espiritas. Hoje eu faço parte da diretoria do centro espírita apóstolos do bem, aqui de Indaiatuba, interior do estado de São Paulo. Também faço parte da diretoria da usa intermunicipal de Indaiatuba, ou seja, da união das sociedades espíritas intermunicipal da região de Indaiatuba. Eu também faço palestras tanto pela usa intermunicipal quanto para as casas que solicitam EEAA colaboração, mas na verdade, na verdade, a minha intenção maior é sempre ajudar e trabalhar em prol.
Da causa espírita, principalmente, mas OA gente sabe que o objetivo maior é ajudar a quem necessita não só materialmente, mas espiritualmente e também moralmente. Indaiatuba é uma cidade que fica a quantos quilômetros da capital, São Paulo? Exatamente 80 km, então. Ou seja, quando você está pensando que vai cansar da viagem, a gente chega em São Paulo. Certo, a Cláudia está em Guarulhos, né? Na grande São Paulo, não. Ah, em São Bernardo do Campo, região do ABC Paulista, também
bem próxima de São Paulo, né? Muito bem, então temos 2 Paulistas e um carioca catarinense aqui na bancada do eck. Hoje é um catarioca, como a gente costuma dizer, né? Eu sou nascido no Rio de Janeiro, mas estou há mais de 50 anos. Sim, há mais de 50 anos. Os cabelos brancos vão chegando, né? Aqui na capital é catarinense,
nossa senhora. História do Desterro para quem conhece a história, Florianópolis, ilha da magia, Brasil. Vamos lá, vamos abrir então a nossa live com um trecho de Allan Kardec, não é verdade? É uma crônica. Na revista espírita review espírita, de julho de 1868, já na fase final, Kardec já adoentado, produzindo aí os últimos fascículos da revista
espírita. Ele diz assim, todas as leis que regem o conjunto dos fenômenos da natureza tem consequências necessariamente fatais, isto é inevitáveis. E essa fatalidade é indispensável a manutenção da Harmonia universal. O homem que sofre essas consequências está, pois, sob alguns aspectos, submetido a fatalidade. Em tudo o quanto não depende da
sua iniciativa. Então aí nós estamos trabalhando com 2 conceitos bem claros dentro da filosofia espírita, fatalidade e lei de Liberdade ou livre arbítrio, como a gente costuma dizer mais resumidamente, posto isso, vou colocar a questão alternadamente para o Alexandre, para a Cláudia, como a gente sempre faz. É podendo vocês também intervirem e eu também fazer algum comentário durante é essa nossa conversa.
A gente chama as Lives do ECK, não de aula, não de palestra, mas num grande bate-papo, onde nós aqui estamos conversando como se estivéssemos na casa uns dos outros, estivéssemos na mesa de um bar estivéssemos é até mesmo na casa espírita, naqueles momentos de confraternização, de diálogo, numa reunião de estudos, por que não dizer? Trocando ideias a respeito da nossa impressão sobre os conceitos e sobre situações que o espiritismo nos pressupõe avaliar.
Bom, vou começar pela frase, né? Que motivou a nossa live, deixa a vida me levar propositadamente. Não sei se vocês perceberam, vocês que estão nos assistindo ao vivo, Rodrigo, vocês que depois vão acompanhar a gravação. Existe um ponto de exclamação, ou seja, uma exclamação propriamente dito, uma afirmação e um ponto de interrogação, ou seja, um questionamento. Ao mesmo tempo, nós estamos dizendo assim, deixa a vida me
levar. Ou eu estou fazendo um questionamento, deixa a vida me levar. Então eu perguntaria a vocês. Porque existem pessoas no nosso, de redor, espíritas ou não, que acreditam que pensam existir um determinismo espiritual ou um determinismo Divino nas nossas vidas, né? Então o questionamento que eu faço, Cláudia, é exatamente esse, a lógica espírita.
A lógica genuinamente espírita. Nos direciona a questionar o quanto de programação espiritual existe na nossa atual existência, programação espiritual dos fatos na nossa existência? Bem, é espiritismo? Não, não não combina com determinismo, né? Mas a gente AA nós temos um tempo pra viver. O nosso corpo vive um período e depois esse corpo vai. Embora e nós seguimos pra eternidade aí, né? Então o que é genuinamente espírita nesse sentido é, nós estamos aqui pra um período de aprendizado.
Então essa encarnação nós precisamos aprender, espiar e ter algumas provas que nós trouxemos pra esse momento agora. Mas também nós temos a Liberdade que você falou de Liberdade, né? De também aprender outras coisas e viver e também. De repente não querer muito essas provas que a gente escolheu ou né, OPA, espera, isso não é pra mim, mas não esse determinismo que o pessoal fala não, como fala na música, né? O destino, nós não temos esse
destino. Acho que o único não destino que nós podemos dizer é que um dia nós vamos morrer. Esse corpo vai morrer, penso eu, isso. Muito bom esse primeiro bate-papo aí, né? Vamos colocar o Alexandre também na conversa. É Alexandre. A Cláudia tá falando que existe um destino, mas essa interpretação do destino, ela é um pouco variável, dependendo do interlocutor, não é verdade? Sim, é verdade. E eu vou ser sincero, é, se eu pudesse escolher um assunto pra debater, eu teria escolhido
esse. Então a gente sabe que não foi por acaso que foi colocado aqui pra conversar com vocês. É, eu posso falar que eu já pensei nesse assunto várias vezes e eu penso. Vou, vou tentar me explicar aqui. O espírito, desde que é criado, ele tem um destino, como disse, é Cláudio, só que o destino do espírito é ser feliz, o espírito puro, ser feliz. Esse é o objetivo do destino, do espírito, muito bem junto.
Aí, se eu junto o fato de que Deus conhece tudo, sabe tudo, então ele sabe o antes, sabe o agora e sabe o futuro muito bem. Mas o caminho de quando nós fomos criados até chegar a perfeição, este caminho faz parte do nosso livre arbítrio. Nós vamos fazendo escolhas e são bilhões de escolhas, porque não? Quantas encarnações a gente vai ter, né? E cada um vai ter um número particular, mas são muitas. Não vou nem pensar aqui, então quando eu penso. Que sim, existe um destino, uma fatalidade.
Vou colocar a palavra forte, fatalidade, qual que é a fatalidade? Fatalidade que o espírito vai ser feliz, vai ser puro esse, esse é o destino. Agora, o caminho até lá, esse é desenhado e é delineado pelo nosso livre arbítrio, pelas escolhas que a gente faz durante toda a existência como espírito. Aí, juntando a isso, tem mais um raciocínio. Muito bem. Cheguei no meu destino, sou um espírito puro. E agora? E daqui para frente, porque o
futuro sempre vai existir. Cheguei no meu destino, sou um espírito puro, sim. Agora o seu destino vai ser como espírito puro, ajudar aqueles outros espíritos que ainda não chegaram no objetivo de cada um que é o mesmo. Esse é o meu raciocínio e eu vou ser sincero, eu adoro discutir sobre esse assunto. Muito bem. Com isso, a gente já introduz a questão número 2 dessa nossa
conversa. Eu vou começar pelo Alexandre, inclusive, porque ele acabou de falar a expressão que está na segunda pergunta dessa nossa live, que é fatalidade, né? O que que acontece com a questão da fatalidade? Allan Kardec entende. Urgentemente ele compôs, pra quem não conhece, pra quem não, está ainda ambientado totalmente com é o chamado projeto espírita, com o chamado conjunto das suas 32 obras, um vocabulário espírita.
Ele apresenta esse vocabulário espírita no livro dos médios e depois, de uma forma mais destacada, ele fica também no livro. É. Instruções práticas sobre as manifestações espíritas e ali ele conceituou a fatalidade. Vou ler o conceito que ele dá, doutrina que supõe sejam todos os acontecimentos da vida e por extensão, todos os nossos atos pré destinados e submetidos a uma lei a qual não nos podemos subtrair.
Destino inevitável. Então veja a força, o peso que tem essas palavras, mas aí no final da definição, porque Kardec começa justamente trabalhando com. É aquilo que o vocabulário filosófico, científico, cultural da segunda metal de do século 19 apresentava para expressão fatalidade. E aí nós temos na balança das situações, na balança dos conceitos, um peso muito grande de praticamente 18 séculos de cristianismo. Bom, pra mim não ser muito. É, é, é muito.
Pegajoso, muito forte nessa colocação, pelo menos 15 séculos de doutrina católica, o cristianismo oficial. Aí Kardec, no final desse conceito, ele dá uma amenizada, dizendo o seguinte, o livre arbítrio existe para o espírito, no modo errante, na escolha que faz das provas a que vai se submeter. E existe na condição de encarnado nos atos da vida corpórea. Perceba que o livre arbítrio não é apenas uma circunstância pré encarnatória, mas também durante a encarnação.
Olha a sabedoria de Kardec ao se afastar do redemoinho que ele mesmo criou, ao definir fatalidade sobre o pressuposto da cristandade ou do cristianismo. Então eu pergunto a você, Alexandre? Qual é? O momento em que a gente pode considerar fatal ou de fatalidade dentro da existência do espírito. Bom é. São 2, o primeiro, a criação, o segundo, quando a gente chega no objetivo de se tornar um espírito puro. São 2 esses momentos e eu só pra acrescentar o seu comentário.
Não, desculpe, não, não é nem seu comentário, né? É afirmação de Kardec a as escolhas. O uso do livre arbítrio durante a existência corpórea é feito várias vezes, todos os dias. Então durante 24 horas a gente faz muitas escolhas, muitas. E a gente nem percebe isso, porque a gente está habituado e a gente nem percebe e esse é o perigo. Como a gente está habituado, a gente não dá valor a essas escolhas.
Mas parece que não. Por incrível que pareça, pequenas escolhas durante um dia, durante uma existência de 80 a 90 anos, durante perante a eternidade. Essas pequenas escolhas fazem a diferença na caminhada do espírito. Muito bem, vamos jogar a bola pra Cláudia, né? Eu eu fiz uma pergunta muito capciosa, eu reconheço, né? E o Alexandre foi, é perfeito, tecnicamente perfeito ao caracterizar o espírito, né? Caracterizar a vida do espírito, desde a criação ou até o seu
destino final. Então, digamos assim, pegou o itinerário completo se estivéssemos aqui tratando de 1/01/1 filme, né? De um filme de, de, de. De cinema, né? 11. Película cinematográfica, nós diríamos, foi desde os créditos iniciais aos créditos finais da existência do espírito. Embora a gente tenha muito clara a ideia de que o espírito é imortal, né? Vou, vou, vou adicionar mais uma coisa, a película. O filme é a existência do espírito. Cada encarnação é um fotograma.
Bacana, bacana essa essa ilação com é é AA técnica do jornalismo cinematográfico, né? Mas eu diria assim como somos infinitos, né Cláudia? Nós não temos um momento terminal. Então o que significa dizer, dentro inclusive da da da filosofia, da da doutrina dos espíritos, que aquele que chega lá no final, espírito, entre aspas, puro. Dentro da classificação que está é na escala espírita, na questão 100 entes do livro dos
espíritos. E eu coloquei puro entre aspas, porque nós não sabemos exatamente qual é a condição de pureza do espírito, porque os espíritos, ditos superiores ou as inteligências invisíveis disseram diversas vezes para Allan Kardec que nós ainda não tínhamos vocabulário. Nós não estávamos preparados para alguns elementos, para algumas verdades espirituais e, portanto, eles iam. Tentar explicar de acordo com o nosso vocabulário.
Então, o Alexandre tratou da existência praticamente imaterial, o início e o, entre aspas, fim do espírito. Aí eu vou jogar uma pergunta para você, Cláudia, falando em termos de fatalidade material, né? Porque nós também somos compostos de uma sucessão de vidas materiais que vão compor a grande e verdadeira vida do espírito, deixando a parte com o Alexandre muito bem. Encartou, que é a existência espiritual, a existência incorpórea, também incluídas aí todas as experiências corpóreas.
Qual seria a fatalidade no ponto de vista de existência corpórea. É essa fatalidade, é o momento da morte do desencarne, independente de como, quando, em que momento, antes ou depois? Morte natural, não, natural é o é o momento da morte, é o momento do desencarne e a fatalidade, porque é o que o Alexandre falou. A gente tem várias escolhas na
vida, né? E dependendo da escolha vai levar esse momento fatal, que é o desencarne, só isso até chegar lá. Inclusive, você falou, né, dos espíritos puros, que é o que a gente sabe hoje, vai saber o que existe além avante, né? Então, até espíritos puros a gente sabe, mas e além disso, nossa loucura, né?
E veja que Kardec ainda é pontual nesta definição de fatalidade que eu recomendo a você, que pegue aí em casa ou então ache na internet, edição em PDF, tanto do instruções práticas quanto do vocabulário espírita inserido no livro dos médiuns. Porque a última frase de Kardec nesse verbete diz assim, o gênero de morte é ainda uma consequência da natureza das provas escolhidas. Se a fatalidade está na morte, não quer dizer necessariamente
que nós vamos morrer. Presta atenção da forma como nós achávamos que iríamos antes de encarnar. Então assim, eu imagino que eu projetei a minha existência. Alexandre Cláudia. Para morrer velhinho, com 98 anos de idade, né? No No, no seio do lar, envolto por filhos, netos, as pessoas mais chegadas. Uma morte pacífica, tranquila. Dizem até os cientistas que é a
melhor morte, né? Aquela que se dá conforme Kardec recebe a explicação das inteligências superiores pelo desligamento natural para e passo. Dos órgãos físicos é a melhor morte, né? Mas aí quando eu estiver lá com meus 90, imaginamos, eu invento de atravessar a rua fora de uma faixa de pedestre e vem um motorista distraído e me atropela e eu venho a falecer, venho a óbito em função desse atropelamento, percebeu o amigo
internauta. O amigo que está é. Acompanhando essa nossa live ao vivo. O quanto de livre arbítrio interfere naquilo que pode ter sido escolhido por nós antes de reencarnarmos? Pois é, muitos não param para pensar nesses detalhes, nessas nuances, né? O Antônio Carlos Amorim, que também é do nosso conselho de gestão. Ele tá perguntando aí para vocês, Claudinha, primeiro, depois o Alexandre. O que se leva da vida é a vida
que a gente leva. Isso, inclusive tava numa das questões que eu pautei para hoje, Amorim, você tá aí, né? Com transmissão de pensamentos, espíritos estão trabalhando ao nosso derredor para antecipar uma outra questão. Então, Cláudia, esse o que se leva da vida é a vida que a gente leva, que também está numa música imortalizada na voz da grande da querida Leila Pinheiro. Isso é fatal. Agora você me pegou, sinceramente? Eu não o Amorim.
É, deixa o Amorim comigo, é? Na realidade, sim, é a nossa Liberdade, é o nosso livre arbítrio. É o que você falou agora há pouco, né? É fatal porque pode é nesse ponto ter é como que é consequências pra nossa vida e pra vida do outro. Então poderia ser assim. É fatal, Alexandre concorda com a nossa Cláudia. Ó, eu encaro essa afirmação. Como 11 outro ponto de vista, tá, é verdade o que o que se leva da vida é o que a gente é, é a vida que a gente leva.
Ou seja, se você é uma pessoa egoísta, orgulhosa, todos nós somos egoísta e orgulhosos, então vou, vou vou mudar minha afirmação. Se você se torna mais egoísta e mais orgulhoso durante a encarnação, quando você sair do corpo físico, as consequências do uso desse orgulho e desse egoísmo vai ser o que você vai levar.
Então, a vida que a gente leva, ou seja, tudo que a gente fez, a gente disse, tudo que a gente pensou durante a encarnação vão ser colocados na nossa bagagem pós encarnatório após a desencarnação. Então sim, é, mas eu não colocaria como fatal, mas sim como certeza. É certeza que tudo que você intencionalmente pensou, fez ou disse. Você vai levar consigo depois da encarnação e aí você volta na erraticidade fala assim, nossa, então o que que eu fui fazer? O que que eu fui pensar?
O que que eu fui falar? Aí Na Na, na erraticidade você vai reavaliar, ver a quantidade de coisas. Não anão, não é não adequadas. Não. Não, não concretizado que você não deveria ter feito, nem falado, nem dito, né? E falar assim não, eu vou repensar e vou na numa nova oportunidade eu vou. Fazer diferente, pensar diferente e falar diferente. Então a fatalidade é do de que AAO que se leva da vida é OA vida que a gente leva? É sim, mas eu não colocaria como
fatalidade, sim, como certeza. Fatalidade é um pouco diferente no meu ponto de vista, na minha concepção fatal de alguma coisa que você não consegue evitar. Mas se você mudar sua maneira de viver, a maneira com que você trata as pessoas, a maneira com que você trata você mesmo o seu corpo, como você conserve o seu corpo. Isso também é, é, é, vai ser consequência quando você desencarnar. Então, para mim é uma certeza e não uma fatalidade.
Você contém controle sobre isso? Então, pegando exatamente isso, que tu trouxesses com qualquer um dos defeitos que são características inerentes de quem está nesse estágio de expiações e provas, o segundo, apenas de 5 degraus, é na. Escala progressiva dos espíritos e dos mundos, vamos dizer assim. Então eu sei intimamente como uma pessoa moralizada, como uma pessoa é com uma cultura voltada à religiosidade, uma vinculação ao espiritismo que estabelece, não.
É premissas e é inafastáveis. Mas roteiros. Gosto muito dessa expressão. Roteiros pra vida, pra gente não ficar dentro daquela ideia de que o espiritismo prescreve normas de procedimento ou de conduta. Pra nós, que isso é das religiões, não é do espiritismo. Né? O espiritismo não é uma religião. Deixamos isso bem claro.
Não obstante, muitas pessoas podem entender ainda que o espiritismo está substituindo a religião que tinham antes de se tornar espiritas ou estão agindo como religiosos dentro do contexto espírita, que tem essas 2 situações bem claras também. Então imagine Alexandre e Cláudia, eu é. Sei que a avareza é um defeito muito complicado, muito ruim para mim espírito, e eu me predisponho intimamente anão ser avaro, mas eu não consigo. E aí durante a minha vida eu nutro essa avareza. Né?
Eu não consigo é doar. Eu não consigo é destinar a ninguém. Eu quero tudo pra mim. Eu quero tudo embaixo dos meus, dos meus braços, como se fossem 2 asas de uma ave EE. Eu termino a minha vida com aquela nódoa. Com aquele defeito não corrigido, não obstante eu possa ter inclusive me comprometido no conjunto das provas de vencer a avareza. Então não acha que o você não considera Alexandre e Cláudia também que AA afirmação capciosa do nosso querido Amorim?
Não foi nesse sentido de que é eu vim? Pode corrigir, eu vim para ser melhor. Eu vim como descardec, para superar as minhas más inclinações, mas eu não consegui. Então a avareza foi fatal para mim no momento em que eu desencarno. E do outro lado da vida eu faço aquilo que Agostinho disse todos os dias nós deveríamos fazer, mas no final da vida também vamos fazer, que é o Balanço da existência. E vou constatar que foi fatal a avareza na minha existência, porque eu não consegui dela me
livrar, concordam? Acho que o Alexandre deu uma travada. Vamos lá. Cláudia concorda com isso. É a pessoa que que não conseguiu vencer, vai ter que 1 hora vir e vencer isso, né? Ela ela perdeu pra pra avareza, mas ela pode ter ganho em outro sentido em outras coisas, né? E também vai ter. Esse não é uma coisa determinada. Ah não, não conseguiu avareza, mas vai saber Oo restante e o que a vida proporcionou Pra Ele continuar a ser avarento, né? Então não, não vejo nesse sentido.
Alexandre voltou. Sim, voltei, deu uma piscada aqui, mas voltou. Pra variar meu ponto de vista um pouco divergente. Aí eu não acho que a vareza foi fatal na existência do, do, do desse espírito, tá? O que importa é o esforço que a gente faz pra combater dentro de nós. No caso que você disse, é a vareza, mas outros defeitos que a gente tem, tá? Então o que conta é esse esforço.
Quando eu desencarnar, eu vou desencarnar com aquela nódoa assim, mas essa encarnação contou porque eu aprendi um pouco mais. Não foi dessa vez, mas na próxima eu vou estar com muito mais forte, muito mais embasado para conseguir vencer. Avareza, então é ninguém, ninguém é. Sai do umbral que encarna na Terra e depois, na hora que for desencarnar, vai para o nosso lar. Eu gosto de fazer essa, essa alegoria, porque a gente não dá saltos no encarnações.
O nosso progresso é muito pequeno comparado com o que a gente imagina que que que evolui. Então o que é preferível sim, é sempre progredir, não interessa a quantidade nem a velocidade, mas o que interessa sim é nunca parar e sempre progredir. Então nesse caso que você falou da vareza, eu entendo que houve um progresso, sim, porque o espírito encarnou já com essa intenção. No final ele não conseguiu, mas. Ele se fortaleceu para nas próximas conseguir. E um dia vai conseguir sim.
Vencer a varejo não vai ser de 1 hora para outra, não cai. Perfeito. Acho que os conceitos são convergentes, né? Eles são complementares. Nesse processo, vamos passar para mais uma questão, vocês sabem que Kardec fala de fatalidade, além de conceituar. Né? No livro dos médios, um pouco antes, né? A expressão fatalidade na cronologia da obra kardeciana aparece pela primeira vez em o
livro dos espíritos, né? E curiosamente, pra você que não conhece a contextura da obra, fatalidade vai aparecer no capítulo das leis Morais expressamente na lei de Liberdade. Então, entre as questões, 851 a 867, Kardec trata da lei da Liberdade. E vai aparecer então o conceito de fatalidade. E eu vou abrir aspas para afirmação dos espíritos, em resposta a uma das questões que Kardec fez, a fatalidade existe unicamente pela escolha que o espírito fez ao encarnar.
Desta ou daquela prova que irá sofrer. Então veja daquele conceito católico, daquela abertura que nós encontramos no conceito lato de fatalidade contido no vocabulário espírita, nós temos uma restritividade, temos uma objetivação do conceito pra trabalhar com a ideia de que fatal mesmo. São as provas que nós escolhemos. Por quê? Porque isso está intrinsecamente relacionado ao livre arbítrio.
Já vi que tem uma pergunta do outro conselheiro aí o yamin que eu vou jogar depois dessa para nós trabalharmos um pouquinho sobre livre arbítrio não é o objetivo dessa terceira questão. A terceira questão é o seguinte, se nós escolhemos as provas, elas funcionam para nós. E o espírito responde a Kardec nesse sentido, como um destino. Né? Que é a consequência da posição onde nós vamos estar colocados nas diversas situações da vida. Ah, eu escolhi como prova é ser
pobre. Então eu vou ter esse, entre aspas, determinismo da pobre da pobreza. Mas eu posso empreender todos os esforços pra sair da pobreza, senão nós não não teríamos no mundo. Indivíduos como nós, que saíram de uma situação de pobreza e
venceram na vida. Essa é a expressão, inclusive, que o popular se usa, fulano venceu na vida, beltrana venceu na vida, isto é, venceu a pobreza, venceu a condição de indigência, a condição de ausência de facilidades materiais, que deve ser o caso do Alexandre, deve ser o caso da Cláudia e deve ser o meu caso. Porque nós saímos de baixo e alcançamos proveitos em função dos nossos esforços. Não somos melhores nem piores do que ninguém espiritualmente
falando. Nós temos essa Vitória de ter saído da pobreza e temos uma condição melhor hoje em dia, concordam? Então, a pergunta que eu vou fazer em relação a esse contexto é da fatalidade como escolha de provas. É os espiritas.
Acabam se esquecendo disso para dizer que tudo tudo no contexto encarnatório é fatal, tudo é pré definido, o que nos dá uma limitação, sem dúvida nenhuma, uma restrição ao que seria Liberdade nos transformando até em marionetes, como se Deus ou os espíritos mais elevados estivesse dizendo não, agora faz isso, agora vai para cá, não agora vai para lá. O que que vocês acham disso, Alexandre e depois Cláudia? Bom, eu acho que Na Na sua pergunta já tem AAAA, já tá
contida a resposta, né? Na verdade é a fatalidade, é é a escolha da prova que a gente vai AA escolha que a gente faz quando a gente vai encarnar. Voltei. Só me deem ok se eu voltei. Ok, então. Tá bom? Ok, vou. Vou fazer o raciocínio de novo. A fatalidade é, eu vou. Eu escolhi nascer na pobreza. O exemplo que você deu, a fatalidade é a prova, não o resultado da prova. Ou seja, eu vou, vou usar exatamente esse esse nome aí,
esse conceito eu vou prestar. Vestibular é fatal, eu vou no dia do do vestibular, eu vou lá prestar vestibular. Essa é a fatalidade. Se eu vou passar ou não, depende do meu esforço, fazendo a comparação, as provas que a gente. É programou lá, antes de encarnar são a fatalidade. Vou passar por essa prova, essa prova, essa prova. Como eu vou passar? E o resultado dessa prova aí não é o nosso livre arbítrio e o nosso esforço é que vai dizer por favor, Cláudio.
Tá multado? Precisa desmontar, tá no mudo? Desculpa, é, é exatamente isso, né? A gente escolhe a prova ou as provas, então. É esse é o momento fatal, mas quando chegar aqui, como nós vamos passar o meio, se vamos vencer, o quanto tempo vamos levar para resolver isso, né? A passar por essa prova, é como que nós vamos usar o meio que a gente está para poder vencê las e também poder ajudar o outro nesse momento, né? Então de ajuda, multa mútua entre as pessoas para
complementar um pouquinho. Certo, eu vou jogar um pouquinho de pimenta no que você disse, Alexandre, né? Porque eu falei da pobreza. Você usou o mesmo exemplo, né? Então nós tivemos essa sintonia Na Na exemplificação e aí eu vou te colocar exatamente o que eu fiz na pergunta, nascemos pobres. Nós 3, outras 3 pessoas semelhantes a nós também nasceram pobres.
Eu, você e a Cláudia lutamos, suamos, fomos atrás, corremos atrás da máquina e conquistamos pelo nosso esforço na utilização do livre arbítrio, uma melhora financeira. Se foi uma melhora intelectual, se foi uma melhora moral, ética não está sob cogitação. Estou falando só sobre o aspecto
financeiro. Aí pegamos as 3 outras pessoas que não conseguiram sair da condição de pobreza e nós temos no Brasil, infelizmente, muitas pessoas abaixo da linha da pobreza que precisam de é. Ações governamentais e ações fraternas e solidárias dos seres humanos que coabitam no mesmo país, no mesmo planeta. Neste momento, nesse quadrante da vida espiritual de todos nós, então o popular acho espírita o senso comum. Espírita vai dizer o seguinte,
não. Aquele não conseguiu deixar de ser pobre porque era fatal que ele fosse pobre nessa existência. Entendeu a nuance da da pergunta? E aí nós temos um problema conceitual espírita. O espiritismo não diz que quem nasce pobre vai ser pobre. O espiritismo não diz que o indivíduo que nasceu sem uma perna não pode ter uma perna
mecânica. O indivíduo o espiritismo não diz que o indivíduo que nasceu com uma doença congênita grave não tenha que lutar com os meios que a medicina oferece para ser alguém com uma existência mais confortável, mais saudável. Que ele possa ser uma pessoa com dignidade e buscar a Felicidade. Então, nós às vezes percebemos. Em palestras ou em artigos, uma douragem da pílula da fatalidade, como se nós estivéssemos submetidos a um conformismo. Então, o Brasil é um país de terceiro mundo.
É um país que luta contra a corrupção e as mazelas sociais. Porque a destinação espiritual do país ter isso. E esse é um conceito equivocado de fatalidade. Por isso é preciso pensar um pouco mais sobre aquilo que você ouve ou lê de veículos ou de lugares ditos espíritas. Porque a interpretação nem sempre vai ser a interpretação da filosofia espírita, eSIM aquilo que nós se caso, a gente costuma dizer. Alexandre Cláudia, o espiritismo
à moda da casa. A moda do escritor, a moda do palestrante não é isso, Alexandre? Bom, vamos lá. É pra mim esse tipo de postura. Não vou nem falar com uma afirmação. Você disse que ou palestra ou artigos, mas é uma postura, pode ser dita ou escrita. Esse tipo de postura é a postura cômoda. Ah, eu sou assim porque a. Vida me deixou assim, é muito mais fácil eu colocar. Em outra pessoa, ou numa entidade, no nosso caso, Deus, ou em alguma coisa ou outra coisa, a causa de um infortúnio
nosso. É mais cômodo isso. E aí eu vou. Falar eu preciso de ajuda porque a vida não me favoreceu. Você disse bem no começo, todos os 6 nasceram sem a mínima condição nenhuma e por esforço próprio, alguns conseguiram melhorar a sua condição e outros. Por esforço próprio, não saíram da condição que estavam. Então é mais como de eu chegar e dizer assim, a vida não me favoreceu. Eu, eu entendo que OA é, nós estamos no planeta de provas e expiações, somos espíritos imperfeitos ainda.
Então as provas são difíceis, são duras pra nós, porque nós não temos condições, ainda é Morais pra pra vencer essas provas, por isso nós estamos passando por elas, né? Mas essa postura cômoda de dizer que Ah, não, o Brasil é um país de terceiro mundo e tem mazelas sociais e corrupção. Porque é uma fatalidade. Não, não, não, não é a escolha do povo brasileiro, e eu não vou alongar o meu raciocínio, mas é
a escolha do povo. E assim como é a escolha da humanidade, permanecer na situação que está, ou seja, um planeta de provas e expiações demorar tanto tempo para passar por um planeta de regenerações, porque todos que estamos encarnados e a população desencarnada, que é quem volta, permanece, escolhemos isso. Muito bacana, Claudinha. É esse papo me lembrou, quando eu eu estava No No colégio, que a minha professora contava assim, a professora de
Geografia, né? Ela contava uma historinha assim, que Deus, quando foi criar o Brasil, colocou muita Riqueza mineral, muitas florestas, né, peixes, animais, que o país era maravilhoso. Aí o ano falou, poxa, mas o senhor está criando o Brasil assim, com tanta coisa boa? E os outros países, né? Poxa, porque tudo isso pro Brasil é, você não sabe o povo que eu vou dar Pra Ele. Então o brasileiro também se acostumou com isso, né? Porque eu vou lutar contra a corrupção se eu faço pequenas
corrupções, né? Então isso também a gente tem que usar essa nossa Liberdade de crescer como pessoa ou financeiramente. Ou seja como for, pensando, poxa vida, o quanto eu tenho também de de corrupto? Talvez eu tenha fugido um pouco, mas é me lembrou muito isso das pessoas falar assim, Ah, eu tô aqui no Brasil, eu tenho que viver assim, eu tenho que dar um jeitinho, né? Eu não. Pra que que eu vou melhorar?
Se se eu tô nesse meio aqui não pensa que se ele melhorar, ele vai melhorar o meio dele também, né? É, nós também temos que pensar nisso. A nossa Liberdade vai também enquanto nós melhoramos financeiramente, porque nós podemos ajudar o nosso meio, mas também a nossa melhora moral, porque também seremos exemplos pros outros, né? Parece que isso aí era meio que uma doutrina, né? Na educação, porque eu também.
Eu me lembro de ter ouvido isso de um professor ou uma professora minha, né, meio jocosa essa situação, mas era o era o mesmo exemplo. E aí eu vou me permitir também entrar na jocosidade espírita, né? Porque o imaginário popular espírita, a partir de uma obra do da década de 30, acredita piamente que nós somos o coração do mundo e a pátria do evangelho, né? E aí eu já disse dezenas de vezes, né? Poxa, o Brasil é o coração do mundo e a pátria do evangelho.
Vamos olhar para o Brasil. Quanta injustiça social, quantas misérias, quantas agora situações de desastres naturais, de intempéries. Eu não imaginaria que o Brasil, o coração do mundo, o pátria evangelho, tivesse isso. Então você, meu amigo espírita, eu não estou desacreditando dos espíritos nem estou achincalhando.
A memória de Francisco Campos Xavier, o querido Chico, que o eck sempre registra como sendo o responsável pela grande popularização do espiritismo no Brasil, em muitas partes do mundo, pelas suas obras, mas, sobretudo, pela sua conduta
ética. O que eu quero dizer é que abra bem os seus olhos para não repetir essa afirmação, eSIM dizer, o Brasil poderá ser um dia o coração do mundo e a pátria do evangelho, não significando em nenhum momento que o que o Brasil seja a repetição de Roma, a repetição
de Atenas e esparta. A repetição de Jerusalém, se considerando o povo eleito ou a nação escolhida por Deus, porque todos os espíritos são escolhidos por Deus e todos os países têm a mesma importância porque são apenas Oo loucos, onde nós estamos encarnados para continuar a nossa trajetória? Agora eu vou pedir a técnica que coloque a pergunta do yamin que encaixa nisso que nós estamos conversando, né? OAEA mim, que também é do conselho de gestão.
Pergunta, o livre arbítrio é livre mesmo ou é relativizado pela conjuntura social na qual o espírito encarnado está submetido? Cláudia. Marcelo, nós temos Liberdade de escolha. A gente está No No no meio social, que muitas vezes é difícil de você sair de algumas situações que estão ali, né? Principalmente. Nessa parte mais mental, do do do meio, do do que te sufoca no ódio, na raiva, é muito mais
difícil você sair disso, né? Mas eu posso usar minha Liberdade, sim, para tentar sair desse meio, é claro, quanto mais conhecimento nós temos, quanto mais elevados moralmente nós estamos, mais Liberdade nós conseguimos ter, né? Porque nós trazemos isso no nosso espírito, né? Então é, o meio dificulta, claro. Mas foi o que você falou agora há pouco sobre a pobreza? Nós conseguimos sair sim, vencer isso. Alexandre. Vamos lá, eu vou. A minha resposta é a mesma, continua a mesma você.
A gente não dá saltos e a gente não progride por saltos. Então, quando você coloca o yamin, coloca se o livre arbítrio é relativizado pela conjuntura social, eu vou imaginar o seguinte. Vou fazer de novo a comparação do assunto que a gente estava. Se eu é encarnei num berço bem restrito, bem pobre é, eu não vou ainda na infância me tornar milionário. Eu preciso de transformações pequenas pra chegar mais pra frente e conseguir é fazer essa
modificação. Então, quando a gente olha num curto espaço de tempo, parece que sim, que olhar a encarnação como um todo, não mais. Ou seja, eu posso. Posso nascer é cortou minha? Fala um pouquinho, mas pode. Seguir até onde você até onde? Tá bom, vou seguir. O que acontece é que é AAA. Conjuntura social pode sim, é me impedir de certas escolhas, mas de novo, como o espírito, eu tenho a Liberdade de eu posso ter nascido no, no, no meio de traficantes e não ser traficante.
Ou seja, a conjuntura social me levaria a isso aí. Aí vocês vão dizer assim, não. Mas se você escolher não participar, você morre. É uma escolha. É uma escolha. É esse o meu comentário. Eu quero lembrar aqui é 111, tema da minha formação, né? Como jurista, é, durante muito tempo você acreditou numa teoria criada por um jurista de origem italiana, o César e lombroso. De que o tamanho do crânio, tamanho da caixa encefálica determinava a criminalidade dos indivíduos?
Porque ele pegou, num experimento científico, um número x de pessoas. Imaginemos 200 pessoas. E dessas 200 pessoas vamos supor, né? Não estou trazendo aqui os dados da pesquisa científica. Mas que 120 eram criminosos e desses 120, 110 tinham um cérebro mais ou menos parecido em termos de tamanho de medidas, né? E isso valeu durante muito tempo na pesquisa dentro da ciência do direito, né?
Então isso seria um condicionante, da mesma forma como o Alexandre utilizou agora há pouco um condicionante do cenário do ambiente. Né? Então eu nasci na favela, eu vou ter um resultado. Eu nasci num numa periferia, eu voltei num resultado. Eu nasci de uma família, é, é abastada na capital de um estado, de um país, na capital da República, de um país. E eu vou ser de um outro modo. Claro que OEA mim tá chamando
atenção. Para as circunstâncias do cenário, as circunstâncias conjunturais, as influências do meio, penso que nós, na sociologia hoje estudamos bastante a questão da dinâmica, de como o meio influi no indivíduo e como o indivíduo também influi no meio reciprocamente. Kardec fala disso sucessivas 2 vezes quando diz que as grandes transformações sociais, elas nascem da inteligência de um indivíduo.
Em um determinado momento, mas ela encontra reverberação, ressonância em outros que também estavam pensando naquilo, mas não deram um primeiro passo no sentido da revolução da transformação. E não pensem que eu estou falando de revolução pegar em armas. Eu estou falando da revolução das ideias, que pode ou não ter artefatos materiais para dar a condição.
Né? De resolutividade em muitos países, AA Independência ou a Proclamação da República ou a edificação de de uma nação, ela brotou de revoltas armadas em outros, por revoltas sociais não armadas ou revoltas de ideias. Então o yamin toca nesse ponto pra relativizar a ideia comum. Entre os espíritas, de que? Ah, eu não consegui ser o que eu queria porque o ambiente não me favoreceu. Não é mais ou menos isso, Cláudia, que ele quer colocar na questão. É, eu posso dar até um exemplo
meu. É, eu realmente nasci no meio de muita dificuldade financeira, mas o meu pai trabalhava numa empresa, numa grande empresa, e essa grande empresa tinha um tem até hoje. Uma escola, uma escola fantástica. Na minha época era era é período integral e era muito longe pra eu ir estudar. Eu com 11 anos de idade, eu saía 5 horas da manhã da minha casa e
voltava às 6 da tarde. IA sozinha com 11 anos de idade, pegava um ônibus, quase 1 hora nesse ônibus e as pessoas falavam pra minha mãe o seguinte, você é louca da menina. Sair tão de madrugada de ir pra essa escola, ficar o dia inteiro longe de você. E aí os meus pais falavam, não é estudando, é estando lá que ela vai aprender coisas. Depois os meus irmãos também entraram lá e realmente estudar neste colégio fez a grande
diferença na minha vida. Então é, é a partir do momento que os meus pais escolheram que eu fosse pra lá e eu permaneci nessa escola. Até o colegial, o colegial técnico na época, e isso influenciou muito na minha vida. Então, olha só, as escolhas deles pra mim me ajudaram a ter um futuro diferente do que eu tivesse se eu fosse estudar no colégio mais simples ali perto da onde eu estudava. Então isso foi um diferencial na minha vida e no meio também, né?
Que isso também influenciou depois na minha vida casada de filhos. Porque a educação, essa coisa de de incentivar os filhos a cada vez estudar mais. Veio disso? Então entra exatamente nessa pergunta que você fez, acredito. Quer complementar alguma coisa, Alexandre? Sim, é você na sua pergunta. Disse no final que eu não consegui o meu objetivo porque Oo ambiente a comunidade não permitiu. A resposta da Cláudia foi simples e direta, troca de
ambiente, troca de comunidade. Ah, mas eu não consigo. Ninguém tá falando pra você sair é do interior do país, rural, e ir pra capital federal, não troca de ambiente aos poucos. De novo eu vou, vou repetir pela terceira vez, as mudanças não são bruscas, elas são aos poucos. É isso. E o exemplo da Cláudia é perfeito troca de ambiente. Bacana, então aí temos aí uma concordância. Passamos então para a próxima, que é a pergunta do Valdecir Santos, nosso internauta que
está ao vivo conosco. Por favor, técnica isso. Como explicar a fatalidade que ocorre nesses chamados desastres coletivos, né? Imagina aí 11 acidente de trânsito como ocorreu essa semana com? Dezenas de mortos, né? Imagine aí é é uma avalanche, um maremoto, uma enchente que dizima é centenas de vidas, às vezes milhares de vidas, né? Um tsunami, um incêndio de graves proporções, como ocorreu em Santa Maria, alguns anos atrás, na boate Kiss. E nós já tivemos oportunidade,
viu? Valdecir, você pode consultar o nosso portal. É WWW com cardec.net.br. Você vai encontrar alguns textos falando sobre essas questões fatais ou de fatalidades. É com a interpretação espírita, mas vamos aproveitar que você fez a pergunta para também verbalizar a respeito. E o Valdecir diz assim, é complicado entender toda essa logística. Olha a inteligência da pergunta, né? Para reunir tantas pessoas em um determinado momento?
Né? Então por que que aquelas 200 pessoas, aquelas 500 pessoas, aquelas 3000 pessoas estavam reunidas num determinado é, é? Um momento, desculpe, AA Cláudia está me dizendo aqui que é a Valdeci, né? O nome aí é é homônimo, né, é híbrido.
Então me perdoe a Valdeci. Então está perguntando como é que há essa logística espiritual, Alexandre, para reunir tanta gente que tinha que desencarnar, vou usar essa expressão entre aspas em negrito, tinha que desencarnar naquela naquela ocorrência, naquele evento fatal. Muito bem, vamos lá. É você disse há pouco, há uma meia hora atrás, que os espíritos tinham. É, tinham avisado que a gente não tinha vocabulário suficiente para explicar. É a pureza de um espírito e tudo
mais. Para nós, é complicado entender a logística para reunir tantas pessoas. Mas quando a gente fala da perfeição divina, é a gente não consegue entender. Mas. Essa logística é perfeita. Nada acontece na hora errada com a pessoa errada. Então, se aqueles estudantes dessa semana, aqueles que estavam no avião que caiu, aqueles que estavam no local que teve uma enchente, tudo essa logística toda não foi feita nos últimos minutos. Isso foi feito antes da encarnação de cada um deles.
A programação você disse do começo da nossa conversa. Era para viver até 98 anos. Aí eu resolvi atravessar a rua sem olhar para os lados e fui atropelado com 90. A gente pode mudar isso? Pode antecipar. Mas se a gente seguir a programação que foi feita antes da de encarnarmos, ou seja, a fatalidade, é as provas que a gente vai ter que passar. Uma dessas provas é a forma de desencarnar. E aí a logística divina que é perfeita, dá conta disso tranquilamente.
Claudinha. Ah, eu concordo e discordo, né? Porque algumas pessoas poderiam estar ali não precisar desencarnar naquele momento pela Liberdade de estar. Então, assim, claro, existe a logística de quem realmente precisaria estar aqui, né? A morte é coletiva, mas o desencarne é individual, não é isso? Mas nesse momento alguma pessoa poderia estar ali que não teve até um rapaz nessa semana que ele estava nesse ônibus.
É, ele estava No No local ali onde todos morreram, né, no mesmo lugar, só que ele levantou para mexer no ar-condicionado, no que ele levantou, aconteceu o acidente, ele não morreu. É interessante, né? Então eu é, Eu Acredito que nem todos que estão na nesse momento de morte coletiva precisa estar. E a Val conhece muito bem o assunto, porque ela domina bastante as leis Morais, tá fofoca espírita aqui. É interessante? Deixa eu acrescentar uma coisa, Marcelo, sobre o que AA Cláudia falou.
AAA prova final desencarne é uma fatalidade, mas eu posso sim melhorar esse desencarne e da minha conduta durante a encarnação, em vez de eu chegar lá naquele desencarne sofrido, eu posso ter um desencarne menos sofrido. Eu posso sim melhorar, não só piorar, tá? Oo livre arbítrio funciona pros 2 lados, graças a Deus. Eu lembro de uma situação, é, não vou, não vou lembrar de todos os detalhes, mas eu vou, eu vou.
Me lembro de uma situação que enfocava mais ou menos o seguinte, o indivíduo sobreviveu a um dos acidentes mais difíceis de ter sobrevivente, que é o acidente aéreo, né? Proporcionalmente, se morre menos de avião do que de qualquer outro meio de transporte. Mas quando cai o avião, quando o avião explode, né? Quando o avião é, tem qualquer pane. É muito difícil ter sobreviventes, mas o indivíduo conseguiu sobreviver a um acidente aéreo. Vou lembrar aqui o acidente que vitimizou aí.
É 11, agremiação inteira de futebol, mais dirigentes, mais repórteres que viajaram. É rumo a Colômbia para. Uma partida de futebol da do torneio sul americano, né? Da copa sul Americana, que foi aqui de Santa Catarina, a delegação da associação Chapecoense de futebol. Houve sobreviventes incrivelmente naquele desastre, né? Então, pegando esse exemplo, ocorreu um acidente aéreo. O cidadão sobreviveu, foi pro
hospital, voltou pra casa. Na semana seguinte, ele foi a um bar ver um jogo de futebol, se desentendeu como uma pessoa, levou uma facada e morreu. Destino, o que é destino fatal fatalidade, o que é a fatalidade? Nós disseram os espíritos, não temos condições de entender a
dinâmica, a sistemática. A logística, como disse a Valdecir um dia, entenderemos atualmente, não só podemos dizer, à luz da doutrina dos espíritos, de que toda morte toda desencarnação, entendendo aí que este é o momento fatal do ponto de vista corporal orgânico, porque nós não vamos mais beijar o ente querido que morreu hoje. Nós não vamos mais abraçar, nós não vamos mais conversar nos sentidos materiais, podemos conversar espiritualmente e conversamos. Então, o que que acontece?
Esta ocorrência orgânica, corporal, material, ela é fatal, ninguém dela escapa. Agora, quando e de que maneira nós não podemos antecipar. Nós não somos pítons ou pitonisas. Nós não temos uma bola de cristal e nenhum espírito Sério. E aí nós vamos voltar à obra de Kardec? Está autorizado ou tem conhecimento do momento exato do desencarne? Já que a Cláudia contou aí 11 causo da vida, eu vou contar um
causo da minha existência. Eu estava no momento profissional de muita atividade, deixando Florianópolis, viajando o país todo. E eu viajei e a minha mãe estava meio adoentada e eu embarquei para Brasília. Num dia a atividade IA começar. No dia seguinte, embarquei à tarde. No outro dia, de manhã, começava
as atividades. De manhã eu recebo uma ligação quando eu estava no Senado federal para uma atividade lá, dizendo que a minha mãe tinha sido hospitalizada e que era para mim regressar porque ela estava com risco de morte. E eu abandonei a minha, a minha atividade e voltei para casa. A minha esposa estava grávida e aí ela, no momento de de desespero dela, ela pensou. E rezou entre aspas.
Disse assim, poxa, logo agora que eu estou grávida, que eu vou dar um neto pra minha sogra, Ah, ela não vai morrer. E um espírito se aproximou da Júlia, minha esposa, e disse, ela ainda vai viver algum tempo, ela ainda vai viver um pouco, disse o espírito e ela depois me contou isso. Depois que a minha mãe melhorou, saiu do pronto Socorro e teve ainda mais 5 anos de existência conosco. Esse pouco era Alexandre, Cláudia, 5 anos.
Isso é emocionante. Isso me arrepia até hoje, porque o espírito sabia, mas não tinha autorização de dizer quando seria, de que modo seria. E aí, tome cuidado, você que vai. A Júlia tá aí completando, né? Você que vai na casa espírita e lhe dizem coisas para acalmar seu coração ou coisas para que você continue sendo crente fiel naquele grupo, naquele naquela instituição espírita, continue acreditando naquele espírito, continue acreditando naquele
médium ou naquele dirigente. Porque muitas coisas são ditas sem veracidade, sem conteúdo espírita, sem fundamentação espírita. E o antídoto para isso chama se estudo, estudar, estudar, estudar, para não ser vítima fácil, de pseudomediuns de pseudo espíritas que só querem honras. Que só querem valores do mundo e não valores espirituais. Vamos mais para mais uma questão aqui da nossa pauta, Alexandre e Cláudia, agora é o Alexandre que começa ou a Cláudia começa? Me perdi.
Aí mais ou menos é o Alexandre, tá bom? Existe um mantra, Alexandre, entre os espíritas, utilizado muito comumente para justificar as fraquezas humanas. Esse mantra deriva de uma outra interpretação apressada e sintética a respeito da influência dos espíritos sobre as nossas vidas. Kardec pergunta numa das questões do livro dos espíritos. Sabiamente e capciosamente, ele pergunta, influem os espíritos dos acontecimentos da nossa
vida? E o espírito dá uma sentença que não pode ser tomada ao pé da letra jamais. Como nenhuma afirmação espírita. Ela é uma diretriz, ela é uma bússola, mas não é uma afirmação perentória, não é um decreto, não é uma sentença final. Os espíritos, dizem, influem a tal ponto. Que em várias circunstâncias que não raro são eles os espíritos que vos dirigem. Ou seja, são os espíritos os desencarnados que dirigem algumas situações da nossa vida. Muitas situações, às vezes não
há uma certa prescrição. De uma dependência nossa dos espíritos e uma forte vinculação nesse axioma que está contido na obra espírita Alexandre. Gostei de ouvir o axioma, fazia tempo que eu não ouvi essa palavra? Gostei. Vamos lá, antes de responder, eu vou fazer um comentário sobre o seu comentário anterior. Nas obras básicas, a gente encontra a seguinte afirmação,
quando você ouvir. Datas, horários, qualquer informação de tempo dito pelos espíritos ou inspirado pelos espíritos, desconfie da comunicação que você está recebendo. Não é uma comunicação adequada de um espírito que quer te orientar, mas sim de alguém que quer te enganar. Eu, eu digo isso porque já me falaram muitas vezes, Ah, fico. Xavier encarnou, está com tal coisa. Deu uma travada, Alexandre. Nas obras básicas a gente encontra essa informação,
horários e assim por diante. É o que eu tava dizendo. É, desconfie de Datas, horários e locais ditos pela espiritualidade. Isso não é uma comunicação adequada. Tá agora falando sobre AAA influência dos espíritos e da fatalidade, né? Eu vou usar Oo comentário que eu. Que eu disse agora há pouco. É muito cômodo eu falar assim, Ah, não, não fui eu que disse que proferia aquelas palavras. Quando eu tomei determinado atitude, eu tava sob a
influência dos espíritos. Essas influências existem, mas nós temos o nosso alivearmitro de permitir ou não essas influências, aquela história que a gente ouve nas casas espíritas, orar e vigiar e vigiar e orar e tudo mais, nada mais é que cuidado com as suas companhias e melhor ainda e mais que isso. Seja você uma boa companhia, porque a gente sempre diz, Ah, os espíritos não influenciam. Por causa disso. É que o inverso também é o contrário. O inverso também é verdade.
Ah, os espíritos, parece que é uma coisa distante, eles e nós, não. Agora eu estou encarnado e quando eu não estiver mais encarnado, aí eu vou ser eles. É, tá multado, muito bem, deu uma cortada, Alexandre. Mas deu para entender mais ou menos a linha do teu raciocínio, né, Cláudia? E como você responderia a essa questão em relação a dependência, né? Que pode surgir e que surge, não é pode não, ela surge, né?
Dizendo, Ah, se os espíritos influenciam na nossa vida, eles nos dirigem, então eles que fazem por nós. Desculpa, né? Desculpa boa essa botar a culpa nos espíritos da da de tudo, das nossas próprias escolhas, né? Eles influenciam a partir do momento que a gente se deixa influenciar, correto? Se eu sou uma pessoa que tô pensando bem, agindo bem, quem vai estar ao meu lado, quem quer trabalhar para o bem? Ah, os outros vão querer me influenciar para fazer coisas ruins?
Vão, mas eu vou fazer se eu quiser. Eu vou falar uma coisa pra vocês, hoje em dia Eu Acredito mais que a gente influencia os espíritos de forma ruim do que eles. A gente tá. Eu às vezes penso que nós somos os obsessores. É uma brincadeira que eu faço muitas vezes com os alunos, porque o que que acontece as pessoas veem exatamente culpando os espíritos. Ah, tudo é desobsessão, né? É uma moça que tinha problema de depressão pós parto, é é obsessão. O espírito tá querendo te matar?
Não. Ela tinha depressão pós parto e tratou isso está maravilhosamente bem. Uma moça que é uma pessoa trans, Ah, mas tem lá 11 espírito lá querendo te transformar em mulher pra te matar? Não, ele estava se descobrindo como uma mulher trans. Percebem como as pessoas querem culpar os espíritos pra qualquer coisa? AA gente, tem gente. A gente tem que ser honesto com com a gente mesmo. Sou eu, eu que faço. Eles podem influenciar e piorar a situação? Podem.
Mas de quem que é a Liberdade? Não é nossa, eu acho que é isso. Tem um outro componente aí também que pode ser utilizado nesse contexto, né? Vocês é falaram da influência e a influência existe e a influência como a Cláudia colocou? Jocosamente, ela é recíproca, né? Nós, encarnados, também influenciamos nos desencarnados que se foram, né?
Quer dar um exemplo bem simples? O indivíduo perde o pai, a mãe, a esposa, o filho e chora copiosamente todos os dias, desesperadamente não conseguindo superar a separação, um sentimento que está ainda ao alcance. Da condição espiritual, nós estamos fazendo nenhuma censura, nenhum julgamento. É a condição dele. O que acontece com o espírito. Vendo esse desespero, ele fica ali imantado vinculado. Ele quer acabar com o sofrimento
daquele ente querido que ficou. Então nós também influenciamos os desencarnados. Essa reciprocidade existe? O professor Herculano pires. É foi o maior pensador espírita brasileiro e um intérprete fiel das obras de Kardec, e ele ampliou o conceito de obsessão contido em um livro dos médios principalmente, e em várias passagens da revista espírita, onde a obsessão é tratada. Ele compôs um quadro onde a
obsessão ela podia se dar. De desencarnado para encarnado e de encarnado para desencarnado, de desencarnado para desencarnado e de encarnado para encarnado. Ou seja, compôs o quadro completo. Em um determinado momento do seu livro a obsessão, Herculano diz, seria muito melhor que os espiritas que estudam a obsessão substituíssem essa expressão. Obsessão por influenciação e aí nós vamos justamente alcançar o conceito da pergunta capciosa de
Kardec, porque essa influência? Ela é da naturalidade espiritual. Se você gosta e se você detesta uma pessoa, você a influencia e é Por Ela influenciado. Vou repetir. Se você ama ou odeia uma pessoa, você é influente sobre ela e, reciprocamente, Por Ela, influenciado por causa de uma questão que os espiritas chamam de afinidade de pensamentos ou de vibrações espirituais, pense nisso pra não reputar aos espíritos tudo aquilo que você
pensa e faz. Nem para dizer que você é completamente independente da influência que os espíritos possam ter no seu viver os encarnados e os desencarnados. Muito boa essa prosa, viu? Vamos partir para mais uma questão, aproveitando aí, é pessoal dos bastidores, da técnica, temos mais alguma questão do público para encaixar ou eu posso seguir com o roteiro aqui? O espiritismo cast, esse menino, ele às vezes usa um pseudônimo, né? O espiritismo cast é o Evandro
oliva, pra quem não sabe, né? Então ele diz assim, nos questionamos sempre que há um acidente coletivo, mas não damos conta de que no mundo estão desencarnando simultaneamente centenas ou milhares de pessoas isoladamente. Não é uma pergunta, né, produção? É uma afirmação, mas eu vou jogar afirmação pra Cláudia e depois pro Alexandre. É incrível, né, Alexandre? A gente pede uma pergunta, ele joga um tijolo, mas vamos em
frente. Cláudia, o que dizer então dessa constatação aí muito sábia do nosso espiritismo kest? Pois é, a gente pode jogar isso pra guerra, né? Por exemplo, a guerra não pode ser evitada. E quantas pessoas não morrem lá coletivamente? Estava programado para isso? Provavelmente não, né? Só isso que eu tenho para dizer, Alexandre. Vamos lá, se a gente seguir esse raciocínio do Evandro, nós temos mortes coletivas todos os dias, em lugares diferentes.
Aí você vai falar assim, não, mas isso não é morte coletiva, porque eles não estavam todo mundo junto ao mesmo tempo. Mas se você pegar o horário da do desencarne, você vai perceber que morreram ao mesmo tempo, não no mesmo local, mas ao mesmo tempo. Então é pra mim, é de novo a perfeição da justiça divina sendo exercida por pelo nosso pai criador todos os dias, o dia todo. Muito bem, assim como nascer, né?
O nascer também é fatal, mas eu posso, pelo livre arbítrio, limitar o número de espíritos que vão nascer da minha genética e da genética da minha esposa. Aliás, nós já limitamos, né? Isso é consciência. Isso é livre arbítrio. Isso é o homem inteligentemente. Se encaixando nas leis divinas e optando. Mas eu posso ter me comprometido antes de encarnar Alexandre Cláudia, a ter 6 filhos.
Não pode deixar que eu vou dar oportunidade para 6 espíritos encarnarem e terem a sua vida e fazerem os seus afazeres, espiarem, provarem, etcetera, etcetera, etcetera. E aí eu cheguei aqui, olhei pra um lado, olhei pro outro, olhei para as minhas condições, olhei para as dificuldades sociais, olhei para as dificuldades familiares, para as dificuldades pessoais e optei por ter 2. Eu tenho 21, menina e um menino, a Cristina e o Luca. Eu alterei o meu planejamento,
encarnatório. Eu pergunto ao Alexandre. Nessa questão hipotética, né? Você exerceu seu livre arbítrio, amigo. E você responderá por isso. É o comentário. Serve pra se você tivesse programado lá quando encarnou. Eu vou ter uma família e não quero ter filhos. E agora você tem 21 casal. Você também mudou sua programação encarnatória e você vai responder por isso? Quando a gente fala, vai se responder por isso, a gente sempre pensa no lado negativo,
né? Ah, eu fiz o mal, não, quando você faz o bem, você também vai responder por isso. Tudo o que a gente faz tem consequências pra nossa encarnação, pro nosso futuro espiritual, tem consequências na comunidade e pra humanidade como um todo. Aí as pessoas dizem assim, Ah, mas eu sou um grãozinho de Areia, mas a praia é feita por grão de Areia, se não existir o grão de Areia, a praia não existe.
Essa história de grão de Areia, me lembro, é o complexo de inferioridade ou o complexo de Vira Lata, né? Sou só 1111 gotinha No No no oceano, né? É AO grão de Areia, o gotinha de oceano é o sucessão. Somos todos isso, né? Mas o grupo é que vai conseguir uma transformação. Você vai fazer a sua parte, o outro vai fazer a parte dele. Quem sabe isso vai resultar positivamente aí, Cláudia. É, é o que o Alexandre falou. Você vai responder por aquilo que você resolveu lá, que faria
e não faz. Mas você pode ter feito isso de outra forma, cuidando de pessoas, cuidando de amigos, cuidando de sobrinhos, cuidando de pai de mãe. Você pode ser pai de diversas formas, né? Então eu acho que isso também pode se resolver de uma outra forma. Acredito, pelo pouco de estudo que eu tenho aqui da da doutrina.
Perfeito. Nós também entendemos assim, a produção está me pedindo para que eu lembre você que está ao vivo conosco, dá um joinha lá no nosso, na nossa live, se inscreve no nosso canal para aumentar aí a distribuição que o YouTube faz do nosso conteúdo. Afinal de contas, nós estamos trabalhando como você para a difusão desse pensamento
espírita. Não dogmático, não religioso, aberto ao debate, aberto a dialética, mas permitindo que outras pessoas também possam ter a oportunidade de ouvir o que a gente tá dizendo, de pensar a respeito mais do que ouvir, pensar, entender. Como isso se encaixa na sua existência, no seu contexto de vida? E tirar de tudo a melhor parte, o melhor proveito. Gente, eu vou fazer a última pergunta da nossa live, né?
Nós já estamos alcançando aí 1 hora e meia de live, que é uma pergunta que está associada ao contexto do Brasil, né? O nosso país, ele é majoritariamente cristão. Né? Ele entende que a mensagem de Jesus é a mensagem correta, né? Não que ela seja incorreta, mas, digamos assim, a mensagem perfeita é a mensagem de Jesus de Nazaré. Quando já dissemos isso aqui diversas vezes, apenas 1/3 da população do mundo conhece e segue Jesus de Nazaré. O outro 2/3.
Seguem outros avatares, zoroastro, Buda, zwaltisé, Maomé etcétera, etcétera, etcétera. São não cristãos. Então nós estamos na porção minoritária, mas no nosso país, o cristianismo, ele é, digamos, voz corrente. E aí nós temos 2 religiões a disputar, disputar, melhor dizendo, a atenção e o prestígio desse cristianismo. Uma religião é a católica, você sabe, e a outra é a evangélica, seja a pentecostal, originária, né?
Os protestantes ou a neopentecostal é diversificada em aí, mais de 70 Correntes diferentes do nosso país, sabia disso? Existem mais de 70 agremiações neopentecostais atualmente no Brasil. Tudo bem se a diversidade religiosa. Em ambas essas manifestações do pensamento cristão existe uma ideia generalizada decorrente da fé que nós espiritas, respeitamos, mas chamamos de cega, que aponta para uma dependência completa da vontade divina. Vou usar as expressões que são utilizadas.
Às vezes até presta atenção pelos espiritas. Deus quis, se Deus quiser, Deus provê, graças a Deus, et cetera, et cetera, et cetera. Ou seja, Deus no comando, Deus movendo os títeres, as marionetes, que somos nós. Se Deus não quiser, as coisas não acontecem, certo? Até aí, tudo tudo certinho, concordante. Mas essa é a máxima é, você tá fazendo não com a cabeça, Alexandre, mas eu estou dizendo o que os cristãos pensam. Não estou dizendo que os que espiritas, que estudam a
filosofia espírita é pensam, né? Então, desse parâmetro, os cristãos dizem, é Deus que comanda meu filho, não adianta ter a tua vontade, porque a vontade e a vontade de Deus, certo? Então, partindo desse pressuposto e sendo o espiritismo algo majoritariamente brasileiro. A doutrina dos espíritos no contexto mundial não é francesa, não é Americana, não é italiana, não é africana, não é chinesa. A doutrina dos espíritos hoje no mundo é brasileira. São os espíritas.
O maior contingente de espíritas no mundo, então. Considerando que nós estamos embevecidos, estamos inseridos nesse contexto cultural, social e até religioso, e considerando ainda que a maioria, a imensa maioria dos espíritas, sejam os assumidos, os que se declaram espíritas sejam os simpatizantes, tem um pezinho ali na igreja cristã. Tanto que substituíram a sua religião pela religião espírita. É uma constatação, não é uma crítica. Esses paradoxos são repetidos nas casas espíritas, são
repetidos nas palestras espíritas. 9 entre 10 artigos de jornais e revistas espíritas da atualidade. Pode pegar, pode conferir, vai ter esse entendimento. Deus provê é a vontade de Deus. São as leis divinas que estão fazendo isso que está acontecendo na sua vida. Então eu pergunto, é a Cláudia primeiro, agora não sei. Vou começar pela Cláudia. Como se posicionar diante desses axiomas, diante dessas falácias, diante dessas expressões e se
livrar delas? Porque, afinal de contas, Deus não é alguém que está na frente de um teclado, de um mouse, de um monitor, controlando o meu amigo e minha amiga a sua vida. Cada fio de cabelo da sua cabeça cai por vontade de Deus. Quantas vezes que eu escutei isso na casa espírita? E aí, Cláudia? Como encarar essas expressões e como traduzi las no vocabulário genuinamente kardeciano? Eu vou falar para você. Uma briga, inclusive, foi tema sobre a fé hoje na numa palestra que eu fiz na casa.
É quando a pessoa fala pra mim assim, vai com Deus, eu falo, vou nada, vai com Deus, quer dizer que eu quero morrer? Tenho que ir lá com ele, não vou não, aí as pessoas falam, AI, mas você está falando desse jeito de Deus? Não, meu amor, eu só não quero ir agora, eu prefiro ficar por aqui, né? As pessoas precisam entender que quando você fala que é vontade de Deus, que é que Deus quer, que eu tô tirando a minha responsabilidade de crescimento, eu tô tirando a minha Liberdade, eu tô.
Claro, existem as nossas provas, existem as nossas expiações algo que a gente precisa aprender o que que Deus quer que na realidade que nós façamos aqui é que Jesus falou lá amar, simplesmente amar. Então como que eu vou aprender amar o outro se Deus tá tá mandando tudo que eu faço, então eu não aprendo simplesmente eu tenho que seguir aquilo que eles falam, né? EE, é o que você falou, 2/3 da humanidade não sabe nem quem é Jesus.
E se não fosse, se esse petismo não tivesse aqui no Brasil, fosse em outro lugar, seria outro Avatar, como disse você, claro, nós gostamos de Jesus, das palavras dele, principalmente quando você vai conhecendo Jesus histórico lá, porque traz esse Jesus pra perto da gente. Ou ele foi homem, ele curou ali, mas ele foi homem, ele lutou, ele batalhou. Aí você fala, poxa vida, é esse Jesus que eu quero, né? Não aquele que Ah, é através dele, como diz lá no livro que você citou lá no começo.
Ele fala que o Brasil é o coração do mundo, onde ele fala assim, Ah, eu vou implantar o meu evangelho aqui, eu vou fazer o meu, o meu, pera aí, é isso, então é, é o meu, é o meu EEA, Liberdade das pessoas e o que a gente faz, né? Então é o que a gente tem que aprender a falar para as pessoas, é isso, gente, não é a minha crença que faz, mas na realidade é a Liberdade, é aquilo que eu faço para
aprender, amar, simples assim. Alexandre, vamos lá, na sua pergunta você colocou um ponto que me chamou atenção sobre a fé e a diferença toda é sobre a fé raciocinada. Ela faz a gente entender as coisas de uma forma diferente. Por quê? Porque você raciocina antes, você interpreta antes, pra depois acreditar. Então eu vou usar a os seus exemplos.
Deus provê sim, mas as pessoas entendem que Deus vai colocar comida na minha boca, vai colocar, eu não vou precisar sair de casa, o emprego vem aqui me buscar, eu não vou precisar fazer nada. Deus provê tudo, não, Deus provê as oportunidades e aí nós escolhemos se vamos utilizar ou não essas oportunidades. Ah, graças a Deus, graças a Deus que ele me dá oportunidades. Como é essa encarnação que a gente tá tendo agora? Deus proveu a oportunidade.
A gente usa o univerbítrio da forma que a gente quiser. Juntando esse meu comentário com a afirmação perfeita da Cláudia, melhor caminho é se eu aproveitar essa oportunidade para através daquele progresso bem pequenininho que a gente tem, que a gente que eu disse que não dá saltos, né? A gente aprender a exercer o amor fraterno. Esse é o objetivo de do espírito, aprender a amar. E como é que a gente aprende a amar praticando?
Não tem como. A gente pode estudar muito, mas é só praticando o amor que a gente vai conseguir isso. Então, Deus provê as oportunidades e nós vamos vamos ter que usar a nossa capacidade para decidir se a gente vai amar ou não. Enquanto a gente decidir que não vai amar, nós vamos continuar. Tendo que expiar as nossas dívidas e provar para nós mesmos que nós somos melhores do que já somos, é isso. Eu gosto muito dessa expressão ferraciocinada que você utilizou aí na construção do seu
argumento. Mas eu também posso dizer que essa ferraciocinada ela é particular, ela é individual, né? Cada um vai pensar do seu jeito e vai achar que está tendo uma ferraciocinada, né? E eu costumo quando falo de Deus, é dizer, e isso é uma crítica ao homem Kardec e ao trabalho de Kardec.
Porque eu me julgo no nosso trabalho, no ECK, que somos espiritismo com Kardec, que é sempre com Kardec, jamais será longe de Kardec. Que quem estuda Kardec, como ele, é um homem do contexto cultural, social, doutrinário, literário da segunda metade do século 19. E nós já estamos a 160 anos deste momento. Em 160 anos, a humanidade evoluiu. Pode não ter evoluído eticamente em todos os quadrantes, mas cultural, filosófica, científica.
Literariamente, a humanidade evoluiu muito em relação ao contexto de Kardec. Então, Kardec abre o livro dos espíritos com uma pergunta que despersonaliza Deus. Ele não pergunta quem? Ele pergunta que ou o que é Deus? Eu sei que você já ouviu isso dezenas, centenas ou milhares de vezes. Mas Kardec não é fiel a isto, ao que ele faz na primeira parte do
livro. Primeiro, quando escreve o evangelho, segundo o espiritismo, quando escreve o céu e o inferno e quando escreve a gênese, porque nesses 3 livros que estão. Dentre as obras fundamentais, nós não usamos básicas. Nós usamos fundamentais porque nós consideramos os 32 produtos literários de Kardec com a mesma importância. São 32 obras para nós.
E aí Kardec começa bem, mas termina mal porque ele personaliza ou personaliza Deus. Observe lá, não vá atrás do Marcelo Henrique, nem do e secar. Observe folheie o evangelho e veja quantas frases dos espíritos, ou seja assinadas pelos desencarnados ou de Kardec, colocam a personalização, a personalização dizendo, Deus faz isso, Deus não quer aquilo, Deus destina isso, Deus interpõe aquilo outro. Deus não provê amigos. Deus não quer ou deixa de querer.
Ou, como a Cláudia disse, vai com Deus. Não, Deus não vai a lugar nenhum. Deus é onipresente. Está em todas as coisas e situações. Ele não é alguém a quem eu vou correr, ó Deus, me ajuda aqui porque eu tenho que passar no vestibular. Deus, me ajuda aqui, que eu tô com uma dificuldade familiar de compreensão do meu irmão, da minha esposa, do meu filho, do meu pai, de um colega de trabalho, de um vizinho, ei, acorda. Deus não é homem, Deus não é humano, Deus não tem que querer
ou Deus querer alguma coisa. Deus é Ponto Final. Nós é que somos os artífices, nós é que somos os sujeitos das nossas existências. Gosto muito da expressão personagem principal da minha vida. Você é o personagem da sua vida, Alexandre, o principal. A Cláudia é da vida dela e assim somos todos nós. Deus criou leis. Essas leis perfeitas são auto
administráveis. Ele não precisa estar lá apertando um botão, dizendo assim, agora vou acabar com a floresta amazônica no Brasil, agora eu vou acabar com a geleira no Polo Norte. Agora eu vou colocar o Trump no poder nos Estados Unidos. Pense, ele não faz as coisas nem deixa de fazer. Nós é que fazemos, cumprindo as suas leis. Agradecemos a você a presença na nossa live, mas não vamos embora.
Vou puxar uma questão rapidinha do Ricardo terini pra que vocês, em 1 minuto cada um, se puderem, respondam a ele. A dita programação encarnatório planejamento encarnatório que nós não recordamos boa terini ninguém aqui recorda do que prometeu? E aí a gente diz assim pro nosso filho, na volta a gente compra só Pra Ele parar de de chorar e de reclamar. E essa volta?
E essa compra não ocorreu. É mais ou menos isso que acontece num planejamento encarnatório, ó, você vai descer imaginando que o céu esteja acima, como é a abóbora celeste, né? Você vai descer, vai encarnar e vai ter que fazer tal coisa. Eu disse joinha. Outra tem o esquecimento do passado e a gente não lembra o que prometeu, né Cláudia, né Alexandre?
Não lembramos podemos ter alguns insights, mas não lembramos exatamente do que nos comprometemos, logo estamos aqui como páginas para serem escritas ou reescritas nas nossas vivências. Isso tem sido utilizado pelos espíritas como uma ameaça ou uma condenação. Ó, vai ter coisa lá no teu planejamento, que que eu tenho que fazer aqui? E aí, como é que fica? Afinal, perguntou alterine, Alexandre, temos ou não temos livre arbítrio? Se não me der um minuto, eu vou
tentar usar o minuto possível. Sim, temos livre arbítrio, a programação é feita, mas a execução e como nós vamos executar é exercício do nosso livre arbítrio. Cláudia, sua vez. Boa, sintético. Cláudia. Exatamente isso a gente não se lembra, mas a gente está aqui pra. A nossa Liberdade, fazer o melhor ou o pior, né? Exatamente isso que o Alexandre falou. Bacana, gente, eu quero agradecer a presença sempre simpática do Alexandre e da Cláudia na nossa live de hoje.
O Alexandre entrou dizendo assim, né? Já entrou de sol, né? É, gosto muito de estar aqui, mas nem sempre eu estou aqui. Podia vir outras vezes. Com certeza, Alexandre, é que você sabe que nós temos um grupo aí de retaguarda de 30 pessoas. Então a gente tem que ir em algumas Lives no ano 2025. Depende do ano, depende. Se a gente faz fórum e colocando todo mundo, você sabe que a nossa é cultura dentro do ECKE, da oportunidade igual para
todos. É trazer todos dentro das suas capacidades, habilidades, para que as pessoas também possam dar. O seu pitaco, a sua opinião, tudo no sentido da gente conjunturalmente, provocar o debate, provocar a reflexão e que cada um tire as suas melhores conclusões a respeito de cada uma das nossas atividades. Então quero dizer que foi muito bom estar com você, Alexandre. Com você, Cláudia, né? Nessa tarde noite de sábado, no nosso embalo de sábado à noite.
E vou deixar aí mais 1 minuto pra cada um de vocês, para as suas considerações finais, começando pela Claudinha e a sua simpatia. Eu vou aproveitar que eu toquei No No na história da minha professora, professora Madalena Carvalho, que eu ainda tenho contato com ela, que era professora de história e Geografia, e ela falava assim pra nós, que nós éramos as bolinhas queridas dela. Que nós éramos tão lindas, que tão lindos, que nós parecíamos bolhas de sabão. Ela falava, vocês já viram como
é colorida? E como é linda uma bolinha de sabão? Então, nós, espíritos encanados e desencanados, somos as bolinhas de sabão coloridas e lindas do universo. Que possamos aproveitar nossas encarnações aí para prender, amar e ser feliz, ser as bolinhas coloridas do universo. Falando em bolinha, nós viramos agora bolinhas. Está vendo aí, ó, agora nós estamos mais no quadrado, estamos no redondinho. Então é a bolinha Cláudia, bolinha Marcelo e a bolinha Alexandre. Fala bolinha, Alexandre.
Obrigado pela maravilhosa oportunidade de estar com vocês, bolinha, Marcelo, bolinha, Cláudia bolinha, retaguarda que está aqui nos bastidores, nos. Nos atendendo e nos apoiando, não deixando as nossas bolinhas estourarem, né? E além de agradecer, deixar claro, OOOA mensagem nossa aqui nós ceca. O debate aqui é o mais importante. A gente tem que conversar, a diversidade é o mais importante, as nossas ideias são muito
importantes. O objetivo maior é que todos nós continuemos aprendendo e evoluindo. Mais uma vez eu agradeço pela oportunidade. Muito bem. Agradeço aí a vocês pela gentileza de atender o nosso convite. Deixa eu me enquadrar melhor aqui dentro da bolinha que eu fiquei meio torto e passarmos aí essa 1 hora e 44 minutos agora de debate Franco, com algumas divergências naturais que são.
Do próprio estudo, do próprio raciocínio livre de cada um, o eck se protagoniza como expressão do livre pensar. Então nós temos que começar com a Liberdade de pensamento dentro de casa. Aqui então, não tem nenhum chefe, não tem nenhum dono, não tem nenhum presidente. E todas as ideias são bem vindas a você, que colaborou conosco na forma de comentários e perguntas também contribuiu para que esse livre pensar. Permaneça vivo e atuante entre
nós. Agradeço então a Cláudia e o Alexandre. Peço para que aguardem um pouquinho lá na sala do chá para que a gente possa fazer o encerramento. É isso, minha gente, vamos convidar você já para a próxima é live, que será no dia 8 de março, né? Está aí, é AO banner, né?
O card. Numerologia e espiritualidade onde vamos novamente fazer uma live de casa, vamos ter uma especialista em numerologia que é a Julia schulz e vamos ter como debatedor o nosso Evandro oliva, vulgo espiritismo kest, para fazermos esse grande debate dentro da informação e da filosofia espírita. A você que esteve conosco, o nosso. Muito obrigado que você possa disseminar esse conteúdo. É com as suas redes sociais, com os seus amigos espíritas e não espíritas.
E nós vamos nos despedindo dizendo assim, sou feliz e. Agradeço. Por tudo o que Deus me deu, assim diz o Zeca Pagodinho, ainda que Deus não tenha dado diretamente eSIM as suas leis, muito obrigado. Até a próxima. Até dia 8 de março. Tchau.
