Olá em sequência nas icq. Anos, sejam bem-vindos a mais uma live do nosso quarto lip. O fórum do livre pensar espírita, essa iniciativa, que já se repete pelo quarto ano seguido. Trazendo. Na forma de debates, os principais temas da atualidade planetária e do espiritismo, ficamos contentes com a sua presença, mais uma vez, nas 2 plataformas de Transmissão do ECK pelo Facebook no grupo espiritismo, com Kardec e no canal espiritismo, com Kardec, do YouTube.
Hoje, o nosso tema será contexto. Pisando Kardec no século 19 até o século 21. E nós fizemos essa programação baseado. Nesta obra lançada pelo nosso convidado Elias Inácio de Moraes, trazendo a importância da discussão dos temas espíritas. Desde a época. De Allan Kardec, até os dias atuais. Esperamos que a nossa live possa trazer muita informação. Revisitar alguns temas do contexto kr desse ano e provocar em você. Discussões importantes.
Para que você possa contribuir também no movimento espírita, nas instituições e grupos que você frequenta e participa. Com a renovação das idéias tão necessária para que nós tenhamos um movimento espírita mais harmonizado, mais humanista, laico, livre, pensador progressista e, acima de tudo, com respeito ao legado de Allan Kardec. Vamos trazer então o nosso convidado principal, Elias Inácio de Moraes, seja muito bem-vindo. Tem que colocar o microfone, perdão pelo pelo microfone, mas
muito obrigado pelo convite. Eu me sinto muito honrado de estar entre vocês. Eu sou um admirador do SCKE acompanha o trabalho de vocês é um bom tempo, viu? Porque OSK nasceu mais ou menos na mesma época do nosso canal, que é o Fronteiras do pensamento espírita. Então a Alegria está junto de vocês, viu? Muito bom, Elias, Alegria é recíproca. Você esteve conosco recentemente na programação da semana.
Allan Kardec no ano passado e agora já volta muitos pedidos para que você voltasse com a sua Alegria, com a sua simpatia, com seu conhecimento, para que nós tenhamos mais uma vez, uma tarde noite de muito debate, muita informação e, acima de tudo, a prospecção da nossa participação dentro dos cenários espíritas, onde nós estamos, o Elias Inácio.
De Moraes além de ser autor do livro que nós apresentamos é sociólogo, mestre em sociologia pela Universidade Federal de Goiás, atualmente aposentado, colaborador da fraternidade espírita da federação espírita do estado de Goiás e da associação espírita de pesquisas em ciências humanas e sociais. Aef muito bem apresentado o nosso companheiro. Vamos chamar os nossos debatedores da noite, que rufem os tambores. Vem aí, Ricardo sardinha. Olá, Ricardo. Bem-vindo, boa noite, queridos.
Boa noite, Marcelo. Boa noite, Elias. Que Alegria. E que responsabilidade imensa está dividindo aqui essa programação com você. Cara, eu tô até meio nervoso. E boa noite a todos os amigos que estão aqui no chat, aqueles que estão assistindo ao vivo que estão assistindo depois que tenhamos uma live muito rica. Trabalhando firmemente pelo livre pensar espírita, que é uma das bandeiras do espiritismo com Kardec, né?
É isso aí. Para quem não sabe, o Ricardo sardinha, ao nosso coordenador da área musical do ICK na live de abertura deste quarto Lipe, nós tivemos a sua participação ao violão em quando 2 canções do cancioneiro popular, espírita e também a partir de março, estará coordenando o primeiro grupo de estudos espíritas virtuais do ECK, que trabalhará os fundamentos do espiritismo. Fique atento, você que já é
nosso cliente. Nosso parceiro dentro do ICK, que nós iremos abrir inscrições para participação nesse primeiro curso. Primeiro grupo de estudos do ECK. Vamos chamar então o nosso terceiro participante e segundo debatedor na nossa live de hoje, Wilson Custódio seja bem-vindo, Wilson. Boa noite, Marcelo Elias, meu amigo sardinha, que eu já dei uma dica, uma de e tado aí não é fã do seu trabalho?
Maravilhoso, né? Cultura na música e estou muito feliz pelo convite, Marcel. E eu, por estar com vocês, né? Ligado mais diretamente para a gente poder trocar um. Uma ideia referente a esse assunto. Que é Extrema importância em que me deixa muito feliz de poder estar aí, então estamos aí junto, vamos seguir aí, vê os a, as trilhas por onde nós vamos caminhar nesse debate de hoje? Legal, Wilson, todos nós estamos muito felizes.
Vamos lembrar aos nossos participantes, ao vivo e depois os que vão acessar o vídeo no nosso canal, que Ricardo sardinha e Wilson Custódio, como eu, fazem parte do conselho de gestão. Nesse caso, nós temos uma dinâmica diferente. Nós não temos uma diretoria verticalizada, nós temos uma diretoria horizontalizada, um conselho de gestão, onde todos tenham a mesma importância, o mesmo papel, o mesmo peso nas decisões. Raramente precisamos ir. Para o voto?
Acabamos discutindo bastante, chegando num consenso, dando aí. Uma experiência da nossa vivência, do movimento espírita também, adotar, quem sabe no futuro organizações mais paritárias, mais horizontalizadas, onde a democracia impera. E, Claro, mas sem a necessidade de nós termos. É uma direção hierarquizada, com subalternos. As posições principais de uma
diretoria associativa. Sem mais delongas, vamos iniciar então, já que a expectativa é grande, a da a importância do tema, o nosso debate de hoje, Elias. Você na sua obra, com muita pontualidade, com muita. Eu tenho que são com muito discernimento é, coloca logo nas primeiras páginas que seria necessário, seria preciso retornar a Kardec. Como seria Elias esse retorno e a quem competiria a responsabilidade de proceder esse retorno, essa revisitação do pensamento de Allan Kardec.
Bom, Marcelo, obrigado pela primeira pergunta já complicada. É, é, não é simples pensar em a quem compete, mas eu. Eu sou meio o eu vou confessar a você, OOO, Marcelo, uma certa simpatia pelos princípios do anarquismo, as pessoas entendem anarquismo muito mal e sobretudo no meio espírita. Quando pensa que anarquismo é a bagunça, é, eu ouvi isso de um palestrante de espírito. Eu falei, meu Deus, faltou uma leitura zinha lá Na Na Wikipédia, né?
Não, não significa. Isso significa que as próprias, a própria sociedade, se organiza. A própria sociedade estabelece os seus acordos e o modo de caminhar em relação às questões de interesse coletivo. E eu acho que a gente precisa cada vez mais in, poderá as pessoas que fazem o movimento espírita, as pessoas que lêem a
obra, kardequiana? A gente precisa construir uma consciência de que todos nós, ao ler qualquer livro, somos responsáveis pela compreensão, pela interpretação, pela, pela formulação do pensamento que aquele livro está propondo. Sabe? A gente não pode delegar isso, por exemplo, vou citar o exemplo mais comum para a federação espírita para as nossas federações, pra, né, pra. Dos médiuns espíritas, não podemos delegar isso. Isso é responsabilidade de cada um.
Então a gente tem que cada vez mais criar espaços como esse, onde a gente dialoguei, onde você apresenta a sua leitura de um determinado, de uma determinada ideia, por exemplo, vamos considerar o próprio retomar Kardec, onde a gente retome o estudo da obra car desse ano, EEA gente discute entre nós para buscar esse entendimento, esses esclarecimentos que a gente precisa estabelecer.
Então, quando eu falo de contextualizar pro Kardec, sobretudo, eu penso que isso é um trabalho que é coletivo, sabe? Eu não, eu não. Não tenho nem de longe, eu procuro deixar isso Claro no meu livro. Eu não tenho nem de longe a pretensão de ter esgotado essa contextualização do trabalho de Kardec. Estão trabalhos muito extenso, mas eu penso que eu pelo menos coloquei o meu tijolinho e eu espero que outras pessoas venham somando, pra gente fazer esse
trabalho coletivamente. Nossa sociedade de leitores espíritas, né? Eu penso que é um trabalho que é coletivo, sabe? Não é de uma instituição. Muito bom, eu aí, a noção exata do compromisso, seu, meu, nosso.
Na reformulação, na estruturação e no futuro do próprio movimento, isto está lembrando aqui, Leon deni, um dos principais companheiros colaboradores do codificador, a quem competiu dar um aspecto ainda mais filosófico ao patrimônio da cultura espírita, ele asseverou, certa feita o espiritismo será aquilo que dele os homens fizerem, ou seja, nos deu a responsabilidade. A incumbência de colocar cada um de nós a nossa digital, o nosso DNA no processo de.
Desenvolvimento e de ampliação do conhecimento espiritual espírita sobre o mundo. Wilson. Será possível imaginar que nós estamos revisitando, retornando a Kardec, se nós vemos todos os dias nos grupos ditos espíritas, uma expressão perigosa e inadequada chamada pentateuco espírita? Isso simboliza 11 revisita Allan Kardec. Não, Marcelo, não. E vemos realmente essa essa questão sendo colocada, não, não, não é o. Não estás revisitando Kardec,
muito pelo contrário, né? Nós estamos aí, sacramentando no caso é algo químico que está completamente fora de um exemplo clássico. É, enfim, entendimento que eu acho interessante quando em relação ao tema de hoje é. Meus amigos, que é o seguinte, é quando se colocou aí é contextualizar, Kardec, aí você vai, né? E convida o vírus para participar. Agora que conheci a cada 1000 Tube, et cetera, a primeira coisa que vem é a mente. É como contextualizar. Né? Essa é a pergunta.
É. Porém, é, é necessário entender que contextualizar, tá? Não é contestar a obra? E há uma confusão tremenda nesse aspecto. Está aí a grande dificuldade é a partir desse entendimento. Então a gente vê essa tal ortodoxia, né? Espírita que acaba deturbando é de maneira, é de maneira é, é. Extremamente complexa, tornando complexo o entendimento simples, não, não existe pentateuco não é pentateuco. A gente sabe que são as obras dentro, dentro das questões que
fica. Então não existe tentativa, não é? Ao contrário, como já foi dito várias vezes, no caso de ré aqui, e nós vemos muito na nas casas espíritas, o estudo básico da doutrina, os livros básicos, né? Quais são os livros básicos da doutrina? São 5 km. Conhecemos então a gente percebe que, na verdade, nós precisamos é não só revisitar Kardec, mas estudar Kardec. E as casas espíritas? Elas não estão realmente é
estudando. Kardec foi, na grande maioria, é pelo menos por onde, Barros, por onde conheço, é dito é, estudei as obras básicas do cadente, mas o que que é básico, sendo que são 32? Então, nós temos uma grande dificuldade aí é, é Marcelo e amigos de entendimento do princípio básico. Então, por exemplo, respondendo aos amigos aí que estão acompanhando, né? E alguns que foram convidados secar, assim como a obra do ilhas. Ele não contesta Kardec. Né? Ele contextualiza.
E contextualizar é fundamental, é retornar ao passado, né? Evitando os os anacronismo EE, desenvolvendo o hábito da pesquisa que está faltando realmente é. É o hábito da pesquisa. Nós demos muito Kardec, aliás, nós lembramos, Lemos muito sobre espiritismo aqui em São Paulo nós costumamos dizer há um casamento, né? Marcelo? Então quando há um casamento entre espíritas, a primeira coisa que se diz o seguinte, nossa vai ser uma Maravilha, porque a biblioteca faz sua
enorme e realmente. Geralmente é assim que acontece esposo espírita, no meu caso, loteca fica enorme, se junta as 2 as 2, né? Porém, não é ler, estudar Kardec tá? Então vai revisitar. Kardec exige pesquisa, existe esforço da cultura Brasileira, parece pesquisa, é algo que está um pouquinho é é longe, né, da nossa realidade? Muito bom, muito bom.
Temos aí a noção exata de que é necessário para nós sempre nos esforçarmos e entender a própria filosofia espírita e a filosofia espírita parte necessariamente do conteúdo, como bem colocou o nosso Wilson. Das 32 obras de Allan Kardec, Ricardo sardinha, com a tua experiência aí de ter ordenado frequentado muitos grupos espíritas também atuado na
internet em outros grupos. Disponibilizados pela plataforma do Facebook. O que acontece quando você diz, num determinado contexto, num determinado debate, que não são 5, não é pinta teu cu e que Kardec teria escrito 32 obras, como é que é a reação das pessoas? É, algumas pessoas não entendem, não é a. Como assim não são 5? Há algumas falar, são 6, tem obras póstumas, né? Né? E aí, quando você vai falar sobre revista espírita? É as pessoas, mas qual aquela das das bancas, né?
É a revista espírita. Talvez seja uma das um ilustre desconhecido de boa parte dos espíritos, não é? E aí, diante dessa, dessa incredulidade, a desse susto de muitas pessoas, a gente tem uma oportunidade. Eu acho que a gente sempre aproveitar cada momento, né? Como a oportunidade para divulgar Kardec. Então, todas as vezes que eu vou fazer uma palestra, um estudo, eu procuro, sabe, pensar alguma coisa dessas? Outras obras, por exemplo, viagem espírita 1862 é uma obra
fantástica. Pequenininha, né? Você devora ele 3 dias e é riquíssima por conta das instruções do Kardec, da experiência do Kardec, ali diante da das comunidades espíritas, né? O que é o espiritismo, que deveria ser o primeiro livro, a porta de entrada de qualquer pessoa para o espiritismo, né? E vai tentar encontrar esses livros? Vai numa livraria do centro, revista espírita, até pela internet. Foi difícil conseguir, né? Você encontrar material, você conseguir comprar meu filho.
A gente pediu de Natal uma vez a coleção da revista espírita e os livros do Herculano Pires, né? Foi uma dificuldade de achar, tive que sair catando 1 o volume aqui ali. E isso é por falta de de divulgação nossa, né? Dos espíritas? De mostrar para as pessoas a Riqueza da obra de Kardec. Então você falar sobre todas essas obras, né? Muitas pessoas não vou nem falar no. No termo equivocadíssimo, como Oo Custódio colocou agora, né, do pentateuco?
Que toda e aí, o próprio termo obras básicas ali, inapropriado, não é normalmente o ideal a gente utilizar obras fundamentais. Porque são os fundamentos da doutrina e quando a gente fala em básico está falando é aquele é o básico, né? É o feijão com arroz ali e tal, e é muito mais do que isso. Se a gente pelo menos estudasse essas 5. Se pelo menos dessas 5 eu já estaria feliz. Né? Mas não é o que o pessoal dá valor, infelizmente.
Mas há uma tendência generalizada do movimento espírita dizer assim, AO evangelho, eu leio porque o evangelho é o meu livro de cabeceira é fácil. Evangelho no lar o livro dos espíritos. Poxa, tem algumas perguntas ali que são muito difícil, já passo direto na parte de Deus, porque como é que eu vou conceber Deus? Como é que eu vou entender? Deus é muita filosofia, livro dos médiuns. Não sou médium, eu não faço nada
mediúnico. Então pra que que eu vou ler o livro dos médiuns, o céu inferno? Poxa, que linguagem difícil, né? Dá medo, né? Uma gênese, que é o livro mais científico da codificação, o livro mais Maduro, o último livro que Kardec nos legou. Então as pessoas acabam realmente, como você, diz a dinha, simplificando, ficando no feijão com arroz, mas aquele feijão com arroz mal temperado, né? Mal saudável te dizer não pode dizer não é, Marcelo?
O evangelho. O pessoal fala que leu evangélico, pessoal, abre ao acaso. Ele é um trechinho para espantar. Obsessor deixa aberto do lado da cama. Quem já nunca viu isso, né? Não, eu durmo com o evangelho aberto, as pessoas não estudam evangelhos com o espiritismo, porque é um tratado filosófico fantástico, principalmente os textos do Kardec. Eu particularmente prefiro, né? Então é um. É um livro muito bom para ser
estudado. As pessoas lêem de passagem, não é ler um trechinho, nem presta atenção no que estão lendo. Legal é um ponto que é um ponto. Aí o Marcelo me permita, é colocar que é muito interessante, não se lê, não é hábito, ler é as notas de rodapé. Você vê isso constantemente nos custos, né? De mediunidade, por exemplo, com as obras do com a tradução de Herculano Pires, não se tem o hábito de ler as notas. E é nas notas aonde você tem as informações.
O campo de pesquisa parte é normalmente também, né? Mas não se tem esse ato aí você perde nem a introdução. As pessoas leem. É muito interessante. As pessoas acham que o livro começa no capítulo um e não é verdade. O livro começa é Na Na orelha da capa, né? Vocês estão atuando aí como médiuns de de premonição, né? Porque a minha próxima pergunta depois dessa que tá na louça, vai ser justamente sobre isso, sobre a importância de determinadas partes dos livros,
né? Nós vamos aproveitar a contribuição do nosso querido Milton medran Moreira, lá de Porto Alegre, onde ele pergunta a Elias. Contextualizar Kardec implica também em atualizar Kardec. É o Milton primeiro lugar, meu grande abraço. Você sabe quanto que de longe eu eu admiro que você faz? EEE vou acompanhando tudo que eu vejo que você está produzindo
também. Então muito obrigado pela sua riquíssima contribuição, eu vou apresentar a minha visão, gente, longe de mim querer deter aí qualquer qualquer, é, é, é quer fechar a questão, por exemplo, né? Eu eu acho que eu não vejo como atualizar Kardec e eu vou explicar por que que eu entendo nisso. Porque eu acho que o trabalho de Kardec está posto ele escreveu. O que ele tinha que escrever, ele escreveu. Em 1869, ele voltou para o mundo espiritual e pronto.
Ele terminou o trabalho dele. Eu diria que o grande trabalho agora é a gente fazer o nosso. É o nosso, sabe porque o trabalho dele está pronto. Eu vejo que o nosso desafio e aí eu entendo, por exemplo, quando Kardec, na Constituição do espiritismo, ele propõe que a gente realizasse congressos periódicos para estar trazendo as novas discussões e estabelecendo os novos consensos. E aí um consenso entre pesquisadores de espiritismo. Ele não estava falando do que os espíritos dizem.
Ele está falando do que nós, encarnados, estudamos a partir da fenomenologia espírita, do que os espíritos dizem, do que os romances. Trazem estudar tudo isso e estabelecer a os novos consensos para a nossa realidade social de hoje. Então eu. Eu. Eu, inclusive eu fugi dessa palavra de atualização no meu livro porque eu penso, eu não vejo como atualizar socra precisa atualizar Sócrates. Nem escreveu, né? Atualizar Platão e atualizar as
fotos. Não vejo como, menos ainda atualizar Kardec. Eu vejo assim, olha que a gente precisa aprender a ler Kardec no contexto em que ele produzia a sua obra, entender o contexto filosófico, social, sócio histórico, né, em que ele produziu a sua obra para a gente poder ter condições de analisar hoje as questões de hoje e dizer olha, hoje nós podemos compreender tais e tais questões por aqui. Eu, inclusive, do 2 assuntos que eu andei mexendo ultimamente porque tem me incomodado, né?
Tem me incomodado, é? Eu tenho ouvido muito palestrante espírita. Falar aqui não existe bala perdida, existe bala achada que aquela bala bala é. Ela Foi atraída por alguém que tinha um processo cármico a ser espiado. Eu acho isso tão, tão, tão, tão. Tão doloroso de ser dito, porque isso para famílias já já deu, inclusive, processo contra pessoas e instituições espíritas por afirmar esse tipo de coisa, que é falta a meu ver, né? Falta de uma discussão mais aberta, né?
Outra questão com a pandemia e a gente viu muita pessoa espírita falando que só morre quem tem que morrer. Então assim, alguns absurdos. O Brasil está batendo em 1000000 de mortes. Quando a gente pega os casos de síndrome respiratória aguda, que não, não, não, não foram diagnosticadas como covide, mas que também são resultantes. Então assim, nós estamos batendo em 1000000 de mortes e dizendo que só morre quem tem que morrer. Então assim, essas são as discussões que nós temos que
fazer hoje. Nós não adianta a gente voltar em Kardec, tentar encontrar essas respostas lá. Elas não existem lá. Tá, e não podemos cobrar dele que ele que que que ele tenha apresentado as respostas, ou então dizer, olha, nós temos que atualizar Kardec, não. Essas questões não existiam. Então eu vejo que esse é o desafio nosso de hoje. Nós temos que continuar, dar continuidade ao trabalho que Kardec iniciou muito bem, sendo muito fiéis os signatários, disse.
Isso muito eu, eu. Eu capturei isso dele, né? Sendo muito fiéis, a proposta metodológica dele sabe de discutir cientificamente as questões, trazendo olhar espiritual para compreender. Para complementar a nossa análise. Então eu penso que a gente precisa hoje aprender a estudar os assuntos de hoje, a partir do olhar científico e filosófico que nós conseguimos construir nesse, nesse é nesses 2 milênios de história da filosofia.
Nesse 500 anos da ciência e aprender a usar a ciência, a filosofia, para discutir os nossos problemas e lançar sobre isso, olhar espiritual, que é o que o espiritismo nos proporciona. Eu vejo por aí, sabe? Então atualizar eu não. Eu não gosto dessa palavra por isso, sabe? É fazer o nosso trabalho, fazer o nosso dever de casa. Que esse trabalho é nosso. Está sem sono? Marcelo está sem sol. Perdão. Muito boas as colocações de aí.
É por isso que OOOE secar, se caracteriza por ser um espaço livre pensador, porque o Elias colocou a visão dele, que é um pouquinho diferente da nossa. No s kah entendi que a atualização está inclusive presente, não é Ricardo, na ideia original de Kardec, quanto ele diz sobre a progressividade dos ensinos dos espíritos. É isso mesmo? Sim, EE é um hábito que nós perdemos, né, Marcelo? O espiritismo, hoje é o espiritismo.
Sem os espíritos, não é. É aquela ideia que existia dos grupos familiares em que você tinha alguém da família sem pequeno, médio, que tinha com muita naturalidade o hábito de conversar com seus parentes. Nem você não precisava ter ali comunicações de de de grandes, né? É. É grande efeito moral para a humanidade, mas entender essa relação natural entre encarnados e desencarnados, que a gente perdeu com o tempo, né?
Então. Eu queria aproveitar até ó é essa oportunidade para agradecer o Elias pelo seu trabalho. Não é agradecer e cumprimentar pela sua coragem? É, é de se expor so um tema assim eu vi até uma das suas livres. Eu re achei muito engraçado você comentar. Você comentou com a sua esposa, né? Não? Eu sou, ninguém me conhece mesmo, eu vou lá dar cara a tapa e dizer na verdade, o que muitas pessoas querem dizer e não tem
coragem. Por conta da sacralização nossa, essa palavra foi muito interessante, é que a gente tem com relação AA, não é? Como tem relação a médiuns, né? A oradores, e aí a gente chega no outro nível, que é o próprio Kardec, né? E eu, eu te agradeço, porque pra mim foi muito libertador isso, sabe disso. Em alguns momentos estudando venda obra Kardec os nossos estudos, eu barrava com coisas que eu olhava assim, cara, isso eu não concordo, isso não bate comigo.
Poxa, mas é o Kardec, né? Como atrás eu ficava, não, mas isso é o Chico, é o Emanuel, é o André Luiz, até ele falou é lei e você momento você diz assim, espera aí, né? Será que é lei mesmo, né? E determinadas coisas que você até coloca aqui, eu sempre sempre me incomodaram, essa coisa de terceira revelação consolador prometido, né? De você poder dizer, espera aí, isso aqui.
E uma vez eu vi 11 expositor numa até num debate que estava comigo, muito famoso, que ele disse o seguinte, ou você abraça uma filosofia por inteira ou não abraça? E aí eu falei, ó, vou ter que soltar esse abraço, eu precisar que eu não sou mais espírita. Né? Fiquei pensando nisso aí eu pensei assim, cara, olha o dia que eu não acreditar mais em reencarnação. Não acreditar mais na comunicação, né? Entre encarnados e desencarnados deixaram acreditar em Deus.
Eu posso dizer que eu deixei de ser espírita porque existe 111 corpo, né? Ali de de princípios, que que são a doutrina espírita e você tem assuntos em paralelo que ali o Kardec, né, fez as suas incursões, algumas muito boas e algumas outras equivocadas para os dias de hoje, né? Então isso para mim foi libertador. Entendi, olha, desculpa o Marcelo até que eu acho que eu saí da pergunta que você me fez, né?
Me perdoa aí. Mas é. É. Eu senti necessidade de falar isso como foi libertador ver alguém dizendo isso, coisas que para mim sabe, já fazem sentido há muito tempo, não é? Como diz costumeiramente um movimento espírita mediúnico da passagem, meu filho da passagem da tua mensagem, diz, teu nome vai embora, né? Se a voz começar a mudar aquele. Meu filho, eu sou vou te botar aí nessa conversa.
A gente tem conversado muito sobre a necessidade da progressividade do espiritismo, da atualidade espírita, da atualização que foi. É o gancho que o Wilton trouxe para nós e aí em contraponto, a gente encontra as seguintes afirmações, no chamado movimento inspire. Não. O espiritismo está plenamente atual e atualizado porque, veja, veja a obra de Chico Xavier mais de 500 livros, quanta coisa após Kardec, quantos temas que não estão lá na codificação? Em paralelo a um outro segmento
do movimento, diz. Espírita diz assim filósofos, pensadores, espíritas, não nós temos sim, temos aí o médium a, temos o palestrante b temos o coxins e temos o dirigente de temos o expositor de renome Internacional FE assim sucessivamente. Essas pessoas estão falando sobre temas atuais, à luz do espiritismo. E a terceira vertente que talvez faltaria vai ter a completude do da, da revisitação do trabalho de Kardec é a tal da evocação,
não? Mas a gente faz evocação, inclusive, na semana passada, do grupo mediúnico. A gente evocou guia da casa, são tal coisa, padre, não sei da coisa para dizer, para perguntar para ele se a gente deveria pintar as cadeiras de amarelo e a parede de azul clarinho, azul, bebê. E ele veio e disse, podem pintar meu filhos de azul e de amarelo, que vai ficar uma beleza, é isso aí mesmo. Nós temos cumpridas essas premissas com esses essas situações ou isso?
Não, Marcelo, acho que a gente está em débito aí nesse sentido. Você me faz lembrar 11. Faz lembrar uma vez, quando é dirigente, trabalho mediúnico, né? E discutindo algumas algumas questões nesse nesse aspecto, né? Tem uma turma realmente muito aberta, muito boa para se conversar. E o que acontece é o mentor, uma vez mentor, mentor, né? Da casa, diz o seguinte, que que não era um momento. Não era o momento para se se trazer discussões e debates, né?
É para a instituição como um todo, referente aos assuntos que nós estamos aqui agora, conversando. A ele, dizia o seguinte, já não é o momento. É, eu perguntei, Claro, é porque, porque o seu tempo não é o tempo deles. É, e como eu sou mal criado. E acabei brigando com o entorno. Eu disse o seguinte, bom, se não é o tempo de se fazer as as OOO trabalho que é necessário ser feito. Revisitar Kardec, respeitar Kardec nesse aspecto. Então eu acho que realmente não
é o meu tempo, né? E foi por isso que eu é automaticamente um dos motivos de ter aí, de alguma forma, é me afastar temporariamente das atividades. Foi esse é, acho que não é esse, né? Eu acho que a tempo e a momento. É para tudo, e agora é o momento de de realmente fazer essa, essa, essa autoanálise. Essa autocrítica não é para para deixar para depois. É uma diferença muito grande que a gente observa o Marcelo,
quando você. Estuda Kardec foi muito bem colocado pelo inglês, que é a questão da ciência. Não é logo ali Na Na, no início do livro, eu vi lá que nós temos pedagogo, não é? Nos agradecimentos lado do Elias nós temos pedagogos, sociólogos, temos filósofos, né? É também temos o pessoal da área da tecnologia de PE, né, e eu vi várias ciências ali, né? Nos agradecimentos, ou do Elias. E o que a gente percebe na realidade que é necessário quando se fala em atualização de Kardec entender.
Paciência. Que a ciência é da época de Kardec, não é a ciência que nós temos hoje. A coisa já progrediu, então nós temos que é, é é entender, né? E começar a buscar de forma madura para poder discutirmos as questões foram muito bem colocadas, né? Na obra do Elias, a questão do magnetismo. Não é agora. Recentemente, uma sonda chinesa, né, coletou o. Solo não é? E lá havia resquícios de água. No solo por nada, então a gente precisa, a gente precisa rever essas coisas.
Não é? Nós já estamos nos neutrinos, né? Estamos fazendo o choque entre os átomos, descobrindo fotos, contos que já é coisa do passado. E mesmo assim, você fica preso em questões, é puramente dogma. Então a gente precisa estar fazendo essa essa, essa, essa revisitação nas obras de Kardec nesse sentido. Então, não, não, Marcelo, nós não estamos discutindo Kardec é, é dentro da, é, dentro do espiritismo, atômico. Pelo menos no meu ponto de vista, mas é um momento, é de grande aprendizado.
Eu acho que o momento é justamente agora, quando nós temos explicar e outros tantos é com o próprio Elias é que estão trazendo à tona essa possibilidade de estarmos discutindo essa possibilidade de estarmos debatendo. De sermos livres pensadores porque não questionamentos de casa? Né? Se o que ele coloca na verdade é um processo de submissão. Se o que ele coloca em em, por exemplo, de dizer não é, é é que Jesus, por exemplo, não era um espírito público.
De acordo com o livro dos espíritos, não era o. E a gente às vezes há uma encrenca, né? Em palestras, não é isso? A por que que não era o meu? Porque você tem lá 3 níveis, né? Teoricamente, está lá. Terceira, segunda e primeira, sendo que na primeira nós sabemos perfeitamente, não foi eu que escrevi, né? Tá lá e que a gente pode sim, contextualizar. A gente pode se discutir, não sofre, é não sofre a ação da matéria que Jesus suou. Jesus chorou, Jesus sangrou.
Então a gente começa aí a gente tem que começar a pensar, ué, se ele chorou? Se ele se é, é, se ele passou por essas reações naturais, fisiológicas. Como espírito puro, se lá está dito que não sofre ação da matéria, então a gente precisa começar realmente é a sair desse comodismo e trazer os debates, né? Hoje nós temos Na Na nas casas aí em algumas instituições, uma chuva de constelação familiar. Desculpa tá falando?
São terapias tão importantes como toda terapia, não há dúvida, mas a gente tem uma chuva de tudo isso, né? Nas casas espíritas? Eu penso que eu gosto e o princípio básico é um, é só um princípio básico. Que eu estou respondendo pelo que o meu passado fez. Cadê Kardec? Porque onde está a coragem dos dirigentes de pegar e trazer isso para o debate? Trazer isso para discussão. Vamos lá, chama a turma aí que tá, é comentando sobre o assunto e vamos, né?
Fazer uma analogia. Vamos começar a comparar. Então, tá. Tá um pouquinho distante nesse aspecto. Marcelo, eu não sei se respondi à pergunta aí, mas é por aí que que eu vejo, estamos aprendendo. Com certeza. Olha só, é essa a ideia do debate. Ela ainda é um pouco pousada nas instituições em geral, porque o debate vai gerar discussão e a discussão, via de regra, é encarada como um instrumento da treva, né? Porque aí vão ser as as
exacerbar os ânimos. As pessoas vão ficar exaltadas, cada um vai querer defender o seu ponto de vista, e aí há riscos para a unidade Harmonia vigente, inclusive porque vai baixar a vibração e vai dificultar a aproximação. Os espíritos superiores. Essa é uma tendência, né? Que nós temos generalizadamente no movimento espírita, mas eu tinha prometido há pouco Elias, que eu ia falar daquilo que
vocês comentaram. A partir da observação de sardinha de que existem notas de rodapé, então o pessoal passa lotado, né? Assim como a grande maioria das pessoas recentemente ficou estupefata ao ver que, na comparação entre 2 edições. Da obra fundamental de Allan Kardec, o céu e o inferno, aquela que o movimento espírita conheceu por mais de 100 anos, estava é. Adulterada estava? Rasgada, estava. Danificada porque, porque a edição que chegou para nós não
tinha o prefácio. E o prefácio, apresentação ou a introdução foram ferramentas metodológicas didáticas, utilizadas para Alan Kardec em todas as suas obras. Pode pesquisar, pode ir atrás ou ele chama de introdução, ou ele chama de prefácio, ou ele chama de apresentação. Mas ele introduz o conhecimento e as pessoas possam lotar, já vão direto para o índice. Nem todas as pessoas começam a ler da primeira até a última página, como deveria se esperar.
E vão escolhendo o tema, se acham que conhecem Kardec. A partir dessa estrada sinuosa. Pois bem, né? Dentro desse contexto da necessidade de nós avaliarmos, eu vou pensar. Uma colocação muito importante que você fez, Elias, na sua obra, que está na apresentação, não é você, diz assim o espiritismo. Enquanto movimento, pouco a pouco, se amalgamou. Palavra bonita em aos mais diversos contextos culturais.
Então nós vemos Kardec sobretudo na revista espírita, dialogando com diferentes escolas do pensamento humano, dialogando com Correntes filosóficas, dialogando com segmentos da chamada ciência. Generalista, que existia na época, não havia a sedimentação, a diversificação das ciências, como temos hoje, século 20, século 21. Mas Kardec fez exatamente isso que você faz a massa, né? AA parte estrutural, amálgama está lá. Aí eu te pergunto, Elias. O atual movimento espírita
representativo. Herdeiro desse legado de Kardec, está conseguindo de uma maneira satisfatória. Preservar esse amálgama dialogando com os contextos que você colocou, os contextos culturais ou está faltando muita coisa para isso? Marcelo, eu vou primeiro pedir paciência comigo, gente. Muita paciência, porque às vezes eu tenho uma visão que não é assim.
Que pode não ser a visão que agrade a todo mundo, ou AA mais pessoas, mas, por exemplo, eu estava observando os contextos nos comentários aqui do do chat, né? Do do Facebook, o colega colocou até uma questão que eu acho que vai nos ajudar a entender isso aí. Olha, ele diz assim, ó não atualizar Kardec. Quem tem que atualizar são os espíritas. Um outro colocou aqui o que tem que atualizar o espiritismo, né?
E eu acho que é bem isso. Quando eu disse assim, que eu não vejo como atualizar Kardec a obra dele, né? Mas eu acho que a gente tem sim que preocupar em manter o espiritismo atualizado. Em sintonia com a com O Presente e temos um desafio para o futuro, nós não sabemos quais são as questões que estarão postas daqui a 2030 anos. Quem tiver aqui vai ter que atualizar para para daqui a 2030
anos. Então, atualizar o espiritismo e essa questão do do espiritismo, estado, dialogando com outras tradições, com outros ambientes, com outras, outras Vertentes do
conhecimento humano. Eu, eu, inclusive aqui, enquanto você falava, eu me perguntava se a gente pode atribuir isso somente a Kardec, eu estava verificando, por exemplo, agora eu estou, eu estou preparando Oo, meu próximo volume, o meu próximo livro, a respeito dessa, desse esforço de contextualizar Kardec na sequência, né, que vai ser um conjunto, é é relacionado
uns com os outros. Então eu estava estudando ali, por exemplo, a questão de como o espiritismo tem, se é, se desenvolveu nos Estados Unidos. Ou como ele se desenvolveu na Inglaterra, que são espaços onde a coisa aconteceu de maneira muito diferente. Então assim, a gente nem pode dizer que tudo pode e deve ser atribuída a Kardec. Teve muita gente que contribuiu para esse, para para esse esse momento de expansão da nossa, da nossa, da nossa compreensão de
mundo, sabe? Para perceber o espiritual. E eu vejo isso acontecendo hoje de uma maneira assim, absolutamente fora do controle de qualquer instituição. Eu, eu noto, eu vejo da febre assim, uma certa euforia. E uma certa Alegria em comemorar os avanços, como se os avanços fossem decorrentes de um trabalho, por exemplo, do movimento federativo. E eu fico assim pensando, né?
Se a gente não está tentando roubar créditos que na verdade não são nossos, porque é todo um movimento que está acontecendo, que é o que é planetário, que é o eu diria, eu vou usar uma expressão de Kardec. É o avanço científico que está acontecendo. Então a gente vê a gente pesquisando o Sampaio pesquisando, é experiências. Quase morte na Inglaterra a gente vê o dia. Tu quer pesquisando lembranças espontâneas de vidas passadas.
Nos Estados Unidos, a gente vê o sheldrake tentando inventar outra explicação, que não há mediunidade, com a teoria dos Campos mórficos. Então você vê tantos movimentos, você vê um amigo Swami que está é tentando discutir uma nova consciência e a questão ambiental, a nossa relação com o planeta e com a vida. Então são tantas frentes de
ação. Que eu penso que a gente tem que inclusive ter a humildade de não achar que é mérito do movimento espírita brasileiro, mas que isso é um processo que é planetário, é a ciência, é a própria filosofia se abrindo para novos horizontes. Eu penso que que que esse movimento ele é, é ele não tem como ser, é prejudicado pela nossa tolice local. Perdão pela maneira de falar assim, mas eu estou me incluindo, né?
Pela nossa tolice local de achar que nós vamos pautar o que é o que não é, o espiritismo sabe e nós não temos. Força para isso, não há nenhum movimento. Tem a força para isso, né? É o espiritismo, como pensado por Allan Kardec. Ele vai muito além de tudo isso. Ele rompe essas Barreiras todas. Eu estava esses dias, a minha mulher descobriu os as novelas chinesas e coreanas. Se ela tem assistido a gente, aquele povo discute. Vida após a morte, reencarnação, comunicação com os espíritos há
muitos milênios. Isso foi novidade para o mundo europeu. Aliás, para parte do mundo europeu, o pessoal mais intelectualizado. Mais um meio filosófico científico, ao qual caída que participava o que se pegasse no povão, era bem provável que você encontrar muitas coisas nas tradições celtas.
Então, assim, a gente precisa ter essa humildade de não achar que a gente está com essa bola toda, sabe, perceber que a gente está fazendo parte de um grande movimento e que a gente pode oferecer a nossa contribuição sem a menor pretensão de achar que qualquer um dos agentes que estamos atuando no momento tem poder suficiente para pautar esses diálogos, porque eles transcendem. Os limites de qualquer instituição, de qualquer movimento, de qualquer ser
humano, como eu compreendo. Muito bom essa fala do Elias tem tudo a ver com aquela frase atribuída ao Magrão, Jesus, Nazaré, né? Porque o vento sopra onde quer e as esses ventos de novidade, eles vão aparecendo em diversos quadrantes do planeta, como o próprio Kardec colocou. Ao mesmo tempo, então, consequentemente, e vamos fazendo a transformação, porque é a força das Ideas no conjunto de pessoas que é relevante, Wilson. E aí o nosso movimento espírita, com o pedantismo que já foi
descrito aqui. Nesta live de achar que tem as respostas para todas as questões, isso, aliás, está no teu livro, não é? É Elias. Você cita um colóquio com uma companheira espírita e ela me disse que o livro dos espíritos tem todas as respostas que nós precisamos, né? Então esse pedantismo ele está por toda parte de pessoas achando que nós somos OE, não um consolador prometido por Jesus, as pessoas achando que aqui no
Brasil está. AO gérmen está argamassa para usar a palavra que nós estamos trabalhando da civilização do futuro e que é o Brasil que vai assumir essa posição proeminente. Como já foram os franceses, como já foram os romanos, como já foram os bárbaros na antiguidade, né? Então, aqui a ideia é, nós vamos dominar o mundo a partir do espiritismo e a partir do Brasil, seremos nós os porta-vozes da civilização desse
terceiro milênio. Tu acha Wilson, então, que nós temos condições de debater com diversos contextos, com diversas culturas, com diversas filosofias assumindo essas premissas? Não, Marcelo, não há como, né? É aquela aquela velha, aquela velha ideia, não é? O espiritismo será a religião do futuro, né? É, é tão, isso é tão é, é tão engraçado você lidar com essa com essa frase, né? Extremamente difícil você apontar para para os amigos, né? É o quanto que existe aí de de é
está engessado, né? Quanto que está engessado, essa questão é até até. Potência, na verdade é uma certa arrogância. É dentro dessa dessa questão, é óbvio. É óbvio que não. Não é o Elias. Ele deixa Claro lá e o que nós sempre discutimos aqui no. Pornô e secar, que é esse eurocentrismo, né? A gente precisa é é visitar a história para entender. Então o capítulo, inclusive, que fala sobre os termos, né? Elias? As terminologias e que isso é fundamental, não tem como você
fugir. Isso eu estava até dando 11 olhada aqui esses dias como tô é fazendo uma atividade, levantando alguns aspectos históricos e do Bezerra de Menezes, né? Aí eu diria para vocês que se eu usasse, por exemplo, o termo que que Bezerra é hoje hoje. Usa-se o termo que Bezerra pertencia a uma família miliciana que vocês acham que aconteceram comigo? Né? Então esse aí você tem que revisitar a história, você tem que buscar saber o que querem
lícia na época, né? Quando você seguir a trouxe dado aí. Se você usar esse setor, então não, né? Não é isso, né? Milícia aí nós vamos entender, né? Termos históricos é são aqueles, né? Inclusive, o pai dele era coronel, é dado aí, terras, né? É pelo pelo, pela, pela monarquia, para que se tomasse conta, então, de uma parte territorial. Então a gente, a gente consegue. Ninguém, então preciso ver isso, porque quando me fala com o cara era de família miliciana, né?
Já não tem uma simpatia aí? Disse que é miliciano. Aí então você é precisa tomar cuidado com as com as tecnologias. Então, não, eu acho que a gente precisa realmente verdade. Marcelo, você bem sincero, eu acho que a gente, eu, eu, eu diria para vocês, é quando se trata de espiritismo. É dos estudos que nós estamos fazendo nos debates que nós estamos realizando, de que ele, se fosse com meus alunos, eu diria que nós temos que voltar, é as as primeiras carteiras aos primeiros anos, né?
É de estudo base, é da doutrina espírita, porque realmente as federativas elas estão deixando a desejar e o mais interessante, existem muitos e a gente sabe disso, que tem ciência. Que tem consciência, mas que não vem se expor. Talvez por uma comodidade. Ou não podemos julgar, mas talvez é porque algumas coisas trazidas à tona e nós estamos vendo, ela vai ela. Ela começa a mexer com certas estruturas com certas organizações.
Porque quando você faz, não é de uma filosofia de uma ciência com aspectos Morais, um templo. Não é quando você tem simplifica tudo isso, quando você engessa tudo isso e é o que a gente consegue perceber, é quando nós temos aí a trazido essas questões, né? É. Das das adúlteras, onde tudo isso que o Elias traz, realmente eu também, como certinha fiquei é. Me identifiquei bastante, com muito tenha lendo livro é você começa a destruir algumas bases. É difícil, né?
É mudar, não é? Eu acho que é bem difícil mudar e isso exige bastante esforço. Aí quando você vê que alguma coisa já está estruturada, que foi o que aconteceu, né?
Vez lado do meu amigo Bezerra já, inclusive, tem até uma colocação aqui na que eu quero entrar em dizer a não, mas o que eu achei interessante que estava estudando e que diz o seguinte, Oo Marcos, é isso mesmo, Marcos Marcos e diz o seguinte, em um é impossível entender o Bezerra de Menezes, espírita é sem o Bezerra de Menezes. Gente. Impossível entender Kardec sem entender o Empoli t. É necessário revisitar a história. É necessário entender o contexto. Nós vivemos o euro, eurocentrismo.
Né? Tinha muita coisa. Aí tem muita coisa para a gente estudar. Marcelo nesse aspecto, então eu. Eu fiquei muito vidrado, o Elias nessa questões das terminologias lá no seu livro, além da das questões de ordem científica, né? A gente precisa alinhar as ideias, então atualizar Kardec é revisitar o passado, tá? Inclusive até colocaram aí, né? Inclusive até uma pergunta que eu tinha se atualizar, Kardec não seria fazer uma adulteração das suas obras, né?
Já me perguntaram isso. Mas vocês não estariam adulterando ou não. Não é não. Quando se estuda Kardec. Né? Quando se revisita, vê termos quando se alinha às questões científicas, né? Elias, que, como eu disse, lá é no seu livro, ficou Claro as pessoas que trabalharam por quê? Porque determinados assuntos eu não tenho alcance, então eu preciso do pedagogo, eu preciso do sociólogo, do antropólogo. Não é ciências que, que na época de Kardec. Não estavam vigentes, né? Não, ainda não está.
Estava tem amadurecimento, mas não existe. É isso. Muito bom, o Marcelo deixa eu dar uma pitadinha nessa questão aí que eu vejo que ela, ela. Ela ainda até pelos comentários aqui, que ela ainda ainda carece de alguns pontos, né? Eu estava vendo aqui, por exemplo, o colega que que colocou o Márcio Sales, né? Ele falou, seja como for, penso que seria muito bom se tivéssemos uma tradução na linguagem de hoje. Tá? Então assim é essa questão de de a gente. Eu não essa palavra atualizar
Kardec, né? Ela, ela é muito delicada porque, veja bem, eu vi alguns esforços de de traduzir na linguagem de hoje alguns livros de autores clássicos que perde muito do conteúdo, né? Perde muito conteúdo. Eu achei interessante a iniciativa da editora petit. Que fez um trabalho mais ou menos nessa direção. Eles tentaram pelo menos, simplificar a linguagem para uma nova edição da dos livros de Kardec.
Eu achei que foi foi um passo interessante porque eles conseguiram simplificar sem deturpar muito sentido, né? Mantendo ao máximo aquele sentido é e eu vejo também com muito entusiasmo e diz 11 iniciativa da editora da do centro espírita Leon deni. Aí no Rio de Janeiro, sardinha céu de aqueles fizeram 11. Assim não é no Rio, não? É, é. É, eu me mudei para Juiz de Fora, agora eu sou mineira, coca, há entendi então, tá? Então tá, mas é o dia do Rio de Janeiro, é do Rio de Janeiro.
É, eles fizeram um trabalho muito bom, de notas de rodapé, fazendo uma outra tradução, uma tradução que eles procuraram a ser mais literais a Kardec, mas enriquecendo com notas de rodapé, em particular a edição que eles fizeram para o livro, a gênese achei muito interessante porque eles pegaram um consultoria técnica, eles pegaram colegas de área da ciência. Para atrapalhar essas notas de rodapé, como Wilson bem lembrou aí, sabe? Então ficou muito boa, ficou boa de se estudar.
Aí eles mostram aqueles conceitos que não estão valendo mais, né? Eles mostram como que hoje a ciência está vendo. Ficam muito boa a edição deles, então eu penso que que isso que você colocou, Márcio, é muito importante para que as editoras, para que os estudiosos pesquisadores, comecem a oferecer respostas para esses desafios, sabe? E eu acho que e ao mesmo tempo, tentando preservar a originalidade do texto.
Que é muito importante também que a gente não faça muita distorção, porque se não a leitura pode ficar prejudicada. Eu acho que isso é muito interesse.
É, eu particularmente particularmente eu vejo as pessoas falando essas questões do do Kardec, ser difícil e tal, mas eu, eu acho assim, você tem espíritos aqui consagrados No No movimento espírita brasileiro que você tem que ler com dicionário do lado que você tem que dar 1000 cambalhotas para tentar entender o que ele quis dizer, ele quis dizer que a água é molhada. Ele fala o texto de 80 linhas pra dizer que água molhada, enquanto Kardec fala água é
molhada, né? Agora é lógico que você vai ter, você tem um vocabulário do século 19, você tem a questão da tradução. Né? Então essa tradução, inclusive, você pega a tradução do guillon, ela é muito sofisticada, é boa, ó polis é igual. O Temer fala é, né? Mas é muito sofisticada. Aí você pega a tradução de Maria Lúcia Alcântara da céu, de ela jamais literal, então tudo isso nessa redinha.
Exatamente quando uma agora, quando você pega AA forma, como o Kardec, exponha as Ideas, é o que eu costumo dizer, quando você vê um craque jogando bola, não é quando você vê um Messi, você veja o Maradona, porra, mas como é fácil jogar esse negócio, né? Lá é uma facilidade danada.
Aí a bola vem para mim, eu vou matar na canela, vou cair sentado, então eu fico vendo o Kardec desenvolvendo um raciocínio filosófico, uma simplicidade tão grande e com uma profundidade tão grande que parece que é muito fácil. Mas eu sinceramente isso. Eu não me incomodo com o linguajar, mas aquela questão de cada um, né? Eu acho realmente é um movimento perigoso. Eu vejo como um movimento perigoso.
E você acha que a sugestão do Beto ali, da nota de rodapé, e o Elias mencionou também como mais prudente e mantendo a integridade, a integridade do texto, né? É Elias, nós temos nesse cá o hábito de recomendar é para as obras fundamentais, as traduções que foram realizadas pelo professor Herculano Pires ou sub supervisionadas por ele. Realizadas, por exemplo, por João Teixeira. Nós temos um episódio muito triste na história que ocorreu em São Paulo, com uma das federativas.
São Paulo tem várias, né? Nós sabemos uma das federativas. Na década de 70, resolveu fazer isso que você é, mencionou. Claro que não foi a sua intenção, mas o propósito. A justificativa foi essa, vamos simplificar o texto do evangelho e aí fizeram uma burrada, fizeram algo deplorável, algo que depois, contra o próprio movimento espírita, né, que sob pretexto de simplificar. Ou de atualizar a tradução de Allan Kardec colocaram ali o evangelho elementos alienígenas.
Agora, o próprio movimento espírita está se debatendo todos os dias, porque a federativa maior resolveu mexer nas traduções dos livros ditados por Emmanuel a Chico Xavier e fizeram outra lambança. Outra, outro absurdo, adulteraram as obras e tá aí toda uma discussão, resgatei algumas obras estão. Esgotadas há décadas, então, conseguiram fac-símile de alguém que tinha a edição original em casa. Estão colocando lado a lado para demonstrar Oo afronta, né? O desrespeito, a originalidade
do autor. Então, existem ferramentas possíveis para se atualizar o pensamento, sem desnaturar o próprio pensamento. Essa é uma providência de cuidado que nós temos que ter. Eu estou acostumado com isso, porque no mundo jurídico nós temos chamados clássicos, por exemplo, no direito administrativo. Nós temos um dos maiores pensadores nessa ciência que foi ele, Lopes Meirelles, que quando ele desencarnou para que a obra dele, que era magnífica, não ficasse desatualizada.
A editora que detinha os direitos autorais contratou 3 especialistas em direito administrativo e pegaram a obra. Em cada ponto onde tinha mudado a legislação, onde tinha mudado ajusto Den Sea, onde o contexto cultural era outro. O texto permaneceu lá original e puxaram uma nota de rodapé, fizeram uma nota explicativa dizendo, olha, esse entendimento mudou a partir do ano tal, passando a ser considerada a seguinte normativa, ou a seguinte decisão.
É isso que nós precisamos fazer em relação a obra de Kardec, mas não cair na esparrela de estarmos submetidos a re contextualização do pensamento de Kardec como foi feito. Aliás, em relação a um dos textos da revista espírita onde Kardec falava da questão do racismo orgânico que também está na tua obra, né? O racismo eurocêntrico. E aí, o que que fez o Ministério público? Fez 11 propositura de um termo de ajustamento de conduta para
todas as editoras que é tinham. Publicado aquela ou aquelas obras de Kardec para colocar notas de rodapé para dizer que hoje aquele pensamento não é mais válido, não é mais efetivo. Obrigado por por sobriamente, né? Então, nós não podemos partir para os extremos. Temos que revisitar a obra de Kardec. Temos que proporcionar a progressividade do conceito dos espíritas, mas manter. A forma original de Kardec, sobre o qual existem inclusive direitos autorais, né?
A obra está em domínio público, né? Mas o pensamento original do autor tem que ser respeitado. Eu vou pedir pro pessoal da técnica colocar a pergunta que o Márcio Saraiva fez antes da colocação que o Elias. É já repisou já mencionou. Ele também já foi para a lousa a respeito do da forma como nós encaramos a hermenêutica, a interpretação do conhecimento espírita nos dias atuais. Alô, técnica, conseguiu localizar?
Está em 18 horas e 51 minutos. Essa observação é preciso pensarmos o espiritismo para o século 21. Aí, além dos livros do texto escrito que é objeto de hermenêutica de uma elite de leitores. Elias, é isso mesmo. Nós temos uma elite de leitores que compreende. O texto, escrito de Kardec e que somente eles são capazes de. É um seguir, efetuar a interpretação. A hermenêutica desse conjunto de informações. Marcelo, você apresenta questões muito fáceis, não é? Isso é bom.
Essa não sou eu. É agora foi o Márcio Márcio. É complicado. Olha. É, é perdão pela maneira como eu vou me expressar. Se a teoria espírita estiver realmente é, refletindo adequadamente a realidade espiritual da coletividade, de seres pensantes no universo é, a gente vai ter que inclusive, rever a nossa pretensão de que todas as pessoas consigam compreender tudo. Eu falo isso, inclusive é, pode ser preconceituoso, classista, EE eu tenho uma série, mas é
porque eu não sei a gente. A gente vive nesse dilema. A casa espírita da qual eu participo é situada num bairro. É uma comunidade muito pobre, de muito pouco acesso a recursos, a instrução, a tudo. Então assim a gente percebe que as pessoas lá a gente tem pessoas, uma boa capacidade de interpretação, a gente tem, mas tem pessoas com a capacidade ainda bastante limitada de interpretação. Deve-se somente alfabetização nessa encarnação atual. Tem algum problema realmente de ser espíritos?
Ainda, Kardec usava, é espíritos, é é com pouco desenvolvida a maturidade do senso moral, com capacidade intelectual para compreender certos raciocínios que são mais sofisticados, que estão presentes na obra, kardequiana em qualquer pessoa que a gente leia. Então assim é delicado, eu penso, eu penso que a gente precisa é, e aí eu vou usar suas palavras ou ou Márcio é preciso pensarmos de espiritismo para o século 21, para além dos livros,
nós temos que que. Que mais do que nunca, abri todas as possibilidades de diálogo, todas as possibilidades de comunicação para as Ideas que o espiritismo apresenta para a humanidade. Eu, eu me lembro o meu filho por um tempo. Ele dirigiu o grupo de jovens lá da fraternidade espírita e ele fazia um trabalho muito diferente. Eu achei muito gostoso que ele
fez. Ele criou um, eles criaram lá um canal espiritismo de jovem pra jovem, na intenção de trabalhar pelas redes sociais, pelo YouTube, AA uma forma diferente, discutir os conceitos que estão em Kardec. Eu achei a iniciativa muito interessante. Você não mexe na obra kardequiana, você não adultera os conceitos, mas você faz a discussão. Então eu concordo, eu acho que é isso que você disse, sabe?
Nós temos que pensar o espiritismo para além dos livros, para todas as possibilidades de comunicação que a gente possa ter, sabe porque realmente AA possibilidade de aprendizado pela leitura. Ela é limitada no Brasil, sobretudo, que a gente tem um processo de educação muito precário, é a gente vai ter prejuízo se for só por esse caminho. Então vejo com muito boa iniciativa essa bagunça que está se formando ao redor de um movimento espiritual dentro dele. Traz, né?
Essa bagunça que está se formando e tem gente falando, falando de tudo, tem um gay espirito, tem meninas espíritas, tem não sei o que é mais item, sabe e tem um músico espírita, é um compositor espírita, então tem gente fazendo de tudo. Eu acho que essa bagunça que está virando é extremamente saudável, porque ela possibilita que a gente venha a ter múltiplos olhares. Um diálogo plural, sabe ela, ela, ela, ela, ela rompe com a hegemonia do livro.
Então eu vejo por aí o que você está dizendo, eu acho que a gente tem que dar boas vindas a essa bagunça que está sendo Costa, sabe? A gente tem hora que a gente estranha. A gente gostaria que todo mundo pensasse como eu e não vai ser por aí. Gente, o espiritismo nunca mais será o mesmo. É, eu digo, a gente tem até que voltar a cardex insistir em Kardec para a gente buscar um pouco de racionalidade, mas não tenhamos dúvida que vai ter muita gente orando.
Ave Maria no início das seções espíritas, sabe? Esses dias eu fui fazer a palestra no centro espírita e aí no final todo mundo. Ora, o pai nosso em voz alta. A gente vai ter isso, sabe? A gente vai ter essas coisas e nós não temos força para segurar e eu penso que elas precisam ser compreendidas e até recebidas de maneira é é mais sociável. Porque faz parte da construção social a construção social. Ela acontece assim, é no caos mesmo, mas que a gente ofereça a
nossa contribuição, né? Que serão os atratores, os atratores para as boas, para as melhores idéias, previsões que possam ser norteadoras de uma visão mais crítica do espiritismo, como signatus tá discutindo lá embaixo. Vocês estão vendo, né? Ele começou assim, bem tranquilo. Linho. Aí ele falou em anarquia, já teve gente que arregalou o olho e agora? Ele disse, não, deixa essa bagunça aí, deixa aqui daqui a pouco.
No andar do caminhão, as melancias vão se ajeitando, mas isso também é o pensamento desse Kassab. Elias, nós recebemos às vezes gente que está, digamos, cristalizada naquela ideia do guincho, né? Aí vem com aquelas frases prontas. Com aquelas pérolas da literatura espírita e comenta no e secar aí, daqui a pouco vem 4 ou 5 e dali dali o relho, né? Dali o relho, isso aí é a visão pessoal do espírito.
É respeitável como são respeitáveis as opiniões individuais de cada um. Nós também espírito sofre encarnados, mas no fundo, no fundo, a gente tem que fazer essa ponte. Tem que ver aquilo que exorbita da ideia geral, da ideia fundamental daquela está embasada em princípios. 3 espirituais que também são leis divinas, nós sabemos e aquilo que é apenas e tão somente dentro do direito da livre expressão, opinião pessoal, de cada um. Opinião, todo mundo tem a sua.
O problema é a gente conseguir equacionar. Sem Contenda, sem belicismo, sem milícia, nose sem agressividade nas redes sociais, que às vezes o indivíduo. Se traveste de um perfil? Com uma identidade que não é dele, às vezes um indivíduo adota a identidade de outrem e aí ele se sente senhor de si mesmo e começa a atuar no grupo espírita, sem qualquer tipo de responsabilidade.
Então, o nosso compromisso é com isso, o fazer com que essa diversidade, essa pluralidade, essa Riqueza de cores, ocorra aconteça, seja uma realidade, mas sempre que possível, buscar. Com a possibilidade de diálogo entre as diversas formas de entender, de comunicar, de pensar o espiritismo, Kardec fazia isso, né? Quando ele publicava no seu laboratório, na revista espírita um texto que hoje nós erguemos a sobrancelha e achamos, não, isso não pode ter vindo de Kardec.
Era justamente para permitir que as Ideas fossem contrapostas e, aos poucos, puder pudéssemos chegar à chamada madureza das Ideas. Com a solidificação dos conceitos, eu quero chamar Wilson para essa conversa que a gente está tendo. A partir da observação do Márcio Saraiva, nosso querido amigo lá do Rio de Janeiro. Para perguntar, já que OOO Wilson é também um especialista na questão da Acessibilidade, né?
Oo Wilson trabalha com Acessibilidade em relação aos surdos, os alfabetos de compreensão, as linguagens que precisam ser cada vez mais acessíveis a todos, né? E nós queríamos dizer nessa ideia que foi colocada pelo maço sobre as elites e sobre a dificuldade de interpretação das obras e dos conceitos e dos contextos culturais Wilson.
Se não, seria o caso de nós promovermos a Acessibilidade dessas pessoas a esses conceitos, em vez de simplificar por simplificar, trazer as pessoas num processo pedagógico no processo de cultura são da chamada parcela ou do segmento espírita. Não seria esse o caminho? Acessibilidade ao conceito? É sem dúvida, mas o Marcelo, a sensibilidade ao conceito, inclusive a medida que vocês estão conversando aí estou pensando aqui é, é, teve 11 determinada vez lá Na Na pré Mocidade, né?
Onde era colocada pra pra molecada é o seguinte, é referente aí aos aos 3 reinos, né? Falando sobre a evolução, né? Então, o que se colocou os 3 livros como como como é a ciência da atualidade? Então nós temos 3 anos, animal mineral e vegetal está lá no livro dos espíritos. Ficando pra molecada, quer dizer, é, é quando você quando se fala dessa, dessa questão de de mexer, né ali? Na nos originais ou tentar
resumir é arriscado? Justamente por isso, o que precisa, como já foi dito e atualização dos dos corredor, é dos dos coordenadores e dos espíritos. Então nós já passamos, né? Pela classificação, né? Nós já passamos, nós já entramos aí no Reino fim, numa classe, numa ordem que pouco não, já está ultrapassada. Agora nós já temos até o Reino, o Reino das bactérias, né, Silvio? Se o sino, bactérias e aí por
parte aí vai, né? É inclusive isso não me engana, faz recentemente, recentemente, a econômico passado, houve uma nova classificação, porque hoje nós temos bactérias que resistem a temperaturas baixíssimas, como bactérias que resistem a temperaturas altice. Então, já houve 11 mudança, então, quando se fala aí nessas, nessas questões es eu.
Eu vejo com bastante, com bastante risco essas questões, mas assim o Elias é é me fez recordar, é a posição da simplicidade, porque às vezes é quando os colocam como como o cara intelectual, que sabe de tudo. E esse coloca dessa forma mesmo, então olha, vocês vivem brigando, vocês vivem discutindo, vocês querem mudar Kardec, vocês querem mudar o espiritismo, que não é bem assim, né? Então Elias me fez e me recordar um algo muito interessante. Eu não sei se eu vi.
Que era de uma senhora, né? É que acende a sua vela no dia de Finados, né? E ela acende a vela do lado de fora. Porque do lado de dentro, atrai os espíritos. Segundo, obviamente, a sua crença. Então ela acende e fazia as suas orações. E interessante que ela tinha 5 pessoas falecidas na família. E aí, então, há uma vela para cada finado. Do lado de fora? Ou seja, aí vem o questionador, né?
É que o espírita, né? É aquele que não consegue, às vezes, enxergar realmente essa simplicidade que essa questão, como Marcelo também está colocando. É questionando o seguinte, olha a história era assim, olha, mãe, você é isso, não existe. Né? Não precisa. Primeiro que você não precisa se revelas. Né? Segundo que não precisa ser do lado de fora, porque os espíritos então isso estão em todos os cantos. Tá bom? Aí essa senhora, né? Ela, ela deixou de fazer esse ritual.
Zinho dela. E ela deixou de fazer. Só que o filho percebeu que ela estava ficando muito deprimida, triste, chateada por alguma coisa. Então ele perguntou, mãe, por que que você anda tão triste? É porque depois que você filho me mostrou. Né? Que aqueles que eu amo não estão aqui próximo. No momento que eu acendi a vela, morreu em mim. O desejo da proximidade daqueles
que eu amo. Então é. É quando se fala em contextualizar quando se fala em mudança, nós temos que tomar sim, bastante, bastante cuidado. Velho não é não é uma atualização para atualizar. É por isso que essa que é a que a que o espiritismo, ele é filosófico. Não é necessário pensar, é necessário refletir a partir os elementos que nós temos. Há, mas simplesmente fazer por fazer.
Não é não é simplesmente defender por defender, é observar toda todo o movimento, porque a ciência, ao contrário do que? Nós observamos ela é, ela está em constante, em constante mudança. E quando eu me pergunto sobre mediunidade? A mediunidade também. Ela está em movimento porque nós estamos em constante Progresso, então é. É muito interessante a gente observar essas questões falando sobre essa visão. Careca tinha essa visão. Exemplo clássico. Não vou lembrar o nome, mas
vocês me ajudem. A médium que serviu, né? Aos 4 evangelhos de roustang e ela se consultava com Kardec. Já existe um. Contratei um contra senso extraordinário aí, né? A média o responsável pelos 4 evangelhos de roustaing se consultava com Kardec, conversava com Kardec e quando ela teve alguém da família que não me recordo o pai ou algum parente. Que é desencarnou. Ela Foi perguntar a Kardec o que que ela faria sendo espírita? Uma vez que a família.
Especificamente falando católico, todo um ritual a ser fiel. O que que eu faço? Eu sou espírita, mas a família tem todo o ritual a ser feito. Como é que eu faço? E Kardec simplesmente respondeu que respeitasse o quê? Né? A cultura. A família. Porque o espírito é exatamente isso, ele é um livro de pensador e não pode ser engessado. Não é? Então assim, e nós estamos sendo. É, é constantemente complicados nessas questões. Né? É sociais, é o nosso dia a dia,
é a postura do espírito. Ela, para não dentro da casa espírita, né, que ele fica fácil, mesmo que o espiritismo não está em 4 paredes, né? Já descobrimos isso graças a Deus, né? Tá, mas essa essa, essa busca, Marcelo, eu não sei se eu respondi a pergunta, mas o Elias me fez recordar essas histórias me fez recordar, aí é o quanto que Kardec tinha a filosofia, a sensibilidade é, é. Com aquilo que de fato, era necessário para preço, desenvolvimento aí no espírito. E aí?
Só pra jogar lenha na primeira, quando espiritismo, movimento chega aqui no Brasil, vocês sabem disso. O terreno era fértil, né? Dias muito fértil, tá? É a federação. A gente sabe disso, perfeitamente disso é só observar e os cientificistas uns brigavam, é teoricamente tá. Uns colocavam em Kardec ou colocava ali o espiritismo nas bases, nas bases científicas. A outros, com bases religiosas. E a federação conseguiu o quê? Observou que através do sts, assistencialismo, as suas
instituições ficavam cheias. Daí a gente perdeu no meu ponto de vista, o rumo do que é realmente estudar espiritismo. Nós confundimos uma coisa com outra, nós misturamos uma coisa com a outra. É importante os trabalhos
sociais. Agora mesmo você tinha colocado o Elias sobre a bala perdida na eu, eu acho interessante essa questão que Eu Acredito que dá até com uma outra live e a gente tem que pensar o seguinte, que trata da violência, trata dos problemas que nós estamos tendo um país com todo esse negacionismo é que a gente tem que entender que o direito da maioria é um direito universal. Então eu acho que é um. É, é um, é um bom momento de nós exercitarmos, é o direito da
maioria. Se eu não concordo, não é que eu defenda com base. Mas que eu respeito o direito da maioria. Kardec fazia isso. É por isso que o espiritismo país, né? Ainda nessa possibilidade de debate? Responde, não viu? Marcelo? Eu acho que não é certo. Eu acho que sim. Nós vamos ver aí que o sardinha tem, quer dizer, aproveitando, inclusive tem o caos, né? Porque todos nós temos causos do
brasileiro. É formado na sua estrutura por causas que são as vivências nas experiências pessoais, aquelas que a gente presencia, aquelas que acontecem conosco e aquelas que chegam ao nosso contato, seja pelo convívio com outras pessoas na Seara espírita. Sejam os testemunhos mediúnicos que cada um de nós é portador a partir desse intercâmbio com o outro lado, né? Sardinha até que ponto esse compromisso com a fidelidade a Kardec?
Ou essa permissão para que cada um expresse o espiritismo da sua maneira. Podem ser conciliadores, ou seja, porque muitas situações nós acabamos trabalhando não com a pureza doutrinária, que é um conceito controverso, convenhamos, mas acabamos adotando uma dureza a doutrina. É, eu entendo, Marcelo, que essa convivência e esse lidar com o pensamento diferente do outro, ele é uma arte. Sabe uma coisa que que a gente muitas vezes é o exemplo do do do Wilson foi muito interessante, né?
E quando às vezes você vai tirar a fé do outro, alguma coisa sem ter uma coisa para oferecer. É, é o perigo. Não é que a pessoa às vezes pode ficar sem chão, por exemplo, eu tenho me dedicado ultimamente já há algum tempo em oferecer para as pessoas dentro das minhas limitações, das minhas possibilidades, oferecer Kardec para as pessoas. Eu não tô mais preocupado em bater em fulano e sicrano em criticar a obra. Tal médium tal, deixa eles.
Eu não vou agora, Oo. Eu estava pensando nessa questão da da contextualização. I. Como muitas vezes você precisa saber, né? É navegar determinados mares. Sem querer trazer a coisa pro sardinha aqui, né, com com jeito, né? Muitas vezes você precisa fazer concessões, e aí você tem que entender qual é o limite dessa concessão que você faz. Onde estava discutindo com a minha esposa, como discutido, não conversando sobre uma outra questão EE eu farei uma vez.
Olha, se alguém na igreja católica me convidar para fazer uma palestra, eu vou. Boa, feliz. Eu vou falar sobre amor, vou falar sobre tudo que nós temos em comum. Eu não vou chegar lá falando sobre reencarnação. Eu não vou chegar lá criticando as coisas que eu discordei, porque eu tenho que respeitar os Oo espaço onde eu estou da mesma forma No No, no nos centros
espíritas. Olha só confirmar convidado para um centro espírita que venera determinado médium, determinado espírita, eu não vou chegar lá, né? É, é criticando, abatendo agora. Me conta uma vez, me convidaram para fazer uma palestra com o título era provas da divindade de Jesus. Provas da divindade de Jesus, como eu tinha uma certa intimidade com a pessoa que chamou, brinquei, poxa, vai ser legal, vai ser a primeira vez que eu vou falar na igreja católica para alguém, né?
Não é no centro. Olha você, desculpa, a gente se conhece há um bom tempo, mas eu não tenho como falar no centro espírita sobre provas da divindade de Jesus. Eu posso falar, falar sobre provas da humanidade de Jesus, que assim que o espiritismo ver, né? Então você pode muitas vezes olha, desculpa 11 vez uma amiga me chamou para participar de um debate.
Lá No No, no, no, na live que ela faz, eu falei, olha, depende do tema, porque porque de repente, dependendo do tema, eu posso falar coisas que vocês não vão gostar de ouvir e eu não. E eu tenho que respeitar os passos de vocês, mas também, eu não posso ficar calado. Né? Dependendo do algumas coisas, então a gente precisa saber a hora até de calar a hora até de não ir. EE esse limite do respeito com o próximo, né? Porque entre todas as religiões eu ouvi isso nunca, não fiz.
A pesquisa, dizem que existe 90% de conforme de de de de consonância, né? De de de, de, de coisas que estão em acordo que você tem ali uma alguns detalhes e que elas estão diferentes. Então acho que tanto dentro do espaço Inter, né? No caso o espiritismo entre nós, porque a gente tem aquele pessoa que pensa de um jeito, que pensa do ou. Outro então assim, hoje a gente tem, né? O pessoal que são os kardecistas, a gente tem um chama de chique.
Stasi tem os de valdi stasi, né? Ubaldi, stasi tem um Monte de ista espalhado. Aí que o pessoal coloca que eu particularmente não goste, porque às vezes soa pejorativo, né? Eu acho que dá para a gente se entender nesse espaço, respeitando, né? Eu me lembro que o Marcelo comentou sobre a questão do debate. Oo maior problema de ter debate muitas vezes é porque nós também temos uma dificuldade grande de saber debater. Não é? A gente tem 11, está no debate com você, é em vez da gente
conversar. Eu costumo dizer isso ácido, as pessoas vão debater. Nenhuma das 2 está disposta a rever o seu pensamento, a sair de lá dizendo, olha, obrigado, eu não tinha pensado nisso. Vai ser 2 surdos conversando. Né? Oo fugiu. O nome agora dele, um poeta maravilhoso. Agora o escritor Rubem Alves, ele fala sobre a arte, da escuta
tória, né? A gente estuda muito a arte da oratória e esquece da escuta tória de ouvir o que o outro tem a dizer na hora que o outro está argumentando que você discorda. A gente não fica elaborando aqui para ver se ele tem razão, a gente fica pegando aonde que eu já tá pensando na resposta, né? Então essa É Ela faz muito parte da nossa cultura, a gente exercitar isso. Muitas vezes o bom do dos passos, como o WhatsApp da vida. Onde você tem uma comunicação
com chama de assíncrona, né? Olha, eu. Eu sou obrigado a ouvir o teu áudio inteiro, né? Não obtenho como interromper você no meio do teu áudio eu sou obrigado a ler tudo o que você escreveu eu tenho tempo de pensar no que eu vou responder eu, né? Não é 11 bate boca mas se a gente soubesse se educar para isso, eu acho que o espiritismo, o mundo como todo, ganharia muito, né? Somos aprendizes nisso. Ainda não é? Somos engatinhando nesse processo difícil. É difícil.
Bom, puxando essa ideia, né? Desse aparente conflito que nós temos entre Correntes dentro do espiritismo, entre o espiritismo e a forma de professar determinado conhecimento, determinado entendimento, eu puxei, aí pedi para a técnica puxar a contribuição do queridos ignatz. Como vocês analisam o conservadorismo no espiritismo brasileiro hoje olha o tijolo aí que deu pra ti eles consolidado esse conservadorismo ou em transformação? Lenta ou mais rápida para uma visão mais progressista?
O Marcelo, eu amo signa, disse. Ele sabe disso, ele é meu mentor espiritual, encarnado aqui na Terra é e assim é. Aí é, talvez a gente tenha. Tem algumas questões aí que a gente a gente ainda precisa conversar mais e a gente pode até estar divergindo sem que isso afete de qualquer maneira o apreço recíproco que eu tenho é, é eu eu, ele sabe o quanto eu o quero bem e eu sei o quanto ele me quer bem, né? Então assim eu penso que a gente pode tirar o cavalinho da chuva.
De conseguir uma visada mais progressista no espiritismo como um todo. Sabe o que é o espiritismo hoje? Ele é muito plural. Nós vamos, é o que eu penso que a gente não pode deixar de fazer. É, é mostrar, é mostrar que a gente pensa diferente, sabe? E disse, olha, eu penso diferente. Eu sinto muito, me desculpa se você gostaria que eu pensasse da sua maneira, mas eu penso diferente, né? Oh, e tem mais, tem mais gente que pensa diferente de você também, né? Nós somos muitos, né?
Esses dias eu brinquei com um colega, eu falei assim, olha, não se iluda, não, nós somos milhões, né? Então assim a gente vê, por exemplo, eu vou até trazer 11 estatística, que é do ambiente político, mas que eu acho que ajuda a perceber isso. É, a gente costuma dizer assim, que a maioria do espiritismo é conservador, mas se a gente pegar pelo resultado da eleição 2018, nós tivemos um alinhamento com o atual presidente nosso, né? O atual presidente da República, de 49 e meio por cento.
Tá? As pessoas falam, a maioria dos espíritos votou No No presidente Jair Bolsonaro. Não, isso não é verdade. Foi 49,5%, né? Aí nós tivemos uma outra grande porcentagem que votarão nulo porque não se sentiram seguros para escolher nenhum campo nem outro. E nós tivemos uma porcentagem de que é mais ou menos o que o resultado da votação do Brasil.
Quase 30% de espíritas que votaram numa proposta do do do nosso colega, do do do do Fernando Haddad, inclusive uma pessoa que é de família espírita, né? Então, assim, então a gente teve essa dispersão nos votos no meio espírita. Eu acho que ela reflete bem o Panorama é o que está colocado e acho que a gente não precisa, é, é. É imaginar que a gente vai ter um dia uma coisa, toda uniforme, sabe?
Agora a gente precisa ter Claro que a gente tem divergências de posições que nós vamos discutir sim, posições conservadoras EE progressistas, ou eu ouvia ontem o colega. É é falando, né, de como que o espiritismo, na proposição de Kardec, ele é progressista, por mais que a gente, que algumas pessoas não gostem desse termo, né? Mas Kardec coloca o espiritismo numa proposta de de de de.
Progressividade não é de estar abraçando as ideias novas, então assim, são discussões que eu acho que é bom que a gente vá
estabelecendo, sabe? Sem a pretensão de de de de criar uma ideia única, porque isso jamais nós vamos conseguir, mas sabendo que há um espaço que é plural e que a gente vai ter que aprender a conviver com essa pluralidade, porque se a gente não aprender a conviver com a pluralidade, nós não vamos sobreviver no futuro, porque aquela ideia de unidade sabe aquele conceito platônico de unidade? Aquilo já estava, já está mais que provado que aquilo não existe aqui, não é utopia, não é utopia.
Uma utopia dentro da qual quer dia que a gente achou que era possível. Kardec achou que era possível. Unidade não é isso é bem Claro no projeto dele. Até o Márcio colocou aqui. Olha, é, é o ele, ele, ele corrigiu minha resposta que não foi completa para ele. Eu agradeço, Márcio, não é? É questionar a visão biblio, centrada do pensamento de Kardec. Ano, Kardec tinha 111, perspectiva, uma visão, né?
Ele acreditava em em muitas coisas que a gente vai ter que ver hoje, que que que a realidade que se abriu, ela traz novos desafios. Se Kardec tivesse aquilo, tinha teria mudado de ponto de vista. Muitas vezes a gente não precisa ter dúvida quanto a isso. Né? Então assim é, eu acho que essa essa visão plural hoje que não também também não está presente na obra kardequiana. Eu acho que ela é um desafio, que a virada do milênio
consolidou. Não há como ser diferente hoje, então signatus eu penso que vai ter 11 grande quantidade de espíritas, que continuarão conservadores e agora eles vão ter que perceber. Muitos vão perceber que há também um movimento progressista que é muito forte dentro do meio espírita, sabe que há pessoas que não têm certeza que tem dúvida. E que prefere não se alinhar nenhuma proposta nem outra. Então eu acho que o espiritismo
vai caminhar agora assim, sabe? Nessa diversidade e a gente aprendendo a se respeitar dentro dela. Eu acho pouco provável que a gente consiga. É uma maioria de visão progressista, por exemplo, para o para a uma maioria significativa, né? Mas eu acho que as pessoas vão perceber que existem os polos de Ideas, sabe? Vão poder ouvir um lado outro daqui uns dias. No próximo domingo eu vou fazer uma live. Com com o colega Marco Milani, da use São Paulo, que é claramente de direita.
Filiado ao partido novo. Vamos fazer um bate-papo com ele no canal Fronteiras do pensamento espírita. Na outra semana eu consegui. Agradeço já de ante mão ao Sérgio Maurício por ter aceito o convite, que é o que é que trabalha o canal espíritas à esquerda? Então vamos conversando e vamos batendo papo, porque eu acho que o precisa ficar Claro é que há diferentes visões e a gente precisa aprender, viver de maneira respeitosa entre todos.
Olha só, o Elias já aproveitou a bancada do e secar e fez um merchandising aí gratuito para o canal PL, pra sleeves dele, vê como ele bagunçou o ambiente, mas tirando a brincadeira eu recomendo, recomendo o espiritismo sem Fronteiras é parceiro nosso, né? E essas propostas são muito válidas, autoracing Elias com muita franqueza eu acho que aqui no início, né, a tua conversa acabou ficando muito no plano político, citasse algumas personalidades do mundo.
Político, mas eu acho que a par dessa análise muito boa que fizesse desse cenário que às vezes é complexo e traz muitas falácias, como aqui, há uma maioria dos espíritos, são conservadores, a maioria dos espíritas votou nesse estado de coisas que aí está e tudo. Mas esse alguns elementos que compõem uma porção multifacetada que não pode ser esquecida. Mas a pergunta dos signatários, a meu ver, só foi respondida aí, nesses quadrantes, finais aí do teu da tua fala.
Para situar a ideia do conservadorismo e do progressismo espírita, que convivem lado a lado nesse chamado movimento colcha de retalhos espírita brasileiro. Então quero trazer para o sardinha essa proporção. Será que nós vamos conseguir, aos poucos, minando, no bom sentido da palavra, esse conservadorismo que foi, aliás, objeto da nossa primeira live desse quarto quarto lip, quando trabalhamos com a ideia do projeto de poder. Uma febre a partir do pacto Auro e até jocosamente, chamamos de
impacto áudio. Será que se é possível imaginar um movimento não tão dependente dessa estrutura? Hierarquizada presente no organismo federativo para dar lugar a visões mais progressistas, onde haja um diálogo fraterno, respeitoso e construtivo, em que estiver suprimentos. Olha, Marcelo, não acho muito simples, nem muito fácil, não, não é. É num movimento espiritual, como geral, né?
Alguém até usou esse termo que eu achei interessante, que é o Gui. Ismo, né, que a gente normalmente quando fala em Gui ismo, a gente pensa em guia espiritual, mas existe muito também é focos encarnados que vão de não ditar, né, mas o que eles disserem, você assume como lei, porque foi ele que diz. E alguns desses representantes são representantes que têm a sua postura, a qual a gente respeita, né? Eu acho importante isso, não a criticar a pessoa. Eu, né?
Eu tenho também uma tendência a mais no sentido progressista, mas não é por isso que eu vou deixar de respeitar quem tem a visão diferente. Eu estou aqui pra pra julgar, mas como essas pessoas que têm uma influência maior, né? É esse posicionamento, e não só se posicionar porque eu, por exemplo, No No, no Facebook lá do Elias, né? Que eu tenho Alegria, honra de ser amigo dele. Ele se posicionar claramente lá, né? É, é politicamente de uma forma bastante enfática.
Então, qualquer um tem esse direito. Agora, quando você entende que você é uma, tem uma liderança sobre as pessoas, você tem uma influência. Eu acho que é uma responsabilidade que você tem que pensar, não é? E eu vejo alguma dessas pessoas, inclusive, é se arvorando responder sobre qualquer assunto. Então, quando às vezes eu me incomodo ou falas do Kardec, quando ele diz que o espiritismo
responde a todas as questões? Eu às vezes assisto algumas entrevistas ou livres com essas personalidades famosas e eu vejo eles tentando responder sobre qualquer assunto. Eu acho que é a maior prova de de de falsa sabedoria. É você nunca respondeu, não sei. Ou esse tema não é comigo, não é? Ou olha, é melhor você perguntar para o especialista, eu já recusei várias palestras por dizer, olha, porque tem a ver com psicologia, melhor você convidar um psicólogo para falar disso, né?
Mas tem essas pessoas que acham que não sei, talvez se sintam menores, não é em dizer que não sabem sobre algum assunto. E isso é uma coisa perigosa, então é eu. Eu vejo uma perspectiva não muito otimista, pelo menos a curto médio prazo de uma modificação desse cenário. Eu não sei dizer se essa proporção que a gente estudou, né? Entre conservadores e progressistas, porque o movimento espírita é formado por
pessoas, por cidadãos, né? Então, se você pegar outros ambientes, se a proporção não é a mesma, porque seria uma proporção geral, né? Vou poder aproveitar a oportunidade para dizer, não sei, não sei dizer se isso é uma proporção geral, se não for, aí é uma carta. Nem isso que específica do movimento espírita, ele teria que. Pesquisar porque, né? Então eu acho bastante difícil. Essa franqueza é importante, né? Porque nós precisamos saber em que terreno estamos pisando, né?
Nem sempre é um terreno firme como Jesus teria dito que a gente deveria de ficar a nossa casa na rocha para que ela não sofreu nenhum solavanco? Às vezes o terreno é e implantar mesmo, né? E eu vejo uma linkagem muito interessante entre essa pergunta, essa colocação de sign at com a do Márcio Saraiva, onde ele falou das elites. EOO Signal está falando do conservadorismo? Estou ficando puxar Wilson para essa. Nossa é confraternização aqui com os as.
Veja. Temos espirituais para dizer assim, até que ponto expressões como aquela que o ele usou da utopia de Kardec sobre a unidade dos espíritos, uma outra utopia de Kardec, em ele ter acreditado que o tempo de Regeneração social abriria o século 20 e nós estamos já na segunda década do século 21 e nada de Regeneração social, aliás, parece que a gente ainda está enxergando um luneta. Né? Tá bem longe, bem distante.
Até que ponto é Wilson também aquela excelente magistral dissertação de Kardec sobre as áreas tocasse as ou sobre um futuro, onde haveria uma aristocracia, intelecto, moral, conduzindo esse processo de reformulação do planeta e da própria humanidade, permanece como uma visão ainda conservadora do espiritismo, que, afinal de contas com esse
conservadorismo. De gente dentro e fora do segmento espírita, fica difícil imaginar que a gente possa ter esses saltos de qualidade, esses avanços, essa perspectiva de um diálogo fraterno, horizontal, como mencionou sardinha, não é isso. Marcelo, essa linha é tênue, mais meu, eu acho uma linha tênue demais, mas eu eu particularmente vejo uma distância enorme. Está é uma distância enorme mesmo. Eu acho que a gente tá bem bem longe e de realmente fazer e no
nos fazemos entender. Nesse conceito, sardinha me fez lembrar, é algo interessante. É uma pergunta que uma vez me fizeram, né? OA ciência é o espiritismo, contém todas as ciências ou as ciências contém? Voltei no Spirit. Eu. Você sabe que é. É um paradigma, então você. Você vê coisas assim, né? E eu acho que tudo tem o seu tempo. Hã? É nesse sentido, eu acho que a gente precisa ficar bastante atento, mas eu não. Não vejo, nunca consegui ver
unidade no espiritismo. É. Talvez eu tenho que estudar mais, né? Mas assim eu não consegui ver mesmo fazendo parte da Rússia e de outros, eu nunca consegui ver. É essa essa unidade e me preocupa muito, talvez não tenha conseguido entender também a questão da perfeição toda vez que me fala em em unificação, ele vem à mente, perfeição, eu eu acho que o negócio está muito, está muito ligado, eu acho que a gente está muito, muito. Muito, muito materializado nessa que.
Né? A unificação é a perfeição, né? Como se todo mundo pensasse igual, como se todo mundo seguisse a mesma linha de raciocínio, isso, isso, isso não pode existir, mesmo porque na diversidade é que há o Progresso. Né? Porque nós precisamos ver é estar atentos AA questões assim. E teve uma vez que, que eu enfrentei uma dificuldade nesse instintivo, né? Quando eu fui colocado aqui, eu não consigo entender a perfeição, a perfeição.
A qual é? Nós visualizamos, ou pelo menos se é passado, é a perfeita, a mesma, a mesma perfeição dos católica, é a mesma perfeição dos públicos, dos protestantes nesse aspecto, né? Porque quando você perfeição, também fez os espíritos puros. Espírito puro não faz nada. Né? É chato. Né? Não, não deve fazer nada. É. É o mesmo Paraíso, né? Então eu eu são coisas assim que eu que eu fico assim. Quando se fala de conservadorismo, né? E eu, eu prefiro progressista, né?
Às vezes eu coloco algumas coisas, eu começo a brincar que o contraditório me chama atenção, o contraditório me chama atenção justamente porque nos tira do do é do quê? É é dessa zona de conforto. Não é? Eu estava vendo, eu estava lendo, inclusive. Hoje é referente é as questões de de céu, inferno. Que essa essas coisas é sacramentada dentro do
espiritismo, né? E quando você, quando você vê lá o Elias, quando você fala da raça adâmica, por exemplo, vou pegar aqui só porque eu tenho uns pontos anotados. Quando você fala da raça adâmica, né? Que que é esse que é esse racismo? Na verdade, o feijão que é, na verdade essa essa super raça, né, que é colocada ali com Kardec defendido. Kardec, que é colocado pelo próprio espírito, né, que depois ele quase a correção na gênese, isso fica muito bem Claro, porém
ainda mantém. É AA sua, a sua, a sua visão no caso ali é eurocêntrica, é, nós nós vemos isso, nós vemos isso no na. No livro mecanismos da mediunidade é esse. Eu anotei aqui, mas agora eu perdi, não. Nós vemos também lá na exilados de Capela, Edgard armond, né? Nós vemos no exilado de Capela dedica Ramon. Vemos, acho que era caminho da luz, germânio a caminho da luz do dono que abre, obrigado ele, vemos a caminho da luz demanda, né?
Tivemos aonde na bíblia, né? Quando lúcifer quer um Serafim, um anjo de Deus, se revolta com ele, não é? E vem aqui infernizar a nossa vida aqui no plano terreno, então você vê que essa essa, essa, essa ideia de de de de perfeição e me incomoda, me incomoda bastante. Nesse, nesse aspecto, e mesmo essa questão da unidade, o que
é? Eu vejo é uma questão de Harmonia entre as partes, aonde o contraditório ele sempre deverá existir para que possa existir Congresso para que, como já foi dito diversas vezes aqui, para que a gente possa é de uma forma respeitosa, né? Estamos aí no Salto, avaliando, progredindo juntos, né? É? E isso é fundamental. Mas as divergências elas é sempre existiram, né? Inclusive no Paraíso, né? E ainda bem que existe de vergência no Paraíso.
Ao meu ponto de vista, então o conservadorismo é, eu não sou muito conservador, não. É no termo lato da palavra, né? Eu gosto de ver o circo pegar fogo, porque eu não consigo entender essa essa passividade. Né? E uma determinada, um determinado momento é, é entre um grupo de um grupo de médicos. Me disseram o seguinte, olha, é, é, eu não concordo com isso. Né? E tudo o que você disse aqui é muito legal e eu concordo plenamente com você. Só que quando chega no grupo de
estudos. E além com o mesmo assunto, a pessoa, se a pessoa, ela se. Recolhe e ela não defende o ponto de vista, então a gente tem, então, então Eu Acredito que está faltando um pouquinho de coragem das pessoa. É de colocar as suas posições de uma forma educada. Como que você concorda com o que nós estamos falando aqui? Se no seu grupo de estudo, né? É no momento em que tem a oportunidade como certinha, descia há momentos atrás de poder trabalhar. Kardec você simplesmente se
recolhe, né? Como OA tartaruga do casco. Então a gente tem muito, tem muito, tem muito que aprender com essas questões, né? É, é assim que eu vejo, então eu, eu, particularmente não sou, procuro não ser conservador em. Quase, absolutamente nada nesse nesse aspecto. Eu gosto realmente de ver o circo pegar fogo, que se não, não, não rola não, viu? Ou Elias e o teu livro contextualizando, caguei já fez pegar fogo só pelo fato de eu colocar lá nas minhas redes sociais, né?
Os ortodoxos do espírito, para colocar vocês, vão contestar Kardec. Quem são vocês aí? Eu fiz o convite para que lesse a sua obra, viu? Ouviu muito obrigado, muito obrigado o Márcio disse que a bagunça revolucionário, então tá bom, eu também. Bacana, olha só, é também a que veio um sopro espiritual para mim colocar que eu pudesse é também acrescentar que há um terceiro tipo de conservadorismo, que é o conservadorismo presente em muitas das comunicações da obra
de Kardec, né? Afinal de contas, nós temos um linguajar como o Wilson acabou de mostrar e lembrando aqui a nossa obra basilar, na tradução de Herculano Pires, o livro dos espíritos. Olha o que é dito No No na questão 113, em que define os espíritos puros, não estando mais sujeitos a reencarnação em corpos perecíveis. Olha aí o estado de contemplação. Wilson vivem a vida eterna, que desfrutam no seio de Deus.
Olha o que é mais conservador do que isso, aquela ideia, ainda afeiçoada aos dogmas religiosos que chegariam tempo em que ficaríamos nós na flauta, né? Contemplação eterna. Então, muitos dos textos de Kardec ainda possui esse vezo conservador presente na própria liturgia, na própria unia, na própria construção filosófica das religiões de grande parte dos chamados guias espirituais considerados. Kardec, como espíritos superiores, que pensaram na obra, ainda essas idéias conservar.
Portanto, é um desacerto culio nós fazermos esse contraponto entre muitas colocações conservadoras na obra de Kardec, para alcançar o Salto quântico, né? O Salto de qualidade que nos interessaria uma visão mais progressista, fala sardinha. É, não é só interessante, porque a gente tem que olhar a obra como um todo, não é?
Quando você pega o seu inferno quando ele fala sobre o céu, a Felicidade ele faz uma colocação ali que os espíritos superiores, ou seja, a partir dali da talvez da segunda ordem, o maior prazer deles é o trabalho. Né? Então Oo trabalho. A atividade no bem ela deixa de ser uma coisa fatigante, obrigatória para ser uma quase uma necessidade, né? Então, quer dizer logo como espírito puro, fatalmente AAOO trabalho vai ser 111 constante, né? Então a gente tem por isso que é
importante a gente ler tudo, né? E. E relacionar as coisas, né? E filtração na bola de volta, nem filtrar o Nelson. Tive fez um comentário que foi colocado há pouco aí, né? No sentido de nós darmos às vezes muito importância para determinados intérpretes do pensamento espírita, como se eles fossem os. Sabe tudo como esse fossem realmente considerados como continuadores, como consolidadores da mensagem de Kardec, é acabando por prejudicar.
Falei, ó meu espírito, existem palestrantes que descontextualizam totalmente Kardec. Minando o que a gente chama de racionalidade e o próprio ensino dos espíritos, com teorias míticas e místicas. E devemos nós combater esses, essa pensamentos em posicionamentos equivocados e também tem céu sem poder justos. Nós vamos não só, só, só só a rapidinho, e pegando o gancho final, aí eu costumo dizer o seguinte, assim como qualquer recurso, o tempo também é um recurso finito, né?
E todo o recurso finito, ele requer prioridade. Então a gente vê a palestrante desses aí dando cursos sobre velho testamento, pessoal, estudando laisa e isso e ninguém tem tempo para estudar. A revista espírita céu inferno. A gênese, né? Então, essas prioridades que se dá de de eles também tem que. Tomar cuidado da responsabilidade que eles trazem. Por quanto que a gente direciona as pessoas para deixar estudar o fundamento espírita para, às vezes, entrar em assuntos que
não têm o menor. Não é lógico estudar qualquer coisa é sempre bom, né? Mas. Prioridade, né? Desculpe, Marcelo, vou ficar quietinho, tudo bem, professor Herculano, se vivo fosse, estaria repetindo aquilo que disse em várias de suas obras. Nós temos aí, espíritas novidadeiros, que gostam de trazer as suas novidades, porque elas arrebatando multidões.
Temos aí um ou outro grupo. Estudando, por exemplo, com afinco, as epístolas de Paulo e deixando de lado o céu inferno, a gênese, a coleção completa da revista espírita. Nada contra quem tem o seu tempo. Quem tem disposição de se vincular a essas Ideas novas? Mas não podemos jamais desmerecer o estudo progressista da ideia espírita, retornando a Kardec, como diz o Elias no seu livro e aproveitando esse manancial de conhecimento.
Agora também criticá-lo para também colocar algumas a posições, algumas contrafações algumas discussões necessárias para a consolidação ainda mais do pensamento espiritual e espírita sobre o planeta. Estamos chegando no final da nossa live. Vocês falaram agora do tempo, olha aqui, ó, aqui a minha minha cola. Tinha muita coisa ainda para ser perguntada pro seu Elias, o que significa que teremos que no correr desse ano, voltar com essa temática. Uma outra abordagem, Claro.
Aproveitando essa experiência, esse conhecimento, essa troca salutar de debates. Até o né que está dizendo aqui na coxia, no nosso? É. É nos nossos bastidores que essa nossa live deveria passar em grupos de estudo. Então fica aí o convite para você, que é vinculado a algum tipo de grupo de estudo. É de natureza virtual ou de natureza presencial. Leve o vídeo do e secar para lá. Discuta em cima do vídeo do ex e
cá malha, o seu Elias? Malho seu Wilson, malho seu Ricardo sardinha por ter colocado tanta caraminhola na nossa cabeça, nessa nossa terceira live do quarto fórum do livre pensar espírita. Vamos então as nossas considerações finais primeiro, o nosso convidado especialíssimo, nosso querido Elias Inácio de Moraes, para as suas palavras derradeiras nesta live. Muito obrigado, Marcelo. Eu quero fazer minhas palavras de 2 comentaristas.
Aí um colega que ele aí ele colocou como Facebook users, né? E lá mais antes, um outro colega que eu não vou procurar aqui não para eu não perder tempo. Ele quando ele fala, se a gente não deveria buscar, por exemplo, Paulo Freire, pra gente fazer uma melhor situação dos debates em relação às questões do sociais, né que das quais o espiritismo tem sido muito ausente, inclusive como a gente pegou uma vertente muito religiosa de espiritismo aqui no Brasil, a gente acabou
construindo, né? O espiritismo, muito religioso, a gente se ausentou muito das discussões sociais e aí a gente se ausentando das discussões sociais. A gente corre o risco de fazer um espiritismo muito alienado. Como a gente percebe, a gente recebe críticas quando a gente convive no meio extra, paredes do meio espírita a gente recebe muitas críticas disso, de um movimento alienado.
Fora da realidade que não não conversa com a realidade quotidiana, daí essas teorias loucas aí de bala perdida, de tsunami como transição planetária, essas coisas todas não é de pandemia para separar os bons dos maus. Essas coisas que a gente vê aí. Infelizmente, por falta de de aí o Marco Aurélio, né? Então, por falta de de de sintonia com o pensamento científico atual. Então eu penso que isso aí que o Marco Aurélio colocou que o nosso amigo Facebook eu zerei, colocou, é muito.
São muito pertinentes e. Mas que essa contribuição que a gente precisa dar sabe, resgatar um pouco de amor, de amizade, aquilo. Kardec os expressão tão linda, gente, eu não vejo coisa mais bonita quando eu falo assim. A Aliança da ciência e da religião, eu acho lindo, sabe o que Kardec propunha era isso. Era um movimento de espiritualidade, que fosse fundamentado na ciência, na filosofia. Então eu penso que a gente
precisa retomar isso, sabe? Retomar essa essa visão, essa visada kardequiana de estar lendo a ciência do nosso tempo, vendo o que que os nossos pesquisadores estão descobrindo, conseguindo. Formular, conseguindo teorizar, sabe? E trazer o olhar espiritual para tudo isso. Então acho muito bom isso que você colocou. Marco Aurélio sabe, Paulo Freire é uma grande contribuição para compreender a realidade social dentro da qual a gente está inserido e muitos outros.
Então eu penso que é por aí, sabe? Nós temos que oferecer nossa contribuição, aquilo que o Wilson disse, eu acho muito bom. Importante Wilson perdeu o medo de nos expormos, sabe da nossa cara a tapa sim, pode bater, eu estou disposto a apanhar e prometo que eu não vou revidar, né? E prometo que eu não vou revidar. Sabe, mas a gente abriu os diálogos sim, porque a gente precisa dialogar sem diálogo.
O espiritismo se congela em algumas visões que não são saudáveis do ponto de vista de uma compreensão de sociedade. A gente sabe que a gente pode acabar entrar num processo de de um espiritismo adoecido. O espiritismo sem vitalidade, um espiritismo fanatizado. E não é isso que nós queremos. Todos nós queremos o bem desse movimento tão gostoso que a gente está inserido hoje e vamos trazer a nossa contribuição. Vamos fazer esse diálogo acontecer, porque é da bagunça
que surge alguma luz. Bacana, bacana, aliás, muito bom estar com você nessas nossas quase 2 horas de live. A terceira live do quarto fórum do livre pensar espírita desde já já se sinta intimado para fazermos a segunda edição do contextualizando Kardec no nosso calendário de livres deste ano de 2022. Será um prazer tê-lo mais uma vez, prazer vai ser meu Marcelo, tenho certeza disso bacana. E aí dissipa completamente aquela suspeita do nosso Marco Milani. Deve estar aí na coxia, nos
ventos, né? De que eu e você discutimos em algum momento aí dos Facebook, da vida, das redes sociais, muito pelo contrário. Milani, eu e Elias temos dialogado aí com essas diferenças, às vezes de posicionamento, né? Algumas delas nós provavelmente vamos explorar na segunda edição dessa live, mas sempre com esse nível, com esse tom respeitoso, esse nível, não de unidade de uniformidade, mas de aprender com o outro, com as diferenças do outro e o companheiro Marco Aurélio.
Faz parte quando resgata a importância do patrono da educação Brasileira, Paulo Freire. Ele nos coloca exatamente aquilo que Kardec fez questão de destacar na sua obra de que a obra espírita é essencialmente uma obra de educação. Obrigado, Elias e até uma próxima oportunidade vai lá para nossa salinha do chá e vamos conversar mais um pouquinho daqui a pouco. E aí, Wilson, qual os? Quais são as tuas considerações
finais? As tuas impressões sobre esse, essa bagunça organizada, essa anarquia que a gente fez hoje nessa live. O Marcelo é, existe. Existe ordem no caos, né? Existe ordem do caos, né? É, eu acho isso fantástico. Não há como ser diferente. Bom, eu queria. Marcelo, na verdade é agradecer, né? Agradecer a todo mundo esse carro, o Elias, né? E, inclusive, pela oportunidade da obra, né? Que ele nos proporcionou aí é que foi base do nosso debate de hoje e eu queria sim, é esse o
terminal. Marcela, nos meus agradecimentos pegando a deixa aí do do do Marco Aurélio, né? É Paulo Freire, ele falou, pô, Lula só fez aço do Paulo Freire, né? Pestalozzi, né Rousseau? É todo o fator uma aí é, é são fundamentais, mas é? É, mas eu queria também aproveitar dentro do tema, falando de Paulo Freire, presta lógicos ou e tantos outros educadores dentro da educação. É de que também são pensadores de seu tempo. De seu tempo? Podem ser atemporal, mas são pensadores do seu tempo.
E aí eu sempre me questiono muito, quando é nas bases da educação, especialmente dos nossos jovens, se é esse a realidade da da educação proposta, né? É pela educação que estamos, é, estamos vivendo num momento, é realmente a educação necessária ou é a educação que de fato vai fazer com que nos tire, né, desse, dessa, dessa. Desse inércia, né? Porque não se pensa hoje está está difícil você ver a rapaziada pensar, né?
Então a gente sempre se questiona então, aproveitando, olha, deixa do. O Marcos é a pergunta é essa, está se essa realidade dos nossos jovens será que é a realidade proposta pela educação da atualidade? Mas se realmente é, então a gente tem que ver isso, não é? Pegando esse gancho aí, dizendo que cada um está no seu tempo e pegando todos eles, a gente tem que construir algo sólido, com
políticas públicas justas. Não é com uma educação que realmente seja justa, que seja de fato igualitária, né? Que não tenha diferenças, isso é extremamente, é importante para nossos debates. Dentro do espiritismo, a sociologia, como todo conhecimento da antropologia, eu queria Marcela, como você falou do dos meus amigos surdos.
Né? Os meus amigos surdos, né, da cultura surda, e eu queria assim fazer um convite para você, gente, é, assista um filme aí. Se vocês puderem, para poder entender um pouco dessa cultura, está agora na Amazon assistir essa semana é a nota ainda no ritmo do coração para poder entender. Um pouquinho só de toda de todo esse esse universo, né? Da cultura surda, que por sinal está aí está aí, estão sofrendo bastante. Com as federativas, não é? É por não terem tx.
Ficou muito mais fácil, né? Toda essa manipulação, toda essa maquiagem do espiritismo pelas federativas, os meus irmãos os, né? Então é, é, seria a diária aí para outro debate, mas assim fica aí o convite, tá bom? No ritmo do coração, fazendo uma propaganda da da rapaziada. Surda lá tá bom? Marcelo, abraço. Gratidão, sardinha prazer, meu amigo.
É, precisamos aí trabalhar com essas Ideas inclusivas, essas ideias de Acessibilidade, com essas ideias de pluralidade e com essa possibilidade de sempre estarmos construindo um movimento mais autoritário, um movimento mais respeitoso, mais fraterno, que eram, aliás, se continuam sendo as bases fundamentais da doutrina dos espíritos a partir do cartão. Muito obrigado. Wilson fica lá na salinha do chá que a gente já vai bater aquele papo.
Ricardo sardinha é toda sua. A bancada do EC, então. Eu, enquanto eu mergulhava, né? Na Na obra do do. O Elias, né? Me sentindo muito representado aí, vendo ali diversos momentos, ele apontando, né? Vamos dizer assim, pelo fato de contextualizar, mostrando equívocos mesmo, né? AA luz da ciência de hoje é da aula. Carter cena ficava pensando assim, gente, como é que o Kardec está se sentindo? Né? Ele, será que ele está acompanhando esse movimento aqui?
Ele está acompanhando isso, ele tá feliz, ele está triste, está chateado, está com raiva do Elias, não é? Ou eu vo cai aqui, mandar ele, por que que ele vai dizer e eu não tenho a menor dúvida de que o Kardec está felicíssimo com esse trabalho. Tá muito feliz, porque eu acho que a maior demonstração de respeito que você pode ter não é porque hoje você tem extremos com relação a vários posicionamentos. Eu acho que o caso do racismo é o mais. Sensível, né?
O que faz mais barulho, né? Então você tem aquele cara que acusa que joga Pedra acusando o Kardec de racista. Quando você fala no Kardec, Quem É Aquele racista, você esquece do resto todo, né? E você tem aquele que fecha o olho, né não? Você tenta justificar o injustificável e tenta explicar o inexplicável e o que complica mais ainda. E eu me lembro que na obra kr desse ano, em diversos momentos ele demonstra a preocupação
dele, né? Quando ele fala, por exemplo, dos espíritas exaltados no livro dos médiuns, né? Quando ele fala a própria revista. Espírita sobre AA imagem, que o espiritismo possa ter diante daqueles que não conhecem. Que é o fato da gente não buscar essa compreensão contextualizada faz com que o espiritismo comece a ser desacreditado pela ciência e é interessante que o Elias, ele menciona diversas vezes a questão dos jovens, né? Tem uma playlist lá no canal do aliás, que ele de século, né?
Diversos capítulos do livro. Ele fala muito nisso, porque o jovem já não aceita mais isso, né? Da goela para baixo. Mas se você apresenta essa obra e você apresenta, olha esses pontos, realmente a gente tem o direito de contestar, tem o direito de de de. De entender não é da época. Como eles foram feitos, você começa a demonstrar um respeito pelo Kardec, porque você é observar o seguinte, Kardec era um homem, talvez à frente do tempo dele. Mas não tão à frente, né?
Porque se eu tivesse tão à frente, ele não conseguiria fazer nada. O que fez? Se você ficar à frente de mais você não é nem ouvido, né? Então, sobre diversas questões, por exemplo, é é no caso do Jesus histórico que eu tô. Eu sou estudante ainda iniciante, né? A gente vê que o Kardec já dá um passo de muita audácia, né, Marcelo? Quando ele chega na gênese, fala sobre os Milagres, quando ele fala que que aquilo são alegorias, gente, imagina isso. Naquela época, o scan. Né?
Quando ele fala sobre a questão do do, do, da aparição de Jesus após a morte e tal, é lógico que você hoje estudando o Jesus histórico, você hoje tem pergunta que o Kardec deveria ter feito na época e não fez, tipo, isso aconteceu mesmo? Hoje você já olha e não espera aí nada disso aconteceu. Ele parte do princípio que aconteceu e traz uma explicação e não é por isso que você vai desqualificar o imenso passo que
ele deu, né? Quando você fala no feminismo, quando você fala em todas as questões, você vai achar lá uma pergunta do livro dos espíritos. Há, mas aqui a mulher sim, para aquela época já era uma visão bem à frente, não é? Então eu queria muito agradecer a parabenizar mais uma vez OOO Elias por esse trabalho e recomendar a todo mundo. Né? Que que mergulhem nesse trabalho com com muita seriedade. Ele demonstrou uma coragem imensa, eu imagino o quanto ele deve estar apanhando.
Por conta disso, o quanto deve ter gente buzinando no ouvido dele e agradecer a oportunidade de estar aqui, agradecer a confiança. Eu confesso que eu estava um pouco apreensivo pela responsabilidade aqui desse tema. Na dúvida, soltava altura ou não? Eu não sei se eu estou, mas bastante preocupado, né? E eles estarão disposição. Para todas as todas as oportunidades que a gente vê aqui de de trocar Ideas. Que bom, Ricardo, que bom, vamos
contar com você. Seguramente um outras livres, para que você traga essa sua descontração, esse seu conhecimento. E se sua presença de espírito, né? Sempre importante para nós termos essa pluralidade, né? Quem acompanha o nosso trabalho já 4 anos, sabe que nós damos oportunidade a todos, aos iniciantes, aos que estão no meio do caminho. Aqueles que já estão mais adiantado, nós estamos sempre fomentando a participação de novos companheiros.
Estamos sempre arregimentando novas pessoas, novos valores para trabalhar nos nossos projetos. Ficamos muito contentes com a tua presença também lá para essa linha do chá, que nós vamos partir pro encerramento, mancha. E tal gente, mais uma live. Nós pedimos um pouco de escusas por termos, é ultrapassado o nosso teto de 2 horas. São 2 horas e quase 2 minutos de live, mas o conteúdo rico
justifica a nossa atividade. Fica aqui o convite para o próximo sábado, dia 5 de fevereiro, quando estará na bancada do ICK, novamente o nosso Edson Figueiredo de Abreu, nosso companheiro de primeira hora do ECK, que estará trabalhando desmistificando o centro espírita. Com a presença sempre querida da nossa Marta Novis e do nosso
grande. Produtor do ICK. Organizador da parte gráfica da parte, é de imprensa do e secar o Manuel Fernandes neto, o Neco. Então, fica aqui o convite para vocês estarem comigo conosco na quarta live do quarto fórum do livre pensar espírita, agradecemos a sua presença a você, que esteve conosco ao vivo, a você que vai acessar esse conteúdo postumamente, ou seja, depois de estar no nosso canal e até. Sábado na próxima live. Tchau.
