Comunicação mediúnica entre vivos [Ep50] - podcast episode cover

Comunicação mediúnica entre vivos [Ep50]

Mar 10, 20241 hr 34 minSeason 17Ep. 50
--:--
--:--
Download Metacast podcast app
Listen to this episode in Metacast mobile app
Don't just listen to podcasts. Learn from them with transcripts, summaries, and chapters for every episode. Skim, search, and bookmark insights. Learn more

Episode description

Retomamos o trabalho de debates sobre fundamentos, princípios e diretrizes kardequianas para a prática espírita, abordando a Mediunidade (segundo o Espiritismo). Vamos enquadrar uma vertente mediúnica que não é estudada e é pouco compreendida entre os espíritas em geral, que é a "Comunicação mediúnica entre vivos", tratada pelo Professor francês em suas obras, em especial em "O livro dos médiuns". Algumas questões devem ocupar nossas mentes a partir da leitura do tema: - Os encarnados podem se comunicar mediunicamente entre si? - Como se dá esse processo e como ele pode ser enquadrado? - Qual a utilidade da comunicação "entre vivos"? - Como diferenciar, assim como em relação à mediunidade "tradicional", isto é, aquela que parte da afinidade entre um Espírito (desencarnado) e um indivíduo encarnado em nosso planeta? - As instituições e grupos espíritas deveriam exercitar tal comunicabilidade "entre vivos"? - Como perceber, fora do meio espírita, isto é, fora das atividades de grupos e instituições espiritistas, este fenômeno? Recebemos Sônia de Oliveira (SP), médium e componente da Associação Jurídico-Espírita de São Paulo (AJE-SP), e Leopoldina Xavier (SP), integrante do Conselho de Gestão do ECK e estudiosa da temática, sob a costumeira Moderação de Marcelo Henrique (SC). Este é um "deguste" do colorido que irá permear mais um momento de livre expressão e debate, na bancada do ECK, sobretudo em relação às premissas que caracterizam o nosso trabalho (e as nossas propostas para o meio espírita brasileiro e internacional) do livre pensar, da laicidade, do humanismo e do progressismo e da progressividade dos conceitos espíritas.

Transcript

Pois muito bem, estamos de volta para mais uma live aqui, nos embalos de sábado à noite, do esse cara. Estamos felizes com a sua presença e esperamos a sua participação qualificada nos debates que teremos nessa noite. Queremos agradecer também a todas as pessoas que estão nos bastidores e que durante a semana nos ajudaram a preparar mais esse encontro do livre pensar espírita, na bancada mais charmosa, mais alegre. Mais convidativa da internet

brasileira. Hoje estaremos recebendo, claro, 2 mulheres, em alusão ao dia de ontem, 8 de março, que é considerado o Dia Internacional da Mulher. Então, em nome do ECK, que é feito por mulheres e homens, estamos estendendo o nosso abraço, os nossos cumprimentos a todas vocês que estão nos assistindo ao vivo e àquelas que vão depois acessar o nosso vídeo gravado que sintam-se, abraçadas, reconfortáveis, acolhidas e. Que façam todos os dias valerem a pena, como mulheres atuantes

em nossa sociedade. E no meio espírita, contribuindo com a sua sensibilidade, com a sua presença de espírito, com a sua intelectualidade e com as mãos juntas irmanadas e transformarmos cada vez mais o nosso mundo rumo ao mundo de Regeneração, o terceiro na categoria dos mundos, também explicitada pelo codificador, pelo professor Alan Kardec, responsável pela introdução do pensamento. Espírita da filosofia espírita, no mundo contemporâneo.

O nosso tema, como você já sabe, é comunicações mediúnicas entre vivos. E isso ocorre nessa oportunidade porque o grupo, ACK vez por outra, aborda temas que remontam a princípios, fundamentos e a própria metodologia de Allan Kardec para tratar dos temas espirituais, à luz do espiritismo. É o caso da live de hoje, onde nós enfocaremos de forma Clara a mediunidade em uma de suas Vertentes, isto é, a. São mediúnica entre vivos.

Antes de nós chamarmos as nossas convidadas queridas, que aceitaram o nosso convite para estarem neste sábado conosco para tratar desse importante tema, vamos lembrar um texto contido no livreto instruções práticas, sobre as manifestações espíritas publicadas por Allan Kardec no segundo ano de trabalho espírita, ou seja, em 1858.

Depois, muitos desses conceitos tratados nessa pequena obra, pequena em termos de tamanho, mas grande em termos de conteúdo, foram repetidas em um livro dos médiuns, uma publicação de 1861, jamais madura, jamais complementada pelo trabalho hercúleo e diuturno de Allan Kardec, no contacto com as inteligências invisíveis e na correspondência com grupos e com instituições espíritas da Europa, e.

De todo o mundo. Então, nessa obra, Kardec faz um pequeno trecho onde contempla o vocabulário espírita, a reunião de palavras que são muito importantes. E se você ainda não conhece, nós sugerimos que acesse tanto o opúsculo instruções práticas sobre as manifestações espíritas, quanto o próprio livro dos médiuns, onde está lá a sessão, vocabulário espírita contendo a explicação do codificador. Secundado também pelas inteligências, invisíveis, são os principais termos as

principais palavras que. Estão acessas, estão? Relacionadas ao ensinamento da filosofia dos espíritos, lá Kardec não usa, por exemplo, AA expressão, a palavra telepatia, mas usa a expressão sui generis, chamada telegrafia humana. Disse Kardec. Comunicação à distância entre 2 pessoas vivas que se evocam reciprocamente, essa evocação provoca a emancipação da alma ou dos? Encarnado, que vem manifestar-se e pode comunicar o seu pensamento pela escrita ou qualquer outro meio.

Dizem os espíritos que a telegrafia humana será um dia, um meio usual de comunicação quando os homens forem moralizados menos egoístas e menos ligados às coisas materiais. Enquanto se espera esta data, este momento, ela será apenas um privilégio das Almas de escol, isto é, das Almas mais evoluídas, mais progredidas, dentro da escala espírita. Sem mais delongas, vamos convidar então as nossas participantes. Primeiro, a convidada especial da noite.

Vida, Sônia Oliveira, que rufem os tambores. Oi, Marcelo. Olá, Daniel olá. Boa noite a todos. Um prazer é todo meu. Pelo convite, pela oportunidade de falar de um assunto tão pertinente, tenho certeza que faremos um ou será produtivo o nosso, o nosso encontro. Que bacana. Estamos aí com as pessoas se apresentando, dando as boas-vindas, se cumprimentando. Temos gente do Brasil e também há pouco apareceu gente do Uruguai.

Ou seja, estamos aí ampliando as nossas Fronteiras, como sempre acontece nas Lives dos embalos de sábado à noite, do ECKA. Sônia de Oliveira é da cidade de São Paulo, mora em Santos, no litoral Paulista. A espírita desde o nascimento e participou como médium e como expositora de casa espírita.

E atualmente faz parte de um grupo independente de estudo das obras de Allan Kardec. Exerceu também a função de Ouvidora em uma instituição espírita voltada à assistência ao deficiente físico e intelectual. Possui também informação em serviço social, com atuação em ambulatório de saúde mental. É graduada em direito a advogada e membro da associação jurídica espírita do estado de São Paulo, a agi. Que é junto às demais associações jurídico espíritas existentes no Brasil, compõem a

agir. Brasil que, assim como a Brad, que representei durante 17 anos, tem assento do conselho federativo nacional e no fórum das entidades especializadas espíritas de âmbito nacional, de onde conheço a Sony, onde convivemos há algum tempo e nutrimos aí a nossa amizade.

A partir desta experiência, finalmente, a sónia também é funcionária aposentada do tribunal de justiça do estado de São Paulo. Apresentada à nossa sónia, vamos trazer, então, a debatedora da noite de hoje, nossa querida membro do conselho de gestão do ECK Leopoldina Xavier. Pode tocar os clarins. Bem-vinda, Léo. Bem-vindo a todos. Em primeiro lugar, eu queria. Dizer a todas as mulheres que estão nos assistindo e a todas as mulheres, espíritas, a todas as mulheres que.

Vamos ser cada vez mais a evolução da humanidade, como você mesmo acaba. De dizer nós somos a intuição, nós somos a telepatia, mas nós também podemos fazer com que os nossos avanços Morais sejam o verdadeiro progresso e que todos nós podemos viver nessas vibrações e afinidades. Muito obrigada, Marcelo, pelas oportunidades. Obrigado a todos, obrigado aqueles que estão aí atrás da Câmara, fazendo tudo isto possível, todos e todas tenham

uma boa noite. Muito bem, a Leo Leopoldina Xavier é de São Paulo e é advogada com especialização em direito previdenciário, com foco em medicina, higiene e segurança no trabalho, atua na área da educação espírita num posto de estudo e acolhimento espiritual, o PIS, situado na cidade de Arujá, no estado de São Paulo. Temos aqui, então, uma bancada formada por causídicos causídicos e causídicas os tribunos da Plebe. Os advogados, mas nós vamos

falar de temas jurídicos, vamos falar do tema rede único é um tema. Principal dentro da filosofia espírita. Desde já nós ficamos esperando as suas contribuições. Vocês que estão nos assistindo ao vivo nos diversos canais, tanto do Facebook quanto do YouTube, para que façam seus comentários, as suas perguntas, que a medida possível vamos colocando aqui na lousa e vamos também fazendo as observações para as nossas convidadas.

Quero agradecer em especial a todos aqueles que colaboraram no envio de sugestões e. Questionamentos que serão utilizados nesta live. Vamos começar já entrando com tudo, né? Queria ouvir das nossas participantes, primeiro da Sônia, depois da Leopoldina. Como pode ser conceituada essa expressão? A luz da obra cardekiana comunicação mediúnica entre vivos, ou seja, qual é o conceito dessa comunicação mediúnica entre vivos? Bom, é nós poderíamos dizer

assim, em breve palavras que. É a capacidade que um. Espírito encarnado como nós tem. De se manifestar em algum outro lugar através de um médio, como o fazem os espíritos desencarnados? Então, a forma talvez mais é é resumida, seria essa? Né? EEA. Gente vê que esse a ideia de quando se fala em de unidade em manifestação mediúnica, primeira ideia que se pensa, é do desencarnado. Basicamente, esse é um tema que pouco explorado, tem do movimento dentro das casas espíritas.

Debatido e. E que AA humanidade toda e é e é assim é, foi e ainda é 111 entendimento pacífico de. Das pessoas, quando se fala em em médio e mediunidade e espiritismo, sempre se pensa num desencarnado, mas, na verdade, há essa possibilidade. E a própria codificação traz a luz. Que há possibilidade de o carnado se manifestar? Através de um outro encarnado e. Kardec, então na época, debruça sobre este essa, essa essa proposta apresentada pelos espíritos, não é e?

Traz experiências, vai buscar conteúdo? Como, assim como com relação aos espíritos desencarnados e evocando o espírito. E vocando, nós temos alguns. É é algumas, algumas obras. De de Kardec que fala de algumas evocações ridículas de as essas invocações, por exemplo, no livro dos médios, quando ele evoca o espírito de Charles. São. Gê não é o menino, deficiente físico. É mental, né? Mental. Hoje, dito intelectual.

EE ali se instala uma conversa com essa criança de 13 anos, que não tinha condição nem de conhecer os pais, e também na própria rede bonita, de 1860, quando ele conversa com o amigo da própria sociedade parisiense EE. E a Alice estabelece, esse amigo já havia doutor vindosal já havia solicitado a cardec ser, enfim, fazer essa esse intercâmbio. É ele numa cidade e Ricardo em Paris, para para colaborar com com o próprio estudo da manifestação, né? E kardecinho faz.

E essa comunicação é rica para quem tiver interesse de de ler na íngra busca a revista espírita de março de 1860 e lá vai encontrar uma série de informações que nos nos confirma, né? E que nos envolve até nesse conteúdo. Da comunicação entre os vivos. Muito bem. Demos uma Bela passeada aí. Na introdução do tema, já apareceram categorias chave como

mediunidade. Médiuns, pessoas vivas e evocações, vamos ouvir o que a Leopoldina tem a respeito desse conceito geral das comunicações mediúnicas entre vivos. A comunicação entre vivos. A comunicação é essencial à evolução humana. A evolução do homem é. Através da comunicação que o conhecimento se estrutura. E é pela comunicação que os fluidos interagem e as relações se estabelecem. Kardec disse que a Transmissão é a Transmissão oculta do pensamento.

A telepatia OK. Ele chamou primeiro de telegrafia humana, posto que Oo termo telepatia vem posteriormente e a comunicação pela telepatia está presente e é real. O que é a Transmissão pela telepatia? É a Transmissão do pensamento. Das nossas reações. Pelo espírito de um indivíduo sobre o outro. Sem que seja pronunciado em nenhuma palavra, não precisa ser pronunciado, não teve nenhum sinal. Não ter nada escrito e assim vai se dando a comunicação através do pensamento.

Para se dar essa comunicação, tem que haver alguma coisa muito importante, se chama. Se chama afinidade, proximidade e através desses elementos da comunicação, pela telepatia, que é o pensamento, nós chegamos a nos comunicar entre pessoas vivas. Encarnadas. Muito bem, olha, já apareceu aí outras palavras importantes, né? Transmissão oculta do pensamento de telepatia, que são também

categorias chaves, né? Eu pedi pro pessoal da produção colocarem Na Na lousa, No No nosso banner, o momento em que o termo telepatia surge para a ciência e para as pesquisas. Vamos aguardando aí. Enquanto isso, a gente vai tocando o barco por aqui. Foi em 1882 que Frederick mirc, que é um autor, às vezes. Citado em reuniões espíritas em atividades espíritas, ele pela primeira vez. É, é. Utilizou-se dessa expressão substituindo uma anterior que era transferência de pensamento

e o mirs. Ele foi o fundador da sociedade para a pesquisa psíquica, né? Isso é importante a gente contextualizar porque nas próprias palavras de Allan Kardec, havia sempre a ideia do espiritismo, acompanhar pari passu o progresso das ciências. Né? E aí você vê Kardec, desencarnando em 1869 a

necessidade da continuação. Se o espiritismo não faz a sua parte, se o espiritismo passou a se interessar quase que de uma forma integral, para as questões religiosas ou Morais, deixando de lado as filosóficas e as científicas, as ciências continuaram progredindo. E vem aí mia para conceituar, pela primeira vez com um termo que vigora até hoje, tereopatia

a ideia da Transmissão de uma. Comunicação sem a via oral, apenas pela mente entre 1 e outra pessoa, mostrando aí a Clara evidência de Kardec quando chamou inicialmente o termo de

telegrafia humana. Veja aí um apelo ao bom senso dos espíritas de hoje, para que continuem pesquisando, que continuem se valendo das reuniões mediúnicas como o grande laboratório da doutrina espírita para investigar esses fenômenos e ir além do que Kardec, com AA questão da limitação dos meios da limitação do seu tempo, não é? Não tínhamos nem luz elétrica utilizámos os instrumentos, hoje

tecnológicos, cibernéticos. E todas as formas de aferição da veracidade dos fenômenos, da autenticidade das manifestações. Ampliarmos essa Seara, que infelizmente ficou em segundo plano. Vamos? Continuar a nossa incursão, as nossas perguntas, e vou perguntar, então, primeiro, ao Leopoldino e depois à sónia se.

É, se nós considerarmos como verdadeira a. Posição de Kardec originária e depois a posição de Ernesto Bozano. Nesse livro, comunicações mediúnicas entre vivos que é posterior, Allan Kardec, que portanto, também trabalha essa ideia, que Kardec começou a destrinchar no seu trabalho espírita, como é que nós podemos entender a partir desse conceito? Estarmos imune a fraudes em termos de resultados.

Em outras palavras, como garantir que uma comunicação mediúnica entre vivos Leopoldina é fidedigna, não tendo sido antes Combinado pelos interlocutores João, Maria, Pedro e Francisca, uma determinada produção de natureza mediúnica. Olha, AA fraude É Ela, é? Muitas vezes e muitas e muitas vezes utilizada. Agora, para que? A fraude tenha uma diminuição para que ela se estabeleça e se minimize, nós precisamos. Ter a percepção, o conhecimento que aquelas mentes que estão

interagindo elas. Estão imbuídas da verdade. Não é fácil isto. Isto não é fácil você perceber quando há ou não uma fraude, porque a fraude ela é, ela é manipulada. Ela é, ela tem subliminares, é. Que deixam, inclusive, é quem talvez possa estar assistindo se seduzir. Mas o eixo da verdade, com. Quando nós percebemos que as pessoas que estão se interagindo, elas têm influído, a vibração. Da verdade. E essa vibração, Marcelo?

Ela, é possível que a nossa vibração ela está em determinada fato, e aquele ser que se comunicam entre vivos, ou até mesmo que se os encarnados com os desencarnados, os desencarnados, com oscarnados ou os encarnados, com os encarnados sem. Eles são sensíveis a essa vibração. Muito bem. Aí estamos diante de um grande dilema, né Sônia dos tempos. Atuais exatamente isso está tudo.

Considerando o padrão de crença cega, longe da fé raciocinada que Kardec prevencional, o que é que você tem a dizer a respeito dessa possibilidade de fraude? Olha a fraude ela existe desde há muito tempo, né? A gente lembra. Da época de que a própria, as próprias revistas lembra uma revista manchete, revista aqui em São Paulo também, que houve

um movimento muito grande. De de que AA partir de algumas manifestações, principalmente as as defeitos físicos, fosse desbancadas pelo, né, pelo público fosse considerado enganosas. EE, na verdade nunca conseguiram. E aí é uma questão de se perguntar, né, o porquê que se mantém essa. O espírito ainda se mantém idôneo dentro desse desse campo. Né? E até mesmo é AAO conceito mesmo do AA, própria doutrina se mantém. Existe aqueles que às vezes se deixam levar pela fraude.

Não vamos falar que médiuns são todos. Com com uma moral elevada, uma moral, né? Que que impeça de ele não entrar num esquema de fraude, porque é ser humano e ser humano está assim em Franco. É desenvolvimento, né? E cada um está no seu, no seu, no seu nível de compensão da vida e das coisas. Mas o que o que me parece concordo com a com a Leo quando ela fala que é, é, é a é AA energia que emana das dessas

criaturas, sabe? Desse desses espíritos que estão sendo sendo colocados como como intérpretes desses? Desses desses espíritos, seja eles qual for encarnado ou desencarnado. Não é? Então, é AA parte a necessidade de de autoconhecimento.

De estudar? A doutrina que no caso o livro dos médiuns, é um verdadeiro tratado de mediunidade e que deve ser estudado muito, muito proximamente, não é e para que se aprenda que o que é possível diante daquilo das das das armadilhas que apresenta, que se apresentam, não é, e ao mesmo tempo o espírito, o médio, os médiuns, é, é. É ter 11. Autonomia moral quer dizer, saber o que eles na verdade buscam na vida é a modo a como se responde as AA, as, as, as manifestações externas, como que

eles, esses estímulos externos, como é escondido por eles, então? Estão com esse risco? Como assim de. De de vir pessoas querendo. É fraudar alguma coisa para dizer que não, que aquilo é, é, é uma enganosa, uma ação enganosa, mas na verdade nós também temos que lembrar que não estamos quando estamos bem intencionados, quando estamos vinculados, nós somos uma

universalidade. Há espíritos nos auxiliando naquele momento, né, fazendo parte de um conjunto de propostas, então não há um. Neste caso, não estaríamos assim, como se fosse. É uma. É é construir uma certa Barreira para que essa esse tipo de

situação não ocorra. Nós temos que ser muito sensatos ao analisarmos o meio espírita, as instituições espíritas, os espíritas em geral e, sobretudo, os médios, há todo um culto à personalidade de dirigentes de médiuns, de expositores de conferencistas, exatamente no ponto em que a Leopoldina colocou de serem elevados a uma categoria acima da média humana.

Seriam, como já ouvimos falar, espíritos missionários, espíritos de Skol. Lembrem que na abertura dessa live eu falei essa expressão que está no vocabulário de Allan Kardec, seriam espíritos que vieram? É. Dar comprovação da existência do espírito da fenomenologia mediúnica, et cetera, et cetera. Convém que nós, espíritos sensatos, não elevemos ninguém a uma condição de. Integridade completa, né?

De indiscutibilidade? Devemos enaltecer os pontos positivos, como as obras sociais, por exemplo, como a doação de direitos autorais a instituições que tratam de problemas humanos, de problemas sociais. Problemas materiais e uma série de outras situações, a contribuição de alguns encarnados com a discussão e com a programação de ações no sentido de termos justiça social efetiva no nosso país, tudo isso deve ser valorizado.

No entanto, isto não pode mascarar ou diminuir atitudes insensatas de muitas pessoas, inclusive aquelas que são colaboradas acima de qualquer suspeita aqui. No SK, Sônia e Leopoldina. Nós temos um carinho imenso por Francisco Cândido Xavier. Nós entendemos que o Chico foi, em muitas situações, uma verdadeira prova de de. É uma porta de entrada para que as pessoas acedessem ao conhecimento espiritual. Não que as pessoas necessariamente se tornassem espíritas.

Isso é bem diferente, né? Kardec, a propósito, disse em uma de suas dissertações que seria muito comum termos. Partidários de outras religiões protestantes. Podemos ter hinduístas, poderíamos ter confuncionistas, poderíamos ter judeus que aceitassem alguns dos princípios da notinha espírita sem a necessidade de conversão. Então, temos que separar as questões.

Eu vou colocar agora no YouTube rapidamente de pessoal da da da da nossa, do nosso bastidor, da nossa técnica, colocar na lousa um episódio que é característico do problema da mistificação da mediunidade. Do problema de nós termos no Brasil, em várias partes do mundo, esse endeusamento, essa idolatria cega a pessoas humanas, como nós, ocorreu.

Na época em que Chico ainda era vivo, estava num momento ali da da da primeira, do primeiro boom do conhecimento nacional sobre a obra e sobre a mediunidade de Chico, como, por exemplo, os programas pinga fogo e a cobertura, tanto na revista manchete, que a Sônia mencionou como na revista realidade. De muitos fenômenos mediúnicos, estou esperando a produção colocar meu comentário na tela por gentileza e a revista

realidade chegou a fotografar. Fenômenos de materialização envolvendo o Chico e o Waldo Vieira. E depois de muitos anos, estes fenômenos foram confessados pelo Valdo como fraudes, né? Então nós temos que separar as questões. Nós não podemos estar imunes às fraudes, porque elas fazem parte da humanidade. Parte. Fazem parte, não é? O comentário sobre Bozano vem logo depois. Fazem parte da condição humana, da característica que nós temos.

Então, a questão levantada pela Leopoldina e complementada pela Sônia é indiscutível importância. Porque, se nós elevarmos as pessoas a uma categoria que elas não ocupam, há uma condição que elas não são. Há uma elevação espiritual que elas não possuem. Nós passamos a ser massa de manobra, nós podemos acreditar em muitas situações que não são verossímeis e o prejuízo é para nós, espíritas, para a ciência espírita e para o alcance da mensagem espírita por toda a humanidade.

Vamos seguir agora perguntando para a Sônia e depois para Leopoldina. E a questão da evocação de vivos, que foi tratada inclusive na primeira intervenção da Sony, né? Com relatos de Kardec, especificamente sobre isso, né? Não, pessoal da nossa produção não está achando, mas está lá no YouTube, eu vou colocar aqui então no chat e depois vocês colocam. Então é Sônia. É, eu já recebi a mensagem de um

espírito encarnado. Eu não convivi com ele, mas quem conviveu com essa pessoa disse que a mensagem tinha tudo a ver com ele. Então eu pergunto, minha dúvida é sobre evocar espíritos encarnados e o livro dos médiuns. Kardec disserta sobre os que não podem ser evocados e que tudo depende da condição de progresso individual de uma permissão, digamos assim, do do próprio.

Espírito querer se comunicar. A permissão do mundo espiritual ou da organização é do progresso universal e do próprio espírito. Em querer ou não participar da da comunicação, seria, então, viável evocar os encarnados? Sônia. Olha, Marcelo, a. Possibilidade ela existe e. EE tem que ter sempre 11. Fim útil para uma manifestação? Não, não se pode, é. É. É evocar um espírito, simplesmente por curiosidade, para perguntar coisas que não têm nenhum interesse, não é?

Então. Partindo desse desse ponto de que há uma, há uma utilidade. Para comunicação do do. Dos dos espíritos encarnados. Não é a gente pode, se é pensar que. Kardec e tantos outros que fizeram essa essa pesquisa, essa busca de entendimento desse fenómeno ele é. Com seriedade, ele vai no ângulo daquele daquele espírito. Ele vai buscar naquele espírito comunicante que está falando por si mesmo.

O espírito fala por si mesmo. Ele, ele aproveita da mediunidade, né, do do do do outro encarnado, que serve como médio. Mas ele se fala por ele mesmo. Então, a partir disso, para se atirar dele, lições maravilhosas lições que vai. Dar corpo para a própria doutrina espírita, o próprio espírito e por tudo aqui.

Que os espíritos, a partir da do momento que passaram, que passaram as. As informações da Kardec é, é também é mencionaram, mas mencionaram em alguns momentos de uma forma muito, muito ampaçã, porque AAA verdade, o conjunto de conhecimento era muito grande e a gente sabe que eles não passaram. Tudo o que podiam. Né? Então é a utilidade, devia ser

esta. E uma coisa que nós temos que pensar, que talvez AAA talvez não naturalmente AAAA, evocação ela faz parte desse, desse conjunto é que ela tem que servir para nós. Não é para demonstrar que nós não somos apenas um corpo de carne. Né que nós somos espíritos e experiência na Terra. A gente quando está aqui no nosso plano, nós estamos falando de nós mesmos. A gente esquece. E muitos a gente não lembra a todo momento que nós somos

espíritos. Muitos acham, Ah, eu vou ser espírito ou vou me agir como espírito quando estiverem desencarnado? Não é verdade. Nós estamos como espírito a todo momento. Então, esse. Essa, esse auxílio que vai dar essa, esse, essa. Oportunidade de de de de dialogar com o espírito encarnado. Ela é, é, é de toda maneira, é importante porque ela vai

reunir. É é o corpo teórico e prático para que a própria, o próprio entendimento da até das questões dos espíritos desencarnados, de como funciona determinadas, é formas de manifestações, fenómenos, processos. Não é mecanismos como funciona essa interação, então, falar da da da da educação. Ricardo tinha cuidado e um carinho muito grande porque e ele dizia que era. Contra a? Os que diziam que não se devia? Evocar o espírito. Né?

Há muitos que dizem, não, não é melhor esperar que eles venham para nos dizer algo do que a gente nós é? É evocarmos um determinado espírito, porque, na verdade, no momento que você voca, existe todo um conjunto de aprendizado não só para para o médio, como para o dirigente do próprio trabalho e do espírito comunicante. Porquê? Oo. Dirigente. Ele não tem que Temer o não tem que ficar inseguro em relação à à à evocar um espírito, não é um

determinado espírito. E essa evocação, quando o faz, ela vai o quê? Ela vai estabelecer laços com este comunicante. Quando é que fala assim, porque é que vai? Deixar de chamar uma pessoa quando na verdade nós estamos rodeados de espírito inferiores, a grande maioria loucos para falarem. Então, se nós deixarmos as portas abertas, qualquer um pode chegar e falar no momento que quiser o que quiser.

Quando, na verdade, quando se tem esse direcionamento de um espírito, um determinado espírito ao diálogo, há 1111 estabelecimento de laços entre eles. E isso pode gerar uma série de de de informações importantes para o próprio convulsão do do do trabalho, da comunicação. Muito bem, muito. Bem, não sei se foi Clara. O Senna, sim. Não sei se foi Clara com. Aham Leopoldina. O que há para complementar nessa questão? É está sem som. Voltou só. Voltou são.

Marcelo, para voltar na questão da fraude do último bloco, eu gostaria de completar. Com 2 coisas importantes, é? Que o espírita deve ter primeiro o conhecimento. Segundo, sempre ter a crítica e autocrítica, fazendo uma vigilância permanente, eu acho que essa é a melhor forma da gente conseguir. Minimizar as provas mas voltando à sua pergunta sobre. A questão do. Relacionamento, né, da comunicação? Dos espíritos. Entre vivos, entre encarnados e

encarnados. É tem alguma coisa muito valiosa e dita por Leon Denis. Leon Denis disse que. Na telepatia, não há nada mais expressivo do que a Presse. A Presse é o maior exemplo de telepatia que temos. Aonde um pensamento se dirige a outro. Para vibrar. Para orar. Para pedir para dizer coisas boas, para melhorar o próximo. Então apresse. Eu acho que é o exemplo mais

vivo da telepatia. E eu tive um exemplo. 11 exemplo foi quase que único, não é porque essas coisas que acontecem estão quase que únicas de um pedido de prece. Inclusive, estava no Rio de Janeiro, era final de ano. E eu tenho um amigo de outro estado. E que ele estava passando por uma situação muito difícil, inclusive cuidando da sua mãe, EEEE. Estava assim, angustiado é muito. Angustiado, depressivo e eu estava acordando quase que

sentada na cama, eu tive. Um pensamento que veio dele, que ele estava precisando de uma prece, que ele estava precisando de uma oração. Imediatamente, eu posso. Eu me postei, coloquei as mãos para cima. E fiz uma oração e fiz uma prece para ele. Eu vibrei. Para que eles tirasse toda aquela angústia que ele estava, que ele recebesse luz naquele momento, mas. Sele não passou 5 minutos. Ele me escreve no WhatsApp e diz, você é um anjo. Eu senti. Eu pedi a sua pressa e senti a

sua pressa. Então, veja bem. Essa questão? E, como nós já falamos aqui, é uma questão de vibração, de afinidade, de estar na mesma faixa do fluído universal. Ela existe, ela é real e tudo ocorre. Através do pensamento é o pensamento que irradia e o pensamento acima de tudo é o nosso espírito e. Sobre ele que nós temos que trabalhar, é sobre ele que nós temos que evoluir, é sobre ele que cada vez mais. Nós consigamos fazer com que se torne melhor, se torne mais sublime, se torne mais

identificado. Com tudo aquilo que possa ser não só para o seu ser, mas também que ele possa transformar nosso pensamento em algo de bom para a nossa atmosfera, porque quanto melhor nós tivermos em pensamento, quanto os pensamentos forem se evoluindo, nós conseguiremos inclusive essa energia da oração, essa energia da prece, essa energia da comunicação. Que o próprio Kardec diz que seria universal, através da telepatia, que ela se

estabeleça. Muito bem, nós temos uma pergunta do Edmilson Quaresma é, peço para colocarem de novo na lousa, e aí vou deixar vocês tricotarem um pouquinho a respeito disso, ele pergunta, seria mais importante a invocação entre vivos para proceder instruções ao bem factual e Caridade nos atendimentos para ternos diretos, somente para a instrução doutrinária. Não sei se vocês entenderam o alcance da pergunta Sônia.

É, entendi. Na verdade, é, a gente não imagina o quanto a evocação de AA comunicação entre vivas. Ela poderia. Auxiliar muita gente. Estamos falando de um mundo conturbado, estamos falando de pessoas que estão muito perdidas, sem sem objetivos, com questões existenciais, com tensões emocionais muito grande. EEA? Partir de uma comunicação que nós sabemos que o grande. O grande ponto-chave de uma comunicação entre vivos é que Oo comunicante, o espírito

comunicante encarnado. Ele tem que estar dormindo. Ou eles têm que estar pelo menos cochilando. E aí ele vai. Ele se desloca com seu corpo espiritual ou mentalmente com o médico e faz a Transmissão. Imaginamos nós o quanto poderia se ajudar uma Juventude, às vezes pais que comparecem nos centros, nas casas espírita, instituições, um problema Sério com filhos, com com desvios de toda ordem. O quanto às vezes poderia, poderia se pensar e trabalhar evocando esse jovem.

Sabe e trabalhando com eles nas suas questões. A Kardec coloca que EEOOO osano. Ernesto Bozano também coloca no seu livro que quando se volta, quando acorda o espírito dele, muita lembrança do que e tem, às vezes uma vaga lembrança, como se fosse um sonho, mas a gente sabe que fica impregnado nele,

na mente do espírito. As informações e as instruções que lhe foram os dadas que ele pode aproveitar sem saber como chegou até ele de uma forma benéfica pra o seu próprio Alívio das dessas tensões, dessas, dessa dessa situação em que ele vive. Então a gente não, não é é tão é tão amplo. AA. A os são, são. São tantos os benefícios que podem gerar a as comunicações entre vivos que a gente é

inimaginável. Eu vou, eu vou pedir licença para o Marcelo rapidamente falar 11, situação que eu passei como médium. Com o meu pai? O meu pai ele teve é ele foi acometido do Alzheimer em 1800 e 1989. E ele era uma pessoa extremamente alegre, estudioso da doutrina espírita. É autodidata porque tinha um pouco de escolaridade, mas gostava de ler bastante. E aí ele foi acometido pelo Alzheimer e ele ficou uma pessoa confusa, triste, com.

Pesado. E um dia com muita saudade do nossos nossos papos, as nossas conversas até mesmo do nosso questionamento, porque às vezes a gente nem sempre é se entendia na nas nossas leituras, né? Esses embates né saudáveis, eu acho que resolvi escrever uma carta para ele. Evidente, elogiando o meu pai, em primeiro lugar, de quanto ele tinha me ajudado a conhecer a vida, o espiritismo, mas ao mesmo tempo, sem saber, eu evoquei meu pai dizendo a ele, onde você está? Aonde está sua Alegria?

Onde está a sua vivacidade? Onde está tudo aquilo que você estudou, aquilo que você vibrou? Onde está? Eu escrevi essa essa carta e como eu já morava distante dos meus pais, eu levei até a casa deles uns dias após e. Encontrei meu pai confuso, andando de um lado para o outro, falando coisas desconexas e. Comecei a ler a carta, ele andando e ele estava num grau de Alzheimer. Ele não lembrava como era sentar 3 anos, ele não lembrava que para sentar você tem que dobrar as pernas.

E eu comecei a andar atrás dele lendo a carta e ele foi parando, foi parando. Eu consegui senta-lo e no final da carta ele estava chorando. E a partir dali foi o primeiro momento que eu comecei a questionar e a buscar essa essa compreensão de. O. Que funciona, será que era? Que era ele só pela carta que eu estava por aquela, aquela emoção que eu transmitia na carta, ele chorou. Eu comecei a fazer uma série de perguntas e foi a minha admiração.

Passaram uns dias eu, eu estava na minha casa fazendo almoço e de repente eu tive uma vontade muito forte de escrever. Eu desliguei todas as minhas Panelas, o fogo saí correndo, peguei um lápis e o papel e eu recebi uma resposta do meu pai. Ele dizia para mim, filha, eu estou confuso. Eu me sinto nos 2 planos da vida. Eu meu corpo não obedece aquilo que eu quero, a minha vontade eu vejo a minha, a sua mãe, amorosamente cuidando de mim.

E ao mesmo tempo, eu vejo um amigo espiritual que me ajuda anão entrar em desespero. Isso foi, pra mim, um divisor de águas. Porque na verdade eu evoquei o meu pai quando eu comecei a buscar Oo instituto mais aprofundado de Kardec, principalmente aquela comunicação que eu já citei, do do do do Charles, que eu comecei a pensar poxa, isso é possível. E tempo a tempo depois a minha tia que foi visitá-lo. É, ficou muito triste ver o irmão naquelas condições. Foi embora, foi atropelada e

desencarnou em 10 dias. E aí eu perguntei para o meu pai. Onde o senhor está entendendo o que está acontecendo que a sua irmã se encarnou? E ele vem com uma outra resposta dizendo, eu entendo, eu vejo a minha irmã. Eu vejo o velho, que é o padrasto dele, que gera espírita há muitos anos, cuidando, juntamente com uma outras pessoas que eu não conheço, então. É. É tudo isso para mostrar que tudo é. É possível a comunicação entre vivos? Não, não. Pelo EE só estou dizendo isso.

Não é porque Eu Acredito, é porque é uma forma de ter mais pesquisa a respeito. Onde estão as pessoas que devem também estar passando por aquilo que passei. E em outra, em outras circunstâncias, e que não consegue achar respostas. Para as suas, sua sua sua situação. Não é? Depois, tempo após, eu comecei a participar. Fui convidada para participar num trabalho espiritual, voltados à comunicação dos deficientes mentais intelectuais

numa instituição. Aí ali eu fiquei 20 anos e as comunicações eram só entre vivos. Aí tem uma série de informações que daria para escrever livros. Que Riqueza esses teus depoimentos, Sony, no sentido assim de nós termos, é a demonstração cabal, vivencial prática daquilo que Kardec realizou porque as pessoas costumam dizer os espíritas em geral, que nós não temos condições de explanar, nem de experimentar as situações que Kardec vivenciou. Porque nós não temos estatura

moral novamente. Aí a idolatria cega, né? E aí acabam se perdendo oportunidade valiosa como essa

que você relata. Própria, envolvendo a sua condição familiar e a outra envolvendo pessoas que, notadamente, não tem condições de se manifestar no sentido cognitivo, no sentido material do termo, na encarnação que estão vivendo, mas possuem todo um arcabouço de conhecimentos espiritual que não se perde, e isto fica relegado ao último plano, quando nós, infelizmente, destinamos a grande parte das reuniões mediúnicas no Brasil para consolo de desencarnados,

como se do outro lado da vida, em sua opinião, minha não é opinião do SEK. Externa para vocês como se do outro lado de vida do teu pai, acabou de dizer isso, tinha um irmão espiritual, 111 espírito afim, que não deixava que ele desanimasse, que ele dava incentivo, injeções de ânimo, né? Nós sofríveis, né.

Nós, pessoas, temos muitos defeitos, muitas anomalias Morais. Vamos nos propor a educar os desencarnados, muitos dos quais violentos, muitos dos quais, envoltos em situações deploráveis, em função de desencarnes, é coletivos ou desencarnes, acidentais ou. Desencarnes violentos e aí nós às vezes perdemos essa oportunidade. Grande obra de estudar o fenômeno em si, preocupados com o que disse o nosso Admilson Quaresma e quem sabe só destinarmos os nossos trabalhos

às questões. É de atendimento, de assistência espiritual. Isso precisa ser revisto com uma certa urgência. Leopoldina, o que dizer então dessa explanação da Sônia e diante desse quadro, da pergunta do Quaresma, no sentido de nós termos aí oportunidades de instrução doutrinária a par das questões de consolo que é um dos objetivos do espiritismo? Ela, eu acho que todo esse decorrer desse papo que nós estamos tendo, a gente diz que é possível, é possível e é possível.

A convivência e a entre encarnados. Através do espírito, o espírito é o pensamento. Pensar é erradiar. E se nós podermos irradiar, se nós podemos pensar, nós também podemos fazer todo tipo de ajuda. Entre encarnados e eu acho importante, a sónia citou alguma coisa que eu acho que é. Uma necessidade? É o trabalho com jovens, é o trabalho de preparar os jovens, de dar melhores condições. Psíquicas, Morais, espirituais aos jovens e tudo isto poderia ser feito. Através da comunicação entre

vivos, nos. Preocupamos muito e eu acho muito válido. A comunicação entre encarnado e desencarnado ou, às vezes, até entre desencarnado, encarnado mas esta comunicação entre. Encarnados. Ela é muito mais palpável, real, e talvez esteja hoje necessitando, necessitando mesmo e seria um grande, mais um, uma grande assistência social. Muito bem.

Eu pedi para colocar aí Na Na lousa o comentário do nosso Amorim do conselho de gestão do ECK dizendo, né, Sônia, você deve conhecer as obras, os livros da Nancy. Renascer. É, trabalham exatamente isso, né? Pessoas que crianças, em sua grande maioria, que estão com dificuldade cognitiva, dificuldade de de comunicação e que se manifestam nos livros,

né? Demonstrando a Riqueza da ideia tanto da progressividade espiritual, tanto da sobrevivência do espírito quanto do acesso àquela memória sensorial, que não fica muito presente, muito disponível quando nós estamos encarnados, mas que de certa forma. Nós pensamos vez por outra desse conhecimento espiritual. Os nossos afazeres sem termos o acesso às chamadas lembranças de vida, aos passados, isso é muito, muito importante.

Ah, nossa querida Luiza Marques fez uma observação que eu vou é colocar pra vocês como 11 pergunta, né? Ela diz assim, mas o médium, que possui dupla vista, não necessariamente precisa estar oscilando ou dormindo para que ocorra o fenómeno, né? AA situação da comunicação. Mediúnica entre vivos é isso, Leo. É eu, eu concordo, eu concordo com isso. Não é preciso, não é preciso mesmo, ela pode se dar,

inclusive você. Estando, vamos ver acordado, não precisa estar afastado, muito pelo contrário, porque há energia que você transmite. É através do espírito. E você pode estar com o físico, inclusive. Não vai fazer desperta nenhuma, não fará nem como. A Susana quer falar. Não fará diferença, não fará diferença a questão física, se o corpo físico está ou não acordado. O que nós precisamos? Estar desperto e muito bem desperto e sabendo direcionar, é

o pensamento que é o espírito. Sónia quer complementar. Eu IA falar também que até uma questão do burnout, que fala se hoje tanto ele pode ocasionar a dupla vista. E isso foi uma descoberta por mim também, que eu, quando eu vivi e passei por uma experiência assim, é não eu, mas uma pessoa próxima da família. Onde? Eu tive que vir na situação e. E na verdade, é se ver nos 2 planos. A dupla vista se vê nos 2 planos e isso estar acordado, completamente acordado, mas se

sentindo nos 2 planos. Talvez até meu pai, aquela questão que eu te disse dele está se sentindo nos 2 planos também. Seria uma duplavista, né? Ele estaria e ele não necessariamente precisaria estar dormindo. Eu só queria acrescentar uma coisa a respeito da. Da da comunicação é entre vivos.

É de com deficiência. Só pra rapidamente é. Nós tivemos, no trabalho espiritual que eu participei por muitos anos, a presença de um médico psiquiatra em que ele estava fazendo a dissertação do mestrado da da da. Da do seu curso de medicina. EE ele participava conosco porque ele estava fazendo o trabalho em cima das práticas, como as práticas, poderia as práticas espirituais? Poderia influenciar no compultamento? Comportamento e na no na parte física do dos pacientes.

Então, ele ele 111 dos trabalhos trabalhos se iniciava às 8:00 da manhã no sábado e uma vez ele chegou rapidamente e falou, olha, nós precisamos evocar um espírito de um garoto. Que eu preciso muito conversar com ele, foi a única coisa a informação que ele passou e. E aí, já quase que instantaneamente eu comecei a dar passividade do do menino, esse garoto, ele estava lá na UTI, porque.

Ele se negava a comer. Ele estava quase morrendo de inanição porque mesmo com a sonda, ele regogitava a sonda, então ele tinha perdido mais de 30 kg e estava numa situação muito precária de de saúde e. Ele conversou com o varoto. Eu disse, começou a mostrar AA os benefícios dele, continuar vivendo, já que a proposta dele era se ele pudesse, ele exterminaria, se suicidaria e. EE depois eles fizeram um pacto.

Ele falou, se eu eu vou me empenhar para te ajudar o máximo que eu puder, você não sabe quanto tempo de vida você tem, então vamos ter qualidade. Você faz a sua parte e eu faço a minha. Você que eles entraram num acordo de. Saímos do da reunião, fomos até à à à UTIE. Ele disse para o interno, olha, eu vou cumprir a minha parte. Compra a sua, chamou outros médicos e a equipe de enfermagem e falou, vamos tirar todos os aparelhos. Todo mundo entrou no pânico, meu

Deus, não vai dar certo. Ele falou não, eu confio e falava para o interno eu confio em você e ele de fato retirou todos, foi retirado, todos os equipamentos e esse menino voltou a viver e viveu mais 2 anos, recuperou a vida, tudo uma, o peso, o peso e tudo mais. E esse trabalho, ele coloca e está publicado no na tese dele do mestrado, né? Foi uma das únicas que, assim atuais, que eu tenha presenciado, de de experimento. Entre vivos, né?

A gente sabe que muitos no passado, como o Marcelo mesmo falou que. Houveram outros, né? O Ernesto Bozano Barrett, o próprio. Como chama o aquele escritor conhecido Vitor Hugo? E tantos outros pesquisaram. Mas foi isso no início do do mais ou menos no início do século 20. Final do século 20 é 19, início do século 20 é meados, e de de lá para cá, pouco se sabe ou se tem. Então a busca. E aí eu, como médio, eu digo, é

um apelo, né? A busca de se encontrar material ou pessoas engajadas com essa temática. Difícil, né? É é se encontrar. Mas eu ainda acredito que é por aí, como AA própria, Leo falou que o espiritismo e as pessoas vão receber um benefícios, tá? Era isso que eu queria. É, estamos tendo hoje a oportunidade de mais uma vez. Discutirmos acerca de como nós organizamos a nossa atividade mediúnica nas instituições e

grupos espíritas. Se nós queremos continuar apenas como um grupo que entende a mediunidade como um fenómeno transcendental, como um fenómeno é permitido pelos espíritos superiores para que haja um determinadas conversações com entidades tidas como evoluídas, ou se nós vamos utilizar ferramenta mediúnica para as nossas relações cotidianas. Veja aí quantos exemplos foram dados na live de hoje de pessoas

que estão. Com dificuldades de se comunicar por razões físicas, por razões mentais, por razões psicológicas ou outros que se encontram privados de de meios de comunicação ou às vezes até imaginem uma situação de uma pessoa que perdeu o contacto com um amigo. Mesmo considerando a profusão das redes sociais, eu, por exemplo, já achei muitos colegas de aula, de faculdade, de trabalho, de infância, é pelas redes sociais, mas às vezes a

gente não encontra, né? E aí tem essa ferramenta espiritual mediúnica kardecista para nós utilizarmos, tentando entrar em comunicação com as pessoas que estão distantes. Vamos lembrar de Kardec, né? Ele, jocosamente, diz evocar-se uma Pedra e ela te responderá. No sentido, assim, de que não há o princípio limites absolutos para que as invocações possam ser realizadas, e nas instituições espíritas que eu conheci nos meus mais de 40 anos de militância espírita.

Eu vi muitas delas, quase a imensa maioria, onde evocar parece ser um grande pecado, né? Como se nós, Ah, eu não tenho estrutura moral para evocar Allan Kardec, para evocar um grande espírito do passado, para evocar uma personalidade da literatura, da ciência, da pedagogia, da do direito de outras áreas do conhecimento, para vir-nos auxiliar em questões não necessariamente espírita, mas em questões que

fazem parte do nosso quotidiano. A esse respeito, eu quero fazer uma pergunta polêmica, começar pela Sônia, depois a Léo, porque aqui No No, na nossa bancada festiva, a Sônia tá aparecendo aqui pela feira, nós de vez em quando, jogamos uma Granada na mão do participante pra ver o que que ele faz com a Granada, se ele vai conseguir jogar longe, tendo uma resposta satisfatória, se a Granada vai acabar explodindo, então veja a questão que eu vou propor a vocês, não é nada, é sui

generis. Sobrenatural não é nada que esteja distante, né? Daquilo que vocês costumeiramente abordam no trabalho, no estudo da mediunidade, mas veja. Bozano, principalmente nessa obra, é corroborando o que já disse Kardec, na obra fundamental, no nosso guia de evocadores e de médiuns, né? Que é o subtítulo do livro dos médiuns. Eu estou aqui com a edição. É traduzida por Herculano pires e vamos lembrar que hoje, né, pedir a produção que coloque aí

também no banner. Hoje é o dia é comemorado, né? De de desencarnação de é Herculano pires, assim como é o dia de desencarnação da dona Ivone Pereira, é a dama da mediunidade brasileira, que teve importantes contribuições e aqui nós homenageamos, em nome dela, as mulheres médias, as mulheres, espíritas. Tá aí o texto disponível no na. Nosso no nosso portal, com Kardec dos 45 anos de saudade, de Herculano pires, então sónia Kardec e Bozano tratam da associação entre animismo e mediunismo.

Entre animismo e mediunidade, os estudos que foram feitos primeiramente por Kardec e depois por Bozano, jamais depreciaram o aninismo, coisa que o movimento espírita, a partir da terceira ou quarta década do século passado, passou a fazer demonizando o animismo. Não animismo é a influência perniciosa do médio na comunicação mediúnica.

Eu ouvi isso dezenas de vezes nos grupos mediúnicos, onde eu participei onde o médium era tolhido a. Inteira a sua própria participação no processo, porque o animismo era, assim, depreciado ao extremo. Então é, considerando o animismo pelo movimento espírita tradicional, como um escolho a mediunidade a partir do pacto Áureo, principalmente 1949, na opinião de vocês, sónia e depois Leo. Deveríamos retomar o estudo do animismo associado e, em paralelo com o estudo da

mediunidade. Eu começo? Com certeza, com certeza o animismo como o busano fala assim, eu vou até tomar a Liberdade de ler o que ele escreve. Tratando se de das comunicações mediúnicas entre vivos, demonstra isso, Oo bosano dizendo, né? Demonstra que o psiquismo o psiquismo é. Independente da criatura humana, é o mesmo e age da mesma maneira nos fenómenos anímicos tidos como mentais e nos fenómenos espíritas. O que quer dizer isso? Que não importa se o espírito

está encarnado ou desencarnado. Ao se comunicar, ele age da mesma forma. Vai se dizer que é o fenômeno anímico, quando for um espírito, uma comunicação entre encarnados. Vai-te se dizer é fenômeno espírita. Quando o quando é entre um encarnado e um desencarnado. Então essa questão ela tem que ser estudada. É tudo. É 111 animismo. Ele é um complemento. Do espiritismo, ele é, ele faz parte?

Não, não existe quando, porque se coloca normalmente se coloca que animismo é o médium que vai falar, né? É o médium que. Ele, ele começa a falar por ele mesmo, primeiro lugar, tem que nós temos que lembrar que todos nós somos espíritos, né? Podemos manifestar às vezes até 11, mensagem de alguém encarnado. Ele pode passar uma mensagem muito melhor do que um desencarnado. Isso é muito relativo, né? Mas ele. Ele ainda continua falando

assim? Ele falando do psiquismo, porque OOOO Bozano ele estuda muito o psiquismo humano. O que é esse psiquismo? Se não o conjunto de capacidade de faculdades da do espírito, então pensamento, a inteligência, a memória, tudo, tudo faz parte desse psiquismo que o espírito carrega onde quer que ele vá. Em qualquer momento da existência dele, a partir da criação dele, ele vai levar. Não importa, o corpo não faz parte. E aí?

OOO rosano, fala assim. É, na verdade, não é nem o bozão não é o Herculano comentando sobre a obra do Bozano, né? Ele fala assim que. Vai além, demonstrando que a simples admissão do extra sensorial. Olha, olha esta sensorial é se entender que vai além dos 5 sentidos. Existe coisas além dos 5 sentidos. Prova que o psiquismo humano não pode ser reduzido às forças orgânicas.

E mais à frente, se podemos ter percepção EE, comunicarmos sem o intermediário habitual dos sentidos físicos é porque não somos somente matérias. E há essa complementação. E aí, gozando ainda aí, no primeiro capítulo, ele fala que a. 11. Complementa a outra o. Complementa OOOO. Oo animismo complementa OOOA. Mediunidade é? Ele complementa, né? E. EE essa. E sem ele o espiritismo, ele não existiria porque porque o complemento, o outro. Então essa questão de falar que

que é, não se pode. Que que que o animismo tem que ser deixado de lado, não existe animismo puro. É, é como se fosse um mix, sabe? Das 21, sai do médio algo dele, e sai do espírito comunicante, algo e se junta e intercala, né? É isso? Leo. É, eu acho que eu vou deixar de falar, porque a Sônia tomou todas as palavras, tomou todo o conteúdo e o só vou reafirmar, tem que se estudar, tem que se estudar, porque eu concordo com a sónia, ele é um complemento, então temos que estudar mais o

animismo. Marcelo pode só fazer uma colocação. Pois não? Posso? Me dá licença? É uma das coisas que eu que a gente é, a partir da do do estudo, a gente vai percebendo é que muitas casas espíritas fazem sim, AA comunicação. Entre entre vivos, elas não sabem que estão fazendo porque é o espírito, é, é ele, se ele, se ele, se aproxima espontaneamente. Então, pode ser encarnado ou desencarnado.

Não, não há a grande. O grande desafio, talvez, é que seja que muitos dirigentes ou aquele que está conduzindo a conversa, o diálogo com o espírito, está tratando um espírito como se ele fosse, é desencarnado e ele não é. Às vezes não é. E no caso da evocação, voltando um pouquinho só na evocação, você saberia conduzir olhando aquele espírito como um encarnado? Então é AAA? Condução da conversa é outra. A Marta fez uma pergunta para te situar. A tua colocação, sónia. Quem diz o que?

O animismo complementa a mediunidade. Herculano ou Bozano? Na verdade, são os 2. OOO Herculano, ele toma OOO ele, não sei se foi ele que traduziu para o para o português este livro que chega essa edição pelo menos chega em 1968 e ele faz uma, ele faz uma introdução, ele faz 11, o prefácio do do livro, inclusive, ele fala que para ele é uma das umas obras mais lúcidas do bosano.

E mas aí o Bozano desenvolve, a partir do seu, da sua, do seu estudo, dos dos fatos que ele vai que ele vai apresentando, ele vai mencionando essas questões de o niismo e da mediunidade. Herculano é responsável pela aproximação da edcel, que era uma editora lei de uma editora que trabalhava diversos conteúdos com as questões espíritas, né? Essa série coleção científica da Excel. Ela é calcada Na Na publicação de livros espiritualistas e espíritas, né?

Temos aí livros do Frederico kushomer, do Ernesto Bozano, do alberde rocha. Do Peter banner, do próprio Herculano pires, para a psicologia hoje e amanhã, e o espírito e o tempo também mediunidade de Herculano, o livro do Carlos imbassai pai, o que é a morte? 2 livros de Hermínio Correia de Miranda e, por último, um livro de Karl Miller. Esse livro em específico é traduzido pelo Francisco cor verneck e tem prefácio de apresentação em notas do professor Herculano.

Então Marta é respondendo e complementando a ótima resposta que a Sônia nos deu, contextualizando a questão bosano fala nisso. Mas bolzano se remete ao conhecimento de Kardec que Kardec. É de fato o que diz isso? Né?

Que animismo e espiritismo, ou mediunismo ou mediunidade, não são antagônicos, não são é situações para serem tratadas em separado e que a participação do médium consciente na produção, que é o médio inconsciente, ele não vai ter interferência teoricamente na produção da mensagem. Mas o médium consciente lembremos exemplo de médium inconsciente Francisco Cândido Xavier em France.

Ele não sabia o que estava escrevendo, ele terminava e entregava para outros que revisassem, que que analisasse. Em alguns momentos ele lia as mensagens, mas, durante o transe mediúnico, se assim podemos chamar o Chico não tinha absolutamente conhecimento da produção, né? Então. Já o médium consciente, ele tem a oportunidade, inclusive, de fazer pequenas correções no momento da produção na mensagem. É o que acontece, por exemplo, com o Nico. Eu faço psicografia, não faço

psicofonia, mas não psicografia. Eu percebo que OOOO espírito deixou algum hiato entre uma palavra e outra. E eu Na Na revisão eu acabo comentando, né? É produção. Ricardo teerino está fazendo 2 comentários. Eu peguei o segundo, mas não peguei o primeiro. Isso terini Leon denie fala que

é a maior das psicografias. A maioria das psicografias ocorrem a 4 mãos, ou seja, entre a mão invisível, desencarnada e a mão encarnada, e a outra é uma observação muito importante, dentro que a Leo e a Sônia estavam dizendo, animismo é mistificação. Pode ser, mas não necessariamente. Sobretudo se a pessoa é ponderada, é estudada, tem afinidade com o tema e pode contribuir tirando aquele estigma, aquele preconceito e aquela visão ultrapassada de que a mediunidade seria apenas uma

produção. E, portanto, o médium deveria ficar reduzido a sua insignificância, né, que é atuada conhecida do meio espírita. Gente, nós estamos caminhando para o encerramento dessa live. Claro que ficaram muitas outras perguntas que a gente vai convidar a Sônia para 1 segundo momento, né?

Mas eu tenho uma última pergunta, que na verdade é uma colocação, a partir do livro do Bozano, está no último parágrafo dessa obra e a partir daí eu peço as 2, começando pela Leo e depois pela Sonia, que faço as suas considerações finais, e se despeçam do nosso público numeroso que está presente hoje, mais uma vez, a quem agradecemos e a você que vai vir depois assistir. Também é encaminhar o vídeo a outras pessoas para o conhecimento desse tema tão

importante, então assim. Leo, na última frase praticamente da obra, comunicações mediúnicas entre vivos do Ernesto Bozano. Ele diz que? Uma. Importância muito grande a nós entendermos que a comunicação entre vivos, ela é complementar a comunicação entre mortos e vivos, ou seja, há uma Riqueza

muito grande de conteúdo em nós. Albergarmos dentro do cenário espiritista a pesquisa e a exercitação da comunicação mediúnica entre vivos por todos os elementos que vocês estão marcantemente colocaram nas suas respostas nessa live.

E aí é o Bozano, diz o seguinte, é possível investigar, posteriormente, a questão dos limites em que se pode desenvolver a chamada ação telepática mediúnica, suscitando colocações, suscitando análises entre, em termos da autenticidade do fenómeno da autenticidade das comunicações, análogo com o que se deveria fazer com as comunicações mediúnicas entre mortos e vivos. Na opinião de vocês, primeiro Léo, depois Sônia, o nosso movimento espírita do século 21.

Já entendeu? Já traçou os limites e já consegue trabalhar dentro do contexto da pergunta anterior que os limites entre as comunicações mediúnicas e anímicas, apesar de tênis, merecem um tratamento associado. Eu acho o Marcelo que. Ainda. Há muito que fazer. Que ele deve ser associado, ele deve ser associado, mas eu eu digo para você o seguinte. Se desenvolve muito, é AAA comunicação entre o encarnado. E o desencarnado, mesmo assim, esta comunicação.

Eu eu acho que ela tem que ser muito melhor. Avaliada. Muito melhor estudada. Ter mais maturidade no seu exercício. Para não voltar, inclusive naquele, naquele primeiro bloco, que é a questão da fraude, muitas vezes não há a fraude. Pela má fé. Muitas vezes acontece pela ignorância. Pelo desconhecimento. E quando você? Disse que se eles podem. Se aproximarem, eles não só podem como devem.

AAAA Sônia mesmo colocou isto que muitas vezes acontece e não há percepção dentro daquela daquela conjunto mediúnico que está vendo, da de que está vendo. Inclusive uma. Uma relação entre vivos, uma comunicação entre vivos. É é curioso como que quem para o espírita não tem que deixar de ter a cautela de estudar, estudar e estudar isso que você disse. Faz parte da ciência espírita. Está precisando de melhores elaborações de melhores estudos de melhores cuidados.

Às vezes eu vejo que nós estamos. Conseguindo, mas. Ou menos ser como os evangélicos em cada esquina, às vezes querer ter uma casa muito. Havendo muita dissidência, tá se montando muita casa espírita e. De um lado é importante esse não que está se divulgando a doutrina espírita é, mas do outro lado. O que fazer com? Toda essa? Que estão? E é sensível demais. E é a questão da minha medignidade, quer seja ela entre os encarnados, entre os desencarnados, entre encarnados

e desencarnados. Que nós tenhamos uma melhor compreensão. De que não dá, não dá. Mais EE. Como que eu estou vendo aqui na minha religião, sabe? Divisões, divisões, divisões. E cada grupo vai e monta o seu AAA sua casa. Eu acho que isso na questão. Do. Desenvolvimento mediúnico, deixa a pecar, não todas as casas têm que ser enormes, porque as casas enormes, muito grandes, elas muitas das vezes elas também deixam de de dar um atendimento mais de olho a molho melhor. Melhor?

Elaborado com maior convivência, mas. Também não pode-se fazer o que está se fazendo, nós temos que nesta aproximação que você disse e que é muito sensível. É ter mais estudo, ter mais conhecimento, desenvolver muito mais a ciência. E como você disse que nós já estamos terminando? Marcelo, eu queria aqui. Lê. Um poema? Que trata? Sobre. Exatamente esse. Todo esse significado que nós estamos tratando nessa noite. Vigiamos nossos pensamentos porque eles se converterão em palavras.

Vigiamos nossos atos porque eles formarão os nossos hábitos. Vigiamos nossos hábitos porque eles molgarão o nosso caráter. Vigiamos nosso nosso caráter porque ele formará o nosso destino. Eu quero aqui encerrar dizendo um boa noite a todos, agradecendo mais uma vez essa oportunidade, de estar participando também, de estar comentando, mas também de estar aprendendo. E quero dizer à Sonia que foi muito gratis. Conhecer nessa noite ouvi-la foi uma gratidão.

Muito obrigada, Marcelo. Mais uma vez. E a todos os pequenos que estão aí participando e dando um pouco do céu. Muito obrigado e uma boa noite a todos. Valeu, Leo a sua.

Simpatia, sua Alegria. O seu conhecimento sempre são bem-vindos ao nosso trabalho dos embalos de sábado à noite, rejuvenescendo as nossas relações e nos fazendo cada vez mais atentos a esses Pequenos Detalhes que passam desabecebido das multidões que estão muito mais interessadas apenas na questão da idolatria mediúnica, da idolatria aos espíritos e pouco afetos ao trabalho de pesquisa, experimentação e análise daquilo que nós, encarnados, podemos e devemos

fazer. Um compromisso de desenvolvermos a própria doutrina dos espíritos. Fica um pouquinho lá na sala do chá que nós já vamos lá fazer o encerramento. Muito obrigado, Sônia. Suas considerações finais envolvendo a pergunta que foi feita. É, eu te acompanho. Na Na sua fala, quando a respeito do quanto o espiritismo pode contribuir, mas ele é. Mas é necessário dar continuidade a novos experimentos.

É a partir, talvez, penso eu, que, a partir de de de, de debates, de investigações científicas, de de de observações de com criticidade, nós temos que falar. Nós temos que ser críticos, né? E avaliar, Oo que nós vamos observando. É esse esse tipo de fenómeno que nós discutimos aqui. Ele é muito rico, ele é grande em valor teórico e prático. Não é possivelmente ele é que pode alavancar a. A ir à gênese desse da da da da própria manifestação do do encarnado com o desencarnado.

Porque existe muita coisa que nós é, é encarnados. Espiritas. Não entendemos apenas a mediunidade, pouco se sabe sobre mediunidade tem muito se a se aprender. EEE lançar. Então, a partir dessa nova visão, dessa nova luz. Sobre os erros, as interferências que existe, as as mistificações que se encontram nesses trabalhos, não é como você falou, Marcelo? Quanta coisa ainda está aí que está sendo tá equivocada. Uns como a Leo falou, por ignorância, outros. Porque estão convicto de que

aquilo que é o certo, né? Então é o espiritismo. Ele será reconhecido como ciência a partir desses experimentos, creio eu. Pode ser que eu me engane, mas algo me diz que a partir desse experimento, vai ser facilitador para análise de todo um conjunto de entendimento do, no campo da mediunidade. É, eu aproveito, agradeço. Imensamente a. Oportunidade de estarmos aqui, né? Deu poder falar né, a respeito de um tema que que eu eu eu gosto muito EEA.

Receptividade que tive também com você, Marcelo, com a Leo, com com os amigos em geral, que se manifestaram e que se também não se manifestaram, mas estão participando da nossa live, irão participar. Sou muito grata, porque para mim é um é um momento. Marcante de de diálogo, de de franqueza, de seriedade, de maturidade. É, nós temos ainda muito a aprender. Lógico que temos, mas quem sabe a gente se sente motivado a participar um pouco mais desse desse contexto.

Muito obrigado a todos. Boa noite. Obrigado Sônia pela sua. Presença pela sua? Simpatia e pelo conhecimento que discutiu e dividiu com a gente hoje. Futuramente estaremos juntos em mais um embalo de sábado à noite do ECK. Gratidão em nome do conselho de gestão, em nome da equipe deste evento, pela sua participação, pelo aceitar o convite, por estar novamente participando de uma atividade junto comigo, fico um pouquinho lá na sala, nós já vamos encerrar.

É isso, gente, estamos. Chegando então ao. Final de essa. Live e trouxe conhecimentos espíritas raiz, porque são produzidos a partir da própria leitura de Allan Kardec, dos fatos, espíritos do seu tempo que se repetem. A profusão, nos dias de hoje, faltando-nos apenas o tirocínio, a linguagem mais adequada e a compreensão exata, sem os mias da idolatria sem as mistificações. E contribuímos como afinal de contas, disse. Até a Sonia no seu encerramento,

né? Para entrarmos numa nova página de contribuição efetiva dessas experimentações da ciência espírita para outros Campos do conhecimento humano, que se ressente de uma visão mais ampliada que o espiritismo não dogmático, o espiritismo não religioso pode promover e pode consolidar na atualidade. Já vamos. Convidando você para participar, está aí no nosso.

Né da próxima live, que ocorrerá no dia 23 deste mês, 23 de março, e terá como tema o pensamento progressista e socialista, na obra de Allan Kardec, para desmistificar o tema, para sair do âmbito das falácias dos preconceitos e dos preconceitos sobre a temática progressista e socialista, que é uma realidade, não? Em termos de convicção ideológica partidária, mas em termos de construção de uma

sociedade melhor. Como aliás, Kardec e os espíritos nos disseram quando sentenciaram o aperfeiçoamento humano, espiritual, individual, conduzirá ao aperfeiçoamento da própria sociedade. Quero deixar o nosso agradecimento a todos vocês que estiveram conosco ao vivo, mais esse evento do ECK. Agradecer aos que colaboraram na coxia, né? Na Na nossa estrutura. Para que essa gente que você não vê faz a live que você vê que são hoje, a Cláudia, o Evandro, a Júlia, o Manuel e o Nelson.

Agradecendo também a todos os que estiveram presentes colaborando, comentando, perguntando, e acho que puderem compartilhar essa live nas suas redes sociais, nas suas redes de relacionamento, amplificando o alcance, a chegada da nossa mensagem a outras consciências e outros corações. São 8 horas e 6 minutos, horário de Brasília. Estamos encerrando a segunda live do ano de 2024 do ECK. Muito. Feliz de estar com vocês. Um beijo, um abraço, um excelente domingo.

E que estejamos juntos dia 23 de março. Tchau.

Transcript source: Provided by creator in RSS feed: download file
For the best experience, listen in Metacast app for iOS or Android