Essa musiquinha não tem lembrança de infância. Tem esse senhor. Lembrança boa de infância, olá e secanas e secanus sejam muito bem-vindos a mais uma live do grupo espiritismo, com Kardec questionário, já tradicional, em que nós recepcionamos a sua qualificada presença para tratarmos de temas afetos à doutrina dos espíritos ou de temas que tenham conexão a. Filosofia espírita já tivemos oportunidade de fazer desfilar aqui.
Nos embargos de sábado à noite. Várias temáticas que, não sendo necessariamente espíritas por tratarem-se de filosofias de culturas existentes no nosso plano de provas, expiações à Terra, possuem interconexões, inter-relações com a doutrina dos espíritos. Não é o caso de hoje, onde nós vamos enfocar um tema que podemos dizer que é doutrinar na exata aceção da palavra. Vamos trabalhar como? Como lidar com os falsos profetas da erraticidade? E do meio espírito. Pois é, eles estão por aí.
Eles já existiam lá atrás, na época do Magrão Jesus de Nazaré e continuam à medida que a humanidade progride, mas ainda não se desfaz dessa condição errante. Aos vossos olhos vivos, tanto na forma de seres encarnados quanto na forma de inteligência desencarnadas. Que se manifestam por meio da mediunidade e de ser uma certa forma estão presentes no nosso cotidiano.
Ficamos felizes com a sua presença, lembrando que nós estamos ao vivo dentro do grupo espiritismo com Kardec no Facebook. Estamos também pelo canal do ECK. É no YouTube, além de outras plataformas que vêm sendo utilizadas, como por exemplo, o canal espiritismo cast, o canal TV espaço espírita, o canal geo
preto. A quem saudamos com muita Alegria, com muito carinho por essa parceria já longeva e pela possibilidade de ampliarmos cada vez mais as nossas Vertentes e alcançarmos outras consciências e outros corações. Sem mais delongas, vamos pedir para que? Soem os clarins, ou toquem os tambores para receber. Ela está mais uma vez connosco. Telma Barros Lopes, a borboleta. Seja bem-vinda, Telma. Pode começar a falar? Fique à vontade. Boa noite, Marcelo.
Boa noite, amigos le CK, meus amigos presentes, o borboleta foi a alcunha de eu que eu recebia há muitos anos, de uma querida amiga que faz parte desse grupo, né? Quem dera eu fazer a metamorfose rápida que a borboleta faz, não é, mas estou aqui na tentativa ensaio e erro. Estou me me esforçando para isso. Um grande abraço a todos que possamos estar junto aí juntos, aí trocando. Boas vibrações, boas energias. Não é porque esse é o nosso objetivo.
Muito bem, Telma, é essa jocosidade aliada a muita seriedade com quem nós tratamos o espiritismo e com quem nós tratamos as situações que envolvem o chamado meio espírita é uma marca já registrada do ECK desde 2017. Quando começamos com essa iniciativa que agora já alcança distintas plataformas e redes sociais, inclusive, estamos ao vivo. Além desses canais que eu mencionei, depois estaremos também disponíveis nos canais de áudio nas redes de áudio, como Deezer, como Spotify e tantos
outros. Que alcançam aquelas pessoas que não podem nos ver em determinados momentos, mas no trajeto de casa, pro trabalho de viagem ou mesmo antes de dormir, estão acompanhando os nossos áudios, das nossas Lives, palestras e outros exemplos a. Nossa, Telma, é bacharel em direito, é professora em si, foi professora de ensino médio por 27 anos, é membro do colegiado do grupo espírita Francisco de Assis. O gefa, em Niterói, no Rio de
Janeiro, minha cidade Natal, e é também membro do conselho de gestão do grupo espiritismo, com Kardec. Muito bem, vamos chamar agora o direito também. A saudação de praxe do Ecko. Nosso debatedor Wilson Custódio, vem para cá Wilson. O Globo no ar. Lembra disso? Marcelo. Então. Então as vinhetas. Ô tempo bom, viu? Continua muito bom. Mais ainda, viu, Marcelo? Boa noite aí a todos vocês. Prazer imenso aí, estar dividindo esse espaço, né?
Compartilhando esse espaço com a Telma, com todos vocês, os amigos do BCKE vamos lá, né, Marcelo? Vamos aí para mais um bate-papo sobre esse tema. Como disse. É, é, dispõe doutrinário, né. Falsos profetas vamos lá. Esse diálogo, nessa conversa feliz, muito feliz por estar com todos vocês.
Felizes estamos todos nós, Wilson, com a sua simpatia, mais uma vez desfilando aqui no nosso espaço, assim como a Telma, são 2 pessoas muito simpáticas, muito afetuosas que nós temos a Alegria de cultivar e manter nesse nosso tempo algumas há mais tempo, outras chegando há pouco tempo. A ideia é que nós estejamos sempre ampliando as nossas relações e dando oportunidade a todos aqueles que veem o espiritismo com essa visão humanista, livre pensadora, laica, progressiva e progressista.
Como? Desejou fosse o espiritismo, o nosso Alan Kardec. Wilson Custódio é assistente administrativo, é auditor de controle operacional em uma multinacional, possui licenciatura plena em ciências biológicas, é professor da rede estadual de ensino em São Paulo.
E é interlocutor de libras. Essa forma de inclusão social e comunicativa, tão importante nesses nossos dias de século 21, iniciativa valiosa de instituições que têm permitido que os surdos passem a participar dos eventos das atividades, mesmo não tendo a faculdade auditiva, ele também atua no centro espírita Jesus é o caminho como dirigente mediúnico e coordenador de estudos, e é tesoureiro da
regional. Da usia união das sociedades espíritas de São Paulo. Em Guarulhos, na grande São Paulo, e é como até uma membro do conselho de gestão do grupo de espiritismo, como Kardec. Quero agradecer ao pessoal que está nos bastidores, a nossa técnica, o. Manuel Fernandes neto Neco a Cláudia Jerónimo, a Júlia Schultz, o Ricardo sardinha, que compõe, e o Evandro oliva que compõe o nosso time hoje. De trabalho, vamos em frente,
então vamos começar. Com João Travolta e Olívia Newton Jones, embalos de sábado à noite do e seca. Bom, o nosso tema, obviamente, ele remonta a 2 obras de Allan Kardec, o evangelho segundo o espiritismo. E a gênese, além de outras referências, por exemplo, em viagem espírita em 1862, o tema também aparece em vários fascículos do laboratório de pesquisas de Allan Kardec. A revista de ciências psicológicas, ou como você conhece o jornal de estudos psicológicos, você conhece como?
A revista espírita também várias vezes, o codificador tratou desta temática que já era muito importante na época em que ele. Processou? O espiritismo, entre 1857 e 1869, processou no sentido de organizou e instruiu o espiritismo para que ele permanecesse como uma filosofia perene para a humanidade do nosso tempo.
E como eu disse na abertura, também faz parte do cotidiano de Jesus de Nazaré. Pois bem, no evangelho que você tem em casa que você pode conferir depois, no capítulo 21, capítulo que inclusive leva o tema da nossa live de hoje, haverá falsos cristos e falsos profetas à reprodução. Logo no item 2 desse capítulo do texto do evangelho, canónico de Mateus, especialmente o capítulo 7 versículos. 15 a 20.
Jesus, então, teria dito aos seus discípulos, apóstolos e seguidores, guardai-vos dos falsos profetas que vêm ter convosco, cobertos de pele de ovelha e porque dentro são lobos, sagazes conhecê loseis pelos seus frutos, podem-se colher uvas nos espinheiros ou figos nas sarsas. Assim, toda árvore boa produz bons frutos. E toda árvore má produz maus frutos. Uma árvore boa não pode produzir frutos maus e uma árvore má não
pode produzir frutos bons. Toda árvore, então que não produz bons frutos, será cortada e lançada ao fogo. Conhecê-la ex pelos seus frutos, depois na génese, Kardec volta a tratar do tema com outro capítulo de Mateus, o 24, versículo 11 a 14. No capítulo 17 de agência, que é intitulado predições segundo o espiritismo, no subtítulo sinais
precursores, onde está dito. Surgirão vários falsos profetas que seduzirão olha o termo, seduzirão a muitas pessoas e porque a iniquidade proliferará a Caridade de muitos se resfriar, mas aquele que perseverará até o fim será salvo. Olhe o conceito de salvação presente na liturgia judaico-cristã e reproduzido em
fidelidade. World Kardec. E esse evangelho do Reino, continua o Evangelista, será pregado em toda a Terra quando no momento do fim, para servir de testemunho a todas as nações, e é então que esse fim chegará. Muito bem feita essa remissão inicial ao texto evangélico reproduzido é pelas obras espíritas, é aqui?
Cabe uma observação importante para você, que está conhecendo o espiritismo ou está há pouco tempo no espiritismo e procura fazer a correspondência entre o novo testamento de das igrejas em geral ou em que a bíblia sagrada das igrejas cristãs e o espiritismo, nós devemos sempre lembrar?
Que o conteúdo dos evangelhos ou do antigo e do novo testamento não é afiançado validado na sua totalidade pelo espiritismo, somente aquelas mensagens que não se tratavam de alegorias judaicas ou de alegorias cristãs é que são utilizados por Kardec, como sistematizador, organizador e o grande arquiteto da obra espírita e pelos espíritos que trabalharam com ele naquele intervalo. E quase 12 anos. Tensionam como válidas como úteis para o conhecimento e para
filosofia espírita. Vamos começar, Telma? Qual seria o conceito atual? A caracterização atual na nossa é circunstância comunitária do hoje da expressão falsos profetas. Bom, Marcelo é, está dando um eco aqui para mim, não sei o que que está acontecendo. Acho que passou, passou, é na ponto. No meu ponto de vista, hoje. Falso protesta. Você está se referindo naturalmente aos encarnados, né? Porque a gente tem aí na as 2 Vertentes, os encarnados e os desencarnados. Mas.
Mas é em relação aos encarnados. Me parece que o falso profeta está muito relacionado a esse verbo que você destacou aí ao ler a passagem de Mateus, porque esse verbo tem destaque aqui no meu evangelho, desde que eu li pela primeira vez, me parece que Oo falso profeta ele usa, sobretudo dessa sedução. Então é aquele que fala muito bem, tem uma oratória eloquente. É atrai o público, né? Com gracejos, com piadas muitas vezes até em excesso. E é é consegue, né?
Através da palavra trazer para si o público e quando a gente observa muitas vezes essa, essa oratória toda é mais casca, é mais, né? É é mais verniz, é mais adereço, é mais enfeite do que essência propriamente dita. Em se tratando de espiritismo, então muita, muito se observa que a mensagem verdadeiramente espírita é ignorada. AA referência a muitas obras, né? Obras mediúnicas e é o texto mesmo de Kardec, que é o eixo da nossa doutrina, que deve ser a nossa referência maior.
Fica para trás. Muitas vezes é 11 citação superficial e. E as pessoas que já estão ali seduzida por aquele magnetismo pessoal e pela forma, né? Com que? O companheiro ou a companheira é conduzem a conduz a sua fala, acabam se atendo mais à forma do que ao conteúdo e o conteúdo mesmo acaba deixando muito a desejar e. E muitos desses vão arrastando multidões, né? Vão vão trazendo para junto de si multidões e a palavra desses companheiros passa a serem questionável. Né?
É, é. É por essa sedução que eles exercem pela forma, né? De abordagem com que atuam, é, é e acaba tendo a sua palavra, né? A sua fala inquestionável, as pessoas saem muitas vezes de uma palestra de um evento, né? Em êxtase, mas se pedir que reproduzam aquilo que foi dito, o que é que ficou daquilo tudo, né? Muitas vezes até meio assim, com uma característica meio de show,
né? Acaba não sabendo dizer, por exemplo, qual era o objetivo que aquele é companheiro pretendia alcançar com aquela fala onde ele queria chegar, né? Então me parece que que esse é um é uma, é uma característica do falso profeta de hoje e infelizmente, associada a essa sedução, né que exerce. Em muitos casos, há aquele objetivo escuso de auferir proveito. Por vias colaterais, de alguma forma.
Não sei se me fiz entender. Trouxe aí 11 série de de questões que tangenciam o tema e que são conceituais também, não é isso? Wilson, qual seria a sua complementação a essa ideia de um conceito atual? A luz do do pensamento kardeciano sobre falsos profetas. O Marcelo OA Telma colocou bem. É a questão que nós. O que nós observamos hoje, especialmente na atualidade. Há vários mecanismos, se nós é é
observarmos, né? Dentro do campo da psicologia, a chamada leitura fria, ou leitura quente, onde você faz uma análise, né? É quase que de imediata das características da personalidade. Você traça. O perfil daquele elemento que faz parte de um grupo E a partir disso, de também de grupos. Então hoje você tem assim uma gama de situações é que você
pode estar trabalhando. Eu comento muito isso com com com a turma que eu tenho oportunidade de estar comigo em isso tudo isso é muito prático, é muito fácil, você observa, né? As necessidades e esses esses profetas. Lá, esses é espíritos, tanto encarnados quanto desencarnados. Eles são extremamente artilosos, hábeis, né?
Eles conseguem chegar no âmago. Daquelas criaturas que têm o desejo, por exemplo, da cura, da facilidade, não não se esforçam, às vezes não, não pelo pelo, pelo fator de não terem vontade de de de mudança, mas não se esforçam por uma série de fatores, muitas das vezes de ordem social. Então, se aproveita-se ou aproveita-se esses momentos de fragilidade de fragilidade humana EE simplesmente se manipula. Há uma manipulação extraordinária. E quando eu digo manipulação
extraordinária. Esses falsos profetas, eu estou sendo específico, eu estou falando do espiritismo, né? Porque eu costumo dizer que o que acontece lá nos outros não me chamam tanto a atenção, mas dentro do espiritismo, é a nossa discussão. É o nosso debate, então é muito simples quando você chega no púlpito e diz olha para o público e diz o seguinte, olha você que tem problema de saúde, quem não tem problema? Né?
Quem não tem problema de ordem espiritual e aquelas criaturas em muita das vezes é é levados pelas suas dificuldades, acabam naturalmente entrando nesse campo de vibração, ficam suscetíveis a serem ali, é manipulados de forma consciente. Há ou até mesmo de uma forma inconsciente, então os falsos profetas, eu diria para você. No espiritismo, eles estão cada vez mais em evidência. E se tornou mais evidente ainda é nas é, com o advento das redes sociais. Uhum, não é? Então eles surgem.
Eles pipocam como diz lá nosso amigo, os espíritos, né? Kardec, então, os os espíritos, eles pipocam, eles estão em todos os populam, né? Estão em todos os cantos, estão em todos os meios, estão no nosso meio e principalmente no meio espírita, aonde, aonde esse sentimento religioso. Longe das questões, da profundidade do espiritismo, da filosofia e da ciência, acaba nos deixando muito frágeis, né?
Parece as manipulações aí nós temos aí questão que com certeza nós vamos nos aprofundar, os faz cada uma das características do dos falsos profetas é que eles eles gostam de aparecer. Na EE no nosso dia a dia, me perdoe, eu sou muito dia a dia, né? Muito prático para algumas questões a gente observa, né, como espíritas, amam ser bajulados, principalmente esses que ocupam, né?
A mídia, né? Como medalhões do espírito, como adoram ser bajulados e aqui eu tenho a questão 9 do evangelho, segundo o espírito, que deixa claro os verdadeiros profetas se revelam. Os seus atos, né? Estes estão adivinhados. É verdade aquele que pratica o bem, eles são adivinhados você às vezes nem sabe das da, da, da, da existência, ao passo que os falsos profetas eles adoram, não é? Não é e se verem e de se aparecerem como enviados de Deus, o primeiro é humilde e o
segundo é orgulhoso. Eu acho que não é difícil. Não é Kardec, no Deus nos deu várias dicas de como lidar com os falsos profetas do espiritismo. Muito bem, tivemos aí uma série de informações. É muito peculiares a respeito desse fenômeno do falso profetismo no meio espírita que nos dão um já um pano de fundo para essa nossa conversa que aponta primeiro para uma relação agora ressaltada pelo Custódio de glamorização. O locupletamento, que até uma inclusive falou, né?
Aquela ideia de que você gosta de ser bajulado? Só que o bajular. Ele é uma via de mão dupla, quase. Como quase todas as situações que fazem parte da nossa existência material. É como aquela velha propaganda de biscoito. É? Fresquinho, porque vende mais, ou vende mais porque é fresquinho, que que eu quero dizer com isso? Aos que querem ser bajulados e aos que querem bajular, há uma reciprocidade locupletamente, né? Você se sente bem elevando a
autoestima de alguém? Claro, óbvio, se você gosta de uma pessoa, se essa pessoa é importante na sua vida, se essa pessoa é, conseguiu adicionar uma informação, um gesto, um auxílio no seu viver é natural. Que você tenha um sentimento de gratidão. Um sentimento de enaltecimento daquilo que o outro fez, muito embora o próprio evangelho nos alerte para a questão do orgulho e da vaidade. Quando diz baseado em Jesus, não saiba o que dá a vossa mão direita o que tiver dado a mão esquerda, né?
Então essa ideia que vocês 2 concatenaram, nos dá exata dimensão do quanto nós ainda? A serviço? Da ideologia espírita ou da filosofia espírita ou da doutrina espírita, ou alguns casos da religião espírita? Esteja nesse ponto de locutamento o que a doutrina espírita pode me dar, já que eu dou tanto para a doutrina espírita. Não é? Então quero chamar é uma participação do público. Aí o Fernando da Silva fez 11 manifestação bem pontual.
Deveria indagar não apenas sobre os falsos profetas, mas também porque a massa das pessoas permanece infantilizada. E aí, Wilson, o que é essa infantilização das pessoas do público espírita que o Fernando está a se referindo? O Marcelo, esse Oo Fernando coloca, é muito interessante o que eu costumo dizer. Lógico que é apenas 11 metáfora de que pensar dói e dói mesmo, né?
Porque exige esforço, não é? Então, essa essa infância à qual Oo Fernando coloca eu vejo, eu vejo é um dos principais pontos, é a dificuldade que se que se tem de se aprofundar, não é nosso hábito. Estudar não é nosso hábito de se aprofundar nos assuntos. Aquilo que aquilo que me é interessante, eu fico que não é o descarto. É Kardec nos coloca o seguinte, é em relação AA. Esse ponto sempre me traz essa luz.
Quando me perguntam essa questão, Kardec diz o seguinte, que nós aprendemos, eu ou o meu, né? Com os espíritos superiores. Então, normalmente as comunicações que nós temos dentro das casas, principalmente de aconselhamento, são de espíritos teoricamente superiores. Né? Ou mesmo palestrante ou coisa semelhante nesse aspecto, ele sempre vai dar uma comunicação. É dependendo daquilo que está sendo tratado de espíritos de grande envergadura e todos,
quase todos, né? É, ou a grande massa é, acabam acolhendo como verdade. E quem estuda um pouquinho só escritísmo com profundidade, vai entender e é colocado inclusive no livro dos médiuns, que é o grande aprendizado. São com os espíritos também chamados inferiores. Uhum. Porquê não é porque ali nós somos bem semelhantes. E você extrai muito daquilo que é trazido, mas observe que existe aí 11 falsa ideia de que apenas com os espíritos elevados é que nós vamos alcançar
aprendizado. Então percebe-se isso e inclusive dentro dos cursos mediúnicos. Dentro dos cursos que são passados nas casas espíritas, é muito impressionante. Se o cara usa o nome de fenelon e a gente tem lá, né? No livro dos médiuns, ele é ouvido. Ele é observado, se ele usa o nome, o nome de Marcelo Henrique, ninguém conhece. Então, é. Observe-se, observa-se que é, é, é, é. Fica claro que nós temos uma
tendência extraordinária, não é? É de nos prendermos a rótulos a nomes, não é, mas a gente precisa, não é? Nós precisamos quebrar esses paradigmas e só é através do estudo. É através do debate. É através dessa conversa, é através do questionamento eu é através do eu não concordo com você Custódia, OK, então vamos tentar entender o porquê disso. Houve um. E um trabalho mediúnico, né? Alguns gostos, chamados de
trabalho de desobessão, né? Mas houve que estivemos participando, em que um dos médicos falava inglês, poliglota, né? De repente me aparece? É um médium falando inglês no trabalho de assistência mediúnica. O nome já diz assistência OK, não é um trabalho de estudo, é de assistência, então a gente precisa começar a entender. Pequenas questões, poxa, um trabalho de assistência espiritual é. O médio me traz uma comunicação em inglês, porquê?
Para quê que interessa? Eu não sei, inglês, eu estou aprendendo livros. Né? Para quê? Porquê? É o Lega, entre aspas, tá que lá na universidade que a gente chama isso, né? Sutil, né? Mas é apenas para o entendimento. É colega, dá para você falar em português, porque tanto eu quanto os demais aqui? Não são poliglotas. Nós não entendemos inglês. Com quem eu estava, com quem eu estava falando, com o médium ou com o espírito.
Então, são questões assim que é interessante, porém, quando você em algumas atividades, recebe o mesmo tipo de comunicação. Nossa, um espírito apareceu falando inglês, é uma coisa extraordinária. Maravilhosa, né? É a faculdade policrota a se manifestando. Acho que é isso, né? O tema, então você observa que é preciso ser subtil, ter sensibilidade, sair da infância espiritual. Estudando e entendendo teoria e
prática. Dentro de uma cultura de vivência e de convivência, que é o que ele está acontecendo hoje na doutrina espírita. Aí a gente entra nessa questão da infantilidade mesmo. É extremamente difícil sair dessa condição, especialmente quando você teve uma cultura espírita voltado para o religioso, uma cultura espírita voltada para para a doutrinação e não para a discussão filosófica e científica. Debates, discussões sadias sobre
o espiritismo. Ótimo, então nós vamos te colocar aí também nesse contexto. E eu queria chamar atenção para uma situação que talvez seja é a causa. Não sei se você vai confirmar ou não dessa desse infantilismo. Citado pelo Fernando e referendado agora na fala do Custódio, nós somos uma doutrina, uma filosofia muito jovem, né? O espiritismo tem em torno de 60 anos e ainda. Possui? Pouca, pouquíssima penetração no
planeta, né? Podemos assim contar nos dedos os países onde há um movimento relevante. O destaque é pro Brasil em número de instituições em número de adeptos, mas tirando o Brasil, tanto nas Américas quanto na Europa, nós temos pouquíssimos expoentes representativos do espiritismo. Mesmo na França, onde? Na época de Kardec, é a quantidade de centros por ele mesmo descrita na revista espírita.
Chegava às centenas, né, então? É de se perguntar, esse esse infantilismo não seria uma decorrência da reprodução de um modelo religioso em que há uma subserviência? Muito marcante, muito forte do discípulo em relação aos mestres. Ou dos religiosos? Em em relação às homilias em relação às escrituras, no sentido de que temos que aceitar, sem contestar, as
chamadas verdades? Oo, Marcelo, eu acho que essa pergunta veio bem a calhar para mim, porque eu tive uma vivência em relação a isso essa semana, né? Eu não tenho dúvida que o tudo isso que você colocou em essência, é o que justifica esse infantilismo, porque ainda hoje a gente se depara com um grande contingente de pessoas e eu poderia dizer que nós aqui somos exceção, não é? Ou os grupos? Que já despertaram para estudar o espiritismo, aquele que Kardec nos deixou, são A Exceção, ainda
hoje em dia. Mas há a grande maioria. É, é é que faz parte da vertente religiosa. Não tenha dúvida disso. EEE dessa forma, esse argumento de autoridade não é essa reverência que se tem a pessoas e a espíritos é uma reverência muito grande. Que impede as pessoas de se posicionarem contrárias à aquilo que está sendo dito. E essa semana, uma companheira compartilhou comigo uma página. Que é tinha assinatura, né?
É AAO médium foi Valdo Vieira e o espírito que assinava era um espírito do movimento espírita e de São Paulo, que foi muito bem. É que que um espírito que foi um grande trabalhador espírita deixou obra publicada e tudo mais, e a página ela. Ela era 11 apelo toda ela era um convite ao trabalho, então conclamando o os espíritas. Ao trabalho, né?
Nas várias frentes em que esse trabalho é oferecido nas casas espíritas, e aí a companheira queria a minha opinião pra saber se podia se devia compartilhar aquela página num grupo da casa, né? Num num evento de confraternização, porque a casa tá precisando de trabalhadores e ela achou que aquela página fosse sensibilizar. Então a gente eu fui lendo a página e tal e ao final. O espírito faz uma ameaça. De que aqueles que não acolhessem o trabalho naquela oportunidade eles eram seriam
candidatos a umbral, entendeu? E aí eu falei para essa companheira, eu falei, olha. Eu não teria nada a comentar se essa página né não fechasse dessa forma, porque conclamar mostrar a importância do trabalho no campo social. O trabalho no campo da mediunidade, né? É, é. Conclamar os os companheiros ao trabalho nas várias frentes em que eles se apresentam, em que eles se se oportuniza. Tudo bem, mas fechar com aquela ameaça velada não faz o menor sentido, né?
Eu falei, é aqui, você vai conquistar trabalhadores pelo medo, né? Porque quem? A grande maioria ainda aceita o umbral, e quem vai se candidatar a essa? A esse destino, né? Caso não venha a trabalhar? Então a coisa é, é realmente, né? A gente percebe a manipulação de espíritos, né? Encarnados e desencarnados,
muitas vezes nas sutilezas. E aí eu estava comentando com essa companheira e falei, olha, a gente tem que estar muito atenta, ela agora está participando do grupo de estudo da revista espírita, que é um grupo muito bom. E aí ela estava, ela estava, eu estava dizendo assim, a gente tem que estar atento porque? Até em páginas de Emanoel. A gente pega muita coisa. Né? Que não faz sentido, e aí citei 2 que eu havia pego entre
tantas, né? Mas aí ela falou, se você sabe, você está falando uma coisa sempre que eu acho alguma coisa estranha, eu acho que o problema está comigo, que sou muito inferior. Ainda sou muito endividada, sou muito inferior. Eu falei, não, minha filha afasta explando essa ideia porque o problema com certeza não vai estar com você. Aí comecei a conversar e tal EE. Acho que. Que ela é, entendeu né?
Então eu vejo que essa infantilidade ela decorre muito da falta de estudo, sem dúvida nenhuma, porque, como o Wilson ressaltou, né? Aí as pessoas têm preguiça. Assistir uma palestra é muito mais cómoda, é muito mais confortável do que estar num grupo ali para muitos, né? Evidentemente do que porque aí pode dar um cochilinho e tal do que está num grupo. Em que você tem que estar ativo mentalmente o tempo inteiro e se posicionando que você chamado a
opinar, né? EEE daí, então, é e é. Esse movimento religiosista acaba estimulando AA construção de ídolos, né? Então nós temos os ídolos encarnados e os desencarnados, aqueles que não podem nunca ter serem desafiados, aqueles que não podem. Nunca, né? Ser contraditados EE que, por isso mesmo, leva as pessoas a se sentirem menores porque foi o espírito x que falou ou porque foi o orador x ou y que disse? Esse é um problema crônico do espiritismo brasileiro, né?
No meio espírita, é essa pedagogia do medo e. Em contraposição ou em complemento a ela? A pedagogia da salvação, né? Então nós temos. Eu já falei disso umas vezes, há um trinómio, é o medo, é a culpa que tem a ver aí com esse coitadismo, esse vira-latismo das pessoas. Quem sou eu para contestar o mentor da casa? O palestrante, há tantos anos, o dirigente ou a página assinada por João das couves ou quem que seja, né? E a salvação? Então? Quer dizer essas 3 situações aí?
Elas se cristalizaram de uma forma no movimento que ninguém contesta que ninguém estabelece nenhum parâmetro de contraponto. Isso não é nem um pouco saudável para uma doutrina que se propõe a ser dialética. Se propõem a ser discutiva se propõe a ser prospectiva de mudança de transformação social a partir da transformação individual. Então, esse problema ele está associado também a uma série de conceitos como você. Falou há pouco? Né? O André Luís ou qualquer outro
espírito? Ambientado no movimento espírito e as pessoas acham assim, ai não. O sujeito foi 60 anos presidente de casa espírita, dirigente, foi presidente da federação, foi presidente da união das contas e aí, acha que isso dá? Status de. Lugar de fala ao Marco Aurélio Gaspar, inclusive, fez uma observação, é no sentido oposto ao que eu estou dizendo, mas também falando do lugar de fala, Kardec deu o lugar de fala, pode
colocar na lousa aí, pessoal. Deu lugar de fala a muitos espíritos e quem acha que o espíritos, a obra espírita, os 32 livros de Kardec só fala de espírito superior, está redondamente enganado. Tem muitas manifestações, espíritos levianos, zombeteiros, pseudos sábios comunicações. Comunicações na revista espírita, por exemplo, que estavam esperando um tempo de maturação para ver se confirmado ou não. Mas aí o Zé covinho é o que acha que tudo tem status de bíblia de evangelho?
Coloca na sua cabeça de que tudo o que os espíritos disseram, e tudo o que Kardec escreveu é verdade, indiscutível, anulando, inclusive o caráter progressivo da doutrina espírita, onde Kardec afirma, se alguma verdade nova se revelar. Ele gosta muito desse tema revelação, a informação nova, como se revela aquela da nossa época, né? Custódia? Analista prático, né? Fui, fiz o curso de jornalismo, a gente revelava o filme, né? Hoje não tem mais filme. Hoje, a fotografia é
digitalizada, né? Mas na nossa época existia um filme. Você batia a fotografia, levava pro laboratório, revelava aquela foto, né? Eu tô assistindo agora a sexta temporada da série The Crown, sobre a história da rainha Elizabeth e toda a família real está lá nesses capítulos da sexta temporada, os fotógrafos nas suas câmeras escuras revelando os filmes que bateram das situações lá envolvendo a família real.
Então, por isso, Kardec usava a expressão revelação no sentido de uma informação nova, de uma formação que estava oculta e veio à luz. Veio à tona, assim como ele recomendou que o escritório deveria acompanhar a ciência e nós nos acompanhando a ciência. Nós estamos achando que os espíritos que se manifestam em mesa mediúnica que os espíritos que se manifestam pelo porta-voz do espiritismo brasileiro, um médium conhecido um médium baiano, são suficientes para os
espíritas. Nós não precisamos acompanhar a biologia, a medicina nuclear. A tecnologia, nada disso é importante. Importante é o que está sendo dito através dos médios. Então aí nós temos a exata noção do que os falsos profetas que se reproduzem aos milhões dentro do meio espírito e estão fazendo que o nosso princípio de. Não aceitação de uma única mentira. Sendo preferível aproveitarmos 99. Verdade? Nós vamos seguir aí com a nossa
conversa. Nós temos uma pergunta, é de um colaborador nosso, o Márcio Saraiva, que está sempre envolvido aí na programação das nossas Lives. Alô, Márcio, aquele abraço que também é aí do nosso São Sebastião do Rio de Janeiro, nossa Terra querida, o Rio de Janeiro, aí no sudeste brasileiro. Ele pergunta assim. Ele faz 11 breve comentário dizendo que a condição do falso profeta não é exclusiva. Não é privilégio do espiritismo atual. Ela está presente nas igrejas em geral.
Ela está presente até mesmo em outros ramos que não sejam religiosos, na medida em que nós temos aí coach que temos aí, influencers, né? Que é o nome da moda que arrastam multidões e tem milhares de milhões de seguidores nessa caça desenfreada por light. Como se isso fosse importante para alguém além da geração de dividendos financeiros do canal ou da plataforma. Ele fala que AA ideia de falsos profeta é está associada muito à comunicabilidade entre os espíritos.
Embora as igrejas em geral não aceitem, né? Um dos surpresos fundamentais do espiritismo, que nos diferencia das demais religiões, exatamente isso. Eles acham os outros que só pode ter comunicação mediúnica na forma de dom revelação ou de milagre e que não se devem evocar espíritos e que os espíritos quase sempre são. É é instrumentos do maligno. Né? Como as igrejas dizem, mas é. Eles endossam expressões de
cunho salvacionista, né? Tanto é que nós temos um envolvimento muito grande, muito forte aqui no Brasil.
É da religião. Com a política a ponto de termos no Congresso Nacional bancadas religiosas, temos bancada católica de bancada evangélica, né, que representam aquela ideologia religiosa, num campo totalmente laico, num campo totalmente afastado da religião, que tem uma função importantíssima na produção de leis, na fiscalização dos poderes públicos, porque são funções do Congresso Nacional. E também na discussão da pauta das pautas sociais, dos grandes
temas da nação, né? Então, nós acabamos vendo grandes lideranças religiosas de diversas igrejas ocupando o papel de destaque no processo. Político no processo social do nosso país, né? Então, como é que nós devemos encarar essa situação? Wilson Wilson, levando em consideração de que? Nós, espírita, somos agentes sociais, transformadores, né? E dentro daquela máxima decantada entre os espíritas, sobretudo os religiosos, que é espírita, não deve se meter, não deve se envolver com política.
Como lidar com esses falsos profetas, então, que ocupam posições de destaque no nosso cenário político social? Pois é, Marcelo, eu, eu, eu estou aqui. Você falou dessa questão da política, né? Bancadas? Evangélicas tal, mas nós é espíritas, nós temos Bezerra, né? Nós temos desejo de Menezes, né? Temos comunicações de Bezerra, então quer dizer também, né? É, fica difícil, é me desculpe a ironia. Mas assim.
Pelo menos eu. Eu conheço estatutos, pelo menos jogando por baixo de 10 1520 casas espíritas, participei de pelo menos 2 ou 3 em suas formações. EE todas tem lá, né? 11 parágrafo, deixando claro a questão da não política dentro das casas é eu, eu, eu, eu. Por vezes, fico pensando se se tudo isso não foi de casa pensado, né? Porque ele tem uma base. É também lá quando, quando é nas sociedades espíritas, né? Mas é, é era outro tempo, né? Nós iríamos outro tempo.
Para que o espiritismo se consolidasse, era necessário que se fizesse. É é que se colocasse ali nos seus primeiros estatutos a questão da política, né? Como algo que sabia-se muito bem era arriscado devido às perseguições EE. Tudo mais que aconteceu na época de Kardec, e a gente sabe disso, não é? Sabemos perfeitamente. Só que é é o mundo mudou, é como eu digo para a turma que estuda comigo, né?
Mediunidade não é estática, ela evolui porque nós evoluímos, então a sociedade ela evoluiu quando nós temos. Nos nossos estatutos, 11 proibição não é da participação no âmbito político. Isso é muito arriscado, porque nós vivemos na doutrina espírita. Até estava anotando aí o negócio chamado eu. Eu particularmente adoro falar esse nome. Você tem que tomar muito cuidado, né? Porque me deixei de fazer palestras espírita em algumas casas por causa disso. Que o espírito adora uma falsa
Caridade, né? Que a falsa Caridade, no meu ponto de vista, é aquele cara, por exemplo, ou aquela criatura que tá lá aprontando milhões de coisas dentro da instituição espírita e que você, como diretoria ou você como coordenador, você sabe que negócio não tá legal? Porém, chega sempre é. É alguém ou pessoas e dizem o seguinte, precisa ter. Precisa ter Caridade. Porque o fulano está no tempo dele, essa poscaridade. Porque o cara continua, você acaba.
É, é sendo coparticipe daquilo que que que fulano ou sicrano ou grupos fazem. Tá, EEE por fim, as coisas começam a desandar. Você não pode ter uma atitude que deveria ter, que é o que nos recomenda Kardec, observar e passar pelo crivo da razão. Conversar e esclarecer, porque por uma falsa Caridade, então eu, eu, eu, eu vejo que que que no que se refere à política dentro das casas espíritas, é
justamente isso. Não existe conversa, não existe debate, é proibido, extremamente proibido, na grande maioria. E é óbvio que. Se você está num grupo de estudos, fica muito fácil você, sei lá, é é selecionar quem gosta de conversar do assunto e quem não gosta? É desagradável quando você tem ali um grupo de 1520 pessoas estudando o espiritismo e de repente, só se quer levar para a vertente da política. Mas o livro dos médiuns, aí eu vou no livro dos médiuns novamente.
É existe. Não me recordo em que capítulo, que que deixa que os espíritos deixam claro para aqueles que gostam de trabalho. Atividades, é, é, é, é trabalhos mediúnicos. Há que se abrir espaço para que isso ocorra e para quem gosta de se aprofundar nos estudos, que se aprofunde as casas espíritas têm esses espaços. Então você extrai pessoas para discutirem sobre AA política atual dentro do espaço da casa espírita.
Pensar, lutar para quem gosta de conversar sobre isso e é importante porque naturalmente isso vai abrindo um leque do esclarecimento. E o que nós vemos, na verdade, uma proibição radical sobre o assunto. Eu nem encontrei nenhuma ainda que abrisse esse espaço. Não encontrei, não para fazer política, mas para entender que ou trabalhar essas questões dentro do movimento escrito porque nós fazemos política o tempo todo. Quando você ver e ouve alguns médiuns, não é da atualidade.
É constrangedor, inclusive eu tenho até tem até uma classificação de médios, que é o médio e médios do armagedom. É são médios do armageddon, né? É. E dentro dessa classificação pessoal. Eles sempre trazem mensagens como disse AAA Débora. A ONG nas entrelinhas não é existe algum tipo de ameaça? Existe a psicologia do medo sendo aplicada, como se como foi aplicado. Há, há há séculos atrás, e é ainda em outras religiões, então você vê entre linhas esses
acontecimentos. Dentro das ordens, eu. Nós temos Oo os os chamados médios, do meu ponto de vista, geneticistas. Que são médicos que passam mensagens dizendo, por exemplo, que os vírus foram produzidos no plano espiritual e trazido para cá. Não é com o intuito de purificar e preparar o planeta de Regeneração. Então são coisas absurdas, então eu chamo-os de de médiuns geneticistas Ah, eles conhecem tudo sobre a genética. E outros que chamam autismo de é
que chamam autismo de doença. Palavras deles, o autismo tem cura? É uma síndrome. Então precisa. Nós precisamos começar AAAAAA, saber ver e ouvir, e temos os chamados médiuns caçacos CASSA, né CO que se referem, não é aquele grupo de de de de cidadãos russos, homens brutos, que trabalham tanto é que tem uma música chamada caçarpos, né? Extremamente tendencioso porque avalia e condena 11 apenas um lado, +95% do discurso é extraordinário. Mas entre linhas condenam apenas
o lado. Então, nós precisamos entender de geopolítica. Nós precisamos entender de política, nós precisamos desenvolver dentro das casas de espíritas. Sim, o senso crítico. É fundamental desenvolver o centro crítico é determinada vez é, nós fizemos um curso na casa que frequenta, o que frequentei é. Estava responsável pelo curso de paz. Nesta casa, os cursos são todos, é perdão, são, é, é, não são padronizados.
Como Edgar era bom Aliança. Não só em posição das mãos, só que o pessoal perguntava bem, porque que não é padronizado? Bom, vocês querem saber, ótimo, então, vamos lá, vamos preparar. Vamos preparar aqui todas as as as regrinhas e vamos estudar, vamos padronizados, né? Com as com a imposição, quem foi, para quem é, et cetera, porque. E aí, você faz a sua autoanálise, sua autocrítica ali, a direção, né? Aqui é só. É só posição das mãos, imposição das mãos, mas ninguém estava
dizendo que não era. Nós estávamos dando os elementos para que aqueles que estudam doutrina espírita possam desenvolver o seu senso crítico e não serem intangidos e conduzidos como nós vemos. Então a política é fundamental, sim, é necessário. É importante, mas com muito cuidado. Que se deve ter dando condições e elementos para desenvolver o senso crítico. É isso, Marcelo? Eu queria colocar. Desculpa, você está. Você está numa numa região, é muito pródiga de falsos profetas, né?
O Rio de Janeiro tem nos legado nas últimas 5 décadas. Vou vou ser bem generoso na minha análise. Uma quantidade de religiosos políticos que dominam o estado, a cidade do Rio de Janeiro, o estado do Rio de Janeiro e exportam, não é? Para o cenário nacional, inclusive chegando ao cargo de presidente da República, infelizmente. É essa categoria de falso profeta que, além de pregar nas suas igrejas para o seu rebanho, acaba alcançando outros rebanhos e logrando dividendos políticos
importantes, né? Você queria comentar a respeito? Eu vou aproveitar para colocar essa cerejinha aí no bolo do seu comentário. Não, eu IA só comentar que quando se fala, quando se hostiliza ou quando se fala, se. Quando se teme, né? A política na casa espírita porque viajar de regra se entende como política partidária? Que realmente é um ambiente ainda, né? Muito contaminado pelas paixões
humanas. Então é eu vivi uma experiência há muitos anos atrás no na, na minha casa espírita de origem e só um exemplo, né? Em que havia uma pessoa na comunidade que era um grande empreiteiro e ele tinha lá, né? Conchavos lá com a prefeitura e a gente sabia, né? Se se comentava muita coisa acerca desse personagem lá, que. Que que tinha uma, fazia um trabalho de assistencialismo, né? Dentro da cidade, né? Com com um grupo de pessoas, ele distribuía ovos de Páscoa.
Era, inclusive, meu vizinho distribuía ovos de Páscoa, distribuía cesta de Natal. Só que aquilo começou a ganhar uma proporção muito grande e passou a incomodá lo porque as pessoas não saíam da porta dele quando chegava perto de Natal, era todo mundo lá. Aí ele procurou a direção da casa espírita. Ele não era candidato, nada disso era. Era alguém que que é, se locupletava, né? Da política por vias
transversas. Mas é, ele procurou a direção da casa espírita querendo oferecer as cestas básicas para Oo Natal. Desde que a gente acolhesse aquela clientela que ele a que ele já tem dia. E aí nós falamos para eles que desde que. Tudo fosse feito lá que não que não fosse. Da forma que ele queria que era pegar lá um número na casa dele, ou ele distribuiu um número, qualquer coisa assim e a pessoa ir pegar a cesta Na Na casa espírita. Então, a partir do momento em
que se desvinculou, né? A doação da da pessoa dele, aí ele não. Não teve mais interesse porque ele queria se furtar daquele aborrecimento de ter a porta de casa sempre cheia daquelas pessoas miseráveis e tudo mais. Então queria transferir. Aquele trabalho para a casa espírita, mas desde que ele é tivesse o ónus, não é que o ónus da que o bónus da doação fosse fosse dele que houvesse ali o carimbo do nome dele para quem estava recebendo?
Aí como nós não concordamos com isso aí, realmente não, não aconteceu, né? Infelizmente, Marcelo. Infelizmente, a pessoa no Congresso Nacional que usa o nome do espiritismo e que vive citando. Citando falas espíritas, falas de espíritos e obras e tudo mais e prestando homenagens, é uma pessoa de conduta muito lamentável, né? É, infelizmente passamos por esse episódio aí de representatividade, né?
AA espíritas que ficam é exultantes, radiantes quando alguém diz, Ah, temos um deputado federal espírita, temos um senador da República espírita, temos um ministro de estado espírita, temos um ministro de tribunais superiores espírita. Pois é, o espiritismo não é um crachá que você coloca no peito. O espiritismo não é uma carteirinha que você guarda na bolsa ou na sua carteira. O espiritismo é uma conduta diária.
O espiritismo está em todas as Vertentes da nossa existência, no nosso viver, não significando com isso que nós sejamos melhores do que os outros ou que nós viemos plenos, perfeitos, equilibrados. Somos espíritos em prova e inspiração. E, portanto, somos mais ou menos como os espíritos disseram a Kardec, os graus são muito parecidos, as diferenças são muito tênues, não é de modo que o indivíduo ainda está num degrau e ao mesmo tempo, no
outro. Ainda não se consolidou dentro da escala espírita que está no livro dos espíritos que estão sem e seguintes, que é exemplificativa da situação dos espíritos, não só no nosso planeta como nos outros mundos habitados nas muitas Moradas da casa do pai. Como diria o nosso Magrão, lá em Nazaré e redondezas. Essa questão, então, também é Wilson. Ela precisa ser revista aqui Na Na grande Florianópolis e outras cidades de Santa Catarina, nós temos uma situação um pouquinho
diferente, sabe? Nós temos um envolvimento, se não na política partidária, na, mas na política social, né? Aqui mesmo, em Florianópolis, temos os concelhos municipais do idoso, da assistência social, da infância e da Juventude. E de saúde, onde temos representações de instituições
espíritas, né? Eu mesmo durante 23 anos, trabalhei numa instituição de apoio e de tratamento e assistência aos idosos e como nós tínhamos e temos 3 asilos espíritas muito grandes aqui na grande Florianópolis. 2 em Florianópolis e um em São José, cidade vizinha. Nós tínhamos um representante dessas instituições no conselho municipal do idoso, justamente para. Prestar o contributo espírita em uma função que é preponderante e
muito importante, né? É em termos de movimento espírita brasileiro, a associação dos amigos e delegados da Confederação espírita Pan-Americana da cepa no Brasil, hoje, a associação espírita Internacional teve, durante 5 anos, assento no conselho nacional de saúde. Eu e mais 4 companheiros fomos delegados nomeados para representar o movimento espírita. E os ideais espíritos no conselho nacional de saúde de travamos discussões muito importantes para as políticas
públicas. E contribuímos da nossa maneira a os 2 assentos ditos religiosos eram o da nossa instituição e o da Confederação nacional dos bispos do Brasil ACNBB. Então lá conversávamos sobre assuntos de saúde e não sobre assuntos religiosos ou filosóficos ou doutrinados. E temos o nossa. Nossa contribuição durante 5 anos lá naquela importante instituição social, né? De representação popular junto ao governo federal do Brasil.
Bom, nós temos uma pergunta muito interessante que o nosso Neco é, nos sugeriu fosse feita, é a respeito da do porquê de termos essa condição dos falsos profetas serem tão aceitos cegamente aceitos no meio espírita? Telma, nós sabemos que identificar ou não os falsos profetas. E ser submissos por fé cega ou não a eles. É uma questão que decorre do aprofundamento espírita e espiritual, não é verdade?
Então nós temos uma situação de que para identificar e ficar imune a um falso profeta precisa de uma vacina. Essa vacina você não compra na farmácia, não compra no centro espírita. Não pega de graça no centro espírita essa vacina você mesmo se auto aplica? Ela se chama estudo. Educação espírita, sem educação, sem estudo. Não há como identificar um falso profeta de um profeta verdadeiro e uma informação verdadeira de uma informação falsa. Então, a pergunta do Neco é bem
prática, bem de ordem prática. Como? O que fazer para atrair dessa multidão que semanalmente ocorre? Ocorre aos centros espíritas e que frequenta as instituições, sejam elas as presenciais ou as virtuais espírita. Para grupos de estudos sérios e aprofundados de espiritismo. Porque normalmente, né Wilson? Os grupos de estudo minimam, né? Então, há 16 dúzia de caraminguá lá, tem lá umas 10 pessoas, 6 pessoas, 12 pessoas e não sai
disso. Então como é que nós não podemos atrair aqueles 100 200 que frequentam semanalmente as reuniões doutrinais e de passes e de radiação e de atendimento fraterno e outras atividades para participarem dos estudos, além das outras questões além das? Outras atitudes que nós já fazemos comumente e chamar as pessoas para participar desses grupos, ou seja, como colocamos o ovo em pé, como fazer com que as pessoas deixem de ser? Massa de manobra desses falsos espíritas desencarnados e dos
encarnados. Marcelo, essa realidade que você colocou aí é inquestionável. Agora eu, de certa forma, eu vou é aliás, nós, de certa forma, do nosso jefa. Graças a Deus não vivemos essa realidade, pelo contrário, nós hoje estamos com muitas dificuldades de ter público para as reuniões de palestra, então. Nós temos um contingente muito maior de pessoas vinculadas aos grupos de estudo do que pessoa frequentando palestra. Foi feito um trabalho de
formiguinha, né? Assim que a casa foi, eu cheguei à casa em 2000 EE 7. Ela Foi fundada em 2003. Nós tínhamos uma companheira que está assistindo essa live, uma companheira abnegada que abraçou durante anos. O estudo. A condução de grupos de estudo de um livro dos espíritas dos espíritos, ainda usando retroprojetor, né? É lançando as questões lá na tela e tudo mais. EEE sozinha, sozinha.
E aí nós fomos chegando, fomos nos agregando e fomos, né, ampliando e propondo é outros estudos também e a gente tem até como précondição, né? Que haja um estudo em sequência, como recomendou Allan Kardec, lá no livro dos médiuns, né? Que haja todo 11 programa de estudo segundo aquela recomendação que foi feita. EE hoje a gente tem nos grupos de estudo mais de 60 pessoas. Nos grupos de estudo, na casa. Em e nas nós temos 3 reuniões públicas de palestras, né?
Em média, havendo a frequência de 20 e poucas pessoas. Talvez até menos nas reuniões de palestras. E aí pra pra tentar, né? A é AA reunião de quinta-feira, por exemplo, é a reunião de menor frequência. E aí era uma reunião antiga da casa que botava a gente pelo ladrão, né? E aí, para tentar ver se melhorava a frequência, nós implantamos o estudo também nessa reunião, porque eu numa numa live que teve aqui do Uru
uri, né? Esqueci o nome dele do companheiro que fez uma live aqui com a esposa. Urudaí. Uruda aí numa live que teve que ele falou que né? É até a reunião pública. Era Na Na base do diálogo e tudo mais nós implantamos isso. Então tem um companheiro que conduz uma semana. O estudo de o evangelho, mas dando oportunidade às pessoas de perguntarem, de enriquecerem o estudo, contribuindo com exemplos e tudo mais, fazendo aquela.
Interlocução com com os presentes e na outra semana a gente está estudando o livro dos espíritos dentro desse mesmo modelo, né? E aí deixamos a última quinta-feira do mês para uma palestra. Então isso é para ver se a gente consegue atrair um público maior, de forma que a gente não tenha que extinguir essa reunião, não é? Vamos ver se dá certo, mas assim, Na Na minha realidade pessoal não é. A vivência que a gente tem atualmente, entendeu?
Mas eu acho que o que fazer eu diria que é abrir espaço para as pessoas falarem, sim, aceitar o contraditório, não é? É criar um ambiente agradável, de forma que as pessoas, os nossos estudos. Só um grupo que recomeçou presencial. O grupo iniciante foi presencial, os demais são virtuais, mas só um grupo mais a gente cria um ambiente, né? De de deixar as pessoas. Muito à vontade. E de mostrar que o quanto essa contribuição enriquece o trabalho de coordenação de o
trabalho de estudo, né? Que Nenhum de Nós ali é dono da verdade, que não há professor de espiritismo, que há aqueles que têm mais experiência pelo tempo em que já estão e pela dedicação, né? Que que que tem ao estudo? Mas assim eu não sei te dizer, mas a gente tem uma AA casa em relação a isso, está com uma experiência muito bacana. E formando pessoas críticas. Que bom. Então, parece que a ideia essencial do gefa, né?
Como bem descrito pela Telma, é dar o lugar de falar para as pessoas, sim, conduzi-las para a participação ativa e não a subserviência passiva, que é uma característica das religiões, né? Até porque, se formos remontar ao espiritismo nascente não é. Wilson não havia sessões de atendimento. Fraterno, não havia sessões de passes, não havia sessões de divulgação doutrinária de pregação. Angélica?
Nada disso. Os grupos espíritas na França do professor rivalil, eram grupos de estudos onde as pessoas vinham com as suas perguntas, vinham com as suas observações, a partir das leituras, e havia uma troca de informações. Claro professor rivail, e aquelas pessoas que depois seguiram o mesmo modelo em outras cidades francesas e da Europa organizavam a discussão, coordenavam.
Os processos já tendo estudado. Os primeiros livros que vinham sendo publicados, em especial o livro dos espíritos, o livro dos médios o que é o espiritismo? E eu dando as diretrizes sobre a forma de interpretação da filosofia espírita, esse modelo Neco, você que fez a pergunta parece estar sendo bem sucedido no gefa e talvez seja o caso de exportá-lo de copiá-lo em outras instituições. Wilson, como participa de uma outra instituição, deve ter uma realidade um pouquinho
diferente. E aí a pergunta vem a calhar, né? Wilson? O que é que você como dirigente, como participante da USP, Guarulhos e mesmo da instituição Jesus, é o caminho é conseguiriam projetar como mudanças possíveis nesse enredo que a gente propôs e diante das sugestões da Telma? Então, Marcelo o fica. A Telma colocou, é, colocou, foi, foi muito, é significativo, mas que é uma realidade que não vivemos na casa que eu frequento, né?
Que a atualização um pouco afastado devido estudos realmente não é estas, mas não é essa a realidade que nós vivemos, mas eu entendo assim, eu vejo que nós vivemos em em sociedade. E que os grupos, tanto é que Kardec deixa claro, não é e que é mais interessante, várias casas espíritas, né? Ou instituições em contos diferentes de que uma única é unidade. Uhum. Tá, isso que. Vejo que isso. Isso deixa claro de que o Jesus é o caminho que é a casa que eu frequento.
Ele é bem diferente da casa de há 200, 300 m. Tá aqui? No caso de ciclos do evangelho, há várias casas espíritas em Guarulhos, eles são diferentes. Isso é perceptível quando você se desloca entre essas instituições, fazendo palestras, atividades outras, né? Em comunhão, nós percebemos que que são sociedades diferentes. Então, é. É justamente por isso que não existe 111 receita. Porém, eu concordo o com a Telma, que dentro da instituição que faço parte nós vivemos o
reverso. Ou seja, hoje nós temos é, é, é pessoas. Pessoas que não se abrem o diálogo. Se não se abre para o diálogo, é com os com os trabalhadores da casa, é dificilmente haverá espaço para é o modelo que até uma colocou, que pra mim é extremamente viável saber ouvir. Saber entender não é e dar realmente espaço para que essas pessoas possam estar participando. Tá? Enfrentei é. É bastante dificuldade na época,
justamente por dar espaço. E é muito interessante como a gente ainda vivencia dentro de algumas instituições, em específico da minha é que faço parte. Como existe os donos de trabalhos, que são aqueles espíritas, já bem o contrário ou ou, ou temos que você disse que estão há muitos anos, mas que se acha um dono da atividade.
E como você tem dificuldade como dirigente para demonstrar para os outros que também fazem parte deste grupo de que nós passamos por um processo de progresso extraordinário. E de que é? As mudanças são necessárias, então dar espaço para a entrada de voluntários? Não, mas tem que ser espírita, OK? Tem que ser espírita, mas existe uma diferença de voluntária
espírita, né? Voluntária é. É impressionante como existe algumas resistências dentro da própria casa, mas são sociedades, são sociedades. Aonde se torna difícil uma mudança? Mais positiva dentro dessa instituição, mas eu observo que, dentro do movimento espiritual de Guarulhos, principalmente, houve um esfriamento. As casas, a grande maioria caiu bastante, porém não vou citar nome aqui para não, para não, para não é melindrar os meus amigos, mas uma eu conheço
apenas uma que abriu espaço. Né? E é uma grande casa, é no que se refere aos seus trabalhadores, mas que abriu espaço e, ao abrir esse espaço, houve um aumento nessa instituição, inclusive de outros dias de palestra, porque também tem um trabalho assistencialista. Deixe deixar claro, tá? Existe um trabalho bem formado, porém assistencialista, né? Que as pessoas procuram, como o próprio analista, por suas necessidades, mas convidam essas
pessoas para os estudos na casa. Então eles tiveram um grande aproveitamento nesse sentido. Saíram muitos trabalhadores que inclusive estão lá assumindo palestra e assim sucessivamente, dentro dessa instituição semelhante ao que a Telma colocou, porque souberam ouvir. Mas no âmbito geral, em Guarulhos, hoje deve ter mais de 53 casas espírita. Houve um esfriamento e esvaziamento tanto da parte das palestras. É quanto também do estudo. Ah, então houve esse esse afastamento?
Mas a gente tem que lembrar Kardec, ele propõe, é cursos regulares, não é? Um voltado à ciência, né? EEA filosofia como um todo. Mais sérios, e Eu Acredito que toda vez que você propõem as mudanças para esse tipo de de de instituições que nós temos que ainda estão engessada, fica difícil, especialmente quando suas lideranças é apesar de terem mais de 20 anos, serem filhos e espíritas e dirigentes,
né? Mas ainda parece estar um pouquinho engessado, então a gente tem essa dificuldade, mas o caminho é esse, foi o que Oo que a Telma falou. Que o Neco colocou é insistir, é estudar, é demonstrar que que há diferença é dar esses espaços para que esses novos eles possam estar aí assumindo a liderança à frente dos nossos jovens, por exemplo, dentro do do do movimento espírita.
Eu ouço muito pessoal de jovens e eu conheço vários jovens, mas eu os vejo mais como doutrinados do que como progressistas. Eu estou falando de Guarulhos, me perdoem os jovens de guaruhenses espírito. Mas a grande maioria hoje são doutrinados, não são progressistas, porque repetem basicamente tudo aquilo. Como diria Belchior, né? Na voz extraordinária de Elis Regina, continuamos sendo os mesmos e vivemos como os nossos pais, então fica difícil.
Você não tocar às vezes nas nossas falas em situações assim, mas o caminho é esse. São custos regulares, abrir espaço realmente para o diário para conversa, para o contraditório, abrir a consciência, se não abrir consciência, me desculpa. Mas a gente foi vivenciar esses falsos profetas do espiritismo, agindo tranquilamente nas casas espíritas, esfacelando. Porque quando o Kardec falava de
unidade, ele falava de unidade. Ele não falou de união, do meu ponto de vista, unidade é uma coisa, união é outra. Como nós somos, doutrinados para união, a gente continua, né? Sem nos entendermos muito bem, mas a unidade está através do estudo e o estudo Sério, abrindo espaço realmente para que a coisa se desenvolva espírita há muito. Na verdade, nós temos 2 reuniões nesse modelo. Eu falei uma, mas nós temos 2 e agora?
Um complicador que está grande para a gente é escalar expositor, porque nós estamos com uma linha de trabalho, uma linha doutrinária dentro da casa, privilegiando Kardec. Né? EE de repente a gente escala um expositor que vem e. E vai vai de encontro a tudo aquilo que a gente tem trabalhado na casa. Está complicado demais para a gente fazer essa escala. Me permita, me permita até amanhã, isso é uma dificuldade
que nós temos, não é? Abriu-se espaço de de, de reuniões na casa nas quintas-feiras, então, nós temos sábado, terça e quinta-feira. Sábado é meia hora. Reunião evangélica, inclusive, Oo tema é esse, você pega um tema do evangelho, é só meia horazinha. Depois todo mundo vai pro paz, igreja, né?
No meu ponto de vista, né? Por isso que a turma vai ficar meia brava comigo é igreja, me desculpa, então é 11 trabalho de 30 minutos, no meu ponto de vista, totalmente assistencialista, depois você tem nos sábados, na nós temos as reuniões no sábado, onde nós temos palestrantes, uma boa parte chiquititas, constelação familiar. Uma série de coisas e na quinta-feira, só para psicólogos. Desculpa gente, né? Me? Eu só estou sendo sincero, só
são medalhões da psicologia, né? Ou então, é, como diria o outro escritores não é? Então é uma grande discussão, mas que não quer ser discutida dentro da casa espírita que eu frequento. Então você percebe que aí existe toda uma série de situações que abre asas, né, pros chamados falsos profetas da. Erraticidade. Em uma comunhão perfeita com os nossos profetas, é encarnados,
não é? Bom, é, vocês acabaram tocando em pontos, é referenciais na nossa vivência ou do nosso meio espírita, como gostava de chamar o professor. É quando o senhor Herculano não usava a expressão movimento espírita, até porque na condição de crítico, feroz morto. Mordaz, que era José Herculano pires. Ele dizia que o movimento parecia ser a água parada de fundo de poço. Em movimento não tinha nada, era paradinho e paradinho, então ele chamava meio espírito, né?
Os espíritos as formavam o meio espírito. E aí, vocês estão falando de 2 questões. Uma delas, inclusive, eu vou chamar daqui a pouco a contribuição da nossa Maria Rosário relvas também do conselho do ECK. E a outra é o argumento de autoridade, argumento de autoridade é fortíssimo no movimento espírito, seja pela pelo ventre loquismo dos médiuns. Gostou da expressão meu amigo ventreloquismo? Ou seja.
O médium diz que é um espírito, mas na verdade é ele mesmo que está falando, dando voz a um espírito imaginário ou a um espírito que não está dizendo aquilo que ele realmente gostaria de dizer. Mas o nome dele aparece, até porque ele não pode se defender, né? Eu estou dizendo aqui que o espírito do padre Manoel da nobrega, que você conhece bem com outro nome, né? Pois é, eu não estou aqui, ele não pode se defender, a memória dele está sendo é valorizada ou desvalorizada?
Não sei o José. O José das couves, que foi presidente do centro espírita, é transformadores da cidade. Também não está aqui mais para se defender. Então a pessoa pega lá, empresta o nome. E quanto mais nobre o nome melhor, mais autoridade ela vai ter de informação. E diz uma anedota, diz 16 dúzia de bobagens, diz uns invencionismos. E não presta nenhum serviço, pelo contrário, presta um desserviço ao movimento. E aí até uma veio, colocou
exatamente isso. Ah, você convida a Maria, a Chiquinha, o Adilson, o astolfo, para fazer palestra na sua casa. Recomendado por alguém que escutou ele em uma outra instituição ou recomendado pelo dirigente da instituição do bairro vizinho. E aí ele abre a boca no centro, espírito e ele fala tudo, tudo menos espiritismo. Fala espiritualismo. Né? Porque colocar coisa na boca dos espíritos?
Ardex já foi pontual ao dizer, os espíritos conservam a sua individualidade quando desencarnam e a condição de estar no mundo espiritual não dá autoridade, não dá santidade, não dá pureza, não dá elevação espiritual para ninguém. O André Luís que vocês reverenciam como tendo assinado 16 obras por meio da psicografia de Chico Xavier. O que foi André Luiz durante a vida, meus amigos, vocês sabem só pesquisar a biografia do médico, que seria André Luiz.
É 11, personagem do espiritismo aí do Rio de Janeiro, Telma chamado Luciano dos Anjos, você deve conhecer o nome. Pelo menos o mercado desencarnado. Ele dizia que André Luiz não era Carlos Chagas. É, não. Era nenhum médico famoso da da do tempo colonial ou do tempo de Império do Brasil. Era um médico muito pouco conhecido, sem nenhum trabalho relevante a ser destacado. E ele dava o nome desse médio como flauts flautell, estouzella Cruz, né?
E aí, o que que esse homem enquanto encarnado produziu? Que contribuição ele deu para a medicina? Além de viver da medicina? Nenhuma pode procurar. Pode procurar a biografia desse cidadão igual a nós. É? Pouca relevância social para ser depois elevado à condição de repórter principal do mundo
espiritual para dizer coisas. Me desculpe a franqueza que passam longe da informação contida na obra de Allan Kardec, que são contrárias, contraditórias ao que diz Kardec. E aí as pessoas passam a aceitar e a reproduzir isso como verdade estabelecida no espiritismo só por causa da grandiloquência, da excelência, das qualidades mediúnicas de um homem muito simples, muito pobre, muito humilde, que viveu em Minas Gerais em Uberaba, chamado Francisco Cândido Xavier. Um homem extraordinário.
Um homem que Herculano pires disse ser mundividente. E uma visão de mundo além ele, individualidade não é as páginas que ele psicografou ele, enquanto pessoa, como ser encarnado. Herculano disse que Chico era um homem inter-existente porque vivia ao mesmo tempo no mundo dos espíritos, no mundo. Nós vivemos às vezes, né?
Quando nós entramos nos nossos estados de êxtase, quando nós vamos dormir, repousar um pouco físico, nós nos tornamos seres interessistentes, que é o corpo tá ali dormindo, descansando na cama ou na poltrona. Dorme na. Cidade. E o espírito vai aoçar voos e vai realizar atividades como espírito propriamente dito. E a outra questão que eu vou pedir para o Ricardo colocar é na tela, é uma observação da Maria Rosário. Relvas sobre o afastamento dos jovens das nossas atividades de
espírito. Olha aí o motivo do afastamento dos jovens do espiritismo, do meio espírita, das práticas espíritas. Não se deve aos falsos profetas que acabam por ridicularizar o espiritismo. Que que você acha, Telma? Então, olha só, eu acho que também, né? Eu acho que não exclusivamente, mas também porque o jovem, hoje ele, ele é muito antenado com tudo. Ele é muito informado e ele se informa. De em diferentes plataformas, ele, ele tem me parece até que estou falando em em geral, né?
No geral, tem um campo de consciência até mais aberto, né? Do então, eu acho que quando a gente se se, a gente oferece um espiritismo dogmático, proibitivo, sensor, com certeza esse jovem vai se afastar da casa espírita. Esse vai ser um dos motivos e o outro motivo que eu vejo é não abrir oportunidade para a participação dele, para que ele tenha voz também. Não é para que ele, para que ele diga, por exemplo, que tipo de tema ele quer ter.
Estudar ele. Ele quer que que o grupo ele estude, então a gente já já tem feito lá. É é rodas de conversa aqui sobre aborto, sobre esses temas da atualidade, levando pessoas espíritas com uma visam, né? Progressista, para debater o tema com eles. E tem sido muito bom, né? Agora a gente vê também que o jovem ele é principalmente os nossos aqui, que a maioria é de uma classe social, né? De certa forma. Privilegiada, eles têm muito. Muitas atribuições têm muitos
afazeres, né? Cursos, isso e aquilo, e acaba realmente há um período em que eles se afastam mesmo por é demanda por por falta de tempo, né? Então é, é. Mas eu acho que quando a gente vai dando oportunidade, vai dando voz a Ten. Trazêlos mais mais pra perto. A gente começou a pensar nisso, EE queremos agora em 2024, investir, investir nessa nesse projeto aí pra ver se eles é de alguma forma, é se agregam mais,
né? Ao trabalho agora, voltando um pouquinho ao que o Wilson falou anteriormente, né? Nós aqui abrimos muito também para as pessoas que estão chegando. Participarem de algumas tarefas, porque às vezes as pessoas querem trabalhar e a gente tem AOOA oferta de alimentos aos irmãos em situação de rua uma vez por mês, então é. É uma atividade que as pessoas que querem trabalhar, né, podem fazer descascar legume, ajudar a mexer ali a panela, lavar a panela e isso tem aproximado
muitas pessoas. Nós temos um grupo de artesanato também que produz, né? Peças para. Que nós é audiramos recursos para manutenção da casa. Nós não temos casa própria, EE isso tem agregado também. A gente tem uns um grupo de pais dos evangelizando, né? Que a gente tem uma reunião também com temas específicos sobre educação e tal que eles. Eles estão sendo assim, uma
grata surpresa para todos nós. Já estão se vinculando ao estudo no próximo ano, então a gente vai, eu acho que a gente tem que ter olhos de ver, né? Tem que ir, tem que ter 11, direção aberta. E tem que ter aquele olheiro que as agências de modelo tem para quando vir alguém com potencial já ir para, trazendo para perto. Muito bom, Wilson. Algum comentário sobre essa sugestão? Essa observação? Pergunta da Rosário sobre a questão dos jovens serem influenciados por esse modelo.
É desatualizado. Esse modelo tacanho de falsos profetismo no espiritismo? Assim, Marcelo, eu concordo plenamente. Eu vejo assim que o jovem, ele está muito ligado, né? Dou aula para jovens. A gente vê como que é, né? Quando eu não sei nada de na área da informática é muito fácil, é simplesmente olhar para um deles quando menos espera, já tem alguém ali orientando fazendo isso em sala de aula. É muito, é muito impressionante, mas não tem esse espaço às vezes, né?
Nas casas espíritas é onde realmente é o jovem, ele tem que ser chamado, tem que dar espaço. É, me recordo que quando a direção da casa é, nós abrimos espaços, inclusive para a semana do jovem. Palestras na casa então, a semana toderadeira, eles preparavam as palestras que. É, infelizmente, tem um motivo bastante problema, não com jovens, mas com o público, porque uma coisa é é, é público e caso espírito voltada para, foi isto tudo. Outra coisa é público de igreja, né?
É. Então, quer dizer, quando o jovem chega lá em cima? E coloca AA maneira dele falar o jeito dele ser. Tratando o espiritismo com seriedade, mas aquele jeito, né? Do jovem que é de ser, né? Chocou algumas pessoas, mas mesmo assim a gente manteve e não, não, nós vamos é continuar com a atividade dos jovens, inclusive no espaço que já havia sido acordado. Queriam colocar um medalhão. Falei medalhão, não é um jovem.
Eu sou chato, né? Por isso que eu saí da direção, mas assim, mas assim é. Mas você dá espaço, tá? Agora, Marcelo, só pra, só, pra é colocar lenha na fogueira. Como eu fui provocado aí esses dias. Sobre Bezerra de Menezes e você falou de André Luís, quem foi André Luís? Quando nós erramos, a biografia é do Bezerra histórico, não tem absolutamente nada a ver com o Bezerra santificado do espiritismo. São 2 criaturas totalmente diferentes.
É totalmente diferente. Esse é tema para, aliás, isso é. É assunto para tema, tá, pra pra espaço de live, mas são 2 criaturas totalmente diferentes e os e os biógrafos, né?
É, é espíritas? Eu não sei de onde que eles tiraram algumas algumas questões também não sei se tendenciosos ou não, mas a ideia de um bezerro humilde, não a ideia de um bezerro aqui morou em República porque não tinha dinheiro e morar em República, na verdade tinha que ter inclusive condições financeiras, muito pelo contrário, não morou em repouso. Alugou uma casa, não é?
Pagou seus estudos, família de poder, et cetera e tal, mas é absolutamente nada a ver com um bezerro humilde que é passado pela doutrina. Existe aí uma contradição extraordinária. Né? Viver no Rio de Janeiro naquela época já era caro. Só existiam 2 faculdades de medicina, uma no Rio e outra, se não me engano, em Salvador. Não é? Então são. São coisas assim totalmente discrepantes, que não tem absolutamente nada a ver, né? Mas essa aí é Oo é um dos fatos, né?
Outro detalhe é, é o Bezerra, que após. Após é ter contato lá com o livro dos espíritos. É quem é que foi? Me recordo. Mas enfim, quando foi apresentado para a doutrina espírita é se tornou espírita. Mentira, desculpa, mas é uma falácia. É só você ler o histórico Bezerra histórico que você vai perceber que foi depois de 11 anos, 1000, 870875. Depois, ele foi a pessoa adora esse nome, né? Se converteu ao espírito desde 1886 até 1884 e é político. Não, eu.
Eu estou indo para a política porque é o povo me chama mentira. É só ir nos jornais da época que você vai ver que Bezerra de ministro se colocava para candidaturas como vereador que era por indicação que inclusive eles estavam no regime munaro. Então são, são coisas assim muito, muito interessantes e contraditórias, totalmente contraditórias. Mas a gente passou pelo que a gente fala do Bezerra santificado no espiritismo, né? Aí então eu eu até preparei algumas perguntas, eu vou deixar
aí para vocês? É que é a seguinte, quem é esse Bezerra de Menezes, do movimento espírita brasileiro? Eu preciso saber porque o que tem de médiuns que que transmitem comunicações, que trazem mensagens de Bezerra de Meneses. É impressionante, né? E geralmente, mensagens assim, totalmente doces, lá no final trágica, né? Você fala de um Monte de tragédia, mas o amor vem cá e por aí vai. Então, quem é esse Bezerra do de Menezes? É no caso do vamos tirar o movimento, né?
No dos espíritos, quem é? Não sei, seria ele Bezerra de Menezes. Para os espíritas, o que é o padre Cícero, para os católicos, é minha segunda pergunta. E a terceira e os médios, por quem? Bezerra de Menezes se comunica, estariam todos Sob Suspeita? Quem é a Bezerra de Menezes quando nós estudamos 11 pouquinho o lado doutrina espírita, nós vamos ver um negócio chamado da identidade dos espíritos, que o espíritas não espírito, não tem RGA, gente sabe disso, tá, cadê aqui?
Nos recomenda daí a observarmos o que as personalidades agora como espírita, precisa se atualizar mesmo observando a personalidade. Nós estamos na era da inteligência artificial e os avatares do Marcelo. Imagem, voz semelhante. Como ficam os médios da da atualidade? Então, nós temos aí um Bezerra santificam dentro do espírito de com o número de casas espíritas que não tem nada a ver com isso. Eu a se eu não me engano, é, se não me engano, não, quase certeza.
O número de casas com o nome Bezerra de Menezes é nome no Brasil porque se criou um Santo no espiritismo? É, mas esse é o outro tema, 11 outra oportunidade, mas é só pra colocar lenha na fogueira mesmo. Então ficam as perguntas aí tá, eu seria Bezerra de Menezes aí para os que é o padre cisto do Paraíso, fazendo uma analogia, porque ambos são lá região do Pará. Muito bem, Wilson é também me
incomoda muito, mas muito, né? Porque nós conhecemos um pouco da história do Brasil. É pela minha formação. Eu estudei política durante muito tempo. Continuo estudando política. E não vejo nas mensagens discografadas ou psicofônicas assinadas por Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcante. O mesmo personagem que quem residiu no Rio de Janeiro na época. Ou identifica? Esse é o primeiro ponto. O segundo ponto, aproveitando o teu mote. É o de que? Porque uma comunicação
psicofônica. Cuja identidade é atribuída a este senhor. Precisa ter a aparência. Olha a analogia que eu estou fazendo a aparência de uma comunicação psicofônica. Aparência da voz quando você ouve uma voz. Você pode divisar, se se trata de uma criança, de uma adolescente, de um adulto ou de um idoso falando. Pelo peso que nós emprestamos. A? Comunicação em si, a verbalização, a comunicação oral e também podemos distinguir em
geral. Uma comunicação que é dada por um homem de uma comunicação que tenha sido dada por uma mulher, ainda que admitamos que, como disseram os espíritos, Alan Kardec, espírito não tem sexo, mas esse mesmo espírito pode, como disseram os espíritos sacardec, escolher a forma, o formato pelo qual vai se manifestar. Então, como Bezerra e Menezes foi um homem, ele vai. Psicofonicamente parecer como um homem. Mas não vai parecer como um homem de 120 ou de 130 anos.
Uhum. Porque na espiritualidade ele não vai ter nem 50, nem 60, nem 70, nem 80, nem 90, nem 100 anos. Você não precisa verbalizar. Daquela forma, cansada. Como se estivesse os estertores, então, minha gente. Ou nós acreditamos na fenomenologia mediúnica, espiritual, espírita, ou nós estamos apenas teatralizando o espiritismo? E aí corremos um seríssimo risco de.
Trocar o verdadeiro pelo falso, o real pelo aparente apenas para saciar os nossos desejos, as nossas fantasias e aquilo que nós julgamos seja o espiritismo como nós gostaríamos que ele fosse. Então, ficam aí as observações do Wilson. Nós estamos caminhando para o encerramento da nossa live de hoje, mas eu vou deixar uma última pergunta para ser se possível brevemente respondida pelo Wilson e pela Telma, e a partir daí, nós estamos com problemas meteorológicos do Rio de Janeiro, né?
Felizmente, este início de verão quase início de verão, ainda final de primavera, tem sido. Muito castigador para o sul e o sudeste brasileiro. Nós aqui em Santa Catarina também estamos desde a terça-feira com chuvas, vendavais. Vocês devem estar acompanhando
pelo pelas mídias, né? Nós estamos passando tempo muito difícil, reflexo do abuso dos homens sobre o nosso planeta, sobre o meio ambiente, sobre a natureza e a natureza, dá os seus sinais de Socorro. Através desses fenómenos que não tem nada a ver com questões espirituais, né? Meus amigos são questões físicas, materiais ecológicas e que precisam de muita atenção de nossa parte. Então vou deixar uma última questão, começando pelo Wilson,
que está iluminado. Iluminado nesse momento, enquanto a nossa Telma está fugindo, porque a pergunta é exatamente sobre isso. O nosso Santos colaborador, também do conselho de gestão do ECK, fez 2 perguntas que eu vou encaixar numa só porque elas são conexas. E essa é a imagem, Wilson, você e a Telma é a luz lutando contra as trevas, a luz é Jesus e as trevas são os obsessores. Tem um amigo meu que é evangélico, muito querido.
Ele, inclusive, participa ativamente do movimento de obreiros de uma das instituições neopentecostais aqui de Santa Catarina. Nós sempre conversamos sobre vários assuntos, inclusive sobre religiosidade. É um exercício muito saudável conversar com pessoas que pensam a vida, que pensam, a religião, que pensam, a filosofia que pensam. A própria existência humana.
Com vieses diferentes. Não no intuito de catequizarmos ou sermos catequizados, não no intuito de colonizar a mente da alheia ou sermos colonizados por aquele outro que nos convencer e determinadas informações, muito pelo contrário, é pelo prazer de conversar, de debater, de aprender com o outro, que é 111, condição peculiar da nossa existência espiritual. Aprender com as experiências dos outros. Então, Wilson e Telma. O Nelson pergunta assim.
Nós temos 111 contemporaneidade, uma tendência, uma realidade no movimento espírita. Que sempre coloca esses 2 opostos a luz contra as trevas, Jesus contra os obsessores e esse meu amigo pastor diz assim, Marcelo, se eu for contar pra ti nos cultos que eu vou. O número de vezes que o pastor fala em Deus e o número de vezes que o pastor fala no diabo. Eu pareço acreditar se eu fechar os meus olhos, que eu estou num culto ao diabo, e não um culto a Deus, pois o espírita parece
viver a mesma metáfora. Ele fala das trevas, fala do da, da, dos trevosos, fala dos espíritos inferiores em vez de falar dos espíritos superiores, da luz dos mensageiros, há um fetiche. Um fetiche pela treva pela condição trevosa. Isso aí, segundo o Nelson, não parece ser, na opinião de vocês, um passo para o fundamentalismo religioso. Ou seja, essa ideia sacrossanta. Essa ideia crónica. Essa ideia já suficientemente
decantada. E aceita como projeto de evangelização do planeta não é um passo muito próximo para um fundamentalista? Religioso, e aí eu emendo a segunda pergunta também, os espíritas dizem assim, ó, não vos preocupais. Porque ele? Jesus está no comando. Os espíritos de luz estão no comando do planeta. E aí nós temos uma repetição da metáfora dos pastores e do rebanho. Com isso, a gente ouve tudo. Está predestinado?
O planeta vai se transformar. Vai ser um plano de Regeneração e o Brasil saibam vocês, será no futuro o centro do mundo como o coração do mundo e a pátria do evangelho. Joguei a batata quente na mão de vocês. Essas 2 informações não dão indícios de que nós estamos fortemente. Mergulhados? No falso profetismo Wilson. É verdade, Marcelo dá, vou dava outro tema aí, Marcelo. Sim, com certeza, especialmente diante do que nós estamos vendo aí, né? No No meio espírito, né, adoração?
Aí, a criação de mitos em libras, tá? Vamos aprender libras e ó mito, né? Aquele que adora que abaixa a cabeça, entendeu? Não dá para esquecer esse sinal aqui. Mito tá bom? Então quer dizer a adoração de mitos, né? A criação de de mitos com certeza. Com certeza a gente está partindo realmente com o fundamentalismo. Tanto é verdade que que Kardec nos deixa claro, né? O tempo todo não é como reconhecer esses falsos profetas, como perceber no caso, como que essas criaturas pensam?
Ele não dá essas dicas, mas parece que nós não queremos, porque é aquela coisa de identidade mesmo. Ou seja, nós gostamos, nós gostamos muito, não é? É dos rótulos e isso é interessante. E a manutenção do poder de estar à frente é orgulho, vaidade que a gente tanto fala, tudo isso são elementos para que a gente entre nesse processo, realmente, fundamentalismo. Inclusive, eu concordo que em gênero, um e grau com que com que OOO Nelson coloca e vou mais longe.
Marcelo, em trabalho mediúnico uma vez achei muito interessante, rapidinho. É, houve algumas comunicações, né? Entre os médiuns e algumas comunicações, por exemplo, hindus hindu, hinduest, sempre luz, et cetera e tal, né? Dizem uns, mas é o médium, né? Olha muito luz no ambiente. Aí vem aqui realmente comunicações muito bem elaboradas, excelentes. O que acordo, como se fosse hoje, aí vem um outro, por exemplo, dia da Índia não sei o quê essas isso aqui e chegou um
preto velho. E o preto velho, ele usou um tema muito interessante. Ele disse assim, não me recuo não, não me esqueço disso. Olha, olha constrangitos, porque eu trabalhei com os meus médiuns para não tolirem o natural do espírito. Ou seja, se é preto ou é preto velho, não tem problema, você é médio. Pode emprestar essas ferramentas para que ele se sinta à vontade. Ótimo empréstimo. Então, com aqueles trejeitos.
Preto velho lá, disse o seguinte, olha filhos, enquanto todos trazem a luz, trabalham as energias, né? Do do espaço, é a única coisa que eu trago e que eu posso auxiliar-nos é que eu sei mexer com a Terra. Eu manipulo a Terra, eu pranto sementes a minha mão está calejada, mas é o que eu tenho para lhe oferecer. Terminado o trabalho, todos falaram dos idosos, dos indianos, das Loures que vinham do espaço, mas não falaram do preto velho. Então assim.
Da essência? Da comunicação, então, sim, Marcelo, pelo que nós vemos aí, o que vem acontecendo? Sim. O fundamentalismo religioso sim, tá. E a questão de Jesus está no comando é aquela coisa realmente da do sacerdote, né, que vai ali adorando o mito, né não, meu, não, meu filho Jesus está no comando, não meu filho Jesus tudo vê e assim sucessivamente. Tenho 21 frasezinha só para encerrar, Marcelo que diz o seguinte, nós estamos com os mesmos hábitos de muitas das
outras religiões. Não é porque hoje virou um dogmatismo, espiritismo em muitos cantos é quando, quando acontece alguma coisa, é de boa, de ruim, de bom. Aliás, foi Deus. Quando acontece alguma coisa de ruim, foi o diabo. É a mesma coisa. Nós só trocamos os nomes. Nós só invertemos o nome, então eu quero encerrar dizendo assim, as 2 criaturas mais responsáveis pelos acontecimentos do planeta, um é Deus e o outro é o diabo. E geralmente eu utilizo esses 2 nomes para poder me isentar das
minhas responsabilidades. Oh Deus, porque aconteceu comigo, é o diabo mesmo. Fica difícil então, né, não dá para adorar AA Deus, né? 2 deuses amar. É isso, Marcelo? Que beleza, Wilson. Vamos ouvir então a nossa Telma a respeito disso. Como lidar com esse fundamentalismo? Telma, e como lidar com essa ideia messiânica que se adonou do espiritismo, como se nós fossemos aqui meros títeres, meras marionetes dos espíritos superiores?
Porque está tudo prétraçado. Está tudo predestinado, é só nós não atrapalharmos, eles vão fazer o trabalho deles e nós vamos seguindo AO rebanho, é isso. Olha, eu estou literalmente nas trevas. Né? Aqui a tá Armando um temporal muito feio que acabou a luz, mas olha só, não tenha dúvida que a gente vive, né? Um momento de fundamentalismo
muito grande. E aí a gente não tem como, não não recorrer a Kardec também quando ele diz, né que é quando ele mostra o que é o processo obsessivo, o processo obsessivo acontece pela sintonia. Então, se um grupo está obsidiado, se um grupo está sendo vítima de obsessão, é porque há algo errado ali naquele grupo que está possibilitando o acesso desses irmãos que ainda não sintonizam
com o bem, né? Se um de nós, em particular, está vivendo um processo obsessivo e normalmente, né, eu não tenho essa experiência, mas já ouvi muito falar que quem questiona quem, quem, se se coloca contra, né? O estabelecido. Contra é a é o movimento institucional é, é taxado, né? Como é obsediado? Então é, é porque abriu a sintonia. Oo obsidiado é aquele que, de alguma forma, contribui para que
essa sintonia se estabeleça, né? Então, não há como nos isentarmos da responsabilidade nesse processo. E é cômodo também, né? Você transferir responsabilidade. Para dos seus fracassos dos seus insucessos, né? Para para o os obsessores é muito cômodo porque você se coloca na condição de vítima, não faz o que lhe cabe fazer, né? Na não, não age no bem. Não, não tem objetivos claros de vida e aí você é a vítima, porque EE há pessoas, né?
Que regularmente encaminham nomes para a reunião de desobessão, como se aquilo ali fosse 11 panaceiaceia que fosse resolver a vida de quem quer que seja, né? Não há nenhuma, nenhum interesse em mudança em transformação, de atitudes, né? E. EE acha que. É a reunião de desobessão. Ela, o que resta de. Para ser, né? Acessado em termos de Socorro em relação a Jesus, olha esse tipo de frase sempre me incomodou muito e eu já ouvi muito e continuo ouvindo de pessoas muito queridas.
Jesus está no Leme, gente. Jesus é esse espírito amigo que a gente não tem dúvida, que nos acompanha, que nos orienta. Né? Que é é, tem responsabilidade sobre esse rebanho. Mas o condutor das nossas vidas somos nós. Nada vai acontecer sem que nós façamos a nossa parte e aí eu fico profundamente incomodada quando eu vejo falar Na Na, no mundo de Regeneração, como se ele estivesse ali fosse dobrar a esquina e a gente se deparar com um mundo de Regeneração. Não há como, né?
A gente é alimentar essa ideia, isso é fantasioso demais. Vivendo sabendo, né? EE assistindo as condições dos homens do nosso planeta, né? Da nossa humanidade, não há como pensar que que numa numa Dobrada de esquina você vai se deparar com esse mundo transformado porque Jesus está no Leme. Tenhamos nós responsabilidade na escolha dos governantes, não é Na Na nossa contribuição como membros de uma sociedade, porque aí sim, a gente é é. Vai ver que a sociedade um dia
estará transformada. Nós estaremos vivendo numa condição melhor. Muito bem, essa. Situação aí do Jesus está no Leme. Eu até tinha me esquecido dessa. Eu usei Jesus está no comando, né? É, é engraçado né? Porque o Leme ele é Oo instrumento de condição do barco, né? E aí, falando em barco, eu gosto muito do da, da figura, da metáfora do barco, né? E eu lembro daquela passagem que Jesus estava dentro do barco.
E os discípulos tinham é pescado a noite toda, não tinham conseguido pegar nada e ele insistiu com Pedro e os demais não vamos, vamos sair mais uma vezinha e tal. E aí mandou jogar a rede e a rede quase virou o barco de tanto peixe, né? E a outra situação é que para aqueles que acreditam que Jesus está no Leme, eu vou dizer uma coisinha bem jocosa. Estava todo mundo em cima do barco, né? Pois é, ele resolveu ó tchau pra vocês e saiu andando sobre as águas levitando.
Sobre as águas. É assim que conta o evangelho. Então assim, ó, nem o barco Jesus aguentou meu filho. A coisa está tão. Complicada. Que é assim, ó, cada um que faça a sua parte, está esperando que alguém faça aquilo que vos cabe. É muita pretensão, é muita desinformação e é muita submissão a falsos profeta durma-se com um barulho desses senhores, nós estamos chegando ao final da nossa live quase 2 horas, 1 hora e 59 de debates muito oportunos, com muita seriedade, mas também sem perder
a ternura. As ocosidade, permitindo que você possa refletir, nós não estamos aqui. Como sempre dissemos. Para prescrever bulas, normas de conduta ou uma visão única de interpretação do espiritismo? Não, mas nós ousamos pensar, nós ousamos pensar fora da caixa e apresentar para você que é o nosso público, a nossa razão. Existencial o contraponto a tudo o que aí está, a tudo o que tem sido dito nos últimos 50 anos, pelo menos.
Sobre espiritismo, o que é espiritismo que fizeram do espiritismo lembrando mais uma vez, né? Wilson, o nosso saudoso professor Herculano pires. Ele sempre disse o espiritismo. É o grande desconhecido dos
espíritas. Os espíritas não conhecem os postulados, não conhecem os princípios, não conhecem as bases, misturam o espiritismo com crenças e valores pessoais e, ao invés de deixarem o espiritismo entrar dentro deles para uma função transformadora, individual e social, apenas entram no espiritismo, no sentido de.
Aproveitar do espiritismo? Algumas questões e deixar a essência de fora a nossa Telma. Teve problemas técnicos, caiu, provavelmente terminou, inclusive a energia do seu celular, a bateria do seu celular fica aqui o nosso agradecimento à Telma e vamos deixar Wilson aí para as suas considerações finais e a sua despedida. Aproveitar, né Marcelo? E agradecer o esse cabo, aos amigos, né, que nos ouve aí com AA paciência, né? De estar aí ouvindo, agradecer a oportunidade EE dizer que
espiritismo é isso, né? Quando nós falamos de espiritismo, progressista, né? É realmente Oo abrir-te consciência, né? Dentro de um padrão de respeito muito grande, não é intuito nós muito, muito longe disso, não é? Em ofender, seja quem for, não é isso. Mas espiritismo tem que ser tratado de forma séria, né? Nós precisamos nos colocarmos, nós precisamos. É é trocarmos ideias e ver esses esses pontos e esses contrapontos para que realmente possa possamos estar
progredindo. Aí quando você comenta, fez um comentário, tem uma frase aqui que eu não me recordo, sinceramente, no recorde não tirei, mas acho que é interessante. É. É hábito criarmos reducionismo para adaptar ensinos às nossas vontades. O que nós vemos no espiritismo, que eu que eu particularmente estava vendo aqui, fiz 11 breve resumo, nós tivemos os símbolos, né?
No meu ponto de vista, lá no espiritismo, e começa mesmo já com a codificação em 1857, a lei com o Kardec nós tivemos le Marie, né, gente, por favor, as pronúncias me corrijam, aí o sangue, le Marie, o primeiro sisma do espiritismo, já começa na sua origem, quando chega no Brasil, lá é, é, é, é, eu digo que é o segundo sismo, porque isso se encontra com quem? Com o grupo de Ismael, Ismael saião. E Bezerra de Menezes e companhia ltda. Agora nós estamos passando pelo terceiro cisto.
Lá e os medalhões do espiritismo ocupando espaço tremendamente as casas espíritas, não selecionando os seus palestrantes como deveriam selecionar. Fala-se bem, tem uma ótima retórica. Vai-se. Ou começa já palestrar às vezes sem o conhecimento aprofundado da doutrina? Ah, mas ela é bom, ele fala bonito, né? Aí nós estamos vendo todas essas distorções entre, ou seja, é aquela coisa realmente irreducionista de você é colocar
os ensinos, as suas vontades. Então, nós estamos vendo umas umas distorções extraordinárias dentro do dentro do espírito, então não é nossa nosso intuito como alguns temem, né? De de mudar o espiritismo não é, muito pelo contrário, é de fazermos um espiritismo de forma séria. Então, nós vivemos aí esse terceiro sismo, penso eu, onde nós temos esses medalhões, né? Nos livros, nas rádios, nos meios de comunicação, na internet e sempre vão encontrar
grupos. Assim como a Telma falou, então eu queria assim é encerrar, dizendo que é sempre muito bom. É sempre muito útil essa troca de ideias. Wilson era um antes do ECKE, Wilson passou a ser outro depois do ECK. Porquê eu sempre repercusto isso porque antes eu pensava que estava louco. Aí depois eu percebi que existem pessoas que pensam de forma semelhante, não é? E que estudam com seriedade e tratam com seriedade a doutrina espírita. E é isso que nós fazemos nesse cercado.
Então fica sempre a minha sincera gratidão e o meu pesar de não poder colaborar como deveria colaborar dentro do grupo de gestão do ECK. Obrigado, Marcelo. Obrigado a todos vocês. Nós agradecemos Wilson, mais uma vez, a tua simpatia, a presença, os ensinamentos, a visão de mundo, a visão de espiritismo que você tem e todos nós somos
peças de uma engrenagem, né? Cada um vai fazendo a parte que lhe cabe do jeito que pode e nós vamos construindo aí esse movimento livre de ideias, de preconceitos, propondo uma forma diferente de pensar e de fazer o espiritismo não só nos melhores
do que ninguém, não. Estamos numa condição de autoridade, nem de excelência espiritual, mas ousamos fazer diferente, ousamos dar voz e vez àquelas pessoas que se achavam loucas como você, como eu, como muitos individualmente e de repente, encontraram ressonância das ideias. Não temos nenhum compromisso com unificação com uníssono de pensamentos, né? Wilson e a Telma, que participam ativamente diariamente no nosso concelho, que é o concelho, sempre tem. Informações a discutir projetos
a tratar. Sabe que nós temos posicionamentos às vezes diferentes. Não que eles sejam antagônicos, são formas de pensar e nós vamos buscando o consenso, buscando alternativas para dar oportunidade a todos. Se você deseja participar mais ativamente do SK, nos procure. Nós estamos todos os dias no grupo espiritismo com Kardec no Facebook, pode procurar qualquer um dos moderadores e administradores do grupo.
Para ver como você pode colaborar com esse projeto que não é nosso, é da coletividade de espíritos encarnados e desencarnados, mas que tem um DNA, uma identidade. Resgatar Allan Kardec. Resgatar a forma como ele via e como ele praticou o estudo e a divulgação do espiritismo no sentido do seu objetivo fundamental que é a Regeneração
social da humanidade. A transformação pela via do progresso primeiro, individualmente, e a soma das individualidades, conduzindo ao progresso das coletividades. Wilson o nosso abraço, nosso carinho, a nossa satisfação, nosso agradecimento pela tua presença. Espera um pouquinho lá na sala do chá e nós já já vamos conversar? Muito bem, queremos.
Nós queremos convidar você para a nossa próxima live ordinária que vai acontecer semana que vem, no dia 25 de novembro, onde nós vamos mais uma vez trabalhar com um tema polêmico dentro da ambiência espírita, dentro da nossa participação no meio espírita e da nossa mudança qualitativa de pensamentos. Kardec teria problemas com certos espiritas?
É o tema sugerido para. Sábado que vem, no mesmo pátio local, na mesma battiora nos embalos de sábado à noite do ECKA você que esteve conosco por algum momento pela live, toda nosso beijo, nosso abraço, nosso agradecimento. Ajude-nos a divulgar esta live, nosso canal e todas as iniciativas do grupo espiritismo com o Kardec é hora de dizer tchau, tchau. Tchau, tchau, tchau.
