Salve, salve, icq, Ana ccq anos, tudo bem, estamos nós de novo aqui nos embalos de sábado à noite. 2 CK você já conhece a nossa programação? Você já sabe desse seu compromisso conosco e nosso com o de vocês? Nessas noites de sábado, pelo menos de 15 em 15 dias, aqui no grupo espiritismo com Kardec. Pois é, estamos aqui nessa oportunidade para reunir o povo de casa, o povo que já é conhecido de vocês, que já participa de várias.
Li vezes que faz ou fez parte do conselho de gestão do grupo espiritismo com Kardec vamos lembrar a você que essa Transmissão é simultânea. Pelo grupo E secar no Facebook e
por 2 canais. No YouTube e depois o vídeo, como você também já sabe, fica disponível no nosso canal do YouTube. Para a divulgação para a reprodução para você assistir novamente, recomendar aos amigos, aos companheiros de casa ou de grupo espírita para que nós possamos chegar a um público cada vez maior, alcançando outras consciências e outros corações. Olha aí, ó, o recadinho de sempre.
Se você deseja que o seu nome apareça aqui na telinha, quando você fizer uma pergunta ou um comentário, deixe que o streaming arte identifique o seu perfil no Facebook, fazendo. Essa linkagem entre as 2 plataformas e então proporcionando que nós, ao vermos o seu comentário ou seu questionamento, possamos identificá-lo e dar uma resposta personalizada, isso é muito importante para nós.
Agradecemos a sua audiência ao vivo e também agradecemos àqueles que irão assistir o vídeo posteriormente. Hoje vamos trabalhar então com um tema muito importante, sobretudo porque ele faz a sinergia, faz a ponte entre o trabalho do nosso codificação codificador. OPA. Messi, Allan Kardec. E os dias atuais, a nossa prática espírita, a nossa prática mediúnica, e aí nós vamos ver as correlações, as
convergências e as divergências. O pessoal está chegando, já está dando seus comentários a sua saudação, fique à vontade sem cerimônia, sem chorumelas, estamos todos em casa. Pois bem, o nosso tema de hoje é atitudes de Kardec em relação aos médios. O que será que Kardec prelecionou aos médiuns do seu tempo? O que é que ele recomendou para que nós pudéssemos entender, realizar, praticar e usufruir, em termos de frutos, para nós e para os outros, a respeito da mediunidade?
Para isso, vamos contar com o drinking do ECK, né? Vamos contar com pessoas que têm muita experiência na teoria e na prática mediúnica. Companheiros que vêm nos últimos anos, sobretudo nos últimos 5 anos, contribuindo fortemente para a difusão de um pensamento genuinamente kr desse ano. Separando este pensamento daquilo que Herculano Pires
denominou de enxertias. Alguns elementos que fazem parte do imaginário popular, outros que fazem parte da chamada abordagem religiosa outras da multifacetada são das crenças, das filosofias e da interferência daquilo que é a bagagem cultural, desta e de outras encarnações de cada um de nós, querendo incorporar ao movimento espírita as práticas
espíritas, algumas condutas que. Que não seriam muito bem acertadas por estarem se dissociando daquilo que Kardec nos trouxe como diretriz para o estudo. A prática e a vivência mediúnica, sem mais delongas, então, que rufem os tambores e vamos chamar a nossa Estrela da noite, bigstar Henrique neto. Seja bem-vindo ao meu querido. Olá, Marcelo. Boa noite, pessoal, esse negócio de Estrela, esse foi um exagero, mas.
Obrigada. A gente é apenas um estudante aí, como todo mundo, como o nosso querido Herculano falou, né? Todos somos aprendizes. Muito bem lembrado, o professor Herculano disse, não existe professor de espiritismo. Todos somos aprendizes. Não obstante, podemos ter alguns guias, alguns líderes, alguns mestres em determinadas áreas em determinadas quadrans ya do espiritismo, capaz de nos associar ao nosso pensamento e nos orientar naquilo que chamamos de vivência espírita.
Muito bem colocado. Mas Oo Henry está dizendo na Estrela, mas ele já vem com a camiseta com as 4 maiores estrelas do pop rock mundial, aliás. Hoje sur Paul McCartney está fazendo 80 primaveras. Nosso beijo carinhoso, a grande astro da música me Internacional, nosso povo que tivemos a oportunidade de eu e Júlia de assistir aqui em Florianópolis e também em Porto Alegre, um dos maiores de todos os tempos. Sem dúvida, ele vai nos ajudar aí, né?
Ele que não erre tem tem demonstrado em alguns depoimentos. Em algumas entrevistas a sua mediunidade, né? Se comunica com os 2 Beatles que já deixaram o plano físico. E tem sido influenciado nas suas composições pela questão do intercâmbio mediúnico, mas daqui a pouco é que a gente vai tratar dessa e de outras questões. Vamos chamar então também os nossos convidados especiais, outros big Stars do ECK. Primeiro, a nossa pequena, grande notável Kátia. Pele bem-vinda, a Cátia pele.
Pequena, grande notável, foi bom, né? Pequeno é grande, quase não se nota Cátia pele. Boa noite, pessoal. Olá. Seja muito bem-vindo, seja muito bem-vindo. Estamos aqui matando a saudade. Porque eu estava de todos vocês, e para falar de um assunto que eu curto bastante livro dos médiuns, mas estreitamente a respeito dos médiuns, isso é fantástico. Vamos lá. Bem-vindo a Cátia já entrou entrando, né?
Entrou causando com seu bordão bordão que ele fez conhecida aí nos últimos 4 anos dentro do ICK. Muito bom, muito bom tê-la de novo. Aliás, a Cátia nunca saiu do e secar nenhum e secá saiu dela. Estamos sempre em constante intercâmbio, trocando idéias, trabalhando na questão do resgate do pensamento do professor Allan Kardec e, sobretudo a Cátia. Para quem não sabe, contribui com a gente na parte gráfica, que é uma de suas especialidades.
Fazendo os nossos avatares, fazendo os nossos selos, os nossos carimbos do ICK. Portanto, Cátia também é gente nossa, gente do e secar. Vamos chamar então o nosso companheiro que falta também figurinha carimbada do e secar o querido Wellington Balbo. Bem-vindo, Balbo. Olá, Marcelo Henrique, Kátia. ORA, Kátia, estava com camisas bonitas aí o Henri com a camisa dos Beatles, acate com a camisa
do nosso verdão. É uma grande satisfação estar aqui com vocês hoje, uma Alegria imensa para estudar, para falar um pouquinho de espiritismo. Muito bem, muito bem. O Wellington está sempre bem acompanhado, com paisagens com, é quadros que e abrilhantam ainda mais a sua presença. Mas cortou o cabelo, né? O Wellington deu aí, passou aí um vento sul, como a gente diz aqui em Santa Catarina e deu aí uma mexida, na verdade, justamente para apresentação.
Hoje dá um só, dei uma ajeitada no visual, é bacana, vamos então apresentar minha gente, os nossos companheiros, né? O Henry neto? Engenheiro civil calculista é sócio, diretor da logos engenharia, atuou como palestrante, como médium de alongador e como dirigente de reunião mediúnica na associação espírita Caridade. Em ação a esca de João Pessoa e é membro do conselho de gestão do nosso e secar. Cátia pele é designer, ilustradora e gestora de mídias sociais.
É radialista, locutora, comercial, apresentadora e produtora. Eu sei que vocês conhecem a Cátia, pele da rede Boa Nova de rádio, a maior do país, que tem dado 11. Contribuição importante para a divulgação do pensamento espírita no movimento espírita. Kátia pele é vinculado ao centro espírita irmão x, em São Paulo,
na capital Paulista, portanto. Já Wellington Balbo é formado em administração em matemática, atua na área de logística e é colaborador da escola de doutrina espírita caminho de luz, na Bela Salvador, em no estado da Bahia. É expositor, escritor e articulista espírita. Você que é do ECKV sempre os textos do Wellington Balbo, alguns em parceria comigo para trazer para os dias atuais o pensamento espírita com temas contemporâneos de grande
utilidade para todos nós. Muito bem, meus queridos, em especial aqueles que estão aos poucos se ambientando com o estudo da mediunidade, conforme as diretrizes de Allan Kardec.
Eu pensei, um pequeno trecho que vai abrir, que é o preâmbulo, que é o intróito, que é a apresentação da nossa conversa de hoje e depois, como o pessoal já conhece como os nossos participantes que já estiveram em outras línguas, também conhece, nós vamos para o pinga fogo é. Vamos ver se estão todos aí preparados para as perguntas e, é Claro, você que nos acompanha ao vivo pode também interessar aos nossos participantes, ao nosso drinking, as suas
perguntas, os seus comentários que nós teremos o maior prazer de colocar na lousa e de. Falar os mesmos na nossa Transmissão, então, Kardec. Na revista espírita o seu laboratório, em dezembro de 1864, numa dissertação chamada a propósito da comemoração dos mortos, diz o seguinte, comunhão de pensamento, quer dizer pensamento comum? Unidade de intenção de vontade de desejo, de aspiração. Ninguém pode desconhecer que o pensamento é uma força.
É, porém, uma força por puramente moral e abstrata. Pergunta Kardec. Ele mesmo responde, não, pois do contrário não se explicariam certos efeitos do pensamento e ainda menos da comunhão de pensamentos. Para compreendê-lo é preciso então conhecer as propriedades e a ação dos elementos que constituem a nossa essência espiritual e é o espiritismo que nô la ensina. Então nós já estamos aí com um tapete vermelho de Kardec estendido, falando da comunhão de pensamentos que é aquela que.
Está presente tanto entre os encarnados quanto entre os encarnados e os desencarnados na chamada fenomenologia mediúnica. Então, minha gente. Vamos começar com a pergunta número 1 da nossa produção. Porque Allan Kardec, no seu sistema de organização na identificação dos médiuns que atuaram no chamado processo da codificação espírita, nunca mencionou os nomes, o nome e o sobrenome dos médiuns.
Em contrapartida, porque o movimento ou o meio espírita brasileiro dá especial destaque aos médios, colocando nome e sobrenome. Houve uma mudança de paradigma. O que motiva? Vai, então, aquele paradigma kr desse ano, nosso querido Henry. Exatamente Marcelo, houve uma mudança tremenda de uma diria até uma mudança de 180, não, mas 360°. Em relação ao método que Kardec
aplicou. Porque se você for no livro dos médios, não é você estudar o livro dos médios, você vai perceber que erasto o tempo todo fala que os médios são apenas instrumentos, instrumentos. Inclusive, ele até compara quando ele vai explicar que a comunicação se dá através dos pensamentos que quanto mais um médio possui o conhecimento. Melhor fica a comunicação da menos trabalho para os
espíritos. Então, Kardec lá no livro dos médios, no capítulo de grupos mediúnicos, ele cita várias coisas necessárias para que se informe o grupo mediúnico e como ele se deva deva trabalhar. E ele começa citando que tem que ter o recolhimento e, principalmente, a sintonia dos pensamentos. Como você falou, porque a comunicação do espírito entre pensamento, os atributos do espírito é a vontade, o pensamento. Né? E a razão e a lógica?
Então, você tem sempre o pensamento como os os atributos principais do espírito. Ele se comunica assim. O que que acontece hoje? Hoje se tem os médios, como se fossem missionários, como se fossem, é, meninão diria Santos, mas elementos que quando dão comunicação quando falam, tem até uma verdade, porque o fato de ser em média, então existe
hoje em dia. Uma certa é com 11 no meio espírita, considerar um médio como uma palavra final e isso é muito perigoso, porque Kardec alertou, era astro, alertou também. De toda a comunicação, ela tem que ter análise e cadê aqui sempre, diz no livro dos médiuns e na viagem escrito 62, lá no finalzinho, quando tem as instruções para os grupos espíritas, ele fala que o médium ele tem que ir para um grupo espírita sem Temer.
Análise crítica, porque aquele que tem uma análise crítica ao primeiro sinal de obsessão, segundo livro dos médios, os médios são apenas mensageiros e não são oráculos de que você vai fazer uma pergunta. O espírito vai e responde, então eu diria que essa é a grande diferença entre o como se trabalhava à mediunidade na época de Kardec. E como se trabalha hoje. Muito bom, já deu aí o pontapé inicial, a bola está rolando, está no meio de campo.
Vamos jogar para ver. Dinha, Kátia pele, pra ver se ela mata no peito e já lança pro Wellington Balbo cabecear pro gol, né? Tá, vamos lá, então sou boa de meio de campo, é é, tem que ficar ali, né? Porque os pequeninhos sempre ficam ali no meio de campo, né? Se não, senhor, os pequenininhos são atacantes, não vem com essa não. Vamos ver se esse atacante vai, vai enfrentar os zagueiros grandona e vai conseguir alguma
coisa. Mas veja só, Kátia, é essa mudança de paradigma, como nós colocamos na introdução entre a sistemática de Kardec e a sociedade parisiense de estudos espíritas e os outros grupos espíritas que de certa forma se alinharão ao pensamento originário do codificador de é omitir o nome do médium e o sobrenome do médio e colocar apenas uma abreviatura do seu primeiro nome. Um ponto, né? Então, por exemplo, Marcelo
ficaria. M ponto, Kátia ficaria k ponto médium, senhor Marcelo média a senhora médium, senhorinha senhor m desculpe, médium senhora k. E a condição atual que podemos dizer, é, desde lá, a década de 30, quando os primeiros livros psicografados, de por Chico Xavier foram publicados pela federação espírita Brasileira com nome e sobrenome, essa diferença é um fator contributivo para termos uma idolatria e uma idolatria
exagerada dos médiuns. Eu não diria só contributivo, mas eu diria também responsável, de certa maneira, é fazer esse tipo de propaganda na capa e contracapa dos livros psicografados entre parênteses. É traz 11 responsabilidade.
E uma publicidade desnecessária foi o que aconteceu com o nosso querido Chico Xavier. É o que acontece com todos os outros médiuns vindo depois e até mesmo com os não médiuns, mas espírita, metido à escrevinhador e que acaba esse fazendo valer da propaganda do nome. O é o fulano de tal e o conteúdo muitas vezes é o mais do mesmo. Então quer dizer, a gente precisa retomar essa consciência
de responsabilidade. De entendimento dos reais motivos, como bem colocou o inri, de porque se manter menor no sentido de é proteção do próprio ser, não colocar o nome, não ser preciso, porque o que o que vale, o que que deveria valer se não o conteúdo do que é trazido? Porque se a doutrina é 12 espíritos.
Se a doutrina é uma filosofia, uma ciência da qual a gente pode desenvolver, Claro, pode escrever artigos, Claro, mas não pode se fazer valer do nome e, a partir disso, se tornar como você disse no início do programa estrelas é que acabam dominando e infelizmente. Deixando-se através daquilo que o próprio Kardec descreveu lá no início, é sendo atacado pelo próprio orgulho, né? Porque infla, porque nós somos imperfeitos. Não existe médium perfeito, não
existe ser humano perfeito. E por conta dessa, mas agenciazinha de ego pode pôr tudo a perder. E foi exatamente o que aconteceu. De uma maneira ou de outra, se não lidou com a vaidade diretamente, é falando, lidou com com a despreocupa. Ação do médio em dizer assim, olha, eu fiz agora é com você, se vira. Então o próprio Kardec fala, é tudo bem. O médium pode escrever, mas ele tem que ser o primeiro a avaliar o que ele escreveu.
O primeiro a passar o crivo do que foi escrito e não simplesmente escrever e jogar somente pro outro. Falar assim, ó, resolve o que você vai fazer com isso? Isso é falta de responsabilidade. Isso é dizer assim, olha, eu sou aqui AA impressora Wi-Fi. O resto é com vocês. Isso é irresponsabilidade. Interessante esse termo aí, né? Balbo, impressora Wi-Fi?
Nós que estamos aí, numa era tecnológica, acelerada, com inventos e facilidades cada vez mais, é colocados à disposição do homem, inclusive no meio espírita, né? A essa colocação que a Kátia faz a respeito da responsabilidade, me parece ser um problema crônico dentro do espiritismo, né? E o nosso ti linda aqui, da associação de divulgadores do espiritismo de Santa Catarina,
nosso companheiro. A quem damos a saudação a em nome dele, a todos os demais companheiros da AD é, está dizendo que a os os 2 problemas são a idolatria que da qual nós já falamos. Quanto o comércio, o comércio Exagerado, utilizando-se aí a efigie, né? O nome comercial do médio que vende mais do que o conteúdo muitas das vezes. Mas a minha pergunta para tibaldo, nessa esteira de raciocínio, é a seguinte, é, já
que nós temos uma? Abdicação do controle ou da análise crítica a respeito das psicografias a respeito do que é feito é em termos de produção mediúnica, sobretudo no Brasil e em outros países também, que seguem esse modus operandi brasileiro. Nós temos muitas das vezes a opinião do médium travestida na manifestação mediúnica, né? E o próprio meio espírita fica esperando o que que vai dizer o médium, senhor, DA respeito das questões da atualidade?
O que ele tem a dizer, por exemplo, é da guerra é da Ucrânia. O que que ele tem dizer a dizer sobre é catástrofes que ocorrem seguidamente No No Brasil e no mundo. Então fica aí um meio espírita esperando. Que haja uma comunicação mediúnica, quanto na verdade, a maioria das vezes, por não se ter esse crivo, essa separação entre o que é mediunismo e o que é animismo, nós temos a opinião do médio sendo consagrada com uma opinião dos espíritos, é isso mesmo, o Aldo.
Exatamente Marcelo. Os centros espíritas operam. Não todos, é Claro. A gente não vai generalizar, mas a os pelo menos os a maioria dos centros que eu conheço operam dessa maneira. Não dá para a gente negar que existem nas casas espíritas, os chamados médiuns oficiais.
Tem lá os médiuns oficiais, os médiuns que as pessoas preferem, querem conversar e tal, então tudo isso, mas toda essa situação, ela é um efeito como o nosso Oo nosso Bauer comentou aqui a questão do comércio, da idolatria, tudo isso é um efeito daquilo que vem lá de trás. Quando o espiritismo, ele sai da França, ele vem para as terras brasileiras e até por razões compreensíveis, ele. Ele tem uma pegada religiosa EE que eu até entendo como naquele momento necessária e imagine os
médiuns. Então, nessa esteira, nesse momento, eles foram içados. Há uma espécie de missionários de tarefeiros inquestionáveis. Então, quando você vem desde essa época, a gente está falando aí. De da, da, da, da de 1865, quando começaram as primeiras comunicações aqui com o Brasil EE, que o espiritismo começou a surgir aqui em terras brasileiras.
Você vem com essa situação? Ela vai passando e o médium vai ganhando esse destaque, o médium vai ganhando todo esse protagonismo, embora Kardec a tirasse o protagonismo do médio e colocasse o protagonismo no conteúdo, né? Naquilo que os espíritos trazem no conteúdo bem analisado. Do conteúdo que é refletido, você tem aí uma. Uma ideia que permanece até os dias de hoje, então é por isso que nós temos esse movimento que analisa a pouco a mensagem que o
médium traz. Eu, eu participo de várias casas aqui na cidade de Salvador, não apenas da escola de doutrina espírita, caminho da luz, mas de tantas outras casas. Eu acabo ministrando alguns cursos e eu sempre pergunto, faço enquetes, falo, vocês têm Liberdade para questionar os médiuns da casa? E a esmagadora maioria, não vou
falar 100% não. Eu vou falar 99.9% e respondi o seguinte, Wellington, nós não temos nenhum tipo de Liberdade para questionar as mensagens que vem do dos médiuns da casa. Nós nos sentimos constrangidos, por que que eu estou dizendo que isso é um efeito? Isso é um efeito que vem dessa
causa que está lá atrás. Como é que você vai questionar o indivíduo que é um emissário de Deus, um tarefeiro do Divino aqui na Terra e não, como disse o Henry, apenas um intermediário, apenas alguém que vem trazer? Com 11, recado um carteiro vem trazer uma mensagem que pode estar errada, que pode estar equivocada, que pode conter também. O seu pedaço de de animismo, que é perfeitamente natural, como é que você vai questionar um tarefeiro de Deus? Um enviado?
Você não questiona, então essa coisa ela vem lá de trás a. E hoje está aí, desse jeito, você não tem no movimento espírita, por exemplo, os próprios dirigentes espíritas. Eles pensam dessa maneira, eles não querem questionar, eles não
querem fornecer elementos. E o pior disso tudo é que quando tem alguém na casa que tenta promover essa reflexão e tenta promover essa reflexão de maneira pacífica, convidando as pessoas a refletir, a fazer uma análise, a pensar um pouco, de maneira mais lógica, ela logo é taxada de obsidiada. Isso daí é sempre um elemento importante para a gente destacar toda aquele que todo não vai, mas grande parte daquele que
tenta promover a reflexão. No centro espírita, ele é marginalizado pelo movimento marginalizado pela própria casa e por aí vai. Então a gente tem. Uma re p. Aplicação desse modelo, que vem desde quando o espiritismo à iniciou. Se você fornece algumas diretrizes de Allan Kardec, as pessoas até estranham. Não conhecem a obra de Allan Kardec, falam mais, Kardec disse. Isso tem certeza? Há não, não acredito.
E aí você tem que mostrar lá no livro de Kardec, disse isso, mas ainda assim é um modelo tão arraigado que reflexão em torno de mensagem mediúnica é a coisa para não falar, impossível porque impossível é Deus errar, mas é a coisa mais difícil que tem. Muito bem colocado.
Eu gostei muito dessa expressão que você usou aí Balbo é tarefeiro do Divino. Se o indivíduo é considera o médium como um tarefeiro do Divino, só se for aquele Divino antigo personagem do Chico City, do nosso Chico Anysio, né? Que eles chegava todo cheio de bosta, dizendo, Divino está salvando Divino, está dando a você uma oportunidade para ser feliz. Só se for esse Divino, porque o que tem por aí de Divino fake, né?
De pessoas que se aventuram na proliferação de Ideas que não tem nada a ver com a mensagem de espíritos superiores. Olha, não é fácil, não vamos trazer uma pergunta aí de um participante assíduo das nossas livres, que é o nosso. Iran Damasceno pôs na lousa produção o Iran Damasceno está perguntando a vocês, começando pelo Henry.
Se existe alguma citação nas obras de Kardec dos espíritos superiores sobre no futuro um futuro hipotético, um futuro vindouro em relação àquele período de 12 anos, 5769 no século XIX, de produção mediúnica de car tech, produção mediúnica organizada por kr década, não dizemos aí que me que OPA, apareceu aí um alienígena na nossa live bom, já voltamos ao normal. Então ele pergunta num futuro, não seremos dependentes dos centros espíritas.
Para que os médicos atuem com as suas mediunidades, o que você acha, Henry? Durante todo o trabalho de Kardec, ele deixa Claro muito que o espiritismo, ele tem que ter 3 coisas, ele tem que ter unidade de princípio, porque todo mundo obedecendo EE, sabendo, reconhecendo os princípios do espiritismo, tem que ter a unidade de método e tem que ter unidade de organização.
Isso aí tá lá na revista espírita, em dezembro de 1868, a Constituição paralela do espiritismo, Kardec já estava muito doente, estava quase desencarnando e ele já se preocupava em transe. E deixar Oo sair do do do da, digamos, assim, da condução do espiritismo e deixar um colegiado, digamos assim, porque ele era contra. Uma pessoa. Sair em nome do espiritismo, porque ele falava, ele fala até nesse artigo, se essa pessoa tiver equivocada, pode levar muitas coisas.
Muita gente errada, então ele, de certa forma, ele estava não prevendo, mas ele estava preocupado porque isso aconteceu. Eu acho que Oo ano que foi marcou isso na vida de Kardec, no espiritismo, foi de 65, com o lançamento do céu inferno. Aí Kardec já estava sabendo que existia um grupo paralelo que é criado por pelo rostang que já queria falar e criar um outro espiritismo.
Kardec foi alertado sobre isso. E ele começou a se fortalecer através de comunicações gerais, da comunicação, do de outros espíritos. O alertado. Então, Kardec fala sobre isso com relação ao futuro. Ele fala, vai. Ele era muito otimista. Ele falava várias vezes que o espiritismo. Ia mudar o mundo e realmente o espiritismo, você compreender a filosofia espírita. De o livre arbítrio. Como é que você segue, independente de todas as AA, você não precisa de de sacerdotes.
Você não precisa de templos, você não precisa de instituições. É olhar para dentro de você, diz. Como a 919 que fala, conhece-te a ti mesmo. Esta mensagem é muito poderosa. Esta mensagem faz com que o indivíduo mude dentro para fora. E cabe aqui. Era muito otimista. Ele dizia que ele estava vendo o espiritismo crescendo no mundo todo. Imaginou que isso acontecia no
século 20? Infelizmente, ele não pode, Claro, poderia prever, por exemplo, as guerras mundiais, que foram coisas que afetaram a própria França no ano de 70, teve a grande guerra que tiraram o imperador e o espiritismo. Se as casas espi, os centros espíritas, as sociedades espíritas se distanciaram bastante, os espíritos foram obrigados a tomar conta da família e tal e deixaram isso em aberto. Isso, houve um momento de transição. Foi muito ruim para o
espiritismo, então? Kardec, sim, ele era otimista, né? Vale a pena lembrar que o tempo. É ele, embora ele tenha falado no século no próximo século 20, ele não previu isso em relação AA ser Oo controle, mas neste artigo, se você for ler esse artigo direitinho, ele alerta
para isso. A gente não pode ter porque na época de Kardec não se não existia uma instituição que falasse pelo, se existiam grupos familiares, nós tínhamos grupos pequenos, todo mundo evocando todo mundo conversando, porque os petismo. É o diálogo dos espíritos. Ele é feito através dos encarnados, conversando com os espíritos e conversas que você tem para a instrução.
Esse é o espiritismo de Kardec e ele reuniu todos esses grupos, reunião essas, esses institutos passavam Pra Ele e ele fazia todo o trabalho de de divulgação a partir de dos livros. Então, na minha opinião, ele ele realmente ele começou a ver isso, foi alertado por erasto, que falou que existiriam
inimigos internos. Ele fala isso em toda a revista espírita sobre os inimigos do espiritismo, que os mais os mais perigosos, estão dentro do espiritismo e, de certa forma, ele, como grande, um espírito de, de um, de uma certa envergadura. Ele, ele é otimista. Eu particularmente, eu acho que a gente tem um futuro brilhante agora. Para isso a gente tem que resgatar Oo exatamente o ensinamento e o espiritismo, que infelizmente muitos no Brasil não entenderam ainda a mensagem
do espiritismo. É eu, eu, eu custo a ter essa visão otimista em relação ao futuro do espiritismo, sabe? Hehehe eu sei que você é mais otimista do que eu. É nesse contexto e nesse processo, né? Mas eu ainda vejo é uma necessidade de nós retirarmos muita erva daninha, muito joio que criou e que foi semeado junto com o trigo, porque se parecia muito com o trigo e aí nós temos aquilo que o populacho costuma dizer.
É gato por lebre, né? É, estou comendo carne de terceira, pensando que estou comendo filé mignon. Mas AA Kátia queria dar um pitaco nessa questão do Enem. Vamos lá, Cátia? É na questão que foi proposta, né? Do do e do Irã a respeito, disse Kardec. Teria mesmo não falado algo a respeito? O Henrique foi super feliz quando disse que Kardec, ele, além de ser muito positivista, ele é, é, acreditava justamente no poder dos pequenos grupos.
Ele incentivava direto, né? Os pequenos grupos, porque esses seriam mais coesos, pensariam é de maneira mais fácil igualmente. E é facilitando assim, não só as comunicações, como também o próprio desenvolvimento da mediunidade, é porque um grupinho menor você dá mais
atenção. A coisa fica mais gostosa e intimista, então é Oo Henrique. Foi muito feliz nessa lembrança, mas eu gostaria de de de citar aqui uma questão que o Kardec fez essa proposta em 1863, ele colocou lá No No grande é laboratório, como bem disse OOO Marcelo na introdução. Nos 5 períodos que possivelmente, o espiritismo, um. Iria passar que são o da curiosidade. Primeiro período, que era o das mesas girantes, né? O da.
O período filosófico que era justamente quando ele se criou, que é, aliás, ele publicou o livro dos espíritos, aonde as pessoas estavam sedentas por entender o que é que estava se passando filosoficamente de algo que parecia é puramente, é fenômeno fenomenológico. É, é. Ele previu um momento de luta, porque ele sabia que ele ia passar e passou pela questão lá da queima dos livros, né? Então Pra Ele era essa AO momento. Oo, vamos dizer o período de de luta, o período religioso.
Meu Deus, esse foi o ó do borogodó, porque foi onde parou. O espiritismo estacionou o espiritismo, sofreu grandes perdas, batalhas primeiro com a primeira guerra com a guerra
aqui. O que veio na sequência, depois vindo para o Brasil é, e no Brasil se perdeu religiosamente falando porque houve então, um alvoroço e esse alvoroço foi contemplado com o. A alteração e adulteração de obras importantes do espiritismo nós podemos dizer que sofremos por conta dessas adulterações, o que passamos ao longo desses mais de 100 anos estacionados nesse período religioso, que
Kardec positivista como era, né? Em achava que ia ser breve que logo nós entre é e entraríamos no intermediário. É o outro período do espiritismo que Eu Acredito que esteja começando agora. Na verdade, para mim, na minha humilde opinião, começou. Quando é a Simoni privato descobriu e trouxe é a documentação das adulterações. Nós estamos, de fato, num período intermediário entre Oo religioso e o que vem logo em seguida, que, segundo Kardec,
seria o da Regeneração social. Por que que eu quis fazer esse preâmbulo? Porque é o seguinte, se estamos no intermediário e vamos passar, se tudo der certo. Para AA Regeneração social, obviamente, os centros espíritas vão voltar ao que era no início, um centro canalizador de encontros para estudos, para experimentações e dar sequência ao desenvolvimento da doutrina espírita, abandonando então essa fase religiosa que a gente ainda vive.
Eu também tenho essa Esperança. E oxalá, a gente alcance isso. Olha aí outra otimista e nesse cenário, né? Já tínhamos o Henry, agora temos a Kátia. Vamos ver se o Balbo fica do lado de lá ou do lado de cá, qual é a tua impressão? É Balbo em relação à pergunta do Irã, que toca na questão de nós temos aí o chamado controle do dos organismos institucionais espiritas, né? Quase que como uma. Bula onde?
É, é praticamente impossível fazer algo que seja reconhecido que não seja no mesmo patamar, na mesma diretriz dada por esses organismos. É isso mesmo? Olha, eu. Eu. Eu fico bem, eu. Eu fico por um lado otimista com relação a isso e no outro lado eu não vou dizer pessimista, eu já compartilhei essa ideia com alguns amigos. É e eles falam que eu estou ficando maluco, mas já faz um tempo que eu tenho esse tipo de pensamento.
O espiritismo. Enquanto o Douto, enquanto Bandeira, enquanto o nome enquanto doutrina, o espiritismo, ele não frutifica. Ele não vai, ele não vai avançar, vai ficar aí. É nesse mesmo padrão que nós temos, tá? Agora o espiritismo, enquanto ideia, o espiritismo enquanto. Essência, esse sim vai penetrar cada vez mais longe, então nós temos 3 pontos aí importantes que estão entrando na sociedade. E Kardec já falava sobre isso. Ele falava dos espíritas, sem o saberem, é que as Ideas, elas
estão soltas. Então, onde está? Com 3 pontos, a reencarnação, a reencarnação, ela já é estudada nas universidades. Nós temos pesquisadores muito sérios trabalhando essa questão da reencarnação, a comunicação dos espíritos. E a imortalidade da alma que não leve esse nome, mas leva o nome da sobrevivência da consciência
após a morte do corpo físico. Então essas idéias que o espiritismo defende, elas a estão na sociedade, elas estão entrando cada vez mais no seio da sociedade e mais pessoas estão se apropriando dela. O que eu lamento é a maneira com que nós estamos gerindo as diretrizes espíritas e que está causando e que causa essa. Pouca entrada, essa pouca penetração da doutrina espírita a nos métodos que Kardec estabeleceu. No seio da nossa sociedade, que
poderia ajudar muito. Kardec estabeleceu uma metodologia bem interessante para se estudar o espiritismo. Essas ideias vão ficar esparsas. Elas são estudadas um pouco aqui, um pouco ali, um pouco acolá. Mas eu não vejo AO espiritismo, enquanto o rótulo, enquanto o nome, enquanto Bandeira, eu não vejo o que vai.
Que vai frutificar, não como ideia, eu vejo e aí a gente e quando ele frutificar de fato, como ideia, quando ele entrar com uma essência, quando nós estiver é, é. Estivemos encampado a cultura da imortalidade, da alma. Aí a gente pode entrar naquela fase de Regeneração, a que se referiu Kardec que a Cátia é citou agora, mas eu nesse exato momento já faz um tempo que eu tenho essa ideia. Eu vejo o espiritismo cada vez mais a definhando.
Em termos de de de adeptos de participantes, enfim, é só a gente pegar as pesquisas do Fran Olimpo, por exemplo, a gente pode, a gente pode constatar isso. Eu tenho casos e casos de centros espíritas que fecharam as portas, porque que você não tinha mais diretoria para assumir a casa? As pessoas não querem, estão dando interesse, né? Estão interessadas em outras
questões e por aí vai. Eu quero fazer um resgate daquilo que o Henrique colocou na resposta ao Irã é para, de certa forma, contribuir com 11 melhor. Visualização do que seja o espiritismo na atualidade, não é OM falou de é que Kardec não não pregava a existência de uma instituição que fosse a voz oficial do espiritismo, né? E o mais próximo disso, em termos de organização. É quando Kardec fala do comitê central de espiritismo.
Só que o comitê central não era uma instituição engessada, verticalizada, que estaria é sujeita a autoridade de uma ou poucas pessoas, né? Uma chamada aristocracia organizacional espírita, mas este é um modelo que vicejou no Brasil. Quando as instituições abriram mão da sua Independência, abriram mão da sua Liberdade.
Para estarem condicionadas a um poder central que não é nem de perto, não é nem de longe o comitê central, mas que é o chamado movimento federativo brasileiro, onde você tem alguns virtuoses. Como eu costumo dizer que disciplinam como deve ser a atuação nas mais diversificadas áreas do espiritismo e todo mundo. Ou concorda com isso? Ou então vai fazer um espiritismo singular, individual, isolado. Bem distante desse conceito, então, a pergunta do Henry do
Irã, ela aponta. Exatamente como foi dito pela Kátia, há uma volta ao recomeço e também aponta para aquilo que o é Balbo, comenta no sentido de que o espiritismo não deve ser uma Bandeira, não deve ser um partido a eu sou espiritual. Meu irmão aqui é é evangélico ou outro que é católico, outro que é budista. Eu não tenho muito o que conversar com ele porque a minha crença, ela está anos luz à frente da dele, como alguns espíritas. Acham que é assim, é? Acham que o processo é assim.
Então essa volta ao recomeço. Irã é a ideia de nós nos aproximarmos da estrutura que é efetivamente Kardec nos apresentou como bem disse a Katia. Com centros pequenos, onde afinidade entre os membros fosse o elemento de coesão, para que uns pudessem aprender com a teoria e com a mediunidade uns dos outros a fim de crescerem em termos de compreensão. Dessas intrincadas relações que existem entre os vivos e os mortos, entre os encarnados e os
desencarnados. A esse propósito vou começar pela Cátia na pergunta seguinte, que é justamente é sobre essa questão da afinidade entre os partícipes de uma reunião mediúnica. É Kardec, sempre valorizou como premissa fundamental na atividade mediúnica o bom relacionamento entre os médiuns, inclusive com o termo que eu utilizei na abertura dessa live, que é o de comunhão, de pensamentos para essa atividade mediúnica ser proveitosa.
Kardec mencionava à afinidade de propósitos, então, comunhão de pensamentos, mais afinidade de propósitos convergiria para uma reunião mediúnica. Mais interessante, mais positiva, produtiva e com melhores resultados. Então, como é que nós podemos conceber Cátia? A existência de grupos mediúnicos na atualidade em diversas regiões do Brasil, perto de você ou longe de você, perto de nós, cada um de nós ou longe, é onde existe uma dificuldade de relacionamento, uma dissensão e até mesmo uma
inimizade entre os partícipes. Entre os médios. Qual a influência desta má relação ou dessa relação de má qualidade? No resultado, que é a chamada produção mediúnica. Pois é, antes de eu te responder diretamente a isso, eu acho que vale a pena a gente ressaltar que o grande problema está no que nós dissemos lá no início da
nossa live. O grande problema é a exaltação dos médiuns nas casas espíritas, sejam eles estrelas nacionais ou mundiais, sejam eles estrelas, locais da casa espírita, aquele que aquele médium intocável ou aquele que todo mundo vai conversar antes de tomar qualquer decisão. Isso é um grande problema, esse é o problema maior de você trazer a tona é, é AA personagem como algo especial.
Kardec quando fala aqui que existem médios especiais, não era nesse tom, essa palavra não significava especial no sentido de diferenciado. Melhor ou uma pessoa que seria? É, é. Perfeita para a comunicação com os espíritos. Não, ele quis dizer que essa pessoa tinha uma capacidade. Orgânica que facilitava o contato e a comunicação. Ponto na outra, vírgula é na ou
no outro parágrafo. Vamos lá que que isso significa que eu, você, Oo, Chiquinho, a mariazinha, o Antônio, todo mundo tem uns com o maior eclosão, com maior potência, outros nem tanto. E é só nisso que se é, deve perceber a diferença. Feito isso não haveríamos, não haveria problema de. Trato, não haveria problema de vaidades porque, porque nós não estamos aqui para dizer, olha, ele tem um organismo mais flexível, então ele é o melhor.
Ele é especial no sentido de só ele pode, já começa daí. Marcelo já começa aí o grande problema das casas espíritas não são só esses estrelas nacionais e mundiais que são os grandes problemas nossos, não toda a casa espírita tem seu médio intocável. E aí começa AAO melindre como a gente. Eu tenho visto aqui nos comentários do pessoal que está participando da live. É médium que não pode nem ouvir crítica.
Olha, não vem comentar aqui porque eu eu escrevi e você sabe, fui eu que escrevi, pronto e acabou. Não vem querer dar pitaco é na conversa com os espíritos. Poxa. Não foi o próprio Kardec que falava, olha, recebam mais de 3000, cara, quem sabe os números exatos é o álbum? Não sou eu, mas é eu recebo mais de 3000, é comunicações mediúnicas dessas, olha, 1000 são muito boas de conteúdos, mas essas 1000 nem 100 são
publicáveis. Olha isso de mais de 3000, nem 100. Sobra, e aí os nossos médiuns vem com esse. Com essa questão, começa daí. O grande problema também começa o fato de é vaidades na hora de olha esse departamento é meu, não é seu, você não se intromete. Olha, é esse trabalho é meu, não é seu, você não se mete e aí por aí afora, as casas espíritas viraram um. Um, vamos dizer assim. Um preta por t de desfiles de quem manda mais quem manda
menos? Isso é muito triste porque nós estamos ali, deveríamos estar ali com um ideal de primeiro. Conhecer a doutrina dos espíritos quando a gente já coloca essa essas outras é esses outros comportamentos acima já denota aí não só o orgulho, a vaidade, mas a falta de conhecimento é doutrinário, porque ele justamente pede. Assim repetidamente, para que a gente observasse a simplicidade, a humildade e o entendimento entre os membros, né?
Porque ele já sabia que o grande problema seria ali, a vaidade, o orgulho. Então as nossas casas espíritas precisam voltar para dentro de si mesmas e fazer essa autoanálise semanalmente com os seus trabalhadores. Analisar o que é que nós viemos fazer aqui à vamos fazer doação através dos passes, amigo, vamos fazer doação através do dos passes. É pra isso que você vê aqui, é à vamos estudar, então vamos estudar, vamos evocar, vamos evocar todos com o mesmo intuito, com a mesma intenção
que o que vale é a intensão. Se você já vai na casa espírita querendo se aparecer querendo, é melhor que o outro querendo ter Oo. Posto, mas não o trabalho. Você está com um grande problema, vai fazer uma auto desobsessão, o porquê você está obsidiado por si mesmo, né? Por por, por terceiros, não o terceiros. Depois você pode até atrair pela similitude, né? Porque, como você disse, tudo é através da similitude.
Quem é OA companhia espiritual que você está atraindo quando você agem dessa forma e olha Marcelo e amigos. A gente não. Não adianta se enganar. A grande maioria das casas espíritas sofrem com este mal do
orgulho e do egoísmo. Não é à toa que, na própria codificação espírita, estes foram considerados por Allan Kardec, por elasto e pela coletânea dos espíritos superiores, como os 2 maiores adversários do homem, né, do ser humano do espírito e também o movimento espírita acabou cunhando uma expressão bem conhecida, né? Que são os escolhos da mediunidade, né?
Que são aqueles problemas já. Intrínsecos da atividade mediúnica como bem colocado pela Kátia como o orgulho e o egoísmo in também porque não dizer, associado a eles a chamada vaidade, né, que ainda nos assola a todos e a vigilância tem que ser muito Clara, muito específica. Bom, você foi citado, né? Pela Kátia aí na questão numérica, a quantidade de comunicações que Kardec analisava, das quais algumas delas, ou uma quantidade menor, teriam. Uma utilidade.
Você teria uma validade, mas que Kardec ainda reduzia no funil e chegava a um número ainda menor. Isso me lembrou um outro. Haddad viu muito repetido pelos papagaio, os de tribuna, né, da respeito da da, das verdades e das inverdades ou das verdades e das mentiras. É coletadas no na fala de erasto, né? Tem gente que diz que é 99 por um, tem gente que diz que é 9 por um e o número não é nem 99
nem 9, né? Mas acaba sendo repetido aos borbotões aí, assim como essa expressão que a Kátia é, os outro queres fazer alguma observação em relação ao número exato? Vamos chamar os universitários? Eu eu é. Então eu preciso pegar os números aqui. É um artigo que Kardec trabalha Na Na revista espírita, em 1863. Me fala a memória em fevereiro, em que ele recebe lá uma quantidade de cartas, são 6000 cartas, aí vai passando pelo funil dessas 6000 você tem 500, 600 cartas que podem ser. Né?
Que aproveitáveis. E aí ele passa por mais um filtro e chega à conclusão que são dessas ainda 10%, 150, que podem ser o publicadas, né? Então você vê que para extrair algo de realmente interessante, de relevante, Kardec tem que passar por 11. Filtro muito grande. A grande questão que acontece hoje é que qualquer coisa que venha, né? As Ideas mais corriqueiras, mais banais, basta que você fala que venha de um espírito.
Para ela assumir 11 caráter, meu Deus do céu, é um absurdo, não olha o espírito tal disse isso, poxa, mas o meu filho de de de 13 anos fala uma coisa dessa também. Não tem nada de extraordinário ali, mas você falou que vem de algum espírito, então ela já toma. Uma outra forma basta a gente ver também o que acontece nas editoras, já que foi citado lá atrás a questão do comércio.
Então a obra de um escritor encarnado que suou para escrever, que pesquisou e et cetera, vende muito menos do que se você colocar lá o nome de um espírito, né, fulano de tal, pelo espírito tal. Aí, meu amigo. Já foi a obra vai vender mesmo porque? Porque quando você fala que é de um espírito, chama atenção, bom,
o que que a gente deduz disso? Dedo de que tudo é aceito sem nenhum tipo de critério, contrariando aquele critério severo que Kardec colocava que Kardec falava pra gente, pros médicos, olha, quando você recebeu uma comunicação, coloca para as pessoas analisarem os casos de fascinação, que Kardec constatava naquela época e que recebia as cartas eram todos de pessoas que trabalhavam sozinha. Que não colocavam para que os seus amigos a sua assembléia, as pessoas que estavam ao seu
redor, o seu grupo analisasse. Então vinha Ideas das mais esdrúxulas, não tinha nenhum tipo de de base, não tinha nenhum tipo de filtro. E as Ideas? Elas passavam mesmo. Então falta hoje no nosso movimento, esse filtro, não é? Eu. Eu tenho amizade com muita gente do movimento espírita EE. Gosto demais quando um acho muito bacana. Quando um médium me manda 1111 comunicação e fala, analisa meu amigo, o que que você acha? Eu recebi, será que está muito
distante da realidade? O que que você pode me dizer acerca disso é bacana quando você vê alguém faz, é tendo essa prática, né? Utilizando. Essa metodologia de Kardec para a gente poder analisar para a gente poder trocar ideia, se você vê que o indivíduo, ele está se esforçando, ele está se empenhando para não ser idolatrado, que ele mesmo está verificando.
Se a sua ideia faz algum sentido isso daí é importante não só para quem recebe mensagem mediúnico, mas para quem escreve também a para as outras pessoas fazerem uma análise. Isso nos poupa de muitos dissabores, então por que que a gente não AA não divulga mais esse tipo de comportamento? Não trabalha mais. Essas questões dentro do centro espírita junto com os médiuns, quando você tem.
Trabalhos mediúnicos, porque que a gente não analisa, porque que a gente não faz 11 análise em grupo tem um outro artigo na revista espírita é já até conversei com a Cátia, é sobre sobre esse artigo. Não sei se ela vai se recordar, mas Kardec é recebe uma, recebe uma comunicação dizendo para um, né? Um médium que havia trabalhado com eles desencarnado e ele começa a então.
A sugerir ao médium esse espírito começa a sugerir ao médio que ele deveria comercializar a sua faculdade mediúnica, comercializa, pega o dinheiro e dá aos pobres e aos operários. Kardec estranhou, mas Kardec não rejeitou a ideia de imediato, que Kardec fez, chamou 6 médiuns sem que estes soubessem e pegou e fez a pergunta. Esse espírito de fato está falando isso. Isso procede? Será que é ele? Será que algum espírito mistificador e os 6 é médiuns?
Trouxeram para Kardec a mesma resposta, dando o espírito do senhor jobard dizendo, não, não sou eu, vocês deveriam me conhecer. Vocês deveriam saber que eu jamais pediria para que se comercializasse, então, veja, eu estou, eu trouxe esse caso aqui para mostrar a importância de nos grupos mediúnicos, nós fazemos o que Kardec. Espera aí, tem uma mensagem aqui, ela é uma mensagem meio estranha. Vamos colocar para outros médiuns, vamos ver o que que o pessoal tem a dizer.
Isso é uma prática que não tem mais nos nossos centros espíritas. A mensagem vem por via mediúnica. Não tem análise nenhuma e muitas vezes ocorre o que você trouxe. Marcelo é a opinião do próprio médium. E aí a coisa começa, é a degringolar. Olha, eu posso dar mais um π taquinho à meu filho. Esse assunto é me apetece muito e eu vou deixar você falar, pode deixar, mas é assim.
Acontece o contrário também. O fato da casa espírita não dá o mínimo valor a médio algum, porque os diretores são os bam, bam bam. São quem manda e comanda, manda e desmanda e faz o que quer, sem passar por nenhum tipo de é avaliação. E aí se recebem alguma mensagem criticando a esse médium. Aí está com algum probleminha de ordem. É é de de obsessão. Não vai, pode rasgar e jogar fora. Acontece também, a gente sabe disso. Lidar com o ser humano não é fácil.
Muito bom. Olha só, é essa questão que o Balbo é. Acrescentou na pergunta que nós fizemos sobre a qualidade da produção mediúnica, é você que está no e secar mais tempo é, tem acompanhado que nós temos. Volta e meia feito isso, né? Existe um verbete chamado análise de produções mediúnicas que você pode encontrar aí dentro do SKE. Ali nós temos colocado mensagens que tem vindo até nós da coordenação dos CK de médiuns que são exatamente isso que o baú falou.
Médiuns humildes, médios, que tenha consciência de que estão. É um processo de educação mediúnica. E por isso, colocam as suas psicografias, a submissão da análise crítica coletiva. E aí, o que que nós temos feito? Inclusive, uma das médiuns é de Portugal. Temos colocado essas mensagens no grupo para que vários possam analisar os interessados. Os que gostam desse tipo de
assunto e temática. E nós temos, em alguns casos, é obtido, é bons resultados, não é analisando não só a coerência da linguagem atinência da comunicação aos princípios espíritas, como também a análise da própria linguagem, se utilizada pelo espírito através do filtro. Vamos lembrar sempre que o médium é um filtro. Pode ser um filtro de melhor ou de pior qualidade, dependendo daquilo que ele, em termos de esforços, empregue para a sua
atividade mediúnica. Mas eu vou perguntar ao Henrique sobre essa questão principal na. Na pergunta que nós fizemos é, como conceber e grupos mediúnicos dentro de instituições espíritas, onde as pessoas, os participantes ou vários deles, parecem duelar entre si pelo estrelato, pela posição de destaque? A minha mediunidade é melhor do que a sua, o espírito que eu recebo é de maior estatura me espiritual do que a que você recebe. E fica aquele duelo de egos, ou mesmo chega até a ao rancor?
Nós tivemos uma oportunidade aqui em Santa Catarina de uma instituição espírita que eu participava da da atividade mediúnica, que é 2 médios. Inclusive, discutiram asperamente sobre uma questão organizacional. Nem era uma questão do trabalho mediúnico em si, e um se levantou rápido da mesa, empurrou a cadeira, o outro também levantou e teve que vir a turma do deixa disso, porque se não. Imaginem, e na própria reunião mediúnica, eles iriam para vias de fato.
Como então, encarar essa questão aí? Olha, Marcelo, por incrível que pareça, por incrível que pareça, Cátia já pincelou isso. Isso é falta de conhecimento do livro, dos espíritos. Lá na quarta parte, depois das leis Morais sobre vícios e virtudes, da 893 até 897 cada. Aqui pergunta, e os espíritos respondem claramente que o maior vício dos servidores do ser humano aqui neste planeta, principalmente. Que é o interesse pessoal e a maior virtude é o desinteresse pessoal baseado na Caridade
desinteressada. Então o que que acontece hoje em dia? E aí, isso não é coisa que aconteceu no na própria época de Kardec, aconteceu problemas com os médios, a jafet ficou com raiva. A já Serra média do São Luiz. Ela, se ela saiu do movimento porque a gente chateou, queria no nome dela, lá no livro
isqueiros, tá? O Rose, o médium Rose, que era também um dos médios do espírito de tal verdade, quer dizer, olha só, se fosse hoje esses esse médium era tido como ele está recebendo espírito da verdade, mas cabe aqui, pega as comunicações, faz uma análise, vai lá, não, isso aqui tá tá complicado e o médio, se correr voltado e saiu depois fez vários livros. Se você pegasse comunicações neste médio, esse livro e verificar as comunicações lá da revista espírita é uma diferença gritante.
E também tem o caso do dumbbell. Esse aí é o é o pior deles, né? O Dan bel, que era vice-presidente da sociedade de Paris, institutos espíritos, inclusive, substitui a Kardec Na Na diligência das reuniões. Começou AA fazer e escrever, deu comunicações, despesa, verdade e começou a escrever EEE. Começou a conversar com, pesando na época, um rostang está muito amigo e foi quem levou o roustang EAA deu chance para ele fazer o que essa, essa, essa, essa.
Digo, bomba que foi No No cisma do do espiritismo, então Oo dumbbell era um grande. Tem muitas comunicações do erasto através de dumbell fantásticas. Eu gosto bastante do erasto, mas o que que aconteceu? Ele, por conta do interesse pessoal, eles. Não é saiu também, inclusive quando Kardec é do S65, passa um mês fora e quando volto ele já está balançado. Não estava mais na reunião. Cada consulta, os espíritos. Pergunta, o que que está acontecendo com ele?
E os espíritos falam que ele está em conflito. Infelizmente, um ano depois, sai na revista espírita 66 de novembro o suicídio do dumbbell. Então a gente tem que ficar muito alerta com relação a isso. Nós somos espíritos imperfeitos em termos essa característica de lutar contra o próprio interesse
pessoal. Porque ainda somos muito imperfeitos e eu livro dos espíritos nos esclarece isso lá no evangelho, segundo o espiritismo, sobre um homem de bem é aquele que está diariamente combatendo as imperfeições, imperfeições, isso aí tudo. É motivo de várias confusões, né? Porque, porque se você veja o que que acontece hoje em dia, na época de Kardec, o médium era uma ferramenta por si só, ele tem que ser humilde, porque se não era descarta, pode ser, pode
dar mensagem de Jesus? Não interessa. E hoje, o que que acontece infelizmente hoje? O que que a gente tem hoje? Infelizmente, devido a um livro equivocado, que é o consolador, está lá dizendo que os médios foram foram os piores. É lá trás, muitas reclamações, gera as maiores atrocidades e tem que ir para a reunião mediúnica para cumprir uma missão. E aí que que OA pessoa vai para a reunião medicina mediante vai ficar perturbado para se equilibrar?
Isso já gera um interesse pessoal aí invés de você ir para a reunião, um Caridade sem interesse nenhum. Você está interessado em se equilibrar? E isso aí já começa a confusão. Depois ele começa, ele entra ali, começa da mensagem, começa com a Kátia, falou a dar uma certa, encher o orgulho, encher o que o interesse pessoal. A gente é o pai do orgulho, da vaidade e da inveja. Entendi, e aí começa essas confusões agora.
Tudo isso é falta de estudo simplesmente porque o livro dos espíritos explica tudo para a gente. Tá tudo laço, o que você quiser, vai lá. Infelizmente as pessoas não estudam e aí ficam lendo. Livros mediúnicos, ficam seguindo espíritos em médios e dá essa confusão que está acontecendo, né? Infelizmente. Muito bom. Esse é o nosso it. Funerário, de discussão sadia e de crítica construtiva, sempre aos sábados de 1515 dias no nossos canais, do ECK às livres do ECK.
Bom Henry, aproveitando que tu estás com a palavra ainda porque fizesse apenas 11, pequena interrupção para que eu possa fazer a próxima pergunta, vou jogar pra ti, depois vou jogar pro Wellington, ir para Kátia, aquela pergunta clássica que todo espírita faz ou gostaria de fazer? Todos são médiuns. Essa é muito interessante, não é? 459 no disco que nós temos a influência dos espíritos. E o livro dos médiuns, é Claro, todos temos a influência mais ou menos espíritos, né?
Então, só que Kardec deixa Claro aqueles que têm essa manifestação mais intensiva através de efeitos físicos, através de de da própria AA própria faculdade. Sim, são os médicos que Kardec define como médico. Então, sim, nós temos influência, né? Uns mais outros menos. Mas é os médios, mesmo aqueles que têm essa. Essa é grande. Influência e a gente também tem que imaginar o seguinte. Eu fico pensando e analisando as casas espíritas. Quando você abre uma casa espírita, cursos de estudo.
Aí você não tem coro para fazer as turmas, não é? E você tem um esvaziamento das casas? Se você bota uma casa espírita para fazer, cura para dar passe, aí você enche a casa, você enche a casa com as pessoas. E para quê? Interesse pessoal para que eu vá para casa espírita me resolva o meu problema. Às vezes, até medicina não resolveu. Eu vou resolver. Depois eu saio de lá. E pronto, deixa para lá, então isso é outro problema grave, não
é? As pessoas têm que entender que o espiritismo ele é. Um, a Consolação do espiritismo não está em você se consolar, a tirar o seu, o senhor, a sua angústia, não a Consolação do espiritismo está no esclarecimento e é justamente isso. Você estudando, você vendo, você sabe por que que a gente sofre, né? Você vai lá no livro dos do seu inferno, está lá no sofrimento, em ninguém que é a perfeição do espírito. Quanto mais imperfeito espírito, mais ele sofre. Quais são nossas imperfeições?
Orgulho vai dar, tá tudo lá. Tem algum? Estuda, fica estudando. Livros romanceados eu bato muito nessa tecla porque o brasileiro ele adora a novela. Não gosta de ler? O Edson falou uma coisa muito importante lá atrás, não é? Quando lá atrás, a cultura é Oo espiritismo, sai da França, entra dentro de um país extremamente católico, extremamente emotivo, de uma tradição, digamos, Latina, né? Nós somos um povo Latino misturado, mas ainda a nossa base é Latina.
E onde você tem uma? E se você vai fazer uma literatura de estudo, magistratura com, lógico e razão, muitos acham difícil. Acho uma literatura fria, mas não esquece de ver que dentro dessa literatura, pela filosofia, dentro dessa literatura tem a consequência e todos os nossos atos. Dentro dessa literatura que são as obras de Kardec, você aprende muito mais do que você ficar vendo historinhas e indo curtir o final do livro.
Se fulano ficou com ciclano. E isso tem acontecido muito no Brasil. Infelizmente, eu acho que há no começo, lá atrás, a intenção foi boa porque ele, pessoal, deve ter visto isso e lançaram esses esses livros. Mas o pessoal, hoje, o que que aconteceu com isso? Transformar esses livros em doutrinários que não são não são livros doutrinários. E esqueceram Kardec. E aí, você tem esses problemas, você tem. Você tem médicos que ou você vai nos livros mediúnicos e você tem
todo mundo adorando. Certos médios adorando. Mesmo chegando ao ponto de, daqui a pouco vão santificar, cujas palavras deles vão ser lei e às vezes você tem até determinado mente. Falando em política, começa a falar em política e você fica puxa vida, esse cara tá falando sobre política, né? Então, assim. Você tem um problema grave hoje dentro do movimento espírita. Que só tem uma saída. Concordo com Kátia, nós somos reféns de 160 anos de adulteração.
Concordo perfeitamente com o que ela falou. E nós não só temos adulteração, não, nós temos problema de tradução também. Se você pegar os primeiros lavo guillon Ribeiro, que era russo, Tang está ao extremo. Você vê, por exemplo, a própria genes, mesmo se você pegar os genes do vilão. Ribeiro já veio outras traduções? Você já viu uma diferença, mesmo
adulterada? Chega ao ponto do melhor Ribeiro chamar Jesus de nosso senhor Jesus Cristo, que é uma expressão católica e no original está de Jesus de Nazaré. Então a gente tem que ver que nós temos um problema Sério e muito trabalho pela frente. Nós temos muito trabalho para resgatar a Kardec. E como o Marcelo falou, ele também falou, né? Está sedimentado, mas a gente
tem que ser. Marcelo e eu gosto muito de você faz, tem que ser bruto, tem que falar, sabe esse negócio de ficar dizendo que não tem Caridade? Você às vezes. Marcelo, você é mal interpretado, cara, mas tem um cara objetivo, você fala, as pessoas não gostam, mas tem que falar, gente, a gente fica nessa história à falta de Caridade, não sei o que a gente está fazendo, o que a gente está deixando AAOOAA verdade não ser exposta, né? E lá no livro espírita dizendo
os maus eles. É sim, porque os os, os bons são tímidos. Vamos deixar de ser tímido? Se vamos resgatar o espiritismo, tem que ser. Sabe, Henry, é. Eu vou chamar até o Balbo para para me socorrer aí para lembrar de 1/01/1 filme da nossa época, Balbo. Os brutos também amam, né? E também lembrar Oo célebre é revolucionário latino-americano que nós no e secar, nós endurecemos, mas não perdemos a
ternura, né? Porque isso é fundamental, a gente precisa dizer algumas verdades, mas sempre estarmos dispostos. Ao contrário de tório sempre estarmos dispostos ao debate, que seja um debate respeitoso, né? Que não seja um debate baseado no argumento AD hominem, em que você deprecia o outro, baseado nas suas próprias convicções. Então, é Cátia, o que dizer? Já que o Henry não correu, né? Da raia?
R, respondeu pra gente que é afirmativamente que todos são médios, embora alguns tenham, é mais ou menos propensão pá. Para determinados tipos de mediunidade para determinada produção mediúnica mais qualificada, não em termos de mérito pessoal, mas em função das próprias qualidades que ele apresenta no processo mediúnico. Pode-se dizer, então, Cátia, que a mediunidade é um atributo natural da humanidade, ou seja, um atributo natural dos homens dos espíritos encarnados.
Olha o Kardec, ele fala na no livro dos médiuns que muito provavelmente porque ele não fechou essa questão como uma grande maioria prega por aí, que muito provavelmente a mediunidade era parte integrante do organismo. Era material. Olha que interessante. E se for assim, então, sim, todos nós somos médicos. Só que algumas pessoas são refratar. Várias. Por quê? Porque não tem esse Germain ativo, tá ali adormecido.
Ele é médium. Ele pode até sofrer de alguma maneira algum tipo de interferências ocultas, né? Ou seja, algum tipo de relação com os espíritos, como por exemplo, o mais comum entre todas, é. A espiração quem, quem não recebe um pelo menos uma vez na
vida, uma inspiração. Seja de um encarnado, seja dos desencarnados, porque, quanto quem de nós aqui, em algum momento da vida em casa, no trabalho ou em qualquer outro local, não pensa numa pessoa e a pessoa liga ou a pessoa chega ou a pessoa dá um jeito de mandar a carta através de fumaça. Hoje em dia, através de WhatsApp, né? Quem? Quem de nós não é? Todos nós sofremos esse tipo de influência, né? Antigamente era fumaça, né? Marcelo?
Eu sou da época da fumaça. Então, nesse sentido, somos todos médios, sim. Então, nesse sentido, é um atributo natural de nós encarnados, porque os desencarnados não precisa de instrumento algum, uma vez que é natural nele, essa capacidade é expansiva através do quê? Porque quem é AOOO, vamos dizer assim, o elemento chave na mediunidade, o perispírito e uma vez que o espírito vai estar sempre dotado do seu perispírito, muito provavelmente é através dessa expansibilidade natural.
No desencarnado que ele consegue ali mandar e fazer mandar as suas mensagens. Excelente. Acho que aí já deu. OAA, estrada pavimentada para a pergunta capciosa, que eu vou fazer para o Wellington Balbo? Sim, está faltando o Balbo nessa história aí de todos os médios, né? Todos são médios, tal como é que essa história? O álbum você que já está aí, né?
É numa numa trajetória bastante relevante em relação às instituições espíritas de que participasse primeiro lá em Bauru. Agora aí Na Na boa Terra é participando de de de processos de recepção das pessoas nas casas espíritas, encaminhamento passando dos dos processos de educação e também de educação mediúnica. O que, qual é a tua reação quando alguém chega na casa espírita, né? E parece a primeira vez que ela está entrando naquela casa espírita. Ninguém conhece um olho para o outro.
Assim, há aquela figura nova, aquela se aquela pessoa é nunca foi vista aqui e aí ela chega, você vai conversar com ela e dizer assim, ó. Seguinte moço, é que me disseram que eu sou médium, me disseram que eu sou médio e que eu preciso desenvolver a minha mediunidade, né? Então, como encarar uma situação dessa? Balbo? Marcelo, eu. Eu acho que essa. Essa é a questão que as pessoas mais aparecem nas casas espíritas, nos centros espíritas é essa daí está. Olha eu falaram que eu sou MEI.
Detalhe, eu preciso trabalhar. É, geralmente eu falo, meu amigo, trabalho é toda ocupação útil. Os espíritos dizem que trabalha toda ocupação útil. Mediunidade é um trabalho mediúnico, é uma das inúmeras possibilidades que o espírito tem para desenvolver. Se. Então porque quando alguém fala para você que você é médio, que você deve trabalhar, e aí nós voltamos lá naquilo que já abordamos aqui. Você está dando AA esse indivíduo?
Uma atribuição de missionário. Olha, você veio aqui fazer uma missão. Isso é fundamental, não. A mediunidade é apenas uma das possibilidades que o espírito tem para trabalhar, para desenvolver, para melhorar, para crescer, para progredir. Então eu procuro levar. Eu procuro levar nessa linha. Eu falo calma aqui no centro espírita, tem muito trabalho, mas por que que você quer trabalhar na mediunidade? Quem te falou isso? Então eu vou estabelecendo, vou fazendo umas perguntas.
E a própria pessoa vai soltando. Ela vai falando, é como se fosse um trabalho de psicanálise, de associação livre, deixa ele falar, deixa ele falar que você vai ter acessos dos mais variados. Aí você vê que muitas vezes nem foi isso que disseram para ele. É uma projeção do próprio indivíduo. É uma vontade da própria pessoa de trabalhar na mediunidade. Ela tem isso. Ela traz essa ideia. Ela quer, porque ela vê que o médio é importante, que isso que fala muito do divaldo, que fala
muito do Chico, et cetera. Ele quer e ele quer ser igual também tem casos assim. Então o que que a gente faz a gente? Acolhe a pessoa, bate um papo, conversa, mostra o centro espírita, mostra as atividades que o centro espírita desenvolve, fala sobre as nossas reuniões de estudo, da importância de estudar e
procura. De certa maneira, desmistificar essa questão que envolve a mediunidade, colocando ela como um trabalho importante, sim, mas não o único trabalho que você pode desenvolver no centro espírita. Isso é muito comum. As pessoas chegam muito e quando elas vêm. A que alguém, algum médium, algum dirigente espírita diz que elas têm que trabalhar, que elas têm que desenvolver a mediunidade. Isso também causa uma confusão muito grande no indivíduo,
porque ele tem medo. Muitas vezes ele chega com medo, não entende o que é, não sabe como funciona o processo, não tem conhecimento nenhum. A única informação que ele tem é de que é médio e de que precisa desenvolver essa mediunidade para não sofrer, para não adoecer. E aí a coisa complica para você desconstruir isso. Só com muito diálogo, só com muita conversa e trabalhando dentro das bases. Do próprio espiritismo é diferente do indivíduo que já chega a em crise.
Já chega numa outra situação. A abordagem é completamente distinta dessa que nós damos, mas isso é muito comum. EE nós lamentamos, é uma pena mesmo. É uma pena quando chega dessa maneira para nós. Olha aí, Hein? Olha a abordagem que nós estamos fazendo para dizer que ninguém é. Tem um papel especial reservado dentro do processo de da atividade mediúnica de percy. Todos são importantes.
Não existe nenhum, nenhuma categoria de espíritos delegados pelo senhor ou pelo nosso senhor Jesus Cristo, como disse n para fazer uma tarefa especial, porque essa ideia do espírito missionário? Embora esteja na literatura de Kardec, embora esteja na classificação da das tipologias, é que caracterizam a nossa existência física e aí estamos mencionando as expiações, as provas e as missões.
Parece que o movimento espírita cultua muito essa ideia de médium como sendo um ser especial, missionário e que, por ser missionário, está quase sempre associado à ideia de estar acima do bem e do mal, do certo e do errado. E possuir, de per si uma delegação divina para a sua atividade messiânica e missionária. Nada disso corresponde ao ideário presente na filosofia
espírita. Isso é tudo uma construção do chamado movimento espírita brasileiro, partindo, como disse OM em uma de suas colocações, de uma ideia assaz religiosa, cristianizada católica, de que alguns teriam incumbências especiais em relação a outros. No processo de desenvolvimento das atividades espíritas, eu guardei agora, minha gente. Para essa parte mais quente do nosso debate, 2 perguntas, granadas, né? Porque você já jogar a pergunta
e vai explodir, né? Vamos ver o que que sobra depois dessas 2 explosões? São perguntas. Cuidadosamente selecionadas pela nossa produção e que vão
exatamente, é encontrar. Os questionamentos, as aspirações de muitas pessoas que chegam ao e secar com aquela ideia, assim ainda solidificada de um movimento igreja gis ta de um movimento baseado na religião espírita salvacionista, que é exatamente o oposto daquilo que prevê a organização da filosofia espírita a partir de Kardec. A primeira pergunta, vou fazer para o Henry, né? Nas reuniões mediúnicas, em geral, em, existem alguns condicionamentos, algumas
expressões. Algumas crenças atávica, como, por exemplo, nos trabalhos de desobsessão ou de orientação aos desencarnados, uma espécie de constância de um tratamento que seria para encaminhar os sofredores a hospitais, no plano astral e a aplicação de medicamentos fluid cose, né? Isso pertence ao universo da filosofia espírita ou isto é algo do modus operandi? Do chamado espiritismo à Brasileira. É uma característica do meio
espírita, não é? Uma prática do espiritismo de Kardec, inclusive das vezes até brinco, né? Fica como fosse, um empurrando os espíritos, né? Oo de alargador fica ali, ó, vai, passa, vem o passa, vem outra empurrando. Então assim eu participei muito, muito, mas muito real de reuniões mediúnicas e eu tomava cuidado de não materializar o mundo espiritual porque vem um espírito que está é não só obsessores, mas às vezes até em
sofrimento. Estão sofrendo por causa de ilusão, estão sofrendo porque estão apegados a matéria e você pega esse espírito e fala assim, ó. Vou dar uma sopinha, vou dar uma aguinha pra você. Não sei o que você está contribuindo para isso. Ilusão Kardec deixa nos ensina muito claramente e eu cito isso bastante na comunicação do do bar do Baltazar, que está na revista espírita. Um espírito interessantíssimo pra gente estudar que ele sentia fome.
Eu inclusive peguei vários na reunião mediúnica que estava desse jeito e eu explicava, ó você, você está com a ilusão, você tem ilusão? Eu exatamente, usando o exemplo de Kardec, Kardec, através da evocação ele fazia. Então, o espírito próprio, espírito, ele chegasse a essa conclusão e a gente tem várias coisas dentro de uma reunião mediúnica, que não é só isso. Nós temos também muito de teosofia, muito de de de de chácaras e ar.
Vou dar um passo aqui no médio. No chacra também existe chácara Na Na codificação, então tem uma salada de de de, de, de confusão, né? Enorme, principalmente que eu já vi bastante o médico falar. Vamos receber agora o chefe de uma legião trevosa. Você vai lá no seu inferno, você vê que cada é combate isso combate o céu, inferno, demônio, Satanás. Então espírito quando fica falando que existe chefe de de, de, de, de legiões, isso é um.
Essas são os demônios e os obsessores não são demônios. Os obsessores são espíritos que estão ainda lutando para se melhorar e vão se melhorar. Todos nós. O destino é a perfeição e uns tem precisam de ajuda e se você pegar esses espíritos que estão, ainda é. Muito ainda é apegados a matéria, muitos ainda com vingança, com sentimento, e aí contribui mais ainda para que esses espíritos fique assim. Votação, você está sendo.
É muito, muito equivocado. E aí nós estamos espírita toda no exemplo, sobre isso, sobre espíritos que e careca é bem Claro quando diz que os espíritos inferiores são os que mais nos ensina, né? Aí você tem também vários exemplos no seu inferno, a segunda parte você tem também o grupo curador de marmande que está lá. E que foi quando começou a estudar AO caso da senhorita Julie em 63 que cadê aqui ó, espera aí. Eu pensava que não tinha possessão, mas tem sim.
Então eu tenho visto muita gente no meio espírita, até palestrante falar que só tem 3 tipos de obsessão. Nunca leram a gênese, nunca leram a revista espírita que diz, cadê? Aqui uma agência define a concessão, então a gente tem que é é compreender que esse jargões são religiosos, esses jargões ainda trazem atavismos religiosos, né? Se, aliás, atavismo,
sincretismo. Você tem ainda um médio ainda pensando no céu e que é um Brown inferno que a colônia espiritual obsessor ele transforma em demônio e Satanás, e isso cria um no próprio médio em si. Um problema Sério, porque ela acha, falou uma coisa muito interessante para que nós falássemos falar para que nós, espíritos, falamos bem sobre a
matemática. É interessante que o médico tenha conhecimento de matemática, porque são os pensamentos e se eu for lá nesse médio e ele não tem conhecimento de matemática, vai ter muito problema. Eu vou ter muita dificuldade para exposto a mensal. É gente pelo pensamento, então é isso que a gente tem que ver muito médio ainda com a com com o pensamento religioso alimentado por esses esses livros mediúnicos.
Onde você tem é ainda muito a culpa em cima, dizendo que existe carma, você dizendo que você está pagando coisas de vidas passadas, que é totalmente contrário a reencarnação, a reencarnação pelo espiritismo. A oportunidade não é castigo, então tudo isso na cabeça do médio. E ele vai para lá assim, nunca às vezes acontece.
Aconteceu comigo. Um grupo mediúnico nunca estudou num dos livros dos médios e eu lutei para que o grupo estudasse e a direção da casa virou para mim e falou assim, não se livra muito científico, né? A partir da não, não é mediano, caiu. Aí, aquilo que vocês falaram no começo, aqueles que estudam que vão com boa vontade nos grupos mediúnicos, nos grupos da casa espírita, são convidados a sair ou a eles próprios. Se expulsarem, né?
É. É complicado, mas a gente tem que trabalhar e tem que seguir em frente. E não se importar com isso, a gente tem que tentar mostrar o caminho certo, mesmo que a gente leva pedrada nas costas, que a gente leva um montão de coisa. Aí tem que continuar, filho. Muito bem, vou chamar a Kátia e vou aqui evocar a presença de um dos maiores comunicadores que esse país já teve, que foi Clodovil Hernandes, né? Estilista é comunicador depois deputado federal Kátia, olha aqui pra lente da verdade,
responde pra gente. Então quer dizer que não tem hospital no mundo espiritual? Não tem sopinha. Fluídica não tem medicamento fluídico não tem bônus, hora, não tem nada disso. Não como o entendeis, né? Porque olha, se a gente pegar as 12 revistas, eu não vou nem citar as outras pós morte do Kardec que sofreu ali uma salada. A missa é às 2 revistas. Os livros principalmente o céu, inferno que Oo. Henrique citou, não é falado absolutamente nada de mundo.
Material espiritual não existe neste molde. O que existe é as pessoas desencarnam aqui aqui, permanece vivenciando sob outra. Ué, vamos dizer assim, óptica? Um mundo criado pela mente e pela incapacidade de se desfazer da materialidade. Então ele sofre, ele fica vivenciando e achando que ele está no mundo espiritual, onde tem ali um hospital, uma escola, uma igreja, uma casa, o que na verdade nada mais é do que o que ele está vivenciando aqui com os
encarnados, sem se dar conta. Porque é a necessidade desse espírito, porque é a capacidade limitada que esse espírito tem. Então ele continua, mas achando que. E aí existem uns pseudos sábios que são aqueles espíritos que já entendi a sua condição, mas. Ainda municiado. Do orgulho, da vaidade, do desejo de manter o poder sobre pessoas passam a ideia a é ficcionada de um entendimento de
uma ilusão ou de uma vontade. Não passa de uma vontade de querer ter, de querer ser, de querer aparecer. A gente, se a gente pegar o livro dos médiuns, você vai observar que pouco se trata do da, do mundo dos espíritos. Se trata dos espíritos, se relacionando com os encarnados. Então, tudo o que ali é falado é dito sobre a ótica do in, desencanado para o encarnado. Então, o livro é um tratado para os médiuns. Como lidar com os desencarnados
que estão? Aqui, lado a lado conosco, pode reparar, se você estudar a fundo o livro dos médiuns, ele trata justamente desses espíritos tête-à-tête, desses que precisam ainda dessa, a desse auxílio, dessa ajuda porque estão perdidos, ilusoriamente no mundo criado por eles mesmos e, inclusive, Kardec na gênese fala que tudo o que é criado pelo espírito, através do seu perispírito, é criado.
No perispírito, e não fora dele. Então, pô, como é que o cara consegue criar uma cidade e manter essa cidade? Haja perispírito não, gente, não é possível, isso é fantasia. Isso Nou existe. É só no nome, é que existe. É só esse criação de lamente. Pois é, o Quevedo já dizia isso, só que nós não entendemos a mensagem do Quevedo, né? E isso que não existe, está dentro do espiritismo. Como as teorias alienígenas e sobre isso, Balbo vem a outra
Granada, né? Uma já estourou, tem uns estilhaços por aí ainda fazendo efeito, agora vem a outra. O que dizer de certas teorias e práticas vigentes no chamado meio espírita brasileiro? E que tem ênfase na explicação de espíritos ovóides seres deformador dos demônios.
Senhores das trevas, ou então, aí é coisa mais recente, é mais hay tech, é mais da era tecnológica, chips que são implantados no corpo físico ou no corpo perispiritual dos encarnados para o processo de dominação e até mesmo de adoecimento. Como educar os médios para evitar que essas teorias? Essas crendices para mediúnicas ou para espíritas estejam tão em evidência no nosso meio Wellington. Bom, então são um problema muito
Sério, não é? Tem todas essas situações e agora é, já que você está falando de novidade e o pessoal chega para mim perguntando com muito medo, então vai haver um expurgo da Terra? Nós vamos morar em tal planeta, tem um tal de planeta cairão kiron não sei o nome aí que tá todo mundo me perguntando no centro espírita, então nós vamos para esse planeta, aqueles que não se melhorarem e coloca chip
daqui, ovóide lá na realidade. Que são invencionices que não tem nenhuma base na literatura de Kardec, não tem nenhuma base espírita, são invencionices e que acabam pegando as pessoas pelo medo. O medo é um elemento de. De que estão me ouvindo, pessoal? Estou vendo que todo mundo saiu aí. Será que eu caí? Estão ouvindo? O medo é um elemento de dominação, é você domina as pessoas com medo. Quando você quer mantê-la próxima, quando você quer AA controlá-las, você estabelece o
medo. Como que você estabelece o medo inventando essas questões? Então você fala de ovóide, você fala de planeta, chupão, você fala de desses outros novos planetas? Você inventa uma série de histórias e acaba pegando essas pessoas a pelo medo e o medo. A gente sabe que nunca liberta o medo. Ao contrário, ele aprisiona. Como é que a gente lida com isso? Estudando Kardec, estudando de fato, Kardec há um tempo atrás, já que nós estávamos falando
agora recentemente, de reunião mediúnica. 111, método interessante para a gente a trabalhar. Mediunicamente é pegar as comunicações da revista espírita, as evocações que Kardec fazia ou até as comunicações espontâneas. As perguntas que Kardec elaborando para os espíritos, bom, você tem ali um material de estudo muito grande. Eu já propôs a diversos centros espíritas de nós pegarmos, é é acertarmos todo esse material,
estudarmos a fundo. As perguntas que Kardec fazia, como ele conduzia o processo de troca de idéias com os desencarnados? Nenhum centro espírita que eu propôs essa ideia aceitou isso. Quis que nós trabalhássemos dessa maneira. Eu acho que seria muito
interessante. Você tem, então a parte teórica ali em um livro dos médiuns, Kardec fala sobre as perguntas que você pode e deve fazer para os espíritos, e você tem a parte prática que Kardec traz na revista espírita, nas evocações que ele realizava, então seria muito interessante estudarmos isso, mas ninguém quer como ninguém quer de fato estudar profundamente Kardec, porque a cada momento que você lê a obra de Kardec, você tem uma ideia diferente, você vai mudando, vai
amadurecendo e vai enxergando. Pontos, questões que você não tinha visto antes. Então como você não tem essa propensão para estudar de maneira profunda a obra de Kardec, você tem essas teorias, essas invencionices que pegam a pessoa pelo medo. Você se lembra do que aconteceu em 2012, meus amigo? Quem frequentava o centro espírita naquela época sabe da confusão do fim do mundo, que
foi, quantas pessoas? Eu não recebi no centro espírita que chegavam apavoradas, com medo, porque o mundo iria acabar em 2012 por conta daquela. Tão lembrado desse tempo, né? 2012, então, vejam, as Ideas chegam, são modinhas, mas elas vão embora. Como que a gente combate? Eee desinformação a gente combate desinformação com informação de qualidade, informação de qualidade. A gente vai colher nas obras de Allan Kardec. E é por aí, não vejo outro caminho.
Importante essa colocação. Nosso r teve problemas técnicos, falta de energia elétrica lá no Recife, mas assim que ele restabelecer essa condição, ele retorna para o nosso debate. Vamos para mais uma questão. Então é. Nós sabemos que Kardec é elenca em o livro dos médiuns, sobretudo é 2 categorias de intercâmbio mediúnico, né?
Uma delas é baseada na evocação, tanto que Kardec usa uma expressão muito curiosa que até hoje é motivo de de jocosidade, quando Kardec, diz assim, evocar se uma Pedra e ela te responderá. Né?
Para dar importância do processo de comunicação espiritual através da iniciativa do encarnado, do médium, do condutor do trabalho mediúnico e, ao lado disso, Kardec também enaltecia a importância das chamadas comunicações espontâneas, que são aquelas que são recepcionadas sem essa via da evocação, sem é a iniciativa de chamar determinados espíritos. É para a participar. Daquela reunião daquele trabalho.
Então, como encarar? Kátia é o comportamento usual do movimento espírita brasileiro, que abandonou por completo, não é assim, deixou em segundo plano, não abandonou a ideia da evocação e ficou apenas restrito em metade do processo de educação e de orientação mediúnica para as chamadas comunicações espontâneas. Como trabalhar essa questão e incentivar os grupos? Que sobretudo os dirigentes de grupos mediúnicos para um retorno ao recomeço.
Como vocês disseram, tudo, muito particularmente ao método de Kardec, praticando mais e mais a evocação. Olha, é muito importante essa observação. Você fez, Marcelo, porque é, nós estacionamos mais de 100 anos na condição de meros. Praticantes passivos se é que é possível, é essas 2 condições, né? É você praticante, ser passivo, meu Deus, o espírito está, consegue, tá de parabéns, mas é isso. Infelizmente, por conta desse medo que foi posto por uma
questão óbvia. Que é de deter o poder de com de, de ter o mandato, de exercer OOA ordem sobre todos. É, caímos nessa mesmice e ainda demos vazão para um espírito mediano metido a superior. É vir com a mensagem e passar dizendo que é, não se deve evocar. É lógico que se tinha um plano, se é que. Diante de tantas alterações obtidas até mesmo nos livros de Chico Xavier. Eu passo a duvidar que tenha sido o próprio espírito que tenha escrito isso.
Porque este livro, que inclusive foi citado o consolador? Ele foi muito mexido. E sendo assim, eu não me não me sinto segura em dizer que foi o Emanuel quem escreveu que não se deve consolar, eu tenho dúvidas, eu coloco em xeque tudo o que está ali naquele conteúdo porque, porque não condiz com o Kardec, o próprio Emanoel falou, olha, se eu falar alguma besteira, fica com Kardec. Ele vai fala uma besteira desse tamanho. Sendo que o carro chefe da pesquisa no espiritismo é a evocação?
Foi através de evocações que o Kardec tirou dúvidas é, fez comparações, colocou espírito no seu devido lugar e desenvolveu e conseguisse é conseguiu seguir além do que ele é, se propôs a fazer. Então, veja, nós é temos por hábito sermos passivos, delegar Oh, você faz aí está tudo certo. Nós precisamos deixar. É de sermos acomodar. Esse é o primeiro ponto. Não se faz da noite pro dia 160 anos de estragos. A gente vai ter muito que trabalhar. Eu vi aí na, nas conversas, acho
que no face. Uma pergunta, será que nós vamos ver nessa encarnação esse novo período que se avizinha ou que seja a possibilidade? Eu acho que não, mas nós já podemos começar a trabalhar a quebra dessa parede que foi construída na nos métodos de trabalho do espiritismo. O retorno das pesquisas, nós precisamos de livres como esta, batendo nesse ponto de olha, nós precisamos voltar a evocar. Nós precisamos voltar a fazer as as reuniões mediúnicas de
experimentação. Nós precisamos dar vazão para os espíritos, trazerem o que é de o que há de novidade. Poxa, avançamos tanto tecnologicamente. Será que não há um espírito para dizer? Olha, nós podemos usar outro método juntamente com essa tecnologia que aí está e precisamos que vocês façam isso. Isso será que não está faltando isso? Nas reuniões, para que isso possa acontecer, será que não está faltando? É. É um trabalho árduo em conjunto em vários, olha, por exemplo, e
secar por dia é ser o centro. De vários grupinhos mediúnicos de estudos e pesquisas mediúnicas. Para que vocês já estão fazendo, né? São é relatos e mensagens que vocês recebem e vocês passam AA para a análise de muitas pessoas de algumas, pelo menos. Então nós precisamos fazer isso de forma mais.
É oficial para que a gente possa dar de fato o estar-te começou se lá. Com o entendimento, é observação das alterações, mas agora a gente não precisa ficar nessa tecla daqui para frente, nós precisamos andar, então quem sabe? A construção de pequenos grupos para que haja um estudo para que haja o treino, para que haja pesquisa. De fato, a evocação me parece ainda 11 necessidade adormecida. Temos que acordá-la para que a
gente possa dar um passo além. É, eu tenho percebido, e aí eu vou puxar o álbum para essa conversa. Eu tenho percebido alguns grupos, é isolados nessas mídias sociais. Inclusive, alguns já entraram em contato com esse CK. Nós fizemos um intercâmbio, fizemos uma troca de idéias, inclusive através de um evento como esse virtual, mas fechado. É no sentido de que estão experimentando novamente a evocação, Balbo.
E aí é, tem recebido uma quantidade razoável de comunicações, mas o que me parece ainda faltar é o exame crítico. É o exame de lógica racional, é o exame de fidedignidade aos princípios. Inclusive vocês devem ter visto no ano retrasado. É no momento que estava surgindo a pandemia. É um grupo divulgando nas mídias sociais o novo livro dos espíritos, né? Isso aí repercutiu bastante nas mídias espíritas é, e o grupo já publicando, né?
Essa obra é. Dando a entender que seria uma continuidade do livro dos espíritos, de Allan Kardec. Pelo que nos consta, é essas produções é mesmo baseadas ou lastreadas na evocação, não tem obedecido ao critério que foi estabelecido por Kardec. Nós sempre fazemos é a ressalva de que não é que nós vamos utilizar somente o que Kardec realizou, né? Nós já teríamos condições de ampliar o pensamento de Kardec. Se estivéssemos realmente é, seguindo as diretrizes, as balizas.
Estabelecidas pelos espíritos superiores nas chamadas obras da codificação. Como não o fizemos, não é? É o que que acontece, não há o crivo de exame lógico, racional e de concordância dos ensinos dos espíritos. E veja como é curioso, Balbo, que agora nós temos um duplo momento desse exame de concordância. Nós temos que fazer as mensagens atuais concordarem entre si.
Neste momento, nesse lapso temporal que nós estamos vivendo século 21 2022, mas temos que também fazer o cotejo dessas informações surgidas hoje com a base fundamental. Se nós esquecemos esse segundo elemento, nós estaremos trazendo como de circulando Pires, novidades, crenças, alienígenas, teorias alienígenas para incorporá-las ao chamado espiritismo, como espírito de sistema e o espiritismo, jamais.
Pretendeu ter um espírito de sistema, ele sugere algumas diretrizes, mas não estabelece nem nas comunicações recebidas. Selecionadas por Kardec, o condão de verdade absoluta, mas não estabelecer essa essa condição de verdade absoluta não significa abandonar de per si tudo aquilo, toda aquela produção para adotar algo novo que não seja minimamente coerente. É isso mesmo.
Marcelo Oo, grupo que você citou aí é você foi no ponto chave, está a grande questão, nem é a evocação em si, porque parece que já há algum movimento em torno disso. O que é bom? Com a boa, Kátia esgotou o tema está é? Quando ela falou que a evocação é o carro chefe é sensacional. Ela esgotou o tempo. A grande questão, Marcelo, que você trouxe aí tão bem? É análise crítica. Porque é essa análise crítica,
ela mexe com a questão moral. Você vai tocar no que o indivíduo escreveu, você é complicado. Ser humano é um troço doido, viu? E você vai tocar isso daí? É um problema. O grupo em questão, eu conheço o grupo. Está é, eles são um pouco refratários a qualquer tipo de análise crítica. Então. Então não adiantou nada. Você é. É você faz o trabalho, o trabalho. Ele precisa ser criticado, o trabalho ele precisa ser analisado. A gente tem que analisar.
Se a ideia é realmente fazer com que a doutrina espírita ande com que ela avance com que ela ande ao lado do século 21. Não é de tudo aquilo que a gente já está é é descobrindo já está, desvendando ora, eu preciso ter essa análise crítica. O ponto da concordância dos espíritos é essa análise crítica. Ela ganha mais importância ainda porque o ponto da concordância dos espíritos. Hoje, a informação, ela circula de uma maneira muito mais
rápida. Não é igual na época de Kardec, em que o Kardec conseguia é consultar 111 espírito depois consultar outros em que ambos soubessem. Do tema que seria tratado hoje, essa questão fica um pouco mais delicada por conta da informação que circula de maneira muito rápida. Então aí é que entra esse critério que você também citou da análise crítica. Então vamos trabalhar com a evocação, devemos trabalhar com evocação, mas a gente vai apertar cada vez mais esse laço
do critério. A gente precisa ter um critério muito grande para poder. Um filtro bem filtro, bem firme. Para poder, é? Para poder aceitar aquele tipo de mensagem, eu gosto muito da ideia da caixa de possibilidades. Caixa de possibilidades. A gente coloca lá e deixa a ideia. A ideia vai maturando, a gente vai analisando, a gente vai ponderando em torno daquela ideia. Depois, o próprio tempo a traz essa possibilidade de confirmar
ou de rejeitar. Aquela ideia, mas Eu Acredito que o ponto central é essa análise crítica, e aí eu pergunto para todos nós, nós estamos dispostos a passar por um crivo a fazer com que os nossos pares analisem aquela pesquisa que a gente está realizando? Aquela mensagem que veio por meio da nossa mediunidade, aquela mensagem que veio por meio do nosso grupo? Eis aí o grande ponto para a gente refletir.
Muito bem colocado, é, parece que muitos espíritas estudiosos repetem como mantra a necessidade da evocação, mas não estabelecem as premissas da resultant Sea desse processo de vocação que é justamente esse essa tecla que nós estamos apertando seguidamente que é submeter. O que, se for obtido pela via mediúnica a um mínimo exame e sem a. AA questão que pode ser encarada como é. Mais difícil sem a preocupação de termos em algumas circunstâncias que descartar se
não o todo. Mas a grande parte das comunicações que forem obtidas, né? Kardec não tinha nenhuma parcimônia em relação a isso, né? Não, não causava nenhum tipo de melindre, é ele na questão da evocação que ele fazia na sociedade parisiense de estudos espíritas ter que jogar fora, né? Ter que descartar um grande número de comunicações. Ele não tinha preocupação
nenhuma com isso. É, e fazia com que os médicos mais próximos também não tivessem o melindre de ter a sua mediunidade contestada, porque, na verdade, não é uma contestação do processo mediúnico, e sim da natureza do espírito comunicante. Se alguém teria que ficar melindrado, é o desencarnado e não usar nada que está servindo de Medianeira. Tem um outro ponto, só que eu gostaria de de abordar aqui de maneira bem superficial, mas a essa crítica também é. Ela deve ser uma crítica feita
não AD hominem, AD espírito, né? Porque a gente pode também não gostar do espírito e criticá-la, então ela tem que ser uma critica muito bem embasada e uma crítica feita em bases educadas e fraternas. Por que que eu estou dizendo isso? Porque muitos médiuns já chegaram pra conversar comigo e disseram o seguinte, poxa vida, o ele, a gente está tão suscetível às críticas que nós
fica. Temos até com medo de estabelecer um contato com este ou com aquele espírito para não tomar algumas pancadas, porque a gente pode tomar. Esse é um ponto em um outro amigo meu. Médium, vamos colocar uma aspas aí, famoso aí no movimento. Ele me disse, poxa vida, Wellington, vocês estão fazendo bullying mediúnico. Eu falei, ninguém está fazendo bullying mediúnico não. A gente só está fazendo uma
análise das mensagens. É por isso que até essa análise ela tem que ser também uma análise bem embasada, com critérios, com argumentos sólidos e feita de forma educada. Sem querer atacar o médium sem querer a transformar o médium também alguém assim. Absurdamente desonesto e por aí vai. Tem que ser uma coisa muito bem, muito bem embasada, para que surta efeito. Para que tenha um efeito
positivo. Muito oportuna essa colocação sua não é então e novamente, nós voltamos no problema crônico do espiritismo brasileiro, que é o medo, né? É o medo, o medo, o medo e o medo. É aquela questão, vai ficando cada vez mais incidente repetitiva. Temos medo dos espíritos, temos medo da crítica, temos medo do exercício mediúnico, temos medo da obsessão, temos medo da convivência e só temos medo, não o espiritismo nos oferece. O antídoto para todos esses
medos e a gente? Nós estamos chegando a 2 horas da nossa live, uma live muito rica. É uma pena que o Henry continue com problemas técnicos. Segundo está nos informando aqui pelo celular, mas contribuiu de alguma forma para a formação desse pensamento coletivo que nós fizemos nessa live e nós vamos então partir para as considerações finais dos nossos convidados, começando Por Ela. Olá, Cátia, toda sua. Ai, foi um prazer inenarrável. Foi, foi bom para matar a saudade.
É com relação à doutrina dos espíritos. Há muito ainda que é muito arroz e feijão pra se comer, principalmente no quesito. É pesquisas. A gente precisa retomar isso o mais breve possível, não achar que está tudo pronto e acabado. Não foi essa a ideia do Kardec e não e não acredito. O Marcelo. A luz piscou aqui, não acredito que seja medo por então somente.
Eu Acredito que ainda seja os grandes bambambãs que querem se manter nesse marasmo, porque está confortável, é sair desse cômodo, é muito, dá muito trabalho e as pessoas não querem ter trabalho. Essa é a minha opinião. OK, beijão pra todo mundo, pra todo mundo. Foi um prazer, muito bom rever aos os amigos aqui e até a próxima legal. Fica lá na salinha do chá que nós já vamos. Partir para o nosso
encerramento. É isso aí, a gente não quer só comida, como coloca o nosso companheiro Hamilton Rodrigues é, a gente quer também diversão e arte, como disseram os Titãs. É Wellington, comida, diversão e arte com você. Bom Marcelo, obrigado pelo convite. Obrigado aos amigos do SKK. Tchau Henry. Todos que estiveram conosco. Um beijo aí para todos do SEK. Foi um prazer estar aqui nessa noite de hoje, 2 horas de live passou rápido, foi bom, foi um bom bate-papo até a próxima.
Valeu, querido. Agradecemos também a tua presença. Espera um pouquinho lá na sala de chá que nós já vamos partir para o encerramento. Minha gente. Foi uma live riquíssima e evidentemente eu vou usar aqui o meu bordão conhecido não foi nem a metade das perguntas que a nossa produção trabalhou durante toda essa semana na preparação de mais um embalo de sábado à noite. Aqui não é secar, pedimos a você que esteve conosco. Que possa difundir essa nossa
live. Já em seguida, ela vai estar disponível no nosso canal do ex, secar no YouTube e você pode compartilhar com os seus amigos, com os seus companheiros de jornada de instituição espírita para que a gente possa continuar sem a pretensão de dizer a última palavra, nenhuma verdade, debatendo com seriedade, com espírito kr desse ano, as principais questões do nosso tempo.
Agradecemos a sua presença, a sua participação, seu carinho e como diria o saudoso fiores de liotti, um dos maiores narradores esportivos que esse país já conheceu. Fecham-se as cortinas e termina o espetáculo até daqui a 15 dias. Tchau.
