Salve, salve, secando ccq Ana há está vendo? Essa é uma live pra lá de especial. Estamos nós aqui com os óculos de John e o olhar de Paul como cantor. Engenheiros do Havaí, o papa é pop para essa live especialíssima desta noite. Desses, embalou de sábado à noite do ECK. Muito bom ter a sua presença, a sua audiência ao vivo conosco. Quem sabe faz ao vivo, ou então depois.
Na gravação dessa live, onde você poderá acompanhar o rever todos os detalhes desse nosso trabalho especial dessa noite de sábado. Com a roupa encharcada e a alma repleta de chão. Todo artista tem de ir aonde o povo está, se foi assim. A sincera. Cantando me disfarço e não me canso de viver nem de cantar, pois é, nos bailes da vida Fernando Brant e Milton Nascimento abrem esta nossa apresentação musical doutrinária
da noite de hoje. A live do ECK, que tem como tema música para o espírito e para os seres vivos, pois é, o que será que temos a dizer a respeito da música? A música da Terra lembra um pouco a música espiritual, a música que ouvem os espíritos na erraticidade será a mesma que nós ouvimos aqui na Terra. Qual é a simbiose, a relação que se trava entre os vivos e os mortos, entre os encarnados e os
desencarnados? Em termos de arte, em termos de musicalidade, em termos de espiritualidade, espero que você possa nos acompanhar. E gostar muito do nosso trabalho. Na noite de hoje, então, sem mais delongas, vamos montar a nossa bancada desta live especial, trazendo em primeira mão a nossa Débora Nogueira, bem-vinda Débora. Boa noite. Boa noite a todos. É uma honra estar aqui junto com os músicos, tudo e vamos falar sobre uma coisa maravilhosa e
que o, na minha opinião ainda. Precisa ser mais bem trabalhada nas casas espíritas, que é a música, sabe? É muito silêncio, silêncio, mas a música nos eleva e muitas vezes faz com que a gente saia desse lugar comum, então. Vamos falar sobre isso. Tá aí o recadinho inicial da Débora, falar de música, fazer música, curtir música. Para termos um ambiente sim, bastante espiritualizado.
A Débora é publicitária, atuou como bancária e é atriz formada pela escola de arte dramática da Universidade de São Paulo USP, atuou em grupo espírita junto ao presídio feminino, no complexo penitenciário do Carandiru, por 4 anos. É expositora e coordenadora do grupo de teatro do centro espírita irmão XE. É membro do conselho de gestão do espiritismo com Kardec. OECK, muito bom estar com você
mais uma vez, Débora. Agradecemos o convite carinhoso, o aceite do nosso convite para estar nessa bancada especial de novo dessa noite. Vamos chamar. Agradeço. O segundo debatedor, que é Ricardo sardinha em vindo sardinha boa noite, Marcelinho. Boa noite Débora. Boa noite a todos tirar se encontra aqui que Alegria falar sobre o meu assunto predileto. É, eu não vivo sem música na minha vida, é muito bom estar com vocês. Vinha, inclusive, abrilhantou o
nosso segundo encontro. O segundo fórum do livre pensar, do ECK presencial, porque nós fizemos 2 presenciais na cidade de São Paulo, depois, em razão da pandemia, tivemos que nos adaptar e fazermos mais 2 fóruns virtuais e, quem sabe? Em janeiro do ano que vem, estejamos nós juntos novamente em mais um encontro presencial ainda, a dinâmica desse ECA não decidiu se fará um presencial, outro virtual, mas estamos. A expectativa, quem sabe possamos nos rever e conhecer
novos companheiros. No encontro em São Paulo, o Ricardo sardinha é analista de sistemas. Atualmente aposentado, coordena o grupo espírita casa do caminho, área musical do ICKE. Também é membro do conselho de gestão do ECK. Bem-vindo sardinha. Também a nossa gratidão pelo aceite para termos aqui a nossa bancada completa com um convidado especial que também já
é de casa. O nosso Evandro oliva, venha, Evandro. Oi, querido, que bom, que honra, eu estou até com medo aqui, porque assim eu sou muito admirador de vocês todos, e nunca me imaginei sendo aí entrevistado para a gente papear aqui. Então assim, olha, obrigado de coração, grande prazer, uma grande honra. E eu tenho certeza que hoje nós vamos falar muita coisa boa sobre essa nossa paixão, a música. Obrigado, querido. Legal, Evandro, nós é que ficamos honrados com o aceite do
nosso convite. Estávamos com essa carta na Manga. Algum tempo já havíamos namorando e esse namoro foi evoluindo, virou noivado e agora já é casamento. Vamos apresentar o Evandro. Ele é cantor vocalmente versátil, contratenor e tenor, é músico, é regente, é escritor, é compositor, é arranjador e diretor musical. Ufa. Pós graduado em educação e ciências da computação, tornou-se espírita há mais de 20 anos.
Já tem uma estradinha aí, né? Foi diretor do departamento de artes da união das sociedades espíritas do estado de São Paulo, distrital de Rio Preto criou e região um movimento coral espírita que transferiu conhecimentos técnicos e musicais a regente. Se cantores das casas espíritas atua ativamente no geol, que é o grupo espírita orvalho de luz.
Em Rio Preto e criou o nosso parceiro, o canal espiritismo qu est, que mantém estudos de todas as obras fundamentais da doutrina espírita com programas diários, canal que é então parceiro do e secar na Transmissão e na reprodução das nossas livres. Compõem a equipe técnica de produção audiovisual do ECK, sendo editor responsável pelos canais de áudio do grupo em diversas plataformas.
E é. Como Ricardo, como Débora, como eu. Como o pessoal que está na técnica hoje, o Neco, a Cláudia, a Júlia e o nosso decano Nelson, membro do conselho de gestão do ECK, então está apresentada a moçada. Vocês podem jogar ovos, tomates e o que quiserem. Nós vamos começar com a nossa.
Discussão nosso debate saudável da noite, tratando da música para os espíritos e para os seres vivos, vão abrir o nosso trabalho referenciando o nosso querido professor francês e Poli t rivail, também conhecido como Allan Kardec. Na revista espírita reviews spirite, de 1864, fascículo de setembro, Kardec anota a música comovi as fímbrias entorpecidas da sensibilidade e as predispõem a receber as impressões Moraes. Olha aí a estrada sendo pavimentada para a nossa
conversa da noite de hoje. Vamos começar então com o nosso convidado, perguntando a ele o que é a música para o espírito? Evandro, o que significa ou simboliza a música para A Entidade espiritual? Olha, Marcelo, é. Tem muitas definições. Se a gente vai buscar na própria doutrina espírita, né? Do próprio Kardec, tem obras póstumas na revista espírita, especialmente, este livrinho aqui ó, quem não conhece sumiu no meu croma, mas é o espiritismo na arte. Que é uma coletânea, se eu não
me engano, de 10, é artigos, né? Que Leon, deni publicou mais ou menos em 1900. A música é, em alguns trechos, os espíritos nos revelam que é a linguagem universal dos espíritos, ou seja. É algo que a gente não consegue compreender, compreender direito, mas que a nossa evolução, além da gente conseguir, né? No mundo espiritual, se comunicar nem precisa pela palavra, pelo pensamento. Mas a música é o passo além. É dessa comunicação a música. Eu costumo chamar, que é 11,
ponta de lança. Não é que ela abre o nosso coração, abre o nosso espírito. É para que outras coisas entrem, né? Tanto boas quanto ruins, mas ela nos deixa nos primeiros 15 segundos, quando ouvimos, é completamente vulnerável. Talvez a mensagem, ou seja, a energia que ela nos trouxer, então é para o espírito. Essa essa definição mais interessante que eu vi é quando é nós não precisarmos mais da linguagem falada ou do pensamento, né? É em forma de de de sei lá, de
de construção, de palavras. AA música vai fazer este papel. É algo que eu mesmo, como músico, não consigo sequer imaginar como será. É isso tão maravilhoso, né? Os espíritos sempre nos falam que AA música terrena é uma música, uma pallida ideia do que é a música no mundo espiritual que tem, além de som, tem cor, tem sabor, é uma infinidade de coisas e que. É muito mais profundo do que a gente é, possa imaginar. Muito bom.
Olha aí a bola está rolando. Vamos ver se vamos sair muitos gols aqui hoje, nessa nossa conversa sobre música, Deborah, debinha. Para os íntimos, essa ideia que o Evandro acabou de desenhar essa essa simbologia em relação a nossa impressão espiritual, a respeito da música. Na sua opinião, seria um veículo importante para a manifestação da mediunidade, tanto por parte de nós que estamos aqui?
E precisamos do fenômeno mediúnico quanto daqueles que estão desencarnados e saudosos da vida física entram em sintonia em contato conosco. As com certeza isso acontece. Principalmente porque os que estão aqui e os que estão do lado de lá podem entrar na mesma sintonia. É muitos compositores, principalmente o que eu lembro agora. Dos clássicos, eles ouviam
vozes. Eles tinham problemas seríssimos de melancolia e uma angústia que provavelmente era uma manifestação da mediunidade de cada um. EAAA Extrema sensibilidade, por exemplo, schuma começou a ouvir vozes já quase no final da vida. Então é. Muitos passaram por esse problema, então é se você consegue uma sintonia de vibração para quem está encarnado e desencarnado. Com certeza vai haver uma união. E uma facilidade de comunicação de cada um.
Certo, então AA, é porque assim, por exemplo, quando você ouve uma música que você gosta, como o Evandro falou. Parece que o teu corpo todo vibra, sabe? Não é uma coisa que é só ouvir. Aquilo bate No No seu corpo, assim como eu imagino que seja com um espírito. Porque como ele não tem os olhos materiais, ele sente a música. E todos? É em todos os sentidos, vamos dizer assim, né? Em para qualquer lado, então isso é muito importante e. Penso eu, volto a dizer.
Que a música deveria ser mais bem colocada numa casa espírita, justamente para obter essa sintonia. Marcelo sabe porque muitas vezes você entra, fica aquela coisa, ai o silêncio e tal, o silêncio. Mas é, por exemplo, uma música naquela hora, naquele momento, certo? É como a música no teatro. Você fala? Nossa, essa cena sabe? Aconteceu, né? Então. É, é isso, com certeza, muita sintonia. Muito bom, muito bom.
Ricardo tem uma expressão que eu gosto muito, que tenha Aparecido aí com frequência nos meios midiáticos, que é a ideia é do arco e da flecha. Você poderia concordar com essa expressão associada à ideia da música, ou seja, a música é ao mesmo tempo, Oo arco e a flecha para o espírito. Rita pergunta. Bom, não sei. Tem que pensar nesse negócio do arco da flecha aí no caso do, o que que seria essa? Essa, essa analogia nessa metáfora do arco e da flecha, né?
Porque eu já eu usava muito a futebol, né Marcel? Era o arqueiro, era o ele o Romário antigamente, né? Você tinha um arco e a flecha. No caso do do do espírito, não é do quanto a música pode atingir o espírito e quanto o espírito pode nos também nos intuir com relação a. A música. Ela. Ela é uma ferramenta, é um elemento que ela tem um poder de transcender a nossa racionalidade. Então, eu, por exemplo, participava de reuniões
mediúnicas, pessoal. Talvez achasse que eu fosse meio maluco, mas eu ia para ganhar o mediúnica. Como eu era a pessoa que conversava com os espíritos, eu ficava com o violão do meu lado. Certo, e tem horas que você sabe que o espírito às vezes ele está num nível de de perturbação de de aflição, de agonia tão grande que você tenta ser racional com ele, não consegue, não consegue entrar. E às vezes eu pegava o violão, falava, vou vou cantar uma música pra você e pegar o violão.
E cantava e tem músicas belíssimas, né? E muitas vezes, por conta da música, o que eu estava dizendo ali, a música também estava dizendo, mas a música ela parece que entra de sola e arrombou o portão. Sabe porque ela tem um algo a mais que a nossas palavras, sem elas não conseguem fazer funcionar. A gente observa, por exemplo, nas diversas manifestações
artísticas. Quando você tem uma música no fundo, seja um filme, ou seja, 11 poesia, sendo lida como o efeito disso aí ele é potencializado. Então, é, é, e a nós e essa nossa porção espiritual, esse lado espiritual justamente é esse lado, né? Que não deixando de lado, obviamente, a necessidade da racionalidade, mas que nos levam a uma transcendência ou contato com alguma coisa que está além dessa nossa, dessa nossa visão,
né? Antes nós entramos, eu eu até brinquei, eu fazia até uma pergunta, não é? Pode ser uma pergunta retórica? É que o ou para os nossos debatedores aqui não é como eu consigo definir objetivamente uma música bonita? Essa música bonita, essa música não é bonita, porque que tem músicas que são, né? Que são verdadeiras. É, é. Unanimidades, falando no sentido da melodia e da Harmonia. Não, não no sentido da letra, porque a letra você consegue racionalizar, não. A letra é oposto, né?
Tem a métrica. O cara está usando bem ali a rima. A ideia está sendo bem bem levada, claramente tudo bem, mas a música você não consegue, é a quantidade de notas, é a ordem das, não existe isso, você só consegue dizer se é uma música bonita, porque você se sentiu bem escutando aquela música. Então, observa que ela justamente ela, ela. Ela transcendeu esse nosso
racional. E aí, quando me imaginando a coisa da flecha agora, eu não sei se eu tô levando, é corretamente ou não a ideia, mas a flecha é um elemento que fura e penetra de uma forma, não é? Sem pedir licença, né? Ver aqueles filmes a flecha vem, Ipem, exatamente o que a música faz com a gente. A música pode até nos trazer, é é momentos passados, né? Quem tem aquele primeiro amor, né? Quem tem a música do casal, não. Essa foi a música que estava tocando quando eu comecei a
namorar minha esposa. Né? Quando eu comecei, eu não sei o que é nossa, mas, poxa, essa música estava tocando também quando um amigo meu faleceu e aí me trás, Mano, uma sensação ruim ou uma coisa ruim? Então a música é isso que nos tira, né? Nos tira desse nosso plano cartesiano aqui, horizontal e nos leva para algum pra um algo além.
É isso mesmo que eu queria convir, essa ideia da flecha boa e letrada É Ela penetrando OA consciência espiritual, seja do encarnado desencarnado, o espírito onde ele estiver, com quem ele estiver, o que ele estiver fazendo. Mas eu estou puxando aí o comentário muito bom do nosso Sérgio chesse agradecemos a sua presença, Sérgio Sérgio, que está mapeado para uma live aqui no ressecado, não está na Tarso
de curas espirituais. Sejam é um seríssimo pesquisador dessa área, amigo, nosso amigo, meu amigo do Evandro e estará conosco numa live futuro. Já estou dando spoiler aí hoje é uma live, hoje toda toda diferente toda lá vamos ter, vamos embora, então o Sérgio tá dizendo assim, ainda hoje existem casas espíritas que não permitem.
O desenvolvimento de músicas que levam o pensamento, a vibração, a espiritualização durante os trabalhos nas cirurgias espirituais que eles desenvolvem lá em Birigui, o amigo espiritual doutor ludvík sempre nos solicita a música, pois nos explica a necessidade e a facilidade de interação quando a música favorece os trabalhos. Acredito que essa proposta de falar sobre essa temática vai clarear as nossas necessidades.
É isso mesmo, nós aqui em Santa Catarina também temos alguns grupos que trabalham com curas, trabalham, inclusive com tratamento à distância. Trabalham com portadores do câncer e eles utilizam a música mais instrumentalizada, a música mais clássica, mais erudita e esta música, no dizer das companhias espirituais que assistem esse trabalho.
Sérgio também são muito favoráveis ao sentido do despertamento daquelas energias, daquelas sensações daquelas visões espirituais, necessárias para todo o trabalho. Vamos lembrar também dentro do que o sardinha. Acabou de é sugerir, de cogitar que o conceito de Belo ele varia ao infinito, né? Mas os espíritos superiores nos deram uma pequena pincelada para entendermos o que é a arte. Qual é Oo impacto da arte nas nossas vidas, sejam elas físicas
ou espirituais? Quando eles disseram que a arte é o Belo fazendo o bom, o Belo ainda é individualizado. O que é Belo para mim pode não ser Belo pro outro. A minha preferência musical pode ser diferente da do sardinha da Débora, do Evandro, de você que está nos assistindo. Ou vai nos assistir futuramente? Mas o importante é lá na frente,
onde a flecha vai alcançar. Bom, aproveito esse introito para nós, já jogamos a segunda questão para o nosso Evandro, Evandro. Você acha que a percepção espiritual acerca da música do que é a música do que ela significa, varia para o espírito em relação à sua condição? Ou seja, estando encarnado ou estando desencarnado e no mundo espiritual, essa individualidade que acabou de desencarnar?
Desencarnou já relativo tempo, conserva aquelas impressões relacionadas a música neste período, que Kardec bem enuncia, bem, conceitua como erraticidade, ou seja, em outras palavras, o que que eu quero perguntar? O espírito desencarnou e aqui ele gostava dos Beatles, gostava de é, é rock progressivo, gostava de seresta, gostava de bossa nova, ele desencarnado. Ele vai continuar mantendo essas preferências, essas. Esses pendores dessas tendências. Olha, querido, é bom.
Eu não sei responder com exatidão de cada um, mas eu acho que o fato da gente desencarnar, ele não se transforma nem num Anjinho e muito menos a gente vai gostar, talvez de uma música que a gente nunca parou, pra pra reparar. Às vezes é pela lógica e pelos pelos. É relatos dos espíritos na doutrina espírita, é cheia nas obras fundamentais. É obviamente que quando a gente desencarna, a gente tem dependendo do nosso grau de de. De de compreensão e de evolução, até espiritual, a gente, Claro,
expande a nossa percepção. É, talvez, em vidas passadas, a gente tenha gostado de outros tipos de música também, mas eu acho que não se muda assim da do dia para noite. Você gosta de Beatles e desencarna. Você vai continuar gostando de Beatles? É que, primeiro como espírito AA gente tem uma percepção musical pelos relatos. É algo bem difícil de imaginar, mas a gente tem uma percepção musical com todo o perispírito,
com todo o corpo espiritual. E não é só auditiva, já que a gente está entrando num campo que não dá para dizer que está rolando o som aí no mundo espiritual, mas é algo um pouco mais complexo, mais profundo e que eu acho que vai Oo espírito vai ouvir, vai se envolver, vai ver, vai cheirar, né? AA música de uma maneira infinitamente mais ampla. Do que aqui que a gente tem só auditivo e que nos provoca sensações, né? Diferentes. Eu tenho um relato aqui na revista espírita de 1858, né?
De maio. De uma resposta, né? Que é no outro, certo? Foi entrevistado Wolfgang Amadeus Mozart, que, inclusive, é médiuns. Tiveram até psicografia que é de um de uma canção, de uma música, de uma composição dele e peritos depois, né? Pessoas entendidas, notaram que era justamente é. Só podia ter sido ele que tinha feito. É Kardec pergunta assim, o que é a melodia? Isso na segunda conversa, olha a resposta de Mozart para ti, muitas vezes é uma lembrança da vida passada.
Ter o espírito, recorda aquilo que entreviu no mundo melhor. Então assim a gente busca aí é Claro, aqui eu estou gostando só de tal e tal música. Quando a gente desencarna dependendo do nosso grau evolutivo, nossa compreensão do que está acontecendo, a gente resgata lembranças de outras vidas. E ele continua assim no planeta em que habito, Júpiter naquela época, né?
1858 a melodia em toda parte, no murmúrio da água, no crepitar das folhas, no canto do vento, as flores sussurram, Encanto e cantam tudo torna os sons melodiosos. C, bom Conquista esse planeta. Porto as virtudes, bem escolhas cantando a Deus. A música religiosa auxilia a elevação da alma, então ele está dizendo de uma música, né? Vou ficando Amadeus Mozart, compositor brilhante, compôs mais de 600. Obras nos seus 3536 anos de vida, ele está dizendo que a música no mundo espiritual é
infinitamente maior, porque. A natureza canta tudo é gera Harmonia, beleza? Então Eu Acredito, e aí eu estou No No, no, entendendo, fazendo uma síntese do da dos relatos, dos espíritos, né? Porque aí quando chegar a minha vez, aí eu vou responder, pode fazer uma sessão mediúnica aí que eu volto e respondo com o maior prazer do mundo. Mas eu acho que a gente continua gostando daquilo que está gostando ou vai olhar para estas canções que a gente gostava, né?
E vai falar assim, tá? Legalzinho, mas perto de tudo isso que a música no mundo espiritual realmente ficou uma coisa de pré primário de Jardim de infância, né? Que a música no mundo espiritual é algo infinitamente mais ampla, mais envolvente, mais bonita, mais melodiosa. Só lembrando, para finalizar esse esse, essa constatação que há muitos relatos também na revista espírita de grandes compositores como Rossini ou Bellini.
É que dizem que a música, a Bela música que a gente ouve, geralmente das músicas eruditas é e que não não quer dizer que toda a música erudita é boa, bonita, et cetera e tal. Mas assim, algumas muito belas e consagradas pelo mundo inteiro. É e por todos os tempos foram inspiradas, como por exemplo, a área de casta Diva, né? De Bellini, é que foi inspirado que ele foi numa festa. No céu, ou seja, no mundo espiritual, ele foi lá bater papo em em sonho, Claro, não é?
Quando estava dormindo, emancipou a alma, foi lá bater papo com os artistas conhecidos e viu uma apresentação e trouxe, escreveu casta. Diva que é uma das mais. Lindas árias de ópera, então é isso. Eu acho que vamos continuar gostando do que a gente gosta aqui, mas vai parecer uma música bem bem, bem infantil ou não infantil, mas assim, muito limitada, perto daquilo que a gente vai encontrar. Sim, vocês ainda não me escutam
sem o microfone ligado, né? A questão ainda de é inferioridade espiritual, ninguém. Vocês vão me escutar sem necessidade de eu estar utilizando o microfone, né? Como é? Aliás, o que eu ia falar pro sardinha agora da deixa pro sardinha entrar, que é a ideia de que os espíritos nos passaram numa das comunicações com Alan Kardec, num dos trechos que ele
perguntou. E como que os espíritos se comunicam no mundo espiritual e os espíritos foram patentes, foram cravaram a resposta, dizendo que os espíritos se comunicam pelo pensamento. E nós sabemos que o pensamento ele é silencioso. Ele não tem ruído, ele não tem som. Então como é que fica essa história diante da minha pergunta feita para Oo oliva sardinha, a respeito da do interesse dos espíritos
desencarnados? Como os sons com as músicas, com as canções, com as melodias, sei lá, lá no mundo espiritual, não há necessidade da produção de sons, é isso mesmo. É, aliás, eu fico pensando, como é que deve ser isso para o mundo espiritual, né? Já que você ouve, né? Todo mundo que está em volta pensando. Como é que fica esse negócio e se sente dentro de uma né, do do botecos? Com 4 e 40 pessoas falando ao mesmo tempo, deve ter uma forma de você focar EE selecionar o
que que você quer ouvir, né? Agora é interessante porque a música, embora para nós aqui encarnados, ela se expresse. Como um, né? Uma é o som, ou seja, ela se expressa com a, com a produção de som, né? Com o deslocamento de ar da total para os espíritos, é diferente. É uma vibração organizada, que imagino que seja, não é e é interessante, é que eu lembrei, inclusive, da pergunta 251 do livro dos espíritos, né? Exatamente sobre isso, se os espíritos são sensíveis a música
e eles falam, né? A Lutz a vossa música não é que ela, comparada a música celeste, então a gente não tem a menor ideia do que se produz quando eles falam que as melhores. Várias produzidas aqui são como ruídos. Né? Pro pros espíritos eu fico, gente, não, não dá. Tem um caso. É se eu não me engano, está no livro obras póstumas, né? Que uma médium. Ela tem acesso AA.
Uma música é num num nível mais alto, espiritual, ela quase desencarnar, vocês devem ter visto isso, se eu não me engano, não sei se é um relato do Rossini, alguma coisa assim. Então, justamente, pô, pelo contato que ela vai fazer com a nossa emoção. É porque a música, quando você produz música, você organizações não se organiza uma Harmonia em torno daquela sequência de notas, que tem um tempo que tem uma, né, que tem uma variação de intensidade que muitas vezes tem
uma letra. E quando isso chega no nível é, é espiritual que você não tem um deslocamento de ar, nenhum ouvido para ouvir. É, é difícil para nós tentarmos compreender EE materializar, como deve ser esse processo, mas considerando que a música, que é um som organizado, né, que você estrutura, harmoniza e entrega o resultado para os ouvidos e, por consequência, para a alma daquelas pessoas.
O que se produz no mundo espiritual deve ser alguma coisa nesse sentido ou com recursos infinitamente superiores aos que nós temos aqui, né? Eu não sei se aconteceu com você, gente. Vocês costumam dormir ouvindo música, né? Eu às vezes tô custando a dormir, eu boto. Fone no ouvido, às vezes fico ouvindo a mim mesmo no piano. Outras músicas plásticos sempre mais tranquilo e eu percebo que quando estou naquele estádio já meio pré sono ou já no sono, a música ela é percebida de uma
maneira bem diferente por mim. Ela parece que fica mais bonita. Ela parece que tem um efeito potencializado. Quando eu tô num estado meio meio que desprendido, acontece com vocês. Isso ou não, já fizeram essa ou é só eu mesmo que eu tô meio com você? Acontece Evandro. Acontece que eu parece que a música começa a decolar, assim começa ela, ela. Ela é percebida de uma maneira bem mais ampla. E é muito interessante. É, eu fiz essa pergunta.
Sardinha e associei a. A explicação dos espíritos a Kardec a respeito da Transmissão do pensamento né ou da comunicação do pensamento? Porque nós não podemos tratar mesmo as questões doutrinárias, as questões que estão contidas nas obras fundamentais. Como é verdades absolutas, né? E para lembrar, é a construção musical que é o tema principal da nossa conversa de hoje. Uma música não é feita apenas
pelos sons, né? Tem muita importância na música, os silêncios ou as pausas e as pausas é que determinam o ritmo, a musicalidade, o arranjo, a Riqueza da construção melódica. E aí eu quero jogar a batata quente para Débora, né? Que é o meu, meu, meu, meu, meu. Minha característica principal é pegar a pergunta da nossa querida Eliana Haddad, do correio fraterno. Que em que ela então? Indaga o custo pelo rock pesado, hard rock indica falta de
elevação espiritual da minha. Olha. Se for nesse caso, a minha elevação está bem baixa, não é? Estou ali assim é isso, me lembrou uma de uma pequena discussão que teve numa aula de filosofia, em que uma pessoa falou que um os homossexuais seriam espíritos inferiores. Que me arrepiou todos os cabelos, mas assim é. Se a gente pensar. Que o rock pesado? É, não traz. Não traduz uma elevação espiritual. É o que seria de todos nós primeiro, assim nós é. Vivemos num num mundo em que nós
passamos por várias fases. Eu fico imaginando assim, se todo mundo ouvisse só aquelas harmonias maravilhosas e tudo, a gente fica. É quase que idealizando um céu que não existe porque o céu não existe mesmo. Sabe, o céu não existe mesmo. Só que é nós ainda, de alguma forma buscamos isso. Sabe, então esse tipo de há não, quem ouve música clássica é só a pessoa mais elevada tal o rock.
Ele traz uma coisa interessante. Que eu sou completamente leiga, eu falo pela emoção, só é que ele faz com que? A gente vibre. De uma forma diferente, lógico, do que a música clássica, mas ele nos traz uma. Como é que eu posso dizer assim, 11 rebeldia, de, de colocar aquilo que precisa ser chacoalhado na sociedade. Sabe, então o rock ele traz, assim como muitas artes, aliás, toda a arte deveria. Toda arte é assim, ela é revolucionária. Ela traz alguma coisa que ela
tem que incomodar. Ela não necessariamente tem que fazer todo mundo levitar e achar que está com asinha e tal, e não sei o quê, não. Ela tem que, muitas vezes, chacoalhar. Então, Oo rock, ele trouxe tanta coisa em tantos momentos da nossa humanidade. É em protestos e isso e aquilo e muita gente associa isso como uma coisa ruim. Tanto espiritualmente quanto comportamental. Mas a acontece que assim, nós precisamos também. Ser dessa forma a gente também
tem que se permitir. Nós não vamos ficar. Simplesmente olhando tudo acontecer, sem fazer absolutamente nada. Se eu tenho condição de colocar na música, na letra, na maneira como ela vibra alguma coisa, que. Que vai causar um impacto nas pessoas de uma forma diferente do que uma Harmonia é de Beethoven. Enfim, é que. Isso é muito importante e uma coisa que eu sei que não é do tema, mas eu quero ressaltar, por exemplo, quando a música entra no teatro. Quando ela entra no teatro?
E quando ela vem, principalmente no final de uma cena. O que acontece ali é uma coisa. Absolutamente incrível. Por mais que tenha a questão da razão, por causa da palavra, a nossa força está na palavra, mas você consegue EE dá pra sentir o quanto você atinge a plateia. Sabe, e que todos vibram. Naquele momento, naquele pensamento em que você quis fazer aquela cena, aquele objetivo. Então, é se a arte não for revolucionária. Se ela sempre for igual, não é arte.
Então a gente tem que lidar com com várias coisas. E assim, em determinados momentos, como é bom a gente poder ouvir um rock and roll. Sabe, EE assim, outros momentos você vai querer ouvir uma coisa mais suave. Tudo tem que ser aquilo que faz vibrar a nossa alma. E não necessariamente isso é uma coisa inferior. Posso fazer uma party? Zinho? Vamos lá sozinho. Se você observar os maiores festivais e eventos beneficentes. Que combater a fome no mundo tudo.
Qual era o tipo de música central e o seu for Africa live age music formal, Sea rock era todos rock. Né? OOA, música do demônio, é lógico. Eu particularmente não gosto de nada pesado demais. Hub metal não me agrada. Não me agrada pessoalmente. Como você pode, como também não me agrada funk e outras coisas, mas o rock exatamente isso com a Débora colocou não só queria fazer essa parte.
Zinho, aí eu posso fazer também. Marcelo agosto, agora só fica a não eu ia fazer primeiro aí que eu eu sou educado, eu esperei levantar o dedinho assim esperando o professor, aí é da permissão, olha, a gente precisa é parar com essa mania de demonizar. Este estilos é e né, sei lá, Angie, ficar. Não sei se existe isso, não assim. Outros estilos.
Então assim, o problema não só nos estilos musicais, no rock, na música erudita, na música instrumental, na música coral, na música cantada, música popular no funk, ela lá. É, eu acho que na é enquanto encarnados, nós temos momentos para. Tudo o que a gente quiser, ninguém vai pro um boteco encontrar os amigos e comemorar e vai ficar ouvindo Sonata ao luar, de Beethoven, pelo amor de Deus, vai morrer lá de tédio não, não faz sentido.
Então cada momento da nossa vida a gente precisa de um tipo de música diferente, estimulante, para aquele momento ou agora. Eu quero relaxar, eu vou ouvir uma música instrumental, vou vir o sardinha que eu eu escuto sempre antes de dormir e durante o dia, quando eu estou trabalhando, me eleva absurdamente. Agora a gente não pode. É em cada estilo, cada ritmo. No rock tem o bom rock e tem o
rock péssimo. Nós temos é na música erudita também a boa música erudita, música erudita, horrível, então depende da nossa escolha novamente. Entra aí de novo. É nessa dinha aquele negócio, o que que é o Belo pra você, né? O que que significa o Belo, então, a gente precisa tomar cuidado para não demonizar, então quer dizer que a partir de agora, rock é coisa do capeta, eu não posso ouvir mais. Não, né?
Gente? Eu acho que a gente já saiu dessa dualidade é, nós precisamos apenas saber o que que faz bem pra gente. Evidentemente, músicas de baixo calão, de coisas que só remetem AA as nossos nossos instintos, aquela coisa ancestral vai nos fazer mal. As músicas de dor de corno que não vão ficar todo mundo triste ou as músicas que incitam ao consumo de álcool, consumo de drogas, enfim, cada um faz o que quiser.
Da vida, mas a gente precisa estar atento para saber se aquela música está fazendo bem para a gente parar com esse negócio de demonizar só porque usa 11 guitarra com pedal, alguma coisa assim. Há então essa música não é boa, não vai fazer bem pra mim. Magina, muito pelo contrário. Como a debinha falou, a música, a arte em geral, né? E a música também, que não mexe com a pessoa.
É essa música de péssima qualidade que a gente tem hoje em dia, que foi feita para ser consumida em 2 semanas e sumariamente. Esquecida depois, então é isso que a gente precisa, prestar atenção. Muito obrigado em tudo e por tudo. Continuam sendo os estereótipos, né? Assim como tem a ideia de que você tem que colocar Na Na mesa principal da casa espírita a toalha branca, porque a toalha branca vai remeter a paz, é viva, são espiritual. A espiritualização, et cetera, et cetera, et cetera.
A pergunta dele, Ana, é muito boa para mostrar que não é o externo que faz um interno e que nós procuramos. Das nossas afeições, as nossas simpatias, o veículo das nossas emoções e que nós transitamos nas 24 horas do dia. Os exemplos foram dados pelos nossos 3 participantes da live. Essas variações melódicas e instrumentais, vibratórias energéticas espirituais que fazem ser essa Riqueza espiritual que é a criatura humana. Que é o espírito individualizado, né?
O Amorim, nosso também companheiro aí do conselho de gestão, está fazendo um comentário de para colocar na lousa, elogiando o cenário do Evandro, realmente está muito chique, né, gente? Está chique no último como diz aqui. Então ele diz assim, a música no ambiente espiritual pode é uma possibilidade de ser assemelhada à nossa lembrança de músicas importantes para nosso sardinha. Fez uma colocação. É, há pouco tempo atrás que eu quero resgatar, né? Qual é a música que marca a sua
vida? Qual é a música que marca sua história? No meu caso, da Julia schulz, que é minha consorte, né? Acho até que ela tem, eu tenho mais sorte do que ela, mas de qualquer maneira, ela tem a minha consorte. Nós começamos a namorar ao som de Roupa Nova, cantando uísque. A Google, isso em dezembro de 1999 no século passado, né? Então essa música onde quer que a gente vá, ela tá inclusive grafada Na Na sala da nossa casa. Da letra, porque é inesquecível.
Aquilo vai marcar a nossa existência inteira, né? Então é importante que nós mantenhamos. Como é a pergunta do Amorim, essas vinculações e como nós sabemos, pela descrição dos espíritos, em relação as vinculações espirituais, os Laços de Família e nós ampliamos a ideia de família. Eles não se afasta, eles não se.
Esvaem muito, pelo contrário, se apertam, disse, com ainda mais evidente se uma dessas manifestações é das nossas preferências, é os estilos, os ritmos, as músicas, os sócios, etc. Não pensemos nós que, embora muitos centros espíritas e diga isso, né? Que o indivíduo desencarnou, então ele muda o seu padrão vibratório, ele muda, ele passa a vibrar, passa a estar em uma outra dimensão. Não. Nós continuamos muito vinculados ainda as coisas da matéria.
Vamos mudar um pouquinho de tom. E vamos é trabalhar com a ideia da influência da música nos nossos irmãos menores. Gosto muito dessa expressão do nosso Chiquinho de Assis, né, que tratava tudo na natureza, como irmãos, né? Então é, gostaria de perguntar a vocês, especialmente ao Evandro, que é o nosso convidado, o nosso especialista na matéria é o que se sabe a respeito de experiências científicas de
teses acadêmicas. De resultados divulgados de pesquisas é que materializam que evidenciam o grau de influência da música humana, né? Vamos deixar bem Claro, música é uma criação espiritual humana, ou seja, no princípio espiritual não há produção musical, né? Embora os animais, por exemplo, produzam sons, eles e o. Seu Ivar, o seu é é balbuciar de sons, ele possa ser assemelhado algumas melodias, alguns acordes da música humana, mas quem produz música efetivamente são
os homens. Então é. Quero perguntar se tem conhecimento de alguns experimentos. Algumas pesquisas em que efetivamente se consegue comprovar a influência da música sobre os animais e as plantas. Evandro tem muita experiência, né? É, não daria para falar de todas, porque isso vai 11 palestra inteira. Porque tem muita experiência no mundo inteiro. Experiências de institutos renomados, que a textão. AA influência da música em plantas olha que interessante no
crescimento de plantas. De acordo com o tipo de som que a planta é estimulada, por exemplo, 1 hora por dia a planta se desenvolve mais, se desenvolve menos e nos animais. É incrível, né? Tem algumas Curiosidades. Cacatua, leões marinhos e macacos, Bonobo e são. Alguns dos animais que conseguem acompanhar o ritmo de uma música, né? Os animais domésticos, os nossos gatinhos, cãezinhos, talvez coelhinhos e sei lá, outros
animais domésticos. Se você é uma dica aí muito interessante, porque isso é cientificamente é. Mostrado se você tem que sair, deixe uma música ambiente ligada, não é, né? Pode ser instrumental uma música mais tranquila. O seu animalzinho vai ficar mais calmo, mais tranquilo, não vai ficar estressado, né? Tem é a música, por exemplo, clássica ajuda no relaxamento dos cães é, existem rádios, por exemplo, nos Estados Unidos que
são para. Deixar ligado quando você sai para os é cachorrinhos para os gatinhos. Não se estressarem outras, é outras coisas interessantes. É. Existem criações, é de. Criações, não onde é ordenha, né? Onde, produção de leite de vacas, por exemplo, que toca música instrumental, é o tempo todo e essa produção é aumentado em 2030 por cento. Então assim a gente tem tem uma
matéria muito interessante. Porcos ficam mais calmos e alegres com quando ouvem bar, diz pesquisadora da USP de Piracicaba. Então, assim há inúmeros, é inúmeros experimentos. Que mostram as evidências que a música interfere em plantas, né? Que não, não, não são seres conscientes como os animais, por exemplo, interferem nas plantas, interferem nos animais tanto para estress á Los quanto para acalmá-los ou até para produzir mais leite ou para ficarem mais felizes. As plantas para o seu
crescimento ser mais rápido. Então, assim, é uma evidência que, apesar da música ser. É feita por nós, humanos. Os animais não conseguem fazer isso, né? É, ela interfere diretamente no corpo físico e também na no emocional dos nossos irmãos menores e isso é encantador. Assim tem muita pesquisa. Se você procurar na internet, você vai achar muita coisa curiosa e bem bacana a esse
respeito. Sardinha tem algum case aí de sucesso na tua vida de influência aí, no que os cachorrinhos, gatinhos, plantas sobre a música, eu mandei até por escrito, aí, né, isso acontece muito aqui em casa, quando eu vou tocar piano? Assim, a cachorrada vem logo pra sala. Eles deitam ali em volta, cara, e chegam quase a roncar. Eu tinha um dog alemão, os primeiros Kaiser aqui, todos eles ganhavam o nome de compositor clássico. Primeiro era o Wolfgang, né?
Só que era agitado como era o próprio, vou fica, não era meio maluco, então? Mas eu começava a tocar piano, ele parava, deitava e chegava a roncar, né? É impressionante, porque até porque eu acho que eles estão mais abertos, não é? Talvez por aí. Eu posso estar falando bobagem, mas por ter menos racionalidade que nós, eles ficam mais sensíveis ao que transcendem essa racionalidade, né? E percebem melhor isso.
Eu percebo agora eu tenho pra pagar aqui também, que eu estou fazendo os testes com ele aqui também aqui em casa. E é engraçado que ele fica super agitado. Eu chego, começa a cantar baixinho do lado, aí ele começa. Fica cantando junto ali. Já está acompanhando, então já está entrando na Vibe, está está. Então a gente tem um, tem um papagaio, é de uns vídeos que eu acompanho, agora não me lembro o canal, mas é assim, você não me engano, ele é americano. É, ele toca as músicas e o
papagaio. Ó, aí vai. E o pior é uma coisa incrível, papagaio é afinado. Ele vai fazendo vocalize na música. É possível que eu estou vendo isso? Se não fosse filmado, eu não acreditaria. É incrível. Mas não é o louro José, por favor, favor, não, louro José. Única coisa que não tem Harmonia e nós, né? Já subiu para o plano espiritual? Debinha, algum case aí é relacionado a influência da música entra animais ou plantas? Olha de de plantas, eu já notei sim.
Sabe de você ter um, é 11 ambiente diferente e me lembrou também essa conversa. Aquele livro do Massaro e Mota. Que ele faz aquelas experiências com água? Que ele usa música, palavras e tudo assim que aquilo que ele manda boas vibrações. É Claro que eu estou falando de uma forma completamente simplista, né? E aquilo que não. Que ele joga uma energia pesada, ele conseguiu congelar essas moléculas de água e comprovar
que é possível. Modificar, então, é como é importante a gente sempre relembrar, principalmente Na Na casa espírita, e eu volto a falar disso por causa da da rotina em que se em que a gente vive numa casa espírita a questão dos fluidos. Sabe, Harmonia que traz tudo isso, exatamente isso que o Evandro tramou, tá mostrando. São os experimentos do Dr. É motor.
Minha, então como, como é importante AA gente poder trabalhar essa questão e relembrar porque muitos espíritas acabam deixando de lado. Essa questão dos fluidos do pensamento e acha que só tem que ficar com o pensamento positivo, e assim é. Eu quando estou estudando algum texto, alguma coisa. Eu preciso de algum estímulo musical. Sabe, e aquilo que os outros meninos já falaram, eu tenho. Quando eu vou montar alguma coisa. Sabe quando você sonha? E aí eu sonho com a música.
Eu ouço a música, já ouvi muitas que eu não soube reproduzir. Então? É, é isso. Essa experiência que eu tenho aí é maravilhoso. Muito bom, olha só, é nós fazemos essa chamada e o Evandro mostrou, aliás, as figuras, né? Captadas na pesquisa do e motor que lembram mandá-las, né? E eu sei que tem muito espírita que torce o nariz para coisas que não são espíritas, né?
E aí isso cria um miasma, cria um problema, amplifica uma situação como se nós tivéssemos que viver dentro das do espectro, da doutrina, dos espíritos. Numa redoma, onde não nós somos espíritas, então nós vamos, nós vamos tratar disso, nós vamos falar daquilo, não vamos nos envolver com isso com aquilo, porque a outra vibração porque é outro sentimento, porque é outra doutrina, porque a outra, enfim, e não é nada disso, nós não ressecar.
Temos um comportamento, um compromisso rotineiro de trazer informações boas de onde quer que elas venham, né? Lembrando, inclusive, a frase atribuída a Jesus de que o vento sopra onde quer e por isso. As lições espirituais estão presentes nos diversos quadrantes, nas mais variadas filosofias ou concepções de vida. E é importante que o espírita esteja.
Consciente disso e trabalho e isso em si, para não se tornar um espírita chato, chato de galocha, que acha que está numa condição diferenciada, quando na verdade nós estamos todos neste mundo para contribuir da melhor maneira possível para as diversas situações. Então vou perguntar agora, eu vou começar pelo Ricardo? É existe Ricardo, uma música
espírita. EE rapaz, essa discussão é boa, é quente e. Até entre nós e eu participa muito ativamente no movimento espírita de arte, de música, né? Conheço o pessoal do Brasil inteiro e toquei com muita gente até entre nós. Existe essa discussão, não é? Existem 2 discussões. A primeira discussão é se existe ou não existe aí a imensa maioria aí na qual me Claude, o que existe? Sim, existe um movimento cultural produzido pelos espíritas.
Tá? Que eu estava chamamos de arte espírita e a grande dificuldade é você definir e delimitar isso aí. A então defina a música espírita aí aí que o bicho pega, né? Então, existe diversas propostas. Não existe uma. Você pode colocar como auto declaração ou pela intencionalidade, ou uma coisa que você produz EE não é para o seu ganha-pão, mas ou essa música, ela tem que ter conteúdo espírita necessariamente. Aí a discussão é sem fim, tá?
Eu participo de diversos grupos aí, um deles levando, participa comigo, né? Eu levei ele pra lá, mas. No meu entendimento. É, eu entendo sim que existe. Está que existe sim, uma arte espírita, é uma arte produzida pelos espíritas, essa arte ela tem que nos direcionar, nos inspirar no mesmo sentido que a doutrina espírita nos inspira. Então, se ela não é, por exemplo, a doutrina espírita, ao
meu ver, ela tem 2 caracteres. É, é o caráter consolador e o caráter moralizador, muito bem definidos e muitos são muito importantes e igualmente importantes. Então, muitas vezes eu vou ter can ções que vão ter mais reforçado esse caráter consolador. E aí vão, né? Vamos tocar o meu coração, né?
Com relação a todas as questões de Consolação cada, eu tenho espírito, nos auxilia, como também no caráter moralizador, ou seja, com relação a 11 chamada, a nossa postura e uma vez que isso esteja aderente, a proposta espírita, não tenha nada, não é que vá ferir ali o algum conceito espírita, ela é totalmente vale, então você existe hoje um movimento espírita de arte, de música extremamente profícuo.
É muita coisa muito boa sendo produzida para todos os gostos, tanto de abordagem em termos de tema, como de estilos. Eu toco numa banda de rock espírita, já de mais de 30 anos que o espelho da alma. Hoje você já tem grupo de samba espírita muito bom no Rio de Janeiro, então você tem uma arte. Esse movimento cultural produzido pelos espiritas em forma de música. Mas tem muita gente boa que faz música que a gente chama de espírito, é que diz que não é música espírita.
Essa. Essa é uma questão que realmente a gente precisa tocar. Débora, você acha que a música espírita é aquela que, necessariamente na letra, tem que ter Jesus? Encarnação, reencarnação, evolução, livre arbítrio é Liberdade, sociedade, família, Deus tem que ter essas palavras para ser uma música espírita. Não, absolutamente não. Se no livro do leão Denny ele
fala que no espaço. É tudo, se entende pela pela Harmonia, pela vibração, é, não necessariamente o que eu estou falando ou esse tipo de palavras vai definir ou é, é? Necessário Na Na música espírita isso também cabe Marcelo pro teatro espírita. Sabe porque fica tudo na mesma coisa. Fica tudo um. Da mesma forma? Então, é. Não tem graça nenhuma, não precisa ter isso. Definitivamente não. E não precisa ser uma coisa que parece que vai elevar todo mundo aos céus.
Definitivamente não, porque assim você não fica uma coisa assim. Por exemplo, você vai para ouvir a música espírita e você já vai esperando um, sabendo qual é o texto. A mesma coisa da reprodução das peças que você vai. Já sabendo o texto, mal comparando, é como você assistir Shakespeare na Inglaterra, o inglês, porque ele já sabe, ele conhece o texto, ele vai ver a verve, enfim, como os atores se comportam. Então, se você já vai para aquilo, é AA música em cena.
Já se perde aí, né? Principalmente como instrumento artístico, porque a arte ela tem que te provocar. Na hora que ela é executada. Então é uma bobagem. Na verdade é. Eu penso que o comportamento das pessoas que levam AO espiritismo mais pro lado moralista é que querem isso. Que é a prece, é um silêncio que a gente tem que elevar o pensamento só nas mesmas
músicas. Ponha aquele mesmo CD na sala de passe que toda semana todo dia você ouve a mesma coisa, então aquilo vai se tornando quase que uma tortura, porque você ouve sempre a mesma coisa. Então eu não. Não acredito. Não é mais uma questão comportamental do que a gente faz dentro da casa espírita do que outra coisa. É, e é muito ruim isso porque
você acaba deixando de lado. Às vezes, muitas músicas que você poderia trazer para dentro da casa espírita que que trariam um ambiente completamente diferente e as pessoas não querem. Por exemplo, uma vez falando sobre a gênese espiritual. Eu coloquei o 2001, mal disser no espaço, eu fui vetada na hora que que é isso, que que você está fazendo? E é sim, gente. É, daria uma cena brilhante. Eu fico imaginando a vibração daqueles espíritos no espaço. Enfim, é.
É isso. Essa semana mesmo nós perdemos um virtuose da música, né? Que foi o Vangelis. E nós fizemos questão de homenageá-lo no e secar justamente pela alta espiritualização das suas composições, né? E aí nós temos que pensar o espiritismo, não como um gueto, não como um nicho. Voltando a ideia da proteção, né, da campânula, nós tivemos aí, diante dessa proteção, nós estamos salvos, nós estamos
protegidos e nós estamos bem. Nós estamos espiritualizados e não entramos em. Sintonia em sinergia com tudo o que gravita em torno do nosso derredor e o Amorim pedir para a técnica colocar aí na lousa. Amorim faz uma observação muito interessante, né? Sobre esse guarda-chuva que a gente chama de música espírita ou de música espiritualizada, nós temos muitas peças de baixíssima qualidade, mas que é que são incensadas? Por conter palavras do contexto
espírita, né? Então o indivíduo lá que. Produz alguma coisa em termos de música espírita. Ele já vai na sua produção, é utilizar aquelas palavrinhas chavões para que a música seja reconhecida pelo seu gueto, pelo seu ambiente tradicional. E aí todo mundo vai dizer à bater Palma, porque isso é uma música espírita.
É nós temos certeza que os espíritos de luz estiveram ali na composição daquela canção EE trouxeram esse resultado, essa tua percepção também, Evandro. Olha temas polêmicos, polêmicos. Então vamos lá, vou colocar o meu olhar sobre isso, né? Antes de mais nada, é. Eu sempre me defini.
Eu canto muito em eventos espíritos, sou extremamente grato a doutrina espírita e ao movimento espírita, o meio espírita que sempre me proporcionou viajar para diversos lugares, a me apresentar em casas espíritas, coisas que eu até fiz em algumas igrejas, mais os centros. Eles estão sempre abertos e o meu repertório.
É particularmente, não é um repertório espírita, apesar de eu cantar uma outra música, por exemplo, quanto à luz e não lembro de outra, mas eu levo no meu repertório para uma casa espírita a mesma coisa que eu vou levar para um para cantar num restaurante ou no teatro. É para as pessoas. Eu levo músicas que trazem uma mensagem construtiva. Não é evidentemente que não é. Se eu estou numa casa espírita, não vou levar nada contrário, doutrinariamente contrário.
Não é só que o que eu repasso, Claro, tem arte espírita, tem os cantores, tem os músicos espíritas, né? Tantos grupos maravilhosos aí que o sardinha é, citou. Eu acho isso muito louvável, mas a gente chega num ponto de que é primeiro, o espiritismo. Não é uma religião, mas a gente às vezes se comporta como se fosse como você, disse.
Coloca um subtítulo espírita e aí desce goela abaixo coisas horríveis, assim como coisas maravilhosas, mas composições horríveis, só porque tem músicas doutrinárias. Eu é. Fico imaginando assim, quando a doutrina. Foi escrita?
Os compositores citados que a gente vê em todas as obras fundamentais na revista espírita são Mozart, Bellini, Rossini, Beethoven, tantos outros que eram compositores, não espíritas, mas que tinham músicas que eram amplamente usados, inclusive nas reuniões espíritas, né? E que a gente vê até hoje algumas casas espíritas que colocam. Eu Acredito que toda música boa que eleva a gente, poderia colocar um subtítulo.
Olha, essa música é espírita, não só as músicas doutrinárias, até mesmo porque tem muita música instrumental que foi composta de uma maneira inspirada até mediúnica. E, evidentemente tem esse papel. Mas quando a gente amarra num olha é este cantor é espírita, significa que eu não posso cantar uma música. Que tem uma mensagem incrível, super, é condizente com a doutrina espírita, só porque há esse essa música não é espírita? Eu acho que a gente limitaria
demais, né? As Apresentações a usar as músicas nas casas espíritas EE aí a gente chega num ponto que tem casa espírita que não não deixa fazer música. É uma postura muito esquisita que a gente então não, não estudaram nem as obras fundamentais para saber o que que é a música. Né, não? Aqui não tem, é música, não. Aqui, isso aqui é só palestra,
né? Ou casas que colocam a música só para fazer uma introdução para uma palestra jamais vai ter num dia daquela casa espírita um dia inteiro só de música ou 1 hora só de música. Na música é só pra cantar uma vez. Para deixar todo mundo quieto, e aí vai ser? A palestra? Não entenderam nada do do objetivo.
E é, eu faço isso constantemente, como eu disse, o que eu canto dentro de uma casa espírita, eu canto num teatro, eu canto num restaurante, eu canto, onde essa música foi bem-vinda, porque a mensagem é a mesma, é universal. Eu acho que a gente poderia trabalhar as 2 coisas ao mesmo tempo e não fechar como você disse, viu Marcelo num gueto, num é, é num numa embalagem e ficar somente aquilo. Hora cantores, compositores e espíritas. Podem cantar as suas composições, né?
E aí a gente passa por aquele crivo. A gente não vai levar. Eu vejo muitos cantores famosos espiritas cantando Músicas Católicas, que fala de pecado, de Jesus me salvou e um Monte de abobrinha que não tem nada a ver com o espiritismo e o povo adora o pior que o mar e piante é o seguinte, as pessoas amam de paixão, adoro aquela musica está falando tudo contra o que a doutrina espírita explica detalhada, o que Kardec. Eu tenho Kardec aqui é o Kardec bonitinho. O que ele fez para dizer assim
não é isso? Então os cantores espiritas cantam músicas de de católicas, músicas evangélicas que falam tudo contra a doutrina, né? O que a doutrina prega, então isso me incomoda, porque a gente deixa de levar canções com mensagens maravilhosas, mas só porque não espírita não pode entrar aqui. Enquanto isso, levam, é? Pessoas intituladas, cantores, espíritos a levam músicas que são completamente anti doutrinárias, então. Como eu disse, polêmica é o meu ponto de vista.
Toda música que eleva a gente poderia chamar de música espírita. As que falam especificamente do espiritismo. Eu considero músicas doutrinárias, é isso, podem me tacar tomate, posso fazer a sua parte? Tinha, Claro. É só para gente não misturar os assuntos, né? Porque às vezes pode ser confundir as coisas.
Eu entendo assim, que o fato de haver, SIM, 1 movimento de arte espírita, uma produção de arte espírita, que vá trazer a ideia espírita para as músicas, não necessariamente uma forma doutrinar, até porque a arte ela tem que ser subjetiva e nós temos compositores, fazem muito bem com Marcelo, conhece como a Marilza antes, Katy, o próprio Allan filho que a gente postou essa semana lá, não quer dizer que você não possa e não deva aproveitar o que é produzido fora da casa espírita.
Aí a discussão é outra, pode se ouvir música popular na casa espírita? Eu faço muitas palestras musicadas porque eu utilizo muitas músicas do Gonzaguinha, Toquinho, Tom Jobim. Utilizo se elas se encaixarem perfeitamente. Nunca tive nenhum problema quanto a isso, nenhum centro, entendeu? Então eu acho que o fato é. Existem discussões diferentes que pode estar sendo misturadas aí.
Oo, que o fato de eu poder usá-lo tocando em frente, outras cansando assim, não quer dizer que o espírita não possa também produzir AA sua arte dentro do do do, do dos conceitos. Agora eu concordo que existe música de boa qualidade. Música de quarta, pow. Músicas com as quais a gente se identifica mais. Eu particularmente não me identifico muito com os temas muito evangélicos demais. Sabe aquelas coisas contando historinha de Jesus?
Não sei o quê, não me identifico com a questão pessoal minha gosto mais das abordagens que falam alma humana de uma forma mais aberta e criativa, né? Mas eu só queria esclarecer isso. O fato de dizer que existe uma música espírita não está tirando o tudo de maravilhoso que é produzido. É o mesmo espírito. Ele acabou falando pro sardinha, para mim e para o Nelson Santos, para tocar o tocando em frente, né? Que é uma música que tem tudo a ver com o ideal ou o ideário
espírita. Spirito alisador progressivo, construtivo, né? Que leva a alma que faz com que nós nos sintamos a caminho no processo de ensino aprendizagem, né? Inclusive a nossa Rosário. Lembrou aí a inesquecível canção. O John, né? Imagine que não tem nada de espírita no sentido da sua produção, tem tudo de espírita, no sentido da sua mensagem, né? Tá aí e eu quero lembrar que o próprio Paul McCartney já confidenciou várias vezes que se encontra em sonhos com os Beatles falecido, né?
Os 2 falecidos é e em algumas oportunidades já aconteceu de ele acordar e produzir uma música e ter a certeza de que a música foi composta em parceria e muito mais pelos encarnado do que por ele, o que dê um. Construir essa característica transcendental da música, né? Você está vendo aí, né? Você que está sentado aí no conforto da sua poltrona, com a boca escancarada cheia de dentes, esperando a morte chegar, disse. Raulzito.
Talvez a Riqueza que é esta nossa live produzida pelo ICKE, você que está dentro do ICK, é testemunha ocular de que todo Santo dia a gente publica uma música no ICK que são consideradas músicas espíritos. Esses dias, inclusive, já faz um tempinho. Em 1 ano e meio, mais ou menos, eu publiquei uma música que era na notadamente uma música de um roqueiro brasileiro e o indivíduo lá comentou, dizendo
há mais, o que é isso aqui? É um grupo espírita, fica aí, é publicando música desse cidadão que foi isso, que foi aquilo que foi aquilo outro. Ou seja, a gente acaba confundindo aí. O os cenários confundindo as estações, né? Nós não estamos preocupados em quem a pessoa é, foi ou vai ser. Nós estamos preocupados.
É com a ideia que está por de trás, afinal de contas, todos nós que estamos aqui, nessa Terra, temos os nossos altos e baixos e, portanto, não somos nenhum espírito de luz, nenhum espírito superior e temos que enaltecer e valorizar as coisas que elevam a alma, as coisas que são positivas e que nos fazem bem. Vou lembrar aquilo que disse há poucos minutos atrás, não é? A arte tem que ser o Belo fazendo bolo. Se é o Belo, vamos ver o resultado do Belo, se é bom. É um processo.
Ainda pode não ser o melhor, né? Nós podemos olhar para aquela música, ele sente assim, não. Esse acordo não ficou legal. Essa construção está pobre do ponto de vista musical, mas o indivíduo tentou, fez o melhor que estava ao seu alcance. Assim são os nossos dias. Todos os dias vamos aproveitar que a gente está tratando dessa temática polêmica de música espírita, não espírito que é espírita ou quem não é espírita?
Por que que a doutrinária, por que que ela leva para dizer, né pra perguntar aí para os nossos companheiros? Começando pela Débora, como que a música é compreendida e utilizada nas casas espíritas atualmente? Olha. Normalmente. Eu não sei nem dizer Como Ela É compreendida. E assim, normalmente nos eventos das casas espíritas, sempre tem que ser uma coisa suave, leve, por exemplo, um sarau não seria bem-vindo uma coisa mais para os jovens também não.
Então, normalmente, assim, quando tinha ainda música nas salas de passe, eram sempre as mesmas, né? Mas henê, coitadinho, tava tocando assim, tanto que um dia eu fui assistir um concerto e eu brinquei com os meus filhos eram só. É compositores franceses, né? Aí eu falei assim, olha, essa é a música do passe. Mas assim é. Normalmente fica nessa nesse nível só para para determinadas coisas e assim se tiver algum evento com música, tem que ser uma coisa muito comedida, sabe?
Normalmente ligada a alguém que vai cantar de uma forma muito mais romântica e tudo assim, né? Parece que a gente começa a assistir a palestra. Todo mundo já sentou elevado, sabe? Todo mundo na prece já tá é re volitando. Então, é. É nesse sentido que que eu vejo hoje nas casas espíritas e é uma pena, porque o tipo de vibração que a música traz. Seria incrível se a gente tivesse uma abertura maior.
Assim como a gente está discutindo aqui, porque tanta coisa, por exemplo, tem tanta coisa nesse livro do do leão, Denise, que a gente poderia discutir mais abertamente numa casa espírita, propor um estudo. Tudo. Eu sei que muitas devem ter. Mas eu posso chutar que uma boa parte não tem. E desconhece esse livro?
Sabe que é extremamente poético. Que ele fala de uma vibração que você fala assim, nossa, é nem me dou conta que eu estou nesse meio também, sabe que isso pode fazer parte do meu trabalho, do meu trabalho na casa espírita. E, principalmente, para que eu consiga um tipo de vibração diferente. Sabe porque como o nosso pensar a nossa energia como ela faz diferença naquilo que nós fazemos? Na casa espírita, quantas vezes a gente entra lá, aquele
silêncio, tudo e as pessoas? Você vai falar um bom dia mais alto. Sabe? Então é. Seria muito bom que se abrisse as portas, mas para esse tipo de de expressão, porque é um lixo, assim como o teatro que é dito. O teatro espírita também é um lixo, infelizmente. Palavras duras em voz de veludo, como diria o nosso querido compositor nacional, Herbert Vianna, né? Mas algumas coisas precisam ser ditas. Nós sabemos que os sons do ressecado não são para todos os ouvidos, né?
Mas tem muita gente ouvindo e tem muita gente falando e tá reverberando esse som e isso é muito importante. Isso acontece comigo, sabe? Débora, comigo, com a Júlia, às vezes a gente sai pra jantar num restaurante, é que a gente aprecia aqui na grande Florianópolis. E a gente chega, tal se ambienta daqui a pouco estou toca uma música ambiente, troca para uma para outra. A gente se olha isso assim, ó. A música de centro espírita, né?
Então porque isso nos acompanha aquela música que você, ambientado anos e anos ouvindo na Câmara de paz ou na preparação do ambiente antes ou depois de terminar a palestra? Isso acaba reverberando e vai ficando na sua memória afetiva, né? Evandro, então, como é que a gente pode contribuir para melhorar acerca da compreensão e da utilização? É da música, na ambiência das instituições espíritas. É, em primeiro lugar. Não, não colocá-la dentro de uma caixinha, né?
É. Eu acho que nós temos n possibilidades. Primeiro, dá o valor para a música, assim como para o teatro e para as artes em geral. Já que uma casa espírita, eu não acho que seja só um lugar sisudo que você vai lá para estudar e vai embora, né? É um lugar de confraternização, de prazer, de elevação, e nós temos tanto, né? Bebendo da fonte. Nós temos tanta coisa a favor, né? Da música ser utilizada nas reuniões espíritas é na Câmara
de passe. Aliás, eu aconselho que o pessoal bote aí o Spotify tocando. Ricardo sardinha, que as composições são. Maravilhosa, se elevam absurdamente e ninguém tem um risco de enjoar porque vai demorar um ano pelo menos para tocar todos os álbuns dele. Esse menino parece uma coisa, ele cria. É parecido com modista, né? E coisas maravilhosas. Então por que que a gente não usa isso a nosso favor? Porque um dia da semana da palestra pública, além de utilizar, né?
No trabalho mediúnico, aliás, contar 11 causo para vocês é, eu não go. Já que eu entrei no go, o primeiro, eu estudei a doutrina, né? Eu era católico e os meses questionamentos é terminaram com com Oo. Toda a minha fé católica, fiquei um ano ateu, né? Ateu, bíblico, mas ateu também não acreditava mais em nada e o espiritismo me resgatou pela lógica que é o que estava procurando. E aí é quando eu comecei a frequentar casas espíritas.
Você já começa com, sei lá, 56 anos de estudos e você começa a ver que existem palestras que são de acordo com a doutrina espírita. Tem palestras que o povo dele da viagem na maionese. E aí eu comecei no geol, que é 11, nosso grupo espírito, orvalho de luz aqui de São José do Rio Preto, que é extremamente é pé no chão, né? É esse que ano, mesmo antes de saber que OECK existia, a gente
sempre foi assim. E no trabalho mediúnico que a gente faz 1 hora de estudo, depois faz meia hora de prática mediúnica. AA presidente na época, a doutora Márcia Barroso me botou pra é na mesa para desenvolver. Depois de um tempo estudando, né? Fazendo a interseção e da beleza. É energização. Você tem na mesa aí os orientadores. Boa noite, meu irmãozinho, seja bem-vindo nessa casa eu. Eu olhava assim, sou eu ainda não chegou ninguém, não tá bom, daqui a pouquinho chegava outro
boa noite, seja bem-vindo. Eu já não tinha mais cara para dizer ó, não tem ninguém aqui sou eu e daqui a pouco eu vou simular um espírito só pra não passar vergonha foi isso uma quarta-feira, 2 quarta feiras, 3 quarta feiras e no final quando eu falei eu não, não, não adianta não, não, não, não tem ninguém aqui. Quem sou eu? Aí que eu não tenho medo de unidade ostensiva. É, é inspirador, é outra história. Aí a Márcia falou assim, mas nossa, mas como é que a gente
não pensou nisso? O que que para você é muito comum? Desde da infância? Eu falei, uai, a música não é que eu me desenvolvi sozinho? De repente eu aprendi a ler partitura sozinho, fazer as coisas é sozinho. Ela falou, então essa sua mediunidade? E aí eu comecei a cantar uma
música. No final da reunião mediúnica, e aí, nesse momento, os médiuns viam coisas e relatavam as experiências, assim cresceram absurdamente, então por que não usar, por exemplo, uma música ao vivo, seja instrumental, ou seja, cantada no final de um trabalho mediúnico ou no meio dele? Ter 111 trilha sonora durante o trabalho mediúnico não só durante os passes. Também? Ter música para começar e para
terminar, né? É uma vez você faz prece inicial, prece final, outra vez você faz uma música para abrir uma música para fechar e porque não? Uma vez por mês, por exemplo, em vez daquela palestra e hoje a gente sabe que as casas espíritas têm muita dificuldade em agendar palestrantes. Por que que naquele momento não se faz uma noite musical? Pode ter aí 11 desenrolar, né?
De de de ter um, porque um começo meio fim, por é como se fosse uma palestra musical que você vai emendando aí AA mensagem que você queira passar e as músicas que vão contando a história disso ou simplesmente uma noite de apresentação para que? Conheçamos melhor as músicas, os compositores, as músicas espíritas, as músicas não espíritas, enfim. Por que não fazer isso? Porque existem ainda casas espíritas. Que não admitem? Que se faça música?
Não entenderam nada. Ainda não leram sequer nem estudar. Não lerão sequer o livro dos espíritos. Não entenderam a importância que a música vai fazer. AA música não serve só para fechar a boca da platéia. Sabe aquele negócio que vai começar o evento? Tá todo mundo conversando nos centros em que o silêncio é uma prece e esses são os dos dos meu go. O silêncio é uma prece, não é? A gente conversa, abraço, eu não sei o quê, OK, isso acontece
muito em encontro espírita. Esses encontros grandes bota música pro povo acalmar, para depois ouvir a palestra. Por que que tem que ser esse tampão? Não é? Será que a música por si só, não é vai alimentar? Não vai bastar para aquele momento, já que nos traz tanta elevação, já que tudo aquilo que
a gente falou hoje, né? Que ela entra de sola, não é como eu digo, ponta de lança ou arco e flecha nos deixa nos primeiros 1520 segundos completamente em, em outra vibração, tanto que é muito comum quando você tem. É uma noite de músicas que você canta 1 hora, nem ou você toca nem pro artista que está fazendo, ou para os artistas ou procurar. Enfim é, já que eu fiz um trabalho com corais também em casas espíritas.
É toca profundamente as pessoas e aproveitando sobre corais em em casas espíritas, que a gente possa estimular todo tipo de arte. Na casa espírita, especificamente na música vale música solo, dueto, banda de todos os estilos corais, só não vale ser porcaria pelo amor de Deus, eu estou cansado de assistir corais espíritas que são um desastre. Porque não tem técnica, não tem conhecimento. E aí você vai falar assim, mas você está sendo muito chato, não?
Se você vai apresentar e o Ricardo e a debinha também sabe disso, se você não ensaia, se você não faz a coisa direito até, né? Não deixa não ter vergonha mais de apresentar em público, ou seja, tem que estar com um nível. Se não o melhor, mas Oo melhor que você possa fazer. Se você não faz isso, vai ter o
efeito contrário. Cansei de ver, por exemplo, grupos de música e corais espíritas, que era um show de horrores, um show de gritaria e a dificuldade, por exemplo, dos regents eram que as pessoas levavam isso como um trabalho voluntário, que eu vou. Quando eu quero, apareço no ensaio, quando eu quero e vou cantar na apresentação você tem ensaiado? É, quer dizer, é. É a receita para para desgraceira toda, né?
Vai ser um espanta, gente, porque é um show de horrores, uma berraria ou gente tocando desafinado, não vai cumprir o papel nenhuma. Então, que a gente possa estimular a formação desses músicos. Hã? Você vai ter um coral, é na sua casa espírita, mas ninguém sabe sobre coral, sobre técnica vocal, dinâmica de ensaio, como é que é? Contrata 11 profissional, né, tantas pessoas fazem isso,
tantos lugares para. Contrate um profissional que não precisa nem ser espírita, mas que vai fazer um trabalho bonito. Aí você desenvolve as músicas que que vocês é quiserem, mas uma coisa decente, a arte não aceita desaforo. A arte não aceita qualquer coisa. A arte não aceita que você faça sem trabalho e trabalho. Semanal. Não é assim. Eu vou fazer um, saio por mês e vou apresentar adoidado. Não vai rolar, vai ser horrível,
então, que a gente possa. Dar importância, dar espaço nas casas espíritas para essa arte que eleva, seja com temas espíritas, seja com temas populares, seja só instrumental, não interessa. Arte é arte, arte que modifica, que mexe com as pessoas, né? Que tragam mensagens até revolucionárias, como a própria doutrina é de justiça social e tantas outras coisas. Nós temos a faca e o queijo na
mão. Basta que a gente faça e que a gente tenha um empenho e a consciência de que tá ninguém sabe fazer, mas a gente quer fazer beleza, contrata alguém, faça uma coisa decente agora para fazer de qualquer jeito, é melhor não ter. Então que a gente possa dar mais importância nas casas espíritas para a arte em geral, especificamente para música. Com investimento de tempo de conhecimento para que? Que ela cumpra o seu objetivo.
Essa tua frase aí, a arte não aceita desaforo e arte não aceita qualquer coisa, é a cara e é a moldura do e secar, porque nós temos trabalhado muito com essa ideia, né? De água, mas ele teve boa intenção, mas ele tá tentando não, minha gente, não dá pra gente ficar, é na no quase, né? Claro que toda tentativa é válida, que o indivíduo é pelo método da tentativa e do erro. Né?
Tudo na nossa vida é a partir desse processo, mas nós temos sim que é investir na forma, melhorar a nossa forma para que a mensagem possa ser melhor entendida. E aí sardinha, que que tu tens para dizer aí pra esse mundão aí? Para esses centros espíritas espalhados pelo país inteiro? Por outras partes do mundo a acerca da compreensão e da utilização da música nas casas espíritas. Olha, eu estava ouvindo alguns relatos e tal dos companheiros aqui eu estou me sentindo
extremamente privilegiado. Eu não sei se é o Rio de Janeiro. Porque os ambientes que eu faço palestra tem uma palestra que eu já fiz mais de 50 vezes em alguns lugares, mais de 5 vezes no mesmo lugar que o pessoal pede pra voltar aqui aqui, as que é sobre amor a vida ela termina com o que é, o que é? Do Gonzaguinha. Tá, e o pessoal mesmo cantando? E assim, nunca tive problema quanto a isso, tá? Vários ambientes que eu frequento, o pessoal com bastante Alegria.
Eu vejo pessoas se queixando que não pode ter música. Quando eu chego nos centros aqui para fazer palestra e não estou com o violão na mão, pessoal, briga comigo, reclama porra, mas não vai ter música. Então assim eu não sei se no Rio de Janeiro a realidade é outra, porque realmente ali eu, todos os centros que eu fui fazer palestra, pedem para colocar música. Alguns pedem, inclusive para colocar músicas populares que pessoal conhece e tal.
Né? Então é a pelo menos um ambiente que eu tive oportunidade de frequentar, não participar. Isso sempre foi muito tranquilo. Existe gente que eu conheço mais, como Marcelo colocou um exemplo do espírito. É chato, né? Aquela galera mais fundamentalista. Porque é. É. É. Eu fico percebendo que as pessoas. Elas têm uma tendência, sempre tem que ir para um extremo, né? Então e eu tenho uma galera do não pode ter música e tem a galera do tem que ter música não se não tiver música, e aí você
cria um ritual. Né? Existem coisas que eu falo, existem coisas que são nocivas, coisas que são indiferentes, coisas que são úteis, coisas que são indispensáveis. A música é indispensável na casa espírita? Não, não é indispensável. Você pode fazer o não usar música como ar-condicionado não é indispensável, mas é bom. Não é? Então, você utilizar a música como uma ferramenta para você
aí? É também acho que seria legal pessoal conhecer um pouco mais do que se produz um músico espírita sabe o que nem só de quanta luz vive música espírita. Você tem muita coisa, é pra cima, muita coisa muito bacana o que os jovens curtem, participam e fazem que é muito legal, entendeu esta a gente conhecer, então, às vezes a gente pode estar falando do que não conhece. Eu acho que para o, para o centro espírita, o só complementando um pouquinho que o Evandro colocou que eu achei
muito importante, né? A gente pode fazer o que dá para fazer bem feito. Olha o que eu consigo fazer, é um violão e voz, porque não tem muitas condições aqui, então vamos fazer. Eu já participei de encontros e tal que eu tava com jovens, com o pessoal não se preocupava nem afinar o violão. Acabou, olhava assim cara, tocando, está desafiando porque tem aquela não? Mas é o que vale é o né? Então eu acho que quem? Produz a música no ambiente espírita.
Ele tem que entender que ele é uma espécie de médium. Sabe que existe uma coisa que é a canção que tem que chegar aos corações das pessoas, tem que chegar a mente das pessoas e nós somos quem está produzindo aquela música naquele momento. Os responsáveis por embalar aquilo da melhor forma. Então, se a gente pega, ela vai cantar uma música, né?
Se esgoelando e aí eu eu, uma coisa que eu converso muito no meio espírita, eu acho que determinados virtuosismo são desnecessários, sejam vocais, ou seja, então aquele cara que mal consegue cantar direito, começa a berrar que nem um maluco ou quer fazer solos no violão ou no piano? Para fazer para impressionar, não é? Então você tem que entender o seguinte, olha, nesse momento eu estou entregando para pessoa alguma coisa que vem.
É que é que a música eu falo o seguinte, a música é como se fosse um ser vivo que ela está impregnada da emoção de quem a compôs e da emoção de quem está interpretando. É um conjunto, ali é como fosse um ser vivo mesmo. É uma coisa que a gente não consegue mensurar, porque isso vai entrar em uns corações. Então é, é a responsabilidade de quem produz isso de produto, de procurar ser se qualificar.
Entendeu? Então eu falo, eu passo parte do meu tempo em casa que eu falo afiando o Machado e parte cortando lenha. Sabe se tem que ser, quer cantar? Eu estou propósito é cantar, então procure você. Não precisa ser 11, pavarotti precisa ser um Evandro, não é o cantor sabe, você pode cantar de uma forma afinada, de uma forma que as pessoas vão, vão, vão perceber a música e perceber essa emoção. Então é bem, isso é importante. Continua. Não, não, senhora, só finalizando mesmo.
Sabe? Só meio que completando isso que o Evandro falou que é muito importante, não é nada a fazer qualquer coisa. Eu já passei por uma experiência que o primeiro disco que eu nós gravamos, a nossa ideia era gravar com o pessoal do do centro junto, né?
Eu fiz a base instrumental toda aí no primeiro ensaio, fizeram uma bagunça, cada um chegou no horário, teve uma, chegou quase 3 horas depois, aí eu peguei e cortei pessoal, desculpa, valeu, tchau, vou gravar sozinho, gravei sozinho, aí a minha esposa cantando. Vai ficar ai, sardinha vai
sentir só, só chato mesmo. E aí eu perguntei para uma delas, há eu não vi porque chegou uma visita lá em casa e aí eu perguntei, é o seguinte, você tivesse uma palestra marcada para fazer as 3 horas, como era o horário da nossa gravação lá você não iria fazer a palestra porque os parecer uma visita na sua casa? Não, mas eu iria porque é Sério, né? E isso lá não é Sério. Então as pessoas acham que às vezes, aqui a arte é a
brincadeira, não é? É para distrair, faz qualquer coisa aí, faz qualquer coisa aí. E aí, quem trabalha? Quem lida com isso direto, né? A Débora, o Evandro e tal, entende que a gente tende, que isso tem que ser levado a Sério. O que não quer dizer, tem que ser uma coisa sisuda, não é? Eu tenho que ficar ao levar a Sério uma coisa, você pode ser
extremamente descontrai. Medo, você pode ser extremamente leve, não precisa estar fazendo, mas se preocupando com o que você está fazendo, ou seja, feito da melhor forma. Tá? E é isso, gente, eu falo demais aqui, passando a bola de síntese, é essencial que nós nos preocupemos também com a embalagem, além da essência, além daquilo que nós queremos passar enquanto mensagem.
Esse conjunto, eu e sardinha, somos contemporâneos de uma época em que se fez muita coisa em termos de arte, em termos de música escrita. Nesse país, temos o intercâmbio muito forte entre o Rio de Janeiro e Santa Catarina, em que produzi música de qualidade em diversos estilos, né? Fizemos bolso, fizemos chorinho, fizemos sambaqui no rock, fizemos bossa nova, espírita e até o. Hoje há é. Frutos desse tempo bastante
venturoso, né? E como as questões do movimento espírita acabam sendo cíclica, passa um tempo, vem, elas começam novamente a evoluir, né? Nós esperamos que isso possa retornar, né? Me lembro aqui também numa passagem nossa, minha e da Júlia. Quando nós ensaiávamos um coral na casa espírita aqui e fomos fazer a primeira apresentação num dia de doutrinária e aí é muito comum, né? A casa tinha uma mesa grande.
Onde ficavam os médios? Mas para sustentação do trabalho da palestra doutrinária, de costas para o público e nós entramos, escora listas, entraram, eu entrei no final como regente e nós nos preparamos e começamos o primeiro acordo. Tinha uma médium ali que ela já estava concentrada de olhos fechados, ela quase saltou da cadeira, né? Como estupefato assim, com aquilo que estava acontecendo, não acreditando que não, que
estava acontecendo. Então essa ideia que muitas pessoas têm a respeito do trabalho artístico, o trabalho musical no centro espírita, que não pode ser feito. Uma qualidade que não pode ter um recheio, um contornos que não é tudo organizado. Então ali os Cora listas estavam todos uniformizados. Eu estava uniformizado junto.
Nós tínhamos uma mensagem e uma embalagem para oferecer o movimento descrito a minha gente, nós estamos aí, chegando a 1 hora e 40 nessa nossa produtiva live, precisamos partir para as nossas considerações finais, então vou escolher aqui do meu portfólio de perguntas uma que eu acho muito interessante pra gente poder associar.
A dinâmica da passagem do tempo, a dinâmica das gerações para ouvir as considerações finais dos nossos queridos participantes dessa live e como eu disse lá no início, é uma live cheia de surpresas. Nós vamos ter surpresas até o final. Portanto, fica aí, não levante da cadeira, espera um pouquinho pra ir no banheiro pra comer alguma coisa, porque a live ainda tem muitos recheios importantes para hoje. Então, minha gente, vou começar pela Débora fazendo a pergunta derradeira, Débora.
Parece-me que os tempos atuais eles amplificarão o acesso à música por parte dos encarnados, né? Se disse assim, o poder de escolha em relação a estilos, a ritmos, arranjos, letras, tipologias que hoje tal alcance da mão, né? No aparelho celular, vários é esses temas, vários aplicativos que colocam em contato com a música e a música de boa. De qualidade? Até indiscutível, né? Mas, em paralelo, existem aqueles ainda aficcionados, né? Aos bolla sono, né, ao CD?
São os DVD s né? Que um LP para quem nunca ouviu ninguém viu na sua vida, esse aqui é um LP, né? Isso aqui é o avô do seu pendrive e tá aí, né? E em plena atividade, então eu quero te perguntar o seguinte, Débora, essa presença constante da música na vida do encarnado. Beneficia o espírito. Certamente que sim. Certamente que sim, muitas vezes, quando a gente está numa situação difícil, não é tão bom você poder fazer uma prece e
colocar uma música. Aquilo vai te trazendo uma sensação boa, porque você vai mudando o seu pensamento, vai mudando a sua vibração. E muda a energia em volta. Então é muito importante. Por exemplo, se você ouve sempre a mesma coisa. Aquilo que é, mas e ficante? Aquilo como o Evandro falou que é só para consumir. Você não vai conseguir esse resultado, mas é extremamente importante sim, e com certeza você consegue mudar o seu padrão vibratório através de uma boa música, seja ela qual for,
porque música boa é música boa. Não importa o ritmo, a procedência, o compositor. Então, é. É sempre muito importante a gente usar essa ferramenta e uma coisa que eu queria complementar, que os 2 falaram de da gente, fazer bem feito a gente. Vocês não imaginam como é difícil, eu sei porque todos já passaram por isso. Como é difícil essa vontade de fazer bem feito. Dentro desse espaço, porque aí você tem que ouvir a mesma coisa, aquilo que o Evandro falou. O sardinha também falou.
Há, mas é voluntário. Nós somos espíritas, nós temos que ter paciência. Então você vai fazendo a coisa de qualquer jeito. E se você faz a coisa de qualquer jeito, a sua plateia espírita também não está nem aí. Sabe, vai levar coisa de de qualquer forma. Então, é. Eu só queria reforçar isso daí porque eu costumo dizer assim, que podemos ser amadores, mas trabalhamos como profissionais. A busca de você fazer o melhor, a busca do Belo, a busca de uma música.
Se você está o tempo todo no celular com seu fone de ouvido, porque você não quer ouvir o barulho da cidade tudo, busque alguma coisa que vai elevar o teu espírito que vai fazer você se sentir melhor. Isso faz parte do nosso trabalho. Porque é um trabalho bem feito. Ele vai resultar numa coisa muito boa para quem vê e para quem ouve. Isso é muito importante. Não dá para fazer de qualquer forma. É isso. Muito bom, Débora.
Essa ideia, mesmo que nós queremos passar nessa nossa live de hoje, não é de que nós somos muitas das vezes amadores na vida, mas nós buscamos a excelência, buscamos o profissionalismo tratar com seriedade cada uma das coisas que a gente faz, procurar fazer o melhor que esteja ao alcance das nossas mãos, fazer o Belo e fazer o bom. Quando nós conseguimos conciliar essas 2 Vertentes, esses 2 caminhos com certeza nós nos sentirmos melhores e fazemos os
outros melhores. Foi um enorme prazer Débora, ter você conosco. Mais uma vez a nossa bancada, que esperamos brevemente para trocar outras figurinhas aqui na nossa live. No embalo de sábado à noite do ECK, vai lá para a salinha do chá que daqui a pouco a gente conversa. Vamos passar então pro Ricardo sardinha na pergunta que eu fiz, emendo a pergunta e fique à vontade em que essa presença constante da música, na condição de encarnado, beneficia o espírito?
É, eu sou suspeita para falar porque eu respiro música o dia inteiro, né? Até uma senhora que trabalha aqui em casa, né, de diarista, ela comenta. A gente eu já sou Ricardo, eu sou o senhor está cantando ou está tocando ou tá assoviando o dia inteiro, né? Ou tá ouvindo música? Porque é uma, é o que acho que é, o que nos ajuda a transcender um pouco, né? O que nos ajuda a sair um pouco dessa? Horizontalidade do mundo que a gente vive aqui, né?
É a vida, a vida sem arte seria um erro se não me engano. Acho que foi Nietzsche que disse isso, não é? Então, embora o 9 nós estejamos passando por um momento que espero que que fiquem para trás no nosso país, onde se desvaloriza a cultura, arte, tudo isso, né? Os artistas, principalmente. Que que voltem a ser vistos como foram tão importantes quando começou a covide, né?
Quando começou esse processo da da pandemia, como foram importantes os artistas nesse momento, sejam em em Lives, nas varandas das suas casas cantando, né, levando alguma coisa além? Eu acho que a gente tem que estar nessa busca dessa coisa além o tempo inteiro, buscando fazer cada vez melhor. Então acho que esse recado eu queria agradecer muito a oportunidade de estar aqui junto com o Evandro, com a Débora, com Marcela conversando sobre esse tema tão tão Importante Pra Mim, né?
E esperando que tenha de alguma forma nos ajudado um pouco aí na nossa, na construção do nosso conhecimento, está bom, muito obrigado aí pela oportunidade. Bacana, Ricardo, sempre muito bom tê-lo conosco, né? Você já é uma entidade? Do ê se cá, né? Você está presente no ECK, trazendo a música desde os primeiros momentos, né?
Revivendo esses nossos áureos tempos de Mocidade, quando juntos fizemos esse intercâmbio aí e é importantíssimo ter essa visão ampliada com esses outros focos de percepção para que a gente consiga entender melhor as várias mudanças da nossa existência. Obrigado, mais uma vez por ter aceito o convite e aguarda um pouquinho lá que depois da surpresa. E a gente conversa também. Pois é, Evandro, então primeiro você vai responder a pergunta e
depois nós vamos ver, né? Se tem aqui espaço ainda para encaixar surpresa e blá blá blá, aquela coisa toda, então essa presença constante da música, na tua opinião, em que beneficia A Entidade espiritual? Eu acho que beneficia absurdamente, porque a gente já vê que a música interfere no plano físico. Vai interferir da no nosso espaço vibracional, né? Lembrando que o átomo é como se
fosse um grãozinho de sal. E aí o elétron está voando da altura de um Empire State building, um prédio muito enorme, outro grãozinho de sal e tudo no meio é espaço influenciável. É por essa energia que a gente não sabe ainda nem medir que é a música se interfere no nosso meio físico. Não é? Muito mais interfere no nosso emocional e pelos relatos, né? Já vamos deixar de lado as nossas impressões pelos relatos
que nós temos, né? Da da, da doutrina espírita dos espíritos, é absurdamente, é. Diferente, mais intenso no mundo espiritual, então nos tem o poder lembrando que a música nos tem é tem o poder de nos elevar ou de nos rebaixar, né? A música é de baixo calão, que leva, arrastam jovens para vícios. É para tantas coisas, é negativas, por exemplo, pro álcool e tudo mais. Então daí a gente entende o grande poder que a música tem e ela é neutra. Nesse sentido, mas quem a tem a
chave? Quem pode fazer a nossa? A escolha somos nós e que a gente possa fazer boas escolhas musicais, sejam músicas, espiritas, doutrinárias, músicas populares, músicas instrumentais, o bom e o velho rock n roll ou também uma música que juntou simplesmente? 2 grandes personalidades, Luís de Camões, no seu soneto número 11, e Paulo, o apóstolo Paulo, que escreveu na sua carta aos Corinthians 13, sobre o amor que eu tenho prazer de trazer, pode
revelar a surpresa agora. Aqui pra nossa noite. Um Monte Castelo. Face a língua dos homens. A língua do anjo, sem. Amo nada, sempre. Bom, é só o amor. É só um amor. Ruim é, é verdade, o amor é bom. Quero um. Não senti. Invejo sim, vai dar sim. Salve, legião. O amor, eu, o que há de sem se ver é ferida que dói e não se sente. Também desconto. Entendi, é devo desatina sem. Face a língua dos homens, face. O anjo sem. Me amo, amo. Seria?
Bom, eu não querer mais que bem querer, é solitário andar por entre a gente é um não contentar-se de contente. É cuidado, se ganha em, se vê. Ela está se preso com vontade é servir a quem vence O Vencedor. É o tempo que nos mata. Verão dá de tão contrário a si, é o mesmo amor todo dormem todos dormem. Agora vejo em parte, mas então veremos passear. Assim é só o. Oração, amor. Que conhece? Saudade. Se os homem fala. Bacia, língua, o anjo. Bem, eu sei.
Bom, queria. Marcelo, querido, sardinha, debinha, beijo, muito obrigado pela oportunidade. Foi maravilhoso poder falar desse assunto que eu sou perdidamente apaixonado. Estou muito honrado, muito honrado e muito feliz. Gratidão, querido. E? Pois é, a Lua que vem nisso, Mano, ouvir o novo otário, tá? Né? É surpresa, eu não podia falar nada, né? A Cláudia, da mediunidade, prometo, premonitória, falou aí o que dizer de Monte Castelo, Renato, Renato? Eu vi e Pio. O ê CK.
É só amor, mas às vezes vem umas bordoadas junto com amor também, porque nós não somos fáceis, querido Evandro. Gratidão imensa em tê-lo conosco e propiciar que nós tivéssemos realmente um embalo de sábado à noite. Musical de verdade, né? A tua virtuosidade nos encanta, nos emociona e é muito, muito, muito gratificante tê-lo na nossa equipe. Que possamos gostar de fazer. Os eventos como esse vai lá para essa linha do chá que nós vamos encerrar por aqui. É isso, minha gente, é isso.
Essa emoção que transborda em cada momento em cada evento que nós fazemos de todo o nosso coração para nós, para vocês, para todos. Quero encerrar lembrando uma música. Muito importante. Para a humanidade? Que é de autoria de Eros Ramazzotti, e chama-se música é. E ele fala. Porque o mundo sem música não se pode sequer imaginar. Porque cada coração até o mais pequenino. É um toque de vida e amor. Que é música?
Espero que você tenha gostado dessa nossa live especialíssima sobre a música para o espírito e para os demais seres vivos. Ajude nos a divulgar a nossa iniciativa, o nosso canal. Leve essa mensagem para os seus amigos, para os seus familiares, inclusive aqueles que não são espíritas, porque nós que nós tratamos aqui hoje? É amplo, amplifica é dirigido a todos os homens de boa vontade, todos aqueles que querem construir. Um mundo melhor, um país melhor,
uma vida melhor para todos nós. Obrigado e até uma próxima. Daqui a 15 dias, em mais uma live do embalo de sábado à noite do ICK. Veja. Tchau.
