A influência do Jesuitismo no Espiritismo [Ep19] - podcast episode cover

A influência do Jesuitismo no Espiritismo [Ep19]

Mar 08, 20232 hr 7 minSeason 17Ep. 19
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Volta à bancada do ECK, o pesquisador Paulo Rezinski (RJ) para tratar de um tema essencial para a compreensão  da história do movimento espírita, sobretudo no Brasil, desde o final do século XIX até nossos dias:  "A influência do Jesuitismo no Espiritismo".  Para os debates, uma dupla de competentes estudiosos e pesquisadores, do Conselho de Gestão do ECK, Beto Souza (RS) e Henri Netto (PB). Na mediação, como de costume, o Coordenador-Geral do ECK, Marcelo Henrique (SC).  O tema permite uma abordagem crítica para situar a diferença fundamental entre a proposta original do Espiritismo (religião no sentido filosófico, filosofia espiritualista com bases científicas e consequências morais) e a opção majoritária do meio espírita por uma religião cristã, já a partir da própria fundação da Federação Espírita Brasileira (FEB).

Transcript

Bom. e, nas redes sociais, uma vez que falar de algumas Pedrinhas que estão nos sapatos dos espíritas é sempre algo alvissareiro, provocante, Claro que, tratado com todo o respeito que o espiritismo e os demais movimentos filosóficos, religiosos, culturais, do nosso tempo merecem. Pois bem, você já sabe, acompanhou a nossa divulgação, nosso banner o tema de hoje é a influência do jesuitismo no espiritismo.

E é preciso então, fazer um pequeno recorte inicial para explicar tanto o que é o jesuitismo e tanto sobre a influência no espiritismo. Bom, o jesuitismo foi uma doutrina moral e religiosa, e os seus seguidores, seus adeptos, se chamavam Jesuítas. É uma denominação reduzida ou simplificada da chamada companhia de Jesus, que foi uma ordem religiosa fundada em 1534 por um grupo de estudantes da universidade de Paris. Presta atenção, Paris. França, espiritismo. Como Kardec.

Né? E nessa ocasião, eram liderados pelo basco inigo Lopez de Loyola. Depois conhecido como Santo Inácio de Loyola, a congregação, a companhia de Jesus foi reconhecida por bula papal em 1540. Depois, a segunda explicação a respeito da influência no espiritismo, você que nos acompanha há mais tempo, já sabe que nós não tratamos o espiritismo como uma cláusula pétrea como algo

pré-estabelecido. Tido pré determinado e já Estanque no tempo, porque representa uma autoridade superior e definitiva, não espiritismo. Para nós é a codificação, a doutrina filosófica estruturada a partir do pensamento de Allan Kardec em conjunto com os espíritos superiores e esta doutrina, ela termina oficialmente em 31/03/1869. Enquanto estrutura originária, é Claro que a doutrina dos espíritos, a filosofia espírita, ela é progressista e progressiva.

Ela vem com o tempo, sofrendo alterações, revisões, reestruturações. Rê estudos, então espiritismo e movimento espírita. Para nós 2 CK são sinônimos. Com os seus pontos positivos e com os seus pontos negativos. Com as suas virtudes e com os seus defeitos, portanto, poderíamos ter dado a essa live o título.

A influência do jesuitismo no movimento espírita e aí ficaríamos restritos apenas ao movimento dos homens ao movimento social associativo das instituições espíritas, ligas, federações, órgãos internacionais. Não é isso que nós queremos dizer. Queremos dizer, qual o impacto do jesuitismo na estruturação do pensamento espírita originário? E na sua consecução, na sua.

Progressividade dentro do tempo feitos esses esclarecimentos, sem mais delongas, vamos trazer o nosso convidado da noite de hoje, professor Paulo resinas, que bem-vindo Paulo bem-vindo saúde a todos. Grande prazer estar de volta aqui no ECK. É sempre. Eu me sinto muito confortável sempre aqui. Nós seca muito obrigado. Bacana Paulo Paulo já é membro

honorário do ECK. Ele é médico psiquiatra, formado pelo instituto de psiquiatria do da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Possui títulos de especialista pela associação Brasileira de psiquiatria, pela escola médica de pós-graduação Carlos Chagas, da PUC do Rio de Janeiro e da federação Brasileira de psicanálise. É membro associado da International fisga analytical Association a IPA de Londres. É também fundador da sociedade Brasileira de escritores médicos.

Professor, palestrante de filosofia e de doutrina espírita desde 1993 encontra-se vinculado. Ao lar de frei Luiz, na capital Fluminense, na região metropolitana do Rio de Janeiro, é também responsável por trabalhos muito importantes tanto a nível de vídeo como a nível de textos nas áreas de espiritismo, psicanálise, filosofia, ciências sociais e antropologia. Pode-se dizer que essas são as áreas de maior interesse do

nosso Paulo? Possui para você que queira acompanhar um pouco mais do pensamento. E das iniciativas do Paulo um canal no YouTube com o nome dele, Paulo resinas, que tudo junto e é como eu disse, membro honorário do ECK, já apresentou o trabalho fisicamente presencialmente em um dos nossos Lips. Os fóruns do livre pensar espírita. E é para nós uma Alegria inenarrável, como dizem aqueles comunicadores do passado. Ter o Paulo essa noite como companheiro, de debates e diálogos.

No pluralismo que caracteriza o espiritismo com Kardec. Feito isso, vamos chamar os debatedores, aqueles que terão também a honra de ocupar, de dividir com a gente até linha apresentando as suas considerações sobre o tema proposto. Vamos chamar então o nosso, Beto Souza. Bem-vindo, Beto. Obrigado, pessoal. Prazer imenso estar de volta aqui no nas livres do secar e dividir a bancada com. Com esses parceiros estão qualificados para, para, para

assuntos de hoje. Legal, Beto, o Beto é. Deixa eu ver aqui a minha, minha, minha, minha cola. Bacharel em teologia pela faculdade Estácio de Sá e está nos estertores, está concluindo a licenciatura em filosofia pela mesma universidade, lá na fria e calorosa ao mesmo tempo. Porto Alegre, no extremo sul do país, é vice-presidente e diretor de estudos do centro cultural espírita de Porto Alegre OC cepa, que é nosso parceiro desde o início.

Das nossas atividades do espiritismo com Kardec, Beto Souza é ainda membro do conselho de gestão do e secar para você que não sabe a nossa instituição, ela adota um modelo moderno, arejado, em que não há presidente em que não há verticalização, não há hierarquia, não há superioridade de ninguém sobre os demais. Nós trabalhamos sempre numa posição de colegiado e raramente colocamos.

É questões para voto, porque as questões são debatidas e nós entramos num consenso ao final, tal qual era a recomendação do professor Allan Kardec para as instituições espíritas do seu tempo, em especial o que ele exemplificou na sociedade parisiense de estudos espíritas. O primeiro centro espírita do mundo. Vamos chamar então o outro debatedor, que é o Henry neto, bem-vindo à r. Boa noite ou boa tarde? É Marcelo, nosso querido Beto Paulo, um prazer estar aqui com todos vocês, né?

E aí vamos iniciar? Eu vou abrir com a frase que eu gosto de Kardec na revista espírita, quando ele fala, existem polêmicas e polêmica e uma das que nós nos envolvemos e não nos esquivamos é quando envolve a doutrina. Muito bem. Vamos lembrar que essa live está sendo transmitida simultaneamente por 3 canais ou plataformas. Está conosco a rede espaço espírita dos dos amigos Gilvan Souza neto e Dorival, estrelou que se juntou ao canal e secar para a Transmissão pelo YouTube.

E também temos a Transmissão por onde tudo começou. Dentro do nosso grupo espiritismo com Kardec no Facebook e seus 14 mais de 14000 participantes. OR é engenheiro civil, calculista, é sócio, diretor da empresa logos engenharia, atuou como palestrante, como, médium, divulgador e dirigente de reunião mediúnica na associação espírita Caridade. Em ação a esca de João Pessoa, na belíssima Paraíba, no nordeste brasileiro, é também como o Beto e como eu, membro do conselho de gestão do ECK.

Nós temos hoje também, como de costume, essa gente que você não vê faz a live do ECK, que você vê, o pessoal que está na técnica, a Julia schulz, a Cláudia, Jerônimo, o Ricardo sardinha. O Nelson Santos que Esteves e agora está só em espírito e verdade porque está sem imagem e o nosso grande Manuel Fernandes neto, coordenador geral de mídia do e secas. Sem mais delongas, vamos tratar

do tema, né, minha gente? Porque o nosso público está ávido de conhecer um pouco mais a dinâmica e as inter-relações sobre o jesuitismo e o espiritismo, se é que elas existem. AA primeira questão, penso, é aquela que todos vocês devem estar se perguntando, né? O que é o jesuitismo? Paulo resiste. Bom. É o que? É muito mal colocado nos livros. De história que falam que nos ensina no primeiro segundo grau. É o Jesus. Te amo, ele nasce como você falou a Marcelo.

Em No No século 16534, não me lembro bem. Nasce através de. Santo Inácio de Loyola. Não é que foi, mas antes era apenas Inácio de Loyola, um basco. Não é muito agressivo. Até a feriu-se na perna, numa, numa Batalha, mancava de uma perna. Bem. Acontece que. Quando e na senhora com esses colegas dele, lá na universidade, Paris se se juntaram que para criar alguma coisa, alguma ordem religiosa nova. Eles foram identificados. Pelo papa, porque acho que era dali a um 10.

Como os verdadeiros soldados do Cristo agora, pessoal. O que que significa ser verdadeiro soldado do Cristo, quando, AAA igreja católica tem n ordens? Como dominicanos, franciscanos e, et cetera. É porque essa ordem ela tem toda uma estrutura hierárquica, militar. Parece um pequeno exército. Com diversas hierarquias. E treinados, também. Para. Promoverem a divulgação. Da doutrina católica, em qualquer circunstância. Em qualquer meio. Eles então foram.

Delegados a ele nesse exército do Cristo. A missão inicial de combater a contrarreforma. Né? Poucos anos antes, acho que 10 anos antes, 15, não é mais do que isso. 10 anos Martinho Lutero tinha promovido a reforma o início da reforma na Alemanha. E? E a partir disso, OOA movimentação da reforma. Ela Foi avançando rapidamente, envolvendo muitos países da Europa.

E a igreja que vivia das bulas 2 absolvições, do pagamento de toda uma série de. Benefícios para o indivíduo, se absolvido, não ir para o inferno, dentro daquela doutrina católica, a igreja se assustou porque ali a perder o poder e perder o dinheiro, né? Então, convocou, aí nasce Ola e ele fundou, portanto, a companhia de Jesus, que nada mais é do que uma companhia é instalada para combater a doutrina ligada por Martinho Lutero. Depois por vingue depois por outros, é outros líderes

religiosos da própria reforma. Então essa é a origem da da nossa companhia de Jesus, uma companhia de Jesus criada para combater a reforma com o nome de contrarreforma. Muito bem, Paulo. Boa introdução situou histórica e filosoficamente. Porque não dizia também, culturalmente, Oo nascedouro do jesuitismo? Neto, você que é bacharel em teologia, seguramente deve ter tido informações muito interessantes sobre o nosso Capitão, não é aquele nosso Capitão Loyola?

E todo o seu trabalho de violência na pregação evangélica. Que pontos você poderia destacar desse jesuitismo dessa companhia de Jesus na c dôra, que seriam, digamos assim, um pouco conflitantes com a proposta do próprio Jesus? E por que não dizer, da proposta espírita? Complexa, tua pergunta, Marcelo. Porque assim como Paulo muito bem falou o Inácio de Loyola, ele começa numa ordem de cavalaria, não é?

Ele se fere na Batalha de Pamplona e a partir daí, quando ele está em recuperação e que ele tenha conversão dele, se torna peregrino. Então ele vem de uma família nobre e abre mão da dos bens terrenos, faz o não pode ainda voto de pobreza porque ainda não tinha feito os votos deles, mas ele sai na mente. Câncer, né? Em peregrinação, vai até Jerusalém, depois retorna a um. Ao longo desse trajeto dele, até ele recebeu os votos. Ele até ele é chamado algumas vezes pela inquisição, né?

Pelos pelos exercícios que ele fazia os exercícios espirituais. A então é, é meio complexo, porque a morte dele, Marcelo, era seguir a imitação da vida do Cristo. O máximo que ele pudesse. Não é? Quando tu fala na, numa violência ou numa talvez, a questão do do jesuíta, da de se inserir numa cultura AE colonizar aquela cultura, vamos dizer assim, ela é posterior, né? Já é posterior a esse a esse movimento inicial, então eu vejo muito assim, ó formação da

companhia, a igreja. Ela deve ter visto uma oportunidade que Nem Ela viu com os franciscanos, então quando chegou Francisco de Assis, com aquela proposta de retornar aos pobres, a igreja vai lá e se aproveita e cria ordem, né? Quando chega a Loyola com seus companheiros de Paris para fundar a ordem jesuíta, a companhia de Jesus, na ordem jesuíta. Eles aproveitam aquela com o Paulo também muito bem, falou. A disciplina imposta, eu acho que era essa herança da cavalaria do do Inácio, né?

Das ordens de cavalaria a essa estrutura rígida, hierárquica, para eles serem os novos apóstolos, ou seja, aqueles que vão viajar, eles estavam lá para ir para qualquer outro lugar. Então, enquanto as outras ordens eram muito fechadas, todas as que a gente falou, tudo bem a gente falar em dominicanus, a gente vai ter aquela coisa mais da inquisição, né? Se a gente falar em franciscanos também, mas eram ordens monásticas. Mais fechadas nas suas

estruturas. Monastery ai. Os Jesuítas, não os Jesuítas, eram uma ordem viajante. Tinha 11111 diretório central ali, né? Um núcleo central, mas a os que os que eram dessa ordem, eles iam para outros países levar a palavra, né? Levar o evangelho, levar a doutrina. Então, EE já numa postura muito assim, de chegar no local. Seja Japão, Índia, África onde for.

A se adequar ao cultura do local, como aqui no. Na Na América Latina, aprender a língua dos guaranys, aprender a cultura dos guaranys e dialogar com o com os guaranís ou com os japoneses, ou que que fosse dentro da daquela cultura, entende? Então. Hoje a gente olhando hoje com os olhos, a do século 21 para trás. Sim, é um processo, um violento processo de colonização daquelas culturas, né? Mas pra época deles e comparação com outras que existiam até não era tanto.

Não sei se fui Claro, né? A minha resposta, consegui te esclarecer um pouco. Foi sim, foi bem Claro essa essa proposta temática que o Beto acabou de agregar. A excelente fala do Paulo no início, Henry. Ela nos coloca num paradoxo, né, Beto acabou de falar que era é objetivo da companhia de Jesus ou dos Jesuítas ou desses religiosos que eram. Levados a chamar é as suas tarefas de missões. Vamos lembrar que no estado do Rio Grande do Sul mesmo e também parte de Santa Catarina.

Nós tivemos um movimento religioso feito pelos Jesuítas com essa. Com essa denominação, as missões não é? Daí vem, por exemplo, Palmeira das Missões, uma cidade é gaúcha, né? É essa estrutura, né? Aparentemente bondosa, não vou aprender a língua nativa para poder dialogar, conhecer a cultura local. Ela contrasta com uma proposta Clara da companhia, que era a catequese.

Ou como poderíamos dizer, nós do alto da estrutura é ou do conhecimento da estrutura do movimento espírita atual, evangelizando os nativos, os indígenas, ou ou no? No caso da América do norte, os aborígenes, o que dizer disso, dessa, desse aparente paradoxo ou dessa contradição? Entre uma proposta e outra? Henrique? Eu vejo isso de uma maneira muito séria e grave. A gente tem uma formação do povo brasileiro. No início, já com essa influência dos Jesuítas nos

colégios, né? A gente não pode esquecer, esquecer o Fábio Manoel da Nóbrega, que fez todo um movimento de ensine os colégios dos grandes centros que estavam se formando na época, São Paulo, Rio de Janeiro, os colégios Jesuítas. Se implantarão, implantaram esse tipo de. Ensino, digamos assim. E aí a gente, analisando tanto a parte de.

Com os encarnados e os desencarnados no Brasil, nós tivemos uma influência muito forte do catolicismo através desses ensinamentos dos Jesuítas e um dos dos espíritas mais, digamos assim. Um dos espíritos que o povo do do Brasil mais gosta devido ao médio é o Emanuel. Cujo o problema é exatamente isso. Ele se diz que foi a reencarnação do padre Manuel da

nota que ele é um jesuíta. A gente não pode esquecer que ele é um jesuíta e por conta disso, se a gente for ver direitinho, existe nessa obra 11 certa intenção de tentar forçar um religiosíssimo e o catolicismo? Aí, então pode esquecer que pelo adulto, e não dos espíritos, o espírito, ele não muda de uma encarnação para outra. Ele demora muito esse esse espírito. Ele, várias reencarnações como padres, ele vai trazer esse, esse, esse jeito de agir. Então a gente lendo todas as

obras, a gente percebe isso. Essas obras no Brasil, essas obras mediúnicas trouxeram esse, digamos assim, esse teu católico pegou um povo que também já estava influenciado e foi 1111 faca e o queijo na mão. Início desvirtuou um pouco a mensagem original. Bacana, então o nosso internauta nosso é. Telespectador do ECK. Começam a entender um pouquinho melhor que algumas palavras. Elas não podem ser desestruturadas, elas não podem ser e codificadas para aplicação no movimento espírita.

Aquilo que o movimento espírita chama de evangelização é o mesmo processo que foi aplicado pela companhia de Jesus. Em jornadas muito sofríveis, muito violentas e que deveriam estar apagadas da memória da história. No sentido, assim, de lembrarmos dos seus efeitos, mas jamais esquecermos. De que o processo humano ele acaba sendo cíclico, de modo que volta e meia essas experiências, elas acabam retornando com alguns efeitos, se não os mesmos

de uma época escravagista. Do ponto de vista físico, do ponto de vista cultural e do ponto de vista. Também espiritual, mas retornam na forma de uma colonização cultural espiritual, como a que nós vivenciamos no Brasil. Então, Paulo, a minha pergunta é exatamente sobre o sacerdote padre Manoel da Nóbrega, que é um personagem da história do Brasil e também da história de Portugal. É um personagem que. Se ficássemos restritos apenas às experiências, aos relatos históricos.

Já teríamos condições de entender qual é o seu papel naquele processo de colonização do Brasil colônia, né? E que depois retorna por auto identificação. Não foi ninguém que numa é experiência mediúnica.

É, verificou a sua aparência, verificou seus traços espirituais hiper espirituais e disse, olha, eu conheço esse senhor, esse senhor me parece ser aquele padre que junto com Anchieta. Ele trabalhou na questão da me perdoem a expressão domesticação dos índios nativos na Terra de Santa Cruz. Esse processo, Paulo, ele acaba nos direcionando a um hiato nas informações sobre essa personalidade, não é ele, é o padre, o padre que não foi uma

pessoa boazinha com os índios, não foi uma pessoa boazinha com os prisioneiros portugueses que vieram degredados para o Brasil. Não foi uma pessoa boazinha com os negros escravos que também fazem parte. Da estrutura da nossa população

originária. E este mesmo padre, pelos relatos de Francisco Cândido Xavier, parece que não aprendeu nada no mundo espiritual, pois volta com a mesma prepotência com a mesma arrogância, dizendo você, Chico, não precisa descansar, eu é que vou lhe dizer quando você irá descansar.

Chico, para você eu digo disciplina, disciplina, disciplina e outras falas mais que não são invenções nossas, estão nas biografias, nas entrevistas do querido e saudoso médium Chico Xavier, o médium mais portentoso em faculdades que este Brasil conheceu. Então, Paulo, a pergunta é a seguinte. Por que os espíritas endeusam um espírito que foi um cidadão humano do Brasil colônia e que teve esse tipo de comportamento? Por que chamá-lo de espírito

superior, por exemplo? É, esse é um episódio muito triste da nossa história, né? E que nós aqui, como seguidores da doutrina. E a filosofia espírita, a gente. Não vê isso de uma maneira confortável, né? Eu precisava fazer apenas uma introdução para responder lá na frente. O que o Marcelo me disse? É os os Jesuítas quando chegaram aqui em 1542. Quando foi também apresentada a liderança de Manuel da Nóbrega. Eles vieram com uma missão específica.

Daí o nome chamado missões. E outros chamam de redução. Não é termo teológico. A missão deles específica era difundir a ortodoxia e a dogmática. Da doutrina católica, sob qualquer circunstância. Então? Eles entravam em contato com os índios, aos índios, tinham 2 alternativas ou 3, o Beto pode ver isso também. Se você quiser se converter, é o

converso que era índio. Era gentil, você vem trabalhar aqui na minha aldeia OTA, porque eles puxavam os índios para formar uma pequena aldeia e ali tinha produção agrícola. Tinha. Arroz, feijão, seja o que for, alguns minerais também trabalho artesanal, então essas aldeotas. Elas recebiam os índios convertidos. E aqui eu disse que não queriam ser convertidos, eram escravizados, mas os convertidos também eram escravizados, porque eles tinham perdido o que a identidade cultural dele matada

pela catequese. Então essa situação foi tão trágica para nós. Que a partir desse momento, houve uma interseção entre a coroa. Lusa portuguesa com Inácio de Loyola. I. Os Jesuítas ganharam o privilégio de serem os únicos. AE ensina. No Brasil, a única ordem que podia ensinar no Brasil era o jesuíta. Não podiam ser dominicanus, não podiam ser franciscanos, não podia ser outras obras. Então, essa junção. Que eu chamo de, é a consolidação. Da colonização?

É portuguesa no Brasil. Ela Foi feita toda ela com apoio de jesuíta, o jesuíta, segundo graves, que me disse, daí tem uma citação em uma em Marilena chauí, ta necessita? Foram o braço orgânicos da coroa portuguesa. Então eles tinham que trabalhar para isso. Bom, eu não sei se eu tô me alongando, o Marcelo, mas eu. Você desculpa, mas eu tenho que fazer essa pequena. É introdução que não é nem um introdução um pouco também de mal boa meu, porque quando eu vejo essas coisas, eu não me

sabem bem não. E a partir disso, dessa circunstância houve o quê? O padre leão, o papa leão del décimo 0,1, deu direito a todos os portugueses do padro ato. Padroado ao AAA, coroa portuguesa, recebeu o direito do padroado. Pelo papa leão Décio o que que é o padroado é que toda a gestão. Das ações do governo, da movimentação da instituições jesuíticas no Brasil, estavam no poder de Portugal de leão 10. Então houve essa essa fusão.

Uma colorização predatória tipicamente predatória, aliada a uma colonização tipicamente cultural. Destruindo toda a nossa identidade dos nossos primeiros habitantes. Bem, a partir dessa origem, a gente pode entender que essa força, esse braço é é imperial. Do Império o luso, associada aos Jesuítas, foram grandes impulsionadores de uma consolidação de uma consolida.

São também na área educacional e espiritual, porque nós ficamos todos, é herdeiros dessa movimentação trágica que foi o monopólio do ensino dos Jesuítas com a sua seu já de carisma religiosos e até suas agressões e mortes, né? Fora que eles já tinham seus próprios escravos também. Laurentino Gomes diz aí na sua obra, aí, escravidão. Ele fala como Jesuítas tinham seus escravos. Então quando a gente vê a origem de Manoel da Nóbrega. Quando a gente vê que foi mesmo assim em 1500, não é?

Quando a gente vê a origem, como ele trabalhou e como foi entronizado no Brasil como um grande, não sei o quê. Porque a história foi toda deturpada. Quando a gente vê isso, a gente faz uma projeção, a gente lança 111 ideia perspectives. Taí projetiva. Projetante quem é o manual da nobre que o Manoel da Nóbrega é aquele fanático jesuíta? Fanático jesuíta que não hesitava em castigar os índios que não queriam ser batizados, não queriam ser levados AA. Praticar a liturgia católica,

esse que é o Manoel da Nóbrega. Ele vem aqui como disse, aí o neto, ele vai devagar, vai se mudando uma encarnação, 2 tira esse pedaço ruim, tira aquele outro, tira um pedacinho. Mas ele não tirou todo. Não tirou todo, então ele entra outra vez. Na formação espiritual do

Brasil, na nossa formação. Cultural culturas cultural, religiosa, ele entra através de que a quebrar isso quer quebrar o iluminismo, quer quebrar a Liberdade de expressão, quer quebrar a Liberdade de religião, quer quebrar tudo e ainda focar na ortodoxia dele de uma maneira, eu diria inédita ou novel alguma maneira inédita, mas a partir disso ele entra no movimento espírita e fortalece as suas posições dogmáticas. E o Chico Xavier é uma pessoa boníssima, mas ele sozinho não

tem instrução para saber isso. Ele não tem ele sozinho, tipo Chico, não sei. Acho que o Chico nunca escreveu um livro, né? Eu acho que não, sem desmerecer, mas ele é um médio, um médio mecânico lá que ela cai, deve dizer, ele não tem a capacidade de crítica, ele não pode chegar lá, então ele é levado passivamente por uma autoridade maior do que ele, que é o Emanuel que faz dele o que quer e que faz ele escrever uma série de absurdos doutrinários.

Umas coisas incríveis, totalmente errática da doutrina, e aceitar e levar isso população sobre o grande Emanuel que o grande Emanuel nunca falou lá atrás, esse grande Hermano do que ele fez lá na colonização, aqui nos primórdios da colonização Brasileira, muito embora ele deu um Salto antes dessa colonização e volta para Roma, onde era o senador públio. Entulhos e quanto a diversos romances, romances, empolgando as pessoas que o senhor, romances mediúnicos.

Mas aqui no Brasil, silêncio total. Então tudo isso está impactando o espiritismo, porque a gente tem que ter uma visão dos fatos, que é uma visão estrutural. A gente tem que ter uma visão estrutural, estranho, que tem uma visão preu, mofa, tem diversos diversas condições que leva um efeito simultâneo na economia, sociologia, política vai andando em tudo isso e não é uma resposta só. E os próprios espíritos também ficam no monoideísmo.

Eles não saem da casa espírita para tomar passe para ter a sua. Da sua pia, os seus pedidos de de assistência espiritual, de radiação e de giram em torno do círculo fechado e não sabe que é extramuros. Tem uma realidade que tem que ser assistida e que eles ainda não conhecem. Então se desculpa. O meu é a ênfase, o Marcelo, mas essa coisa é muito pesada para mim. A ênfase é uma das características do né? As pessoas às vezes, confundem a firmeza nos debates com os quais

nós conduzimos. A apresentação das Ideas, com algum demérito ou alguma falta de educação em relação, inclusive a memória, já que nós estamos falando de seres desencarnados, estamos falando de Emanuel que movimento espírita vive, dizendo que já reencarnou. Né? Com aquela, aquele ufanismo, aquele desejo, aquela perseguição da ideia da reencarnação? Para comprovar a tese espírita. E estamos falando de uma pessoa que nós, do ECK, elogiamos

sempre. Para os exemplos que deixou pela característica das virtudes Morais que possuía, mas que não podemos deixar também de considerar. Alguns pontos de fraqueza, assim como nós aqui do ECK, temos fraquezas e temos Fortaleza. O médium Francisco Cândido Assis, a desculpe, o médico Francisco Cândido Xavier.

Teve as suas questões também discutíveis, e uma delas foi a sua subserviência cega a um dia como se o espiritismo pregasse estabelecesse isso como paradigma em alguma das obras de Kardec em alguma da fala dos ensinos dos espíritos superiores, então, r, falando um pouco desta pretensa superioridade é de Emanuel. O juwan traz uma questão que eu peço para a nossa técnica colocar na lousa. Que está associada a ideia do mito e daquilo que esse mito

produziu. Então Gilvan pergunta para todos nós, no caso da vasta literatura de Emanuel, vasta em termos de quantidade, né? Mais de 80 livros, o que seria ideal? Espírita, sensato complemento, eu adotá-la como inquestionável, como faz o mainstream espírita, como faz a parcela majoritária da religião espírita em nosso país. Ou filtrar o seu conteúdo e a sua exegese, como faz OECK? Exatamente isso. Como faz a secar? Inclusive o espiritismo não proíbe nada, né? No No próprio, no, na própria.

A relação do catálogo racional cai, coloca as obras espíritas e contra o espiritismo, que ele quer que agora o grande problema que eu vejo é o seguinte, primeiro espírita tem que conhecer toda a obra de Kardec. Esse e ficar bem embasado doutrinariamente os princípios espíritas na obra de Kardec USP, o espírita só encontra lá no livro dos espíritos ou toda, em toda obra e aí sim, ele pode ir para essas obras e começar AA

ler e criticar. Não é porque o que que acontece no Brasil, infelizmente as pessoas querem entrar no espiritismo e começam por essas obras. Ficam só nessas obras e não estudam as obras de Kardec. Isso equivocadíssimo nós não se deve fazer isso. E eu acho, até mais. Eu ainda sou e cito, muito erasto, né? Apesar de que muitos falam que tem muitas coisas boas na obra, eu já li a obra demanda toda,

tem vários problemas, né? Inclusive históricos há 2000 anos, tem vários problemas históricos, então você pegar essa obra, mandar pro historiador fazer uma análise, vai ver muitos dedos históricos, inclusive de citações, então o que eu acho que o que eu estou criticando a obra, eu acho o seguinte. Você deve ler, mas sempre. Oh, isso é um romance, isso é um romance, não tem nada de de de, é sagrado, nem nada de ser daquela forma. É apenas uma visão e opinião pessoal de um escrito apenas

isso. E o erasto foi bem Claro lá, quando eu vi aquela cisão, lá em 61, começou a se formar o os 4 evangelhos começaram a ser psicografados, que era acho, vai e já no discurso já vai dizer melhor. Né? A gente, ela, a gente deixar de lado, certo? 10 verdades do que aceitar uma mentira, porque nós estamos espírito terceira ordem, o espírito terceira hora tem muita dificuldade contra o ocultar as imperfeições de quando dizer uma coisa, de voltar atrás.

Então eu acho que esse essas, essas obras, injeção o pensamento, pois possui uma matriz católica e isso é complicado para o espiritismo. Kardec combateu o tempo todo a queda dos Anjos, o céu inferno, os demônios do livro, seu inferno. E se você pegar o seu inferno, você vai ver 111 combate imenso em toda essa obra católica e seu do católico espírita. Que tênis que tem esse cunho do espírito humano? Nós é. Nos encontramos numa Encruzilhada espírita, não é,

Beto? Porque nós nos dizemos seguidores do espiritismo, nós nos dizemos seguidores de Allan Kardec, não, Claro, é adotando o misticismo e a mitificação do personagem, da própria filosofia espírita, longe disso. Mas, na prática, a práxis espírita acaba sendo. É algo bastante dissociado e distanciado da questão originária. Veja nós é nos afastamos dos critérios de lógica de racionalidade e do exame das comunicações, estabelecidas como previstas, filosóficas e

práticas do espiritismo? Nós nos afastamos da identificação e da sacralização dos desencarnados, né? E nós adotamos, ao contrário de Kardec, a identificação idólatra dos médiuns, quando Kardec raramente se referia aos médios, porque os considerava como ferramentas como intermediários. Considerava a perspectiva da influência do médio na qualidade ou no resultado final da comunicação. E nós, espíritas brasileiros? É?

Tomamos um sentido oposto, que é idolatrar a pessoa do médio pelas suas virtudes pessoais, então dizemos assim a não. Mas ele doou todos os os os bens, todos os valores advindos da produção dos seus quase 500 livros. Para instituições de Caridade, ou então nos referimos a outro médium dizendo há, não, mas ele tem uma obra social relevante a 80 anos Na Na determinada capital Brasileira e já atendeu. Centenas, milhares de pessoas, não é, inclusive órfãos, et

cetera, et cetera. Ou seja, nós estamos confundindo alhos com bugalhos. Nós estamos confundindo bife a milanesa com bife ali na mesa. Quando Kardec estabeleceu uma proposta muito Clara de não endeusamento nem dos espíritos nem dos médios, Beto, a saída para isso? Estudo. Eu vou seguir o que o Henry falou, sabe? Eu vou tentar puxar o gancho por ali. Tentando responder também a

pergunta do giovan. A conhecer a doutrina, conhecer Kardec, mas eu penso assim, Marcelo, esse movimento de retorno em Kardec AO ao pensamento de Kardec, a mais intenso ele é mais recente, recente que eu digo, estou falando de que 23 décadas talvez, né? Porque a gente tem 11 amplo momento aqui no na história do Brasil e que o domínio foi mais místico, né? Do espiritismo como um todo, concorda? Não é? Então nesse ponto, e aí eu vou linkar o que o Paulo falou antes.

Também da influência jesuítica? Não só no espiritismo, não é se a gente vai estudar hoje a história da educação, principalmente focada aqui no Brasil, a gente vê a forte influência cultural dos Jesuítas justamente é pelo que o Paulo falou, pelo a primazia que eles tinham na educação, né? Então a gente tem aí uma ordem jesuítica de uma instituída em 1540, agente tem 500 anos de pregação é cristã, né? EE colégios voltados para essa área, então vamos pensar assim,

ó, nós mesmos aqui. Indo além da nossa encarnação, até alguém já comentou numa outra live passada, Marcelo, se a gente fosse olhar para trás nas nossas vidas anteriores, provavelmente a gente vai ter circulado por algum desses meios religiosos. Não vai ter fugido muito disso. Se a gente estava no ocidente, né? Ou protestante ou católico, tivesse católico por aqui, essa é uma vertente mais jesuítica. A gente não ia conseguir fugir

muito disso, então. E como o Paulo também falou, essa essa questão orgânica do. Tudo jesuitismo, né, dando suporte tanto para a coroa portuguesa como para a igreja, que estava num contexto de contra reforma. Não é? A reforma estava batendo a porta, ou seja, tinha países que estavam vestindo as as portas para para a Santa Sé, romana e ao mesmo tempo eles queriam se expandir. Estavam vendo, OPA, estava começando. A colonização estava se abrindo novos Campos para para fé chegar.

E quem é que eles encontraram? Justamente tinha que ter 11 perfil. Eu, talvez, os fanáticos, seja seja demais, mas é o mais perto disso. Se for para pensar hoje, quem é que embarca num navio? Não é aquelas viagens que eles ficam fazendo naquela época para ir para um outro país sabendo que tu poderia ser morto para pregar o evangelho. Podia morrer lá fazendo isso,

não é? Então, era a pessoa que estava disposta e outra uma das das primeiras Juramento do voto jesuítica que ele se, se a igreja, se o papa disse que isso aqui é branco, é branco, não importa que eu esteja vendo preto, o que vale é a palavra da igreja. Então a é é aquele retorno ao catolicismo total, enfim. Vamos voltar para a tua pergunta da Encruzilhada agora. Eu acho que sim, Marcelo, pelo seguinte.

Kardec, e aí eu vou repetir o que tu falou lá no começo, não é que a obra original morreu em 31/03/1869 que aquela interpretação há científica, puramente científica do espiritismo. Então, Kardec, ele falava assim, se a gente vai ler a? Em qualquer em diversas obras serviços espírita na expressão mais simples, ele fala também que você poderia ser de qualquer crença, por isso, é católico, protestante, budista, enfim, o que fosse. Né? E poderia aceitar as ideias

espíritas e manter a sua fé? Não é porque porque era o fato. Vou usar agora a expressão do William crook. Era a fato espírita, o espírito era um fato, gente, então era assim, ó, vamos voltar lá para a época da formação da companhia de Jesus é que nem a revolução copernicana. Não é a Terra gira em torno do Sol, não é o Sol que gira em torno da Terra. Aquilo foi a revolução na época, porque a igreja precisava, pegava o contrário. Porque a Terra tinha que ser o centro da criação.

O mundo foi criado aqui. O homem foi criado, o centro do universo, então eles tiveram que se reinterpretar. Não é a mesma coisa. Kardec pensava com relação ao espírito, o espírito era um fato, então não importa qual é a sua crença, não importa qual é sua fé, o espírito é o quarto, você vai ter que aceitar como a gravidade. Não importa se você é budista, se você é protestante do que for, se você largar uma, mas ela vai cair.

É uma lei, a gravidade, o espírito existe, então as suas crenças vão ter que se adequar à realidade, ao fato do espírito. Então, não importa qual é sua crença, tanto que nas observações dele a gente vai ver em obras póstumas, né, da. A, como você também falou no começo ali do nosso concelho, que é horizontal, não é vertical. Ele também fala que que nas reuniões espíritas não houve, não deveria haver preferência por nenhum credo específico.

Nem no começo nem final, né? Sem essa questão religiosa, justamente por isso, porque não importa. O que a sua consciência manda você ser, não importa o fato espírito, ele vai continuar existindo. Bom, agora vão vão puxar para AA brasa para o nosso assado brasileiro, né? O espiritismo, à Brasileira adoro Oo, livro da. Da professora estol, que aquele estou. Mas enfim, vamos trazer aqui pro pro, pro Spirit, mas brasileiro a gente tem o quê, católicos?

A fortemente influenciados por uma cultura jesuítica como Paulo muito bem falou e que vão e reinterpretam o espiritismo. De acordo com esse catolicismo. E daí eu pergunto para vocês, acho que vou devolver a pergunta também dessa Encruzilhada. Existe uma possibilidade de unificação no movimento espírita ou vocês já sabem que Eu Acredito que não? Né? E daí? Puxando para a pergunta do Gilvan, questão das obras do Emanuel, se é romance bom, na verdade, todas as obras têm que

ser vistas. Qualquer escritor tem que ser visto de forma crítica. Eu vou ler qualquer texto, eu vou ter que ter 11 interpretação crítica, não vou aceitar aquilo. Assopra que foi fulano de tal que escreveu, vou ler e vou concordar ou não. Não é? Seja o texto que for, romances tem esse problema. Eu gosto muito interessante isso, né, Mano? Eu queria que o João falou também a questão da que você, jesy. Ele é muito bom nisso também. Quantas encarnações como padre, gente.

Ele tem obra premiada em suas associações internacionais cristãs de pensamento cristão. Aquela obra dele, qual o nosso? Foi premiado em 2015. Não é? É um excelente exegese bíblica, né? São 108 passagens ali que ele faz interpretações e congele case, ou seja, imagina quantas encarnações como quadro ele vem desde lá do de da da época romana? Não é? Então, sim, ele é muito bom. Nexa GS também a gosto. Muito desses textos

interpretativos, cristão. É então para aquele espírita que tem um viés mais católico, é muito bom. Agora, os romances. Gente, ele é. Não é ele que que eu vou dizer? Tem seus problemas como ele muito bem falou. Ele viaja, não é bom, mas aí tu vai botar entre aspas. É romance, né? Então tem a sua. A tô possibilidade?

Então acho que a questão é essa. Marcela Encruzilhada é mais ou menos o seguinte, é a gente aceitar que vai existir os espíritas católicos, não é que são mais católico ou como muito bem, falou no texto que publicou hoje a são os são católicos que acreditam na reencarnação, que acreditam no espírito, não é e que se dizem espíritas. Tudo bem, nós temos pontos em comum e tem outros que vão seguir uma linha mais filosófica ou mais científica e et cetera, então podemos a conversar

fraternalmente? Sim. Eu não vou me colocar como dono do termo espiritismo, para dizer o seguinte, há eles não são espíritas, porque eles são espirito, ó licos, não, não vou fazer isso. Mas eu também não admito que eles digam que eu não sou espírita. Eu até, ó, estamos todos no mesmo guarda-chuva, somos todos espíritos, vocês do jeito de vocês, nós. Nós podemos conversar fraternalmente com respeito uns com os outros. Eu respeito a criança de vocês, vocês respeitam a minha postura.

Tudo bem, agora unificação impossível, porque unificação a gente cai no colonialismo, que é especialização dos Jesuítas, a da época colonial. Muito bom, veja, nós temos que tratar as obras de Emanuel como as obras de André Luiz, como as obras de Joana de angelis. Como as obras é de Francisco de Assis, quando as obras de qualquer outro pensador que esten que tenha se manifestado postumamente, por meio da mediunidade. Com a licença poética que a

literatura permite. Só que o movimento não utiliza essa expressão sequer conhece porque porque ele está acostumado a ideia da verticalização. A ideia da imposição de uma verdade por quem conhece mais do que ele. Então ele atribui um peso maior de conhecimento ao dirigente, ao médium, ao espírito guia, ao espírito de luz, como se diz ao espírito protetor, ao espírito orientador. Ao palestrante de renome.

Ao médium caridoso, ao coordenador de uma área específica da casa espírita, ao presidente da casa espírita, ao presidente da federação espírita Brasileira e assim vai. E aí, abandonasse completamente a noção de que somos todos livres pensadores e, portanto, temos o direito estando na carne ou fora dela, de expressar nossa singela, única, exclusiva opinião pessoal. E aí vem o critério que chamei a atenção à pouco de transformar o que é ideia pessoal?

Ideia coletiva com a correspondência ou aquilo que Allan Kardec chamou o controle ou a concordância universal dos ensinos dos espiritismo se veja. Que esse mesmo segmento que adota os médiuns brasileiros e suas produções literárias, como obras complementares ou continuadoras do pensamento de Kardec, aponta equívocos na obra de Kardec. Então usa 2 pesos e 2 medidas, conseguem antever a condição humana e falível do professor francês.

Considerando os seus pequenos deslizes diante de uma quantidade enorme de acertos, mas não adota o mesmo critério em relação à produção mediúnica à Brasileira, como diz Sandra Jacqueline. Estou lembrado pelo Beto há pouco. E aí eu vou emendar uma outra questão que é dividido em 3, então cada um de vocês vai ter a oportunidade de responder uma delas, nós estamos falando de jesuitismo. Jesuitismo dos associa imediatamente a ideia, ainda que mítica, de Jesus.

Não Jesus de Nazaré, mas o Jesus Christ cu, o Jesus Cristo, o Jesus como personagem fundamental de uma religião chamada religião cristã, ou cristianismo. Que os espíritas do mainstream, que os espíritas da porção majoritária dizem, espiritismo é o cristianismo redivivo. Espiritismo é a terceira revelação da lei divina. Espiritismo é o futuro das religiões e outras outras expressões ou alegorias? Então vou começar dessa vez pelo Henry Henry. Como adotar?

Na, na definição precisa da questão 625 de um livro dos espíritas? Jesus como guia, um dos guias e modelos para a humanidade, sem cair no jesuitismo. É isso é um problema também, Sério. As pessoas pegam que essa questão. Como não conhecem a obra de Kardec, falou, ó tá aí, guia é modelo. E aí a gente vai seguir Jesus, onde é que está OA vida de Jesus nos evangelhos?

E a gente tem outro problema, os evangelhos durante séculos, foram adulterados, foram colocadas coisas na boca de Jesus e nós vemos que esse Jesus teológico, Jesus Cristo, não é OOEA chuva é o rabinho do século, não é? Tem muita coisa, muitos, muitos livros escritos sobre isso. Jesus, histórico, muita coisa a gente conhece sobre Jesus, então

esse espírito. Que está lá no livro dos espíritos como modelo, ele foi dito o modelo, porque a grande maioria dos espíritos que estavam ali naquela naquele momento eram católicos, né? Mas se fosse no Japão, talvez teria sido outro modelo. Mas não podemos esquecer os outros grandes missionários, né? Nós temos Buda, nós temos mal, man, nós temos tão esse a gente parte dessa dessa definição. O próprio Kardec falou que o espiritismo é uma mensagem de Jesus, o espiritismo primitivo. E não.

E o catolicismo? E aí é uma mistura. As pessoas hoje no Brasil acham, não? O espiritismo tem que ser uma religião parecido com a católica. E não foi isso que Kardec quis dizer. Ele quis dizer que resgata a mensagem de Jesus. O rabino do século um e que que o pessoal faz vai estudar a bíblia cheia de distorções, tá coisas que existem na bíblia próprio. Kardec fala que é um livro muito bom, mas é cheio de simbologia. Mas ali no pato, a realidade do que foi Jesus.

Então as pessoas focam nisso, pegam o evangelho. Segundo o espiritismo, Allan Kardec faz todo um comentário da moral e ele fala e ele não para Pra Ele não quer saber das diferenças que existem entre os evangelistas que existem muitas. Ele quer apenas focar na moral. Cadê que está falando exatamente isso? E as pessoas pegam aquele livro como fosse uma bíblia do espírita, o evangelho da USP, que não é aquilo, é um estudo, tá?

Então, o evangelho segundo o espiritismo, é espiritismo, segundo o evangelho, como se faz no Brasil. Pega aquele livro, só estuda aquele livro. Nós estamos Kardec testando o evangelho e todo mundo sabe, não é? Inclusive, até o go, o visto pro Beto, eu concordo perfeitamente, porque ele falou que o evangelho segundo o espiritismo, foi uma reação de Kardec.

Já tá devendo os 4 evangelhos, então a obra o evangelho segundo o espiritismo, é como fosse uma reação para ver e dizer, ó pessoal, isso que vocês estão pensando aí que é espiritismo nessa essa coisa religiosa aí, não é? Então ele pega a partes principais e começa a botar a visão dos espíritos. Gestão dos espíritos é uma obra de estudo e não uma obra litúrgica, ou seja, não é 11 livro sagrado e até isso as pessoas misturam, misturam

muito, porque porque pensam. Que os livros espíritos estão livro sagrado se o evangelho segundo o espiritismo, que é o mais lido nas casas espíritas, sofre esse problema, nós temos palestrantes. Estamos citando trechos do evangelho segundo o espiritismo de padres católicos na lama, né? Por exemplo, falando que Deus castiga lá acordei, então isso joga isso no público espírita, vira uma missa, vira uma missa editado pelo padre e isso é complicado.

É uma coisa muito séria que a gente tem que parar pra pensar. Bacana e bacana. Vamos então puxar o Paulo para essa sardinha fazendo uma segunda pergunta, enquadrando Jesus Paulo. É como deve ser, então a melhor abordagem no chamado meio espírita. As instituições espíritas, em geral, os grupos, sobretudo hoje em profusão, os grupos virtuais de espiritismo nas plataformas

sociais. Como deve ser a abordagem acerca de Jesus no movimento espírita, sobretudo, é relacionado aos neófitos ou aos frequentadores de instituições que tenham pouco tempo de espiritismo. Que Jesus devemos apresentar para essas pessoas para não cair, mus no lugar comum. Do jesuitismo espírita? Oo primeiro ponto. É trazer a Jesus de um estágio de divinização dos que seguem ele. Para um estado de humanização. Eu estou olhando uma obra que está esgotada, chama-se o

profeta. Um escritor judeu scholem macho, uma obra clássica importante. É publicada nos anos de 1939. Então, o que que acontece nessa descrição? Esse autor, ele vai colocando Jesus dentro do processo histórico. Em uma visão, é como eu dizia, de diversos pontos. Interdisciplinar quase então Oo clima que disso? É que Jesus, no momento, ao se. Diferenciar? Dos judeus do. Do clero superior do sinédrio ou se diferenciar dos romanos? Ele vai criando 111 número de seguidores tão grande.

Que vão ameaçando não só o poder do sinédrio, como o poder do César. Então? É o fato histórico, porque a história mostra que esses que estão às vezes contra o sistema, eles são destruídos pelo sistema. Então, a partir dessa visão humanitária, humanística ou humana de Jesus, nós vamos entender que ele realmente pensa, esse espírito é um espírito superior, o espírito puro, como disseram a Kardec na

classificação. Não é da escala espírita, mas ele também tem um pé na Terra. Ele é humano como nós. É tão humano como nós, só que ele tem 11 espírito que que ganha o mal superioridade. Então, quando nós temos essa visão que não é visão histórica, é uma visão historiográfica. Quer dizer. A exterior, grafia, historiografia. Quando nós aplicamos as to grafias historiografia, na interpretação de Jesus, nós trazemos ele mais humanizado e ao mesmo tempo admiramos mais

ele. Porque a gente não está mais No No quadro mítico. Mas ele saiu do do espaço mítico, onde a razão não existe nem vive. Então é o que eu poderia dizer os aos nossos colegas aí que estão na no nos vendo no vídeo que nós temos que humanizar, Jesus, humanizando Jesus, nós humanizamos, nós podemos errar sim, não é pecado, errar é ignorância moral. O espiritismo não tem pecado, tem erro moral, não existe isso

para nós. O mal que nós temos é a nossa ignorância, que através das sucessivas reencarnações nós vamos ter que ilustrá-la com a sabedoria e com o conhecimento. Não há pecado, não é nada disso, não há salvação, não há nada disso. Essa, essa, essa, esse vocabulário que eu estou repetindo é o vocabulário teológico, né? Do espírito. Então a gente tem que ser mais realista, tem que colocar os pés no chão, tem que ler o nosso evangelho.

Segundo o espiritismo, só o que Allan Kardec colocou porque aqueles comentários que ele colocou ele muitos são fora da doutrina são até perniciosos. Não houve uma seleção melhor daquilo que o os espíritos comentam a mensagem deles a um os outros. Então a gente tem que colocar o pé no são, agradecer a Deus que a gente tem saúde, está vivendo bem e que devemos usar nossa razão.

A nossa razão. Para podermos penetrar nesses níveis, diferenciação que às vezes são consolidados por ignorância e nos vê. Nenhum Jesus na Cruz eu sempre digo aqui é Marcelo Henrique e Beto. Qual é o pai, por favor? Qual é o pai que quer ver o seu filho preso na Cruz durante tantos séculos?

Qual é o pai? É Deus que quer ver Jesus pregado na Cruz durante os séculos, o qual é o pai que quer ouvir o ver o filho levado para um caldeirão que vai tocar fogo, um caldeirão infernal, aí o matar o cara queimado. Não, não é nada disso essa mitificação, essa divinização de Jesus, é contraproducente a nossa própria evolução espiritual. Muito bem, essas figuras de linguagem que o Paulo acabou de de reproduzir.

Elas estão no imaginário popular espírita do nosso tempo, quando os espíritas em geral ficam preocupados com o porvir, com o pós morte, com para onde vão? Após a desencarnação, ficam plasmando em situações que são todas elas similares. A doutrina jesuíta, a doutrina católica ou cristianismo tradicional, e as pessoas não se dão conta que as figuras são as mesmas. Mudando-se apenas as palavras, mudando-se apenas Pequenos Detalhes, né?

E nós estamos aqui para dizer que um Brown não existe, que nosso lar não existe, que colônias não existem, que não há purgatório, nem há céu, nem há inferno, porque Kardec bem estabeleceu no diálogo com as inteligências superiores. Na obra também adulterada, o céu inferno, após o seu desencarne, que isso era um estados mentais, psicológicos que eram

realidades. Progestacionais de todos nós na mesma maneira como você se senta na frente de uma Bela paisagem e a sua mente divaga, ou então você à noite descansa e o seu espírito plasma as situações as mais das vezes, ilusória, as mais das vezes fantasiosas, desejosas porque esta mente aqui, que todos nós temos essa faculdade criativa é fantástica e, portanto, nenhum espírito se transforma em plataforma de verdades espirituais apenas com. O episódio comum corriqueiro da

morte física. Vamos então chamar o Henry é, aliás, o Beto para essa questão com é farofa pro churrasco que o Beto costuma fazer nos finais de semana aí na nossa querida Porto Alegre, Beto. Como inserir o Jesus? O yeshua, o rabino, o homem, como foram bem colocados e diagramados pelo Paulo, pelo Henry nas colocações anteriores, numa ambiência no âmbito de um chamado espiritismo, não

religioso ou espiritismo laico. Olha, Marcelo, eu acho que o Paulo já respondeu essa pergunta, mas eu vou reforçar, como fez Kardec, exatamente como fez Kardec no evangelho segundo o espiritismo, porque ele trata do que ali ele não trata do governador, do planeta. Isso é criação nossa, né? Essa dificuldade, na verdade, até entendo se a gente for parar pra pensar a criticamente aí, está vendo uma população ou ou uma pessoa que está acostumada desde criança, a entender Jesus

como Deus é o comum. Uma das pessoas da Trindade, isso na maior parte dos brasileiros. De acordo com o último censo, ainda é a nossa, a nossa, a nossa maioria. Então tu é passar de um, de um momento que tu considera aquela figura como uma pessoa de Deus, uma pessoa da Trindade, para um irmão mais velho, mais evoluído que já encarnou no nesse planeta. É difícil, é complicado. Né? Então, é, é compreensível essa essa vinculação com o governador, planetário, et cetera, né?

Tentar manter uma certa aura de divindade em cima daquela figura, né? Eu eu consigo compreender, tá? Mas o que Kardec fez? Kardec não fez nada disso. Né? Ele se viu por outro lado, todas essas questões religiosas e polêmicas, por exemplo, as e a hóstia tem o corpo, não sabe se o questões religiosas sabe da da eucaristia, né? Não é a questão da da das Mística, das religiões. É Kardec, não trata disso.

Como Paulo também falou, Oo Henrique também falou as questões teológicas vão colocar assim, não passam pelo trabalho de Kardec. Ele passa pela análise moral. É o espiritismo prático, aquele espiritismo que se realiza no dia a dia. Como eu me relacionei tanto comigo mesmo como com o outro, não é como eu atuo, é para mim melhorar, né? Onde que o ataque com as minhas imperfeições, vamos dizer assim, seja o melhor, um pouquinho a cada dia ou a cada encarnação, cada um a seu tempo, et cetera.

Mas então, havendo a questão moral. Cristã, não é? Então o cristianismo no sentido moral e não no sentido religioso. Muito bem, senhor Roberto, muito bem. É algumas tante as Marcelo, eu queria só complementar rapidinho. Que a razão se opõe ao mito? O mito se oponha a razão. Nós não podemos mitificar ninguém, nós temos que construir através da nossa razão os nossos próprios juízos de valores ou de valor. Nós não podemos ficar baixando para o mito.

Pouca coisa secular. Nós temos razão, somos estudiosos também, então nós temos que entrar na nossa realidade pessoal dos depurarmos. Estudarmos isso sem. A busca de uma graça de uma benesse, de um ato de misericórdia lá em cima, porque a misericórdia de Deus está aí, dando oportunidade a reencarnar a todo momento em todo momento, dando-nos oportunidade de

crescer. Então essa é a grande crise que nós estamos passando ou uma parte da grande crise na doutrina espírita é a mitificação de espíritos. A mitificação de médiuns. E de uma liturgia barata também, que aparece também mistificando, como se que são grandes? Salvador é isso, aqui é o. Desculpas da Inter, vida. Não muito bom, inclusive é. Nós costumamos dizer no âmbito do ECK, que o movimento espírita ele padece de várias síndromes. Uma delas é a síndrome do Patinho Feio, onde ninguém pode

contestar. Ninguém pode colocar nenhuma resistência, nenhuma oposição ao que é dito pelos sacrossantos espíritos definidos como superiores no chamado movimento espírita, né? Então nós somos todos coitadinhos atrasados. Estamos aqui para pagar os erros do passado. Não temos que contestar, não temos que discutir. A discussão é instrumento da

treva e assim sucessivamente. Argumentos esses, meus caros são, é dos obsidia 12. Que foram repetidos anos e anos dezenas de anos, décadas por décadas, séculos por séculos, pelo chamado é espírito do cristianismo que se consolidou a partir das igrejas cristãs e que você não pode contestar a autoridade do pároco do padre, do pastor, do papa, do bispo, e deve seguir com o seu comportamento de rebanho. Esse é um problema Sério e esse comportamento de rebanho?

Beto, Henry e Paulo está expresso não só nas obras é que foram assinadas por Emanuel, né? Os romances e os não romances. Poderíamos citar aqui Paulo Estevão há 2000 anos. 50 anos depois, a caminho da luz, que é uma obra sofrível sob todos os aspectos, histórico, sociológico, literário, filosófico, jurídico, social. É uma obra.

Que deveria ser excluída das frentes de estudo comparativo das questões de espirituais, assim como o livro o consolador, que é muito ruim e que coloca questões que hoje são escandalosas, né? Como por exemplo, a subserviência da mulher em relação ao homem, a questão da das leis do trabalho e da luta pelos direitos trabalhistas que são tratadas pelo padre Emanuel, pelo padre Manoel da Nóbrega como questões que o espírita não deveria se ocupar.

E que não deveriam estar na ordem do dia, das revoluções sociais, necessárias para transformarmos o nosso mundo de prova e inspiração para um espaço, um ambiente, um orbe. Já regenerado ou de Regeneração dos seus habitantes? Daqui a pouco o Henry vai nos deixar porque tem um compromisso e nós já notamos no caderninho a questão dos bônus. Hora para reduzir proporcionalmente a participação

do Henry aqui nessa jornada. Obviamente, nós estamos fazendo uma piada porque nós não acreditamos no tal bônus. Hora porque isso não faz parte da estrutura espiritual das leis espirituais. É mais uma fantasia, uma anedota que é contada e repetida aos borbotões, porque as pessoas

acreditam cegamente que estão. Obrigatoriamente vinculadas às atividades, porque se não vão sofrer no futuro, porque se não haverá pranto e ranger de dentes no mundo espiritual e assim vai, então OR, vai pedir licença daqui a pouco para sair em homenagem a ele, que é um dos pesquisadores mais destacados do grupo espiritismo com Kardec na questão das leituras da revista

espírita. Não estou dizendo que o Paulo não é não estou dizendo que o Beto não é não estou dizendo que os outros que estão no ressecar não são. Mas OOR tem se destacado é por comentar por trazer. É páginas. Muito é ilustrativas e muito ricas da revista espírita. Depois bem, r, vou começar por você, então. E aí, você aproveita no final,

já se despede da nossa turma. Já se despede da Olívia Newton John, que nos deixou essa semana ao qual nos referimos com saudade e Alegria e ao John tal volta que está sempre por aí, né? Nos nossos, embalou de sábado à noite do ECK. Henry, numa dissertação, na verdade, numa missiva numa carta publicada por Allan Kardec na revista espírita review espirit de setembro de 1866, intitulada crônica de Bruxelas, ele comenta uma carta, né?

Recebida de um correspondente belga, falando do sucesso da novíssima doutrina dos espíritos naquele país, e assim se expressa, abre aspas. Se eu tivesse a Felicidade de manejar a pena. Como vós trataria o espiritismo como chamado a nos trazer uma moral suave e agradável, preste bem atenção. Espiritismo é portador de uma moral suave e agradável, e não de condenações, de exortações a trevas, a dificuldades, a condições espirituais negativas

no futuro. Meu primeiro artigo a esse respeito se chamaria o espiritismo ou a destruição de todo o fanatismo. E aí vem a cereja do bolo, Henry. É o espírito, então diz, a queda dos Jesuítas e de todos os que vivem da credulidade humana bebem se todas essas idéias no excelente livro de Allan Kardec, como eu gostaria que todos tivessem a minha mesma maneira de encarar as coisas e de encarar o espiritismo, como eu tenho, como faria isso? Bem a moral.

Ou seja, Allan Kardec, em 1866, reproduz essa carta riquíssima. Que mostra a relação do espiritismo fora de Paris, fora da França, com outros lugares na Europa, em que uma pessoa encarnada traz essa exortação para a continuidade do processo e pega um relho como se Jesus estivesse com um relho na mão lá no templo, expulsando os vendilhões do tempo.

Que diz, vamos afastar essas idéias Jesuítas que tanto mal fizeram a humanidade e toda aquela que provoca apenas a credulidade humana, porque então, tendo o espiritismo como uma doutrina progressista, deveríamos nós ceder ao judaísmo Henry? É, e inclusive disso aí que você está tocando, né? Toca uma outra coisa que é mais ampla, né? OA herança judaico-cristã, o espiritismo, ele é universal, tá? O ele é muito maior do que uma religião.

Você colocar o espiritismo como uma religião se diminui, se circunscreve. Ele tá, então, o até o planeta não é cristão. Então você, eu fico imaginando espiritismo o se a gente fizesse o que os Jesuítas estão pedindo, a gente é reduzir spiritism a 30% da população e aqui esse desencarnou os muçulmanos, os budistas, onde é que está esse pessoal? Estou espiritismo ali numa religião. Por conta disso, porque se você colocar ele como a religião, ele vai concorrer com as demais.

E não é esse a intenção. A intenção é a servir de auxílio para todas. Para o budismo, uma manete. Justamente com o que, com a crença na vida Futura, na reencarnação, é isso, para que serve e não para transformar OOO espiritismo numa igreja? Não aceita como, né? Como muitos diz, com relação a isso, eu queria também lembrar, Marcelo. Evite uma carta que foi descoberta recentemente de Kardec, onde ele pergunta, né?

A através de uma do trânsito do sonâmbulo ao ao sonâmbulo muran, o que que os Jesuítas acharam do lançamento do livro o céu e inferno? E aí ele tem a resposta que eles não sabem, não sabe? Ele estava estudando um livro para tentar rebater e não estava conseguindo. Isso é é. A gente vê que naquela época também. Kardec tinha esse problema.

O ataque da igreja católica, principalmente nesse grupo E mostra também o combate de Kardec, é isso aí e saiu tranquilo, saiu vitorioso e, infelizmente o que aconteceu não foi problema, foi nós, é fizemos isso, os espíritos, espíritos. Depois de Kardec morreu, bagunçou toda toda na França. Inclusive, é por mal administração, né? A gente sabe dessa história tranquilamente e chega no Brasil

com essa Terra fértil, né? Com esse esse, esse, essa fé cega, digamos assim, e fizer a encontrou, líderes, líderes, religiosos, pronto aí fez 111 lambança que está dando muito trabalho para a gente resgatar. Mas nós iremos resgatar. Queria agradecer a Marcelo pelo empenho aberto, principalmente só nós sabemos o quantidade de pedrada que a gente leva nas

costas, né, meus amigos? E por isso que eu digo, estamos em casa e juntos seguiremos Fortes e firmes, porque a gente não está impondo a gente não se importa com as consequências. A gente só quer transmitir a verdade e transmitir exatamente o que é o espiritismo. Segundo Allan Kardec, um abraço e uma boa noite a todos vocês, pessoal. Valeu, Henry. Foi muito bom estar com você mais uma vez. Espero que você possa estar novamente em outras. Lise estará, né?

Trazendo a sua simpatia o seu conhecimento, seu estudo e nos ajudando a fazer esses momentos tão descontraídos. EAE também sérios, porque nós nos pretendemos trabalhar com as questões que fazem parte da estrutura, da doutrina, dos espíritos e da necessidade de reformas no movimento espírita. Um grande abraço e até a próxima oportunidade. Com você? Olha só, minha gente, eu fiz

então essa colocação, né? Trazendo a revista espírita e agora eu vou emendar uma outra que, é Claro, contraditória em relação a essa dissertação, essa missiva, que Kardec incluiu na revista espírita de 1866 e o trecho não é muito distante, não são apenas 7 anos depois, ou seja, em 1873, quando o médium Frederico Júnior teria recebido na sede da então federação espírita Brasileira. Uma mensagem é assinada pelo anjo Ismael, então me permita uma leitura, depois eu vou

passar a palavra pro Paulo e sequencialmente ao Beto para que comentem essa questão. Linka da com a crítica, né? Que o correspondente espírito em Bruxelas faz ao jesuitismo. Diz a mensagem assinada por Ismael. Na Nova Era e na próxima, abrigará um povo diferente dos costumes cristãos no Brasil. Cumpre ao que ouve os arautos do espaço, que convocam os homens de boa vontade para o preparo desta Nova Era, reconhecendo em Jesus o chefe espiritual.

Aí peço para técnica colocar Oo trecho que eu sublinhei. Com o evangelho, explicado à luz do espiritismo, a moral de Jesus, semeada pelos Jesuítas e alimentada pelos católicos, atingirá a sua finalidade que é de rejuvenescer os homens velhos que aqui nasceram aqui, ao Brasil ou para aqui. Viram o Brasil de todos os pontos do Globo, cansados das lutas fratricidas e sedentos de confraternidade. O pessoal da técnica me derrubou, não colocou na lousa

esse trechinho. Olha aí com o evangelho, explicado à luz do espiritismo, a moral de Jesus, semeada pelos Jesuítas e alimentada pelos católicos, atingirá a sua finalidade, que é rejuvenescer os homens velhos. Mensagem reproduzida no reformador em 1873 e continua o espírito do anjo Ismael. Eu não sabia que nós precisávamos ter essa alegoria de anjo.

Nós temos, você sabe, então ele diz assim é ruim, coloque na lousa, por gentileza, meus amigos, a missão dos espíritas no Brasil é divulgar o evangelho em espírito e verdade. Os que quiserem cumprir o dever, olha, ameaça a que se obrigaram antes de nascer e serão, pois, reunir-se debaixo deste Pálio. Este objetivo desta dística, né? Deus Cristo e Caridade onde estiver essa Bandeira, aí estarei eu, Ismael, então Paulo e Beto. Como estabelecer um paradigma

confiável? Como estabelecer uma correlação válida, construtiva e genuinamente kr deste ano, com uma mensagem desse teor e outra publicada 7 anos antes por Kardec, estabelecendo então uma distinção claríssima entre o malefício que o jesuitismo e que os Jesuítas fizeram a humanidade e ao pensamento de Jesus de Nazaré? Paulo, bem. É essa mensagem da minha consta de uma brochura asinha. Produzida pela pela FEB. Que tem o título de mensagem. É incluir lá a mensagem do

Frederico Júnior. No meio das minha da área, aquelas prestes que Allan Kardec faz, né? Inseriram bem. A primeira coisa que nós nos deparamos ser muito exercício intelectual e interpretativo e ver que aquele texto. O seu estilo literário daquele texto. É completamente diferente do estilo literário do professor. O professor objetivo é conciso. Ele econômico nos adjetivos e. Produtivo nos substantivos, ele se prende mais aos fatos substantivo aos fatos, né?

Quando a gente pega essa mensagem do Frederico, a gente vê que ele começa um parágrafo aqui e ele é tão prolixo, com tantos adjetivos com tantas coisas que quando você vai terminar a leitura, você parece que você é um alfabeto funcional. É analfabeto, porque eu não entendi o que ele disse, começou lá em cima aqui embaixo.

Não entendo. Então, o primeiro fato é com o professor Kardec, dizia que o análise análise dos textos do ponto de vista comparativo, a doutrina é 11 das formas de medir, de de tirar esses mistificadores. Excluir esse mistificadores é o primeiro ponto. Segundo ponto, esse ponto que ele quer cruzar o espiritismo

com o catolicismo. Quando ele disse esse absurdo que é o evangelho, não é semeado pelo jeito, pá, pá, pá, pá, pá, pá, pá, a missão dos espíritos no Brasil é divulgar o evangelho em espírito e verdade, espírito e verdade está lá com Jesus, ele diz, lá no em São João esse tema é a missão dos espíritos. Não é de e necessariamente divulgar o evangelho, é divulgado ao término espírita. E praticado Otelo. Espírita não tem mais do que isso. É tão simples e ensina e pratica só.

Enfim, é. É tão Claro e tão simples, mas ao mesmo tempo tão efetivo. Né? Então eu, eu fico vendo essas coisas, Marcelo e Beto, e o pessoal que eu isso não me traz nenhuma sensação de de conforto, são mentiras. Eu tenho aqui até um texto pedir, eu posso ler esse texto aqui da apostila da fé. Quer dizer, ou fica ruim? Posso? Primeiro, isso aqui é uma colcha de retalho para quem não não estudou, está estudando isso aqui.

Isso é uma confusão de conceitos, de títulos, é uma colcha de retalho, não tem nada basicamente a ver com o livro dos espíritos. É uma mistura. Tenha, Mano, eu tenho André Luiz tem Joana de Angeli, tem uma porção de coisas estúpidas e que você for ler quem for estudar por aqui não vai conseguir estudar tamanha confusão didática que tem aqui. Agora, essa parte aqui. Ele diz, aqui eu tenho que fazer isso, sabe por quê?

Por causa do erasto também. Eu acho que eras tu vai gostar de eu de eu ler isso aqui, pessoal erasto. Obrigado aí pelo apoio em. Ele diz aqui. O espiritismo. É uma doutrina filosófica de efeitos religiosos. Como qualquer filosofia espiritualista, isso era um Kardec. Pelo que forçosamente vai ter as bases fundamentais de todas as religiões, Deus, alma e vida Futura.

Mas não é uma religião constituída, visto que não tem culto, não tem rito, não tem tempos entre seus adeptos, nenhum tomou um título de sacerdote ou sumo sacerdote. Então, nesse primeiro parágrafo, ele mostra que toda. Filosofia espiritualista, ela converge em função de 3 juízos de valor, Deus, alma imortal e vida Futura. É isso é comum a toda a religião, por isso que é chamado espiritualista os espiritismo, que também ele agrega na sua, na

sua, nos seus conhecimentos. Bem, ele anda mais um pouco e diz o seguinte. Não tendo espiritismo nenhum dos caracteres de uma religião, agora ele aprofunda o que é a religião, a definição de religião, na acepção usual da palavra. Não podia, nem devia enfeitar-se com um título sobre cujo valor inevitavelmente se teria equivocado, ex, porque simplesmente se diz doutrina filosófica e moral? Aqui é na Kardec, aí vem

embaixo. Em suma, concluímos com Emanuel vocês tão seguro, tão bem na cadeira aí também na cadeira. O que é segurar? Aí, Beto, segura aí no sul, a cadeira, tá? Em suma, concluímos com Hermano. Podemos tomar o espiritismo simbolizado com o triângulo de forças espirituais e tal do triângulo, demanda a ciência e a filosofia, vinculam a Terra essa figura simbólica. Porém, a religião é o ângulo Divino que liga no céu que liga

o céu no seu aspecto filosófico. Do seu aspecto filosófico, é. Doutrina será sempre um campo de investigações humanas bababá bababá, então ele mesmo cita aqui ó, na Kardec. Que diz que não é, e ele mesmo, de esquema, não diz que a religião está aqui. Como é que o sujeito pode estudar isso? Eu vou ficar só no aspecto pedagógico, nem no aspecto propriamente da do conteúdo. Como é que o cara pode estudar aqui?

Aqui diz que Alan Kardec diz q Mano, enfim, isso aqui é uma grande confusão e como nós estamos falando hoje do jesuísmo, isso aqui é um grande livro de catequese grande para quem quiser estudar isso vai ver que um processo catequético nasce daqui, dessa tal da coisa e é adotado, infelizmente em muitos e muitos centros espíritas, como um texto básico de Allan Kardec. Então eu peço licença para você, eu posso jogar fora isso? Não, não dá para jogar fora, não dá pra ficar aqui. É fogo.

Lembramos que Kardec não jogava nada fora, né? Eu aqui em casa também. Paulo eu inclusive comentei hoje à tarde com o pessoal DCK que eu eu tenho, hã, matizes. Eu tenho rostang, eu tenho Pietro balde, eu tenho Raniere, eu tenho comandante, Edgar armon, eu tenho tudo na minha biblioteca, por quê que isso faz parte da minha formação cultural como espírita e lembremos que Allan Kardec.

Ao assinar o catálogo racional e é para formar uma biblioteca espírita, como bem lembrou o Beto, há pouco ele colocou lá uma série de obras que não tinham correlação direta com a doutrina ou a filosofia espírita, mas deveriam ser lidas com atenção, com denodo, com o espírito crítico para que nós, espíritas de todos os tempos, não se não nos transformássemos em menos seguidores fiéis de doutrinas pré-estabelecidas. Irrefutáveis previamente determinadas pela

espiritualidade, como pensam? Em geral, o neófito ou o frequentador habitual tradicional do chamado movimento espírita religioso? Então, Beto, dentro da pergunta que eu fiz, como é que você se posicionar? Eu vou fazer um parêntese antes, aí completando que o essa colocação do Paulo, eu me lembro lá em 2017, eu acho o final de 2017. Eu chegando nesse carro, eu estudei para esse livro, viu Paulo?

Antes, a como muitos dos que estão assistindo, a gente estudou também e eu não me lembro agora se Era Eu, lembro que estava. Paulo Henrique estava, o Marcelo era um post aqui na CKE eu estava brigando, não, mas isso é doutrinário, sim. Como não é doutrinário, Claro que é daí pra pra onde é que tu leu isto? Leu isso em Kardec, eu disse, não estou pode ser Kardec que eu li isso. Aí eu fui ver a não, eu Li Na apostila da febe. Espera aí, quem é que falou isso? Hã, não foi Kardec.

Há, fui Mano, ai, ai, ai. É porque ele tava dizendo o contrário, né? Do que dizia Kardec, era a questão do perispírito que a gente estava falando, não é a questão do perispírito que manchas não ter manchas e guardar as manchas. A inteligência do perispírito, aquela coisa toda, enfim. É complexo, né?

Então assim, órgãos no perispírito é o pessoal que tá ouvindo aí que o alguém que está chegando aí sabe, depois de tanta coisa e você é o Marcelo, você vê que olvidar, eu, Marcelo, pra gente tomar um chope agora à noite, tá bom? Era uma boa e agora acabou de já quase porque eu vou na pandemia, a gente já pode marcar o presencial em São Paulo de novo gente, né? Ou areazinha uma coisa assim, enfim, tá, agora voltava a pergunta do Marcelo, gente assim, ó, na minha concepção, tá?

Primeiro? Espírito espíritos é um plural. Espíritos não são exclusividade do espiritismo. A gente vai ter diversas tradições que a gente tava falando em budismo, em oriental, africano, enfim, até nos nos ativos americanos, o que for, espíritos não são exclusividade do espiritismo. Que que tem de diferente? Então, no espiritismo não é Beto? O que que tem de diferente disso que vocês estão falando do Kardec? Bom, Kardec tentou aplicar um método científico crítico na análise das perguntas.

Antes a gente tinha o quê? Observação do abismo. Observação oracular, né? A gente recebia passivamente aquela comunicação. Né? E aceitava. O Kardec é o primeiro que ouso olhar de volta e perguntar, livro dos espíritos, e todo esse, agora o Henry saiu? Estava falando das cartas do Kardec, mas é, é o relatório das cartas do Kardec, lida desse trabalho que foi feito pela feao.

Ali, as perguntas que Kardec já tinha para as próximas reuniões, a preparação toda que ele fazia, ele relia o que o espírito falou, ia lá, vou chamar de novo, vou perguntar aí chamava e perguntava às. Jura? Foi? Vamos fazer isso com isso, com Ismael, quem é que fez isso com Ismael aqui no Brasil? Quem que chamou esse maior, vai perguntar alguma? Sinto é anjo. Como assim, espírito puro e tal. Não é que que fez mais perguntas críticas ao que ele estava

falando? Sim, a questão da Bandeira está, eu não eu. Eu sou muito assim, ó, eu gosto de contextualizar bastante, colocar cada coisa assim no seu tempo, analisar quando aconteceu, como aconteceu, o que que estava acontecendo naquele momento histórico, et cetera e tal, né? Hoje em dia, se a gente for estudar AA igreja, a igreja já não é mais a mesma gente, igreja católica mudou, vamos estudar aí.

Concílio Vaticano segundo a gente tem 11 papo ali tentando fazer altas reformas na igreja católica, ela mudou, está ser ela demora mais, mas ela progrediu também. Então, é até o próprio movimento jesuíta já não é mais o mesmo movimento que era antes naquela época colonial. Está então ali mesmo já existe uma progressividade, que às vezes a gente não não vê no na no movimento espírita, né?

O movimento espírita parece que tem essa essa mania de entrar na máquina do tempo e voltar ao passado. Vamos ficar lá no século 19, vamos voltar e não vamos ver o futuro. Vamos ver, vamos, vamos, não vamos ver a progressividade, isso é complicado a também. Tá? Mas enfim. Partindo por esse ângulo? Não é do fazendo esse link aí com. Com o que o Paulo falou? A Marcelo, não sei. Só sei que nada sei, teria dito ainda, de que Fábio no Robert, você está rindo de quê?

Que eu não entendi o teu risco que não tem? Não, não, não tenho. Essa é uma solução. Imagina como é que vai dialogar Paulo pessoa te larga uma dessas da Bandeira de Ismael, o que que faz, o que que eu vou dialogar com a pessoa que vai levantar a Bandeira de Deus Cristo e Caridade? Mas é exatamente esse o ponto, né? Quando você tem uma obra que é santificadas, consideradas sacrossanta, considerada como a definição do papel do espírita individualmente, da coletividade

espírita. E do país Brasil no contexto atual da humanidade, chamada Brasil coração do mundo, pátria do evangelho, publicada na década de 30 em pleno estado de Vargas, com toda a contextura daquele tempo estabelecendo que o Brasil seria o celeiro do mundo, seria o coração do mundo a pátria do evangelho? E dentro do livro?

Tem um cidadão chamado Eliel, que pega Jesus pela mão, diz assim, ó, o Magrão vem cá, vem cá, vem comigo, vem comigo, vem, vamos, vamos, vamos passear um pouquinho aqui pelo universo, vamos passear pela via Láctea, está vendo ali a Terra? Sim, a Terra tu és o governador da Terra cara, tu sabes que o planeta azul é teu tu é que manda nessa bagaça tu sabes ali ó tá vendo aquele, aquele, aquele país ali bonitinho, parece assim, um coração estilizado.

Né? Ó, tem gente que diz que o Brasil saiu na movimentação das Placas tectônicas da geologia. Estava grudadinho lá na África e veio pra cá, tá vendo aquilo ali, ó Brasil, pois é, cara. É ali que a árvore do evangelho, do teu evangelho, está sendo transplantada. É ali que vai ser, olha meus amigos, meus amigos, o cara é o governador do planeta e não sabe onde fica o Brasil.

Um dos 5 maiores países populosos do mundo, olha que cantilena é essa, que história da carochinha é essa que os espíritas vomitam diariamente nas suas preleções e nos seus estudos? É que há que se ter racionalidade em minha gente. Ax t, lógica racional aqui se tem bom senso, mesmo, bom senso de Kardec considerado pelos espíritos superiores como o bom senso encarnado. Não dá pra acreditar nessas historinhas.

Este Brasil de 2022 com esse governo genocida e despótico, é o coração do mundo e pátria do evangelho. Aonde vai ser como? E aí, acham que nós somos nervosos, acham que nós estamos de má vontade? Porque nós apresentamos um espiritismo diferente.

Então, feito esse nosso desabafo, feito essa nossa, a esse nosso alerta para mudarmos o dyle de compreensão das questões espirituais e vinculadas ao espiritismo, vou fazer a pergunta derradeira, nós já estamos aí com 8 e 8 na nosso horário de Brasília para que o Paulo faça a resposta a essa questão, se quiser fazer algumas considerações sobre o meu

desabafo, é efusivo de agora. Fique à vontade também e depois eu passo a pergunta, igual para o Beto, para que a gente possa encerrar essa live e aí, já aproveitem Paulo e Beto no final da sua preleção para se despedir do nosso público. É internauta nessa nossa live. A questão é a seguinte.

A que se pode atribuir o conjunto quase total das mensagens mediúnicas produzidas no final do século 19 por todo o século 20 e nessas 3 décadas do século 21, com uma ascendência com uma tonalidade católica, e neste particular, nessas mensagens, uma forte presença jesuíta em outras, em outros termos, por quê? Precisamos nós.

Estarmos vinculados a esse pensamento religioso arcaico, retrógrado que pertence aos séculos anteriores ao século das luzes, que pertence ao universo anterior à própria codificação do espiritismo. Qual, então, a razão para não termos comunicações sérias assinadas por espíritos de índios e caboclos de pretos velhos, de negros, africanos, de

negros brasileiros? De pessoas envolvidas com a brasilidade estamos nós ainda vinculados a um pensamento igreja, vista jesuítico, afeto, a mediunidade. Esse segundo a chamada religião espírita, porque Paulo? Bem, eu queria voltar sobre a origem. Dessa? Dessa, eu diria dessa. Consolidação tão forte. Da região, religião católica entre os espíritas, essa influência são.

Há uma. Ao estatuto pedagógico dos Jesuítas. Que eles chamam de What What o studiorum, ou seja, eles impõem o regresso lá atrás. Aristóteles, interpretado por Tomás de Aquino. Acho que todo mundo sabe que Tomás de Aquino tomista. Ele lutou para associar a fé com a razão. Acho que a fé chega algum lugar. A razão também pode chegar ao mesmo lugar. Mas o senhor vê uma diferença, prevalece a fé, né? Como critérios de verdade.

A fé sobreleva a razão. E nessa nesse estatuto pedagógico, ele exclui os autores clássicos. Grego, latinos e, et cetera, é de certo e faz uma nova doutrina. E sequestraria crítica ao livro exercício do pensamento, enfim, uma verdadeira brainwashed daquele pessoal. Ela vai celebrar daquele grupo. Essa consolidação. Ela perdura até hoje, porque eu diria. OA família espírita, a família espírita, todos os espíritas, eles estão a 10 os ainda

fortemente ao catolicismo. Eles não saíram do catolicismo como seria esperado. Eles têm receio de perder algum vínculo social. Tenho receio de perder essa compreensão que eles têm, que a religião é milagreira, vai salvar Oo indivíduo da desgraça. Vai fazer uma cura espiritual do dia pra noite, então eles ficam. Com esse problema que eles trazem lá de trás, de muitas encarnações ainda, e que cria um

mecanismo de sintonia. Com esses aí, espíritos que vêm para falando do propriamente do catolicismo, comet, Mano e todos esse como a aos diversos centros espíritas, né? Então, AA gente pode seguir também um modelo de afirmativa do nosso? Grande botânico Lineu, que ele diz Natura, não faz se Salto. A natureza não dá saltos, e ele era um botânico. Fez a primeira classificação das plantas que até hoje existe influencia a todos.

Então ele, como via que as plantas não se modificavam, tinha que esperar um tempo na sua e blindagem. Então exigiram que ele viu que a natureza não se dá os fatos, não se dá saltos, então eu explico isso pelo atavismo que existe

nesses. Participante do da comunidade espírita atavismo de influência, são religiosa que eles trazem encarnação a encarnação encarnação, encarnação e com flui isso para um discurso é evangelho, é doutrinário, de Emanuel e de outros, e eu também, sempre me preocupei, como é que a gente podia sair disso? Como é que nós podemos sair disso? Nós só podemos sair disso. Através do nosso esforço pessoal, tentando ajudar essas pessoas se esclarecerem.

Porque no dia que o primeiro regional espírita primeira use primeira primeiro, primeira unha, os centros reunião da sociedade espírita de Minas Gerais, o primeiro cara que tiver feito sair disso e se diz filiar-se da febre, nós damos o primeiro passo para a nossa Independência. Porque nós não temos que nos filiarmos a Phoebe, eu estou falando como se, hipoteticamente, eu fosse um presidente de um determinado centro espírita, nós não temos que nos filiar febre, temos que sair da febre.

A febre aprisiona a fé. Enlouqueci no sentido de uma de um erro total do pensamento e da lógica. Então a minha como eu vejo isso tal forte aqui, hoje, essa catequese aqui, esse estatuto deles que quebra até os filósofos gregos e eu fico. Com uma perspectiva que terei que trabalhar mais, terei que trabalhar mais e fazer o meu esforço pelo menos ter a consciência tranquila para que nós possamos mostrar essas mentiras.

Essas mentiras. Que eras tu que foi o grande combatente da doutrina espírita, é o grande médio como espírito combatente, a gente possa sair, então temos que criar mecanismo de enfraquecer a febre e fortalecer a regionais. Se isso for possível, eu não sei. Muito bem. E aí, Beto? Aí o seguinte, Marcelo, hã, eu acho interessante isso que o que o Paulo falou que também eu, eu vou, eu vou lhe me alinhar que você está nisso aí, é questão de afinidade, né?

Principalmente a afinidade fluídica e eu vou um pouquinho mais longe já no final, né? Lançar 11 problema quando a gente fala no controle universal de Kardec, é um problema do controle universal também. Porque se for parar pra pensar a as comunicações que Kardec recebeu que a sociedade parisiense recebeu, elas não eram tão universais assim. Elas eram limitadas a um determinado conjunto cultural onde ele estava inserido. Universal.

Onde estaria falando no planeta inteiro, a gente não tem também comunicações africanas, não tem comunicações orientais, a gente fecha os olhos para outras culturas, mas era próprio daquele tempo, né? Que eles estavam vendo ali o auge da civilização européia, da modernidade, né? Então eles achavam que ele era OA cidade europeia, era o Max. AE aqui no Brasil também teve reflexo disso? Aquela pergunta que fez a, por que que a gente não tem a

comunicação do índio? Porque que a gente não tem a comunicação a da outra cultura? Bom, na verdade a gente tem, né? Nós vamos centros espíritas, né? Ou às vezes, quando aparece no centro espírita, electo lida censurada, não pode ficar uma manifestação inferior, superior, tem que ser o branco europeu, padre tem que se manifestar, que é isso, Hein? Ou manifestação superiores for de outra cultura não pode, mas enfim. Eu. Eu apresento esse problema no controle universal.

Já em Kardec, mas eu acho interessante que Kardec já deixou a porta aberta para solucionar esse problema. É no próprio método dele, algo que só foi pensado pelos métodos científicos lá na metade do século 20, que é a questão da falseabilidade. Eu abri o deixar a porta aberta para o Progresso, para, surgindo uma teoria nova. Não é que disfarça aquele meu paradigma anterior? Eu acompanhei a ciência. Eu não me fechei pro dogma, então Kardec já pensou nesse ponto, né?

No momento que a ciência provasse que ele, em algumas das conclusões dele tivesse errada, no futuro, após Kardec, né? O espiritismo seguiria a ciência, seria para para com a ciência, que é o que todos, e isso ele antecipa, né? Quando mais ou −100 anos ou a conclusão contemporânea da ciência, da filosofia, né? A concepção. E das comunicações, é isso é afinidade, fluídica não é? Basicamente, é isso aí que vocês falaram.

Então tu tem tem 11, maior parte ali do a população vindo de uma da cultura protestante, evangélica ou católica, aqui SEC acredita no espírito, acredita que o espírito existe? Acredita na reencarnação? A vai aos centros espíritas por diversos motivos, uma primeira vez chega na maior parte, majoritariamente centros espiritas são religiosos, têm essa visão, hã, e manuelina, vamos dizer assim, né? E recebe uma continuidade que eles acham muito parecido.

O que eles viam na missa e o que eles viam no culto evangélico com o que eles estão vendo no centro espírita federado. Hoje chega, senta e tem um ritual de abertura. Tem uma homilia, tu tem uma palestra que tem a tua óstia, aquela tua água fluidificada, tem o quarto, enfim, tem toda a ritualística né? Com o site sentindo mais leve dali, então tem 11 processo que não existia na época de Kardec, né? Já e já são inovações a próprias

do espírito brasileiro. Então, essa mentalidade, essa cultura, ela acaba se manifestando também nas salas mediúnicas. O médio que é treinado hoje vem aqui. Estava conversando com outro espírita, não é? Quando eu falei ó, o que que eu vou perguntar pra alguém que que eu vou debater com alguém que está me levando a Bandeira de Ismael? Realmente, eu não tenho muito o que contestar, porque a crença daquela criatura, e acredita piamente, naquiloe.eu, posso eu.

Eu posso ir até o limite de onde a gente consegue conversar, talvez no método de Kardec, mas mesmo assim estava conversando com um espírito aqui da minha cidade. Meu colega disse isso alguns meses. Ele é muito animado, me falando que é de outra casa espírita. Não é que tinha começado seus estudos de mediunidade e eu, animado, é que legal, está estás estudando o livro dos médiuns. Ele não estamos estudando André Luiz, mas você já leu os livros dos médiuns? Não, não.

Eu só conheço do Kardec. Eu só li o evangelho e aí, gente? E aí, como é que aí fica complicado eu continuar? O diálogo não é porque toda aquela aquele espírito crítico de Kardec não se perde, eu vou ali, o telefone só toca De Lá Pra Cá, né? A gente vai receber a comunicação do sofredor. A gente não vai ter uma análise muito crítica, a gente vai tentar evangelizar aquele espírito desencarnado.

Alguém me fala que eu não sei se é lenda, não ouve, não é porque alguém que tentava evangelizar até com chicote, né? O espírito aqui na mesa, assim faziam um teatro assim para evangelizar o desencarnado, para assustar. Eu acho ou eu fui numa outra casa espírita espírita também, essa não é federada gente, é uma casa independente, não vou citar nomes aqui. Né? Mas era uma cabine com 4 médios e uma média de pé com um livro na mão. Não sei se era a bíblia.

Aí eu fui lá, mas não sei se era a bíblia. A pessoa grita, vai. Era um exorcismo que ela estava fazendo ali para tratar AA desobsessão. Isso é uma casa espírita aqui em Porto Alegre. Claro, não é federado, né? Mas era 4 médio sentado. Se ela tiver com um livro na mão que eu não vi, que livro ela num não sei se era a bíblia, será evangélico, é vocês. Ela gritava dentro, ela tirava, né, pra pra tirar o tirar o encosto, vamos dizer assim, né? Então existe muita coisa por aí,

né? E falta isso tudo. É, infelizmente falta estudo de Kardec, né? Porque estudo de outras obras tem sobra até demais, né? Até demais. É uma longa trajetória que ainda nós temos que percorrer, não é? É quando a gente faz uma análise comparativa. Paulo e Beto e os nossos amigos que estão conosco. Já 8 e 20 da noite, nessa nossa live. Sobre o um esboço comparativo entre a produção de Kardec nos 32 livros nas suas 32 obras.

E a produção mediúnica Brasileira, nós conseguimos traçar, traçar alguns paralelos de similitude e de diferenciação. Em termos da minha pergunta, a similitude, ela parece estar expressa, porque se nós pegarmos a grande totalidade das mensagens que estão contidas nas obras de Kardec, que são assinadas, tem vultos históricos, muitos deles ligados ao chamado poderio religioso, principalmente católico de todos os tempos. Daí vermos quase que totalmente é mensagens assinadas por

espíritos de batina. Padres, bispos e freiras que continuam a orientar, vamos dizer assim, o chamado movimento espírita brasileiro. Mas por uma questão de caldo cultural, por uma questão de estruturação sistêmica de cenário. Nós deveríamos dar azo às nossas reuniões mediúnicas tradicionais.

É manifestações de espíritos de outros matizes, de outras configurações que fazem parte do pluriculturalismo é brasileiro e nós não vemos isso por um ponto que o Beto salientou que é, não é que elas não existam, elas existem, mas elas são colocadas na prateleira de baixo. Elas não são tratadas com o

mesmo prestígio. De mensagens assinadas, sejam por esses vultos religiosos que se assinam, como tal que se identificam como tal e que se houvesse um médium vidente nas reuniões mediúnicas, traçaria uma descrição de um indivíduo trajando uma túnica como um religioso do passado, porque ele ainda conserva nas suas características essa vestimenta. Essa formatação até para efeitos de identificação e de sinergia, de de proximidade com a mensagem que ele está trazendo.

Enquanto que as mensagens assinadas pelos caboclos e pelos índios pelo pessoal pé no chão, como a gente costuma chamar no sincretismo afro religioso brasileiro, são colocadas de lado como se não tivessem lições importantes, como se não tivessem elementos probatórios da vida após a morte e da realidade espiritual que transcendem para todos nós. Por isso, a pergunta foi feita pela nossa produção para trazer esses esclarecimentos. Tão importantes é que vocês

acabaram de demonstrar. Nós estamos partindo para o encerramento dessa riquíssima live e eu gostaria de resgatar aqui, não como pergunta, mas com uma colocação que pudesse fomentar o tipo de análise. Na despedida do Beto e do Paulo pela ordem. Comunicações que foram trabalhadas por nós ainda em plataformas como o pal talk.

É do no século passado, nas nas nos últimos 15 anos do século 20 e nos primeiros 12 a 15 anos do século 21, nós tivemos muito ligados ao professor Carlos de Brito imbassaí, que ainda encontra-se encarnado entre nós, embora com pouca presença nas redes sociais e na chamada ambiência espírita Carlos de Brito imbassaí, aliás, filho de um dos vultos mais importantes do século 20. Do espiritismo nacional, que é o Carlos imbassaí pai que deixou algumas obras muito

interessantes, inclusive africanismo e espiritismo, junto com a interpretação, deolindo Amorim e outras obras que são é muito válida para a pesquisa e para o estudo da do desenvolvimento do pensamento espírita. É brasileiro e ele relatou que ele era ainda um adolescente e o pai dele, o Carlos imbassaí, fazia reuniões mediúnicas.

Numa garagem, em sua residência. E foram muitas as comunicações mediúnicas recebidas de alerta aos espíritas de então, e essas informações foram divulgadas pelo imbassaí pai ao movimento espírita da sua época, dizendo que os espíritos Jesuítas, os espíritos católicos mais ferrenhos e que não eram afetos, não eram partidários da informação reencarnacionista contida na no. Na própria prédica e na filosofia espírita. Resolveram adotar uma estratégia dupla. Olhe só, Paulo e Beto.

Os espíritos Jesuítas iriam se aproximar do movimento espírita. Iriam trabalhar com afinco dentro do espiritismo, iriam fazer um trabalho de dentro para fora e não de fora para dentro, de oposição aos ideais filosóficos e científicos da doutrina ess. Como eles fariam isso de 2 maneiras? Alguns encarnados iriam assumir posições de destaque no meio espírita.

Seriam médiuns de renome? Seriam dirigentes de grandes instituições e seriam expositores considerados popstar dentro da chamada ambiência espírita. Em paralelo, um outro grupo iria ficar na forma de desencarnado iria se aproximar dos grupos espíritas dos pequenos, passando pelos médiuns até os maiores. Na forma de guias e de mentoring espirituais para trazer mensagens psicografadas no mesmo espírito, resgatando o jesuitismo.

Então, você aí fecha os 2 elos do processo para ter espíritos com essa embocadura, com essa intenção evangélica, puramente evangélica e jesu itis ta? E encarnados? Cuidando de fazer, proliferar, de chegar aos mais distantes rincões do nosso país essa mensagem. O resultado, meus queridos amigos, está aí.

Mais de 120 anos de presença do espiritismo no Brasil, com uma feição evangélica que deixa de lado a filosofia, marca importante de Allan Kardec, que deixa de lado a fenomenologia espírita no em cunho investigativo e passa a valer se apenas da fenomenologia como 11 meio de produção de novas verdades que vão se agregando ao edifício espírito originário. E o resultado é uma grande massa que não conhece o espiritismo.

Circulando, dizia. O espiritismo é o grande desconhecido que não pratica o espiritismo. A feição de Allan Kardec, segundo as suas orientações de práticas e que se? É objetiva, que se resume a uma seita, agora reencarnacionista, cristã ou espírito? Lica? Isso mesmo. Esse é o nosso Panorama. E o Panorama que o espiritismo com Kardec não se opõe como violento, perseguidor, como não se configura como inimigo dessa característica ou desse cenário?

Mas que procura diuturnamente, dia após dia, esclarecer aqueles que, na leitura de Jesus de eixo, a tenham olhos de ver e ouvidos, de ouvir. Beto Souza, as suas palavras finais e a sua despedida desse nosso embalo de sábado à noite. Marcelo Paulo Henrique já saiu, cara. Só tenho agradecer a para presente numa live dessas, poder ouvir os desabafos de vocês foram muito, muito bons, muito produtivos. Eu estava vendo a reação do pessoal aí na. Nos comentários é, e assim, ó,

eu estou. É emocionado como quem está assistindo, aí também está ouvindo e podendo compartilhar com vocês. Obrigado pelo convite, estamos aí. Fico precisar aí. Bacana, Beto. O nosso agradecimento a você, pela desenvoltura de sempre, pelo carinho, pela sua forma afetuosa de se dirigir aos nossos internautas, aos nossos icq, anos EECQ nas e a certeza de que podemos contar com você em outras jornadas como essa. Vai lá pra nossa salinha de chá para nosso encerramento daqui a pouco.

Muito obrigado. Paulo, é com você, fique à vontade, porque a casa é sua. Queria agradecer a você, a Marcelo, pela sua liderança. E organização desse trabalho, que pra mim é um ponto de referência no meio de um oceano tão, tão dificultado ainda em termos de doutrina e compreensão do espiritismo. Eu queria terminar minha, minhas, minha palavra, minha participação com uma frase que, de uma certa forma, eu mesmo criei dizendo o seguinte. A contrarreforma. É a mãe da nossa cultura

colonial. E a avó? Do movimento espírita brasileiro. A quando nós somos herdeiros da contrarreforma, isso não saiu da nossa cultura como um todo. Eu agradeço mais uma vez também agradeço lá a participação dos nossos amigos aqui que nos contemplam com a sua generosidade. Desejo um ótimo sábado e amanhã para mim, para você tem que ser

um domingo maravilhoso. Valeu, Paulo, o pessoal vai perguntar, por que que para mim e para você tem que ser um domingo maravilhoso, mas nós não vamos deixar a coisa sem resposta, pensando que adianta os pais, né? Dia dos Pais, não é? Mas amanhã os pais rubro-negros vão estar mais felizes com o nosso grande Flamengo, meu e do Paulo reses, que de muitos que estão aí nos acompanhando pela paixão, pelo futebol. Obrigado Paulo, a sua serenidade, a sua elegância AO seu cabedal de conhecimento.

Paulo é um contribuinte do e secar desde longa data. Já esteve conosco? Encontro presencial saindo do Rio de Janeiro, indo até São Paulo, e nós temos certeza que vamos ter o Paulo em outras oportunidades para continuarmos trabalhando com afinco nessa desmistificação do espiritismo. Peço ao Paulo que aguarde um pouquinho lá na sala do chá pra gente fazer o nosso encerramento. Muito obrigado, Paulo. E aí, minha gente, é isso aí.

Amanhã, Dia dos Pais e nós aqui, em nome do ECK, deixamos um carinhoso abraço aos que foram aos que são e aos que serão pais nesta encarnação. Assim como em outras, justamente por associar a missão da paternidade, como dizem os espíritos superiores a um dos grandes projetos, a uma das grandes realizações que o espírito encarnado.

Pode fazer na Terra assim, ao lado também comparado com a missão da maternidade, que nós possamos ser bons pais, bons filhos e continuarmos pelas relações de afinidade que se travam e se estabelecem entre os espíritos, construindo uma atmosfera mais fraterna, de mais paz, amor e compreensão, que é o que o nosso Brasil e o nosso mundo precisa neste momento. Vou pedir a nossa técnica que coloque aí na lousa.

A programação da próxima live, o próximo embalos de sábado à noite e se secar onde fiquem atentos. Vamos trabalhar com um tema importantíssimo, que faz parte da teoria e da prática espírita, curas espirituais e o

espiritismo. No dia 27 de agosto, no mesmo bat hora no mesmo bat, local que aqui o espiritismo, com Kardec às 18 e 30. Trazendo o nosso pesquisador estudioso Sérgio Usher, seu autor, co-autor de um livro chamado as curas espirituais de espiritismo, para tirar as principais dúvidas sobre esse processo de cura, cura material cura psíquica, cura espiritual que o espiritismo é portador como continuador, não do movimento cristão, mas do

trabalho prático de Jesus de Nazaré, lembrando a você também que está nas telas. É de todo o país, está sendo lançado, está sendo reproduzido o filme arigó, que trata também de curas espirituais, de incisões materiais, for pela participação mediúnica, e que é também um palco, um cenário importante que vai ser explorado por nós na próxima live dizer da nossa Alegria, nossa satisfação, da nossa gratidão pela presença amiga de você que está do outro lado da tela que nos acompanhou

ao vivo. Ou de você, que vai depois acessar o nosso material no canal do YouTube do espiritismo com Kardec, ajudando a repercutir esse nosso trabalho, divulgando a nossa live para os seus grupos, para os seus centros espíritas, multiplicando toda essa informação, toda essa live riquíssima de conteúdo que nós fizemos em mais uma noite de sábado. Muito obrigado. Fique com a sua família, fique com a sua paz neste domingo dos pais. Tchau.

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