Olá, minha amiga. Olá, meu amigo, como é que vocês estão bem-vindos a mais um episódio onde estudamos a obra fundamental da doutrina espírita, a gênese, os Milagres e as predições segundo o espiritismo, estamos na parte dos Milagres, especificamente no capítulo que trata os Milagres do evangelho. E hoje nós vamos ver sobre também um. Um milagre muito interessante, que é a multiplicação dos pães. Então vamos lá para o texto.
A multiplicação dos pães é um dos Milagres que mais tem intrigado os comentadores e alimentado ao mesmo tempo, a zombarias dos incrédulos, sem se darem ao trabalho de li prez, cortar fresco, furtar o sentido alegórico. Para estes últimos, ele não passa de um conto pueril, porque realmente é uma coisa difícil, né? Da gente entender como é que 5 pães e 2 peixes eu não lembro. A quantidade pode se tornar tanto e alimentar tanta gente assim, mas vamos ver o que que o texto nos propõe.
Hoje o estudo, entretanto, a maioria das pessoas sérias há visto na narrativa desse fato, embora sob forma diferente da ordinária uma parábola em que se compara o alimento espiritual da alma ao alimento do corpo. Pode-se, todavia, perceber nela mais do que uma simples figura e admitir, de certo ponto de vista, a realidade de um fato material, sem que para isso, seja preciso se recorrer ao prodígio, é sabido que uma grande preocupação de espírito, bem como a atenção fortemente
presa a uma coisa. Fazem esquecer a fome, ora, os que acompanhavam a Jesus eram criaturas ávidas de ouvi-lo. Nada a, pois, de espantar em que faz se nada, pela sua palavra e também talvez, pela poderosa ação magnética que ele exercia sobre os que o cercavam. Elas não tenham experimenta do a
necessidade material de comer. Prevendo esse resultado, Jesus nenhuma dificuldade teve para tranquilizar os discípulos, dizendo-lhes, na linguagem figurada que ele era habitual e admitido que realmente houvessem trazido alguns pães. Estes bastariam para matar a fome. A multidão simultaneamente ministrava aos referidos discípulos um ensinamento com lhes dizer, dailies vós mesmos de comer. Ensinavam lhes assim que também eles podiam alimentar por meio da palavra.
Desse modo, a par do sentido moral alegórico, produziu-se um efeito fisiológico natural e muito conhecido, o prodígio, no caso, está no ascendente da palavra de Jesus, poderosa bastante para cativar a atenção e cedilha maiúsculo, ó de uma multidão imensa. A ponto de fazer lá esquecer-se de comer esse poder moral comprova a superioridade de Jesus, muito mais do que o fato puramente material da multiplicação dos pães, que tem de ser considerada como alegoria. Esta explicação, aliás, o
próprio Jesus a confirmou. Nas 2 passagens seguintes. Então entendemos, né? É uma alegoria, num era o alimento físico, mas sim o alimento da alma que estava sendo referido. Aí 2 passagens o fermento dos fariseus, ora tendo seus discípulos passados para o outro lado do mar, esqueceram-se de levar pães. Jesus lhe disse, lhes disse, tende o cuidado de precatar vos do fermento dos fariseus e dos saduceus, eles podem pensavam e diziam entre si, é porque não trouxemos pães.
Jesus conhecendo lhes os pensamentos, disse. Homem de pouca fé, porque haveis de estar cogitando de não ter, diz. Trazido pães, ainda não compreendeis? E não vos lembrais, quantos cestos levastes. Como não compreenderem isso, que não é do pão que eu vos falava quando disse que vos guardásseis do fermento dos fariseus e saduceus?
Eles então compreenderam que ele não dissera que se preservasse no fermento que se põe no pão, mas da doutrina dos fariseus e dos saduceus aí, outra citação, o pão do céu, deixa eu colocar o Zezinho aqui para ler que ele lê melhor do que eu. No dia seguinte, o povo que permanecera do outro lado do mar notou que lá não chegar a outra barca que Jesus não entraram na que seus discípulos tomaram, que os discípulos haviam partido só e como tinham chegado depois. Outras barcas de tiberíades.
Perto do lugar onde o senhor, após render graças os alimentar a com 5 pães e como verificassem, por fim, que Jesus não estava lá, tampouco os seus discípulos entraram naquelas barcas e foram para Cafarnaum, em busca de Jesus e tendo o encontrado além do mar, disseram-lhe mestre.
Quando vieste para cá, Jesus lhes respondeu, em verdade, em verdade vos digo que me procurais não por causa dos Milagres que vistes, mas porque eu vos dei pão a comer eficaz de saciados, trabalhar por ter não o alimento que perece, mas o que dura para a vida eterna e que o filho do homem. No Ceará, porque foi nele que Deus, o pai, imprimiu o seu selo e seu caráter. Perguntaram, lhes que devemos fazer para produzir obras de Deus?
Respondeu-lhes Jesus, a obra de Deus é que creiais no que lhe enviou. Perguntaram lhe então, que milagre operará, que nos faça crer, vendo que farás de extraordinário. Nossos pais comeram o maná no deserto, conforme está escrito, ele lhes deu de comer o pão do céu. Jesus lhes respondeu, em verdade, em verdade vos digo que Moisés não vos deu o pão do céu, meu pai é quem dá o verdadeiro pão do céu, porquanto o pão de Deus é aquele que desceu do céu e que dá vida ao mundo.
Disseram eles. Então, senhor, dá-nos sempre desse pão. Jesus lhe respondeu, eu sou o pão da vida, aquele que vem a mim não terá fome aquele que crê em mim não terá sede, mas eu já vos disse, vós me tendes visto e não crê, diz. Em verdade, em verdade vos digo aquele que crê em mim tem a vida eterna. Eu sou o pão da vida. Vossos pais comeram o maná do deserto e morreram. Aqui está o pão que desceu do céu a fim de quem dele comer, não morra.
Isso está em João p, interessante é, reforça aí estas passagens, né? Que? É, não passam de alegorias, não é? E lembrando e reforçando, os evangelhos foram escritos 5060 anos depois, é da morte de Jesus, portanto, muita tradição oral e muita coisa fantástica foi acrescentada, mas que a gente se atenta a mensagem e também na compreensão de quem é
Jesus, né? Exatamente quem é na primeira passagem, lembrando o fato precedentemente operado, Jesus da claramente a entender que não se tratava de pães materiais. Pois, a não ser assim, careceria de objeto à comparação por ele estabelecida com o fermento dos fariseus. Ainda não compreendeis? Diz ele. E não vos recordais de que 5 pães bastaram para 5000 pessoas e que 2 pães foram bastantes para 4000. Como não compreendestes que não eram de punk.
E você falava, quando vos dizia que vos preserva 6 do fermento dos fariseus. Esse confronto, nenhuma razão de ser, teria na hipótese de uma multiplicação material, o fato fora de si mesmo, muito extraordinário para ter
impressionado. Fortemente a imaginação dos discípulos que, entretanto, pareciam não mais lembrar-se dele, é também o que não menos claramente ressalta do que Jesus estendeu sobre o pão do céu, empenhado em fazer que seus ouvintes compreendessem o verdadeiro sentido do alimento espiritual trabalhar, diz ele. Não por conseguir o alimento que perece, mas pelo que se conserva para a vida eterna e que o filho do homem vos dará esse alimento. É a sua palavra.
Pão que desceu do céu e dá vida ao mundo. Eu sou, declarei ele o pão da vida. Aquele que vem a mim não terá fome, e aquele que em mim crê, nunca terá sede. Tais distinções, porém, eram por demais sutis para aquelas naturezas rudes que somente compreendiam as coisas tangíveis para eles, o maná que alimentar o corpo de seus antepassados era o verdadeiro pão do céu.
Aí aqui estava um milagre. Se, portanto houvesse ocorrido materialmente, o fato da multiplicação dos pães, como teria ele impressionado tão fracamente aqueles mesmos homens? A cujo benefício essa multiplicação se operar há poucos dias antes. Ao ponto de perguntarem a Jesus que milagre fará Spark vendo te criarmos, que farás de extraordinário?
Eles entendiam por Milagres os prodígios que os fariseus pediam, isto é sinais que aparecessem no céu por ordem de Jesus, como pela varinha de um mágico. Ora, o que Jesus fazia era extremamente simples e não se afastava das leis da natureza. As próprias curas não revelavam um caráter muito singular, nem muito extraordinário. Para eles, os Milagres espirituais. Não apresentavam grande vulto. Portanto, então mais um é uma questão de é entendimento, né? Interpretação.
Sobre este é milagre, né? Da multiplicação de pães. Na verdade, Jesus estava falando sobre a palavra e não fisicamente e que com o passar do tempo, como a gente ser humano adora, do, do fantástico, do Sobrenatural. Inventa algumas coisas, né? Pra ficar assim, mais rô, né? Olha que legal, vai passar mais adiante, porque afinal de contas. O que que é só uma mensagem de você ser mais é evoluir mais rápido, progredir moralmente mais rápido. Não é a receita de bolo para
fazer isso. Isso realmente não tem importância. O que tem importância e se transformar 4 pães em 2000 e alimenta 2000 pessoas, entende que a gente ainda não tem maturidade? Para entender o certo, a importância da mensagem de Jesus e não se ficasse atendo a estas coisas fantásticas que escreveram a respeito dele. Isso realmente não descaracteriza Jesus, não tira a sua, é a sua importância histórica, a sua importância espiritual para todos nós.
Legal. No próximo episódio nós vamos falar sobre os Milagres, os Milagres de Jesus. Claro, nós estamos falando a tentação de Jesus. Eu te espero como sempre, até mais tchau.
