A Gênese [Ep11] Da natureza divina (Cap II, 8-19) - podcast episode cover

A Gênese [Ep11] Da natureza divina (Cap II, 8-19)

Jun 25, 202116 minSeason 6Ep. 11
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Transcript

Olá, meus amigos, minhas amigas, como vocês estão, sejam bem-vindos a mais um estudo do livro, a gênese, os Milagres e as predições segundo o espiritismo, mais uma obra fundamental dessa rica doutrina. Nós vamos estudar hoje a natureza divina, já que nós estamos no segundo capítulo falando de Deus, mas antes você não é inscrito aqui no canal ainda e se for, dá uma olhada. Se você ativou as notificações, caso não seja inscrito, se inscreva.

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cada vez mais. Aqui a gente estuda Kardec com o maior amor do mundo e se for importante para você se vídeo compartilhe com amigos. Convide alguém para curtir o canal ou muitos alguéns e dê sempre joaninha. Quando você assiste os vídeos, tá bom? Vamos então, sem demora para o estudo que aqui é assim, pá, bufe da natureza divina. Nós estamos falando de Deus, não é dado ao homem sondar a natureza íntima de Deus.

Então, para compreender Deus ainda nos falta o sentido que só se adquire com a completa depuração do espírito. A gente só vai entender direito Deus quando formos espíritos felizes, mas se o homem não pode penetrar a essência de Deus, pode ter como premissa a sua existência.

O homem pode então, pela razão, saber a conhecer-lhe os atributos necessários e concluir que estes atributos só podem ser divinos, deduzindo daí quem é Deus, sem o conhecimento dos atributos de Deus, impossível seria compreender se a obra da criação, esse é o ponto de partida de todas as crenças, cedilha maiúsculo, an s religiosas e por não se terem reportado aos atributos como ao Farol, capaz de as orientar que a maioria das religiões errou em seus dogmas, as que não

atribuíram a Deus a onipotência, imaginaram muitos deuses as que não lhe atribuíram soberana bondade, fizeram dele um Deus ciumento. Colérico, parcial e vingativo. Um estamos falando aí do Deus do velho testamento, né? O tal Deus bipolar, então a gente consegue compreender não totalmente, mas deduzir pela lógica, quem é Deus é pelas suas

atribuições, né? Pelas suas obras, Deus é a Suprema e soberana inteligência é limitada a inteligência do homem, pois que não pode fazer nem compreender tudo o que existe a de Deus, abrangendo o infinito tem que ser infinita. Se a supuséssemos limitada num ponto qualquer, poderíamos conceber outro ser mais inteligente. Capaz de compreender e fazer o que o primeiro não faria e assim por diante até o infinito. Então a gente vai ver os

atributos de Deus, não é? Afinal de contas, é o que a gente está é investigando aqui da natureza de ver então, primeiro atributo, Deus é a Suprema e soberana inteligência. Então, Deus não é inteligente, ele é a inteligência, tá? Gravem isso, não poderia ter um ser mais inteligente que Deus se não esse outro ser seria Deus, tá? Então Deus é a inteligência, outro atributo. A eternidade, Deus é eterno, isto é, não teve começo e não

terá fim. Se tivesse tido princípio houver, é saído Do Nada. Ora, não sendo nada coisa, alguma coisa nenhuma pode produzir. Ou então teria sido criado por outro ser anterior. E nesse caso, este será que seria Deus se ele supuséssemos um começou fim, poderíamos conceber uma entidade existente antes dele capaz de ele sobreviver e assim por diante, ao infinito. Então Deus é eterno, tá? Não teve começo, não teve fim. Um querido amigo. É Paulo César Fructuoso, doutor Paulo César.

Ele sempre diz assim, não somos eternos, somos imortais porque todos nós tivemos um momento. Que fomos criados? Então a gente não existe desde sempre. Somente Deus é eterno, está somente Deus é eterno, não tem começo e não tem fim. Nós temos começo, portanto somos imortais. Eu sempre lembro disso, não tem, não tem como errar outro outro atributo Deus é imutável se estivesse sujeito a mudanças, nenhuma estabilidade teriam as leis que regem o universo Deus é imutável.

Porque a lei da gravidade, por exemplo, é imutável. É uma lei divina. Deus é imutável, aquele Deus do velho testamento que 1 hora se arrependeu. A hora inunda. O Thor é bonzinho. Autora pede um filho de alguém pra ser dado em sacrifício esse Deus é humano, tem nada a ver com o Deus de verdade que a gente estuda aqui no espiritismo, tá?

Outro atributo a imaterialidade, Deus é imaterial, isto é a sua natureza difere de tudo o que chamamos matéria de outro modo não seria imutável, pois estaria sujeito às transformações da

matéria. Deus carece de forma apreciável pelos nossos sentidos, sem o que seria matéria, dizemos a mão de Deus, olho de Deus, a boca de Deus, porque o homem nada mais conhecendo além de si mesmo, toma-se próprio por termo de comparação, para tudo o que não compreende são ridículas essas imagens em que Deus é representado pela figura de um Ancião de longas barbas e envolto num manto, tem o inconveniente de rebaixar o ente supremo até as mesquinhas

proporções da humanidade, daí a emprestarem as paixões humanas e a fazerem um Deus colérico e ciumento. Não vai mais que um passo. Então, Deus, não sendo material, né? Porque toda a matéria muda, transforma, degrada. Não tem sentido esse negócio de mão de Deus. Segura na mão de Deus e vai, não tem mão. Geo, Deus não tem mão, não dá para segurar na mão de Deus. O olho de Deus, a boca de Deus

ou dedinho de Deus, né? Naquela Capela sistina de Michelangelo, que tem lá o Adão que nunca existiu e Deus um co dedinho no outro. Né? E eu acho engraçado isso, que Kardec ainda fala assim, que é ridícula essa imagem de que Deus é um velhinho, minha nossa senhora, é porque a gente não tem outra coisa e a gente sempre igual a Deus, AA gente mesmo. Por isso que a primeira pergunta do livro dos espíritos é o que é Deus e não quem é Deus não igualando Deus ao? Homem, Deus é onipotente, Deus é

onipotente. Se não possuísse o poder supremo, sempre se poderia conceber uma entidade mais poderosa e assim por diante até chegar-se ao ser cuja potencialidade nenhum outro ultrapassasse. Esse então é que seria Deus onipotente, significa o mais poderoso de todos. Tá onipotente?

Pronto, não dá para ter um mais potente do que Deus se não Deus não seria Deus. Deus é soberanamente justo e bom, a providencial sabedoria das leis divinas se revela nas mais pequenas coisas, como nas maiores, não permitindo essa sabedoria que se duvide da sua justiça nem da sua bondade.

O fato de ser infinito uma qualidade exclui a possibilidade de uma qualidade contrária, porque esta porcaria ou anularia um ser infinitamente bom, não poderia conter a mais insignificante parcela de malignidade, nem o ser infinitamente mau. Conter a mais insignificante parcela de bondade, do mesmo modo que um objeto não pode ser de um negro absoluto, com a mais ligeira nuance de branco. Além de um branco absoluto com a menor mancha preta. Acho lindo assim, esse didatismo de Kardec, né?

Deus é juiz soberanamente, justo e bom, então não pode ter nada de ruim na nesta soberania, nesta justiça e bondade de Deus. Deus, pois não poderia ser simultaneamente bom e mau, porque então, não possuindo qualquer dessas 2 qualidades no grau supre, mo não seria Deus todas as coisas estariam sujeitas ao seu capricho e para nenhuma haveria estabilidade. Não poderia ele, por conseguinte, deixar de ser ou infinitamente bom, infinitamente mau?

Ora, como suas obras dão testemunho da sua sabedoria, da sua bondade e da sua solicitude? Concluir se aqui não podendo ser ao mesmo tempo bom e mau, sem deixar de ser Deus, ele necessariamente tem de ser infinitamente bom. A soberana bondade implica a soberana justiça, porquanto se ele procedesse injustamente ou com parcialidade, numa só circunstância que fosse, ou com relação a uma só de suas criaturas, já não seria soberanamente justo e, em consequência, já não seria soberanamente bom.

Infinitamente bom, infinitamente justo. Por isso que aquele Deus do velho testamento. Não cola, entendeu? Aquele Deus é um Deus humano, não cola. Deus é infinitamente perfeito, é impossível conceber-se Deus sem o infinito das perfeições, sem o que não seria Deus, pois sempre se poderia conceber um ser que possui, se o que lhe faltasse para que nenhum ser possa ultrapassá-lo faz se mister que ele seja infinito em tudo.

Sendo infinitos os atributos de Deus não são suscetíveis nem de aumento nem de diminui ção, visto que, do contrário, não seriam infinitos e Deus não seria perfeito se lhe tirassem a qualquer dos atributos, a mais mínima parcela já não haveria Deus, pois, que poderia existir um ser. Mas perfeito. Então Deus é infinitamente perfeito. Não há nada mais perfeito que Deus. Deus é o único, a unicidade de Deus é consequência do fato de serem infinitas as suas

perfeições. Não poderia existir outro Deus salvo sob a condição de ser igualmente infinito em todas as coisas, visto que se houvesse entre eles a mais ligeira diferença, não seria inferior ao outro subordinado ao poder desse outro. E então não seria Deus, se houvesse, entre ambos, igualdade absoluta. Isso equivaleria a existir por toda a eternidade, um mesmo

pensamento. Uma mesma vontade, um mesmo poder confundidos quanto a identidade, não haveria em realidade, mas que um único Deus, se cada um tivesse atribuições especiais, um não faria o que o outro fizesse. Mas então não existiria a igualdade perfeita entre eles, pois que nenhum possuiria autoridade soberana. Então, de uma maneira muito Clara, Deus é único, diferente de muitas religiões, que consideram muitos deuses, né? Por essas razões apresentadas, Deus não pode ser múltiplo, tem

que ser único. A ignorância do princípio de que são infinitas as perfeições de Deus foi que gerou o politeísmo. Culto adotado por todos os povos primitivos que davam o atributo de divindade a todo o poder que lhes parecia acima dos poderes

inerentes à humanidade. Mais tarde, a razão os levou a reunir essas diversas potências numa só depois, a proporção que os homens foram compreendendo a essência dos atributos divinos, retiraram um dos símbolos que haviam criado, a crença que implicava a negação desses atributos.

Em resumo, Deus não pode ser Deus, se não sob a condição de que nenhum outro ultrapasse, porquanto ser que o CDC, no que quer que fosse, ainda que apenas na grossura de um cabelo, é que seria o verdadeiro Deus, para que tal não se dê indispensável, se torna que ele seja infinito em tudo. É assim que, comprovada pelas suas obras, a existência de Deus, por simples dedução lógica, se chega a determinar os atributos que o caracterizam. Perceba que tudo isso é por d de

dedução lógica, né? Se não, não faz sentido. Se não, tudo perde a razão, né? Essa unicidade de Deus e todos os atributos. Vem, não é porque Deus falou, mas pela lógica, pense, e a doutrina espírita é a fé. Raciocinada. Não é porque alguém falou que sim, porque faz todo o sentido pra gente, Deus é, pois a inteligência Suprema e soberana é o único, eterno, imutável imaterial, onipotente, soberanamente justo e bom, infinito em todas as perfeições. E não pode ser diverso disso.

Talvez sobre que repousa o edifício universal. Esse Farol, cujos raios se estendem por sobre o universo inteiro, única luz capaz de guiar o homem na procura da verdade, orientando se por essa luz ele nunca se transviará se, portanto, o homem errado tantas vezes. É unicamente por não ter seguido o roteiro que estava indicado.

Tal também o critério infalível de todas as doutrinas filosóficas e religiosas para apreciá-las, dispõe o homem de uma medida rigorosamente exata nos atributos de Deus se pode afirmar a si mesmo que toda a teoria, todo o princípio, todo dogma, toda crença, toda prática que estiverem contra de c cedilha maiúsculo ou com um só que seja desses atributos que tenda não tanto a anulá-lo, mas simplesmente a diminuí-lo.

Não pode estar com a verdade em filosofia, em psicologia, em moral, em religião, só a de verdadeiro ou que não se afaste. Nenhum tio das qualidades essenciais da divindade, a religião perfeita será aquela de cujos artigos de fé nenhum esteja em oposição àquelas qualidades. Aquela cujos dogmas, todos suportem a prova dessa verificação sem nada sofrerem. Acho que foi muito claro, né?

A lição de hoje vou vou ler de novo os atributos de Deus é inteligência Suprema e soberana é o único, eterno, imutável imaterial, onipotente, soberanamente justo e bom, infinito em todas as perfeições. E não pode ser diferente disso, portanto, cai por Terra aquele negócio da Trindade a Deus é um e a 3 não faz sentido, está falho.

Tem muita falha nas religiões que vão colocar atributos, a adeus, atributos humanos ou contos de fadas ou no caso da Trindade, é algo que foi copiado quando o cristianismo virou a religião oficial do Império Romano, foi copiado do paganismo que se tinha lá mais deuses, assim como virgindade, etc e tal. Então tudo é estudo, história, saia da religião, estude história que você vai encontrar. As verdadeiras razões. Das religiões, assim eu amo estudar é religião. E com isso, nós encerramos o

encontro de hoje. Legal, né? Está ficando cada vez melhor. No próximo encontro nós vamos falar sobre a providência lembrando, nós estamos falando de Deus, então eu te espero até o próximo estudo do livro, a gênese tchau.

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