Alô, SC Canas e esse é canos, tudo bem? Estamos nós de volta para mais uma sessão. Que não é mediúnica? Uma sessão do Simba lo de sábado à noite do ECK. Você já está conosco há mais tempo, já acompanha nossa programação e sabe que. A cada 15 dias, em média, estamos aqui a trabalhar os
principais temas. Da atualidade planetária da atualidade do meio espírita, aquele que você não vê em nenhum outro lugar, mas vê aqui nos canais da plataformas do grupo espiritismo com Kardec, ficamos muito felizes com a sua presença, com a sua simpatia, com o seu conhecimento, com tudo aquilo que você irá desfilar nessa noite conosco, na nossa programação da live desta noite, que tem um tema alvissareiro, um tema que, repito, você não vê por aí, mas vê aqui no SEK.
Aí já o nosso recadinho padrão permita que nós possamos identificar você na sua participação nos seus comentários. Clique nesse link. Não tem vírus, não é pegadinha e você estará então se identificando para nos comentários, seja no Facebook, seja no YouTube, aparecer aqui embaixo, como já apareceram vários o nome a sua foto na contribuição que você dá a essa nossa programação de debates, a esse pinga fogo do nosso ex e caminha técnica, está dizendo que o meu sonho?
A picotando, é isso. Vamos tentar alterar aqui o microfone, então está bem, Ju, deve ser a tua conexão, mas agradecemos aí a observação. Um pouco baixo, bem, aí eu não posso mexer no volume agora, sardinha, vamos deixar para uma próxima oportunidade, minha gente. Hoje o tema é a ciência investiga as experiências de quase morte AZQMS. Porque então, os espíritas em geral só validam o que vem dos mor. Essa é uma questão muito importante.
Vamos aí trabalhar com conceitos científicos, filosóficos, de pesquisa e prática da relação com a imortalidade. As experiências de quase morte que são investigadas há muitas décadas pelas instituições de pesquisa mais conceituadas do mundo. Tivemos inclusive alguns expoentes que tinham vinculação com o movimento espírita que trabalharam essa temática e vamos ter a oportunidade de trabalhar com um especialista na área ao nosso convidado da
noite. Antes, no entanto, eu gostaria de agradecer àquelas pessoas que. Conversaram conosco durante a semana, nos sugeriram algumas questões, trocamos idéias. Para poder montar a nossa programação da live de hoje, são elas o Alexandre Ferreira, o Alexandre Júnior, a Daisy manzano, a Eliana Haddad, a Cátia pele, o Manoel Fernandes neto, o Márcio Saraiva, o Marco Milani, o Marcos Braga, a Marta Novis, o Nelson Santos e o
Sérgio. Dizem a eles o nosso agradecimento em nome do ECK pela perspectiva de termos alguns questionamentos muito pontuais sobre esse tema tão instigante e tão interessante. Antes de chamar o pessoal que vai dividir a mancada comigo, eu quero destacar. Um trecho que foi selecionado pelo professor Allan Kardec e que consta da revista espírita no fascículo de junho de 1867,
com título de necrologia. Diz então o espírito comunicante antes de morrer, sedir alma última fraqueza e obedecia a um preconceito. Não que minha crença tivesse fraquejado ante o medo do desconhecido, mas para não me singularizar, ora, depois de tudo, a palavra de um homem que vos fala do futuro é boa para ouvir no momento da grande viagem. Olha a grande viagem aí que é qm estuda essa palavra. A grande viagem é cercada de ensinamentos envelhecidos, de práticas desgastadas.
Eu sei disso, mas não deixa de ser a palavra de Esperança. E disse e Consolação? A vejo com os olhos do espírito. Vejo um tempo em que o espírita, ao partir, será também cercado de irmãos, que lhe falaram do futuro de Esperança, de Felicidade. Meu Deus, obrigado por ter, diz permitido ver o clarão da verdade nos meus últimos instantes. Obrigado por este abrandamento
das minhas provas. Se fizer algum bem esta crença, sabendo abençoadamente aqui devo, pois foi ela que me deu o vigor material e a força moral necessários para curar. Foi ela que me permitiu a lucidez de espírito até os últimos minutos, assina a comunicação, o espírito. The Queen neman. E nós vamos então chamar os nossos convidados para dividir a bancada dos embalos de sábado à noite. Não é secar primeiro, especialmente presente pela vez primeira.
Aqui no Ecko, meu querido amigo Paraibano Carlos Antonio Fragoso Guimarães, a banx e meu amigo, a casa é sua. Obrigado, Marcelo. Boa noite a todos. Grato pelo convite, bom estar com vocês aqui. Muito bacana o Carlos Fragoso. Ele é psicólogo, mestre em sociologia pela Universidade Federal da Paraíba e é doutor em filosofia da educação pela utad de Portugal.
É também professor de psicologia na Universidade Federal de Campina Grande. Aí na Paraíba e é psicólogo junto ao Ministério público do estado da Paraíba. Também é pesquisador de metapsíquica e parapsicologia e membro da nossa co. Irmã da nossa parceira, a associação de estudos e pesquisas espíritas de João Pessoa, AA CEP. Feita então, a apresentação do nosso querido amigo. Já um companheiro de longa data de várias jornadas de várias atividades do movimento
espírita. Vamos chamar o nosso debatedor convidado que é de casa, o Henry neto, bem-vindo à r. Boa noite, Marcelo. Boa noite, pessoal feliz, aqui está com vocês, né? Em casa. Tá, e agradeço a atenção, vamos lá começar, que tem muita coisa para a gente conversar. É isso aí.
O Henry é engenheiro civil, calculista, é sócio, diretor da logos engenharia, atuou como palestrante, como médium de alongador e dirigente de reunião mediúnica na associação espírita Caridade. Em ação, a esca, também da capital, para paraibana, João Pessoa, ou seja, é vizinho aí do Carlos Fragoso. Com certeza já se esbarraram aí pelas atividades sociais, espiritas da linda e saudosa João Pessoa. O nosso inri também é articulista do portal com Kardec, assim como o Carlos
Fragoso. Recentemente nós publicamos um excelente artigo do Carlos, que está na nossa série laicismo, democracia e Kardec, a série LDK você sabe que o movimento espírita é cheio de sopa de letrinhas, né? À esca e secar a CEP, LDKE assim sucessivamente. Então, mais uma letrinha para você decorar, que é a série LDK, que vai por todo o ano de 2023, tendo começado em dezembro do ano passado. Trabalhar as Vertentes do laicismo da democracia, associando as ao pensamento.
De Allan Kardec. Por fim, o nosso Henri também é membro do conselho de gestão do grupo espiritismo, com Kardec, feita aí a nossa propaganda, apresentando os nossos amigos, debatedores da noite, vamos. Rufando os tambores para a primeira pergunta da noite, a pergunta que vale 1000000 de euros. Meu querido amigo Carlos Fragoso. Existe mais ou menos uma certa convergência entre os relatos das experiências de quase morte, que são estudadas por todo o mundo.
E elas quase sempre mencionam aquela ideia de um túnel com uma luz e o encontro com parentes, com amigos, com pessoas queridas, já desencarnadas. Por que então, Carlos, esse padrão de pesquisa, de experiência, de vivência, não consegue dialogar com os relatos que são obtidos nas mesas mediúnicas das instituições espíritas? É uma boa pergunta. Bom experiência de quase morte, não é propriamente a morte, né? É uma quase morta, tá? É, né? Existem, no conjunto dos relatos
existe alguns estágios que são. É recorrente no túnel, é um desses estágios. Mas não chega a ser uma regra geral. Certo? Pode acontecer, era aumento, acontece, mas nem sempre. E quanto aos relatos que nós temos dos espíritos, não é? É, veja só. Já morreram, né? Para realmente passar por um outro processo, OK, mas existe. Alguns relatos que são. Bem parecidos com os relatos atuais, está no livro. É a morte e seu mistério do Camille flammarion. Ele cita um caso em que a pessoa
vê o túnel. OKO arnesto bolzano tem um outro livro, não é? Sobre a crise da morte que ele não cita direta ou se elas não cita diretamente do túnel, mas se tão todos os outros estágios que. São comuns nos relatos do do de quase morte, tá certo? Como ver os parentes falecidos? Não é sentir a presença de um ente que não é, não é bem visível, mas não se sinta aquela presença amorosa por perto, k. E até no André Luiz tem um
relato de de um, né? Acho que é nos mensageiros que a pessoa está morrendo e vem alguns espíritos trevosos que ficam na janela. E perder a paciência com o moribundo e perguntou, fulano, tu vem ou não vem? E esse tipo de coisa também acontece. É nas relações quase morta. O que acontece, porém, no meio espírita é que o meio espírita tradicional, né? Ele é meu refratário. A tudo que vem de fora do
espiritismo, não é? Embora é o que está vindo de fora, está fazendo exatamente o que a gente devia fazer e não faz, que é dar os meios. Demonstrar que existem evidências que comprovam a sobrevivência da alma. Comunicabilidade. Não é? Então, se a gente para no ponto, não é a gente se fica marcando, passo está. O fenômeno e os fenômenos acontecem a torto e a direito continua acontecendo. Aconteceu antes e vai chamar atenção, quer queira ou quer não. Mesmo que o movimento espírita
se torne refratar a eles, disse. Cheguei a responder, ganhou 1000000 de euros, estava até precisando de uma viagem pra Europa. Isso aí. Daqui a pouco o nosso povo é que vai dizer se você fez jus ao prêmio especial ou não, mas o nosso povo costuma ser bastante fraternal, bastante amigo e costuma aplaudir aí as nossas inserções nesse debate. Ou RU aproveitar essa primeira questão. E já vou incluir uma outra que tem correlação com a primeira, para que você possa, então
discorrer a respeito. Além do túnel Carlos, além dessa ideia de de associar, é é visão ou visão espiritual, porque na verdade, uma experiência de quase morte. E nós estamos numa dimensão não material, numa dimensão extra física, né? É existe também alguns relatos. É muito comuns em Rio que falam é aquelas aquelas frases chavão desses experimentos, não é? Não é a sua hora ainda. Retorne e faça algo diferente. Caminho para a luz e todas aquelas outras questões a essas associadas.
Aí eu te perguntaria, Henrique. Por que então, já que o movimento espírita, como dito pelo Carlos, é refratário?
Ele não dialogava com os experimentos científicos que poderiam ser riquíssimos para esse contexto de interpretação e de entendimento da própria fenomenologia espiritual mediúnica psíquica, porque também então, os espíritas, em geral, aqueles que escrevem livros, aqueles que fazem palestras e conferências, inclusive os nossos mais renomados conferencistas brasileiros, aqueles que são figurinhas carimbadas nos congressos de livre exposição de
talentos do movimento espírita mainstream, do movimento espírita tradicional. Porque essas pessoas, esses célebres companheiros de lida espírita? Ignorando completamente os estudos relacionados às experiências de quase morte e similares. Aí, Marcelo, a gente vai entrar numa 11 celeuma enorme, né? O movimento espírita é diferente do espiritismo? O movimento espírita é religioso, infelizmente no Brasil. Não Era pra Ser assim? Gabriel delanne logo após, quando ele começa a escrever.
Ele se baseia, inclusive, no trabalho do richet, que era um fisiologista francês e também do crux, né? Eu tenho lá minhas reservas com relação ao crux e também um pouquinho, acabei de ler Oo todo o trabalho do delany. Ele tem algumas coisas que eu não concordo, mas ele tem um livro sobre animismo que ele fala muita coisa. Tentando juntar o atão importância do animismo quer dizer, o corpo com espírito. E ele faz essa mescla. Ele começa a falar sobre os estudos da ciência da época.
Quer dizer, era outro. Diálogo, espiritismo. Naquela época é, tentava é conversar com a ciência, porque os espíritas da época eram filósofos, cientistas. Hoje, infelizmente, estão religiosos. Em fica batendo, você sabe muito bem que religião não dá certo, consciência isso é secular. Essa luta é secular, enquanto a ciência chega a dizer assim, ó, vamos analisar, vamos pensar, vamos raciocinar, a religião bate, diz assim, não é do jeito
que é e acabou e pronto. Eu só queria lembrar uma coisa importantíssima, Kardec estudou. Vai kn, só que não foi com esse nome. No livro o céu inferno. Na segunda parte tem um médico, senhor candonga, que há. Acontece isso com ele está morrendo. Ele é declarado morto e volta. E volta, e esse e esse, essa vocação é riquíssima para estudo, porque ele mostra AA fase do espírito nessa que na época, não existia a palavra
quem, né? Mas cada é que começa a falar, começa a abrir horizontes para esse estudo. Então esse esse estudo da EQM. Eu tenho certeza que carga que participou de várias viu quem a catalepsia também na época que é outra outra coisa, mas ele viu o fenômeno e colocou essa evocação no livro são inferno? Na segunda parte, justamente para provocar essa discussão. Porque? Tem uma coisinha que eu quero deixar a pergunta para o Carlos, que eu sempre, sempre acho curioso.
Se você ler a obra, o livro dos espíritos, o livro dos médiuns, até o próprio Sam inferno, que é um capítulo sobre a perturbação. Todo toda obra fala o seguinte, que. E todo todo o espírito, quando vai passar para outro lado, ele tem uma perturbação pequena ou não. Tem uns que tem uma perturbação enorme. E outros, não. O que eu observei nas desses relatos de é qm é que eles não passam por isso, eles passam por
uma sensação boa. Boa. E não é o caso, mas aí o Carlos já deu uma pincelada, a dizer que é realmente os relatos de pós mortem são diferentes. Mas eu queria perguntar pro Carlos Carlos, existe alguns neurocientistas, alguns cientistas que não querem não aceita o espírito, estão começando a colocar e esse nome de consciência só falando, ó, existe uma consciência que
sobrevive ao corpo certo tempo. Eles não acham, eles não abrem a mão, que é um espírito, então eu queria perguntar para você essa sensação dessa. Tranquilidade, essa coisa gostosa que ele que eles relataram esses 3000 e tantos casos. Isso não é provocado pelo cérebro para que há um quiz, tem um certo conforto nesse
desligamento. Essa é uma dúvida que eu tenho, porque se você pegar os relatos dos dos dos espíritos de Kardec, você tem a perturbação e não, não é. De acordo com os relatos dessa sensação gostosa, a grande maioria, quando vai ser evocada e isso que estava ainda meio até o senhor Sanson, que é nosso refém na é um dos espíritos mais evoluídos, felizes, até que a gente chama ele demora 3 horas, mas ele ainda fica perturbado, mas ele tem consciência do que
vai acontecer depois e aí ele começa a falar, então eu queria perguntar pro Marcos essa sensação que eles falam que é gostoso esse túnel. Tem alguma coisa na neurociência, porque tem alguns médicos e cientistas falando que é uma sensação provocada pelo sangue. Aí eu deixo a pergunta para você. OK? Olha, é. Como eu disse, existem estágios, tá? Existem pontos em comum, mas nem todo mundo tem as menos
experiências, tá? Tem um grande cientista brasileiro, infelizmente muito pouco falado e a espírita, tá? Bateu muito forte para para recuperar a questão da da ciência no movimento espírita que foi o Fernando Guimarães Andrade que ele tem. Um livro muito interessante. Né? Sobre o é Oo perispírito, né? E ele fala da questão do desencarno, o desencarne. Ele não se se dá também por etapas k. Lembre-se, a gente tem o corpo espiritual que opera, espírito,
tem um corpo físico, né? Mas o mas o perispírito em si, tá? Nada impede que existam outras, é? Digamos assim, outros níveis. Constitutivos, tá? O que é que o Hernani fala que na hora da morte, primeiro sai o elemento mais sutil que está ligado à questão? Pagou que missão? Depois é que vai. Vim totalmente o perispírito vai se destacar do corpo. Aí vem toda aquela carga emocional, certo? Então, provavelmente.
Nas nas questões teorizando aqui, provavelmente nas questões das da, da da EQM, quem chama de transpessoal, em que tem aquele sensação de bem-estar extremo, realmente. Tem vários relatos sobre isso. O que acontece é que, primeiro, essa parte cognitivas se destaca que algumas vezes a pessoa. Que vê o corpo de cima, certo, vê o próprio corpo, não consegue ver o corpo espiritual. Mas senti uma consciência ampliada, provavelmente. Porque?
O desenlace não se deu completamente, porque na hora que sai o corpo foi em sabe que uma parte do perispírito é constituída. De material nervoso, tá ligado às emoções? Provavelmente é isso que acontece agora. Não são todos os casos de EQM que acontece essa questão de consciência ampliada, não tá? Muitas vezes a pessoa tem um choque ao ver o próprio corpo. Sim, certo, meu perdido. Por exemplo, o um caso muito conhecido. No século 20, foi de um médico na Segunda Guerra Mundial, certo?
Um soldado que estava terminando o curso de medicina, mas já estava trabalhando como médico. Na guerra? Que pegou uma pneumonia aí. Bom, tá, teve um morreu certo? Ele sai do corpo. Se vê vivo, né? Ele vê assim as mãos, assim tenta atravessar a porta, né? Puxar a maçaneta e não consegue porque é uma travessa porta. Sai. Tenta falar com as pessoas. As pessoas não não entendem. Ele não entende a situação em que está. Só vai entender quando reencontra o próprio corpo mais tarde, certo?
Alguns, alguns bons minutos mais tarde, então ele não teve essa consciência expandida, não. Então depende. Isso depende muito de cada caso, certo? Não sei se ficou muito claro não. Agora sim. A questão sobre se é. Essa experiência seria uma reação do organismo, não é para enfrentar. Ansiedade do fim é. E é uma teoria, só que. Tem o caso de pan Reinaldo, que é um caso clássico em que ela tinha um aneurisma cerebral, foi fazer a cirurgia. Tirou, se todo o sangue dela tá?
Baixa essa temperatura. O que é o ela viu o corpo? Viu que os médicos conversaram? Viu os instrumentos que foram utilizados na cirurgia. Depois escreveu para eles que não, ela não tinha visto antes, OK, viu que estava o conceito de conversando fora da sala de cirurgia, tá? E depois de algum tempo é que ela teve a experiência do túnel? Há, Ela É Aquela coisa, o túnel às vezes não acontece de de de primeira, não leva um certo tempo para acontecer, tá certo?
E não é bem um túnel, não é mais uma espécie assim de como é que se diz assim é como se fosse um voz suga na pessoa. Tá questo? Filme Ghost, né? Leves e lembrar que o fantasma o lado do Sampaio, ele vê 111 pessoa falecendo. Na sala de cirurgia AO espírito, se destaca do corpo, ele é sugado em outro lugar. É mais ou menos isso acontece, k. Agora sim. Como é uma experiência que não é uma experiência comum. É muito difícil para quem vivencia isso, traduzir realmente em palavras o que é
que o que foi visto. E o que foi sentido, né? Mas hoje é só se a coisa fosse só uma reação do organismo, tá? Para distrair a mente na hora é do vizinho carne, tá? Você não teria essas informações extra corpóreas que algumas pessoas trazem de volta. OKE, quando uma relação a questão da consciência, o que que se usa essa palavra, consciência? Lugar do espírito, porque a palavra do espírito está muito desgastada.
Entendeu? É muito complicado para um para um. Para alguém da área médica ou certo da área científica que tem essa noção dessa realidade. Chamar a atenção do meio tradicional científico, usando termos que são típicos das religiões. Então se tu usa o termo consciência como sinônimo de espírito. Não sei se. Se eu conseguir responder a contento. Eu penso que há uma mescla nesse processo, não é?
Nós temos algumas questões que são consciências, que são vivências específicas do espírito naquela experiência, ou então no caso de uma mesa mediúnica, aquilo que ele vivenciou no momento de morte. Carlos fez uma distinção bem Clara há pouco, quase morte não é morte. Pode ter elementos similares e elementos diferenciadores, até porque. Como diz a clássica literatura espírita, ninguém morre antes da hora, né?
Conceitos da obra de Kardec. Então você pode ter experimentos, vivências, sensações, compreensões que são similares a quase morte e a morte propriamente dita, e outros que são muito diferentes. Penso também. Carlos e Henrique. É importante agregar esse edifício. O patamar de crença do
indivíduo, né? Vamos imaginar uma criatura que é muito religiosa é calcada ainda naquela ideia da do céu e do inferno, ou então no caso dos espíritas religiosos, calcada na ideia de colônias espirituais de vales de um Brás. É muito pro. Provável uma projeção de consciência, uma imaginação, uma criação mental que vai lhe favorecer experimentos dessa ou daquela natureza. O Beto tá lembrando aí na esteira do que o Henry falou, um relato contido na revista espírita de setembro de 58, onde
a senhora schwaben House, né? Teria uma perturbação em um desencarne posterior que viria a acontecer horas depois da tal experiência de quase morte, mas que Kardec até pela. É contextualização, terminológica da época. Não usou EQME usou como uma situação de desdobramento muito boa. Estou lembrança. Beto é justamente esses incites. Que aparecem na obra espírita que depois, como o próprio Kardec disse, seriam re contextualizados pelos progressos científicos.
E aí caberia o espiritismo, acompanhar para in passo o Progresso da ciência e re significar o re conceituar muitos dos termos que a nossa incapacidade da segunda metade do século XIX é não permitia divisar. Bom, já que o Carlos Fragoso falou no Hernani Guimarães Andrade, nós vamos puxar uma pergunta que fala exatamente desses é virtuoses desses indivíduos que estão? É num outro patamar de conceituação, de entendimento, de pesquisa, de filosofia, de ciência espírita.
Então, no curso do século 20, meus amigos nós tivemos no Brasil e no exterior, sobretudo aqui na América Latina, muitos pesquisadores, cientistas e filósofos. Foi assim um tempo muito virtuoso, muito pródigo na produção de conhecimento espírita pelos encarnados. E aí nós entramos num segmento que não pode ficar fora desse debate, que é justamente a importância exacerbada que dão as instituições e as pessoas que se ligam ao espiritismo, aos
relatos postmortem ou seja. Nossos relatos de obras mediúnicas. Dando a esses espíritos que se comunicam uma estatura espiritual que muitas vezes eles não possuem e relegando ao último plano as pesquisas e a produção dos encarnados, algumas resgatando questões anímicas vocês, experiências do espírito em outras vidas e outras em contato através da intuição, através da comunicabilidade mediúnica com espíritos muito elevados, mas que não assinam páginas. E aí fica a produção.
Assinada e referida aos encarnados, podemos citar deolindo Amorim. Herculano pires, o próprio Hernani, Cosme Marinho, Humberto mariotti, Manuel porteiro, já se Régis e muitos outros, todos circunstanciados, ao século 20. O movimento espírita prefere, no entanto, a literatura mediúnica, dando um quilate de sabedoria aos espíritos que se manifestam através dos médicos. A pergunta seria, essa pergunta é mais baratinha, tá? Carlos? Ela vale aí uns 500 BRL, porque ela é mais fácil aí de
contextualizar, né? Isso não favorece, diz o nosso contribuidor ou colaborador da da live de hoje não favorece uma cultura. A crítica e a aceitação de conceitos e de espíritos tidos como inquestionáveis. Não, você acabou de responder a própria pergunta, né? A cultura que a gente tem no Brasil é essa mesmo. A gente não tem 11. Educação voltada para a crítica não, ó bosta. Como era o nome da primeira instituição espírita do mundo lá lá Na Na França, na área? Instituto pesquisa. Né?
Pesquisas psicológicas no nome da da. Da revista estudos psicológicos e tal, você não tinha nomes assim, tipo assim. É centro espírita Joana darc ou Maria de Nazaré? Esse tipo de coisa, mas aqui no Brasil a gente tem uma herança muito. Lusitana, altamente religiosa, né? Religião é uma coisa espiritual de outro, mas a gente tem toda essa cultura jesuítica, aquela coisa que já vem tudo mastigado. A gente também tem aquela, aquela preguiça mental. De ler? De ir atrás de informação, né?
Estou falando, a cultura geral está na só no meu médico espírita não. E a gente está muito ligado a essa, por essa falta de de, de, de criticidade, tá? A achar a recuperar o pensamento mágico. De que? Tudo o que não for físico. Sendo astrofísica, mais próximo do de vindo, da perfeição do que aqui no humano, né, do humano, esquecendo que. Os de lá são os os de cá. Se for. Então, necessariamente nós, numa instância. Melhor em termos de conhecimento do que nós que somos aqui.
Não, não é, mas. Mas a gente vê que os. Os fundadores, né? Os os clássicos da doutrina espírita. Citam comunicações, mas dificilmente então os médicos que transmitem as comunicações e as comunicações, elas são selecionadas a partir de comparações, não é? Aqui não. Aqui não, tá? Você tem um nome do espírito, tem um nome, logo depois tem o nome do médio em são 6 considerados seres espaciais. Não é esquecendo-se de que o médio é um internet, é tipo o intermediário, é o carteiro que
interfere na mensagem, porque. Passa por ele? Né? Não há informação tal como o espírito transmite, mas como ele tem, interpreta, e aí? A gente dá a gente aí, aí é que Siri viria até a consciência de que todas as mensagens deveriam ser interprete reinterpretadas à luz dessa possibilidade. Com relação ao animismo animismo não é só é. É ligado a questões de lembranças. Não existem capacidades do espírito encarnado que são do espírito encarnado, inclusive de. Efeitos.
Mas. A é em comuns está, por exemplo, existe vários casos de pau ter gasto que não tem nada a ver com o espírito encarnado é a própria pessoa que consegue sem que ela tenha muita noção. Como? Movimentar objetos, mas isso aí não é necessariamente uma ajuda de um ser desencarnado, não é uma capacidade dela, certo? Então, veja isso também influencia. Nem todo médico consegue transmitir de forma é igual a mensagem dos mesmos espíritos. Dos considerados os menos
inscritos, porque sempre tem. Travou. Acho que o médio. Deu uma travadinha aí acho que temos um. Tivemos 11 problema de de conexão aí. Voltou, acho que voltou. Querias encerrar o teu tua tua fala não diz assim, se se os espíritos conhecesse. Mas Kardec, né? Porque a Kardec é aquela coríntia e outra outra coisa que vem da nossa herança, ele giosa. Costumamos culto à figura, né? A personalidade sem conhecer a pessoa e muito menos a obra da pessoa. Se os espíritos conhecesse pelo
menos o livro dos médicos. Teriam pelo menos um certo preparo, tá crítico. Para separar tempo para nos tentar separar o joio do trigo, mas aqui não a gente recebe, diz que é. Psicografia, ou disse que a Transmissão mediúnica o pessoal baixar a cabeça e fica por isso mesmo? É mais fácil, até porque você tira a responsabilidade pessoal e manda e bota nosso prato do espírito. É a mesma coisa, isso, isso nós somos espiritismo, não qualquer religião tem. Tem esse problema? Né?
É mais fácil a gente dar a responsabilidade. Está para os de fora do que assumir responsabilidade de tentar. Estudar. E comparar o que Kardec fazia o que os primeiros faziam. Não é que a gente não faz. Aliás, não só Kardec como os os clássicos deveriam ser revisitados nas casas de espírito. Eu gostei dessa tua analogia, dessa figura de linguagem que tu criou aí para um médio chamando
de carteiro, né? Eu penso que se o médium fosse um bom carteiro, um carteiro capaz, um carteiro diligente, nós estaríamos mais avançados em termos de comunicabilidade mediúnica e em termos de perspectiva de investigação e de análise das psicografias coisa aqui no Brasil é, é, é beira a zero, né? Nós temos pouquíssimos grupos isolados no país, que fazem um exame crítico sobre a produção mediúnica dos seus grupos nas suas reuniões mediúnicas. A grande maioria é exatamente o carteiro.
Pega, entrega, pega entrega, né? Mas nós temos um problema grave, né? Ri no Brasil. Nessa mediunidade, a Brasileira que é o médium, não é mais o carteiro. O médium abre a correspondência, dá uma olhadinha no que está escrito e começa a arriscar, escreve por cima, faz uma flecha, escreve lá embaixo. Ou seja, o que que é isso é adulteração da mensagem ou a mistura da sintonia mediúnica travada com desencarnado e a opinião pessoal do médium a respeito daquele assunto?
Então, nós temos aí 11 meio animismo, meio meio nismo, uma mistura, uma salada de frutas e, é claro, uma desnaturação da carta da mensagem. Que foi obtida mediunicamente aí, muita gente, Carlos e Henry. Fala o seguinte, ó, agora nós estamos é às voltas das cartas de Kardec, né? Que muitas pessoas já acessaram, inclusive pelos, é pelas imagens que estão sendo disponibilizadas aos poucos a comunidade espírita
e a comunidade não espírita. E aí você encontra muitas comunicações mediúnicas com o dedo de Kardec. Não é com os riscos de Kardec, com as palavras escritas por cima ou com algumas, é flechas. Algumas com é conclusões, algumas interpretações, mas neste caso. Não se trata de adulteração da mensagem. O Kardec estava com o seu é a sua condição professoral com a sua condição de entendido no assunto, melhorando a forma de
expressão, né? Então isso é um material riquíssimo, que faz uma ponte com aquilo que nós fizemos, do espiritismo na Terra Brasilis. Então vou chamar OOO Henri para essa questão que o Carlos acabou de responder. Como a segunda questão a ela análoga, você acredita? Henrique, com base em ti, tudo o que a gente conversou com esse diagnóstico que o Carlos acabou de traçar a partir de um religiosíssimo exacerbado no movimento.
Que dá uma autoridade moral para os espíritos, que coloca a questão da in, questiona habilidade desses é manifestos dessas comunicações. Eu perguntaria a você, é possível acreditar numa mudo, numa mudança a curto ou a médio
prazo? Na cultura espírita Brasileira, considerando aí AA imensa maioria dos adeptos participantes das atividades espíritos, no sentido daquela preferência exclusiva pela literatura mediúnica e do afastamento, seja da produção filosófica dos espíritas encarnados, seja dessa conexão que trabalha é o tema de hoje, com as pesquisas científicas, é possível acreditar numa mudança de paradigma? Marcelo, eu vou falar uma coisa para você, eu estou um pouco pessimista.
Eu acho que, né. Nessa encarnação, eu e você, a gente não vai pegar isso não. Pelo problema Sério do sincretismo e do anacronismo. São 2 problemas muito sérios. Primeiro você só vai conseguir entender. O espiritismo, tá? Porque pra mim, espiritismo é Kardec. Essas outras obras a essas obras mediúnicas confundem as pessoas. As pessoas têm um problema aí Sério de endeusar André Luiz e Emmanuel, não é para fazer isso, tem muita coisa boa. Eles falam muitas coisas boas,
porém tem muita distorção. Tem cresce jogando, falando em colônias, como ele falou, falando em um prazo que nada mais é do que o céu. Inferno espírita tenho rostang ismo causando um estrago tremendo Na Na filosofia espírita e problema é que as pessoas como Carlos citou, não, não estudam, então no Brasil fez esse sincretismo religioso com as religiões afro africanas, né? Você está Na Na oban, você pensam Jorge, tem um montão de coisa e fizeram isso. O espiritismo também o grande problema.
Que eu acho que eu tenho certeza e penso é o seguinte, vamos lá para trás. Pedido tem 7, 60 e poucos anos, mas vamos lá para trás. Jesus, porque tem 11 frase no meio escrita que eu não gosto? Que as pessoas falam assim, não, mas a espiritualidade não ia deixar acontecer. Essas coisas com o espírito André Luiz e o irmão dele são são relevadas pelo estado, né? Deixar Chico receber e Jesus.
Eu perguntei, Jesus? Que não escreveu nada, deixou essa essa mensagem maravilhosa para a gente e você vai no livro que Jesus disse, o que Jesus disse do barca? É Tam. Tem lá os copistas, os monges copistas pegando e trocando as frases, as frases EE aqueles textos estão porque os primeiros textos que de Jesus eram poesia soltas, as Fontes que e esses essas Fontes se perderam a partir daí, fizeram o primeiro evangelho de Marcos. Depois vem o Matheus. Adulteraram Jesus.
Marcelo adulteraram Jesus. Estão adulterando Kardec e o pessoal fica quietinho, achando bom, sabe por quê? Porque do jeito que o espiritismo é no Brasil. Ele é uma religião. E aí ele tem adeptos, EE gera uma massa. E aí, o que que a gente enfrenta? A gente enfrenta declarações de médiuns famosos. Falando besteira e todo mundo fora do espiritismo. Olha esse líder religioso falando a apoiando AA, as porcaria que fizeram aí No No rosto de de janeiro. Então eu fico abismado com essas
coisas. Não pode e não deve nunca. Pegar 111, frase de um médio, de um espírito e jogar como verdade absoluta. Você falou aí do carteiro erasto no livro dos médios, chama o médio de máquina de escrever uma ferramenta. Uma vez eu falei isso numa numa palestra que não fui chamado atenção. Oh, não fala isso não, porque os médios são missionários missionários. Como missionários? Então é uma prática no Brasil totalmente equivocada.
A gente tem uma coisa, por exemplo, se você vai estudar as obras do Gabriel delanne, ele vai falando do sonambulismo, da consciência dos magnetizadores. E aí você tem todo um estudo do do efeito da psiquê, da da parte anímica com o espírito. E ele prova que AA dupla personalidade que muitos médicos na época pensavam. Que usaram isso para dizer que o espírito não existia. Há, mas isso aí, esses que esses médicos médios, aí eles, eles não é tudo na cabeça dele.
E o Gabriel delanne, puxa isso EE prova que não é que existe uma coisa além disso, é o espírito. Então o problema nosso é justamente esse secretismo religioso exacerbado, né? E além disso, e eu não vou botar a culpa no Brasil, porque isso é um característica do espírito de terceira ordem que está aqui na Terra. Se você for lá no livro dos espíritos, é Kardec, se eu não me engano, é na 895. Pergunta qual é o modo dos
vícios? E o maior é carro, maior característica do espírito da da imperfeição. Interesse pessoal, então, nós somos espíritos de interesse pessoal aflorado. Por isso que tudo que Jesus falou, o todo Oo, as pessoas da época colocaram interesses políticos dentro, colocaram interesses religiosos dentro e a mensagem de Jesus chegou pra gente totalmente alterada, alterada. E se a gente não tomar uma atitude, bater de frente, né? Pra fazer isso com Kardec, eu
faço o que eu posso. Você, Marcelo, queria aqui falar em público e eu nunca falei mal falar. Admiro o seu trabalho do SP cap porque nós batemos de frente
contra isso. E você sabe o meu caro amigo, a reação que a gente tem é verdade, nós temos uma reação muito grande contrária a isso, mas temos que fazer porque se não daqui a uns uns 200 anos, quando nós voltarmos, Marcelo, a gente vai ter uma igreja aí onde o Santos será Chico Xavier, mando e André Luiz e cadê que era um professorzinho lá do século 19 que não, não importa o que ele falou, aquilo passou, já temos uma nova versão do espiritismo, se apropriaram do
nome espiritismo em vez de colocar um espiritualista. E aí ficou essa bagunça que você falou, essa é a minha visão. Eu. Eu gosto sempre de tocar, porque quando você vai tirar o anacronismo vai estudar revista espírita, vai ver o contexto da época que Kardec viveu, AAO diálogo que ele tinha com os religiosos, com jornalistas, os críticos, com a ciência, você vê um.
Um plano totalmente diferente do que é hoje, onde o Brasil ficam falando que é o coração do mundo e a pata do evangelho, não é não, gente, não é mesmo, mas nós somos especiais na exclusivistas. Não? Será que só essa Terra é especial? Não é, né? O espiritismo, ele é universal, não existe um país escolhido, como por exemplo, os judeus acreditam que Israel é essa, é a minha opinião. Muito bem, agradeço aí as referências ao nosso e secar, né? Você também faz parte?
O Carlos Fragoso também faz parte com um colaborador à distância. Você cai um projeto coletivo. Nós somos um coletivo espírita, progressista, laico, humanista, livre pensador e genuinamente cadenciando.
Para trabalharmos essas questões que são esquecidas pelo mainstream espírita, são colocados para debaixo do tapete e não são tratados com a seriedade e com a pertinência que esses temas merecem o pedir pra nossa técnica para colocar AO comentário do Pedro Henrique. Se a morte é uma coisa parecida com sono, Carlos, porque nós nos lembramos das experiências de quase morte, afinal, nós acordamos depois. Bom, primeiro que. É ser parecido com algo não ser algo, né? Tá?
Segundo o impacto, quando você tem um sonho, um sonho muito vivido. Você diz, você não esquece, não. Ele pode se atenuar com o tempo. Certo? Agora, quem tem? Caiu? Voltou o RAM porque quem tem isso é isso é comum, viu? Inclusive para quem tem experiência de quase morte negativa, porque não só tem uma experiência de quase morte positiva, não. Quem passa pela experiência muda completamente o modo de ver a vida. E não esquece nunca do que posso.
Então isso aí é uma constante. Qualquer que tenha sido a experiência. O modo de interpretar é incrível porque ateus passaram pela experiência e se tornaram espiritualistas, e não religiosos, não necessariamente religiosa, espiritualista. Certo? Crentes passaram pela experiência e mudar o modo de ver uma coisa também interessante. Olha só, como é que o espiritismo tá? Tá marcando passo. Esse fenômeno da qm. Se tornou muito conhecido. No mundo inteiro, o que é que
está acontecendo? Tem jeito da igreja católica, puxando a sardinha, interpretando o fenômeno do lado, a igreja católica tem gente da igreja evangélica, faz a mesma coisa. Então Cunha era até um termo para isso nos evangelhos chamado o efeito Lázaro. Sou eu, é. É, e você falou da questão cultural, tem essa questão da interpretação do que o ser vive do outro lado. Quando você encontra um entre. Olha, tem um filme muito interessante que é chamado, chama-se salvo pela luz. O cara era ateu.
Gente de muito perversa, passa por uma experiência. Ver um Sé luminoso. Mas ele não chama de Deus. Mas disse quando voltou, que a única palavra que vem na cabeça dele quando eles lembra daquele ser é algo muito acima do seu manto, quase Divino. Essa sensação pessoal interpreta. Culturalmente, mas quando você faz o que Kardec fazia, pega os relatos de akame na Índia e nos Estados Unidos e compara que você vê os pontos em comum. Quero que cada é que fazia. Com as diferentes?
Comunicações, né? Que ele coletava e estudava. Não é? Então é isso aí, AA. AAEQM não é a morte, não é o sono. Parece se de um certo modo com sono, outra coisa que eu me lembrei. É falou da questão da perturbação, né? Todo mundo também fala que a maior parte dos espíritos depois que chegam num determinado local, passam muito por um período de sono. De recuperação? Entendeu? Que é exatamente quando novamente o perispírito recompõem, se re acopladas, recompõem as pessoas dizem, né?
Rejuvenescem e mais energia, inclusive as aparições mostram as pessoas geralmente rejuvenesci. Isso por conta disso aí. Às vezes não sabe tudo, não. A gente tem alguns indícios, algumas informações. Cabe aprofundar a pesquisa. Para se mais além, então olha aqui no Brasil tem o grupo lá de Juiz de Fora com. Né? Conhece o Marcelo? Pessoal do Juiz de Fora? OOO, Alexander Moreira. Que estuda qm também estuda a memória extra cerebral de crianças espontânea e estuda evento esporte dentro da
universidade. A maior parte, assim passando do espiritismo, mas tem muita gente que não é espírita, está estudando, entendeu? E eles não misturam. A pesquisa que fazem com os conceitos da né que a gente tem no espiritismo assim que ó. Acontecer porque Deus quis ou porque estava no ou porque que a gente estava tem uma visão muito determinista, de que as coisas acontecem. Não é num determinismo de causa e efeito, é utopia. Se eu tropecei numa Pedra, hoje pouco tem uma Pedra.
Ontem, outra pessoa, outra peça e por aí vai. Não é bem assim, não. A gente precisa ter novamente AO senso crítico e a lógica para poder. Comparar as coisas k é, eu não sei se o é o Pedro Henrique, né? Se eu responder e a questão do Pedro Henrique, olha outra coisa, quando você está em estado alterado de consciência. Né? Que isso aí é é assunto da
psicologia transpessoal. Você tem percepções diferentes no estado, com muita consciência, o estado de sono é um estado de consciência alterado, tá o estado de sono sem sonhos é um estado de consciência alterado, tá? O estado dkm também é um estado de consciência alterado. OK, só que é muito impactante. Muito impactante, a outra coisa.
Existem relatos de enfermeiros e médicos que vêem o espírito do paciente saindo e, inclusive, relatam terem presenciado a formação de um túnel na sala onde estava o paciente. E a alma da entrando lá. Casos raríssimos, mas acontece, está tudo fora do espiritismo. A gente simplesmente ignora que isso aconteça. Vidência, Carlos. É um tipo de evidência agora, o que é que causa isso? A gente não sabe, entendeu? Não sei se a situação em si.
No momento da morte, é uma situação emocionalmente tensa, né? Tanto para quem está passando pela experiência quanto os familiares, quanto para a equipe médica. Tá? De certa maneira. Promove também um estado de consciência alterado, que permitem algumas pessoas verem essa passagem, tá certo? Esse tipo de relato existe o Reymond mude, né? Que foi o cara que criou o termo é qm. Ele tem um livro falando sobre isso, tá? Os enfermeiros, a equipe médica
presenciando AEQM. É, vou fazer 2 aportes nesse teu. Riquíssimo é comentário a essa pergunta do Pedro Henrique. Nós estamos imaginando que seja Pedro Henrique, ele assinou p ponto. Henrique, então pode ser Pedro pode ser Paulo, né. Assim está chamando ele de Pedro Henrique. Se depois ele quiser esclarecer pra gente se é Pedro ou não, é. Também, né? Aquela história, né?
Pode ser Pedro, pode ser Paulo, pode ser Jesus, pode ser Genésio, nós somos nós, somos espíritos, assumimos aí parcialmente essa forma do nome da atual encarnação. Mas Carlos é a propósito desse rejuvenesça. Crescimento não é nós que trabalhamos com a reunião mediúnica bastante tempo. Nós vimos essas situações Na Na, na pele eu não sou vidente, mas alguns médiuns videntes que estavam nos acompanhando em algumas reuniões mediúnicas mostravam, olha, esse aí. Parece, é, é, parece.
Não é Oo espírito que atuou conosco aqui no grupo espírita. Durante algum tempo, desencarnou alguns anos. Ele está nos aparecendo, ele está se manifestando pela psicofonia ou pela psicografia. Mas ele está bem mais moço, ele parece assim uns 2030 anos atrás, né? É justamente recobrando aquelas faculdades, aquela energia, aquele vigor que era visto no auge da sua atividade. É durante aquela encarnação. Em paralelo a isso, Carlos, você
sabe muito bem o Henry também. A gente acompanha a mediunidade dos médiuns popstars do Brasil há muito tempo. Há uma personalidade muito conhecida, talvez a personalidade mais célebre da história do movimento espírita do século 20. Parte do século 19 e parte do século 20, que foi Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti. Este homem é este espírito, já apareceu de formas tão variadas, dependendo do médium em que ele esteja sintonizando naquele
momento. E no entanto, nós temos aí um médium famoso do Brasil, ainda em atividade, que quando incorporadora, vamos usar essa expressão, que não é uma expressão car desse ano, mas que o nosso público pode entender melhor quando há essa sintonia entre o espírito e o médium. EOOO médium passa pelo aquele fenômeno de transfiguração que está presente nos evangelhos. Jesus se transfigurou et cetera e tal. Este espírito do Bezerra de Menezes, quando é está em sintonia.
Vamos imaginar que seja ele. Vamos imaginar que esse seja efetivamente um fenômeno mediúnico. Clássico EE pontual e verdadeiro. Ele parece ter 160 anos. Né? Ele se encontra numa condição de senilidade avançada, que não parece ser a condição comum, é contida em um livro dos médiuns, por exemplo, né? Então, o médium desencarnou e
hoje teria 150, 160, 180 anos. Aí ele tem que aparecer com essa formatação através da mensagem mediúnica, com aquela linguagem assim, muito cansada, aquela voz apanhada, prejudicada, nada disso, Hein? A gente nada disso, isso tudo soa como mistificação dentro do processo mediúnico. O espírito não precisa assumir necessariamente essa feição. Carregada a soberba da envelhecida para validar a fenomenologia ou experimento mediúnico, quem é é atesta isso.
Quem coloca isso como ponto fundamental está bem distante da teoria mediúnica de Allan Kardec, quando os espíritos conservam a sua lucidez, conservam a sua experiência, mas não precisam desse aparato, desse, dessa encenação para convencer a nós encarnados. Bom, vocês falaram de consciência e tem uma pergunta muito boa sobre questão da consciência que eu gostaria de ouvir.
Vou começar pelo Henry? E depois vou é estender a pergunta a você, Carlos, como especialista e estudioso da CQMSE dessas questões afetas AA experimentação espiritual, mediúnica ou não. Diz a pergunta pela teoria espírita, ou seja, voltados ao conhecimento, é a partir de Kardec e necessariamente em respeito ao legado de Kardec, a consciência do espírito. Ela é, sabemos nós condicionada na encarnação, as limitações do corpo físico, né? Nós temos Barreiras, nós temos obstáculos.
Nós não podemos, não conseguimos expressar a nossa consciência em plenitude, como se estivéssemos desencarnados, inclusive acessando as memórias de vidas passadas, inclusive acessando todo arcabouço de conhecimento espiritual que volta e meia está limitado. Imaginemos aí pessoas que têm.
Problemas mentais ou pessoas que, mesmo estando na condição de normalidade estão é, por exemplo, numa encarnação difícil numa encarnação com com com dificuldades, com, com circunstâncias violentas, que é. É. Acabam obstando determinadas manifestações ou determinadas vivências no ponto da materialidade. Então, essas limitações do corpo físico acabam ressonando acabam ecoando na consciência nos episódios como as experiências de quase morte e outros da área mediúnica.
Como se dá essa hipotética alteração do estado de consciência, já que o espírito continua? Encarnado lembremos que na própria literatura de Allan Kardec, nós temos comunicações mediúnicas de vivos. O que é um fato ignorado pela grande maioria dos espíritas. Nós temos fenômenos de dupla vista de dupla consciência, espíritos que estão num determinado momento acordados e que entram num estado de torpor e se manifestam em outros
lugares, né? Então, a atestando a ideia de que a comunicação mediúnica também ocorre de vivo, a vivo. Né? E eu não estou fazendo propaganda daquela empresa de telefonia, então Henry, e depois o Carlos, como explicar ou como conceber essa questão da EQM ou de outros? Tipos de manifestações mediúnicas. Tendo como sede essas limitações da consciência no estado encarnado. Inclusive, é uma prova da existência do espírito. Kardec evoca 2 é na época, ele chamava de idiotas, né?
Que idiota. Na verdade, não é idiotas. Ele é Dois Irmãos gêmeos e conversa com respeito, espírito, conversa normalmente. Que mostra que. A personalidade, a individualidade é preservada. Nós não podemos esquecer uma coisa interessante. O corpo físico, AA matéria, a matéria, a lei da matéria, desintegração. Então a gente tem a célula sendo renovadas. Nós começamos criança, o corpo físico e vamos andando toda uma trajetória de envelhecimento e
as células são renovadas. Nossas células são renovadas, seringa cada 7 anos assim você vive isso, então todas as células do corpo são renovadas e o que que o que que prova que as células do cérebro não perdem a memória, por exemplo, já que são renováveis o espírito. Esta matéria do corpo, que é o conjunto de fluidos grosseiros, músculos, ossos, os as células, tudo isso vai mudando, mas o espírito não vai mudando.
Ele vai permanecendo com acessando individualidade, e é exatamente isso que prova a existência de alguma coisa naquele corpo que não muda, o que evita que esse corpo entre na hora que acontece a morte, as adisa, essa desagregação e o corpo vai voltar a natureza através da putrefação. Vai poder ser, então uma das provas que o espírito existe é justamente isso, cada equivocado. Esses Dois Irmãos quando estão dormindo.
É um dos casos. Um dos casos, em vários casos de evocar vivos e ele mostra que o apesar do aparelho do corpo celebrar o está com problemas. O espírito está. Ali, e essa é outra forma de provar uma distorção no meio espírita e dizer que o perispírito tem órgãos. Não tem sentido Oo corpo influenciar no espírito pode influenciar dessa forma que você falou de ele não permitir a
total manifestação do espírito. Mas se eu estou no meu corpo como se é falado no movimento espírita através desses livros mediúnicos que eu levo um tiro na cabeça do suicida, eu vou. Eu vou danificar o meu pé espírito para isso. Vim na próxima reencarnação. Isso não está. Não tem lógica, porque eu pelo espírito, ele não é afetado, ele
é até indestrutível, né? Lembrando que existe uma diferença séria entre o que diz Kardec sobre o perispírito e o que diz o movimento, levado erroneamente por obras mediúnicas. Porém, eu descobri recentemente que esses livros se basearam em Gabriel delanne. Ele que chegou a essa conclusão que a memória do perispírito, a consciência, como você acha melhor, Marcelo vai ficar no perispírito. Isso é um erro gravíssimo.
É um erro doutrinário. Porque e não tem lógica, nós sabemos que o perispírito ele é formado pelos fluidos do planeta. É como a roupa, se eu vou mergulhar as a 30 m, eu vou usar um tipo de de roupa para me proteger. Se eu vou mergulhar a 100, 200 m e tem que usar o escafandro para suportar a maior pressão, então cada planeta tem o seu perispírito para que o espírito? Consiga reencarnar. Então, para Kardec, o
perispírito, ele é somente. AAOOA junção do espírito com o corpo e a única função é transmitir as sensações do corpo para o espírito só, mas nossa memória, nossa persona, tudo fica no espírito, porque se não for assim, AA teórica, né, que está errada aqui é baseado em mesmo é, se não for assim, se o perispírito tiver memória, porque eu tiver corpo, tiver cérebro tiver pulmão, como diz André Luís, que chegou no mundo espiritual, que tinha um problema no estômago.
Quando você mudar de planeta, que você for para Júpiter evoluir, por exemplo, você troca diferença. Perder a memória daqui. Ou seja, toda tua vivência na Terra que você ganhou vai perder. Então existe esse problema conceitual equivocadíssimo que todos pensam No No meio espírita, que é assim, tão espírito em ok, eu vou lá para o nosso lar. Lá eu vou, vou, vou comer, vou ter uma sopinha, não sei o quê, não sei o quê. Materializando o mundo
espiritual e não, não é assim. Eu gostaria de fazer outra pergunta pro Carlos, que é especialista Gabriel delanne, ele fala muitas vezes de alguns sonâmbulos que falam do de ele, prova que a dupla personalidade não é, É Ela, existe, tá? E através dos anos sonâmbulo, EEO magnetismo, ele prova isso aí, que é um espírito, não é 11 problema. Eu queria saber o seguinte, Carlos Gabriel delanne fala que existe 11. Um limite entre consciência e
inconsciência. E ele fala que tanto o recheio na época, só que eu estou falando de ciência lá atrás, por isso que eu estou te consultando para saber o que que está hoje, porque eu estou. Estou falando lá atrás, ele já deve ter alguma coisa nova. Queria que você disse de de mostrar isso pra gente assim, consciência, inconsciência e espírito. Como é que se trabalha? Isso, por exemplo, não é qm que você acabou de falar da inconsciência de um fenômeno, é só 111.
Dúvida que eu tenho, porque eu já ouvi uma pessoa falar 11. É bom, a gente sempre usa o os os cortar os 2 lados. Um neurocientista dizer que. Não existe comprovação nenhuma. E que é glândula, aquele é é a glândula pineal. Ela ajuda na Transmissão mediúnica. Ciência não, não atesta, isso. É neurociência, não atesta. E eu queria saber de você, como é que a neurociência vê esse fato da consciência em consciência e o espírito? Olha, desde William James que estudou médicos também e é um
dos pais da psicologia, certo? Passando por Pierre janeiro, que era materialista, mas ficou sem ter como explicar fenômenos de telepatia que ele conseguiu captar em laboratório, certo? Chegando em um e que é um dos pais da psicanálise. Por aí, vai. O que a gente sabe é o seguinte, o sistema nervoso é uma espécie de televisão que recaptcha. Informações? Decodifica para o meio vivencial que a gente. Humano, certo, transmite as
idéias. Tá, mas não é. E isso tem você falou dos do meu cientista, cético. Mas hoje em dia tem uns outros neurocientistas que dizem que está muito difícil identificar. Nem te. Com cérebro? Do mesmo jeito que você não pode. Identificar software com hardware. Certo, mas que trabalham intimamente. Então está lá a Transmissão rede, a televisão está transmitindo as imagens, não vê a televisão decodifica aquelas informações eletromagnéticas, não forma que a gente consegue ver.
Mas daí a dizer que quando ela acalmar, que é que a imagem é produzida pela própria TV. É uma história completamente diferente, só fala isso quem desconhece. Como é que funciona? Número mais elevado uma Transmissão de TV. Isso é uma analogia meio capenga, mas acho que serve para um momento aí. Quem passa pela é quem me diz o seguinte. Pronto, tem um médico pronto, um médico, um médico, se eu não me engano dela português. Altamente materialista, tem uma QM. Entendeu?
Teve um expansão de consciência tal quando ele voltou, ele não queria nem voltar mais. Ele achou ruim. Quando trouxe ali. Aliás, isso é outra coisa que acontece muito, né? Quem me viu? De 10 casos, 8 não quer voltar, não voltar, volta a contragosto. Quando ele diz assim, aqui. O nosso soma, o nosso corpo, nossa estrutura. Abafa muitas capacidades que a gente tem na consciência. Só sabe disso. Quem passou por uma experiência assim? OK? O inconsciente é justamente
aquilo. A gente não tem consciência no teclado numérico, mas se você modifica, por exemplo, não é hipnose. Você pode trazer lembranças esquecidas à tona. Mudou o estado de consciência, um sonho que você esqueceu. Se você sonhar novamente com o parecido dentro do próprio sonho, você se lembra daquele outro sonho que se tem esquecido, porque um outro estado de consciência mudou? O canal, mudou o seletor,
entendeu? Então, assim, a gente, o estado de vigília está é um estado gente educado a desempenhar papéis alça máscaras. Queriam que chama de persona, né? A máscara do advogado, a máscara do bancário, a máscara doce, não é? E a gente às vezes se identifica com a máscara, esquece da profundidade 20 e. Esquece, esquece. A gente faz força para que a coisa fique abaixo do nível de
consciência, certo? Mas nos aparece, não está registado em algum lugar aí. OK, é. É, então assim, quando você tem um estado de concessão Tarado, como não é o caso da EQM, ó mesmo. No caso da média unidade. Tá, porque o estado de trânsito no meu estado de consciência Alterosa não é o mesmo estado de vídeo, tá? Você tem novas capacidades de percepção, de acomodação, de informações que você não tem no
estado convencional? Agora, isso não implica que a pessoa que recebe a informação não interfira na informação que é recebida. É muito difícil para um espírito que é músico transmitir música para um médico, não sabe? Um músico. Só. É muito complicado, entendeu? Porque falta o background de conhecimento que a pessoa pode ter, mesmo que seja esquecido. Nem que seja lá por baixo, tá? Mas é da pessoa. Mude se a CA, por exemplo, ninguém aqui consegue.
Se locomover na horizontal, andando na Terra, mas se você mergulhar, souber nadar, quando você vai? Para o mar ou para um Rio? É a única forma que você tem de se remover. Rápido, né? Nadando na horizontal, muda-se o contexto. Mudasse? Formas de expressão? E travou? Travou aí para vocês, só imagem. Pode continuar falando? Não é? Então, quando você está. Outra coisa, quer ver, quer ver um negócio no meio espírita, no centro espírita, todo mundo tem a moral elevada, todo mundo é certinho.
A mesma coisa acontece no YouTube, né? No No Facebook todo mundo é feliz, tem aquelas fotos no Rio dental, porque o contexto promove esse tipo de comportamento, só é do Facebook, basta o portão da casa espírita e você vê quem é a pessoa de verdade. Muito bem pontuado. Olha, eu vou trazer aqui um comprimento do nosso companheiro colaborador do Ecko, médium Sérgio tizen, do Rio de Janeiro, que está fazendo um elogio. A nossa proposta dessa live e trabalhar aí qm, né.
Então ele diz assim, parabéns por divulgarem sobre ACQMS. Todos devemos nos inteirar sobre elas e, desse modo, os espíritas podem conhecer e saberão valorizar os fenômenos anímicos, para diferenciá-los dos fenômenos mediúnicos. Questão que nós vimos lá atrás, né? Ambos elementos psíquicos igualmente importante. Acrescentam Sérgio, que os centros espíritas, os grupos espíritas em geral deveriam se. Se formar, deveriam se constituir como núcleos de pesquisas psíquicas.
Além da já habitual dedicação ao acolhimento e ao esclarecimento dos desencarnados, esta, aliás, Sérgio EE nossos amigos que estão conosco neste momento, ao vivo, é a principal crítica em nome do SK que fazemos ao mainstream, ao movimento, ao meio espírita tradicional que acabou reservando a importante tarefa de diálogo mediúnico. Há um serviço, né? 10 800, um SUS, de tratar espíritos sofredores no mundo
espiritual. Não digo que nós devamos retirar completamente essa atividade de. Conversação de esclarecimento, de consolo, de orientação aos desencarnados que acodem as reuniões mediúnicas, mas transformar as reuniões mediúnicas única, exclusivamente nesse processo de atendimento de Plantão Médico espiritual aos desencarnados é minimizar a tarefa de intercâmbio mediúnico que foi, entre aspas, inventada ou sistematizada por Kardec para um processo de esclarecimento
dos encarnados através da contribuição de espíritos mais avançados do que nós no ponto espiritual. No No âmbito espiritual. E aí, então ele sugere e pergunta. Carlos Fragoso é? Não deveríamos trazer para a atividade mediúnica, para as atividades dos centros espíritas, pessoas, espíritos encarnados, que viveram e que MS.
E uma vez desencarnados possam fazer um paralelo entre a experiência que eles tiveram com a experiência de quase morte e a vivência que eles agora têm na forma de espíritos desencarnados. E como se faria isso? Logicamente, pela evocação, vamos dizer, evocar pessoas conhecidas, pessoas próximas ou então pessoas que a literatura. Médico clínica e espírita trazem, né?
OOO Carlos citou os livros do professor Hernani Guimarães Andrade. Carlos citou o as pesquisas do Raimundo mude Júnior, então não poderíamos chamar evocar estes espíritos ou alguns desses espíritos para fazer um paralelo entre o que eles relataram na EC MEO, que eles agora podem relatar é, é em experimentos de natureza mediúnica, por que que você acha Carlos? OPA, voltou aqui. Olha isso aí, deveria ser o básico do básico. Entendeu? É o que Kardec fazia.
Mas ninguém estuda Kardec. É o grande desconhecido. A gente tem muito que aprender com a natureza e com o que acontece fora do do do, do que está, do que é familiar, só que aquilo que escapa do familiar perturbar a gente tira a gente do conforto. Não é incomoda às vezes, OK? E outra coisa para estar, tem preguiça? Tem simplesmente preguiça de ver alguma coisa diferente daqui, que já está acostumado a escutar. Muitas vezes acontece. Interessante.
É que tem muita gente que sai da religião tradicional, entra no movimento espírita, se deslumbra. Só que aí começa a ver que tem muito a muita coisa parecida com o movimento tradicional e é o que a pessoa diz assim. Mas isso é mais do mesmo. Acaba voltando, porque já era. Entendeu? Porque se acomoda, mas as pessoas realmente deveriam ter esse tipo de conhecimento, tá? O Reymond MUD está atuante ainda, certo? Ele tem um instituto de pesquisa.
E aí que que ele está fazendo? Ele está indo atrás de pessoas que já tiveram aí, quem m? Que mudaram o modo de ver perder o medo da morte. Está acompanhando e quando essas pessoas começam a adoecer? Tem uma doença terminal que é que ele faz. Ele convida a pessoa. Para o instituto de pesquisa e pergunta, você quer desencarnar aqui? Você vai ter todas, não vai ter autoridade, não ter nada, você vai ter toda assistência, tá? Porque ele quer fazer isso, que a pessoa já está acessível.
Com a experiência? A equipe médica que trabalha com ele está também acessível. Experiência que que está acontecendo? Mas casos de médicos e enfermeiros que vêem o espírito saindo do corpo, indo entrando num túnel. Que está sendo registrado agora o movimento espírita sabe disso, não sabe? O movimento espírita sabe dos casos de. Recordações, ponta, nem crianças tem. Recordação de vida passado, ouviu falar?
Convida alguém. Se tiver uma, crie uma mãe de uma criança dessa, que que leve pro meu espírito a tradicional. Sem esse tipo de conhecimento, ela vai obter apoio para ajudar essa criança num vai. Você tem uma pessoa que está pastar em casa, daí os móveis começam a balançar, vir começa a quebrar Pedra, começa a cair do céu, Do Nada vai para o movimento espírita. O Caio tá obsidiado, mas não resolve. A situação, porque falta conhecimento. O grande problema é isso, não se
quer estudar nunca. Se não se abre. Para outro tipo de para a realidade, que foi primeiramente. Demonstrada? Popularizado pelo Kardec pela equipe dos né dos? É que perosa lá o os Flamarion SUS Delaney da vida. Mas ninguém estuda mais isso aí, quando acontece de ver isso, apareceu na casa espírita. Fica se rezando, professor, embora vou procurar um psiquiatra. Esse aqui é a nossa realidade. Outra é, tem como mudar isso? Tem só que quem faz a história não é um ser um entre a parte da
humanidade, não. Quem faz a história das coisas são as pessoas. Entendeu? Se o movimento espírita se acomodou e não quer isso vai ser muito difícil que o espiritismo feito por pessoas. É se atualize, né? Pode acontecer, pode, mas eu acho muito difícil. Ainda há pouco, o Henry fez a referência à glândula pineal. Que parece ser o fetiche dos
espíritas em geral, né? À glândula pineal está sendo estudada no mundo inteiro pelos institutos de pesquisa, pelas clínicas, pelos médicos da ciência acadêmica, oficial, médicos não espíritas, médicos, materialistas. Nós cansamos de ver. Manchetes de tablóides espíritas no seguinte parâmetro, Henry, a ciência comprova o espiritismo e aí vem uma cantilena sem fim, dizendo que o instituto de pesquisa não sei da onde. E aí tem aqueles nomes.
Bastante difíceis, até de pronunciar em partes obscuras do planeta onde alguém está trabalhando com questões afetas a mediunidade, espiritualidade, sobrevivência do espírito e blá blá blá. Quando na verdade é essa. Essa realidade que o Carlos acabou de demonstrar mais uma vez, nós não conhecemos nem o básico, nós não nos debruçamos por uma série de pesquisas científicas. Feitas no final do século XIX, nos primeiras 3 décadas do século 20, daqueles que são conceituados.
Eu gosto muito dessa expressão. Os autores espíritas clássicos, né? Tem muito esperi tinha que fala ao Gabriel delanne disse isso, o Leon deni disse aquilo. O flammarion disse aquilo outro, há o ax, a kovi, não sei o quê e aí decorar uma outra frase vizinha que é. Repetida a exaustão nos textos e nas palestras espíritas, mas
ninguém acessou aquele conteúdo. Ninguém se debruçou para fazer essa ponte entre a pesquisa científica realmente embasada no conhecimento acadêmico, no conhecimento material e a ligação com conceitos espíritas. Então, r. Como alterar essa esse estado de coisas? Eu sei que lá atrás nós já falamos como modificar o pensamento. Espírita em geral em relação às reuniões mediúnicas para inserir nas atividades cotidianas da
casa espírita. É experimentos que possam ter um pequeno conceito, um pequeno que de cientificidade, mas agora o outro ponto, como fazer? Como fomentar aos espíritas em geral? Eu falo isso me baseando, inclusive Henrique Carlos. Nos dados do censo, né? Os censos dos últimos anos, quando realizados, inclusive o que está com seus resultados, é sendo divulgados a conta-gotas. É nessa transição de governo para saber efetivamente quem
somos e o que fazemos. Demonstra cabalmente que o movimento espírita é de nível universitário, nível superior. De classe média de classe média alta. Com possibili? Grades de conhecimento intelectual bem acima de algumas das outras religiões do nosso tempo, então nós temos um público alvo que poderia estar é se aprofundando em conhecimentos, não da ciência acadêmica que se faz nas universidades, por exemplo, onde
o Carlos atua. Mas um conhecimento que sai do senso comum e do senso da religiosidade exacerbada, você teria alguma sugestão a fazer nesse segmento e para que nós pudéssemos conci? Tente zar incentivar os espíritas frequentadores de casas espíritas a mudar o DIU, no sentido de aprofundarmos AO nosso conhecimento. Sim, Marcelo, veja. É muito importante o que você falou. E aí vem um pouquinho de tristeza, porque você mostrou que o público é capaz. Se o pessoal é universitário, então aí.
Eu volto a falar, qual é o problema? Intelecto não tem problema. Problema moral, pessoal não estuda a moral espírita, não estuda filosofia espírita, não estuda na área. E a moral? Cadê a moral, gente? Te dar autonomia, a moral da Liberdade que cada aqui disse que o espiritismo é baseado na Liberdade e no engajamento pessoal, nunca leu isso, então fica achando que se comportando como igreja.
Veja lá, no certo que eu trato que eu participei em uma época eu juntei uma turma nova e a minha esposa de 40 jovens, eles vieram. E isso me preocupa. O jovem. O jovem me preocupa muito o que a gente está, tudo ficando velho, não é meu amigo. Cadê esses jovens? Tá. O que que acontece? O jovem vem do 1/01/1 movimento religioso. Que não permite questionamento, este. Isto é característica do jovem questionar, perguntar, essa turma ficou?
Eram 2, pessoal foi embora depois de 2 semanas porque fazia perguntas de pessoal. Olha só isso, não pode perguntar foi o espírito, falou. Então eu fiquei assim, meu amigo, então vejam bem, isso é o primeiro ponto. A gente tem que ver os jovens, eles ainda estão com a cabeça aberta e grupos pequenos, grupos familiares, do mesmo jeito que Kardec fez e minha esposa, a gente está atualmente nisso. Nós estamos juntando pessoas via online mesmo para estudar os
princípios do espiritismo. A gente fica bobo como as pessoas não sabem a diferença de reencarnação, penso que é um castigo. É de saber que a oportunidade, então a gente vê uma distorção muito grande, então nós temos que trabalhar, isso é muito difícil, é um trabalho hercúleo, porque as pessoas, os espíritas, hoje estão com o pensamento
engessado. Ou o pensamento religioso, e isso é muito Sério, porque quando você pega uma pessoa cada que falou assim, o espiritismo não é para aquele que estava na religião, não que as a religião dele já está satisfazendo não, ele é para aquele que já a religião não dá mais certo. É para aquele que não acredita mais em nada. Aí os petistas não serve para mostrar a razão lógica é o que
que é realmente acontece. Só que essas pessoas, como o Carlos, falou agora pouco vem das religiões, entre no centro espírita, o cara, o cara foi muito feliz quando falou isso e aí fica deslumbrado e fica a mesma coisa. Aí vai pra um centro. Com ele por por uma palestra pública que não pode perguntar uma missa, um cara lá na frente, falando, falando, falando, falando, o cara não pode fazer, que é um padre no caso, né? Depois tem água fluidificada e água benta, a hóstia. E depois?
Você tem o passe, então depois o cara chega para você, fala, você tem que fazer o evangelho lá, um culto, tudo diferente do que cada que falava. Os pits não tem culto, não tem líderes, não tem sacerdotes. Espiritismo não é isso que está se fazendo no Brasil, tá? E aí? Só para fechar, vou falar aqui. Marcelo, eu senti uma grande Felicidade porque eu li. A 153 anos atrás, 158 no livro céu inferno. O capítulo o inferno Kardec falando dos relatos. De Teresa Dávila.
Que foi em fez 11 emancipação e viu um inferno e relatou tudo. O papa da época publica isso, dizendo que era uma prova que o inferno existe AO Kardec maravilhosamente, falava os relatos dos estar que fazia que na época não era projeção astral, era. Os estados que eles estavam em êxtase faziam esse fenômeno de. E ele cita para Teresa Dávila e cita a Sony mobile, são os? Mas errôneos, porque quando o espírito volta, ele vai. Interpretar aquelas visões com
as crenças dele? E foi exatamente isso que o Carlos falou. Ou seja, eu estou fazendo um link do especialista do século 20. 21, especialista. Está certo que Carlos é um espírita, mas ele tem a parte de formação dele, técnica, com que ficar? Beck diz, é a mesma coisa. Então, muita gente no Brasil faz a viagem astral não sei o quê. Cuidado com isso. Tem muita gente falar. Existe colônia porque eu fui vir cuidado com isso. Então, a única forma, Marcelo,
digamos, para fechar. Eu leio o capítulo da gente. O capítulo 18. Sim, o final dos tempos da da gênese de 60. A gente 68, né? Que lá está dizendo o seguinte, que os tempos são chegados ao tempo do capítulo e fala que vai mudar o planeta, mas na por um cataclisma, nem por um fenômeno extraordinário, são os espíritos que vão mudar. Cada vez que os espíritos vão chegando, vão chegando mais, namorar um pouquinho mais elevada e isso vai mudar e eu a minha Esperança.
Esse capítulo 18 da Gênesis. Tem que morrer, esses caras tem que morrer tudinho, Marcelo. Esse dirigente do do movimento espírita e os jovens, os espíritos, não esses aqui, mas os que vão renascendo, renascendo, vão reencarnando, vão mudando isso. Essa é a minha única Esperança, porque do jeito que está não dá pra mudar. Tem que morrer essa de esses pessoal todinho. A fé tem que sair, todo mundo ia entrar cabeças novas e se não não vai, vai ficar nessa mesmice o tempo todo.
Bom, então vocês estão vendo, né? O Henry está patrocinando aí um. SIM, 1 desencarne coletivo, dessa turma toda aí que está tocando o espiritismo hoje, né? De uns dirigentes, conferencistas, expositores, instrutores de auto ajuda, vendedores de livros, vendedores de cursos, seminários, et cetera. Então, para o Henry, não é? O ê CK que está dizendo é ON essa turma toda tem que desencarnar para dar lugar a novas Ideas. Não, ele não está falando, né,
Carlos? Nenhuma novidade porque isso, desde que o mundo é mundo e isso está flagrante na própria gênese que o Henry acabou de lembrar que as Ideas novas vão substituindo as antigas, que as novas civilizações bafejadas pelo desejo de Progresso, pelas realizações e conquistas científicas, pelas digressões filosóficas, pelos movimentos de cultura, eles vão processando pouco a pouco as mudanças.
Às vezes, para nós do ECK, que somos muito críticos do movimento como um todo, Carlos parece que está demorando muito. Parece que nós estamos andando, como disse Lulu Santos, a passos de Formiga e sem vontade, porque a gente gostaria que as mudanças fossem mais rápidas, fossem mais Céleres e atingissem um
quantitativo maior. Mas felizmente temos núcleos progressistas hoje no Brasil, trabalhando nessa toada e a CEP em João Pessoa é um expoente desse segmento que tem apresentado pra nós desde bastante tempo. Alternativas a esse modo procedente tradicional. Do movimento espírita de convencionar tudo como uma
revelação divina, tudo como. Dentro da padronagem do médium, como sendo um revelador, um missionário da vontade divina e colocando as questões mais pé no chão para que nós possamos adentrar um tempo de modificação realmente de consciências e a partir da modificação de consciências, tentarmos uma movimentação a partir das questões da realidade exterior.
Temos uma pergunta muito importante para a gente caminhar para o fechamento dessa nossa live, nós estamos aí com 1 hora e 33 de trabalho, então eu vou encaminhar uma última questão, já deixando claro que o assunto não está esgotado e que nós teremos um revival. Teremos uma segunda edição em uma data Futura com o nosso Carlos Guimarães para.
Tentarmos esgotar aí esse número bastante grande de questões não só da produção da produção dos CK, como questões que estão sendo colocadas no chat conversações que estão acontecendo no chat e que a nossa técnica está registrando para utilizarmos num segundo momento. Carlos, eu te perguntaria assim de bate pronto.
É possível, neste momento do século 21 o movimento espírita ou meio espírita, como falava Herculano pires, dialogar efetivamente com as ciências, com as ciências acadêmicas, com as ciências laboratoriais, com as ciências, dentro de uma metodologia de um rigor científico. E emendando uma pergunta na outra, para privilegiar aí a sua presença na bancada mais chique, mais famosa, mais diversificada do movimento espírita, a bancada do ECK.
Por que que esses esses experimentos, essas esses relatos daí, qm não tem sido evidências suficientes para que as ciências em geral admitem a vida e a realidade após a morte? Então são 2 perguntas, né? É? Potencial humano para dialogar no movimento espírita tem de sobra. Entendeu o que não tem é vontade política por parte dos dirigentes para isso. Tá? O que faz? Infelizmente, as pessoas são mais preparadas. Isso é só formal do espiritismo, não está?
É o problema geral já dizia o Paulo Freire. Que toda criança, nas curioso. Certo? E morre? Modelado passivo, tá? É, a gente se acostuma com as autoridades e acaba calando a curiosidade. A gente se acostumou também a ver o espiritismo como mais uma religião, a transmitir verdade já cristalizadas. Então fica muito difícil você ter um ambiente para. Aceitar questionamentos e diálogos, né? Porque sai do modelo verticalizado para entrar no modelo horizontalizado
cooperativo. E ninguém quer socializar direita no nível não. Ninguém quer se sentir igual a outras pessoas. Não, não se vêem como irmãos iguais no caminho da aprendizado. Não tem sempre alguém que é autoridade e que vai dirigir como né? Vai ser o motorista do centro dos bom por aí vai. Enquanto a ciência olha, eu não sei não, viu? Eu acho que hoje em dia se tem mais abertura para para se discutir essas coisas.
Lembre-se do pessoal lá da universidade de Juiz de Fora e do item um item um departamento de parapsicologia na universidade é é da UnB. Que é um físico, não era um físico, não sei quem agora não. Que é coordenava? Agora. Você não vai ver o os, as, os jornais, o Faro, em que agora os os cientistas em geral se converter. Até hoje, tem físico que busca. Erro na teoria de Einstein, porque. Destrói a visão de mundo de Newton, que é a quem está acostumado, certo? Demora.
A gente demora pra certo o Kardec encher esse pessoal aí todo o tempo aí que está batendo na porta para entrar nas universidades, entra. Por vias indiretas? Porque falta vontade. Olha, não é só não, é só se for só lógica. Tá médico, Renault, lojista no fumal. Tem outros fatores por trás aí, certo? Tem outros fatores por trás, aí a gente se acostuma muito com o modelo, com a visão de mundo, tá? A visão mecanicista OK, para ter um livro muito interessante falando sobre isso, que é o
ponto de mutação. Quem tiver interessado. Leia certo que mostra essa questão da ideologia dentro da ciência. Ideologia tem todo lugar certo agora no meu espírito também tem a ideologia do poder. Tem uma estrutura de poder onde só aquelas pessoas que se mostram é. Adaptadas ao discurso dominante, elas são aceitas para ascender, né? Até as meses dirigentes e tal. E eu só vai mudar quando quem está na base começar a pressionar. Certo, fica mais fácil quando você encontra uma CEP quando
você encontra, né? Um ex e cai por aí, vai, fica mais fácil você ter até sabe que não está sozinho, não. Agora quando você é sonho que se sonha só é só um sonho que se sonha só, né? Agora sonho que se sonha junto, muda a realidade. É por aí. Não sei se é na é tem via se discutir muitas outras coisas, não é para responder a contento as suas 2 perguntas, eu acho que dá para ter uma ideia mais ou menos do por que que a gente tá nessa situação? É definitiva, tem que ser assim,
não pode ser outra forma, não. Sempre tem a solução. Agora existe trabalho. Insistência. Insistentes nós somos, né? EOECK é bate com a cabeça na parede. Bate com a cabeça na porta, bate com a cabeça na janela, como aconteceu comigo ontem, né? Aqui em casa eu bati numa janela de vidro, mas a gente vai insistindo, insistindo, insistindo. Até que um dia consegue. Tal qual a água no Rochedo, abrir um pequenino. Uma pequenina fresta. E a partir dela, nós vamos entrando, não é?
Todos os dias aparece gente de tudo quanto é lugar do Brasil e do exterior. Querendo algo diferente, reclamando dessa postura religiosa excessiva, quase que clerical. De hermeticamente fechada em si mesmo, sem dialogar com nenhum outro movimento filosófico, científico ou social do nosso tempo.
Vamos lembrar aqui sempre a vertente importantíssima do espiritismo, que é a participação dos espíritas na sociedade, engajados em movimentos, participando de atividades políticos, sociais e não político partidário. Embora o partidarismo seja necessário como uma forma de instrumento não só no Brasil, mas em todas as nações civilizadas do mundo de se dispor ao trabalho a partir das instituições, se candidatar, votar e ser votado, ou seja.
Longe da demonização da política, que assumiu uma feição bastante característica durante todo o século 20, que, afinal, no século 21, começa a ter uma mudança de paradigma com os espíritas efetivamente contestando essas idéias, Henry. Vamos abrir o microfone aí para as tuas considerações finais, aproveitando aí a tua experiência é em mesas mediúnicas. Em atividades é organizacionais
nas casas espíritas. Para traçar esse paralelo futuro entre a condição que temos, essa mudança de paradigma que vem ocorrendo e de uma forma mais otimista, divisarmos um futuro onde não só o movimento espírita se credencia para dialogar com as ciências e com as filosofias, como também produza
conhecimento. Nós nos abstivemos completamente durante todo o século 20. De produzir conhecimento a partir da medida mediunidade ou da metodologia da mediunidade nas casas espíritas, então, você vê, é perspectiva de crescimento nesse âmbito. É, nós temos a faca e o queijo na mão, né? Nós temos como o Carlos falou. Pessoal capacitado para isso? Né? Nós temos médicos espíritas, nós temos os médiuns, que são os nossos, é lá as nossas nossos óculos do mundo espiritual, né?
São as ferramentas. E nós temos, principalmente. Allan Kardec, que foi aquele que. Abriu o caminho para que a gente estudasse, como ele próprio chama, o mundo invisível. Foi a partir daí que a gente descobriu. Que nós não estamos sozinhos? E que existe, eles estão ao nosso redor. Se a cultura élan. Cadê? Aqui no livro seu inferno ele abre OOO livro, capítulo um sobre o futuro e o nada e ele fala que tem 2 tipos de pessoas. Os materialistas, e aí ele explica uma o niilismo que não
acredita em nada, nada. Essas pessoas são as que têm o maior propenso a maior quantidade de suicidas, porque se elas chegam, a situação de não conseguir superar certas situações, elas vão se matam para acabar com o seu sofrimento. E tem os espiritualistas que acreditam que o futuro depois da morte existe, e esse futuro aqui dá a Esperança e o conforto para que a gente enfrente determinadas situações aqui encarnado. Eu vou terminar com uma experiência, já que você falou a
parte de mesa mediúnica. Em certa vez, eu conversando com o espírito, ele começou a falar que estava sentindo muita dor, que estava sentindo muito problema. Eu comecei a dialogar e eu não percebi que ele eu estava falando com o espírito encarnado e estava no hospital, na UTI. E comecei a conversar, conversar, e ele foi se
aliviando, se aliviando. E depois disse que estava muito feliz e eu falava da doutrina, falava da Esperança que ele ia ter 11 nova, um novo recomeço, que ia ter, porque eu imaginar que ele estava ainda em perturbação. Para minha surpresa, é 2 semanas depois dessa reunião, chegou espírito me agradecendo, dizendo que tinha acabado de desencarnar. Ou seja, eu tinha conversado com o espírito. Ele desencarnou e foi, continuou
conversando comigo na época. Não tinha ainda esses conhecimentos que eu tenho hoje num nem sabia que isso você poderia falar com espíritos encarnados que está na obra de Kardec. Então é esse o conforto do espiritismo. Não é você dá uma água, é? É. São um remédio Santo, uma magia não é ou esclarecimento. É dizer para você aí que está nos escutando, que por pior que seja a sua situação, você vai ser, você vai ter sempre uma segunda chance, você vai ter
sempre um recomeço. E essa Esperança no futuro é que nos faz cada vez mais ficar mais forte para que a gente consiga alcançar o nosso objetivo que é a Felicidade dos espíritos. Um grande abraço e uma boa noite pessoal. Até mais. Valeu, Henry. Fica um pouquinho lá na nossa sala do chá para depois nós fazemos o encerramento de mais uma live aqui nos embalos de sábado à noite do ECK. Agradecemos a tua presença sempre iluminada e com boas Ideas.
Um abraço. Então, Carlos, é. Como foi essa sua primeira experiência? Foi bom para você estar aqui nos embalagem do SK? É é encontrar OSK, né? Participar hoje foi mais ou menos como. Visitar um oásis no meio do deserto. Certo, dá pra refrescar, arejar a cabeça e ver que sempre vai ter algum ponto em que a gente pode pousar e ver que tem Esperança, né? Tem Esperança para o futuro aí. Né? Então eu agradeço a oportunidade e espero que tenha dado algum
algum tipo de contribuição. Não sei, OK, mas aqui a gente está para trocar Ideas, né? Trocar Ideas e ver o que é que se pode fazer. Cada um você tem na sua pequena, sua pequena fossa. Acabei iluminando e sala escura inteira, né? Então a gente fazendo a nossa parte, a gente já muda um pouco a mentalidade dominante. Não é. Não é fácil, mas é possível, tá? Eu gosto disso. Então eu gostei de ver que tem gente interessada nesse, nesse, nesse tipo de discussão, tá?
Espero novas oportunidades. Agradeço a todos, tá? É? É o nome do livro o nome do livro do do Reymond, tem vários, tá? Mas. É do Reino que você quer saber, não sei, né? Eu vou. Vou citar alguns, certo? Tenho vida depois da vida que é o primeiro. São mais clássicos, tem a luz que vem do além. Que ele vai falar então desses casos, né? Dudu já sai um pouco do da e qm já entra numa casa do Dudu. Experiências de médicos e enfermeiros no leito de morte tá e de médicos também.
Tá? Lembrando que embaixo do Sol não tem nada de novo, não tá? Os gregos já faziam isso há muito tempo, tá? Tem um autor chamado jâmblico de cálcio, que é da do período Neo platônico. Já no final do período imperial, que fazia contatos mediúnicos, chamava-se de teurgia. Tá certo? E que o Paulo chamava de diversidade dos carismas.
Então, assim, a gente começar a perceber direitinho, for for pesquisar, vai ter muita informação e vai encontrar várias fundações para a gente construir um novo espiritismo. Ou, pelo menos, resgatar Kardec, que é o grande desconhecido, né? A gente idolatra figura o retrato dele, mas desconhece a óbvio. De qualquer maneira, é bom saber que tem oásis, como é seca, que estão permitindo o contato
desses sedentos no deserto, né? Pra gente ver se muda, constrói alguma coisa em cima dessas Areias. Agradeço a paciência de todos. Obrigado mais uma vez, Marcelo, até a próxima. Claro que sim. Carlos é muitas das tuas ponderações. Foram comentadas aí no nosso chat. Claro, eu, você e eu não estávamos acompanhando nem o Facebook, nem o YouTube, mas o pessoal da nossa técnica viu AO
grau de interação, né? De de presença das pessoas elogiando comentários, elogiando respostas suas e também colocando questões pessoais, vivências pessoais ou leituras que são muito úteis para aquele momento de debate que existe no nosso grupo. Agradecemos a você não só pela presença sempre carinhosa, sempre afetiva, sempre com muito conhecimento. Como é a tua característica, né? Fazendo essa essa vinculação. É da tua especialidade profissional e académica, com os conceitos espíritas.
Eu só queria é te pedir caso tudo. Lembro de cabeça, qual? Qual dos livros do Hernani você é? Recomendaria mais nesse segmento? Para esse tipo de debate interviews, sobre qm o espírito perispírito e alma, um livro é essencial, esclarecedor, muito bom tá? Que devia ser fazer parte de qualquer instante. Espírita Sério. Está, entre outros, mas esses se encaixa perfeitamente com a temática de hoje.
Muito bem, então o nosso agradecimento com certeza é haverá 11. Segundo tempo desse bate bola nesse tema e também é outros temas que o Carlos é especialista, escreve a respeito, é também já palestrou a respeito em eventos, nossos eventos, livros, pensadores, outras oportunidades. Terá o nosso querido Carlos de voltar à bancada mais simpática da internet, os embalos de
sábado à noite. Não temos um Travolta, não temos Olívia Newton John que já subiu, inclusive está no andar de cima, mas temos aí essa gente bronzeada mostrando seu valor. Como diz Moraes Moreira. Na? Produção do conhecimento espírita e no diálogo, sempre afetuoso e fraterno, com várias formas de pensamento dentro da pluralidade espírita. Obrigado, Carlos, peço a você que aguarde lá na sala do chá para nós partimos, para apresse
final e encerramento. Não, não tem preste não essas brincadeira, mas vai ter um encerramento com a nossa providência de plástico. Muito obrigado. Um abraço. E aí, minha gente, você que esteve conosco 1 hora e 51 e meio de trabalho, estamos aqui mais uma vez, muito felizes com a sua presença, com a sua participação, audiência sempre qualificada dentro das plataformas do ECKE. Vamos colocar em primeiríssima mão aí na lousa a nossa próxima live que terá.
Data já estabelecida para 11 de março, onde estaremos trabalhando a excelência na atividade mediúnica. Como proceder? Como se comportar? Que atitudes devemos tomar no trabalho, na atividade mediúnica, para alcançarmos um nível à frente, um nível mais alto de excelência e resultados melhores de produção do conhecimento espírita? E, é claro, de bem-estar de sensação de dever cumprido e de termos contribuído.
Não só o esclarecimento dos desencarnados, mas com o esclarecimento dos encarnados que estão por aqui esperando a partir da evocação das inteligências superiores, novas divisas para continuidade. Eu, a progressividade. Dos conceitos espíritas plataforma, aliás, bem definida por Kardec, na estruturação do seu pensamento e na concepção da chamada doutrina dos espíritos ou filosofia espírita.
Quero aqui deixar o meu agradecimento a todos vocês que deixaram um pouco os seus afazeres num sábado à tarde, sábado à noite para estar conosco mais uma vez. Espero que aqueles que estão pela primeira vez tenham gostado da plataforma do e secar da forma de condução das nossas atividades, da simpatia sempre presente, dos nossos convidados e vamos deixar bem claro que o ano está apenas começando. Essas AA segunda live que estamos realizando.
E muitos temas importantes, alvissareiros, temas que fazem a gente sair da zona do conforto terá um palco, terá um lugar e hora aqui no ECKA. Você que esteve conosco a nossa Alegria, a nossa satisfação e até breve. Tchau.
