Preciso Mesmo De Me Justificar Se Quero Ou Não Ser Mãe? (c/Marta Corrêa Gonçalves)
Para assinalar a data ;)

Para assinalar a data ;)
O mais importante a reter? Vamos por favor parar de comentar oc orpo dos outros e o que cada um come. Já é o ínicio de algo.
Para este episódio o guião era só e apenas falar sobre fazer 25 anos. Eis que entra o tema Ansiedade e o rumo muda completamente. Espero que gostem! :)
Neste episódio gravado com a minha amiga Mariana Monteiro, não posso propriamente dizer que me revejo no tema da nossa conversa. Não sou ilhéu. Mas admiro o sentimento, relação, sentido de comunidade e intimidade que ela tem com a sua ilha. E sei que por muito que ela me explique palavra a palavra, eu nunca vou entender este sentimento único que é ser ilhéu (ou insular). Mas já que sei que existe (esta relação bonita e especial com a ilha), então gosto também de dar palco a este sentimento que a...
Se no EnS há espaço para falar sobre amizades que não duram para sempre, então também deve existir espaço para falar daquelas amizades que fazem parte da nossa vida desde sempre. Este episódio foi gravado com a minha amiga Jéssica, a minha amiga de sempre (que com toda a certeza será para sempre).
Quando eramos mais novos uma das coisas que mais nos revoltava era sentirmos que os adultos não nos compreendiam ou que não validavam a nossa opinião. Hoje, enquanto adultos, damos por nós a fazer exatamente a mesma coisa aos atuais adolescente... Até quando vamos continuar a compactuar com esta relação de amor-ódio adolescente-adulto? E porque é que estamos a replicar as mesmas atitudes que antes criticávamos? Ouçam a minha conversa com a teenager Ema. :) Pode ser que cheguemos a alguma concusã...
Neste episódio (a solo) partilho convosco uma opinião: O meio em que vivemos, e as pessoas que fazem parte do nosso circulo social, influenciam as nossas ações, pensamentos e sentimentos - ou melhor - têm a capacidade de transformar a nossa perspetiva em relação a nós próprios e à própria vida. Obrigada por ouvirem! :)
No 5º episódio do ENS, eu e a minha amiga Alexandra Alexandre falamos um pouco da complexidade que é escolher uma profissão. É uma conversa que recorda algumas decisões que tivermos de tomar no passado, bem como decisões que continuamos a tomar na casa dos 20's. Espero que gostem!
No 4º episódio do Elefante na Salas, eu e a minha amiga Catarina Duarte falamos sobre aquelas amizades que infelizmente (ou felizmente, depende da perspetiva...) não duram para sempre. Espero que gostem!
Mais um episódio do Elefante na Salas! Comentem as vossas opiniões e, se quiserem, partilhem. Eu agradeço ;)
Neste episódio, eu e a minha amiga Marta falámos sobre estabelecer ou não objetivos com o inicio do novo ano, fazer ou não uma retrospetiva face ao ano anterior, o que nos motiva e se janeiro é um mês melancólico. Já podem ouvir!
Parece que o Elefante na Salas está de volta! Neste episódio explico-vos porque demorei tanto tempo a regressar, quais os novos moldes do podcast e o que podem (ou não) esperar da nova temporada. Espero que gostem :)
O último episódio da minha primeira aventura da saga "quem não arrisca, não petisca". 20 episódios que me ensinaram muita coisa - e, espero, que vos tenham ensinado algo também a vocês (ou pelo menos que tenham feito alguma companhia). O único desejo desta temporada é que muitas mais venham. Com muitos mais amigos e muitas mais histórias. Obrigada por ouvirem o Elefante na Salas.
Quando era mais pequena, achava que o luto era um processo em que a nossa única função era seguir todos os passos, como se de uma receita culinária se tratasse: 2 chávenas cheias de saudade, 1 chávena e meia de tristeza, lágrima a gosto. Misturar tudo, levar ao forno e esperar que arrefeça. Acontece que com a experiência inevitável que a vida nos dá, percebi que este assunto não é assim tão linear. Na verdade, apercebi-me que muitos eram os adultos que pensavam da mesma forma que eu (quando era ...
Quando era mais pequena, achava que o luto era um processo em que a nossa única função era seguir todos os passos, como se de uma receita culinária se tratasse: 2 chávenas cheias de saudade, 1 chávena e meia de tristeza, lágrima a gosto. Misturar tudo, levar ao forno e esperar que arrefeça. Acontece que com a experiência inevitável que a vida nos dá, percebi que este assunto não é assim tão linear. Na verdade, apercebi-me que muitos eram os adultos que pensavam da mesma forma que eu (quando era ...
Nesta "cena marada" que é a vida, ouvimos falar muitas vezes da palavra crush, mas antes desta palavra fazer morada nos nossos ouvidos, muito provavelmente já sentimos os efeitos colaterais da sua ação fulminante. O que é certo é que com a idade nós evoluímos (ou pelo menos deveríamos), mas então e as crushes? Evoluem connosco? Haverá alguma diferença entre a atração fulminante de uma crush na infância para uma crush na idade adulta? Ou estaremos aptos para fazer uma seleção natural das crushes ...
Na maioria dos términos saudáveis de relações (releia-se saudáveis), utilizasse de forma rotineira a lenga-lenga “mas podemos continuar a ser amigos”. Porém, também esta grande maioria, sabe que tal fábula permanecerá muitas vezes em águas de bacalhau, e aquela pessoa que um dia foi um dos nossos maiores confidentes passa a fazer parte apenas do Era Uma Vez. No entanto, no meio de tantas amizades-outrora-amores falhadas, podemos ter a sorte de manter alguém. Mas será que é a mesma coisa? Ou será...
Quantas prioridades conseguimos encaixar no nosso dia-a-dia? É certo e sabido que enquanto algumas pessoas têm a proeza de encaixar uma série de prioridades, outras ficam meio abananadas só pelo facto de terem de aprender a gerir duas. O truque de uns? Organização. O azar de outros? Procrastinação. Mas será isto uma questão assim tão linerar? E sofrer do Síndrome Faz-Tudo, será uma questão de adaptação ou um disfarce para o Síndrome Quem-Tudo-Quer-Tudo-Perde?...
Afinal o que é um guilty pleasure? Se formos pelo sentido literal da palavra é um prazer que anda de braço dado com o sentimento de culpa, mas se virmos bem, se é um prazer que sentido faz sentirmo-nos culpados? E de onde é que esta culpa vem? É certo que aprendemos com aquilo que consumimos, mas será que só dos livros mais eruditos nasce o conhecimento? Ou são necessários estes non-guilty pleasures para nos fazerem ter uma visão mais ampla daquilo que supostamente é a vida? (posted while playin...
Será que partilhar casa com amigos é assim tão boa ideia? Cada um tem a sua própria experiência, e à primeira vista parece que tem tudo para correr bem, mas quando o tempo passa e começas a aperceber-te que a vossa amizade se tornou num casamento que o senhorio reuniu, pode muito bem dar para o torto. Hábitos diferentes, gostos diferentes e rotinas diferentes. Por muito forte que seja uma amizade, quando dentro de quatro paredes tudo isto se torna incompatível, é muito possível que a única soluç...
A expressão Fear of Missing Out já é nossa conhecida, mas e o seu contrário, será que existe? Após uma pesquisa extremamente aprofundada pelas primeiras páginas da internet, descobrimos que na verdade, o contrário de FOMO é Joy of Missing Out, e acontece quando para nós, aquilo que os outros fazem ou desejam é importante, mas aquilo que eu realmente quero, é muito mais. Se o FOMO é algo que tentamos evitar, então talvez adotar o seu contrário na maioria do tempo, seja uma boa solução para começa...
Desde crianças que somos constantemente incentivados a sermos bons em tudo aquilo que fazemos - da escola ao trabalho e da família aos amigos. Mas infelizmente, ser perfeito ainda não é um passo humanamente atingível, e por isso temos de aprender a lidar com os nossos fracassos e pensar que se for para ser bom, que ao menos seja em algo que faz parte do nosso pódio de prioridades.
Porque será que temos tantas inseguranças? Alguma vez ouviste a frase "diz-me com quem andas e dir-te-ei quem és"? Parece uma frase banal, mas a verdade é que as pessoas que nos rodeiam dizem muito da forma como nos vemos e, muitas vezes, o truque para nos valorizarmos mais, passa por perceber que mesmo contra a nossa vontade, existem pessoas que simplesmente não foram feitas para fazer parte da nossa vida.
Quando a distância entra no somatório de uma relação, a maioria de nós tem por hábito considerá-la negativa, enquanto a minoria, em vez de a ver como uma impossibilidade, vê apenas como uma barreira. A verdade é que mesmo que tentemos ignorar este elefante nas nossas relações, sabemos que mais dia menos dia, ele será crucial para responder à pergunta: será esta a pessoa certa na distância errada?
Uma das maiores carateristicas desta malta que está a entrar no mundo do trabalho, é cair na tentação de não saber parar para descansar - e quantos de nós sentimos culpa sempre que o fazemos? Começar a nossa vida e construir a nossa independência não é nada fácil, pelo menos enquanto o dinheiro ainda não cresce nas árvores, e por isto, trabalhamos horas a fio com o objetivo de alcançar estas metas, pondo de parte todas as outras coisas que, se pensarmos bem, são as que realmente dão rumo à nossa...
Em todas as relações amorosas existe uma linha muito ténue entre cuidar e fazer o papel de mãe. É certo e sabido que em muitas relações, ao ganharmos um parceiro recebemos um filho, mas por muito que uma promoção pague 1 leve 2 costume ser sempre recebida de bom grado, nestes casos era de evitar, porque numa relação monogâmica ou andam os dois ao colo ou não anda nenhum.
Muitas vezes ouvimos falar da “pessoa certa na hora errada” mas às vezes começa a ser sufocante quando parece que todas as relações que temos estão sempre na hora errada. O que é certo é que há quem se queixe por achar que teve demasiadas relações e há quem se queixe por nunca ter tido nenhuma, e enquanto não existirem nenhumas guidelines sobre quantas relações devemos ter ao longo da vida, só nos resta ir pela metodologia tentativa-erro-erro-erro-(…).
Eu não sou Mãe, mas ouço muitas vezes pela voz da experiência que ser Mãe tem muito que se lhe diga. Têm de aturar muita coisa. E nós, os filhos, não dizemos tantas vezes quanto devíamos o quanto gostamos delas. Neste episódio decidi ser um bocadinho menos orgulhosa e dizer à minha Mãe o quão especial ela é para mim, sabendo que nunca será possível descrever. Este, é para todas as Mães, onde quer que elas estejam. Feliz dia das Melhores do Mundo!
Estar na casa dos vinte é estranho. Enquanto uns constroem as suas famílias, outros continuam na onda dos encalhados (como nós). Estamos constantemente a ser alvo de comparações - e namorados? quando casas? filhos, já? não vais para a universidade? esse curso? - e às vezes, até fica difícil gerir este negócio que é a vida porque entre namorar, casar, ter filhos, sucesso e vida social, não sabemos onde arranjar tempo para fazer aquilo que realmente queremos.
Será que errar é assim tão mau? Saber aceitar os nossos erros nem sempre é fácil. Mesmo quando sabemos que é fundamental para nos fazer crescer, tentamos evitar o melhor que podemos esta sensação de fracasso, quanto mais não seja para não ferir mais o ego. Mas às vezes é preciso reconhecer, e se for necessário, parar e recomeçar.