Ai, Bubuzinho, derivado flopado, sem nosso Alezinho. Eu sou obrigado a falar que esse programa aqui tá uma porra. Alezinho François. Você viu onde ele foi hoje? Onde? Chateau de Le Clemente. Ah, é? Você não viu? Olha lá. Não? Ele mostrou uma fotinha ali. Chateau de Le Clemente. Chateau de Le Clemente? É, conhecido como Chato do Bubu. Suspeitei desde o princípio. Isso aí, delícia. O que é isso? Delícias? Cuidado com o áudio da lesão. Esse é um perigo.
São o quê? Você não quer receber uma mensagem? NFW? Não. Você não sabia o que era NFW? Não. NSFW. NSFW. Not safe for work. Oh my gosh. Oh my gosh. Essa vinheta, com falta de um membro, não deveria ser validada. Por quê? Porque fica solitária, fica sem couro, fica sem... O Bubu odeia a estrutura do derivado cash. Toda semana ele quer mudar alguma coisa. Não. Por que você odeia o podcast que você faz há três anos? Não tem nada disso, Michel Arouca. Nos últimos dois meses.
Você tá criando essa persona. Tá gravado, como diz o Alexandre Bonfá, tá gravado. Tá odiando o podcast sem a lesão? É triste, né, sem a lesão? Não, sem a lesão a gente fica nessa vibe... Falta aquela risada, falta aquele aperto de mão gostoso. Beijo pro nosso muso que tá lá na França com a sua família. Ontem mesmo o Alexandre Bonfá mandou imagens dele na Euro Disney. É. Foi no parque sem fila, não gastou dinheiro com o Express Pass, como chama? Express Pass Away.
Tá todo mundo se divertindo bastante, tomando bastante vinho, comendo bastante brioche, bastante cacetinho. Tá uma delícia. Cacetinho é Portugal, não é? É, cacetinho é Portugal. Tá. Lá é bisnaguinha. Não é bisnaguinha não, como é que chama? É qualquer coisa assim. Baguete. Baguete. A baguetola. A baguetola. E aí, Bubuzinho, como é que estamos nessa semana mais cinzenta, menos divertida, porém com bons adentros.
No Aro Verde, você vê, o Bubu esteve novamente lá no circuito de Interlagos. Sim, a gente tem bastante coisa pra falar hoje aqui no Derivado, apesar de não ter a lesão aqui pra ficar palestrando, temos boas palestrinhas para dar hoje aqui, a gente vai falar também de ótimas séries aí que estrearam na semana, a gente tem a querida Diplomata, que retomou aí na Netflix, muito boa, segunda temporada, primeiro episódio, Confuso. Pra quem não tá em dia, assim,
tipo, não é que não tá em dia, pra quem faz tempo que assistiu, você retoma. Nossa, quem que é Kim? É um monte de nome, parece que eu tô vendo... É, exatamente. Tem também a série indicada por Gabriel Sater, pra eu ver. Grotesquerie. Grotesquerie. Vou falar aqui dessa indicação, que foi engraçado demais o que aconteceu comigo. Que mais que tem, Michel Arouca? Tem Lioness. Lioness. O season finale de Only Murders in the Building. O season finale de Agatha desde
sempre. Você tem que parar de ser mercenário. Você só vê Only Murders quando te pagam. Você tem que ser mais amigo. A série é boa pra caramba. Tudo isso no melhor podcast do Brasil que começa... Right now! Muito bem, amiguinhos. O Derivado Cast é um podcast que está chegando agora. Deixa eu explicar. Ele tem um bloco inicial que ele se chama Aruvend. Aruvend é como nós chamamos aquele momento do podcast onde a gente comenta com vocês como foi a vida social.
Às vezes você recebe dicas de restaurante, às vezes algum filme que é... Inclusive, estamos já fazendo planejamento aí pro nosso Movie Night de Gladiador II com a família. Ó, vai rolar, claro. Vamos assistir juntinhos, né? Bonitinho.
Mas, Bruno Clemente, como um grande fã de automobilismo, estamos aí no mês de estreia da série do Senna da Netflix, Expectativas nas Alturas, documentário do Senna de volta bombando aí na Netflix. E teve agora também o grande prêmio de Interlagos. E Bruno Clemente oficialmente se tornou o civil que mais andou na história da Fórmula Um no circuito de Interlagos. Porra, tudo isso? Olha aí, durante o final de semana de Fórmula Um, né? Exatamente. Podemos falar isso.
Cara, pois é, sexta-feira. A gente, todo ano, consegue convites para ir lá assistir a Fórmula Um.
Por quê? Esse ano, a gente vacilou. por esse tempo você convide cara a Renault né ela tem um carinho muito especial pelo meu pai pela memória dele e ele sempre foi convidado porque na quando meu pai era piloto ele andava de Alpine né e Alpine como é a equipe Alpine é da Renault é na época o carro Alpine era trazido pela Willys que era uma fábrica que tinha aqui no Brasil E eles andavam com esses carros.
Então a Renault tem essa carga histórica desses carros históricos que fizeram história no Brasil. O Williams é um semi-plágio de Williams? Não, não tem nada a ver. É mais antigo que o Williams, eu acho. Então assim, eles sempre, todo ano, convidam e tal. Esse ano... Eu demorei muito para mandar aquele e-mail. Oi, gente, tudo bom? Oi, Sumida. Oi, Sumida. Então, esse ano de novo. Faltava, tipo... Porque assim, eu tenho uma memória que o GP de Interlagos acontece mais no meio para o
final de novembro. E eu acho que mudou a data. Ou eu estou enganado e sempre foi assim, ou mudou um pouco a data. Como o calendário das corridas aumentou, tem mais GP e tudo, acho que mexeram um pouquinho nessa data. Então, quando aconteceu o GP do México, falou o próximo é Interlagos. Falei, caramba, o próximo já é Interlagos, já essa semana. Meu Deus, não mandei e-mail, não falei com eles. Você sabia que amanhã começam as vendas para o GP de dois mil e
vinte e cinco? Sim. Já, já tá aí. É... É normal. Não sabia. Enfim, aí, cara, eu... Puta, ficou muito em cima, não queria mandar e-mail pra eles pra ficar aquela coisa de pedinte toda vez, né? Eu não gosto de ser aquele cara
que fica pedindo esmola ali. Ai... de Deus, tava muito em cima, não queria, aí meu irmão falou, pô, vamos mandar, eu falei, cara, você ajudou eles, porque fizeram uma homenagem aos sessenta anos aí de um recorde do carro Gordini, meu irmão fez um Gordini de corrida, homenageando esse carro, não um carro de corrida de fato, mas um Um carro memória. E ele ajudou a levar esse carro em Interlagos pra eles fazerem essa homenagem. Falei, ah, você ajudou com eles
a fazer aquele negócio? Manda lá uma mensagem. Quem sabe, como você ajudou eles... Tem um quid pro quo. Tem uma troca. Mas é isso. Muito em cima. Não conseguimos atender. Super entendo. Não tem o que... Cara, a Fórmula Um... É assim, todo mundo quer ir. O Brasil inteiro quer ir. É muita gente assediando eles pra querer ir. Então assim, em cima da hora, certo que não ia dar certo. Mas, por outro lado, a gente tem ali a turma dos carros antigos
que fazem um desfile na pista. Então é o Mingo, né, que organiza ali também aquele evento em Lindóia dos carros antigos, ali o encontro de carros antigos. É um baita evento pra quem gosta... De vazamento de óleo, carro antigo. Procura se informar aí sobre o evento de Lindóia, de carros antigos e tudo mais. Queria mandar um super beijo pro Mingo, pro Júnior, que nos conseguiu dois ingressos, que eu
fui eu e meu filho. Meu filho queria muito ir assistir, eu não ia também pedir pra eles, mas, cara, meu filho ficou, pai, eu quero muito ir, eu quero muito ir, eu quero muito ir, tá bom, deixa eu tentar. Falei com o meu irmão lá, a gente conversou com eles e eles conseguiram. E, cara, foi demais, assim, primeiro porque consegui em cima da hora e, segundo, que eu não sabia se eu ia conseguir andar no desfile dos carros antigos,
né? Eu tô até procurando, teve uma ouvinte do Derivado que acho que te viu no desfile. Não, tiveram alguns. Não foi uma, foram alguns. Mas que marcou aqui no grupo do Derivado. Não, no grupo teve, mas tiveram algumas pessoas que vieram falar comigo no Instagram que me viram. Porque no fim eu consegui acompanhar o desfile e ir no desfile dos carros antigos. Eu e meu filho, a gente tava num carro que tava puxando, que era um Ford Vinte e Oito, com o
Mingo tocando o carrinho. Cara, carrinho... Mais fofo. Tainy Nunes. Estou em Interlagos e o Bubu passou no desfile de carros antigos. Foi logo o primeiro e não consegui filmar. Isso, era o primeiro carro ali. Tomei um susto. Você abriu o desfile, então? Abrimos o desfile, fomos puxando o desfile. No ano passado, eu fui também com o meu irmão, só que daí, de fato, a gente estava pilotando os carrinhos, puxando ali essa
turma toda. E assim, eles têm uma tradição de, no dia da corrida, fazerem um passeio com os pilotos. Que passeio? Que passeio?
Então eles fazem um passeio com os pilotos nos carros, e esse ano eu perguntei, pô, Ming, e aí, quem que vai nesse carro, quem que não sei o que lá, ele, putz, cara, em dois GPs, que o Brasil começou essa história, e isso espalhou pelo mundo, e começou alguns países a fazer isso, os pilotos faziam essa volta deles dando tchauzinho em carros clássicos e tal, super legal, cara, porra, bonito, e daí parece que em dois países derrubaram um dos pilotos. Nossa, os caras caem do carro?
Esses carros, não acho que é cair do carro, eu acho que é aquele negócio, o cara, opa, dá um somebody love ali. Esses carros são carros antigos, manhosos, não é um carro pra qualquer um sentar a bunda lá e se dirigir. Mas peraí, também não é uma prancha de surf? Como é que a pessoa cai do carro? Fica sentado, porque é tudo carro conversível. O Hamilton, teve um ano que o Hamilton foi nesse carro antigo, ele ficou de pé com a bandeira do Brasil.
Então assim, um tranquinho que dá ali, o cara dá aquela desequilibrada. Aí, velho, o cara fala, mano, não vou andar nessa porra, depois o cara me derruba e me machuca. Então, provavelmente deve ter acontecido algo assim. O piloto reclamou, segunda vez reclamou e falaram, ah, acabou com essa merda, acabou com essa palhaçada. Eu tava sonhando no carro com o Verstappen já. Então, assim, eu perguntei para ele e ele falou, putz, infelizmente não dá mais.
E é isso, carro antigo é cheio de macete. Ele pediu, na hora que eu conseguia entrar lá com eles, estava com a turminha, eles estavam trazendo os carros para a pista. Aí o Júnior estava organizando esses carros e, cara, aconteceu uma desorganização da abertura dos portões para o público entrar na pista. É um negócio inacreditável. O portão abre às oito horas da manhã. Eu não sei porquê. Estavam atrasando a abertura do portão, cara.
Então assim, a gente conseguiu entrar na pista há nove horas. Atrasou uma hora. Uma hora a galera de pé, com ingresso vendido, ingresso caro, organização gigantesca do autódromo e tudo. E daí o cara que tava ali fazendo o briefing pra gente andar na pista, ele tá falando, gente, perdão, esse negócio do portão é uma outra empresa que
cuida do portão. Tem uma empresa que cuida disso, tem uma empresa que cuida daquilo, tem uma empresa que administra a abertura do portão, que tá com essa gafe aí, parece que foi o final de semana inteiro, assim, com esse problema. Então a gente demorou pra entrar, muita gente atrasou, e ele pediu, putz, Bruno, me ajuda a levar os carros pra pista, pra posicionar lá. E eu, puta que pariu. Porque é isso, cara, você senta a bunda num carrinho desse... Mas você coloca no grid, é isso?
Não, não no grid, é só pra deixar, porque assim, onde é o paddock, o box ali dos carros, é Fórmula Um. A Fórmula Quatro fica ali, tem a descida do S, que tem a curva ali do Pinheirinho pra reta oposta. Eles ficam a Fórmula Quatro ali. Nesse lugar tem um bolsão em cima, que dá acesso pro cartódromo, que é onde os carros antigos ficam. Então é trazer os carros antigos do cartódromo e deixar no bolsão ali pronto pra entrar pra pista.
Então é mais posicionar, deixar tudo organizado, que na hora que falar vai, tem que já tá na boca do gol. Sim. Então é isso, cara. Porra, aí eu peguei uma Alfa Romeo, trouxe a Alfin. Aí do nada falaram, puta, pega o Thunderbird. Cara, é carro de um milhão e tanto de reais, sabe? Eu, caralho, vou ter que dirigir essa bagaça aí. Aí pega o carrão lá, puta, o negócio, o vidro do meu lado. Aí, pai, que da hora. E eu lá assim, puta, engata aí, não sei o quê. Mas com todo cuidado, com todo
carinho pra não danificar. Então é isso, assim. Tipo, são carros... Quando eu dirigi o ano passado... Eu dirigi o R-Oito do Maurício Marques, que me deu essa oportunidade de andar com esse carro lá, homenageando meu pai e tudo. O Mau falou pra mim, cara, eu vou do seu lado, fica tranquilo, o carro é manhoso, mas ele é de boa. Na hora de entrar na pista, ele me fala, cara, não vou conseguir com você, eu tô saindo. Caralho, Mau, você vai me deixar
nessa? Não, cara, fica tranquilo, porque assim, é só não deixar morrer. Se você freia com um pé, acelera com o outro, faz um pontapacozinho assim, vai aqui na maciota, você vai ver... Aí sai daquele frio de tipo, porra, vou eu morrer o carro na pista. Ainda bem que é você que dirige bem. É, então, mas é isso. Acho que os pilotos irem nesses carros, chega na hora lá, nesse país e tudo, deve ter muito cara que dá carteirada e fala, eu quero levar o Verstappen, eu quero levar tal cara.
Aí bota a bunda do cara lá pra dirigir um carro, que ele nunca andou num carro antigo. E é isso, é carro muito manhoso. Então resumindo, já estou me estendendo muito, a gente deu duas voltas na pista, meu filho foi sentado na frente comigo, dando tchau para o público com o chapéuzinho dele, lá que ele foi que o chapéuzinho que meu pai deu para ele, então ele estava super orgulhoso assim na pista, recebia assim umas cinco, seis mensagens. De pessoas, caramba, era você
mesmo, eu te vi na pista, tudo. E eu falei, nossa, que da hora. Pessoas falando, caralho, você está aí no setor R, no setor tal. Eu vou estar aí no sábado, no domingo, vamos se ver. Eu, putz, eu só fui na sexta. E assim, a gente teve um público maravilhoso no final de semana inteiro de Interlagos. Foram mais de duzentos e noventa mil pessoas pagantes. Nossa senhora.
É uma CCXP. A Fórmula Um CCXP movimenta muito São Paulo. Então, na sexta-feira, o meu filho viu, a gente viu o primeiro treino livre, a gente viu a Fórmula Quatro, estava esperando a Porsche Cup. Aí eu falei para ele, como é que você está se sentindo? Ah, estou cansado, tal, não sei o que. Eu comecei a ver aquela nuvem chegando e o autódromo lotado, começou a lotar, lotar, lotar, lotar, muito argentino por conta do colapinto. Então, assim, muito, muito,
muito, muito. Eu vendo assim, só gente entrando. Eu falei, filho, vamos fazer o seguinte? Vamos embora. Porque tem o treino livre, a classificação para sprint. A gente assiste lá no escritório com o Michel e tal, não sei o que lá. Ah, pai, beleza. Primeiro ele falou, não, quero ficar. Aí eu deixei mais um pouquinho, ele olhou para mim. Ah, quer saber? Vamos. Ele estava cansado, é puxado. Legal, você foi no ritmo dele.
Muito sol e tal, exato. A gente ficou muito tempo no sol lá por causa desse lugar da pista onde a gente ficou. Não tem onde se cobrir. Cara, o sol tava nervoso na sexta-feira. Por isso que eu falei, mano, vai cair uma panca aqui. E aí, pra sair daqui, vai ser o caos. Então, assim, eu demorei uma hora pra sair da pista e chegar no escritório. Se eu tivesse saído no final do dia, ia dar duas horas e meia, três horas. Porque ali, a Interlagos, ela é
muito da hora, mas... Cresceu muito o evento e as vias ali ficam tudo paradas. Ela não tem um escoamento inteligente, né? Precisa melhorar isso, né? Pra Lollapalooza, os Tomorrowland, essas merda aí quando rola na pista lá. É caos pra chegar. Foi muito gostoso, cara. Dei muito orgulho ver o meu moleque lá. Então agradeço muito ao Mingo novamente aí pela oportunidade. Foi muito bonitinho. O vídeo que você mandou pra gente foi bonitinho.
Aí eu tô com o cabecinho na mão. Pra falar de Fórmula Um, porque me cobraram muito que eu precisava falar hoje de Fórmula Um, você vai ter que escutar um pouquinho. Não, vamos lá, grande problema do Brasil merece. Eu acho que a gente tem um desperdício do Drive to Survive, todo ano eu venho e repito aqui, de desconsiderar colocar no cardápio de capítulos um episódio falando do GP do Brasil. Mas deve ter alguma questão.
Tem uma questão, lógico que tem. Eles têm ali uma narrativazinha que eles constroem e eles vão em duas, três corridas e montam isso daí e pegam outras imagens e fazem. Acho que o deslocamento para vir para o Brasil deve ser mais caro, deve ter uma logística pior. Porra, contrate uma equipe brasileira. Faz os caras fazendo imagem, porque assim, tem imagem da Fórmula Um, pede autorização pra usar, porque assim, ano após ano, a gente tem sempre as melhores...
Cara, Interlagos, a gente, esse ano, eu tava vendo, assim, um treino, eu falei, ah, vai ser isso daí.
Cara, todo ano é impressionante. Teve a corrida do Hamilton que ele ganhou, pegou a bandeira do Brasil, um ano que todo mundo tava vaiando ele, ele foi recebido aqui de coração, ele viu a torcida fazer isso, ele no domingo ganhou a porra da corrida que nem um Verstappen, viu lá de trás, passou todo mundo, ganhou, pegou a bandeira do Brasil, levantou, todo mundo chorando, ninguém falou um pio disso.
Teve uma polêmica também, eu queria te perguntar, teve uma polêmica que o Lewis Hamilton dirigiu a McLaren do... Foi o McLaren do Senna. E aí rolou uma polêmica porque falaram que o Cetro Rubinho dirigiu o McLaren do Senna. O Rubinho manifestou-se, muitos brasileiros se manifestaram que não acharam correto ser o Hamilton a dar as voltas no carro do Senna porque tinha que ser um brasileiro, porque tinha não sei o que lá. Eu vou dar a minha opinião.
Eu acho que o Rubinho tem o ponto dele de, putz, poderia ser um brasileiro, poderia. Mas, cara, poderia ser o Nelson Piquet. Eu acho que ia ser do caralho o grande rival do Senna, um cara que teve muita polêmica com o Senna, andar no carro dele, prestar essa homenagem, também uma homenagem pro Piquet, que também ganhou um monte de coisa, o próprio Emerson Fittipaldi. Eu vi as pessoas no Facebook falando sobre isso. Porra, fez...
Facebook? Fez cinquenta anos da vitória do Emerson, de não sei o quê, Interlagos, que ganhou e tal. Mas a gente tá, assim, fazendo trinta anos da morte do Ayrton. A gente tem uma série da Netflix sendo lançada agora sobre Ayrton Senna. A gente tem uma figura... que é o grande campeão mundial de automobilismo, o maior vencedor de todos, que é o Hamilton, que tem uma identificação com o nosso público brasileiro, com o nosso... E com o McLaren, ele não foi campeão pela McLaren?
Foi também. Ele também tem nacionalidade brasileira, ele é um... Brasileiro. É, eu sei. Mas assim, ele ama o Brasil, o Brasil ama ele. Eu posso falar pra você? Eu entendo o ponto da galera se manifestar, mas eu não concordo. Eu acho que a forma como ele andou na pista, ele parou na pista, ele pegou a bandeira. Era pra dar duas voltas, ele deu quatro. Você vê que ele tava emocionado. E outra. E outra. A porra do dia da volta dele tava chovendo. O carro é um carro lazarento de andar.
É um Fórmula Um... Antigaço. Não é que é antigaço, é uma máquina de potência. Não tem controle de tração, não tem porra nenhuma. Então, assim, ele desceu a reta ali na primeira, segunda volta, ele quis acelerar um pouquinho mais, chegou na freada ali, ele deu uma... Eu falei, nossa senhora! Até o Sérgio Maurício falou, o Hamilton, pelo amor de Deus, não faz isso, entendeu? Aí você viu que ele foi com mais cuidado. Então, assim, putz, é complicado
isso, entendeu? Eu acho que ele foi a pessoa certa. Eu acho que ele fez muito bonito, entendeu? Eu acho que ele entregou o que tinha que entregar, tá? Ele representou bem, ele beijou a bandeira, ele pegou a bandeira. Cara, foi emocionante. Eu chorei em casa vendo ali isso daí. Eu fiquei emocionado, eu chorei. Deu saudade do nosso campeão, do Senna. E, né, continuando... a gente teve um grande prêmio
fantástico. Porque a gente tem a Sprint Race, que já traz uma emoção para o final de semana, que é uma pré-corrida do sábado. E no domingo, na sexta para o sábado, começou essa baita chuva e foi cancelada a classificação.
Passou para domingo logo cedo. Classificaram, o Verstappen teve uma punição de cinco posições, o Verstappen não conseguiu classificar porque a pista é essa pista que chove, para, piora, melhora, então ele não conseguiu fazer um tempo, então ele largou em décimo sétimo, ele largou lá no cu da cobra. Entendeu? Largou lá atrás. Cara, largou a porra do grande prêmio. Ele já na primeira volta buscou não sei quantos. E ele foi vindo, e ele foi vindo, e foi passando, dando
mergulhão. O Rubinho fez no final da corrida, quando ele ganha, alguém vai entrevistar e botaram o Rubinho pra fazer entrevista com os pilotos. Achei ótimo. Rubinho, muito talentoso, na hora de fazer as perguntas, trouxe o lado tato dele. Então ele falou, porra, Verstappen, eu vi, porque assim, o Verstappen começou a passar a galera no final da reta, que é o melhor lugar pra passar Interlagos, só que na chuva e
meio que no mergulhão. Ninguém esperava ele dar esses mergulhão, ele vinha em mergulhão. E o Rubinho falou, porra, Verstappen, você percebeu que vindo por dentro no mergulho, você tinha mais aderência. E você usou isso como estratégia sempre. Ele, putz, foi isso, cara. Ali identifiquei, é nóis. E cara, ele deu dezessete voltas consecutivas, o Verstappen, largou em décimo sétimo. Ele deu dezessete voltas consecutivas, sendo a melhor volta, melhor volta, melhor
volta, melhor volta. Ele foi baixando volta após volta, como melhor volta, melhor volta, melhor volta. Ele teve aquilo que a gente fala que é a sorte de campeão, né? O cara, quando ele tem que ser campeão, quando ele é pra ser campeão, ele tem a sorte do campeão. Além dele estar guiando como ele nunca pilotou, sabe? Ele falou, se você for no Instagram dele, tá lá, foi a melhor corrida da minha vida. Foi uma corrida que ele nunca
vai se esquecer. Além dele estar fazendo a melhor corrida da vida dele, rolou uma coisa que eles tinham que trocar o pneu. Estava na hora dos carros entrarem e trocar o pneu. Putz, rolou uma bandeirinha amarela lá, um safety car virtual, entrou uma galera atrás, entrou, já pôs, saiu e putz, já saiu a bandeira amarela. Porra, o Max Wilson virou, porra, o Felipe Jafone ali, olha, porra, os caras se deram bem. Porque eles entraram numa hora boa, saiu e já deu bandeira verde.
Sucesso. Cara, na sequência, bandeira amarela de novo. Aí os Ponta, o Lando Norris, o Russell, entraram pra trocar pneu. Nisso, o Max já tava ali em quinto, buscando a galera. O Leclerc entrou, que tava dando canseira pra ele. E quem que não entrou? O Ocon, que tava ali na frente dele. Puta, uma Alpine, né? Que a Alpine no campeonato tava muito mal. E ele, puta, aí eles não entraram. A bandeira amarela saiu. Tipo, na verdade a bandeira amarela tava... Entrou essa bandeira amarela.
Eu falei, putz, que azar do Verstappen, cara. Porque agora, deu a bandeira amarela de fato. Ele vai ter que entrar na bandeira amarela e juntou todo mundo. Então ele vai de novo sair lá atrás. Porque ele vai perder tempo, né? Só que daí o Colapinto quis chegar na galera do Safety Car, que tá todo mundo espaçado, então você tem que ir rápido pra juntar, antes que dê bandeira verde, porque daí você tirou
toda a diferença que você tinha. Ele me roda, porque tá muito molhado, ele aquaplanou, o carro escapa, bate, dá uma puta porrada, destruiu o carro no meio da pista, bandeira vermelha. Quando dá bandeira vermelha, todo mundo entra no box, para, e tem que esperar limpar a pista, tal, pra voltar. Só que quando isso acontece, pode trocar pneu. O Verstappen, o Ocon, o Gasly ganharam uma troca de pneu grátis. Eles não perderam esse tempo na troca.
Então, olha o rabo do cara, meu. Olha o rabo do cara. Quando volta pra pista e dá a largada, o Verstappen na primeira oportunidade, na primeira curva, já se joga e passa o Ocon. Acabou.
Nunca mais ninguém viu o cara. foi volta atrás de volta, melhor, e de novo, Alpine com os dois, né, Ocon e Gasly, cara, foi lindo de ver, foi lindo de ver, porque a gente, eu torço muito pela Alpine, pelo carinho que a gente tem pela Renault, eu gosto muito da Alpine, acho os carros lindos, né, e estava ali na torcida, putz, não acredito, acho que era o Russell que estava chegando ali no Gasly, e cara, estavam com o carro super
equilibrado, Eu vi a entrevista do Rubinho no Flow pós-corrida, que teve também antes da corrida. Tem antes da corrida o Rubinho com os irmãos Fittipaldi, o Enzo e o Pietro. Muito legal, pode assistir. E o pós-corrida que tá o Rubinho com dois jornalistas ali, dois especialistas. Pode passar o que quiser? Pode passar, eu assisti e vou falar sobre isso. Tome! E o Rubinho fala, cara, os dois carros da Alpine, eles estavam neutros.
Porque se eu olhava os pneus, o desgaste do pneu depois da corrida, os dois carros estavam com os pneus iguais. Os quatro pneus sem um desgaste nítido de mais gasto na frente, mais gasto atrás. Então não era um carro dianteiro ou um carro traseiro. Era um carrinho equilibrado. Então eles acertaram muito pra chuva. Eles fizeram um acerto ali que, putz, vamos deixar ele... Meia mozzarella, meia calabresa, que se pá vai dar certo. E deu muito certo. Além de toda sorte, deu muito
certo. Então foi muito bonito ver. A Alpine fez P-II, P-III? Fez P-II, P-III. E, cara, pro Campeonato de Construtores, a Alpine tava em penúltimo. Ela passou todo mundo dessa galera ruim. Porque assim é isso. É um oitavo lugar, é um décimo lugar, é um décimo sexto. De repente, cara, uma equipe que tá competindo aqui, ela me passa todo mundo que tava... bem na frente dela, longe dos primeiros, né? Mas ela deu um salto e deixou tipo quatro equipes pra trás. Então foi assim, muito bom pra
ela. Muito bom pra ela. Mais dinheiro pro ano que vem. Mais dinheiro pro ano que vem, com certeza. Conseguiram aí, foi uma bela vitória pra equipe. Falando de pó de pá, Michel Arouca, eu fui muito cobrado nos comentários aí, na galera falando comigo, de porra, não fala isso, gente concordando comigo, que puta que pariu, imagina pó de pá. E gente falando, cara, para de ser preconceituoso, os caras vão atingir muito mais gente, vai falar com o público que não
assiste Fórmula Um e tudo mais. Bom, eu dei a chance e fui assistir o PodPay inteiro. Inclusive, tem um corte que viralizou aí de um dos dois lá que tá falando, ó, Verstappen, nitidamente ele é muito fã do Verstappen. E eu achei algumas perguntas dele legal de fã, de cara que
torce por Verstappen, porque... É, o Verstappen quando veio pro Brasil algumas vezes, todo mundo nessa vibe de torcer pro Hamilton, acaba vaiando ele e tudo, então, puta, ele tinha uma coisa assim, então legal, ele chegar lá, pô, o Verstappen assumiu seu fã, cara, você foda, eu gosto da tua atitude, eu gosto do teu jeito agressivo, gostei de umas coisas que ele falou pra ele, mas assim, muito mais do mesmo, e teve a clássica
de... Ser um cara que gosta de vitória, gosta de vencer, gosta de competir, a competição. Eu queria entender a competição da competição da competitividade. Puta que eu pariu. Agora com os números na nossa mão aqui, o Podpah, a última vez que eu vi, ele estava com quase seiscentos mil views. O Pelas Pistas, que é o programa que eu acho que a dupla, Tcheco Pérez e Max Verstappen, deveria ter ido. O Pelas Pistas tem oitenta mil inscritos. Pequeno, o Podpah tem oito milhões.
Oito milhões. O Podpah fez uma entrevista com o Max e o Checo e chegou em seiscentos. Se você for ver o Pelas Pistas... É, eles estão com quinhentos e sessenta, não tem nem seiscentos. É, quinhentos e sessenta. Se você for no Pelas Pistas e ver a entrevista com o Nelson Piquet, que foi o centésimo programa do Pelas Pistas, tem quase quinhentos mil views. É, o Pelas Pistas do Nelson Piquet tem quase quinhentos mil views. Eu acho, na minha opinião, que eu assisti também o Flow...
Se fosse para ser diferente, se fosse para ser um papo, para atingir um público diferente... Pelas pistas é muito pequeno. É muito pequeno, eu sei. Mas o meu ponto é esse. Se era para ir para um cara, para atingir um público diferente, tinha que ir no Flow. Tinha que ir lá com o Igor, no Flow, com o Rubinho. E ter um papo com esses caras. Ah, mas ir no flow com o Rubinho. Com o Rubinho. Ah, tá. Assiste o flow do Rubinho, cara, com o Igor.
Primeiro que o Igor, eu acho que ele tem um tato muito mais sensível pra convidado. Ah, parecido. Não, eu gosto do Igor. Eu acho que o Igor tem uma conversa ali, ele debate legal. Assim, cara, desculpa, velho. Pode ir pra... Assim, é muito ruim, cara. Eu não gosto. Eu não gosto. Eu acho que é muito, muito blá, blá, blá. Depois você fica chateado que os caras não querem falar com a gente na CCXP, né? É, pois é. Ainda tem essa. Não queria trazer isso aqui, mas
já que você trouxe... Ainda tem essa. De humilde, zero. A gente nunca contou essa história, né? Nunca contamos. Cara, o Igor tava lá na... Eu não queria contar. Você puxou, eu vou falar. A gente tava lá na área de creators, já é ali um lugar separado, tudo, beleza, não tem aquele assédio, porque os caras são assediados. E você, a gente anda lá, meia dúzia de gente que a gente chama foto, é de boa, né? E a gente adora falar com a galera. Os caras são parados.
O Igor, é, pô. E os dois também. Cara, chegamos no Igor. Oi, Igor, tudo bom? Pô, vem cá. Cheguei. Pô, do caralho, parabéns. Pô, você se importa? A gente queria fazer uma perguntinha pra você. A gente fez um reel lá no ano passado que a gente perguntou pra várias pessoas na internet. Tá no Instagram do Série Maníacos. Qual é a sua série da vida, né? A gente tá fazendo essa perguntinha com várias pessoas
da internet. Jogo rápido, assim, ó. Em três segundos, qual que é a série favorita da sua vida? Pau, acabou. É isso. E a gente chegou, inclusive o Igor participou. O Igor participou, respondeu. Aí tava, né? Aí a gente tava lá no Creators. Mano, começa a chegar segurança. Abre uma porta dos fundos, entra as duas figuras. É, caralho, olha os caras do Pó de Pato.
Ô, beleza, beleza, beleza. Dando lá meia dúzia de tchau pros carinha lá. Eu falei, Michel, vamos colar nos caras, vamos fazer isso daí com eles. Michel, puta, será, cara? Tá com segurança? Não, de boa. Os caras são uma humilda, vamos ali, gente, só... Cara, é um segundo o bagulho, o cara vai levantar, falar pra câmera e tchau, porra. Os caras são podcasteiros, não vai? Caralho, velho. Vamos lá, falamos, opa, tudo bom? Tá, Michel Arouca, Série
Maníaco, tudo bem? A gente tá fazendo um quiz rapidinho, é uma pergunta. Ah, beleza, beleza, a gente vai se falando. Pode esperar aí. Cara, ficou eu e o Michel ali esperando. Os caras conversando. Aí um levantou, saiu, deu pista na gente. E eu não sei qual foi dos dois que falou com a gente. Também não lembro. Respondeu. Eu não lembro qual que é o mítico, é. Um falou, o outro deu migué. Eu vou falar pra vocês. Zero humildade. Na boa. Zero humildade.
Não tinha assim... Puta, tava cansado. Cara, CCXP, gostosinho, né? Creators... A gente não foi inconveniente. Fomos bem de boa ali. Puta, se é uma coisa que a gente não é... Zero, zero. Chegamos bem na miúda. Desculpa a humildade nossa aqui. Foi o mítico que falou com a gente. Foi o mítico. Ele foi mais humilde. O outro... Well, Anywho... É isso, me charou. Tá aqui o meu desabafo, tá aqui o... Desfondo o famoso da internet. Você puxou, né? E eu fui na tua, né? Você é bem o...
Joga na professora o giz, né? Agora eu vou ser o cuzão aí. Não, assim, você contou uma história real do que aconteceu na internet. É uma história real, é verdade. O cara tem direito de não falar com a gente também, ele tá no direito dele, tá tudo tranquilo. Não, eu entendo, exatamente, eu entendo. Mas foi feio, foi feio. Assim, podia ter resolvido em um segundo e deixo esses dois pentelhos pra lá. Bom, vamos agora falar do Derifest. Derifest está confirmado dia
três de dezembro. Ao vivo você vai poder encontrar com a galera do Derivado Cash. Fechamos um pub bonitão. As vendas já... Cara, vou falar pra você. Eu não sei como é que tá as vendas. A lesão... A lesão que tem controle das vendas, mas a última vez que eu vi tinha quase, acho que dois ingressos na primeira lote. Na primeira lote? Já tava encerrado. A primeira lote acabou. Ah, eu acho que sim. Pelo que você tá falando, você
tem dois. É, então, tem que dar uma olhadinha lá. Dá uma fuçada, galera, vai ser legal pra caramba. Vai ter música ao vivo, comida e bebida à vontade. O link tá na descrição, você está convidado. E no dia sete... E a gente vai estar lá, sem segurança, na humildade. Pode vir tirar foto, pode gravar vídeo, pode fazer o que você quiser. Vai estar à disposição lá. Nem tanto. E no dia sete tem o nosso Meet Greet na CCXP, às sete horas da noite, na área de creators
também. Esse Meet Greet, ele depende muito do aplicativo da CCXP. Você vai conseguir o ingresso pelo aplicativo deles. Então, a hora que começarem lá, é de graça, só precisa reservar, são cem ingressos. Então, você vai lá pro Reservei, tem direito de entrar na filinha e a gente faz uma... E outra também. Se não conseguir, a gente tá circulando, tá? Não, vai ter senha ali para fazer a rotina do lugar. Acabou o lugar, a gente vai estar ali.
Quem não conseguir, dá um tchau. Quem tiver, atravessa a rua e dá um abraço para vocês. É que assim, por mais que a gente circule ali todos os anos, esteja à disposição, todo ano eu estou aqui. Cara, não encontrei você. Eu não sei como não encontro a gente. A gente está andando o dia inteiro, todos os dias. É fácil achar a gente lá. Mas às vezes não encontro. O negócio é grande, realmente muito tumultuado. Então, está tranquilo. Então, quer um horário
específico, com calma? Então, dia sete, às nove da noite, a gente vai estar lá no Meet Greet e depois está circulando por lá, tá? Tá bom? Vocês estão convidadinhos. Vai ser bem legal. O link do Lenifest tá aqui na descrição desse episódio. Boa. Quer falar de série nerd? Vamos falar de série nerd. Você não tem AeroVendors? Tudo bem? Esse final de semana eu não tenho AeroVendors. Nada demais, não. Fim de semana chuvoso, né? Pois é, meia meadinha.
Foi bem relax, né, cara? Foi bem nada com nada. Então vamos falar de séries, Michel Arouca, porque nós tivemos aí grandes voltas dos streamings e eu gostaria de retomar com Lioness. Operação Lioness está de volta para a sua segunda temporada. A série, talvez a série que Taylor Sheridan esteja tratando como prioridade entre todas as suas produções. Por quê? Primeiro, essa talvez seja a única série no momento que ele está escrevendo, dirigindo e atuando.
Senhoras e senhores, Taylor Sheridan em pessoa apareceu em Lioness trincado, bombado. Porra, que gostoso! Vai falando aí. Quantos anos você acha que tem Taylor Sheridan? Cara, eu queria primeiro falar aqui, tirar esse corte aqui pra Paramount+. Paramount+, esse corte pra você. Porque nós temos a Operação Lioness, mais um grande, grande feito de Taylor Sheridan. Ele, como o Michel falou, está no primeiro episódio, aparece no segundo episódio. A primeira temporada é muito
boa. Tudo que tem no Paramount+, de Taylor Sheridan, vale muito a pena você dar uma chance. Cara, paga a Paramount+, aí, um meizinho e maratona tudo que tem, que eu sei que você não vai se arrepender. A primeira temporada. Tussa King tá acabando a segunda temporada, é boa pra caramba também. Tussa King, Yellowstone, mil oitocentos e oitenta e três, mil novecentos e vinte e três. Cara, é assim, é... Mayor of King... Não, como é que é? Mayor of Kingstown. Mayor of Kingstown.
Nossa, é só coisa boa. Operação Linus é uma série apenas com Zoe Saldanha, a única atriz do mundo que tem dois filmes acima de um bilhão em bilheteria. Boa. Tem a Nicole Kidman e tem também... Porra, tem o Morgan Freeman. E o Morgan Freeman. Esse é o nome do filme, não. E o Morgan Freeman, cara. Morgan Freeman. Não existe outra série com um elenco tão estelar como o Brasil. É um elenco maravilhoso. Série de ação, militar. Série de ação, porradaria,
pancadaria. Primeira temporada nós entendemos o que é uma Lioness. Lioness é aquela agente secreto
que é infiltrada. em algum objetivo deles e ela vai lá para executar a cabeça da cobra na segunda temporada quando inicia-se a segunda temporada a gente tem a expectativa deles trazerem de volta a Lioness da primeira temporada que inclusive é uma brasileira que mora no Canadá, alguma coisa assim E nós somos surpreendidos que, pelo que a gente entendeu, cada temporada vai ser uma Lioness nova, um objetivo novo e tudo
mais. Porém, entretanto, contudo, nesta segunda temporada, a gente já inicia o episódio com uma missão, cara, que me lembrou demais. Que também, pra quem não sabe, o Taylor Sherwood está envolvido em Sicário. Escreveu. É, ele escreveu Sicário. Pra mim, me lembrou demais Sicário. Eles têm que pegar ali uma deputada mexicana, que é uma deputada americana, mas ela é de nacionalidade mexicana, acho que é isso, né? Acho que é. E ela é sequestrada lá no ensolo
americano e levada... E a família dela é executada. A família dela é executada, sim. Família, no caso, o marido e o filhinho de cinco anos. É muito tensa essa cena, inclusive. Ela é sequestrada e daí precisa, então, fazer uma operação resgate dessa pessoa. Eles têm que montar um time e ir lá pegar na unha essa pessoa e trazer de volta. Ela tinha um GPS lá implantado nela, sei lá, que conseguiu identificar ela.
Que coisa maravilhosa essa busca, esse modelo de... E aí o nosso Taylor Sherdon... Ninguém, não é, ele só é apenas o militar velho. O soldado velho. O soldado velho. Cuidado com o soldado velho. Porque ele fala, começa ali aquele debate disso, daquilo, como é que vai ser a operação, como é que não vai ser, ele fala, cuidado com o soldado, no caso ele, cuidado com o soldado velho, porque ele é velho por um motivo. É, não é fácil sobreviver esse tanto de missão.
Caralho, velho, eu achei muito foda. Não, e assim, ele tá muito biscoito, né? Primeiro que ele aparece sem camisa... Mas tá meio escorteiro bom. Tá meio escorteiro bom. Ele aparece sem camisa pra mostrar que as bombas... Eu preciso dizer que ele tem cinquenta e quatro anos. Não é tão velho assim. Mas então é assim, né? Tá bem, tá bonito. E aí ele é o líder da missão, não é a Zoe. É ele. Ele mudou ali. Ele é o líder da missão. O soldado velho é o líder. E ele vai comandando.
Precisa fazer isso, precisa fazer aquilo. Obviamente tem precepada. Os caras matam uns setecentos mexicanos lá. A galera vai perseguindo eles, passa o fogo em geral, aí termina com a missão, eles pularem lá na ribanceira e caem em águas que não tá mais no território mexicano. É, já tá no território americano e ali a defesa americana já podia ajudar e aí os mexicanos foram embora. Cara, é realmente muito bom. São cenas bem feitas, grandiosas, muito bem filmadas.
Pra quem gosta de série de ação, série militar, cara, que surpresa boa tá... Esses dois primeiros de Lionel. É uma surpresa muito boa esse primeiro episódio. E o episódio dois, não perdendo o ritmo, já também vem frenético. E a Zoe, né? Que você falou o nome dela. Ela é maravilhosa, cara. Porque ela impõe ali um respeito numa cena que eu falei, caralho! Mulher é foda, velho. Eu sou a maior... Eu sou a patente mais alta aqui, você tem que respeitar.
Não, ela fala, eu sou a patente mais alta em qualquer ambiente que eu estou. Isso. Ela vira pro generalzão lá, onde que é tua sala? É lá. Não é mais tu, é minha, filha da puta. Me encontra daqui cinco minutos lá. E você que tá discutindo comigo, vai lá. É. Caralho, velho. É muito bom. Assim, assista Lioness. Primeira temporada tá lá delicinha. Segunda temporada entrando episódios semanais todo domingo. Brilha. Seja feliz. Bem legal. Vale a pena ir pra canela. Né?
Cara, e assim, eu só queria fazer uma lapidada aqui de Tulsa King que eu tô acompanhando. Vai. Cara, Tulsa King é uma série de máfia muito gostosa, e na segunda temporada deu pra entender melhor qual que é o objetivo do personagem do Sylvester Stallone, do White Man Freddy, quando ele vai pra cidade de Tulsa, em Oklahoma, num lugar ali que faz parte de um território, olha que interessante, Tulsa faz parte da galera que é de Kansas City. Só que, por algum motivo, o Tulsa tá abandonado.
Não tinha nenhuma operação da máfia lá. O lugar pertencia à Kansas City. O Dwight era de Nova York. O cara foi exilado pela máfia de Nova York. Eu não quero lembrar pra vocês. Você ficou vinte e cinco anos preso. Você é velho. Old school. Não tem espaço aqui. Vai pra Tulsa. Abre uma filial lá. O cara, é? Vocês estão me exilando? Então tá bom. Vou abrir uma filial. Só que eu não vou pagar a mesada de vocês. Eu tô fora. Eu sou autônomo. Sou máfia autônoma. Vocês não estão comigo.
Então eu não pago pra ninguém. E aí ele começa a montar um time onde ele faz a família dele. Então é a máfia, mas sem as regras rigorosas de máfia. Certo. E a galera local. Então ele pega lá o menino pra ser o chofer dele, ele pega... Tinha um cara lá que tinha um bar num terreno indígena. Ele falou, opa, você tem um bar num terreno indígena? Vamos abrir um cassino aqui. Por que não? Opa, você tem uma loja de maconha? Maconha da Galizardo?
Vamos fazer o seguinte, vamos ali pegar o cara com a energia eólica e vamos abastecer aqui, vamos fazer aqui, vamos plantar. O cara começa a crescer, cresce, cresce, cresce uma grana. Aí agora a galera de Kansas City fala, ô, peraí, irmão. Você tá ganhando uma puta grana no nosso terreno. Mas não tinha ninguém aqui. Aí começa a briguinha. Os caras xingam Nova York. Aí tem o sit-down dos mafiosos. E o Frankie Grillo, que é um ator muito bom de filme de ação.
Ele faz um monte de filme de ação B. Mas ele tá na Marvel também. Lembra aquela cena do elevador com o Capitão América? Tem um monte de gente ali. Ele é o líder dos caras que tá ali pra pegar o Capitão América no elevador. Eu lembro da cena, mas não lembro de quem é. Cara, ele é um cara mais velho, magrinho também. Mas perfeito pro papel. Cara, muito legal. Por exemplo, o Pinguim tá fazendo muito sucesso. Também é uma série de máfia. Sim. Cara, Tulsa King é uma série bem
legalzinha de você assistir. Série galhofa da máfia. É, acho que assim, eles querem se levar um pouco mais a sério do que eles deveriam, mas é legal pra caramba. Tem muito humor. E outro, cara, é muito legal ver o Sylvester Stallone atuando. Cara, eu não sei, eu tenho uma simpatia muito grande por ele. É muito legal porque você tá vendo, né? Pra quem tá lá gravando, deve ser um B.O., né? Não, pelo que você falou, né? Que diz que ele não é um cara que lê roteiro.
Ele é um cara que tem ali o script que ele vai seguir, mas ele muda tudo na hora e você tem que meio que absorver. Ele tem autonomia pra ele fazer mudança. Por exemplo... Imagina só. É, tem muito roteirista. O Aaron Sorkin da vida, o Frank Darabont. Eu queria ser o diretor dele. Você fala, você vai ter que... Muito obrigado, aqui tá o roteiro. Eu quero que você... Deu roteiro vírgula por vírgula. E os caras têm essa pica. Os caras são produtores executivos.
Mas o Sylvester Stallone, ele é produtor executivo. Então, ele tá... Por exemplo, a série queda pelo Taylor Sheridan. O Tercio Winter, que é o mesmo cara de Boardwalk Empire, é o showrunner da série. Porra. É um dos roteiristas, tá lá trabalhando. Inclusive, ele tinha saído e voltou. É. Tinha uma... Deve ter rolado umas pequenas... Beleza aí. Falou, ah, então vou dar um zap aqui. Quando acabou a primeira temporada, o Terce Winters tá fora.
Mas, cara, ele tá aparecendo em todos os créditos. Fica prestando atenção. Ele tá lá sempre escrevendo roteiro como produtor. E é muito bom. É um cara que manja pra caramba. O cara faz a série pra HBO. Chuchuzinho. Cara, imperdível. Imperdível. Tossa King é bom demais. Tá acabando a segunda temporada. Tá bem legal os conflitos. Tem o outro carinha lá do cabelinho branco também, do olho azul, que já apareceu em Yellowstone. Tem a patotinha ali do Taylor Sheridan que ele gosta, né?
Sim. A mesma galerinha de sempre. É. Cara, muito boa a série também. Mais uma série de ação aí pra quem gosta, assistam Tussa King. Maravilhoso. Cara, então eu vou trazer também essas pinceladas que a gente tá dando aqui, que a segunda temporada de A Diplomata já está disponível na Netflix. Pra quem gostou muito da primeira temporada, prato cheio. Temporada mais curta, seis episódios só. Temporada só de seis episódios e acaba?
Não, foi renovada pra terceira. Eu acho que foi renovada pra terceira já. Ah, vai ter mais? Vai ter mais. O lance é o seguinte, eu vi uma entrevista essa semana, a showrunner de a... Como é que chama? Diplomata. Diplomata. Falou que a Netflix encomendou oito episódios, mas ela falou, não, só consigo entregar seis. Mas por que eu quero... Não, não, eu só consigo seis, vamos deixar pra próxima. coisa meio esquisita. Suspeitou. Sabe? Ela não acatou o pedido, né? Seis e é isso.
E temos. Sendo bem sincero, me anima saber que é seis. Quer dizer que a trama vai ser condensada e ágil. Eu espero. Cara, tá um pouco assim. Porque eu vi um episódio e meio, vai. Eu não consegui terminar o segundo episódio ontem, porque eu tava com soninho. Mas a série tá rápida, tá acontecendo um monte de coisa. Por isso que eu falei que pra quem faz tempo que não revê a série, não vê a série, tem muito nome ali que vai ser jogado na tua cara e você não vai lembrar das pessoas.
Tá difícil entender, assim, qual que é o grande lance ali de como é que vamos achar essa pessoa. Tá difícil. Mas no segundo episódio, você começa a pescar de novo os nomes, começa a aparecer as pessoas, aí você começa a entender. Mas, resumidamente, a diplomata voltou, primeiro e segundo episódio eu vi, e cara... Obra-prima, né? É muito boa essa série. A nossa querida... Keri Russell. Keri Russell, né? Pra quem gosta aí de The Americans, tá incrível. Ela carrega nas costas essa
série, né? Porque ela é muito boa. A ajudante dela, a assistente dela é maravilhosa. O marido dela na série é um personagem muito bom. bom, né? A primeira temporada termina aí com gancho, então vamos ver o que acontece. O Prime Minister também é um ator muito conhecido aí de Black Mirror também, ele é muito bom. Então assim, cara, série, assim, tem que assistir, tá? Tem que assistir, muito bom mesmo, tá bom? Cara, eu esqueci, eu tenho One of Avengers, sim.
Teve um evento da Netflix muito bom, de Round Six, cara, pra promover a segunda temporada. Eles levaram a gente ali na... Puta, qual é aquele cinema clássico ali da Paulista? É o Cine Belas Artes. Cine Belas Artes clássico ali de São Paulo. O que eles fizeram? Eles fecharam ali a sala principal do cinema e eles exibiram o último episódio da primeira temporada na íntegra pra gente ali no cinema. Nossa, preguiça, hein? É, então, dá um pouco de preguiça.
Mas, cara, eu falo pra você, passa voando. É muito legal. E eles falaram, cara, é importante vocês terem esse conhecimento aí do que acontece. Porque a segunda temporada vai retomar muito ali próximo dos eventos da primeira temporada. Mas eles passaram o primeiro ano? Não, não. Porque, assim, acho que não está pronto ainda. Vai estrear, acho que no final do mês, ao final do ano. Aí eles passaram o último episódio da primeira temporada.
Passaram o trailer da segunda temporada, que tinha acabado de ser liberado. É. Aí, beleza. Aí, nisso, assim, eles chamaram uma galera ali, foi um evento pra poucas pessoas, acho que tinha quinze, vinte pessoas. Então, eles chamaram a galera que cobre televisão e chamaram também a galera que é muito da cultura coreana também, né? Então, tinha um monte de gente vestida ali de Round Six, foi bem legal.
E depois levaram, tipo, o mezanino ali do Belas Artes, onde eles fizeram meio que um eventinho com comidinhas coreanas, servindo bem gostosinho. Bem gostosinho. Tinha um menino lá que era um influenciador, acho que culinário coreano famoso. Aí, ele tava ensinando a gente como é que faz aquele biscoitinho do Round Six lá, que tem o triângulo, o quadradinho, a bola. guarda-chuva. Sim. E eles entregaram um biscoitinho pra cada um, liberaram o cronômetro pra galera soltar, né?
Pegar ali a agulha e liberar o... É, quem conseguisse primeiro intacto ganhava um voucher de duzentos reais pra comer num restaurante coreano famoso. Ai, que gostoso. Foi bem legal, cara. Quem é? Ah, uma menina lá que eu não conhecia. Eu não sei quem é. É. Mas a Foquinha, eu tava do lado da Foquinha, a Foquinha quebrou no primeiro frame. Ela passou a agulha e quebrou. Nossa, teria morrido. Já era. Sem estacol, né? Então, aí olha que azar, né? Aí eu segurei o meu, ele tava
numa caixinha. Eu não brinquei. Guardei e falei, vou levar pra minha mulher. Minha mulher vai gostar disso. Vou levar pra minha esposa Lu. Fiquei lá segurando, guardando bonitinho. Todo mundo gastou. Aí no final, Michel, você não usou não? Vou levar. Putz, boa ideia, eu devia ter feito isso. Cara, eu tava indo embora. Uma menina deu uma esbarrada em mim sem querer. Eu dropei a caixinha no chão. Esmirilhou o biscoitinho. Não é que salvou...
Cara, não é que partiu no meio. Esmirilhou a bosta do biscoitinho. Porque é um biscoitinho muito sensível, feito de açúcar. Cara, aquilo ali tem gosto de... Você tem uma ideia desse biscoito? Não, ele tem gosto de... Que é feito de açúcar ali também. Ah, algodão doce. Tem gosto de algodão doce o negócio. Caraca. De tão açucarado que é. Então perdi o biscoitinho, mas eu recebi uma dica de uma das assessoras. Tinha uma janelinha ali com um
monte de almofada. Eu falei, Michel, vou falar só pra você, tá? Eu gosto de fazer amizade com as assessoras de imprensa. As almofadas é brinde, pode levar. Eu falei, sério, sério. Eu fui lá, acatei uma almofada, todo mundo ficou mirando. Eu falei, gente, tá tranquilo, não tô roubando nada, pode levar. Ladrão! Pelo menos foi o que me disseram. E meti o pé. Ladrão! Então eu levei uma almofadinha lindíssima de João dos Seis pra minha casa. Tava no meu sofá. Ladrão! Ah, tá tudo certo.
Fazia a parte do... Fazia a parte da brincadeira. Fazia a parte. Tô bem legal. A Netflix, quando ela... E eu assim, ó. E eu tenho essa semana uma entrevista de uma série da Netflix que eu não posso falar ainda. Ah, não pode falar? Não pode falar. Porra. Que vai demorar um pouquinho pra estreia, mas traz mais pra frente. Que eu tô muito empolgado. Eu já recebi os episódios, assim, um mês antes da série ir ao ar pra eu poder fazer essa entrevista. E, cara, se prepare.
Essa série vai... Eu acho assim, existe uma grande expectativa pra essa série, mas eu acho que ela vai fazer mais sucesso do que eles imaginam. Tá muito... Eu chorei. Depois eu preciso contar que momento que eu chorei. Não, não conta. Não é um momento óbvio. Tem um momento óbvio de choro. Não foi um momento óbvio. Cara, sabe o negócio que te pegou de surpresa e inundou assim? Falei, caraca, cara. Foi muito emocionante. Foi muito, muito emocionante. Não conta.
Espero poder contar isso em breve. Se bem que amanhã, no meu Instagram, acho que eu vou fazer o story lá na entrevista, vai ficar... Vai aparecer. Ah, tudo bem. Então acompanha o Instagram do Série Maníaco, Série Maníaco TV. Eu acho que já vai estar lá esse momentinho. Eu vou mostrar ali a parede, o nome da pessoa, o nome do artista e tal. Boa, boa. Aí já vai dar pra saber já. Normalmente eles liberam fazer isso. Vamos ver. Tá bom. Tá?
Maravilha, me charou. Agora eu queria que você comentasse com a turma, contasse a história da série que Gabriel Sartre te recomendou. Uma boa série. Gabriel Sartre, nerdíssimo. Gabriel, a gente convidou ele pra vir hoje aqui, inclusive. Ele não conseguiu a agenda. Gabriel tá mais estrela do que pode pá, não quis vir aqui com a gente. Mentira, Gabriel é um gato, um amor aqui. A gente ama esse homem. A gente criou uma amizade aí, inacreditável.
A gente troca muita mensagem. E daí, né, na minha humildade, eu fui falar pro Gabriel assistir aquela série dos judeus ali que estão na relação Ninguém Quer. Falei, Gabriel, putz, cara, você que tá sempre aí com a sua esposa comentando, assiste Ninguém Quer, é gostoso demais, você vai assistir com a Paula, puta, feliz da vida, tal, tal, tal, beleza. Pô, obrigado aí pela dica,
caramba, vamos ver, tal. Preciso avisar o Gabriel Sater também que a mãe do Pedrinho, o editor do Série Maníacos, é super fã. Não, a mãe do Pedrinho, Gabriel, ficou louca por saber que talvez você viria novamente aqui. Ela falou, pelo amor de Deus, pega um autógrafo desse homem, eu preciso, não sei o que lá. Eu falei, não, a gente vai conversar com ele depois. Vamos pegar mais um CD autografado pra ele. Isso, é. Mas ele mandou uma mensagem pra mim, né?
Depois a gente fica trocando. Então ele falou, Bubu, cara, deixa eu te dar uma dica também. Meu Deus do céu, quem sou eu pra dar dica pra você? Ele é todo humilde e tal. Porra, cara, assiste Grosteria... Queria, aí, como é que é o nome do negócio? Grotesqueria. Grotesqueria. É uma série assim, assim, assada. Disney Plus. Cara, eu tenho uma parada que eu não sei explicar por que eu tenho isso. Michel, ele define bem essa minha...
Esse meu desligamento mental. Quando eu começo a escutar um negócio que eu me atraio muito... Eu tento esquecer pra tentar ver depois sem ter esse briefing. Eu tento, pá! E eu fiz isso com esse troço. O Gabriel começou a me descrever. Eu falei, caramba, vou gostar muito de ver isso. Eu quero ver. E deixei quieto. Deixa eu só aproveitar, que essa é uma série com nome difícil, né? Grotesquerie.
Tem muitas pessoas que assistem o Derivado Cast e não entendem o nome da série que a gente fala, principalmente quando a série é em inglês. Putz, é verdade. Então eu queria dar a dica pra vocês. Na descrição de todo o Derivado Cast, tem lá a minutagem com os assuntos e tem o nome escrito da série que a gente fala.
Tem o nome escrito da série. Então se você tá com uma dificuldade de entender qual é a série, é só ir na descrição do YouTube, você vai ver que ela tem todas as séries listadinhas bonitinhas. Bonitinha. Mas o Joãozinho vai por aqui, ó. Grotesqueria. Maravilha, tá aí. Vou dar trabalho pro João. Vamos pedir pra ele botar mais... Você botou esse, vamos botar mais um. Agora eu quero que você use uma imagem do Alexandre Bonfá. Tá brincando comigo? Não. Como zumbi no lettering escrito...
Grotesqueria. Caralho. Mais ou menos. Ele vai colocar aquele negocinho. Hoje não! Não, não, Jôzinho. É pra fazer. Hoje não! É pra fazer. Por dois motivos. Número um, esse Derivado Cash tá curto, tá fácil de fazer. Tá curto? Não sei se tá curto. E Alexandre Bonfá vai ficar muito feliz. Ah, vai. Nossa, o biscoiteiro francês vai ficar feliz. Então faz também o Alesinho Biscoiteiro. Faz mais um aí do Alesinho Biscoiteiro.
Joga na tela também. Mas enfim, aí o Gabriel passou esse briefing todo e, cara, esqueci. Esqueci qual que era o objetivo da série. Mas tem esse nome esquisito, tem aquela thumb meio... Porque, sei lá, tem um neonzinho e tudo. Aí dei o play. Na verdade, eu me preparei. Falei, amor, vamos deitar aqui na cama. Chamou sua menina pra ver com você. Sériezinha de crush. Você recomendou Ninguém Quer, uma série de comédia romântica que você falou que é recíproca.
Eu sabia que era alguma coisa de true crime e tal. Falei, ah, vamos assistir. Pô, The Night Off, boa pra caralho. Falei pra ela, você não gosta de The Night Off? É, alguma coisa desse jeito. Alguma coisa de crime. Eu falei, alguma coisa de crime, sei lá. Quis dar aquela maciada, né? Cara, quando eu comecei a assistir o episódio, eu falei pro Gabriel, o negócio é bom demais. Mas assim, a Sabrina já parou nos cinco minutos. Começou ali a cena de... Nossa, do jantar ali.
Quando ela viu o que tinha na panela. Não, ela nem viu isso daí. Se ela tivesse visto, ela não dormia. Mas olha que começou ali, ela já parou de ver e tal. Cara, a hora que eu terminei, eu falei pro Gabriel, eu falei, caralho, Gabriel, você termina o episódio, você tem que rezar, cara. O negócio é do demônio, meu. É pesado. Cara, é muito... Eu vou falar, eu gostei muito do primeiro episódio, eu quero ver, mas eu ainda não retomei. Eu tô assistindo, aos poucos eu tô assistindo.
Porque é pesado. Sabe Seven? Essa daí é... Fourteen. É muito mais. Não é Seven. Essa daí é setenta e mil. Puta que eu pariu. É forte. Mais uma série de terror do Ryan Murphy. Tá no Disney+. Vi o Ryan Murphy, eu falei... Será? Será? Eu deixei a Sabrina Ryan Murphy. Falei, é, não, o carinha que faz uns negócios meio aterrorizantes. Fica em paz aí. Pode assistir que é de boa. Bom, e a gente precisa enaltecer aqui também. A gente mencionou o Pinguim aí no momento de máfia. Ah, não.
O Pinguim está na sua reta final. Nesse próximo domingo vai ao ar o último episódio. É uma minissérie. Até o momento não existe planos de continuar a história do pinguim. O próprio Colin Farrell falou que por ele, ele não mete essa maquiagem de pinguim nunca mais na vida dele. Dá muito trabalho. Ele odeia usar maquiagem de pinguim. Começou gostando e terminou odiando. E talvez ele precise usar no Batman II. Com certeza. Eu acho. Bom, eu não sei se ele vai estar
vivo no final da série. Ah, vai estar. Acho que vai estar. Pinguim. Tem que estar vivo. Vai estar, vai estar. É, cara, e aí... Eu sei quem não vai estar no final. Quem não vai estar? A mãe dele não vai estar, né? Provavelmente não. Você já matou. Eu tenho até uma teoria boa sobre o que vai acontecer com a mãe do pinguim, tá lá no Série Maníacos, a gente tá fazendo a cobertura de todos os episódios lá. E esse sétimo episódio, a gente tem aí o flashback do jovem pinguim.
Aquela fofura, aquele gordinho, ó, saindo maciosa. Quando você vai imaginar aquela pequena criança, manca, gordinha, fã de musical, vai matar os próprios irmãos afogados, velho. Caralho, hein? Que pesada a parada, hein? Mas você achou que ele teve a intenção de matar? Não, acho que foi uma consequência. Isso, eu não acho que houve uma intenção de matar. Porque eu não sei se ele sabia que lugar ia alagar por causa da chuva. Se não tivesse chovendo, os meninos não iam morrer.
Mas rolou, no mínimo, uma displicência meio absurda, né? É, Rolon, foda-se. É porque assim, dá a entender, a gente entende muito bem, na verdade, não dá a entender, a gente entende muito bem, que ele não é o favorito da mãe.
Ele é o cara, ele é o diferente. Tem dois filhos saudáveis, lindos e tal, e tem ele, mais no escanteio ali, mais gordinho, com a perna, com não sei o que lá, e você vê que a mãe dele dá aquela atenção mais, porra, vai, caralho, e chega os dois lá, vai dar bronca, não dá, sabe aquela coisa de, Ah, desculpa, peguei com você, meu filhinho lindo, tal, não sei o que lá. E ele fica com aquela puta cara de porra, que merda.
Na hora que ele sai com os irmãos, ele ainda fica tomando bronca dos irmãos, os irmãos meio que praticam um bullying com ele, fazendo ele... Eles brincam ali naquele lugar e meio que fazem ele... Eles sabem que o pinguim não vai descer ali, que ele tem a perna toda fodida. Aí ele fala, ah, desce aí! Aí ele vai começar a descer, ah, esses são os cuzão, tal, não sei o que lá, e tranca eles lá. Quando ele vai pra casa, ele tem tudo que ele nunca tem.
Ele tem a paz de espírito de estar com a mãe e a mãe cuidando dele, secando o cabelinho. Então ele fala, mano, foda-se. Foda-se. Então, acho que tem uma coisa assim, não é que ele teve a intenção de travar eles e tava chovendo, mas tem aquela coisa de, puta, ah, tô preocupado com eles. Foda-se, eles se viram, sabe?
E não se virou, né? Estavam presos, travados, e a gente tem uma cena bem forte, uma cena que não é forte, assim, visualmente, mas é forte de, porra, você tá vendo duas crianças ali batendo e batendo e batendo e de repente a porta tá em silêncio. Morreu. Não, mas dá pra ver ele se afogando também. Dá pra ver? Dá pra ver. Eu não escuto. É, dá pra ver. Eu não escutei o blá-blá-blá-blá. Rola o... Rola o blá-blá-blá-blá. Caralho. Pesado.
Incrível o episódio. Tinha uma galera incomodada que esse domingo saiu mais tarde, a gente entrou às onze, em vez de às dez. É porque mudou o horário de verão nos Estados Unidos, né? É. Eu acho que o próximo domingo também vai ser às onze da noite. Fiquem atentos pra entrar no Max. Na semana que vem temos a conclusão de Pinguim, voltamos pra comentar. Mas assim, já podemos bater o martelo aqui, cara. Uma das melhores séries do ano. Melhor série do ano de dois mil e vinte e quatro.
Incrível a série. Até o momento. Ah, vamos ao próximo caso então. Então, outras duas séries chegaram ao final. Foi Only Murders in a Building, temporada quatro. E Ágata Desde Sempre, temporada um. Ah, vamos falar primeiro de Ágata Desde Sempre. Ágata Desde Sempre tá numa questão interessante que é o seguinte. Super. Quando ela foi lançada, ela foi lançada com a intenção de ser uma minissérie. É uma continuação ali de WandaVision.
Só que ontem a Disney anunciou que eles vão submeter a Agatha nas categorias de comédia e musical e não de minissérie. E isso dá a entender que existe a intenção de continuar a história, de alguma forma. Será? Eu acho que é uma estratégia boa da parte deles, porque a categoria de minissérie é muito complicada. Sim. Imagina a gata bater de frente ano que vem com... Pingüim, Irmãos Menendez.
Não dá. Talvez o White Lotus volte pra categoria de minissérie, porque não vai ter mais ligação com as outras temporadas. Então, assim, é um negócio meio complicado. Só que na categoria de comédia também tem o Urso lá. Então, de qualquer jeito... Você acha que eles ainda vão manter o Urso como comédia? Acho que sim. Acho que até acabar. Se eles vão manter como comédia. Vai bem, né? Ele tá ganhando. A melhor coisa que eles fazem é
isso. Então, eu tô interessado em saber se essa história vai continuar. Porque ela realmente, da forma como a temporada acabou, tem um gancho pra continuar a história. Eu não sei se eles originalmente pretendiam continuar essa história em algum filme. Esse gancho puxa em algum lugar. Não precisa fazer a segunda temporada. Cara, e assim, a série tem um excelente episódio, que é o sétimo. O sétimo é... excelente. Eu falei pra vocês aqui. Falou. Na semana passada.
Você levantou a série. Falou que a série melhorou muito por conta do set. Pode botar esse episódio ali pau a pau com os melhores outros episódios de séries da Marvel que tem, porque é muito bom. A lesão concorda, mas tudo bem. Só que conforme a série termina, ela termina de uma forma meio anticlimática, sabe? A... A Agatha vira um fantasminha e fica ali agora parceirinha com o Billy. Gasparzinho? É. Mas aí tem dois twists. No twist número um, a Estrada das Bruxas nunca existiu.
Era uma manifestação do Billy. Ou seja, o Billy tá ali com os poderes parecidos com o da Wanda, onde ele cria ali e manipula a realidade. Então, a Estrada das Bruxas foi uma parada meio Kaiser Soze, tá ligado? O suspeito. Ele pegou todos os elementos que tinha no quarto dele, assim, o quadro, as pinturas, os livros, formou a Estrada das Bruxas e fez todo mundo passear ali. Kaiser Sozou a Estrada das Bruxas, né?
Mas tudo bem. E também que a canção da Estrada das Bruxas sempre foi o golpe da Agatha. Ela usou pra absorver o poder de outras bruxas por centenas de anos. Eu não sei se isso faz sentido. Eu não sei se a música da Estrada das Bruxas ser um golpe da Agatha centenário faz sentido. Porque não é possível que ninguém ia pegar esse padrão que toda hora tem um monte de bruxa morrendo e a Agatha tá envolvida
com todo mundo e ninguém volta. não sei, eu acho que seria um golpe complicado de se fazer por centenas de anos e outra, quer dizer que toda vez que ela faz lá o círculo, todas as bruxas ficam puta com ela, todas atacam ela ela absorve, sabe, então assim tem que existir ali um padrão acontecendo que é muito difícil de se manter não é possível que, sabe, o mesmo comportamento em todos os covens rolou uma forçada de barra ali, sabe e o figurino também, do Billy no final ali como o Icano,
ficou meio vagabundo, cara. Ficou meio pobrinho ali, sabe? Ficou meio um cos pobre, sabe? Não tá legal. Eles quiseram fazer uma homenagem ali pra parte dos quadrinhos, mas achei que ficou meio pobrinho. Mas, beleza, essa é uma série que ela se propõe a ser baixo orçamento, sabe? Então, até faz mais sentido, porque, assim, aqueles cenários onde a história da bruxa era um
cenáriozinho bem vagabundinho. era um negócio meio de escola meio feio, mas agora que eu entendo que era uma manifestação do Billy uma coisa meio improvisada até isso é bom, faz mais sentido ajuda a série Mas, enfim, eu acho que é uma história bem esquecível. Bem esquecível. Mas, ao mesmo tempo, as séries da Marvel, elas não estão boas. Tem muita série e poucas séries boas. Quais são as duas séries boas da Marvel? Tipo, de verdade. Puta, cara.
WandaVision e Loki. Eu tô com uma preguiça de pensar. É, Loki foi boa. E WandaVision só. WandaVision foi muito boa. Eu acho Cavaleiro da Lua muito ruim. Aquela do Samuel Jackson também, como é que é? Ah, sim. A dos Skrulls, né? Que é a secreta, a bosta. É. Miss Marvel horroroso, She-Hulk, pior coisa da falha da terra. Até o Falcão Estudado Invernal, que a gente tem uma boa vontade por ser série de ação, também é ruimzinho, né?
Até ruim. Então assim, querer botar a Agatha no top três da Marvel é bem possível. É bem possível. Botar ela ali abaixo de WandaVieja e Loki, eu não tenho problema nenhum com isso. Mas mesmo assim, ainda é uma série bem mediana. Bem mediana, bem esquecível, né? É, eu não me animei em assistir, eu quis... Eu, pelo primeiro episódio, falei, ah, vou pular, escuto vocês falarem, se tiver uma coisa importante eu vou assistir, mas... Tô de boa, viu, Michel? É, né?
Tô bem de boa. Não, mas ela é uma série mais infantil mesmo. Inclusive, saiu o trailer da série lá nova do Star Wars, Skeleton Crew. Mas aí que tá, né? Ela tá com uma vibe bem infantil, bem Goonies. Skeleton Crew é uma série que eu vejo o trailer e eu falo... O primeiro trailer, quando eu assisti, eu não lembro se eu curti, mas esse segundo a gente viu ontem, né? Na hora que eu assisti, na hora eu bati assim, putz, isso eu vou assistir com meu filho e vou
adorar assistir com ele. Ah não, com certeza é uma série perfeita pra ver com o filho. Mas ali tá clara a intenção da série. O problema é você ver a Agatha, que é a grande bruxona de WandaVision, que é a melhor série desse início das séries de Marvel e tudo, que é a grande poderosa, que é a pessoa que tava ali por trás de tudo e tal... E a gente começa a assistir Agatha e cai numa série infantil. Por quê? Isso foi uma surpresa.
Eu esperava que Agatha fosse uma série de terror, mais pesada, bem infantil. Se fosse o ao contrário, uma série pesada, mais adulta, mais terror, eu ia querer muito assistir. Eu ia querer muito assistir. Mas essa vibe de comédia besterolzinha, de infantil, mas não é, sabe? Ah, que delícia, cara. O problema é que a série é boba e eu acho que não houve a intenção de ser boba. Ela é boba porque ela é mal dirigida. Essa que é a parada. Tá acontecendo muito isso com a Disney.
Mas, vamos lá. Segue o jogo. Então, mas o Skeleton Crew, então, essa está animada. Essa eu estou. Essa eu estou muito animado. De onde locam as crianças no espaço. Essa eu estou muito animado, mas porque a intenção está clara da série. Então, assim, eu vou ver a série de coração aberto. Sabe o que eu tenho pensado, né? A Lucasfilm é um estúdio muito esquisito. Eles têm ali o nicho deles. Eles falam, o nosso público é esse. Vamos fazer uma série para
outros públicos. Eu entendo você querer expandir o seu público, porque o público de Star Wars é muito fiel, ele é muito grande, mas ele realmente é feito por homens mais velhos. Esse é o público de Star Wars, por fato. Eles mesmos já assumiram isso. Mas se você pegar os últimos projetos deles, se você pegar a Colarte agora e o Skeleton Crew, são projetos feitos para outro público, que não é para o core deles. Por que os caras não querem fazer uma série que dá dinheiro, velho?
Qual que é o problema desse povo? Por que que os caras querem o próximo filme, o filme da Rey, também não é pra esse público? O que que acontece? Por que que os caras não... Qual é a rejeição que eles têm com o público deles, cara? Não sei, cara. Porque eles poderiam fazer muito dinheiro, eles poderiam ter hits atrás de hits, se eles atendessem o público. Cara, pega o exemplo de Deadpool e Wolverine, os caras atendem o público deles. Os caras atendem o público deles. E é sucesso.
E é sucesso. Qual que é a dificuldade de você alimentar o seu público que tá ali fiel há tantos anos, que tornou essa franquia a franquia mais popular de todo o tempo? Cara, o Alesão... É muito difícil. Porque assim, eu acho legal ter esse cara do Tom Cruise, até acho legal... Eu já falei pra vocês, tem muita coisa na colete que eu acho do caralho. A série, no geral, é esquisitíssima, mas tem sacadas ali boas. Mas por que não faz simultaneamente esses projetos que você...
Importante abrangir o público, atingir... Por que você não faz isso também pra galera que tá aqui, ó? Pro seu corpo, pra sua audiência fiel. Qual que é a dificuldade de atender essa turma, cara? Por que essa rejeição tanta? É um negócio que eu... Às vezes eu perco o sono pensando nisso. É desesperador, cara. Ou você perde no meio do caminho também, como foi Mandalorian, né? Começa fazendo... Exato. Faz aí duas temporadas que tá ali e de repente começa a mudar o caminho. Por quê?
Por quê? Tamo vendo o Mandalorian ir embora, falar tchau pra gente. Caraca, velho, é um problemácio isso aí. Cara, o Alesão me deu uma HQ que é um conto ali, né? Algumas histórias do Darth Vader, né? E é bem violento. Eu queria muito, cara, que tivesse ali uma história, uma minissérie Uma minissérie, cara. Seis episódios, pode ser. Não precisa ser oito, não. Do Darth Vader do capeta, cara. Porra, ia ser animal, cara. Imagina um Darth Vader pra
maiores de dezesseis, sabe? Fazer uma série dele passando fogo em todo mundo, dele violentão, ele em conflito com ele, ele criando o Kyber Crystal dele, que tem uma história maravilhosa de como foi. Porque é isso, né? Essas contradições. Que a menina lá, ela tá com a raiva, o Kyber Crystal dela sangra. A história do Darth Vader pra fazer o Kyber Crystal dele sangrar, ele não conseguiu. Demorou pra caramba, foi um puta de uma dificuldade. Sim, é uma história bem legal de
ver. Então assim, porra, tem coisas, cara, que a gente quer ver. Aí entra o que você fala. O público é muito claro, é muito fácil agradar. Por que inventar roda, cara? Vai saber. É um negócio que... Talvez só com o dinheiro infinito a gente consiga entender. Não, só quando a Kathleen Kennedy sair do comando a gente vai saber o que aconteceu. É. Bom, e Only More Design and Building encerrou sua quarta temporada também com a revelação do assassino ali no penúltimo
episódio. Eu até fiquei esperando ali ter um segundo assassino, mas não tem realmente. O lance é... Por que eles falaram que tinha que ser duas pessoas? Porque o sniper vai lá, passa uma pessoa no bloco da frente... E, ao mesmo tempo, ele precisou ali... Para ele chegar no outro prédio, é muito rápido. Não daria tempo.
Tem que ter uma segunda pessoa. Só que, como o cara é um assassino dublê, ágil, do parkour, o cara foi pelo lado de fora da janela, deu a volta e conseguiu cortar caminho rápido. Ele tem muita habilidade. Enfim, é toda uma pataquada, mas é uma pataquada muito legal. Only Mourners in the Build é uma série super gostosa de se assistir. Já está renovada para a quinta temporada. É uma das poucas séries, atualmente, que ela é muito...
Você pode confiar nela. Sim. Todo ano vai ter dez novos episódios. A receitinha dela tá ali, né? Não, é assim, ela é uma série com uma constante que hoje, o que era padrão antigamente, você ter novas temporadas todos os anos sem falha, hoje já quebrou. Você não consegue ter temporada seguida de Anéis de Poder, de Casa do Dragão, de The Boys. Você sempre tem um ano de gap, né? Esse cara não tem gap. Todo ano tem dez novos episódios.
Acho isso bem legal. Traz um conforto que eu acho que tá faltando hoje em dia na indústria. Não poderia recomendar mais. Você é um mercenário safado de ter assistido a quarta temporada de Only Mars in the Building. Sou. Eu nem vou tentar a cobertura para o ano que vem, por causa da sua desplicência. Mas eu vou ver. Eu só não vi ainda. Eu vou ver. Eu queria falar que Only Murders in the Building tem uma semelhança com The Bear. Porque todo artista gosta de participar.
Você vê The Bear e você vê Only Murders in the Building, você pode esperar grandes participações. Acho que tem essa semelhança de os artistas gostam dessas duas obras. Você quer saber quem é o morto que termina no final da quarta temporada para ser o mistério da quinta? É. Porque, obviamente, tem um assassinato ali no prédio deles todos os anos. Spoilers! Quem morre ao final do último minuto do décimo episódio da quarta temporada é o porteiro ali deles.
O porteirinho aparece morto no chafariz. Mentira. Mataram o velhinho. Mataram o velhinho. Zelador, né? Zelador. Zelador da lesão. Foi. Meu querido Zelador foi pro saco. Virou comida de peixe. Agora vão ter que descobrir quem matou meu querido Zelador na quinta temporada de Olimpíadas em Debil. Eu vou assistir, cara. Quero assistir. Mentiroso. Muito bem, amiguinhos. Não deixem raipar o episódio do Derivado Cash. Peguem seu celularzinho, se inscrevam.
Dê like e compartilhe com os amiguinhos esse episódio maravilhoso. Beijo para o Alexandre Bonfato. Semana que vem ele está viajando. Beijo para a Gabriel Sater. Beijo para todos vocês que nos acompanham. E até a próxima. Adiós.
