POLÊMICAS, RISADAS E AVENTURAS ÉPICAS! VOX MACHINA, RIVAIS, CORINGA 2 | DERIVADOCAST #393 - podcast episode cover

POLÊMICAS, RISADAS E AVENTURAS ÉPICAS! VOX MACHINA, RIVAIS, CORINGA 2 | DERIVADOCAST #393

Oct 10, 20241 hr 47 min
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🎯 Fala, galera do DerivadoCast! Antes de mais nada, queremos contar com vocês para ajudar o canal a bater a meta de 20k inscritos até o fim do ano! Então já se inscreve, ativa o sininho e vem com a gente nesse episódio recheado de discussões épicas! 🚀🎧 Neste episódio, Michel Arouca está curtindo sua lua de mel, mas o Alezão e o Bolseiro seguram as pontas com debates fervorosos! 🎙️🔥 Começamos com o retorno triunfal de Vox Machina, trazendo aventuras épicas na 3ª temporada! 🛡️✨ Em seguida, falamos sobre o novo filme da Zendaya, Rivais, que está cheio de drama e intensidade. 🎬💥 E se você é fã de terror bizarro, não pode perder nossa análise da animação Uzumaki no Max — que está deixando até o mais corajoso com os cabelos em pé! 😱 Agora, um ponto polêmico: Alezão gostou de Coringa 2! Sim, ele curtiu muito o filme, mesmo com a maioria da galera achando o contrário. Será que ele está sozinho nessa? Descubra o que ele tem a dizer! 🤡🔥 Outro destaque vai para nossa review exclusiva e super detalhada do Bolseiro, o especialista máximo em Tolkien, sobre a temporada final de Os Anéis de Poder. Se você curte a obra de Tolkien, essa parte do episódio é imperdível! 🏰📜 E por fim, comentamos sobre O Poço 2 na Netflix, que só o Alezão parece ter gostado! 😂 Mas a discussão está imperdível para quem curte debates sobre filmes que dividem opiniões. Então, já sabe: aperta o play e vem curtir com a gente esse episódio cheio de risadas, polêmicas e insights únicos! Se inscreve no canal e nos ajude a alcançar a meta de 20k! 🎯👑 00:00 - Abertura 01:17 - Arouvengers 22:05 - React do Trailer de O Astronauta (Max) 27:02 - Vox Machina - 3ª Temporada (Prime Video) 42:49 - Uzumaki (Max) 45:57 - Rivais (Prime Video) 50:17 - O Poço 2 (Netflix) 58:44 - Os Anéis de Poder - Episódio Final (Prime Video) Instagram - https://www.instagram.com/obolseirooficial/ Youutube - https://www.youtube.com/@UC8JwxpOs5YgF1qWBA9d8uRg 1:29:55 - Coringa: Delírio a Dois 1:43:28 - Onde Está a Wanda? (Apple TV+)

Transcript

Música Música Música É o Derivado Cast começando pra vocês! Estou aqui com o meu melhor amigo que está no Brasil, que você já o conhece, mas vou apresentá-lo mesmo assim, começando por ele, Bruno Clemente! E aí, Lezinho? Gostei de ver, hein? Que alegria, que empolgação. Comeu uma saladinha de fruta e tomou um café, ficou o Beetlejuice do Red Bull. É porque você come uma mão, você vai ali e resolve tudo que está te matando. por dentro, né, meu amor? Você tá no poço agora?

Gosta de mamão, Sandra? Adoro, como todo dia de manhã. Galera do poço é radical, né? É radical, né? Vamos falar de Poço Dois aqui, a Lezinho viu, maratonou e assistiu inteirinho. Tô pra dizer que esse Derivado Cast vai ser o Derivado Cast mais polêmico da história. Mais louco porque a gente vai gostar de tudo que todo mundo tá detestando. Então vamos lá, começar o derivado pelo quadro, o bloco que a Lesão mais ama, que é o Arovengers. Bem-vindos! Aê, Bubu! Energia, Bubu, energia!

Aê, energia! Cadê o Michel, né? Com a faquinha. Aê, aê, aê, energia, Bubu, energia! Cara, esse final de semana, Lezinho, eu ia te ligar pra te convidar pra almoçar com mamãe e família. Tô sabendo que a gente ia almoçar junto esse final de semana, Bubu. Ah, é? Por quê? É, ué, porque a gente combinou. A gente combinou? Combinou. E aí? E aí não deu certo, né? Fazer o quê? Você não ligou? Porque aconteceram eventos do dia a dia. É, é triste.

Mas eu, né, fui lá domingão e falei, vou levar minha mãe num lugar que ela há muito tempo foi, não vai mais, e eu quero levá-la. Tá? E eu levei ela no Barbacoa. Caraca, no Barbacoa, Rodízio. Rodízio, Barbacoa, lá no Itaim. Cara, botei no GPS, meia horinha, vamos lá brilhar. Votamos, né? Eleição, vota lá, tal, não sei o quê, partiu. Você vota no Itaim? Não. Chegamos no barbacoa, tinha gente saindo pelo ladrão. Motorista veio, boa tarde, boa tarde.

Como é que tá aí, meu querido? Ele falou, olha, é de duas horas e meia a três horas. Que isso? Sabe o que eu fiz? Mudou de restaurante. Claro. Óbvio. Óbvio. Aí na hora ali a gente dá uma pesquisada. Não dá pra ficar três horas esperando pra comer. Pois é. Na hora ali a gente dá uma pesquisada, tal, não sei o quê. Começou a andar pelas ruas do Itaim, que tem muito restaurantinho ali. E descobrimos um restaurante argentino. Que, meu querido... Podemos ir hoje? Podemos.

Que coisa boa, cara. Caraca. Que coisa boa, Lezinho. Eu pedi uma carninha, ó, já começa a vir aquela coisa, né? Primeiro começamos uma saladoca, né? Pra dar aquela limpada na serpentina, né? Pra dar aquela... Pra dar aquela alfalfada no estômago pra receber aquela carninha gordurenta, né? Então pegamos uma saladinha de entrada, gostoso. Mas era rodízio também? Meu filho pegou uma empanada, não, aí é alacarte.

Alacarte. Cara, e daí, da mesa, eu conseguia ver a parrilha lá, aquela churrasqueira, com aquele carvãozinho, aquela brasa, parecia que você tava olhando pro inferno. Tipo fazendo a churrascada, assim. É, não, absurdo. E o carinha lá preparando tudo. E, aparentemente, eu não vou lembrar o nome do restaurante, mas, aparentemente, é um restaurante meio antigo, meio tradicional, porque aqueles garçons que você fica... Você vê que eles estão...

Quebrou o copo. Que eles trabalham ali há muito tempo e tal. Aí eu perguntei pro cara, né? Falei, ó, qual que é o corte aí da casa? O que que melhor serve, né? Eu pedi molejas. Você já comeu molejas? Molejas é aquela... É a glândula pituária do boi, né? Isso. Nem existe isso. Você tá inventando palavras. Cara, é uma delícia, cara. É uma delícia, cara. É, isso eu comi no Pobre Juan. Olha aí. E quem me indicou foi meu grande amigo Michel. Adoro molejas.

Caraca, cara. Comi uma molejinha. O Michel, o nosso Michel? Não, o Michel da Dileta. Ah, é bom explicar, né? Porque Michel aqui no nosso ecossistema é o Michel. Michel Kuznir, meu amigo da Dileta Solutions de Campinas. Cara, a primeira vez que você coloca na boca uma molerras, é um negócio esquisito, né, cara? Porque ele tem um gosto meio de um torresmo, numa panceta, mas tem uma textura mais macia de carne.

Não sei, Bubu, como é que é? Explica pra galera o que você sentiu quando você colocou na boca uma molerra. Eu como molerras já há muito tempo. Ah, desculpa aí. Caro pra caralho esse negócio. Caro nada. Porra, velho. Molerra é glândula, é resto do boi, pô. É, tem nada de caro. Foi, sei lá, quarenta pilas, veio um monte de molerrinha lá. É, a molerra, ela, quando, ela tem várias formas de preparo, assim, que as pessoas fazem. Nesse restaurante, ele veio, assim, uma chulepona, assim,

tirava um toletão e vinha. Eu conhecia, tradicionalmente, cortado em tiras. Eu também. Eu não tinha comido meio orelha, meio orelhona. A moleha, a hora que você põe na boca, ela não é uma textura desagradável. Ela é uma textura gostosinha, tipo uma carninha macia, bem macia, bem molinha. É, mas com gosto de panceta. Mas tem um saborzinho diferente de tudo. Eu não acho igual a panceta, não. Mas parece meio gordurenta, o negócio é assim. Então, cara, essa que eu comi

estava meio gordurenta. Mas a que eu comia na minha infância não era gordurenta, porque eu não gosto de gordura. Eu não sei se é alguma coisa no lugar que eu ia na minha infância, que era um pouco diferente. Preparo. Mesmo essa que eu comi, que era um pouco mais gordurenta, que talvez lembre um pouco a panceta por causa da gordura, ela tem um saborzinho característico dessa glândula. É uma coisinha meio... Não sei, não sei descrever. Cara, é uma delícia.

É um sabor diferente. Só que o lance é o seguinte, quando eu comi a primeira vez, eu veio uma, comi, nossa, caralho, delícia, delícia. Aí eu pedi outra. Aí eu acho que esse foi o erro, cara. Só quando você fica com aquela cara meio verde, eu falei, caralho, acho que deu uma exagerada nesse negócio. É forte essa. comida? A comida tradicional argentina, não a comida tradicional, mas o churrasco tradicional argentino, né? A como é que fala? Que vem um pouco de cada coisa, é isso.

A parrilhada. A parrilhada, é parrilhada mesmo, né? Parrilhada. Eles vêm com vários miúdos, né? Então tem o intestino de bezerrinho, tem as molerras, o intestino é uma delícia, cara. Ah, não, o que que é? Nunca comeu? Não, acho que é bucho, né? Não é bucho? Não, não é bucho, é intestino. Ah, é? Eles pegam o bezerrinho que nem nasceu direito e mata o bichinho. Faz o intestino dele. É cruel, é cruel o negócio. É gostoso. Eu pensei, é como o bucho também é intestino, né?

Não, bucho é o bucho, né? É o estômago. É, acho que é, né? A buchada de bode. Eu não sou muito ligado nessas coisas, cara. Só nesses miúdos aí, coração, rindo. Coração é uma delícia. Coração de boi? Puta que pariu. Nossa, cara. Bifinho de coração? Você não comeu um bife de coração? Eu lembro que tinha um carroceiro que passava. Língua, gosta de língua? Língua, gosto um pouquinho, mas também... Eu gosto de comer sem que me falem que é, sabe?

Come aí, eu vou comendo, vou achando que é outra carne, até gosto. O que eu não gosto desses miúdos é dobradinha. Dobradinha. dobradinha não vai dobradinha não é o estômago também dobradinha ou é o intestino não sei a dobradinha eu lembrava o cheiro de dobradinha minha mãe fazia muito tinha um cara que era o seu Zé que era o carroceiro que passava na rua de casa quando era criança cara e é sério ele vendia esses miúdos de boi numa carroça Ele passava com os cavalos, ali com um cavalinho,

ele puxava e ele abria, cara. Tipo, a carroça era fechada, mas ele abria. E tava ali em umas bacias. Porra, aí tinha lá o fígado, não sei o que lá. Minha mãe falava, vê o bucho, vê o miolo, vê não sei o que. Aí botava na cozinha de casa e olhava aquilo. Porra, mas era tipo o Hannibal mesmo, né, cara? Eu falei, nossa. Aí ela começava por essa dobradinha, aquele cheiro esquisito da dobradinha fazendo. Eu falava, ai caralho. A dobradinha é muito ruim, cara.

Mas tem gente que adora, né? O que eu gostava muito, porque a dobradinha geralmente vem acompanhada de arroz e feijão branco. Isso. Eu adorava pegar o arroz branco, colocar o feijão branco, o caldinho ali da dobradinha e meter queijo ralado. Aí fica uma delícia. Agora a dobradinha... A dobradinha não podia ter um pedacinho lá que eu pulava fora, cara. Eu não queria nem pegar o caldo

desse negócio. E eu gosto muito dessas coisas tradicionais, desses pratos tradicionais argentinos, que é a morsija, que é aquela linguiça de sangue, né? É, que é o chouriço. É o chouriço... É o chouriço tradicional mesmo. Dezão, inclusive, adora. Eu adoro a morsija adocicada. Eu acho ela maravilhosa. E eu lembro que o Pedrinho, né? A gente tinha ido no NB Steak. Fui eu, o Michel e o Pedrinho. Não lembro se era aniversário dele. A gente levou ele lá pra comer.

Mas vamos lá, Pedrinho. Vamos pagar pro senso. E eu falei, Pedrinho, aqui tem a morsija, cara. Ele, o que é a morsija? Eu falei, é uma linguiça diferenciada, tal. Experimento. Depois eu te explico um pouco melhor. Cara, ele cortou um pedacinho. Cheirou, achou gostoso. Porque ela tem um cheirinho adocicado, um temperinho e tal. A hora que ele botou na boca, ele começou a mastigar. Aquele negócio cresceu na boca dele.

E ele mastigava, ele fez assim, ó. Cara, eu não lembro se ele engoliu ou se ele cuspiu. Eu só sei. Cuspir não dá pra cuspir, cara. Ele virou pra mim e falou, cara, foi uma... Tipo, meio chorando, assim, sabe? Aquele negócio que você fala, quase. Eu falo, cara, uma das coisas mais nojentas que eu comi na minha vida, que eu experimentei na minha vida. É nojento? Cala a boca, o negócio é mó gostoso. Pô, a gente ensina tripa com sangue, pô, não tem como ser ruim.

Não é tripa. Toda linguiça é tripa. A casca de fora é tripa. Mas o dentro é isso. É uma linguiça de sangue mesmo. Cara, é uma delícia. Vai tomar no cu. Tem nozes, tem umas coisinhas lá, uns temperinhos. É muito gostoso. Eu gosto, cara. Eu desde criança sempre comi essas coisas e eu não acho ruim, não. Mas é isso, Alizinho, então a gente foi lá... Aí pegou qual que foi o corte principal, Bubu? Então, o rodo e não sei o que lá. O rodo e bife. Buta, também tava uma delícia.

É miolo de alcatra, basicamente. Mas, cara, mas o rodo e bife é sensacional. Tava muito bem feito o preparo. Assim, eu pedi pra dois, eles já separaram pra três. Cara, deu um bifinho... A gente tava num lugar que eu costumava ir, lá perto da Alameda Santos, ali. A gente tava no Itaim, né? É, tava no Jardins, né? No Jardins, isso, cara. Será que não é... Como é que é? La Casarilha? Porra, cara, é um lugar bem bonito. Parece uma vila do Chaves, assim, bem decorado.

Não, não. Cara, cara, esse restaurante eu acho muito, muito bom, cara. Mas assim, Lezinho, resumidamente, não é que eu... Uma indicação aqui, porque é isso. Restaurante de carne em São Paulo tem muito. É um restaurante argentino muito bom. Argentino tem um em São Paulo que é muito bom, que é aquele três, quatro, oito. Puta, é uma baita de uma indicação aí, três, quatro, oito. Caro, hein? Muito caro. Mas eu gosto pra caramba de

comidas argentinas. Eu tenho certeza que você ia adorar, Lezinho. Acho que eu já falei no último derivado, né? Eu tô me apegando à Argentina, cara. É. Em tudo. Séries. Eu peguei uma lista, depois até coloquei. Inclusive, eu fiquei surpreso com você não ter respondido o nome da verdade com o que porra é essa, essa semana. O que que era? Era o zelador. Ah, eu não vi. É, você não viu? Não, eu não escutei ainda. Eu acertei. Ah, você acertou? É, acertei.

Só que eu tô disputando com mais um lá pra ver se eu vou ter o direito de resposta. Ah, caralho, não ouvi ainda. É, pois é. Eu ia falar justamente disso, cara. Cara, eu tô me apegando à Argentina, pô, em filmes, em séries, você já falou. Você citou a série da Neblina, lembra? Sim, pô. Você falou que tem uma série que vai ser foda na Netflix. Essa série, cara, eu não sabia que era exatamente isso, mas era do Eternauta.

Cara, um monte de gente até comentou e eu já tinha feito a encomenda do Eternauta. É um quadrinho da década de cinquenta, sessenta. É um dos quadrinhos mais famosos argentinos. E a editora Pipoca e Nanquim tá lançando uma edição especial agora que vai sair dia dez de outubro. Achei bonito, viu? Inclusive comprei, vai dar uma surpresa, né? Mas comprei uma edição pra você. Aí, Alesinho! Caramba, que da hora. Cara, e é da hora mesmo, que custa duzentos e cinquenta pau essa edição.

Que bom que é ter amigo rico, né? Caralho, cara, mas é que eu... Cara, é um negócio, é uma chaproca, é argentina e, cara, e é da série daqui da Netflix. Tá vendo em espanhol? Não, eu leio em português. Ah, que bom. Em português, cara. Eu consegui ler isso aí. Não, cara, você vai adorar. Esse aí é um livro, realmente, capa dura pra ficar na estante de casa. Que da hora. Agora que você tá tão apegado à Argentina, posso te dar uma

dica? Assiste, né, Edbio, o Jardim de Bronze. Ah, já assisti. Já assistiu? Já assisti, assim, ou o piloto. Assisti o primeiro. Gostei. É bom também, hein? Gostei. Uma baita série, cara. Não, e falando em Argentina, né? Porra, a gente vai falar daqui a pouco do Poço. Não é Argentina, mas é o ganhador da Argentina. Isso é muito bom, né? Sempre bom ganhar da Argentina.

Mas, cara, eu peguei a lista de todas as séries que eu assisti do dia primeiro de setembro da primeira de outubro até trinta de setembro. Certo. Do ano passado até esse ano, que eu anoto todos os episódios, dou uma nota pra todos os episódios no banco de séries do meu grande amigo Alex Palombo. Certo. Cara, e aí, pra minha surpresa, as três, e aí é separado por temporadas, tá? Pra minha surpresa, as três primeiras são argentinas. Olha! De todas as séries que eu assisti.

Olha que eu assisti coisa pra caralho, cara, nesse último ano. E aí tá lá. Primeiro, a primeira... O Gelador. Primeiro lugar, o Gelador. Segundo, O Zenador. A segunda e a terceira temporada. É que uma foi no final do ano passado e outra no começo desse ano. Não, são temporadas diferentes. Por isso que eu falei. É separado por temporada. E o terceiro, o Faz Nada. Cara, que eu adorei também. Ah, o Faz Nada. E se pegar entre os vinte, ainda tem lá o do museu, que também

está entre os vinte melhores. Então, estou apegado realmente, cara, a esse lance argentino. A indústria do cinema argentino é muito boa, é muito grande, é famosa. Tem muita gente do Brasil que vai para lá produzir conteúdos com eles, porque é barato fazer lá e eles são muito competentes. Então vale a pena dar uma chance aí para todos os conteúdos argentinos. E agora a gente precisa ir para Buenos Aires. É isso, cara. Cara, Buenos Aires eu já fui. Eu sei que você já foi, mas você

iria comigo para Buenos Aires? Iria para Buenos Aires. E iria para Bariloche também. Bariloche era um lugar que eu fui muito piquetuxo. Piquetuxo. Porque lá tem uns esqueminhas da neve, na época de nevasca e tal. Eu esquio muito bem, não sei se você sabe. Deve esquiar. E você, Elisinho, o que você fez de delícia no final de semana, já que você está aqui falando?

Cara, sabadão, como a gente não almoçou junto, eu acabei escolhendo um restaurante também de carne lá em Campina chamado Irata. Você já ouviu falar do Irata? É o que pulou do... O P não veio? O pai dele era fanho. Irata. Irata. Qual que não é um restaurante, pai? Irata. Já vai ter um comentário. Você não deveria fazer esse tipo de piada porque é capacitismo. Gente, brincadeira, tá? Aí nós fomos no Hirata, que é um restaurante, evidentemente, de

japoneses, mas de carne. Cara, que eu ia desde que eu era criança. Eu lembro de ter tipo três, quatro, cinco anos de idade. Na época que, óbvio, não existia celular, não existia nada. E a gente ficava brincando com o saleiro e podia ficar andando ali pelos corredores do restaurante. Ia com meu pai, com a minha mãe. Cara, eu amava o restaurante. Certo. E o restaurante, a Lu até vai rir quando ouvir isso aqui, mas tá lá, tá no cardápio. Eles foram os criadores da

salada de rúcula. Caraca! Caraca, cara, tá lá. Como assim? Porque antes do, sei lá, há cinquenta anos atrás, o comum era salada de agrião, salada de alface. Não era tradicional ter salada de agrião. Gosta da zona do agrião? Gosto, porra, a zona do agrião é uma delícia, né? É uma delícia, né? Aí uma vez eles foram comprar agrião e lá no mercado de Campinas falaram o seguinte, pô, não tem, cara, não tem agrião, mas leva rúcula, que fica gostosa a salada também.

E eles levaram e os clientes começaram a gostar mais da salada de rúcula que agrião e começaram a fazer a famosa salada de rúcula com tempero especial, que depois o chefe dele saiu e montou o rancho, depois do rancho montou... Cara, tem vários restaurantes que acabaram derivando desse irata. E eu não sabia nem que o Irata tava aberto ainda. É um pedaço de Campinas lá que eu não costumo passar, ali no Parque Industrial, São Bernardo, esses lugares assim. Cara, e eu passei, cara, e tá

bonito, reformado. Porra, sabe esses restaurantes bem tradicionais ali, garçom, vestido com garçom, tudo que do jeito que a gente gosta, bobô. Não tem QR Code. Não tem QR Code. Cara, tem aquele cardápio meio que parece que digitado no Word mesmo. Não tem foto. E os pratos exatamente como eram. Pedimos ali a saladinha de rúcula, um torresminho pra comer junto, depois uma... Salada de rúcula com vinagre de vinho. Isso, exatamente. Exatamente, que faz parte do

tempero especial. Eu gosto muito de salada de rúcula com torresmo e pão. Você pega a salada de rúcula, bota um torresmo, um pão e come. Caralho, eu adoro isso. E pizza de rúcula, você gosta? Gosto. O Hirata que inventou também? Não. Aí eu acho que foi a Montebello, que é outro restaurante de Campinas. Tudo em Campinas, caralho. Forrest Gump é de Campinas. Campinas, inclusive, inventou também o lanche Boca de Anjos, você sabe, né?

Boquinha de Anjos. Isso eu descobri quando a galera de São Paulo não sabia o que era... É sanduíche boca de anjo. Sim. Caralho, cara. Eu acho que era você mesmo. Eu? Eu descobri que você... Vamos pedir um lanchinho boca de anjo? Que isso, olha. Boca de anjo. O que é boca de anjo? Boca de anjo é o lanchinho que você pega. Depois você descobri que não é comum no Brasil inteiro ter um boca de anjo. Não é. Cara, e pegamos ali, cara. Picanha gigante ali. Ali, óleo.

Gostosa, cara. Porra, cara. Você já comeu no filé do Moraes? Já. Porra, é muito bom também. Absurdo, né, cara? É muito, muito bom. Outra dica aí pra quem tá vindo de São Paulo, Filé do Moraes. É um filé exote dessa altura, com um alho torrado em... Mas não pode depois ter evento, né? Porque você vai comer um alho e vai ficar com aquele puta bafo. Especialmente eventos românticos. É. E vem com rúcula, não é? Vem com rúcula.

É rúcula. Pegou a do Hirata, trouxe pra São Paulo e serviu aqui com a salada de rúcula. Nossa, o Lezinho Moraes hoje, vamos? Porra, eu topo. Eu topo, cara. Topa o que você quiser, Bobo. Toma aqui onde você quiser e nós vamos hoje. Então vai. Menos a Tamarutaca húngara. Isso aí caiu do nosso... Olha que decepção, cara. Cara, isso aí acabou. Os pratos favoritos da minha vida. O Fasano foi cortado aqui da nossa... Não é Fasano? Não. Fasano, você tá louco? Como é que chama o negócio?

Rufinos. Rufinos, cara? Fasano. Cara, eu já meti o pau do Fasano pra pelo menos umas vinte pessoas com essa história. É que nem o Shopping Eldorado e o Shopping Morumbi, né? Exato. O Shopping Morumbi é uma bosta. Não é o Morumbi, é o Eldorado. A lesão sempre vai pro Eldorado quando é no Shopping Morumbi. Muito bom. Cara, muito bom. E depois, a gente vai falar daqui a pouco, eu fui assistir com a Lu Coringa. Meringa dois, fui pra galeria, curinguei com a Lu.

Puta dia gostoso, cara. Um dia muito bom. E domingão, né? Porra, aquela delícia. Deitadão em casa, descansando, continuando, comprando os

pacotes de viagem. Queria agradecer a todas as pessoas que mandaram dicas do que fazer em Paris, do que fazer em Bordeaux. Qual que é o melhor lugar pra ficar, onde não ir. Pô, e um beijo especial pro meu grande amigo Koi, Rafael Koi, do nosso grupo, do Borde, que ele vai, ele já comprou uma passagem, ele tá indo de Luxemburgo, onde ele mora, até Paris só pra me encontrar. Pra passar um dia. Com ele, com a mulher dele, vão passar um dia com a gente lá em Paris.

E mandar mais um beijo pro meu primo Fabinho, irmão do Rafão, que também vai estar lá no dia cinco em Paris. Pra passar uma noite, pelo menos, com a gente lá, que é o último dia. Olha que bonitinho, uma noite em Paris. Uma noite em Paris. Olha... Ah, então vai encontrar muita gente bacana. Eu queria muito dar um pulinho lá em Monte San Michel. Eu tava com essa ideia fixa. O Koi já falou. O Koi já falou. O Koi já falou. Cara, não vai.

Não vai, porque, puta, é longe. Você vai perder pelo menos dois dias indo pra lá. Como eu vou ficar só cinco dias em Paris, cara, não dá. Não vai dar muito certo. Não dá, cara. Você vai perder. São dois passeios diferentes. Você tem na Euro Disney, né? Euro Disney eu tenho que ir. E é caro, hein? É caro. Tudo é caro. Eu até cheguei para o Henrique, estou meio tentando... Vamos mesmo. Pô, filho, você está querendo o quê? Não quer deixar para Orlando, Estados Unidos. Nossa, cara.

É caro. Mas parque é caro, né, Bubu? É caro. Não tem muito o que fazer. Mas vale a pena. Vale, né? Vale a pena. Eu acho que, cara, o negócio é esse. Vai ser um passeio multidisciplinar. Isso aí. Multiatividades. Muito bom. E é isso, Bubu. E agora eu tô aqui, o Bubuzinho, gravando esse Derivado aqui, delícia, especial, cheio de novidades, cheio de opiniões polêmicas pra vocês. Derivado proibidão. Proibidão. Sem Michel é proibidão. Proibidão. Então tá. Então vamos lá, Lezinho.

Vamos começar. Quero começar o Derivado de uma forma diferentona. Sempre, claro. Porque nós temos uma grande amiga. Você aceita? Aceito. Vamos falar um recado da Vivi? Falar que não vai mudar alguma coisa? Não, você pode ficar em silêncio enquanto eu falo. Não, eu gosto da Vivi, por favor. Traga a Vivi para o Derivado Cast. Cara, deu muito certo, porque eu entrei aqui no estúdio, a Vivi mandou uma mensagem aqui.

A Vivi, para quem não lembra, ela entrava com a gente lá no palco central quando a gente fazia o programa Fogo no Rabo. Fogo no rabo. Tivemos um programadinho, inclusive, participava muito com a gente. Como é que era o nome do aplicativo lá? Ai, caralho, você sabe que eu tava tentando lembrar? Aquele aplicativo só de áudio. Daqui a pouco vem o nome desse aplicativo. Mas também eu vou falar, né? O negócio ele subiu, cresceu... Ficou milionário e morreu.

Do jeito que ele subiu, ele desceu. Era um aplicativo só de áudio. Só áudio. Você entrava e tinha as lives. Todo mundo conversava. Assisti uma palestra sobre isso agora no Web Summit. Justamente o sucesso de uma startup e o fracasso. E a queda. Não soube continuar o produto. Daqui a pouco a gente pega sound de qualquer coisa. Daqui a pouco a gente pega clube... Clube House. Clube House! Aê! Porra, Clube House. Cara, a gente fazia o fogo no rabo do Clube House.

O Dinho tava lá, a gente falava sobre Superman e Lois. É verdade. Nossa, Superman e Lois, era mó legal. Pô, e a Vivi tava lá com a gente sempre e ela mandou esse recado mega caprichado pra gente. Alesão! E Bubu? Não tem Bubu aí. Não tem, mas estudei. Eu coloco por conta aqui. Tudo bom por aí? Dia dezoito estreia no Max a série do Astronauta. Meu noivo que escreveu e dirigiu. Dois foguetinhos, um monte de foguetinho.

Caraca, que da hora. Desde a pandemia que está fazendo essa série, não vi a hora de finalmente compartilhar com vocês. Olha aí. Vou te encaminhar o trailer. Caraca, ela mandou o trailer aqui. Pô, astronauta, vocês sabem, é um personagem da turma da Mônica. Pô, ela fazia aquelas histórias mais contemplativas. Tem, se não me engano, quatro ou cinco álbuns da MSP, da Graphic MSP. Sim. Cara, e são histórias realmente malucas de ficção científica.

Tem histórias que envolvem viagem no tempo, histórias que... outros universos. Puta que ele fica preso numa nave espacial. Quer dizer, você já leu, né, Bubu? não, astronauta não vou trazer pra você então que eu li com o Henrique já e assim, é uma outra roupagem que o astronauta era aquele gordinho coisa e tal da Turma da Mônica e agora ele tá lá, com uma cara mais séria com uma cara de astronauta mesmo você topa vir aqui fazer um

react? vai lá, manda aí mãe, tô de saída ó gostei do desenho porra, foi abduzido Eu não sei o que aconteceu com você. E enfiaram a sonda nele. Eu queria entender mais o que aconteceu comigo, mas... Não é todo dia que alguém é abduzido e volta com uma roupa alienígena pra casa pra se tornar o grande astronauta da brasa. É a voz da Vivi ou da Mel Lisboa? General Alves, temos um

problema. O apagão de proporções devastadoras que atingiu o Brasil e outros países da América Latina segue em diversos estados e regiões. A gente nunca se deparou com uma situação como essa, senhor. A gente precisa embarcar naquele foguete. Toda noite eu tento descobrir o que aconteceu comigo. Eu tô cansado de brincar de soldadinho do espaço. Marco Piguás. Sim. A série da sereia lá. Eu consigo todas as respostas. Mas Piguás, você tava em The Boys, não tava?

Quanto tempo você acha que a gente tem? Tá na série da sereia. Nenhum. Não há o que ter medo. Agora somos... O Astronauta. Porra, cara. Legal pra caralho. Gostei, cara. Eu vou falar, eu sou muito fã, né, de... Animação, animação. Turma da Mônica, era colecionador, cara. Fico muito feliz que chegou essa nova roupagem, né, junto com a gráfica. Muito bom. Muito legal. Parabéns, Vivi. Parabéns. Esse é o esposo que dirigiu, roteirizou. Eu perguntei aqui, qual o nome dele, Vivi?

Mandou aqui, ó. Roger Kizze. Roger Kiss. Pô, nome desse, hein? Caralho, vamos ver. Vamos stalkear aqui o Instagram dele. Gato, hein? Você pegava aqui o noivo da Vivi? Não, para com essa brincadeira, Lezinho Muito bom, Vivi Vamos lá, dia dezoito de outubro Nós estaremos lá assistindo O Astronauta No HBO Max E é bom que o Max tá precisando fazer coisas Tá precisando E falando em animação, Alexandre Bonfá No Prime Vídeo entrou a terceira temporada Do nada A gente sabia

Como você sabia? Ué, tava lá, avisando, né, quem entrar e tal. Porra, eu não sabia, cara. Entrou Vox Máquina, uma das melhores animações aqui do nosso gosto, derivado Anocast, né? Cara, se tem uma coisa que eu amo é Vox Máquina. Cara, Vox Machina tá entre os top dez séries que eu mais gosto na vida. Ah, eu gosto demais. Cara, eu também tava vendo meus rankings ali pra fazer o ranking do ano, cara, e eu falei, caralho, como é que é possível? Tá lá, cara, oitavo, nona série.

Cara, porque eu lembro as emoções sentidas em episódios passados, né? Porra, as batalhas, porra, o quase perder, os personagens que morrem também. Então, cara, é muito foda, cara. E assim, uma coisa que é muito legal é que, todo mundo sabe, né? Quem não sabe, Vox Machina é ali de uma turma que jogava RPG, né? Do Carnival Row, né? Critical Row. Critical Row. Carnival Row o que que é? Outro, né? O que que é Carnival Row? Roll é uma série. Ah, Carnival Roll é a série de

fantasia. Critical Roll. Critical Roll é o nome do grupo de jogadores de RPG, de dubladores profissionais jogam, eles jogam no sistema D-Vinte, que é o mesmo sistema de A, D e D. Boa, Alessandro. Jogam regras de Dungeons Dragons e eles fizeram essa campanha. Começaram a fazer, depois começaram a gravar e aí agora eles chegaram ao cúmulo de existir arenas onde eles fazem as sessões das aventuras de RPG. E as pessoas E as pessoas compram ingressos pra ir assistir. Caralho, cara.

É demais. E assistindo Vox Machina, a gente consegue ver a evolução dos personagens. O Alesinho, que é o nosso nerd RPGista aqui, né? Ele pode trazer mais propriedade pras coisas que vão acontecendo durante a série. Porque é isso, você vê os personagens que eles estão ali numa aventura, aí eles vão crescendo, eles vão ganhando poder, eles vão ganhando armas, eles vão tipo, artefatos. Então, cara, é muito legal ver quando dá certo uma jogada, quando dá errado uma jogada.

Então a gente tem nessa terceira temporada o início de relacionamentos que estavam ali com aquela atmosfera, mas não ia pra frente. Então você tem o pistoleiro lá com a Elfa, o Percival, ela jogou o dado, ele jogou o dado, deu dez e sentaram a vara lá. Deu vinte, né? Os outros dois lá foram jogar, deu um, né? Puta batida na trave, forte, né? Isso logo no primeiro beijo lá atrás, né? Deu uma pitoca, já viu o vislumbre do futuro mais macabro que podia haver.

Aí pronto, não posso pegar ela. Aí broxou de vez, né, cara? Já destruiu o relacionamento dos dois. E é legal você ter começado por esse ponto, né? Que é alguma coisa que a série não tinha explorado ainda. Não tinha. Tava tendo os sparks ali, tava tendo as faíscas, mas não tinha de fato juntado nenhum personagem. Aí o bicho pegou, pegou. Porra! A Vex pegou lá o Perci. Pela Dex. Não sei como arrebentou a cama, né? Então, os dois pela Dex, montou

em cima, sentou. O Perci é o meu personagem favorito da série. Ah, é? O Perci é o teu favorito? Cara, porque o Perci... tem muitas camadas, né? Ele tinha segredos obscuros, ele é um inventor, ele tem menos poderes físicos, né? Muito mais inteligente. Cara, eu gosto do Percival. Você seria o Percival? Assim, os personagens que eu criei de RPG até hoje, eles eram muito mais parecidos com o

Percival do que qualquer outro. Eu sei o Dan, por exemplo, o meu amigo, meu cunhado, coisa e tal, sempre ele fazia os personagens mais parecidos com o Grog. Sempre é forte, ou no mundo de Tolkien ele seria um anão. Então quando tem um personagem forte, bruto, que resolve na pancadaria, o Dan sempre fazia assim. Eu sempre preferia fazer personagens mais inteligentes. E tem gente que gosta de fazer personagens mais hábeis, como os elfos e tudo mais.

Eu seria o irmão da Vexx. Isso, exatamente, porque você gosta de ser mais habilidoso. Olha lá, jogador de aircraft, né? O Bubu realmente tem tudo a ver. A sua parada é muito mais destreza do que inteligência, mais ex do que equi. É isso, cara. Então dá pra ver realmente que tem muito das fichas dos personagens ali. E como eles são um grupo de pessoas mais velhas, jogadores aí, você vê que tudo assim, numa faixa etária de jogadores experientes, as brincadeiras são

inevitáveis. E eles trazem essas brincadeiras pra animação. Então dá pra ver que é muita coisa que tá sendo jogada na mesa, na sessão de jogo. A piadinha que era uma puta negócio ali de momento, acaba virando pro jogo também. Cara, isso é divertido. Cara, é isso que diferencia o que é um roteiro frio, escrito por alguém que tá ali fazendo, do que a transcrição de um jogo de mesa de RPG pra dentro de uma série de animação, cara. É, cara, a Vox Máquina é uma delícia do começo ao fim.

Entraram três episódios, agora vai ser semanal, né? Não sei se vão ser oito ou dez episódios. Não, se for a mesma coisa do que nos anos passados... Vai de três e três? Vai de três, três e quatro, né? Puta, será? Ah... Ou três, quatro e quatro. Ah, eu não quero que seja assim, porque daí já acaba logo, né, cara? Dá uma tristeza, né? Os três assistiram uma paulada só. É, com certeza. Cara, é muito foda. E assim, os ganchos sempre são muito bons. E o roteiro voltou muito pau na

máquina, né, Bobo? Sim. Porque teve uma, acho que da segunda pra terceira temporada, essa aqui é a quarta? É a terceira. É a terceira. Então, da primeira pra segunda... Ah, não, também foi pau na máquina. Foi tudo. É verdade. É que tem alguns momentos ali dentro das temporadas que dá um sossego. Fala assim, beleza, resolvi aqui essa... Essa aventura, né? Esse momento, agora, pô, sei lá, salvou a terra lá do Percival. Pô, agora tá todo mundo tranquilo. Aí é como se começasse uma nova

aventura. Vem o rei, chama, agora vocês têm que ir até tal lugar e começa de novo. Essa não, cara. Tá no meio da pegada... Os dragões estavam lá pra atacar, então tem aquele dragão, tem o dragãozão, que parece um rinoceronte. Os dragões, eles querem botar pra quebrar mesmo. E a aventura nessas três primeiras episódios é eles continuando indo atrás dos vestígios. Isso, estão atrás de uma armadura que resiste a fogo de dragão, né? Isso, porque precisa.

Inicialmente parecia que a armadura estava com a Ripley, que é uma personagem recorrente, né? Que já estava lá, que era a cientista-chefe lá do mundo do Percival. Isso. Que você vê que realmente é o mundo mais rico até hoje, né? Que está lá, que é um mundo que foi liberto. Eu até confundi a hora que ela apareceu a primeira vez com a irmã do Percival, porque eles são parecidos, né? Tem o cabelinho, tem a mancha no cabelo e coisa e tal. Esguia, alta... Mas aí a Ripley voltou.

Com a mesma arma, né? Ela tá lá meio que... Ela tá... Tem um dragão que tomou o corpo dela, né? O Tordak. É, o Diabo é a entidade que tava nele, né? Antes, no Percival. Ah, puta, eu não lembrava disso. É, ele era possuído por essa entidade. Aí saiu dele e foi pra ela. Ele conseguiu eliminar a entidade. Ah, verdade. Só que daí volta que essa identidade não morreu e dominou a outra. E ela que tá lá dentro. É, ela tá lá dentro. É draconiana, né?

Você vê que tem até figuras draconianas ali. Sim, sim. O Tordak, inclusive, a voz dele foi feita pelo... Pelo carinha que morreu, né? Lance Riddick, lá. Ah, é? Não, não peguei essa. Em memória do Lance Riddick. Ah, não peguei essa. Cara, então ele faz as vozes no episódio um e três dessa temporada. E é muito foda, porque a armadura não tá lá, e aí vem aquela coisa clássica de RPG, né?

Você tem uma aventura pra ir, tem que viajar, é labirinto, é caverna, não sei o que lá. Quando acha uma coisa, puta, que encadeia outra coisa pra fazer, tá? É, o legal é isso, né? A história... Eu assisti a animação que tem na Netflix, que é do Zack Snyder lá, aquele que participa, dirige e tudo. Como é que é o nome dela? Crepúsculo dos Deuses. Crepúsculo dos Deuses. Eu assisti o primeiro também. É, conta a história mitológica dos deuses gregos e tal, né?

Então temos Zeus, temos Thor e tudo. Então mostra a história da Sigrid, que é uma... É uma filha de gigantes, que ela é uma híbrida, né? Que a mãe não era gigante, então ela ficou pequena. Então ela sai em busca de um amor da vida dela, em busca de alguma coisa. Ela descobre um cara lá. Então você vê que é uma historinha linear. Tem aquela receitinha do Zack Snyder, tipo de Verbal Moon, que ela tem que formar um grupo, que esse grupo...

Ela quer matar o Thor, que o Thor matou a família dela inteira. Então ela vai nessa jornada em busca da vingança. Então, é uma coisa que vai acontecendo linear. Você já sabe o que vai esperar. E o Thor era do mal mesmo nessa série? Não é que o Thor é do mal. Cara, é muito foda a série. Ah, é? É muito foda a série, cara. É uma animação... Pô, agora eu fico com preguiça no primeiro. É muito foda. O Loki parecia ser do bem e o Thor parecia ser do mal. Na verdade, assim, eles são deuses.

O Loki é traidor, o Thor é o fodão, o deus do trovão. Ele quer matar, ele mata. Ele quer comer, ele come. Ele faz o que ele quer. Foda-se, é um deus. Odin é foda pra caralho. Mas ele é bem menos virtuoso do que ele seria em qualquer história do Thor da Marvel, por exemplo. Então, o fim dessa primeira temporada, porque dá o gancho pra segunda... Ah, tem essa ainda. É que o Odin vê a queda dos

deuses gregos e vê o nascimento de Jesus. gregos não nórdicos é os nórdicos ali tá mas ele vê que a gente tem a Jesus chegando ele tem uma visão ele tem uma bruxa aqui ajuda ele tem uma visão e ele tem esse vislumbre que tipo o próximo Deus vai ser Jesus é tipo Deus americano todo mundo vai venerar e tudo exatamente eles estão eles estão embaixo atende o lema de muitos é que a gente não teme Deus a gente não tememos os deuses tal

Cara, é legal pra caramba. É um desenho extremamente adulto, tem cena de sexo, pegada mesmo, tem trissau lá. É foda. O primeiro episódio já parece o cara, parece um cavalo. Puta que pariu. O que é isso, Bubu? Tá uma jeba, né? Caralho, o cara ajoelhado, ele sente se o piso tá frio ou não. Exatamente, cara. Ali me humilhou. Ali a gente não sabe onde colocar a cabeça, literalmente.

Na cueca, no caso. Mas eu tô dizendo tudo isso... Já com uma quick review aí do Crepúsculo dos Deuses, trazendo em comparação com Vox Machina, que é uma excelente animação do Crepúsculo dos Deuses, só que ela é linear. Você vai esperando as coisas acontecerem. Vox Machina é isso. É um jogo de RPG que a aventura vai acontecendo e você espera a hora que vai ter uma jogada que vai dar errado. Você torce pra uma jogada dar certo e às vezes não dá. Então, cara, é muita

reviravolta, é muita zoeira. Tem um humor, tem uma graça. Não é pra ser engraçado. Mas tem uma coisa que é muito mais assim... É a vontade. É o que você falou. Não é que teve um roteirista que criou... Cara, é uma transcrição roteirizada, óbvio. Tem uma adaptação ali, tem um negócio. Mas é uma transcrição de uma história que eles já viveram. E a gente vê esses personagens crescendo. É muito legal. Eu fico me imaginando como mestre. Imagina, eu sou como mestre, beleza.

Você chegou lá, não é U, é coisa ruim. Eu sou como mestre, eu fiz a historinha, bacana. Eu lembro de você falar isso. Vocês vão chegar dentro da cidade, aí na cidade vocês têm que roubar, entrar no castelo e roubar o item X, o artefato X, antes de encontrar lá a Ripley. Aí você é o jogador que joga com a Skailan, certo? Aí você descobre que a sua filha está na cidade. Aí você fala assim, não, eu não vou lá roubar, eu vou pegar

minha filha. Aí eu olho o meu roteiro ali do jogo que eu tinha feito, não tem lá, Bubu vai querer ver a filha, porra. Fudeu minha história, né? Caraca, beleza, daqui pra frente o Bubu, vou ter que criar tudo. Aí eu falo assim, puta, eu tenho que criar um bar que tá lá, eu tenho que criar uma apresentação, vou ter que gravar tudo na minha cabeça, cara. É o que a gente chama de RPI, sabe? É o Rolling Play Instantâneo. Aí você tem que ter uma criatividade muito foda.

E mais do que isso, para uma história ter coerência, o que você fez tem que acabar casando ali na frente. E aí o que faz? Chega lá, aí você tem um senso de urgência para ir ajudar o grupo, aí você não pode conversar com a sua filha sobre os seus remorsos que você tem, aí você volta, aí na hora que você está dando em cima da Anazinha lá também, da Pike... Cara, aí você acaba meio que dando em cima dela porque confunde os sentimentos. Cara, tudo isso faz sentido, mas numa coisa que não era

originalmente preparada. Sim. Cara, então, cara, isso é muito foda. E outra, né? Também tem esse lance, que ele se desvia ali dessa história. A gente tem ali o Percival abrindo mão, né? Tipo, ele meio que se colocando à frente do grupo pra tomar as dores e ser julgado ali e culpado. Foda, foda pra caralho. Então a gente correu o risco de perder o Percival. Sim. Só que daí, é isso. Numa jogada lá, o outro ele vem e salva, né?

Porque é bem essa coisa de tipo, puta, foi um dado que deu certo. Que ele, opa, pera, contestação aqui. Tirou da onde essa contestação? Aí a espada dele, o artefato dele, mostrou a visão que prova que ele é inocente e tal. Agora, é óbvio, né? Um grupo de tantos anos jogando junto, cara, a chance de um personagem desse morrer é mínima. Agora eu vou falar como mestre também. Isso, isso que eu ia te falar.

Porque você já me desabafou de histórias que você estava há anos e você tem que matar um personagem. Porra, cara. Imagina só o seguinte. Por que o mestre joga com aquela screen na frente dele? Os jogadores erroneamente acham que é pra fuder. Na verdade, joga pra proteger. Imagina que eu tô jogando contra você, você já tá ferido, eu jogo e tiro um vinte. No inimigo te atacando, ele te mata. Aí eu jogo assim, tiro a vinte, eu falo assim, é oito. Pronto, aí errou. Cara, errou.

Sabe, ou ele erra ou você morre. Sabe, então quando você tem um grupo que tá grande, que porra... Não é interessante que o grupo morra. É óbvio que o master vai fazer alguma coisa ali pra... pra coisa continuar. Não tem VAR, né? Não pensa que o mestre vai querer te fuder, cara. Ele tá jogando o dado escondido que é pra te ajudar. Porque se ele não estivesse ali, cara, ele tinha que te matar. Eu queria desabafar aqui uma coisa no DerivadoCast agora. Ninguém sabe. Ninguém sabe.

Ninguém sabe. Um ano atrás, dois anos atrás, não lembro quando que foi. Eu tava conversando, provavelmente por causa de Vox Máquina. Eu tava conversando com o Pedrinho. E a gente tava falando de RPG. O Alisão fica convidando naquele convidar mais ou menos, né? De fazer uma aventura, de jogarmos e tal. Convidando, convite real.

E eu falei, vamos gravar, desde o começo, uma história nossa, a gente jogando e fazendo, criar um grupo e tal, e gravar e criar um canal novo, sei lá, e a gente vai publicando essa história, cara. E o Alesão, puta, vamos, nunca foi pra frente. Nunca foi. Foi mais um dos projetos, né, que a coisa não caminha. Eu fico triste com isso, porque a gente tava bem animado, eu e o Pedrinho, criamos um grupo disso daí.

É verdade, criamos. É. Criamos, não foi, mas a gente teve umas ideias bem loucas, né. É, teve, mas não conseguimos jogar um dado. Não jogamos nem sem gravar. Nem um dadinho, né, Lezinho? Nem um dadinho, é verdade, Bubu. Ó, Bubu, então pra encerrar esse bloco delícia de animação, é astronauta, é vox máquina, é crepúsculo dos deuses, cara, eu queria dar uma dica, mas pra pessoas que têm algum tipo de perturbação mental. Cara, tem um desenho, cara, chamado Uzumaki, que tá no Maxx,

E é legal, né? Porque, tá vendo? A gente criticou tanto o Max... Você já deu um aqui que foi perturbador, que foi daquele cachorro do demônio lá. Cara, é mais perturbador. Meu Deus! É sério, cara. É um cara... O Junji Ito, cara, ele é... Não sei se você lembra dele na CCXP. Lembro. Ele fez um puta alvoroço, cara. Sim. Ele fez painéis, ele tava lá no palco central do Omelete o tempo inteiro. Não, que o Joãozinho ficou desesperado lá pra conversar com ele. Isso! Exatamente, cara.

É um cara que ele tem um fandom aqui enorme. Sim. Cara, eu vi, inclusive, eu tava lá na livraria Leitura, esse final de semana, tava com a Lua. Cara, tem uma prateleira lá enorme só dele. Cara, realmente ele tá fazendo um sucesso, tá no hype. Entrou um desenho no Mac chamado Usumac. Cara, basicamente é uma cidade que começam a aparecer espirais no céu, na água, na costa das pessoas. Pintas se transformam em espirais.

E esses espirais começam a mexer com a cabeça das pessoas e começam a engolir os corpos das pessoas. Meu Deus! Mas, Bubu... Eu queria que você assistisse essa série três e meia da manhã, que é o horário que você gosta. Cara, é sério, cara. E falaram pra mim, eu queria agradecer a pessoa que deu essa dica, foi num dos comentários aqui do Derivado, e deram a dica pra eu assistir com o meu filho Henrique. Meu Deus. Cara, é sério, cara. O Henrique... Não dormiu.

Pô, ele falou, que isso, pai? Você quer me traumatizar? Porra, cara, é tipo, foi castigo isso aqui? É uma desdica que você tá dando. Porra, cara, eu vou falar. Não, cara, pior que... Agora eu dei o play ontem, mas acabei dormindo, cara, no segundo episódio. Porque são só quatro episódios. Cara, e você fica com uma obsessão por esse desenho, Bubu. Eu falei, cara, eu preciso saber, é tão bizarro, é tão louco, e tem um traço, é preto e branco, então tem umas esquisitices que você fala

assim, porra, onde isso vai dar? Ao mesmo tempo, ele é um universo real, como se fosse uma cidade japonesa que existe mesmo, com estação de trem e coisa e tal, e tem alunos de um colégio, de um high school... Cara, e assim, as coisas estão acontecendo ali, alguns estão ficando apavorados, outros não. Mas é um desenho do capeta, vou falar pra você. Cara, tem uns conteúdos, séries, filmes, que às vezes não são bons, mas eles têm uma fórmula que a gente tem que ver até o

fim. É interessante isso, né? Não, Agatha é outra história. O que eu quero dizer é assim, esse daí que você está falando, ele te atrai. Você sente uma atração em ver aquilo até o fim. Você vai até o fim. Vamos falar do Poço também, que vai muito nessa linha daqui a pouco. E eu ia falar de rivais, porque entrou no Prime Video um novo filme da Zendaya. Pô, esses rivais eu tô muito afim de ver, cara. Rivais, cara, tem ali o nosso

Príncipe Charles, né? É o cara que fez o Príncipe Charles novinho, o ator que fez ele. Tem um outro que eu não reconheci de onde que eu assisti ele já. Mas é um filme que não é um filme absurdamente caro, que são praticamente três atores ali o tempo inteiro que você fica assistindo. Conta a história de... Esse aqui é um filme de talaricagem, né, meu amor? É um filme de três jogadores de tênis. A Zendaya é uma excelente

tenista. E os dois são amigos de infância que são tenistas, jogam juntos desde sempre, ganham torneio em dupla. E eles, numa noite, eles estão ali para, no dia seguinte, vai ter a final, que é um disputando contra o outro. E um dos brothers vira para o outro e fala, cara, vamos na festa da Adidas? Que vai estar a tenista delícia lá. E não, cara, amanhã é final, tal, não sei o que lá. Não, mas a gente já combinou que eu vou deixar você ganhar a final. Não tem problema.

Porque ele falou que a avó dele ia assistir. Ah, ganha a final, foda-se, não tô nem aí, tá ligado? Eles já ganharam lá em dupla, pode ganhar de simples lá que eu não me importo. E daí eles ficam, puta, não, tal, aí eles veem a Zendaya, né, o outro amigo que tava falando não, ele vê ela jogando ali, acho que na TV, em algum lugar, e caralho, tá bom, eu quero ir na festa. Ah não, eles tão no jogo, eles tão no jogo que vai rolar e,

puta, eu quero ir na festa. E na festa, eles tão ali, aquela molecagem e tal, não sei o que lá, a Zendaya aparece... Eles, ô, tudo bom, tal, pô, a gente é a dupla, não sei o que, ah, legal, como é que vocês estão, tudo, é o fogo e gelo, né, é, pois é, quem que você acha que é quem, e ela dá aquela sensualizada, rola um climinha, tudo, e nisso o pai da Zendaya chama, ah, vem cá, preciso de você aqui, tudo, e ela sai. Aí os dois, puta que pariu, e agora?

Ah, perdemos a chance, né? Agora a gente vai aparecer desesperado, tal, não sei o que lá, então vambora. Aí eles não vambora, ficam na porra da festa até o último minuto, ela aparece, eles chamam ela, ficam ali sentados conversando com ela um tempão, rola uma atmosfera boa, e a festa vai acabar, então tchau, tchau, tchau, ali ó, a gente vai pro nosso apartamento, tá no quarto tal, se quiser vai encontrar a gente lá. a gente tem cerveja.

Aí ela olha assim, até parece e tal, não sei o que, e vai embora. Aí os dois estão no quarto, de cuequinha, dando risada, fumando, bebendo breja, não sei o que lá, aquele puta clima de macho, né? Aquele cheiro de testosterona nojento e tudo. E um falando, puta, se ela vir, como é que vai ser? Quem que vai comer ela? Quem que não vai? Como é que vai, não sei o que lá? Porra! É, porra, mas como é que a gente divide isso, não sei o que lá? Ah, mas se ela vier, ela não vai

vir? Você tá maluco, não sei o que lá? E... Caralho! Aí um olha pro outro. Não é possível. Voltei pros meus catorze anos de idade. Aí eles começam a colocar a roupa, tentar arrumar rapidinho, abre a porta e é ela. Cara, aí rola um triçalzinho delícia. Então não é de talaricagem? É, não, é... É isso, é um filme que você não consegue parar de ver, cara. Não! É um puta filmão. É meio Woody Allen, assim. Aí você tá vendo, eles estão ali meio que se pegando os três juntos e tal.

Ela faz eles meio que se beijarem uma hora. E pronto. Ela tá aqui, beija um, beija outro. E começa a língua em três, assim. De repente, lá faz, os dois estão se beijando. Aí os dois, ai caralho. Aí ela, ah, então tá. Eu vou embora, não sei o quê. Aí um vira e fala, não, eu quero o seu telefone. É o outro, eu também quero o seu telefone.

Aí ela Olha pra eles Quem ganhar a final amanhã eu dou o telefone Aí ela sai do quarto Um olha pro outro Você vai deixar eu ganhar amanhã, tá combinado Cara, isso foi há muito tempo atrás Ele e minha avó, velho. Foda-se tua avó. Que morra de infarte essa filha da puta. E agora os caras ficaram até de madrugada na floreiragem, bebendo que nem os filha da puta, fumando. Vai ser um puta de um jogo bom isso aí. A final foi pegada. Eu não vou contar quem que pegou

o telefone. E isso desdobra pro futuro. Caralho, cara, gostei. Cara, é um filme muito legal. Ele meio acaba assim, meio... Acabou, sabe? É meio Wolfs, assim, meio Lobo. Acaba e você fala, ah, acabou. Mas é legal. A jornada do filme é interessante, é divertida, tá? Caraca. É isso aí. Bom, já que você falou do Rivais, vamos falar do Poço. Vamos falar do Poço? Vamos falar do Poço, né? Porque tá em alta o Poço. Tá em alta. Tá em alta ou tá em baixa, né? Acho que tá em baixa. Ah, entendi.

O primeiro filme foi muito aclamado, né? Ah, o primeiro filme, eu lembro que tava no meio da pandemia. A gente tava gravando ainda, até vi o derivado anterior, né? A gente não tinha nem vídeo, né? A gente gravava ainda só com... Ah, é? Só na frequência? Só na frequência, calls, exatamente. Cara, eu lembro que a gente adorou. o outro filme. Mas o final deixou a gente sempre naquele negócio. Puta, será que aconteceu? Será que não aconteceu?

Eu tive a sorte de estar com o meu cunhado, com o Anibão. Cara, ele fez uma palestra, psiquiatra, ele fez uma palestra sobre o Poço. No ano passado e coisa e tal. Grupos de estudo para debater o que foi o Poço. É uma recriação de uma mentalização. Todo esse estudo bem cabeçudo mesmo sobre o que tinha sido o filme. Ele tinha assistido o segundo. Eu falei, eu vou assistir de novo para conversar com ele no almoço do dia seguinte. A gente foi no Estância Grill no domingão. Delícia.

Cara, eu vou falar, o filme dois, ele vai passando e a sensação é exatamente a mesma do primeiro. Cara, é aquele puta filme esquisito, aí você tem dois personagens que entram dentro do poço, você tem as regras aonde você tem a comida, você vai descendo. Tem um elemento que eu não lembro se tinha no primeiro, que era você escolhe uma comida, todo mundo entra e escolhe uma comida. O Aníbal falou que até tinha no primeiro também. É, não lembrava disso também.

Só que o lance é, existe uma regra criada entre as pessoas do poço, que não é uma regra do poço, não vem do governo. É uma regra... Eu entendi que eles criam tipo uma seita ali dentro. Mas não faz parte do primeiro? Não. Não, porque não acaba. Esse personagem que eles falam, o profeta, sei lá como é que era o nome, não é o cara do primeiro? Não, o lance é o seguinte, o grande spoiler é esse, né? Vamos chamar o spoiler aqui? Spoiler. É porque eu não vi tudo. Cara, não.

Mas é exatamente isso. Mas você sabe. O que foi isso? É que o filme dois é um prequel do filme um. Ah, ele é um prequel? É. Porque o filme um, ele comenta sobre acontecimentos que estão acontecendo nesse filme dois. Caralho. O gordinho do filme um, você lembra que tinha dois personagens, o magrinho e o gordinho, que ficavam juntos no mesmo andar. O gordinho mais velho. Esse gordinho mais velho aparece no final do filme, ele entrando. Então, cara, é aquilo ali.

E ele comenta no filme um, que ele fala assim, ele fala assim, pô, teve a Revolução Libertária, alguma coisa assim, alguns meses atrás, alguns anos atrás. E é justamente o que passa nesse filme dois, que é essa Revolução Libertária, que eles criam regras ali dentro, que é basicamente o seguinte, você escolhe uma comida pra comer e você só pode comer o que você escolheu. Isso. Aí o cara comeu pizza. Ele pediu pizza. Então vai comer pizza toda vez. Pizza, pizza, pizza.

Outro escolheu amoras. Fudeu. Uma ameixa, outra é pizza. Então você vai comer ameixa toda vez. Se você comer a comida do outro, você tem uma rede de comunicação que você vai ver. Fica vigiando assim, ó. Porra, bubu, é pizza? Ô, bubu, você pegou a asinha de frango. Isso. Fudeu. E por que eles fazem isso? Porque, cara, se cada um comer o que escolheu... Acabou. Chega no andar de R³³³. É. Que na minha cabeça, desde o primeiro filme, é três, três,

três, é a metade do inferno. Três, três, três. Meia, meia, meia. Aí ele vai descendo aqui assim. Mas não adianta muita coisa essa seita, porque sempre chegava ali no cento e cinquenta e já sei nada. No começo até dava certo, mas depois vai zoando. E o que acontece? Se você pegasse a comida de alguém, os dois andares de cima desciam no elevador para arrebentar o seripau. Matar, fazer tudo. Cara, essa é a parada. E você não podia desrespeitar em

nada a lei. Por exemplo, são os quatro de cima que descem pra matar o cara de baixo. Não é os seis. Porque senão quebra a rede de comunicação. Tinha toda uma cara, toda uma regra, toda uma estrutura da seita que é feita com o cara que ele tá tampado os olhos lá, que ele perdeu os olhos. Não vou contar pra você como que ele perdeu os olhos, mas mostra. Ele comeu. Tem outra menina que não tem braço, que também mostra como é que ela perdeu o braço.

Sim. Cara, é um filme cruel que mostra como que uma sociedade regida por uma seita totalitária ali funciona. Basicamente é esse que é a história do segundo filme. Só que no final vai tendo as interligações com o primeiro filme. Inclusive com o próprio cara, que você lembra que ele chegou lá embaixo e desceu. Óbvio. O cara, ele tá atrás do filho dele, que subiu, né? Ah, é verdade, é. É, tá atrás do filho dele.

E a menina desse filme um, que você deve ter visto, eu vi que você tava no comecinho do filme, ela se colocou propositalmente dentro do poço porque ela tinha que se punir, né? Porque ela não conseguia se perdoar por ter causado a morte do namorado dela. O namorado dela é o cara do primeiro filme. Caraca. Porque quando ela também chega lá embaixo, eles se encontram e eles se beijam e coisa e tal. Caralho, ali. Caralho, cara. Então, cara, é um negócio.

Mas, cara, só que não fala nada disso, tá? É. É tudo você tentando entender. Você interpretou. Eu interpretei isso. O Aníbal até interpretou uma outra coisa, de um outro jeito. Ele... Tem todo um lance que eu acho... que o que aconteceu no primeiro filme? Chega um determinado momento, ela morre, ele morreu, e quando ele morreu, aí ele vai lá pra baixo.

E, cara, como todo mundo que tá ali no poço é o filho da puta de algum nível, cara, pra mim aquilo lá é tipo um purgatório, é um tempo que se passa pra preparar pra ir pro inferno. E lá embaixo é o inferno. Então a mesma coisa aconteceu agora, cara. É que quando cai o corpo lá da mulher queimada lá, os bichinhos lá pegando ela. Exatamente. Os demoninhos lá, né? Os demônios, cara. É que lá embaixo, quem tá lá pegando o corpo dela não são demônios.

São as pessoas que já chegaram lá embaixo. Que é comida pra eles comerem, entendeu? Não é demônio, são só pessoas. Inclusive o cara do primeiro filme. Nossa. Meu Deus. Cara, eu vou falar pra você, cara. Não, o primeiro filme não, porque o primeiro filme é o sequel, né? É, não tô entendendo nada mais, mas tudo bem. Não, não, cara, é assim. É legal você pegar e assistir. Talvez o Xexeu até assista pra ter uma outra... Ele que tem todo um lado religioso mais desenvolvido.

Tá. Talvez ele tenha outras camadas. Eu assisti ontem, assisti antes de ontem, então não tive tempo nem de ler nada, então não entendi bem o que as pessoas estão falando. Eu sei que parece que não foi muito bem aceito. Ah, não? Não, cara, eu estou vendo assim, a temperatura que eu vejo dos posts é assim, porra, mas para quê? Não precisava, não sei o que lá. Cara, eu acho que o filme um já deixava em aberto o suficiente. Agora estão falando que talvez tenha até o três. Ah, com certeza.

Porque, cara, eu gosto muito da estética do filme, eu gosto das regras criadas, eu gosto da maluquice que acontece. Eu acho que é um filme que merece pra caralho ser visto,

cara. Dentro de tanta coisa que a gente vê Mais do mesmo Esses filmezinhos aí de policial Que sai correndo atrás do bandido Cara, você pega um filme desse Que você tem uma estrutura Uma história, regras bem estabelecidas Super subjetivo De interpretação Exatamente, você fica pensando, falando, caralho, o que é isso, cara? De onde que vem esse poço, esse poço de trezentos andares pra baixo? Será que existe? Será que não existe? Será que tá morto?

Será que tá dormindo? Será que isso aí é alguma coisa que é dentro do cérebro da pessoa só? Cara, pode ser tanta coisa esse negócio? E dá margem pra uma puta conversa que nós ficamos discutindo no almoço ali, durante umas duas horas sobre esse filme. Então, cara, a gente precisa de mais filmes como esse. Claro. Então, cara, adorei. E no idioma espanhol também, que eu tô curtindo pra caralho. Tá curtindo, tá bom. Então, cara, é filme espanhol, né?

Ultra recomendação de Alexandre Montalvo. Cara, ultra, apesar de não ter dado uma ultra nota... Deixa eu ver se é espanhol ou argentino. Eu acho que é espanhol, Bobo. Tem cara de filme espanhol. Os personagens parecem espanhóis. Mas, cara, eu adorei O Poço. Adorei o um e adorei... Eu gostei mais do um do que do dois. Mas eu gostei do... Eu gostei muito do filme dois também. Vale muito a pena assistir. Maravilha, Lezinho. Eu trouxe uma surpresa pra nossa

audiência. Porque nós vamos agora falar de anéis de poder. Porra! E eu trouxe, não somente, mas somente, o maior especialista de Tolkien. Reencarnado. No Brasil. Eu conversei com o Rafa, o bolseiro. Rafa ou bolseiro? Rafa ou bolseiro. Ele é baixinho. Eu falei, Rafa. Não, não é baixinho. O cara é alto, velho. Porra, não é um hobbit? Não, não é. Ele é especialista. Aí eu falei, Rafa. Michel está viajando.

Eu queria que você participasse do nosso podcast aqui para comentar sobre a Né de Poder. A gente tem aqui dentro do nosso podcast opiniões diferentes. Michel Arouca gosta, mas não gosta. Ele está vendo vários defeitos. Eu faço a comparação na primeira temporada. Eu não comparava, porque eu não achava justo. O pessoal queria ficar comparando. Na segunda temporada, como eu achei que está muito boa, eu quis comparar. Já que é para comparar, vamos comparar. Fizeram isso na primeira

temporada. Agora, na segunda temporada, ninguém quer que compare, porque está muito melhor. Na primeira, todo mundo queria comparar. Agora, ninguém quer que compare mais. Eu convidei ele, só que ele mudou para os Estados Unidos. Ele não está mais morando no Brasil. Então, ele mandou. A gente podia ter dado um pulo em Orlando. Então, ele mandou um vídeo para a gente. com essa resenha rápida aqui, falando um pouco sobre, depois a gente vai conversar, nós aqui, nós três, né?

Sobre o que ele falou e vamos ver o que dá. Vai, Brilha, que eu tô ansioso pra saber. Fala pessoal, muito obrigado. Obrigado mesmo pelo convite, é um prazer estar participando aqui com vocês. E pra falar aí de Anéis de Poder, né? Os Anéis de Poder, uma série bem polêmica que chegou a dividir o

fandom de Tolkien, né? É bem complicado mesmo, mas a minha opinião é o seguinte, no geral aqui, falando... primeiramente da primeira temporada de Os Anéis de Poder, uma temporada boa, uma temporada de abertura, a gente entendeu, entendia o que eles queriam fazer, dar aquela introdução para o público geral, mas para a gente que gosta de Tolkien, os estudiosos, a gente que estuda, que lê Tolkien, foi uma temporada fraca, foi uma temporada complicada, Mas a

nível de entretenimento, vocês vão ver que eu vou falar muito, fazer essa comparação daqueles que são mais estudiosos, uma visão de estudioso com uma visão daquele que só quer assistir uma boa série, só quer ter belas imagens, uma história legal, entendeu? Então tem essas duas visões, né? Então eu vou passar pra vocês. E eu tenho uma relação de amor e ódio com essa série, né? Então é o seguinte, primeira temporada ali, foi uma temporada boa de abertura, né?

Chamou bastante atenção, eles capricharam ali, pagaram bem o marketing, né? Pra poder divulgar muito a série, mesmo que tem críticas também até sobre o marketing, a forma como foi feito, né? Muita gente fala que foi um marketing ruim, mas o investimento foi grande. Isso a gente não pode negar, né? Mas foi uma temporada ok, né? Uma temporada que trouxe muitos e muitos haters, né? E essa segunda temporada, na minha opinião, foi melhor.

Gostei mais dessa segunda temporada do que da primeira. Foi uma temporada que as coisas foram se resolvendo mais rápido. Eles entenderam isso. Pararam de enrolar. Porque a primeira temporada foi muita enrolação. A gente sentiu isso. Foi uma temporada cansativa, tediosa até mesmo, em muitos núcleos. Tem seus pontos positivos. Seus momentos legais. Seus momentos bons. Mas foi uma temporada meio arrastada. Agora essa segunda temporada eu curti mais. Foi a minha favorita até agora.

Tem muitos episódios bons. Tem um ou outro episódio que deu uma caída. Teve uma leve barriga ali. e tivemos escolhas ruins também, de roteiro mesmo. Eu acho que a maioria das pessoas vai falar que o problema da série de Os Anéis de Poder é roteiro. Um ou outro vai falar que é direção, que o problema são os produtores, e que tá ali fazendo alguma coisa errada, mas assim, a maioria vai bater em roteiro, né? Principalmente o fã de Tolkien vai falar de roteiro, vai falar

de adaptação. Então essa minha relação de amor e ódio é o seguinte, enxergando com os olhos de estudioso de Tolkien, a série não agrada, não agrada. Aí é uma questão assim, não vou nem falar tecnicamente, vou falar mais de opinião mesmo. Então é opinião, não sou formado, não tenho formação de cinema nem nada, então não vou falar... parte técnica, se é uma boa ou uma má adaptação, tecnicamente falando. Mas como fã de Tolkien estudioso, é ruim, é ruim, foge muito.

A gente vê o elemento tolkieniano, a essência de Tolkien na série, isso eles acertaram bem, a gente vê muitos arcos, muitas coisas que Tolkien passa ali na sua mitologia, na sua obra, A gente vê isso na série, muita coisa que eu falo no sentido até filosófico mesmo, visão de Tolkien, de mundo, a gente enxerga isso na série. Porém, em questão de fidelidade, eu sei que muita gente vai falar, não, mas... Quer que seja fiel, vai ler a obra original.

Concordo também, não sou esse tipo de hater não, tá? Fico cobrando fidelidade. Mas assim, temos pouca coisa escrita da Segunda Era, né? Que nos momentos eles poderiam, a gente já esperava isso, que eles iam ter que encher muito. ter que preencher, criar coisa nova, criar muito personagem. Eles tinham até prometido cinquenta, cinquenta, cinquenta por cento fidelidade, cinquenta por cento criação nova.

A gente já esperava isso. Só que quando chegasse nas cenas, nos momentos icônicos que estão escritos, que a gente já conhece, que a gente já leu, releu, não mude né que eles não tivessem mudado isso eles mudaram muita coisa né então tem um problema assim de adaptação na minha opinião não falando tecnicamente desagradou eu comecei a enxergar a série como um produto próprio então a partir do momento que você começa a ter uma visão uma ótica de que a série é um produto

próprio pegou ali os direitos do Tolkien as licenças e criou da forma como eles bem quiseram criar, aí você começa a enxergar como entretenimento, e tá bem, e é um bom entretenimento. Eu vou falar que é uma mega série, que é a melhor série de todos os tempos, mas é a maior, como eu sempre falei, né?

É a maior no sentido de grana mesmo, assim, de investimento, de produção, mas não é uma série a melhor no sentido de ser uma boa... série de roteiro, direção, tanto que ganhou pouquíssimos, prêmios desconhecidos até, teve uma outra indicação, então a gente vê que não é uma excelente série, no sentido até mesmo técnico dos críticos, mas quando a gente começa a enxergar como entretenimento, é uma boa série, a segunda temporada ficou mais corrida, uma temporada bacana,

tem muitos pontos positivos teve muito fanservice nossa, fanservice demais acredito que eles apostaram em fazer aquilo que Peter Jackson não fez, que eles ouviram as críticas da primeira temporada as comparações que tiveram ali entre a série e os filmes de Peter Jackson, eu acho que eles ouviram isso daí e eles falaram o seguinte, nós não vamos fazer igual ele, nós vamos apostar nas falhas dele.

O que Peter Jackson não colocou, a gente vai colocar só para realmente dar de bonzão mesmo, sabe? Tipo assim, aí foram para mim, foram os fanservices, entendeu?

Exemplo, em O Senhor dos Anéis, que deveria ter na trilogia cinematográfica, mas o Peter Jackson optou por não ter, eles colocaram, como por exemplo, Tom Bombadil, um personagem que tem pelo menos três capítulos de O Senhor dos Anéis, o Peter Jackson cortou, e eu acho que foi até uma escolha boa ele ter cortado mesmo, mas teve muito chiado Muita reclamação do fandom lá na época de lançamento dos filmes, cadê o Tom Bombadil?

Cortou, né? E a série vai lá e nos entrega Tom Bombadil sem necessidade, entendeu? Sem necessidade. Então, tipo assim, a gente fica claro que eles quiseram apostar nas falhas pra mostrar pro público, pros críticos de plantão, né? Esse cara comparando aí, então toma aquilo que o Peter Jackson

não deu pra vocês, né? outro personagem que tem no Senhor dos Anéis não aparece, se aparece ali como se fosse, sei lá, só um fundo, que é o Círdan, né, então o Círdan aparece bem ali na série também, então eles trouxeram um personagem que o Peter Jackson não colocou, que o Peter Jackson tirou, e eles colocaram o Círdan, ou os estumulares, aqueles bichos lá, as criaturas estumulares, que Galadriel enfrenta ali também, aparece ali no Senhor dos Anéis, o Peter Jackson não colocou, né?

Tem até um outro personagem que ainda vai aparecer, que os showrunners já confirmaram, que é o Glorfindel, um personagem bem icônico no Senhor dos Anéis, Peter Jackson, além de não colocá-lo, trocou ele, colocou outro personagem no lugar dele, que foi a Arwen, né? Colocou a Arwen, mas ali era para ser o Glorfindel, outro elfo que ressuscitou. Tem uma história bem pesada em relação a ele.

O Peter Jackson achou que era personagem demais para introduzir ali, então reutilizou personagens que já estavam ali. e a Liv Tyler e tudo mais, vamos dar mais tempo de tela pra ela, né? E colocaram, a série vai trazer esse personagem. As antiesposas, as antiesposas, assim, não tem no Senhor dos Anéis, mas foi um fanservice também. Então, assim, tem mais outros personagens que eu não lembro agora de cabeça que foram esses e mais outros que a série trouxe pra, assim, tentar ganhar em

cima da falha dos outros. Uma concorrência ali, sabe? Esse estilo de concorrência. Foi algo até que eles acertaram. Não sei se eles conseguiram acertar no sentido do objetivo deles, de querer ganhar na falha dos outros, mas acertaram na questão do fanservice. Muita gente gostou. Um ponto positivo maravilhoso dessa segunda temporada, acho que a maioria das pessoas vão concordar, é o Anatar. Por eles terem focado muito Nesse... Nessa parte da série, né? Nesse núcleo da série.

Que é Eregion. Ali. Que ele é Brimbor. E Aratar. Essa... interpretação dos dois, esse núcleo ali, pra eles terem focado muito nisso, no relacionamento dos dois, eu acho que a série acertou bastante também, em não ficar pulando muito, em pegar um episódio inteiro e desenvolver um núcleo, isso foi bom, a primeira temporada ficava pulando, a câmera correndo pelo mapa o tempo inteiro, pra ir de um

lugar a outro, pra tentar... soltar um pouquinho de cada núcleo, isso é cansativo, isso é chato pra caramba, né, e aí na segunda temporada eles se controlaram mais e focaram em cada núcleo, um momento em Moria, um bom tempo em Moria, muito tempo em Eregion, na forja dos nove anéis, os sete, depois dos nove anéis, então isso foi bom e acho que todo mundo vai concordar que a interpretação ali do Charlie Vickers, que é o Anatar Halbrand, ficou muito boa, eles acertaram muito ali,

muitas coisas boas, muita gente gostou da interpretação do Celebrimbor ali, do Charles Edwards, muita gente não gostou, mas muita gente gostou também, elogiou os dois, então foi um arco bom. Foi um núcleo que muita gente gostou e eu acho que é o ponto mais positivo da série, é esse núcleo aí, ficou muito bom. A parte negativa da série, não só da série, falando especificamente dessa segunda temporada, eu acredito sinceramente que foram os problemas que os próprios roteiristas criaram.

Exemplo... Coisas que não existem, coisas que não precisavam existir, e aí eles criam problemas e eles têm que resolver esses problemas com outros problemas ou com soluções ruins. Um exemplo, o famoso beijo do Elrond da Galadriel. Para quem não sabe, na mitologia do Tolkien, na obra do Tolkien, a Galadriel é sogra do Elrond.

entendeu, ele é casado com a filha da Galadriel, né, então assim, o menino ali, o Elrond, ele virou o Gianecchini do Laços de Família, né, ele pegou a mãe e a filha, né, então ficou bizarro isso daí, tá difícil defender isso, ah não, mas foi uma estratégia, é aquela história, como eu falei, eles criaram um problema e uma solução ruim. Qual foi o primeiro problema que eles criaram? Estou dando só um exemplo de um momento.

Tem vários momentos ali, vários exemplos dentro dos episódios dessa segunda temporada que eles fizeram, criaram um problema e escolheram algo ruim, uma solução ruim. Então, nesse exemplo, qual é o problema? Prender a Galadriel. Não existe isso na história.

Então, eles criaram um problema que não existe E prenderam ela ali com o Adar, poderia ter feito de outra forma, ele poderia já ter soltado ela, ter feito qualquer coisa, mas criaram esse problema de prender, de aprisionar a Galadriel. Agora a gente precisa de uma solução para soltar ela. Vocês concordam que existem infinitas soluções para soltar a Galadriel?

E eles escolheram a pior, soltar ela com um beijo. tanto hater, tanto fã, a maioria dos fãs do Tolkien são conservadores, são fãs ali exigentes, aí os caras vão lá e fazem isso. Eles poderiam ter escolhido qualquer outra forma, mas não. Coloca lá o João Grilo para dar um beijo lá na Galadriel para entregar a chave, para disfarçar, chamar a atenção. Tinha outras formas de fazer isso. Então assim. Criaram um problema. Tiveram que resolver. E a solução foi a pior.

Então a série. Os roteiristas. Os roteiristas. Eles falham muito nisso. Falham muito. Infelizmente. Então esse é o ponto negativo. E estou agora ansioso e curioso para ver o que eles vão fazer na terceira temporada. Lembrando que essa segunda temporada tivemos finalmente a revelação do Gandalf. Estava bem claro desde a primeira. Tinha muita gente até o último minuto. Dessa revelação, achando que ele ia ser um dos magos azuis, né? E aí, não foi, né?

Não foi dessa vez. Então, é o Gandalf mesmo. Não vamos chamar mais ele de estranho.

É o Gandalf e pronto. A solução pra eles... ele descobrir que ele é o Gandalf também foi mais ou menos também não agradou muito não, mas pelo menos revelou não gosto de série que fica enrolando enrolando, não revela nada e essa temporada foi uma temporada, eu falei Bem no comecinho dela, nas lives lá no meu canal Bolseiro, eu falei bastante que, resumindo essa temporada, é uma temporada de ligando os pontos, né?

As pontas soltas que eles deixaram na primeira e eles fizeram muito isso nessa temporada. Eu vejo dessa forma, né? Porque resolveram como que o Sauron chegou naquela forma de Halbrand, o que aconteceu com ele, como que ele foi morto. Na primeira temporada o Ader fala que matou ele. Então eles ligaram as pontas soltas, né? Finalmente resolveram a questão do Gandalf. Falta resolver o pai do tio lá, né? Quem é esse tio aí, o Theo, né? Também é uma coisa que ficou aí no ar.

E agora criaram outra. Tem outra ponta solta aí. Outro mistério que é o Mago Sombrio. Muita gente falando que é Saruman. Então me falem o que vocês acham de tudo isso. Mas no geral eu gostei sim da temporada. Foi boa. Indico como entretenimento é bom. Com visão de estudioso de Tolkien. Desagrada bastante. Mas é isso aí galera. Obrigadão aí por esse momento. Desculpa a demora em responder. Não tem como... Sou estudioso, sou fã de Tolkien, a gente se prolonga

mesmo, vocês sabem, né? Mas obrigado aí por esse pequeno momento com vocês aqui, foi um prazer participar. Caraca, hein, Bubu? O que falar agora de Anéis do Poder depois de uma participação incrível dessa do Rafa Bolseiro? Eu só quero pegar um avião e ir até Orlando pra encontrar o Rafa. É isso, cara. Já queremos tomar aí uma breja com ele e poder conversar muito sobre Anéis de Poder, Senhor dos Anéis, Tolkien e tudo mais.

Ele é um baita estudioso aí. Como eu falei, ele é o o maior especialista do Brasil, se não do mundo, vai lá no YouTube, O Bolseiro, procura ele, se inscreve no canal dele, que ele sempre tem muito conteúdo legal para vocês poderem acompanhar. Uma pergunta que eu gostaria de fazer para o Rafa nesse momento, para um estudioso de Tolkien, porque eu li Tolkien, o básico. Eu li a trilogia do Senhor dos Anéis, li o Hobbit, li Conte na Cabazinha do Menor e li o Silmarillion.

Foi isso que eu li. Bastante, já é bastante coisa. Eu acho que é meio que o básico. Quem lê, esses aí tem. E eu li tudo com menos de vinte e cinco anos de idade, só com cinquenta já. Faz muito tempo que eu li atrás. Eu queria entender o que um estudioso de Tolkien leu a mais. Se ele leu, se tem outros livros. Ele escreveu um livro, inclusive. Caralho, cara, então eu já quero o livro dele. Eu tenho, eu vou te emprestar. Caralho, você tem o livro dele?

Tenho o livro dele, cara. Ele me deu quando ele veio aqui no escritório conversar com a gente. Caralho, que massa. Ele me deu um broche também, que era Gandalf for President. É muito legal. Segue ele nas redes sociais, ele tem uma lojinha lá, muito legal. Tem muita coisa, né, Bubu, escrita no universo da Terra-média, de Tolkien e tudo mais, que foi escrita pelo filho de Tolkien, pelo neto de Tolkien, pelo sobrinho de Tolkien. A galera pega essa laranja e

espreme até o final. Então eu queria entender o que é cânone, o que tem que ser alvo realmente de estudo e o que é legend. Beleza, vamos fazer histórias da Terra-média aqui. É, você vê que na review dele aqui, muito boa, ele deixa um pouco de lado a parte estudiosa e tá vendo a série um pouco mais na curtição, porque eles estão, que ele falou essa coisa de cinquenta a cinquenta, tem coisas que eles respeitam, tem coisas que eles estão criando e trazendo novidades aí pra história.

Mas você sabe que eu mesmo, Bubu, assistindo a série, né? Na primeira temporada lá, que eu tava muito chato com esse negócio. Falei assim, não, é Gandalf. Não, não é. É Gandalf, não é. Aí eu ficava pensando, não pode ser Gandalf, porque Gandalf chega na Terceira Era, sabe? Eu sou bem nerdola de Senhor dos Anéis, assim. Ah, não, mas tem aí alguns escritos que dizem que ele já foi ou alguma outra coisa e tal.

Falei, não, porra, mas a história oficial mesmo, o Cânone diz que ele chegou só na Terceira Era pra enfrentar Sauron. Cara, e eu falei assim, ah não, então se Gandalf estiver nessa adaptação, chegado na segunda era, já não vou gostar, entendeu? Cara, assistindo essa segunda temporada e gostando do jeito que eu gostei, eu acho que boa parte é por causa disso. Eu desencanei, cara, foda-se, cara, tá bom, tem o material base, se eu quiser mesmo, de novo, rever isso daí, eu vou ler

o material base. Isso aqui é uma outra obra que é adaptada com elementos do Senhor dos Anéis. Eu concordo com praticamente tudo que ele falou. Eu tenho a minha opinião da primeira temporada. Eu não estava com aquela pressa de ver a temporada. Mas escutando ele trazer os pontos dele... É isso. Acho que tem coisas que ele fala que o Michel falou aqui pra gente também, que eu discordava. Mas é isso, cara. A gente pega uma primeira temporada onde eles tiveram os erros que a grande audiência

apontou. E a gente vê uma segunda temporada onde eles ligam os pontos... Acertam coisas que eles erraram na primeira... Porra, a gente pode esperar uma terceira ainda melhor, entendeu? Eu acho que eles estão avançando. Eles não estão andando pra trás. Eles estão andando pra frente. Eu concordo cem por cento com ele, cara.

O Anatar, na segunda temporada... A gente, quando tinha os posters divulgados... da segunda temporada, o Michel falou pra mim, ele falou, hum, cara, putz, parece que a galera tá odiando aí, porque parece que só meteram a peruquinha no, no, no, como é que é o nome dele? O Halbran. O Halbran aí, botaram ali a pontuda, tipo, Clark Kent, colocou óculos e ninguém reconhece. Mas não é isso, todo mundo

reconhece, é o mesmo. O que é legal é isso, que tipo, eles construíram ali uma história onde o Anatar se revela para o Celebrimbor. Ele só botou o terno pra ficar chique, pronto, acabou. Não, ele se revelou pro Celebrimbor, ó, eu tinha essa forma humana, mas na verdade eu

sou o Anatar e... Aí ele, como um grande trapaceador, um grande entra na mente das pessoas, como ele é, ele ilude o Celebrimbro, ele traz a vaidade do Celebrimbro de querer fazer as melhores relíquias e tal, não sei o que lá. Então, cara... Rafa, brigadão aí pelo seu relato. Foi uma aula aqui, né, pra gente. Falando sobre isso, né, se desapegar do material base, cara, talvez por isso que eu não tenha me incomodado tanto. Até falando o que o Rafa trouxe aí sobre a galera que ficou

chiliquenta por causa do beijo. Cara, imagina o seguinte. Ele não gostou também. Ele não gostou, o Rafa não gostou. O Michel não gostou. Eu senti, Michel não gostou, mas por quê, cara?

a gente tá com material existe o material base pra ser adaptado vai saber estamos falando um negócio que vai acontecer daqui a dois mil anos que aí sim que é onde vai ser o genro da Galadriel Nessa adaptação os dois estão ali, cara A mesma idade, caralho Cresceram junto, cara São solteiros, desimpedidos É aquele beijinho do Pega esse broche e vai te tirar uma casquinha O cara é feio pra caralho, a mina é mó gata Caralho, cara Você não acha que é justo?

Deixa eu aproveitar aqui pra dar um beijo na mina Agora ou nunca, né Caralho, cara. E não pode ter acontecido? Cara, você dá um beijo na sua sogra no passado? Caralho. Você fala isso e me soa tão errado, cara. Agora você trazendo esse ponto, mesmo que seja daqui a dois mil anos, tá errado. Tá muito errado isso. Mas, porra, legal demais. Eu... Terminou essa temporada. Eu gostei muito da segunda temporada. Eu quero muito ver a próxima temporada. Eu amo O Senhor dos Anéis. Eu gosto muito.

Não li os livros. Acho que eu preciso ler os livros. Precisa, cara. Do jeito que eu gosto, cara. Eu acho que eu preciso ler. Eu releio com você, pra gente fazer reviews aqui da leitura. Eu sinto na rede você ler pra mim, em voz alta? Leio, leio. Você sabe que eu já li pra Lu. Sério? Leio um livro do Neil Gaiman inteirinho. Nossa, eu vou dormir gostoso se você ler pra mim. Caralho, cara. Então pega um audiobook, pelo menos. Não é comigo, né? Osmose, né?

Eu leio o livro Quando eu li o livro pra Lu, cara, eu fiquei sem voz. Sério? Acabou a voz. Caralho. Caralho, cara, fudeu. Cara, mas tem duas cenas, nesse último episódio especificamente, cara, que ganharam meu coração. Puta. A primeira cena, é óbvio, né? Acho que talvez o Rafa tenha até esquecido também a participação dele aqui. Mais uma vez, obrigado, cara. Ficou gigante. Ficou lindo. Cara, foi a cena do Rei Durin pulando em cima do Balrog. Olha, cara, olha. Caralho, Bubu.

Que cena, né, cara? foda. Já começa o episódio assim, né, cara? Não, é o cara, exatamente. A gente terminou o derivado da semana passada falando, ê, Balrog, que a gente tá prometendo e não chega. Já abre o oitavo episódio, o final, com o Balrog chegando ali falando, que porra é essa aqui na minha caverna? Nossa, cara. Abril, ele tá lá. O rei, porra, foda pra caralho. O rei, o filho dele. O núcleo inteiro dos anãos, pra

mim, foi muito foda. Quando pegava aquelas cenas, que pegava as cavernas, a galera toda ali, cara, eu adorei. Tudo relacionado a Casadum. E a hora que o rei, ele percebeu que fudeu, cara. Eu já tô apaixonado, eu já tô corrompido, já tudo, cara. Não tem o que fazer. E quando ele pula em cima do balrog, não sei se você vai concordar. Pô, aquilo ali dá um puta no screensaver. Cara, o anão pulando assim.

Coisa mais linda. Cara, tá lá o chifrudão, o pata rachada ali, com o machadão, com a espadona, com o chicote, com o diabo aquático. Caralho, cara. Ele pulando, ele sabe, cara. O que vai adiantar? Vai adiantar nada. Eu vou pular pra morrer. Mas no caso dele, era melhor pular pra morrer. Pula pra morrer porque eu não tenho salvação. Não, ele pulou pra morrer e o impacto causou uma explosão.

O que que fechou ali o que tava aberto pro Balrog, então o Balrog tá preso pelo menos ali não sai mais o que a gente sabe, o que eu achei aí entra nas problematizações da temporada tudo, é que ele tirou o anel, colocou ali em cima da pedra daquela explosão atômica e o anel tá recuperado lá na pastinha com os sete anéis Você viu isso, né? É que o Durinho pegou. O Durinho na surdina ali. Com os sete anéis. Ele pegou. Eu não tinha reparado que tava ali junto.

Ele tá junto, que é o azul maior. E daí a gente tem, né? Depois, no final, aquela coisa de tipo, ó. Lembra do teu irmão mais velho? Então, ele tá falando que ele vai sentar aqui. Então, a gente sabe. Isso eu acho legal pra caralho, né? Legal, porque a gente sabe que o irmão dele... É mais estreita política, né? O irmão dele vai chegar, vai distribuir esses anéis. Os anéis são... Os anões usam os anéis, né?

É. Então a gente tem esses anéis ali preservados e eles vão ser distribuídos ainda. A gente tem os nove. Eu não sei, eu me confundi. Eu achei que o rei Durinho III, o que morreu, eu achei que ele já tinha distribuído os anéis. Não, os anéis estão lá. Quando os anãos foram lá, eu achei que ele tinha distribuído nessa hora. Não, os anãos que estavam em reunião eram representantes dos outros. É, tipo Pantera Negra, lembra quando foi as tribos ali?

É, foi os caras, os representantes lá falar e ele falou, ó, o negócio é o seguinte, tem esse troço aqui, manda os reis virem aqui, que a gente tem esses anéis que vai trazer muita coisa pra gente boa e tal, e aquela ambição e tudo. Então agora, com a morte dele, o pai fala pro Durin, né, tipo, ó, você é o próximo rei. Mas, é isso, ele é o mais novo, não sei qual que é o rolê. Não, ele é o mais velho, né?

Ele é o mais velho? Que o irmão falou que não vai aceitar essa porra e ele vai chegar lá. Tem o irmão bastardo, né? Sempre tem, né? Não sei, não sei. Aí o Rafa tem que pedir pro outro vídeo. Tem que pedir outro vídeo pro Rafa explicando, né? De onde que veio. Mas é isso, é essa cena maravilhosa. Mas esse lance que o Rafa falou é muito importante, né, Bubu? Porque, pelo menos ali no Contos Acabados e Silmarillion...

Cara, é muito pouca história. Cara, a gente não quer só ver nessa série do Prime o que tem nos livros. Senão, pô, não tem história pra contar. Eles tinham que enxertar um puta monte de coisa mesmo. E, cara, eu acho que eles estão sendo muito eficientes ali nesse enxerto de coisas que vão chegar até ali. Sim. E a segunda cena que eu achei muito foda... A Natália Galadeão. Não, não. A briga dos dois.

Ah, isso você pode falar depois. Cara, eu fiquei emocionado com, apesar de já saber e todo mundo saber, é com o Gandalf falando. Cara, é Gandalf. É assim que vão me chamar. Caralho, cara! Eu achei tão foda, cara. Você gostou? É uma cenazinha pequena, até uma piada com o grande elfo, né? Sabe o que eu fiz nessa hora? O que você fez? Tã-tã-tã! Que é o Gandalf. Não, cara. Eu fiquei bem emocionado. Eu falei, caralho, é o Gandalf,

cara. Pô, é um personagem que faz parte da minha vida há tantos anos, cara. Tava ele, o Tom Bombadil. Eu fiquei emocionado na hora que eles falam. O que nos resta agora é cantar. Aí eles começam a cantar. Ali eu achei bonito. Caralho, bonito. Ali eu achei lindo, cara. Adorei, cara. Ali eu achei lindo, cara. Eles cantando juntinhos. E a música que ele chega ali em Hobbit Town, né? Cantando. Que o Frodo vai lá, senta com ele na carroça dele e tudo, né?

É a mesma música, né? É a mesma música, mas, cara, gostoso. Cara, eu gosto... Não pode falar da briga da... É, então, isso que eu falo. Isso é muito bom. Eu acho que o saldo da série... Eu sei que muita gente não gostou, muita gente não quer ver, muita gente vem aqui comentar que tá um leixo. Mas, cara, pra mim o saldo da série é tão positivo, cara. Que assim, ela tem esses problemas. O Michel apontou o orc sensível que foi picotado lá. Ainda aproveitaram. Cadê o Michel?

Todo mundo sabe, né? Todo mundo viu a gente zoando ele. Eu acho que é importante a gente deixar registrado nesse derivado que esse, pra quem estiver ouvindo daqui a um ano, que Shechel está se esbaldando Nossa. No mundo árabe e no mundo do sudeste asiático ali todo. É Pukê, é Tailândia, é comendo lagosta, é comendo aguil. É na ilha do Leonardo DiCaprio. É no parque da Ferrari, na ilha do Leonardo DiCaprio. É Uber, autodirigível. Eu vou falar, viu, cara?

A ostentação tá... Raras vezes da minha vida eu tive tanta inveja. Eu vou ter que falar com o contador aí pra ver se as contas da empresa estão tudo certas. Tá rolando um caixa dois aí. Que patrão é esse que ele tem? Que eu quero ter também, velho. Olha, eu vou falar o negócio, Chechel. Que delícia. Agora, falando sério, cara, eu fico feliz de ver um amigo numa viagem tão deliciosa desse jeito. Delícia demais, cara. E a gente, o Michel, trabalha muito. A gente trabalha muito.

Essas horas são fundamentais pro reset mental, cara. No nosso grupo aqui, o Xaxão mandou a primeira foto do quarto. Falei, puta, eu queria ficar pelo menos uns quarenta e cinco dias nesse quarto. Não queria nem sair do quarto. Eu já queria todo dia acordar de manhã. Queria viver tipo o feitiço do tempo, sabe? Dia da marmota. Chega lá, acorda todo dia. puta, abre e vê aquele mar maravilhoso ali, cara, porra. Muito foda, cara. Chechel, curte que está acabando.

Uma ameaça foi detectada. Cara, passa rápido, cara. Ai, como férias é um negócio que voa. Mas, é isso. Alizinho, com essa interrupção, acho que a gente concluiu o Bloco Anéis de Poder. Foi meio precoce, mas obrigado. Foi meio precoce? Durou meia hora. Meia hora. Não, foi gostoso. O que temos aí? Coringa. Coringa. Puta, vai lá, brilha. Alezinho foi o corajoso aqui do Derivado Cast. Cara, eu ia ver Coringa, mas a crítica tá massacrando, a audiência tá massacrando.

Coringa parece que é a maior decepção de muita gente. E eu adotei pra minha vida uma coisa. Quem me ensinou isso foi o Beto, o dono da verdade. Quando a gente guarda uma memória positiva de alguma coisa, a gente não quer estragá-la. Coringa, o primeiro filme Coringa, Todd Phillips, é um baita filme. Bubu foi a primeira pessoa no planeta Terra a dizer que Coringa ia concorrer ao Oscar. E tanto eu quanto o Xexel, nós desdenhamos do Bubu, que eu

lembro, eu lembro. E pra mim, tinha que ter ganho. Cara, exatamente. E quem ganhou foi em mil novecentos e dezessete. E mil novecentos e dezessete ganhou como melhor filme por conta de uma fotografia muito foda. Por conta de um plano de sequência muito foda. Mas não por um puta filme foda. É um baita filme, mas eu acho coringa. Porque assim, quando a gente assiste o primeiro filme... A gente tá esperando o filme da DC, um filme de luta, um filme

de vilão. E a gente vê um filme psicológico, um filme de um cara que tem uma doença, um filme que... O Joaquin Phoenix tá muito foda. Ele ganhou o melhor ator, né? O Joaquin Phoenix ganhou como melhor ator. Mas pra ganhar como melhor ator, você tem que ter um baita diretor pra te dirigir, você tem que ter uma baita oportunidade, um baita filme pra poder atuar. Então assim, Coringa pra mim é esse conjunto de excelentes... Coisas. Melhor filme, melhor direção,

melhor ator. Eu tava muito ansioso pra ver Coringa II. Aí eu tive a informação, no meio do caminho, que seria musical. Aí eu falei, puta que pariu Brinca, velho Pra que musical? Faz sentido Lady Gaga, puta Musical não, velho, por quê? Mas pode ser Devaneios da cabeça dele Pode ser alguma coisa, tá, pode ser, beleza Aí saiu o primeiro trailer Fantástico E eu queria gostar Você não gostou do

primeiro trailer? Aí eu assisti o primeiro trailer e falei Michel, eu acho que eu vou gostar O Michel virou pra mim e falou, Bubu, vai ser uma bosta esse filme. Eu falei, caralho, velho, como é que você fala isso? O trailer tá mó legal. Cara, isso tá me cheirando um flop, isso tá me cheirando uma bosta. Eu falei, não, né? Cara, Michel, vou te falar, viu, velho, ele tira umas do rabo que você não sabe da onde. Ele já previu que ia ser isso naquele trailer, naquele

primeiro teaser. Galera, o Venom III vai fazer mais dinheiro do que Coringa II. E assim, cara, eu vou dar um spoiler pra vocês, que é claro que o Alesão gostou. E só o Alesão gostou. Vazou uma leitura labial do Joaquim Phoenix pra Lady Gaga. Lá na galera batendo palma, ele falando assim, o filme é uma bosta. Ela não fala isso, o filme é uma bosta. Por quê? É uma bosta. Ele falando pra ela e ela tipo, cala a boca. Vai, Lezinho. Descasca elogios, passar bosta aí. Eu não vou ver.

Você não vai ver o filme. Eu quero guardar a memória do primeiro filme para a minha memória, tipo, esse é um dos melhores filmes que eu já vi na minha vida. Pronto, é isso. Cara, vamos lá. Eu tinha algumas preocupações em relação ao primeiro filme. A minha maior preocupação, você lembra o que era? A gente chegou a comentar aqui no Derivado sobre uma possibilidade, por exemplo, de um filme que envolvesse o Coringa, do Joaquim Fênix, com o Batman, do Matt Reeves.

Eu falei, cara, se isso acontecer, a galera não entendeu absolutamente nada do que foi o Coringa. O Coringa, cara, ele pega uma essência de um vilão do universo da DC, né? E a essência não só do vilão, mas do cenário, de alguns personagens como, sei lá, o Arkham, o Harvey Dent, outros personagens que fazem parte do universo ali do Batman. Sim, sim. Cara, e usam isso como pano de fundo pra tratar de um personagem que tem uma deficiência mental. É isso, cara. Ponto final.

E consegue ser muito eficiente num cara que passou a vida inteira se segurando dentro dessa deficiência até o dia que ele explode. Aí sai matando todo mundo no meio da semana, que nem um maluco, e ele é preso. Cara, a gente discutiu aqui no derivado, logo depois do Coringa, que muitas das coisas que estavam acontecendo ali eram na cabeça dele. Por exemplo, aquela galera toda na rua, fantasiada de Coringa, coisa e tal. Cara, isso era coisa na cabeça dele.

Não era coisa que estava acontecendo de fato, sabe? Aquele universo todo que estava ali. Cara, não era. E não era mesmo. Sabe, o Coringa, cara, ele era um cara muito loser. Não sei se você lembra quem que ele era. Ele era até um palhaço ruim. Ele era só um palhaço ruim. Depois de tentar fazer um stand-up comedy ruim. Tudo que ele fez na vida era ruim. Ele era um stalker da vizinha dele. Cara, era tudo terrível que acontecia na vida dele.

O momento ápice dele é matar um apresentador de televisão. É. Cara, ele ia se matar. O objetivo dele era se matar em rede nacional num programa que ele gostava. Quando ele viu que ele foi alvo de chacota nesse mesmo programa, ele decidiu matar o cara. E aí foi preso no arco. Esse é o filme fudido, cara. Nota dez. Nota cem. Cara, eu amo o filme número um. Qual que era meu medo?

Porra, agora vai ter um filme dois com Arlequina, que é, porra, tem o personagem do desenho da Arlequina, tem o personagem que tá lá no Esquadrão Suicida, malucaça, porra, vai entrar, os dois vão fugir do arca e vai virar dois inimigos clássicos do Batman. Cara, se fosse isso, eu ia odiar muito. Cara, porque não é isso que foi construído no primeiro filme. Era só um cara com problemas mentais, cara. Por isso que ele tá no sanatório. Por isso que é o Arkham no mundo

real. Por isso que é uma história realista. Cara, e o que fizeram pra esse filme dois é a continuação dessa história realista. Que é o julgamento do Arthur Fleck. Uhum. Cara, e aí, qual que é o lance que você trouxe dos musicais? Eu não gosto de musical. Eu detesto musical e eu me irritei muito com, sei lá, pelo menos um terço das músicas que tem lá. Eu acho que poderia eliminar. É cansativo.

Puta, lá vai de novo. Especialmente porque você entende, na primeira música que tá tocando, que toda vez que tocar uma música é um recorte do pensamento dele que não tá acontecendo nada. Então a música não tem. Aquela cena clássica do trailer que ele tá andando, que aparece por cima, ali os guarda-chuvas coloridos. Cara, acabou. É tudo que tá passando dentro da mente dele. E é uma fração de um segundo só. Então não é também que aconteceu alguma outra coisa que ele tava

vislumbrando como um musical. Como alguns musicais acontecem. Não. Cara, ele tá ali meio abobado, olhando pro vazio, e enquanto ele tá olhando pro vazio, tem todo aquele negócio, aquela música tocando, e ele se apaixonando pela Arlequina. A Arlequina, cara, é assim, pra mim foi a grande surpresa do filme. Porque, porra, tá lá. Primeiro que eu sou super fã. Da Lady Gaga? Da Lady Gaga. Eu sou muito fã. Oh, oh, oh, oh. Seu pai, o que acha disso? Seu pai, assim, quando você

canta. Aí, eu sou muito fã da Lady Gaga, cara. E ela tá muito bem. E pra mim foi uma surpresa. Óbvio que vai ter spoiler aqui, né? Do filme. Cara, a Lady Gaga, cara... O primeiro nome do filme é Delíria II. Folia Diu. não é um delírio a dois o filme é um delírio a um ela não participa dos delírios todos os delírios que tem no filme são dele a comparação que eu faço acho que ninguém fez essa comparação a Arlequina é a Simoni É a Simone. Ela pegou...

Lembra a Simone? Ela pegou, se encantou pelo cara que era um bandido e foi lá, se apaixonou pelo cara e ficou ali? É a mesma coisa. Ela se encantou pela história do Arthur Fleck e ela se internou por livre e espontânea vontade no Arkham. Só pra ficar perto dele, pra viver aquele momento com ele. Cara, as coisas ali... Sabe aquela cena que ela tá no corredor, que ela puta aparece? Cara, não existe. Isso tá na cabeça dele. Nada existe no filme. Nada.

O lance é que ela tava ali... O filme é um delírio. É um delírio, é um delírio dele, mas é um delírio dele, não dele e dela. Simplesmente, cara, ele se apaixonando por ela, ela realmente é obcecada por ele, pela história dele, quis saber mais sobre ele, ela pega essa fantasia pra ir lá no julgamento e tudo mais, e vão acontecendo

todas essas coisas. E no julgamento ele fica ali todo malucão como coringa, ele assume o papel, ele demite a advogada dele, que estava até fazendo um bom trabalho. Mas você vê, cara, que são atitudes de um maluco mesmo, sabe? Cara, ele vai perder o julgamento, não tem como ganhar. Ele vai perder e vai ser... E vai ser condenado a pena de morte. É isso que vai acontecer com ele.

Cara, e a partir do momento que dá um flip, uma reviravolta nele, e ele fala que, puta, que não existe coringa, que era ele mesmo que fazia, que ele era uma pessoa que tinha problemas e coisa e tal, a Arlequina perde completamente o interesse nele. Ela simplesmente, ela levanta no julgamento, ah, foda-se. Então, cara, sabe menininha rica, mimada? Ah, eu fui lá, você era meu brinquedo. Ah, tá bom, então você não vai participar da minha loucura? Então você tá foda, cara, então você tá fora.

Tanto que isso virou um assunto depois. O filme é legal porque ele vira assuntos de discussão. Quando ele consegue fugir, depois teve um dos malucos que explode ali a corte. E ele sai correndo. Ele foge lá. Sai correndo pelas ruas ali. E ele volta naquela mesma escadaria que ele tava no primeiro filme. E aí a Arlequina tá lá. É óbvio que ela não tá lá. Tá com o cabelo cortado e coisa e tal. Cara, já foi. Ela já foi embora pra casa dela. Porra, deixa eu achar um outro

brinquedo pra brincar. Eu vou viver a minha vida daqui pra frente. A Arlequina. O Coringa se fudeu ali mesmo, cara. Então, cara, é essa que é a história. E eu gostei do filme por causa disso. Porque ele é completamente coerente com o primeiro. Cansa as músicas? Cansa, cara. Um puta monte de música. Eu não acho que o Joaquim Fênix canta bem, inclusive. A Lady Gaga, sim.

Puta que pariu, cara Mas ele, cara Aí ele cantando ali Não sei, cara, não curti Agora, ele, cara, é foda Aí eu vi a galera reclamar Que ele foi estuprado pelos guardas Tem essa aí também Cara, o lance é que ele no meio do Do julgamento, ele vai pegar Falar mal dos guardas que cuidam dele ali, né Porra, os guardas quando chegam lá de volta Os caras pegam ele e dão uma tranca nele fodida É E no final é isso, cara. Ele vai lá, aí no final, óbvio, morre.

Então quer dizer, cara, acabou. O Coringa morreu? Morreu, não sabia? Caralho, a lesão. E no final, o que acontece? Esses mesmos guardas que dão uma surra nele, que estupram ele, fazem tudo com ele, ainda pega a chama ele aqui, não, pera um pouquinho que tem uma pessoa querendo falar com você. Todo mundo tá achando, porra, a

Arlequina aqui voltou, né? Aí os guardas passam reto no corredor, aí tem um outro cara que tava ali na prisão, E aí encontra com ele assim, pô, não preciso falar um negócio com você aqui pra mostrar. E pega a faca e mata ele no corredor. Cara, ele tá morto. E tem um lance, cara, também, depois a Lu até me falou assim, tem uma coisa que também é óbvio que tava acontecendo. A Arlequina não teria acesso às alas dele o tempo todo. Ele tem um namoradinho dentro do negócio.

Tem um cara que é apaixonado por ele ali também. Acaba até morrendo também na metade do filme. Toda vez, toda cena de amor que a gente tá vendo entre o Arthur Fleck e a Arlequina, ali dentro é com o cara, não é com ela. Porque ela não teria acesso àquela ala do arca, entendeu?

Então, cara, é um filme, cara, se você prestar atenção, se você assistir ali, especialmente se você tiver ali uma esposa psicóloga que gosta desse tema, né, que é realmente problemas mentais e coisa e tal, cara, é um filme que acabou, eu falei, caralho, adorei o filme. Cara, adorei. Depois a gente ficou conversando um bom tempo sobre isso. Cara, gostei do filme mesmo. Aí, e eu vou falar um negócio, eu fico super feliz porque ninguém gostou mesmo.

Cara, depois eu acabei vendo... Depois tua review subiu até o Rotten Tomatoes aqui. Cara, mas assim, tudo quanto é tipo de crítico, né? Da Bárbara Demerov até o Dinho, mas ninguém gostou. Ninguém gostou. Caralho, cara, então... Mas eu até entendo não ter gostado, porque o filme é cansativo em alguns momentos. Mas dentro do nosso grupo, dentro do board, o que eu mais escuto é isso. Panamera é cansativo, ele tem muita música, coisa e tal. Mas da história mesmo, eu não

ouço muita reclamação. Cara, e por justamente pelo Coringa não ter se tornado vilão clássico, aquele cara que tem, sabe, o covil dele, com aqueles seguidores todos que ele tem, e ter virado aquele super vilão do Batman, é porra, eu adorei o filme. É isso, Bubu. Tá bom. Consegui defender bem aqui? Conseguiu, Alesinho. Caralho. Continuo com a minha opinião que eu não vou ver, mas eu gostei da... Pelo menos você vai ver com outros olhos. Não, foi bom, cara. Foi bom, foi muito bom, Alesinho.

Parabéns. A review foi cremosa. Na nossa pauta, eu acho que nós temos aqui, viu? Você viu também o da Apple TV lá, o da série alemã. Ah, para acabar, para não acabar com Coringa, a gente falou, cara, posso fazer um... Quick Review. Um Review Pocket. Foi o... Cara, um ouvinte nosso, ele pegou, trouxe ali uma seriezinha. O que ele falou para mim é o seguinte... Eu quase dei play.

Eu falei, Alezão, você que gosta de série divertida e série esquisita, entrou uma sériezinha chamada Onde Está Wanda, que é uma série alemã que está na Apple TV. É. Cara, eu vou falar pra você, Bobo. É uma série exatamente, ele descreveu exatamente certa. Cara, é uma série esquisita, é um casal que tem dois filhos adolescentes, a filha de dezessete anos, ela pega uma lambretinha dela, sai de casa um dia e desaparece. É.

Cara, simplesmente desaparece. E o casal, eles têm uma notícia que fala que depois de cem dias do desaparecimento, a chance de recuperação é de menos de dez por cento, de vinte por cento. E já tá há setenta dias desaparecida. Aí eles decidem, e é, puta, é aquelas cidadezinhas, cara, alemãs, bem pequenininhas, parece um vilarejo ali, tem sessenta e duas casas. Eles decidem... Um condomínio. Praticamente um condomínio, que é cercado por florestas e tudo mais.

E eles decidem que, para encontrar a filha, eles têm que vigiar todos os vizinhos. E como é que eles fazem isso? Eles criam lá uma pseudo-empresa de vigilância, ou de troca de gás. Eles vão entrando na casa das pessoas e vão colocando câmeras escondidas. Então eles vão colocando câmeras e eles criam tipo uma invasão de privacidade dentro do porão deles pra ver o que todos os... Big Brother da cidade. Caralho, cara.

Mas a série tem aquela estrutura que cada episódio volta pro dia zero, que é o dia que ela foi sequestrada. Depois vai pro dia setenta, depois volta pro dia quinze, depois vem... Ela fica andando, indo, voltando, indo, voltando, indo, voltando. Preguiça, hein? Ah, eu gostei, cara. Gostou? Gostei, gostei. Cara, eu gostei. Me diverti com essa série, cara. Porra. Eu vou assistir três episódios já. Já? Caraca! Cara, eu fui assistindo três episódios, puta, foi indo sem dificuldade nenhuma.

Você vai gostar. Vou dar uma chance pra você, Alesinha. E alemã, né, cara? A gente gosta de coisas alemãs. Uma coisa que o cara falou pra mim é verdade. Coloca no idioma original. Falado em alemão. Ah, em alemão. Tem que ser dark, né? Porque aí já muda completamente a parte. Tem que ser alemão. Bubuzinho, é isso aí. Sabe uma coisa que a gente não fez? A gente fez errado. Gabriel Sater, quando ele veio aqui, a gente falou que ia dar um CD pro Borde. A gente só não falou como a

pessoa vai ganhar. Coloque dentro no comentário desse Derivados Cast, eu quero o Gabriel. Caraca. Você vai criar um problema na casa dele. Ô, Paulo... A Paula que assiste a gente é fã. Você vai falar, eu quero o Gabriel Sater. Eu vou falar, erva doce. Eu quero o Gabriel. Pronto, é isso. Eu quero o Gabriel. Essa é a frase pra concorrer ao kit do Gabriel Sater aqui. E eu vou falar, tem escutado pra caramba, é maravilhoso. Gente, se inscreve no canal, porque se a gente não pede, tem

que falar no começo, inclusive. É, já foi. Aqui só tem... Se você está escutando esse pedaço do Derivado QS, saiba que você está entre os três por cento das pessoas que chegaram até aqui. Três por cento é sério. Mas se inscreve no canal, deixe seu like. A gente está com a meta dos vinte mil aqui em dois mil e vinte e quatro. Tem que acabar com vinte mil esse ano, né? Pelo amor de Deus. Cara, vinte mil a gente vai bater só em dois mil e sessenta. Já estou sabendo.

Que isso, Alesão? Tá bom?

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